Diferenças entre TIC e Informática
Introdução.........................................................................................................................................2
Tic´s...............................................................................................................................................3
Historia..........................................................................................................................................4
Tics na Educação...........................................................................................................................7
Informática..................................................................................................................................11
Historia e Evolução da Informática............................................................................................11
Evolução dos Computadores.......................................................................................................12
Informática na Educação............................................................................................................13
Informática Educativa.................................................................................................................15
Para com os Professores..............................................................................................................16
Tecnologia na Sala de Aula.........................................................................................................17
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Introdução
Neste presente trabalho o Grupo ira abordar sobre a diferença entre Tic´s e Informatica dando
primeiramente os conceitos de ambos temas, diferenças, como se relacionam, sua importância e
papel no ensino e apreendizado do estudante durante o percurso da cadeira.
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Tic´s
(Tecnologias da informação e comunicação) é uma expressão que se refere ao papel da
comunicação (seja por fios, cabos, ou sem fio) na moderna tecnologia da informação. Entende-se
que TICs são todos os meios técnicos usados para tratar a informação e auxiliar na comunicação,
o que inclui o hardware de computadores, rede e telemóveis. Em outras palavras, TICs consistem
em TI, bem como quaisquer formas de transmissão de informações e correspondem a todas as
tecnologias que interferem e medeiam os processos informacionais e comunicativos dos seres.
Ainda, podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos integrados entre si, que
proporcionam, por meio das funções de hardware, software e telecomunicações, a automação,
comunicação e facilitação dos processos de negócios, da pesquisa científica, de ensino e
aprendizagem, entre outras.
As TICs são utilizadas das mais diversas formas, na indústria (no processo de automação), no
comércio (no gerenciamento, nas diversas formas de publicidade), no setor de investimentos
(informação simultânea, comunicação imediata) e na educação (no processo de ensino
aprendizagem, na Educação a Distância).
Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma
verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online,
comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.
Novas formas de integração das TICs são criadas. Uma das áreas mais favorecidas com as TICs
é a educacional. Na educação presencial, as TICs são vistas como potencializadoras dos
processos de ensino -aprendizagem. Além disso, a tecnologia traz a possibilidade de maior
desenvolvimento aprendizagem e comunicação entre as pessoas com necessidades educacionais
especiais.
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As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes
virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e
experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos,
debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido,
a gestão do próprio conhecimento depende da infra-estrutura e da vontade de cada indivíduo.
Historia
A expressão foi usada pela primeira vez em 1997, por Dennis Stevenson, do governo britânico, e
promovida pela documentação do Novo Currículo Britânico em 2000.
São utilizadas em diversas maneiras e em vários ramos de actividades, podendo se destacar nas
indústrias (processo de automação), no comércio (gerenciamento e publicidade), no sector de
investimentos (informações simultâneas e comunicação imediata), na biblioteconomia (OPAC) e
na educação (processo de ensino aprendizagem e Educação a distância).
Pode-se dizer que a principal responsável pelo crescimento e potencialização da utilização das
TIC, em diversos campos, foi a popularização da Internet.
Como a comunicação é uma necessidade e algo que está presente na vida do ser humano desde
os tempos mais remotos, trocar informações, registrar fatos, expressar ideias e emoções são
fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar. Assim, com o passar do
tempo, o homem aperfeiçoou sua capacidade de se relacionar.
Nesse sentido, conforme as necessidades surgiram, o homem lançou mão de sua capacidade
racional para desenvolver novas tecnologias e mecanismos para a comunicação. Conceitua-
se tecnologia como tudo aquilo que leva alguém a evoluir, a melhorar ou a simplificar. Em suma,
todo processo de aperfeiçoamento. A humanidade já passou por diversas fases de evoluções
tecnológicas, porém um equívoco comum quando se pensa em tecnologia é se remeter às
novidades de última geração.
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acesso a informações e a realização de múltiplas tarefas em todas as dimensões da vida humana,
além de capacitar os professores por meio da criação de redes e comunidades virtuais.
Sob tal óptica, "os computadores são grandes responsáveis por esse processo. Os Sistemas de
Informação nas empresas requerem estudos quanto à sua importância na abordagem gerencial e
estratégica dos mesmos, juntamente à análise do papel estratégico da informação e dos sistemas
na empresa (KROENKE, 1992; LAUNDON, 1999)".
Existe uma tendência cada vez mais acentuada de adopção das tecnologias de informação e
comunicação, não só por escolas, mas por empresas de diversas áreas, sobretudo com a
disseminação dos aparelhos digitais no cotidiano contemporâneo. Há uma variedade de
informações que o tratamento digital proporciona: imagem, som, movimento, representações
manipuláveis de dados e sistemas (simulações), todos integrados e imediatamente disponíveis,
que oferecem um novo quadro de fontes de conteúdos que podem ser objecto de estudo.
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comunicação flui sem barreira. Segundo Lévy (1999), novas maneiras de pensar e de conviver
estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os
homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de
dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação e
aprendizagem são capturadas por uma informática cada vez mais avançada.
Actualmente, encontramos várias tecnologias que viabilizam a comunicação, porém o que vai
agregar maior peso a essas tecnologias é a interacção e a colaboração de cada uma delas.
A Era da Informação e do Conhecimento que vivemos nos mostra um mundo novo, na qual o
trabalho humano é feito pelas máquinas, cabendo ao homem a tarefa à qual é insubstituível: ser
criativo, ter boas ideias. Há algumas décadas, a era da informação vem sendo superada pela onda
do conhecimento. Já que o aumento de informação disponibilizada pelos meios informatizados
vem crescendo bastante, a questão agora está centrada em como gerir esse mundo de
informações e retirar dele o subsídio para a tomada de decisão.
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Desenvolver competências e habilidades na busca, tratamento e armazenamento da informação
transforma-se num diferencial competitivo dos indivíduos.
Não só ter uma grande quantidade de informação, mas sim que essa informação seja tratada,
analisada e armazenada de forma que todas as pessoas envoltas tenham acesso sem restrição de
tempo e localização geográfica, e que essa informação agregue valor às tomadas de decisão.
Hoje, o foco da Tecnologia da Informação mudou, tanto que o termo TI passou a ser utilizado
como TIC —Tecnologia da Informação e Comunicação. E, dentro desse universo, novas
ideias como colaboração e gestão do conhecimento poderão ser edificadas, porém, mais uma vez,
é importante enfatizar que nenhuma infra-estrutura por si só promoverá a colaboração entre as
pessoas, essa atitude faz parte de uma cultura que deverá ser disseminada por toda a organização;
é necessário uma grande mudança de paradigma.
Tics na Educação
Computadores, internet, softwares, jogos electrónicos, celulares: ferramentas comuns ao dia a dia
da chamada geração digital e as crianças e jovens já as dominam como se fossem velhas
conhecidas. Essas tecnologias constituem o "habitat diário" desta geração, - que usa os meios
para "comunicar-se" (correio, SMS, bate-papo ...), "conhecer" (sites, downloads ...),
"compartilhar" (redes sociais, fotos, vídeos ...), "se divertir" ( jogos na internet, rádio e TV
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digital) e também "consumir" (compras on-line). Pesquisadores apontam que os mais jovens
representam a faixa etária onde o crescimento do uso das TICs é maior.
O ritmo acelerado das inovações tecnológicas, assimiladas tão rapidamente pelos alunos, exige
que a educação também se renove, tornando o ensino mais criativo, estimulando o interesse pela
aprendizagem, não enxergando a tecnologia apenas como um instrumento, mas como uma
tecnologia social, capaz de gerar novos processos de aprendizagem, novas formas de encarar a
assimilação de conhecimento e novas formas de estabelecer comunicações.
Entendendo a escola como um espaço de criação de cultura, esta deve incorporar os produtos
culturais e as práticas sociais mais avançadas da sociedade em que nos encontramos. Espera-se,
assim, da escola uma importante contribuição no sentido de ajudar as crianças e os jovens a viver
em um ambiente cada vez mais “automatizado”, através do uso da electrónica e das
telecomunicações. O horizonte de uma criança, hoje em dia, ultrapassa claramente o limite físico
da sua escola, da sua cidade ou do seu país, quer se trate do horizonte cultural, social, pessoal ou
profissional.
Em uma sociedade tecnológica, o educador assume um papel fundamental como mediador das
aprendizagens, sobretudo como modelo que é para os mais novos, adoptando determinados
comportamentos e atitudes em face das tecnologias. Por outro lado, perante os produtos
tecnológicos, o educador deverá assumir-se com conhecimento e critério, analisando
cuidadosamente os materiais que coloca à disposição das crianças.
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Braak, Tondeur e Valcke (2004) identificaram dois tipos de estratégias ou padrões de uso das
TIC nas escolas: o simples apoio aos processos de ensino e o uso efectivo desses recursos no
desenvolvimento do ensino, considerando características como sua idade, sexo, competência
digital, atitudes em relação às TIC e vontade de mudar e tendência inovadora.
Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questão: Como as
TICs podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direcção à meta de “educação a
todos e ao longo da vida”? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e
excelência na educação? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma
que dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os sectores da vida e possam
tirar proveito dela? Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de
tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.
Segundo, as TICs, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins
educacionais.
A UNESCO no Brasil contou com a permanente parceria das cátedras UNESCO em Educação a
Distância em várias universidades brasileira, que utilizam as TICs para promover a
democratização do acesso ao conhecimento no país.
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Em 4 de agosto de 2009,a UNESCO no Brasil e seus parceiros lançaram no país o projecto
internacional ”Padrões de Competência em TICs para Professores”, por meio das versões em
português brochuras sobre a proposta do projecto. O projecto tem o objectivo de fortalecer
directrizes sobre como melhorar as capacidades dos professores nas práticas de ensino por meio
das TICs. Autoridades, especialistas e tomadores de decisão analisam a viabilidade da
implementação das directrizes deste projecto adaptadas à realidade brasileira.
Para usar a tecnologia nas escolas, segundo Almeida e Prado, ela deve ser pautada em princípios
que privilegiem a construção do conhecimento, o aprendizado significativo e interdisciplinar e
humanista. Para tanto os professores precisam se apropriar dessas novas tecnologias e
desenvolver estratégias para um ensino-aprendizagem mais eficaz, visando o educando e seu
contexto social. O uso das TICs em sala de aula confere um aumento no potencial colaborativo
do ensino, já que essa tecnologia pode oferecer novas possibilidades de mediação social, criando
ambientes de aprendizagem colaborativa (comunidades) que facilitem os alunos a realizarem
actividades conjuntamente, actividades integradas com o mundo real e com objectivos reais. As
pesquisadoras Ana García-Valcárcel, Verónica Basilotta y Camino López apontam a necessidade
de posicionar as tecnologias como uma ferramenta e não como um fim em si mesmos, sendo
encaradas como ferramentas cujo objectivo fundamental é ajudar o aluno a aprender de uma
maneira mais eficiente.
Dessa forma, seja nas escolas ou no ensino superior, o uso das TICs não deve ser feito de forma
indiscriminada e sem intencionalidade, mas associado ao planejamento docente e às escolhas de
metodologias a fim de promover a participação activa dos sujeitos envolvidos pluralizando as
posições, ideias, opiniões e acções para que se estabeleçam o ensino e a aprendizagem.
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quando essas canções foram compostas. O uso do rádio nas práticas metodológicas também se
insere na comparação entre esse tipo de Mídia com outros veículos digitais existentes em uma
sociedade, como por exemplo programas televisivos, filmes, vídeos, sites de pesquisa, entre
outros.
Informática
É um termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas à colecta,
armazenamento, transmissão e processamento de informações em meios digitais, estando
incluídas neste grupo:
O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos dois lados
do Atlântico, assume em Portugal o sentido sinónimo da ciência da computação, enquanto que
no Brasil é habitualmente usado para rever especificamente o processo de tratamento da
informação por meio de máquinas electrónicas definidas como computadores.
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A informática é a disciplina que lida com o tratamento racional e sistemático da informação por
meios automáticos e electrónicos. Representa o tratamento automático da informação. Constitui
o emprego da ciência da informação através do computador. Embora não se deva
confundir informática com computadores, na verdade ela existe porque estes existem.
Informática na Educação
As tecnologias trouxeram outras perspectivas para o ensino da informática nas escolas, mudaram
as práticas pedagógicas, foi incluída no currículo escolar, para ser trabalhado e desenvolvido em
todas as disciplinas e assim transformando os modelos estruturais da educação básica do país.
Podem se destacar inúmeras vantagens com a inclusão do ensino da informática nas escolas,
esses benefícios iniciam no âmbito escolar e depois são transmitidos para toda a sociedade, onde
a escola está inserida. Podemos dizer que os professores capacitados fazem toda a diferença no
uso da informática em sala de aula, pois esses são os detentores de informações sobre as
tecnologias e que de forma pedagógica transmitiram para seus alunos os conhecimentos a cerca
da informática. Os alunos acabam conhecendo e compartilhando os seus conhecimentos para
toda a comunidade, o aluno passa também a desenvolver seu próprio conhecimento educação.
Actualmente a escola possui o papel de transformar a realidade de vida dos alunos, com o uso
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planejado do ensino e aprendizagem com as tecnologias, as escolas vão disponibilizar alunos
com novas habilidades e com conhecimentos para ter uma vida profissional direccionada. As
escolas também estão cientes que os alunos já nasceram na era das tecnologias e precisam
disponibilizar as mesmas para tornar as aulas mais atractivas e que possam envolver os alunos
com suas habilidades em uma aprendizagem e conhecimentos. O ensino da informática deve ser
pensado como um uso baseado na busca pelo conhecimento e por novas possibilidades que as
tecnologias podem disponibilizar para a escola, para os professores, alunos e para toda a
sociedade
O uso adequado da informática nas escolas podem possibilitar muitos benefícios aos alunos
como habilidades de lidar com problemas, habilidades de pesquisa, habilidade para novos
pensamentos, aumenta o intelecto, abre oportunidades, disponibiliza aos alunos a possibilidade
de obter novas informações e conhecer um novo mundo, ter acesso a varias culturas, conhecer
história de populações antigas e ser novo personagem da escrita da sua própria história na
sociedade.
Além dessas vantagens já citadas o ensino da informática também transforma o aluno como
indivíduo, pois os alunos tornam se mais pensantes, críticos, criativos, dinâmicos, autónomos, e
possuem habilidades de interagir e conhecer pessoas de forma constante e continuada, bem como
outras enumeras habilidades que os alunos podem obter com a inclusão da informática nas
escolas. Pensando em todas essas transformações que passam a fazer parte do perfil do aluno, as
escolas devem se adaptar para uma actualização constante a cerca da utilização das novas
tecnologias, ser flexíveis com o ensino das disciplinas curriculares, desenvolver e incentivar
formação continuada para seus professores, tudo isso pode ser definido, como um novo momento
.
A inserção da informática educativa nas escolas também possibilitou aos professores
desenvolverem actividades, dinâmicas, exercícios, jogos entre outros softwares e aplicativos, no
auxílio do aluno com dificuldade de aprendizagem, pois pode ser estudado o caso de cada
criança e desenvolvido actividades especificas para o desenvolvimento desses alunos, que por
isso podem se sentir inseridos no ensino e aprendizagem, bem como possuem novas habilidades
para conseguir obter conhecimento. Não existem limites para incluir o ensino da informática nas
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escolas, mas sim que as mesmas possibilitem uma grande variedade de alternativas para
desenvolver as aulas com o uso dessas tecnologias em sala de aula.
Uma vantagem muito importante em se tratando da inserção do ensino da informática nas escolas
é a construção do conhecimento, construção do novo saber, geralmente quando falamos sobre
esse desenvolvimento ele pode ser identificado como adquirir novos conceitos científicos,
construção de novas habilidades, construção de questões sócio cognitivas, competências em
receber, armazenar e transmitir informações, habilidades de comunicação, seja ela realizada de
forma pessoal ou virtual. Os atores desse processo são os professores, alunos e toda escola que
possuem em seus registros profissionais que são capazes de reconstruir e desenvolver novas
histórias de ensinar e aprender novos conceitos. Os alunos estão habituados a essas realidades e
precisam cada vez mais de informações concisas, convincentes e próximos da realidade. O
ensino da informática não disponibiliza todas essas vantagens como um processo único, ou
demostra um caminho certeiro, mas sim disponibiliza variáveis, disponibiliza formas e
intermédios para o acesso entre a informação e conhecimento, tanto para os professores, quantos
para os alunos.
Informática Educativa
refere-se ao uso do computador e suas ferramentas no âmbito escolar, enquanto recurso
pedagógico a ser utilizado pelo profissional docente. Embora o termo informática não seja o
mais actual (comum na década de 80), o termo informática educativa continua sendo utilizado
pelos profissionais da educação. No âmbito escolar, também podemos considerar o computador
como um dispositivo de tecnologia assistiva e portanto como um facilitador de inclusão escolar e
social.
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A depender do espaço físico e da grade curricular nas escolas, os alunos podem ter aulas da
disciplina de Informática, ou caso não tenham esta previsão curricular (realidade da maioria das
escolas públicas) podem ser realizadas visitas mediadas ao Laboratório de 'Informática' durante
as aulas de outras disciplinas ou ainda no contra turno ao que o aluno é matriculado. Geralmente,
os Laboratórios de Informática nas escolas possuem um profissional docente responsável, mas
dependendo do local pode-se contar com profissionais formados na área de TI.
Embora muitas escolas possuam essas tecnologias disponíveis, elas muitas vezes, não são
utilizadas no potencial que deveriam, ficando muitas vezes os Laboratórios/Salas de Informática
trancadas por falta de profissionais habilitados para actuarem na gerência, supervisão, orientação
e manutenção das máquinas, assim como por falta de capacitação de alguns docentes para o
conhecimento dos potenciais que este recurso pode agregar nas actividades em sala de aula.
Porém, mais importante do que as técnicas e o planeamento, é a postura do educador que mais
influenciará o resultado do processo de ensino e aprendizagem. Sobre isso, vale a pena citar o
professor José Manuel Moran, da ECA-USP:
"Faremos com as tecnologias mais avançadas o mesmo que fazemos connosco, com os outros,
com a vida. Se somos pessoas abertas, as utilizaremos para comunicarmos mais, para interagir
melhor. Se somos pessoas fechadas, desconfiadas, utilizaremos as tecnologias de forma
defensiva, superficial. Se somos pessoas abertas, sensíveis, humanas, que valorizam mais a
busca que o resultado pronto, o estímulo que a repreensão, o apoio que a crítica, capazes de
estabelecer formas democráticas de pesquisa e comunicação. Então somos verdadeiros
Educadores."
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O fato de ter uma sala com computadores não significa necessariamente ter informatização do
ensino, como não basta papel e caneta para se escrever um bom texto. Primeiramente é preciso
que exista um planeamento, o qual indicará os passos a serem seguidos. A informatização do
ensino, não pode ser vista como solução para todos os problemas e nem fazer alusão de que todas
as dificuldades relacionadas ao ensino-aprendizagem estarão sanadas, mas não podemos medir
esforços para utilizar tudo o que possa contribuir para sua melhoria.
Para que o objectivo central não se perca, é necessário que o educador seja um mediador e
oriente o educando, contribuindo para o desenvolvimento de valores pessoais e sociais que
auxiliem para a construção de uma consciência critica, tendo por finalidade a formação de
cidadãos capazes de avaliar suas atitudes e escolhas, como também o mundo em que vivem.
Um dos pontos a serem abordados está estritamente relacionado à educação, a forma como as
escolas têm lidado com as novas tecnologias adaptando-as em seus métodos ensino-
aprendizagem, espaço, tempo e os agentes transmissores do conhecimento. É essencial
reconhecer a necessidade de utilizar a tecnologia a beneficio dos estudantes possibilitando que os
conteúdos planejados permitam o despertar da autonomia do aluno, domínio de ferramentas
digitais, olhar crítico diante das informações divulgadas e criação de conteúdos.
O professor em questão busca novos meios de se preparar e caminhar junto a esse avanço, pois
ele não assume mais o papel de transmissor de conhecimento, tornando-se neste momento o
mediador entre e alunos e o conhecimento que a rede de internet proporciona. Deste modo é
importante que a escola reconheça a formação de seus professores como algo primordial para o
bom desenvolvimento dos estudantes garantindo que os métodos implantados sejam viáveis e
produzam bons frutos na transformação do modo de pensar e agir dos mesmos podendo abranger
a sociedade num todo através dos projectos desenvolvidos em sala de aula que permitem ser
compartilhados na rede.
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Conclusão
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Bibliografia
[Link]
[Link]
%C3%A7%C3%A3o
[Link]
[Link]
[Link]
vantagens/53799#
[Link]
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