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Cuidados Pós-Cirúrgicos e Cicatrização

O documento discute as consequências e intercorrências pós-cirúrgicas e o papel do esteticista/massagista nos cuidados. Ele descreve as fases do processo de cicatrização, possíveis sequelas como edema e irregularidades cutâneas, e complicações como fibrose e aderências. Também discute tratamentos como massagem, drenagem linfática e ultrassom para prevenir fibrose no pós-operatório.

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Cuidados Pós-Cirúrgicos e Cicatrização

O documento discute as consequências e intercorrências pós-cirúrgicas e o papel do esteticista/massagista nos cuidados. Ele descreve as fases do processo de cicatrização, possíveis sequelas como edema e irregularidades cutâneas, e complicações como fibrose e aderências. Também discute tratamentos como massagem, drenagem linfática e ultrassom para prevenir fibrose no pós-operatório.

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Processo de Cicatrização –

cuidados específicos (25h)

11ºTMEB (2020/22)
1. Distúrbios na cicatrização
(preparação/orientação para a apresentação das pesquisas
realizadas)
2. A intervenção da esteticista/ massagista nos cuidados pós-
cirúrgicos
A INTERVENÇÃO DO ESTETICISTA/ MASSAGISTA NOS
CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

De acordo com Boscoli (2010), após o procedimento cirúrgico, os macrófagos dão o alarme de
que o organismo foi lesado e estas mesas células movem-se no sentido do local da lesão, onde
atuam como potentes estimuladores da síntese de colágeno, que vem a preencher o local onde
estavam as células que foram lesionadas.
Neste processo de agressão tecidual, que ocorre em qualquer procedimento cirúrgico, podem estar
associados diversos tipos de alterações, tais como: edema, equimoses, hematomas, necrose
tecidual, hipoestesia, irregularidade da superfície cutânea, formação de tecido cicatricial,
cicatrizes e fibroses. Silva (2001) comenta que no pós-operatório de cirurgias estéticas, a utilização
dos recursos terapêuticos tem sido amplamente indicada, devido aos eventos clínicos comuns
anteriormente mencionados.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

Borges (2006) descreve a reparação tecidual em três fases: inflamatória, proliferativa e reparativa.
Assim, a fase inflamatória representa a resposta inicial de defesa do local agredido, e embora o padrão não seja uniforme, a intensidade
e a duração da reação são determinadas tanto pela gravidade da lesão quanto pela capacidade racional do organismo.

O processo inflamatório induz a agregação das plaquetas, que culmina na coagulação do


sangue e, por fim, na formação de um molde de fibrina que preenche a ferida.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

O processo inflamatório está profundamente relacionado com processo reparativo ou de manutenção.


A inflamação serve para destruir, diluir ou imobilizar o agente agressor, e com o tempo proporcionar uma série de acontecimentos que,
tanto quanto possível, curam e reconstituem o tecido que se encontra lesado.
A inflamação começa no exato momento em que acontece a lesão.

A hemorragia conduz plaquetas, hemácias e fibrina, determinando a aderência entre as bordas da ferida, sem valor mecânico.
Quando ocorre a lesão, a permeabilidade vascular apresenta alterações, como perda da integridade das células endoteliais, perda de
fluidos e componentes plasmáticos do compartimento intravascular, migração de leucócitos e eritrócitos dos vasos para o tecido
extravascular.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

Nomeadamente na fase proliferativa ocorre formação de tecido de granulação e a reconstituição da


matriz extracelular. De uma forma geral, o processo de cicatrização tem início em torno das
primeiras 24 horas após a agressão. A formação do tecido de granulação envolve a acumulação de
macrófagos, a proliferação de fibroblastos, a deposição de matriz extracelular e a ainda a angiogénese.

Os fibroblastos, quando estimulados pelas substâncias libertadas por plaquetas e macrófagos, proliferam, migram,
depositam a matriz extracelular e causam a retração da ferida. A matriz celular serve como substrato para a
migração de macrófagos, células angiogênicas e outros fibroblastos.
Os processos de diferenciação celular, degradação do tecido dérmico, síntese e remodelação são guiados por
citoquinas, interações célula-célula e célula-matriz.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

O conserto tecidual deixa de ser um processo fisiológico e,


possivelmente, torna-se patológico mediante determinados riscos.
No ato cirúrgico, as sequelas são inevitáveis, portanto, esperadas como
um processo normal.
Ao contrário das complicações, onde não se espera seu aparecimento.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

As sequelas podem ser caracterizadas pelas irregularidades cutâneas,


equimoses, hipoestesia e edema.
Estas serão tratadas tanto por esteticistas quanto por fisioterapeutas.

As complicações incluem a perda sanguínea, hematomas, seroma e presença de um processo infecioso, limitando a ação ao
cirurgião para a indicação e realização dos tratamentos respetivos.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS

As complicações ainda abrangem abscessos e deiscência de pontos


cirúrgicos.

A atuação do técnico em estética pode ser mais ampla, abrangendo intercorrências como fibroses, aderências, hematomas e
cicatrizes, sempre revelando a permissão do cirurgião para realização dos procedimentos indicados no pós-operatório.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 1. FIBROSE

Macedo e Oliveira (2011) descrevem a fibrose como ondulações que aparecem na região que foi lesionada, podendo ocorrer em
maior ou menor grau.
Esta disfunção traduz-se na produção de colágeno de forma desordenada e desorganizada, o que leva à produção das ondulações, que
podem causar repuxamento e também dor ao doente.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 1. FIBROSE

A formação da fibrose está relacionada a um processo cicatricial que ocorre a partir


de um evento cirúrgico, que se inicia através de um complexo de respostas
defensivas, que existe para manter a homeostasia do organismo.
De acordo com Altomare e Machado (2006), o processo de restauração inicia-se logo
após o sangramento causado pela rutura dos vasos sanguíneos, onde as plaquetas
formam um coágulo inicial, que atrai células inflamatórias e outras substâncias
responsáveis pelo processo de restauro tecidual.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 1. FIBROSE

De forma a prevenir, é fundamental atuar terapeuticamente, logo no início da síntese


de colágeno, que evidenciado por Altomare e Machado (2006), quando referenciam
Schwartz (1987), eleva-se rapidamente entre o sexto e o décimo sétimo dia, e não
ocorre mais após o quadragésimo segundo dia.
Após esse período, o que se observa é o remodelamento/ reconstrução do
colágeno depositado

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 1. FIBROSE

Cataldo (2006) realça, que a utilização de massagens com


manobras de fricção no local, drenagem linfática manual e o
uso do ultrassom para ajudar condensar estas formações
demonstram bons resultados.

Sanches (2002) ainda complementa, após a existência de análises


empíricas, que as fibroses podem ser reduzidas e até
eliminadas com o uso da vacuoterapia.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 2. ADRÊNCIAS

A aderência constitui a adesão anormal das fibras de colágeno às estruturas


vizinhas durante a imobilização, após trauma ou cirurgia, restringindo, assim, a
elasticidade normal das mesmas
Estas aderências impedem o fluxo normal de sangue e linfa, aumentando ainda mais o
quadro edematoso e retardando em muito a recuperação.

O técnico em Estética atuará de forma preventiva, procurando evitar o aparecimento


de aderências.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 2. ADRÊNCIAS

Cataldo (2006) recomenda o uso do aparelho de alta frequência, bandas frias e


drenagem linfática manual para um bom resultado no tratamento.

A utilização da endermoterapia também se torna promissora, de modo a favorecer a


circulação sanguínea.

Além destes tratamentos, mencionados anteriormente, o ultrassom pode auxiliar em


muito, na eliminação de aderências e fibroses instaladas, uma vez que, que fazem
aumentar a elasticidade do tecido conjuntivo e diminuir a extensão da lesão mais
rapidamente

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 3. EQUIMOSES E HEMATOMAS

Nas equimoses a pele apresenta uma coloração arroxeada,


devido ao rompimento dos capilares sanguíneos,
desaparecendo conforme ocorre a reabsorção do líquido
extravasado.
Já no hematoma ocorre uma acumulação de sangue num
órgão ou tecido, geralmente bem localizado, e que pode
acontecer por diversas causas (YAMAGUCHI; SANCHES, 2003)

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 3. EQUIMOSES E HEMATOMAS

As técnicas de drenagem linfática, a utilização de cosmetologia, nomeadamente o ácido mucopolissacárido polissulfúrico ou


vitamina K-1; e no pós-operatório imediato o uso de compressas frias e após 72 horas a aplicação de compressas quentes, constituem
tratamentos práticos que geram ótimos resultados.

O uso do ultrassom facilita a reabsorção de hematomas por seu efeito vasodilatador e de aquecimento dos tecidos (GUIRRO;
GUIRRO, 2004)

Carolina Rei Fidalgo


A INTERVENÇÃO DO ESTETICISTA/ MASSAGISTA NOS
CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 4. EDEMAS

O edema define-se como a acumulação excessivo de fluidos nos tecidos, que é altamente benéfico, pois é uma resposta do
organismo sinalizando que há indícios sobre a reparação tecidual

É da responsabilidade do profissional da área estética utilizar recursos para minimizar o excesso de linfa, resultante de
determinadas cirurgias plásticas, uma vez que a resposta inflamatória aumentará de acordo com a intensidade da lesão.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 4. EDEMAS

Altomare e Machado (2006), nos seus estudos referentes à literatura de Schwartz (1987), sobressaem que as manobras de drenagem
linfática, uso da crioterapia e termoterapia configuram-se como essenciais para atenuar o edema.

Destacando que a redução definitiva do mesmo ocorre apenas quando houver diminuição
dos níveis hormonais de adenocorticotrófico (ACTH) e da secreção de cortisol, que é
libertada durante o processo de inflamação/reparo e no término da formação do tecido
cicatricial por volta do vigésimo ao quadragésimo segundo dia.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 4.1 SEROMA

O seroma pode ser originário de um hematoma não detectado no pós-operatório imediato.


Se o seroma for de pequeno volume, ele será reabsorvido e não precisa de uma nova cirurgia.
Por outro lado, quando se fala de um seroma de grande volume, deve-se comprovar o diagnóstico por meio de métodos
radiológicos de imagem, podendo até viabilizar a aspiração guiada do seroma.
Na reincidência, em casos de implantes, este deve ser retirado e deve-se optar pela drenagem no seroma.
Para recolocar o implante é necessário um tempo mínimo, de quatro a seis meses, no mínimo (MÉLEGA, 2003)

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 4.2. NECROSE TECIDUAL

De acordo com Robbins, Cotran e Kumar (1996), a necrose é um padrão morfológico de morte celular.
Os tecidos encontram-se sem oxigenação, sendo necessária a realização de desbridamento – procedimento restrito à ação
médica – de modo a estimular a cicatrização das bordas até ao centro da lesão.
Já a atuação estética restringe-se à higienização local diante da análise da indicação médica, além da utilização de recursos como
microcorrentes e drenagem linfática manual (TARIKI, 2008).

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 4.3. HIPOESTESIA

Define-se como uma diminuição da sensibilidade tátil referida pelos doentes.


Trata-se de um processo comum, dado ao grande trauma sofrido no tecido, à presença de edema e às alterações químicas que
ocorrem durante o processo de inflamação/cicatrização do tecido lesionado.
Sanches (2002) relata que esse retorno inicia-se após a primeira semana, podendo demorar até seis meses para se restabelecer por
completo. Ressalta ainda que, reduzindo o edema, o esteticista contribui para a regressão anestésica da região operada. A utilização de
eletroterapia deve ser evitada, de modo a prevenir possíveis queimaduras.
Assim, a recuperação é uma condição progressiva e natural de cada pessoa.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 5. CICATRIZES

Guirro e Guirro (2004) afirmam que a cicatriz consiste na substituição do tecido lesado por conjuntivo neoformado, indicado
como cicatricial.
Destaca-se que se trata de um processo fisiológico natural de reparo, em que quanto mais superficial a lesão, mais rápido ele
acontece.
De acordo com Kede e Sabatovich (2003), as cicatrizes podem ser atróficas, hipertróficas e queloides. Nas primeiras, há depressão
e discromia, já as duas últimas constituem casos patológicos, nos quais os profissionais de estética também atuam.
Segundo Guirro e Guirro (2004), as mesmas constituem-se como um problema estético significativo, caracterizando-se, em geral, por
uma síntese de colágeno preponderante.

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 5. CICATRIZES

A cicatriz hipertrófica é uma área lisa, espessa, que se restringe ao local da


lesão.
Esta reduz-se após um ano ou mais, de forma espontânea, afirmam Guirro e
Guirro (2004).
A mesma desenvolve-se normalmente a partir de um trauma profundo, e
clinicamente caracteriza-se por uma lesão acima do nível da pele,
vermelha, com prurido e retraída (COSTA, 1999).

Carolina Rei Fidalgo


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CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 5. CICATRIZES

Um queloide, porém, pode-se estender muito além do sítio da


lesão, são duros, salientes, de cor rosa, castanha ou branca;
geralmente apresentam dor e/ ou prurido.
O mesmo não regride espontaneamente, havendo, segundo Guirro e
Guirro (2004), relação entre sua formação e a predisposição
genética.

Carolina Rei Fidalgo


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CUIDADOS PÓS-CIRÚRGICOS
CONSEQUÊNCIAS E INTERCORRÊNCIAS PÓS-CIRÚRGICAS >>> 5. CICATRIZES

A drenagem linfática manual, afirma-se como um recurso em potencial, pois suprime aderências e aumenta a elasticidade do
tecido conjuntivo.
O uso do aparelho de alta frequência também garante um resultado promissor, ressaltando que os tratamentos devem ser realizados
em dias alternados.
Já quanto à cicatriz queloide, o tratamento destina-se à remoção cirúrgica e à terapia medicamentosa, como os corticoides, destacam
Guirro e Guirro (2004), além de massagens com ativos específicos (somente após o vigésimo primeiro dia de pós-operatório), e de
eletroterapias como microcorrentes, endermoterapia e ultrassom, ressaltam Yamaguchi e Sanches (2003).
Neste caso, o médico e a esteticista devem sempre trabalhar em conjunto.

Carolina Rei Fidalgo


CICATRIZAÇÃO
APRESENTAÇÃO DO TRABALHO DE PESQUISA – dia 30 de maio 2022 (segunda-feira)
Duração – 10 a 20 minutos
1 elemento de cada grupo

TEMÁTICAS: Distúrbios da cicatrização

1. Hipertrófica
2. Atrófica
3. Queloide e normotrófica

Carolina Rei Fidalgo

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