Libras para
Profissionais de
Segurança
Pública
Sumário
APRESENTAÇÃO DO CURSO .................................................................................. 4
OBJETIVOS DO CURSO............................................................................................ 4
ESTRUTURA DO CUSO............................................................................................. 4
Módulo 1 – Língua Brasileira de Sinais: conceitos importantes ........................... 6
Apresentação do Módulo.......................................................................................... 6
Objetivos do Módulo ................................................................................................. 7
Estrutura do Módulo ................................................................................................. 7
Aula 1 – Inclusão social, Surdez x Deficiência auditiva ............................................................................... 9
1.1 Principais Aspectos Históricos .......................................................................................................... 9
1.2 Inclusão Social ................................................................................................................................. 10
1.3 Surdez x Deficiência auditiva .......................................................................................................... 11
Aula 2 – O que é Língua de Sinais? ........................................................................................................... 14
2.1. Língua Brasileira de Sinais (Libras) ................................................................................................. 18
Aula 3 – Conhecendo a Datilologia ........................................................................................................... 24
3.1 Alfabeto em Libras .......................................................................................................................... 24
3.2. Vamos praticar ............................................................................................................................... 28
3.3. Sistema de numeração em Libras .................................................................................................. 31
Módulo 2 – Parâmetros básicos da Libras ............................................................ 57
Apresentação do Módulo........................................................................................ 57
Objetivos do Módulo ............................................................................................... 57
Estrutura do Módulo ............................................................................................... 57
Aula 1 - Políticas inclusivas, acessibilidade e cidadania ............................................................................ 58
1.1 Legislação vigente ........................................................................................................................... 61
Aula 2 - A importância de estudar/conhecer a Libras............................................................................... 63
2.1. Conheça os cinco parâmetros na Libras! ....................................................................................... 65
Aula 03 - Hora da prática .......................................................................................................................... 95
3.1. Exercitando os parâmetros básicos e aumentando o vocabulário de Libras................................. 95
Módulo 3 – Comunidade e cultura surda ............................................................ 154
Apresentação do Módulo...................................................................................... 154
Objetivos do Módulo ............................................................................................. 154
Estrutura do Módulo ............................................................................................. 154
Aula 1 - Cultura Surda ............................................................................................................................. 157
1.1 Dicas de como realizar uma abordagem a uma pessoa com deficiência auditiva: ....................... 160
2
1.2 Qual é a realidade dos surdos brasileiros em relação à condução de veículos? .......................... 161
Aula 2 - Quem é o intérprete de língua de sinais? .................................................................................. 163
2.1 Conceito do termo: tradutores intérpretes de libras (TILS) .......................................................... 164
Aula 3 – Hora da Prática.......................................................................................................................... 166
Aula 4 – Ampliando seu vocabulário....................................................................................................... 214
Módulo 4 – Novas tecnologias de acessibilidade e vocabulário para segurança
pública .................................................................................................................... 228
Apresentação do Módulo...................................................................................... 228
Objetivos do Módulo ............................................................................................. 228
Estrutura do Módulo ............................................................................................. 229
Aula 1 - Aplicativos de smartphones que facilitam a comunicação dos surdos ..................................... 230
VLibras ................................................................................................................................................... 231
Aula 2 - Importância dos Centros de Atendimento para as Comunidades Surdas - CAS........................ 232
2.1. A importância de estudar/conhecer a LIBRAS ............................................................................. 232
Aula 03: Vocabulário voltado para a segurança pública ......................................................................... 235
Aula 4 – Ampliando seu vocabulário....................................................................................................... 261
Referências Bibliográficas: .................................................................................. 285
3
APRESENTAÇÃO DO CURSO
Sejam bem-vindos ao curso Libras para Profissionais de Segurança Pública, da
Rede EaD/Segen, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Neste curso você
aprenderá um pouco mais sobre a Língua Brasileira de Sinais, seu histórico, conceitos,
aspectos legais e verá também os principais sinais para a comunicação básica com o
público surdo e deficiente auditivo. Tudo isso sobre uma perspectiva voltada para os
profissionais de segurança pública e ao atendimento a sociedade brasileira.
OBJETIVOS DO CURSO
Neste curso você irá:
• Conhecer a Língua Brasileira de Sinais - Libras;
• Compreender um pouco da Cultura Surda;
• Identificar os sinais necessários para a comunicação e atendimento de segurança
pública;
• Realizar diálogos com o público surdo;
• Valorizar a inclusão social através da Libras; e
• Reconhecer a importância da Libras no atendimento de segurança pública.
ESTRUTURA DO CUSO
O curso está dividido em 4 módulos:
MÓDULO 1 - Língua Brasileira de Sinais.
Aula 1 – Inclusão social, Surdez X Deficiência auditiva.
4
Aula 2 – O que é Língua de Sinais?
Aula 3 – Conhecendo a Datilologia.
MÓDULO 2 - Parâmetros Básicos da Libras.
Aula 1 – Políticas inclusivas, acessibilidade e cidadania.
Aula 2 – A importância de estudar/conhecer a Libras.
Aula 3 – Hora da prática.
MÓDULO 3 - Comunidade e Cultura Surda.
Aula 1 – Cultura Surda.
Aula 2 – Quem é o intérprete de língua de sinais?
Aula 3 – Hora da prática.
Aula 4 - Ampliando seu vocabulário.
MÓDULO 4 - Novas Tecnologias de Acessibilidade e Vocabulário para
Segurança Pública.
Aula 1 – Aplicativos de smartphones que facilitam a comunicação dos surdos.
Aula 2 – Importância dos Centros de Atendimento para as Comunidades Surdas -
CAS.
Aula 3 – Vocabulário voltado para a segurança pública.
Aula 4 - Ampliando seu vocabulário.
Bons estudos!
5
Módulo 1 – Língua Brasileira de Sinais:
conceitos importantes
Apresentação do Módulo
Neste módulo você estudará conceitos importantes que irão auxiliá-lo na
aprendizagem da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Para iniciar sua construção da aprendizagem, assista ao vídeo sobre as
dificuldades que os deficientes auditivos enfrentam no seu dia a dia.
[Link]
ed
Você já vivenciou situações como essas?
Tem parentes, vizinhos ou conhece alguém que já tenha passado por
dificuldades desse tipo?
Momentos como os apresentados no vídeo, são cotidianamente vivenciados
em todas as instâncias públicas de atendimento ao cidadão por cerca de 6 milhões de
brasileiros que possuem deficiência auditiva. Em geral, as pessoas com deficiência
auditiva em nível severo e profundo, utilizam apenas a Língua Brasileira de Sinais
(Libras) como forma de comunicação.
Embora a legislação, que você estudará mais adiante, determine a presença
de intérpretes da Libras em todas as instâncias públicas, boa parte dos serviços
prestados ao cidadão, poderiam ser bem resolvidos se os servidores públicos
tivessem conhecimentos básicos da Língua Brasileira de Sinais (Libras),
especialmente se relacionarmos tais conhecimentos às atribuições dos agentes de
segurança pública.
6
Os atendimentos realizados pelos profissionais de segurança pública,
ocorrências que, em geral, acontecem em ambientes externos às sedes
administrativas e em situações de rotina ou emergenciais, com diversos níveis de
complexidade, ficariam inviabilizados caso dependessem de um intérprete para cada
ocorrência envolvendo pessoas com deficiência auditiva. Assim, o conhecimento da
Libras pelo maior número possível desses profissionais, torna-se imprescindível.
CURIOSIDADE!!!
Em 1966 Davis e Silverman, os níveis de limiares utilizados para
caracterizar os graus de severidade da deficiência auditiva são:
Audição Normal – Limiares entre 0 a 24 dB nível de audição.
Deficiência Auditiva Leve – Limiares entre 25 a 40 dB nível de audição.
Deficiência Auditiva Moderna – Limiares entre 41 e 70 dB nível de audição.
Deficiência Auditiva Severa – Limiares entre 71 e 90 dB nível de audição.
Deficiência Auditiva Profunda – Limiares acima de 90 dB.
Disponível em: < [Link]
[Link]>. Acesso 19 nov. 2020.
Objetivos do Módulo
Ao final do estudo deste módulo, você será capaz de:
• Definir o que é Libras;
• Compreender a trajetória histórica das línguas de sinais no mundo e no Brasil;
• Exercitar o alfabeto manual da Libras.
Estrutura do Módulo
Este Módulo esta dividido em:
Aula 1 – Inclusão social, Surdez x Deficiência auditiva
7
Aula 2 – O que é Língua de Sinais?
Aula 3 – Conhecendo a Datilologia
8
Aula 1 – Inclusão social, Surdez x Deficiência auditiva
1.1 Principais Aspectos Históricos
Por muito tempo, desde a Idade Antiga, os surdos foram vistos como não
passíveis de vida em sociedade. A surdez era vista como um defeito ou patologia que
os impediam de exercer sua cidadania, sendo sua forma de comunicação o marco
denunciador dessa patologia.
Acreditava-se que, por não falarem, os surdos não tinham capacidade de
raciocínio, de aprendizagem ou mesmo de tomada de decisão, ficando suas escolhas
a cargo de seus tutores. Direitos básicos, como os de tirar documentos, receber
herança, casar-se, constituir família ou patrimônio, por exemplo, eram-lhes
sumariamente negados.
A existência dos excluídos, a qual as pessoas eram
vitimadas pela rejeição, eliminação e pela proteção
assistencialista, até algumas décadas atrás, a invisibilidade
da pessoa com deficiência ainda era muito presente na
sociedade. Graças a movimentos, congressos e
declarações relacionadas à inclusão social, aos avanços
tecnológicos e científicos, associados à mudança de
atitudes da sociedade, passos foram sendo alcançados,
para que essas pessoas pudessem conviver como qualquer
outra.
Assim, evidencia-se um processo de reconhecimento do indivíduo surdo como
ser social, especialmente a partir de suas potencialidades educativas. Familiares,
educadores, filósofos e médicos, buscaram compreender os processos de
aprendizagem dos surdos, oferecendo-lhes novas oportunidades de vida social.
9
1.2 Inclusão Social
A inclusão representa um avanço em relação à invisibilidade da pessoa com
deficiência frente à sociedade brasileira, pois até pouco tempo atrás (início dos anos
2000), as pessoas com deficiência eram excluídas do meio social e marginalizadas
pelas diferenças. Diante dessa realidade, foram emergindo grupos em defesa das
diferenças, com isso iniciou a integração social. A qual pregava que a pessoa com
deficiência deveria ter as mesmas oportunidades e equidade que as pessoas sem
deficiência, podendo assim viver com dignidade.
Segundo Sassaki (1997, p. 32), no modelo integrativo “a sociedade em geral
ficava de braços cruzados e aceitava receber os portadores de deficiência desde que
eles fossem capazes de moldar-se aos tipos de serviços que ela lhes oferecia; isso
acontecia inclusive na escola”.
Nessa direção, para Sassaki (1997, p.42) a inclusão social é:
“um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade,
através de transformações pequenas e grandes, nos ambientes físicos
(espaços interno e externo, equipamentos, aparelho e utensílio, mobiliário e
meios de transporte) e na mentalidade de todas as pessoas, portanto do
próprio portador de necessidades especiais.”
Ao refletir sobre a problemática da inclusão, convém citar a Constituição
Federal de 1988, que dispõe em seu artigo 5º, caput::
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade”.
Norteando-se pelo princípio da igualdade e da isonomia, esse artigo fala
também em “Dar tratamento isonômico às partes, significa tratar igualmente os iguais
e desigualmente os desiguais, na exata medida de suas desigualdades”. (NERY
JÚNIOR, 1999, p 42).
Em 2015 foi promulgada a Lei 13.146 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa
com Deficiência), disponível em: <[Link]
10
2018/2015/lei/[Link]>, que visa assegurar e promover, em condições de
igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com
deficiência, visando à sua inclusão social e sua cidadania. Conforme disposição
expressa do artigo 4º “Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de
oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de
discriminação”.
Além das orientações legais, é importante ressaltar
que a efetivação da inclusão social depende principalmente
da mudança interior do indivíduo, com e sem deficiência, do
respeito às diferenças e a eliminação por definitivo de todo
e qualquer tipo de barreiras e/ou preconceitos, que venham
a dificultar a vida da pessoa com necessidades especiais.
1.3 Surdez x Deficiência auditiva
Para uma melhor compreensão sobre o uso dos termos surdo ou deficiente
auditivo, recorremos a definição:
Surdez – ocorre quando a pessoa tem dificuldade ou impossibilidade de captar,
conduzir ou perceber os estímulos sonoros oriundos do ambiente. Na maioria das
vezes, a perda auditiva é severa ou profunda e são pessoas usuárias da Libras. E
recorrendo ao Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, Art. 2º:
[...] considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva,
compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais,
manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de
Sinais - Libras.
Deficiência auditiva – ocorre quando a habilidade auditiva da pessoa é
reduzida, ou seja, a pessoa tem dificuldade de ouvir diálogos e determinados
sons, por exemplo: alarme de celular, ouvir rádio, choro de bebê, cochicho,
torneira pingando e outros. O Decreto nº 5.296/2004, em seu art. 5º, § 1º, inciso
11
I, alínea b, define deficiência auditiva como: perda bilateral, parcial ou total, de
quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de
500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.
As perdas auditivas podem ocorrer em qualquer fase da vida,
destacamos as causas e alguns problemas/dificuldades que podem ocorrer
nessa fase:
• Pré–natal: Exposição da mãe às drogas ilícitas; genética; infecções na
gestação; hereditariedade; rubéola e outros.
• Perinatal: prematuridade; pós–maturidade; incompatibilidade sanguínea e
outros.
• Pós–natal: meningite, caxumba, sarampo, idade avançada, otites e ruídos
por longos períodos ou de grande intensidade.
No Brasil, existe uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho -
NR 15, de 06 de julho de 1978, disponível em
<[Link] que estabelece os limites
de tolerância do ouvido humano à exposição ao ruído. Ela nos auxilia, inclusive, a
escolher melhor os eletroeletrônicos que usamos em casa.
Veja a tabela de tolerância de exposição ao ruído, disponível no
material complementar.
O PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído), esse tipo de perda auditiva tem
contribuído largamente para o aumento dos índices de deficiência auditiva em todo
o mundo. Em boa parte, devido ao excessivo tempo de uso dos aparelhos de som
portáteis individuais.
Em relação aos graus das perdas auditivas destacamos quatro, conforme
materia do blog “Direito de Ouvir”, disponível no site:
<[Link] acesso em 19 nov.
2020, sendo eles:
12
Leve: entre 25 e 40 dB – a pessoa escuta qualquer som.
Moderada: entre 41 e 70 dB – há dificuldade para ouvir ruídos mais altos e
incapacidade de compreender a fala.
Severa: entre 71 e 90 dB – não é capaz de ouvir a voz humana com
clareza.
Profunda: acima de 91 dB – escuta apenas sons graves que transmitem
vibração.
Existem alguns exames que avaliam a audição, são eles:
Figura 1: Exames que avaliam a audição
Fonte: SCD/EaD/Segen
Saiba Mais sobre os exames que avaliam a audição
acessando o link: < [Link]
exames-que-avaliam-a-audicao/>.
13
Aula 2 – O que é Língua de Sinais?
As línguas de sinais são sistemas altamente estruturados, constituídos de toda
a complexidade gramatical das línguas faladas, regras bem definidas e vários níveis
de estrutura linguística, como morfologia, sintaxe, semântica, pragmática; além de
serem dotadas de riqueza lexical e de sofrerem variações linguísticas.
Os itens lexicais, que nas línguas orais são chamados de palavras, são
denominados “sinais” (de onde deriva o nome Língua de Sinais). Eles podem ser
icônicos ou arbitrários e conseguem descrever toda a complexidade, concretude e
abstração inerentes ao pensamento humano.
SINAIS ICÔNICOS - é icônico porque reproduz a imagem do referente, faz alusão à
imagem do seu significado.
CASA, o sinal representa o telhado da casa.
Fotografia 1: Casa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
14
CAVALO, o sinal representa as orelhas do cavalo.
Fotografia 2: Cavalo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
SINAIS ARBITRÁRIOS - São sinais que não mantêm nenhuma semelhança com o
dado da realidade/ objeto que representam.
AMIGO
Fotografia 3: Amigo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
15
TRABALHAR
Fotografia 4: Trabalhar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Mas infelizmente, atualmente ainda existe quem, erroneamente, acredite que
as línguas de sinais, são apenas um conjunto de pantomimas, compostas por uma
combinação de gestos que permitem aos seus usuários, uma comunicação rudimentar
(Hickok, Bellugi & Klima, 2001), ou que, ao se comunicar, a pessoa surda esteja
“escrevendo no ar” as palavras da língua oral por meio do alfabeto digital. Ou, ainda,
que todos os sinais sejam icônicos, isto é, a representação no espaço de seu
referente.
Quando se fala em línguas de sinais, refere-se a elas no plural, porque assim
como as línguas orais, elas não são universais. Cada país possui sua própria língua,
que ainda sofre as variações linguísticas geradas pelos regionalismos, gírias,
linguagem em sentido figurado ou códigos linguísticos próprios, como os das tribos
urbanas, por exemplo (Freitas, 2009). Assim, é possível constatar, que as línguas de
sinais são sistemas linguísticos independentes das línguas orais.
Essa concepção, também nos auxilia a compreender a internacionalidade das
16
línguas, posto que os registros escritos nas diversas línguas orais apresentam aos
não surdos, as complexidades das línguas de sinais. Assim, podemos entender que:
• a comunidade surda britânica utiliza a British Sign Language (BSL);
• a francesa, a Language Française des Signes (LFS);
• a comunidade estadunidense, a American Sign Language (ASL); e,
claro,
• a comunidade surda brasileira, a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Figura 2: Língua de Sinais
Fonte: a autora; SCD/EaD/Segen.
17
2.1. Língua Brasileira de Sinais (Libras)
A Libras é uma língua oficial oriunda de
comunidades de pessoas surdas do Brasil que possui
um sistema linguístico de natureza visual-motora, com
estrutura gramatical própria, falsos cognatos, fonologia,
morfologia, sintaxe, semântica, sinais icônicos e
arbitrários, além dos sinais feitos com as mãos, as
expressões faciais e corporais também fazem parte e
Figura 3: Libras
podem alterar o significado de uma frase. Também é
importante ressaltar que nem todas as palavras em português, existem no vocabulário
de Libras, sendo assim, é necessário fazer a tradução literal com o uso do alfabeto
em Libras (datilologia).
Figura 4: Dia Nacional de Libras
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Em 2002, foi sancionada a Lei nº 10.436, disponível em
<[Link] popularmente
conhecida como Lei de Libras, que reconhece e legitima a Língua Brasileira de
Sinais (Libras) como primeira língua (L1) da comunidade surda brasileira e o
português (escrita) como segunda língua (L2). Estabelece também, a inclusão da
Libras como componente curricular nos cursos de licenciaturas e fonoaudiologia das
instituições públicas e privadas de ensino superior, na educação na modalidade
bilíngue para os surdos na educação básica, com garantias de atendimento
18
qualificado e a presença de intérprete na sala de aula. Tornando obrigatório o setor
público, atender deficientes auditivos/ surdos por meio da Libras, com o objetivo de
garantir atendimento e tratamento adequado, proporcionar uma inclusão efetiva, em
que a sociedade seja mais receptiva e acessível.
Nem todo surdo faz leitura labial e, quando o faz, não
consegue compreender todas as palavras. Pesquisas feitas
nos Estados Unidos constataram que, mesmo com anos de
treinamento de técnicas de oralização, uma pessoa surda só
é capaz de captar cerca de 20% da mensagem.
Ao reconhecer o status linguístico da Libras, a Lei garante que o acesso da
pessoa surda aos conhecimentos socialmente relevantes, deverá ser por meio dela,
determinando ainda, que a língua portuguesa deverá ser o meio de registro,
assegurando também aos surdos, o direito de que nas instituições educacionais,
tenham aulas ministradas em Libras, ou pelo menos, com a presença de um intérprete
de Libras.
É comum uma pessoa que convive com pessoas
surdas, ser presenteado por elas, com um sinal pessoal, que
será inspirado em seus traços físicos, trejeitos, uma pinta,
uso de óculos, um jeito de mexer no cabelo, penteado e
aspectos da personalidade. Este sinal, geralmente, não é
mudado, mesmo se mudar a característica.
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Algumas características visuais:
1. Olhos Grandes
Fotografia 5: Olhos Grandes
Fonte: SCD/EaD/Segen
2. Olhos Puxados
Fotografia 6: Olhos Puxados
Fonte: SCD/EaD/Segen.
20
3. Careca
Fotografia 7: Careca
Fonte: SCD/EaD/Segen.
4. Cabelo Comprido
Fotografia 8: Cabelo Comprido
Fonte: SCD/EaD/Segen.
21
5. Cabelo Encaracolado
Fotografia 9: Cabelo Encaracolado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
6. Bigode Longo
Fotografia 10: Bigode Longo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
22
7. Pinta na Testa
Fotografia 11: Pinta na testa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
23
Aula 3 – Conhecendo a Datilologia
A datilologia/alfabeto manual, é utilizado para explicar o nome de algo, como
nomes próprios, endereços, ou quando algo/palavra ainda não tem um sinal
específico. Sendo usado como a soletração de uma palavra.
3.1 Alfabeto em Libras
Figura 5: Alfabeto em Libras
Fonte: a autora.
É importante frisar que o emprego da datilologia não
substitui o uso correto dos sinais, pois assim como no
português, a Libras tem um léxico próprio, comunicado
pelos sinais.
24
E como seria isso na prática?
Segue abaixo a representação da pergunta “QUAL O SEU NOME?” de
duas formas:
Em datilologia e utilizando o sinal específico da Libras.
Figura 6: Qual seu nome (em Datilologia)
Fonte: Márcia Honora; SCD/EaD/Segen.
Perceba que com apenas um sinal podemos substituir três palavras e assim
otimizar o tempo do funcionário público, como também facilitar a vida da pessoa Surda
com abordagem em Libras, tornando-a acessível, veja:
Fotografia 12: Qual o seu nome?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
25
Para exemplificar, veja algumas perguntas e resposta:
1. Meu nome é...
Fotografia 13: Meu nome é...
Fonte: SCD/EaD/Segen.
2. Seu nome?
Fotografia 14: Seu Nome?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
26
3. Meu sinal
Fotografia 15: Meu Sinal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
4. Seu sinal?
Fotografia 16: Seu Sinal?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
27
Dicas de alongamento para mãos e punhos!
Os exercícios de alongamento para mãos e punhos são
importantes para a realização dos sinais com maior
desenvoltura. É recomendável realizá-los antes do início das
atividades práticas.
Veja alguns exemplos de exercícios de alongamento para as
mãos, disponível no material complementar
3.2. Vamos praticar
Assista ao vídeo e exercite o alfabeto manual.
Vídeo do alfabeto manual.
[Link]
[Link]
28
1. Bom dia.
Fotografia 17: Bom dia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
2. Tire o seu dia para sorrir.
Fotografia 18: Tire o seu dia para sorrir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
29
3. Bom dia! Comece o dia sorrindo.
Fotografia 19: Bom dia! Comece o dia sorrindo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Figura 7: Atenção
Fonte: SCD/EaD/Segen
30
Agora que aprendemos o alfabeto manual, vamos aprender sobre os números
em Libras.
3.3. Sistema de numeração em Libras
Sobre o sistema de numeração em Libras, é importante destacar que,
similarmente às línguas orais, que empregam termos diferentes para expressar os
números, sejam eles: cardinais, ordinais, fracionários, monetários e outros, as línguas
de sinais também utilizam configurações de mão diferentes para expressar contextos
diferentes. O número cardinal é diferente da quantidade 1, que é diferente do ordinal
1º, por exemplo. Por esse motivo, aproveitamos esse espaço, para facilitar a
compreensão do servidor público em relação ao sistema numérico, abordando os
numerais quando estiverem relacionados a quantidade, ordem, pesos e medidas,
idade, calendário e horas.
3.3.1 Números ordinais
São sinalizados com movimento trêmulo.
Fotografia 20: Números Ordinais
Fonte: SCD/EaD/Segen.
31
3.3.2. Números cardinais
Fotografia 21: Números Cardinais
Fonte: SCD/EaD/Segen.
3.3.3. Quantidades
Fotografia 22: Quantidades
Fonte: SCD/EaD/Segen.
32
3.3.4 Calendário
Assista ao vídeo com os meses do ano:
[Link]
Veja os meses do ano:
Fotografia 23: Calendário
Fonte: SCD/EaD/Segen.
33
Fotografia 24: Ano
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 25: Janeiro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
34
Fotografia 26: Fevereiro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 27: Março
Fonte: SCD/EaD/Segen.
35
Fotografia 28: Abril
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 29: Maio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
36
Fotografia 30: Junho
Fonte: SCD/EaD/Segen
Fotografia 31: Julho
Fonte: SCD/EaD/Segen.
37
Fotografia 32: Agosto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 33: Setembro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
38
Fotografia 34: Outubro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 35: Novembro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
39
Fotografia 36: Dezembro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
3.3.5 Dias da semana
Assista ao vídeo com os Dias da Semana:
[Link]
40
Agora veja os dias da semana:
Fotografia 37: Dias da Semana
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 38: Domingo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
41
Fotografia 39: Segunda-feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 40: Terça-feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
42
Fotografia 41: Quarta-feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 42: Quinta-feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
43
Fotografia 43: Sexta-feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 44: Sábado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
44
3.3.6 Pesos e medidas
Vamos aprender um pouco sobre pesos e medidas, confira!
[Link]
Fotografia 45: Peso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
45
Fotografia 46: Medida
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 47: Leve
Fonte: SCD/EaD/Segen.
46
Fotografia 48: Pesado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 49: Régua
Fonte: SCD/EaD/Segen.
47
Fotografia 50: Altura
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 51: Largura
Fonte: SCD/EaD/Segen.
48
Fotografia 52: Medir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
3.3.7 Idade
Fotografia 53: Idade
Fonte: SCD/EaD/Segen.
49
3.3.8 Horas, minutos e segundos
Fotografia 54: Horas
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Fotografia 55: Minutos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
50
Fotografia 56: Segundos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
3.3.9 Valores monetários
Agora vamos aprender a falar os valores monetários! Confira!
[Link]
51
3.3.10 Frases do cotidiano
Agora que aprendemos o alfabeto manual e o sistema numérico, vamos
aprender situações problemas que podem surgir no nosso COTIDIANO.
Frases!
➢ Qual o seu nome?
Fotografia 57: Qual o seu nome?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
52
➢ Onde você mora?
Fotografia 58: Onde você mora?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
➢ Qual a sua idade?
Fotografia 59: Qual a sua idade?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
53
➢ Qual o número da sua casa?
Fotografia 60: Qual o número da sua casa?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
➢ Data de nascimento?
Fotografia 61: Data de Nascimento?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
54
PARA RELAXAR!
Assista à linda interpretação, em Libras, para a música “Trem
Bala (Ana Vilela)”, em LIBRAS, interpretado por Rebeca
Nemer.
[Link]
_radio=1&t=16
55
Finalizando...
Neste módulo você estudou o que:
• A concepção das línguas de sinais como línguas é muito recente,
embora muitos estudiosos apontem que seu surgimento seja tão remoto quanto
o surgimento da própria linguagem humana;
• As línguas de sinais são independentes das línguas orais, possuem toda
a complexidade gramatical de qualquer língua oral e não são universais, cada
país possui sua própria língua de sinais;
• No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi reconhecida
oficialmente pela Lei nº 10.436/2002 como a primeira língua da comunidade
surda brasileira;
• Como atividade prática, você exercitou o alfabeto manual da Libras,
compreendendo que sua utilização está associada aos substantivos próprios,
palavras que não possuem sinal específico ou que foram incorporadas da
língua portuguesa. Também aprendemos que o uso dos numerais dependendo
do contexto podem estar relacionados a quantidade, ordem, medidas, idade,
calendário, horas e outros.
56
Módulo 2 – Parâmetros básicos da Libras
Apresentação do Módulo
A Libras tem como base cinco parâmetros, que são elementos que se
combinam de forma sequencial ou simultânea para a composição dos sinais, são eles:
expressão facial; configuração de mão; ponto de articulação; movimento; e
direcionalidade.
Neste módulo você estudará esses parâmetros, buscando o aumento do
vocabulário em Libras.
Objetivos do Módulo
Ao final do estudo deste módulo, você será capaz de:
• Identificar os cinco elementos que servem como parâmetros básicos da Libras;
• Exercitar os parâmetros básicos da Libras;
• Aumentar o vocabulário em Libras.
Estrutura do Módulo
Este Módulo esta dividido em:
Aula 1 - Políticas inclusivas, acessibilidade e cidadania
Aula 2 - A importância de estudar/conhecer a Libras
Aula 3 - Hora da prática
57
Aula 1 - Políticas inclusivas, acessibilidade e cidadania
Você conhece esses símbolos?
Figura 8: Símbolos convencionados em todo o mundo
Fonte: A autora; SCD/EaD/Segen
Esses sinais, que não são itens lexicais da Libras, são símbolos
convencionados em todo o mundo para identificar os aspectos da cultura e identidade
surdas. O primeiro é o Símbolo Internacional da Surdez, sobre o qual você estudará
mais à frente, o segundo é o símbolo de língua de sinais, usado em todo o mundo, foi
o único a ser incorporado ao léxico de todas as línguas. O terceiro é o símbolo de
surdo (sinalizante), onde ele estiver afixado, significará que há pessoas que se
comunicam em sinais.
Seguindo uma tendência mundial de construção de uma cultura social inclusiva
e de aceitação das diferenças, existe atualmente, no Brasil, um conjunto de ações
afirmativas que vem sendo implementado, visando à promoção do acesso das
pessoas com deficiência aos direitos civis e de cidadania, como a eliminação de
barreiras comunicativas nos órgãos da administração pública.
58
Você sabe o significado do sinal abaixo?
Fotografia 62: I Love You?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Esse sinal, que significa EU TE AMO, é a soma das iniciais, em datilologia, da
expressão inglesa I LOVE YOU, e foi incorporado ao léxico das línguas de sinais em
todo o mundo não apenas para declarar amor, mas também como um símbolo da
cordialidade entre as pessoas da comunidade surda.
Fotografia 63: Eu te Amo - em datilologia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
59
Vamos aprender sinal por sinal!
I Love You
Fotografia 64: I Love You
Fonte: SCD/EaD/Segen.
60
1.1 Legislação vigente
Lei nº 10.098/200
A Lei nº 10.098/2000, disponível em
<[Link] é um dos marcos legais que
inauguram esse período de reconhecimento e promoção dos Direitos Humanos, ao
estabelecer normas e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas com deficiência mediante a supressão de barreiras arquitetônicas no
mobiliário urbano, nos meios de transporte e na comunicação.
Além de oficializar o conceito de acessibilidade por meio
dessa Lei, o Poder Público se compromete a eliminar as
barreiras nas vias e espaços públicos, no mobiliário
urbano, na construção e reforma de edifícios, nos meios de
transporte e comunicação.
Figura 9: Acessibilidade
Fonte: da conteudista.
Trechos dessa Lei foram alterados pela Lei nº 13.146 de
06 de julho de 2015, falaremos dela mais à frente.
Decreto nº 5.296/2004
O Decreto regulamenta a Lei nº 10.098/2000, e traz a conceituação de
deficiência auditiva e é aceito como o mais adequado nos meios técnicos e científicos.
Determina as normas técnicas a serem adotadas para a promoção da acessibilidade
das pessoas com deficiências, que vão desde a eliminação de barreiras arquitetônicas
e urbanísticas nas vias públicas, à adaptação dos transportes coletivos, passando
pelo financiamento de tecnologias assistivas, definindo inclusive prazos para que as
medidas sejam implementadas.
61
Em relação ao acesso à informação e à comunicação
das pessoas com deficiência auditiva, além das normas
para adaptação dos aparelhos do sistema de comunicação,
como televisão e telefonia móvel, entre outras providências,
o Decreto prevê que a Administração Pública, em todas as
suas instâncias de serviços, deverá dispensar tratamento
prioritário à pessoa surda por meio de intérpretes ou
pessoas capacitadas em Libras, cabendo aos órgãos e
entidades promover essa capacitação.
Os frutos desse Decreto para a população surda, são bastante significativos.
Verifica-se a adaptação dos aparelhos de telecomunicação e da própria programação
televisiva, com legendas ou janela com intérprete da Libras, dos aparelhos de telefonia
fixa ou móvel com envio de mensagens de texto e de equipamentos diversos que,
com sinais de luz ou vibratórios, possibilitam a ação autônoma nas pequenas ações
do dia a dia, como por exemplo, saber se a campainha está tocando ou despertar na
hora desejada.
Lei nº 13.146/2015
A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, disponível em
<[Link] institui a
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Estatuto da Pessoa com
Deficiência. Altera alguns pontos da Lei 10.098 de 2002, cria o Cadastro Nacional de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (Cadastro-Inclusão), registro público eletrônico
com a finalidade de coletar, processar, sistematizar e disseminar informações
georreferenciadas que permitam a identificação e a caracterização socioeconômica
da pessoa com deficiência, bem como das barreiras que impedem a realização de
seus direitos, e dá outras providências.
62
Aula 2 - A importância de estudar/conhecer a Libras
Figura 10: Você conhece esse símbolo?
Fonte: SCD/EaD/Segen
Adotado no Brasil em 1981, o uso desse símbolo foi proposto pela Federação
Mundial dos Surdos, é uma convenção internacional desde 1980. Ele é de colocação
obrigatória em todos os locais que possibilitem acesso, circulação e utilização por
pessoas surdas.
Você já atendeu a uma ocorrência em que o autor de um delito era
uma pessoa surda?
Já imaginou passar por essa situação?
Assista ao vídeo abaixo e veja como esse tipo de ocorrência pode fazer parte da rotina dos
serviços de segurança pública.
[Link]
63
“Chapadão” finge ser surdo para tentar escapar de blitz.
Ele viu que a situação complicou quando o policial disse que sabia a
linguagem de sinais.
Acesse ao site e leia a reportagem na íntegra:
[Link]
[Link]
Figura 11: Reportagem
Fonte: Apada Franca.
SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO, NÃO É MESMO?
A estratégia adotada pelo motorista mencionado na notícia que você acaba de
ler, é a mesma utilizada por aqueles que querem burlar as regras sociais: tirar
proveito dos pontos vulneráveis daqueles a quem querem ludibriar. Nesse caso, o
oportunista tinha a certeza de que a segurança pública local não estava preparada
para agir em uma situação envolvendo pessoas surdas, tanto que já havia usado a
mesma estratégia outras vezes.
O fato mostra que a falta de acessibilidade das pessoas com deficiência é uma
triste realidade mundial, e não apenas no Brasil. Felizmente, essa história teve um
desfecho justo, o falso surdo foi desmascarado por um policial que conhecia a Língua
de Sinais Americana (ASL) e foi penalizado devido à sua atitude.
64
Figura 12: Reflita
Fonte: SCD/EaD/Segen
2.1. Conheça os cinco parâmetros na Libras!
Sendo a Libras uma língua de modalidade viso-espacial, ou seja, de
estímulo visual, a construção da linguagem do surdo é, então, bastante peculiar, posto
que a construção de seu pensamento é em língua de sinais e não em português.
E para essa construção, o léxico da língua de sinais apresenta um conjunto de
unidades menores que são compostas pelas configurações de mãos (CM), Pontos de
Articulação (PA), Orientação (O), Movimento (M) e Expressão Facial e/ou corporal (E).
Abaixo iremos conhecer cada um dos parâmetros, veja:
65
2.1.1 Expressões faciais
Conseguimos nos comunicar através das expressões faciais e corporais?
O corpo fala através de gestos.
Figura 13: O corpo fala
Fonte: SCD/EaD/Segen
Veja alguns exemplos de linguagem corporal:
a) Entediada
Fotografia 65: Entediada
Fonte: SCD/EaD/Segen.
66
b) Interessada
Fotografia 66: Interessada
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Pensativa
Fotografia 67: Pensativa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
67
d) Lembrando de sons
Fotografia 68: Lembrando de Sons
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Lembrando de sentimentos
Fotografia 69: Lembrando de sentimentos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
68
f) Lembrando de imagens
Fotografia 70: Lembrando de imagens
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Várias expressões
Fotografia 71: Várias expressões
Fonte: da conteudista.
69
Você consegue identificar as mensagens que elas transmitem?
Ao conversar com um usuário de Libras, deve-se observar
o rosto e o corpo do usuário e não somente as suas mãos,
isso lhe ajudará a ampliar seu campo visual e a
compreender, sem dificuldades, o que ele quer lhe dizer!
Figura 14: Expressões faciais
Fonte: [Link]
As expressões faciais e corporais são formas naturais, quase instintivas, de
comunicação. Nas línguas orais, tanto complementam as mensagens verbais que
emitimos quanto, sozinhas, conseguem substituir as palavras.
Na Libras, sua função não é muito diferente. Mas, pela modalidade
visuoespacial da língua, elas ganham posição destacada, pois substituem a
70
entonação da voz na pontuação das sentenças interrogativas, exclamativas,
afirmativas e negativas, expressam o grau dos adjetivos, ou ainda podem ser de
natureza afetiva. Um sinal sem o acompanhamento da expressão facial perde parte
de seu significado ou pode tê-lo completamente alterado em função da natureza da
expressão facial empregada.
Veja algumas expressões faciais/corporais executadas com cada palavra
sinalizada:
a) Desculpa
Fotografia 72: Desculpa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
71
b) Pensar
Fotografia 73: Pensar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Namorar
Fotografia 74: Namorar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
72
d) Bobo
Fotografia 75: Bobo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Triste
Fotografia 76: Triste
Fonte: SCD/EaD/Segen.
73
f) Rir
Fotografia 77: Rir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Conhecer
Fotografia 78: Conhecer
Fonte: SCD/EaD/Segen.
74
h) Casa
Fotografia 79: Casa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Amigo
Fotografia 80: Amigo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
75
j) Brincar
Fotografia 81: Brincar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Vida
Fotografia 82: Vida
Fonte: SCD/EaD/Segen.
76
l) I Love You
Fotografia 83: I Love You
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Percebam que cada palavra sinalizada necessita de uma expressão específica.
Se não fosse dessa forma, não faria sentido sinalizar que estava triste, mas com a
expressão facial de sorriso.
As expressões abaixo determinam o grau de intensidade com que a mensagem
deve ser transmitida.
77
a) Normal
Fotografia 84: Normal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Intenso
Fotografia 85: Intenso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
78
c) Muito Intenso
Fotografia 86: Muito Intenso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
2.1.2 Configuração de mão
A configuração de mão é a unidade mínima de realização do sinal, é o seu ponto
de partida. Nas línguas orais, a unidade mínima da palavra é o fonema; nas línguas
de sinais, é a configuração de mão, que são os diversos formatos que uma ou as duas
mãos assumem para iniciar a produção do sinal.
Em muitos casos, a configuração da mão assume o formato das letras do
alfabeto digital, mas há outros formatos, originados a partir de uma pesquisa 1 realizada
com surdos das principais capitais brasileiras.
Ao todo, são 64 configurações de mãos catalogadas. Veja o quadro abaixo.
79
Figura 15: Configurações de mãos catalogadas
Fonte: Dicionário de Libras, Tanya Felipe, Versão 2.0 – 2005
80
2.1.3 Ponto de articulação
O ponto de articulação é o espaço em frente ao corpo, ou em uma região do
próprio corpo onde os sinais são executados. Os sinais podem ser articulados em
espaço neutro, isto é, diante do corpo, próximos ou em espaço não neutro, ou seja,
tocando uma região dele (cabeça, ombros, peito, cintura...).
Vejamos as imagens abaixo, para melhor compreensão:
Fotografia 87: Espaço Neutro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
a) Amar
Fotografia 88: Amar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
81
b) Laranja
Fotografia 89: Laranja
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Aprender
Fotografia 90: Aprender
Fonte: SCD/EaD/Segen.
82
Veja, no exemplo acima, como a mudança do ponto de articulação pode ser
determinante para o significado do sinal. Nos três casos, a configuração da mão é a
mesma e o movimento também, porém como ponto de articulação é diferente, o
significado se altera drasticamente.
Segue mais alguns exemplos de diferentes configurações de mão e de pontos
de articulação.
a) Espaço neutro
Fotografia 91: Espaço Neutro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
83
b) Trabalhar
Fotografia 92: Trabalhar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Brincar
Fotografia 93: Brincar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
84
d) Paquerar
Fotografia 94: Paquerar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Esquecer
Fotografia 95: Esquecer
Fonte: SCD/EaD/Segen.
85
f) Aprender
Fotografia 96: Aprender
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Decorar
Fotografia 97: Decorar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
86
2.1.4 Movimento
Os sinais podem ter movimento ou não. Os movimentos envolvem um conjunto
complexo de formas, posições e direções, que podem ser: em linha reta, curva e
circular, realizados no espaço ou sobre o corpo.
Têm movimento
a) Rir
Fotografia 98: Rir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Chorar
Fotografia 99: Chorar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
87
c) Conhecer
Fotografia 100: Conhecer
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Não têm movimento
a) Ajoelhar
Fotografia 101: Ajoelhar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
88
b) Em pé
Fotografia 102: Em Pé
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Sentar
Fotografia 103: Sentar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
89
2.1.5 Direcionalidade ou orientação do sinal
Durante a realização do sinal, a palma da mão assume uma direção: virada
para cima, para baixo, para frente, para direita, para esquerda e/ou para o corpo.
A inversão da direção de um sinal pode significar oposição, contrário
(abrir/fechar, subir/descer) ou mesmo concordância número-pessoal. Veja o exemplo.
RÁPIDO
Fotografia 104: Rápido
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Na execução do sinal de RÁPIDO, acima, a direção do sinal é da direita para a
esquerda.
90
Veja mais alguns exemplos de direcionalidade:
a) Ir
Fotografia 105: Ir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Vir
Fotografia 106: Vir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
91
c) Subir
Fotografia 107: Subir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Descer
Fotografia 108: Descer
Fonte: SCD/EaD/Segen.
92
e) Acender
Fotografia 109: Acender
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Apagar
Fotografia 110: Apagar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
93
g) Abrir
Fotografia 111: Abrir
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Fechar
Fotografia 112: Fechar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
94
Aula 03 - Hora da prática
Apresentamos até aqui uma síntese sobre as políticas inclusivas,
acessibilidade e cidadania, legislação vigente e também sobre os Parâmetros da
Libras para poder facilitar o entendimento na realização dos sinais. Agora vamos para
a parte prática do módulo, iremos ampliar os conhecimentos linguísticos aprendendo
os sinais básicos para saudações, cumprimentos, familia, estado civil, adjetivos e
cores.
É sempre importante relembrar que a Libras é uma
língua viva como qualquer outra, e está em constante
mudança, melhorando e incorporando novos sinais!
3.1. Exercitando os parâmetros básicos e aumentando o vocabulário de Libras
Saudações e Cumprimentos
Vamos lá:
a) Meu nome é...
Fotografia 113: Meu nome é...
Fonte: SCD/EaD/Segen.
95
b) Seu nome?
Fotografia 114: Seu nome?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Meu sinal
Fotografia 115: Meu sinal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
96
d) Qual o seu sinal?
Fotografia 116: Qual o seu sinal?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Bom dia
Fotografia 117: Bom dia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
97
f) Boa tarde
Fotografia 118: Boa tarde
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Boa noite
Fotografia 119: Boa noite
Fonte: SCD/EaD/Segen.
98
h) Oi
Fotografia 120: Oi
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Tudo bem!
Fotografia 121: Tudo Bem!
Fonte: SCD/EaD/Segen.
99
j) Bem-vindo
Fotografia 122: Bem-vindo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Muito obrigado
Fotografia 123: Muito obrigado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
100
l) De nada
Fotografia 124: De nada
Fonte: SCD/EaD/Segen.
m) Desculpa
Fotografia 125: Desculpa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
101
n) Prazer em te conhecer
Fotografia 126: Prazer em te conhecer
Fonte: SCD/EaD/Segen.
o) Bom almoço
Fotografia 127: Bom Almoço
Fonte: SCD/EaD/Segen.
102
p) Bom trabalho
Fotografia 128: Bom trabalho
Fonte: SCD/EaD/Segen.
q) Até amanhã
Fotografia 129: Até amanhã
Fonte: SCD/EaD/Segen.
103
r) Boa sorte
Fotografia 130: Boa sorte
Fonte: SCD/EaD/Segen.
s) Boas férias
Fotografia 131: Boas Férias
Fonte: SCD/EaD/Segen.
104
t) Bom passeio
Fotografia 132: Bom passeio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
u) Feliz Aniversário!
Fotografia 133: Feliz aniversário
Fonte: SCD/EaD/Segen.
105
v) Feliz Natal!
Fotografia 134: Feliz Natal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
w) Com licença!
Fotografia 135: Com Licença
Fonte: SCD/EaD/Segen.
106
x) Que legal!
Fotografia 136: Que legal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
y) Tchau!
Fotografia 137: Tchau
Fonte: SCD/EaD/Segen.
107
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja as Saudações e Cumprimentos.
[Link]
Agora vamos estudar os membros da família!
Família
a) Família
Fotografia 138: Família
Fonte: SCD/EaD/Segen.
108
b) Bebê
Fotografia 139: Bebê
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Criança
Fotografia 140: Criança
Fonte: SCD/EaD/Segen.
109
d) Menino
Fotografia 141: Menino
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Menina
Fotografia 142: Menina
Fonte: SCD/EaD/Segen.
110
f) Jovem
Fotografia 143: Jovem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Mulher
Fotografia 144: Mulher
Fonte: SCD/EaD/Segen.
111
h) Homem
Fotografia 145: Homem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Mãe
Fotografia 146: Mãe
Fonte: SCD/EaD/Segen.
112
j) Pai
Fotografia 147: Pai
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Filho
Fotografia 148: Filho
Fonte: SCD/EaD/Segen.
113
l) Filha
Fotografia 149: Filha
Fonte: SCD/EaD/Segen.
m) Irmã
Fotografia 150: Irmã
Fonte: SCD/EaD/Segen.
114
n) Irmão
Fotografia 151: Irmão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
o) Tio
Fotografia 152: Tio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
115
p) Tia
Fotografia 153: Tia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
q) Primo
Fotografia 154: Primo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
116
r) Prima
Fotografia 155: Prima
Fonte: SCD/EaD/Segen.
s) Avô
Fotografia 156: Avô
Fonte: SCD/EaD/Segen.
117
t) Avó
Fotografia 157: Avó
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja como falar os integrantes da Família
em libras.
[Link]
118
Vamos estudar alguns Adjetivos:
Adjetivos
a) Vazio
Fotografia 158: Vazio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Cheio
Fotografia 159: Cheio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Pesado
119
Fotografia 160: Pesado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Leve
Fotografia 161: Leve
Fonte: SCD/EaD/Segen.
120
e) Difícil
Fotografia 162: Difícil
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Fácil
Fotografia 163: Fácil
Fonte: SCD/EaD/Segen.
121
g) Medo
Fotografia 164: Medo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Coragem
Fotografia 165: Coragem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
122
i) Doente
Fotografia 166: Doente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Saudável
Fotografia 167: Saudável
Fonte: SCD/EaD/Segen.
123
k) Áspero
Fotografia 168: Áspero
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Liso
Fotografia 169: Liso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
124
m) Baixo
Fotografia 170: Baixo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
n) Alto
Fotografia 171: Alto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
125
o) Bom
Fotografia 172: Bom
Fonte: SCD/EaD/Segen.
p) Mau/Mal
Fotografia 173: Mau/Mal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
126
q) Caro
Fotografia 174: Caro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
r) Barato
Fotografia 175: Barato
Fonte: SCD/EaD/Segen.
127
s) Pouco
Fotografia 176: Pouco
Fonte: SCD/EaD/Segen.
t) Muito
Fotografia 177: Muito
Fonte: SCD/EaD/Segen.
128
u) Limpo - Casa
Fotografia 178: Limpo – Casa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
v) Limpo - higiene
Fotografia 179: Limpo-higiene
Fonte: SCD/EaD/Segen.
129
w) Sujo
Fotografia 180: Sujo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
x) Quente
Fotografia 181: Quente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
130
y) Frio
Fotografia 182: Frio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
z) Grande
Fotografia 183: Grande
Fonte: SCD/EaD/Segen.
131
aa) Pequeno
Fotografia 184: Pequeno
Fonte: SCD/EaD/Segen.
bb) Ignorante
Fotografia 185: Ignorante
Fonte: SCD/EaD/Segen.
132
cc) Inteligente
Fotografia 186: Inteligente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
dd) Triste
Fotografia 187: Triste
Fonte: SCD/EaD/Segen.
133
ee) Alegre
Fotografia 188: Alegre
Fonte: SCD/EaD/Segen.
ff) Feliz
Fotografia 189: Feliz
Fonte: SCD/EaD/Segen.
134
gg) Bonito
Fotografia 190: Bonito
Fonte: SCD/EaD/Segen.
hh) Feio
Fotografia 191: Feio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
135
ii) Magro
Fotografia 192: Magro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
jj) Gordo
Fotografia 193: Gordo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
136
kk) Forte
Fotografia 194: Forte
Fonte: SCD/EaD/Segen.
ll) Fraco
Fotografia 195: Fraco
Fonte: SCD/EaD/Segen.
137
mm) Duro
Fotografia 196: Duro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
nn) Mole
Fotografia 197: Mole
Fonte: SCD/EaD/Segen.
138
oo) Preso
Fotografia 198: Preso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
pp) Livre
Fotografia 199: Livre
Fonte: SCD/EaD/Segen.
139
qq) Mau cheiro
Fotografia 200: Mau cheiro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
rr) Cheiroso
Fotografia 201: Cheiroso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
140
ss) Velho
Fotografia 202: Velho
Fonte: SCD/EaD/Segen.
tt) Novo
Fotografia 203: Novo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
141
uu) Nervoso
Fotografia 204: Nervoso
Fonte: SCD/EaD/Segen.
vv) Calmo
Fotografia 205: Calmo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
142
ww) Verdade
Fotografia 206: Verdade
Fonte: SCD/EaD/Segen.
xx) Mentira
Fotografia 207: Mentira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
143
yy) Escuro
Fotografia 208: Escuro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
zz) Claro
Fotografia 209: Claro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
144
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja alguns adjetivos.
[Link]
[Link]
Na Libras, os adjetivos podem variar de acordo com a
intensidade da característica no momento da sinalização.
145
Agora vamos estudar as cores:
Cores
a) Cores
Fotografia 210: Cores
Fonte: SCD/EaD/Segen.
146
b) Vermelha
Fotografia 211: Vermelha
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Roxa
Fotografia 212: Roxa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
147
d) Cinza
Fotografia 213: Cinza
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Marrom
Fotografia 214: Marrom
Fonte: SCD/EaD/Segen.
148
f) Branca
Fotografia 215: Branca
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Laranja
Fotografia 216: Laranja
Fonte: SCD/EaD/Segen.
149
h) Preta
Fotografia 217: Preta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Rosa
Fotografia 218: Rosa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
150
j) Azul
Fotografia 219: Azul
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Amarelo
Fotografia 220: Amarelo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
151
l) Verde
Fotografia 221: Verde
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja as cores em libras.
[Link]
152
Finalizando...
Neste módulo você estudou que:
• A Libras tem como base cinco parâmetros: a configuração de mão, ponto de
articulação, movimento, direcionalidade e expressão facial;
• Que os parâmetros, são elementos que se combinam de forma sequencial ou
simultânea, para a composição dos sinais;
• Aprendeu também alguns sinais básicos para comunicação em diversos tipos
de situações do cotidiano, com o objetivo de aumentar o vocabulário.
153
Módulo 3 – Comunidade e cultura surda
Apresentação do Módulo
Entender as especificidades do público-alvo e a sua cultura é fundamental
para se comunicar da melhor forma, realizando abordagens /atendimentos acessíveis.
Abordaremos dicas de como realizar uma abordagem de rotina com uma pessoa
surda. E na parte prática do módulo, você ampliará seus conhecimentos linguísticos
aprendendo os sinais básicos de clima, advérbios, profissões, documentos, o sistema
pronominal, vestuário, objetos de casa, alimentos e bebidas
Objetivos do Módulo
Ao final do estudo deste módulo, você será capaz de:
• Compreender a existência de uma cultura surda sobre a qual os indivíduos
surdos constroem sua identidade;
• Identificar tipos de deficiências associadas a surdez;
• Entender a realidade dos surdos brasileiros em relação à condução de
veículos;
• Definir o papel do intérprete de língua de sinais;
• Ampliar o vocabulário em Libras.
Estrutura do Módulo
Este Módulo esta dividido em:
Aula 1: Cultura Surda.
Aula 2: Quem é o intérprete de língua de sinais?
154
Aula 3: Hora da prática.
Aula 4: Ampliando seu vocabulário.
155
Assista ao vídeo a seguir e verifique como o atendimento a uma ocorrência pode
ser efetivo e alcançar os resultados esperados quando se tem conhecimento,
ainda que básico, da Língua Brasileira de Sinais e dos aspectos da cultura
surda.
[Link]
Melhor assim não, é?
156
Aula 1 - Cultura Surda
A cultura surda engloba diversos elementos de sua vivência, desde os mais
corriqueiros do dia a dia, até os do grupo social do qual fazem parte. A privação do
sentido da audição não inviabiliza a interação social ou a produção cultural das
pessoas surdas. A Libras faz o papel principal que toda linguagem desenvolve:
conectar pessoas e permitir que comunicações sejam feitas, que o mundo seja
apreendido pelos surdos por meio da linguagem e que essa experiência se dê de
forma completa.
Por quase cem anos (1880 -1970), ficaram proibidas as
línguas de sinais na educação, em todo o mundo, por
considerarem que o melhor para as pessoas surdas seria
seguir uma cultura única, aplicando o modelo ouvintista, o
qual o surdo se anulava como uma pessoa possuidora de
cultura e identidade para ser submetido a aprender a
oralizar sem ouvir. Os surdos que não se adaptavam ao
oralismo eram considerados retardados.
Durante esse período as pessoas surdas tinham suas
mãos amarradas, eram castigadas caso fossem pegas
usando a Língua de Sinais. Foi nesse período que as
associações tiveram um papel fundamental para as pessoas
surdas, pois lá, eles conseguiam realizar atividades de lazer,
de cultura, políticas e sociais fazendo uso da Língua de
Sinais.
Portanto, é fundamental considerar e até mesmo explorar como fator facilitador
a este trabalho, que neste processo instrutivo, inevitavelmente, se conheça a cultura
surda e como é organizada a comunidade surda.
157
Figura 16: Reflita!
Fonte: da autora; SCD/EaD/Segen
As comunidades surdas estão espalhadas pelo país, possuindo diferenças em
relação aos hábitos, vestuários, situações socioeconômicas e, claro, variações
linguísticas regionais. Essas comunidades abrangem sujeitos surdos, pessoas com
deficiência auditiva, os familiares dos surdos, tradutores e intérpretes da Língua
Brasileira de Sinais e demais pessoas que trabalham ou socializam com pessoas
surdas.
De acordo com a WFD (Federação Mundial dos Surdos,
na sigla em inglês), cerca de 80% das pessoas surdas do
mundo, são analfabetos nas línguas escritas.
Verificamos que a língua de sinais é um elemento identificatório social dos
Surdos em um mundo ouvinte. Dessa forma, entende-se que a comunidade surda
estabelece a existência heterogênea de identidades na sociedade. Podemos
encontrar pessoas com deficiência auditiva que fazem uso de aparelho auditivo e
surdos que se identificam com a língua de sinais e ainda existe pessoas surdas que
não aderem e/ou resistem a Libras, essas preferem ser tratadas como ouvintes e
fazem uso do aparelho auditivo, mesmo tendo dificuldade de ouvir com clareza.
Pessoa surda com outros tipos de deficiências
Procuramos destacar algumas deficiências
158
associadas a surdez, nao se limitando a essas, mas com
objetivo de expôr algumas delas, com as quais você,
enquanto profissional, pode vir a se deparar, e assim poder
realizar abordagens de acordo com a necessidade do
indivíduo, lembrando sempre que o objetivo desse curso é
promover a inclusão social, favorecendo a acessibilidade na
comunicação.
• Surdez com deficiência intelectual leve ou severa;
• Surdez com distúrbios neurológicos, de conduta e
emocionais;
• Surdez com deficiência física (leve ou severa);
• Surdez com Transtorno do Espectro Autista.
A comunidade surda apresenta características particulares, dentre elas
chamamos a atenção para uma, costuma-se atribuir um sinal pessoal para os seus
novos membros, sejam eles ouvintes ou surdos, essa atribuição só poder ser dada
por uma pessoa surda e trata-se de um batizado, este sinal nunca deverá ser mudado,
mesmo que a característica que faz referência ao sinal não exista mais, por exemplo:
um piercing no nariz.
De acordo com Quadros e Karnopp (2011, p.42 e 43), destacamos algumas
referências que podem ser usadas para atribuir um sinal, são elas:
Aparência física: altura, cabelo, rosto, olhos, bochechas, sobrancelhas,
marcas de nascença...
Uso constante de objetos: colares, brincos, piercings, microfone, óculos...
Comportamento constante: mexer no cabelo de determinada forma, colocar
a mão no rosto, coçar a cabeça, sorrir...
O que a pessoa gosta de fazer: jogar futebol, andar de skate, beber, comer,
passear...
159
É imprescindível ter tais conhecimentos, além da prática em si, para estar
preparado a atender, de uma melhor forma, as necessidades da comunidade surda.
Isso promoverá uma melhor compreensão e proporcionará maneiras mais eficientes
de comunicação com os envolvidos.
Veja algumas CURIOSIDADES!
• A língua de sinais pode expressar quaisquer conceitos, sendo eles concretos
ou abstratos;
• A cada necessidade, surge um novo sinal;
• A Libras possui gramática própria;
• As línguas de sinais não são universais;
• A maior parte das crianças surdas nascem em famílias ouvintes;
• Na Libras podemos encontrar variações regionais, sociais e mudanças
históricas;
• Expressões artísticas que podemos encontrar na comunidade surda, são elas:
poesia, piadas, literatura infantil, clássicos, fábulas, contos, romances; lendas,
peça teatral, filmes de curta e longa duração, animações, pinturas, artesanato
e outros.
1.1 Dicas de como realizar uma abordagem a uma pessoa com deficiência auditiva:
✓ Falar de frente, pausadamente e de forma clara, pois uma boa
articulação facilita a leitura labial pelas pessoas com deficiência auditiva;
✓ Não é necessário gritar ou exagerar na articulação;
✓ Falar baixo também atrapalha;
✓ Utilize a comunicação visual, se você sabe, mesmo que poucos sinais,
use-os! Não se envergonhe de apontar, desenhar, escrever ou dramatizar;
✓ É preciso usar a expressão facial e corporal;
160
Tenha calma se você não entender o que uma pessoa surda está falando e
peça para repetir. Caso a pessoa surda não lhe compreenda, utilize caneta e
papel e escreva palavras objetivas de fácil entendimento para efetivar a
comunicação.
1.2 Qual é a realidade dos surdos brasileiros em relação à condução de veículos?
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estastística – IBGE, em
pesquisa realizada em 2019, existem cera de 6 milhões de pessoas com perca
auditiva no Brasil.
O Código de Trânsito Brasileiro – CTB, dispõe sobre as regras para a
habilitação de condutores surdos, entre as quais a que as pessoas com perda auditiva
de até 40dB podem dirigir motocicletas e carros de passeio para até oito passageiros.
Cidadãos com perca auditiva, podem através dos DETRAN’s solicitarem a
Carteira Nacional de Habilitação Especial – CNH Especial, que tem o mesmo modelo
e valor da CNH comum. Para obter a CNH Especial, o cidadão deve ser aprovado em
exames médicos e psicotécnicos próprios para deficientes, em clínicas credenciadas
pelos DETRAN’s, que comprovem a capacidade auditiva e as habilidades para dirigir.
Em seguida o cidadão após aprovado nos exames médicos, deve procurar uma
auto escola especializada para deficientes auditivos, que contam com funcionários
habilitados na comunicação através da Libras.
IMPORTANTE!
Para tirar a CNH Especial, é permitido o uso de aparelhos e/ou prótese
auditiva.
E como surdos não estão livres de passar por apuros no trânsito, assista
ao vídeo a seguir e perceba a necessidade de os agentes de segurança pública
terem conhecimento de comunicação básica em Libras.
161
Em Marituba, durante abordagem a um condutor surdo, o
agente de trânsito Denilson Maia chamou atenção ao se
comunicar usando a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Assista ao vídeo:
[Link]
162
Aula 2 - Quem é o intérprete de língua de sinais?
Segundo Quadros (2007, p.27) o intérprete de língua de sinais é o profissional
capacitado que:
“domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é
qualificado para desempenhar a função do intérprete.”
Assim, o intérprete é a pessoa que não só tem domínio da língua de sinais,
como é necessário que se conheça a língua utilizada no país.
O profissional tradutor/intérprete de Libras (TILS) é regulamentando pela Lei nº
12.319, de 01 de setembro de 2010, disponível em
<[Link] Esta lei regulamenta e
determina o fazer interpretativo e tradutório do profissional destacando no Art. 7º que:
“O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico,
zelando pelos valores éticos a ela inerentes, pelo respeito à
pessoa humana e à cultura do surdo [...]” (BRASIL, 2010).
E mais, neste mesmo artigo explica a postura necessária para este profissional
expressando que o mesmo deve ter: imparcialidade, compostura, sigilo no agir e
principalmente “o conhecimento das especificidades da comunidade surda”. (BRASIL,
2010).
O profissional tradutor intérprete deverá ser fluente em LIBRAS e Português e
ter qualificação específica em processos de interpretação de língua de sinais, atuando
em situações formais como: escolas, palestras, reuniões técnicas, igrejas, fóruns
judiciais, programas de televisão, etc. O fato da Libras ser uma língua viva, a tarefa
de traduzir e interpretar diversos assuntos é exaustivo e difícil, demandando o
enriquecimento do vocabulário, capacitações e interações sociais com o público surdo
constantemente.
163
ATENÇÃO!!
• No ato da interpretação, o profissional intérprete precisa estar atento
a mensagem passada pelo enunciador, para compreender o conteúdo
e assim garantir o papel fundamental do acesso a informação a
pessoa surda.
• No ato da interpretação, não interfira no trabalho do intérprete, por
mais que você considere-se capaz em Língua de Sinais. A decisão de
como interpretar, a velocidade, em que posição e em que momento,
cabe aos profissionais intérpretes. As interferências interrompem o
processo mental e físico do ato de interpretar, nem sempre são
oportunas e ocasionam a perda de informação.
2.1 Conceito do termo: tradutores intérpretes de libras (TILS)
Alguns autores defendem que os termos tradutor e intérprete se
complementam, pois buscam a integridade do conteúdo, não ocorrendo perda do
sentido. Já outros autores defendem que a atuação do tradutor e intérprete são
totalmente distintos. Diante disso, explicaremos abaixo o conceito de cada termo.
O uso da expressão “Tradutores de Libras”, se dá pelo fato de converter
textos escritos em português para o texto escrito em Língua Brasileira de Sinais
(SignWriting) e da Língua Brasileira de Sinais (SignWriting) para o português.
Nesse contexto de tradutor, existe uma outra modalidade de tradutores virtuais,
chamados avatares que falaremos mais no módulo 4. Eles convertem texto para
Língua Brasileira de Sinais. Tornando acessivel a comunicação entre ouvintes com
pessoas surdas, em casos que não haja um intérprete de Libras ou uma pessoa que
conheça a Libras para intermediar a comunicação.
Já a expressão “Intérprete de Libras” é utilizada por fazer o profissional, no
momento de uma interpretação, contextualizar e transmitir o conteúdo nas
modalidades oral-auditiva (português falado) para a visual-espacial (línguas
164
sinalizadas - Libras) de forma neutra e fiel, se atendo a essência buscada pelo
enunciador.
O SignWriting é um sistema de escrita para escrever línguas de
sinais. Essa escrita expressa as configurações de mãos, os
movimentos, as expressões faciais e os pontos de articulação das
línguas de sinais. Já são mais de 35 países que utilizam esse
sistema de SignWriting em escolas, universidades, associações e
áreas ligadas à comunidade surda.
O SignWriting pode registrar qualquer língua de sinais do mundo
sem passar pela tradução da língua falada. Cada língua de sinais
vai adaptá-lo a sua própria ortografia.
[Link]
signwriting/
165
Aula 3 – Hora da Prática
Bom, esperamos que você tenha gostado de saber mais sobre a cultura surda,
de alguns aspectos relacionados a condução veicular por pessoas com deficiência
auditiva e esteja animado para aprender um pouco mais sobre a Libras. Exercitando
os sinais básicos de clima, advérbios, profissões, documentos, o sistema pronominal,
vestuário, objetos de casa, alimentos e bebidas.
Clima
a) Arco-íris
Fotografia 222: Arco-Íris
Fonte: SCD/EaD/Segen.
166
b) Calor
Fotografia 223: Calor
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Chover (forte)
Fotografia 224: Chover (forte)
Fonte: SCD/EaD/Segen.
167
d) Chover (pouco)
Fotografia 225: Chover (pouco)
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Estrela
Fotografia 226: Estrela
Fonte: SCD/EaD/Segen.
168
f) Frio
Fotografia 227: Frio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Furacão
Fotografia 228: Furacão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
169
h) Garoa
Fotografia 229: Garoa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Neblina
Fotografia 230: Neblina
Fonte: SCD/EaD/Segen.
170
j) Neve
Fotografia 231: Neve
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Nublado
Fotografia 232: Nublado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
171
l) Nuvem
Fotografia 233: Nuvem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
m) Raio
Fotografia 234: Raio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
172
n) Sol
Fotografia 235: Sol
Fonte: SCD/EaD/Segen.
o) Terremoto
Fotografia 236: Terremoto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
173
p) Tornado
Fotografia 237: Tornado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
q) Trovão
Fotografia 238: Trovão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
174
r) Vento (forte)
Fotografia 239: Vento (forte)
Fonte: SCD/EaD/Segen.
s) Vento
Fotografia 240: Vento
Fonte: SCD/EaD/Segen.
175
t) Vento (fraco)
Fotografia 241: Vento-fraco
Fonte: SCD/EaD/Segen.
u) Redemoinho de vento
Fotografia 242: Redemoinho de vento
Fonte: SCD/EaD/Segen.
176
Advérbio
Tipos de Adverbios em libras:
a) Hoje
Fotografia 243: Hoje
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Amanhã
Fotografia 244: Amanhã
Fonte: SCD/EaD/Segen.
177
c) Ontem
Fotografia 245: Ontem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Anteontem
Fotografia 246: Anteontem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
178
e) Diariamente
Fotografia 247: Diariamente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Manhã
Fotografia 248: Manhã
Fonte: SCD/EaD/Segen.
179
g) Tarde
Fotografia 249: Tarde
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Noite
Fotografia 250: Noite
Fonte: SCD/EaD/Segen.
180
i) Madrugada
Fotografia 251: Madrugada
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Passado
Fotografia 252: Passado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
181
k) Presente
Fotografia 253: Presente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Futuro
Fotografia 254: Futuro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
182
m) Sempre
Fotografia 255: Sempre
Fonte: SCD/EaD/Segen.
n) Antes
Fotografia 256: Antes
Fonte: SCD/EaD/Segen.
183
o) Depois
Fotografia 257: Depois
Fonte: SCD/EaD/Segen.
p) Rápido
Fotografia 258: Rápido
Fonte: SCD/EaD/Segen.
184
q) Demorado/Devagar
Fotografia 259: Demorando/Devagar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
r) Cedo
Fotografia 260: Cedo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
185
s) Atrasado
Fotografia 261: Atrasado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
t) Todos os dias
Fotografia 262: Todos os dias
Fonte: SCD/EaD/Segen.
186
u) Fim
Fotografia 263: Fim
Fonte: SCD/EaD/Segen.
v) Nunca
Fotografia 264: Nunca
Fonte: SCD/EaD/Segen.
187
w) Dia
Fotografia 265: Dia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
x) Semana
Fotografia 266: Semana
Fonte: SCD/EaD/Segen.
188
y) Mês
Fotografia 267: Mês
Fonte: SCD/EaD/Segen.
z) Ano
Fotografia 268: Ano
Fonte: SCD/EaD/Segen.
189
aa) Minuto
Fotografia 269: Minuto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
bb) Quem?
Fotografia 270: Quem?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
190
cc) O que faz?
Fotografia 271: O que faz?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
dd) Como?
Fotografia 272: Como?
Fonte: SCD/EaD/Segen.
191
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja os Advérbios de tempo.
[Link]
192
Agora vamos aprender um pouco sobre as profissões, confira!
Profissões
Fotografia 273: Profissões
Fonte: SCD/EaD/Segen.
a) Médico
Fotografia 274: Médico
Fonte: SCD/EaD/Segen.
193
b) Pintor
Fotografia 275: Pintor
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Enfermeira
Fotografia 276: Enfermeira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
194
d) Enfermeiro
Fotografia 277: Enfermeiro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Motorista
Fotografia 278: Motorista
Fonte: SCD/EaD/Segen.
195
f) Professor
Fotografia 279: Professor
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Policial
Fotografia 280: Policial
Fonte: SCD/EaD/Segen.
196
h) Jornalista
Fotografia 281: Jornalista
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Psicólogo
Fotografia 282: Psicólogo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
197
j) Diretor
Fotografia 283: Diretor
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Secretária
Fotografia 284: Secretária
Fonte: SCD/EaD/Segen.
198
l) Vendedor
Fotografia 285: Vendedor
Fonte: SCD/EaD/Segen.
m) Juiz
Fotografia 286: Juiz
Fonte: SCD/EaD/Segen.
199
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja as Profissões.
[Link]
Documentos
Caro aluno, vamos continuar com nosso aprendizado estudando
sobre os doumentos!
a) Documentos
Fotografia 287: Documentos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
200
b) Cartão de ônibus
Fotografia 288: Cartão de ônibus
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Cartão do SUS
Fotografia 289: Carão do SUS
Fonte: SCD/EaD/Segen.
201
d) CPF
Fotografia 290: CPF
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Carteira de Motorista
Fotografia 291: Carteira de Motorista
Fonte: SCD/EaD/Segen.
202
f) Carteira de Vacinação
Fotografia 292: Carteira de Vacinação
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Certidão de Casamento
Fotografia 293: Certidão de Casamento
Fonte: SCD/EaD/Segen.
203
h) Cartão de Banco
Fotografia 294: Cartão de Banco
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Amplie seus conhecimentos!
Assista ao vídeo e veja os Documentos.
[Link]
204
PRONOMES
A Libras também possui um sistema pronominal para representar as pessoas
do discurso. Veja a seguir!
No vídeo a seguir, você conhecerá os principais sinais do sistema pronominal
da Libras.
[Link]
Pronomes pessoais
a) Eu
Fotografia 295: Eu
Fonte: SCD/EaD/Segen.
205
b) Você
Fotografia 296: Você
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Ele/Ela
Fotografia 297: Ele/Ela
Fonte: SCD/EaD/Segen.
206
d) Eles dois
Fotografia 298: Eles dois
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Eles três
Fotografia 299: Eles três
Fonte: SCD/EaD/Segen.
207
f) Eles (mais que 3)
Fotografia 300: Eles (mais que 3)
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Nós dois
Fotografia 301: Nós dois
Fonte: SCD/EaD/Segen.
208
h) Nós três
Fotografia 302: Nós três
Fonte: SCD/EaD/Segen.
i) Nós todos
Fotografia 303: Nós todos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
209
Pronomes demonstrativos
a) Este
Fotografia 304: Este
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Esse
Fotografia 305: Esse
Fonte: SCD/EaD/Segen.
210
c) Aquele
Fotografia 306: Aquele
Fonte: SCD/EaD/Segen.
211
Pronomes Possessivos
a) Teu
Fotografia 307: Teu
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Seu
Fotografia 308: Seu
Fonte: SCD/EaD/Segen.
212
c) Dele
Fotografia 309: Dele
Fonte: SCD/EaD/Segen.
213
Aula 4 – Ampliando seu vocabulário
Caro aluno,
Esta aula é uma aula extra, a qual tem por objetivo ampliar seu
vocabulário. Aproveite cada experiência.
ALIMENTOS E BEBIDAS
O vídeo a seguir apresenta um conjunto de sinais que compõem nosso dia a
dia. São alimentos e bebidas mais presentes na mesa e no lazer dos brasileiros.
ALIMENTOS:
[Link]
BEBIDAS:
[Link]
214
Vamos começar:
a) Alimentos
Fotografia 310: Alimentos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Pão
Fotografia 311: Pão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
215
c) Manteiga
Fotografia 312: Manteiga
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Queijo
Fotografia 313: Queijo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
216
e) Pimenta
Fotografia 314: Pimenta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Ovo
Fotografia 315: Ovo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
217
g) Carne
Fotografia 316: Carne
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Frango
Fotografia 317: Frango
Fonte: SCD/EaD/Segen.
218
i) Linguiça
Fotografia 318: Linguiça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Arroz
Fotografia 319: Arroz
Fonte: SCD/EaD/Segen.
219
k) Pizza
Fotografia 320: Pizza
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Cachorro-quente
Fotografia 321: Cachorro-quente
Fonte: SCD/EaD/Segen.
220
Agora vamos ver um pouco sobre o VESTUÁRIO:
a) Vestuário
Fotografia 322: Vestuário
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Bermuda
Fotografia 323: Bermuda
Fonte: SCD/EaD/Segen.
221
c) Calça
Fotografia 324: Calça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Camisa/Camiseta
Fotografia 325: Camisa/Camiseta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
222
e) Casaco
Fotografia 326: Casaco
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Saia
Fotografia 327: Saia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
223
g) Vestido
Fotografia 328: Vestido
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Sapato
Fotografia 329: Sapato
Fonte: SCD/EaD/Segen.
224
i) Chinelo
Fotografia 330: Chinelo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Boné
Fotografia 331: Boné
Fonte: SCD/EaD/Segen.
225
k) Bolsa
Fotografia 332: Bolsa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
226
Finalizando...
Neste módulo você estudou:
• Um pouco sobre a cultura surda;
• A condição de cidadãos com deficiência auditiva utilizarem a CNH Especial;
• Novas palavras e pronomes em Libras, para aumentar o seu vocabulário.
227
Módulo 4 – Novas tecnologias de
acessibilidade e vocabulário para
segurança pública
Apresentação do Módulo
Seguindo uma tendência mundial de construção de uma cultura social inclusiva
e de aceitação das diferenças, atualmente, no Brasil, existe um conjunto de ações
afirmativas que vêm sendo implementadas, visando à promoção do acesso das
pessoas com deficiência aos direitos civis e de cidadania, como a eliminação de
barreiras comunicativas nos órgãos da administração pública.
Nesse módulo, apresentaremos alguns aplicativos para smartphones, com a
finalidade de promover e facilitar a acessibilidade em todos os aspectos da vida da
pessoa surda, através do auxílio da tecnologia assistiva, destacamos também a
importância dos Centros de Atendimento a Surdez, para a comunidade surda e para
as pessoas que trabalham com o público surdo e queiram aprofundar mais no assunto.
Além disso, você continuará ampliando seu vocabulário de Libras, estudando
os sinais básicos para comunicação, dando ênfase a situações envolvendo a
segurança pública.
Objetivos do Módulo
Este módulo tem por objetivo:
• Apresentar aplicativos acessíveis para facilitar a comunicação com a pessoa
surda;
• Valorizar a importância do Centro de Atendimento para a comunidade surda;
• Ampliar o vocabulário em Libras;
• Rememorar os conteúdos trabalhados no curso.
228
Estrutura do Módulo
Aula 1: Aplicativos de smartphones que facilitam a comunicação dos surdos;
Aula 2: Importância dos Centros de Atendimento para as Comunidades Surdas –
CAS.
Aula 3: Vocabulário voltado para a segurança pública.
Aula 4: Ampliando seu vocabulário
229
Antes de iniciarmos a nossa aula, assista ao vídeo a seguir e verifique o quão
importante é para toda a comunidade surda, quando o servidor público está preparado
para atender uma pessoa com deficiência auditiva, fazendo uso da Língua de Sinais.
[Link]
Aula 1 - Aplicativos de smartphones que facilitam a comunicação dos
surdos
No mundo atual, conectado e com tantos recursos de comunicação, são criadas
diariamente diversas ferramentas e aplicativos, para todas as situações possíveis e
imagináveis, algumas até bizarras.
Assim, com o objetivo de ampliar habilidades funcionais, permitir que pessoas
com deficiência auditiva tenham uma vida cada vez mais independente, e com isso
impactar positivamente na qualidade de vida e na autonomia. Destacamos alguns
aplicativos específicos acessíveis, tradutores virtuais também chamados de
avatares, disponíveis para smartphones, onde a pessoa surda e/ou com deficiência
auditiva, possa utilizar, tendo como objetivo a redução das barreiras comunicacionais.
Hand Talk
O Hand Talk é considerado uma das melhores alternativas para a tradução e
ensino de Libras. O aplicativo conta com “Hugo”, um intérprete 3D, que auxilia o
aprendizado e tradução de Libras, facilitando o processo de memorização dos gestos.
Outra função interessante é a capacidade de salvar expressões traduzidas para se
usar futuramente.
230
VLibras
O VLibras é outra opção recomendada, disponível para navegadores de
internet, Windows e Linux e também está presente nas plataformas iOS e Android.
Fruto de uma parceria entre o Ministério da Economia (ME), por meio da Secretaria
de Governo Digital (SGD) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o aplicativo
de código aberto oferece diversas ferramentas que visam acessibilidade, como a
tradução de textos em Libras, por exemplo. Nos celulares, ele também permite a fala
como método de entrada para obter precisão na tradução simultânea da língua de
sinais.
Rybená
É um recurso de tecnologia assistiva que está preparado para funcionar de
forma compatível com os principais navegadores, seja para computadores ou
dispositivos móveis. Com tecnologia de ponta, completamente nacional, a solução é
capaz de traduzir textos do português para LIBRAS e de converter português escrito
para voz falada no Brasil, oferecendo às pessoas com necessidades especiais a
possibilidade do entendimento dos textos na internet.
Plataforma Giulia
O Giulia, transforma os movimentos da língua de sinais em mensagens em
áudio e também traduz o que é falado para os sinais de Libras. Além da função de
tradutor, também há um chat entre os usuários e a função de chamada de emergência
(uma gravação avisa ao atendente de bombeiros, hospital ou polícia que quem chama
é surdo), alarme com luzes e de babá eletrônica (uma luz pisca quando o bebê chora
em um quarto próximo).
Esses aplicativos mostram a importância da inovação na tecnologia assistiva,
pois eles contemplam soluções de acessibilidade, que têm como finalidade auxiliar a
pessoa com deficiência auditiva e também as pessoas ouvintes que trabalham com
público, podendo em algum atendimento/abordagem defrontar-se com uma pessoa
surda, maximizando a inclusão e a acessibilidade, pois o objetivo é oportunizar
soluções para as barreiras e necessidades desse público.
231
Aula 2 - Importância dos Centros de Atendimento para as Comunidades
Surdas - CAS
Caso tenha vontade de se atualizar ou se especializar na Libras, você pode
procurar o CAS, quando achar conveniente e assim aprofundar seus conhecimentos
sobre os aspectos dessa língua inspiradora.
O CAS é um centro de referência na área da surdez para profissionais da área
educacional, familiares e comunidade em geral. O CAS conta com cerca de 30
unidades em todo o país, sendo fruto de uma parceria com as Secretarias Estaduais
de Educação.
Os cursos ministrados no CAS têm duração de um
semestre, com 60 horas/aula, sendo sempre uma vez por
semana (03 horas/aula). Os módulos para surdos e ouvintes
usuários da língua são divididos em básico 1 e 2, avançado
1 e 2, intermediário e intérprete - este último confere
certificado e é restrito a ouvintes.
2.1. A importância de estudar/conhecer a LIBRAS
Leia a reportagem em que um inspetor de polícia auxilia em atendimentos de
pessoas com surdez na região de Maracanaú e veja a importância e a diferença que
esse profissional faz na sociedade.
Reportagem de Policial Intérprete de Libras
Inspetor da Polícia Civil e intérprete de libras auxilia em atendimentos de
pessoas com surdez na região do Maracanaú.
232
Tornar a comunicação da comunidade surda com os procedimentos policiais
mais acessíveis e eficientes, aperfeiçoando o trabalho policial.
Com esse objetivo, o inspetor da Polícia Civil do Estado de Ceará (PCCE), Eliel
de Sousa Freitas, lotado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Maracanaú,
teve a iniciativa de pôr em prática seu conhecimento na Línguas Brasileiras dos Sinais
(Libras) na região do Maracanaú e adjacências, na Área Integrada de Segurança 12
(AIS 12), da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).
Ao perceber a dificuldade de comunicação de grande parte das pessoas com
deficiência auditiva, o inspetor passou a ajudá-las a se expressarem em atendimentos
nas delegacias da região. Desde 2014, Eliel, com formação acadêmica em pedagogia
e especializações como intérprete de libras, facilita essa interação. Ele também é
requisitado pelo Poder Judiciário em algumas ocasiões para auxiliar na interpretação
da linguagem dos sinais.
Quando solicitado, o inspetor acompanha as pessoas com problemas de
surdez na realização de procedimentos policiais, como boletim de ocorrência (BO),
inquérito policial (IP) e outras demandas. Em todas as oitivas, ele assina e se
responsabiliza pela interpretação. Só não pode interpretar quando ele é o condutor da
ocorrência devido à imparcialidade que a tradução requer.
Para a auxiliar de produção, Fernanda Castro (37), com deficiência auditiva, é
muito importante a presença de um policial intérprete de Libras na delegacia. “Antes
encontrava dificuldade, pois encontrava barreira na comunicação, nem entendia e
nem fazia me entender. E isso aconteceu com vários amigos surdos, que deixaram
de procurar a polícia porque não existia quem os entendesse, por isso é de suma
importância a presença do intérprete”, afirma. Já para Lidiane do Nascimento, ex-vice-
presidente da Associação dos Surdos de Maracanaú, a presença do intérprete na
Delegacia, favorece os esclarecimentos das informações repassadas e recebidas e
impede injustiças. “Muitas vezes os surdos tinham que levar familiares que não
dominam a Libras e que por algum interesse no conflito, levavam suas opiniões
pessoais e não do próprio surdo. A maioria dos surdos não domina o português escrito
e, às vezes por vergonha de admitir essa condição, assinava documentos mesmo não
233
compreendendo-os. A presença do policial intérprete traz clareza para o surdo e para
a autoridade policial”, enfatiza.
O inspetor e intérprete de libras, já recebeu uma homenagem pelo diferencial
do seu trabalho, no dia do servidor da segurança pública do município de Maracanaú.
“A presença do intérprete de Libras garante a esse público acessibilidade aos serviços
oferecidos e permite a interação com a Polícia Civil”, relata Eliel.
A Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, reconhece como meio legal de
comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais – Libras e outros recursos de
expressão a ela associados, é uma língua de natureza visual-motora, com estrutura
gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos,
oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
[Link]
atendimentos-de-pessoas-com-surdez-na-regiao-do-maracanau/
O que achou da matéria???
É muito bom ver setores públicos acessíveis, isso evidencia a importância dos
agentes de segurança pública se capacitarem na Língua Brasileira de Sinais (Libras)
e conhecerem as especificidades da pessoa com deficiência, com o objetivo de tornar
efetiva a inclusão e assim extinguir a barreira comunicacional ainda existente. Pois
estamos vivendo um amplo processo de transformação social, de aceitação e
convivência harmônica com as diferenças.
234
Aula 03: Vocabulário voltado para a segurança pública
Nessa aula você vai ver frases iniciais e corriqueiras de um
atendimento/ocorrência policial.
Frases corriqueiras em abordagem a condutor de veículos
a) Bom dia/tarde/noite cidadão;
b) Sou Policial, vou realizar uma busca pessoal em você e no seu veículo;
c) Coloque suas mãos para cima, onde eu possa ver;
d) Desça do veículo!
e) Tem mais alguém dentro do veículo?
f) Se posicione na parte de trás do veículo!
g) Vire-se de costas!
h) Mostre sua CNH e os documentos do veículo, por favor;
i) Esse veículo é seu?
j) Onde você mora?
k) Para onde está indo?
l) Qual sua profissão?
m) Esse telefone celular é seu?
n) Você tem passagem pela polícia?
o) Você está liberado, obrigado!
Assista ao vídeo com as frases corriqueiras em abordagem a condutor de
veículos!
235
Frases corriqueiras em abordagem a pedestre
a) Bom dia/tarde/noite cidadão;
b) Coloque suas mãos para cima, onde eu possa ver;
c) Sou Policial e vou realizar uma busca pessoal;
d) Vire-se de costas para mim, e entrelace os dedos sobre a nuca;
e) Apresente seus documentos;
f) Onde você mora?
g) Para onde está indo?
h) Qual sua profissão?
i) Esse telefone celular é seu?
j) Você tem passagem pela polícia?
k) Você está preso!
Assista ao vídeo com as frases corriqueiras em abordagem a pedestre!
236
Vamos aprender algumas palavras para o nosso cotidiano!
Palavras
a) Acidente de carro
Fotografia 333: Acidente de Carro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Alcoolizado
Fotografia 334: Alcoolizado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
237
c) Arma de fogo
Fotografia 335: Arma de Fogo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Ameaça
Fotografia 336: Ameaça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
238
e) Assaltante
Fotografia 337: Assaltante
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Assédio sexual
Fotografia 338: Assédio Sexual
Fonte: SCD/EaD/Segen.
239
g) Atenção
Fotografia 339: Atenção
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Autoridade
Fotografia 340: Autoridade
Fonte: SCD/EaD/Segen.
240
i) Briga
Fotografia 341: Briga
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Bullying
Fotografia 342: Bullying
Fonte: SCD/EaD/Segen.
241
k) Confusão
Fotografia 343: Confusão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Cuidado
Fotografia 344: Cuidado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
242
m) Culpa/ culpado
Fotografia 345: Culpa/Culpado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
n) Delegacia de polícia
Fotografia 346: Delegacia de Polícia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
243
o) Direitos humanos
Fotografia 347: Direitos Humanos
Fonte: SCD/EaD/Segen.
p) Juiz/ justiça
Fotografia 348: Juiz/Justiça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
244
q) Lei
Fotografia 349: Lei
Fonte: SCD/EaD/Segen.
r) Penitenciária
Fotografia 350: Penitenciária
Fonte: SCD/EaD/Segen.
245
s) Perigo
Fotografia 351: Perigo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
t) Prender/prisão
Fotografia 352: Prender/Prisão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
246
u) Roubo
Fotografia 353: Roubo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
v) Violência
Fotografia 354: Violência
Fonte: SCD/EaD/Segen.
247
Sinalização de trânsito
a) Trânsito
Fotografia 355: Trânsito
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Dirigir um Carro
Fotografia 356: Dirigir um Carro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
248
c) Carteira de Motorista
Fotografia 357: Carteira de Motorista
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Estacionar
Fotografia 358: Estacionar
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Faixa de pedestre
249
Fotografia 359: Faixa de pedestre
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Cinto de segurança
Fotografia 360: Cinto de segurança
Fonte: SCD/EaD/Segen.
250
g) Garagem
Fotografia 361: Garagem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Guarda de trânsito
Fotografia 362: Guarda de trânsito
Fonte: SCD/EaD/Segen.
251
i) Multa
Fotografia 363: Multa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Pisca alerta
Fotografia 364: Pisca alerta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
252
k) Placa: PARE
Fotografia 365: Placa: PARE
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Ponto de ônibus
Fotografia 366: Ponto de ônibus
Fonte: SCD/EaD/Segen.
253
m) Placa: PROIBIDO
Fotografia 367: Placa-PROIBIDO
Fonte: SCD/EaD/Segen.
n) Rodoviária
Fotografia 368: Rodoviária
Fonte: SCD/EaD/Segen.
254
o) Semáforo
Fotografia 369: Semáforo
Fonte: SCD/EaD/Segen.
p) Carro de bombeiro
Fotografia 370: Carro de bombeiro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
255
q) Carro de polícia
Fotografia 371: Carro de polícia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
r) Ambulância
Fotografia 372: Ambulância
Fonte: SCD/EaD/Segen.
256
s) Rua
Fotografia 373: Rua
Fonte: SCD/EaD/Segen.
t) Avenida
Fotografia 374: Avenida
Fonte: SCD/EaD/Segen.
257
u) Viaduto
Fotografia 375: Viaduto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
v) Posto de Gasolina
Fotografia 376: Posto de Gasolina
Fonte: SCD/EaD/Segen.
258
w) Delegacia
Fotografia 377: Delegacia de Polícia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
x) Longe
Fotografia 378: Longe
Fonte: SCD/EaD/Segen.
259
y) Perto
Fotografia 379: Perto
Fonte: SCD/EaD/Segen.
IMPORTANTE!
Libras é uma língua de modalidade viso-espacial, ou
seja, de estímulo visual, e a língua portuguesa de modalidade
oral-auditiva, isto é, de estímulo sonoro;
Na Libras, não existe desinência para gênero, sendo os
sinais referentes ao masculino e ao feminino uma combinação
do substantivo com o sinal de homem ou de mulher.
260
Aula 4 – Ampliando seu vocabulário
Caro aluno,
Esta aula é uma aula extra, a qual tem por objetivo ampliar seu
vocabulário. Aproveite cada experiência.
Meios de transporte
a) Meios de transporte
Fotografia 380: Meios de transportes
Fonte: SCD/EaD/Segen.
261
b) Avião
Fotografia 381: Avião
Fonte: SCD/EaD/Segen.
c) Bicicleta
Fotografia 382: Bicicleta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
262
d) Caminhão
Fotografia 383: Caminhão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
e) Carro
Fotografia 384: Carro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
263
f) Carroça
Fotografia 385: Carroça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
g) Helicóptero
Fotografia 386: Helicóptero
Fonte: SCD/EaD/Segen.
264
h) Moto
Fotografia 387: Moto
Fonte: SCD/EaD/Segen
i) Ônibus
Fotografia 388: Ônibus
Fonte: SCD/EaD/Segen.
265
j) Taxi
Fotografia 389: Táxi
Fonte: SCD/EaD/Segen.
k) Trem
Fotografia 390: Trem
Fonte: SCD/EaD/Segen.
266
l) Uber
Fotografia 391: Uber
Fonte: SCD/EaD/Segen.
267
Meios de comunicação
a) Meios de Comunicação
Fotografia 392: Meios de comunicação
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Telegrama
Fotografia 393: Telegrama
Fonte: SCD/EaD/Segen.
268
c) Televisão
Fotografia 394: Televisão
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Telefone
Fotografia 395: Telefone
Fonte: SCD/EaD/Segen.
269
e) Teatro
Fotografia 396:Teatro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Rádio
Fotografia 397: Rádio
Fonte: SCD/EaD/Segen.
270
g) Livro
Fotografia 398: Livro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Jornal
Fotografia 399: Jornal
Fonte: SCD/EaD/Segen.
271
i) Fax
Fotografia 400: Fax
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Computador
Fotografia 401: Computador
Fonte: SCD/EaD/Segen.
272
k) Cinema
Fotografia 402: Cinema
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Carta
Fotografia 403: Carta
Fonte: SCD/EaD/Segen.
273
Lugares
a) Academia
Fotografia 404: Academia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
b) Acampamento
Fotografia 405: Acampamento
Fonte: SCD/EaD/Segen.
274
c) Casa
Fotografia 406: Casa
Fonte: SCD/EaD/Segen.
d) Penitenciária
Fotografia 407: Penitenciária
Fonte: SCD/EaD/Segen.
275
e) Cinema
Fotografia 408: Cinema
Fonte: SCD/EaD/Segen.
f) Escola
Fotografia 409: Escola
Fonte: SCD/EaD/Segen.
276
g) Feira
Fotografia 410: Feira
Fonte: SCD/EaD/Segen.
h) Farmácia
Fotografia 411: Farmácia
Fonte: SCD/EaD/Segen.
277
i) Hospital
Fotografia 412: Hospital
Fonte: SCD/EaD/Segen.
j) Hotel
Fotografia 413: Hotel
Fonte: SCD/EaD/Segen.
278
k) Igreja
Fotografia 414: Igreja
Fonte: SCD/EaD/Segen.
l) Parque/Praça
Fotografia 415: Parque/Praça
Fonte: SCD/EaD/Segen.
279
m) Posto de Gasolina
Fotografia 416: Posto de Gasolina
Fonte: SCD/EaD/Segen.
n) Restaurante
Fotografia 417: Restaurante
Fonte: SCD/EaD/Segen.
280
o) Rodoviária
Fotografia 418: Rodoviária
Fonte: SCD/EaD/Segen.
p) Secretaria
Fotografia 419: Secretaria
Fonte: SCD/EaD/Segen.
281
q) Shopping
Fotografia 420: Shopping
Fonte: SCD/EaD/Segen.
r) Supermercado
Fotografia 421: Supermercado
Fonte: SCD/EaD/Segen.
282
s) Teatro
Fotografia 422: Teatro
Fonte: SCD/EaD/Segen.
Agora veja, no vídeo abaixo, os Estados brasileiros e suas capitais!
[Link]
283
Finalizando!
Nesse curso, você aprendeu tópicos linguísticos específicos da Libras, como
os cinco parâmetros, adjetivos, pronomes, advérbios e verbos, que por indicarem uma
ação específica é uma das bases de toda linguagem.
Abordamos aspectos históricos, diferença entre surdez e deficiente
auditivo, vocabulário, parâmetros básicos da Libras, aspectos legais da Libras, uma
breve explanação da cultura surda, aplicativos que facilitam a comunicação entre
ouvinte e deficiente auditivo e um vocabulário voltado ao atendimento/ocorrência
na área de segurança pública.
Vimos também através de imagens, vídeos e material complementar,
curiosidades do público-alvo, sistema numérico, família, meses, profissões,
alimentos, cores, vestuários, documentos, meios de transporte, meios de
comunicações, mais palavras e sinais para enriquecer o vocabulário. Tudo com o
objetivo de proporcionar um melhor entendimento da Libras, para que os
profissionais de segurança pública consigam se comunicar com o público surdo.
As pessoas com deficiência encontram diversos obstáculos no dia a dia, que
vão muito além do espaço físico. Os movimentos, congressos, declarações e leis
relacionadas à inclusão social e os avanços tecnológicos associados à mudança
de atitudes da sociedade, vieram facilitar as conquistas dessas pessoas, em
conviver como qualquer outra pessoa, rompendo as barreiras existentes. Pois só
com a soma de todos os esforços, somos capazes de construir uma sociedade
mais inclusiva com melhores oportunidades para todos.
284
Referências Bibliográficas:
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em: <[Link] Acesso 02 dez.
2020;
BRASIL. Lei n° 10.098, de 23 de março de 1994. Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadores de deficiência ou
com mobilidade reduzida. Disponível em:
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BRASIL. Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997. Institui o Código de Trânsito
Brasileiro. Disponível em:
<[Link] Acesso 27 nov. 2020;
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais – Libras e dá outras providências. Disponível em:
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BRASIL, Decreto nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004. Disponível
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Acesso 02 dez. 2020;
BRASIL. Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Brasília, 2010.
Disponível em: <[Link]
2010/2010/lei/[Link]#:~:text=Regulamenta%20a%20profiss%C3%A3o%20de%
20Tradutor,Art.>. Acesso 02 dez. 2020;
BRASIL. Lei n. 13.146, de 06 de jul. de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa
com Deficiência. Disponível em: [Link]
2018/2015/Lei/[Link]; Acesso 02 dez. 2020;
285
CRISTIANO, Almir. [Link]. Os cinco parâmetros da Libras. c.2018.
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19 nov. 2020.
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dez. 2020;
FIOCRUZ. Deficiência auditiva. Disponível em:
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GOMES, Mariane. Euariz. 4 principais exames que avaliam a audição.
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HONORA, Márcia. Inclusão educacional de alunos com surdez: concepção e
alfabetização: ensino fundamental, 1º ciclo Márcia Honora. São Paulo: Cortez,
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LEGISWEB. Norma Regulamentadora Nº 15 DE 06/07/1978. c.1978. Disponível em:
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<[Link]
de-libras-auxilia-em-atendimentos-de-pessoas-com-surdez-na-regiao-do-
maracanau/>. Acesso 27 nov. 2020
286
QUADROS, R.; KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
QUADROS, R.M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa. Secretaria de Educação Especial, Brasília: MEC, SEESP, 2007.
SASSAKI, Romeu Kazumi, Inclusão, Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de
Janeiro: WVA, 1997.
LINKS DOS VÍDEOS RELACIONADOS AO COTIDIANO DO SERVIDOR PÚBLICO
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• TREINAMENTO EM LIBRAS PARA POLICIAIS. Disponível em:
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