Diferenças entre TIC e Informática

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O documento discute a diferença entre TICs e informática, abordando: 1) O conceito de TICs como tecnologias da informação e comunicação e seu papel na educação; 2) Uma breve história da in…

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Índice

Introdução.........................................................................................................................................2
Tic´s...............................................................................................................................................3
Historia..........................................................................................................................................4
Tics na Educação...........................................................................................................................7
Informática..................................................................................................................................11
Historia e Evolução da Informática............................................................................................11
Evolução dos Computadores.......................................................................................................12
Informática na Educação............................................................................................................13
Informática Educativa.................................................................................................................15
Para com os Professores..............................................................................................................16
Tecnologia na Sala de Aula.........................................................................................................17

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Introdução
Neste presente trabalho o Grupo ira abordar sobre a diferença entre Tic´s e Informatica dando
primeiramente os conceitos de ambos temas, diferenças, como se relacionam, sua importância e
papel no ensino e apreendizado do estudante durante o percurso da cadeira.

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Tic´s
(Tecnologias da informação e comunicação) é uma expressão que se refere ao papel da
comunicação (seja por fios, cabos, ou sem fio) na moderna tecnologia da informação. Entende-se
que TICs são todos os meios técnicos usados para tratar a informação e auxiliar na comunicação,
o que inclui o hardware de computadores, rede e telemóveis. Em outras palavras, TICs consistem
em TI, bem como quaisquer formas de transmissão de informações e correspondem a todas as
tecnologias que interferem e medeiam os processos informacionais e comunicativos dos seres.
Ainda, podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos integrados entre si, que
proporcionam, por meio das funções de hardware, software e telecomunicações, a automação,
comunicação e facilitação dos processos de negócios, da pesquisa científica, de ensino e
aprendizagem, entre outras.

As TICs são utilizadas das mais diversas formas, na indústria (no processo de automação), no
comércio (no gerenciamento, nas diversas formas de publicidade), no setor de investimentos
(informação simultânea, comunicação imediata) e na educação (no processo de ensino
aprendizagem, na Educação a Distância).

O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos


processos decorrentes em meios virtuais. No entanto, foi a popularização da internet que
potencializou o uso das TICs em diversos campos.

Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma
verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online,
comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.

Através do trabalho colaborativo, profissionais distantes geograficamente trabalham em equipe.


O intercâmbio de informações gera novos conhecimentos e competências entre os profissionais.

Novas formas de integração das TICs são criadas. Uma das áreas mais favorecidas com as TICs
é a educacional. Na educação presencial, as TICs são vistas como potencializadoras dos
processos de ensino -aprendizagem. Além disso, a tecnologia traz a possibilidade de maior
desenvolvimento aprendizagem e comunicação entre as pessoas com necessidades educacionais
especiais.

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As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes
virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e
experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos,
debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido,
a gestão do próprio conhecimento depende da infra-estrutura e da vontade de cada indivíduo.

Historia
A expressão foi usada pela primeira vez em 1997, por Dennis Stevenson, do governo britânico, e
promovida pela documentação do Novo Currículo Britânico em 2000.

São utilizadas em diversas maneiras e em vários ramos de actividades, podendo se destacar nas
indústrias (processo de automação), no comércio (gerenciamento e publicidade), no sector de
investimentos (informações simultâneas e comunicação imediata), na biblioteconomia (OPAC) e
na educação (processo de ensino aprendizagem e Educação a distância).

Pode-se dizer que a principal responsável pelo crescimento e potencialização da utilização das
TIC, em diversos campos, foi a popularização da Internet.

Como a comunicação é uma necessidade e algo que está presente na vida do ser humano desde
os tempos mais remotos, trocar informações, registrar fatos, expressar ideias e emoções são
fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar. Assim, com o passar do
tempo, o homem aperfeiçoou sua capacidade de se relacionar.

Nesse sentido, conforme as necessidades surgiram, o homem lançou mão de sua capacidade
racional para desenvolver novas tecnologias e mecanismos para a comunicação. Conceitua-
se tecnologia como tudo aquilo que leva alguém a evoluir, a melhorar ou a simplificar. Em suma,
todo processo de aperfeiçoamento. A humanidade já passou por diversas fases de evoluções
tecnológicas, porém um equívoco comum quando se pensa em tecnologia é se remeter às
novidades de última geração.

Em se tratando de informação e comunicação, as possibilidades tecnológicas surgiram como uma


alternativa da era moderna, facilitando a educação através da inclusão digital, com a inserção
de computadores nas escolas, facilitando e aperfeiçoando o uso da tecnologia pelos alunos, o

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acesso a informações e a realização de múltiplas tarefas em todas as dimensões da vida humana,
além de capacitar os professores por meio da criação de redes e comunidades virtuais.

Sob tal óptica, "os computadores são grandes responsáveis por esse processo. Os Sistemas de
Informação nas empresas requerem estudos quanto à sua importância na abordagem gerencial e
estratégica dos mesmos, juntamente à análise do papel estratégico da informação e dos sistemas
na empresa (KROENKE, 1992; LAUNDON, 1999)".

Existe uma tendência cada vez mais acentuada de adopção das tecnologias de informação e
comunicação, não só por escolas, mas por empresas de diversas áreas, sobretudo com a
disseminação dos aparelhos digitais no cotidiano contemporâneo. Há uma variedade de
informações que o tratamento digital proporciona: imagem, som, movimento, representações
manipuláveis de dados e sistemas (simulações), todos integrados e imediatamente disponíveis,
que oferecem um novo quadro de fontes de conteúdos que podem ser objecto de estudo.

A comunicação é também a responsável por grandes avanços. Devido a troca de mensagens e


consequente troca de experiência, dessa forma, grandes descobertas foram feitas. A história
humana, sem os desenhos das cavernas, os hieróglifos egípcios, e o enorme acervo de
informação que nos foi deixado através da escrita, não teria a emoção sentida hoje ao se ver o
avanço desses meios. Todos os exemplos citados acima são formas de deixar mensagens, i.e.,
passar adiante uma informação, experiência, fato ou descoberta. A comunicação é algo
complexo, uma vez que existem várias formas de se comunicar. O objectivo aqui, é mostrar o
quanto a troca de mensagens, a informação e o relacionamento humano são importantes para a
evolução de novos conceitos, como, p. ex., o trabalho colaborativo, a gestão do conhecimento,
o ensino a distância (e-learning), que promovem uma maior democracia nos relacionamentos
entre pessoas e a diminuição do espaço físico–temporal.

Num ambiente corporativo, onde um grupo de pessoas percorre objectivos comuns, a


necessidade de comunicação aumenta consideravelmente. Numa corporação, existem barreiras
culturais, sociais, tecnológicas, geográficas, temporais, dentre outras, que dificultam as pessoas a
se comunicarem, portanto, um dos desafios de uma corporação é transpor essas barreiras.

Actualmente, os sistemas de informação e as redes de computadores têm desempenhado um


papel importante na comunicação corporativa, pois é através dessas ferramentas que a

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comunicação flui sem barreira. Segundo Lévy (1999), novas maneiras de pensar e de conviver
estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os
homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de
dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação e
aprendizagem são capturadas por uma informática cada vez mais avançada.

A tecnologia da informação teve uma gigantesca evolução e, com a tendência do mundo


moderno, inovações e facilidades ainda hão de surgir. A internet e, em consequência, o e-mail e a
agenda de grupo online, são componentes de um grande marco e um dos avanços mais
significativos, pois através deles vários outros sistemas de comunicação foram criados.

Actualmente, encontramos várias tecnologias que viabilizam a comunicação, porém o que vai
agregar maior peso a essas tecnologias é a interacção e a colaboração de cada uma delas.

Actualmente, estudos sistemáticos dos comportamentos económicos nesta transição de século e


de milénio vêm atribuindo um importante factor ao cenário económico, tão impregnado pelos
factores da Era Industrial (bens de consumo durável, maquinário, trabalho mecânico e em série,
produtos, etc.) e esse factor é o conhecimento — a dimensão crítica de sustentação de vantagens
competitivas.

Na nova economia, as capacidades de inovação, diferenciação, criação, valor agregado e


adaptação à mudança são determinadas pela forma como velhos e novos conhecimentos integram
cadeias/redes de valor, como processos e produtos recorrem a conhecimento útil e crítico, bem
como pela aptidão demostrada pelas empresas, governos (organizações em geral) e pessoal para
aprender de maneira constante.

A Era da Informação e do Conhecimento que vivemos nos mostra um mundo novo, na qual o
trabalho humano é feito pelas máquinas, cabendo ao homem a tarefa à qual é insubstituível: ser
criativo, ter boas ideias. Há algumas décadas, a era da informação vem sendo superada pela onda
do conhecimento. Já que o aumento de informação disponibilizada pelos meios informatizados
vem crescendo bastante, a questão agora está centrada em como gerir esse mundo de
informações e retirar dele o subsídio para a tomada de decisão.

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Desenvolver competências e habilidades na busca, tratamento e armazenamento da informação
transforma-se num diferencial competitivo dos indivíduos.

Não só ter uma grande quantidade de informação, mas sim que essa informação seja tratada,
analisada e armazenada de forma que todas as pessoas envoltas tenham acesso sem restrição de
tempo e localização geográfica, e que essa informação agregue valor às tomadas de decisão.

É importante que o desenvolvimento de um determinado projecto seja organizado e


disponibilizado para uma posterior consulta e fonte de pesquisa para projectos futuros, ou seja, é
necessário criar um meio que resgate. A memória é o bem maior de qualquer organização, é o
conhecimento gerado pelas pessoas que fazem parte desta.

A tecnologia da informação (TI) tem um papel significativo na criação desse ambiente


colaborativo e, posteriormente, numa gestão do conhecimento. Entanto, é importante ressaltar
que a tecnologia da informação desempenha seu papel apenas promovendo a infra-estrutura, pois
o trabalho colaborativo e a gestão do conhecimento envolvem também aspectos humanos,
culturais e de gestão .

Os avanços da tecnologia da informação têm contribuído para projectar a civilização em direcção


a uma sociedade do conhecimento.

Hoje, o foco da Tecnologia da Informação mudou, tanto que o termo TI passou a ser utilizado
como TIC —Tecnologia da Informação e Comunicação. E, dentro desse universo, novas
ideias como colaboração e gestão do conhecimento poderão ser edificadas, porém, mais uma vez,
é importante enfatizar que nenhuma infra-estrutura por si só promoverá a colaboração entre as
pessoas, essa atitude faz parte de uma cultura que deverá ser disseminada por toda a organização;
é necessário uma grande mudança de paradigma.

Tics na Educação
Computadores, internet, softwares, jogos electrónicos, celulares: ferramentas comuns ao dia a dia
da chamada geração digital e as crianças e jovens já as dominam como se fossem velhas
conhecidas. Essas tecnologias constituem o "habitat diário" desta geração, - que usa os meios
para "comunicar-se" (correio, SMS, bate-papo ...), "conhecer" (sites, downloads ...),
"compartilhar" (redes sociais, fotos, vídeos ...), "se divertir" ( jogos na internet, rádio e TV

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digital) e também "consumir" (compras on-line). Pesquisadores apontam que os mais jovens
representam a faixa etária onde o crescimento do uso das TICs é maior.

O ritmo acelerado das inovações tecnológicas, assimiladas tão rapidamente pelos alunos, exige
que a educação também se renove, tornando o ensino mais criativo, estimulando o interesse pela
aprendizagem, não enxergando a tecnologia apenas como um instrumento, mas como uma
tecnologia social, capaz de gerar novos processos de aprendizagem, novas formas de encarar a
assimilação de conhecimento e novas formas de estabelecer comunicações.

Entendendo a escola como um espaço de criação de cultura, esta deve incorporar os produtos
culturais e as práticas sociais mais avançadas da sociedade em que nos encontramos. Espera-se,
assim, da escola uma importante contribuição no sentido de ajudar as crianças e os jovens a viver
em um ambiente cada vez mais “automatizado”, através do uso da electrónica e das
telecomunicações. O horizonte de uma criança, hoje em dia, ultrapassa claramente o limite físico
da sua escola, da sua cidade ou do seu país, quer se trate do horizonte cultural, social, pessoal ou
profissional.

Em uma sociedade tecnológica, o educador assume um papel fundamental como mediador das
aprendizagens, sobretudo como modelo que é para os mais novos, adoptando determinados
comportamentos e atitudes em face das tecnologias. Por outro lado, perante os produtos
tecnológicos, o educador deverá assumir-se com conhecimento e critério, analisando
cuidadosamente os materiais que coloca à disposição das crianças.

Porém o Brasil precisa melhorar as competências do professor em utilizar as tecnologias de


comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TICs
afecta directamente a diminuição da exclusão digital existente no país[ Diferentes autores
tentaram identificar os tipos de uso das TIC pelos professores (Hsu, 2011). Barron e outros
(2003) identificaram quatro tipos de uso das TIC na educação na sala de aula: o computador
como instrumento de pesquisa para o aluno, como uma ferramenta para resolver problemas e
decisões, como instrumento de produção (criar relatórios e empregos) e como recurso de
comunicação. Por sua vez, Russell e outros (2003) identificaram seis categorias de uso de TIC
pelos professores: uso das TIC para preparar as aulas, produzir materiais, para direccionar o
aluno, para a educação é especial, para o uso de correio electrónico, e para gravações e registros.

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Braak, Tondeur e Valcke (2004) identificaram dois tipos de estratégias ou padrões de uso das
TIC nas escolas: o simples apoio aos processos de ensino e o uso efectivo desses recursos no
desenvolvimento do ensino, considerando características como sua idade, sexo, competência
digital, atitudes em relação às TIC e vontade de mudar e tendência inovadora.

Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questão: Como as
TICs podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direcção à meta de “educação a
todos e ao longo da vida”? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e
excelência na educação? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma
que dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os sectores da vida e possam
tirar proveito dela? Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de
tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.

Segundo, as TICs, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins
educacionais.

Terceiro, várias questões éticas e legais, como as vinculadas à propriedade do conhecimento, ao


crescentemente tratamento da educação como uma mercadoria, à globalização da educação face
à diversidade cultural, interferem no amplo uso das TICs na educação.

Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na


promoção de acções de disseminação de TICs nas escolas com o objectivo de melhorar a
qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o retraimento digital é uma
decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O Ministério da Educação tem a
meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010,
incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o programa TV escola, para explorar a
convergência das Mídias digitais na ampliação da interactividade dos conteúdos televisivos
utilizados no ensino presencial e a distância.

A UNESCO no Brasil contou com a permanente parceria das cátedras UNESCO em Educação a
Distância em várias universidades brasileira, que utilizam as TICs para promover a
democratização do acesso ao conhecimento no país.

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Em 4 de agosto de 2009,a UNESCO no Brasil e seus parceiros lançaram no país o projecto
internacional ”Padrões de Competência em TICs para Professores”, por meio das versões em
português brochuras sobre a proposta do projecto. O projecto tem o objectivo de fortalecer
directrizes sobre como melhorar as capacidades dos professores nas práticas de ensino por meio
das TICs. Autoridades, especialistas e tomadores de decisão analisam a viabilidade da
implementação das directrizes deste projecto adaptadas à realidade brasileira.

Para usar a tecnologia nas escolas, segundo Almeida e Prado, ela deve ser pautada em princípios
que privilegiem a construção do conhecimento, o aprendizado significativo e interdisciplinar e
humanista. Para tanto os professores precisam se apropriar dessas novas tecnologias e
desenvolver estratégias para um ensino-aprendizagem mais eficaz, visando o educando e seu
contexto social. O uso das TICs em sala de aula confere um aumento no potencial colaborativo
do ensino, já que essa tecnologia pode oferecer novas possibilidades de mediação social, criando
ambientes de aprendizagem colaborativa (comunidades) que facilitem os alunos a realizarem
actividades conjuntamente, actividades integradas com o mundo real e com objectivos reais. As
pesquisadoras Ana García-Valcárcel, Verónica Basilotta y Camino López apontam a necessidade
de posicionar as tecnologias como uma ferramenta e não como um fim em si mesmos, sendo
encaradas como ferramentas cujo objectivo fundamental é ajudar o aluno a aprender de uma
maneira mais eficiente.

Dessa forma, seja nas escolas ou no ensino superior, o uso das TICs não deve ser feito de forma
indiscriminada e sem intencionalidade, mas associado ao planejamento docente e às escolhas de
metodologias a fim de promover a participação activa dos sujeitos envolvidos pluralizando as
posições, ideias, opiniões e acções para que se estabeleçam o ensino e a aprendizagem.

As Tics também se inserem no ensino de disciplinas específicas, como a História. A abordagem


e utilização dessas tecnologias permite um ensino mais democrático e participativo, no qual os
alunos desenvolvem uma construção colectiva e de pesquisa em relação ao pensamento histórico.
Como a maioria dos alunos da educação básica faz parte da chamada Geração Z, na qual muitos
já nasceram imersos no meio tecnológico e, os que ainda não o possuem, possivelmente já
estabeleceram algum contacto com as tecnologias, o ambiente de ensino constitui uma
ressignificação nos dias atuais. O uso de ferramentas específicas como o rádio permite a
compreensão, a partir de canções, de noções como "período histórico" por meio da análise de

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quando essas canções foram compostas. O uso do rádio nas práticas metodológicas também se
insere na comparação entre esse tipo de Mídia com outros veículos digitais existentes em uma
sociedade, como por exemplo programas televisivos, filmes, vídeos, sites de pesquisa, entre
outros.

Informática
É um termo usado para descrever o conjunto das ciências relacionadas à colecta,
armazenamento, transmissão e processamento de informações em meios digitais, estando
incluídas neste grupo:

A ciência da computação, os sistemas de informação, a teoria da informação, o processo de


cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e da
modelagem dos problemas. Mas também a informática pode ser entendida como ciência que
estuda o conjunto de informações e conhecimentos por meios digitais.

O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos dois lados
do Atlântico, assume em Portugal o sentido sinónimo da ciência da computação, enquanto que
no Brasil é habitualmente usado para rever especificamente o processo de tratamento da
informação por meio de máquinas electrónicas definidas como computadores.

O estudo da informação começou na matemática quando nomes como Alan Turing, Kurt


Gödel e Alonzo Church começaram a estudar que tipos de problemas poderiam ser resolvidos,
ou computados, por elementos humanos que seguissem uma série de instruções simples,
independentemente do tempo requerido para isso. A motivação por trás destas pesquisas era o
avanço durante a revolução industrial e da promessa que máquinas poderiam futuramente
conseguir resolver os mesmos problemas de forma mais rápida e mais eficaz. Do mesmo jeito
que as indústrias manuseiam matéria-prima para transformá-la em um produto final,
os algoritmos foram desenhados para que um dia uma máquina pudesse tratar informações

Historia e Evolução da Informática


A palavra surge, em meados do século XX, da junção de duas outras palavras, processamento da
informação por meios automáticos analógicos ou digitais (quer sejam binários ou não, como
"qubit" ou bit quântico). O meio mais comum da utilização de informática são
os computadores que tratam informações de maneira automática.

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A informática é a disciplina que lida com o tratamento racional e sistemático da informação por
meios automáticos e electrónicos. Representa o tratamento automático da informação. Constitui
o emprego da ciência da informação através do computador. Embora não se deva
confundir informática com computadores, na verdade ela existe porque estes existem.

Em 1956, o cientista da computação alemão Karl Steinbuch publicou o periódico Informatik:


Automatische Informationsverarbeitung ("Informática: processamento automático de
informação"), a palavra se estabeleceu como o termo alemão para a ciência da computação, uma
disciplina progenitora para o campo mais vasto da informática.

Em 1966, o pesquisador russo Alexander Mikhailov, junto com colaboradores, chegou a utilizar


o conceito "Informatika" relacionado a uma disciplina que estuda, organiza e dissemina a
informação científica (ligada a Ciência da Informação). Entretanto, essa definição ficou restrita à
antiga União Soviética e aos países do Bloco comunista.

Evolução dos Computadores


 Primeira Geração (1930 - 1958): Nesta geração os computadores tinham como principal
característica, o excesso na utilização de relés e válvulas electrónicas, assim, possuindo
dimensões extremas, pois utilizavam quilómetros de fios, pesava cerca de 30 toneladas e
ocupava um espaço de 150 m2 e, apesar do tamanho, tinha memória de apenas 200 bits.
Este foi o primeiro computador digital, chamado como ENIAC (Electrical Numerical
Integrator and Calculator), criado para desenvolver os cálculos das tabelas balísticas para
o exército americano durante a Segunda Guerra Mundial.
 Segunda Geração (1959-1964): Nesta geração , ocorreu a troca das válvulas electrónicas
por transístores, o que diminuiu o tamanho do hardware consideravelmente. A tecnologia
de circuitos impressos também foi criada, fazendo com que os hardwares destes novos
computadores consumissem menos energia, possuíam maior confiabilidade, eram mais
rápidos ( a velocidade passou para milionésimos de segundos) e eliminavam quase que
por completo o problema do desprendimento de calor.
 Terceira Geração (1964-1970): O avanço desta geração, foi o desenvolvimento e o uso
de nova tecnologia, os circuitos integrados (CIs), sendo compacto, e muito mais ágeis
eles substituíram o uso de válvulas e transistores, pois, permitiram que uma mesma placa
armazenasse vários circuitos que se comunicavam com hardwares distintos ao mesmo
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tempo, permitindo um maior número de funcionalidades, um exemplo de um computador
desta época é o IBM 360/91, que teve seu lançamento em 1967, alcançando o sucesso em
vendas. Com esse grande avanço houve uma preocupação no final deste período, pelo
fato de ter um avanço enorme em hardware houve a falta na qualidade de
desenvolvimentos de software.
 Quarta Geração (1971 até os dias atuais): Com a quarta geração nasceu a
empresa INTEL que foi a pioneira no desenvolvimento de microprocessadores, que era
equivalente ao computador ENIAC da primeira geração, ocorre também o nascimento
da Apple com a criação do Apple I. Com o passar dos anos, surgiram novos
computadores, e os supercomputadores, que eram usado em laboratórios e centros de
pesquisa aplicadas, podendo chegar na perfeição como um exemplo o Cray-I. Está
geração sem duvida é a mais conhecida por todos nós, pelo advento dos
microprocessadores e computadores pessoais, com a redução drástica de tamanho e preço
das maquinas, tornando-as mais acessíveis, e ainda mais potente com o afamado
da internet. Existem rumores de uma possível e provável quinta geração, onde fala-se
em biochips, computadores capazes de compreender e aperfeiçoar ainda mais com
a inteligência artificial.

Informática na Educação
As tecnologias trouxeram outras perspectivas para o ensino da informática nas escolas, mudaram
as práticas pedagógicas, foi incluída no currículo escolar, para ser trabalhado e desenvolvido em
todas as disciplinas e assim transformando os modelos estruturais da educação básica do país.

Podem se destacar inúmeras vantagens com a inclusão do ensino da informática nas escolas,
esses benefícios iniciam no âmbito escolar e depois são transmitidos para toda a sociedade, onde
a escola está inserida. Podemos dizer que os professores capacitados fazem toda a diferença no
uso da informática em sala de aula, pois esses são os detentores de informações sobre as
tecnologias e que de forma pedagógica transmitiram para seus alunos os conhecimentos a cerca
da informática. Os alunos acabam conhecendo e compartilhando os seus conhecimentos para
toda a comunidade, o aluno passa também a desenvolver seu próprio conhecimento educação.

Actualmente a escola possui o papel de transformar a realidade de vida dos alunos, com o uso

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planejado do ensino e aprendizagem com as tecnologias, as escolas vão disponibilizar alunos
com novas habilidades e com conhecimentos para ter uma vida profissional direccionada. As
escolas também estão cientes que os alunos já nasceram na era das tecnologias e precisam
disponibilizar as mesmas para tornar as aulas mais atractivas e que possam envolver os alunos
com suas habilidades em uma aprendizagem e conhecimentos. O ensino da informática deve ser
pensado como um uso baseado na busca pelo conhecimento e por novas possibilidades que as
tecnologias podem disponibilizar para a escola, para os professores, alunos e para toda a
sociedade
O uso adequado da informática nas escolas podem possibilitar muitos benefícios aos alunos
como habilidades de lidar com problemas, habilidades de pesquisa, habilidade para novos
pensamentos, aumenta o intelecto, abre oportunidades, disponibiliza aos alunos a possibilidade
de obter novas informações e conhecer um novo mundo, ter acesso a varias culturas, conhecer
história de populações antigas e ser novo personagem da escrita da sua própria história na
sociedade.

Além dessas vantagens já citadas o ensino da informática também transforma o aluno como
indivíduo, pois os alunos tornam se mais pensantes, críticos, criativos, dinâmicos, autónomos, e
possuem habilidades de interagir e conhecer pessoas de forma constante e continuada, bem como
outras enumeras habilidades que os alunos podem obter com a inclusão da informática nas
escolas. Pensando em todas essas transformações que passam a fazer parte do perfil do aluno, as
escolas devem se adaptar para uma actualização constante a cerca da utilização das novas
tecnologias, ser flexíveis com o ensino das disciplinas curriculares, desenvolver e incentivar
formação continuada para seus professores, tudo isso pode ser definido, como um novo momento

.
A inserção da informática educativa nas escolas também possibilitou aos professores
desenvolverem actividades, dinâmicas, exercícios, jogos entre outros softwares e aplicativos, no
auxílio do aluno com dificuldade de aprendizagem, pois pode ser estudado o caso de cada
criança e desenvolvido actividades especificas para o desenvolvimento desses alunos, que por
isso podem se sentir inseridos no ensino e aprendizagem, bem como possuem novas habilidades
para conseguir obter conhecimento. Não existem limites para incluir o ensino da informática nas

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escolas, mas sim que as mesmas possibilitem uma grande variedade de alternativas para
desenvolver as aulas com o uso dessas tecnologias em sala de aula.

Uma vantagem muito importante em se tratando da inserção do ensino da informática nas escolas
é a construção do conhecimento, construção do novo saber, geralmente quando falamos sobre
esse desenvolvimento ele pode ser identificado como adquirir novos conceitos científicos,
construção de novas habilidades, construção de questões sócio cognitivas, competências em
receber, armazenar e transmitir informações, habilidades de comunicação, seja ela realizada de
forma pessoal ou virtual. Os atores desse processo são os professores, alunos e toda escola que
possuem em seus registros profissionais que são capazes de reconstruir e desenvolver novas
histórias de ensinar e aprender novos conceitos. Os alunos estão habituados a essas realidades e
precisam cada vez mais de informações concisas, convincentes e próximos da realidade. O
ensino da informática não disponibiliza todas essas vantagens como um processo único, ou
demostra um caminho certeiro, mas sim disponibiliza variáveis, disponibiliza formas e
intermédios para o acesso entre a informação e conhecimento, tanto para os professores, quantos
para os alunos.

Informática Educativa
refere-se ao uso do computador e suas ferramentas no âmbito escolar, enquanto recurso
pedagógico a ser utilizado pelo profissional docente. Embora o termo informática não seja o
mais actual (comum na década de 80), o termo informática educativa continua sendo utilizado
pelos profissionais da educação. No âmbito escolar, também podemos considerar o computador
como um dispositivo de tecnologia assistiva e portanto como um facilitador de inclusão escolar e
social.

O objectivo da informática educativa é utilizar o computador - para acesso à internet e softwares


educativo - enquanto recurso pedagógico para as aulas de diferentes disciplinas, incentivando a
descoberta de informações e a construção do conhecimento tanto do aluno quanto do professor.
Desta forma, cabe ao docente reflectir sobre as possibilidades, para que as ferramentas
computacionais contribuam efectivamente para a construção do conhecimento por seus alunos,
as perguntas "por que?", "quando?" e "como?" usar o computador são fundamentais para auxiliar
numa efectiva construção do conhecimento.

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A depender do espaço físico e da grade curricular nas escolas, os alunos podem ter aulas da
disciplina de Informática, ou caso não tenham esta previsão curricular (realidade da maioria das
escolas públicas) podem ser realizadas visitas mediadas ao Laboratório de 'Informática' durante
as aulas de outras disciplinas ou ainda no contra turno ao que o aluno é matriculado. Geralmente,
os Laboratórios de Informática nas escolas possuem um profissional docente responsável, mas
dependendo do local pode-se contar com profissionais formados na área de TI.

Embora muitas escolas possuam essas tecnologias disponíveis, elas muitas vezes, não são
utilizadas no potencial que deveriam, ficando muitas vezes os Laboratórios/Salas de Informática
trancadas por falta de profissionais habilitados para actuarem na gerência, supervisão, orientação
e manutenção das máquinas, assim como por falta de capacitação de alguns docentes para o
conhecimento dos potenciais que este recurso pode agregar nas actividades em sala de aula.

Para com os Professores


É importante que as aulas sejam planejadas antes de serem aplicadas em ambiente computacional
e que os objectivos a serem atingidos sejam expostos aos alunos. A elaboração das actividades
deve considerar como atingir os resultados almejados, quão significativa será a aprendizagem
proporcionada pela situação a ser criada e se os recursos a serem utilizados são os mais
adequados. A formação inicial e continuada abrangendo aspectos de Informática Educativa pode
colaborar muito nesse sentido.

Porém, mais importante do que as técnicas e o planeamento, é a postura do educador que mais
influenciará o resultado do processo de ensino e aprendizagem. Sobre isso, vale a pena citar o
professor José Manuel Moran, da ECA-USP:

"Faremos com as tecnologias mais avançadas o mesmo que fazemos connosco, com os outros,
com a vida. Se somos pessoas abertas, as utilizaremos para comunicarmos mais, para interagir
melhor. Se somos pessoas fechadas, desconfiadas, utilizaremos as tecnologias de forma
defensiva, superficial. Se somos pessoas abertas, sensíveis, humanas, que valorizam mais a
busca que o resultado pronto, o estímulo que a repreensão, o apoio que a crítica, capazes de
estabelecer formas democráticas de pesquisa e comunicação. Então somos verdadeiros
Educadores."

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O fato de ter uma sala com computadores não significa necessariamente ter informatização do
ensino, como não basta papel e caneta para se escrever um bom texto. Primeiramente é preciso
que exista um planeamento, o qual indicará os passos a serem seguidos. A informatização do
ensino, não pode ser vista como solução para todos os problemas e nem fazer alusão de que todas
as dificuldades relacionadas ao ensino-aprendizagem estarão sanadas, mas não podemos medir
esforços para utilizar tudo o que possa contribuir para sua melhoria.

Para que o objectivo central não se perca, é necessário que o educador seja um mediador e
oriente o educando, contribuindo para o desenvolvimento de valores pessoais e sociais que
auxiliem para a construção de uma consciência critica, tendo por finalidade a formação de
cidadãos capazes de avaliar suas atitudes e escolhas, como também o mundo em que vivem.

Tecnologia na Sala de Aula


A TICs têm alcançado olhares abrangentes em todas às áreas de actuação, pelo fato de
desfrutarmos de agilidade nas informações e uma gama de conhecimento existente acessível
através de meios como computadores, celulares e tablets.

Um dos pontos a serem abordados está estritamente relacionado à educação, a forma como as
escolas têm lidado com as novas tecnologias adaptando-as em seus métodos ensino-
aprendizagem, espaço, tempo e os agentes transmissores do conhecimento. É essencial
reconhecer a necessidade de utilizar a tecnologia a beneficio dos estudantes possibilitando que os
conteúdos planejados permitam o despertar da autonomia do aluno, domínio de ferramentas
digitais, olhar crítico diante das informações divulgadas e criação de conteúdos.

O professor em questão busca novos meios de se preparar e caminhar junto a esse avanço, pois
ele não assume mais o papel de transmissor de conhecimento, tornando-se neste momento o
mediador entre e alunos e o conhecimento que a rede de internet proporciona. Deste modo é
importante que a escola reconheça a formação de seus professores como algo primordial para o
bom desenvolvimento dos estudantes garantindo que os métodos implantados sejam viáveis e
produzam bons frutos na transformação do modo de pensar e agir dos mesmos podendo abranger
a sociedade num todo através dos projectos desenvolvidos em sala de aula que permitem ser
compartilhados na rede.

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Conclusão

Chegado ao fim da pesquisa concluímos de forma breve e resumida que Informática


basicamente, representa a ciência responsável pelo tratamento e automação da informação que é
criada e compartilhada em todas as partes do globo terrestre e TIC´s representa um conjunto de
recursos - compostos por equipamentos de Informática e serviços - que promovem a criação e
disseminação da comunicação em nosso dia a dia.

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Bibliografia

[Link]

[Link]
%C3%A7%C3%A3o

[Link]

[Link]

[Link]
vantagens/53799#

[Link]

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Índice
Introdução............................................................................................................
Introdução
Neste presente trabalho o Grupo ira abordar sobre a diferença entre Tic´s e Informatica dando
primeiramente os con
Tic´s
(Tecnologias da informação e comunicação) é uma expressão que se refere ao papel da
comunicação (seja por fios, cabos,
As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes
virtuais de aprendizagem, os alunos t
acesso a informações e a realização de múltiplas tarefas em todas as dimensões da vida humana,
além de capacitar os professor
comunicação flui sem barreira. Segundo Lévy (1999), novas maneiras de pensar e de conviver
estão sendo elaboradas no mundo da
Desenvolver competências e habilidades na busca, tratamento e armazenamento da informação
transforma-se num diferencial compe
digital) e também "consumir" (compras on-line). Pesquisadores apontam que os mais jovens
representam a faixa etária onde o cr
Braak, Tondeur e Valcke (2004) identificaram dois tipos de estratégias ou padrões de uso das
TIC nas escolas: o simples apoio
Em 4 de agosto de 2009,a UNESCO no Brasil e seus parceiros lançaram no país o projecto
internacional ”Padrões de Competência

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