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13. 14. . Burmeister, 1 . Kaviany, M., Principles of Convective Heat Transfer, Springer-Verlag, New . John, J. Eds., Handbook of Heat Transfer, McGraw-Hill, New York, 1973. . Kays, W. M., M. E. Crawford, and B. Weigand, Convective Heat and Mass Transfer, 4th e McGraw-Hill Higher Education, Boston, 2005. , Convective Heat Transfer, 2nd ed., Wiley, New York, 1993. York, 1994. . Patankar, S. V., Numerical Heat Transfer and Fluid Flow, Hemisphere Publishing, New York, 1980. . Oosthuizen, P. H., and W. E. Carscallen, Compressible Fluid Flow, McGraw- Hill, New York, 1997, A, and T. G. Keith, Gas Dynamics, 3rd ed., Pearson Prentice Hall, Upper Saddle River, NJ, 2006. Colburn, A. P., Trans, Am. Inst. Chem. Eng., 29, 174, 1933. Chilton, T. H., and A. P, Colburn, /nd. Eng. Chem,, 26, 1183, 1934. Problemas Perfis das Camadas-Limite 6.1 A distribuigdo de temperaturas no interior de uma camada-limite térmica laminar associada ao escoamento sobre uma placa plana isotérmica é mostrada no esbogo. A distribuigao de temperaturas mostrada esta localizada emx =x. T. T. Corrente livre ICamada-limite térmica (a) A placa estd sendo aquecida ou resfriada pelo fluido? (b) Esboce cuidadosamente as distribuigdes de temperaturas em x = x, ex = x3. Com base no seu esbogo, em qual das trés posigdes em-x 0 fluxo térmico local é maior? Em qual local o fluxo térmico local é menor? (c) Como aumento da velocidade na corrente livre, as camadas-limite de velocidade e térmica se tornam mais finas. Cuidadosamente esboce as distribuigdes de temperaturas em x = x2 para (i) uma velocidade baixa na corrente livre e (ii) uma velocidade alta na corrente livre. Com base em seu esbogo, qual condigao de velocidade ira induzir 0 maior fluxo térmico convectivo local. 6.2 No escoamento sobre uma superficie, os perfis de velocidades e de temperaturas tém as formas u(y) = Ay + By'— Cy e T(y) = D + Ey + Fy’ — Gy nas quais os coeficientes de Aa G sao constantes. Obtenha expressées para 0 coeficiente de atrito Cre para o coeficiente convectivo A em termos de us, To, dos coeficientes apropriados dos perfis e das propriedades do fluido. 6.3 Emuma aplicagao especifica que envolve 0 escoamento de ar sobre uma superficie aquecida, a distribuigdo de temperaturas na camada-limite pode ser aproximada por sendo y a distancia normal a superficie ¢ o nimero de Prandtl, Pr = c,uulk = 0,7, uma propriedade adimensional do fluido. Com 7, = 400 K, 7; = 300 K ¢ u,/v = 5000 mr, qual é 0 fluxo térmico na superfici 6.4 Agua a uma temperatura de T:, = 25°C escoa sobre uma das superficies de uma parede de ago (AISI 1010), cuja temperatura € de 7, = 40°C. A parede possui uma espessura de 0,35 me sua outra superficie esté a uma temperatura de T,2 = 100°C. Em condigdes de regime estacionario, qual é 0 coeficiente convectivo associado ao escoamento da Agua? Quais so os gradientes de temperatura na parede e na Agua que esté em contato coma parede? Esboce a distribuigdo de temperaturas na parede e na Agua a ela adjacente. Coeficientes de Transferéncia de Calor 6.5 Para o escoamento laminar sobre uma placa plana, sabe-se que 0 coeficiente de transferéncia de calor local A, varia com x“, sendo x a distancia da aresta frontal da placa (x = 0). Qual é a razao entre o coeficiente médio entre a aresta frontal ¢ alguma posigdo x na placa e o coeficiente local emx? 6.6 Uma placa plana tem dimensées 1 m x 0,75 m. Para o escoamento laminar paralelo sobre a placa, calcule a razo entre os coeficientes de transferéncia de calor médios sobre toda a placa, ji.1 / ji.2. pata os dois casos. No Caso 1, 6.7 6.8 6.9 6.10 © escoamento esté na diregao da menor dimens&o (L = 0,75 m); no Caso 2, 0 escoamento esté na diregao da maior dimensao (,= 1 m). Qual orientagao resultard em uma maior taxa de transferéncia de calor? Veja o Problema 6.5. O escoamento paralelo de ar atmosférico sobre a superficie de uma placa plana de comprimento L = 3 mé perturbado por uma série de bastdes estaciondrios posicionados na trajetéria do escoamento sobre a placa. = 0 7 ONO Sto, Meteo}: = L Le Medidas em laboratério do coeficiente convectivo local na superficie da placa foram efetuadas para um valor especificado de V e de T, >T.. Os resultados sao correlacionados por uma expresso na forma h, = 0,7 + 13,6x — 3,42, com hy possuindo unidades de W/(m? - K) ex expresso em metros. Calcule 0 coeficiente convectivo médio sobre toda a placa ji ¢ a razio j. / hy, na aresta traseira (x = L). Na convecgao natural em regime laminar em uma superficie vertical aquecida, 0 coeficiente convectivo local pode ser representado por hy = Cx", sendo ho cocficiente a uma distincia x da aresta frontal da superficie © a grandeza C, que depende das propriedades do fluido, é independente de x. Obtenha uma expressdo para a razo hy/ hy, sendo ho coeficiente médio entre a aresta frontal (x = 0) ¢ a posigiio x. Esboce a variagao de h. ¢ de jx comx. Umjato circular de gases quentes a T,, encontra-se direcionado normalmente a uma placa circular, que tem raio roe é mantida a uma temperatura uniforme T,. O escoamento do gis sobre a placa é axissimétrico, causando uma dependéncia radial do coeficiente convectivo local na forma h(r) = a+ br"; sendo a, be n constantes. Determine a taxa de transferéncia de calor para a placa, escrevendo o seu resultado em termos de 7», T., ro, a, ben. Foram efetuados experimentos para determinar coeficientes de transferéneia de calor locais para 0 escoamento perpendicular a uma longa barra isotérmica de segdo transversal retangular. A barra tem largura c, paralela ao escoamento, ¢ altura d, normal ao escoamento. Para ntimeros de Reynolds na faixa de 104 < Reg<5 x 104, os nameros de Nusselt médios nas superficies so bem correlacionados por uma expresso na forma Nu, = hid/k = C Rett Pr!® Os valores de C e m para a face frontal, faces laterais e face posterior da barra retangular foram determinados e s4o mostrados a seguir: Face od c m Frontal 033 Sed 51.33 gr 12 Lateral 033 0153 28 Lateral 133 0.107 25 Posterior 033 074 28 Posterior 133 0153 2 Determine 0 valor do coeficiente de transferéncia de calor médio para a superficie exposta total (isto ¢, média no total das quatro faces) em uma barra retangular com c = 40 mm e d= 30 mm, A barra esta exposta ao escoamento cruzado de ar comV = 10 ms eT, = 300 K. Fornega uma explicagao plausivel para os valores relativos dos coeficientes de transferéncia de calor médios nas faces frontal, laterais ¢ posterior. 6.11 Umcoletor solar concentrador é constituido por um refletor parabélico e um tubo coletor de diametro D, através do qual escoa um fluido de trabalho que & aquecido pela irradiagao solar concentrada. Ao longo do dia, o refletor é reposicionado lentamente para seguir 0 sol. Para condigées de vento caracterizadas por um escoamento horizontal normal ao eixo do tubo, 0 coeficiente de transferéncia de calor local na superficie do tubo varia, como mostrado no esquema, para varias posigées do refletor. D a 0 > Tubo coletor v1, = \ cRetletor parabético caso 1 — 1 C_Tubo coletor => wn oe — Retletor parabolice — => caso? — — a €_Tubo coletor => — vt > efletor paradotic — —> Ceso 8 40 s Kamen = 2b GoT z S Lote 0 1 ° ~ - a (a) Estime o valor do coeficiente de transferéneia de calor médio sobre toda a superficie do tubo coletor para cada um dos trés casos. (b) Supondo que 0 tubo recebe a mesma quantidade de energia solar em cada um dos trés casos, em qual caso o coletor teria a maior eficiéncia? 6.12 Ar com uma temperatura na corrente livre de T;. = 20°C, escoa paralelamente sobre uma placa plana de comprimento Z = 5 me temperatura T, = 90°C. Entretanto, obstaculos colocados no escoamento intensificam a mistura com 0 aumento da distancia x da aresta frontal e a variagdo espacial das temperaturas medidas no interior da camada-limite é correlacionada por uma expressio da forma 7(°C) = 20 + 70 exp(-600xy), comx e y em metros. Determine e represente graficamente a maneira pela qual o coeficiente convectivo local A varia com x. Calcule 0 coeficiente convectivo médio 7 para a placa. 6.13 A taxa de transferéncia de calor, por unidade de largura (normal a pagina), em uma segdo longitudinal, x) — x), pode ser representada por g'y = jis (t2— xi)(T; — Tec), sendo 712 0 coeficiente médio na segao de comprimento (x2—x1). Considere escoamento laminar sobre uma placa plana com uma temperatura uniforme T;. A variagao espacial do coeficiente convectivo local tema forma h, = Cx", sendo C uma constante. (a) Partindo da equagio da taxa convectiva na forma dq! = hy d(T, - T), deduza uma expresso para jz em termos de C, x1 ¢ x2. (b) Deduza uma expr médios 71 io para 712 em termos de x1, x2 € dos coeficientes 1 € j72, correspondentes aos comprimentos x; € x2, respectivamente. 6.14 Experiments para determinar o coeficiente de transferéncia de calor por convecgdo local em um escoamento uniforme e normal a um disco circular aquecido forneceram uma distribuigao radial para os nimeros de Nusselt na forma h()D af Nutp = a Nu, [: + 4s) | sendon ea positivos. O niimero de Nusselt no ponto de estagnacio é correlacionado em termos dos ntimeros de Reynolds (Ren =VDIv) ¢ de Prandtl 0,814 Re}? Pr? 6.15) 6.16 IW Obtenha uma expresso para o ntimero de Nusselt médio, Ny, =7D /k; correspondente a transferéncia de calor em um disco isotérmico. Tipicamente, 0 desenvolvimento de uma camada-limite a partir de um ponto de estagnacao fornece um coeficiente convectivo decrescente com o aumento da distancia a partir do ponto de estagnagdo. Fornega uma explicagao plausivel para o fato de se ter observado uma tendéncia oposta para o disco. Um procedimento experimental para validar os resultados do Problema 6.14 envolve o preaquecimento de um disco de cobre até uma temperatura inicial elevada T;e o registro do hist6rico da temperatura 7(f) na medida em que, em seguida, ele ¢ resftiado por um escoamento colidente até uma temperatura final T;; A diminuig&o medida da temperatura pode, entdo, ser comparado as previsdes baseadas na correlagéio para Nz,. Considere para essa correlagao os valores a = 0,30 en =2. Sejam condigdes experimentais nas quais um disco, com diametro D = 50 mm e comprimento L = 25 mm, é preaquecido até 7; = 1000 K, sendo depois resfriado até T/= 400 K por um escoamento colidente de ar a 7. = 300 K. A superficie resfriada do disco tem uma emissividade ¢ = 0,8 e esta exposta a uma grande vizinhanga isotérmica, com Tyic = Ts. As demais superficies do disco estéo isoladas e a transferéncia de calor através do bastéo de sustentagdo pode ser desprezada. Usando resultados obtidos no Problema 6.14, calcule e represente graficamente os histéricos de temperatura que correspondem as velocidades do ar de V = 4, 20 e 50 m/s. Considere propriedades constantes para o cobre (p = 8933 kg/m®, c, = 425 J/(kg- K), k 386 W/(m- K)) e para o ar (v = 38,8 * 10 m/s, k= 0,0407 W/(m- K), Pr 0,684). Seescoamento laminar for induzido na superficie de um disco em fungao de sua rotagdo no entorno de seu eixo, sabe-se que 0 coeficiente convectivo local é uma constante, h = C, independente do raio. Considere condigdes nas quais um disco de raio r. = 100 mm esta girando no ar estagnado a 7, = 20°C eum valor de C= 20 W/(m? - K) é mantido. ryt ris a! Tubo suporte \ Conexées do aauecedor elétrico Se um aquecedor elétrico embutido no disco mantém uma temperatura superficial de T, = 50°C, qual € 0 fluxo térmico local na superficie superior do disco? Qual ¢ a poténcia elétrica total requerida? O que vocé pode dizer sobre a natureza do desenvolvimento da camada-limite sobre 0 disco? 6.17 Seja o disco em rotagdo do Problema 6.16. Uma placa estaciondria, em forma de disco, ¢ posicionada um pouco acima do disco em rotagao, formando um espago de espessura g. A placa estaciondria ¢ o ar ambiente estiio a T. = 20°C. Se 0 escoamento for laminar ¢ a azo entre a espessura do espago entre discos e 0 raio dos discos, G= g/r., for pequena, a distribuigdo de numeros de Nusselt locais tema forma i G) 5 73 vee BO = com Re, = Qr/v [Pelle, J. e S. Harmand,Exp. Thermal Fluid Science, 31, 165, 2007]. Determine o valor do numero de Nusselt médio, Nz, =7D /k, sendo D = 2r.. Sendo a temperatura do disco em rotagao igual a T, = 50°C, qual é 0 fluxo térmico total saindo da superficie superior do disco para g= 1 mm, Q = 150 rad/s? Qual a poténcia elétrica total requerida? O que vocé pode falar sobre a natureza do escoamento entre os discos? Transigéo da Camada-Limite 6.18 Considere 0 escoamento de ar sobre uma placa plana com comprimento L = 1 m, sob condig6es nas quais a transig&o ocorre em x. = 0,5 m baseada em um numero de Reynolds critico de Rexe=5 10°. (a) Calculando as propriedades termofisicas do ar a 350 K, determine a velocidade do ar. (b) Nas regides laminar e turbulenta, os cocficientes convectivos locais sao, respectivamente, Miarn(X) = Chak © Myye28) = Curie 0.2 nas quais, em T= 350 K, Cum = 8,845 W/(m*? - K), Cun = 49,75 W/(m!* K) ex possui unidade dem. Desenvolva uma expressdo para o coeficiente convective médio, Aum (x), como uma fung&o da distancia da aresta frontal, x, para a regido laminar, 0 = 0,3 m operando a T,2 = 400°C em um escoamento de ar a T, = 35°C e V2=50 m/s? A drea superficial da pa pode ser considerada diretamente proporcional ao seu comprimento caracteristico. 6.29 Medidas experimentais do coeficiente de transferéncia de calor por convecgao em uma barra de se¢do quadrada em um escoamento cruzado fornecem os seguintes valores: hy, = 50 Wi(m'+ K) Tig = 40 Wi(m? + K) — A , o— — Suponha que a forma funcional do nimero de Nusselt seja Ny = C Re® Pr’, sendo men constantes. (a) Qual sera 0 coeficiente de transferéncia de calor por convecgao para uma barra similar com Z = 1 m, quando V= 15 m/s? (b) Qual seré 0 coeficiente de transferéncia de calor por conveceao para uma barra similar com L = 1 m, quando V= 30 m/s? (c) Seus resultados seriam os mesmos se o lado da barra, em vez de sua diagonal, fosse usado como o comprimento caracteristico? 6.30 Para avaliar a eficdcia de diferentes liquidos no resfriamento por convecgio forgada de um objeto de um dado tamanho ¢ forma, é conveniente definir um indice de mérito, Fr, que combina a influéncia de todas as propriedades pertinentes do fluido no coeficiente convectivo. Sendo o nimero de Nusselt descrito por uma expresso com a forma Nz, ~ Re”, Pr’, obtenha a relagio correspondente entre Fe as propriedades dos fluidos. Para valores representativos dos parametros da expresso, m= 0,8 ¢ n= 0,33, calcule valores de F para o ar (k= 0,026 Wim: K), v= 1,6 x 10° m/s, Pr = 0,71), Agua (k= 0,600 W/(m - K), v= 10-6 ne/s, Pr = 5,0) e um liquido dielétrico (k = 0,064 W/(m « K), v = 10-6 ne/s, Pr = 25). Qual fluido é 0 agente de resfriamento mais efetivo? 6.31 Gases sao frequentemente usados no lugar de liquidos para resfriar eletrénicos em aplicagdes na aviagdo em fungdes de consideragées de peso. Os sistemas de resfriamento sao frequentemente fechados de modo que refrigerantes diferentes do ar podem ser usados. Gases com altos indices de mérito (veja o Problema 6.30) sao desejaveis. Para valores representativos, m= 0,85 ¢ n= 0,33, na expresso do Problema 6.30, determine os indices de mérito para o ar, para o hélio puro, para o xenénio puro (k= 0,006 Wi(m K), #=24,14 x 10° N - s/mé) e uma mistura ideal de He-Xe contendo uma fragdo molar de hélio de 0,75 (k= 0,0713 W/(m- K), ¢ = 25,95 x 10-°N s/mé), Determine as propriedades a 300 K e a pressdo atmosférica. Para gases monoatémicos, tais como o hélio, o xenénio e as suas misturas, o calor especifico a pressao constante ¢ bem descrito pela relagio cy = (5/2)R/,. 6.32. Resultados experimentais para a transferéneia de calor sobre uma placa plana com superficie extremamente rugosa puderam ser correlacionados por uma expresso coma forma Niu, = 0.04 Re? Pr! sendo Nu, 0 valor local do nimero de Nusselt na posigao.x, medida a partir da aresta frontal da placa. Obtenha uma expressiio para a razio entre os coeficientes de transferéncia de calor médio 7x ¢ local hy. 6.33 Considere condigdes nas quais um fluido com uma velocidade na corrente livre V= 1 m/s escoa sobre uma superficie com comprimento caracteristico L = I m, fornecendo um coeficiente de transferéneia de calor por convecgao médio 7 = 100 W/(m? « K). Calcule os pardmetros adimensionais Nz,, Res, Pre gjc para os seguintes fluidos: ar, 6leo de motor, merciirio e 4gua. Suponha que os fluidos estejam a 300 K. 6.34 Seja o nanofluido do Exemplo 2.2. (a) Calcule informagées fornecidas no problema exemplo. s niimeros de Prandtl do fluido base e do nanofluido, usando (b) Para uma geometria com uma dimensdo caracteristica fixa L, e com uma velocidade caracteristica também fixa V, determine a razio entre os niimeros de Reynolds associados aos dois fluidos, Ren/Ren. Calcule a 6.35 6.37 razio entre os mimeros de Nusselt médios, Hynr/ Nant» que esta associada a coeficientes de transferéncia de calor médios idénticos para 08 dois fluidos, jar =7in- (c) A dependéncia funcional do niimero de Nusselt médio em relag&o aos niimeros de Reynolds e de Prandtl para um amplo conjunto de varias geometrias pode ser representada de uma forma geral por Nu, = 0,04 Re®? Prl? sendo C e m constantes, cujos valores dependem da geometria a partir ou para a qual a transferéncia de calor por convecgao ocorre. Na maioria das condigées o valor de m é positive. Para m positivo, é possivel que o fluido base fornega taxas de transferéncia de calor convectivas maiores do que 0 nanofluido, para condigées envolvendo uma geometria fixa, as mesmas velocidades caracteristicas e temperaturas ambiente e superficial idénticas? No escoamento sobre uma placa plana com comprimento L, 0 coeficiente de transferéncia de calor local h, é proporcional a x”, sendo x a distancia da aresta frontal da placa. Qual é a razo entre o mimero de Nusselt médio em toda a placa (7Wz,) € 0 niimero de Nusselt local emx=L (Nu,)? No escoamento de ar, a 20°C ¢ a uma pressdo de | atm, em uma camada- limite laminar sobre uma placa plana, a espessura da camada-limite térmica 6,6 aproximadamente 13% maior do que a espessura da camada-limite de velocidade 5. Determine a razio 4/6, se 0 fluido for etilenoglicol sob as mesmas condigées de escoamento. Esboce a variagdo das espessuras das camadas-limite de velocidade e térmica com a distincia da aresta frontal de uma placa plana, para 0 escoamento laminar de ar, Agua, 6leo de motor e merctirio. Para cada caso, considere uma temperatura média no fluido de 300 K. Seja o escoamento paralelo, sobre uma placa plana, de ar a 300 K e de dleo de motor a 380 K. A velocidade na corrente livre é u. =2 m/s. A diferenga de temperaturas entre a superficie e a corrente livre é a mesma nos dois casos, com T; > To. (a) Determine 0 local no qual a transigao para a turbuléncia ocorre, x., para 08 dois fluidos. (b) Para o escoamento laminar sobre uma placa plana, a espessura da camada-limite de velocidade é dado por HIS 5 /Re, Calcule e represente graficamente a espessura da camada-limite de velocidade 6 na faixa 0 Tpo)- Considere um para-brisa com comprimento L = 800 mm e espessura t = 6 mm, ¢ condigdes de diregao nas quais o carro se desloca a uma velocidade de V=70 mph em umar ambiente a T,e=—15°C. Com base em experimentos de laboratério efetuados em um modelo do carro, sabe-se que 0 coeficiente de convecgdo médio na superficie externa do para-brisa é correlacionado por uma expresso com a forma Wy, = 0,030 Re:®* Pr!8, com Re, =VL/v. As propriedades do ar podem ser aproximadas por k = 0,023 W/(m - K),v 12,5 x 10% m/s e Pr = 0,71. Se Tyo = 10°C eT.) = 50°C, qual & o menor valor de ji requerido para evitar a condensagdo na superficie interna? 6.44 Um detector de microescala monitora um escoamento em regime estacionario (To = 27°C, V=10 ms) de ar emrelagao a possivel presenga de matéria particulada pequena e perigosa, que pode estar suspensa no ambiente. O sensor é aquecido até uma temperatura um pouco superior com objetivo de induzir uma reagao quimica associada a certas substancias de interesse, que podem colidir na superficie ativa do sensor. A superficie ativa produz uma corrente elétrica se tais reagdes ocorrerem na superficie e a corrente elétrica 6, entdo, enviada para um alarme. Para maximizar a area da superficie da cabega do sensor e, desta maneira, a probabilidade de captura e detecgao de uma particula, a cabega do sensor ¢ projetada com uma forma muito complexa. O valor do coeficiente de transferéncia de calor médio associado ao sensor aquecido deve ser conhecido de modo que a poténcia elétrica requerida pelo sensor possa ser determinada. Ar ambiente Sensor aquecido Medelo aquecido~ Seja um sensor com uma dimensao caracteristica de L, = 80 um. Um modelo em escala do sensor encontra-se posicionado em um tinel de vento com recirculagdo (fechado) usando hidrogénio como fluido de trabalho. Se o tanel de vento opera com uma pressdo absoluta de hidrogénio de 0,5 atm e uma velocidade V = 0,5 m/s, ache a temperatura do hidrogénio e a dimensao caracteristica do modelo em escala, Lm, requeridas. Analogia de Reynolds 6.45 Uma placa delgada ¢ plana, de 0,2 m x 0,2 m, esté orientada paralelamente a uma corrente de ar atmosférico, que possui uma velocidade de 40 m/s. O ar std a uma temperatura 7, = 20°C, enquanto a placa é mantida a T, = 120°C. O ar escoa sobre as superficies superior ¢ inferior da placa, e medidas da forca de arrasto revelam um valor de 0,075 N. Qual é a taxa total de transferéneia de calor para o ar nas duas superficies da placa? Ar atmosférico escoa paralelamente (w, = 15 m/s, Tx = 15°C) sobre a superficie plana de um aquecedor que deve ser mantida a uma temperatura de 140°C. A area da superficie do aquecedor é de 0,25 m? e sabe-se que 0 escoamento produz uma forga de arrasto sobre o aquecedor de 0,25 N. Qual é a poténcia elétrica necessaria para manter a temperatura superficial especificada? Determine a forga de arrasto exercida na superficie superior da placa plana do Exemplo 6.4 para temperaturas da 4gua de 300 K ¢ 350 K. Considere que a dimenso da placa na diregio z seja W= 1 m. No escoamento sobre uma placa plana que possui uma superficie muito rugosa, sabe-se que os efeitos da transferéncia de calor por convecgiio sao correlacionados pela expressao apresentada no Problema 6.32. Para um escoamento de ar a 50 m/s, qual é a tenso de cisalhamento na superficie na posigdo x = 1 ma partir da aresta frontal da placa? Considere que o ar esteja a uma temperatura de 300 K. Uma placa plana fina, com 0,2 m x 0,2 mde lado, ¢ superficies superior ¢ inferior rugosas, encontra-se posicionada em um tine! de vento de tal forma que suas superficies esto paralelas a uma corrente de ar atmosférico com uma velocidade de 30 m/s. O ar esté a uma temperatura de T,, = 20°C, enquanto a placa é mantida a T, = 80°C. A placa est rodada em 45° em torno de seu ponto central, como mostrado no esquema. Ar escoa sobre as superficies superior ¢ inferior da placa ¢ medidas da taxa de transferéneia de calor indicam 2000 W. Qual é a forga de arrasto na placa? Vista superior da placa plana fina 6.50 Como um meio para evitar a formagdo de gelo nas asas de um pequeno avido particular, propée-se que sejam instalados elementos aquecedores de resisténcia elétrica no interior das asas. Para determinar necessidades de poténcia representativas, considere condigdes de voo nominais nas quais 0 avido se desloca a 100 m/s no ar que est a uma temperatura de 23°C. Se 0 comprimento caracteristico da asa é de L = 2 me medidas em tinel de vento indicam um coeficiente de atrito médio de Z,= 0,0025 para as condigdes nominais, qual é 0 fluxo térmico médio nece temperatura superficial de T, = 5°C? ério para manter uma Uma placa de circuitos com uma densa distribuigao de circuitos integrados (CD) e dimensdes de 120 mm por 120 mm de lado ¢ resfriada pelo escoamento paralelo de ar atmosférico com uma velocidade de 2 m/s. Ar /~ Circuito integrado (Cl) —— Placa de circuitos u, = 2 mls —> X A partir de teste de ttinel de vento sob as mesmas condigses de escoamento, a tensao cisalhante viscosa média na superficie superior ¢ determinada igual a 0,0625 N/m®. Qual é a dissipagao de poténcia admissivel na superficie superior da placa se a temperatura superficial média dos CIs ndo pode exceder a temperatura do ar ambiente em mais de 25°C? Determine as propriedades termofisicas do ar a 300 K. Coeficientes de Transferéncia de Massa 6.52 Em um dia de verao, a temperatura do ar é de 27°C e sua umidade relativa é de 30%. Agua evapora da superficie de um lago a uma taxa de 0,10 kg/h por metro quadrado de area da sua superficie. A temperatura da agua também é& de 27°C. Determine valor do coeficiente de transferéncia de massa por convecgio. 6.53 E observado que uma panela com 230 mm de didmetro contendo gua a 23°C apresenta uma taxa de perda de massa de 1,5 x 10° ke/s, quando 0 ar ambiente esta seco ¢ a uma temperatura de 23°C. (a) Determine 0 coeficiente de transferéncia de massa por conveccéio nessa situagdo. (b) Estime a taxa de perda de massa por evaporagéio quando o ar ambiente apresentar uma umidade relativa de 50%. (c) Estime a taxa de perda de massa por evaporagdo para as temperaturas da Agua e do ar ambiente iguais a 47°C, admitindo que 0 coeficiente de transferéncia de massa por convecgdio permanega inalterado e que 0 ar ambiente esteja seco. 6.54 A taxa na qual 4gua é perdida devido a evaporagiio em uma superficie de um corpo de Agua pode ser determinada através da medida da taxa de variagdo do seu nivel. Considere um dia de vero no qual as temperaturas da agua e do ar ambiente sfio de 305 K e a umidade relativa do ar ¢ de 40%. Se a taxa de queda de nivel for de 0,1 mnvh, qual ¢ a taxa, por unidade de area superficial, de perda de massa de Agua causada pela evaporacdo? Qual é 0 coeficiente de transferéncia de massa por convecgaio? 6.55. A fotossintese, como ocorre nas folhas de uma planta verde, envolve o transporte de didxido de carbono (CO;) da atmosfera para os cloroplastos ‘ntese pode ser quantificada em termos da taxa de imilagdio do CO; pelos cloroplastos similagao ¢ fortemente influenciada pela transferéncia de CO) atrav. a-limite que se desenvolve sobre a superficie da folha. Sob condigdes nas concentragao do CO> no ar é de 6 x 10™ kg/m’ e na s folha ¢ de 5 x 10~' kg/m’, e 0 coeficiente de transferéncia de m convecgao é igual a 10 nvs, qual é a taxa de fotossintese em termos de quilogramas de CO; assimilados por unidade de tempo e de rea da superficie da folha? 6.56 A espécie A est evaporando de uma superficie plana para o interior da espécie B. Admita que o perfil de concentragées de A no interior da camada- limite de concentragdo possua a forma Ca(y) = Dy? + Ey + F, com D, Ee F sendo constantes em qualquer posigao x, e y é medido ao longo da normal a superficie. Desenvolva uma expresso para 0 coeficiente de transferéncia de massa por convecgao, /,,, em termos dessas constantes, da concentragdo de A na corrente livre, Cy,., e da difusividade mdssica, Dag. Escreva uma expressao para o fluxo molar da transferéncia de massa por convecgdio da substancia A. Similaridade e Analogia nas Transferéncias de Calor e de Massa 6.57 Considere 0 escoamento cruzado de um gis X sobre um objeto que possui um comprimento caracteristico de L = 0,1 m. Para um numero de Reynolds de 1 x 104, 0 coeficiente de transferéncia de calor médio é de 25 W/(n? - K). O mesmo objeto é, ent&o, impregnado com um liquido Y e submetido as mesmas condig6es de escoamento. Dadas as propriedades termofisicas a seguir, qual ¢ 0 coeficiente de transferéncia de massa por convecgao médio? v(m) k (wim Ki) a(wis) Gisx ax10+ 0030 x08 Liquide ¥ 375 «10-7 0.665 165 «10-7 Vapor'Y 42s 10-5 002 455 «10-5 Mistura do gés X como vapor ¥:S-=0,72 6.58 Considere condigées nas quais um fluido com uma velocidade na corrente livre de V= 1 m/s escoa sobre uma superficie com comprimento caracteristico L = 1 m, na qual hd evaporagao ou sublimagao, fornecendo um coeficiente de transferéncia de massa por convecgio médio de jm = 107 m/s. Calcule os pardmetros adimensionais gp,, Rez, Sc € «jn para as seguintes combinagdes: escoamento de ar sobre gua, escoamento de ar sobre naftaleno e glicerol quente sobre gelo, Admita uma temperatura dos fluidos de 300 K e uma pressdo de 1 atm. 6.59 Um objeto de forma irregular possui um comprimento caracteristico L = 1 me tema sua superficie mantida a uma temperatura uniforme T, = 325 K. Ele encontra-se suspenso em uma corrente de ar a pressao atmosférica (p = 1 atm), que tem uma velocidade V= 100 m/s e uma temperatura T= 275 K. O fluxo térmico médio da superficie para o ar é de 12.000 W/m?. Chamando a situagao anterior de caso I, analise os casos a seguir e determine se as condigées so andlogas as do caso 1. Cada caso envolve um objeto coma mesma forma, que esta suspenso em uma corrente de ar da mesma maneira. Quando houver comportamento andlogo, determine o valor correspondente do coeficiente convectivo médio. ‘a) Os valores de 7;, 7. e p permanecem os mesmos, porém L = 2 me V= Pp Pi 50 ms. (b) Os valores de T; e T» permanecem os mesmos, porém L =2 m, V=50 m/s e p=0,2 atm. (c) A superficie é coberta por uma pelicula de um liquido que evapora para ‘odo o sistema se encontra a 300 K e 0 coeficiente de difusdo da apor é Dan = 1,12 x 10 m/s. Também, L = 2 m, V= 50 m/s oar, mistura 2 ep=latm. (d) A superficie é coberta por uma outra pelicula de liquido, para o qual Dan = 1,12 x 10 mis, eo sistema est a 300 K. Nesse caso, L=2 m, V= 250 m/s e p= 0,2 atm. 6.60 Em um dia frio do més de agosto, um corredor pouco vestido perde calor a 6.61 6.62 uma taxa de 500 W em fungao da convecgao para o ar vizinho a T= 10°C. A pele do corredor permanece seca ¢ a uma temperatura 7, = 30°C. Trés meses depois, o corredor se desloca com a mesma velocidade, porém o dia é quente e timido, com uma temperatura T,, = 30°C e uma umidade relativa ©, = 60%. O corredor esta agora molhado de suor e sua pele esta a uma temperatura de 35°C. Em ambas as condigdes, as propriedades do ar podem ser consideradas constantes ¢ iguais a v= 1,6 x 10-5 m/s; k= 0,026 Wi(m- K); Pr=0,70 ¢ Dan (vapor d’agua-ar) = 2,3 x 10-5 ne/s. (a) Qual é a taxa de perda de Agua devida A evaporagao no dia de vero? (b) Qual é a taxa total de perda térmica por convecgdo no dia de vero? Um objeto de forma irregular e comprimento de 1 m, mantido a uma temperatura constante de 100°C, esta suspenso em uma corrente de ar com uma temperatura na corrente livre de 0°C, uma pressao de | atme uma velocidade de 120 mvs. A temperatura do ar medida em um ponto préximo ao objeto na corrente de ar é de 80°C. Um segundo objeto coma mesma forma e comprimento de 2 m esta suspenso da mesma maneira em uma corrente de ar. A velocidade da corrente livre do ar é de 60 ms. O ar ¢ 0 objeto esto a 50°C, e a pressao total é de | atm. Um revestimento plastico sobre a superficie do objeto esta sendo secado através desse processo. A massa molar do vapor é igual a 82 e a pressio de saturagdo a 50°C do material plastico é de 0,0323 atm. A difusividade mdssica do vapor no ar a 50°C 2,60 x 10° n’/s. (a) Para o segundo objeto, em uma localizagio que corresponde ao ponto de medida no primeiro objeto, determine a concentragio do vapor e a sua pressdo parcial. (b) Seo fluxo térmico médio, q", no primeiro objeto é de 2000 W/m?, determine o fluxo de massa médio n1 (ke/(s - m?)) no segundo objeto. Um processo industrial envolve a evaporagio de égua de uma pelicula liquida que se forma sobre uma superficie curva. Ar seco é passado sobre a pelicula e, com base em medidas de laboratério, determinou-se que a correlagdo para a transferéncia de calor por convecgao tem a forma Nu = 0,43 Rep Pr? (a) Para uma temperatura e velocidade do ar de 27°C e 10 nvs, respectivamente, qual é a taxa de evaporagao em uma superficie com 1 nv de area e um comprimento caracteristico L = 1 m? Aproxime a massa especifica do vapor saturado por Pa,sa = 0,0077 kg/m’. (b) Qual é a temperatura na pelicula do liquido em regime estaciondrio? 6.63 A técnica de sublimagao do naftaleno envolve o uso de um experimento de transferéncia de massa acoplado com uma analise baseada na analogia dos transportes termo-massicos para obter coeficientes convectivos locais ¢ médios para geometrias superficiais complexas. Um revestimento de naftaleno, que é um solido volatil 4 temperatura ambiente, é aplicado sobre a superficie e é, entéo, submetido a um escoamento de ar em um tunel de vento. Alternativamente, objetos sélidos podem ser moldados a partir de naftaleno liquido. Durante um intervalo de tempo determinado, Ar, hd uma perda perceptivel de naftaleno devida a sublimagao e, através da medida do retrocesso da superficie em locais de interesse ou da perda de massa da amostra, coeficientes de transferéncia de massa locais e médio podem ser determinados. Considere um bastio retangular de naftaleno exposto ao ar em escoamento cruzado com V = 10 m/s e T, = 300 K, como no Problema 6.10, exceto pelo fato de que agora c = 10 mm e d= 30 mm. Determine a mudanga na massa de um bastéo com comprimento L = 500 mm em um periodo de tempo de At = 30 min. O naftaleno tem uma massa molar de (4 = 128,16 kg/kmol ¢ sua pressao de saturagao sélido-vapor a 27°C ¢ 1 atm é de pasa = 1,33 x 10 bar. 6.64 Seja a aplicagao da técnica de sublimagao do naftaleno (Problema 6.63) em uma pa de turbina a gas que é coberta com naftaleno ¢ tem uma area superficial de A, = 0,05 m?. —P& da tutbina Escoamento com revestimento dear de naftaleno, Ags Ty Paul Ts) Para determinar o coeficiente de transferéncia de calor por convecgiio médio para uma condig&o de operagdo representativa, um experimento é efetuado no qual a pa revestida é exposta por 30 min ao ar atmosférico a uma velocidade desejada e a uma temperatura de 7, = 27°C. Durante o experimento a temperatura da superficie é de T, = 27°C e no seu final a massa da pa esté reduzida em Am = 8 g. Qual ¢ 0 coeficiente de transferéncia de calor por convecgio médio associado a condigdo de operagdo? 6.65 Um fabricante de equipamentos de esqui deseja desenvolver uma touca que ird oferecer melhor protegao térmica para os esquiadores nas descidas em dias frios. Toucas podem ser confeccionadas com boas caracteristicas de isolamento térmico, mas tendem a ser grandes, pesadas e incémodas. Esquiadores preferem toucas mais leves e confortaveis que oferecem boa visibilidade, mas tais toucas tendem a ter caracteristicas de isolamento deficientes. O fabricante decide adotar uma nova abordagem no projeto da touca, concentrando o isolamento em Areas da cabega do esquiador que sao propensas as maiores perdas de calor e minimizando 0 uso de isolamento em outros locais. Deste modo, o fabricante tem que determinar coeficientes de transferéncia de calor locais associados 4 cabega humana com uma velocidade de V= 10 m’s na diregaio normal 4 face em ar com temperatura de 13°C. Uma jovem engenheira decidiu usar a analogia entre as transferéncias de calor e de massa e a técnica de sublimagao do nafialeno (veja o Problema 6.63) e moldou formas de cabegas em naftaleno sélido com dimensdes caracteristicas em meia escala (isto é, 0 tamanho do modelo é a metade do tamanho de uma cabeca). (a) Que velocidade no tine! de vento (7, = 300 K) é necessaria para que os resultados experimentais possam ser aplicados 4 cabega humana associada a velocidade V = 10 m/s? (b) Um experimento no tine! de vento é realizado com At = 120 min, T. 27°C. A engenheira constatou que o naftaleno retrocedeu 5, = 0,1 mmna parte de tras da cabega, d) = 0,32 mm no meio da testa e J; = 0,64 mm na orelha. Determine os coeficientes de transferéncia de calor nesses locais para a cabega em escala real a—13°C. A massa especifica do naftaleno sélido & poi = 1025 kg/m’. (c) Apés 0 desenho da nova touca, os modelos (meia escala) foram equipados com as toucas e os experimentos foram repetidos. Algumas dreas dos modelos nas quais constatou-se que os coeficientes de transferéncia de calor locais eram baixos foram deixadas descobertas, pois o isolamento dessas Areas teria pequeno beneficio em termos globais na redugao das perdas de calor durante a pratica do esqui. Vocé esperaria que os coeficientes de transferéncia de calor locais nessas reas expostas permanecessem os mesmos dos existentes antes da colocagao das toueas nos modelos? Explique sua resposta. 6.66 Um suporte de mancal, com formas aerodinamicas, encontra-se exposto ao escoamento de ar quente da exaustio de um motor. E necessario executar experimentos para determinar o coeficiente de transferéncia de calor por médio 7 entre o ar ¢ © suporte, a fim de ser possivel prever 0 convec resfriamento do suporte até uma temperatura superficial desejada 7 Decidiu-se efetuar experimentos de transferéncia de massa em um objeto com © mesmo formato do original e, com base nos dados coletados, obter os resultados desejados para a transferéncia de calor usando-se a analogia entre as transferéncias de calor e de massa. fe Ly = 60 mmm} Os experimentos de transferéneia de massa foram conduzidos usando-se um modelo em meia escala do suporte, construido em naftaleno e exposto a uma corrente de ar a 27°C. As medidas de transferéneia de massa forneceram os seguintes resultados: Re, Sh, 60.000 282 120.000 491 144,000 568 288,000 989 (a) Usando os resultados experimentais da transferéncia de massa, determine os coeficientes C’e m para uma correlagéio coma forma Sh, = C Ret Sc'®. (b) Determine o coeficiente de transferéncia de calor por convecgao médio j para 0 suporte com o tamanho original, Li; = 60 mm, quando ele estiver exposto a uma corrente livre de ar com V = 60 m/s, T, = 184°C e p= 1 atm, com 7, = 70°C. (c) A Area superficial do suporte pode ser representada por 4, =2,2 Lil, sendo / 0 comprimento normal & pagina. Para as condigdes da parte (b), qual serd a variagao na taxa de transferéncia de calor para o suporte se 0 comprimento caracteristico Ly for dobrado? 6.67 Considere as condigdes do Problema 6.3, porém com um fino filme de agua sobre a superficie. Se 0 ar estiver seco ¢ 0 ntimero de Schmidt Sc for igual a 0,6, qual € 0 fluxo de massa evaporando? Ha transferéncia liquida de energia para ou saindo da agua? 6.68 Sejam as condigdes do Problema 6.7, nas quais um experimento de transferéncia de calor forneceu a distribuigdo especificada para os coeficientes convectivos locais, f,(x). O experimento foi efetuado com temperaturas na superficie e na corrente livre de 310 e 290 K, respectivamente. Agora, considere repetir 0 experimento em condigées nas quais a superficie é revestida por uma fina camada de naftaleno, coma superficie e o ar a 300 K. Qual ¢ 0 valor correspondente para o coeficiente de transferéncia de massa por convecgao médio Fine? 6.69 Usando a técnica de sublimagao do naftaleno, a di stribuigao radial dos coeficientes de transferéncia de massa por convecgao lo escoamento uniforme e normal a superficie de um disco correlacionada por uma expresso coma forma h,()D ( ‘)| Shy = = Sh] 1+a{ Da [ Nn O niimero de Sherwood no ponto de estagnagiio (Sh,) depende dos nimeros de Reynolds (Rep = VDIv) ¢ de Schmidt (Se =v/Dsn), e os dados foram correlacionados pela expresso a seguir: emum higlr = 0)D Sh, = O_o giapeyesc0 Dan —* oS v - —* \— Revestimento de naftaleno Obtenha uma expresso para o nimero de Nusselt médio (Na, =7D /4) correspondente a transferéncia de calor em um disco isotérmico exposto ao escoamento descrito anteriormente. Sea = 1,2 en = 5,5, qual & a taxa de transferéncia de calor saindo de um disco com diémetro D = 20 mm e temperatura superficial T; = 125°C, exposto a uma corrente de ar com Rep = 5 x 10! eT = 25°C? Tipicamente, 0 desenvolvimento da camada-limite a partir de um ponto de estagnagdo fornece um coeficiente convectivo decrescente com 0 aumento da distancia do ponto de estagnagao. Dé uma explicagao plausivel para o motivo do comportamento oposto observado no disco. 6.70 Para reduzir a ameaga de predadores, o faisio da areia, um passaro do Quénia, coloca seus ovos em locais distantes de fontes de Agua. Para trazer gua para os seus filhotes, passaro voa até a fonte mais préxima e, pela submersdo da parte inferior de seu corpo, retém 4gua na sua plumagem. O passaro, entdo, retorna para o seu ninho ¢ os filhotes sorvem a Agua da plumagem. Obviamente, se o tempo de voo for muito longo, as perdas por evaporagao podem causar uma redugdo significativa da quantidade de Agua na plumagem e os filhotes podem acabar morrendo por desidratagao. v— T— 0 Para adquirir uma melhor compreensio da transferéncia por convecgao durante 0 voo, estudos em um tine! de vento foram efetuados usando modelos moldados do faisdo. Pelo aquecimento da porgio do modelo correspondente a da plumagem que armazena a agua, um coeficiente de transferéncia de calor por convecgio médio foi determinado. Resultados para diferentes velocidades do ar ¢ tamanhos do modelo foram, entio, usados para desenvolver uma correlagéio empirica com a forma Nu, = 0,034 Ret!’ Pr! A Area da superficie efetiva da porgo da plumagem que armazena agua é designada por A, e o comprimento caracteristico é definido por L = (4,)!, Considere condigdes nas quais um passaro absorveu 0,05 kg de agua na sua plumagem com 4, = 0,04 m? e esta retornando ao seu ninho a uma velocidade constante V = 30 m/s. O ar ambiente esté em repouso e a uma temperatura e umidade relativa de T. = 37°C e 6» = 25%, respect Se durante todo 0 voo a superficie 4, estiver coberta por uma pelicula de agua liquida a T, = 32°C, qual é a distancia maxima permitida entre o ninho e a fonte de Agua, se o pi suprimento inicial de agua aro deve retornar com pelos menos 50% do seu 6.71 Um experimento de laboratério envolve transferéncia simultanea de calor e de massa em uma toalha embebida com 4gua, submetida a irradiagao proveniente de um conjunto de lampadas radiantes e a um escoamento paralelo de ar sobre a sua superficie, Usando uma correlag&o convectiva a ser apresentada no Capitulo 7, 0 coeficiente de transferéncia de calor por convecgao médio é estimado em j= 28,7 W/(m? « K). Considere que as propriedades radiantes da toalha sdo iguais as da agua, «=e = 0,96. A vizinhanga se encontra a 300 K. LA, LK LAK tamoadas radianies lrradiacao sobre HY OW HE atootha, & «wim? Toalha de papel embebida com agua, —T,=310K, 92,5 mm x 92,5 mm Isolamanto (a) Determine a taxa na qual a gua evapora da toalha, ma(ke/s). (b) Efetue um balango de energia na toalha para determinar a taxa liquida de transferéneia por radiago, qas(W), para a toalha. Determine a irradiagdo G(W/m?). 6.72, Na primavera, muitas vezes superficies de concreto, como calgadas estradas, ficam muito molhadas no periodo da manha, mesmo na auséncia de chuva durante a noite. Condigées tipicas para o periodo noturno sao mostradas na figura. 290K, d= 0,7 T= 53 Witm?-K} — Brisa =——> ina pelicula fe agua Conereto (a) Determine os fluxos térmicos associados & conveceao, qany evaporacdo, g/,,.» € a troca radiante com 0 céu, gs. (b) Os seus calculos sugerem a razdo do concreto estar molhado ao invés de seco? Explique sucintamente. (c) O calor flui da pelicula de liquido para 0 concreto? Ou do conereto para a camada de liquido? Determine o fluxo térmico condutivo entrando ou saindo do conereto. 6.73 Ar seco a 32°C escoa sobre uma pla coeficiente conve aquecedor nec imida (gua) com area de 0,2 m?. O vo médio ¢ de 7 = 20 Wim? - K) ea poténcia do dria para manter a placa a uma temperatura de 27°C é de 432 W. Estime a poténcia necessdria para manter a placa timida a uma temperatura de 37°C em ar seco a 32°C, se os coeficientes convectivos se mantiverem inalterados. 6.74 Ar seco a 32°C escoa sobre uma placa molhada com 200 mm de comprimento e largura de 1 m (caso A). Um aquecedor elétrico embutido na placa fornece 432 We a temperatura na superficie ¢ de 27°C. _ Pelicula eee de agua = ry / => , -T.2270 ‘ cenmembemdeemeats ——— lee i aaa i Caso A Caso B (a) Qual é a taxa de evaporagiio de 4gua na placa (kg/h)? (b) Apés um longo periodo de operagao, toda a agua é evaporada e a superficie da placa fica seca (caso B). Para as mesmas condigées na corrente livre e a mesma poténcia do aquecedor do caso A, estime a temperatura da placa, T;. Resfriamento Evaporativo 6.75 Uma esfera com 20 mm de diémetro esta suspensa em uma corrente de ar seco com uma temperatura de 22°C. A poténcia fornecida a um aquecedor elétrico embutido no interior da esfera ¢ de 2,51 W, quando a temperatura em sua superficie é de 32°C. Quanta poténcia é necessaria para manter a esfera a 32°C, se a sua superficie externa tiver uma fina cobertura porosa saturada com agua? Determine as propriedades do ar ¢ 0 coeficiente de difustio da mistura ar-vapor d’ gua a 300 K. 6.76 Um bem-sucedido engenheiro californiano instalou em seu jardim uma banheira de hidromassagem circular e avaliou que, para as condigdes de operagio tipicas descritas no esbogo, a agua deve ser reposta a uma taxa de 0,001 kg/s de modo a manter o nivel de liquido constante na banheira. Sendo os lados e o fundo da banheira isolados termicamente e a temperatura da dgua de reposigdo igual 4 da égua que se encontra no interior da banheira, a qual taxa os aquecedores elétricos devem fornecer energia para manter a temperatura da 4gua na banheira a 310 K? 6.77 Sabe-se que em noites limpas a temperatura do ar ndo precisa ser inferior a 0°C para que uma fina camada de agua sobre o solo se congele. Considere uma dessas camadas de Agua sobre 0 solo em uma noite limpa, na qual a temperatura efetiva do céu é de -30°C ¢ 0 coeficiente de transferéncia de calor por convecgio, devido ao vento, é de h= 25 Wi/(m? - K). Pode-se considerar que a gua possua uma emissividade igual a 1,0 ¢ que esteja isolada do solo no que se refere & transferéncia de calor por condugo. (a) Desprezando a evaporagdo, determine a menor temperatura que o ar pode ter para que ndo haja congelamento da agua. (b) Para as condigdes dadas, estime o coeficiente de transferéncia de massa para a evaporagao da 4gua /, (m/s). (c) Levando em conta agora o efeito da evaporagdo, qual a menor temperatura que o ar pode ter para que nao haja congelamento da agua? Considere que o ar esteja seco. 6.78 Uma expresso para a pressdo parcial de vapor d’Agua real em termos das temperaturas de bulbo timido e de bulbo seco, conhecida por equagaio de Carrier, é dada por _ (2 = Psssba)(Tos ~ Tou) Pv = [Link]~ ~~ 1810—T sendo py, Psst: €p a pressdo parcial real, a pressdo de saturagdo na temperatura de bulbo tmido e a pressdo total (todas em bar), respectivamente, enquanto Thy © Tyy so as temperaturas de bulbo seco bulbo timido, em kelvin. Considere ar a uma presséo de 1 atm e a uma 6.79 6.80 6.81 temperatura de 37,8°C escoando sobre um termémetro de bulbo timido que indica 21,1°C. (a) Usando a equagao de Carrier, calcule a pressio parcial do vapor d’4gua na corrente livre. Qual é a umidade relativa? (b) Consulte uma carta psicrométrica e obtenha diretamente a umidade relativa para as condigées indicadas. Compare o resultado como obtido na parte (a). (c) Use a Equago 6.65 para determinar a umidade relativa. Compare 0 resultado comas partes (a) ¢ (b). Um refrigerador de névoa é usado para oferecer alivio para umatleta fatigado. Agua a T;= 10°C ¢ injetada como uma névoa em uma corrente de um ventilador a uma temperatura ambiente de T., = 32°C. O diametro das é 100 um. Para peque correlacionado por uma relag&o coma forma s gotas o niimero de Nusselt médio é Nup = hDik= 2 (a) No tempo inicial, calcule a taxa de transferéncia de calor por convecgao para a gota, a taxa de perda de calor devida a evaporagao e a taxa de variagéio da temperatura da gota para dois valores da umidade relativa da corrente do ventilador, 4. = 0,20 e 0,95. Explique o que est acontecendo com a gota em cada caso. b)| Calcule a temperatura da gota em regime estac dois valores de umidade relativa na parte (a). rio para cada um dos Um termémetro de bulbo timido ¢ um termémetro de vidro contendo merciirio, cujo bulbo € coberto por um tecido umedecido (com agua). Quando suspenso em uma corrente de ar, a leitura do termémetro em regime estaciondrio indica a temperatura de bulbo timido, Ty. Obtenha uma expresso para determinar a umidade relativa do ar a partir do conhecimento da temperatura do ar (7), da temperatura de bulbo imido e das propriedades pertinentes do ar e do vapor d’Agua. Se T,, = 45°C e Tw = 25°C, qual a umidade relativa da corrente de ar? Um processo industrial envolve a evaporagtio de uma fina pelicula de agua sobre uma superficie curva, através do seu aquecimento pela sua parte inferior e pelo escoamento forgado de ar na parte superior. Medidas em laboratério nesta superficie forneceram a seguinte correlagéo para a transferéncia de calor: 3 RebS® Prd O ar escoando sobre a superficie possui uma temperatura de 290 K, uma velocidade de 10 m/s ¢ encontra-se completamente seco ($. = 0). A superficie possui um comprimento de 1 me uma area de I m’, Energia é fornecida ao sistema em quantidade suficiente para manter a temperatura de 310 K, no regime estacionario. (a) Determine o coeficiente de transferéncia de calor e a taxa na qual a superficie perde calor por convecgao. (b) Determine o coeficiente de transferéncia de massa e a taxa de evaporagao (kg/h) da Agua na superficie. (c) Determine a taxa de energia que deve ser fornecida a superficie para manter essas condigdes. 6.82 Uma camada de agua, com 2 mm de espessura, sobre uma placa eletricamente aquecida é mantida a uma temperatura de T, = 340 K, enquanto ar seco a T. 300 K escoa sobre a sua superficie (caso A). O conjunto é circundado por uma grande vizinhanga que também estd a 300 K. Caso A —T Caso 8 —_T Placa aquecida, PZ. “Placa aquecida, Pies Ty &, (a) Se o fluxo de evaporagao na superficie da agua para o ar for de x = 0,030 kg/(s - m2), qual ¢ 0 valor correspondente do coeficiente de transferéncia de massa por convec¢ao? Quanto tempo levara para a agua evaporar completamente? (b) Quais sao os valores correspondentes do coeficiente de transferéncia de calor por convecgao ¢ da taxa na qual a poténcia elétrica deve ser fornecida, por unidade de drea da placa, para manter a temperatura especificada da agua? A emissividade da agua ¢ ¢, = 0,95. (c) Sea poténcia elétrica determinada na parte (b) for mantida apés a completa evaporagao da agua (caso B), qual é a temperatura resultante da placa, cuja emissividade é ¢, = 0,60? 6.83 Um disco com 20 mm de diametro esta coberto por uma pelicula de agua. Sob condigdes de regime estaciondrio, um aquecedor com poténcia de 200 mW & necessario para manter o sistema disco-pelicula de agua a 305 K em meio ao ar seco a 295 K. A taxa de evaporagao observada é igual a 2,55 10~! kg/h. Policula de Sgua, T,= 305K Disco, D = 20mm ‘Aquecedor, 200 mW (a) Calcule o coeficiente de transferéncia de massa por convecgao médio, 7 ny Para o processo de evaporagao. (b) Calcule 0 coeficiente de transferéncia de calor por convecgao médio, 7; (c) Os valores de jim ¢ 7 satisfazem a analogia termo-mdssica? (d) Sendo a umidade relativa do ar ambiente, a 295 K, aumentada de 0 (ar seco) para 0,50, mas o suprimento de energia para o aquecedor mantido em 200 m\W, a taxa de evaporagdo aumenta ou diminui? A temperatura no disco aumenta ou diminui? 6.84 Um experimento é conduzido para determinar o coeficiente de transferéncia de massa por convec¢ao médio em uma pequena gota usando um aquecedor controlado para operar a uma temperatura constante. O histérico da poténcia requerida para evaporar completamente a gota a uma temperatura de 37°C é mostrado na figura. Foi observado que, 4 medida que a gota seca, o seu diametro molhado sobre a superficie do aquecedor permanece praticamente constante em um valor de 4 mm. ‘Arseco Tah Gora 20 = = a Aquecedor 50 100 1 (min) (a) Calcule 0 coeficiente de transferéncia de massa por convecgao médio bascado na rea molhada durante o processo de evaporagao, para nas quais a gota, o aquecedor e o ar ambiente seco estdo a (b) Quanta energia serd necessaria para evaporar a gota se a temperatura do ar ambiente seco for de 27°C, enquanto a temperatura do sistema gota- aquecedor se mantém em 37°C? 6.85 Deseja-se desenvolver um modelo simples para prever o historico temperatura-tempo de uma placa durante o ciclo de secagem em uma maquina de lavar lougas. Apés 0 ciclo de lavagem, a placa encontra-se a T,(t) = T,(0) = 65°C ¢ 0 ar no interior da maquina esta completamente saturado (¢« = 1,0) a T. = 55°C. Os valores da area superficial, 4,, da massa, M, ¢ do calor especifico, c, da placa so tais que Mc/A, = 1600 J/(m? « K). (a) Supondo que a placa esteja completamente coberta por uma fina pelicula de gua e desprezando as resisténcias térmicas na placa e na pelicula liquida, deduza uma equagio diferencial para prever a temperatura da placa em fungao do tempo. (b) Para as condigées iniciais (t= 0), determine a variagao da temperatura da placa com o tempo, dT/dt (°C/s), considerando que 0 coeficiente de transferéncia de calor médio sobre a placa seja igual a 3,5 W/(m? - K). 1 Esta & uma aproximagdo da situagdo discutida na Segdo 3.9, na qual mokculas de fluido ou particulas continuamente colidem com a superficie ¢ sto de li refletidas. O momento de uma particula individual de fluido iré mudar em fungo de sua colisdo com a superficie. Este efeito pode ser descrito por coeficientes de acomodacao de momento, como sera discutido na Segao 8.8, Neste capitulo, supomos que os efeitos em nano ¢ micro escalas ndo sdo importantes, situagao na qual a suposigao de velocidade do fluido igual a zero na parede & vilida. 2 Efeitos em micro € nano escalas so supostos serem despreziveis neste capitulo. Desta maneira, o coeficiente de acomodagdio térmica da Se¢do 3.9 atinge um valor unitério, situagdo na qual as particulas de Mido aleangam cequillbrio térmico com a superficie da placa. Efeitos em micro e nano escalas sero discutidos na Seco 8.8. 3 Essa expressdo é uma aproximagao de uma forma mais geral da lei de Fick da difusdio (Seo 14.1.3), quando a concentracdo molar total da mistura, C= C4 + Cp, € uma constant 4A base para desprezar os efeitos da difusio no movimento global do fluido & considerada nas Segdes 14.2 € 143. 5 Embora a nomenclatura anterior seja adequada para caracterizar processos de transferéncia de massa de interesse neste texto, ndo hd uma nomenclatura-padrao e, frequentemente, & difkil reconciliar os resultados de diferentes publicagGes. Uma revisio das diferentes formas nas quais potenciais motrizes, fluxos ¢ coeficientes convectivos podem ser formulados é apresentada por Webb [1]. 6 Como a velocidade flutua com o tempo no escoamento turbulento, a velocidade média no tempo, 7, & representada na Figura 6.7. 7 Atengao especial deve ser dada ao efeito do transporte de espécies na camadaclimite de velocidade. Lembre que 0 desenvolvimento da camadalimite de velocidade & geralmente caracterizado pela existéncia de uma velocidade igual a zero na superficie. Essa condigdo se aplica ao componente da velocidade v normal a superficie, da mesma maneira que a0 componente da velocidade w ao longo da superficie. Contudo, se houver transferéncia de massa simulténea para ou saindo da superficie, & evidente que v ndo pode mais ser nulo na superficie. Todavia, nos problemas de transferéneia de massa de interesse neste texto é razoavel supor que v = 0 na superficie, 0 que & equivalente a considerar que a transferéneia de massa tem uma influéncia desprezivel na camada-limite de vebcidade. A suposigdo € apropriada em muitos problemas envolvendo evaporagdo ou sublimagao em interfaces gas-liquido ou gés-solido, respectivamente. Entretanto, ela ndo é apropriada em problemas de resfriamento com transferéncia de massa que envolvem atas taxas de transte de massa na superficie [6]. Akim disto, observamos que, com a transferéncia de massa, o fluido na camada-limite é uma mistura binaria das espécies A e B, e suas propriedades devem ser aquelas da mistura. Contudo, em todos os problemas deste texto,Cy = Cp € € razoavel a suposigao de que as propriedades na camadaclimite (como k, 41, ¢p ete.) so aquelas da espécie B. 8 0 Capitulo 9 trata escoamentos que aparecem em fungdo da variagdo da densidade com a temperatura. Estes escoamentos de conveccdo natural podem, quase sempre, ser tratados com 0 fluido sendo considerado incompressivel, mas com uma parcela extra na equagaio do momento que leva em conta as forgas de empuxo. 9 Turbukncia e compressibilidade frequentemente estéo juntas, pois atas velocidades podem levar a grandes mimeros de Reynolds e de Mach, Pode ser mostrado (Problema 6.26) que, para geometrias suficientement« pequenas, qualquer escoamento que & turbulento também o & compressivel

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