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Mudanças nas Brincadeiras Infantis

[1] O texto discute as mudanças nas brincadeiras das crianças, que foram da rua para dentro de casa e trocaram a bola por eletrônicos. [2] Alguns pais não gostam dessas mudanças, enquanto outros acreditam que as crianças se tornaram mais espertas e tecnológicas. [3] O autor questiona se é possível medir qual época é melhor para as crianças e se as brincadeiras de antes ou de hoje são melhores.

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ZENILDA DURCI
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Mudanças nas Brincadeiras Infantis

[1] O texto discute as mudanças nas brincadeiras das crianças, que foram da rua para dentro de casa e trocaram a bola por eletrônicos. [2] Alguns pais não gostam dessas mudanças, enquanto outros acreditam que as crianças se tornaram mais espertas e tecnológicas. [3] O autor questiona se é possível medir qual época é melhor para as crianças e se as brincadeiras de antes ou de hoje são melhores.

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C A D E R N O

P0801
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO
1º BIMESTRE 2022
LÍNGUA PORTUGUESA 8º ano do Ensino Fundamental

Nome da Escola
Nome do Aluno
Data Turma

UTILIZE O LEITOR RESPOSTA ABAIXO DESSA LINHA ENQUADRANDO A CÂMERA APENAS NAS BOLINHAS

A B C D
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
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P0801

Leia o texto abaixo.

Brincadeiras de criança, onde estão?

Tomar banho de chuva, jogar bola no sol quente das 14h, correr na rua jogando queimada. Ou
ainda jogando três cortes, esconde-esconde, elefante colorido e bets. Impossível falar da infância
e não lembrar de pelo menos uma dessas brincadeiras de forma apaixonante. Depois dessa
fase, o que todo mundo quer é trazê-la de volta. Arrisco-me a dizer que se há um desejo quase
unânime hoje, é que todo mundo gostaria de voltar a ser criança. [...]
Mas se voltássemos à infância hoje, iríamos encontrar rotinas e brincadeiras diferentes. Os
jogos mudaram. De nome e de ambiente. Da rua foram para dentro das casas e dos apartamentos,
e a bola foi trocada pelas TV’s, computadores, tablets e smartphones. Os jogos coletivos viraram
games individuais, que ganharam as crianças como nunca. [...] a escala de horas brincando lá
fora foi bastante reduzida. Duas horas fora de casa, três ou quatro dentro. Por vezes, a solidão
do quarto e o videogame trazem a brincadeira mais divertida.
Alguns pais não gostam, dizem que é preciso brincar na terra, correr com os vizinhos, dividir
a bola, aprender as coisas que as brincadeiras de ruas ensinam naturalmente. Mas também há
aqueles que dizem que com essa realidade, as crianças se tornaram mais espertas, tecnológicas,
e incluídas nas novas relações que estão se formando.
Mas como medir qual época é melhor? Há uma preferida entre elas? Uma mais divertida?
Mais benéfica para as crianças?
Para esse tipo de pergunta dificilmente se tem resposta. Parafraseando os mais velhos, só o
tempo deve trazê-la, e quem sabe, um dia dizer, da sua forma, se as brincadeiras de ontem e de
hoje são distintas ou semelhantes, melhores ou piores. Acredito que se a essência for a mesma,
as brincadeiras continuam nobres e especiais. [...]
ÁGORA. Brincadeiras de criança, onde estão? 2014. Disponível em: <[Link] Acesso em: 9 mar. 2022.
Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P081555I7_SUP)

01) (P081555I7) Nesse texto, um argumento contrário à ideia de que brincar fora de casa é melhor para a
criança está no trecho:
A) “... é que todo mundo gostaria de voltar a ser criança.”. (1º parágrafo)
B) “Da rua foram para dentro das casas e dos apartamentos, e a bola foi trocada pelas TV’s, computadores,
tablets...”. (2º parágrafo)
C) “... a escala de horas brincando lá fora foi bastante reduzida.”. (2º parágrafo)
D) “Mas também há aqueles que dizem que com essa realidade, as crianças se tornaram mais espertas,
tecnológicas,...”. (3º parágrafo)

02) (P081562I7) Nesse texto, há um complemento verbal no trecho:


A) “... rotinas e brincadeiras diferentes.”. (2º parágrafo)
B) “... solidão do quarto e o videogame...”. (2º parágrafo)
C) “... as brincadeiras de ruas...”. (3º parágrafo)
D) “... as brincadeiras continuam...”. (5º parágrafo)

03) (P081548I7) Nesse texto, há um predicado de uma oração no trecho:


A) “Os jogos coletivos...”. (2º parágrafo)
B) “... trazem a brincadeira mais divertida.”. (2º parágrafo)
C) “Alguns pais...”. (3º parágrafo)
D) “... as brincadeiras de ontem e de hoje...”. (5º parágrafo)

1 BL01P08
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Leia o texto abaixo.

Filhote raro de cão nasce verde como periquito [...]

Imagina o susto dos tutores ao verem um filhote raro de cão nascer verde, quase a cor de um
periquito! Aconteceu em Middle Sackville, na Nova Escócia, Canadá [...].
Uma cachorrinha teve 8 filhotes e um deles nasceu verde. Os donos não entenderam nada e
foram pesquisar na internet. [...]
“Lembro que começamos a secá-la e notamos que ela estava verde e imediatamente pensamos
que havia algo errado”, disse Trevor [...].
A cachorrinha faz parte de uma ninhada de oito bebês da mamãe buldogue Freya. Ela foi a
única que nasceu verde, no final de janeiro deste ano.
A coloração verde foi atribuída a um processo incomum no útero da fêmea. [...]
Segundo especialistas [...], a coloração do pelo é ocasionada por um pigmento verde encontrado
na bile dentro da bolsa uterina. [...]
Agora o casal está pensando no nome que dará para a filhote especial.
E eles não terão falta de sugestão. [...]
OLIVEIRA, Rinaldo de. Filhote raro de cão nasce verde como periquito e redes escolhem nome. In: Só Notícia Boa. 2022.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 9 mar. 2022. Fragmento. (P081549I7_SUP)

04) (P081549I7) Nesse texto, há um complemento nominal no trecho:


A) “... filhote raro...”. (1º parágrafo)
B) “... pigmento verde...”. (6º parágrafo)
C) “... filhote especial.”. (7º parágrafo)
D) “... falta de sugestão.”. (8º parágrafo)

05) (P081550I7) Nesse texto, há o predicado de uma oração no trecho:


A) “Uma cachorrinha...”. (2º parágrafo)
B) “... nasceu verde.”. (2º parágrafo)
C) “Os donos...”. (2º parágrafo)
D) “... a coloração do pelo...”. (6º parágrafo)

2 BL01P08
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Leia o texto abaixo.

Atividade física: qual a sua importância?

Qual é a melhor atividade física? Possivelmente você já ouviu em algum momento da sua vida
a seguinte resposta: “aquela de que você gosta”. Contudo, um grande contingente de pessoas
afirma não gostar de nenhuma e, por isso, a resposta muitas vezes muda para: “faça aquela
atividade que você tem tempo de fazer”.
Mas essa questão não se resolve simplesmente assim. Quantas pessoas você ouve reclamar que
não têm tempo para praticar atividades? Por isso, a orientação dos profissionais passa a ser: “você
deve fazer atividade física, independentemente de gostar ou de ter tempo”. Não há outra saída! [...]
Quando praticamos exercícios físicos, trabalhamos nossa flexibilidade, resistência e força.
Mas, mais importante que isso, ao flexionarmos os músculos, exercitamos também o cérebro: as
ideias e impressões brotam. [...]
A atividade traz benefícios que vão além do físico, se propagam na saúde emocional e mental.
Porém, no Brasil, os dados sobre o sedentarismo são alarmantes. [...] Os dados, divulgados
no fim de 2018, foram coletados ao longo de 15 anos de estudo. Eles mostram que 47% dos
brasileiros adultos não praticam nenhuma atividade física ou não de forma suficiente.
Isso significa que estão abaixo do padrão preconizado1 [...] (ao menos, duas horas e meia de
exercícios moderados ou 75 minutos de atividades intensas por semana). [...]
Existem centenas de estudos relacionando a prática regular de atividade física com o aumento
da longevidade [...]. Agora, a atividade física pode aumentar nossa capacidade mental?
Um estudo [...] pesquisou homens e mulheres sedentários por meio de testes de capacidade
de planejar e estabelecer metas, fazer e lembrar-se de escolhas e de adaptação a circunstâncias
instáveis. Ou seja, ações da rotina diária da maioria das pessoas.
Seis meses após um programa diário de caminhadas, o desempenho foi 25% maior no grupo de não
sedentários. O outro grupo permaneceu sem fazer atividades físicas e seu desempenho foi menor. [...]

*Vocabulário:
1
preconizado: aconselhado.
ARAÚJO, Douglas. Atividade física: qual sua importância. In: Beecorp. 2021. Disponível em: <[Link]
Acesso em: 7 de mar. 2022. Fragmento. (P081544I7_SUP)

06) (P081544I7) Para defender a tese que a atividade física traz benefícios para a saúde mental, o autor
desse texto utiliza como argumento o trecho:
A) “... um grande contingente de pessoas afirma não gostar de nenhuma...”. (1º parágrafo)
B) “Por isso, a orientação dos profissionais passa a ser: ‘você deve fazer atividade física, independente
de gostar...’”. (2º parágrafo)
C) “... ao flexionarmos os músculos, exercitamos também o cérebro: as ideias e impressões brotam.”.
(3º parágrafo)
D) “Eles mostram que 47% dos brasileiros adultos não praticam nenhuma atividade física...”. (5º parágrafo)

07) (P081558I7) Nesse texto, o sujeito do trecho “... traz benefícios que vão além do físico,...” (4º parágrafo) é
A) a atividade.
B) o desempenho.
C) o outro grupo.
D) um estudo.

08) (P081560I7) Nesse texto, o trecho que apresenta um complemento verbal é:


A) “... um grande contingente de pessoas afirma...”. (1º parágrafo)
B) “... os dados sobre o sedentarismo são alarmantes.”. (5º parágrafo)
C) “... pesquisou homens e mulheres sedentários...”. (8º parágrafo)
D) “... ações da rotina diária da maioria das pessoas.”. (8º parágrafo)

3 BL01P08
P0801

Leia o texto abaixo.

Tive a oportunidade de conhecer [...] um serviço que ganha cada vez mais adeptos. [...] São pelo
menos cinco plataformas que oferecem viagens intermunicipais e interestaduais pelas estradas
brasileiras. A promessa é encantadora: segurança, rapidez e passagens a preços reduzidos. A
realidade, no entanto, é outra. E a fiscalização se mostra mais do que necessária.
Pela internet, comprei a “passagem” em um ônibus [...] na manhã de terça-feira, na praia de
Camburi, no litoral de São Sebastião (SP), com destino à capital paulista. Não há linha direta
regular. A partida estava marcada para as 8h30, em um ponto de ônibus na avenida principal do
balneário. Exatos 21 minutos antes da partida, uma mensagem da plataforma chega ao celular.
“Devido a um imprevisto, o local de embarque precisou ser alterado.” O novo local ficava a
1,9km de distância. E o motorista daria apenas 15 minutos de tolerância. Resultado: todo mundo
caminhando com malas às margens de uma rodovia até o novo local. [...]
A viagem era para durar três horas e 15 minutos. Levou seis horas e 25 minutos, atraso
provocado, principalmente, por conta dos longos engarrafamentos típicos dos feriados no litoral
paulista. Foram três paradas para desembarque de passageiros – todas em ruas afastadas, com
pouco trânsito, e distante dos serviços de transporte público. Houve também uma pausa de 30
minutos para o motorista almoçar em um restaurante [...] que não é utilizado pelas empresas
regulares de transporte – o detalhe é que esse intervalo não estava previsto no bilhete [...].
O ponto final é um terminal improvisado na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo, em
um estacionamento de caminhões. Uma espécie de galpão. Confesso que esperava um serviço
e recebi outro. Há um aspecto muito mambembe1, sem muitas garantias aos passageiros. O
motorista respeitou todas as leis de trânsito, mas é preciso que os órgãos públicos passem a
olhar com lupa para esse serviço que só faz crescer. [...]
A tecnologia trouxe mudanças importantes. Diminuiu barreiras, popularizou serviços, mas
criou um vácuo na legislação [...]. As startups vieram para ficar nas estradas brasileiras, não há
dúvida disso, mas é preciso que normas rígidas sejam impostas. O direito do passageiro precisa
ser preservado. E, sinceramente, hoje está ao deus-dará. É preciso ter a certeza de que a viagem
chegará ao destino final.

*Vocabulário:
1
mambembe: de baixa qualidade.
FONSECA, Roberto. In: Correio Braziliense. 2022. Disponível em: <[Link] Aceso em: 10 mar. 2022. Fragmento. (P081543I7_SUP)

09) (P081543I7) Nesse texto, um argumento contrário à ideia de que o novo serviço de transporte coletivo via
ônibus oferece segurança, rapidez e qualidade está no trecho:
A) “Tive a oportunidade de conhecer [...] um serviço que ganha cada vez mais adeptos.”. (1º parágrafo)
B) “Pela internet, comprei a “passagem” em um ônibus [...] na manhã de terça-feira, na praia de Camburi,...”.
(2º parágrafo)
C) “Resultado: todo mundo caminhando com malas às margens de uma rodovia até o novo local.”. (2º parágrafo)
D) “As startups vieram para ficar nas estradas brasileiras, não há dúvida disso,...”. (5º parágrafo)

4 BL01P08
P0801

Leia o texto abaixo.

Quem inventou o videogame?


Foi o engenheiro alemão Ralph Baer. Seus protótipos deram origem ao primeiro console
comercializado no mundo, o Magnavox Odyssey, lançado nos EUA em 1972.
Embora não tivesse som, acesso à internet ou controles sem fio, o funcionamento era parecido
com o dos videogames atuais: bastava conectá-lo à TV e jogar!
Foram produzidos 27 jogos para a ancestral plataforma, incluindo um de tênis de mesa que
inspirou a criação do icônico Pong, lançado como fliperama em 1972 e popularizado pelo Atari
três anos depois.
ORÁCULO. Quem inventou o videogame? 2016. Disponível em: <[Link]
Acesso em: 8 mar. 2022. (P081546I7_SUP)

10) (P081546I7) Nesse texto, há um complemento nominal no trecho:


A) “Foi o engenheiro alemão...”. (1° parágrafo)
B) “Embora não tivesse som, acesso à internet...”. (2° parágrafo)
C) “...o funcionamento era parecido com o dos videogames atuais...”. (2° parágrafo)
D) “...incluindo um de tênis de mesa que inspirou a criação do icônico Pong...”. (3° parágrafo)

Leia o texto abaixo.

A importância de preservar os recursos hídricos


A água é fonte da vida, um recurso natural essencial seja como meio de vida de várias espécies
vegetais e animais ou como fator de produção de bens de consumo [...]. Os recursos hídricos têm
uma importância fundamental para a sobrevivência de todos os seres do planeta e têm sido tema
de inúmeros debates internacionais, dada a gravidade que sua falta pode acarretar. [...]
A agricultura, a pecuária e as indústrias dependem da água para obterem seus produtos e a
falta desse recurso gera desemprego e aumento do preço no produto final. A falta de água produz
um efeito dominó, afetando a população, a natureza e a economia.
Recursos hídricos são as águas superficiais ou subterrâneas disponíveis para qualquer tipo
de uso de região ou bacia. [...] O mau uso dos recursos hídricos põe em risco a vida de todos os
seres vivos e afeta diretamente diversas atividades humanas. [...]
As águas subterrâneas são recursos naturais importantes para o meio ambiente, pois auxiliam na
manutenção da umidade do solo, garantem o fluxo dos cursos d’água e também servem para uso
humano. É por isso que conhecer e proteger as fontes de água subterrânea é tão importante. [...]
A ação do homem vem causando danos à preservação da água. Seja por contaminação de
rios, lagos e represas, ou pelo uso irrestrito e desnecessário desse recurso. [...]
Educar e conscientizar as novas gerações sobre a importância de se preservar os recursos
hídricos são ações fundamentais para se garantir a sobrevivência dos nossos rios e de todas as
formas de vida na terra. [...]
Disponível em: <[Link] Acesso em: 7 mar. 2022. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P081552I7_SUP)

11) (P081552I7) Nesse texto, para defender a importância fundamental que os recursos hídricos têm para a
sobrevivência de todos, o autor utiliza como argumento o trecho:
A) “A agricultura, a pecuária e as indústrias dependem da água para obterem seus produtos e a falta
desse recurso gera desemprego e aumento do preço no produto final.”. (2° parágrafo)
B) “As águas subterrâneas são recursos naturais importantes para o meio ambiente, pois auxiliam
na manutenção da umidade do solo, garantem o fluxo dos cursos d’água e também servem para uso
humano.”. (4º parágrafo)
C) “Seja por contaminação de rios, lagos e represas, ou pelo uso irrestrito e desnecessário desse recurso.”.
(5º parágrafo)
D) “Educar e conscientizar as novas gerações sobre a importância de se preservar os recursos hídricos
são ações fundamentais...”. (6º parágrafo)
5 BL01P08
P0801

Leia novamente o texto “A importância de preservar...” para responder às questões abaixo.

12) (P081559I7) Nesse texto, há um complemento verbal no trecho:


A) “... é fonte da vida...”. (1º parágrafo)
B) “... produz um efeito dominó...” (2º parágrafo)
C) “O mau uso dos recursos hídricos...”. (3º parágrafo)
D) ...são recursos naturais importantes...”. (4º parágrafo)

13) (P081547I7) Nesse texto, há um complemento nominal no trecho:


A) “... a sobrevivência de todos os seres do planeta...”. (1º parágrafo)
B) “... gera desemprego...”. (2º parágrafo)
C) “... afetando a população...”. (2º parágrafo)
D) “... afeta diretamente diversas atividades humanas..”. (3º parágrafo)

Leia o texto abaixo.

O que a ciência nos diz sobre sonhos e pesadelos


Os sonhos sempre despertaram a curiosidade do ser humano [...].
Sonhamos todas as noites. Em qualquer idade. E a maioria dos sonhos acontece durante
a chamada fase REM (do inglês rapid eye movement), um sono profundo caracterizado pelo
movimento rápido dos olhos. Mas eles também podem ocorrer durante o sono de ondas lentas,
ainda que de forma menos frequente.
Durante o sono REM, há o relaxamento completo dos músculos do corpo, o que é fundamental
para nos proteger, pois isso evita que tenhamos movimentos e outros comportamentos motores
enquanto dormimos e sonhamos.
Sonhar não é um privilégio do ser humano. Diversos estudos mostram que animais — como
gatos, cachorros, macacos, ratos e até golfinhos — também sonham. [...]
A maioria dos nossos sonhos é visual, mas (olha que curioso!) também podemos ter sonhos
auditivos, olfativos e até com diversas sensações ao mesmo tempo. [...]
Sonhamos toda santa noite, várias vezes, e isso acontece porque o sono é cíclico. [...] Quando
atingimos a fase REM, sempre temos pelo menos um sonho. Dessa forma, em média, sonhamos
de cinco a seis vezes por noite. [...]
Talvez você tenha se espantado com o número de sonhos por noite. Calma, é normal não
lembrar de todos eles. O fato de que só de vez em quando sabemos o que sonhamos se deve a
um esquecimento natural. Mas podemos lembrar dos sonhos quando somos despertados durante
o sonho em si ou dentro dos primeiros 10 ou 15 minutos após seu término. [...]
ALVES, Rosana Cardoso. O que a ciência nos diz sobre sonhos e pesadelos. In: Veja Saúde. Disponível: <[Link]
Acesso em: 9 mar. 2022. Fragmento. (P081557I7_SUP)

14) (P081557I7) Nesse texto, o sujeito do trecho “... acontece durante a chamada fase REM...” (2° parágrafo) é:
A) “... a maioria dos sonhos...”. (2º parágrafo)
B) “... o sono de ondas lentas,...”. (2º parágrafo)
C) “... o relaxamento completo dos músculos do corpo,...”. (3º parágrafo)
D) “... o número de sonhos por noite.”. (7º parágrafo)

15) (P081551I7) Nesse texto, há um complemento verbal no trecho:


A) “... despertaram a curiosidade...”. (1º parágrafo)
B) “... um sono profundo...”. (2º parágrafo)
C) “Diversos estudos mostram...”. (4º parágrafo)
D) “A maioria dos nossos sonhos é...”. (5º parágrafo)
6 BL01P08
P0801

Leia o texto abaixo.

A camuflagem das borboletas

As borboletas [...] apresentam-se em uma grande diversidade de cores, tamanhos e formato.


São ativas durante o dia e existem em praticamente todo o mundo, [...]. Para protegerem-se, os
frágeis insetos desenvolveram técnicas distintas. Algumas apresentam cores semelhantes ao
ambiente em que vivem e confundem-se com ele. Outras, de espécie venenosa, desenvolveram
coloração gritante para que os predadores, depois de saborear uma, lembrem-se da amarga
experiência e não o façam novamente. Há ainda um terceiro grupo que não apresenta veneno,
mas se “veste” como uma delas. Assim, faz com que os inimigos a temam, sem desconfiar do
banquete que estão perdendo.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 17 jun. 2015.
Fragmento. (P030338G5_SUP)

16) (P030339G5) Qual é o assunto desse texto?


A) A diversidade de borboletas no mundo.
B) As técnicas de proteção das borboletas.
C) O veneno das borboletas muito coloridas.
D) Os ambientes onde vivem as borboletas.

Leia o texto abaixo.

Lá vai o barquinho...

Lá vem o barquinho...

Riscando o horizonte
Desenhando o mar
Que penteia a areia
Que é o tapete da sereia
Que dança para o vento
Que sopra o tempo
Que tece a rede
Que sacia a sede
Que beija as ondas
Que levam o barquinho

Lá vai o barquinho...
Ciência hoje das crianças. n 217. (P050133C2_SUP)

17) (P050134C2) No verso “Que penteia a areia” (v. 4), a palavra destacada substitui
A) o mar.
B) o tapete.
C) a sereia.
D) a dança.

7 BL01P08
P0801

Leia o texto abaixo.

ZIGG, Ivan. Disponível em: <[Link] Acesso em: 29 dez. 2015. (P050935H6_SUP)

18) (P050850H6) Nesse texto, no último quadrinho, infere-se que


A) a criança e o dinossauro foram assistir a uma partida de futebol.
B) a criança estava jogando futebol de botão com o dinossauro.
C) o dinossauro e a criança jogam no mesmo time de futebol.
D) o dinossauro age como goleiro de um time de futebol.
Leia o texto abaixo.
História do avião
Desde os tempos mais remotos o homem sempre desejou a façanha de poder voar. Diversos
estudiosos pensaram, de forma exaustiva1, em formas de alcançar esta grande realização.
Leonardo da Vinci, por exemplo, desenvolveu um protótipo2 de um avião no século XV.
[...] Em 1883, John J. Montgomery desenvolveu um planador, porém a invenção era capaz de
voar apenas de cima para baixo e somente por meio da força do vento.
O avião propriamente dito surgiu no início dos anos noventa. É aí que entra a maior polêmica
dessa história. Quem inventou o avião: os irmãos americanos Wilbur e Orville Wright ou
o brasileiro Santos Dumont?
Pode ser novidade para você, mas na maior parte do mundo os créditos de pais da aviação
são de Wilbur e Orville Wright, e não de Dumont. Em 1903, eles conseguiram voar em um avião.
Porém, aí está o detalhe da polêmica: voaram com o auxílio de uma catapulta, uma espécie
de instrumento para se obter impulso. Além disso, não houve testemunhas creditáveis3 (quatro
salva-vidas e um garoto).
Posteriormente, em 1908, Santos Dumont voou com o 14-Bis por cima de Paris sem o auxílio
de nenhum instrumento, fato que foi oficializado e testemunhado por todos os moradores da
capital francesa e a imprensa local. [...]
*Vocabulário:
1
exaustiva: muito trabalhoso; muito cansativo.
2
protótipo: algo feito pela primeira vez; produto em fase de testes, planejamento.
3
creditáveis: pessoas em quem se pode acreditar.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 8 dez. 2015. Fragmento. (P050446H6_SUP)
19) (P050715H6) No trecho “... não houve testemunhas creditáveis (quatro salva-vidas e um garoto).” (4° parágrafo),
os parênteses foram utilizados para
A) acrescentar uma informação.
B) apresentar a fala de um especialista.
C) citar o nome de uma obra.
D) explicar o significado de uma palavra. 8 BL01P08
P0801

Leia novamente o texto “História do avião" para responder à questão abaixo.

20) (P050778H6) No trecho “... porém a invenção era capaz de voar apenas de cima para baixo...” (2° parágrafo),
a palavra destacada estabelece uma relação de
A) adição.
B) conclusão.
C) explicação.
D) oposição.

Leia o texto abaixo.

Resenha: Sing – Quem Canta Seus Males Espanta

Que tal pegar um reality musical, protagonizá-lo por animais e transformá-lo em um filme? O
resultado não poderia ser melhor! Dirigido e roteirizado por Garth Jennings, Sing – Quem Canta
Seus Males Espanta é uma animação divertida e fofa que além de fazer o público dançar na
cadeira do cinema ao som de músicas clássicas e pops, traz mensagens de superação, força,
família e sucesso. A animação parece que é voltada somente para o público infantil, mas não
se deixe enganar, pois os adultos também poderão assistir e se divertir muito mais do que a
meninada! [...]
O roteiro é equilibrado e acerta tanto na apresentação dos personagens quanto na representação
de um reality musical que estamos acostumados a assistir na televisão: inúmeros candidatos,
diversos sonhos em um fila interminável, testes de audição, treinamento e a expectativa para
assistir um show fabuloso. [...]
SAVIOLI, Camila. Resenha: Sing – Quem Canta Seus Males Espanta. In: Pipoca na madrugada. 2016. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 9 mar. 2022. Fragmento. (P081539I7_SUP)

21) (P081539I7) No último parágrafo desse texto, o tipo de argumento utilizado pela autora é
A) citação de especialista.
B) comparação.
C) exemplificação.
D) fato histórico.

22) (P081540I7) No primeiro parágrafo desse texto, no trecho “... é uma animação divertida e fofa...”, as
palavras em destaque foram utilizadas para
A) demonstrar que a autora gostou do filme.
B) elogiar uma característica do diretor.
C) registrar uma particularidade do reality.
D) sugerir que o filme conquistou o público.

9 BL01P08
P0801

Leia o texto abaixo.

Semana do desligue a TV

Muita gente passa horas vendo televisão e acaba se dedicando pouco a atividades criativas.
Por isso, para animar as pessoas a se divertirem de um jeito atuante, uma ONG americana
lançou, em 1994, a ideia de uma semana sem TV. O evento é realizado uma vez por ano, em mais
de 80 países atualmente. E tenta despertar principalmente as crianças a ficarem menos tempo
diante da telinha e a brincar mais, ler mais, inventar mais, conversar mais e curtir mais a família
e a turma.
Nos países onde o Desligue a TV já ocorre há alguns anos existe uma programação especial
de atividades nos sete dias. São realizados shows e práticas esportivas em parques, caminhadas
ecológicas, passeios turísticos, sessões de cinema e teatro e exposições com ingressos mais baratos,
festivais de música e poesia e estímulo à leitura em livrarias e bibliotecas.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 15 jul. 2010.
Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica. (P070313C2_SUP)

23) (P070314C2) Segundo esse texto, “a semana sem TV” pretende


) denunciar os danos provocados pela TV.
A
B) divulgar uma programação especial de atividades.
C) estimular a realização de atividades criativas.
D) incentivar as pessoas a participarem de uma ONG.

Leia o texto abaixo.

Sem saída

E agora, o que faço?


Fujo, tremo, desmaio?
Encaro o meu amor,
Ponto final, reticências ou traço,
Fico ou saio?
TAVARES, Ulisses. Diário de uma paixão. São Paulo: Geração Editorial, 2003. (P070092C2_SUP)

24) (P070093C2) Esse texto é


A) um poema.
B) uma carta.
C) um anúncio.
D) uma notícia.

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Leia o texto abaixo.

O Michelangelo de cada um

Escultura não era algo que me chamava atenção na adolescência, até que um dia tomei
conhecimento da célebre resposta que Michelangelo deu a alguém que lhe perguntou como fazia
para criar obras tão sublimes como, por exemplo, o Davi:
– É simples, basta pegar o martelo e o cinzel e tirar do mármore tudo o que não interessa.
E dessa forma genial ele explicou que escultura é a arte de retirar excessos até que libertemos
o que dentro se esconde.
A partir daí, comecei a dar um valor extraordinário às esculturas, a enxergá-las como o
resultado de um trabalho minucioso de libertação. Toda escultura nasceu de uma matéria bruta,
até ter sua essência revelada. Uma coisa puxa a outra: o que é um ser humano, senão matéria
bruta a ser esculpida? Passamos a vida tentando nos livrar dos excessos que escondem o que
temos de mais belo.
Fico me perguntando quem seria nosso escultor. [...]
Pai e mãe começam o trabalho, mas é o tempo que nos esculpe, e ele não tem pressa
alguma em terminar o serviço, até porque sabe que todo ser humano é uma obra inacabada. Se
Michelangelo levou três anos para terminar o Davi que hoje está exposto em Florença, levamos
décadas até chegarmos a um rascunho bem acabado de nós mesmos, que é o máximo que
podemos almejar.
Quando jovens, temos a arrogância de achar que sabemos muito, e, no entanto, é justamente
esse “muito” que precisa ser desbastado pelo tempo até que se chegue no cerne, na parte mais
central da nossa identidade, naquilo que fundamentalmente nos caracteriza. Amadurecer é
passar por esse refinamento, deixando para trás o que for gordura, o que for pastoso, o que for
desnecessário, tudo aquilo que pesa e aprisiona, a matéria inútil que impede a visão do essencial,
que camufla a nossa verdade. O que o tempo garimpa em nós?
O verdadeiro sentido da nossa vida. Michelangelo deixou algumas obras aparentemente
inconclusas porque sabia que não há um fim para a arte de esculpir, porém em algum momento
é preciso dar o trabalho como encerrado. O tempo, escultor de todos nós, age da mesma forma:
de uma hora para a outra, dá seu trabalho por encerrado. [...]
MEDEIROS, Martha. O Michelangelo de cada um. O Globo. Rio de Janeiro, 19 maio 2013. Revista O Globo. p. 8. Fragmento. (P090153F5_SUP)

25) (P090153F5) Nesse texto, o trecho que apresenta um argumento que defende a ideia de que o ser
humano é uma obra em constante modificação é:
A) “Escultura não era algo que me chamava atenção na adolescência,...”. (1º parágrafo)
B) “Toda escultura nasceu de uma matéria bruta, até ter sua essência revelada.”. (4º parágrafo)
C) “... mas é o tempo que nos esculpe, e ele não tem pressa alguma em terminar o serviço,...”. (6º parágrafo)
D) “Michelangelo deixou algumas obras aparentemente inconclusas...”. (8º parágrafo)

26) (P090155F5) No trecho “A partir daí, comecei a dar um valor extraordinário às esculturas,...” (4º parágrafo),
a expressão em destaque tem o efeito de
A) enfatizar o caráter sublime das esculturas.
B) indicar a importância do apreço às artes.
C) ironizar a fragilidade do comportamento humano.
D) marcar o início de uma mudança de comportamento.

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