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Projeto Pedagógico: Engenharia Eletrônica

1. O documento apresenta o projeto pedagógico do curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Canoas. 2. O curso terá duração de 12 semestres, com carga horária total de 3.888 horas e 40 vagas anuais no turno noturno. 3. O projeto define os objetivos, perfil do egresso, matriz curricular, atividades complementares, estágios e infraestrutura do curso.

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Eduardo Silva
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Projeto Pedagógico: Engenharia Eletrônica

1. O documento apresenta o projeto pedagógico do curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Canoas. 2. O curso terá duração de 12 semestres, com carga horária total de 3.888 horas e 40 vagas anuais no turno noturno. 3. O projeto define os objetivos, perfil do egresso, matriz curricular, atividades complementares, estágios e infraestrutura do curso.

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DO RIO GRANDE DO SUL
Campus CANOAS
DIRETORIA DE ENSINO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE


BACHARELADO EM
ENGENHARIA ELETRÔNICA

Autorizado pela Resolução n.°002/2021-CS/IFRS

Canoas (RS), 05 de fevereiro de 2021.

1
Reitor:
Júlio Xandro Heck
E-mail: reitor@[Link]

Pró-Reitora de Administração
Tatiana Weber
E-mail: proad@[Link]

Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional


Amilton de Moura Figueiredo
E-mail: prodi@[Link]

Pró-Reitor de Ensino
Lucas Coradini
E-mail: proen@[Link]

Pró-Reitora de Extensão
Marlova Benedetti
E-mail: proex@[Link]

Pró-Reitor de Pesquisa, Pós Graduação e Inovação


Eduardo Girotto
E-mail: proppi@[Link]

Diretora - Campus Canoas


Patrícia Nogueira Hubler
E-mail: [Link]@[Link]

Diretor de Ensino – Campus Canoas


Alexandre Tadachi Morey
E-mail: de@[Link]

Diretor de Administração e Planejamento – Campus Canoas


Jair Bruschi Jr
E-mail: dap@[Link]

Coordenador de Desenvolvimento Institucional – Campus Canoas


Vitor Secretti Bertoncello
E-mail:cdi@[Link]

Coordenador de Extensão – Campus Canoas


Marcos Daniel Schmidt de Aguiar
E-mail: extensao@[Link]

Coordenadora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação – Campus Canoas


Cimara Valim de Melo
E-mail: pesquisa@[Link]

Endereço
Rua Dra. Maria Zélia Carneiro de Figueiredo, 870
Bairro Igara III
Canoas, RS
(51) 3415-8200
CEP: 94412-240

2
Site
[Link]

Área do Plano
Engenharias

Habilitação
Engenheiro(a) Eletrônico(a)

Comissão de Preparação do Plano do Curso


Adriano Armando do Amarante
Ângelo Mozart Medeiros de Oliveira
Augusto Alexandre Durgante de Mattos
Caio Graco Prates Alegretti
Claudio Enrique Fernández Rodríguez
Eduardo Meliga Pompermayer
Eliane Velasco Simões Luft
Eliandra Silva Model
Ígor Lorenzato Almeida
Joel Augusto Luft
Marcelo Luiz Pereira
Otávio Simões Mano
Ricardo Balbinot
Tuane Proença Pereira

3
SUMÁRIO 

1. Dados de Identificação 6

2. Apresentação 7

3. Histórico 8

4. Caracterização do Campus 9

5. Justificativa 11

6. Proposta Político Pedagógica do Curso 13


6.1 Objetivo Geral 13
6.2 Objetivos Específicos 14
6.3 Perfil do Curso 14
6.4 Perfil do Egresso 15
6.5 Diretrizes e Atos Oficiais 17
6.6 Formas de Ingresso 21
6.7 Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso 22
6.8 Representação Gráfica do Curso 25
6.9 Matriz Curricular 27
6.10 Programa por Componentes Curriculares 35
6.11 Atividades Curriculares Complementares (ACC) 107
6.12 Trabalho de Conclusão de Curso 108
6.13 Estágio Curricular 109
6.13.1 Estágio Curricular Obrigatório 110
6.13.2 Estágio Curricular Não Obrigatório 111
6.14 Avaliação do Processo de Ensino e de Aprendizagem 111
6.15 Educação a Distância 113
6.15.1 Atividades de Tutoria 113
6.15.2 Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem 114
6.15.3 Material Didático 115
6.15.3 Avaliação do Processo Ensino e Aprendizagem 115
6.15.4 Equipe Multidisciplinar: Coordenadoria de Educação a Distância (CEaD) e Núcleo de
Educação a Distância (NEaD) 116
6.15.5 Experiência Docente e de Tutoria na EaD 118
6.16 Critérios de Aproveitamento de Estudos e Certificação de Conhecimentos 124
6.16.1 Aproveitamento de Estudos 124
6.16.2 Certificação de Conhecimentos 125
6.17 Metodologias de Ensino 125
6.18 Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão 126
6.19 Acompanhamento Pedagógico 128
6.20 Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs 131
6.21 Política de Ações Afirmativas 132
4
6.22 Núcleos Institucionais 134
6.22.1 NAPNE – Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais
Específicas 135
6.22.2 NTA - Núcleo Tecnológico de Acessibilidade 135
6.22.3 NEABI – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas 136
6.22.4 NEPGS – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade do IFRS 137
6.22.5 NEaD - Núcleo de Educação a Distância 138
6.23 Avaliação Continuada do Curso 138
6.23.1 Avaliação interna: autoavaliação 139
6.23.2 Avaliação externa 139
6.23.3 ENADE 139
6.23.4 Avaliações do Projeto Pedagógico 140
6.24 Colegiado do Curso e Núcleo Docente Estruturante (NDE) 140
6.25 Quadro de Pessoal 141
6.25.1 Corpo Docente 141
6.25.2 Corpo Técnico Administrativo 150
6.26 Certificados e Diplomas 151
6.27 Infraestrutura 152

7. Casos Omissos 158

8. Referências 159

Anexo 1 - Regulamento dos Laboratórios 160

Anexo 2 - Regulamento das Atividades Curriculares Complementares 174

Anexo 3 - Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso 185

Anexo 4 - Regulamento do Estágio Curricular 189

Anexo 5 - Regulamento do Núcleo Docente Estruturante 198

Anexo 6 - Regulamento do Colegiado de Curso 201

5
 
1. Dados de Identificação

1.1 Denominação do curso: ENGENHARIA ELETRÔNICA


1.1.1. Rótulo CINE Brasil: 0714E08
1.2 Forma de oferta do curso: Bacharelado
1.3 Modalidade: Presencial
1.4 Habilitação: Engenheiro(a) Eletrônico(a)
1.5 Local da oferta: IFRS - Campus Canoas
Rua Dra. Maria Zélia Carneiro de Figueiredo, 870 Bairro Igara III - Canoas,
RS CEP: 92412-240 (51) 3415-8200
1.6 Turno de funcionamento: Noturno
1.7 Número de vagas: 40 vagas
1.8 Periodicidade de oferta: Anual
1.9 Carga horária total: 3888 horas
1.10 Mantida: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande
do Sul
1.11 Tempo de integralização: 12 semestres
1.12 Tempo máximo de integralização: 24 semestres
1.13 Atos de autorização e reconhecimento:
Resolução n° 002, de 05 de fevereiro de 2021, do CONSUP-IFRS, que
aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Eletrônica a ser
ofertado pelo Campus Canoas IFRS e autoriza seu funcionamento a partir do
primeiro semestre de 2021.
Autorização n° ____, de DD de MM de AAAA, do CREA-RS, que registra o
curso de Engenharia Eletrônica.
1.14 Diretor de Ensino: Alexandre Tadachi Morey
e-mail: de@[Link] Telefone: (51) 3415 – 8200
1.15 Coordenador(a) do curso: Claudio Enrique Fernández Rodríguez
e-mail: [Link]@[Link] Telefone: (51) 3415 – 8200

 
 
 

6
  
2. Apresentação

A engenharia é considerada na atualidade como uma dos pilares para o


desenvolvimento social e econômico de uma sociedade. De fato, dada a revolução
tecnológica observada nas últimas décadas, tornou-se imprescindível a uma nação
a preparação e formação de engenheiros devidamente capacitados. Estes são
capazes não somente de sustentar o crescimento econômico, mas igualmente de
fomentar esse crescimento. O crescimento vem através da inovação tecnológica,
um dos principais fatores de competitividade na nossa sociedade moderna.
Juntam-se a essas observações o fato já amplamente reconhecido de que o
Brasil forma, atualmente, um contingente de engenheiros muito inferior à sua
necessidade real (fato este indicado, por exemplo, pela Confederação Nacional da
Indústria - CNI - e pela CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do
Ensino Superior, na intenção expressa de criação de um “Plano Nacional de
Engenharia”1). De fato, estimativas2 indicam que o Brasil tem um déficit anual de
cerca de 30.000 engenheiros.
Dentro desse contexto, a criação do presente curso objetiva atender essa
demanda, particularmente com foco na Engenharia Eletrônica, dentro da grande
área da Engenharia Elétrica, considerando que o município de Canoas-RS faz parte
do arranjo produtivo local3 eletroeletrônico, de automação e controle. A formação do
Engenheiro Eletrônico visa formar um profissional com formação sólida em
conceitos de Eletrônica, Automação e áreas correlatas como Eletrotécnica,
Telecomunicações e Controle, capaz de atuar nesses setores e na indústria em
geral. Importante ressaltar, dentro dessa formação pretendida, a integração com o
perfil industrial de Canoas e da região Metropolitana de Porto Alegre, onde temos
indústrias atuando desde a criação de dispositivos eletrônicos para
telecomunicações, automação industrial e mesmo para o desenvolvimento de
dispositivos semicondutores, dando especial valor a um curso na área.
A criação deste curso ocorre também em um momento particular para a
sociedade brasileira e mundial: um momento em que o repensar do ensino
profissional e superior é reconhecido como parte fundamental da estruturação do
futuro. Faz-se cada vez mais necessária a definição dos cursos de graduação como
atendimento de uma necessidade e um anseio social, nos quais o currículo é
consequência de uma resposta verdadeira para as necessidades de uma realidade

1
Vide:
[Link]
genheiros-no-mercado
2
Vide:
[Link]
3
Vide:
[Link]
[Link]
7
em constante mudança. No Brasil, os Institutos Federais se encontram em posição
privilegiada para trazer importantes respostas a esses desafios. Ainda é importante
destacar que o Campus Canoas também oferece um curso Técnico em Eletrônica
Integrado ao Ensino Médio ao qual se somará a atual proposta, dentro do princípio
de verticalização e na possibilidade de oferecer maiores percursos formativos aos
alunos.
É neste enquadramento que se procura construir o projeto pedagógico deste
Curso de Bacharelado em Engenharia Eletrônica. Por fim, é importante enfatizar o
objetivo de oferecimento de um curso de engenharia com base em um ensino de
excelência, gratuito e integrado à comunidade na qual está inserido.

3. Histórico

O Instituto Federal do Rio Grande do Sul - IFRS, com Reitoria sediada em


Bento Gonçalves, Estado do Rio Grande do Sul, foi criado pela Lei 11.892 de 29 de
dezembro de 2008, que estabeleceu, no âmbito do sistema federal de ensino, a
Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, vinculada ao
Ministério da Educação. Por força da Lei, o IFRS é uma Autarquia Federal vinculada
ao Ministério da Educação, tendo como prerrogativas a autonomia administrativa,
patrimonial, financeira, didático científica e disciplinar. Trata-se de uma instituição de
educação superior, básica e profissional, pluricurricular e multicampi.
A presença dos campi em vários municípios, atendendo a diferentes
realidades produtivas locais e comunidades com necessidades específicas, torna o
IFRS uma instituição com o desafio de ser um dos protagonistas do
desenvolvimento socioeconômico da sociedade brasileira. Sempre norteado pelos
princípios da educação pública gratuita e de excelência, considerando-se a
impossibilidade de dissociação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Para
conquistar esse desafio, o IFRS conta com um planejamento do desenvolvimento
institucional que estabelece elementos para a sua gestão democrática e
participativa.
O IFRS é formado por vários campi, que possuem uma diversidade de
valores e necessidades na área educacional e se propõem a valorizar a educação
em todos os seus níveis. Com isso contribuem fomentando o atendimento das
demandas locais, com atenção especial às camadas sociais que carecem de
oportunidades de formação e de incentivo à inserção no mundo do trabalho. Trazer
educação de excelência, formação de recursos humanos com qualidade para perto
das comunidades é fundamental para o desenvolvimento.
Atualmente, o IFRS conta com mais de 200 opções de cursos técnicos e
superiores de diferentes modalidades. Oferece também cursos de pós-graduação e

8
dos programas do governo federal e de Formação Inicial Continuada (FIC). Tem
aproximadamente 1.020 professores e 950 técnicos-administrativos.4
O Campus Canoas do Instituto Federal do Rio Grande do Sul foi criado como
Escola Técnica Federal pela Lei nº11.534, de 25 de outubro de 2007 e, a partir da
Lei nº11.892, de 29 de dezembro de 2008, passou a integrar o Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

 
4. Caracterização do Campus

O Campus está localizado no município de Canoas, que pertence à


mesorregião metropolitana de Porto Alegre e à microrregião de Porto Alegre.
Canoas, fundada em 1939, conta com o terceiro maior produto interno bruto (PIB)
do Rio Grande do Sul e, também, comporta o segundo maior contingente
populacional da Região Metropolitana e o quarto maior do Estado, somando mais de
350 mil habitantes.
O primeiro processo seletivo ocorreu em 2010/2, no qual ingressaram alunos
para os Cursos Subsequentes de Eletrônica e Informática e para o Curso Técnico
em Manutenção e Suporte em Informática, na Modalidade Proeja. No período de
2011/1, disponibilizou-se o ingresso para os Cursos Integrados ao Ensino Médio nas
áreas de Administração e Informática e para os de Nível Superior em Automação
Industrial e Logística. O Curso Superior de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
teve a sua primeira seleção em 2012/2.
A partir de 2014, a novidade foi a oferta de vagas para dois novos cursos:
Licenciatura em Matemática e Técnico Integrado em Eletrônica, atendendo ao
estabelecido nas planilhas de metas e compromissos do Termo de Acordo de Metas
(TAM), elaborado em 2010, celebrado entre o Ministério da Educação, por
intermédio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, e o Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, para os fins de
estruturação, organização e atuação dos Institutos Federais criados pela Lei
nº11.892 de 29 de dezembro de 2008.
O Campus Canoas iniciou o ano de 2018 com a oferta dos seguintes cursos:
1. Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio;
2. Técnico em Desenvolvimento de Sistemas Integrado ao Ensino Médio;
3. Técnico em Eletrônica Integrado ao Ensino Médio;
4. Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio (em extinção);
5. Superior de Tecnologia em Logística;
6. Superior de Tecnologia em Automação Industrial;
7. Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas;

4
Disponível em: < [Link] Acesso em: 06 abr. 2018.
9
8. Técnico em Manutenção e Suporte em Informática (modalidade
PROEJA);
9. Licenciatura em Matemática.
O Campus tem também trabalhado para a expansão da oferta de cursos de
pós-graduação. No caso da modalidade lato sensu, possui em andamento o curso
de Gestão de Projetos e Inovação, iniciado em 2019. Também possui outros dois
cursos de especialização em fase de criação: Educação: Integração de Saberes e
Linguagens Contemporâneas e Ensino. Ambos têm como objetivo a formação de
professores da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Quanto à pós-graduação stricto sensu, o Campus Canoas recentemente
recebeu da Comissão Acadêmica Nacional do Profmat a recomendação de
aprovação da proposta de Mestrado em Matemática, com oferta de 10 (dez) vagas
prevista para 2021. O parecer foi encaminhado à Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e, após parecer ratificando a recomendação,
o Campus Canoas integrará a Rede Profmat e será incluído no Edital do Exame
Nacional de Acesso (ENA) do Profmat de 2021, com o compromisso de gratuidade
do programa na instituição. Pela presença da pós-graduação no Campus Canoas,
busca-se a verticalização do ensino, da pesquisa e da extensão nos eixos e cursos
existentes no IFRS.
A partir de estudo de demanda, pretende-se implantar um curso superior de
Engenharia Eletrônica, ampliando a verticalização da oferta de eixos e cursos já
existentes.
Está prevista a oferta de cursos com financiamento de órgãos públicos,
incluindo cursos para a formação continuada de professores, e a implantação
gradual de cursos na modalidade de ensino a distância.
O planejamento para oferta de novos cursos será realizado de forma
contínua e participativa, a partir do levantamento e análise de indicadores e
demandas sociais e econômicas, sendo realizado junto a (I) órgãos públicos locais,
como a Prefeitura de Canoas, através de sua Secretaria Municipal de Educação; (II)
órgãos públicos regionais como a Coordenadoria Regional de Educação e os
COREDES; (III) órgãos públicos federais como a SETEC, MEC, MCT, CAPES,
CNPq; e (IV) entidades empresariais e organizações da sociedade civil.
Por outro lado, o Campus Canoas buscará ampliar o fomento em ações e
projetos de extensão, pesquisa e inovação, ampliando sua inserção científica
tecnológica, auxiliando no desenvolvimento econômico, social e ambiental de sua
região de abrangência.
Em síntese, o desafio para os próximos anos é o atendimento das demandas
sociais e metas institucionais, através da oferta de educação de qualidade que
possibilite à comunidade do Campus pleno desenvolvimento de atividades de
ensino, pesquisa, inovação e extensão, a fim de cumprir com a missão do IFRS.

10
 
5. Justificativa

De acordo com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), o Brasil forma


anualmente, em média, 32 mil engenheiros, porém temos uma demanda de 70 mil
engenheiros formados. Segundo estes mesmos dados, países como a China
formam 400 mil engenheiros enquanto a Índia forma em torno de 250 mil.
Atualmente temos em média 6 engenheiros formados para cada 100 mil habitantes.
O ideal seria 25 engenheiros para cada 100 mil habitantes segundo a Agência
Brasileira de Inovação/Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Países
desenvolvidos, a exemplo do Japão e Estados Unidos, possuem esta quantidade,
enquanto a França apresenta 15 engenheiros. A atuação de engenheiros tem papel
fundamental para países em desenvolvimento como o Brasil. Segundo o Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) o Brasil não corre o risco de apagão de
profissionais de engenharia mas precisa incrementar o número de vagas para a
Engenharia. A seguir cita-se a conclusão do artigo:

“… Queremos, contudo, deixar claro que a não existência de gargalos não


significa absolutamente que não haja necessidade de ampliar os
investimentos na ampliação do ensino de engenharia, particularmente nas
universidades públicas. Como mostramos no início do texto, a engenharia
está intimamente ligada ao desenvolvimento econômico e à inovação e o
Brasil apresenta baixo índice de engenheiros por habitante ou por formados
no ensino superior. Ademais, a formação em engenharia capacita a pessoa a
inúmeras atividades, dentro ou fora daquelas chamadas típicas. Ao contrário
do que alguns dizem, não consideramos como problema ter engenheiros
trabalhando em bancos, em empresas de serviço, em empresas de
consultoria, na produção de pesquisas e textos sobre engenheiros etc.: o
problema maior é não ter engenheiros e ter uma economia que pouco
necessite deles.”

A área de engenharia elétrica é composta de vários cursos de bacharelado


específicos e com atuação profissional bastante distinta. Neste sentido, podemos
citar os seguintes cursos existentes na região metropolitana de Porto Alegre:
engenharia eletrotécnica, de sistemas digitais, automação e controle, computação,
energia e telecomunicações. Várias instituições de ensino superior públicas e
privadas ofertam vagas anualmente divididas nestes cursos citados. Após estudo
efetuado pelo grupo de trabalho de elaboração do curso, detalhado no Relatório de
Desenvolvimento Institucional, chegou-se à conclusão que a oferta de vagas
públicas se limita a um quarto do total de vagas ofertadas. Se considerarmos o
curso específico de engenharia eletrônica, podemos dizer que não existem vagas
públicas sendo ofertadas em curso com este perfil.

11
Do ponto de vista da verticalização da oferta de cursos nesta área no
Campus Canoas, hoje, ela é promovida com a oferta de um Curso Superior de
Tecnologia em Automação Industrial (CSTAI), o qual se pretende substituir pelo
curso de Engenharia proposto. Embora a avaliação do CSTAI do Campus Canoas
seja positiva, a oferta de tais cursos têm se reduzido no Brasil. A inclusão do curso
5
no correspondente Ciclo Avaliativo (Ano I) do ENADE (Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes) está condicionada a um número mínimo de cursos
ativos no país. A partir do ano de 20146 (PORTARIA NORMATIVA Nº 8, DE 14 DE
MARÇO DE 2014, DOU,S.1,p.51), o exame não inclui o CST de Automação
Industrial.
Em 2013 o Campus Canoas começou o planejamento de um curso de
Engenharia em Eletrônica visando complementar a oferta de cursos da área e
fortalecer a verticalização, mantendo a oferta do CSTAI. O resultado desse estudo
indicou a necessidade de contratação de, ao menos, mais seis docentes formados
em engenharia, além de outros docentes de outras áreas, por exemplo, de física e
matemática. Para viabilizar isso seria necessário mudar a tipologia do Campus,
indicada pela Portaria nº 246 de 15 de abril de 2016 é 70/457 (70 docentes e 45
técnicos administrativos). Uma vez que se considerou que, nas condições do
momento, a mudança de tipologia não seria alcançada em curto prazo, se passou a
estudar a oportunidade de substituição do CSTAI por um curso de engenharia da
área de eletrônica e automação.
Em 2016 foi criado pelo governo estadual através da Secretaria de
Desenvolvimento Econômico e Turismo o Arranjo Produtivo Local (APL) de
Eletroeletrônica, Automação e Controle (APLAC - APL Automação e Controle)
localizado nas cidades: Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas8, Caxias do Sul, Esteio,
Gravataí, Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Leopoldo e Sapucaia do Sul. O
APLAC possui mais de 40 empresas participantes. A gestão ficou a cargo da
Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), juntamente com
várias entidades parceiras e instituições de ensino. Este APL tem como objetivo
consolidar e ampliar o desenvolvimento industrial nas áreas de eletroeletrônica,
automação e controle. A cidade de Canoas está localizada no centro geográfico da
região metropolitana de Porto Alegre e do próprio APLAC. De acordo com dados do
Sindicato das Indústrias Metal Mecânicas e Eletroeletrônicas de Canoas e Nova

5
Portaria 828 do MEC de 16 de abril de 2019.
6
Vide:
[Link]
8052014_enade2014.pdf
7
Vide:
[Link]
8
Vide:
[Link]
[Link]
12
Santa Rita (Simecan), nestas duas cidades existem em torno de 35 empresas de
eletroeletrônica.
Ainda nesse contexto, há o Parque Canoas de Inovação (PCI), um projeto da
prefeitura de Canoas desenvolvido em parceria com todas as instituições de ensino
superior sediadas em Canoas. Este parque tem como proposta principal a formação
de um cluster para a atração de investimentos de empresas de tecnologia. O
Parque Canoas de Inovação (PCI) foi inaugurado oficialmente no dia 22 de
novembro de 2018. Na primeira fase (2018-atual), o Parque terá cinco novas
empresas, com geração de 530 empregos diretos. As empresas Exatron e Novus já
estão em funcionamento no PCI (empresas de fabricação de equipamentos
eletrônicos). Em dezembro de 2018, a TCS, empresa de serviços de tecnologia da
informação, iniciou suas operações no local. Mais duas empresas devem se instalar
no PCI: Victum e Digistar, voltadas para o segmento de eletroeletrônicos, tecnologia
da informação, automação e controle. Neste sentido, o IFRS - Campus Canoas tem
sido parceiro, pois trata-se de uma proposta inovadora alinhada com a vocação dos
Institutos Federais de formação de recursos humanos de alta qualidade. A
localização geográfica do PCI privilegia a atuação do nosso Campus como parceiro
e facilita a interação da comunidade acadêmica com o projeto.
A região metropolitana e principalmente Canoas apresenta boas condições
de empregabilidade para os egressos de um curso de Engenharia Eletrônica. Em
anos anteriores o faturamento da indústria eletrônica no RS vinha crescendo o que
demonstrava uma indústria em franco crescimento, que sempre necessita de mão
de obra especializada.
 
6. Proposta Político Pedagógica do Curso
 6.1 Objetivo Geral

O objetivo geral do bacharelado em Engenharia Eletrônica é formar


profissionais capacitados e habilitados a usarem as bases científica e tecnológicas
para atender às diferentes solicitações profissionais de sua área, com uma visão
crítica, criativa e inovadora, através de uma formação acadêmica com forte
fundamentação científico-tecnológica. Essa formação objetiva preparar um
profissional capaz de atender as demandas presentes e futuras de sua área de
atuação, com a inclusão de aspectos humanísticos e culturais. Isto permite a
formação de um profissional que seja capaz de compreender a sociedade na qual
está inserido e atuar em conjunto com pessoas de diversas origens e formações
para a construção de uma sociedade melhor.
O curso de Engenharia Eletrônica pretende auxiliar o efetivo desenvolvimento
econômico e social de sua região e do Brasil. Essa finalidade é sustentada através
de um ensino público, gratuito e de qualidade, com a adoção de princípios
democráticos fundamentais para a educação, também com a produção de

13
conhecimento científico tendo ética e respeito aos valores humanos. Esses
aspectos fazem parte das ações que permitem a formação integral dos alunos que
formarão o corpo discente deste curso.

 6.2 Objetivos Específicos

São objetivos específicos deste curso:

● Capacitar os alunos para trabalharem nos diferentes campos de atuação da


eletrônica, incluindo, entre outras áreas: eletrônica analógica e digital,
instrumentação, microprocessadores e sistemas embarcados,
telecomunicações e redes de comunicação, controle, automação eletrônica e
industrial, instalações e acionamentos elétricos;
● Fornecer formação integral que permita ao profissional egresso a atuação
profissional reconhecida pelo sistema CONFEA-CREA nos campos indicados
no item anterior;
● Ensinar a pensar e agir estrategicamente em ambientes profissionais,
formando cidadãos comprometidos com a ética e com a responsabilidade
social;
● Formar profissionais e pessoas capazes de atuar decisivamente no mundo
atual, com inovação e capacidade, buscando formação e atualização
científica e técnica constante;
● Fornecer oportunidades de formação técnico, científica e humana, permitindo
uma formação integral;
● Oportunizar a integração com a comunidade por meio de ações de extensão,
atividades complementares de ensino e projetos de pesquisa.
● Proporcionar e estimular a utilização das tecnologias da informação e
comunicação (TICs) como recurso relevante à formação do engenheiro e ao
exercício profissional.
● Proporcionar e estimular a inclusão e fomentar a acessibilidade ao curso,
propiciando a inclusão de estudantes em vulnerabilidade socioeconômica,
bem como de pessoas com necessidades educacionais específicas.
● Estimular o pensamento crítico e a consciência social, propiciando ao
estudante compreender a natureza da ética e da responsabilidade
profissional, e fomentando a capacidade de avaliar o impacto das soluções
da engenharia no contexto social e ambiental.

6.3 Perfil do Curso


 
O objetivo fundamental do curso, consonante com o seu perfil, é proporcionar
a seus alunos uma formação sólida nos fundamentos técnico-científicos da
engenharia eletrônica. Além disso, no elenco de componentes curriculares

14
obrigatórias previstas são desenvolvidos os conteúdos técnicos e práticos
necessários para adquirir as competências requeridas para atuação dentro de
campos específicos na área de eletrônica (amplamente), controle e automação (com
restrições), computação (com restrições), telecomunicações (com restrições) e
eletrotécnica (com restrições). As metodologias pedagógicas utilizadas buscam
desenvolver as habilidades necessárias para o desempenho das atividades próprias
da engenharia. A consolidação dos conhecimentos através do trabalho de
conclusão de curso (previsto em dois semestres) e das atividades curriculares
complementares, além das componentes curriculares de tópicos especiais em
engenharia eletrônica, possibilitam, por sua vez, o aprofundamento dos
conhecimentos do estudante em campos específicos de seu interesse, dentro dos
temas abordados ao longo de sua formação.
O currículo está estruturado em doze semestres. O curso apresenta um
conjunto de componentes curriculares de cunho básico, profissionalizante e
específico, conforme as normativas estabelecidas pelas Diretrizes Nacionais dos
Cursos de Graduação em Engenharia. A carga horária total do curso está dividida
na forma:
● Componentes curriculares de formação básica: 1654 horas
(aproximadamente 42,5% do total do curso)
● Componentes curriculares de formação profissionalizante: 990 horas
(aproximadamente 25,4% do curso)
● Componentes curriculares de formação específica: 1024 horas
(aproximadamente 26,3% do curso)
● Estágio curricular obrigatório: 160 horas
● Atividades complementares: 60 horas
A carga horária total das Componentes curriculares é de 3668 horas,
acrescidas de 60 horas de atividades complementares e 160 horas do estágio
obrigatório, totalizando 3888 horas. Destaca-se que o mínimo de carga horária dos
cursos de engenharia é de 36009 horas de componentes curriculares sendo que o
número total de horas a serem dedicadas ao estágio supervisionado e às atividades
complementares não será computado para integralização da carga horária mínima,
em entendimento semelhante ao expresso na OD do IFRS, em relação aos cursos
superiores de tecnologia, no seu Art.nº 37 § 3º.
“A carga horária atribuída às atividades complementares, ao estágio
supervisionado e ao Trabalho de Conclusão de Curso não pode ser
considerada para cálculo da carga horária mínima exigida.”

6.4 Perfil do Egresso

9
Vide: Resolução n° 48, de 27 de abril de 1976, artigos 14 e 15 e RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE
JUNHO DE 2007, CNE/CES e o Referencial Nacional dos Cursos de Engenharia
[Link]
15
10
Citando as Diretrizes Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia ,
a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional egresso dos cursos
de engenharia das seguintes capacidades e habilidades gerais:

“I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e


instrumentais à engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.”

Considerando as habilidades listadas acima, pretende-se que o Engenheiro


Eletrônico egresso deste curso deva ser um profissional capaz de atuar e realizar as
seguintes atividades:
● Ter formação que enfatize a interdisciplinaridade, abrangendo conhecimentos
em Economia, Administração, Ciências Humanas e Sociais e
Empreendedorismo;
● Ter sólida formação em ciências básicas – Física, Cálculo, Química e
Computação – bem como saber aplicar conhecimentos matemáticos,
científicos, tecnológicos e instrumentais à Engenharia Eletrônica;
● Saber identificar, formular, planejar e coordenar projetos e serviços na área
eletro-eletrônica e de automação;
● Saber projetar e conduzir experimentos bem como analisar e interpretar
resultados;
● Ter habilidades para projetar sistemas, componentes ou processos
eletro-eletrônicos e de automação para atender a requisitos específicos;
● Ter habilidades para desenvolver e/ou utilizar técnicas, ferramentas e novas
tecnologias para o exercício prático da Engenharia Eletrônica;

10
“Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, Conselho Nacional de
Educação; Câmara de Educação Superior; Resolução N. 2 CNE/CES de 24 de Abril de 2019.

16
● Ter capacidade para atuar em equipes multidisciplinares;
● Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
● Saber comunicar-se efetivamente (por escrito e oralmente);
● Ter consciência social, compreender a natureza da ética e da
responsabilidade profissional e ser capaz de avaliar o impacto das soluções
da engenharia no contexto social e ambiental.

Em razão das atividades supracitadas, o egresso do curso poderá atuar


como profissional autônomo, funcionário ou dirigente, e como empreendedor, nos
diversos campos profissionais que demandem o uso das tecnologias eletrônicas e
de automação. Dentre as diversas áreas de atuação em questão, o egresso poderá
atuar, de forma não exaustiva, nas seguintes:
● Indústria em geral: na concepção, projeto, elaboração, instalação, operação,
supervisão e manutenção de sistemas eletrônicos de automação, controle de
processos industriais discretos e contínuos e de comunicação;
● Empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica: na
concepção, projeto, elaboração, instalação, operação, supervisão e
manutenção de sistemas de automação, acionamento, controle e de
comunicações;
● Empresas de logística: na concepção, operação e manutenção de sistemas
de controle de processos, bem como de sistemas de comunicações;
● Empresas de automação: na concepção, instalação e manutenção de
sistemas eletrônicos para a área de automação e controle, bem como
soluções de instrumentação e comunicações para a automação residencial e
industrial;
● Indústria eletrônica e microeletrônica: no desenvolvimento de produtos
eletrônicos e microeletrônicos em geral, nas áreas de instrumentação,
computação, áudio, vídeo, biomédica e de segurança;
● Indústria de telecomunicações: no desenvolvimento, operação e manutenção
de soluções eletrônicas de telecomunicações, bem como na concepção e
operação de redes de comunicações;
● Empresas de consultoria: na análise de decisões, soluções e impactos de
soluções e sistemas eletrônicos, nas suas diversas áreas de atuação;
● Empresas de engenharia de forma geral: no projeto, execução e supervisão
de sistemas eletro-eletrônicos.

6.5 Diretrizes e Atos Oficiais

O Curso de Bacharelado em Engenharia Eletrônica, em sua organização


curricular, considera os seguintes documentos:
● [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil:
promulgada em 5 de outubro de 1988;
17
● [LDB (1996)]. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996, Estabelece as
diretrizes e bases da Educação Nacional;
● Lei nº 11.892/2008, de 29 de dezembro de 2008, Institui a Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências;
● [PNE (2014-2024)]. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano
Nacional de Educação e dá outras providências (Plano Nacional de
Educação 2014-2024);
● Portaria 1.308, de 17 de novembro de 2016, do Ministério da Educação. Fica
recredenciado o IFRS;
● [PDI (2019-2023)]. Resolução nº 84, de 11 de dezembro de 2018 (Plano de
Desenvolvimento Institucional 2019-2023 do IFRS - PDI);
● [OD (2017)]. Resolução nº 86, de 17 de outubro de 2017 (Organização
Didática do IFRS - OD);
● [OD (2015)]. Resolução nº 46, de 08 de maio de 2015 (Organização Didática
do IFRS - OD);
● Parecer CNE/CES nº 776/1997, aprovado em 3 de dezembro de 1997 -
Orientação para as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação.
● Parecer CNE/CES nº 583/2001, aprovado em 4 de abril de 2001 - Orientação
para as diretrizes curriculares dos Cursos de Graduação.
● Parecer CNE/CES nº 67/2003, aprovado em 11 de março de 2003 - Aprova
Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN - dos Cursos de
Graduação e propõe a revogação do ato homologatório do Parecer CNE/CES
146/2002.
● Parecer CNE/CES nº 108/2003, aprovado em 7 de maio de 2003 - Duração
de cursos presenciais de Bacharelado (Ver Parecer CNE/CES nº 329 de 11
de novembro de 2004).
● Parecer CNE/CES nº 136/2003, aprovado em 4 de junho de 2003 -
Esclarecimentos sobre o Parecer CNE/CES 776/97, que trata da orientação
para as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação.
● Parecer CNE/CES nº 210/2004, aprovado em 8 de julho de 2004 - Aprecia a
Indicação CNE/CES 1/04, referente à adequação técnica e revisão dos
pareceres e/ou resoluções das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de graduação.
● Parecer CNE/CES nº 329/2004, aprovado em 11 de novembro de 2004 -
Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
● Parecer CNE/CES nº 184/2006, aprovado em 7 de julho de 2006 -
Retificação do Parecer CNE/CES nº 329/2004, referente à carga horária
mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

18
● Parecer CNE/CES nº 8/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007 - Dispõe
sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007 - Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
● Parecer CNE/CES nº 236/2009, aprovado em 7 de agosto de 2009 - Consulta
acerca do direito dos alunos à informação sobre o plano de ensino e sobre a
metodologia do processo de ensino-aprendizagem e os critérios de avaliação
a que serão submetidos.
● Parecer CNE/CES nº 334/2019, aprovado em 8 de maio de 2019 - Institui a
Orientação às Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Superiores.
● Lei Federal Nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das
profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras
providências;
● Resolução CONFEA nº 0218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades
das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e
Agronomia;
● Resolução CONFEA n° 1.073, de 19 de abril de 2016. Regulamenta a
atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação
profissionais aos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea para
efeito de fiscalização do exercício profissional no âmbito da Engenharia e da
Agronomia;
● Parecer CNE/CES nº 1.362/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001 -
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019 - Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
● Parecer CNE/CES nº 1/2019, aprovado em 23 de janeiro de 2019 - Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019 - Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia;
● Parecer CNE/CES nº 948/2019, aprovado em 9 de outubro de 2019 -
Alteração da Resolução CNE/CES nº 2, de 17 de junho de 2010, que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Arquitetura e
Urbanismo, bacharelado, e alteração da Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de
abril de 2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia, em virtude de decisão judicial transitada em
julgado.
● Lei Federal n° 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências;
● Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação Presencial e a Distância
(INEP, 2015);

19
● Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004 que estabelece o ENADE como
componente curricular obrigatório dos cursos de graduação;
● Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 que dispõe sobre o estágio de
estudantes.
● Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental e dá outras providências;
● Resolução CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012 que estabelece Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
● Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais;
● Lei Nº 13.425, de 30 de março de 2017, que trata sobre medidas de
prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos,
edificações e áreas de reunião de público;
● Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 que estabelece as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
● Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana
e Indígena, conforme Lei nº 9394/96, com redação dada pelas Leis nº
10.639/2003 e nº 11.645/2008 e pela Resolução nº1 de 17 de junho de 2004;
● Lei nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012 que institui a Política Nacional de
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 80, no qual se coloca que o
poder público incentivará o desenvolvimento de veiculação de programas de
ensino a distância, em todos os níveis e modalidade de ensino;
● Decreto 9.057 de 25 de maio de 2017, que regulamenta o art. 80 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional;
● Portaria n° 2.117 de 6 de dezembro de 2019, do Ministério da Educação. que
Dispõe sobre a oferta de carga horária na modalidade de Ensino a Distância -
EaD em cursos de graduação presenciais ofertados por Instituições de
Educação Superior - IES pertencentes ao Sistema Federal de Ensino.
● Portaria 1.134 de 10 de outubro de 2016, que orienta o uso de componentes
curriculares semipresenciais em cursos superiores presenciais;
● Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007. Dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá
outras providências;
● Parecer CNE/CES nº 261/[Link] sobre procedimentos a serem adotados
quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências.
● Resolução nº 046, de 21 de agosto de 2018. Alterar a Política de Ingresso
Discente (PID) do IFRS e aprovar o processo de Acompanhamento e
Avaliação da PID

20
● Instrução Normativa Proen nº 03, de 24 de março de 2020 – Dispõe sobre as
normas para oferta de componentes curriculares na modalidade
semipresencial nos cursos presenciais da Educação Profissional Técnica de
Nível Médio e do Ensino de Graduação, no âmbito do IFRS.
● Instrução Normativa PROEN/IFRS nº 01, de 23 de fevereiro de 2018 –
Estabelece o programa de capacitação em Educação a Distância do IFRS.
● Portaria 1.428 de 28 de dezembro de 2018, que orienta o uso de
componentes curriculares semipresenciais em cursos superiores presenciais.
● Portaria nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a oferta de carga
horária na modalidade de Ensino a Distância - EaD em cursos de graduação
presenciais ofertados por Instituições de Educação Superior - IES
pertencentes ao Sistema Federal de Ensino.
● Decreto 9.057 de 25 de maio de 2017, que regulamenta o art. 80 da Lei n o
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.

6.6 Formas de Ingresso

O ingresso no curso se dará através de processo seletivo em consonância


com as normatizações específicas referentes ao processo seletivo unificado do
IFRS, conforme a Política de Ingresso Discente (vide resolução IFRS nº 46/2018).
Estão aptos a ingressar no curso superior de Engenharia Eletrônica os candidatos
que tenham concluído o ensino médio antes do período de matrícula.
O trancamento de matrícula constitui uma interrupção temporária dos estudos
por tempo máximo determinado nas normas institucionais e deve ser solicitado no
Setor de Registros Escolares obedecendo a prazos e formalidades constantes em
regulamento específico.
Em caso de novo ingresso via processo seletivo de aluno que anteriormente
tenha sido matriculado no curso, na mesma estrutura curricular, implicará a
importação automática de todo histórico escolar anterior do mesmo (dessa forma,
não sendo necessário “aproveitamento” ou “análise” de componentes curriculares já
cursadas). No caso do novo ingresso ser numa nova matriz curricular deverá ser
feito o processo de aproveitamento de componentes curriculares sem que incida
neste caso limite de quantidade de componentes passíveis de serem aproveitados.
Toda a normatização relacionada a estes processos encontra-se detalhada
nas Resoluções Normativas definidas pelo IFRS e pela Organização Didática do
IFRS.
No caso de disponibilidade de vagas não preenchidas, também serão
disponibilizadas vagas para ingresso por meio de transferência de outros cursos
superiores, ou para ingresso de diplomados. São aceitos alunos de outros cursos
superiores do mesmo Campus, de outros campi, dos núcleos avançados do IFRS e
de outras instituições de ensino. Também se permite ingresso de diplomados em

21
outros cursos superiores já finalizados. Este processo ocorrerá semestralmente, e
atende regulamentação específica do IFRS e do Campus Canoas

6.7 Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso

A elaboração do projeto deste curso segue a legislação educacional vigente,


que tem como lei maior a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (LDB), a qual
aborda as diretrizes e bases para a educação nacional. Da referida lei derivam
diferentes documentos legais que visam orientar, normatizar e avaliar os processos
educacionais desenvolvidos nos diferentes níveis de ensino. No caso dos Institutos
Federais, é importante destacar, ainda, a Lei nº 11.892/2008, que cria esse modelo
de instituição, trazendo orientações específicas quanto aos cursos a serem
ofertados e às finalidades dos mesmos.
As orientações constantes neste conjunto de documentos legais determinam
aspectos referentes à estrutura dos cursos e de seus currículos, tais como:
temáticas a serem abordadas, carga horária, perfil de egresso, formas de
participação democrática em instâncias de deliberação pertinentes ao curso. Dentro
dos limites impostos por essa legislação, as instituições têm autonomia para definir
a organização curricular e as metodologias a serem empregadas na formação dos
alunos.
Nesse cenário, cada instituição precisa elaborar seu Projeto Pedagógico
Institucional (PPI), o qual deve ser um referencial para os projetos desenvolvidos
nos diferentes cursos, visando à coerência entre os pressupostos em nível
institucional e a perspectiva pedagógica adotada em cada curso. No IFRS, o PPI é
parte integrante do Plano de Desenvolvimento Institucional 2019-2023 (PDI/IFRS,
2018, cap.3). Nesse documento temos, como um dos pressupostos da ação
pedagógica, a compreensão de que o ser humano é inacabado, estando em
constante processo de transformação, tal entendimento leva a compreender:

“O IFRS entende a educação como um processo complexo e dialético,


uma prática contra-hegemônica que envolve a transformação humana
na direção do seu desenvolvimento pleno. Além disso, deve ter um
caráter não dogmático, de modo a que os sujeitos se auto-identifiquem
do ponto de vista histórico.” (PDI/IFRS, 2018, p.134-5)

A partir dessa visão, compreende-se que a educação a ser efetivada no IFRS


deve ter um projeto que busque não somente a inclusão social, mas vise contribuir
para a construção de uma sociedade fundada na justiça, na igualdade (política,
social e econômica) e na democracia. Isso implica trabalhar com a ideia de que,
apesar de os Institutos terem como característica a formação profissional e
tecnológica:“[...] formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação

22
profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento
socioeconômico local, regional e nacional” (LEI nº 11.892/2008), seu papel não é tão
somente atender às exigências do mundo do trabalho, contribuindo apenas no
âmbito da economia, seu papel é também formar cidadãos críticos e atuantes,
aperfeiçoando a qualidade social, tendo em vista que:

“[...] a educação não pode estar a serviço das demandas do mercado,


pois não há como institucionalizar o ensino para o trabalho e para o
trabalhador sem vislumbrar os trabalhadores como centro desse
processo. Assim, educação não pode estar subordinada às
necessidades do mercado de trabalho, mas deve estar em sintonia
com as necessidades de formação profissional, através de uma
articulação permanente entre Trabalho e Educação.” (PDI/IFRS, 2018,
p. 135).

Assim, as ações integrantes do curso estão orientadas de modo a priorizar a


formação humana e cidadã dos estudantes, o aprimoramento da observação crítica
sobre a sociedade e sobre o mundo do trabalho, a promoção de desenvolvimento
pessoal e social, o exercício da cidadania com base na justiça, na equidade e na
solidariedade, a interdisciplinaridade, a autonomia, a capacidade reflexiva, a relação
entre teoria e prática e a articulação entre os conhecimentos gerais e específicos da
sua área de atuação (PDI/IFRS, 2018).
O trabalho pedagógico, a partir dessa perspectiva, aspira adotar diferentes
mecanismos para alcançar essa intenção maior, dentre eles a constituição de um
currículo construído coletivamente, que leva em consideração não somente o
contexto macro social, mas também o nível micro: elementos da realidade local e
dos sujeitos envolvidos. E, ainda, a articulação entre ensino, pesquisa e extensão a
qual.
“[...] está diretamente relacionada à organização curricular e à
flexibilização dos tempos e dos espaços escolares e extraescolares.
Os saberes necessários ao trabalho conduzem à efetivação de ações
do ensino e aprendizagem (construção dialógica do conhecimento), da
pesquisa (elaboração e reelaboração de conhecimentos) e da
extensão (ação-reflexão com a comunidade).” (PDI/IFRS, 2018, p.
139).

Assim, a proposta curricular do Curso de Bacharelado em Engenharia


Eletrônica tem com referência a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão, entendendo essas diferentes esferas como parte de um todo, que visa à
formação de sujeitos críticos, criativos e comprometidos com o seu entorno social.
Na prática, tal compreensão se concretiza por meio de atividades interdisciplinares
desenvolvidas ao longo do curso - as quais objetivam a integração dos

23
conhecimentos, e na oferta de bolsas remuneradas e voluntárias para a participação
em monitorias, projetos de ensino, projetos de pesquisa e atividades de extensão
promovidas pela instituição.
Essa estrutura de ação pedagógica baseada na tríade ensino-pesquisa
extensão também promove a verticalização do ensino. Característica peculiar aos
Institutos Federais, a verticalização está relacionada ao fato de os IFs poderem
atuar desde a Educação Básica até a Pós-Graduação Lato e/ou Stricto Sensu
(característica que os torna pluricurriculares, em função de abarcar estruturas
curriculares de diferentes níveis) e, ainda, à possibilidade de o aluno passar por
diferentes níveis de ensino dentro de uma mesma instituição.
A partir da verticalização do ensino, a circulação e a interlocução dos saberes
entre os diferentes níveis pode ocorrer com maior ênfase através de projetos
integradores, eventos, flexibilização das organizações curriculares. A verticalização
do ensino também pode possibilitar que os educandos realizem seus estudos,
progredindo na área de formação inicial na mesma instituição, possibilitando desta
forma a construção e reconstrução contínua de saberes (PDI/IFRS, 2018, p. 141).
De acordo com o documento “Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia: Um novo modelo de educação profissional e tecnológica — concepção
e diretrizes”, do MEC (2010, p. 27), onde é apresentado a proposta dos IFs, a partir
da verticalização:
“[...] os profissionais têm a possibilidade de, no mesmo espaço
institucional, construir vínculos em diferentes níveis e modalidades de
ensino, em diferentes níveis da formação profissional, buscar
metodologias que melhor se apliquem a cada ação, estabelecendo a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.”
A proposta curricular deste curso tem como referencial, portanto, o
supracitado, com uma ação pedagógica pautada no tripé ensino-pesquisa-extensão
aliada às possibilidades que a característica da verticalização do ensino
proporciona.
Valorizando a história da Rede Federal de Educação Tecnológica, a opção
pela oferta no turno da noite, de acordo com o estudo de demanda realizado, visa
continuar atendendo alunos trabalhadores. Tendo em vista as demandas do
aluno-trabalhador este curso foi estruturado em 12 semestres garantindo um passo
no caminho formativo mais adequado a este estudante. Nota-se contudo, que é
possível o aluno integralizar o curso em menos de 12 semestres.

24
6.8 Representação Gráfica do Curso

25
26
6.9 Matriz Curricular
O curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica possui uma duração
estimada de 12 semestres, podendo ser concluído em um mínimo de 11 semestres
(conforme parecer CNE/CES nº 8/2007), e no máximo em 24 semestres (após o
qual ocorre o desligamento automático do estudante, por ter transcorrido o prazo
máximo fixado para a integralização curricular). Nota-se que o período mínimo de
integralização é um indicativo, podendo se admitir exceções, mediante análise do
NDE do curso, a casos de excepcional rendimento do estudante.
A conclusão do curso em 11 semestres poderá ocorrer, visto que o estudante
pode realizar o estágio a partir do 7° semestre (são pré-requisitos disciplinas do 6°
semestre). O componente curricular de Trabalho de Conclusão de Curso 1 exige
como pré-requisito disciplinas do oitavo semestre - o que significa que o estudante
poderá iniciar o mesmo a partir do nono semestre. Uma vez que os componentes
curriculares de Estágio Obrigatório e Trabalho de Conclusão de Curso 2 são os
únicos alocados no décimo-segundo semestre e que os mesmos podem ser
realizados em períodos anteriores, é possível ao estudante a integralização do
curso no prazo de 11 semestres.
O curso possui quatro elementos essenciais à sua organização: (1)
componentes curriculares básicos, profissionalizantes e específicos, (2) estágio
obrigatório, (3) atividades complementares e (4) realização do ENADE pelo
estudante. O total das atividades previstas é de 3888 horas (correspondendo a 4704
horas aula), divididas da seguinte forma (em atendimento às Diretrizes Nacionais
Curriculares dos Cursos de Engenharia):
● (1) 3668 horas nos componentes curriculares básicos, profissionalizantes e
específicos (incluindo-se aí os componentes curriculares referentes ao
Trabalho de Conclusão de Curso 1 e 2, e excluindo a carga horária dos
componentes Estágio Obrigatório e Atividades Complementares) -
correspondendo a 4440 horas aula.
● (2) 160 horas no componente curricular Estágio Obrigatório - correspondendo
a 192 horas aula (as horas referentes ao Estágio Obrigatório são
comprovadas mediante realização do estágio na empresa concedente e
entrega de toda documentação relativa ao mesmo - vide Art. 13° do
Regulamento de Estágio constante do Anexo 4)
● (3) 60 horas de Atividades Complementares - correspondendo a 72 horas
aula.
● (4) o ENADE é componente curricular obrigatório para integralização do
curso.
Da carga de 3888 horas dos componentes curriculares, 388 horas são de
atividades a distância, em componentes curriculares semi-presenciais, totalizando
cerca de 10% da carga horária.
Para integralizar a carga horária do curso, além das componentes
curriculares obrigatórias, o curso permite igualmente ao estudante cursar
27
componentes curriculares optativos. Os componentes curriculares optativos
constituem um conjunto de componentes curriculares que podem ser oferecidos ao
estudante, tendo este a livre escolha de qual cursar, desde que atendidos os
pré-requisitos do componente curricular optativo desejado. Esse componente
curricular cursado conta para o atendimento da carga horária estabelecida no
componente curricular “Optativa Geral”. Para alguns componentes curriculares
optativos, o estudante necessariamente deve escolher um dos componentes
curriculares ofertados num conjunto de componentes curriculares específicos. Por
exemplo, no grupo de “Optativa de Linguagens”, o estudante necessariamente deve
optar entre os componentes curriculares de Língua Portuguesa, Língua Espanhola
ou Língua Inglesa. Note que nem todos os componentes curriculares optativos
podem ser ofertados em um dado semestre do curso.
A organização dos componentes curriculares atende os três eixos
demandados pelas Diretrizes Nacionais Curriculares dos Cursos de Engenharia:
● Componentes Curriculares Básicos: Cálculo 1, Álgebra Linear, Desenho
Técnico, Física 1 Geral e Experimental, Introdução à Engenharia Eletrônica,
Física 2 Geral e Experimental, Cálculo 2, Química Geral e Experimental,
Ciência, Tecnologia e Sociedade Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável, Física 3 Geral e Experimental, Cálculo 3, Equações Diferenciais,
Medidas Elétricas, Circuitos Elétricos 1, Algoritmos, Introdução à
Administração da Produção e Liderança, Introdução às Equações
Diferenciais Parciais, Formação Social, Política e Cultural do Brasil,
Programação Estruturada, Matemática Aplicada, Fenômenos de Transporte,
Métodos numéricos, Probabilidade e Estatística, Optativa de Linguagens,
Princípios de Economia, Mecânica dos Sólidos, Optativa Geral– totalizando
1654 horas de componentes curriculares de caráter básico (num percentual
de 45,1% da carga curricular do curso), os quais oportunizam ao estudante a
criação de uma espinha dorsal de formação científica, técnica e humana,
sempre buscando integrar ensino, pesquisa e extensão;
● Componentes Curriculares Profissionalizantes: Circuitos Elétricos 2,
Materiais Elétricos e Magnéticos, Circuitos Elétricos 3, Eletrônica Analógica
1, Eletrônica Digital 1, Estrutura de Dados, Programação Orientada a
Objetos, Sistemas de Controle 1, Conversão de Energia, Sistemas
Microprocessados 1, Comunicações Analógicas, Comunicações Digitais,
Instalações elétricas, Redes de Computadores - totalizando 990 horas (27%
da carga curricular do curso), as quais visam a formação profissional de um
engenheiro na grande área elétrica.
● Componentes Curriculares Específicas: Eletrônica Digital 2, Eletrônica
Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas, Linguagens de Descrição de
Hardware, Amplificadores e Filtros, Sistemas de Controle 2, Sistemas de
Automação 1, Sistemas Microprocessados 2, Eletrônica de Potência,
Instrumentação, Processamento Digital de Sinais, Sistemas Embarcados,

28
Sistemas de Automação 2, Optativa de Eletrônica 1, Optativa de Eletrônica 2
- totalizando 1024 horas (27,9% da carga curricular), as quais direcionam e
especializam a formação do estudante especificamente para a área de
eletrônica.
Ainda no concernente à organização do curso, cabe destacar as linhas de
formação (não destacadas visualmente na grade representativa), as quais são:
● Linha básica científica e humanista: Cálculo 1, Química Geral e
Experimental, Física 1 Geral e Experimental, Física 2 Geral e
Experimental, Cálculo 2, Álgebra Linear, Probabilidade e Estatística,
Física 3 Geral e Experimental, Cálculo 3, Equações Diferenciais,
Introdução às Equações Diferenciais Parciais Métodos numéricos,
Ciência, Tecnologia e Sociedade, Optativa de Linguagens, Matemática
Aplicada, Formação Social, Política e Cultural do Brasil
● Linha básica da engenharia: Introdução à Engenharia Eletrônica,
Desenho Técnico, Algoritmos,Introdução à Administração da Produção
e Liderança, Programação Estruturada, Fenômenos de Transporte,
Mecânica do Sólidos, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável,
Princípios de Economia
● Linha de formação na grande área elétrica: Medidas Elétricas,
Circuitos Elétricos 1, Circuitos Elétricos 2, Materiais Elétricos e
Magnéticos, Circuitos Elétricos 3, Conversão de Energia, Instalações
Elétricas, Optativa de Eletrônica 1 e Optativa de Eletrônicas 2
● Linha em sistemas de comunicações: Comunicações Analógicas,
Comunicações Digitais, Redes de Computadores, Teoria
Eletromagnética e Ondas,
● Linha em sistemas analógicos: Eletrônica Analógica 1, Eletrônica
Analógica 2, Amplificadores e Filtros, Instrumentação, Eletrônica de
Potência,
● Linha em sistemas digitais: Eletrônica Digital 1, Estrutura de Dados,
Programação Orientada a Objetos, Sistemas Microprocessados 1,
Eletrônica Digital 2, Linguagens de Descrição de Hardware, Sistemas
Microprocessados 2, Processamento Digital de Sinais, Sistemas
Embarcados,
● Linha de controle e automação: Sistemas de Controle 1, Sistemas de
Controle 2, Sistemas de Automação 1, Sistemas de Automação 2

29
Horas Aula Horas Relógio
Aulas Presencial Presencial
SEM. Componente Curricular A A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância

Cálculo 1 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Álgebra Linear 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Desenho Técnico 4 52 20 8 80 43 17 6 66
1
Física 1 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
Introdução à Engenharia Eletrônica 2 24 8 8 40 20 7 6 33
TOTAL 1° SEMESTRE 20 288 68 44 400 240 57 34 331
Física 1 Geral e Experimental
Física 2 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
Cálculo 1
Cálculo 2 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 1
Química Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
2
Ciência, Tecnologia e Sociedade 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 2 32 0 8 40 27 0 6 33
TOTAL 2° SEMESTRE 20 276 80 44 400 231 66 35 332
Física 3 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100 Física 2 Geral e Experimental
Cálculo 3 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 2
Cálculo 2
Equações Diferenciais 4 72 0 8 80 60 0 6 66
3 Álgebra Linear
Medidas Elétricas 2 8 28 4 40 7 23 3 33 Introdução à Engenharia Eletrônica
Circuitos Elétricos 1 4 64 8 8 80 53 7 6 66 Álgebra Linear
TOTAL 3° SEMESTRE 20 284 76 40 400 237 63 31 331
Circuitos Elétricos 1
Circuitos Elétricos 2 4 64 8 8 80 53 7 6 66 Equações Diferenciais
Física 3 Geral e Experimental
Algoritmos 4 36 36 8 80 30 30 6 66
Introdução à Administração da Produção e
4 72 0 8 80 60 0 6 66 Introdução à Engenharia Eletrônica
Liderança
4 Química Geral e Experimental
Materiais Elétricos e Magnéticos 4 64 8 8 80 53 7 6 66
Física 3 Geral e Experimental
Equações Diferenciais
Introdução às Equações Diferenciais Parciais 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Cálculo 3

Formação Social, Política e Cultural do Brasil 2 36 0 4 40 30 0 3 33

TOTAL 4° SEMESTRE 20 308 52 40 400 256 44 30 330

30
Horas Aula Horas Relógio
Aulas
SEM. Componente Curricular Presencial A Presencial A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância

Circuitos Elétricos 3 4 64 8 8 80 53 7 6 66 Circuitos Elétricos 2


Programação Estruturada 4 20 52 8 80 17 43 6 66 Algoritmos
Circuitos Elétricos 2
Eletrônica Analógica 1 4 48 24 8 80 40 20 6 66 Materiais Elétricos e Magnéticos
5 Medidas Elétricas
Circuitos Elétricos 1
Eletrônica Digital 1 4 52 20 8 80 43 17 6 66
Medidas Elétricas
Matemática Aplicada 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Introdução às Equações Diferenciais Parciais
TOTAL 5° SEMESTRE 20 256 104 40 400 213 87 30 330
Eletrônica Digital 2 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Eletrônica Digital 1
Eletrônica Analógica 2 4 48 24 8 80 40 20 6 66 Eletrônica Analógica 1, Circuitos Elétricos 3
Estrutura de Dados 4 20 52 8 80 17 43 6 66 Programação Estruturada
Física 3 Geral e Experimental
6 Cálculo 3
Teoria Eletromagnética e Ondas 6 84 24 12 120 70 20 10 100
Equações Diferenciais
Materiais Elétricos e Magnéticos
Fenômenos de Transporte 2 36 0 4 40 30 0 3 33 Física 2 Geral e Experimental
TOTAL 6° SEMESTRE 20 240 120 40 400 200 100 31 331
Métodos numéricos 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 2
Programação Orientada a Objetos 4 20 52 8 80 17 43 6 66 Programação Estruturada
Linguagens de Descrição de Hardware 4 48 24 8 80 40 20 6 66 Eletrônica Digital 2
7 Matemática Aplicada
Sistemas de Controle 1 4 60 12 8 80 50 10 6 66
Circuitos Elétricos 2
Amplificadores e Filtros 4 42 30 8 80 35 25 6 66 Eletrônica Analógica 2
TOTAL 7° SEMESTRE 20 242 118 40 400 202 98 30 330
Teoria Eletromagnética e Ondas
Conversão de Energia 4 56 16 8 80 47 13 6 66
Circuitos Elétricos 3
Probabilidade e Estatística 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 1
Eletrônica Digital 2
Sistemas Microprocessados 1 4 40 32 8 80 33 27 6 66
8 Estrutura de Dados
Sistemas de Controle 2 4 56 16 8 80 47 13 6 66 Sistemas de Controle 1
Matemática Aplicada
Comunicações Analógicas 4 56 16 8 80 47 13 6 66
Amplificadores e Filtros
TOTAL 8° SEMESTRE 20 280 80 40 400 234 66 30 330

31
Horas Aula Horas Relógio
Aulas
SEM. Componente Curricular Presencial A Presencial A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Programação Estruturada
Sistemas de Automação 1 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Eletrônica Digital 1
Sistemas Microprocessados 1
Sistemas Microprocessados 2 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Programação Orientada a Objetos
Eletrônica Analógica 2
9 Eletrônica de Potência 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Circuitos Elétricos 3
Instrumentação 4 48 24 8 80 40 20 6 66 Amplificadores e Filtros
Comunicações Analógicas
Comunicações Digitais 4 56 16 8 80 47 13 6 66
Probabilidade e Estatística
TOTAL 9° SEMESTRE 20 248 112 40 400 207 93 30 330
Instalações elétricas 4 56 16 8 80 47 13 6 66 Eletrônica de Potência
Sistemas Microprocessados 2
Processamento Digital de Sinais 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Amplificadores e Filtros
Matemática Aplicada
10
Sistemas Embarcados 4 36 36 8 80 30 30 6 66 Sistemas Microprocessados 2
Sistemas de Automação 2 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Sistemas de Automação 1
Optativa de Linguagens 4 72 0 8 80 60 0 6 66 vide pré-requisitos específicos
TOTAL 10° SEMESTRE 20 268 92 40 400 223 77 30 330
Conversão de Energia, Sistemas de Controle 2, Sistemas
Trabalho de Conclusão de Curso 1 2 12 0 28 40 10 0 23 33
Microprocessados 1, Comunicações Analógicas
Redes de Computadores 4 60 12 8 80 50 10 6 66 Comunicações Digitais
Optativa de Eletrônica 1 4 52 20 8 80 43 17 6 66 vide pré-requisitos específicos
Optativa de Eletrônica 2 4 52 20 8 80 43 17 6 66 vide pré-requisitos específicos
11 Princípios de Economia 2 36 0 4 40 30 0 3 33 Probabilidade e Estatística
Física 1 Geral e Experimental
Mecânica dos Sólidos 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Equações Diferenciais
Optativa Geral 2 36 0 4 40 30 0 3 33 vide pré-requisitos específicos
TOTAL 11° SEMESTRE 20 284 52 64 400 236 44 50 330
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria
Estágio Obrigatório - 192 - 192 160 - 160
Eletromagnética e Ondas
12 Trabalho de Conclusão de Curso 2 2 8 0 32 40 6 0 27 33 Trabalho de Conclusão de Curso 1
TOTAL 12° SEMESTRE 2 200 0 32 232 166 0 27 193

CARGA HORÁRIA DO CURSO 3174 954 504 2645 795 388


4632 3828
(sem atividades complementares) 4128 504 3440 388

ATIVIDADES COMPLEMENTARES 72 60
CARGA HORÁRIA TOTAL 4128 504 4704 3440 388 3888

OPTATIVA DE LINGUAGENS E/OU GERAL

32
HORAS AULA HORAS RELÓGIO
Aulas
Alternativa Componente Curricular Presencial A Presencial A PRÉ-REQUISITOS
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
1 Língua Portuguesa 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
2 Língua Espanhola 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
3 Língua Inglesa 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas

DEMAIS OPTATIVAS GERAIS (OPTATIVA GERAL)

Horas Aula Horas Relógio


Aulas
Optativa Componente Curricular Presencial A Presencial A Pré-requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
1 Língua Brasileira de Sinais 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
Formação Social, Política e Cultural do
2 Direito Aplicado a Tecnologia 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Brasil
3 Segurança do Trabalho 2 36 0 4 40 30 0 3 33 Conversão de Energia
4 Arquitetura de Computadores 4 36 36 8 80 30 30 6 66 Sistemas Microprocessados 1
5 Sistemas Operacionais 4 36 36 8 80 30 30 6 66 Sistemas Microprocessados 1
Probabilidade e Estatística, Equações
6 Pesquisa Operacional 4 20 52 8 80 17 43 6 66
Diferenciais
Química Geral e Experimental
7 Ciência e Tecnologia dos Materiais 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Física 2 Geral e Experimental
Projetos Eletrônicos Assistidos por
8 2 18 18 4 40 15 15 3 33 Circuitos Elétricos 1
Computador
9 Física 4 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100 Física 3 Geral e Experimental

33
OPTATIVAS DE ELETRÔNICA 1 E 2

HORAS AULA HORAS RELÓGIO


Aulas
Alternativa Componente Curricular Presencial A Presencial A PRÉ-REQUISITOS
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
1 Introdução a microeletrônica 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Eletrônica de Potência
Propagação radioelétrica e Teoria Eletromagnética e Ondas
2 4 52 20 8 80 43 17 6 66
antenas Amplificadores e Filtros
Teoria Eletromagnética e Ondas
3 Eletrônica de Alta Frequência 4 52 20 8 80 43 17 6 66
Amplificadores e Filtros
4 Comunicações Ópticas 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Teoria Eletromagnética e Ondas
Teoria Eletromagnética e Ondas, Equações
5 Eletromagnetismo Computacional 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Diferenciais, Programação 2, Métodos
Numéricos
6 Processamento digital de imagens 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Processamento Digital de Sinais
Conversão de Energia, Sistemas de
Tópicos Especiais em Engenharia
7 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Controle 2, Sistemas Microprocessados 1,
Eletrônica
Comunicações Analógicas

34
6.10 Programa por Componentes Curriculares

PRIMEIRO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Cálculo 1 1 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66

Objetivo geral do componente curricular

Introduzir o estudo dos limites, de continuidade e de derivadas e integrais de funções de uma


variável real, de modo a fundamentar conhecimentos necessários à formação do engenheiro
eletrônico.

Ementa

Estudo dos limites, de continuidade e de derivadas de funções de uma variável real, aprofundando a
compreensão sobre funções.

Referências Básicas

ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 10. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2014.
2 v. ISBN 9788582602256 (v.1).

FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2006. ix, 448 p. ISBN
9788576051152.

THOMAS, George Brinton. Cálculo: George B. Thomas. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2009. 2 v.
ISBN 9788588639317(v.1).

Referências Complementares

ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2003. 2 v.
ISBN 9788521613701 (v.1).

BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral: volume 1. São Paulo, SP: Makron Books, 1999. xii,
381 p. ISBN 9788534610414.

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).

IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos; MACHADO, Nilson José. Fundamentos de matemática


elementar 8: limites, derivadas, noções de integral. 6. ed. São Paulo: Atual, 2005. (Fundamentos
de Matemática Elementar 8). ISBN 9788535705478.

STEWART, James. Cálculo. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. 2 v. ISBN 9788522106608
(v.1).

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Álgebra Linear 1 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66

35
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral do componente curricular é levar o aluno a compreender e utilizar o pensamento


geométrico além de desenvolver os conhecimentos da álgebra linear, para a resolução de
situações-problema dentro da própria componente curricular e de outros componentes curriculares
do curso.

Ementa

Vetores. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Retas. Planos. Cônicas. Matrizes,
Determinantes e Sistemas lineares. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Autovalores e
autovetores. Diagonalização.

Referências Básicas

ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2001. 572 p. ISBN 9788573078473.

BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3. ed. ampl. e rev. São Paulo, SP: Harbra, c1986. 411 p.
ISBN 9788529402024.

STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo, SP: Makron Books,
c1987. x, 583 p. ISBN 9780074504123.

Referências Complementares

CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H.; COSTA, Roberto C. F. Álgebra linear e aplicações.
6. ed. reform. São Paulo: Atual, 1990. 352 p. ISBN 9788570562975.

LAWSON, Terry. Álgebra linear. São Paulo: Edgar Blücher, 1997. 348 p. ISBN 9788521201458.

LAY, David. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 470 p. ISBN-13
9788521622093

LEON, Steven J. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2011. 451 p.
ISBN 9788521617693.

SANTOS, Fabiano José dos; FERREIRA, Silvimar Fábio. Geometria analítica. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2009. xvii, 216 p. ISBN 9788577804825.

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Desenho Técnico 1 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar as notações mais usuais no Desenho Técnico dentro das normas técnicas. Mostrar aos
alunos a maneira correta do uso dos instrumentos de desenho. Cultivar a ordem e a clareza na
apresentação dos trabalhos gráficos.

36
Ementa

Representação Gráfica Plana: vistas ortogonais nos sistemas universal e norte-americano. Cortes.
Cotação. Vistas auxiliares. Representação gráfica espacial: perspectiva isométrica. Desenho
Assistido por Computador (CAD).

Referências Básica

BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias.
Curitiba, PR: Juruá, 2008. 196 p. ISBN 9788536216799.

LEAKE, James M.; BORGERSON, Jacob L. Manual de desenho técnico para engenharia:
desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617372.

SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares.; DIAS, João; SOUSA, Luís. Desenho Técnico Moderno.
4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 724 p. ISBN: 9788521615224

Referências Complementares

CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007. xiv, 428 p. ISBN
9788521615675.

COTRIM, Ademaro A.M.B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2009. viii, 496 p. ISBN 9788576052081.

JUNGHANS, Daniel. Informática aplicada ao desenho técnico. Curitiba: Base Editorial, 2010. 224
p. (Educação Profissional ; Ensino Médio Técnico). ISBN 9788579055478.

MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 666 p. ISBN
9788521617426.

STRAUHS, Faimara do Rocio. Desenho Técnico. Curitiba, PR: Base Editorial, 2010. 112 p.
(Educação Profissional ; Ensino Médio Técnico). ISBN 9788579055393.

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Física 1 Geral e 1 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Experimental 57 33 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para as
componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da
Física Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso crítico
para a análise, interpretação e resolução de problemas.

Ementa

Estudos das grandezas físicas, dos vetores e da cinemática. Estudo das Leis de Newton, da
energia, do momento linear, das colisões e do movimento de um sistema de partículas. Realização
de procedimentos experimentais envolvendo os seguintes tópicos: movimento retilíneo, movimento
no plano, leis de Newton, trabalho e energia cinética, energia potencial e conservação de energia,
quantidade de movimento linear e choques, rotação de corpos rígidos, gravitação.

Referências Básicas

37
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2012. 4 v. ISBN 9788521619031 (v. 1).

SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 1).

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.1).

Referências Complementares

ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. São Paulo, SP: Blücher,
1972. 2 v. ISBN 9788521200383 (v.1).

YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Mecânica. 12. ed. São Paulo:
Pearson, 2009. (v.1). ISBN 9788588639300.

HEWITT, Paul G. Física conceitual. 9. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, c2002. 685 p. ISBN
853630040X.

NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. 4. ed., rev. São Paulo, SP: Blücher, c2002. 4
v. ISBN 9788521202981 (v.1).

SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física I : mecânica. [Link]. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2003. ISBN 9788588639010.

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Introdução à Engenharia 1 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Eletrônica 20 7 6 33
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir o curso de Engenharia Eletrônica e aspectos de senso ético, meio ambiente, energias
renováveis e atuação dos profissionais no campo de trabalho do engenheiro eletrônico. Abordar
conceitos de ciência e tecnologia. Apresentar noções da história da engenharia no Brasil e no
mundo. Acolher e ambientar o estudante ao curso.

Ementa

Conceito de engenharia; conceitos de ciência, tecnologia e arte; noções de história da engenharia.


A Engenharia Eletrônica e seu papel na Sociedade. Visão geral das grandes áreas da Engenharia
Elétrica: Eletrônica, Telecomunicações, Energia, Sistemas de Potência, Computação, Automação e
Controle. A matemática como ferramenta do engenheiro; conceitos de projeto de engenharia;
ferramentas de engenharia. Engenharia e meio ambiente. Ética e legislação para exercício da
profissã[Link]ção à educação a distância (EaD).

Referências Básicas

BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à Engenharia: conceitos,
ferramentas e comportamentos. 4. ed. rev. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 2014. 292 p.
(Coleção Didática ;). ISBN 978853286420.

HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2006. 220 p. ISBN 9788521615118.2013 1 recurso online ISBN 978-85-216-2315-1

38
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ISBN 9788522457588.

Referências Complementares

DYM, Clive L; LITTLE, Patrick. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto.
3. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 346 p. ISBN 9788577806485.

LEI Nº 6.496 -Institui a "Anotação de Responsabilidade Técnica" na prestação de serviços de


Engenharia, de Arquitetura e Agronomia, e dá outras providências, 7 de dezembro de 1977.

LEI Nº 5.194, Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e


Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências, 24 de dezembro de 1966.

PAHL, G. et al. Projeto na engenharia: fundamentos do desenvolvimento eficaz de produtos


métodos e aplicações. São Paulo, SP: Blücher, 2005. xvi, 411 p. ISBN 9788521203636.

RESOLUÇÃO Nº 218 - CONFEA, Discrimina atividades das diferentes modalidades


profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia, 29 junho de 1973.

Pré-requisitos:---

39
SEGUNDO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Física 2 Geral e 2 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Experimental 57 33 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Compreender as Leis da Termodinâmica, Promover um conhecimento contextualizado através


da percepção da importância desse campo de estudo da física no mundo vivencial e nos
equipamentos e procedimentos tecnológicos atuais.

Ementa

Densidade e pressão, fluidos em repouso, fluidos ideais em movimento. Temperatura, calor e a


Primeira Lei da Termodinâmica. Teoria Cinética dos Gases. Entropia e a Segunda Lei da
Termodinâmica. Propriedades dos fluidos. Mecânica dos Fluidos. Transferência de calor.
Transferência de massa.

Referências Básicas

HALLIDAY, David. Fundamentos de fìsica,v.2 gravitação, ondas e termodinâmica. 10. Rio


de Janeiro LTC 2016 1 recurso online ISBN 9788521632078.

SERWAY, Raymond A. Princípios de física, v.2. São Paulo Cengage Learning 2014 1 recurso
online ISBN 9788522116874.

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.1).

Referências Complementares

ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. São Paulo, SP: Blücher,
1972. 2 v. ISBN 9788521200383 (v.1).

YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Termodinâmica e Ondas. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2009. (v.2). ISBN 9788588639331.

GASPAR, Alberto. Física 2: ondas, óptica e termodinânica. 2. ed. São Paulo: Ática, 2011. 368
p. ISBN 9788508123681 (aluno).

HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p.
ISBN 9788577808908.

NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica: fluidos, oscilações e ondas de calor. 4.


ed. São Paulo: Blücher, 2002. ISBN 9788521202998.

Pré-requisitos: Física 1 Geral e Experimental, Cálculo 1

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Cálculo 2 2 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

40
O objetivo geral do componente curricular é permitir que o aluno adquira domínio dos conceitos
e técnicas envolvidos nos conteúdos apresentados na ementa e seja capaz de relacionar estes
conhecimentos em estudos envolvendo aplicações de Engenharia Eletrônica.

Ementa

Estudo das integrais de funções de uma variável real, das sequências e das séries infinitas,
dando continuidade ao aprofundamento da compreensão das funções.

Referências Básicas

ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 10. ed. Porto Alegre, RS: Bookman,
2014. 2 v. ISBN 9788582602256 (v.1).

THOMAS, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R. Cálculo. vol. 1.
[Link]. São Paulo: Pearson, 2012. recurso online ISBN 9788581430867.

WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: George B. Thomas: v.2. [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. v.2 ISBN 9788581430874.

Referências Complementares

ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. [Link]. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. 606 p.
ISBN 9788560031801 (v. 2).

FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2006. ix, 448 p. ISBN
9788576051152.

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos
e Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).

STEWART, James. Cálculo. Vol. 1. 6ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 712 p. ISBN
978-8522106608

STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. 6ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 652 p. ISBN
9788522106615

Pré-requisitos: Cálculo 1

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Química Geral e 2 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Experimental 57 33 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Compreender as transformações químicas da matéria e as correlações entre matéria e energia.

Ementa

Sistemas Materiais. Estrutura Atômica. Tabela Periódica. Ligação Química. Funções Químicas.
Soluções. Estequiometria. Gases. Termodinâmica e Termoquímica. Cinética. Eletroquímica.
Equilíbrio Químico.

Referências Básicas

BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. Eugene; BURSTEN, Bruce E. Química - A Ciência Central.

41
13ª Edição. São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, 2016. 992 págs. ISBN: 9788543018485

BROWN, Lawrence S; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo,
SP: Cengage Learning, c 2016. xxxi, 628 p. ISBN 9788522118205

KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; TOWNSEND, John R.; TREICHEL, David A. Química
Geral e reações químicas. 9 ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2016. 615 p. (1). ISBN
9788522118274. (v.1) e (v.2)

Referências Complementares

ATKINS, P. W.; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o


meio ambiente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2018. 874 p. ISBN 9781464183959

BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral (2 v). 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Livros Técnicos e Científicos, 1986, 1990. ISBN 9788521604488 (v. 1) e 9788521604495 (v. 2)

CHANG, R. – Química Geral: conceitos essenciais . 4. ed – McGraw-Hill, São Paulo, 2010.


9788563308177

RUSSELL, John Blair. Química geral. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, 2000. 2 v.
ISBN 9788534601924 (v.1 e v.2)

SOLOMONS, T. W. Graham; Fryhle, Craig B. Química Orgânica. 12 ed. LTC, 2018. ISBN
9788521635529 (v.1) 97885201635505 (v. 2) vol. 1 e 2

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Ciência, Tecnologia e 2 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Sociedade 30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Compreender o pensamento e o método científicos e suas relações com os paradigmas que


constituíram a humanidade ao longo da história, considerando a pesquisa como indispensável
para a produção do conhecimento dos diferentes campos da ciência e identificando as principais
relações entre a sociedade, a produção do conhecimento, o desenvolvimento tecnológico e o
meio ambiente.

Ementa

O conhecimento científico. A Ciência Moderna e o Contexto Sociocultural. A crítica à razão


moderna no século XX. Estudo das relações entre ciência, tecnologia, sociedade, ética e meio
ambiente. Estruturas e mudanças dos modelos produtivos e as dinâmicas culturais da sociedade
contemporânea. Políticas Públicas e aspectos institucionais da pesquisa científica e tecnológica.

42
Referências Básicas

BAZZO, Walter Antonio. Ciência, tecnologia e sociedade: e o contexto da educação


tecnológica. [Link]. Florianópolis, SC: UFSC, 2017. 294 p. ISBN 988532807410.

CHALMERS, Alan Francis. O que é ciência afinal?. São Paulo, SP: Brasiliense, 1983. 224 p.
ISBN 8511120610.

GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo, SP: UNESP, 1991. 193
p. ISBN 9788571390223..

Referências Complementar

ANTUNES, Ricardo L. C. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do


trabalho. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo, SP: Boitempo, 2009. 287 p. (Coleção mundo do
trabalho). ISBN 9788585934439.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, c1999, 2009. xxx, 698 p.
(A era da informação : economia, sociedade e cultura ; 1). ISBN 9788577530366 (v. 1).

HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. Editora Vozes 140 (recurso online) ISBN
9788532649966.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia


científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297 p. ISBN 9788522457588.

TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. xvi, 282 p. ISBN 9788535217858.

Pré-requisitos:---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Meio Ambiente e 2 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Desenvolvimento 27 0 6 33
Sustentável
Objetivo geral do componente curricular

Compreender a dinâmica do meio ambiente e entender a relação das atividades da engenharia


com o ambiente, seus efeitos e formas de minimizar o impacto com base na legislação vigente.

Ementa

Fundamentos do Meio Ambiente. Desenvolvimento Sustentável. Educação Ambiental. Geração


de Energia e Energias Renováveis. Resíduos Industriais. Legislação Ambiental. Gestão
Ambiental.

Referências Básicas

BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento


sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. ISBN 9788576050414

DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2017. ISBN 9788597010336

VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro:
Garamond, 2005. ISBN 9788576170518

43
Referências Complementares

BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 3.


ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2017. 978-859701142

BARROS, Benjamim Ferreira de. Eficiência energética técnicas de aproveitamento, gestão de


recursos e fundamentos. São Paulo Erica 2015 1 recurso online ISBN 9788536518404. (Livro
Eletrônico)

DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na empresa. 3ª. ed. São Paulo: ATLAS, 2018. ISBN
9788597017151

MIGUEZ, Eduardo Correia. Logística Reversa como Solução para o Problema do Lixo
Eletrônico: benefícios ambientais e financeiros. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010. ISBN
978-8573039504

SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 – Sistemas de Gestão Ambiental:


implantação objetiva e econômica. 5ª. ed. São Paulo: Atlas, 2017. ISBN 978-8597009484

Pré-requisitos: ---

44
TERCEIRO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Física 3 Geral e 3 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Experimental 57 33 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para
as componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da
Física Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso
crítico para a análise, interpretação e resolução de problemas.

Ementa

Carga elétrica, lei de Coulomb, campo elétrico, lei de Gauss, potencial elétrico, capacitância e
dielétricos, circuitos de corrente contínua, campos magnéticos estáticos e suas fontes.
Realização de procedimentos experimentais envolvendo os tópicos relacionados.

Referências Básica

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2012. 4 v. ISBN 9788521619031 (v.3).

SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 3).

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v. 2).

Referências Complementares

FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Matthew. Lições de física. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2008. 3 v.

YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Eletromagnetismo. 12. ed. São
Paulo: Pearson, 2009. (v. 3). ISBN 9788588639348.

HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p.
ISBN 9788577808908.

NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. 2ª Ed. Blücher,


2015. V.3. ISBN 978-8521208013

GASPAR, Alberto. Física 3: eletromagnetismo e física moderna. 2. ed. São Paulo: Ática, 2009.
352 p. ISBN 9788508123704

Pré-requisitos: Física 2 Geral e Experimental

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Cálculo 3 3 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

45
Capacitar o aluno a usar os conceitos fundamentais das Integrais Múltiplas, Linha e Superfícies
e aplicar esses conceitos na resolução de modelos práticos; Fornecer ao aluno um forte
embasamento teórico e prático sobre os Teoremas Clássicos Green, Stokes e Gauss. Com isso
fornecer um instrumental para resolver problemas nas mais diversas áreas da Ciências e
Engenharias.

Ementa

Estudo das funções vetoriais, das derivadas parciais, dos sistemas de coordenadas polares,
cilíndricas e esféricas e das integrais múltiplas, aprofundando ainda mais a compreensão sobre
funções.

Referências Básica

ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. [Link]. Porto Alegre, RS: Bookman,
2007. 606 p. ISBN 9788560031801 (v. 2).

STEWART, James. Cálculo. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. 2 v. ISBN
9788522106608 (v.1).

WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: George B. Thomas: v.2. [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. v.2 ISBN 9788581430874.

Referências Complementares

BOULOS, Paulo; ABUD, Zara Issa. Cálculo diferencial e integral: volume 2. 2. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2002. xi, 349 p. ISBN 9788534614580.

GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: funções de várias variáveis,
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2007. x, 435 p. ISBN 9788576051169.

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).

LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. [Link]. São Paulo, SP: Harbra, c1994. 2
v. ISBN 9788529400941 (v. 1).

WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; George B. Thomas. Cálculo: volume 2. [Link]. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012. ISBN 9788581430874 (v. 2)

Pré-requisitos: Cálculo 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)

Equações Diferenciais 3 Obrigatória Teoria Prática EaD Total


60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver no aluno a percepção da importância e do grau de aplicabilidade das equações


diferenciais na modelagem matemática de situações concretas. - Capacitar o aluno a equacionar
matematicamente problemas da Física Clássica e de outras ciências. - Estudar os métodos

46
básicos de resolução de equações diferenciais. Propiciar ao aluno desenvoltura em classificar e
manipular problemas que envolvam equações diferenciais, com técnicas específicas de
abordagem, adequadas à resolução de cada um.

Ementa

Equações diferenciais ordinárias de primeira e segunda ordem. Equações Diferenciais


Ordinárias Lineares (EDOL) de Segunda Ordem não homogêneas e de Ordem Superior;
Sistemas de EDOL de Primeira Ordem. Transformada de La Place.

Referências Básicas

BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas


de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 607 p. ISBN 9788521617563.

BRONSON, Richard; COSTA, Gabriel B. Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2008. viii, 400 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788577801831.

ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).

Referências Complementares

DOERING, Claus Ivo; LOPES, Artur O. Equações diferenciais ordinárias. [Link]. 423p (Coleção
matemática universitária) ISBN 9788524402395.

FIGUEIREDO, Djairo Guedes; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas. Rio
de Janeiro: IMPA, 2012. 307 p. (Coleção matemática universitária) ISBN 9788524402821

IÓRIO, Valéria de Magalhães. EDP, um curso de graduação. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: Instituto
Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, 2012. 275p (Coleção matemática universitária)
ISBN 9788524400650

MACHADO, KLEBER DAUM. Equações Diferenciais Aplicadas. 1ª ed. Ponta Grossa: Ed.
Todapalavra, 2012. 751 p. ISBN 978-8562450259

ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009. 3 v. ISBN 9788577805624(v.3)

Pré-requisitos: Cálculo 2, Álgebra linear

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Medidas Elétricas 3 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
7 23 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Dar aos discentes conhecimentos práticos de medições de grandezas elétricas, bem como nele
incutir o gosto pelas montagens experimentais de circuitos elétricos.

Ementa

Sistema de Unidades. Definições e conceitos sobre medidas. Teoria dos Erros. Principais
grandezas elétricas. Medida das principais grandezas elétricas.

Referências Básicas

47
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de
medidas. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 2 v. ISBN 9788521617549 (v.1).

ROLDÁN, José. Manual de medidas elétricas. [s. l.]: Hemus, c2002. 128 p. ISBN 8528902323.

SENRA, Renato Instrumentos E Medidas Elétricas. [Link]. Barauna, 2011.


ISBN-13:9788579232831.

Referências Complementares

KAMAKSHAIAH, S. et al. Electrical Measurements And Measuring Instruments. I K


International Publishing House, 2011. ISBN-13: 978-9380578767

MALARIC, Roman. Instrumentation And Measurements In Electrical Engineering. Brown


Walker Press, 2011. ISBN-13: 978-1612335001

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.

NORTHROP, Robert B. Introduction To Instrumentation And Measurements. [Link]. Crc Press,


2005, ISBN-13: 978-0849337734

WITTE, Robert A. Electronic Test Instruments: Analog And Digital Measurements. 2 ed.
Prentice Hall, 2002. ISBN-13: 978-0130668301

Pré-requisitos: Introdução à Engenharia Eletrônica

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Circuitos Elétricos 1 3 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
53 7 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Proporcionar a aprendizagem dos conceitos, métodos e teoremas fundamentais de circuitos


elétricos em corrente contínua necessários para o bom entendimento dos componentes
curriculares de formação específica do curso de engenharia eletrônica.

Ementa

Conceitos básicos. Elementos de circuitos. Circuitos resistivos. Métodos para a análise de


circuitos resistivos: nodal e malhas, com fontes independentes e dependentes. Teoremas de
circuitos.

Referências Básicas

ALEXANDER, Charles K. SADIKU, Matthew. Fundamentos De Circuitos Elétricos. 5. ed.


Mcgraw Hill/Artmed, 2013. ISBN: 8580551722

HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218

48
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.

Referências Complementares

COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.

IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.

JOHNSON, David E.; HILBURN, John. L. JOHNSON, Johnny R. Fundamentos De Análise De


Circuitos Elétricos. 4. Ed. Ltc, 2001. ISBN: 8521612389

THOMAS, Roland E. Análise e projeto de circuitos elétricos lineares. 6. Porto Alegre


Bookman 2011 1 recurso online ISBN 9788577808830.

Pré-requisitos: Álgebra Linear

49
QUARTO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Circuitos Elétricos 2 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
53 7 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar os circuitos elétricos em corrente alternada, sua modelagem e os métodos de análise.


Analisar problemas elementares de fluxo de potência linear e não-linear, utilizando métodos
iterativos e outros. Apresentar noções de circuitos polifásicos.

Ementa

Capacitores e Indutores. Circuitos RC, RL e RLC. Impedâncias. Circuitos magneticamente


acoplados. Análise em regime permanente senoidal. Análise de potência.

Referências Básicas

ALEXANDER, Charles K. SADIKU, Matthew. Fundamentos De Circuitos Elétricos. 5. ed.


Mcgraw Hill/Artmed, 2013. ISBN: 8580551722

HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2009. 575 p. ISBN 9788576051596.

Referências Complementares

COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.

IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.

JOHNSON, David E.; HILBURN, John. L. JOHNSON, Johnny R. Fundamentos De Análise De


Circuitos Elétricos. 4. Ed. Ltc, 2001. ISBN: 8521612389

THOMAS, Roland E. Análise e projeto de circuitos elétricos lineares. 6. Porto Alegre


Bookman 2011 1 recurso online ISBN 9788577808830.

Pré-requisitos: Circuitos Elétricos 1, Equações Diferenciais, Física 3 Geral e


Experimental

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Algoritmos 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
30 30 6 66

50
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral é permitir que o aluno desenvolva o raciocínio lógico aplicado à solução de
problemas em nível computacional, além de introduzir os conceitos básicos de desenvolvimento
de algoritmos, de forma a propiciar aos alunos uma visão crítica e sistemática sobre resolução
de problemas e prepará-los para a atividade de programação.

Ementa
Algoritmos: formas de representação (algoritmos sequenciais, com seleção, com repetição, com
acumuladores), vetores e matrizes. Programação com linguagem de programação estruturada.
Procedimentos e Funções.

Bibliografias Básicas

ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (Padrão ANSI) e Java. 3. ed.
São Paulo, SP: Pearson, 2012. x, 569 p. ISBN 9788564574168.

FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de programação:


a construção de algoritmos e estruturas de dados. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
c2005. xii, 218 p. ISBN 9788576050247.

SOUZA, Marco Antonio Furlan de et al. Algoritmos e lógica de programação: um texto


introdutório para engenharia. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2011. xxiii,
234 p. ISBN 9788522111299.

Referências Complementares

BORGES, Roberto C M. Lógica de Programação. Porto Alegre: Ufrgs, 2008.

CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a estruturas de


dados: com técnicas de programação em C. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 294 p. (Série
Campus/SBC). ISBN 978853521228.

FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 208p. ISBN
9788535232490.

SILVA, Osmar Quirino. Estruturas de Dados e Algoritmos Usando C. 1 Ed. Ciência Moderna,
2007. 472 p. ISBN-13: 9788573936117

PEREIRA, Silvio do Lago. Algoritmos e Lógica de Programação em C: Uma Abordagem


Didática. 1 Ed. Érica, 2010. 192 p. ISBN-13: 9788536503271

Pré-requisitos: ---

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Introdução à 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Administração da 60 0 6 66
Produção e Liderança
Objetivo geral do componente curricular

Apresentar os princípios fundamentais e tendências da administração, num enfoque sistêmico e


prático, capacitando o acadêmico a entender os aspectos da estrutura e dinâmica

51
organizacional de forma a permitir-lhe analisar, interpretar e intervir nos processos de gestão
das organizações.

Ementa

Processos Administrativos. Processos motivacionais. Liderança. Comunicação.


Relacionamentos Interpessoais. Fundamentos da administração da produção. Processos de
produção e Serviços. Planejamento de produção. Fundamentos da Qualidade.

Referências Básicas

ARAÚJO, Luis César Gonçalves de. Gestão de pessoas estratégias e integração


organizacional, edição compacta. 2. São Paulo Atlas 2014 1 recurso online ISBN
9788522491292.

CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Administração de produção e operações:


manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 690 p. ISBN
9788522442126.

GINO, Francesca. À Risca! - Tomada de Decisão- Como Não Desviar da Rota Planejada e
Acelerar. Da Boa Prosa: São Paulo, 2014. 272 p. ISBN 8564684535

Referências Complementares

FRANÇA, Ana Cristina Limongi. Práticas de Recursos Humanos ? PRH conceitos,


ferramentas e procedimentos. São Paulo Atlas 2012 1 recurso online ISBN 9788522478507.

LAMCOMBE, Francisco. Recursos Humanos - Princípios e Tendências. 2° ed. Saraiva, 2011.


536 pg. ISBN 9788502135147

MARRAS, Jean Pierre. Capital-trabalho: o desafio da gestão estratégica de pessoas no século


XXI. São Paulo: Futura, 2008. 303 p. ISBN 9788574132464.

MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria geral da


administração. [Link]. São Paulo: Cengage Learning, c2006. 428 p. ISBN 9788522103812.

PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2012.
xvii, 302 p. ISBN 9788522471157.

Pré-requisitos: Introdução a Engenharia Eletrônica

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Materiais Elétricos e 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Magnéticos 53 7 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Compreender os fundamentos e conceitos que englobam materiais para engenharia elétrica,


como processos de fabricação, técnicas de caracterização e as propriedades dos materiais
elétricos e magnéticos, bem como normas e procedimentos experimentais com materiais
utilizados em dispositivos elétricos, magnéticos e eletrônicos. Compreender as relações entre
estrutura, microestrutura, propriedades e aplicações dos materiais elétricos.

52
Ementa

Estrutura e Propriedades da Matéria. Materiais e dispositivos magnéticos. Materiais Condutores


e aplicações. Materiais Dielétricos e isolantes. Materiais Supercondutores e aplicações.
Materiais Semicondutores. Dispositivos semicondutores. Propriedades Ópticas da Matéria e
dispositivos fotônicos.

Referências Básicas

CALLISTER JUNIOR, William D. Ciência e engenharia de materiais uma introdução. 9. Rio de


Janeiro LTC 2016 1 recurso online ISBN 9788521632375

SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos, Editora Edgard Blücher Ltda; Vol. 1, 2 e 3. 3a Ed.,
2010. ISBN 978-8521205203, ISBN 978-8521205210, ISBN 978-8521205487.

SWART, J. Semicondutores: fundamentos, técnicas e aplicações. Campinas, SP: Ed.


Unicamp, 2008. 374 p. ISBN 9788526808188.
Referências Complementares

JILES, David C., Introduction to Magnetism and Magnetic Materials, 2a. ed. Crc Press, 1998.
570 p. ISBN-13: 978-0412798603
ASKELAND, Donald R; WRIGHT, Wendelin J., The Science and Engineering of Materials, 6th
Ed, Cencage Learning, 2011. 944 p. ISBN-13: 978-0495296027

JONES, Ian P., Materials Science for Electrical and Electronic Engineers, 1aed. Oxford
University Press, 2001. 360 p. ISBN-13: 978-0198562948

SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais - 6ª edição. Pearson 574 (recurso online)
ISBN 9788576051602.

SMITH, William F. Fundamentos de engenharia e ciência dos materiais. 5. Porto Alegre


AMGH 2012 1 recurso online ISBN 9788580551150.

Pré-requisitos: Química Geral e Experimental, Física 3 Geral e Experimental

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Introdução às Equações 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Diferenciais Parciais 30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver no aluno a percepção da importância e do grau de aplicabilidade das equações


diferenciais na modelagem matemática de situações concretas. Capacitar o aluno a equacionar
matematicamente problemas da Física Clássica e de outras ciências. Estudar os métodos
básicos de resolução de equações diferenciais. Propiciar ao aluno desenvoltura em classificar e
manipular problemas que envolvam equações diferenciais, com técnicas específicas de
abordagem, adequadas à resolução de cada um.

Ementa

Séries de Fourier; Equações Diferenciais Parciais, Polinômios de Legendre e Funções de Bessel

53
Referências Básicas

BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas


de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 607 p. ISBN 9788521617563.

BRONSON, Richard; COSTA, Gabriel B. Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2008. viii, 400 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788577801831.

ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).

Referências Complementares

DOERING, Claus Ivo; LOPES, Artur O. Equações diferenciais ordinárias. [Link]. 423p (Coleção
matemática universitária) ISBN 9788524402395

FIGUEIREDO, Djairo Guedes; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas. Rio
de Janeiro: IMPA, 2012. 307 p. (Coleção matemática universitária) ISBN 9788524402821

IÓRIO, Valéria de Magalhães. EDP, um curso de graduação. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: Instituto
Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, 2012. 275p (Coleção matemática universitária)
ISBN 9788524400650

MACHADO, Kleber Daum. Equações Diferenciais Aplicadas. 1ª Ed. Ponta Grossa: Ed.
Todapalavra, 2012. 740 p. ISBN 978-8562450518

ZILL, Dennis G. Matemática avançada para engenharia, v.1. 3. Porto Alegre Bookman 2011 1
recurso online ISBN 9788577804771.

Pré-requisitos: Equações Diferenciais, Cálculo 3

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Formação Social, Política 4 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
e Cultural do Brasil 30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Analisar os principais aspectos da formação histórica, social, econômica, política e cultural da


sociedade brasileira, possibilitando a reflexão crítica e a compreensão das questões da
atualidade do país e do mundo.

Ementa

Estudo da formação e da representação da sociedade brasileira. Aspectos econômico, políticos,


sociais e culturais da formação histórica e o imaginário da identidade nacional brasileira. Os
processos de construção e os elementos formadores do estado nacional brasileiro. Compreensão
sócio-histórica do Estado e da sociedade civil no Brasil. Relações de gênero e étnico-raciais, com
ênfase na história e cultura afro-brasileira, africana e dos povos indígenas do Brasil.

54
Referências Básicas

REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ:
FGV, 2007. 278 p. ISBN 9788522505968.

SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI.
[Link]. Rio de Janeiro: Record, 2014. 475 p. ISBN 978850159390.

SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia: Com novo
pós-escrito. Editora Companhia das Letras, 2015. 792 p. ISBN 9788535925661

Referências Complementar

CHAUI, Marilena. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Perseu Abramo,
2000. 103 p. ISBN: 9788586469275

FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da
economia patriarcal. 51. ed. São Paulo, SP: Global Editora, 2006. 727 p. (Introdução à história da
sociedade patriarcal no Brasil ; 1). ISBN 9788526008694.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo, SP: Companhia das
Letras, 2007. 351 p. ISBN 9788535909524.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2014. ISBN:
9788535925487

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2008. 476 p. ISBN 9788571644519.

Pré-requisitos:---

55
QUINTO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Circuitos Elétricos 3 5 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
53 7 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Proporcionar a aprendizagem dos conceitos, métodos e teoremas fundamentais de circuitos


elétricos em corrente alternada necessários para o bom entendimento dos componentes
curriculares de formação específica do curso de engenharia eletrônica.

Ementa

Circuitos polifásicos. Análise no domínio de Laplace. Resposta em frequência (Fourier).


Quadripolos.

Referências Básicas

ALEXANDER, Charles K. SADIKU, Matthew. Fundamentos De Circuitos Elétricos. 5. ed.


Mcgraw Hill/Artmed, 2013. ISBN: 8580551722

HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.

Referências Complementares

COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.

IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.

JOHNSON, David E.; HILBURN, John. L. JOHNSON, Johnny R. Fundamentos De Análise De


Circuitos Elétricos. 4. Ed. Ltc, 2001. ISBN: 8521612389

THOMAS, Roland E. Análise e projeto de circuitos elétricos lineares. 6. Porto Alegre


Bookman 2011 1 recurso online ISBN 9788577808830.

Pré-requisitos: Circuitos Elétricos 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Programação 5 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Estruturada 17 43 6 66
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral do componente curricular é fazer com que o aluno consiga desenvolver
soluções computacionais utilizando linguagem de programação estruturada.

Ementa

56
Características da programação estruturada e desenvolvimento de algoritmos através de divisão
modular e refinamentos sucessivos. Desenvolvimento de programas através do uso de: tipos de
dados, cadeias de caracteres, estruturas de controle de seleção e repetição, vetores, matrizes,
funções, bibliotecas e ponteiros. Uso de linguagem de programação estruturada, compiladores,
ambientes de desenvolvimento de programas e prototipação de sistemas.

Referências Básicas

CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a estruturas de


dados: com técnicas de programação em C. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 294 p. (Série
Campus/SBC). ISBN 978853521228.

DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. C: como programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011. xxvii, 818 p. ISBN 9788576059349.

KERNIGHAN, Brian W.; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programação. Rio de Janeiro:


Porto Alegre, RS: Campus, Edisa, c1986. 208 p. ISBN 8570014104.

Referências Complementares

ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (Padrão ANSI) e Java. 3. ed.
São Paulo, SP: Pearson, 2012. x, 569 p. ISBN 9788564574168..

FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 208p. ISBN
9788535232490.

MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em linguagem C++. [Link]. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, c2006. 2 v. ISBN 9788576050452 (v.1).

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.

ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3. ed., rev. ampl.
São Paulo: Cengage Learning, 2011. 625 p. ISBN 9788522110506

Pré-requisitos: Algoritmos

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Eletrônica Analógica 1 5 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir o aluno ao estudo dos circuitos eletrônicos, apresentando as suas propriedades físicas
fundamentais, os componentes básicos e suas aplicações práticas.

Ementa

Elementos não lineares em circuitos elétricos. Transistores de junção bipolar. Transistores de


efeito de campo. Fontes de alimentação. Configurações amplificadoras.

Referências Básica

BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


11. ed. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil, 2013. 766 p. ISBN 9788564574212.

57
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555769 (v.1).

SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223.

Referências Complementares

CRUZ, Eduardo Cesar Alves; CHOUERI JÚNIOR, Salomão. Eletrônica aplicada. São Paulo,
SP: Érica, 2008. 296 p. ISBN 9788536501505.

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. A Arte da Eletrônica: Circuitos Eletrônicos e


Microeletrônica, Bookman, 3 ed, 2017, 1160 p, ISBN 978-8582604342.

MARQUES, Angelo Eduardo B.; CHOUERI JÚNIOR, Salomão; CRUZ, Eduardo Cesar Alves.
Dispositivos semicondutores: diodos e transistores. 12. ed. São Paulo: Érica, 2008. 392 p.
ISBN 9788571943179

RAZAVI, B. Fundamentos de Microeletrônica. [Link]. LTC, 2017 ISBN: 9788521633594

TOOLEY, Michael H. Circuitos eletrônicos: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro:


Elsevier, 2007. 417 p. ISBN 9788535223644

Pré-requisitos: Circuitos Elétricos 2, Materiais Elétricos e Magnéticos, Medidas Elétricas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Eletrônica Digital 1 5 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar circuitos digitais combinacionais. Capacitar os alunos a analisar e projetar circuitos


digitais combinacionais. Caracterizar e avaliar parâmetros de funcionamento de componentes.
Capacitar o aluno na utilização de ferramentas computacionais de simulação de sistemas digitais
e de dispositivos de laboratório voltados à área digital (componentes e equipamentos).

Ementa

Representações binárias. Aritmética binária. Portas lógicas. Álgebra booleana. Famílias lógicas e
padrões de entrada/saída digitais. Circuitos lógico-combinacionais. Circuitos aritméticos.
Introdução a HDL: representação HDL de circuitos combinacionais e aritméticos.

Referências Básica

FLOYD, Thomas L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2007. 888 p.

PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.

TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 11. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xx, 817 p. ISBN 9788576059226.

Referências Complementares

58
BIGNELL, James; DONOVAN, Robert. Eletrônica digital. São Paulo, SP: Cengage Learning,
2010. xviii, 648 p. ISBN 9788522107452.

COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.

D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524.

URBANETZ JUNIOR, Jair; MAIA, José da Silva. Eletrônica aplicada. Curitiba, PR: Base
Editorial, 2010. 144 p. ISBN 9788579055751.

VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDLS. Porto Alegre, RS: Bookman,
2008. XIV,558p. ISBN 9788577801909.

Pré-requisitos: Circuitos Elétricos 1, Medidas Elétricas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Matemática Aplicada 5 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Propiciar ao estudante o embasamento em sinais e sistemas necessário para o estudo vindouro


de sistemas de controle.

Ementa

Introdução a sinais e sistemas. Sistemas lineares invariantes no tempo. Transformada de Fourier.


Discretização de sinais. Transformada Z. Produto composto ou integral de convolução.
Aplicações de transformadas a problemas de engenharia.

Referências Básicas

HAYKIN, Simon S.; MOHER, Michael. Sistemas de comunicação. 5. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2011. 512 p. ISBN 9788577807253

LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. vii, 856 p.
ISBN 9788560031139.

OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S. Sinais e sistemas. 2. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2010. 568 p. ISBN 9788576055044.

Referências Complementares

CHAPMAN, Stephen J. Programação em MATLAB para engenheiros. 2. ed. São Paulo, SP:
Cengage Learning, c2011. xvii, 410 p. ISBN 9788522107896.

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106

ROBERTS, Michael J., Dr.. Fundamentos em sinais e sistemas. São Paulo, SP: McGraw-Hill,
2009. xix, 764 p. ISBN 9788577260386

ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).

59
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais: volume 2. 3. ed. São Paulo:
Makron Books, 2001. 434 p. ISBN 9788534611411.

Pré-requisitos: Introdução às Equações Diferenciais Parciais

60
SEXTO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Eletrônica Digital 2 6 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

O aluno deve desenvolver durante o componente curricular as competências para especificar,


projetar, analisar, simular e validar circuitos eletrônicos digitais. O aluno deve ser capaz de
compreender os diversos compromissos existentes entre as decisões de projeto.

Ementa

Flip-flops. Lógica sequencial. Circuitos contadores síncronos e assíncronos. Representação


HDL de circuitos sequenciais. Projeto de máquinas de estado. Memórias. Dispositivos lógicos
programáveis.

Referências Básicas

BIGNELL, James; DONOVAN, Robert. Eletrônica digital. São Paulo, SP: Cengage Learning,
2010. xviii, 648 p. ISBN 9788522107452.

FLOYD, Thomas L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. [Link]. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2007. 888 p.

PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.

Referências Complementares

COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.

D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais . Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524.

GONÇALVES JÚNIOR, Nelson A.; MARTINI, João Angelo. Princípios de VHDL. Maringá, PR:
EDUEM, 2009. 178 p. ISBN 9788576282068

IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de eletrônica digital. 41. ed. São Paulo,
SP: Érica, 2012. 544 p. ISBN 9788571940192.

PEDRONI, Volnei A. Finite State Machines in Hardware – Theory and Design (with VHDL
and SystemVerilog). MIT Press, 2013. ISBN: 0262019663

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 1

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Eletrônica Analógica 2 6 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

61
Estudar os processos de realimentação e suas conseqüências. Desenvolver os
conhecimentos básicos sobre projetos de circuitos com realimentação. Estudar os sistemas
realimentados e osciladores.

Ementa

Circuitos realimentados e resposta em frequência, estabilidade e compensação. Circuitos


osciladores. Circuitos lineares e digitais: comparadores, temporizadores e modulação.

Referências Básicas

BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


11. ed. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil, 2013. 766 p. ISBN 9788564574212.

MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555929 (v.2).

SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223.

Referências Complementares

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. A Arte da Eletrônica: Circuitos Eletrônicos e


Microeletrônica, Bookman, 3 ed, 2017, 1160 p, ISBN 978-8582604342.

MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555769 (v.1).

RAZAVI, Behzad. Fundamentos de Microeletrônica. [Link]. LTC, 2017 ISBN: 9788521633594

SANTOS, Edval. J. P. Eletrônica Analógica Integrada e Aplicações, Editora Livraria da


Física, 1ª ED. 2011. ISBN 9788588325784

SCHULER, Charles A. Electronics:Principles and Applications, McGraw-Hill, 2018. ISBN:


978-0073373836

Pré-requisitos: Eletrônica Analógica 1, Circuitos Elétricos 3

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Estrutura de dados 6 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
17 43 6 66
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral do componente curricular é fazer com que o aluno consiga desenvolver
soluções computacionais utilizando recursos avançados de estruturas de dados em seus
programas, independente da linguagem de programação que for utilizada.

Ementa

Estruturas de dados na resolução de problemas computacionais, trabalhando com tipos


abstratos de dados, arquivos, alocação de memória, vetores e matrizes dinâmicas. Estruturas
de dados lineares e não-lineares: a lista e suas variantes. Métodos de ordenação e de busca.

62
Referências Básicas

DROZDEK, Adam. Estrutura de dados e algoritmos em C++. São Paulo: Cengage Learning,
2002. ISBN 8522102953.

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.

VELOSO, Paulo A. S. et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 1983. 228 p.
ISBN 8570013523.

Referências Complementares

ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; ARAÚJO, Graziela Santos de. Estruturas de dados:
algoritmos, análise da complexidade e implementações em Java e C/C++. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2010. xii, 432 p. ISBN 9788576058816.

CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a estruturas de


dados: com técnicas de programação em C. Rio de Janeiro: Campus, 2004. 294 p. (Série
Campus/SBC). ISBN 978853521228.

DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. C: como programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011. xxvii, 818 p. ISBN 9788576059349.

DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. C++ como programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2006. xlii, 1163 p. ISBN 9788576050568.

ERNIGHAN, Brian W.; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programação. Rio de Janeiro:


Porto Alegre, RS: Campus, Edisa, c1986. 208 p. ISBN 8570014104.

Pré-requisitos: Programação Estruturada

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Teoria Eletromagnética e 6 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Ondas 70 20 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir o aluno ao estudo do eletromagnetismo, seus conceitos teóricos fundamentais e


aplicações práticas mais relevantes para a engenharia eletrônica. Capacitar o aluno para a
análise e solução de problemas da esfera de atuação do engenheiro eletrônico que envolvam
questões de eletromagnetismo. Capacitar o aluno para desenvolver estudos avançados em
eletromagnetismo.

Ementa

Eletrostática. Magnetostática. Campos variáveis no tempo. Ondas eletromagnéticas guiadas e


no espaço livre. Introdução aos métodos numéricos aplicados ao eletromagnetismo. Noções de
compatibilidade eletromagnética.

Referências Básicas

EDMINISTER, Joseph A.; NAHVI, Mahmood. Eletromagnetismo. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2013. 357 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788565837149.

HAYT, William Hart; BUCK, John A. Eletromagnetismo. 8. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012.
616 p. ISBN 978-8580551532.

63
SADIKU, Matthew N. O. Elementos de eletromagnetismo. 5. ed. Porto Alegre, RS: Bookman,
2012. xvi, 702 p. ISBN 9788540701502.

Referências Complementares

CHENG, David K., Field and wave Electromagnetics. Pearson New International Edition,
Pearson, 2013720 p, ISBN 978-1292026565.

JIN, Jian-Ming. Theory and Computation of Electromagnetic Fields. Wiley-Blackwell; ed. 2.


2015. 752 p. ISBN-13: 978-1119108047

NOTAROS, Branislav M. Eletromagnetismo. Pearson Universidades; ed. 1. 2011. 606 p.


ISBN-13: 978-8564574267

PEREIRA, José Fernando da Rocha, PINHO, Pedro Renato Tavares, ROCHA, Armando Carlos
Domingues. Propagação Guiada de Ondas Eletromagnéticas. LTC ed.1. 2014. 344 p.
ISBN-13: 978-8521625919

ULABY, Fawwaz T. Eletromagnetismo para engenheiros. Porto Alegre: Bookman, 2007. ix,
378 p. ISBN 9788560031191.

Pré-requisitos: Física 3 Geral e Experimental, Cálculo 3, Equações Diferenciais, Materiais


Elétricos e Magnéticos

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Fenômenos de Transporte 6 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir os princípios de transferência de quantidade de movimento, de calor e de massa.


Habilitar o aluno a compreender esses fenômenos, relacionando a problemas na engenharia.

Ementa

Balanços de massa, energia e momento. Escoamento viscoso e turbulento de fluidos.


Transferência de massa molecular e convectiva. Transferência de massa uni, bi e tridimensional.
Condução de calor em estado estacionário e transitório. Transferência de calor em escoamento
de fluídos. Transferência simultânea de momento, calor e massa.

Referências Básicas

FOX, Robert W.; MCDONALD, Alan T; PRITCHARD, Philip J.; MITCHELL, John W. Introdução
à mecânica dos fluidos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. 724 p. ISBN 978-8521634812.

INCROPERA, Frank P. et al. Fundamentos de transferência de calor e de massa. 7. ed. Rio


de Janeiro, RJ: LTC, 2014, 694 p. ISBN 978-8521625049.

WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos. 8. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2018. 864 p. ISBN
978-8580556063.

Referências Complementares

BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E.; LIGHTFOOT, Edwin N. Fenômenos de transporte. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2011. xv, 838 p. ISBN 9788521613930

64
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2012. 342 p. ISBN 9788521620280.

BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2008.
431 p. ISBN 9788576051824.

ÇENGEL, Yunus A.; GHAJAR, Afshin J. Transferência de calor e massa: uma abordagem
prática. 4. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012. xxii, 902 p. ISBN 9788580551273

MORAN, Michael J. et al. Introdução à engenharia de sistemas térmicos: termodinâmica,


mecânica dos fluídos e transferência de calor. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2013 xi, 604 p.
ISBN 9788521614463.

Pré-requisitos: Física 2 Geral e Experimental

65
SÉTIMO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Métodos Numéricos 7 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Propiciar ao aluno conhecimento de ferramentas computacionais e de técnicas para a solução


numérica de problemas matemáticos cuja solução analítica seria por demasiado difícil ou
mesmo inexistente.

Ementa

Erros. Sistemas lineares. Equações algébricas e transcendentes. Interpolação. Integração


numérica. Métodos numéricos para equações diferenciais. Ajuste de curvas.

Referências Básicas

BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas; BURDEN, Annette M. Análise numérica. 3. ed. São
Paulo, SP: Cengage Learning, 2016. xvi, 879 p. ISBN 9788522123407.

FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2007. xii,
505 p. ISBN 9788576050872.

RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos
teóricos e computacionais. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, c1998. 406 p. ISBN
9788534602044.

Referências Complementares

ARENALES, Selma Helena de Vasconcelos; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico:


aprendizagem com apoio de software. 2. ed., rev. ampl. São Paulo, SP: Cengage Learning,
c2016. xi, 471 p. ISBN 9788522112876.

BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo:
Harbra, 1987. ISBN 8529400895.

CHAPRA, Steven C. Métodos numéricos aplicados com Matlab: para engenheiros e


cientistas. 3. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2013. xvi, 655 p. ISBN 9788580551761.

CUNHA, M. Cristina C. Métodos numéricos. 2. ed. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2000. 276 p.
ISBN 9788526808775.

PRESS, William H. et al. Numerical Recipes in C++. Cambridge: Cambridge University, 2002.
1032 p. ISBN-13: 978-0521750332
 
Pré-requisitos: Cálculo 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Programação Orientada 7 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
a Objetos 17 43 6 66
Objetivo geral do componente curricular

66
O objetivo geral da componente curricular é permitir que o aluno estabeleça relações entre o
raciocínio procedimental e o orientado a objetos, entendendo o que são e como os objetos
podem ser construídos usando uma linguagem de programação orientada a objetos.

Ementa

Implementação de classes, objetos, herança, polimorfismo, estrutura todo-parte, comunicação e


associação.

Referências Básicas

DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. C++ como programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2006. xlii, 1163 p. ISBN 9788576050568.

FURGERI, Sérgio. Java 6: ensino didático : desenvolvendo e implementando aplicações.


São Paulo: Érica, 2008. 352 p. ISBN 9788536501925..

SEBESTA, Robert W. Conceitos de linguagens de programação. 9. ed. Porto Alegre, RS:


Bookman, 2010. 792 p. ISBN 9788577807918.

Referências Complementares

ALEXANDRESCU, A. Modern C++ Design: Generic Programming And Design Patterns


Applied. Addison-wesley, 2001.

BERTAGNOLLI, Sílvia de Castro. Fundamentos de programação orientada a objetos com


Java 1.6. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2009. 233 p. (Coleção experiência acadêmica ; 8). ISBN
978-85-60100-35-4.

HORSTMANN, Cay S.; CORNELL, Gary. Core JAVA/ fundamentos. 8. ed. São Paulo, SP:
Pearson, 2010. 383 p. ISBN 9788576053576..

HORSTMANN, Cay S. Conceitos de computação com Java. 5. ed. Porto Alegre: Bookman,
2009 720 p. ISBN 9788577803521

STROUSTRUP, Bjarne; LISBOA, Maria Lúcia Blanck (Trad.). Princípios e práticas de


Programação com C++. Porto Alegre, RS: Bookman, 2012. 1216 p. ISBN 9788577809585.

Pré-requisitos: Programação Estruturada

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Linguagens de Descrição 7 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
de Hardware 40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Oferecer ao estudante o aprendizado de técnicas de descrição de circuitos digitais por


linguagens, possibilitando ao mesmo um aprofundamento de conceitos introduzidos nas
componentes curriculares de eletrônica digital, bem como a prática laboratorial específica.

Ementa

67
Linguagens e sistemas de descrição de hardware (HDL). Linguagem HDL: síntese e simulação.
Testbenches e técnicas de construção de testbenchs (manuais e automatizados). Processo de
síntese e simulação em HDL. Projeto de máquinas de estado em HDL. Técnicas de conversão
de algoritmos para HDL. Dispositivos lógico-programáveis.

Referências Básicas

COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.

D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012. xiii, 292 p. ISBN 9788521620549.

PEDRONI, Volnei A. Circuit Design with VHDL. MIT Press, 2020. ISBN: 0262042649

Referências Complementares

JASINSKI, Ricardo Effective Coding with VHDL – Principles and Best Practice. MIT Press,
2016. ISBN: 0262034220

MONK, Simon. Programming FPGAs: Getting Started with Verilog. McGraw-Hill, 2016. ISBN:
9781259643767

PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.

SHORT, Kenneth. L. VHDL for Engineers. Prentice-Hall, 2008, ISBN: 0131424785

UNSALAN, Cem, TAR, Bora. Digital System Design with FPGA: Implementation Using
Verilog and VHDL. McGraw-Hill, 2017. ISBN: 9781259837906

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)

Sistemas de Controle 1 7 Obrigatória Teoria Prática EaD Total


50 10 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Compreender e analisar modelos matemáticos de sistemas dinâmicos, compreender métodos e


técnicas de análise de estabilidade de sistemas dinâmicos e de controle. Compreender e
analisar como se estabelece a sintonia de controladores PID. Projetar sistemas monovariáveis
pelo método do Lugar Geométrico das Raízes. Compreender não-linearidades em sistemas de
controle.

Ementa

Modelagem e identificação de sistemas dinâmicos. Estabilidade de sistemas de controle


lineares. controladores para sistemas monovariáveis via método do lugar das raízes. Projeto de
controladores no domínio da frequência. Controladores PID: Teoria e ajuste. Aspectos
não-lineares em sistemas de controle.

Referências Básicas

68
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2013. 814 p. ISBN 9788521619956.

NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 7. Rio de Janeiro LTC 2017 772p.
ISBN 9788521634379.

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106.

Referências Complementares

ASTRÖM, Karl J.; HÄGGLUND, Tore. PID controllers: theory, design, and tuning. 2. ed. North
Carolina: Instrument Society of America, 1995. viii, 343 p. ISBN 1556175167

CHEN, Chi-Tsong; Analog and Digital Control System Design: Transfer-Function,


State-Space, and Algebraic Methods. Oxford University Press. USA, 624p. ISBN:0195310462

FRANKLIN, Gene F.; POWELL, [Link]; EMAMI-NAEINI, Abbas. Sistemas de Controle para
Engenharia. Bookman, 2013. 721p. ISBN 8582600674

GEROMEL, José C. - KOROGUI, Rubens H. Controle Linear De Sistemas Dinâmicos. São


Paulo, Editora Blucher, 2019. 356 p. ISBN 9788521214694

GOLNARAGHI, Farid; KUO, Benjamin C. Automatic control systems. 9th ed. New Jersey, US:
John Wiley & Sons, c2010. xiii, 786p. ISBN 9780470048962.

Pré-requisitos: Matemática Aplicada, Circuitos Elétricos 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Amplificadores e 7 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Filtros 35 25 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Capacitar o aluno para análise e projeto em circuitos com amplificadores operacionais. Entender
técnicas de realimentação. Entender e utilizar amplificadores operacionais em aplicações
lineares e não lineares. Capacitar o aluno à análise e projetos de filtros analógicos ativos.

Ementa

Amplificadores operacionais. Características ideais e reais. Realimentação em circuitos com


amplificadores operacionais. Aplicações lineares e não lineares de amplificadores operacionais.
Filtros ativos com uso de amplificadores operacionais.

Referências Básicas

FRANCO, Sergio. Design With Operational Amplifiers And Analog Integrated Circuits. 4 ed.
2016. McGraw Hall India. 773p. ISBN 9352601947

HUIJSING, Johan. Operational Amplifiers: Theory And Design. 3. Ed. Springer, 2011. 443p.
ISBN: 3319281267

69
PERTENCE JUNIOR, Antonio. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros
ativos. 8. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2015. 310 p. (Tekne (eixo: controle e processos
industriais)). ISBN 9788582602768.

Referências Complementares

CLAYTON, George, WINDER, Steve.; Operational Amplifiers, 5. Ed. Newnes, 2003. 416p.
ISBN 0750659149

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. A Arte da Eletrônica: Circuitos Eletrônicos e


Microeletrônica, Bookman, 3 ed, 2017, 1160 p, ISBN 978-8582604342.

RAUT, Rabindranath; SWAMY, M. N. S. Modern Analog Filter Analysis And Design: A


Practical Approach. 1. Ed. Wiley, 2010. 378p. ISBN: 3527407669

THEDE, Les. Practical Analog And Digital Filter Design. Artech House, 2004. 270p. ISBN
1580539157.

DELIYANNIS, T., SUN Yichuang; Fidler, J.K. Continuous-time Active Filter [Link]. Crc
Press, 2019. 457 p., ISBN 0849325730

Pré-requisitos: Eletrônica Analógica 2

70
OITAVO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Conversão de Energia 8 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
47 13 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Entender os princípios de conservação eletromecânica de energia. Assim como, o


funcionamento das principais máquinas elétricas rotativas e estáticas.

Ementa

Circuitos magnéticos. Transformadores. Princípios de conversão eletromecânica de energia.


Máquinas de corrente contínua, síncronas e assíncronas em regime permanente.

Referências Básicas

CHAPMAN, Stephen J. Fundamentos de máquinas elétricas. [Link]. Porto Alegre, RS: AMGH,
2013. xx, 684 p. ISBN 9788580552065.

FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY JR., Charles; UMANS, Stephen D. Máquinas elétricas: com
introdução à eletrônica de potência. 6. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006. 648 p. ISBN
9788560031047.

DEL TORO, Vincent. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c1994.
xiii, 550 p. ISBN 9788521611844.

Referências Complementares

BIM, Edson. Máquinas elétricas e acionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier,
2012. ISBN 9788535259230.

KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo: Globo, 2005 667
p. ISBN 85255002305.

MACIEL, Ednilson Soares; CORAIOLA, José Alberto. Máquinas elétricas. Curitiba: Base
Editorial, 2010. 160 p. ISBN 9788579055652.

MARTIGNONI, Alfonso. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5. ed. São Paulo, SP:
Globo, 1987. 257 p.

NASCIMENTO JUNIOR, Geraldo Carvalho do. Máquinas elétricas: teoria e ensaios . 2. ed.
São Paulo: Érica, 2007. 260 p. ISBN 9788536501260

Pré-requisitos: Teoria Eletromagnética e Ondas; Circuitos Elétricos 3

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Probabilidade e 8 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Estatística 60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Proporcionar ao aluno o conhecimento da Probabilidade e da Estatística necessários para o


entendimento e o desenvolvimento de pesquisas na área de Engenharia.

71
Ementa

Análise exploratória de dados. Probabilidade. Variáveis aleatórias discretas e contínuas.


Distribuições discretas e contínuas de probabilidade. Amostragem. Correlação e Regressão
Linear. Noções de Inferência Estatística.

Referências Básicas

BARBETTA, Pedro Alberto; REIS, Marcelo Menezes; BORNIA, Antonio Cezar. Estatística: para
cursos de engenharia e informática. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 410 p. ISBN
9788522459940.

DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística: para engenharia e ciências . São Paulo: Thomson
Learning, 2006. xiii, 692 p. ISBN 852210459X

MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para


engenheiros. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2012. xiv, 521p. ISBN 9788521619024.

Referências Complementares

LARSON, Ron; FARBER, Elizabeth. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2010. 637 p. ISBN 9788576053729

MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência : volume único. São
Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010. xiv, 375p. ISBN 9788576053705.

MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de O. Estatística básica. [Link]. São Paulo, SP:
Saraiva, 2013. 548 p. ISBN 9788502207998.

ROSS, Sheldon. Probabilidade: um curso moderno com aplicações. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2010. x, 606 p. ISBN 9788577806218.

TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN
9788521615866.

Pré-requisitos: Cálculo I

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas 8 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Microprocessados 1 60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Objetiva fornecer ao estudante um primeiro contato com microprocessadores e


microcontroladores, abordando características físicas dos mesmos, aspectos de expansão e
interfaceamento. Objetiva igualmente apresentar técnicas de desenvolvimento em linguagem C,
focadas aos aspectos de trabalho mais usuais com sistemas embarcados.

Ementa

Sistemas microprocessados e microcontrolados. Arquitetura dos microcontroladores. Interface de


processadores/microcontroladores com dispositivos externos. Memória e organização de
memória. Dispositivos de entrada e saída. Interrupções. Desenvolvimento em C. Ferramentas de
depuração.

Referências Básicas

72
ALMEIDA, Rodrigo. M. A. Programação de Sistemas Embarcados. GEN LTC, 2016. ISBN:
8535285180

NAIMI, Sepehr; MAZIDI, Muhammad Ali; NAIMI, Sarmad. The AVR Microcontroller and
Embedded Systems Using Assembly and C: Using Arduino Uno and Atmel Studio.
Microdigitaled, 2017. ISBN: 0997925965

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron Books,
c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.

Referências Complementares

LIMA, Charles Borges de; VILLAÇA, Marco V. M. AVR e Arduino: técnicas de projeto. 2. ed.
Florianópolis, SC: Edição dos autores, 2012. 632 p. ISBN 9788591140015.

MORTON, John. AVR: An Introductory Course. Newnes, 2002. ISBN: 0750656352

PATTERSON, David A.; HENNESSY, John L. Organização e projeto de computadores: a


interface hardware/software. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2005. xvii, 484 p. ISBN
9788535215212.

TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. [Link]. São Paulo, SP:


Pearson Prentice Hall, 2007. xii, 449 p. ISBN 9788576050674.

WHITE, Elecia. Making Embedded Systems. O'Reilly, 2011. ISBN: 9781449302146

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Estrutura de Dados

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas de Controle 2 8 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
47 13 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Compreender e analisar sistemas de controle digital. Compreender e analisar sistemas de


controle através de variáveis de estado. Utilizar métodos frequenciais para análise de sistemas
de controle, não-linearidades em sistemas de controle. Analisar e projetar sistemas de controle
não lineares utilizando ciclos limites.

Ementa

Análise e projeto de sistemas de controle digital. Modelagem, análise e projeto de sistemas de


controle por variáveis de estado. Análise e projeto de sistemas de controle por métodos
frequenciais. Sensibilidade e robustez de sistemas de controle. Análise de ciclo-limite em
sistemas não-lineares.

Referências Básicas

NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 7. Rio de Janeiro LTC 2017 772p.
ISBN 9788521634379.

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106.

OGATA, Katsuhiko. Discrete-time control systems. 2nd ed. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice
Hall, c1995. xi, 745 p. ISBN 0130342815 .

73
Referências Complementares

BAZANELLA, Alexandre Sanfelice; SILVA JUNIOR, Joao Manoel Gomes da. Sistemas de
controle: princípios e métodos de projeto. Porto Alegre, RS: Editora da Universidade/UFRGS,
2005. 297 p. ISBN 8570258496.

DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2013. 814 p. ISBN 9788521619956.

FRANKLIN, Gene F.; POWELL, J. David; EMAMI-NAEINI, Abbas. Feedback Control Of


Dynamic Systems. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2014. 880p. ISBN: 0133496597

GOLNARAGHI,Farid.; KUO, Benjamin C. Automatic control systems. 9th ed. New Jersey, US:
John Wiley & Sons, c2010. xiii, 786p. ISBN 9780470048962.

HEMERLY, Elder Moreira. Controle por computador de sistemas dinâmicos. 2. ed. São Paulo:
Blücher, 2000. x, 249 p. ISBN 9788521202660.

Pré-requisitos: Sistemas de Controle 1

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Comunicações 8 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Analógicas 47 13 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir os princípios de telecomunicação analógica, sua teoria matemática e os dispositivos e


circuitos eletrônicos fundamentais. Analisar sistemas de telecomunicações. Analisar e projetar
dispositivos simples de telecomunicações.

Ementa

Análise de sinais no domínio do tempo e da frequência, sistemas de modulação em amplitude e


modulação angular, circuitos moduladores e demoduladores, transmissores e receptores.

Bibliografias Básicas

HAYKIN, Simon, MOHER, Michael. Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais.


Bookman ed. 5. 2010. 512 [Link]-13: 978-8577807253

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. A Arte da Eletrônica: Circuitos Eletrônicos e


Microeletrônica, Bookman, 3 ed, 2017, 1160 p, ISBN 978-8582604342.

LATHI, B. P. Sistemas de Comunicações Analógicos e Digitais Modernos. LTC ed. 4, 2012.


862 p. ISBN-13: 978-8521620273

Referências Complementares

COUCH, Leon W. Digital and Analog Communication Systems. International Edition. Pearson
ed. 8. 2012. 792 p. ISBN-13: 978-0273774211

HAYES, Thomas C., HOROWITZ, Paul. Learning the Art of Electronics: A Hands-On Lab
Course. Cambridge University Press. 2016. 1150 p. ISBN-13: 978-0521177238

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. The Art of Electronics: The x Chapters. Cambridge
University Press, 2020. 522 p. ISBN-13: 978-1108499941

74
SCHWARZINGER, Andreas. Digital Signal Processing in Modern Communication Systems.
2013. 397 p. ISBN-13: 978-0988873506

SHARMA, Sanjay. Analog Communication Systems.2020. 656 p. ISBN-13: 979-8618867573

Pré-requisitos: Matemática Aplicada, Amplificadores e Filtros

75
NONO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas de Automação 9 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
1 40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Permitir que o aluno compreenda os sistemas de automação industrial que utilizam CLP e
consiga produzir programas em CLP de baixa complexidade, observando as normas vigentes.

Ementa

Introdução aos sistemas de automação. Princípios de controle de processos. Introdução ao


CLP. Lógica ladder norma IEC 61131-3. Padronização em programação de controle industrial.

Referências Básicas

CAMPOS, Mario Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G. Controles típicos de equipamentos e


processos industriais. [Link]. São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2010. xviii, 396 p. ISBN
9788521205524.

GROOVER, Mikell P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3. ed. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2011. x, 581 p. ISBN 9788576058717.

MORAES, Cícero C. de; CASTRUCCI, Plínio. Engenharia de automação industrial. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, c2007 xi, 347 p. ISBN 9788521615323.

Referências Complementares

ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 201 p. ISBN 9788521617624.

OLIVEIRA, Paulo. Curso de automação industrial. [Link]. Lisboa: ETEP, 2008. 295p. ISBN
9789728480219.

PETRUZELLA, Frank D. Programmable logic controllers. [Link]. New York, NY: McGraw Hill,
2011. 396p. ISBN 9780073510880.

PINTO, J. R. Caldas. Técnicas de automação. [Link]. Lisboa: ETEP, 2010. 420 p. ISBN
9789728480264.

PRUDENTE, Francesco. Automação industrial: PLC: teoria e aplicações: curso básico. 2.


ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. xvi, 298 p. ISBN 9788521606147.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 1, Programação Estruturada

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas 9 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Microprocessados 2 40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Aprofundar o conhecimento do aluno quanto a diferentes arquiteturas de microcontroladores.


Possibilitar o desenvolvimento integrado em C/C++ e código de máquina, com uso de recursos
de comunicação entre dispositivos.

76
Ementa

Interface de processadores/microcontroladores com dispositivos externos. Memória externa.


Arquitetura de processadores/microcontroladores. Programação em código de máquina.
Programação em código de máquina integrado com C/C++. Dispositivos de comunicação.

Referências Básicas

ALMEIDA, Rodrigo M. A. Programação de Sistemas Embarcados. GEN LTC, 2016. ISBN:


8535285180

PEREIRA, Fábio. Tecnologia ARM: microcontroladores de 32 bits. 1. ed. São Paulo, SP:
Érica, 2007. 448 p. ISBN 9788536501703

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.

Referências Complementares

CHEN, Shujn. GHAEMI, Eshragh. Atmel ARM Programming for Embedded Systems.
Microdigitaled, 2017. ISBN: 0997925973

SMITH, Stephen. Raspberry Pi Assembly Language Programming: ARM Processor Coding.


Apress, 2019. ISBN: 1484252861

PATTERSON, David A.; HENNESSY, John L. Organização e projeto de computadores: a


interface hardware/software. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2005. xvii, 484 p. ISBN
9788535215212.

TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. [Link]. São Paulo, SP:


Pearson Prentice Hall, 2007. xii, 449 p. ISBN 9788576050674.

WHITE, Elecia. Making Embedded Systems. O'Reilly, 2011. ISBN: 9781449302146

Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados 1, Programação Orientada a Objetos

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Eletrônica de Potência 9 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Proporcionar o contato dos alunos com circuitos utilizados em equipamentos eletrônicos


industriais. O aluno deve ser capaz de distinguir circuitos retificadores, reguladores e
conversores, calculando seus principais parâmetros.

Ementa

Dispositivos eletrônicos de potência. Retificadores monofásicos e trifásicos controlados.


Conversores de Potência CA-CC, CC-CA, CA-CA, CC-CC. Princípios de controle de potência.
Cicloconversores. Princípio de fontes chaveadas. PWM. Inversores.

Referências Básicas

AHMED, Ashfaq. Eletrônica de potência. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2000. 479 p.
ISBN 9788587918031.

77
BARBI, Ivo; MARTINS, Denizar C. Eletrônica de Potência, editado pelos autores, 2008, 490 p..
ISBN 9788590104676.

MOHAN, Ned; UNDELAND, Tore M.; ROBBINS, William P. Power electronics: converters,
applications, and design. 3nd ed. New Jersey, US: John Wiley & Sons, c2003. xvii, 802p. ISBN
9780471226932.

Referências Complementares

BIM, Edson. Máquinas elétricas e acionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier, 2012.
ISBN 9788535259230.

RASHID, Muhammad H. Eletrônica de potência: dispositivos, circuitos e aplicações. 4. ed.


São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil, 2014. xxiii, 853 p. ISBN 9788543005942.

HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. A Arte da Eletrônica: Circuitos Eletrônicos e


Microeletrônica, Bookman, 3 ed, 2017, 1160 p, ISBN 978-8582604342.

SWART, Jacobus W. Semicondutores: fundamentos, técnicas e aplicações. Campinas, SP:


Ed. Unicamp, 2008. 374 p. ISBN 9788526808188.

VUKOSAVIC, Slobodan N. Digital control of electrical drives. New York, USA: Springer, 2007.
352p. (Power electronics and power systems) ISBN 9780387259857.

Pré-requisitos: Eletrônica Analógica 2, Circuitos Elétricos 3

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Instrumentação 9 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
40 20 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Capacitar os alunos a analisar e especificar sensores diversos em processos industriais.


Conhecer e analisar os conceitos básicos e comportamento de sensores/transdutores. Capacitar
o aluno a integrar sensores eletrônicos amplamente utilizados.

Ementa

Conceitos básicos de instrumentação. Transdutores. Métodos e sistemas de medição.


Calibração. Teoria de erros: precisão de medidas físicas e propagação de indeterminações.
Principais sensores e atuadores usados na indústria. Especificação e análise de transdutores e
sensores. Indicadores e registradores. Introdução aos sistemas de aquisição de dados e
instrumentação virtual. Simbologia de instrumentação.

Referências Básicas

AGUIRRE, Luis Antonio. Fundamentos de instrumentação. São Paulo, SP: Pearson Education,
2013. 331 p. ISBN 9788581431833.

BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de


medidas. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 2 v. ISBN 9788521617549 (v.1).

DUNN, William C. Fundamentos de instrumentação industrial e controle de processos.


Porto Alegre, RS: Bookman, 2013 xviii, 326 p. ISBN 9788582600917.

Referências Complementares

78
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de
medidas. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. ISBN 9788521618799. (v.2)

BARBOSA, Ademarlaudo. Eletrônica analógica essencial para instrumentação científica.


São Paulo: Livraria da Física, 2010. ix, 228 p. (Tópicos de física). ISBN 9788578610821.

BEGA, Egídio Alberto (Org.); DELMÉE, Gérard J. et al. Instrumentação industrial. 3. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Interciência, 2011. xxv, 668 p. ISBN 9788571932456.

DOEBELIN, Ernest O. Instrumentation design studies. New York, NY: CRC Press, c.2010.
710p. ISBN 9781439819487.

FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação industrial: conceitos, aplicações e análises.


6. ed. São Paulo: Érica, 2008. ISBN 9788571949225.

Pré-requisitos: Amplificadores e Filtros

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Comunicações Digitais 9 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
47 13 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Apresentar conceitos teóricos e práticos de técnicas e circuitos utilizados em Sistemas de


Comunicações, abrangendo as tecnologias e arquiteturas que são mais adequadas para
transmissão e recepção de sinais de voz e de dados empregando, técnicas de modulação,
codificação e multiplexação. Apresentar conceitos básicos da teoria da informação. Capacitar o
aluno a compreender e implementar sistemas de comunicações digitais.

Ementa

Estudo analítico dos fundamentos teóricos relativos a sistemas aleatórios introduzidos aos
sistemas de comunicações digitais, bem como a caracterização dos sistemas de comunicações
digital e a formação da informação. Sistemas de transmissão em banda base e análise de
interferência intersimbólica. Sistemas modulados. Codificação discreta. Sistemas de múltiplo
acesso. Espalhamento espectral.

Referências Básicas

COUCH, Leon W. Digital and Analog Communication Systems: International Edition.


Pearson ed. 8. 2012. 792 p. ISBN-13: 978-0273774211

HAYKIN, Simon, MOHER, Michael. Sistemas de Comunicação: Analógicos e Digitais.


Bookman ed. 5. 2010. 512 [Link]-13: 978-8577807253

LATHI, B. P. Sistemas de Comunicações Analógicos e Digitais Modernos. LTC ed. 4, 2012.


862 p. ISBN-13: 978-8521620273

Referências Complementares

GIORDANO, Arthur A., LEVESQUE, Allen H. Modeling of Digital Communication Systems


Using SIMULINK. Wiley-Blackwell; ed. 1. 2015. 416 p. ISBN-13: 978-1118400050

LING, Fuyun. Synchronization in Digital Communication Systems. Cambridge University


Press. 2017. 396 p. ISBN-13: 978-1107114739

79
SCHWARZINGER, Andreas. Digital Signal Processing in Modern Communication Systems.
2013. 397 p. ISBN-13: 978-0988873506

VISWANATHAN, Mathuranathan. Digital Modulations using Matlab: Build Simulation Models


from Scratch. 2017. 204 p. ISBN-13: 978-1521493885

VISWANATHAN, Mathuranathan. Wireless Communication Systems in Matlab. 2019. 362 p.


ISBN-13: 978-1092555630

Pré-requisitos: Comunicações Analógicas e Probabilidade e Estatística

80
DÉCIMO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Instalações Elétricas 10 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
47 13 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Permitir que o discente seja capaz de projetar e/ou analisar instalações elétricas prediais e
industriais. Assim como, ter o conhecimentos de acionamentos de máquinas elétricas através
de dispositivos eletrônicos.

Ementa

Projetos de instalações elétricas prediais e industriais. Iluminação. Instalação de força motriz.


Sistemas de aterramento. Chaves de partida. Acionamentos eletrônicos. Quadros de comando.
Luminotécnica. Dimensionamento de alimentadores. Subestações industriais. Painéis de
controle.

Referências Básicas

COTRIM, Ademaro A.M.B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2009. viii, 496 p. ISBN 9788576052081.

CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007. xiv, 428 p. ISBN
9788521615675.

MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2010. 666 p. ISBN 9788521617426.

Referências Complementares

MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos Elétricos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2019.. 688 p. ISBN-13 9788521636335.

BARROS, Benjamim Ferreira de; GEDRA, Ricardo Luis. Cabine primária: subestações de alta
tensão do consumidor. [Link]. rev. e ampl. São Paulo, SP: Érica, 2011. 192 p. ISBN
9788536502618.

GUERRINI, Délio Pereira. Iluminação: teoria e projeto. 2. ed. São Paulo, SP: Érica, 2008. 134
p. ISBN 9788536501802.

NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. [Link]. Rio de Janeiro:
LTC, 2008. 455p. ISBN 9788521615897.

VISACRO FILHO, Silvério. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição


e instrumentação, filosofias de aterramento. São Paulo, SP: Artliber, 2002. 159 p. ISBN
8588098121.

Pré-requisitos: Eletrônica de Potência

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Processamento Digital 10 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
de Sinais 43 17 6 66

81
Objetivo geral do componente curricular

Apresentar os conceitos básicos de Processamento Digital de Sinais nos domínios do tempo e


da freqüência. Capacitar o aluno a compreender e implementar sistemas de processamento
digital de sinais.

Ementa

Sinais e Sistemas de Tempo Discreto. Amostragem e Reconstrução de sinais. Transformada Z.


Filtros Digitais. Quantização. Transformada Discreta de Fourier. Transformada Rápida de
Fourier. Aplicações de DSP.

Referências Básicas

DINIZ, Paulo Sergio Ramirez; LIMA NETTO, Sergio. Processamento digital de sinais: projeto
de análise de sistemas. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2014. xxiv, 976 p. ISBN
9788582601235.

NALON, José Alexandre. Introdução ao processamento digital de sinais. Rio de Janeiro LTC
2009 ISBN 978-8521616467.

OPPENHEIM, Alan V.; SCHAFER, Ronald W. Processamento em tempo discreto de sinais.


3. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2012. 665 p. ISBN 9788581431024.

Referências Complementares

GONZALEZ, Rafael C.; YAMAGAMI, Cristina; PIAMONTE, Leonardo (Trad.). Processamento


digital de imagens. [Link]. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xv, 624 p. ISBN 9788576054016.

HAYES, Monson; H. Schaums Outline of Digital Signal Processing, 2 ed., McGraw-Hill, 2011.
ISBN: 9780071635097

LEIS, John. Digital signal processing using matlab for students, 1. ed. John Wiley, 2011,
ISBN: 0470880910.

LYONS, Richard G. Understanding digital signal processing, 3. ed., Prentice Hall, 2010,
ISBN-13: 978-0137027415.

PROAKIS, John G.; Manolakis, Dimitris G. Digital signal processing, 4. ed. Prentice Hall,
2006, ISBN-13: 978-0131873742.

Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados 2, Amplificadores e Filtros, Matemática Aplicada

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas Embarcados 10 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
30 30 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Proporcionar ao participante conhecimento sobre o projeto, implementação e desenvolvimento


de soluções para ambientes embarcados, considerando o uso de sistemas operacionais
embarcados.

Ementa

Sistemas embarcados: definição, conceitos e aplicabilidade. Sistemas alvo: arquiteturas e suas


diferenças. Sistemas baseados em microprocessadores físicos, SoC ou FPGAs. Projeto do

82
Sistema: co-projeto de hardware e software. Desenvolvimento de sistemas embarcados
baseados em sistemas Linux embarcados. Desenvolvimento de software para sistemas
embarcados baseado em plataformas Linux e com uso de toolchains baseados no GCC.

Referências Básicas

ALMEIDA, Rodrigo M. A. Programação de Sistemas Embarcados. GEN LTC, 2016. ISBN:


8535285180
HALLINAN, Christopher. Embedded Linux Primer: A Practical Real-world Approach, 2 Ed.
Prentice-hall, 2010. ISBN: 0137017839

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron Books,
c1997. 827 p. ISBN: 9788534605953

Referências Complementares

DENARDIN, Gustavo Weber; BARRIQUELLO, Carlos Henrique. Sistemas Operacionais de


Tempo Real e sua Aplicação em Sistemas Embarcados. Blucher, 2019. ISBN: 8521213964

MITCHELL, Mark. et al. Advanced Linux Programming. Sams Publishing,, 2001. ISBN:
0735710430

SALLY, Gene. Pro Linux Embedded Systems. 1 Ed. Apress, 2009. ISBN: 1430272279

SIMMONDS, Chris. Mastering Embedded Linux Programming. Packt Publishing, 2017. ISBN:
1787283283

TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, c2010. xvi, 653 p. ISBN: 9788576052371.

Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Sistemas de 10 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Automação 2 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Propiciar uma visão geral da produção industrial, dominar algumas tecnologias de automação
industrial, entender sistemas de manufatura.

Ementa

Arquiteturas de sistemas de automação. Sistemas a eventos discretos. Modelagem de sistemas


automatizados. Arquitetura e programação de controladores programáveis. Interface Homem
Máquina (IHM), Sistemas supervisórios SDCDs.

83
Referências Básicas

CAMPOS, Mario Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G. Controles típicos de equipamentos e


processos industriais. [Link]. São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2010. xviii, 396 p. ISBN
9788521205524.

GROOVER, Mikell P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3. ed. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2011. x, 581 p. ISBN 9788576058717.

MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio. Engenharia de automação industrial. [Link].
Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2007 xi, 347 p. ISBN 9788521615323.

Referências Complementares

ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 201 p. ISBN 9788521617624.

GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas


sequenciais com PLCs. 9. ed. São Paulo: Érica, 2007. 236 p. ISBN 9788571947245.

OLIVEIRA, Paulo. Curso de automação industrial. [Link]. Lisboa: ETEP, 2008. 295p. ISBN
9789728480219.

PINTO, J. R. Caldas. Técnicas de automação. [Link]. Lisboa: ETEP, 2010. 420p. ISBN
9789728480264.

PRUDENTE, Francesco. Automação industrial: PLC: teoria e aplicações: curso básico. 2.


ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. xvi, 298 p. ISBN 9788521606147.

Pré-requisitos: Sistemas de Automação 1

84
DÉCIMO PRIMEIRO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Trabalho de Conclusão 11 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
de Curso 1 10 0 23 33
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver um trabalho técnico-científico aplicado à área de engenharia eletrônica.

Ementa

Metodologia científica. Desenvolvimento de um anteprojeto a ser executado no componente


curricular de Trabalho de conclusão de curso 2, desenvolvendo um projeto de cunho
teórico-experimental. Este trabalho deve ser documentado cientificamente conforme as normas
da ABNT ou do IEEE.

Referências Básicas

BERTUCCI, Janete Lara de Oliveira. Metodologia básica para elaboração de trabalhos de


conclusão de cursos (TCC): ênfase na elaboração de TCC de pós-graduação lato sensu.
São Paulo: Atlas, 2008. ISBN 9788522450800.

MARTINS JUNIOR, Joaquim. Como escrever trabalhos de conclusão de curso: instruções


para planejar, montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos
e artigos. 5ª.ed. Petrópolis: Vozes, 2011. ISBN 9788532636034.

SANTOS, Clóvis Roberto dos. Trabalho de conclusão de curso (TCC): guia de elaboração
passo a passo. 1ª.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. ISBN 9788522108008

Referências Complementares

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24ª.ed. São Paulo: Perspectiva, 2012. (Estudos 85).
ISBN 978852730079.

ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT comentadas para trabalhos científicos.


Curitiba: Juruá, 2010. ISBN 85-7292-047-1.

PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Trabalho de conclusão de curso - TCC: guia prático para
elaboração de projetos de plano de negócio para nova empresa, plano de negócio para
empresa existente, plano de comunicação integrada de marketing, monografia. 1ª.ed. São
Paulo: Atlas, 2009. ISBN 9788522456307.

RÚDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 41ª. ed. Petrópolis:
Vozes, 2013. ISBN 9788532600271.

THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18ª. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ISBN
9788524917165.

Pré-requisitos: Conversão de Energia, Sistemas de Controle 2, Sistemas


Microprocessados 1, Comunicações Analógicas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Redes de 11 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
Computadores 50 10 6 66

85
Objetivo geral do componente curricular

Entender o conceito de redes e seu funcionamento, conhecendo as diferentes arquiteturas,


tecnologias, protocolos e dispositivos de comunicação.

Ementa

Introdução a redes de computadores. Características gerais e aplicações. Conceitos básicos de


comunicação de dados. Estruturas, topologias e meios de transmissão. Tipos de redes e seu
emprego. Detalhamento dos níveis do Modelo OSI da ISO e arquitetura TCP/IP: física, enlace e
rede. Arquiteturas e topologias de redes. Modelos de referência de arquiteturas de redes.
Dispositivos de redes. Padrões de redes.

Referências Básicas

COMER, Douglas. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados,


ligações inter-redes, Web e aplicações. 4. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. 632 p. ISBN
9788560031368.

KUROSE, Jim; ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a internet. 5ª ed. Boston:


Addison-Wesley, 2010. ISBN: 8588639971

TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David J. Redes de Computadores. 5ª. ed. São
Paulo: Prentice-Hall, 2011. ISBN: 9788576059240

Referências Complementares

COMER, Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP – vol. 1. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus,
2006. ISBN: 8535220178 (v.1)

DONAHOO, Michael; CALVERT, Kenneth L. TCP/IP Sockets in C: Practical Guide for


Programmers. 2ª ed. San Francisco: Morgan Kaufmann, 2009. ISBN: 0123745403

FOROUZAN, Behrouz A.; FEGAN, Sophia Chung. Comunicação de dados e redes de


computadores. 4. ed. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. xxxiv, 1134 p. ISBN 9788586804885..

STEVENS, W. Richard; FALL, Kevin R. TCP/IP Illustrated, Volume 1: the Protocols. 2ª. ed.
Boston: Addison-Wesley, 2011. ISBN: 0321336313

STEVENS, W. Richard; FENNER, Bill; RUDOFF, Andrew M. Programação de Rede Unix: API
para soquetes de rede. Volume 1, 3ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005

Pré-requisitos: Comunicações Digitais

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Princípios de Economia 11 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Compreender o funcionamento da economia no que diz respeito aos seus aspectos micro e
macroeconômicos, bem como no que se refere aos agentes econômicos individuais (famílias e
empresas). Compreender também o funcionamento do conjunto da economia, através do
conhecimento dos modelos econômicos básicos.

86
Ementa

Introdução à Economia. Princípios de Economia. Interdependência e ganhos comerciais.


Demanda, oferta e equilíbrio de mercado. Teoria da firma: teoria da produção e teoria dos
custos de produção. Estruturas de mercado. Noções de macroeconomia. Noções de comércio
internacional. O papel do Estado na economia.

Referências Básicas

KRUGMAN, Paul R.; WELLS, Robin. Introdução à economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
ISBN 9788535211085.

MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. [Link]. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838
p. ISBN 9788522107056.

VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2015. 461 p. ISBN 9788597002010.

Referências Complementares

FONTES, Rosa; RIBEIRO, Hilton; AMORIM, Airton; SANTOS, Gilnei. Economia: um enfoque
básico e simplificado. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 237 p. ISBN 9788522456970.

GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR,
Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011. xxvii, 659 p.
ISBN 9788522448357.

KUPFER, David ; HASENCLEVER, Lia (Org.). Economia industrial: fundamentos teóricos e


práticas no Brasil . Rio de Janeiro, RJ: Campus, 2002. 640 p. ISBN 9788535209082

PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR,
Rudinei (Org.). Manual de economia. [Link]. São Paulo, SP: Saraiva, 2017. 734 p. ISBN
9788547220280.

PORTER, Michael E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior.


Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c1989. xix, 512 p. ISBN 9788570015587

STRATHERN, Paul. Uma breve história da economia. Rio de Janeiro Zahar 2003 1 recurso
online ISBN 9788537806081.

Pré-requisitos: Probabilidade e Estatística

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Mecânica dos Sólidos 11 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Calcular os esforços internos em estruturas. Desenvolver conceitos de Resistência dos Materiais


e aplicá-los na abordagem e solução de problemas relacionados ao comportamento do sólido
deformável. Apresentar os tipos básicos de estruturas, seus componentes e suportes.
Apresentar os conceitos de tensão normal e tensão de cisalhamento. Definir deformação normal
e por cisalhamento. Relacionar tensão e deformação. Determinar a distribuição de tensões e a
deformação em elementos sob carregamento axial, de torção, de flexão e de cisalhamento
transversal.

87
Ementa

Estática do ponto material. Corpos rígidos: sistemas de forças equivalentes. Equilíbrio dos
corpos rígidos. Forças distribuídas: centróides e baricentros. Momentos de inércia. Cinemática
do ponto material. Dinâmica do ponto material. Trabalho, energia e quantidade de movimento.
Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica dos corpos rígidos.

Referências Básicas

BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica vetorial para engenheiros. 5. ed. São
Paulo, SP: Pearson Makron Books, 1994. 2 v. ISBN 9788534602020.

HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2017. xv, 599 p. ISBN 9788543016245.

MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para engenharia: estática. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2016. xiii, 572 p. ISBN 9788521630142.

Referências Complementares

BORESI, Arthur P.; SCHMIDT, Richard J. Engineering mechanics: statics, 1. ed., v.1.,
Thomson, 2003. 704 p. ISBN-13: 978-0534951528

BORESI, Arthur P.; SCHMIDT, Richard J. Engineering mechanics: statics, 1. ed., v.2.,
Thomson, 2003. ISBN: 9788522102877

GERE, James M.; GOODNO, Barry J. Mecânica dos materiais. São Paulo, SP: Cengage
Learning, c2010. xx, 858 p. ISBN 9788522107988..

SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 1).

SHAMES, Irving H. Dinâmica: mecânica para engenharia, volume 2. 4. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2003. v.2 ISBN 8587918214.

Pré-requisitos: Física 1 Geral e Experimental, Equações Diferenciais

88
DÉCIMO SEGUNDO SEMESTRE

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Estágio Obrigatório 12 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
160 0 160
Objetivo geral do componente curricular

Propiciar ao estudante o contato com a prática de engenharia eletrônica, oferecendo igualmente


uma primeira experiência profissional na área.

Ementa

O aluno deverá desenvolver atividades em uma ou mais áreas de empresas que atuem em
áreas de engenharia ou possuam atividades correlatas à engenharia, tais como: análise e
projeto de sistemas elétricos, de comunicação, eletrônicos, de automação e controle, de
processamento de sinais, digitais; gestão de projetos em áreas afins, entre outros. Nota-se a
estrita necessidade da presença de um supervisor técnico na empresa, tendo este que ser
necessariamente engenheiro.

Referências Básicas
Conforme a necessidade da atividade.

Referências Complementares
Conforme a necessidade da atividade.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria Eletromagnética e


Ondas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga-horária(h)


Trabalho de conclusão 12 Obrigatória Teoria Prática EaD Total
de curso 2 10 0 23 33
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver um trabalho técnico-científico aplicado à área de engenharia eletrônica, visando


finalizar o trabalho iniciado em Trabalho de conclusão de curso 1.

Ementa

Desenvolvimento de um projeto de cunho teórico-experimental. Este trabalho deve ser produzir


uma monografia escrita conforme as normas da ABNT ou IEEE e deve ser apresentado perante
uma comissão examinadora.

Referências Básicas

BERTUCCI, Janete Lara de Oliveira. Metodologia básica para elaboração de trabalhos de


conclusão de cursos (TCC): ênfase na elaboração de TCC de pós-graduação Lato Sensu.
São Paulo, SP: Atlas, 2008. xi, 116 p. ISBN 9788522450800.

MARTINS JUNIOR, Joaquim. Como escrever trabalhos de conclusão de curso: instruções


para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir e apresentar trabalhos monográficos
e artigos. [Link]. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. 222 p. ISBN 9788532636034.

SANTOS, Clóvis Roberto dos. Trabalho de conclusão de curso (TCC): guia de elaboração
passo a passo. [Link]. São Paulo: Cengage Learning, 2009. xii, 62 p. ISBN 9788522108008 .

89
Referências Complementares

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. [Link]. São Paulo: Perspectiva, 2012. 174 p. (Estudos
Estudos 85). ISBN 978852730079.

ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da abnt comentadas para trabalhos científicos. Curitiba:
Juruá, 2010. 98 p. ISBN 85-7292-047-1.

PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Trabalho de conclusão de curso - TCC: guia prático para
elaboração de projetos de plano de negócio para nova empresa, plano de negócio para
empresa existente, plano de comunicação integrada de marketing, monografia. [Link]. São
Paulo: Atlas, 2009. 103 p. ISBN 9788522456307.

RÚDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 41. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2013. 144 p. ISBN 9788532600271.

THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. [Link]. São Paulo: Cortez, 2011. 136 p.
ISBN 9788524917165.

Pré-requisitos: Trabalho de conclusão de curso 1

COMPONENTES CURRICULARES OPTATIVOS

OPTATIVA DE LINGUAGENS E/OU GERAL

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Língua Portuguesa 10 Optativa Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Ler, analisar e produzir textos, a fim de expressar-se de modo oral e escrito de acordo com as
exigências dos gêneros que circulam no meio acadêmico e profissional

Ementa

Leitura, análise e produção de textos. Articulação entre gêneros textuais e noções gramaticais. A
linguagem e suas tecnologias. Gêneros textuais literários e não literários. Redação científica e
gêneros acadêmicos. Coesão e coerência. Citações e referências bibliográficas. Oratória:
técnicas para apresentação em público.

90
Referências Básicas

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. Série Manuais acadêmicos.
Petrópolis: Vozes, 2016. ISBN: 978-8532652003.

MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental. 30. ed. São
Paulo: Atlas, 2019. ISBN: 978-8597020106.

SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo. 2.
ed. São Paulo, SP: Contexto, 2011. ISBN: 978-85-7244-390-6.

Referências Complementares

GALLO, Carmine. Faça como Steve Jobs: e realize apresentações incríveis em qualquer
situação. Tradução Carlos Slak. São Paulo: Lua de Papel, 2010. ISBN: 978-8563066169.

MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar


gêneros acadêmicos: escrita científica, texto acadêmico, diário de pesquisa, metodologia.
São Paulo: Parábola, 2005. ISBN: 978-8588456433.

MEDEIROS, João Bosco de. Redação Científica: prática de fichamento, resumos, resenhas.
[Link]. São Paulo: Atlas, 2019. ISBN: 978-8597020311.

MOURA, Chico; MOURA, Wilma. Tirando de letra: orientações simples e práticas para
escrever bem. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. ISBN: 978-8535929638.

SQUARISI, Dad; CURTO, Célia. Redação para concursos e vestibulares: passo a passo. São
Paulo: Contexto, 2012. ISBN: 9788572444408.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Língua Espanhola 10 Optativa Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Oportunizar ao aluno o conhecimento das estruturas simples e complexas da língua espanhola,


proporcionando-lhe a capacidade de comparação entre diferentes culturas e visões de mundo,
permitindo a identificação da existência de elementos culturais.

Ementa

Leitura e interpretação de textos, articulando gêneros textuais e noções gramaticais.


Desenvolvimento das habilidades de comunicação de escuta, escrita e fala, através do
vocabulário e de estratégias de comunicação da Língua Espanhola.

Referências Básicas

HERMOSO, Alfredo Gonzáles. Conjugar es fácil en Español de España y de América. Madrid,


Difusión, 1992. ISBN: 978-8477111771.

JIMÉNEZ, Alberto Buitrago. Diccionario de dichos y frases hechas. Madrid, Espasa Calpe,
2002. ISBN: 978-8467025019.

91
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4. ed. São Paulo, SP: Saraiva,
2019. ISBN: 978-8502132481.

Complementares

MORENO, Concha; MORENO, Victoria; ZURITA, Piedad. Avance: Curso de Español. Nivel
Elemental. Sociedad General Española de Librería S.A, 2003. ISBN: 9788471439277.

ESPASA. Diccionario de Sinónimos y Antónimos. Madrid. Espasa Calpe, 2002. ISBN:


978-8467007510.

MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español: de la lengua a la idea. Madrid,
Difusión, 1992. ISBN: 9788477111047.

MICHAELIS: dicionário escolar espanhol: espanhol-português, português-espanhol. [Link].


São Paulo, SP: Melhoramentos, 2016. ISBN: 9788506078488.

VOLPI, Marina Tazón (Coord.). Delp: palabras & palavras: diccionario español-portugués:
portugués-español: dificultades de los lusohablantes. Porto Alegre, RS: Rígel, 2005. ISBN:
9788573491043.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Língua Inglesa 10 Optativa Teoria Prática EaD Total
60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver as habilidades de reading, listening, writing e speaking por meio da interação com
diferentes gêneros textuais, do estudo de noções gramaticais contextualizadas e do conhecimento
de vocabulário diversificado, com base em contextos variados de comunicação, em especial, o
mundo do trabalho.

Ementa

Leitura e interpretação de textos, articulando gêneros textuais e noções gramaticais. Realização


de tradução e análise crítica de textos, desenvolvendo habilidades de reading, listening, writing e
speaking voltados à área de atuação do profissional em formação.

Referências Básicas

IBBOTSON, Mark. Cambridge English for Engineering. Cambridge: Cambridge University


Press, 2011. ISBN 9780521715188.

MURPHY, Raymond. Essential Grammar in [Link]. Cambridge: Cambridge University Press,


2015. ISBN: 978-1107480551.

SOANES, Catherine (Ed.). Oxford English Mini Dictionary. [Link]. Oxford: Oxford University
Press, 2013. ISBN: 978-0199640966.

Referências Complementares

McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Phrasal Verbs in Use. [Link]. Cambridge:
Cambridge University Press, 2017. ISBN: .978-1316628157

92
McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Collocations in Use. [Link]. Cambridge:
Cambridge University Press, 2017. ISBN: 978-1316629758.

McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Idioms in Use. [Link]. Cambridge: Cambridge
University Press, 2017. ISBN: 978-1316629758.

OXFORD. Dicionário Oxford escolar para estudantes brasileiros de inglês: Português/Inglês


Inglês/Português. [Link]. 2xford: Oxford University Press, 2009. ISBN: 978-0194419505.

WHITE, Lindsay. Engineering: workshop. [Link]. Oxford: Oxford University Press, 2003. ISBN
0-19-438827-1.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas

DEMAIS OPTATIVAS GERAIS (OPTATIVA GERAL)

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Língua Brasileira de 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Sinais 60 0 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Promover um espaço de aprendizado e prática da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e de


conhecimento sobre o exercício da cidadania em relação às pessoas surdas, tendo como princípios
básicos a história, a língua e a cultura.

Ementa

Compreensão sobre os principais aspectos relacionados à inclusão da pessoa surda, abordando a


legislação e a acessibilidade, bem como a história, cultura e a educação de Surdos. Noções básicas
da Língua Brasileira de Sinais (Libras), aspectos linguísticos e estrutura gramatical da Libras,
compreendendo seu uso e sua função nos diferentes contextos, a partir da prática de diálogos e
conversação.

Referências Básicas

CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte; TEMOTEO, Janice Gonçalves;


MARTINS, Antonielle Cantarelli. Dicionário da língua de sinais do Brasil: a Libras em suas
mãos. 3 vol. São Paulo: Edusp, [Link]-13: 978-8531416453

GESSER, Audrei. LIBRAS?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, ed.1. 2015. ISBN-13:
978-8579340017

QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos
lingüísticos. Porto Alegre, RS: Artmed, 2004. 221 p. ISBN 9788536303086.

Referências Complementares

ALBRES, Neiva de Aquino. Surdos e inclusão educacional. Rio de Janeiro: Arara Azul, 2010. 240
p. ISBN 9788589002554.

CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina. Novo
deit-libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado

93
em linguística e neurociências cognitivas. São Paulo: Edusp, 2017. v.1 1020 p. ISBN
9788531415401. v.2 1024 p. ISBN 9788531415418.

ENCICLOPÉDIA da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em Libras. São Paulo:


Edusp, 2004. v. ISBN 9788531408267 (v.1).

LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte, MG: Autêntica,
2011. 102 p. (Coleção Temas & educação). ISBN 9788575262832.

SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Mediação, 2016. 190 p. ISBN 9788587063175.

Pré-requisitos: Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Direito Aplicado à 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Tecnologia 30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Fomentar a compreensão de como o fenômeno jurídico, na sua forma tradicional de se conceber,


não consegue dar conta das novas complexidades sociais geradas pelas novas tecnologias,
promovendo o entendimento da regulamentação das condutas tecnológicas, de como o Direito vem
respondendo aos conflitos derivados das interações tecnológicas, e da importância de se valorizar
a prevenção e a solução consensual dos conflitos.

Ementa

Noções conceituais a respeito dos elementos e das funções do Estado. Direito como garantia de
pacificação social. A finalidade dos Direitos Humanos. A Declaração Universal de Direitos Humanos
da ONU contextualizada no ordenamento jurídico nacional. O tempo do Direito e o tempo da
sociedade tecnológica: análise das consequências práticas geradas pelos diferentes compassos
sociais e seus conflitos tecnológicos. Regulamentação das condutas tecnológicas. Marco civil da
internet (Lei nº 12.965/2014). Conflitos da era da informação: propriedade intelectual ou cultura livre.
Conceitos sobre propriedade industrial: indicações geográficas, marcas, desenho industrial e
patentes. Análise de patenteabilidade e busca de anterioridade. Contratos Eletrônicos e a Proteção
do Consumidor. Incentivos legais à competitividade em informática e automação.

Referências Básicas

GALIMBERTI, Umberto. Psiche e techne: o homem na idade da técnica. São Paulo, SP: Paulus,
2006. 918p. ISBN 9788534923217.

NOGUEIRA, Sandro D’Amato. Manual de Direito Eletrônico. São Paulo: BH Editora e


Distribuidora, 2009. 400 p. ISBN: 9788588239630

OST, François. O Tempo do Direito. Trad. Maria Fernanda Oliveira. Lisboa: Instituto Piaget. 2001
442p. ISBN .978-9727714063

Referências Complementares

LEAL, Fernando (org). Direito Privado em Perspectiva: teoria, dogmática e economia. São
Paulo: Malheiros. 2016. 200 p. ISBN 978-8539203154

MAGRANI, Eduardo. A Internet das Coisas. Rio de Janeiro: FGV, 2018. 192p. ISBN
978-8522520053

94
MARQUES, Claudia Lima; BENJAMIN, Antônio Herman V.; MIRAGEM, Bruno. Comentários ao
código de defesa do consumidor. 5. ed., rev., atual. e ampl. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais,
2016. 2318 p. ISBN 9788520362228.

MOZETIC, Vinicius Almada; TRINDADE DOS SANTOS, Paulo Junior; MOLLER, Gabriela Samrsla.
(Re)pensar o direito a partir das novas tecnologias e da complexidade social. Joaçaba: Editora
Unoesc, 2018.

VIANNA, Túlio. A Ideologia da Propriedade Intelectual: a inconstitucionalidade da tutela penal


dos direitos patrimoniais de autor. Disponível
em:[Link]/[Link]?option=com_docman&task=doc_download&gid=19&Itemid=72.

Pré-requisitos: Formação Social, Política e Cultural do Brasil

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Segurança do Trabalho 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver uma visão sistêmica e integrada de processos de Qualidade, Meio Ambiente,


Segurança e Saúde Ocupacional.

Ementa

Legislação e normas técnicas. Higiene no trabalho. Proteção do meio ambiente. Prevenção e


controle de riscos. Prevenção e combate a incêndios e a desastres. Psicologia na segurança,
comunicação e treinamento. O ambiente e as doenças do trabalho. Ergonomia. Proteção contra
incêndios e explosões.

Referências Básicas

ASFAHL, C. Ray. Gestão de Segurança do Trabalho e de Saúde Ocupacional. 1 ed. São Paulo:
Reichmann., 2005. ISBN 9788587148766

CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem


holística: segurança integrada à missão organizacional com produtividade, qualidade,
preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. 1. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1999. 254 p.
ISBN 9788522422555

COSTA, Marco Antonio F. da. Segurança e saúde no trabalho: cidadania, competitividade e


produtividade. Rio de Janeiro, RJ: Qualitymark, 2004. 195 p. ISBN 9788573038675.

Referências Complementares

DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard
Blücher, 2004. xi, 137 p. ISBN 8521203497.

KROEMER, K. H. E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem.


5. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2005. 327 p. ISBN 9788536304373.

MIGUEL, Alberto Sérgio S. R. Manual de higiene e segurança do trabalho. 11. ed. Porto: Porto
Editora, 2010. 463 p. ISBN 9789720015136.

95
SALIBA, Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional. 8. ed. Editora LTR,
2018. ISBN: 9788536195377

VISACRO FILHO, Silvério. Descargas atmosféricas: uma abordagem de engenharia. São Paulo:
Artliber, 2005. 268 p. ISBN 8588098318.

Pré-requisitos: Conversão de Energia

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Arquitetura de 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Computadores 30 30 6 66
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral do componente curricular é proporcionar conhecimentos teóricos e práticos a


respeito da arquitetura dos computadores modernos, identificando os principais subsistemas que os
compõem, sua evolução e os compromissos envolvidos em sua implementação.

Ementa

Evolução dos processadores e demais componentes de hardware. Noções de sistemas digitais.


Estrutura dos processadores, hierarquia de memórias, unidades de entrada e saída e barramentos.
Instruções e linguagem de montagem. Diferenças entre as arquiteturas CISC x RISC. Conceitos
avançados de arquitetura de computadores e de processamento paralelo.

Referências Básicas

PATTERSON, David A.; HENNESSY, John L. Organização e projeto de computadores: a


interface hardware/software. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2005. xvii, 484 p. ISBN
9788535215212.

STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. São Paulo, SP:


Prentice Hall, 2010. 324 p. ISBN 9788576055648.

TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. [Link]. São Paulo, SP:


Pearson Prentice Hall, 2007. xii, 449 p. ISBN 9788576050674.

Referências Complementares

HENNESSY, John L.; PATTERSON, David A. Arquitetura de computadores: uma abordagem


quantitativa. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 494 p. ISBN 9788535223552.

MONTEIRO, Mário A. Introdução à organização de computadores. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
c2007. xiv, 698 p. ISBN 9788521615439.

MORIMOTO, Carlos E. Hardware: o guia definitivo. Porto Alegre, RS: Sul Editores, 2007. 848 p.
ISBN 9788599593103.

MURDOCCA, Miles J.; HEURING, Vincent P. Introdução à arquitetura de computadores. Rio de


Janeiro: Elsevier, 2000. xxii, 512 p. ISBN 8535206841.

WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de arquitetura de computadores. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Instituto de Informática da UFRGS, Sagra Luzzatto, 2008. 306 p. (Livros didáticos n. 8). ISBN
9788577803101.

96
Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados I

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Sistemas Operacionais 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
30 30 6 66
Objetivo geral do componente curricular

O objetivo geral do componente curricular é permitir que o aluno compreenda os conceitos básicos
de sistemas operacionais, descrevendo os componentes básicos de um sistema operacional
convencional.

Ementa

Objetivos e evolução. Estrutura e o contexto dentro do software básico. Gerenciamento de


processos e da CPU. Gerenciamento de memória (real e virtual). Gerenciamento de entrada/saída.
Gerência de arquivos. Estudos de casos.

Referências Básicas

OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva; TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas
operacionais. 4. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. xii, 374 p. (Livros didáticos informática
UFRGS, 11). ISBN 9788577805211.

SILBERSCHATZ, Abraham; SILVA, Aldir José Coelho Corrêa da (Trad.). Fundamentos de


sistemas operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. xvii, 515 p. ISBN 9788521617471.

TANENBAUM, Andrew S.; STEEN, Maarten van. Sistemas distribuídos: princípios e


paradigmas. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Pearson Prentice Hall, 2007. 402 p. ISBN 9788576051428.

Referências Complementares

DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, David R. Sistemas operacionais. 3. ed. São
Paulo: Pearson, c2005. xxi, 760 p. ISBN 9788576050117.

DULANEY, Emmett; BARKAKATI, Nabajyoti. Linux: referência completa para leigos. 3. ed. Rio de
Janeiro: Alta books, 2009. xxiv, 590 p. ISBN 9788576083900

LAUREANO, Marcos; OLSEN, Diogo Roberto. Sistemas operacionais. Curitiba: Editora do Livro
Técnico, 2010. 160 p. (Informação e comunicação). ISBN 9788563687159.

MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 4. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2007. xv, 308 p. ISBN 9788521615484

TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas operacionais: projeto e


implementação. 3. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2008. xi, 990 p. ISBN 9788577800575.

Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados 1

97
Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária
Pesquisa Operacional 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
17 43 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Aplicar técnicas de otimização em processos decisórios logísticos e compreender modelos de


tomada de decisão.

Ementa

Conceito e fases de um estudo em pesquisa operacional. Modelagem de Problemas de


Programação Linear. Método simplex. Dualidade. Problema de transporte. Problema da designação.
Problemas de rede. Programação inteira. Análise de sensibilidade.

Referências Básicas

ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos


para análise de decisões. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015. 220 p. ISBN: 9788521629429

COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia, finanças, logística,
produção, marketing e vendas . Rio de Janeiro: LTC, 2007. 501 p. ISBN 9788521615590.

LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional na Tomada de Decisões. 5ª ed. São Paulo:


Pearson, 2016. 204 p. ISBN-13: 978-8521630319

Referências Complementares

GOLDBARG, Marco Cesar; LUNA, Henrique Pacca Loureiro; GOLDBARG, Elizabeth Ferreira
Gouvêa. Programação Linear e Fluxos em Redes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 520 p. ISBN-13
9788535278149

HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à pesquisa operacional. 9. ed. Porto
Alegre, RS: AMGH, 2013. xxii, 1005 p. ISBN 9788580551181.

PASSOS, Eduardo José Pedreira Franco dos. Programação Linear Como Instrumento da
Pesquisa Operacional. São Paulo: Atlas, 2008. 452 p. ISBN 9788522448395

SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; GONÇALVES, Valter; MUROLO, Afrânio
Carlos. Pesquisa Operacional:: para os cursos de Administração e Engenharia, programação
linear, simulação. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 208 ISBN 9788522459636.

TAHA, Hamdy A. Pesquisa operacional. [Link]. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 359 p.
ISBN 9788576051503.

Pré-requisitos: Probabilidade e Estatística, Equações Diferenciais

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Ciência e Tecnologia dos 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Materiais 30 0 3 33
Objetivo geral do componente curricular

Desenvolver habilidade no que se refere à seleção e utilização de materiais na engenharia.


Proporcionar aos alunos a aquisição de conhecimentos em ciência e tecnologia de materiais,
capacitando-o a reconhecer, classificar, selecionar materiais aplicados a equipamentos e processos
industriais.

98
Ementa

Estrutura e ligação atômica. Propriedades periódicas dos elementos. Ligações químicas. Estrutura
cristalina e seus defeitos. Corrosão. Propriedades mecânicas dos materiais metálicos, poliméricos,
cerâmicos e compósitos. Ensaios mecânicos. Diagrama de fase. Tratamentos térmicos.
Metalografia.

Referências Básicas

BROWN, Theodore L. et al. Química: a ciência central. 13. ed. São Paulo, SP: Pearson, c2017.
xxv, 1188 p. ISBN 9788543005652.

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Ciência e engenharia de materiais: uma


introdução. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 882 p. ISBN 9788521631033.

VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo, SP: Blücher, 1970. 427
p. ISBN 9788521201212.

Referências Complementares

ATKINS, P. W.; DE PAULA, Julio. Físico-química. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. 485 p. ISBN
9788521634621 (v.1).

CHIAVERINI, Vicente. Aços-carbono e aços-liga: característicos gerais, tratamentos térmicos


e principais tipos. [Link]. São Paulo, SP: Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 1971. 429
p.

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedade das ligas metálicas. 2. ed.
São Paulo: Makron Books, 1986. 266 p. ISBN 0074500899 (v.1).

KOTZ, John C.; TREICHEL,Paul M. Química geral e reações químicas; V. 1, 6ª edição, São
Paulo, Cencage, 2010. 708p. ISBN 8522106916.

SMITH, William F.; HASHEMI, Javad. Fundamentos de engenharia: e ciência dos materiais. 5.
ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012. xix, 707 p. ISBN 9788580551143.

Pré-requisitos: Química Geral e Experimental, Física 2 Geral e Experimental

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Projetos Eletrônicos 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Assistidos por 15 15 3 33
Computador
Objetivo geral do componente curricular

Oferecer ao estudante contato com ferramentas computacionais de auxílio a projetos eletrônicos.

Ementa

Visão geral e trabalho com: ferramentas de auxílio à simulação de circuitos elétricos; ferramentas de
auxílio à confecção de esquemáticos e placas de circuito impresso; ferramentas de simulação
matemática.

99
Referências Básicas

DALMARIS, Peter. KiCad Like a Pro. Elektor, 2019. ISBN: 1907920749

PALM, William J. Introdução ao MATLAB para Engenheiros. 3 ed. Bookman, 2013. ISBN:
9788580552041

SVOBODA, James A. PSPICE for Linear Circuits. 2 ED. WILEY, 2007. ISBN: 0471781460

Referências Complementares

CHARRAS, Jean Pierre; TAPPERO, Fabrizio; STAMBAUGH Wayne. KiCad Complete Reference
Manual. 12th Media Services, 2018. ISBN: 1680921274

MATSUMOTO, Elia Yathie. Matlab R2013A – Teoria e Programação – Guia Prático. 1 ed. ÉRICA,
2013. ISBN: 8536504684

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Introduction to PSPICE for Electric Circuits. Pearson
Education, 2007. ISBN: 0132448394

OGATA, Katsuhiko. Matlab for Control Engineers. 1 ed. Prentice-Hall, 2008. ISBN:
9780136150770

YAN, Won Y.; KIM, Jaekwon; PARK, Kyung W. et al. Electronic Circuits with Matlab, PSPICE, and
Smith Chart. Wyley, 2020. ISBN: 978-1-119-59892-3

Pré-requisitos: Circuitos Elétricos 1

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Física 4 Geral e 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Experimental 57 33 10 100
Objetivo geral do componente curricular

Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para as
componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da Física
Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso crítico para a
análise, interpretação e resolução de problemas.

Ementa

Ondas eletromagnéticas, polarização; formação de imagens e espelhos; interferência e coerência;


difração; introdução à física moderna: relatividade; o efeito fotoelétrico e a física quântica.

Referências Básica

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 9. ed. Rio de
Janeiro: LTC, c2009. 4 v. ISBN 9788521616054 (V.4).

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.2).

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.3).

Referências Complementares

100
FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Matthew. Lições de física. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2008. 3 v.

YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Ótica e Física Moderna. 12. ed.
São Paulo: Pearson, 2009. (v. 4). ISBN 9788588639355.

HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p. ISBN
9788577808908.

NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física Básica: ótica, Relatividade, Física Quântica. 2ª Ed.
Blücher, 2015. V.4. ISBN 9788521208037

GASPAR, Alberto. Física 3: eletromagnetismo e física moderna. 2. ed. São Paulo: Ática, 2009.
352 p. ISBN 9788508123704

Pré-requisitos: Física 3 Geral e Experimental

OPTATIVAS DE ELETRÔNICA 1 E 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Introdução à 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Microeletrônica 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Introduzir o/a discente aos desafios da Microeletrônica, servindo de estímulo a futuros estudos
aprofundados na área.

Ementa

Introdução à física de dispositivos semicondutores. Introdução à concepção de circuitos


integrados. Possibilidades de pesquisa em microeletrônica.

Referências Básicas

PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010. 619
p. ISBN 9788535234657.

SWART, J. Semicondutores: fundamentos, técnicas e aplicações. Campinas, SP: Ed.


Unicamp, 2008. 374 p. ISBN 9788526808188

WESTE, Neil; HARRIS, David M. CMOS VLSI Design: a systems perspective. 4th Edition
Boston: Addison-Wesley, 2010. 838 p. ISBN-13: 978-0321547743

Referências Complementares

D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524

RABAEY, Jan M.; CHANDRAKASAN, Anantha; NIKOLIC, Borivoje. Digital Integrated Circuits: a
design perspective. 2 ed. Prentice-Hall, 2002. 800p. ISBN-13: 978-0130909961

101
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223

TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 11. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xx, 817 p. ISBN 9788576059226.

VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDL. Porto Alegre, RS: Bookman, 2008.
XIV,558p. ISBN 9788577801909

Pré-requisitos: Materiais Elétricos e Magnéticos, Projetos Eletrônicos Assistidos por


Computador, Linguagens de Descrição de Hardware.

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Propagação 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Radioelétrica e Antenas 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar conceitos e técnicas de antenas e de radiopropagação. Capacitar o aluno para analisar e


projetar antenas e radioenlaces.

Ementa

Espectro eletromagnético e canalização. Propagação eletromagnética em visibilidade e por


difração. Propagação ionosférica e troposférica. Modelos analíticos e empíricos de
radiopropagação. Enlaces via satélites. Sistemas celulares. Parâmetros fundamentais das
antenas. Principais tipos de antenas. Radar.

Referências Básicas

BALANIS, Constantine A. Teoria de Antenas - Análise e Síntese (2 vol.) LTC; ed. 3. 2008 370
p. 336 p. ISBN-13: 978-8521616535. ISBN-13: 978-8521616542

SARKAR, Tapan K., SALAZAR-PALMA, Magdalena, ABDALLAH, Mohammad Najib. The Physics
and Mathematics of Electromagnetic Wave Propagation in Cellular Wireless
Communication. Wiley-Blackwell; ed. 1. 2018. 416 p. ISBN-13: 978-1119393115

STUTZMAN, Warren L., THIELE, Gary A. Teoria e Projeto de Antenas (2 vol.). LTC; ed: 3. 2016.
430 p. 356 p. ISBN-13: 978-8521627753. ISBN-13: 978-8521627746

Referências Complementares

ARRL. The ARRL Antenna Book for Radio Communications. (4 vol). ARRL 2019. 722 p. 633 p.
701 p. 733 p. ASIN: B07YYBCBXZ. ASIN: B07YXDGVQH. ASIN: B07YYBYB33. ASIN:
B07YYFZFTG.

BLAUNSTEIN, Nathan, CHRISTODOULOU, Christos G. Radio Propagation and Adaptive


Antennas for Wireless Communication Networks: Terrestrial, Atmospheric, and
Ionospheric. John Wiley & Sons; ed, 2. 2014. 683 p. ISBN-13: 978-1118659540.

102
GHASEMI, Abdollah, ABEDI, Ali, GHASEMI, Farshid. Propagation Engineering in Wireless
Communications. Springer ed.2. 2016. 478 p. ISBN-13: 978-3319813684

LEVIS, Curt A., JOHNSON, Joel T., TEIXEIRA, Fernando L. Radiowave Propagation: Physics
and Applications John Wiley & Sons; ed: 1. 2010. 301 p. ISBN-13: 978-0470542958.

SAAKIAN, Artem S, Radio Wave Propagation Fundamentals. Artech House; ed. 2011. 362 p.
ISBN-13: 978-1608071371

Pré-requisitos: Teoria Eletromagnética e Ondas, Amplificadores e Filtros

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Eletrônica de Alta 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Frequência 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar conceitos e técnicas de eletrônica de altas frequências. Projetar e analisar dispositivos


eletrônicos de altas frequências.

Ementa

Linhas de transmissão, reflexão de ondas e adaptação de impedâncias. Carta de Smith. Matriz S.


Matriz ABCD. Estruturas planares. Projeto de acopladores e filtros com elementos distribuídos.
Exposição humana às microondas. Ruído em circuitos de altas frequências. Projeto de
amplificadores e osciladores de microondas. Dispositivos semicondutores para circuitos de altas
frequências.

Referências Básicas

LUDWIG, Reinhold; BOGDANOV, Gene. RF Circuit Design: Theory & Applications:


International Edition. Pearson ed. 2. 2007, 720 p., ISBN-13: 978-0131355057

POZAR, David M. Microwave Engineering. John Wiley & Sons; ed. 4. 2011, 732 p., ISBN-13:
978-0470631553.

STEER, Michael, Fundamentals of Microwave and RF Design. NC State University. ed.3. 2019,
244 p., ISBN-13: 978-1469656885

Referências Complementares

EDWARDS, Terry C.; STEER, Michael B. Foundations for Microstrip Circuit Design.
Wiley-Blackwell; ed.4. 2016, 686 p., ISBN-13: 978-1118936191

HONG, Jia–Sheng. Microstrip Filters for RF / Microwave Applications. Wiley-Blackwell;


ed.2.2011, 656 p., ISBN-13: 978-0470408773

HUEBER, Gernot, NIKNEJAD, Ali M. Millimeter-Wave Circuits for 5G and Radar. Cambridge
University Press. 2019. 454 p. ISBN-13: 978-1108492782

RAJBHAR, Mukh Ram; KUMAR, Pramod. Introduction to Microwave Engineering. CBS India,
2018, 320 p. ISBN-13: 978-9387964839

103
STEER, Michael, Microwave and RF Design, 5 vol. NC State University. ed.3. 2019, 262 p. 302 p.
258 p. 272 p. 236 p. , ISBN-13: 978-1469656908, ISBN-13: 978-1469656922, ISBN-13:
978-1469656946, ISBN-13: 978-1469656960, ISBN-13: 978-1469656984

Pré-requisitos: Teoria Eletromagnética e Ondas, Amplificadores e Filtros

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Comunicações Ópticas 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Compreender os princípios básicos das comunicações ópticas e os tipos de degradação de sinal


presentes. Conhecer os principais tipos de fibras ópticas e dos dispositivos semicondutores
utilizados como fontes e detectores de sinal. Entender sistemas de multiplexação WDM.

Ementa

Equações de Maxwell em coordenadas cilíndricas. Tipos de distorção e de fibras ópticas. Fontes


ópticas. Detectores ópticos. Amplificadores ópticos. Balanço de potência em enlaces ópticos. Taxa
de erro. Sistemas multiplexados WDM.

Referências Básicas

AGRAWAL, Govind P. Sistemas de comunicação por fibra óptica. GEN LTC; ed. 4. 2014, 728 p.
ISBN-13: 978-8535264258

AL-AZZAWI, Abdul. Fiber Optics: Principles and Advanced Practices. CRC Press; ed.2. 2019,
478 p., ISBN-13: 978-0367878856

KEISER, Gerd. Comunicações por Fibras Ópticas. AMGH; ed. 4. 2014, 696 p., ISBN-13:
978-8580553970

Referências Complementares

AGRAWAL, Govind P. Nonlinear Fiber Optics. Academic Press; ed. 6. 2019. 728 p., ISBN-13:
978-0128170427

BLAUNSTEIN, Nathan; ENGELBERG, Shlomo; KROUK, Evgenii; SERGEEV, Mikhail. Fiber Optic
and Atmospheric Optical Communication. Wiley-Blackwell; ed.1. 2019, 224 p., ISBN-13:
978-1119601999

PINHEIRO, José. Redes ópticas de acesso em telecomunicações. GEN LTC; ed. 1. 2016, 320
p. ISBN-13: 978-8535286120

SZE, Simon M.; LI, Yiming; NG, Kwok K. Physics of Semiconductor Devices. Wiley-Blackwell;
ed. 4. 2020, 900 p., ISBN-13: 978-1119429111

WERNER, Douglas; KWON, Do-Hoon. Transformation Electromagnetics and Metamaterials:


Fundamental Principles and Applications. Springer ed.1. 2015, 512 p., ISBN-13:
978-1447158929

Pré-requisitos: Teoria Eletromagnética e Ondas

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária

104
Eletromagnetismo 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Computacional 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Estudar métodos numéricos aplicados em eletromagnetismo. Entender os princípios básicos dos


métodos das diferenças finitas e dos elementos finitos. Desenvolver boas práticas de simulação
computacional em eletromagnetismo. Aplicar o eletromagnetismo computacional para análise e
projeto.

Ementa

Métodos matemáticos para simulações em eletromagnetismo. Elementos finitos em 1D, 2D e 3D.


Diferenças finitas no domínio do tempo. Implementação de algoritmos 1D e 2D de FDTD.
Estabilidade e dispersão numérica. Condições iniciais e fontes: “hardsource”, “softsource” e ondas
planas. Condições de contorno e bordas: ABC e PML. Uso de programa de eletromagnetismo
computacional, verificação, análise e validação das simulações. Tópicos avançados em
eletromagnetismo computacional: Campo próximo e campo distante; Refinamento local da malha,
malhas conformadas, não-uniformes e sub-malhas; Meios dispersivos, anisotropia e não
linearidades; Descrição do espaço do problema: introdução às ferramentas de segmentação e
CAD; Modelamento de elementos concentrados e extração dos parâmetros S.

Referências Básicas

HAGNESS, Susan C., TAFLOVE, Allen. Computational Electrodynamics: The Finite- Difference
Time-Domain Method, 3 ed., Artech House, 2005, 1006 p. ISBN-13: 978- 1580538329, ISBN-10:
1580538320.

JIN, Jian Ming. The finite element method in electromagnetics. Wiley-IEEE Press; ed: 3. 2014.
860 p. ASIN: B00JJVO6P6.

SADIKU, Matthew N. O. Computational Electromagnetics with MATLAB. CRC Press; ed. 4.


2018. 707 p. ISBN-13: 978-1138558151

Referências Complementares

BASTOS, João Pedro A., SADOWSKI, Nelson. Magnetic Materials and 3D Finite Element
Modeling. 1. ed. CRC Press, 2013. 402 p. ISBN 9781466592513.

GIBSON, Walton C., The Method of Moments in Electromagnetics. Chapman and Hall/CRC;
ed.2. 2014. 450 p. ISBN-13: 978-1482235791

HOULE, Jennifer E., SULLIVAN, Denis M. Electromagnetic Simulation using the FDTD Method
with Python. Wiley-Blackwell ed: 3. 2020. 224 p. ISBN-13: 978-1119565802.

INAN, Umran S., MARSHALL, Robert A. Numerical Electromagnetics: The FDTD Method.
Cambridge University Press ed. 1. 2011. 404 p. ISBN-13: 978-0521190695

MEUNIER, G. The Finite Element Method for Electromagnetic Modeling. 1. ed. LEG-INPG,
Grenoble, França, 2008. 832 p. ISBN : 9781848210301.

Pré-requisitos: Teoria Eletromagnética e Ondas, Equações Diferenciais, Métodos


Numéricos, Programação 2

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária

105
Processamento Digital 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
de Imagens 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

Apresentar os conceitos básicos de Processamento Digital de Imagens nos domínios do tempo e da


frequência. Fornecer uma introdução à teoria de processamento digital de imagens. incluindo
fundamentos de aquisição de imagens, realce de imagens, filtros e transformadas, segmentação e
aplicações.

Ementa

Introdução, transformações, realce, filtragem das imagens, segmentação, representação e


descrição de imagens, princípios de processamento de vídeo, compressão de imagens e vídeo.
Elementos de reconhecimento de padrões aplicados a imagens. Noções de codificação,
compressão e transmissão de imagens.

Referências Básica

GONZALEZ, Rafael C.; YAMAGAMI, Cristina; PIAMONTE, Leonardo (Trad.). Processamento


digital de imagens. [Link]. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xv, 624 p. ISBN 9788576054016.

PEDRINI, Hélio; SCHWARTZ, William Robson. Análise de imagens digitais: princípios,


algoritmos e aplicações. São Paulo: Thomson, 2008. xvi, 508 p. ISBN 9788522105953.

SOLOMON, Chris; BRECKON, Toby. Fundamentos de processamento digital de imagens: uma


abordagem prática com exemplos em Matlab. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2013. xiii, 289 p. ISBN
9788521623472.

Referências Complementares

BACKES, André Ricardo; SÁ JUNIOR, Jarbas Joaci de Mesquita. Introdução à visão


computacional usando Matlab. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, 2016. x, 278 p. ISBN
9788550800233.

BURGER, Wilhelm; BURGE, Mark J. Principles of Digital Image Processing: Fundamental


Techniques. Springer, 2009. ISBN: 978-1848001909

SUNDARARAJAN, D. Digital Image Processing. Singapore: Springer Singapore, 2017. ISBN:


978-981-10-6112-7

UMBAUGH, Scott E; Digital Image Processing and Analysis: Applications with MATLAB and
CVIPtools (English Edition) 3rd Edição, CRC Press, 2017. ISBN: 978-1498766029.

PRATT, William K.; Introduction to Digital Image Processing. CRC Press, 2013 ISBN:
978-1482216691

Pré-requisitos: Processamento Digital de Sinais

Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária


Tópicos Especiais em 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Engenharia Eletrônica 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular

106
Propiciar o aprofundamento temático do aluno de acordo com sua vocação e seus interesses.

Ementa

Abordagem de tópicos especiais e inovações em uma das áreas abordadas no curso, a citar:
eletrônica analógica, eletrônica digital, eletrônica de potência, instrumentação, automação e
controle, telecomunicações, redes de comunicação, sistemas embarcados, processamento digital
de sinais, entre outras.

Referências Básicas

Conforme o tema abordado.

Referências Complementares

Conforme o tema abordado.

Pré-requisitos: Conversão de Energia, Sistemas de Controle 2, Sistemas Microprocessados


1, Comunicações Analógicas

6.11 Atividades Curriculares Complementares (ACC)

As Atividades Curriculares Complementares constituem um conjunto de


estratégias pedagógico-didáticas que permitem, no âmbito do currículo, a
articulação entre teoria e prática e a complementação, por parte do estudante, dos
saberes e habilidades necessárias à sua formação, propiciando o aprofundamento
temático e interdisciplinar. Procura-se, através das mesmas contribuir para a
formação ética e humanística do engenheiro, possibilitando o desenvolvimento do
senso crítico, da responsabilidade social, da tolerância, da autonomia na busca de
conhecimento, do perfil empreendedor, da iniciativa, da liderança, do
autoconhecimento, da perseverança, da habilidade em lidar com obstáculos,
mudanças e transformações respeitando a vocação e os interesses de cada aluno.
Os alunos do curso de Engenharia Eletrônica devem realizar e comprovar 60
horas de atividades curriculares complementares, ao longo do curso, de acordo com
regulamentação específica.
As atividades curriculares complementares procuram fomentar a flexibilização
do currículo, a integração entre ensino, pesquisa e extensão, a transversalidade,
promover o reconhecimento de habilidades e conhecimentos adquiridos fora do
âmbito estrito do curso e prestar serviços à comunidade.
O estudante deverá realizar e comprovar em cada um dos grupos de
atividades curriculares complementares especificados na tabela a seguir, no
mínimo, a quantidade de horas indicada como requisito obrigatório para a colação
de grau.

107
Grupo Tipo de Atividade Curricular Complementar Horas
I Atividades culturais, esportivas ou de qualificação do 20
discente em área não atendida pelo curso.
II Atividades de qualificação do discente em área relacionada 20
ao curso, mas não obrigatória.
III Atividades de extensão ou que caracterizem 20
responsabilidade social, cooperação e integração do discente
com a comunidade.

A regulamentação das atividades curriculares complementares é realizada


pelo NDE do Curso, que determina quais atividades poderão pertencer a cada
grupo, bem como equivalência entre hora realizada e hora considerada como
complementar. Estas atividades devem ser realizadas durante o período em que o
aluno estiver efetivamente matriculado. As atividades curriculares complementares
são componentes curriculares que não requerem matrícula, diferentemente das
componentes curriculares. A análise das ACC é realizada de acordo com calendário
publicado semestralmente e cabe ao Coordenador do Curso, que poderá consultar o
NDE para analisar a aceitação de atividades que não estejam contempladas. Após a
avaliação cada atividade será considerada válida ou não, para efeitos de
integralização curricular, sem auferir nota.

6.12 Trabalho de Conclusão de Curso

O trabalho de conclusão de curso é uma atividade didática obrigatória para a


formação do futuro engenheiro - ou seja, sua conclusão com sucesso é requisito
necessário à obtenção do grau de engenheiro eletrônico.
O trabalho de conclusão objetiva sedimentar no aluno os conhecimentos
obtidos ao longo do curso e desenvolver sua capacitação e autoconfiança na
geração de soluções através da execução de um projeto teórico-prático, atendendo
normas científicas e baseando-se em referenciais teóricos da área envolvida.
Durante o seu trabalho de conclusão o discente deverá desenvolver estudos
ou aplicações sobre temas relacionados com o curso. Observa-se que, no caso do
curso de engenharia, este trabalho deverá ser realizado de forma individual, ou seja,
é vedada a elaboração de um mesmo TCC por dois ou mais alunos. Este projeto
será regido por regulamento próprio e compreenderá a realização de um trabalho de
caráter teórico-prático, condizente com a formação oferecida pelo curso, que será
supervisionado por um professor orientador e implicará na elaboração de uma
monografia, da qual o aluno será o autor principal, e defesa perante uma banca
examinadora (ao final do Trabalho de Conclusão de Curso 2), a qual será pública.
Cabe ao orientador acompanhar o aluno durante o período de execução do trabalho
e indicar as eventuais correções e adequações da monografia antes da entrega à
banca. A monografia deverá seguir as normas de escrita de trabalhos científicos da

108
ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas) ou das publicações do IEEE
(Institute of Electrical and Electronics Engineers), ou normativas específicas
aprovadas pelo NDE.
No curso de Engenharia Eletrônica, o trabalho de conclusão de curso é
atividade prevista para ser executada em dois semestres, através da matrícula do
estudante em dois componentes curriculares específicos: Trabalho de Conclusão de
Curso 1 e Trabalho de Conclusão de Curso 2. Ambos componentes curriculares
serão coordenadas por um docente responsável que deverá velar pelo andamento
da atividade conforme regulamento específico. Para que o trabalho de conclusão de
curso seja considerado completado, o aluno deverá obter a aprovação em ambos os
componentes curriculares.
Cabe ao docente responsável organizar as bancas examinadoras que serão
compostas de dois docentes mais o orientador (3 membros). Cabe ao orientador
sugerir os outros membros ao docente responsável, observando que pelo um dos
outros membros, seja da área específica do curso.
As atividades a serem desenvolvidas no Trabalho de Conclusão de Curso
são regidas por regulamento específico - vide Anexo 3, o qual pode ser modificado
pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso.
Destaca-se que o aluno só poderá iniciar a atividade de Trabalho de
Conclusão de Curso 1 mediante atendimento a todos os pré-requisitos
estabelecidos para a matrícula no componente curricular. O início da atividade
Trabalho de Conclusão de Curso 2 só poderá ser realizado mediante aprovação
prévia no Trabalho de Conclusão de Curso 1.

6.13 Estágio Curricular

Entende-se por estágio as atividades de aprendizagem profissional,


relacionadas à área de formação dos estudantes, em que os mesmos participem de
situações reais de trabalho.
Os direitos e deveres dos alunos estagiários podem ser encontrados em sua
íntegra na Lei 11.788/2008, na qual se estabelece que a jornada de atividade em
estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte
concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal. Para a realização do
estágio, alguns pontos devem ser atendidos pelo estudante e empresa:
● o estudante deve apresentar matrícula e frequência regular no curso;
● estudante, empresa e instituição de ensino (IFRS) devem celebrar
termo de compromisso relativo ao estágio;
● deve existir compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no
estágio e aquelas previstas no termo de compromisso.
● o estágio deve ser compatível com as atividades escolares e
● não ultrapassar 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais,
no caso de estudantes com necessidades educacionais específicas,

109
ou 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, nos demais
casos.
Os critérios estabelecidos para a realização e avaliação do estágio são:
● O aluno poderá iniciar o estágio não obrigatório a partir do primeiro
semestre.
● O aluno poderá iniciar o estágio obrigatório após ter concluído com os
componentes curriculares Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
Teoria Eletromagnética e Ondas.
● O estágio poderá ser realizado em instituições e empresas públicas e
privadas.

6.13.1 Estágio Curricular Obrigatório

O estágio curricular, compreendido como atividade afim ao perfil profissional


definido pelo curso, constitui-se em etapa fundamental na formação do aluno e em
etapa obrigatória para a obtenção do diploma (conforme diretrizes nacionais para os
cursos de engenharia).
O estágio obrigatório apresenta carga-horária de 160 horas (mínimo) e tem
por objetivo fundamental a aplicação das habilidades adquiridas pelo aluno em sua
formação profissionalizante e específica. Destaca-se que, devido à natureza e
objetivos do estágio obrigatório, que o mesmo deverá ser realizado especificamente
em atividades correlatas ao curso, em empresas de engenharia, áreas que atuem
em engenharia e na própria instituição através de projetos de ensino, pesquisa e
extensão (neste último caso, sujeito a normativas específicas institucionais e
emitidas pelo NDE do curso). Ainda, o estagiário deverá apresentar um supervisor
na empresa onde atue, devendo o mesmo possuir a formação de engenheiro.
No Anexo 4 encontra-se o regulamento do estágio curricular. Neste
regulamento temos os modelos de documentos (a, b, c e d) necessários à
efetivação e à avaliação final do estágio. É o professor orientador (o curso prevê o
papel de um único professor orientador/coordenador responsável pelo
acompanhamento dos estágios - devendo o mesmo necessariamente ser
engenheiro e docente na área do curso) quem realiza a avaliação do estágio
baseado no acompanhamento contínuo do aluno através de documentos de
avaliação definidos pelo próprio curso (com normatização estabelecida pelo NDE), a
saber:
● acompanhamento contínuo e sistemático das atividades que o aluno realiza
(conforme modelo a);
● formulário de avaliação da concedente, a ser preenchido pelo engenheiro
supervisor responsável (conforme modelo b);
● avaliação de relatório sumário das atividades desenvolvidas pelo estagiário
(conforme modelo c).

110
O parecer final do estágio, por parte do professor orientador, será feito
utilizando o modelo (d), com base na documentação entregue pelo estudante e o
acompanhamento prévio executado pelo orientador. As atividades oferecidas e
desenvolvidas devem ser próprias à formação do aluno. Assim como o aluno deve
ter postura condizente com o exercício profissional.
Conforme previsto na Organização Didática do IFRS, os estudantes
trabalhadores, cujas atividades relacionam-se com aquelas propostas pelo curso,
poderão, mediante apresentação de contrato social da empresa ou contrato de
trabalho, requerer a substituição de parte ou de todo o estágio pela equivalência das
atividades desenvolvidas, não havendo necessidade de estagiar em outra empresa,
desde que atendidos, no caso do estágio curricular obrigatório, os demais requisitos
necessários ao mesmo.

6.13.2 Estágio Curricular Não Obrigatório

O estágio curricular não obrigatório poderá ser realizado pelo aluno como
forma de possibilitar o exercício da prática profissional, vinculando teoria e prática.
Da mesma forma, possibilita o ingresso do aluno no mundo do trabalho e a
integração do IFRS com a sociedade. Trata-se de uma atividade individualizada por
educando, sendo a condução e a forma de avaliação determinadas por regulamento
específico de estágio, disposto em lei.
O estágio não obrigatório, conforme a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de
2008, não inclui a carga horária do estágio curricular obrigatório. Para a realização
do estágio não obrigatório devem ser observados todos os requisitos listados ao
início desta seção 6.13.

6.14 Avaliação do Processo de Ensino e de Aprendizagem

A avaliação consiste em parte integrante do processo de ensino e de


aprendizagem, envolvendo reflexão sobre as práticas realizadas. Tem como
finalidade promover o olhar criterioso sobre os processos educativos, gerando
mudanças onde se fizer necessário, orientadas pela análise constante de
dificuldades e potencialidades dos estudantes.
A avaliação deve ser um processo contínuo e cumulativo do desempenho
dos alunos, com a utilização de estratégias dinâmicas focadas na aprendizagem do
educando. Além disso, a avaliação deverá ser formativa e diagnóstica,
possibilitando identificar saberes prévios dos estudantes. É formativa toda avaliação
que ajuda o aluno a aprender e a se desenvolver, ou melhor, que participa da
regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto
educativo.

111
A avaliação estará presente em todas as etapas dos processos de ensino e
de aprendizagem, utilizando-se de instrumentos diversos, de forma integrada. Como
exemplos de estratégias avaliativas, podem ser citados:
● trabalhos individuais e em grupos, seminários temáticos, provas
teóricas e práticas, relatórios, observações em diferentes ambientes
de aprendizagem,
● projetos, visitas técnicas e auto-avaliação.
Com base na compreensão sobre o processo avaliativo anteriormente
descrito e também seguindo a orientação constante na LDB (1996), na avaliação
deverão predominar os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
A avaliação e a expressão de seus resultados ocorrerá de acordo com a
legislação, normativas do IFRS e do IFRS Campus Canoas, com destaque a
Organização Didática. A frequência mínima do estudante no curso segue a
legislação e normativas pertinentes, igualmente.
Os instrumentos de avaliação das componentes curriculares dos eixos
profissionalizantes e específicos deverão considerar o perfil do egresso do curso,
em consonância com as atribuições profissionais definidas pelos sistema
CONFEA/CREA para os diferentes profissionais da área de engenharia. Essas
atribuições, não por acaso, guardam correlação com a nomenclatura de Bloom11. A
Resolução CONFEA Nº 0218, de 29 de junho de 1973 indica habilidades e
competências reprodutivas e transferenciais (por exemplo Aplicar, Operar, Utilizar,...)
para os técnicos de nível médio; inclui algumas atribuições que exigem maior grau
crítico nas habilidades e competências do tecnólogo (por exemplo, Analisar,...) e
agrega todas as anteriores além de incluir habilidades e competências criativas
(como Projetar, Sintetizar,...) reservadas ao engenheiro. Assim, se na medida do
possível, as avaliações no curso técnico devem versar principalmente em questões
do tipo “Aplicar” (técnicas); no curso superior de tecnologia deve se agregar e dar
maior atenção ao tipo “Analisar”, na engenharia deverão se incluir, além das
anteriores, principalmente, questões do tipo “Projetar”, em consonância com as
metodologias de ensino do curso, melhor descritas no item 6.16 a seguir, que
prevêem a ampla utilização da aprendizagem baseada em projetos, prática
pedagógica esta que é antiga e característica dos cursos de engenharia, onde em
alguns componentes curriculares, projetos mais longos e complexos são
desenvolvidos por grupos de estudantes.
Todos os componentes curriculares devem oferecer pelo menos dois
instrumentos avaliativos. O resultado desta avaliação deverá ser expresso entre e 0
a 10, conforme artigo 195º da organização didática do IFRS. Conforme os artigos
artigos 196º e 197º, os alunos são considerados aprovados com média semestral
maior ou igual a 7,0 ou média final, após exame final, maior ou igual a 5,0. As
atividades de recuperação paralela devem ser previstas e executadas conforme o

11
BLOOM, B. et al. Taxonomia dos objetivos educacionais: domínio cognitivo. Porto Alegre:
Globo, 1983.
112
artigo 200º da organização didática. Além das atividades de recuperação os alunos
terão direito a um exame final, conforme as regras do artigo 197º.
O estudante terá direito a exercícios domiciliares e revisão da correção de
atividade avaliativa de acordo com a Organização Didática do IFRS e Resoluções
aplicáveis do Conselho Superior (CONSUP) e do Campus Canoas.

6.15 Educação a Distância

Entende-se por Educação a Distância (EaD), para fins institucionais, os


processos de ensino e aprendizagem mediados por tecnologia, nos formatos a
distância, no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão. Nos cursos presenciais,
há possibilidade legal de uma oferta de até 20% da carga horária do curso a
distância. Tal oferta apresenta novas possibilidades educacionais, que se originam
da aplicação de recursos para gerenciamento de conteúdos e de processos de
ensino-aprendizagem em educação a distância e também do uso de Tecnologias da
Informação e Comunicação (TICs), na perspectiva de agregar valor a processos de
educação presencial.
A implementação da carga horária a distância foi motivada pela flexibilização
de horários e de locais de estudo, pela possibilidade de adoção de abordagens
pedagógicas modernas de ensino e de aprendizagem, pelo desenvolvimento da
autonomia dos discentes no processo de ensino e de aprendizagem. Ficará a cargo
dos planos de ensino explicitar os detalhes sobre como as atividades a distância
ocorrerão em cada período letivo. Para preparar os alunos para educação à
distância, nos componentes curriculares em que existe carga-horária a distância, o
professor deverá prever em seu Plano de Ensino atividades de ambientação dos
alunos ao Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem (AVEA) Moodle, explicitando
os detalhes sobre como serão desenvolvidas as atividades a distância em cada
período letivo. Os planos de ensino deverão incluir: identificação do curso,
componente curricular, semestre do curso, nome do professor, carga horária total,
carga horária presencial, carga horária a distância, ementa, objetivo geral, objetivos
específicos, conteúdo programático, metodologia, avaliação, cronograma das
atividades não presenciais, referências básicas e complementares, e mecanismos
de atendimento aos estudantes. Ainda, o professor poderá apresentar abordagens
pedagógicas a fim de estimular a autonomia na aprendizagem, discutindo a
legislação e questões éticas que tangenciam a EaD.

6.15.1 Atividades de Tutoria

Os tutores têm um papel importante ao realizar o contato direto com os


estudantes na realização de atividades EaD, como suas principais atribuições,
destacam-se: esclarecer as dúvidas dos estudantes através do Moodle; verificar e
avaliar as atividades realizadas pelos estudantes e fornecer feedback; estimular a

113
participação colaborativa, incentivando os estudantes a responder dúvidas dos
colegas, quando houverem, mantendo-os ativos no curso. No curso de Engenharia
Eletrônica do Campus Canoas do IFRS, as atividades de tutoria serão realizadas
pelo próprio docente do componente curricular.
A inclusão da carga horária a distância nos componentes curriculares permite
a adoção de diferentes abordagens pedagógicas. É possível utilizar a “sala de aula
invertida”, na qual o aluno apropria-se dos conceitos nos momentos a distância e
depois, nos momentos presenciais, são realizadas atividades de compartilhamento,
reflexão e discussão. Também, é possível utilizar uma abordagem mais aproximada
da sala de aula tradicional, na qual o professor apresenta os conceitos norteadores
do conteúdo em momentos presenciais e realiza atividades a distância para
expandir as discussões realizadas em sala de aula, através de atividades
assíncronas, como fóruns, e atividades síncronas, como bate-papo.
O acompanhamento dos discentes no processo formativo e a avaliação
periódica pelos estudantes e equipe pedagógica dão-se a partir de avaliações
internas realizadas pela CPA (Comissão Própria de Avaliação), a partir dos
resultados destas avaliações, ações corretivas e de aperfeiçoamento para o
planejamento de atividades futuras serão realizadas pelo Colegiado de Curso, em
conjunto com Núcleo Docente Estruturante (NDE). A coordenação do curso e o
Núcleo de Educação a Distância (NEaD) poderão promover capacitações dos
docentes que realizaram atividades de tutoria. Estas capacitações têm como
objetivo estimular a adoção de práticas criativas e inovadoras para maximizar o
aproveitamento de estudos e para a permanência e êxito dos discentes. As
demandas comunicacionais e as tecnologias adotadas no curso devem ser descritas
pelo NDE.

6.15.2 Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem

O Campus conta com AVEA Moodle para disponibilização de material de aula


e para suporte em componentes curriculares semipresenciais. Ainda sobre as aulas,
é importante destacar que uma das principais características do Moodle é o
estímulo a conteúdos multimídia, já que disponibiliza diversos recursos como fóruns,
enquetes, chats, glossários, diários, áudios, vídeos, questionários, editores de
HTML, blogs, calendários, entre outros.
É importante salientar que as TICs representam ainda um avanço na
educação a distância, já que, com a criação de ambientes virtuais de aprendizagem,
os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e
experiências. O AVEA Moodle também permite desenvolver a cooperação entre
tutores, discentes e docentes e a reflexão sobre o conteúdo dos componentes
curriculares e sua metodologia de trabalho.
A tecnologia é uma realidade que traz inúmeros benefícios e é de suma
importância no curso quando incorporada ao processo de ensino e aprendizagem,

114
pois proporciona novas formas de ensinar e, principalmente, de aprender, em um
momento no qual a cultura e os valores da sociedade estão mudando, exigindo
novas formas de acesso ao conhecimento para formação de cidadãos críticos,
criativos, competentes e dinâmicos. Nesta perspectiva, os professores têm a
possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas
de tornar a aprendizagem mais significativa. Cabe aos docentes a realização de
avaliações periódicas devidamente documentadas para ações de melhoria contínua.

6.15.3 Material Didático

Os materiais didáticos são recursos e atividades, físicos ou digitais, utilizados


para apoio ao ensino e relacionado ao desenvolvimento do curso. O material
didático pode ser produzido pelo próprio docente do componente curricular (vídeos,
apostilas, exercícios etc.) ou pode-se utilizar materiais já consolidados pelos
especialistas e, neste caso, caberá aos docentes o papel de curadoria, sendo
priorizado o uso de repositórios da rede federal. Além disso, o docente deve orientar
o aluno para a realização das atividades EaD, definindo claramente seus objetivos,
metodologias, prazos e formas de entrega. Esta orientação pode ser realizada
oralmente em momento presencial, ou via Moodle.
Para apoiar a produção de materiais, o IFRS disponibiliza um estúdio
itinerante com equipamentos de gravação audiovisual, que pode ser solicitado por
todos os campi. A formação proposta no PPC do curso é desenvolvida seguindo os
conteúdos previstos na ementa de cada componente curricular.
Nesse sentido, os materiais didáticos visam atender a coerência teórica e o
aprofundamento necessários para a construção do conhecimento, contemplando os
objetivos previstos no plano de ensino. O material didático, bem como a
metodologia de ensino serão desenvolvidos de modo a atender as necessidades de
cada estudante, considerando-se, inclusive, os possíveis casos de inclusão.
Então, a produção de material didático deve levar em conta as necessidades
dos alunos matriculados no componente curricular, de forma a garantir a
acessibilidade metodológica e instrumental, utilizando linguagem inclusiva e
acessível. Por exemplo, no caso de algum aluno possuir deficiência visual, o
material poderá ser acessível via software de leitura de tela. No caso de a turma ter
algum aluno com deficiência auditiva, os vídeos disponibilizados poderão possuir
legenda e a presença de um tradutor intérprete de sinais. Com relação aos recursos
didáticos, serão utilizados aqueles disponíveis no Moodle, bem como outros que os
professores tutores venham a criar, a partir de capacitações realizadas, de modo a
incluir o uso de recursos inovadores para o acompanhamento desses estudantes.

6.15.3 Avaliação do Processo Ensino e Aprendizagem

115
Nos componentes curriculares oferecidos na modalidade de educação a
distância, a avaliação dos estudantes será auferida a partir do acompanhamento
docente da efetividade na realização das atividades pedagógicas propostas.
Os componentes curriculares com carga-horária a distância devem ter todas
as atividades avaliativas presenciais.

6.15.4 Equipe Multidisciplinar: Coordenadoria de Educação a Distância (CEaD)


e Núcleo de Educação a Distância (NEaD)

O NEaD é uma unidade vinculada à Direção de Ensino do Campus, com


competência para implementar políticas e diretrizes para a EaD, estabelecidas no
âmbito da instituição. O NEaD tem como objetivos: congregar profissionais de
diferentes áreas do conhecimento; realizar estudos e pesquisas em EaD,
proporcionando o desenvolvimento contínuo num processo de construção coletiva,
crítica e interdisciplinar; produzir conhecimento sobre Educação a Distância e o uso
das TICs nos processos educativos; levantar e mapear demandas de Educação a
Distância por áreas de conhecimento no âmbito de atuação do Instituto; planejar,
desenvolver e avaliar cursos de educação a distância a partir de demandas
localizadas; promover a democratização do acesso à Educação via Educação a
Distância e uso de TICs; capacitar os professores, os tutores e os alunos do
Campus no manuseio das ferramentas mais usadas no Ensino a Distância.
O NEaD, desta forma, articula ações que capacitam aos professores do
Campus para ministrarem componentes curriculares à distância no curso. O NEaD
também oferece suporte e apoio aos discentes desse curso no uso do AVEA
Moodle. Ainda, o NEaD produz o plano de ação de forma documentada que é
implementado anualmente, a fim de garantir que os processos de trabalhos sejam
formalizados e executados. Atualmente, a equipe multidisciplinar é composta pelos
seguintes membros:

Servidor Formação Vínculo Atuação Experiência ou Formação EaD

Cleusa Albília Almeida Doutorado Dedicação Professora *Realizou curso “Cursos Regulares
exclusiva e Tutora Presenciais com Carga Horária a Distância”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2019B, 30,
IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2019B, 20, IFRS.
*Realizou curso “Moodle Básico para
Professores”, Turma 2019B, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Gamificação no Moodle”,
Turma 2019B, 30h, IFRS.
*Realizou curso “O Uso de Aplicativos Web

116
na Construção de Materiais Educacionais”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática”, Turma 2019B,
30h, IFRS.
*Realizou curso “Criação de Videoaulas”,
Turma 2020A, 40h, IFRS.
*Realizou curso “Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Formação de Mediadores
Pedagógicos Digitais para EaD” 180h,
UNESP.

Adriano Armando do Doutorado Dedicação Professor e *Realizou curso “Moodle Básico para
Amarante exclusiva Tutor Professores”, Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Criação de Videoaulas”,
Turma 2020A, 40h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Planejamento, Avaliação e
Fundamentos da EaD” 51h.
*Realizou curso “Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os
20% EaD”, 2h.
*Realizou curso “Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem”, 2h,
IFRS.

Arnaldo Moscato dos Mestrado Dedicação Em * Nada consta.


Santos exclusiva Formação

Cintia Lauriane Especialização 40h Formação *Realizou curso “O Uso de Aplicativos Web
Steindorff Jhanke na Construção de Materiais Educacionais”
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2020A, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Cursos Regulares
Presenciais com Carga Horária a Distância”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2020A, 30h,
IFRS.
*Realizou curso “Moodle Básico para
Professores”, Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2020A, 20h, IFRS.

Juliana Sanches Doutorado Dedicação Professor e * Realizou curso “Moodle Básico para
exclusiva Tutor Professores”, Turma 2019B, 20h, IFRS.
* Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2019B, 20h, IFRS.

117
* Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
* Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2019B, 30h,
IFRS.
* Realizou curso “Criação de Videoaulas”
Turma 2020A, 40h, IFRS.
* Realizou curso “Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática”, Turma 2019B,
30h, IFRS.
* Realizou curso “Gamificação no Moodle”,
Turma 2019B, 30h, IFRS.

Sílvia Ozório Rosa Graduação 40h Em * Nada consta.


Formação

Vitor Mestrado 40h Formação * Realizou curso “Gamificação no Moodle” -


Secretti Turma 2020A, IFRS, 30h.
Bertoncello * Realizou curso “O Uso de Aplicativos Web
na Construção de Materiais Educacionais”
Turma 2020A, 20h, IFRS.
* Realizou curso “Criação de Video Aulas”
Turma 2020A, 40h, IFRS
* Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2020A 30h,
IFRS.
* Realizou curso “Cursos Regulares
Presenciais com Carga Horária a Distância”
Turma 2020A, 20h, IFRS.
* Realizou curso “Capacitação Moodle Básico
para Professores”, Turma 2020A, 20h, IFRS.

6.15.5 Experiência Docente e de Tutoria na EaD

Docente Formação Vínculo Atuação Experiência ou Formação em EaD

* Realizou curso "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Augusto Alexandre Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Formação
Durgante de Mattos Engenharia Elétrica Exclusiva * Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso "Educação a Distância", com


total de 25 horas, IFRS, 2019.
Adriano Armando do Graduação em Dedicação
Formação * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Amarante Filosofia Exclusiva
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso "Introdução à EaD e


Plataforma Moodle".
Alexandre Tadachi Graduação em Dedicação * Realizou curso "Ferramentas digitais do
Formação
Morey Biologia Exclusiva Google Drive".
* Realizou curso "Introdução ao Google Sala
de Aula".

118
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017
Formação
Aline Noimann Letras Exclusiva * Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Ângelo Mozart Medeiros Dedicação * Realizou "Curso de introdução a EaD",
Graduação em Física Formação
de Oliveira Exclusiva UFRGS
Arnaldo Moscato dos Graduação em Dedicação
Formação * Nada consta.
Santos Economia Exclusiva

* Realizou curso em "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle",
Augusto Alexandre Graduação em Dedicação IFRS, Campus Canoas, 2017.
Formação
Durgante de Mattos Engenharia Elétrica Exclusiva * Realizou curso em "Formação para Educação
a Distância: como preparar as aulas para os
20% EaD", IFRS, Campus Canoas, 2017.

Graduação em Dedicação
Bruno Brogni Uggioni Formação * Nada consta.
Matemática Exclusiva

* Realizou curso em "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle",
Graduação em
Caio Graco Prates Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Engenharia de Formação
Alegretti Exclusiva * Realizou curso em "Formação para Educação
Computação
a Distância: como preparar as aulas para os
20% EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso em "Educação a Distância",


25h, IFRS, 2019.
* Realizou curso "Cursos Regulares
Presenciais com Carga Horária a Distância",
20h, IFRS, 2019.
* Realizou curso "Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância", 20h,
IFRS, 2019.
* Realizou curso "O Uso de Aplicativos Web na
Construção de Materiais Educacionais", 20h,
Graduação em Dedicação
Carina Loureiro Andrade Formação IFRS, 2020.
Matemática Exclusiva
* Realizou curso "Gamificação para a
Educação", 15h, UFSCAR, 2020.
* Realizou curso "Qualidade de Cursos em
Educação a Distância", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou curso "Gamificação no Moodle",
20h, IFRS, 2020.
* Realizou curso "Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou curso "Wiki: produção colaborativa
de conhecimento.", 10h, UFSCAR, 2020.

* Realizou curso "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Graduação em Dedicação
Cimara Valim de Melo Formação Distância: como preparar as aulas para os 20%
Letras Exclusiva
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Capacitação para uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle",
IFRS, Campus Canoas, 2018.

119
* Realizou o curso "Capacitação de tutores:
Cláudia Brum de Graduação em Dedicação
Formação fluência tecnológica e pedagógica para uso do
Oliveira Fogliarini Filha Matemática Exclusiva
AVEA MOODLE", 45h, UFSM, 2015.

* Realizou curso "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou o curso "Educação a Distância -
Turma 2020A", 25h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "Cursos Regulares
Presenciais com Carga Horária a Distância -
Turma 2020A" 20h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "O Uso de Aplicativos Web
Claudio Enrique Graduação em Dedicação
Formação na Construção de Materiais Educacionais -
Fernández Rodríguez Engenharia Elétrica Exclusiva
Turma 2020A", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso - Turma
2020A", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância - Turma
2020A", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "Moodle Básico para
Professores - Turma 2020A", 20h, IFRS, 2020.
* Realizou o curso "Qualidade de Cursos em
Educação a Distância - Turma 2020A", 30h,
IFRS, 2020.

* Realizou curso "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em
Daniela Rodrigues da Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Ciências Habilitação Formação
Silva Exclusiva * Realizou curso "Formação para Educação a
em Química.
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso "Capacitação para Uso do


Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em
Denise Regina Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Ciência da Formação
Pechmann Exclusiva * Realizou curso "Formação para Educação a
Computação
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso "Educação a Distância", 25h,


IFRS, 2017.
Graduação em * Realizou curso "Abordagens Pedagógicas
Dedicação
Dieison Soares Silvieira Ciência da Formação Modernas na Educação a Distância", 20h,
Exclusiva
Computação IFRS, 2017.
* Realizou curso "Criação de Videoaulas", 40h,
IFRS, 2018.
Graduação em
Dedicação
Edison Silva Lima Engenharia Formação * Nada consta.
Exclusiva
Mecânica
* Realizou curso "Formação para Educação a
Eduardo Meliga Graduação em Dedicação
Formação Distância: como preparar as aulas para os 20%
Pompermayer Matemática Exclusiva
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

120
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Graduação em Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Eliane Velasco Simões Química Industrial Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Formação
Luft Licenciatura em Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Química Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Emílio Rodolfo Arend Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Licenciatura em * Realizou curso "Formação para Educação a
Letras com Distância: como preparar as aulas para os 20%
habilitação em Dedicação EAD"
Fabiana Cardoso Fidelis Formação
Língua Portuguesa e Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Literatura de Língua Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Portuguesa IFRS, 2018.
Licenciatura em
Letras com
Dedicação *Realizou curso "Especialização em Tutoria em
Gláucia da Silva Henge habilitação em Formação
Exclusiva Educação a Distância"
Língua Portuguesa e
Língua Inglesa
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
Graduação em
Dedicação EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Gustavo Neuberger Engenharia de Formação
Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Computação
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.

* Realizou curso "Bota para Fazer", 51,5h,


IFRS, 2016.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas,
2017
Graduação em
* Realizou curso "Abordagens Pedagógicas
Engenharia Química
Modernas na EaD", 20h, IFRS, 2018
Graduação em Dedicação
Heraldo Makrakis Formação * Realizou curso "Educação a Distância", 25h,
Educação Física Exclusiva
IFRS, 2019 .
Graduação em
* Realizou curso "Qualidade de Cursos em
Ciências Militares
Educação a Distância - Turma 2018B", 30h,
IFRS, 2019.
* Realizou curso "Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso", 20h,
IFRS, 2019.

* Realizou curso "Formação para Educação a


Distância: como preparar as aulas para os 20%
Graduação em
Dedicação EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Ígor Lorenzato Almeida Engenharia da Formação
Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Computação
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Graduação em Dedicação
Joel Augusto Luft Formação *Nada consta.
Engenharia Elétrica Exclusiva
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em
Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Marcio Bigolin Ciência da Formação
Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Computação
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.

121
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Graduação em Dedicação Realizou curso "Formação para Educação a
Naiara Greice Soares Formação
Pedagogia Exclusiva Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
*Realizou curso "Tutoria em Educação a
Distância", UNOCHAPECÓ, 2016.
Nicolau Matiel Lunardi Licenciatura em Dedicação
Formação *Nada consta.
Diehl Matemática Exclusiva
Graduação em
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Engenharia de Dedicação
Otávio Simões Mano Formação Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Controle e Exclusiva
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Automação
Graduação em
Dedicação
Rafael Coimbra Pinto Ciência da Formação *Nada consta.
Exclusiva
Computação
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Ricardo Balbinot Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Sérgio Almeida Graduação em Dedicação
Formação Distância: como preparar as aulas para os 20%
Migowski Administração Exclusiva
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Licenciatura Plena Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Simone Maffini Cerezer Formação
em Matemática Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância", 20h,
IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática", 30h, IFRS, Campus
Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou Curso de Extensão: Cursos
Regulares Presenciais com Carga Horária a
Distância (20h)
Graduação em Dedicação * Realizou curso "Educação a Distância", 25h,
Tuane Proença Pereira Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Moodle Básico para
Professores", 20h, IFRS, Campus Bento
Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "O Uso de Aplicativos Web na
Construção de Materiais Educacionais", 20h,
IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020
* Realizou curso "Qualidade de Cursos em
Educação a Distância", 30h, IFRS, Campus
Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
Graduação em Dedicação EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Xana Campos Valério Formação
Direito Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
IFRS, 2018.

122
Considerando a experiência dos servidores, os mesmos se habilitam para
identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente
às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os
conteúdos dos componentes curriculares, elaborar atividades específicas para a
promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades, realizar avaliações
diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de
sua prática docente, o exercício da liderança e reconhecimento da sua produção.
Cabe ressaltar que os docentes atuarão no curso como professor e tutor.
Para atuar na Educação a Distância, os servidores devem atender as
legislações e normativas vigentes, incluindo o Programa de Capacitação para
atuação na Educação a Distância. Além disso, o IFRS oferece periodicamente
diversos cursos através do CEaD e NEaD. Além disso, os docentes participam de
formação pedagógica no próprio Campus. Estes cursos e formações visam habilitar
o docente para identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em
linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos
contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, elaborar
atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com
dificuldades, realizar avaliação diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os
resultados para redefinição de sua prática docente, o exercício da liderança e
reconhecimento da sua produção. Com relação aos alunos com necessidades
específicas, há a atuação do NAPNE com o objetivo de orientar os docentes para
promoção das adaptações necessárias.

6.15.6 Interação entre coordenador de curso, docentes e tutores (presenciais e


a distância)

No início de cada semestre, ocorre uma reunião com os docentes que atuam
no curso no período letivo vigente. Dentre os assuntos tratados nesta reunião,
quando houver componentes curriculares com carga-horária EaD, haverá uma
articulação com relação a metodologias, linguagens e adaptações a serem
utilizadas no ensino a distância. Os problemas identificados pela CPA com relação a
interação entre docentes, tutores, coordenador e discentes serão tratados pelo

123
colegiado de curso. Desta forma, ocorre a interação entre tutores, docentes e
coordenação de curso. como resultado, há o planejamento documentado da
interação para encaminhamento das questões do curso e realização de avaliações
periódicas para identificação de problemas ou aprimoramento da interação entre os
sujeitos.

6.15.7 Infraestrutura para o EaD

O Campus dispõe de diversos laboratórios de informática e um laboratório


para o EaD. O Laboratório de EaD é um ambiente amplo que conta com dois
quadros brancos, armários para a organização de uma biblioteca setorial, rede de
internet, bancadas e computadores com diversos softwares instalados. O espaço é
utilizado para o desenvolvimento de atividades EaD. Além deste laboratório, o
Campus possui outros 4 laboratórios de informática que podem ser reservados
eventualmente. Além disso, aluno tem acesso a 06 computadores com Internet e
ambiente de estudos na biblioteca. Os computadores disponibilizados na biblioteca
possuem os mesmos softwares dos laboratórios de informática. Dentro do Campus,
há disponibilidade de Internet sem fio para os alunos, possibilitando que eles
tenham acesso ao Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem, aos sistemas
acadêmicos e ao portal de periódicos da Capes, onde os alunos têm acesso às
principais produções científicas nacionais e internacionais.

6.16 Critérios de Aproveitamento de Estudos e Certificação de


Conhecimentos

6.16.1 Aproveitamento de Estudos

Poderão solicitar aproveitamento de estudos os estudantes que já concluíram


componentes curriculares oriundos de outras instituições ou de outros cursos
pertencentes ao IFRS. Para estes casos serão aplicados os critérios da
Organização Didática vigente do IFRS.

124
Para o caso de ex-alunos com novo ingresso no curso, ou seja, que por
qualquer motivo tenham se desligado do curso e ingressado novamente, será feita a
reutilização dos seus históricos escolares (automaticamente - não será necessário
cursar novamente os componentes curriculares).
Cabe ao estudante realizar os pedidos de aproveitamento de estudos nos
prazos determinados pelo calendário acadêmico. Sendo assim, as solicitações
deverão ser protocoladas na Coordenadoria de Registros Escolares do Campus, de
acordo com as normativas do IFRS relativas a este fim.
Caberá à Coordenação de Curso o encaminhamento do pedido ao docente
atuante no componente curricular objeto de aproveitamento, que realizará a análise
de equivalência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de conteúdo e carga
horária, assim como emitirá parecer conclusivo sobre o pleito. A avaliação da
correspondência de estudos deverá recair sobre os conteúdos que integram os
programas dos componentes curriculares e sobre as suas cargas horárias, sem a
preocupação com a coincidência absoluta dessas variáveis, mas levando-se em
conta a equivalência do conteúdo e da carga horária, tendo em vista o PPC em que
o estudante está matriculado no IFRS.
O trabalho de conclusão de curso não é passível de aproveitamento.

6.16.2 Certificação de Conhecimentos

Os estudantes matriculados no curso poderão requerer Certificação de


Conhecimentos adquiridos através de experiências previamente vivenciadas,
inclusive fora do ambiente escolar, com o fim de alcançar a dispensa de um ou mais
componentes curriculares da matriz do curso, exceto para componentes curriculares
optativos. A Certificação de Conhecimentos dar-se-á mediante a aplicação de
instrumento de avaliação realizado por um professor da área, ao qual caberá emitir
parecer conclusivo sobre o pleito.
O Campus Canoas publicará editais específicos para as solicitações de
Certificação de Conhecimentos, as quais deverão ser protocoladas na
Coordenadoria de Registros Escolares e deverão seguir as normativas do IFRS
relativas a este fim. Não serão atendidos pedidos de estudantes que cursaram os
componentes curriculares no IFRS e não obtiveram aprovação. Não serão atendidos
pedidos de estudantes que já tenham pretendido a certificação de conhecimentos
em um certo componente curricular, não obtendo sucesso em seu pleito.

6.17 Metodologias de Ensino

125
O Curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica, Campus Canoas tem
como objetivo formar Engenheiros(as) Eletrônicos(as) aptos ao exercício da
profissão de engenheiro, capazes de buscar respostas a desafios e problemas,
estimulando-os à integração entre teoria e prática, à pesquisa e ao aperfeiçoamento
contínuo. Contribuindo para o desenvolvimento de tecnologia, produtos e processos
para a melhora das condições de trabalho do cidadão ou da sociedade e dos
arranjos produtivos locais. A matriz curricular do curso compreende componentes
curriculares de formação básica e as de formação profissional, articuladas entre si,
contribuindo para uma aprendizagem significativa do profissional egresso do curso
A construção do conhecimento no IFRS – Campus Canoas ocorre com a:
integração entre aulas dialogadas, expositivas e práticas, dinâmicas de grupo,
leituras comentadas, discussão de artigos e estudo de caso, pesquisa bibliográfica,
palestras, estágios obrigatório e não obrigatórios e com a realização de visitas
técnicas a empresas do setor Industrial, entre outros.
Existe uma busca constante pelo desenvolvimento de profissionais que
reflitam e construam conhecimentos da área de eletroeletrônica, automação e
controle baseados na ética e que sejam socialmente comprometidos.
Além disso, em conformidade com a Instrução Normativa da Pró-Reitoria de
Ensino PROEN/IFRS nº 1/2015, a prática educativa é orientada por uma didática
ativa, em que o estudante seja desafiado à resolução de problemas práticos,
consonantes à área do conhecimento do curso, privilegiando a relação com o
mundo do trabalho e suas tecnologias, de forma pertinente às ementas de cada
componente curricular constante no Projeto Pedagógico do Curso.
Também podemos salientar como uma das metodologias a serem
empregadas em cada componente curricular são a utilização da aprendizagem
baseadas em projetos. Prática pedagógica que é antiga e característica dos cursos
de engenharia, onde em alguns componentes curriculares, projetos mais longos e
complexos são desenvolvidos por grupos de estudantes. Isto permite uma
integração direta dos conteúdos teóricos e sua aplicação prática. Além da
integração em grupos, articulação que é comum no mundo do trabalho.

6.18 Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão

A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, enquanto expressão


da expectativa da construção de um projeto democrático de sociedade, consagrada
na Constituição Federal de 1988, no seu artigo 207, para o ensino superior federal,
pressupõe que ensino, pesquisa e extensão se desqualificam e perdem parte
essencial quando desenvolvidos de forma dissociada e independente.
Eliezer Pacheco, Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do
Ministério de Educação no período de concepção e implantação inicial dos Institutos
Federais afirma que:

126
“O desafio colocado para os Institutos Federais no campo da pesquisa
é, pois, ir além da descoberta científica. Em seu compromisso com a
humanidade, a pesquisa, que deve estar presente em todo trajeto da
formação do trabalhador, representa a conjugação do saber na
indissociabilidade pesquisa, ensino e extensão. E mais, os novos
conhecimentos produzidos pelas pesquisas deverão estar colocados a favor
dos processos locais e regionais numa perspectiva de reconhecimento e
valorização dos mesmos no plano nacional e global.”12

Então, com vista a viabilizar uma formação plena do estudante, a proposta


do curso tem como referência a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão. Nesse sentido, considera o trabalho e a pesquisa como princípios
educativos e pedagógicos que perpassam todos os componentes curriculares do
curso, propõe a busca pela organização de ações fundamentadas por metodologias
nas quais a problematização se torna um instrumento de incentivo à pesquisa, à
curiosidade pelo inusitado e ao desenvolvimento do espírito inventivo.
Para promover tais princípios o curso desenvolve diversas ações. O trabalho
de conclusão de curso, os estágios e as atividades curriculares complementares são
componentes que promovem a flexibilização curricular, favorecendo a integração e a
indissociabilidade do ensino com a pesquisa e a extensão.
Ainda é pertinente lembrar que atua no Campus Canoas o Grupo de
Pesquisa (GP) em Eletroeletrônica, cadastrado no Diretório dos Grupos de
Pesquisas do CNPq e certificado pelo IFRS desde o ano de 2013, do qual diversos
membros do corpo docente do curso fazem parte. O GP busca o desenvolvimento
de pesquisas relevantes nas áreas de eletroeletrônica, aplicadas principalmente a
automação industrial, com enfoque em automação, controle, identificação de
sistemas, eletrônica de potência e robótica, bem como sistemas de comunicação e
processamento de sinais.13
Além disto, o IFRS e o Campus Canoas promovem, de forma ampla,
diferentes políticas, programas, projetos e ações de caráter cultural, esportivo, de
iniciação científica, de divulgação tecnológica, de integração com a comunidade e
de caráter solidário, entre outras, que promovem a formação de
profissionais-cidadãos.
Por exemplo, no trabalho de conclusão de curso, que deve ser um projeto de
pesquisa aplicada, teórico-prática, os alunos poderão ser estimulados a desenvolver
soluções para problemas típicos, observados na comunidade externa ou
vivenciados nos estágios, aplicando conhecimentos e habilidades construídos no
decorrer do curso. Deste modo, os estudantes estarão integrando pesquisa, ao
levantarem problemas existentes em diferentes contextos profissionais e
acadêmicos e promoverem a busca de soluções para estes; extensão, ao aplicarem

12
[Link]
13
[Link]
127
seus conhecimentos para promover melhorias na comunidade externa,
representada neste caso pelos diferentes tipos de empresas ou organizações onde
o trabalho poderá ser realizado; e ensino, dado que o processo de desenvolvimento
do projeto contribuirá para o aprendizado do aluno e para sedimentação dos
conteúdos desenvolvidos ao longo do curso. O projeto também contribuirá para a
construção de conhecimento no campo das engenharias eletrônica e correlatas,
podendo resultar em publicações de artigos científicos.
Entre as ações que estimulam a indissociabilidade do ensino, pesquisa e
extensão, o Campus promove salões de ensino, pesquisa e extensão e feiras de
ciência; programas de apoio a projetos de ensino, de pesquisa e de extensão;
programas de bolsas de monitorias de ensino, de pesquisa e de extensão; diversos
eventos culturais, artísticos, esportivos, tecnológicos, científicos ou com temáticas
transversais promovidos pelos servidores do Campus individualmente ou realizados
pelas coordenações institucionais e do curso ou pelos núcleos institucionais: Núcleo
de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI); Núcleo de Atendimento às
Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE); Núcleo
Tecnológico de Acessibilidade (NTA); Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e
Sexualidade (NEPGS).
Ainda, a coordenação do curso promove semanas acadêmicas, visitas
técnicas, palestras e eventos específicos e os alunos do curso podem propor e
organizar ações que poderão ser registradas como atividades curriculares
complementares.

6.19 Acompanhamento Pedagógico

Em se tratando de acompanhamento pedagógico, o curso possui ações


diversificadas, com vistas a garantir a permanência e êxito dos alunos. O
acompanhamento pedagógico dos docentes se dá, regularmente, através da
avaliação dos Planos de Ensino dos componentes curriculares por parte do Setor
Pedagógico e, caso se verifique a oportunidade, por ações da Direção de Ensino. O
IFRS possui uma proposta de Política de Assistência Estudantil, norteada pelo
Decreto n° 7.234/10 - Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) - que visa
prioritariamente à permanência de estudantes oriundos de escolas públicas e em
vulnerabilidade socioeconômica.
Entre seus objetivos estão contribuir para a igualdade de oportunidades entre
os estudantes e reduzir os índices de evasão escolar. Atualmente, no IFRS, cada
um dos dezessete campi possui equipe de assistência estudantil, a qual é vinculada
à Pró-Reitora de Ensino. Conforme a Resolução nº. 086, de 03 de dezembro de
2013 do IFRS:
“A Política de Assistência Estudantil – PAE – do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – IFRS – é o

128
conjunto de princípios e diretrizes que estabelecem a organização, as
competências e o modo de funcionamento dos diferentes órgãos da
Assistência Estudantil para a implantação de ações que promovam o
acesso, a permanência e o êxito dos estudantes em consonância com
o Programa Nacional de Assistência Estudantil (Decreto nº.
7.234/2010), com o Projeto Pedagógico Institucional e com o Plano de
Desenvolvimento Institucional do IFRS.”

A Assistência Estudantil de cada Campus é formada por servidores que


colaboram no atendimento às necessidades dos educandos em diferentes âmbitos:
cognitivo, psicológico e social. O Campus Canoas conta com servidores para atuar
nessas três áreas. Entre as ações desenvolvidas pela Assistência Estudantil,
definidas na Resolução nº. 83/2013, estão as seguintes: publicar editais de
circulação interna para concessão de benefícios sociais e efetuar processos de
inscrição, seleção e acompanhamento dos beneficiários; pesquisar e difundir os
dados sobre o diagnóstico sociodemográfico do Campus, com a finalidade de
estabelecer estratégias para minimizar a evasão e a retenção dos estudantes;
promover ações sociais, pedagógicas e de saúde, que contribuam para
permanência discente e para melhoria de sua qualidade de vida.
O desenvolvimento de ações inclusivas diz respeito ao compromisso que a
educação precisa assumir para com a sociedade: educar na e para a diversidade -
diversidade esta expressa pelas diferenças de classe, gênero, etnia, sexualidade,
capacidades, enfim, por atributos que fazem parte da identidade pessoal e definem
a condição do sujeito na cultura e na sociedade.
No Brasil, principalmente a partir da Lei 9.394/96 as discussões a respeito de
como garantir essa educação voltada para a diversidade têm sido uma constante.
Na referida Lei, há a orientação de que as pessoas com deficiência deverão ser
atendidas, preferencialmente, na rede pública regular de ensino, o que implica a
necessária discussão sobre quem são esses sujeitos e como contribuir para o seu
desenvolvimento, dentro do sistema educacional, nos diferentes níveis de ensino.
Nesse sentido, a preocupação e as discussões sobre como tratar as questões
relacionadas à diversidade estão cada vez mais presentes nos discursos
educacionais e na legislação. Como expressão dessa realidade, observa-se um
conjunto de leis criadas nos últimos anos, entre as quais ressaltam-se as seguintes:
• Lei nº. 11.645, de 10 março de 2008 - altera a lei nº. 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, modificada pela lei nº. 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “história e cultura
afro-brasileira e indígena”.
• Resolução CNE/CP nº. 1, de 30 de maio de 2012 - estabelece diretrizes
nacionais para a educação em direitos humanos.

129
• Lei nº. 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - institui a política nacional de
proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista; e altera o § 3º.
do art. 98 da lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Em consonância com as diretrizes legais e com o entendimento de que o
respeito e o reconhecimento da diversidade deve ser um dos princípios
fundamentais na construção de um sistema educacional inclusivo, as orientações
legais antes citadas fazem parte dos temas transversais abordados nos currículos
da educação básica e do ensino superior do IFRS.
O IFRS desenvolve uma política de ações inclusivas por meio da Assessoria
de Ações Afirmativas, Inclusivas e Diversidade (AAI) e do Centro Tecnológico de
Acessibilidade (CTA) do IFRS, institucionalizados pela Reitoria, a partir da portaria
nº. 168, de 14 de maio de 2010. Esse órgão busca, principalmente, promover a
cultura da educação para a convivência, o respeito às diferenças, a inclusão, a
permanência e a saída exitosa de pessoas com deficiência para o mundo do
trabalho, buscando a remoção de todos os tipos de barreiras. Como expressão
dessa política, na prática, destaca-se, entre outras iniciativas, a existência de uma
Política de Ações Afirmativas do IFRS, da qual derivam núcleos, atividades de
ensino, pesquisa e extensão, em cada Campus, visando ao desenvolvimento e ao
fortalecimento de uma educação voltada para a diversidade. Conforme parágrafo 1º.
do Art. 1º. da resolução da Política de Ações Afirmativas do IFRS14, esta:
[...] Propõe medidas especiais, para acesso, permanência e o êxito
dos estudantes, em todos os cursos ofertados, prioritariamente para
pretos, pardos, indígenas, pessoas com necessidades educacionais
específicas, pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica
e oriundos de escolas públicas.

Nesse contexto, por exemplo, quanto às formas de ingresso, do total das


vagas oferecidas nos diferentes níveis e modalidade de ensino no IFRS, são
garantidas, no mínimo, 55% (cinquenta e cinco por cento) das vagas para o
Programa de Ações Afirmativas. As normas para o Processo Seletivo de alunos dos
Cursos de Nível Superior do IFRS seguem as determinações da Lei nº.
12.711/2012, do Decreto nº. 7.824/2012, da Portaria Normativa nº. 18/2012 do
Ministério da Educação e das Resoluções nº. 061/2013 e nº. 022/2014 do Conselho
Superior do IFRS. Além disso, do total das vagas oferecidas em cada curso e turno,
são reservadas, no mínimo, 5% (cinco por cento) para Pessoa com Deficiência que
se enquadre na classificação apresentada no Decreto nº. 3.298/99, alterado pelo
Decreto nº. 5.296/04 e na Lei nº. 12.764/12.
Ademais, como formas de concretização dessas ações afirmativas no
Campus Canoas, há publicação de editais de monitoria para os cursos técnicos e de
graduação, pelo menos uma vez por ano, e editais com oferta de bolsas de

Resolução nº. 22, de 25 de fevereiro de 2014 do IFRS.


14

130
pesquisa e de extensão. Há também horários de atendimento docente para os
estudantes dos cursos de nível médio e superior, no contraturno do horário de aula,
para que os alunos possam tirar dúvidas e aprofundar conhecimentos.
O horário de atendimento é uma atividade regulamentada na Resolução nº.
082, de 19 de outubro de 2011, a qual normatiza a atividade docente no IFRS, onde,
no artigo 10, está colocado que:
“§ 4º. O atendimento ao aluno de cursos presenciais é o momento que
o docente disponibiliza para dirimir dúvidas e deverá ocorrer nas
dependências dos campi, em local e horário específico e com ampla
divulgação junto ao corpo discente, correspondendo a, pelo menos,
1/3 da carga horária em sala de aula, com um mínimo de 4 horas
semanais.”

Dessa forma, a efetivação dessa política dá-se por meio de ações voltadas
para questões como apoio acadêmico, por meio do desenvolvimento de projetos de
monitoria e tutoria envolvendo estudantes, docentes e técnicos administrativos do
IFRS; acompanhamento psicossocial e pedagógico realizado, principalmente, pelos
setores de Assistência Estudantil e Pedagógico, de modo articulado com os núcleos
voltados às ações afirmativas; e assistência para a acessibilidade física de pessoas
com necessidades específicas, entre outras medidas. Inserem-se em tais ações a
preocupação com a acessibilidade atitudinal, voltada à percepção do indivíduo sem
discriminação ou estereótipos, a fim de eliminar barreiras entre os partícipes do
processo educativo; e a acessibilidade pedagógica, voltada à criação e à
valorização de metodologias que eliminem barreiras na atuação docente, em suas
concepções de educação, inclusão e avaliação.

6.20 Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) apresentam-se como


recursos aliados a novas oportunidades de ensino que afloram possibilidades para o
desenvolvimento da criatividade, da aprendizagem e da construção dos
conhecimentos.
A matriz curricular do Curso de Engenharia Eletrônica foi elaborada para que
as TICs sejam utilizadas nos diferentes componentes curriculares, integrando este
recurso ao curso. Podemos citar, como exemplo, os componentes curriculares:
Desenho técnico (utilizando software de CAD para realizar desenhos técnicos),
Algoritmos (para desenvolvimento de programações numéricas), Projetos
Eletrônicos Assistidos por Computadores (empregando softwares para elaboração
de circuitos eletrônicos). Além disso, as TICs faz-se presente no componente
curricular optativo, como por exemplo, Arquitetura de Computadores e
Processamento de Imagens. Destaca-se ainda que as TICs são utilizadas ao longo

131
de todo o curso, pelo uso de plataformas que permitem ao docente e estudante a
comunicação ativa (a exemplo do Moodle).
O uso das TICs também está voltado para o processo de inclusão das
pessoas com necessidades educacionais específicas. Se a tecnologia na educação
é uma poderosa ferramenta no processo de ensino-aprendizagem em relação a
qualquer tipo de aluno, é ainda mais em se tratando de alunos com diferentes
necessidades.
Por esta razão, entende-se que a Tecnologia Assistiva possui característica
interdisciplinar, e com o intuito de proporcionar a inclusão social e a acessibilidade,
o Campus Canoas possui, a exemplo de recurso dessa tecnologia, uma impressora
braile, scanner com OCR, notebooks com softwares leitores de tela e ampliadores
de imagem. Paralelamente a isso, são desenvolvidos no Campus Canoas ações e
projetos elaborados pelo Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades
Específicas (NAPNE) e do Núcleo Tecnológico de Acessibilidade, visando, por
exemplo, a realização de projetos de pesquisa aplicado às tecnologias de
acessibilidade.
Pelo exposto, podemos inferir que ambientes informatizados são ferramentas
de grande potencial no processo educativo, pois permitem ao aluno explorar,
experimentar, interpretar, visualizar, induzir, conjeturar, abstrair, generalizar e
proporcionar a acessibilidade.

6.21 Política de Ações Afirmativas

No Brasil, principalmente a partir da LDB/1996, as discussões a respeito de


como garantir uma educação voltada para a diversidade tem sido uma constante. Já
existe na referida lei uma orientação: de que os sujeitos com necessidades
especiais deverão ser atendidos, preferencialmente, na rede pública regular de
ensino. Isto implica a necessária discussão sobre quem são esses sujeitos e como
contribuir para o seu desenvolvimento dentro do sistema educacional, nos diferentes
níveis de ensino. Por isso, as discussões sobre como tratar as questões
relacionadas à diversidade estão cada vez mais presentes na legislação
educacional. Como expressão desta realidade, observa-se um conjunto de leis
criadas nos últimos anos, entre as quais se destacam:
● Decreto 5626, de 22 de dezembro de 2005 – Regulamenta a Lei no 10.436,
de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais -
Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Neste
decreto, fica definido como obrigatório a oferta da de Libras nos cursos de
formação de professores de Fonoaudiologia de instituições públicas e
privadas e que a Libras constituir-se-á em optativa nos demais cursos de
educação superior e na educação profissional.
● Lei nº 11.645, de 10 março de 2008 - altera a lei nº 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, modificada pela lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
132
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “história e
cultura afro-brasileira e indígena”.
● Resolução CNE/CP n° 1, de 30 de maio de 2012 - estabelece diretrizes
nacionais para a educação em direitos humanos.
● Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - institui a política nacional de
proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista; e altera o
§ 3o do art. 98 da lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
O IFRS desenvolve uma política de ações inclusivas por meio da Assessoria
de Ações Afirmativas, Inclusivas e Diversidade. Esta assessoria é criada a partir da
portaria nº 51 de 27 de fevereiro de 2012 e está vinculado à Pró-Reitoria de
Extensão. É o setor responsável pelo planejamento e coordenação das ações
relacionadas à política de inclusão. Esse setor busca promover a cultura da
educação para a convivência, o respeito às diferenças, a inclusão. Estuda e
incentiva políticas de permanência e saída exitosa de pessoas com necessidades
especiais para o mundo do trabalho. Também busca a remoção de todos os tipos de
barreiras. Como expressão dessa política destaca-se a existência de uma Política
de Ações Afirmativas do IFRS. Salientamos a existência de núcleos com atividades
de ensino, pesquisa e extensão em cada Campus, visando ao desenvolvimento e
fortalecimento de uma educação voltada para a diversidade. Estes núcleos são
chamados de: Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Específicas
(NAPNE).
Conforme parágrafo 1º do art. 1º da resolução da Política de Ações
15
Afirmativas do IFRS :

“[...] propõe medidas especiais para acesso, permanência e êxito dos


estudantes, em todos os cursos ofertados, prioritariamente para
pretos, pardos indígenas, pessoas com necessidades educacionais
específicas, pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica
e oriundos de escolas públicas.”

A efetivação dessa política, conforme o art. 10 da Resolução nº 22/2014 do


IFRS se dá por meio de ações como: apoio acadêmico através de projetos de
monitoria e tutoria envolvendo estudantes, docentes e técnicos administrativos do
IFRS; acompanhamento psicossocial e pedagógico, realizado pelos setores de
Assistência Estudantil e Pedagógico; medidas visando a acessibilidade física de
pessoas com necessidades específicas. Estas são apenas algumas das ações
executadas, sempre de modo articulado com os núcleos voltados às ações
afirmativas.

15
Resolução nº 22, de 25 de fevereiro de 2014 do IFRS. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 14 nov. 2017.
133
A permanência e o êxito passam também pelo atendimento às
especificidades dos alunos. Por este motivo, em consonância com art. 59 da
LDB/199616 e com a Política de Ações Afirmativas do IFRS, está previsto:
adaptações de materiais didático-pedagógicos e dos instrumentos de avaliação, de
acordo com as especificidades e peculiaridades dos estudantes. Este processo
pode envolver adaptações curriculares em diferentes níveis, conforme a(s)
necessidade(s) apresentada(s), conforme sugerido no documento: Saberes e
práticas da inclusão: Estratégias para a educação de alunos com necessidades
educacionais especiais.
“As adequações curriculares constituem, pois, possibilidades
educacionais de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos
alunos. Pressupõem que se realize a adequação do currículo regular,
quando necessário para torná-lo apropriado às peculiaridades dos
alunos com necessidades especiais. Não um novo currículo, mas um
currículo dinâmico, alterável, passível de ampliação para que atenda
realmente a todos os educandos. Nessas circunstâncias as
adequações curriculares implicam a planificação pedagógica e as
ações docentes fundamentadas em critérios que define: o que o aluno
deve aprender; como e quando aprender; que formas de organização
do ensino são mais eficientes para o processo de aprendizagem; como
e quando avaliar o aluno. (SEESP/MEC, 2003, p. 34)”

Para pensar e elaborar essas adaptações curriculares no curso, todo o corpo


docente é envolvido, contando com o apoio de um conjunto de profissionais da
Assistência Estudantil, do Setor Pedagógico, e ainda com a colaboração dos
membros do NAPNE do Campus Canoas.

6.22 Núcleos Institucionais

No IFRS, há quatro núcleos vinculados à Assessoria de Ações Afirmativas,


Inclusivas e Diversidade e à Pró-Reitoria de Extensão, atentos à legislação e ao
desenvolvimento de práticas pedagógicas com estratégias diversificadas para
diferentes públicos17. Nos diferentes campi, esses núcleos são vinculados à
Direção/Coordenação de Extensão e, em Canoas, eles foram criados por portarias
específicas.

16
Este artigo compõe o capítulo V da referida Lei, que trata da Educação Especial e aborda o que
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais.
17
Em alguns campi é possível observar os Núcleos de Ações Afirmativas (NAAFs) setor propositivo e
consultivo que media as ações afirmativas na Instituição, congregando as ações dos Núcleos de
Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNEs), Núcleos de
Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABIs) e Núcleos de Estudos e Pesquisas em Gênero e
Sexualidade (NEPGSs), os quais estão regulamentados em documento próprio.
134
Além dos núcleos, em 2015 foi criado o Centro Tecnológico de Acessibilidade
(CTA) do IFRS, sendo regulamentado pela Instrução Normativa nº 10 de 07 de
dezembro de 2015, cujo objetivo, conforme art. 2 da referida instrução é: “propor,
orientar e executar ações de extensão, pesquisa e desenvolvimento em
acessibilidade arquitetônica, instrumental, comunicacional, programática,
18
metodológica, atitudinal e recursos de tecnologia assistiva no IFRS” .
Além dos núcleos voltados para inclusão, o Campus Canoas possui um
Núcleo de Educação à Distância (NEaD), vinculado à Direção de Ensino.

6.22.1 NAPNE – Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades


Educacionais Específicas

Conforme a resolução nº 20, de 25 de fevereiro de 2014, que regulamenta os


NAPNEs do IFRS, o núcleo é um setor propositivo e consultivo que media a
educação inclusiva na instituição. Consideram-se pessoas com necessidades
educacionais específicas todas aquelas cujas necessidades se originam em função
de deficiências, de altas habilidades/superdotação, transtornos globais de
desenvolvimento e outros transtornos de aprendizagem. O NAPNE está vinculado à
Coordenação de Extensão do Campus Canoas e foi criado pela portaria nº 16, de
10 de março de 2011. É composto por servidores do Campus, discentes e seus
familiares, estagiários e representantes da comunidade externa, sob a coordenação
de um servidor específico.
Aos NAPNEs compete: implantar estratégias de inclusão, permanência e
saída exitosa para o mundo do trabalho de Pessoas com Necessidades Específicas
(PNEs); articular os diversos setores da instituição nas atividades relativas à
inclusão, definindo prioridades; buscar parcerias com entidades de atendimento de
PNEs; incentivar e/ou realizar pesquisa e inovação no que tange à inclusão de
PNEs; promover quebra de barreiras arquitetônicas e de comunicação no Campus;
promover a instrumentalização dos servidores do Campus (quebra de barreiras
atitudinais); e divulgar as informações da Ação TECNEP.
Atualmente, o NAPNE conta com diferentes recursos tecnológicos capazes
de colaborar com a inclusão de alunos com necessidades especiais. Entre tais
tecnologias encontram-se scanner, mapa tátil, impressora gráfica Braille e máquina
fusora. Os membros do núcleo (professores, técnicos e alunos) têm buscado
confeccionar materiais de apoio e treinamento para o uso desses equipamentos.

6.22.2 NTA - Núcleo Tecnológico de Acessibilidade

18
Instrução Normativa PROEX/IFRS nº 10, de 7 de dezembro de 2015. Disponpivel em:
<[Link]
atuacao_do_cta_do_ifrs.pdf>.. Acesso em 14 nov. 2017.
135
Criado em março de 2015 pela portaria nº48/2015 o Núcleo Tecnológico de
Acessibilidade do Campus Canoas está vinculado a Assessoria de Ações
Afirmativas, Inclusivas e Diversidade da Pró-Reitoria de Ensino do IFRS e tem por
objetivo geral ser um espaço propício para o desenvolvimento de soluções voltadas
às Tecnologias Assistivas.
Importante ressaltar os objetivos específicos do núcleo que são:
● proporcionar espaço para que alunos do possam realizar estágios
curriculares obrigatórios no IFRS Campus Canoas, como instituição
concedente;
● contribuir com o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades
Educacionais Específicas (NAPNE) na busca por soluções de acessibilidade
e mobilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais;
● ser um espaço propício a pesquisas tecnológicas que visem o
desenvolvimento de pesquisa em Tecnologias Assistivas;
● contribuir com as atividades fim do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do
IFRS a geração de produtos e processos patenteáveis.

6.22.3 NEABI – Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas

Conforme resolução nº 21, de 25 de fevereiro de 2014, que regulamenta os


NEABIs do IFRS, o núcleo é um setor propositivo e consultivo que estimula e
promove ações de ensino, pesquisa e extensão orientadas à temática das
identidades e relações étnico-raciais, especialmente quanto às populações
afrodescendentes e indígenas, no âmbito da instituição e em suas relações com a
comunidade externa. O NEABI está vinculado à Coordenação de Extensão do
Campus Canoas e foi criado pela portaria nº 31, de 23 de março de 2012. Podem
compor o núcleo, servidores que se voluntariam para integrá-lo, discentes,
estagiários e representantes da comunidade externa, sob a coordenação de um
servidor.
Aos NEABIs compete:
● promover encontros de reflexão e capacitação de servidores para o
conhecimento e valorização da história dos povos africanos, da cultura
afro-brasileira e da cultura indígena, na constituição histórica e cultural do
país;
● promover a realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão,
relacionadas à temática;
● propor ações que levem a conhecer o perfil da comunidade interna e externa
do Campus nos aspectos étnico-raciais;
● auxiliar na implementação das leis que estabelecem a cultura afro-brasileira e
indígena como pontos de estudo e atividades no currículo escolar;
● buscar a implementação de projetos de valorização e reconhecimento dos
sujeitos negros e indígenas no contexto dos campi;

136
● possibilitar o desenvolvimento de conteúdos curriculares, extracurriculares e
pesquisas com abordagem multi e interdisciplinares sobre a temática de
forma contínua;
● colaborar em ações que levem ao aumento do acervo bibliográfico
relacionado à educação plural no Campus;
● organizar espaços de conhecimento, reconhecimento e interação com grupos
étnico-raciais;
● revisar documentos dos campi, sempre buscando a inserção e atualização
dos mesmos no que compete às questões étnico-raciais;
● propor e participar de eventos de outras instituições, como também de
movimentos sociais que envolvam questões relacionadas à cultura
afro-brasileira e indígena.

6.22.4 NEPGS – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade do


IFRS

De acordo com a Resolução nº 037, de 20 de junho de 2017, o NEPGS,


criado por Portaria instituída em cada Campus, é um setor propositivo e consultivo
que estimula e promove ações de Ensino, Pesquisa e Extensão orientadas à
temática da educação para a diversidade de gênero e sexualidade. O NEPGS foi
instituído no Campus Canoas pela portaria nº 49, de 24 de março de 2015, a esse
núcleo compete:
● políticas, programas, ações e/ou atividades que envolvam as temáticas
relacionadas a corpo, gênero, sexualidade e diversidade no Campus;
● assessoramento e consultoria à Coordenadoria de Assistência Estudantil do
Campus, em situações ou casos que envolvam essas temáticas;
● estudo e produção científica sobre as temáticas do núcleo, a fim de contribuir
para este campo de conhecimento e para os currículos dos cursos ofertados;
● auxílio na elaboração da normativa que possibilite a utilização do nome social
por alunos e servidores, em todos os atos e procedimentos desenvolvidos no
IFRS;
● articular os diversos setores da instituição nas atividades relativas às
temáticas de atuação dos NEPGSs, definindo prioridades de ações,
aquisição de equipamentos, materiais didático-pedagógicos a serem
utilizados nas práticas educativas e ações de ensino, pesquisa e extensão;
● participar das políticas de ensino, pesquisa, extensão e gestão para compor o
planejamento da instituição no que se refere ao atendimento,
aconselhamento e acompanhamento de pessoas que em função de gênero
e/ou sexualidade que se encontram em vulnerabilidade social, cultural e/ou
educacional;
● discutir a importância dos movimentos sociais na luta contra as
desigualdades sociais, com ênfase nas desigualdades de gênero;

137
● conhecer e debater junto à comunidade escolar e local sobre as leis que
tratam da união civil de pessoas de mesmo sexo, cirurgias de redesignação
sexual e alterações no nome de travestis, transexuais e transgêneros;
● fomentar discussões sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs),
sintomas e tratamentos, em parceria com Secretarias Municipais de Saúde e
órgãos afins; e
● opinar sobre questões pertinentes que lhe forem encaminhadas e que
envolvam a temática de estudo e pesquisa do núcleo.

6.22.5 NEaD - Núcleo de Educação a Distância

O NEaD é vinculado à Direção de Ensino e visa apoiar os docentes e


discentes no desenvolvimento de atividades presenciais ou semipresenciais,
quando houver, de todos os níveis e modalidades adotados no Campus. De acordo
com o Regimento Interno Complementar do Campus Canoas, aprovado pela
Resolução nº 16 de 2013, os objetivos do NEaD são:
● oferecer suporte em educação a distância em todos os seus cursos,
independentemente do nível, através de presenciais e
semipresenciais, em consonância com o Projeto Pedagógico do Curso
(PPC);
● envolver, necessariamente e de forma adequada, os recursos
tecnológicos de informação e comunicação disponibilizados pelo
Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem Moodle, que permitam a
interatividade (em rede), a fim de que os alunos possam interagir com
os professores, mantendo uma adequada relação interpessoal;
● oferecer uma equipe de apoio permanente para professores e alunos,
visando à solução de dificuldades técnicas e pedagógicas no uso das
ferramentas de educação a distância, nas semipresenciais ou nas
presenciais que utilizam essas ferramentas como apoio pedagógico.
O Núcleo de Educação a Distância do Campus Canoas é composto por
professores e técnicos administrativos e foi criado em 2010 (Portaria nº 31/2010).
Os servidores que atuam nesse núcleo são designados por portaria.

6.23 Avaliação Continuada do Curso

O projeto de Avaliação Institucional do Curso será decorrente de um


programa maior, intitulado Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior –
SINAES, regulado pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, formado por três
componentes principais: avaliação institucional, avaliação externa e ENADE (Exame
Nacional de Desempenho de Estudantes). A esses três componentes,
acrescenta-se ainda a avaliação continuada do projeto pedagógico do curso.

138
6.23.1 Avaliação interna: autoavaliação

Conforme o Projeto de Desenvolvimento Institucional (PDI) do IFRS, a


avaliação institucional trata-se de um processo contínuo que visa gerar informações
para reafirmar ou redirecionar as ações da Instituição, norteadas pela gestão
democrática e autônoma, garantindo-se, assim, a qualidade no desenvolvimento do
ensino, pesquisa e extensão.
Os alunos realizam a avaliação da instituição e curso discente utilizando
como instrumento de coleta de dados um questionário na forma on-line para cada
componente curricular e/ou turma, anualmente. Por se tratar de um curso semestral
nessa avaliação os alunos têm a oportunidade de avaliar os dois semestres
cursados no referente ano. Este instrumento visa avaliar o desempenho docente e
também o conteúdo do componente curricular e/ou turma.
Para a aplicação desta avaliação estão previstas as etapas de preparação,
planejamento, sensibilização e divulgação. Após a consolidação do processo é
apresentado um relatório global. Neste processo, o objetivo principal é oferecer
subsídios para o Curso reprogramar e aperfeiçoar seu projeto político-pedagógico,
bem como suas práticas pedagógicas em cada Componente Curricular e/ou turma.

6.23.2 Avaliação externa

A avaliação é um importante instrumento, crítico e organizador das ações da


instituição e do Ministério da Educação.
Essa avaliação será composta por dois mecanismos de avaliação do MEC,
que são: o Exame Nacional de Cursos, previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação
do Ensino Superior – SINAES, e a avaliação efetuada pelos especialistas do
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP, que servirão para
verificar a coerência dos objetivos e perfil dos egressos do curso para com as
demandas da sociedade. Ao inserir-se no SINAES, o IFRS reafirma a avaliação
como diagnóstico do processo e se propõe a dar continuidade à consolidação de
uma cultura de avaliação junto à comunidade.

6.23.3 ENADE

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o


Sinaes, juntamente com a avaliação institucional e a avaliação dos cursos de
graduação, tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de
graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e
competências e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade
brasileira e mundial. O ENADE é realizado por amostragem e a participação no

139
Exame constará no histórico escolar do estudante ou, quando for o caso, sua
dispensa pelo MEC. O INEP/MEC constitui a amostra dos participantes a partir da
inscrição, na própria instituição de ensino superior, dos alunos habilitados a fazer a
prova.
O ENADE compõe o Conceito Preliminar de Curso (CPC) que é o conceito
onde se avalia o curso em uma escala de 1 a 5. Para o cálculo, são considerados:
Conceito ENADE (desempenho dos estudantes na prova do Enade); Indicador de
Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) que basicamente
compara o desempenho do estudante nos ENADE e Exame Nacional do Ensino
Médio (ENEM); corpo docente (informações do Censo Superior sobre o percentual
de mestres, doutores e regime de trabalho) e percepção dos estudantes sobre seu
processo formativo (informações do Questionário do Estudante do Enade).

6.23.4 Avaliações do Projeto Pedagógico

O projeto pedagógico deverá ser avaliado constantemente através da


atuação do seu Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso. O NDE possui como
atribuições, entre outras, contribuir para a consolidação do perfil profissional do
egresso do Curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao
desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da
graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas
públicas relativas à área de conhecimento do curso; zelar pelo cumprimento das
Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso.
O NDE será constituído por um grupo de docentes, com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. Todas as sinalizações
oriundas do NDE serão avaliadas e deliberadas pelo Colegiado do Curso.

6.24 Colegiado do Curso e Núcleo Docente Estruturante (NDE)

O Colegiado do Curso de Bacharelado em Engenharia Eletrônica inclui a


participação de membros dos diversos segmentos, professores e equipe
multidisciplinar, sendo composto por representantes docentes, técnicos
administrativos e discentes que atuam no curso a cada semestre. O Colegiado de
Curso é um órgão normativo e consultivo do curso, regido pelo Regulamento dos
Colegiados dos Cursos Superiores do IFRS - Campus Canoas, que tem por
finalidade acompanhar a implementação do Projeto Pedagógico, avaliar alterações
do currículo, discutir temas ligados ao curso, planejar e avaliar as atividades

140
acadêmicas do curso, observando-se as políticas e normas do IFRS, seguindo o
regulamento dos Colegiados dos Cursos Superiores do IFRS - Campus Canoas.
O Colegiado de Curso é constituído por:
1. Coordenador do curso;
2. Todos os professores em efetivo exercício que compõem a estrutura
curricular do curso;
3. Pelo menos um representante do corpo discente do curso;
4. No mínimo, um técnico-administrativo do Setor de Ensino do Campus;
5. Pelo menos um representante do NEaD;
6. Pelo menos um tutor de EaD atuante no curso, dentre aqueles não
contemplados nos itens anteriores.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem como objetivos garantir a
elaboração, o acompanhamento e a consolidação do PPC, no âmbito do Campus, e
participar da concepção, da avaliação e da atualização do curso, em âmbito
sistêmico.
Segundo a Resolução Nº 01 de 17 de junho de 2010, da Comissão Nacional
de Avaliação da Educação Superior (CONAES), o Núcleo Docente Estruturante
(NDE) de um curso de graduação constitui-se de grupo de docentes com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
Os NDEs são constituídos por grupo de docentes, membros do colegiado,
eleitos e designados por Portaria do Diretor-Geral do Campus, com a seguinte
composição:
1. O Coordenador do Curso, como membro nato e coordenador do NDE;
2. O mínimo de 3 (três) docentes pertencentes ao curso, sendo pelo menos
60% (sessenta por cento) com dedicação exclusiva.

O Coordenador do NDE tem como atribuições:


1. Representar o Núcleo sempre que necessário;
2. Articular o desenvolvimento das atividades do Núcleo;
3. Registrar em ata própria as reuniões e as atividades do Núcleo;
4. Coordenar as reuniões do Núcleo.

As diretrizes de trabalho deste núcleo seguem o Regulamento do Núcleo


Docente Estruturante do Curso Superior de Bacharelado de Engenharia Eletrônica
do IFRS - Campus Canoas. As alterações nos membros do referido núcleo são
realizadas através de emissão de portaria específica para esse fim.

6.25 Quadro de Pessoal

6.25.1 Corpo Docente

141
O quadro de pessoal do Campus Canoas é composto por professores e
técnicos administrativos, ambos selecionados por concursos públicos. Quanto aos
professores, estes podem ser efetivos ou substitutos. A seguir nominata dos
professores do curso:

Docente Formação Vínculo

Adriano Armando do Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. DE
Amarante Mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM,
Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Adriel Mota Ziesemer Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de DE


Júnior Pelotas, UFPEL, Brasil.
Mestrado em Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Microeletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.

Alexandre Tadachi Morey Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade DE


Estadual de Londrina, UEL, Brasil.
Especialização em Biologia Aplicada à Saúde; Ensino de Ciências
Biológicas; Bioinformática pela Universidade Estadual de Londrina, UEL,
Brasil.
Mestrado em Biotecnologia pela Universidade Estadual de Londrina, UEL,
Brasil.
Doutorado em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina,
UEL, Brasil.
Pós Doutorado em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina,
UEL, Brasil.

Aline Noimann Licenciatura em Letras, Português, Espanhol e suas respectivas DE


Literaturas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Ângelo Mozart Medeiros Licenciatura em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
de Oliveira UFRGS, Brasil.
Mestrado em ensino de Física pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em ensino de Física pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.

Arnaldo Moscato dos Bacharelado em Economia pela Universidade Regional do Noroeste do DE


Santos Estado do Rio Grande do Sul, UNIJUI, Brasil.
Especialização em Administração e Desenvolvimento Rural –
Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul –
UNIJUI, Brasil.
Mestrado em Extensão Rural pela Universidade Federal de Santa Maria,
UFSM, Brasil.

Augusto Alexandre Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio DE


Durgante de Mattos Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Minas pela Metalúrgica e de Materiais pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Bruno Brogni Uggioni Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina DE
, UFSC, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina,
UFSC, Brasil.
Doutorado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do

142
Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado em Matemática pela Universidade Federal de Santa
Catarina. UFSC, Brasil.

Caio Felipe Campos Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, DE
Cerqueira UFBA, Brasil.
Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, UFBA,
Brasil.
Doutorado em andamento em Ciências Sociais pela Universidade Federal
da Bahia, UFBA, Brasil.

Caio Graco Prates Alegretti Graduação em Engenharia da Computação pelo Instituto Tecnológico de DE
Aeronáutica , ITA, Brasil.
Especialização em Fundamentos Teórico-Metodológicos do Ensino pela
Universidade de Cruz Alta, UNICRUZ, Brasil.
Mestrado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em Microeletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.

Carina Loureiro Andrade Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande, DE
FURG, Brasil.
Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande,
FURG, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Maria,
UFSM, Brasil.
Doutorado em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Carla Odete Balestro Silva Bacharelado em Ciência da Computação pelo Centro Universitário La DE
Salle, UNILASALLE, Brasil.
Especialização em Educação Profissional Integrada à Educação de
Jovens e Adultos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Cimara Valim de Melo Licenciatura em Letras, Português e Inglês e respectivas Literaturas pela DE
Faculdades Porto-
Alegrenses, FAPA, Brasil.
Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul,UFRGS, Brasil.

Cláudia Brum de Oliveira Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Pelotas, DE


Fogliarini Filha UFPEL, Brasil.
Graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa
Maria, UFSM, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Maria,
UFSM, Brasil.

Claudio Enrique Fernández Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de DE


Rodríguez Campinas, UNICAMP, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Elétrica pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Claudiomir Feustler Licenciatura em Matemática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio DE


Rodrigues de Siqueira Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Bacharelado em Educação Física pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Novas Tecnologias no Ensino de Matemática pelo
Universidade Federal Fluminense, UFF, Brasil.
Especialização no Ensino e Treinamento do Futebol e Futsal, SOGIPA,
Brasil.
Mestrado Profissional em Ensino de Matemática pela Universidade
Federal do Rio Grande do

143
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Cleusa Albília de Almeida Licenciatura em Letras, Português e Espanhol pela Universidade de DE


Cuiabá, UNIC, Brasil.
Bacharel em Pedagogia pelo Instituto de Educação INVEST, INVEST,
Brasil.
Especialização em Toxicologia Aplicada pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Especialização em em Cultura e Meios de Comunicação pelo Serviço à
Pastoral da Comunicação, SEPAC, Brasil.
Mestrado em Estudos de Cultura Contemporânea pela Universidade
Federal do Mato Grosso, UFMT, Brasil.
Doutorado em Comunicação pela Universidade do Vale do Rio do Sinos,
UNISINOS, Brasil.

Cristiane Silva da Silva Graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica DE
do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Especialização em Toxicologia Aplicada pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Daniele dos Santos Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Fontoura Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Docência no Ensino Técnico pelo Centro Universitário
SENAC, SENAC/SP, Brasil.
Mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.

Daniela Rodrigues da Silva Licenciatura em Ciências, habilitação Química pela Universidade de DE


Passo Fundo, UPF, Brasil.
Mestrado em Educação em Ciências pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação em Ciências Química da vida e da Saúde pela
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Denise Regina Pechmann Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade de Santa DE


Cruz do Sul, UNISC, Brasil.
Mestrado em Computação Aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.

Dieison Soares Silveira Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de DE


Pelotas, UFPEL, Brasil.
Licenciatura em Ciências da Computação pelo Claretiano Centro
Universitário, Claretiano/BAT, Brasil
Mestrado em Computação pela Universidade Federal de Pelotas, UFPEL,
Brasil.
Doutorado em andamento em Microeletrônica pela Universidade Federal
do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Dolurdes Voos Graduação em Licenciatura Curta pela Faculdades Porto-Alegrenses, DE


FAPA, Brasil.
Licenciatura Plena em Matemática pela Faculdades Porto-Alegrenses,
FAPA, Brasil.
Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Edison Silva Lima Bacharelado em Engenharia Mecânica Universidade de Caxias do Sul, DE


UCS, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Elétrica e Informática Industrial pela
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Brasil.

Eduardo Meliga Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do DE

144
Pompermayer Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado Profissional em Ensino de Matemática pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Eliane Velasco Simões Luft Bacharel em Química Industrial pela Universidade Federal Fluminense, DE
UFF, Brasil.
Licenciatura em Química pela Universidade do Grande Rio,
UNIGRANRIO, Brasil.
Mestrado em Engenharia Civil pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de
Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia, COPPE, Brasil.

Emílio Rodolfo Arend Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa DE
Maria, UFSM, Brasil.
Licenciatura em Matemática pelo Centro Universitário Claretiano, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Elétrica pela Universidade Federal de Santa
Catarina, UFSC, Brasil.

Érico Kemper Licenciatura em Física pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
UNISINOS, Brasil.
Mestrado Profissional em Ensino de Física pela Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Fabiana Cardoso Fidelis Licenciatura em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade Federal DE
do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Literatura e Ensino pela Universidade Comunitária
Regional de Chapecó, Brasil.
Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina,
UFSC, Brasil.

Gisele Palma Graduação em Pedagogia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
UNISINOS, Brasil.
Especialização em Psicopedagogia Clínica pelo Centro Universitário La
Salle, UNILASALLE, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.

Gláucia da Silva Henge Licenciatura em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio DE
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Gustavo Neuberger Bacharelado em Engenharia de Computação pela Universidade Federal DE


do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Microeletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.

Heraldo Makrakis Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras, DE
Aman, Brasil.
Bacharel em Engenharia Química pelo Instituto Militar de Engenharia,
IME, Brasil.
Mestrado em Sistemas e Computação pelo Instituto Militar de Engenharia,
IME, Brasil.
Doutorado em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior
do Exército, ECEME, Brasil.
Pós-Doutorado em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Igor Lorenzato Almeida Bacharelado em Engenharia de Computação pela Universidade Federal DE


do Rio Grande, FURG, Brasil.
Graduação em Formação de Professores para os Componentes
Curriculares da Educação Profissional pelo Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Bento Gonçalves,

145
IFRS, Brasil.
Mestrado em Computação Aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.

Jaqueline Molon Licenciatura em Matemática pela Universidade de Caxias do Sul, UCS, DE


Brasil.
Mestrado profissional em Matemática pela Universidade Federal de Santa
Maria, UFSM, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Jaqueline Russczyk Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade DE


Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Jaqueline Terezinha Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio DE


Martins Corrêa Rodrigues Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Licenciatura em Matemática pelo Universidade do Sul de Santa Catarina,
UNISUL, Brasil.
Especialização em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas,
FGV, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Joel Augusto Luft Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio DE
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Juliana da Cruz Mülling Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas, DE
UFPEL, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Juliana Sanches Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, DE


UEM, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, UEM,
Brasil.
Doutorado em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Leila de Almeida Castillo Licenciatura em Educação Física Universidade Federal do Rio Grande do DE
Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Gestão e Supervisão Educacional pela Faculdade
Cenecista de Osório, FACOS, Brasil.
Especialização em Gestão do Cuidado para uma Escola que Protege pela
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em andamento em Educação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Lindomar Júnior Fonseca Bacharelado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio 20h
Alves Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em MBA em Contabilidade Pública e Responsabilidade
Fiscal pelo Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.
Mestrado em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.

Lisiane Celia Palma Bacharelado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande DE
do Sul, UFRGS, Brasil.

146
Mestrado em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.

Marcelo Luiz Pereira Bacharelado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do DE


Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Economia Empresarial pela Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Marcelo Santos Matheus Graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Santa DE
Maria, UFSM, Brasil.
Licenciatura em História pela Universidade Franciscana, UFN, Brasil.
Especialização em Práxis Pedagógica no Ensino Médio e Superior pela
Faculdade Metodista Centenário, FMC, Brasil.
Mestrado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro, UFRJ, Brasil.

Márcio Bigolin Bacharelado em Ciência da Computação pela Universidade de Caxias do DE


Sul, UCS, Brasil.
Especialização em Formação Docente para o Ensino Superior pela
Universidade de Caxias do Sul, UCS, Brasil.
Mestrado em Computação pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Marcos Daniel Schmidt Licenciatura e Bacharelado em Geografia pela Pontifícia Universidade DE


Aguiar Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Especialização em Sensoriamento Remoto e SIG pela Universidade
Federal da Paraíba, UFPB, Brasil.
Mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina,
UFSC, Brasil.
Doutorado em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Mariana Lima Duro Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro
Universitário LaSalle –
Canoas. UNILASALLE, Brasil.
Especialização em andamento em Matemática pela Universidade Federal
do Rio Grande , FURG, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Mariano Nicolao Graduação em Informática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio DE


Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Mauricio Ivan dos Santos Graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
Unisinos, Brasil.
Especialização em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Naiara Greice Soares Graduação em Pedagogia pelo Instituto Anglicano Barão do Rio Branco - DE
IABRBl, Brasil.
Especialização em Educação Especial com Ênfase em Deficiência

147
Intelectual pelo Instituto de
Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, IDEAU, Brasil.
Especialização em Tradução, Interpretação e Docência da Língua
Brasileira de Sinais - LIBRAS pela Universidade Tuiuti do Paraná, UTP,
Brasil.
Mestrado Profissional em Educação pela Universidade Federal da
Fronteira Sul, UFFS, Brasil.

Nicolau Matiel Lunardi Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Diehl Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado em Matemática (Análise) pela Universidade de Coimbra,
Portugal.

Núbia Lúcia Cardoso Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande, DE
Guimarães FURG, Brasil.
Especialização em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande,
FURG, Brasil.
Especialização em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande, FURG, Brasil.
Mestrado em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul – UFRGS, Brasil.

Omar Júnior Garcia Licenciatura em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
Silveira UFRGS, Brasil.
Mestrado em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Otávio Simões Mano Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação pela Pontifícia DE


Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica do
Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Patrícia Nogueira Hubler Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade Luterana do DE


Brasil, ULBRA, Brasil.
Mestrado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Ciências da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Patrícia Rodrigues da Bacharelado em Administração pela Universidade de Santa Cruz do Sul, DE


Rosa UNISC, Brasil.
Mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Administração pela Universidade do Estado
de Santa Catarina, UDESC, Brasil.

Rafael Coimbra Pinto Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do DE


Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Graduação em Programa Especial de Formação Pedagógica de
Docentes, Centro Universitário Claretiano de Batatais, CEUCLAR, Brasil.
Mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Ricardo Balbinot Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica DE


do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Engenharia Elétrica pela Pontifícia Universidade Católica do
Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

148
Rodrigo Perozzo Noll Bacharelado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade DE
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Romir de Oliveira Licenciatura e Bacharelado em Geografia. DE


Rodrigues Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.

Sandro José Ribeiro da Bacharelado em Ciência da Computação pelo Centro Universitário La DE


Silva Salle, UNILASALLE, Brasil.
Graduação em Programa Especial de Formação Pedagógica de Docente
pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais, CEUCLAR, Brasil.
Especialização em Educação a Distância pela Universidade Norte do
Paraná, UNOPAR, Brasil.
Mestrado em Computação Aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Sérgio Almeida Migowski Bacharelado em Administração pela Universidade de Santa Cruz do Sul, DE
UNISC, Brasil.
Especialização em Formação Pedagógica de Professores pela QI Escolas
e Faculdades, QI, Brasil.
Mestrado em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.

Sheila Katiane Staudt Graduação em Letras - Português e Francês pela Universidade Federal do DE
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Graduação em Letras - Português e inglês pela Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Letras, com ênfase em Literatura Brasileira pela
Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras, com ênfase em Literatura Brasileira pela
Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado pela Université Sorbonne Nouvelle Paris 3 - PARIS 3,
França.

Silvana Zardo Pacheco Licenciatura em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
UFRGS, Brasil.
Mestrado em em School Of Education pela New York University, NYU,
Estados Unidos.
Doutorado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica
do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

Simone Maffini Cerezer Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Santa Maria, DE
UFSM, Brasil.
Mestrado em Estatística e Probabilidade Matemática pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.

Tuane Proença Pereira Bacharelado em Engenharia Elétrica pelo Instituto Federal DE


Sul-rio-grandense Campus Pelotas, IFSUL ,Brasil.
Licenciatura em Matemática pelo Centro Universitário Claretiano, Brasil.
Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela
Universidade Cândido Mendes, UCAM, Brasil.
Mestrado em andamento Modelagem Computacional pela Universidade
Federal do Rio Grande, FURG, Brasil.

Vicente Zatti Licenciatura em Filosofia com habilitação em História e Psicologia pela DE

149
Faculdade de Filosofia
Nossa Senhora da Imaculada Conceição, FAFIMC, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul -
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- UFRGS, Brasil.

Xana Campos Valerio Bacharelado em Direito pela Universidade Católica de Pelotas, UCPEL, DE
Brasil.
Especialização em Direito Tributário pela Associação dos Fiscais dos
Tributos Estaduais do Rio Grande do Sul, AFISVEC, Brasil.
Especialização em Processo Civil pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.

6.25.2 Corpo Técnico Administrativo

O IFRS - Campus Canoas conta com os seguintes técnicos


administrativos, também selecionados por concurso público, que atuam
diretamente aos diferentes cursos do Campus, vinculados à direção de ensino:

Técnico Formação Cargo Atuação


Administrativo

Sandro Luis Felipe - Auxiliar em Coordenadoria de


Administração Extensão/Estágios

Olivia Pereira Tavares Graduação em História, FURGS, Assistente de Alunos Setor Pedagógico/Apoio
2019 Educacional/Apoio à Extensão
Especialização em Formação de
Docentes e Tutores - em EAD,
UNINTER, 2015
Mestrado em Educação, UFRGS,
2018

Sandra Cristina Graduação em História, UFRGS, Técnica em Assuntos Setor Pedagógico/Apoio


Donner 1996. Educacionais Educacional
Especialização em Supervisão
Escolar, UNIASSELVI, 2014.
Mestrado em Teologia e História,
IEPG, 2001.
Doutorado em História, UFRGS,
2015.

Maristela Vigolo Graduação em Bacharel em Artes Técnica em Assuntos Coordenadoria de


Fontana Visuais, UFRGS, 2007. Educacionais Pesquisa/Apoio à Pesquisa
Especialização em Pedagogia da
Arte, UFRGS, 2011.
Mestrado em Educação,
UNILASALLE, 2016.

Aline da Silveira Graduação em Psicologia, Assistente em Coordenadoria de Assistência


Muniz UNISINOS, 2018. Administração Estudantil

Aline Viero Kowalski Graduação em Serviço Social, Assistente Social Coordenadoria de Assistência
UNINFRA, 2003. Estudantil
Mestrado em Serviço Social,
PUCRS, 2007.

150
Doutorado em Serviço Social,
PUCRS, 2012.

Eliandra Silva Model Graduação em Pedagogia, Pedagoga Coordenadoria de Assistência


UNISINOS, 2006. Estudantil
Especialização em Psicopedagogia
Clínica e Institucional,
UNILASALLE, 2008.

Jeison Leandro Graduação em Pedagogia, ULBRA, Pedagogo e Orientador Coordenadoria de Assistência


Ruckert 2007. Educacional Estudantil
Mestrado em Educação, ULBRA,
2011.

Bruno Dornelles Graduação em Psicologia, UFSM, Psicólogo Coordenadoria de Assistência


Reginatto 2006. Estudantil
Especialização em Educação,
Diversidade e Cidadania., FAEL,
2017.

Sabrina Clavé Graduação em Biblioteconomia, Bibliotecária Biblioteca


Eufrásio UFRGS, 2004.
Especialização em Gestão Cultural,
SENAC/RS, 2013.

Flávio Augusto Graduação em História, UFRGS, Auxiliar de Biblioteca Biblioteca


Pagarine Silva 2018.

Gabriela Godoy Licenciatura em Ciências Assistente em Biblioteca


Corrêa Biológicas, UFRGS, 2005. Administração
Bacharelado Em Ciências
Biológicas, UFRGS, 2007.
Especialização em Gestão para a
Qualidade do Meio Ambiente,
PUCRS, 2010.

Cíntia Lauriane Graduação em Gestão Pública, Assistente em Registros Escolares


Steindorff Jhanke UNIJUI, 2014. Administração
Especialização em MBA em Gestão
Pública, UNOPAR, 2016.

Marcelo Gonçalves da Graduação em Letras - Português e Assistente de Alunos Registros Escolares


Silva Inglês, UFRGS, 2019.

Andréia Alves Sarate - Tecnóloga em Registros Escolares


Processos Gerenciais

Amadeu Pinheiro - Técnico de Laboratório Técnicos de Laboratório


na área de Eletrônica

Luis Phellipe Bueno Graduação em Análise e Técnico em Laboratório Técnicos de Laboratório


de Mello Desenvolvimento de Sistemas, na área de Informática
UNINTER, 2018.

Jean Carlos Curso técnico/profissionalizante em Técnico em Laboratório Técnicos de Laboratório


Esperança Técnico em Processamento de na área de Informática
Dados, 2002.

6.26 Certificados e Diplomas

151
Este curso não apresenta certificados de qualificação intermediários. Para o
aluno receber o diploma de Engenheiro(a) Eletrônico(a), deve completar as 3668
horas correspondentes a todos os componentes curriculares, as 60 horas de
Atividades Curriculares Complementares, as 160 horas do Estágio Obrigatório,
participar da solenidade de formatura e estar em situação regular junto ao ENADE.
Demais informações sobre o fluxo de solicitação e expedição do diploma fazem
parte da Organização Didática do IFRS.

6.27 Infraestrutura

Para o Curso Superior de Engenharia Eletrônica são garantidos todos os


recursos necessários para o desenvolvimento do programa: salas de aula com
flexibilidade para as diversas atividades e metodologias de trabalho (individual e em
grupo), projetores multimídia e laboratórios necessários para o desenvolvimento dos
Componentes Curriculares de cada etapa. O Campus dispõe de laboratórios para as
atividades dos diversos cursos, e podem ser utilizados nas abordagens práticas dos
conteúdos das componentes curriculares. A utilização dos laboratórios segue a
Política de uso dos Laboratórios do IFRS – Campus Canoas (Anexo 1).

Instalações

Os recursos materiais à disposição do curso de Engenharia Eletrônica no


IFRS - Campus Canoas compreendem uma área construída total de 3.838,24m²,
localizada na Rua Dr.ª Maria Zélia Carneiro de Figueiredo, nº 870-A, Bairro Igara III,
Canoas, Rio Grande do Sul.
Atualmente, há sete blocos/prédios abrigando a estrutura administrativa, de
convivência, de salas de aula e de laboratórios:
Prédio A - Este prédio abriga salas coletivas para professores, Gabinete da
Direção, sala para Direção Geral, sala para Direção de Ensino e Coordenação de
Ensino, sala para Coordenação de Desenvolvimento Institucional, Coordenação de
Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica e Coordenação de Extensão,
sala para o Setor de Registros Escolares e salas da equipe administrativa
(Comunicação, Gestão de Pessoas, Compras, Financeiro, Administração,
Tecnologia da Informação e Centro de Processamento de Dados). Nesse prédio há
também dois mini-auditórios, com capacidade para 75 e para 102 lugares. Este
prédio possui uma área total de 1.121 m².
Prédio B - Recém concluído, este prédio abriga a biblioteca no andar superior
e, ainda, 4 salas para uso administrativo e espaços específicos aos alunos. O andar
térreo dispõe de mini-auditórios, que estão, momentaneamente, sendo utilizados
como salas de aula. Este prédio possui uma área 1.247,96 m².
Prédio C - Este prédio possui uma área de convivência aos alunos e o
funcionamento dos seguintes setores administrativos: Coordenadoria de Assistência

152
Estudantil, Setor Pedagógico, Apoio para Ensino, Pesquisa e Extensão e Setor de
Estágios. Também funciona neste prédio a cantina, como serviço terceirizado do
Campus. Este prédio possui uma área total de 622 m².
Prédio D - Neste prédio há dois laboratórios, 1 (um) laboratório de informática
e 1 (um) laboratório de matemática/informática. Este prédio também dispõe de mais
4 salas com capacidade para 40 alunos e 6 salas para 25 alunos. Este prédio possui
uma área total de 864 m².
Prédio E – No prédio de laboratórios, há 4 laboratórios de informática, um de
hidráulica, automação e CAD-CAM, um de automação e pneumática, um de
hardware e redes, um de automação industrial e um de eletrônica/informática. Há,
também, uma sala para o Setor de Laboratórios para os técnicos de laboratório de
eletrônica e de informática. Este prédio possui uma área total de 864 m².
Prédio G - Está em fase de conclusão um novo prédio que abrigará salas de
aula, salas de trabalho para docentes e sala para coordenações de cursos. A
conclusão do prédio está prevista para junho de 2020. Este prédio possuirá uma
área total de 2.702 m².
Prédio I - O prédio abriga a Coordenadoria de Infraestrutura, incluindo setor
de almoxarifado, patrimônio e transporte. Os espaços físicos dispõem ainda
garagens, espaços para o serviço terceirizado de higienização, vestiários de uso
comum e churrasqueira. Este prédio possui uma área total de 348 m².
Com a entrega do prédio F, o Campus Canoas contará com uma área construída
total de 7.902 m². A expectativa é de que sejam construídos outros prédios que
comportem mais salas de aula e laboratórios, sendo a consolidação da
infraestrutura física um dos principais desafios para o período 2019-2023.
É importante salientar que muitos dos professores do IFRS – Campus
Canoas possuem computadores (notebooks) e/ou tablets, disponibilizados pela
Instituição, conectados à internet através de rede sem fio, com cobertura total do
Campus, bem como à ilha de impressão. Os computadores e tablets são de
responsabilidade dos professores, que podem levá-los para suas residências, caso
considerem oportuno e necessário para dar continuidade aos trabalhos
Institucionais. Eventuais consertos e configurações adicionais são de
responsabilidade da Instituição.
Salienta-se, também, que o Campus está sempre procurando atender as
questões de acessibilidade, com banheiros adaptados, elevadores de nível para os
prédios que necessitam, piso tátil e identificação em braile da localização dos
setores.
Em razão do constante crescimento do número de alunos, o ingresso de
docentes e técnicos-administrativos, a estrutura física ainda está em processo de
expansão, para que possa atender ao público com qualidade.
Todos os laboratórios e salas de aula possuem projetor multimídia instalado.
Para o desenvolvimento das atividades previstas no curso de Engenharia Eletrônica,

153
considerando a política de compartilhamento e otimização de recursos, estão
disponíveis os seguintes laboratórios e equipamentos:

Laboratório de Eletrônica Digital


● Equipamentos: osciloscópios digitais, analisadores/osciloscópios para
sistemas híbridos analógicos/digitais, gerador de funções arbitrário
configurável por computador, placa de desenvolvimento FPGA de alta
densidade, kit de desenvolvimento para microprocessadores configurável por
computador, multímetros portáteis categoria III, fontes de tensão simétricas,
programador universal de CI´s, gravador/debugador para microcontroladores,
placas de desenvolvimento para sistemas microcontrolados, estações de
solda e retrabalho, microcomputadores PC, kits de instrumentos e
ferramental básico (lupa, sugador, estação de solda, alicates de bico e corte),
projetor multimídia, além de componentes eletrônicos diversos (esse último
item caracterizado como material de consumo).
● Destaques: Bancadas inteligentes e computadorizadas com sistemas de
desenvolvimento digital e microprocessado para diversas plataformas
incluindo dispositivos configuráveis (FPGA) de alta densidade.

Laboratório de Eletrônica Analógica e Instrumentação


● Equipamentos: osciloscópios digitais, gerador de funções arbitrário
configurável por computador, multímetro digital de bancada de 6½ dígitos,
multímetros portáteis categoria III, fontes de tensão simétricas,
microcomputador, kit de instrumentos contendo lupa, sugador, estação de
solda, alicates de bico e corte, projetor multimídia
● Destaques: Bancadas de medida automatizada para levantamento de curvas
de calibração.

Laboratório de Telecomunicações e Redes Digitais


● Equipamentos: analisador de espectro vetorial de alta freqüência, geradores
de funções arbitrárias de alta frequência, analisador de rede vetorial,
microcomputadores com kits para rádio definido por software, projetor
multimídia
● Destaques: Bancadas de trabalho com uso de rádio definido por software.
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Eletrônica Digital

Laboratório de Microprocessadores e Sistemas Embarcados


● Equipamentos: osciloscópios digitais, analisadores/osciloscópios para
sistemas híbridos analógicos/digitais, gerador de funções arbitrário
configurável por computador, placa de desenvolvimento FPGA de alta
densidade, kit de desenvolvimento para microprocessadores configurável por

154
computador, multímetros portáteis categoria III, fontes de tensão simétricas,
programador universal de CI´s, gravador/debugador para sistemas
microprocessados, placa de desenvolvimento para microcontroladores,
estação de solda de retrabalho para SMD, microcomputador, kit de
instrumentos contendo lupa, sugador, estação de solda, alicates de bico e
corte, projetor multimídia, kits de processadores para sistemas embarcados
● Destaques: Bancadas inteligentes e computadorizadas com sistemas de
desenvolvimento digital e microprocessado para diversas plataformas,
incluindo a disponibilidade de kits para desenvolvimento de sistemas
operacionais embarcados
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Eletrônica Digital

Laboratório de Controle e Automação


● Equipamentos: microcomputadores , bancadas com CLP, kits didáticos
simulando diversos processos de controle e automação: bancadas didática
de simulação real de um elevador , bancadas didática de simulação real de
controle contínuo de temperatura, vazão, nível de água , bancadas didática
de simulação real de posicionamento, bancadas didática de simulação real
de selecionador de peças.
● Destaques: Controladores lógicos programáveis e computadores em rede em
todas as bancadas.

Laboratório de Hidráulica e Pneumática


● Equipamentos: microcomputadores, bancada didática eletro-hidráulica,
bancadas didática de pneumática .
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.

Laboratório de Manufatura
● Equipamentos: microcomputadores, Fresa CNC , Torno CNC educacional,
Manipuladores robóticos.
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.

Laboratório de Máquinas e Acionamentos Elétricos


● Equipamentos: kits didáticos para motores elétricos, inversores de
frequência, autotransformadores, multímetros true RMS e osciloscópios
digitais, ponteiras diferenciais, contador universal, analisador de potência,
equipamento para teste de máquinas elétricas rotativas, mesas de torque,
torquímetros de eixo, conversores ca/cc, fontes programáveis e de potência,

155
variadores de tensão, tacômetros, componentes diversos,
microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: Bancadas de trabalho para uso em acionamento e teste de
máquinas elétricas
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Controle e Automação

Laboratório de Processamento Digital de Sinais


● Equipamentos: osciloscópios digitais, analisadores/osciloscópios para
sistemas híbridos analógicos/digitais, gerador de funções arbitrário
configurável por computador, placa de desenvolvimento FPGA de alta
densidade, kit de desenvolvimento para microprocessadores configurável por
computador, multímetros portáteis categoria III, fontes de tensão simétricas,
programador universal de CI´s, gravador/debugador para sistemas
microprocessados, placa de desenvolvimento para microcontroladores, kits
DSP, estação de solda de retrabalho para SMD, microcomputador, kit de
instrumentos contendo lupa, sugador, estação de solda, alicates de bico e
corte, componentes diversos de apoio, projetor multimídia
● Destaques: Bancadas inteligentes e computadorizadas com sistemas de
desenvolvimento digital, focados para sistemas de processamento digital de
sinais
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Eletrônica Digital

Laboratório de Alta Frequência


● Equipamentos: Analisador de espectro vetorial portátil 3GHz .
● Prototipadora (fresadora) de circuitos de alta frequência e estruturas
planares.
● Destaques: Analisador de espectro vetorial portátil para a caracterização de
circuitos de alta frequência.
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Eletrônica Digital.

Laboratório de Estudos e Projetos em Eletrônica


● Equipamentos: osciloscópios digitais de 60MHz, gerador de funções de
20MHz arbitrário configurável por computador, multímetros portáteis categoria
III, fontes de tensão simétricas, microcomputadores, kit de instrumentos
contendo lupa, sugador, estação de solda.
● Destaques: Laboratório aberto para o desenvolvimento de estudos e projetos
fora do horário de aula.

Laboratório de Estudos e Projetos em Informática A

156
● Equipamentos: microcomputadores (25).
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.

Laboratório de Estudos e Projetos em Informática B


● Equipamentos: microcomputadores (30).
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.
● Todos os computadores têm acesso à internet e a softwares específicos de
uso em modelagem de circuitos digitais, modelagem de circuitos analógicos,
CAD, CAM, modelagem matemática, programadores de CLP, programadores
de PIC, programadores de Arduino.
● No IFRS - Campus Canoas, há um sistema de agendamento de recursos via
internet, através do qual os servidores podem fazer reservas antecipadas dos
laboratórios e auditórios, assim como de outros equipamentos necessários às
atividades (microfone, caixas de som, projetores extras).

Laboratório de Sistemas de Informação


● Equipamentos: microcomputadores (37).
● Destaques: Laboratório didático de informática com acesso a internet.

Laboratório de Física
● Equipamentos: kits didáticos para desenvolvimento de experimentos em
cinemática, eletricidade e eletromagnetismo, termodinâmica, ótica e ondas
(quantidades variadas), microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: bancas com kits para desenvolvimento de experimentos nas
diversas áreas da física

Laboratório de Química
● Equipamentos: kits didáticos para desenvolvimento de experimentos em
química (quantidades variadas), microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: bancas com kits para desenvolvimento de experimentos nas
diversas áreas da química

Biblioteca

A biblioteca do Campus Canoas possui atualmente um conjunto de 2.535


títulos e 6.481 exemplares. O acervo é ampliado e renovado periodicamente,
conforme planejamento orçamentário, a fim de atender a demanda dos cursos
ofertados.

157
Nas instalações existem computadores com acesso à internet e mesas para
estudo coletivo. O espaço é aberto a todos, inclusive à comunidade externa. O
empréstimo domiciliar é restrito a professores, alunos e técnicos-administrativos do
Campus.
A biblioteca possui assinaturas de revistas e jornais. Em seu site estão
disponíveis links de periódicos da área de engenharia eletrônica e de assuntos
relacionados como um todo. Ainda possibilita o acesso ao Portal de Periódicos da
Capes, uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza, para instituições de ensino e
pesquisa no Brasil, o melhor da produção científica internacional.
O Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas Pergamum foi adquirido em
2013 para todas as Bibliotecas do IFRS e implementado em Canoas. Ele oferece
uma série de funcionalidades, acessadas pela internet, inclusive em versão mobile.
Através do Pergamum, é possível ver o catálogo, utilizar o serviço de renovação e
reservas, acompanhar o histórico de impressos e as datas de devolução, entre
outros.
A biblioteca também dispõe de um computador com software leitor de tela e
ampliador de imagens para os alunos com deficiência visual (cegueira e baixa
visão).

7. Casos Omissos

Os casos não previstos por este Projeto Pedagógico, que não se apresentem
explícitos nas normas e decisões vigentes no Campus Canoas, serão resolvidos em
reunião ordinária ou extraordinária do Colegiado do Curso ou Núcleo Docente
Estruturante, juntamente com a Direção de Ensino.

158
8. Referências

[PDI (2019-2023)]. Resolução nº 84, de 11 de dezembro de 2018 (Plano de


Desenvolvimento Institucional 2019-2023 do IFRS - PDI);
[MEC, 2010] Ministério da Educação. Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia: Concepção e diretrizes. Brasília: PDE, 2010.
[Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada
em 5 de outubro de 1988;
[LDB (1996)]. Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996, Estabelece as diretrizes
e bases da Educação Nacional;
[PNE (2014-2024)]. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional
de Educação e dá outras providências (Plano Nacional de Educação 2014-2024);
Portaria 1.308, de 17 de novembro de 2016, do Ministério da Educação. Fica
recredenciado o IFRS;
[PDI (2019-2023)]. Resolução nº 84, de 11 de dezembro de 2018 (Plano de
Desenvolvimento Institucional 2019-2023 do IFRS - PDI);
[OD (2017)]. Resolução nº 86, de 17 de outubro de 2017 (Organização Didática do
IFRS - OD);
[CNES/CES 67/2003] Parecer CNE/CES nº 67/2003, aprovado em 11 de março de
2003 - Aprova Referencial para as Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN - dos
Cursos de Graduação e propõe a revogação do ato homologatório do Parecer
CNE/CES 146/2002.
[CNE/CES 329/2004] Parecer CNE/CES nº 329/2004, aprovado em 11 de novembro
de 2004 - Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
________ Lei Federal Nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício
das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras
providências;
[CNE/CES 1/2019] Parecer CNE/CES nº 1/2019, aprovado em 23 de janeiro de
2019 - Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
________ Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental e dá outras providências;
________ Resolução nº 046, de 21 de agosto de 2018. Alterar a Política de
Ingresso Discente (PID) do IFRS e aprovar o processo de Acompanhamento e
Avaliação da PID

159
Anexo 1 - Regulamento dos Laboratórios

Os laboratórios seguem regulamentação específica do Campus Canoas,


constante de dois documentos (ambos anexados a seguir):
● Política de uso dos laboratório de Eletrônica e de Automação Industrial
● Política de uso dos laboratórios de Informática

Além disso, modificações e extensões específicas a essas políticas poderão


ser criadas e normatizadas pelo NDE e/ou colegiado do curso.

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Anexo 2 - Regulamento das Atividades Curriculares
Complementares

As atividades complementares serão avaliadas em conformidade com as


regulamentações vigentes no IFRS, a citar:
● Resolução nº 3, de 13 de maio de 2015 - REGULAMENTO DAS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
cujo inteiro teor pode ser visto a seguir.
A equivalência entre atividades realizadas e as horas computadas como
atividades complementares seguem a tabela a seguir. Destaca-se que essa tabela,
bem como resoluções adicionais a respeito das atividades complementares,
poderão ser modificadas ou normatizadas pelo NDE e colegiado do curso.

Atividade Grupo Descrição Paridade


1 I Realização de curso de idiomas. 1h=0,1h
Participação em eventos culturais, artísticos ou 1h por evento
2 I
esportivos. (máximo 5h)
Participação em curso (oficina, minicurso, extensão,
3 I ou II capacitação, treinamento) e similar, de natureza 1h=0,5h
acadêmica, profissional ou cultural (presencial ou EAD).
Atividade acadêmica ou componente curricular não
aproveitada como crédito no curso, com aproveitamento,
4 I ou II 1h=0,5h
inclusive cursada em outras instituições de ensino
superior.
Participação em eventos (congressos, seminários,
5 I ou II simpósios, palestras) e similares, de natureza 1h=0,5h
acadêmica, profissional.
6 II Estágio não obrigatório. 1h=0,1h
7 II Atividade de iniciação científica ou tecnológica (Bolsista). 1h=0,1h
Apresentação de trabalho científico em evento local,
5h por
8 II regional, nacional ou internacional, como autor ou
apresentação
coautor.
Publicação de trabalhos em jornais e revistas comerciais
9 II 5h por publicação
da área, como autor ou coautor.
Publicação de trabalhos em anais de eventos
10h por
10 II (congressos, seminários, simpósios), como autor ou
publicação
coautor.
Publicação de trabalhos em periódicos acadêmicos ou 20h por
11 II
capítulos de livros da área, como autor ou coautor. publicação
30h por
12 II Publicação de livros na área, como autor ou coautor.
publicação
25h por
13 II Obtenção de certificações na área (PMI, TOEFL,...).
certificação
14 II Obtenção de patentes na área. 30h por patente

174
Elaboração de documentos técnicos (normas, descrições
5h por
15 II técnicas, instruções de trabalho, manuais) e similares,
documento
com o devido registro.
16 II Viagem de Estudo ou Visita técnica. 1h=1h
17 III Ministrante de curso de extensão, de palestra e similar. 1h = 2h
Participação em projeto de extensão, pesquisa ou Ensino
18 III 1h=0,1h
(Bolsista).
19 III Atividade de monitoria, voluntária ou não. 1h=0,5h
Exercício de cargo eletivo na diretoria do DCE ou DA do
20 III curso ou participação nos órgãos representativos do 5h por mandato
Campus.
21 III Participação em comissão organizadora de eventos. 5h por evento
22 III Prestação de serviço voluntário de caráter social. 1h=1h
23 III Doação de sangue. 8h por doação
Convocação do cidadão para prestação de serviço de
24 III 8h por evento
caráter social (eleições, júri popular,...).

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181
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183
184
Anexo 3 - Regulamento do Trabalho de Conclusão de
Curso

Disposições Preliminares:

Art.1º. As atividades relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso,


denominadas doravante de Trabalho de Conclusão de Curso 1 (TCC1) e de
Trabalho de Conclusão de Curso 2 (TCC2), devem versar a respeito dos conteúdos
do curso de Engenharia Eletrônica e são indispensáveis para a colação de grau.
§1º. As atividades de TCC1 e TCC2 são de caráter obrigatório e não são passíveis
de aproveitamento nem de dispensa.

Art. 2º. As atividades de TCC1 e de TCC2 consistem em trabalho individual


orientado, relatado sob a forma de monografia e na qual o aluno matriculado é o
autor principal.

Art. 3º. Os objetivos gerais das atividades de TCC1 e de TCC2 são de propiciar ao
discente a possibilidade de demonstrar sua competência como Engenheiro(a)
Eletrônico(a) com um aprofundamento temático, de estimular a produção teórica e
experimental, de fomentar a crítica científica, de orientar a utilização do método
científico e de induzir à consulta de bibliografia especializada.

Art. 4º. As atividades de TCC1 e de TCC2 deverão ser de cunho


teórico-experimental.
§1º. Excepcionalmente poderão ser autorizadas atividades de caráter estritamente
teórico.
§2º. Cabe a uma comissão examinadora composta por quatro docentes autorizar a
realização de TCC de caráter estritamente teórico. Essa comissão será composta
pelo professor Orientador do aluno, o professor Responsável da componente
curricular o Coordenador do Curso e ao menos um membro do Núcleo Docente
Estruturante do curso (NDE).

Art. 5º. As atividades de TCC1 e de TCC2 iniciarão e findarão nos dias


estabelecidos em Calendário Acadêmico para a ocorrência das aulas no respectivo
semestre.

Responsabilidade e Orientação do TCC:


Art. 6º. As atividades de TCC1 e TCC2 serão administradas por professor(es)
responsável(is) pelos componentes curriculares Trabalho de Conclusão 1 e 2.

185
Art. 7º. Poderão orientar as atividades de TCC1 e de TCC2 apenas professores em
exercício e do quadro permanente do IFRS, lotados no Campus Canoas e que
atuaram em componentes curriculares dos ciclos profissionalizante ou específico do
Curso de Engenharia Eletrônica.
§1º. Ao orientar a atividade de TCC1, o docente concorda tacitamente em orientar a
atividade de TCC2.
§2º. As atividades de TCC1 e de TCC2 poderão usufruir da colaboração de outro
professor do IFRS ou profissional externo, atuando como co-orientador, desde que
aprovado documentalmente pelo Orientador e para a qual não será atribuída carga
horária.
§3º. Cada professor poderá orientar no máximo 4 (quatro) alunos em TCC1 e mais 4
(quatro) alunos em TCC2 simultaneamente - situações excepcionais poderão ser
avaliadas e aprovadas pelo NDE do curso.

Art. 8º. A alteração do Orientador poderá ser solicitada formalmente pelo aluno ao
professor Responsável, que avaliará o mérito e poderá eventualmente cancelar a
sua matrícula na atividade.

Art. 9º. Será atribuído ao orientador a carga horária semanal de 0,5 (meia) hora de
atividade semanal por orientação (por aluno orientado) em TCC1 ou TCC2.

Art. 10º. As atividades de TCC1 e de TCC2 serão avaliadas pelos orientadores com
base no programa e cronograma estabelecido pelo(s) professor(es) responsável(is).

Art. 11º. É responsabilidade expressa do discente executar as tarefas previstas e


estabelecidas por seu Orientador e sob a supervisão do Responsável durante as
atividades de TCC1 e de TCC2.

Art. 12º. É responsabilidade do discente respeitar resoluções vigentes,


determinadas pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e pelo IFRS, no que
tange a pesquisas envolvendo seres humanos ou animais.

Natureza, matrícula e avaliação do TCC1:


Art.13º. A atividade de TCC1 congrega os estudos preliminares, em teor individual e
de forma orientada, necessários à defesa do trabalho final produzido na atividade
posterior de TCC2.

Art. 14º. Os objetivos específicos da atividade de TCC1 são


I. Formular um problema provendo a sua possível solução através do método
científico e

186
II. Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos teóricos e
experimentais adquiridos durante o curso de forma integrada, mediante a
execução de um Anteprojeto de Engenharia.

Art. 15º. É incumbência do(s) professor(es) responsável(is) pela atividade abordar e


discutir o tema de metodologia científica durante os encontros da atividade de
TCC1.

Art. 16º. O trabalho realizado durante a atividade de TCC1 deverá resultar em um


documento contendo explicitamente o tema, a identificação e descrição do problema
a ser resolvido, o método a ser adotado em sua solução, metas parciais, estratégias
de monitoramento, métricas de avaliação, demonstração de viabilidade dos recursos
materiais necessários e um plano de atividades com cronograma previsto para ser
executado durante a atividade de TCC2, bem como eventuais resultados
preliminares e principais referências bibliográficas.
§1º. O documento do caput deste artigo deverá seguir as normas de escrita de
trabalhos científicos da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas) ou das
publicações do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), ou
normativas específicas aprovadas pelo NDE.

Art. 17º. A avaliação do desempenho do discente no TCC1 será definida e proferida


pelo(s) professor(es) responsável(is), de acordo com o plano de ensino dos
componentes curriculares.

Natureza, matrícula e avaliação do TCC2:


Art. 18º. A atividade de TCC2 consistirá na execução e conclusão do trabalho
iniciado na atividade de TCC1.
Art. 19º. Os objetivos específicos da atividade de TCC2 são:
I. Implementar a concepção de solução do problema como esboçado na
atividade de TCC1;
II. Reformular, se necessário os pressupostos de solução planejados na
atividade de TCC1;
III. Interpretar os resultados obtidos sob a égide da crítica científica e
IV. Defender os resultados obtidos em evento público sob arguição de uma
Comissão Examinadora.

Art. 20º. Durante os encontros presenciais da atividade de TCC2 haverá o


acompanhamento por parte do(s) professor(es) responsável(is) do trabalho em
realização.

Art. 21º. O trabalho realizado durante a atividade de TCC2 deverá resultar em um


documento de acordo com as normas descritas no artigo 16, §1º, contendo revisão

187
bibliográfica, a identificação e descrição do problema a ser resolvido, o método
adotado, os resultados, as conclusões e eventuais trabalhos futuros;

Art. 22º. A avaliação da atividade de TCC2 será realizada por uma Comissão
Examinadora em evento público estabelecido por cronograma divulgado pelo(s)
professor(es) responsável(is) e apenas após concordância formal do professor
orientador.
§1º. A Comissão Examinadora será proposta pelo orientador em acordo com o
discente, segundo o cronograma especificado pelo(s) professor(es) responsável(is).
§2º. Caso o Orientador considere que o trabalho não está adequado para ser
apresentado à Comissão Examinadora nos prazos especificados pelo Responsável
o discente será reprovado no componente TCC2, devendo realizar nova matrícula
na atividade em semestre posterior.
§3º. A Comissão Examinadora será composta por 3 membros de comprovada
experiência profissional, dentre os quais inclui-se o professor orientador, e devendo
necessariamente um (1) dos demais atender as mesmas especificidades
estabelecidas pelo Art. 7º.
§4º. A Comissão Examinadora proferirá o conceito na atividade de TCC2, mediante
o preenchimento de Ata na qual podem constar eventualmente correções a serem
realizadas.
§5º. As eventuais correções solicitadas pela Comissão Examinadora deverão ser
implementadas pelo discente segundo o cronograma estabelecido pelo
Responsável, o descrumprimento implicando em reprovação sumária.

Disposições finais:
Art. 27º. Casos omissos nesta resolução serão resolvidos e decididos pelo
Colegiado do curso após solicitação por escrito.

188
Anexo 4 - Regulamento do Estágio Curricular

O estágio realizado pelo estudante deve seguir as normativas e


regulamentações vigentes, conforme exposto na seção 6.13 deste documento.
Além das normativas e regulamentações vigentes, o estágio curricular
obrigatório realizado no curso deverá seguir igualmente o regulamento proposto a
seguir, o qual poderá ser modificado oportunamente pelo NDE e colegiado do curso.

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1.º A realização do estágio pelo estudante é regulada pela Lei 11.788, de
25 de setembro de 2008, bem como pela Instrução Normativa PROEX nº 07, de 3
de novembro de 2010, Instrução Normativa PROEX nº 09, de 5 de novembro de
2010, bem como demais normativas aplicáveis no âmbito do Campus Canoas, além
do presente regulamento.
Art. 2º O estágio realizado pelo estudante no âmbito do curso pode ser de
caráter obrigatório ou não obrigatório, atendendo a critérios específicos de
regulamentação.
Art. 3º A conclusão do estágio curricular obrigatório, doravante denominado
simplesmente estágio obrigatório, é elemento indispensável para a colação de grau
do título de engenheiro, não podendo possuir ser de duração inferior a 160 horas.
Art. 4.º O estágio obrigatório deverá ser realizado necessariamente em área
afim ao curso, preferencialmente em empresa de engenharia ou em área da
empresa de atuação em engenharia. No estágio não obrigatório dá-se preferência a
realização igualmente em áreas de atuação afins ao curso.
Art. 5.º O estágio curricular obrigatório deverá ser realizado mediante a
supervisão de um engenheiro na empresa concedente, bem mediante orientação do
professor coordenador no IFRS.

CAPÍTULO II
DO INGRESSO NO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Art. 6.º O ingresso no estágio curricular obrigatório exige, além do


atendimento a legislação e normativas e regulamentos explicitados no artigo 1º, a
realização de matrícula no componente curricular denominado Estágio Obrigatório,
o qual poderá ser feito após o estudante ter obtido aprovação em um conjunto de
componentes curriculares do curso totalizando uma carga mínima de 120 créditos, e
atendimento aos requisitos listados a seguir.
Art. 7.º A matrícula no componente Estágio Obrigatório poderá ocorrer em
período determinados para essa finalidade.

189
Art. 8.º Anteriormente a matrícula, o aluno deverá apresentar ao professor
coordenador do estágio os seguintes documentos:
I. Plano de trabalho do estágio, indicando atividades que serão desenvolvidas
durante a duração do estágio (as quais devem ser relacionadas ao escopo do
curso);
II. Cópia do contrato social da empresa (comprovando a mesma ser uma
empresa em área afim ao curso), ou do organograma/descrição da atividade da
área onde o aluno irá atuar dentro da empresa (a qual deve ter atuação em área
afim ao curso);
III. Cópia do registro/carteira profissional do supervisor do estágio na
concedente (o qual deverá ser, necessariamente, engenheiro(a)).
Art. 9.º O professor coordenador de estágios, mediante o encaminhamento
da documentação listado no artigo 8º, emitirá parecer aceitando ou recusando o
estágio apresentado como estágio válido para a finalidade de estágio curricular
obrigatório. Esse parecer versa sobre o atendimento do plano de estágio quanto aos
requisitos necessários para a realização do estágio obrigatório.
Art. 10.º Em caso de parecer negativo do professor coordenador de estágios,
o estudante poderá solicitar nova avaliação ao NDE do curso, uma única vez.
Art. 11.º Os estudantes trabalhadores poderão requerer a substituição de
parte ou de todo o estágio obrigatório pela equivalência das atividades
desenvolvidas no seu local de trabalho, desde que atendidos os demais requisitos
necessários ao mesmo, conforme exposto nos artigos 6º, 7º, 8º e 9º.
§1º Nesta situação, não se faz necessário o atendimento aos requisitos para
realização de estágio listados no artigo 1º.

CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Art. 12.º Ao final do estágio obrigatório, o estudante deverá apresentar ao


professor coordenador:
I. Parecer emitido pelo engenheiro supervisor na concedente, conforme
modelo apresentado no anexo Modelos de Documentos
II. Relatório sumário de atividades realizadas no estágio, conforme modelo
apresentado no anexo Modelos de Documentos
Art. 13.º Mediante a apresentação desses documentos e cumprida a carga
horária mínima de 160 horas, o professor orientador emitirá parecer indicando
cumprimento ou não da etapa de estágio obrigatório.

CAPÍTULO IV
ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO

190
Art. 14.º O estágio não obrigatório poderá ser realizado pelo estudante a
partir do primeiro semestre no curso, atendidos os requisitos listados no artigo 1º.

CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 15.º Os casos omissos serão resolvidos pelo NDE ou órgão superior, de
acordo com a competência dos mesmos.

ANEXO - Modelos de Documentos

Os modelos de documentação abaixo especificados poderão sofrer


alterações conforme deliberações realizadas pelo NDE.

191
a) modelo de Plano de trabalho de estágio

Segue o modelo estabelecido no Anexo 3 (Plano de atividades do estagiário),


encontrado em:
[Link]

192
193
b) modelo para Parecer do supervisor na concedente
Segue o modelo estabelecido no Anexo 4 (Ficha de avaliação da
concedente), encontrado em: htttps://[Link]/canoas/extensao/estagios/

194
c) modelo de Relatório de Atividades Desenvolvidas

RELATÓRIO DE ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO ESTÁGIO

ESTAGIÁRIO
Nome: ____________________________________________________
CPF: _____________________________________________________
Curso: Bacharelado em Engenharia Eletrônica
Período de realização: de _____________________________________
até _____________________________________
Total de horas: ______________________________
Nome do supervisor na concedente:
___________________________________________
Telefone de contato do supervisor:
____________________________________________
E-mail de contato do supervisor:
______________________________________________

EMPRESA
Nome:______________________________________________________________
Cidade: ____________________________________________________________
Estado: _____________________________________________________________
Telefone de contato:
_______________________________________________________

AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
1. Quanto às atividades exercidas no estágio em relação às atividades
estabelecidas em seu termo de compromisso de estágio:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
2. A aprendizagem adquirida no estágio proporciona preparação para seu futuro
profissional:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
3. Supervisão das atividades exercidas no estágio:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
4. Suas expectativas quanto às atividades exercidas durante o estágio foram
atendidas:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
5. Quanto sua relação com os colegas da unidade concedente:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
6. Em relação aos recursos disponibilizados para a realização de suas atividades:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim

195
7. O estágio atendeu suas expectativas de aprendizado, possibilitando o
desenvolvimento de suas habilidades e conhecimentos:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim

ATIVIDADES REALIZADAS NO PERÍODO


Liste e descreva, sucintamente, as atividades realizadas no período do estágio
obrigatório.
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________

Canoas, _____/_____/_____

___________________________________
Assinatura do estagiário

196
d) Modelo de parecer de avaliação do professor orientador

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO PELO PROFESSOR ORIENTADOR


Professor Orientador:
_____________________________________________________________

ESTAGIÁRIO
Nome: ____________________________________________________
CPF: _____________________________________________________
Curso: Bacharelado em Engenharia Eletrônica

EMPRESA
Nome:
__________________________________________________________________
Cidade: ___________________________________________________________
Estado: ___________________________________________________________
Telefone de contato:
_______________________________________________________

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO:
1 - O estagiário apresentou o relatório do supervisor de estágio da concedente?
( ) Sim ( ) Não
2 - O desempenho do estagiário indicado pelo engenheiro supervisor na concedente
é: ( ) Suficiente - igual ou superior a 6 ( ) Insuficiente
3 - O estagiário apresentou o relatório de atividades realizadas no estágio?
( ) Sim ( ) Não
4 - As atividades relatadas são condizentes com o esperado no estágio curricular
obrigatório no curso?
( ) Sim ( ) Não
5 - A avaliação final quanto ao estágio obrigatório realizado é:
( ) Cumpriu ( ) Não cumpriu

Canoas, _____/_____/_____

___________________________________
Rubrica do Professor

197
Anexo 5 - Regulamento do Núcleo Docente Estruturante

O regulamento do núcleo docente estruturado deve seguir as normativas e


regulamentações vigentes.
● [Link]
MENTO-DO-N%C3%9ACLEO-DOCENTE-ESTRUTURANTE-NDE-DO
-[Link]

CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Art.1º. O presente Regulamento componente curricular as atribuições e o


funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Bacharelado em
Engenharia Eletrônica do Instituto Federal De Educação, Ciência e Tecnologia do
Rio Grande Do Sul (IFRS) - Campus Canoas.

Art.2º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) é um órgão, vinculado ao


colegiado do curso, cuja responsabilidade é atuar no processo de concepção,
consolidação e permanente atualização do projeto pedagógico do curso (PPC),
levando-se em consideração as políticas e normas do IFRS.

CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Art.3º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:

I. Conceber, elaborar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC),


definindo sua concepção e fundamentos;
II. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
III. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo; IV. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento
de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação,
expectativas da realidade de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas
à área de conhecimento do curso; V. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos superiores de tecnologias.

CAPÍTULO III
DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Art. 4º. O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Bacharelado em


Engenharia Eletrônica do IFRS - Campus Canoas será constituído de professores,

198
indicados por seus pares, respeitando preferencialmente a seguinte distribuição
entre as áreas:

I – Letras – um representante;
II –Matemática – um representante;
III - Eletrônica – mínimo de um representante;
IV - Ciências Humanas e Sociais – um representante;
V - Física – um representante;
VI - Automação - mínimo de um representante;
VII - Mecânica – mínimo de um representante;
VIII – Informática – um representante;
IX – Gestão – um representante.

Art.5º. O Coordenador do curso é membro presidente do NDE.

Art.6º. O critério para permanência do docente no NDE é ter no máximo duas


faltas, não justificadas, a cada quatro reuniões consecutivas. No caso de não
cumprimento deste requisito, o caso será analisado pelo NDE.

Art.7º. No caso da saída de um dos membros, ficará a cargo deste NDE


escolher um novo docente dentre aqueles que manifestarem interesse e seguindo o
estabelecido no Art. 4º.

Art. 8º. Os docentes que compõem o NDE devem possuir titulação


acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu comprovada.

Art.9º. Os membros que compõem o NDE deverão ser docentes efetivos em


regime de trabalho de dedicação exclusiva.

CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE
ESTRUTURANTE

Art.10º. Compete ao Presidente do Núcleo:

a) Convocar e presidir as reuniões, com direito a voto;


b) Designar um representante para secretariar e lavrar as atas;
c) Representar o NDE junto aos órgãos da instituição;
d) Encaminhar as deliberações do Núcleo;
e) Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo
Núcleo;

199
f) Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da instituição.

CAPÍTULO V
DAS REUNIÕES

Art.11º. O NDE reunir-se-á por convocação do presidente, ordinariamente,


duas vezes por semestre ou extraordinariamente. Parágrafo Único: Reuniões
extraordinárias poderão ser solicitadas pela maioria de seus membros.

Art.12º. As reuniões deverão ser marcadas com antecedência mínima de


cinco dias.

Art.13º. As decisões do NDE serão tomadas preferencialmente por consenso


ou por maioria simples de votos do total de membros do NDE.

Art.14º. De cada reunião do NDE lavra-se a ata, que, depois de lida e


aprovada, será assinada pelo(a) Presidente e pelos(as) demais presentes.

CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art.15º. Em caso de solicitação de afastamento temporário de algum membro


do NDE, o mesmo poderá ser substituído, respeitando o estabelecido no Art. 4º.

Art.16º. Os casos omissos serão resolvidos pelo NDE ou órgão superior, de


acordo com a competência dos mesmos.

200
Anexo 6 - Regulamento do Colegiado de Curso

O regulamento do colegiado do curso deve seguir as normativas e


regulamentações vigentes no IFRS, a citar:
● [Link]
egulamentocolegiado_cursos_superiores.pdf

CAPÍTULO I
DO CONCEITO

Art. 1º. O Colegiado de Curso é um órgão normativo e consultivo de cada


curso, que tem por finalidade acompanhar a implementação do Projeto Pedagógico,
avaliar e propor alterações dos currículos plenos, discutir temas ligados ao curso,
planejar e avaliar sobre as atividades acadêmicas do curso, observando-se as
políticas e normas do IFRS e a legislação vigente.

CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO

Art. 2º. O Colegiado do Curso Superior é constituído pelos seguintes


membros:

I. Coordenador do curso.
II. Professores em efetivo exercício que compõem a estrutura curricular do
curso em cada semestre letivo.
III. Dois representantes (um titular e outro suplente) do corpo discente do
curso.
IV. No mínimo um técnico-administrativo. No caso de ser apenas um, este
deverá ser do Setor de Ensino do Campus.
V. No mínimo um representante do NEaD, preferentemente escolhido entre
os professores em efetivo exercício que compõem a estrutura curricular do curso,
quando houver.
VI. No mínimo um tutor de Educação a Distância atuante no curso, dentre
aqueles não contemplados nos itens anteriores, quando houver.

Art. 3º. O presidente do Colegiado do Curso Superior será o Coordenador do


Curso.

Art. 4º. O secretário, que será responsável pela lista de presença e pela
elaboração das atas de reuniões, será eleito entre os componentes do colegiado.

201
Art. 5º. Os representantes do corpo discente serão escolhidos pelos seus
pares, por meio de eleições organizadas pelo Diretório Acadêmico. Na falta deste, o
processo será conduzido pelo presidente do Colegiado do Curso.

I. O representante discente, regularmente matriculado, deverá ter cursado


pelo menos 1 (um) semestre da carga horária obrigatória do curso e não estar
cursando o último semestre.
II. O mandato dos membros discentes será de 1 (um) ano, permitida apenas
uma recondução.

CAPÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS

Art. 6º. São competências do Colegiado do Curso Superior:


I. Analisar e encaminhar propostas de alteração do projeto pedagógico do
curso ao Núcleo Docente Estruturante.
II. Acompanhar o processo de reestruturação curricular.
III. Propor e/ou validar a realização de atividades complementares do curso.
IV. Acompanhar os processos de avaliação do curso.
V. Acompanhar os trabalhos e dar suporte ao Núcleo Docente Estruturante.
VI. Desenvolver, junto a Direção de Ensino, ações de acompanhamento da
frequência e do desempenho acadêmico dos estudantes, de forma periódica e
sistematizada, em articulação com a Equipe Pedagógica e Assistência Estudantil.
VII. Apreciar eventuais solicitações de prorrogação do período de Mobilidade
Estudantil.
VIII. Apreciar e dar parecer sobre solicitações de aproveitamento de estudos,
quando necessário.
IX. Avaliar as propostas de programas de novas componentes curriculares ou
alterações nos programas de componentes curriculares já existentes.
X. Propor alterações no Regulamento do Colegiado do Curso à Direção de
Ensino.

Art. 7º. Compete ao Presidente do Colegiado do Curso:

I. Convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso.


II. Convocar reunião extraordinária sempre que, no mínimo, dois terços dos
membros do Colegiado a requisitarem.
III. Dar cumprimento às decisões do Colegiado.
IV. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo
Colegiado.
V. Decidir, ad referendum, em caso de urgência, sobre matéria de
competência do Colegiado.

202
VI. Representar o Colegiado junto aos demais órgãos do IFRS.
VII. Submeter à apreciação e à aprovação do Colegiado a ata da sessão
anterior.
VIII. Encaminhar a eleição para designar o responsável pela Secretaria do
Colegiado.
IX. Cumprir e fazer cumprir este Regulamento.

CAPÍTULO IV
DAS REUNIÕES

Art. 8º. O Colegiado do Curso se reunirá em sessões ordinárias ou


extraordinárias:

I. As reuniões de Colegiado de Curso constituem-se no processo de análise e


reflexão sobre o andamento do curso, visando ao aprimoramento do processo de
ensino-aprendizagem.
II. As reuniões terão caráter consultivo, propositivo e de planejamento
acadêmico.
III. As reuniões serão realizadas pelo menos duas vezes a cada semestre
letivo, sendo agendadas previamente no início de cada semestre, podendo sofrer
alterações de acordo com as necessidades do Colegiado.
IV. Reuniões extraordinárias poderão ser realizadas, por convocação do
Presidente do Colegiado ou por solicitação de pelo menos 2/3 (dois terços) de seus
membros, quando houver assunto urgente a tratar.
V. Às reuniões do Colegiado poderão comparecer, quando convocados ou
convidados, especialistas, mesmo estranhos à Instituição, docentes, estudantes ou
membros do corpo técnico administrativo, para fins de assessoramento ou para
prestar esclarecimentos sobre assuntos que lhes forem pertinentes.
VI. A convocação das reuniões será encaminhada por meio eletrônico, e com
antecedência de, no mínimo, 2 (dois) dias úteis de cada uma delas, informando a
pauta e encaminhando os documentos a serem discutidos, quando necessário.
VII. As proposições serão tomadas pelo voto majoritário dos presentes,
independente do quórum;
VIII. A ausência ou falta de representante de determinado segmento não
impedirá o funcionamento do Colegiado do Curso;

Art. 9º. Este regulamento poderá ser reformulado mediante solicitação do


Colegiado de Curso, por meio do seu presidente, à Direção de Ensino, que a
submeterá à análise e discussão no âmbito do Campus Canoas.

Art. 10. Os casos omissos serão resolvidos pelo próprio Colegiado ou órgão
superior, de acordo com a competência dos mesmos.

203
204

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