Projeto Pedagógico: Engenharia Eletrônica
Projeto Pedagógico: Engenharia Eletrônica
1
Reitor:
Júlio Xandro Heck
E-mail: reitor@[Link]
Pró-Reitora de Administração
Tatiana Weber
E-mail: proad@[Link]
Pró-Reitor de Ensino
Lucas Coradini
E-mail: proen@[Link]
Pró-Reitora de Extensão
Marlova Benedetti
E-mail: proex@[Link]
Endereço
Rua Dra. Maria Zélia Carneiro de Figueiredo, 870
Bairro Igara III
Canoas, RS
(51) 3415-8200
CEP: 94412-240
2
Site
[Link]
Área do Plano
Engenharias
Habilitação
Engenheiro(a) Eletrônico(a)
3
SUMÁRIO
1. Dados de Identificação 6
2. Apresentação 7
3. Histórico 8
4. Caracterização do Campus 9
5. Justificativa 11
8. Referências 159
5
1. Dados de Identificação
6
2. Apresentação
1
Vide:
[Link]
genheiros-no-mercado
2
Vide:
[Link]
3
Vide:
[Link]
[Link]
7
em constante mudança. No Brasil, os Institutos Federais se encontram em posição
privilegiada para trazer importantes respostas a esses desafios. Ainda é importante
destacar que o Campus Canoas também oferece um curso Técnico em Eletrônica
Integrado ao Ensino Médio ao qual se somará a atual proposta, dentro do princípio
de verticalização e na possibilidade de oferecer maiores percursos formativos aos
alunos.
É neste enquadramento que se procura construir o projeto pedagógico deste
Curso de Bacharelado em Engenharia Eletrônica. Por fim, é importante enfatizar o
objetivo de oferecimento de um curso de engenharia com base em um ensino de
excelência, gratuito e integrado à comunidade na qual está inserido.
3. Histórico
8
dos programas do governo federal e de Formação Inicial Continuada (FIC). Tem
aproximadamente 1.020 professores e 950 técnicos-administrativos.4
O Campus Canoas do Instituto Federal do Rio Grande do Sul foi criado como
Escola Técnica Federal pela Lei nº11.534, de 25 de outubro de 2007 e, a partir da
Lei nº11.892, de 29 de dezembro de 2008, passou a integrar o Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.
4. Caracterização do Campus
4
Disponível em: < [Link] Acesso em: 06 abr. 2018.
9
8. Técnico em Manutenção e Suporte em Informática (modalidade
PROEJA);
9. Licenciatura em Matemática.
O Campus tem também trabalhado para a expansão da oferta de cursos de
pós-graduação. No caso da modalidade lato sensu, possui em andamento o curso
de Gestão de Projetos e Inovação, iniciado em 2019. Também possui outros dois
cursos de especialização em fase de criação: Educação: Integração de Saberes e
Linguagens Contemporâneas e Ensino. Ambos têm como objetivo a formação de
professores da Região Metropolitana de Porto Alegre.
Quanto à pós-graduação stricto sensu, o Campus Canoas recentemente
recebeu da Comissão Acadêmica Nacional do Profmat a recomendação de
aprovação da proposta de Mestrado em Matemática, com oferta de 10 (dez) vagas
prevista para 2021. O parecer foi encaminhado à Coordenação de Aperfeiçoamento
de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e, após parecer ratificando a recomendação,
o Campus Canoas integrará a Rede Profmat e será incluído no Edital do Exame
Nacional de Acesso (ENA) do Profmat de 2021, com o compromisso de gratuidade
do programa na instituição. Pela presença da pós-graduação no Campus Canoas,
busca-se a verticalização do ensino, da pesquisa e da extensão nos eixos e cursos
existentes no IFRS.
A partir de estudo de demanda, pretende-se implantar um curso superior de
Engenharia Eletrônica, ampliando a verticalização da oferta de eixos e cursos já
existentes.
Está prevista a oferta de cursos com financiamento de órgãos públicos,
incluindo cursos para a formação continuada de professores, e a implantação
gradual de cursos na modalidade de ensino a distância.
O planejamento para oferta de novos cursos será realizado de forma
contínua e participativa, a partir do levantamento e análise de indicadores e
demandas sociais e econômicas, sendo realizado junto a (I) órgãos públicos locais,
como a Prefeitura de Canoas, através de sua Secretaria Municipal de Educação; (II)
órgãos públicos regionais como a Coordenadoria Regional de Educação e os
COREDES; (III) órgãos públicos federais como a SETEC, MEC, MCT, CAPES,
CNPq; e (IV) entidades empresariais e organizações da sociedade civil.
Por outro lado, o Campus Canoas buscará ampliar o fomento em ações e
projetos de extensão, pesquisa e inovação, ampliando sua inserção científica
tecnológica, auxiliando no desenvolvimento econômico, social e ambiental de sua
região de abrangência.
Em síntese, o desafio para os próximos anos é o atendimento das demandas
sociais e metas institucionais, através da oferta de educação de qualidade que
possibilite à comunidade do Campus pleno desenvolvimento de atividades de
ensino, pesquisa, inovação e extensão, a fim de cumprir com a missão do IFRS.
10
5. Justificativa
11
Do ponto de vista da verticalização da oferta de cursos nesta área no
Campus Canoas, hoje, ela é promovida com a oferta de um Curso Superior de
Tecnologia em Automação Industrial (CSTAI), o qual se pretende substituir pelo
curso de Engenharia proposto. Embora a avaliação do CSTAI do Campus Canoas
seja positiva, a oferta de tais cursos têm se reduzido no Brasil. A inclusão do curso
5
no correspondente Ciclo Avaliativo (Ano I) do ENADE (Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes) está condicionada a um número mínimo de cursos
ativos no país. A partir do ano de 20146 (PORTARIA NORMATIVA Nº 8, DE 14 DE
MARÇO DE 2014, DOU,S.1,p.51), o exame não inclui o CST de Automação
Industrial.
Em 2013 o Campus Canoas começou o planejamento de um curso de
Engenharia em Eletrônica visando complementar a oferta de cursos da área e
fortalecer a verticalização, mantendo a oferta do CSTAI. O resultado desse estudo
indicou a necessidade de contratação de, ao menos, mais seis docentes formados
em engenharia, além de outros docentes de outras áreas, por exemplo, de física e
matemática. Para viabilizar isso seria necessário mudar a tipologia do Campus,
indicada pela Portaria nº 246 de 15 de abril de 2016 é 70/457 (70 docentes e 45
técnicos administrativos). Uma vez que se considerou que, nas condições do
momento, a mudança de tipologia não seria alcançada em curto prazo, se passou a
estudar a oportunidade de substituição do CSTAI por um curso de engenharia da
área de eletrônica e automação.
Em 2016 foi criado pelo governo estadual através da Secretaria de
Desenvolvimento Econômico e Turismo o Arranjo Produtivo Local (APL) de
Eletroeletrônica, Automação e Controle (APLAC - APL Automação e Controle)
localizado nas cidades: Cachoeirinha, Campo Bom, Canoas8, Caxias do Sul, Esteio,
Gravataí, Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Leopoldo e Sapucaia do Sul. O
APLAC possui mais de 40 empresas participantes. A gestão ficou a cargo da
Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), juntamente com
várias entidades parceiras e instituições de ensino. Este APL tem como objetivo
consolidar e ampliar o desenvolvimento industrial nas áreas de eletroeletrônica,
automação e controle. A cidade de Canoas está localizada no centro geográfico da
região metropolitana de Porto Alegre e do próprio APLAC. De acordo com dados do
Sindicato das Indústrias Metal Mecânicas e Eletroeletrônicas de Canoas e Nova
5
Portaria 828 do MEC de 16 de abril de 2019.
6
Vide:
[Link]
8052014_enade2014.pdf
7
Vide:
[Link]
8
Vide:
[Link]
[Link]
12
Santa Rita (Simecan), nestas duas cidades existem em torno de 35 empresas de
eletroeletrônica.
Ainda nesse contexto, há o Parque Canoas de Inovação (PCI), um projeto da
prefeitura de Canoas desenvolvido em parceria com todas as instituições de ensino
superior sediadas em Canoas. Este parque tem como proposta principal a formação
de um cluster para a atração de investimentos de empresas de tecnologia. O
Parque Canoas de Inovação (PCI) foi inaugurado oficialmente no dia 22 de
novembro de 2018. Na primeira fase (2018-atual), o Parque terá cinco novas
empresas, com geração de 530 empregos diretos. As empresas Exatron e Novus já
estão em funcionamento no PCI (empresas de fabricação de equipamentos
eletrônicos). Em dezembro de 2018, a TCS, empresa de serviços de tecnologia da
informação, iniciou suas operações no local. Mais duas empresas devem se instalar
no PCI: Victum e Digistar, voltadas para o segmento de eletroeletrônicos, tecnologia
da informação, automação e controle. Neste sentido, o IFRS - Campus Canoas tem
sido parceiro, pois trata-se de uma proposta inovadora alinhada com a vocação dos
Institutos Federais de formação de recursos humanos de alta qualidade. A
localização geográfica do PCI privilegia a atuação do nosso Campus como parceiro
e facilita a interação da comunidade acadêmica com o projeto.
A região metropolitana e principalmente Canoas apresenta boas condições
de empregabilidade para os egressos de um curso de Engenharia Eletrônica. Em
anos anteriores o faturamento da indústria eletrônica no RS vinha crescendo o que
demonstrava uma indústria em franco crescimento, que sempre necessita de mão
de obra especializada.
6. Proposta Político Pedagógica do Curso
6.1 Objetivo Geral
13
conhecimento científico tendo ética e respeito aos valores humanos. Esses
aspectos fazem parte das ações que permitem a formação integral dos alunos que
formarão o corpo discente deste curso.
14
obrigatórias previstas são desenvolvidos os conteúdos técnicos e práticos
necessários para adquirir as competências requeridas para atuação dentro de
campos específicos na área de eletrônica (amplamente), controle e automação (com
restrições), computação (com restrições), telecomunicações (com restrições) e
eletrotécnica (com restrições). As metodologias pedagógicas utilizadas buscam
desenvolver as habilidades necessárias para o desempenho das atividades próprias
da engenharia. A consolidação dos conhecimentos através do trabalho de
conclusão de curso (previsto em dois semestres) e das atividades curriculares
complementares, além das componentes curriculares de tópicos especiais em
engenharia eletrônica, possibilitam, por sua vez, o aprofundamento dos
conhecimentos do estudante em campos específicos de seu interesse, dentro dos
temas abordados ao longo de sua formação.
O currículo está estruturado em doze semestres. O curso apresenta um
conjunto de componentes curriculares de cunho básico, profissionalizante e
específico, conforme as normativas estabelecidas pelas Diretrizes Nacionais dos
Cursos de Graduação em Engenharia. A carga horária total do curso está dividida
na forma:
● Componentes curriculares de formação básica: 1654 horas
(aproximadamente 42,5% do total do curso)
● Componentes curriculares de formação profissionalizante: 990 horas
(aproximadamente 25,4% do curso)
● Componentes curriculares de formação específica: 1024 horas
(aproximadamente 26,3% do curso)
● Estágio curricular obrigatório: 160 horas
● Atividades complementares: 60 horas
A carga horária total das Componentes curriculares é de 3668 horas,
acrescidas de 60 horas de atividades complementares e 160 horas do estágio
obrigatório, totalizando 3888 horas. Destaca-se que o mínimo de carga horária dos
cursos de engenharia é de 36009 horas de componentes curriculares sendo que o
número total de horas a serem dedicadas ao estágio supervisionado e às atividades
complementares não será computado para integralização da carga horária mínima,
em entendimento semelhante ao expresso na OD do IFRS, em relação aos cursos
superiores de tecnologia, no seu Art.nº 37 § 3º.
“A carga horária atribuída às atividades complementares, ao estágio
supervisionado e ao Trabalho de Conclusão de Curso não pode ser
considerada para cálculo da carga horária mínima exigida.”
9
Vide: Resolução n° 48, de 27 de abril de 1976, artigos 14 e 15 e RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE
JUNHO DE 2007, CNE/CES e o Referencial Nacional dos Cursos de Engenharia
[Link]
15
10
Citando as Diretrizes Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia ,
a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional egresso dos cursos
de engenharia das seguintes capacidades e habilidades gerais:
10
“Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia”, Conselho Nacional de
Educação; Câmara de Educação Superior; Resolução N. 2 CNE/CES de 24 de Abril de 2019.
16
● Ter capacidade para atuar em equipes multidisciplinares;
● Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
● Saber comunicar-se efetivamente (por escrito e oralmente);
● Ter consciência social, compreender a natureza da ética e da
responsabilidade profissional e ser capaz de avaliar o impacto das soluções
da engenharia no contexto social e ambiental.
18
● Parecer CNE/CES nº 8/2007, aprovado em 31 de janeiro de 2007 - Dispõe
sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 18 de junho de 2007 - Dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
● Parecer CNE/CES nº 236/2009, aprovado em 7 de agosto de 2009 - Consulta
acerca do direito dos alunos à informação sobre o plano de ensino e sobre a
metodologia do processo de ensino-aprendizagem e os critérios de avaliação
a que serão submetidos.
● Parecer CNE/CES nº 334/2019, aprovado em 8 de maio de 2019 - Institui a
Orientação às Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Superiores.
● Lei Federal Nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966. Regula o exercício das
profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras
providências;
● Resolução CONFEA nº 0218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades
das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e
Agronomia;
● Resolução CONFEA n° 1.073, de 19 de abril de 2016. Regulamenta a
atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação
profissionais aos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea para
efeito de fiscalização do exercício profissional no âmbito da Engenharia e da
Agronomia;
● Parecer CNE/CES nº 1.362/2001, aprovado em 12 de dezembro de 2001 -
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019 - Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
● Parecer CNE/CES nº 1/2019, aprovado em 23 de janeiro de 2019 - Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
● Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de abril de 2019 - Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia;
● Parecer CNE/CES nº 948/2019, aprovado em 9 de outubro de 2019 -
Alteração da Resolução CNE/CES nº 2, de 17 de junho de 2010, que institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Arquitetura e
Urbanismo, bacharelado, e alteração da Resolução CNE/CES nº 2, de 24 de
abril de 2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia, em virtude de decisão judicial transitada em
julgado.
● Lei Federal n° 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências;
● Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação Presencial e a Distância
(INEP, 2015);
19
● Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004 que estabelece o ENADE como
componente curricular obrigatório dos cursos de graduação;
● Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 que dispõe sobre o estágio de
estudantes.
● Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental e dá outras providências;
● Resolução CNE/CP nº 2, de 15 de junho de 2012 que estabelece Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental;
● Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais;
● Lei Nº 13.425, de 30 de março de 2017, que trata sobre medidas de
prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos,
edificações e áreas de reunião de público;
● Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 que estabelece as Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos;
● Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana
e Indígena, conforme Lei nº 9394/96, com redação dada pelas Leis nº
10.639/2003 e nº 11.645/2008 e pela Resolução nº1 de 17 de junho de 2004;
● Lei nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012 que institui a Política Nacional de
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
● Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 80, no qual se coloca que o
poder público incentivará o desenvolvimento de veiculação de programas de
ensino a distância, em todos os níveis e modalidade de ensino;
● Decreto 9.057 de 25 de maio de 2017, que regulamenta o art. 80 da Lei nº
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional;
● Portaria n° 2.117 de 6 de dezembro de 2019, do Ministério da Educação. que
Dispõe sobre a oferta de carga horária na modalidade de Ensino a Distância -
EaD em cursos de graduação presenciais ofertados por Instituições de
Educação Superior - IES pertencentes ao Sistema Federal de Ensino.
● Portaria 1.134 de 10 de outubro de 2016, que orienta o uso de componentes
curriculares semipresenciais em cursos superiores presenciais;
● Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007. Dispõe sobre
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula e dá
outras providências;
● Parecer CNE/CES nº 261/[Link] sobre procedimentos a serem adotados
quanto ao conceito de hora-aula e dá outras providências.
● Resolução nº 046, de 21 de agosto de 2018. Alterar a Política de Ingresso
Discente (PID) do IFRS e aprovar o processo de Acompanhamento e
Avaliação da PID
20
● Instrução Normativa Proen nº 03, de 24 de março de 2020 – Dispõe sobre as
normas para oferta de componentes curriculares na modalidade
semipresencial nos cursos presenciais da Educação Profissional Técnica de
Nível Médio e do Ensino de Graduação, no âmbito do IFRS.
● Instrução Normativa PROEN/IFRS nº 01, de 23 de fevereiro de 2018 –
Estabelece o programa de capacitação em Educação a Distância do IFRS.
● Portaria 1.428 de 28 de dezembro de 2018, que orienta o uso de
componentes curriculares semipresenciais em cursos superiores presenciais.
● Portaria nº 2.117, de 6 de dezembro de 2019. Dispõe sobre a oferta de carga
horária na modalidade de Ensino a Distância - EaD em cursos de graduação
presenciais ofertados por Instituições de Educação Superior - IES
pertencentes ao Sistema Federal de Ensino.
● Decreto 9.057 de 25 de maio de 2017, que regulamenta o art. 80 da Lei n o
9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.
21
outros cursos superiores já finalizados. Este processo ocorrerá semestralmente, e
atende regulamentação específica do IFRS e do Campus Canoas
22
profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento
socioeconômico local, regional e nacional” (LEI nº 11.892/2008), seu papel não é tão
somente atender às exigências do mundo do trabalho, contribuindo apenas no
âmbito da economia, seu papel é também formar cidadãos críticos e atuantes,
aperfeiçoando a qualidade social, tendo em vista que:
23
conhecimentos, e na oferta de bolsas remuneradas e voluntárias para a participação
em monitorias, projetos de ensino, projetos de pesquisa e atividades de extensão
promovidas pela instituição.
Essa estrutura de ação pedagógica baseada na tríade ensino-pesquisa
extensão também promove a verticalização do ensino. Característica peculiar aos
Institutos Federais, a verticalização está relacionada ao fato de os IFs poderem
atuar desde a Educação Básica até a Pós-Graduação Lato e/ou Stricto Sensu
(característica que os torna pluricurriculares, em função de abarcar estruturas
curriculares de diferentes níveis) e, ainda, à possibilidade de o aluno passar por
diferentes níveis de ensino dentro de uma mesma instituição.
A partir da verticalização do ensino, a circulação e a interlocução dos saberes
entre os diferentes níveis pode ocorrer com maior ênfase através de projetos
integradores, eventos, flexibilização das organizações curriculares. A verticalização
do ensino também pode possibilitar que os educandos realizem seus estudos,
progredindo na área de formação inicial na mesma instituição, possibilitando desta
forma a construção e reconstrução contínua de saberes (PDI/IFRS, 2018, p. 141).
De acordo com o documento “Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia: Um novo modelo de educação profissional e tecnológica — concepção
e diretrizes”, do MEC (2010, p. 27), onde é apresentado a proposta dos IFs, a partir
da verticalização:
“[...] os profissionais têm a possibilidade de, no mesmo espaço
institucional, construir vínculos em diferentes níveis e modalidades de
ensino, em diferentes níveis da formação profissional, buscar
metodologias que melhor se apliquem a cada ação, estabelecendo a
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.”
A proposta curricular deste curso tem como referencial, portanto, o
supracitado, com uma ação pedagógica pautada no tripé ensino-pesquisa-extensão
aliada às possibilidades que a característica da verticalização do ensino
proporciona.
Valorizando a história da Rede Federal de Educação Tecnológica, a opção
pela oferta no turno da noite, de acordo com o estudo de demanda realizado, visa
continuar atendendo alunos trabalhadores. Tendo em vista as demandas do
aluno-trabalhador este curso foi estruturado em 12 semestres garantindo um passo
no caminho formativo mais adequado a este estudante. Nota-se contudo, que é
possível o aluno integralizar o curso em menos de 12 semestres.
24
6.8 Representação Gráfica do Curso
25
26
6.9 Matriz Curricular
O curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica possui uma duração
estimada de 12 semestres, podendo ser concluído em um mínimo de 11 semestres
(conforme parecer CNE/CES nº 8/2007), e no máximo em 24 semestres (após o
qual ocorre o desligamento automático do estudante, por ter transcorrido o prazo
máximo fixado para a integralização curricular). Nota-se que o período mínimo de
integralização é um indicativo, podendo se admitir exceções, mediante análise do
NDE do curso, a casos de excepcional rendimento do estudante.
A conclusão do curso em 11 semestres poderá ocorrer, visto que o estudante
pode realizar o estágio a partir do 7° semestre (são pré-requisitos disciplinas do 6°
semestre). O componente curricular de Trabalho de Conclusão de Curso 1 exige
como pré-requisito disciplinas do oitavo semestre - o que significa que o estudante
poderá iniciar o mesmo a partir do nono semestre. Uma vez que os componentes
curriculares de Estágio Obrigatório e Trabalho de Conclusão de Curso 2 são os
únicos alocados no décimo-segundo semestre e que os mesmos podem ser
realizados em períodos anteriores, é possível ao estudante a integralização do
curso no prazo de 11 semestres.
O curso possui quatro elementos essenciais à sua organização: (1)
componentes curriculares básicos, profissionalizantes e específicos, (2) estágio
obrigatório, (3) atividades complementares e (4) realização do ENADE pelo
estudante. O total das atividades previstas é de 3888 horas (correspondendo a 4704
horas aula), divididas da seguinte forma (em atendimento às Diretrizes Nacionais
Curriculares dos Cursos de Engenharia):
● (1) 3668 horas nos componentes curriculares básicos, profissionalizantes e
específicos (incluindo-se aí os componentes curriculares referentes ao
Trabalho de Conclusão de Curso 1 e 2, e excluindo a carga horária dos
componentes Estágio Obrigatório e Atividades Complementares) -
correspondendo a 4440 horas aula.
● (2) 160 horas no componente curricular Estágio Obrigatório - correspondendo
a 192 horas aula (as horas referentes ao Estágio Obrigatório são
comprovadas mediante realização do estágio na empresa concedente e
entrega de toda documentação relativa ao mesmo - vide Art. 13° do
Regulamento de Estágio constante do Anexo 4)
● (3) 60 horas de Atividades Complementares - correspondendo a 72 horas
aula.
● (4) o ENADE é componente curricular obrigatório para integralização do
curso.
Da carga de 3888 horas dos componentes curriculares, 388 horas são de
atividades a distância, em componentes curriculares semi-presenciais, totalizando
cerca de 10% da carga horária.
Para integralizar a carga horária do curso, além das componentes
curriculares obrigatórias, o curso permite igualmente ao estudante cursar
27
componentes curriculares optativos. Os componentes curriculares optativos
constituem um conjunto de componentes curriculares que podem ser oferecidos ao
estudante, tendo este a livre escolha de qual cursar, desde que atendidos os
pré-requisitos do componente curricular optativo desejado. Esse componente
curricular cursado conta para o atendimento da carga horária estabelecida no
componente curricular “Optativa Geral”. Para alguns componentes curriculares
optativos, o estudante necessariamente deve escolher um dos componentes
curriculares ofertados num conjunto de componentes curriculares específicos. Por
exemplo, no grupo de “Optativa de Linguagens”, o estudante necessariamente deve
optar entre os componentes curriculares de Língua Portuguesa, Língua Espanhola
ou Língua Inglesa. Note que nem todos os componentes curriculares optativos
podem ser ofertados em um dado semestre do curso.
A organização dos componentes curriculares atende os três eixos
demandados pelas Diretrizes Nacionais Curriculares dos Cursos de Engenharia:
● Componentes Curriculares Básicos: Cálculo 1, Álgebra Linear, Desenho
Técnico, Física 1 Geral e Experimental, Introdução à Engenharia Eletrônica,
Física 2 Geral e Experimental, Cálculo 2, Química Geral e Experimental,
Ciência, Tecnologia e Sociedade Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável, Física 3 Geral e Experimental, Cálculo 3, Equações Diferenciais,
Medidas Elétricas, Circuitos Elétricos 1, Algoritmos, Introdução à
Administração da Produção e Liderança, Introdução às Equações
Diferenciais Parciais, Formação Social, Política e Cultural do Brasil,
Programação Estruturada, Matemática Aplicada, Fenômenos de Transporte,
Métodos numéricos, Probabilidade e Estatística, Optativa de Linguagens,
Princípios de Economia, Mecânica dos Sólidos, Optativa Geral– totalizando
1654 horas de componentes curriculares de caráter básico (num percentual
de 45,1% da carga curricular do curso), os quais oportunizam ao estudante a
criação de uma espinha dorsal de formação científica, técnica e humana,
sempre buscando integrar ensino, pesquisa e extensão;
● Componentes Curriculares Profissionalizantes: Circuitos Elétricos 2,
Materiais Elétricos e Magnéticos, Circuitos Elétricos 3, Eletrônica Analógica
1, Eletrônica Digital 1, Estrutura de Dados, Programação Orientada a
Objetos, Sistemas de Controle 1, Conversão de Energia, Sistemas
Microprocessados 1, Comunicações Analógicas, Comunicações Digitais,
Instalações elétricas, Redes de Computadores - totalizando 990 horas (27%
da carga curricular do curso), as quais visam a formação profissional de um
engenheiro na grande área elétrica.
● Componentes Curriculares Específicas: Eletrônica Digital 2, Eletrônica
Analógica 2, Teoria Eletromagnética e Ondas, Linguagens de Descrição de
Hardware, Amplificadores e Filtros, Sistemas de Controle 2, Sistemas de
Automação 1, Sistemas Microprocessados 2, Eletrônica de Potência,
Instrumentação, Processamento Digital de Sinais, Sistemas Embarcados,
28
Sistemas de Automação 2, Optativa de Eletrônica 1, Optativa de Eletrônica 2
- totalizando 1024 horas (27,9% da carga curricular), as quais direcionam e
especializam a formação do estudante especificamente para a área de
eletrônica.
Ainda no concernente à organização do curso, cabe destacar as linhas de
formação (não destacadas visualmente na grade representativa), as quais são:
● Linha básica científica e humanista: Cálculo 1, Química Geral e
Experimental, Física 1 Geral e Experimental, Física 2 Geral e
Experimental, Cálculo 2, Álgebra Linear, Probabilidade e Estatística,
Física 3 Geral e Experimental, Cálculo 3, Equações Diferenciais,
Introdução às Equações Diferenciais Parciais Métodos numéricos,
Ciência, Tecnologia e Sociedade, Optativa de Linguagens, Matemática
Aplicada, Formação Social, Política e Cultural do Brasil
● Linha básica da engenharia: Introdução à Engenharia Eletrônica,
Desenho Técnico, Algoritmos,Introdução à Administração da Produção
e Liderança, Programação Estruturada, Fenômenos de Transporte,
Mecânica do Sólidos, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável,
Princípios de Economia
● Linha de formação na grande área elétrica: Medidas Elétricas,
Circuitos Elétricos 1, Circuitos Elétricos 2, Materiais Elétricos e
Magnéticos, Circuitos Elétricos 3, Conversão de Energia, Instalações
Elétricas, Optativa de Eletrônica 1 e Optativa de Eletrônicas 2
● Linha em sistemas de comunicações: Comunicações Analógicas,
Comunicações Digitais, Redes de Computadores, Teoria
Eletromagnética e Ondas,
● Linha em sistemas analógicos: Eletrônica Analógica 1, Eletrônica
Analógica 2, Amplificadores e Filtros, Instrumentação, Eletrônica de
Potência,
● Linha em sistemas digitais: Eletrônica Digital 1, Estrutura de Dados,
Programação Orientada a Objetos, Sistemas Microprocessados 1,
Eletrônica Digital 2, Linguagens de Descrição de Hardware, Sistemas
Microprocessados 2, Processamento Digital de Sinais, Sistemas
Embarcados,
● Linha de controle e automação: Sistemas de Controle 1, Sistemas de
Controle 2, Sistemas de Automação 1, Sistemas de Automação 2
29
Horas Aula Horas Relógio
Aulas Presencial Presencial
SEM. Componente Curricular A A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Cálculo 1 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Álgebra Linear 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Desenho Técnico 4 52 20 8 80 43 17 6 66
1
Física 1 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
Introdução à Engenharia Eletrônica 2 24 8 8 40 20 7 6 33
TOTAL 1° SEMESTRE 20 288 68 44 400 240 57 34 331
Física 1 Geral e Experimental
Física 2 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
Cálculo 1
Cálculo 2 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 1
Química Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100
2
Ciência, Tecnologia e Sociedade 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 2 32 0 8 40 27 0 6 33
TOTAL 2° SEMESTRE 20 276 80 44 400 231 66 35 332
Física 3 Geral e Experimental 6 68 40 12 120 57 33 10 100 Física 2 Geral e Experimental
Cálculo 3 4 72 0 8 80 60 0 6 66 Cálculo 2
Cálculo 2
Equações Diferenciais 4 72 0 8 80 60 0 6 66
3 Álgebra Linear
Medidas Elétricas 2 8 28 4 40 7 23 3 33 Introdução à Engenharia Eletrônica
Circuitos Elétricos 1 4 64 8 8 80 53 7 6 66 Álgebra Linear
TOTAL 3° SEMESTRE 20 284 76 40 400 237 63 31 331
Circuitos Elétricos 1
Circuitos Elétricos 2 4 64 8 8 80 53 7 6 66 Equações Diferenciais
Física 3 Geral e Experimental
Algoritmos 4 36 36 8 80 30 30 6 66
Introdução à Administração da Produção e
4 72 0 8 80 60 0 6 66 Introdução à Engenharia Eletrônica
Liderança
4 Química Geral e Experimental
Materiais Elétricos e Magnéticos 4 64 8 8 80 53 7 6 66
Física 3 Geral e Experimental
Equações Diferenciais
Introdução às Equações Diferenciais Parciais 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Cálculo 3
30
Horas Aula Horas Relógio
Aulas
SEM. Componente Curricular Presencial A Presencial A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
31
Horas Aula Horas Relógio
Aulas
SEM. Componente Curricular Presencial A Presencial A Pré-Requisitos
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Programação Estruturada
Sistemas de Automação 1 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Eletrônica Digital 1
Sistemas Microprocessados 1
Sistemas Microprocessados 2 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Programação Orientada a Objetos
Eletrônica Analógica 2
9 Eletrônica de Potência 4 48 24 8 80 40 20 6 66
Circuitos Elétricos 3
Instrumentação 4 48 24 8 80 40 20 6 66 Amplificadores e Filtros
Comunicações Analógicas
Comunicações Digitais 4 56 16 8 80 47 13 6 66
Probabilidade e Estatística
TOTAL 9° SEMESTRE 20 248 112 40 400 207 93 30 330
Instalações elétricas 4 56 16 8 80 47 13 6 66 Eletrônica de Potência
Sistemas Microprocessados 2
Processamento Digital de Sinais 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Amplificadores e Filtros
Matemática Aplicada
10
Sistemas Embarcados 4 36 36 8 80 30 30 6 66 Sistemas Microprocessados 2
Sistemas de Automação 2 4 52 20 8 80 43 17 6 66 Sistemas de Automação 1
Optativa de Linguagens 4 72 0 8 80 60 0 6 66 vide pré-requisitos específicos
TOTAL 10° SEMESTRE 20 268 92 40 400 223 77 30 330
Conversão de Energia, Sistemas de Controle 2, Sistemas
Trabalho de Conclusão de Curso 1 2 12 0 28 40 10 0 23 33
Microprocessados 1, Comunicações Analógicas
Redes de Computadores 4 60 12 8 80 50 10 6 66 Comunicações Digitais
Optativa de Eletrônica 1 4 52 20 8 80 43 17 6 66 vide pré-requisitos específicos
Optativa de Eletrônica 2 4 52 20 8 80 43 17 6 66 vide pré-requisitos específicos
11 Princípios de Economia 2 36 0 4 40 30 0 3 33 Probabilidade e Estatística
Física 1 Geral e Experimental
Mecânica dos Sólidos 2 36 0 4 40 30 0 3 33
Equações Diferenciais
Optativa Geral 2 36 0 4 40 30 0 3 33 vide pré-requisitos específicos
TOTAL 11° SEMESTRE 20 284 52 64 400 236 44 50 330
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2, Teoria
Estágio Obrigatório - 192 - 192 160 - 160
Eletromagnética e Ondas
12 Trabalho de Conclusão de Curso 2 2 8 0 32 40 6 0 27 33 Trabalho de Conclusão de Curso 1
TOTAL 12° SEMESTRE 2 200 0 32 232 166 0 27 193
ATIVIDADES COMPLEMENTARES 72 60
CARGA HORÁRIA TOTAL 4128 504 4704 3440 388 3888
32
HORAS AULA HORAS RELÓGIO
Aulas
Alternativa Componente Curricular Presencial A Presencial A PRÉ-REQUISITOS
Semanais Total Total
Teoria Prática distância Teoria Prática distância
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
1 Língua Portuguesa 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
2 Língua Espanhola 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
3 Língua Inglesa 4 72 0 8 80 60 0 6 66
Teoria Eletromagnética e Ondas
33
OPTATIVAS DE ELETRÔNICA 1 E 2
34
6.10 Programa por Componentes Curriculares
PRIMEIRO SEMESTRE
Ementa
Estudo dos limites, de continuidade e de derivadas de funções de uma variável real, aprofundando a
compreensão sobre funções.
Referências Básicas
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 10. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2014.
2 v. ISBN 9788582602256 (v.1).
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2006. ix, 448 p. ISBN
9788576051152.
THOMAS, George Brinton. Cálculo: George B. Thomas. 11. ed. São Paulo: Pearson, 2009. 2 v.
ISBN 9788588639317(v.1).
Referências Complementares
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2003. 2 v.
ISBN 9788521613701 (v.1).
BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral: volume 1. São Paulo, SP: Makron Books, 1999. xii,
381 p. ISBN 9788534610414.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).
STEWART, James. Cálculo. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. 2 v. ISBN 9788522106608
(v.1).
Pré-requisitos:---
35
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Vetores. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Retas. Planos. Cônicas. Matrizes,
Determinantes e Sistemas lineares. Espaços Vetoriais. Transformações Lineares. Autovalores e
autovetores. Diagonalização.
Referências Básicas
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2001. 572 p. ISBN 9788573078473.
BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3. ed. ampl. e rev. São Paulo, SP: Harbra, c1986. 411 p.
ISBN 9788529402024.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo, SP: Makron Books,
c1987. x, 583 p. ISBN 9780074504123.
Referências Complementares
CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H.; COSTA, Roberto C. F. Álgebra linear e aplicações.
6. ed. reform. São Paulo: Atual, 1990. 352 p. ISBN 9788570562975.
LAWSON, Terry. Álgebra linear. São Paulo: Edgar Blücher, 1997. 348 p. ISBN 9788521201458.
LAY, David. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 470 p. ISBN-13
9788521622093
LEON, Steven J. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2011. 451 p.
ISBN 9788521617693.
SANTOS, Fabiano José dos; FERREIRA, Silvimar Fábio. Geometria analítica. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2009. xvii, 216 p. ISBN 9788577804825.
Pré-requisitos:---
Estudar as notações mais usuais no Desenho Técnico dentro das normas técnicas. Mostrar aos
alunos a maneira correta do uso dos instrumentos de desenho. Cultivar a ordem e a clareza na
apresentação dos trabalhos gráficos.
36
Ementa
Representação Gráfica Plana: vistas ortogonais nos sistemas universal e norte-americano. Cortes.
Cotação. Vistas auxiliares. Representação gráfica espacial: perspectiva isométrica. Desenho
Assistido por Computador (CAD).
Referências Básica
BUENO, Claudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para engenharias.
Curitiba, PR: Juruá, 2008. 196 p. ISBN 9788536216799.
LEAKE, James M.; BORGERSON, Jacob L. Manual de desenho técnico para engenharia:
desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC, 2010. ISBN 9788521617372.
SILVA, Arlindo; RIBEIRO, Carlos Tavares.; DIAS, João; SOUSA, Luís. Desenho Técnico Moderno.
4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 724 p. ISBN: 9788521615224
Referências Complementares
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007. xiv, 428 p. ISBN
9788521615675.
COTRIM, Ademaro A.M.B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2009. viii, 496 p. ISBN 9788576052081.
JUNGHANS, Daniel. Informática aplicada ao desenho técnico. Curitiba: Base Editorial, 2010. 224
p. (Educação Profissional ; Ensino Médio Técnico). ISBN 9788579055478.
MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 666 p. ISBN
9788521617426.
STRAUHS, Faimara do Rocio. Desenho Técnico. Curitiba, PR: Base Editorial, 2010. 112 p.
(Educação Profissional ; Ensino Médio Técnico). ISBN 9788579055393.
Pré-requisitos:---
Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para as
componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da
Física Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso crítico
para a análise, interpretação e resolução de problemas.
Ementa
Estudos das grandezas físicas, dos vetores e da cinemática. Estudo das Leis de Newton, da
energia, do momento linear, das colisões e do movimento de um sistema de partículas. Realização
de procedimentos experimentais envolvendo os seguintes tópicos: movimento retilíneo, movimento
no plano, leis de Newton, trabalho e energia cinética, energia potencial e conservação de energia,
quantidade de movimento linear e choques, rotação de corpos rígidos, gravitação.
Referências Básicas
37
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2012. 4 v. ISBN 9788521619031 (v. 1).
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 1).
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.1).
Referências Complementares
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. São Paulo, SP: Blücher,
1972. 2 v. ISBN 9788521200383 (v.1).
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Mecânica. 12. ed. São Paulo:
Pearson, 2009. (v.1). ISBN 9788588639300.
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 9. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, c2002. 685 p. ISBN
853630040X.
NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica. 4. ed., rev. São Paulo, SP: Blücher, c2002. 4
v. ISBN 9788521202981 (v.1).
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A.
Física I : mecânica. [Link]. -. Rio de Janeiro: A. Wesley, 2003. ISBN 9788588639010.
Pré-requisitos:---
Introduzir o curso de Engenharia Eletrônica e aspectos de senso ético, meio ambiente, energias
renováveis e atuação dos profissionais no campo de trabalho do engenheiro eletrônico. Abordar
conceitos de ciência e tecnologia. Apresentar noções da história da engenharia no Brasil e no
mundo. Acolher e ambientar o estudante ao curso.
Ementa
Referências Básicas
BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à Engenharia: conceitos,
ferramentas e comportamentos. 4. ed. rev. Florianópolis, SC: Editora da UFSC, 2014. 292 p.
(Coleção Didática ;). ISBN 978853286420.
HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2006. 220 p. ISBN 9788521615118.2013 1 recurso online ISBN 978-85-216-2315-1
38
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica.
7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. ISBN 9788522457588.
Referências Complementares
DYM, Clive L; LITTLE, Patrick. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto.
3. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 346 p. ISBN 9788577806485.
Pré-requisitos:---
39
SEGUNDO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
SERWAY, Raymond A. Princípios de física, v.2. São Paulo Cengage Learning 2014 1 recurso
online ISBN 9788522116874.
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.1).
Referências Complementares
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. São Paulo, SP: Blücher,
1972. 2 v. ISBN 9788521200383 (v.1).
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Termodinâmica e Ondas. 12.
ed. São Paulo: Pearson, 2009. (v.2). ISBN 9788588639331.
GASPAR, Alberto. Física 2: ondas, óptica e termodinânica. 2. ed. São Paulo: Ática, 2011. 368
p. ISBN 9788508123681 (aluno).
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p.
ISBN 9788577808908.
40
O objetivo geral do componente curricular é permitir que o aluno adquira domínio dos conceitos
e técnicas envolvidos nos conteúdos apresentados na ementa e seja capaz de relacionar estes
conhecimentos em estudos envolvendo aplicações de Engenharia Eletrônica.
Ementa
Estudo das integrais de funções de uma variável real, das sequências e das séries infinitas,
dando continuidade ao aprofundamento da compreensão das funções.
Referências Básicas
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 10. ed. Porto Alegre, RS: Bookman,
2014. 2 v. ISBN 9788582602256 (v.1).
THOMAS, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R. Cálculo. vol. 1.
[Link]. São Paulo: Pearson, 2012. recurso online ISBN 9788581430867.
WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: George B. Thomas: v.2. [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. v.2 ISBN 9788581430874.
Referências Complementares
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. [Link]. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. 606 p.
ISBN 9788560031801 (v. 2).
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação e
integração. 6. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2006. ix, 448 p. ISBN
9788576051152.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos
e Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).
STEWART, James. Cálculo. Vol. 1. 6ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 712 p. ISBN
978-8522106608
STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. 6ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. 652 p. ISBN
9788522106615
Pré-requisitos: Cálculo 1
Ementa
Sistemas Materiais. Estrutura Atômica. Tabela Periódica. Ligação Química. Funções Químicas.
Soluções. Estequiometria. Gases. Termodinâmica e Termoquímica. Cinética. Eletroquímica.
Equilíbrio Químico.
Referências Básicas
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. Eugene; BURSTEN, Bruce E. Química - A Ciência Central.
41
13ª Edição. São Paulo: Editora Pearson Prentice Hall, 2016. 992 págs. ISBN: 9788543018485
BROWN, Lawrence S; HOLME, Thomas A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo,
SP: Cengage Learning, c 2016. xxxi, 628 p. ISBN 9788522118205
KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; TOWNSEND, John R.; TREICHEL, David A. Química
Geral e reações químicas. 9 ed. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2016. 615 p. (1). ISBN
9788522118274. (v.1) e (v.2)
Referências Complementares
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard E. Química geral (2 v). 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Livros Técnicos e Científicos, 1986, 1990. ISBN 9788521604488 (v. 1) e 9788521604495 (v. 2)
RUSSELL, John Blair. Química geral. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, 2000. 2 v.
ISBN 9788534601924 (v.1 e v.2)
SOLOMONS, T. W. Graham; Fryhle, Craig B. Química Orgânica. 12 ed. LTC, 2018. ISBN
9788521635529 (v.1) 97885201635505 (v. 2) vol. 1 e 2
Pré-requisitos:---
Ementa
42
Referências Básicas
CHALMERS, Alan Francis. O que é ciência afinal?. São Paulo, SP: Brasiliense, 1983. 224 p.
ISBN 8511120610.
GIDDENS, Anthony. As consequências da modernidade. São Paulo, SP: UNESP, 1991. 193
p. ISBN 9788571390223..
Referências Complementar
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, c1999, 2009. xxx, 698 p.
(A era da informação : economia, sociedade e cultura ; 1). ISBN 9788577530366 (v. 1).
HAN, Byung-Chul. Sociedade do cansaço. Editora Vozes 140 (recurso online) ISBN
9788532649966.
TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2006. xvi, 282 p. ISBN 9788535217858.
Pré-requisitos:---
Ementa
Referências Básicas
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2017. ISBN 9788597010336
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro:
Garamond, 2005. ISBN 9788576170518
43
Referências Complementares
DONAIRE, Denis. Gestão Ambiental na empresa. 3ª. ed. São Paulo: ATLAS, 2018. ISBN
9788597017151
MIGUEZ, Eduardo Correia. Logística Reversa como Solução para o Problema do Lixo
Eletrônico: benefícios ambientais e financeiros. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2010. ISBN
978-8573039504
Pré-requisitos: ---
44
TERCEIRO SEMESTRE
Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para
as componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da
Física Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso
crítico para a análise, interpretação e resolução de problemas.
Ementa
Carga elétrica, lei de Coulomb, campo elétrico, lei de Gauss, potencial elétrico, capacitância e
dielétricos, circuitos de corrente contínua, campos magnéticos estáticos e suas fontes.
Realização de procedimentos experimentais envolvendo os tópicos relacionados.
Referências Básica
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2012. 4 v. ISBN 9788521619031 (v.3).
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 3).
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v. 2).
Referências Complementares
FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Matthew. Lições de física. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2008. 3 v.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Eletromagnetismo. 12. ed. São
Paulo: Pearson, 2009. (v. 3). ISBN 9788588639348.
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p.
ISBN 9788577808908.
GASPAR, Alberto. Física 3: eletromagnetismo e física moderna. 2. ed. São Paulo: Ática, 2009.
352 p. ISBN 9788508123704
45
Capacitar o aluno a usar os conceitos fundamentais das Integrais Múltiplas, Linha e Superfícies
e aplicar esses conceitos na resolução de modelos práticos; Fornecer ao aluno um forte
embasamento teórico e prático sobre os Teoremas Clássicos Green, Stokes e Gauss. Com isso
fornecer um instrumental para resolver problemas nas mais diversas áreas da Ciências e
Engenharias.
Ementa
Estudo das funções vetoriais, das derivadas parciais, dos sistemas de coordenadas polares,
cilíndricas e esféricas e das integrais múltiplas, aprofundando ainda mais a compreensão sobre
funções.
Referências Básica
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. [Link]. Porto Alegre, RS: Bookman,
2007. 606 p. ISBN 9788560031801 (v. 2).
STEWART, James. Cálculo. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2010. 2 v. ISBN
9788522106608 (v.1).
WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: George B. Thomas: v.2. [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. v.2 ISBN 9788581430874.
Referências Complementares
BOULOS, Paulo; ABUD, Zara Issa. Cálculo diferencial e integral: volume 2. 2. ed. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2002. xi, 349 p. ISBN 9788534614580.
GONÇALVES, Mirian Buss; FLEMMING, Diva Marília. Cálculo B: funções de várias variáveis,
integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2007. x, 435 p. ISBN 9788576051169.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos, 2001. -- v. ISBN 9788521612599(v.1).
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. [Link]. São Paulo, SP: Harbra, c1994. 2
v. ISBN 9788529400941 (v. 1).
WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; George B. Thomas. Cálculo: volume 2. [Link]. São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2012. ISBN 9788581430874 (v. 2)
Pré-requisitos: Cálculo 2
46
básicos de resolução de equações diferenciais. Propiciar ao aluno desenvoltura em classificar e
manipular problemas que envolvam equações diferenciais, com técnicas específicas de
abordagem, adequadas à resolução de cada um.
Ementa
Referências Básicas
BRONSON, Richard; COSTA, Gabriel B. Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2008. viii, 400 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788577801831.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).
Referências Complementares
DOERING, Claus Ivo; LOPES, Artur O. Equações diferenciais ordinárias. [Link]. 423p (Coleção
matemática universitária) ISBN 9788524402395.
FIGUEIREDO, Djairo Guedes; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas. Rio
de Janeiro: IMPA, 2012. 307 p. (Coleção matemática universitária) ISBN 9788524402821
IÓRIO, Valéria de Magalhães. EDP, um curso de graduação. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: Instituto
Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, 2012. 275p (Coleção matemática universitária)
ISBN 9788524400650
MACHADO, KLEBER DAUM. Equações Diferenciais Aplicadas. 1ª ed. Ponta Grossa: Ed.
Todapalavra, 2012. 751 p. ISBN 978-8562450259
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Matemática avançada para engenharia. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2009. 3 v. ISBN 9788577805624(v.3)
Dar aos discentes conhecimentos práticos de medições de grandezas elétricas, bem como nele
incutir o gosto pelas montagens experimentais de circuitos elétricos.
Ementa
Sistema de Unidades. Definições e conceitos sobre medidas. Teoria dos Erros. Principais
grandezas elétricas. Medida das principais grandezas elétricas.
Referências Básicas
47
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de
medidas. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 2 v. ISBN 9788521617549 (v.1).
ROLDÁN, José. Manual de medidas elétricas. [s. l.]: Hemus, c2002. 128 p. ISBN 8528902323.
Referências Complementares
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.
WITTE, Robert A. Electronic Test Instruments: Analog And Digital Measurements. 2 ed.
Prentice Hall, 2002. ISBN-13: 978-0130668301
Ementa
Referências Básicas
HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218
48
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.
Referências Complementares
COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.
DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.
IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.
49
QUARTO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2009. 575 p. ISBN 9788576051596.
Referências Complementares
COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.
DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.
IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.
50
Objetivo geral do componente curricular
O objetivo geral é permitir que o aluno desenvolva o raciocínio lógico aplicado à solução de
problemas em nível computacional, além de introduzir os conceitos básicos de desenvolvimento
de algoritmos, de forma a propiciar aos alunos uma visão crítica e sistemática sobre resolução
de problemas e prepará-los para a atividade de programação.
Ementa
Algoritmos: formas de representação (algoritmos sequenciais, com seleção, com repetição, com
acumuladores), vetores e matrizes. Programação com linguagem de programação estruturada.
Procedimentos e Funções.
Bibliografias Básicas
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (Padrão ANSI) e Java. 3. ed.
São Paulo, SP: Pearson, 2012. x, 569 p. ISBN 9788564574168.
Referências Complementares
FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 208p. ISBN
9788535232490.
SILVA, Osmar Quirino. Estruturas de Dados e Algoritmos Usando C. 1 Ed. Ciência Moderna,
2007. 472 p. ISBN-13: 9788573936117
Pré-requisitos: ---
51
organizacional de forma a permitir-lhe analisar, interpretar e intervir nos processos de gestão
das organizações.
Ementa
Referências Básicas
GINO, Francesca. À Risca! - Tomada de Decisão- Como Não Desviar da Rota Planejada e
Acelerar. Da Boa Prosa: São Paulo, 2014. 272 p. ISBN 8564684535
Referências Complementares
PALADINI, Edson P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2012.
xvii, 302 p. ISBN 9788522471157.
52
Ementa
Referências Básicas
SCHMIDT, Walfredo. Materiais Elétricos, Editora Edgard Blücher Ltda; Vol. 1, 2 e 3. 3a Ed.,
2010. ISBN 978-8521205203, ISBN 978-8521205210, ISBN 978-8521205487.
JILES, David C., Introduction to Magnetism and Magnetic Materials, 2a. ed. Crc Press, 1998.
570 p. ISBN-13: 978-0412798603
ASKELAND, Donald R; WRIGHT, Wendelin J., The Science and Engineering of Materials, 6th
Ed, Cencage Learning, 2011. 944 p. ISBN-13: 978-0495296027
JONES, Ian P., Materials Science for Electrical and Electronic Engineers, 1aed. Oxford
University Press, 2001. 360 p. ISBN-13: 978-0198562948
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais - 6ª edição. Pearson 574 (recurso online)
ISBN 9788576051602.
Ementa
53
Referências Básicas
BRONSON, Richard; COSTA, Gabriel B. Equações diferenciais. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2008. viii, 400 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788577801831.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).
Referências Complementares
DOERING, Claus Ivo; LOPES, Artur O. Equações diferenciais ordinárias. [Link]. 423p (Coleção
matemática universitária) ISBN 9788524402395
FIGUEIREDO, Djairo Guedes; NEVES, Aloisio Freiria. Equações diferenciais aplicadas. Rio
de Janeiro: IMPA, 2012. 307 p. (Coleção matemática universitária) ISBN 9788524402821
IÓRIO, Valéria de Magalhães. EDP, um curso de graduação. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: Instituto
Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, 2012. 275p (Coleção matemática universitária)
ISBN 9788524400650
MACHADO, Kleber Daum. Equações Diferenciais Aplicadas. 1ª Ed. Ponta Grossa: Ed.
Todapalavra, 2012. 740 p. ISBN 978-8562450518
ZILL, Dennis G. Matemática avançada para engenharia, v.1. 3. Porto Alegre Bookman 2011 1
recurso online ISBN 9788577804771.
Ementa
54
Referências Básicas
REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. 9. ed. Rio de Janeiro, RJ:
FGV, 2007. 278 p. ISBN 9788522505968.
SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI.
[Link]. Rio de Janeiro: Record, 2014. 475 p. ISBN 978850159390.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia: Com novo
pós-escrito. Editora Companhia das Letras, 2015. 792 p. ISBN 9788535925661
Referências Complementar
CHAUI, Marilena. Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Perseu Abramo,
2000. 103 p. ISBN: 9788586469275
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da
economia patriarcal. 51. ed. São Paulo, SP: Global Editora, 2006. 727 p. (Introdução à história da
sociedade patriarcal no Brasil ; 1). ISBN 9788526008694.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 34. ed. São Paulo, SP: Companhia das
Letras, 2007. 351 p. ISBN 9788535909524.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2014. ISBN:
9788535925487
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3. ed. São Paulo:
Companhia das Letras, 2008. 476 p. ISBN 9788571644519.
Pré-requisitos:---
55
QUINTO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
HAYT, William Hart; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de circuitos em
Engenharia. São Paulo, SP: McGraw-Hill, 2008. 858 p. ISBN 9788577260218
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009. 575 p. ISBN 9788576051596.
Referências Complementares
COSTA, Vander Menengoy da. Circuitos Elétricos Lineares: Enfoques Teórico e Prático.
Editora Interciência 544 (recurso online) ISBN 9788571933019.
DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. Introdução aos circuitos elétricos. 9. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016. xx, 873 p. ISBN 9788521630760.
IRWIN, J. David. Análise básica de circuitos para engenharia. 10. Rio de Janeiro LTC 2013 1
recurso online ISBN 978-85-216-2320-5.
O objetivo geral do componente curricular é fazer com que o aluno consiga desenvolver
soluções computacionais utilizando linguagem de programação estruturada.
Ementa
56
Características da programação estruturada e desenvolvimento de algoritmos através de divisão
modular e refinamentos sucessivos. Desenvolvimento de programas através do uso de: tipos de
dados, cadeias de caracteres, estruturas de controle de seleção e repetição, vetores, matrizes,
funções, bibliotecas e ponteiros. Uso de linguagem de programação estruturada, compiladores,
ambientes de desenvolvimento de programas e prototipação de sistemas.
Referências Básicas
DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. C: como programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011. xxvii, 818 p. ISBN 9788576059349.
Referências Complementares
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos
da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ (Padrão ANSI) e Java. 3. ed.
São Paulo, SP: Pearson, 2012. x, 569 p. ISBN 9788564574168..
FEOFILOFF, Paulo. Algoritmos em linguagem C. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 208p. ISBN
9788535232490.
MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em linguagem C++. [Link]. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, c2006. 2 v. ISBN 9788576050452 (v.1).
SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.
ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 3. ed., rev. ampl.
São Paulo: Cengage Learning, 2011. 625 p. ISBN 9788522110506
Pré-requisitos: Algoritmos
Introduzir o aluno ao estudo dos circuitos eletrônicos, apresentando as suas propriedades físicas
fundamentais, os componentes básicos e suas aplicações práticas.
Ementa
Referências Básica
57
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555769 (v.1).
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223.
Referências Complementares
CRUZ, Eduardo Cesar Alves; CHOUERI JÚNIOR, Salomão. Eletrônica aplicada. São Paulo,
SP: Érica, 2008. 296 p. ISBN 9788536501505.
MARQUES, Angelo Eduardo B.; CHOUERI JÚNIOR, Salomão; CRUZ, Eduardo Cesar Alves.
Dispositivos semicondutores: diodos e transistores. 12. ed. São Paulo: Érica, 2008. 392 p.
ISBN 9788571943179
Ementa
Representações binárias. Aritmética binária. Portas lógicas. Álgebra booleana. Famílias lógicas e
padrões de entrada/saída digitais. Circuitos lógico-combinacionais. Circuitos aritméticos.
Introdução a HDL: representação HDL de circuitos combinacionais e aritméticos.
Referências Básica
FLOYD, Thomas L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. 9. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2007. 888 p.
PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.
TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 11. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xx, 817 p. ISBN 9788576059226.
Referências Complementares
58
BIGNELL, James; DONOVAN, Robert. Eletrônica digital. São Paulo, SP: Cengage Learning,
2010. xviii, 648 p. ISBN 9788522107452.
COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.
D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524.
URBANETZ JUNIOR, Jair; MAIA, José da Silva. Eletrônica aplicada. Curitiba, PR: Base
Editorial, 2010. 144 p. ISBN 9788579055751.
VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDLS. Porto Alegre, RS: Bookman,
2008. XIV,558p. ISBN 9788577801909.
Ementa
Referências Básicas
HAYKIN, Simon S.; MOHER, Michael. Sistemas de comunicação. 5. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2011. 512 p. ISBN 9788577807253
LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. vii, 856 p.
ISBN 9788560031139.
OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S. Sinais e sistemas. 2. ed. São Paulo: Prentice-Hall,
2010. 568 p. ISBN 9788576055044.
Referências Complementares
CHAPMAN, Stephen J. Programação em MATLAB para engenheiros. 2. ed. São Paulo, SP:
Cengage Learning, c2011. xvii, 410 p. ISBN 9788522107896.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106
ROBERTS, Michael J., Dr.. Fundamentos em sinais e sistemas. São Paulo, SP: McGraw-Hill,
2009. xix, 764 p. ISBN 9788577260386
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [Link]. São Paulo, SP: Makron
Books, c2001. 2v. ISBN 9788534612913 (v.1).
59
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais: volume 2. 3. ed. São Paulo:
Makron Books, 2001. 434 p. ISBN 9788534611411.
60
SEXTO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
BIGNELL, James; DONOVAN, Robert. Eletrônica digital. São Paulo, SP: Cengage Learning,
2010. xviii, 648 p. ISBN 9788522107452.
FLOYD, Thomas L. Sistemas digitais: fundamentos e aplicações. [Link]. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2007. 888 p.
PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.
Referências Complementares
COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.
D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais . Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524.
GONÇALVES JÚNIOR, Nelson A.; MARTINI, João Angelo. Princípios de VHDL. Maringá, PR:
EDUEM, 2009. 178 p. ISBN 9788576282068
IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de eletrônica digital. 41. ed. São Paulo,
SP: Érica, 2012. 544 p. ISBN 9788571940192.
PEDRONI, Volnei A. Finite State Machines in Hardware – Theory and Design (with VHDL
and SystemVerilog). MIT Press, 2013. ISBN: 0262019663
61
Estudar os processos de realimentação e suas conseqüências. Desenvolver os
conhecimentos básicos sobre projetos de circuitos com realimentação. Estudar os sistemas
realimentados e osciladores.
Ementa
Referências Básicas
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555929 (v.2).
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223.
Referências Complementares
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 8. ed. São Paulo, SP: Makron Books, 2016. . ISBN
978-8580555769 (v.1).
O objetivo geral do componente curricular é fazer com que o aluno consiga desenvolver
soluções computacionais utilizando recursos avançados de estruturas de dados em seus
programas, independente da linguagem de programação que for utilizada.
Ementa
62
Referências Básicas
DROZDEK, Adam. Estrutura de dados e algoritmos em C++. São Paulo: Cengage Learning,
2002. ISBN 8522102953.
SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.
VELOSO, Paulo A. S. et al. Estruturas de dados. Rio de Janeiro, RJ: Campus, 1983. 228 p.
ISBN 8570013523.
Referências Complementares
ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; ARAÚJO, Graziela Santos de. Estruturas de dados:
algoritmos, análise da complexidade e implementações em Java e C/C++. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2010. xii, 432 p. ISBN 9788576058816.
DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M. C: como programar. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011. xxvii, 818 p. ISBN 9788576059349.
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. C++ como programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2006. xlii, 1163 p. ISBN 9788576050568.
Ementa
Referências Básicas
EDMINISTER, Joseph A.; NAHVI, Mahmood. Eletromagnetismo. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2013. 357 p. (Coleção Schaum). ISBN 9788565837149.
HAYT, William Hart; BUCK, John A. Eletromagnetismo. 8. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012.
616 p. ISBN 978-8580551532.
63
SADIKU, Matthew N. O. Elementos de eletromagnetismo. 5. ed. Porto Alegre, RS: Bookman,
2012. xvi, 702 p. ISBN 9788540701502.
Referências Complementares
CHENG, David K., Field and wave Electromagnetics. Pearson New International Edition,
Pearson, 2013720 p, ISBN 978-1292026565.
PEREIRA, José Fernando da Rocha, PINHO, Pedro Renato Tavares, ROCHA, Armando Carlos
Domingues. Propagação Guiada de Ondas Eletromagnéticas. LTC ed.1. 2014. 344 p.
ISBN-13: 978-8521625919
ULABY, Fawwaz T. Eletromagnetismo para engenheiros. Porto Alegre: Bookman, 2007. ix,
378 p. ISBN 9788560031191.
Ementa
Referências Básicas
FOX, Robert W.; MCDONALD, Alan T; PRITCHARD, Philip J.; MITCHELL, John W. Introdução
à mecânica dos fluidos. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. 724 p. ISBN 978-8521634812.
WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos. 8. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2018. 864 p. ISBN
978-8580556063.
Referências Complementares
BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E.; LIGHTFOOT, Edwin N. Fenômenos de transporte. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2011. xv, 838 p. ISBN 9788521613930
64
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. 2. ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, c2012. 342 p. ISBN 9788521620280.
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2008.
431 p. ISBN 9788576051824.
ÇENGEL, Yunus A.; GHAJAR, Afshin J. Transferência de calor e massa: uma abordagem
prática. 4. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012. xxii, 902 p. ISBN 9788580551273
65
SÉTIMO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
BURDEN, Richard L.; FAIRES, J. Douglas; BURDEN, Annette M. Análise numérica. 3. ed. São
Paulo, SP: Cengage Learning, 2016. xvi, 879 p. ISBN 9788522123407.
FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo numérico. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2007. xii,
505 p. ISBN 9788576050872.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos
teóricos e computacionais. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Makron Books, c1998. 406 p. ISBN
9788534602044.
Referências Complementares
BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo:
Harbra, 1987. ISBN 8529400895.
CUNHA, M. Cristina C. Métodos numéricos. 2. ed. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2000. 276 p.
ISBN 9788526808775.
PRESS, William H. et al. Numerical Recipes in C++. Cambridge: Cambridge University, 2002.
1032 p. ISBN-13: 978-0521750332
Pré-requisitos: Cálculo 2
66
O objetivo geral da componente curricular é permitir que o aluno estabeleça relações entre o
raciocínio procedimental e o orientado a objetos, entendendo o que são e como os objetos
podem ser construídos usando uma linguagem de programação orientada a objetos.
Ementa
Referências Básicas
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J. C++ como programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2006. xlii, 1163 p. ISBN 9788576050568.
Referências Complementares
HORSTMANN, Cay S.; CORNELL, Gary. Core JAVA/ fundamentos. 8. ed. São Paulo, SP:
Pearson, 2010. 383 p. ISBN 9788576053576..
HORSTMANN, Cay S. Conceitos de computação com Java. 5. ed. Porto Alegre: Bookman,
2009 720 p. ISBN 9788577803521
Ementa
67
Linguagens e sistemas de descrição de hardware (HDL). Linguagem HDL: síntese e simulação.
Testbenches e técnicas de construção de testbenchs (manuais e automatizados). Processo de
síntese e simulação em HDL. Projeto de máquinas de estado em HDL. Técnicas de conversão
de algoritmos para HDL. Dispositivos lógico-programáveis.
Referências Básicas
COSTA, César da. Projetos de circuitos digitais com FPGA. [Link]., rev. ampl. São Paulo, SP:
Érica, 2014. 224p. ISBN 9788536505855.
D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012. xiii, 292 p. ISBN 9788521620549.
PEDRONI, Volnei A. Circuit Design with VHDL. MIT Press, 2020. ISBN: 0262042649
Referências Complementares
JASINSKI, Ricardo Effective Coding with VHDL – Principles and Best Practice. MIT Press,
2016. ISBN: 0262034220
MONK, Simon. Programming FPGAs: Getting Started with Verilog. McGraw-Hill, 2016. ISBN:
9781259643767
PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010.
619 p. ISBN 9788535234657.
UNSALAN, Cem, TAR, Bora. Digital System Design with FPGA: Implementation Using
Verilog and VHDL. McGraw-Hill, 2017. ISBN: 9781259837906
Ementa
Referências Básicas
68
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2013. 814 p. ISBN 9788521619956.
NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 7. Rio de Janeiro LTC 2017 772p.
ISBN 9788521634379.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106.
Referências Complementares
ASTRÖM, Karl J.; HÄGGLUND, Tore. PID controllers: theory, design, and tuning. 2. ed. North
Carolina: Instrument Society of America, 1995. viii, 343 p. ISBN 1556175167
FRANKLIN, Gene F.; POWELL, [Link]; EMAMI-NAEINI, Abbas. Sistemas de Controle para
Engenharia. Bookman, 2013. 721p. ISBN 8582600674
GOLNARAGHI, Farid; KUO, Benjamin C. Automatic control systems. 9th ed. New Jersey, US:
John Wiley & Sons, c2010. xiii, 786p. ISBN 9780470048962.
Capacitar o aluno para análise e projeto em circuitos com amplificadores operacionais. Entender
técnicas de realimentação. Entender e utilizar amplificadores operacionais em aplicações
lineares e não lineares. Capacitar o aluno à análise e projetos de filtros analógicos ativos.
Ementa
Referências Básicas
FRANCO, Sergio. Design With Operational Amplifiers And Analog Integrated Circuits. 4 ed.
2016. McGraw Hall India. 773p. ISBN 9352601947
HUIJSING, Johan. Operational Amplifiers: Theory And Design. 3. Ed. Springer, 2011. 443p.
ISBN: 3319281267
69
PERTENCE JUNIOR, Antonio. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros
ativos. 8. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2015. 310 p. (Tekne (eixo: controle e processos
industriais)). ISBN 9788582602768.
Referências Complementares
CLAYTON, George, WINDER, Steve.; Operational Amplifiers, 5. Ed. Newnes, 2003. 416p.
ISBN 0750659149
THEDE, Les. Practical Analog And Digital Filter Design. Artech House, 2004. 270p. ISBN
1580539157.
DELIYANNIS, T., SUN Yichuang; Fidler, J.K. Continuous-time Active Filter [Link]. Crc
Press, 2019. 457 p., ISBN 0849325730
70
OITAVO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
CHAPMAN, Stephen J. Fundamentos de máquinas elétricas. [Link]. Porto Alegre, RS: AMGH,
2013. xx, 684 p. ISBN 9788580552065.
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY JR., Charles; UMANS, Stephen D. Máquinas elétricas: com
introdução à eletrônica de potência. 6. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2006. 648 p. ISBN
9788560031047.
DEL TORO, Vincent. Fundamentos de máquinas elétricas. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c1994.
xiii, 550 p. ISBN 9788521611844.
Referências Complementares
BIM, Edson. Máquinas elétricas e acionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier,
2012. ISBN 9788535259230.
KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo: Globo, 2005 667
p. ISBN 85255002305.
MACIEL, Ednilson Soares; CORAIOLA, José Alberto. Máquinas elétricas. Curitiba: Base
Editorial, 2010. 160 p. ISBN 9788579055652.
MARTIGNONI, Alfonso. Máquinas elétricas de corrente contínua. 5. ed. São Paulo, SP:
Globo, 1987. 257 p.
NASCIMENTO JUNIOR, Geraldo Carvalho do. Máquinas elétricas: teoria e ensaios . 2. ed.
São Paulo: Érica, 2007. 260 p. ISBN 9788536501260
71
Ementa
Referências Básicas
BARBETTA, Pedro Alberto; REIS, Marcelo Menezes; BORNIA, Antonio Cezar. Estatística: para
cursos de engenharia e informática. 3. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 410 p. ISBN
9788522459940.
DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística: para engenharia e ciências . São Paulo: Thomson
Learning, 2006. xiii, 692 p. ISBN 852210459X
Referências Complementares
LARSON, Ron; FARBER, Elizabeth. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2010. 637 p. ISBN 9788576053729
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística básica: probabilidade e inferência : volume único. São
Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010. xiv, 375p. ISBN 9788576053705.
MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de O. Estatística básica. [Link]. São Paulo, SP:
Saraiva, 2013. 548 p. ISBN 9788502207998.
ROSS, Sheldon. Probabilidade: um curso moderno com aplicações. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Bookman, 2010. x, 606 p. ISBN 9788577806218.
TRIOLA, Mario F. Introdução à estatística. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. ISBN
9788521615866.
Pré-requisitos: Cálculo I
Ementa
Referências Básicas
72
ALMEIDA, Rodrigo. M. A. Programação de Sistemas Embarcados. GEN LTC, 2016. ISBN:
8535285180
NAIMI, Sepehr; MAZIDI, Muhammad Ali; NAIMI, Sarmad. The AVR Microcontroller and
Embedded Systems Using Assembly and C: Using Arduino Uno and Atmel Studio.
Microdigitaled, 2017. ISBN: 0997925965
SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron Books,
c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.
Referências Complementares
LIMA, Charles Borges de; VILLAÇA, Marco V. M. AVR e Arduino: técnicas de projeto. 2. ed.
Florianópolis, SC: Edição dos autores, 2012. 632 p. ISBN 9788591140015.
Ementa
Referências Básicas
NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. 7. Rio de Janeiro LTC 2017 772p.
ISBN 9788521634379.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2010. x, 810 p. ISBN 9788576058106.
OGATA, Katsuhiko. Discrete-time control systems. 2nd ed. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice
Hall, c1995. xi, 745 p. ISBN 0130342815 .
73
Referências Complementares
BAZANELLA, Alexandre Sanfelice; SILVA JUNIOR, Joao Manoel Gomes da. Sistemas de
controle: princípios e métodos de projeto. Porto Alegre, RS: Editora da Universidade/UFRGS,
2005. 297 p. ISBN 8570258496.
DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, 2013. 814 p. ISBN 9788521619956.
GOLNARAGHI,Farid.; KUO, Benjamin C. Automatic control systems. 9th ed. New Jersey, US:
John Wiley & Sons, c2010. xiii, 786p. ISBN 9780470048962.
HEMERLY, Elder Moreira. Controle por computador de sistemas dinâmicos. 2. ed. São Paulo:
Blücher, 2000. x, 249 p. ISBN 9788521202660.
Ementa
Bibliografias Básicas
Referências Complementares
COUCH, Leon W. Digital and Analog Communication Systems. International Edition. Pearson
ed. 8. 2012. 792 p. ISBN-13: 978-0273774211
HAYES, Thomas C., HOROWITZ, Paul. Learning the Art of Electronics: A Hands-On Lab
Course. Cambridge University Press. 2016. 1150 p. ISBN-13: 978-0521177238
HOROWITZ, Paul; HILL, Winfield. The Art of Electronics: The x Chapters. Cambridge
University Press, 2020. 522 p. ISBN-13: 978-1108499941
74
SCHWARZINGER, Andreas. Digital Signal Processing in Modern Communication Systems.
2013. 397 p. ISBN-13: 978-0988873506
75
NONO SEMESTRE
Permitir que o aluno compreenda os sistemas de automação industrial que utilizam CLP e
consiga produzir programas em CLP de baixa complexidade, observando as normas vigentes.
Ementa
Referências Básicas
GROOVER, Mikell P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3. ed. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2011. x, 581 p. ISBN 9788576058717.
MORAES, Cícero C. de; CASTRUCCI, Plínio. Engenharia de automação industrial. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, c2007 xi, 347 p. ISBN 9788521615323.
Referências Complementares
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 201 p. ISBN 9788521617624.
OLIVEIRA, Paulo. Curso de automação industrial. [Link]. Lisboa: ETEP, 2008. 295p. ISBN
9789728480219.
PETRUZELLA, Frank D. Programmable logic controllers. [Link]. New York, NY: McGraw Hill,
2011. 396p. ISBN 9780073510880.
PINTO, J. R. Caldas. Técnicas de automação. [Link]. Lisboa: ETEP, 2010. 420 p. ISBN
9789728480264.
76
Ementa
Referências Básicas
PEREIRA, Fábio. Tecnologia ARM: microcontroladores de 32 bits. 1. ed. São Paulo, SP:
Érica, 2007. 448 p. ISBN 9788536501703
SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron
Books, c1997. 827 p. ISBN 9788534605953.
Referências Complementares
CHEN, Shujn. GHAEMI, Eshragh. Atmel ARM Programming for Embedded Systems.
Microdigitaled, 2017. ISBN: 0997925973
Ementa
Referências Básicas
AHMED, Ashfaq. Eletrônica de potência. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2000. 479 p.
ISBN 9788587918031.
77
BARBI, Ivo; MARTINS, Denizar C. Eletrônica de Potência, editado pelos autores, 2008, 490 p..
ISBN 9788590104676.
MOHAN, Ned; UNDELAND, Tore M.; ROBBINS, William P. Power electronics: converters,
applications, and design. 3nd ed. New Jersey, US: John Wiley & Sons, c2003. xvii, 802p. ISBN
9780471226932.
Referências Complementares
BIM, Edson. Máquinas elétricas e acionamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus: Elsevier, 2012.
ISBN 9788535259230.
VUKOSAVIC, Slobodan N. Digital control of electrical drives. New York, USA: Springer, 2007.
352p. (Power electronics and power systems) ISBN 9780387259857.
Ementa
Referências Básicas
AGUIRRE, Luis Antonio. Fundamentos de instrumentação. São Paulo, SP: Pearson Education,
2013. 331 p. ISBN 9788581431833.
Referências Complementares
78
BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de
medidas. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. ISBN 9788521618799. (v.2)
BEGA, Egídio Alberto (Org.); DELMÉE, Gérard J. et al. Instrumentação industrial. 3. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Interciência, 2011. xxv, 668 p. ISBN 9788571932456.
DOEBELIN, Ernest O. Instrumentation design studies. New York, NY: CRC Press, c.2010.
710p. ISBN 9781439819487.
Ementa
Estudo analítico dos fundamentos teóricos relativos a sistemas aleatórios introduzidos aos
sistemas de comunicações digitais, bem como a caracterização dos sistemas de comunicações
digital e a formação da informação. Sistemas de transmissão em banda base e análise de
interferência intersimbólica. Sistemas modulados. Codificação discreta. Sistemas de múltiplo
acesso. Espalhamento espectral.
Referências Básicas
Referências Complementares
79
SCHWARZINGER, Andreas. Digital Signal Processing in Modern Communication Systems.
2013. 397 p. ISBN-13: 978-0988873506
80
DÉCIMO SEMESTRE
Permitir que o discente seja capaz de projetar e/ou analisar instalações elétricas prediais e
industriais. Assim como, ter o conhecimentos de acionamentos de máquinas elétricas através
de dispositivos eletrônicos.
Ementa
Referências Básicas
COTRIM, Ademaro A.M.B. Instalações elétricas. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2009. viii, 496 p. ISBN 9788576052081.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007. xiv, 428 p. ISBN
9788521615675.
MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2010. 666 p. ISBN 9788521617426.
Referências Complementares
MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos Elétricos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
2019.. 688 p. ISBN-13 9788521636335.
BARROS, Benjamim Ferreira de; GEDRA, Ricardo Luis. Cabine primária: subestações de alta
tensão do consumidor. [Link]. rev. e ampl. São Paulo, SP: Érica, 2011. 192 p. ISBN
9788536502618.
GUERRINI, Délio Pereira. Iluminação: teoria e projeto. 2. ed. São Paulo, SP: Érica, 2008. 134
p. ISBN 9788536501802.
NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. [Link]. Rio de Janeiro:
LTC, 2008. 455p. ISBN 9788521615897.
81
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Referências Básicas
DINIZ, Paulo Sergio Ramirez; LIMA NETTO, Sergio. Processamento digital de sinais: projeto
de análise de sistemas. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2014. xxiv, 976 p. ISBN
9788582601235.
NALON, José Alexandre. Introdução ao processamento digital de sinais. Rio de Janeiro LTC
2009 ISBN 978-8521616467.
Referências Complementares
HAYES, Monson; H. Schaums Outline of Digital Signal Processing, 2 ed., McGraw-Hill, 2011.
ISBN: 9780071635097
LEIS, John. Digital signal processing using matlab for students, 1. ed. John Wiley, 2011,
ISBN: 0470880910.
LYONS, Richard G. Understanding digital signal processing, 3. ed., Prentice Hall, 2010,
ISBN-13: 978-0137027415.
PROAKIS, John G.; Manolakis, Dimitris G. Digital signal processing, 4. ed. Prentice Hall,
2006, ISBN-13: 978-0131873742.
Ementa
82
Sistema: co-projeto de hardware e software. Desenvolvimento de sistemas embarcados
baseados em sistemas Linux embarcados. Desenvolvimento de software para sistemas
embarcados baseado em plataformas Linux e com uso de toolchains baseados no GCC.
Referências Básicas
SCHILDT, Herbert. C: completo e total. [Link]. rev. atual. São Paulo, SP: Pearson Makron Books,
c1997. 827 p. ISBN: 9788534605953
Referências Complementares
MITCHELL, Mark. et al. Advanced Linux Programming. Sams Publishing,, 2001. ISBN:
0735710430
SALLY, Gene. Pro Linux Embedded Systems. 1 Ed. Apress, 2009. ISBN: 1430272279
SIMMONDS, Chris. Mastering Embedded Linux Programming. Packt Publishing, 2017. ISBN:
1787283283
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas operacionais modernos. 3. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, c2010. xvi, 653 p. ISBN: 9788576052371.
Propiciar uma visão geral da produção industrial, dominar algumas tecnologias de automação
industrial, entender sistemas de manufatura.
Ementa
83
Referências Básicas
GROOVER, Mikell P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3. ed. São Paulo, SP:
Pearson Education do Brasil, 2011. x, 581 p. ISBN 9788576058717.
MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio. Engenharia de automação industrial. [Link].
Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2007 xi, 347 p. ISBN 9788521615323.
Referências Complementares
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. [Link]. Rio
de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 201 p. ISBN 9788521617624.
OLIVEIRA, Paulo. Curso de automação industrial. [Link]. Lisboa: ETEP, 2008. 295p. ISBN
9789728480219.
PINTO, J. R. Caldas. Técnicas de automação. [Link]. Lisboa: ETEP, 2010. 420p. ISBN
9789728480264.
84
DÉCIMO PRIMEIRO SEMESTRE
Ementa
Referências Básicas
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Trabalho de conclusão de curso (TCC): guia de elaboração
passo a passo. 1ª.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2009. ISBN 9788522108008
Referências Complementares
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24ª.ed. São Paulo: Perspectiva, 2012. (Estudos 85).
ISBN 978852730079.
PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Trabalho de conclusão de curso - TCC: guia prático para
elaboração de projetos de plano de negócio para nova empresa, plano de negócio para
empresa existente, plano de comunicação integrada de marketing, monografia. 1ª.ed. São
Paulo: Atlas, 2009. ISBN 9788522456307.
RÚDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 41ª. ed. Petrópolis:
Vozes, 2013. ISBN 9788532600271.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18ª. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ISBN
9788524917165.
85
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Referências Básicas
TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David J. Redes de Computadores. 5ª. ed. São
Paulo: Prentice-Hall, 2011. ISBN: 9788576059240
Referências Complementares
COMER, Douglas. Interligação de Redes com TCP/IP – vol. 1. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus,
2006. ISBN: 8535220178 (v.1)
STEVENS, W. Richard; FALL, Kevin R. TCP/IP Illustrated, Volume 1: the Protocols. 2ª. ed.
Boston: Addison-Wesley, 2011. ISBN: 0321336313
STEVENS, W. Richard; FENNER, Bill; RUDOFF, Andrew M. Programação de Rede Unix: API
para soquetes de rede. Volume 1, 3ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
Compreender o funcionamento da economia no que diz respeito aos seus aspectos micro e
macroeconômicos, bem como no que se refere aos agentes econômicos individuais (famílias e
empresas). Compreender também o funcionamento do conjunto da economia, através do
conhecimento dos modelos econômicos básicos.
86
Ementa
Referências Básicas
KRUGMAN, Paul R.; WELLS, Robin. Introdução à economia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
ISBN 9788535211085.
MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia. [Link]. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 838
p. ISBN 9788522107056.
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2015. 461 p. ISBN 9788597002010.
Referências Complementares
FONTES, Rosa; RIBEIRO, Hilton; AMORIM, Airton; SANTOS, Gilnei. Economia: um enfoque
básico e simplificado. São Paulo, SP: Atlas, 2010. 237 p. ISBN 9788522456970.
GREMAUD, Amaury Patrick; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR,
Rudinei. Economia brasileira contemporânea. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2011. xxvii, 659 p.
ISBN 9788522448357.
PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; TONETO JÚNIOR,
Rudinei (Org.). Manual de economia. [Link]. São Paulo, SP: Saraiva, 2017. 734 p. ISBN
9788547220280.
STRATHERN, Paul. Uma breve história da economia. Rio de Janeiro Zahar 2003 1 recurso
online ISBN 9788537806081.
87
Ementa
Estática do ponto material. Corpos rígidos: sistemas de forças equivalentes. Equilíbrio dos
corpos rígidos. Forças distribuídas: centróides e baricentros. Momentos de inércia. Cinemática
do ponto material. Dinâmica do ponto material. Trabalho, energia e quantidade de movimento.
Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica dos corpos rígidos.
Referências Básicas
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell. Mecânica vetorial para engenheiros. 5. ed. São
Paulo, SP: Pearson Makron Books, 1994. 2 v. ISBN 9788534602020.
HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 14. ed. São Paulo, SP: Pearson
Prentice Hall, 2017. xv, 599 p. ISBN 9788543016245.
MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para engenharia: estática. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, 2016. xiii, 572 p. ISBN 9788521630142.
Referências Complementares
BORESI, Arthur P.; SCHMIDT, Richard J. Engineering mechanics: statics, 1. ed., v.1.,
Thomson, 2003. 704 p. ISBN-13: 978-0534951528
BORESI, Arthur P.; SCHMIDT, Richard J. Engineering mechanics: statics, 1. ed., v.2.,
Thomson, 2003. ISBN: 9788522102877
GERE, James M.; GOODNO, Barry J. Mecânica dos materiais. São Paulo, SP: Cengage
Learning, c2010. xx, 858 p. ISBN 9788522107988..
SERWAY, Raymond A.; JEWETT, John W. Princípios de física. São Paulo: Cengage Learning,
c2004. 4 v. ISBN 9788522103829 (v. 1).
SHAMES, Irving H. Dinâmica: mecânica para engenharia, volume 2. 4. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2003. v.2 ISBN 8587918214.
88
DÉCIMO SEGUNDO SEMESTRE
Ementa
O aluno deverá desenvolver atividades em uma ou mais áreas de empresas que atuem em
áreas de engenharia ou possuam atividades correlatas à engenharia, tais como: análise e
projeto de sistemas elétricos, de comunicação, eletrônicos, de automação e controle, de
processamento de sinais, digitais; gestão de projetos em áreas afins, entre outros. Nota-se a
estrita necessidade da presença de um supervisor técnico na empresa, tendo este que ser
necessariamente engenheiro.
Referências Básicas
Conforme a necessidade da atividade.
Referências Complementares
Conforme a necessidade da atividade.
Ementa
Referências Básicas
SANTOS, Clóvis Roberto dos. Trabalho de conclusão de curso (TCC): guia de elaboração
passo a passo. [Link]. São Paulo: Cengage Learning, 2009. xii, 62 p. ISBN 9788522108008 .
89
Referências Complementares
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. [Link]. São Paulo: Perspectiva, 2012. 174 p. (Estudos
Estudos 85). ISBN 978852730079.
ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da abnt comentadas para trabalhos científicos. Curitiba:
Juruá, 2010. 98 p. ISBN 85-7292-047-1.
PINHEIRO, Duda; GULLO, José. Trabalho de conclusão de curso - TCC: guia prático para
elaboração de projetos de plano de negócio para nova empresa, plano de negócio para
empresa existente, plano de comunicação integrada de marketing, monografia. [Link]. São
Paulo: Atlas, 2009. 103 p. ISBN 9788522456307.
RÚDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 41. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2013. 144 p. ISBN 9788532600271.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. [Link]. São Paulo: Cortez, 2011. 136 p.
ISBN 9788524917165.
Ler, analisar e produzir textos, a fim de expressar-se de modo oral e escrito de acordo com as
exigências dos gêneros que circulam no meio acadêmico e profissional
Ementa
Leitura, análise e produção de textos. Articulação entre gêneros textuais e noções gramaticais. A
linguagem e suas tecnologias. Gêneros textuais literários e não literários. Redação científica e
gêneros acadêmicos. Coesão e coerência. Citações e referências bibliográficas. Oratória:
técnicas para apresentação em público.
90
Referências Básicas
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. Série Manuais acadêmicos.
Petrópolis: Vozes, 2016. ISBN: 978-8532652003.
MARTINS, Dileta Silveira; ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português instrumental. 30. ed. São
Paulo: Atlas, 2019. ISBN: 978-8597020106.
SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. Escrever melhor: guia para passar os textos a limpo. 2.
ed. São Paulo, SP: Contexto, 2011. ISBN: 978-85-7244-390-6.
Referências Complementares
GALLO, Carmine. Faça como Steve Jobs: e realize apresentações incríveis em qualquer
situação. Tradução Carlos Slak. São Paulo: Lua de Papel, 2010. ISBN: 978-8563066169.
MEDEIROS, João Bosco de. Redação Científica: prática de fichamento, resumos, resenhas.
[Link]. São Paulo: Atlas, 2019. ISBN: 978-8597020311.
MOURA, Chico; MOURA, Wilma. Tirando de letra: orientações simples e práticas para
escrever bem. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. ISBN: 978-8535929638.
SQUARISI, Dad; CURTO, Célia. Redação para concursos e vestibulares: passo a passo. São
Paulo: Contexto, 2012. ISBN: 9788572444408.
Ementa
Referências Básicas
JIMÉNEZ, Alberto Buitrago. Diccionario de dichos y frases hechas. Madrid, Espasa Calpe,
2002. ISBN: 978-8467025019.
91
MILANI, Esther Maria. Gramática de espanhol para brasileiros. 4. ed. São Paulo, SP: Saraiva,
2019. ISBN: 978-8502132481.
Complementares
MORENO, Concha; MORENO, Victoria; ZURITA, Piedad. Avance: Curso de Español. Nivel
Elemental. Sociedad General Española de Librería S.A, 2003. ISBN: 9788471439277.
MATTE BON, Francisco. Gramática comunicativa del español: de la lengua a la idea. Madrid,
Difusión, 1992. ISBN: 9788477111047.
VOLPI, Marina Tazón (Coord.). Delp: palabras & palavras: diccionario español-portugués:
portugués-español: dificultades de los lusohablantes. Porto Alegre, RS: Rígel, 2005. ISBN:
9788573491043.
Desenvolver as habilidades de reading, listening, writing e speaking por meio da interação com
diferentes gêneros textuais, do estudo de noções gramaticais contextualizadas e do conhecimento
de vocabulário diversificado, com base em contextos variados de comunicação, em especial, o
mundo do trabalho.
Ementa
Referências Básicas
SOANES, Catherine (Ed.). Oxford English Mini Dictionary. [Link]. Oxford: Oxford University
Press, 2013. ISBN: 978-0199640966.
Referências Complementares
McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Phrasal Verbs in Use. [Link]. Cambridge:
Cambridge University Press, 2017. ISBN: .978-1316628157
92
McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Collocations in Use. [Link]. Cambridge:
Cambridge University Press, 2017. ISBN: 978-1316629758.
McCARTHY, Michael; O'DELL, Felicity. English Idioms in Use. [Link]. Cambridge: Cambridge
University Press, 2017. ISBN: 978-1316629758.
WHITE, Lindsay. Engineering: workshop. [Link]. Oxford: Oxford University Press, 2003. ISBN
0-19-438827-1.
Ementa
Referências Básicas
GESSER, Audrei. LIBRAS?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola Editorial, ed.1. 2015. ISBN-13:
978-8579340017
QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir. Língua de sinais brasileira: estudos
lingüísticos. Porto Alegre, RS: Artmed, 2004. 221 p. ISBN 9788536303086.
Referências Complementares
ALBRES, Neiva de Aquino. Surdos e inclusão educacional. Rio de Janeiro: Arara Azul, 2010. 240
p. ISBN 9788589002554.
CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina. Novo
deit-libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira, baseado
93
em linguística e neurociências cognitivas. São Paulo: Edusp, 2017. v.1 1020 p. ISBN
9788531415401. v.2 1024 p. ISBN 9788531415418.
LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte, MG: Autêntica,
2011. 102 p. (Coleção Temas & educação). ISBN 9788575262832.
SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 8. ed. Porto Alegre, RS:
Mediação, 2016. 190 p. ISBN 9788587063175.
Ementa
Noções conceituais a respeito dos elementos e das funções do Estado. Direito como garantia de
pacificação social. A finalidade dos Direitos Humanos. A Declaração Universal de Direitos Humanos
da ONU contextualizada no ordenamento jurídico nacional. O tempo do Direito e o tempo da
sociedade tecnológica: análise das consequências práticas geradas pelos diferentes compassos
sociais e seus conflitos tecnológicos. Regulamentação das condutas tecnológicas. Marco civil da
internet (Lei nº 12.965/2014). Conflitos da era da informação: propriedade intelectual ou cultura livre.
Conceitos sobre propriedade industrial: indicações geográficas, marcas, desenho industrial e
patentes. Análise de patenteabilidade e busca de anterioridade. Contratos Eletrônicos e a Proteção
do Consumidor. Incentivos legais à competitividade em informática e automação.
Referências Básicas
GALIMBERTI, Umberto. Psiche e techne: o homem na idade da técnica. São Paulo, SP: Paulus,
2006. 918p. ISBN 9788534923217.
OST, François. O Tempo do Direito. Trad. Maria Fernanda Oliveira. Lisboa: Instituto Piaget. 2001
442p. ISBN .978-9727714063
Referências Complementares
LEAL, Fernando (org). Direito Privado em Perspectiva: teoria, dogmática e economia. São
Paulo: Malheiros. 2016. 200 p. ISBN 978-8539203154
MAGRANI, Eduardo. A Internet das Coisas. Rio de Janeiro: FGV, 2018. 192p. ISBN
978-8522520053
94
MARQUES, Claudia Lima; BENJAMIN, Antônio Herman V.; MIRAGEM, Bruno. Comentários ao
código de defesa do consumidor. 5. ed., rev., atual. e ampl. São Paulo, SP: Revista dos Tribunais,
2016. 2318 p. ISBN 9788520362228.
MOZETIC, Vinicius Almada; TRINDADE DOS SANTOS, Paulo Junior; MOLLER, Gabriela Samrsla.
(Re)pensar o direito a partir das novas tecnologias e da complexidade social. Joaçaba: Editora
Unoesc, 2018.
Ementa
Referências Básicas
ASFAHL, C. Ray. Gestão de Segurança do Trabalho e de Saúde Ocupacional. 1 ed. São Paulo:
Reichmann., 2005. ISBN 9788587148766
Referências Complementares
DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard
Blücher, 2004. xi, 137 p. ISBN 8521203497.
MIGUEL, Alberto Sérgio S. R. Manual de higiene e segurança do trabalho. 11. ed. Porto: Porto
Editora, 2010. 463 p. ISBN 9789720015136.
95
SALIBA, Tuffi Messias. Curso Básico de Segurança e Higiene Ocupacional. 8. ed. Editora LTR,
2018. ISBN: 9788536195377
VISACRO FILHO, Silvério. Descargas atmosféricas: uma abordagem de engenharia. São Paulo:
Artliber, 2005. 268 p. ISBN 8588098318.
Ementa
Referências Básicas
Referências Complementares
MONTEIRO, Mário A. Introdução à organização de computadores. [Link]. Rio de Janeiro, RJ: LTC,
c2007. xiv, 698 p. ISBN 9788521615439.
MORIMOTO, Carlos E. Hardware: o guia definitivo. Porto Alegre, RS: Sul Editores, 2007. 848 p.
ISBN 9788599593103.
WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de arquitetura de computadores. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Instituto de Informática da UFRGS, Sagra Luzzatto, 2008. 306 p. (Livros didáticos n. 8). ISBN
9788577803101.
96
Pré-requisitos: Sistemas Microprocessados I
O objetivo geral do componente curricular é permitir que o aluno compreenda os conceitos básicos
de sistemas operacionais, descrevendo os componentes básicos de um sistema operacional
convencional.
Ementa
Referências Básicas
OLIVEIRA, Rômulo Silva de; CARISSIMI, Alexandre da Silva; TOSCANI, Simão Sirineo. Sistemas
operacionais. 4. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. xii, 374 p. (Livros didáticos informática
UFRGS, 11). ISBN 9788577805211.
Referências Complementares
DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.; CHOFFNES, David R. Sistemas operacionais. 3. ed. São
Paulo: Pearson, c2005. xxi, 760 p. ISBN 9788576050117.
DULANEY, Emmett; BARKAKATI, Nabajyoti. Linux: referência completa para leigos. 3. ed. Rio de
Janeiro: Alta books, 2009. xxiv, 590 p. ISBN 9788576083900
LAUREANO, Marcos; OLSEN, Diogo Roberto. Sistemas operacionais. Curitiba: Editora do Livro
Técnico, 2010. 160 p. (Informação e comunicação). ISBN 9788563687159.
MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 4. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2007. xv, 308 p. ISBN 9788521615484
97
Componente Curricular Semestre Tipo Carga horária
Pesquisa Operacional 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
17 43 6 66
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Referências Básicas
COLIN, Emerson Carlos. Pesquisa operacional: 170 aplicações em estratégia, finanças, logística,
produção, marketing e vendas . Rio de Janeiro: LTC, 2007. 501 p. ISBN 9788521615590.
Referências Complementares
GOLDBARG, Marco Cesar; LUNA, Henrique Pacca Loureiro; GOLDBARG, Elizabeth Ferreira
Gouvêa. Programação Linear e Fluxos em Redes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 520 p. ISBN-13
9788535278149
HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à pesquisa operacional. 9. ed. Porto
Alegre, RS: AMGH, 2013. xxii, 1005 p. ISBN 9788580551181.
PASSOS, Eduardo José Pedreira Franco dos. Programação Linear Como Instrumento da
Pesquisa Operacional. São Paulo: Atlas, 2008. 452 p. ISBN 9788522448395
SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; GONÇALVES, Valter; MUROLO, Afrânio
Carlos. Pesquisa Operacional:: para os cursos de Administração e Engenharia, programação
linear, simulação. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 208 ISBN 9788522459636.
TAHA, Hamdy A. Pesquisa operacional. [Link]. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 359 p.
ISBN 9788576051503.
98
Ementa
Estrutura e ligação atômica. Propriedades periódicas dos elementos. Ligações químicas. Estrutura
cristalina e seus defeitos. Corrosão. Propriedades mecânicas dos materiais metálicos, poliméricos,
cerâmicos e compósitos. Ensaios mecânicos. Diagrama de fase. Tratamentos térmicos.
Metalografia.
Referências Básicas
BROWN, Theodore L. et al. Química: a ciência central. 13. ed. São Paulo, SP: Pearson, c2017.
xxv, 1188 p. ISBN 9788543005652.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo, SP: Blücher, 1970. 427
p. ISBN 9788521201212.
Referências Complementares
ATKINS, P. W.; DE PAULA, Julio. Físico-química. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. 485 p. ISBN
9788521634621 (v.1).
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedade das ligas metálicas. 2. ed.
São Paulo: Makron Books, 1986. 266 p. ISBN 0074500899 (v.1).
KOTZ, John C.; TREICHEL,Paul M. Química geral e reações químicas; V. 1, 6ª edição, São
Paulo, Cencage, 2010. 708p. ISBN 8522106916.
SMITH, William F.; HASHEMI, Javad. Fundamentos de engenharia: e ciência dos materiais. 5.
ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2012. xix, 707 p. ISBN 9788580551143.
Ementa
Visão geral e trabalho com: ferramentas de auxílio à simulação de circuitos elétricos; ferramentas de
auxílio à confecção de esquemáticos e placas de circuito impresso; ferramentas de simulação
matemática.
99
Referências Básicas
PALM, William J. Introdução ao MATLAB para Engenheiros. 3 ed. Bookman, 2013. ISBN:
9788580552041
SVOBODA, James A. PSPICE for Linear Circuits. 2 ED. WILEY, 2007. ISBN: 0471781460
Referências Complementares
CHARRAS, Jean Pierre; TAPPERO, Fabrizio; STAMBAUGH Wayne. KiCad Complete Reference
Manual. 12th Media Services, 2018. ISBN: 1680921274
MATSUMOTO, Elia Yathie. Matlab R2013A – Teoria e Programação – Guia Prático. 1 ed. ÉRICA,
2013. ISBN: 8536504684
NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Introduction to PSPICE for Electric Circuits. Pearson
Education, 2007. ISBN: 0132448394
OGATA, Katsuhiko. Matlab for Control Engineers. 1 ed. Prentice-Hall, 2008. ISBN:
9780136150770
YAN, Won Y.; KIM, Jaekwon; PARK, Kyung W. et al. Electronic Circuits with Matlab, PSPICE, and
Smith Chart. Wyley, 2020. ISBN: 978-1-119-59892-3
Identificar e caracterizar os princípios, leis e teorias da Física Geral, fornecendo subsídios para as
componentes curriculares específicas do curso; relacionar o estudo teórico e experimental da Física
Geral às suas aplicações, situações cotidianas e profissionais; desenvolver o senso crítico para a
análise, interpretação e resolução de problemas.
Ementa
Referências Básica
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 9. ed. Rio de
Janeiro: LTC, c2009. 4 v. ISBN 9788521616054 (V.4).
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.2).
TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. [Link]. Rio de Janeiro,
RJ: LTC, c2009. 3 v. ISBN 9788521617105 (v.3).
Referências Complementares
100
FEYNMAN, Richard Phillips; LEIGHTON, Robert B.; SANDS, Matthew. Lições de física. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2008. 3 v.
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Sears & Zemansky: Ótica e Física Moderna. 12. ed.
São Paulo: Pearson, 2009. (v. 4). ISBN 9788588639355.
HEWITT, Paul G. Física conceitual. 11. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2011. xxiii, 743 p. ISBN
9788577808908.
NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de Física Básica: ótica, Relatividade, Física Quântica. 2ª Ed.
Blücher, 2015. V.4. ISBN 9788521208037
GASPAR, Alberto. Física 3: eletromagnetismo e física moderna. 2. ed. São Paulo: Ática, 2009.
352 p. ISBN 9788508123704
OPTATIVAS DE ELETRÔNICA 1 E 2
Introduzir o/a discente aos desafios da Microeletrônica, servindo de estímulo a futuros estudos
aprofundados na área.
Ementa
Referências Básicas
PEDRONI, Volnei A. Eletrônica digital moderna e VHDL. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2010. 619
p. ISBN 9788535234657.
WESTE, Neil; HARRIS, David M. CMOS VLSI Design: a systems perspective. 4th Edition
Boston: Addison-Wesley, 2010. 838 p. ISBN-13: 978-0321547743
Referências Complementares
D'AMORE, Roberto. VHDL: descrição e síntese de circuitos digitais. Rio de Janeiro: LTC,
2005. 259 p. ISBN 9788521614524
RABAEY, Jan M.; CHANDRAKASAN, Anantha; NIKOLIC, Borivoje. Digital Integrated Circuits: a
design perspective. 2 ed. Prentice-Hall, 2002. 800p. ISBN-13: 978-0130909961
101
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. [Link]. São Paulo, SP: Pearson Prentice
Hall, 2007. xiv, 848 p. ISBN 9788576050223
TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 11. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2011. xx, 817 p. ISBN 9788576059226.
VAHID, Frank. Sistemas digitais: projeto, otimização e HDL. Porto Alegre, RS: Bookman, 2008.
XIV,558p. ISBN 9788577801909
Ementa
Referências Básicas
BALANIS, Constantine A. Teoria de Antenas - Análise e Síntese (2 vol.) LTC; ed. 3. 2008 370
p. 336 p. ISBN-13: 978-8521616535. ISBN-13: 978-8521616542
SARKAR, Tapan K., SALAZAR-PALMA, Magdalena, ABDALLAH, Mohammad Najib. The Physics
and Mathematics of Electromagnetic Wave Propagation in Cellular Wireless
Communication. Wiley-Blackwell; ed. 1. 2018. 416 p. ISBN-13: 978-1119393115
STUTZMAN, Warren L., THIELE, Gary A. Teoria e Projeto de Antenas (2 vol.). LTC; ed: 3. 2016.
430 p. 356 p. ISBN-13: 978-8521627753. ISBN-13: 978-8521627746
Referências Complementares
ARRL. The ARRL Antenna Book for Radio Communications. (4 vol). ARRL 2019. 722 p. 633 p.
701 p. 733 p. ASIN: B07YYBCBXZ. ASIN: B07YXDGVQH. ASIN: B07YYBYB33. ASIN:
B07YYFZFTG.
102
GHASEMI, Abdollah, ABEDI, Ali, GHASEMI, Farshid. Propagation Engineering in Wireless
Communications. Springer ed.2. 2016. 478 p. ISBN-13: 978-3319813684
LEVIS, Curt A., JOHNSON, Joel T., TEIXEIRA, Fernando L. Radiowave Propagation: Physics
and Applications John Wiley & Sons; ed: 1. 2010. 301 p. ISBN-13: 978-0470542958.
SAAKIAN, Artem S, Radio Wave Propagation Fundamentals. Artech House; ed. 2011. 362 p.
ISBN-13: 978-1608071371
Ementa
Referências Básicas
POZAR, David M. Microwave Engineering. John Wiley & Sons; ed. 4. 2011, 732 p., ISBN-13:
978-0470631553.
STEER, Michael, Fundamentals of Microwave and RF Design. NC State University. ed.3. 2019,
244 p., ISBN-13: 978-1469656885
Referências Complementares
EDWARDS, Terry C.; STEER, Michael B. Foundations for Microstrip Circuit Design.
Wiley-Blackwell; ed.4. 2016, 686 p., ISBN-13: 978-1118936191
HUEBER, Gernot, NIKNEJAD, Ali M. Millimeter-Wave Circuits for 5G and Radar. Cambridge
University Press. 2019. 454 p. ISBN-13: 978-1108492782
RAJBHAR, Mukh Ram; KUMAR, Pramod. Introduction to Microwave Engineering. CBS India,
2018, 320 p. ISBN-13: 978-9387964839
103
STEER, Michael, Microwave and RF Design, 5 vol. NC State University. ed.3. 2019, 262 p. 302 p.
258 p. 272 p. 236 p. , ISBN-13: 978-1469656908, ISBN-13: 978-1469656922, ISBN-13:
978-1469656946, ISBN-13: 978-1469656960, ISBN-13: 978-1469656984
Ementa
Referências Básicas
AGRAWAL, Govind P. Sistemas de comunicação por fibra óptica. GEN LTC; ed. 4. 2014, 728 p.
ISBN-13: 978-8535264258
AL-AZZAWI, Abdul. Fiber Optics: Principles and Advanced Practices. CRC Press; ed.2. 2019,
478 p., ISBN-13: 978-0367878856
KEISER, Gerd. Comunicações por Fibras Ópticas. AMGH; ed. 4. 2014, 696 p., ISBN-13:
978-8580553970
Referências Complementares
AGRAWAL, Govind P. Nonlinear Fiber Optics. Academic Press; ed. 6. 2019. 728 p., ISBN-13:
978-0128170427
BLAUNSTEIN, Nathan; ENGELBERG, Shlomo; KROUK, Evgenii; SERGEEV, Mikhail. Fiber Optic
and Atmospheric Optical Communication. Wiley-Blackwell; ed.1. 2019, 224 p., ISBN-13:
978-1119601999
PINHEIRO, José. Redes ópticas de acesso em telecomunicações. GEN LTC; ed. 1. 2016, 320
p. ISBN-13: 978-8535286120
SZE, Simon M.; LI, Yiming; NG, Kwok K. Physics of Semiconductor Devices. Wiley-Blackwell;
ed. 4. 2020, 900 p., ISBN-13: 978-1119429111
104
Eletromagnetismo 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
Computacional 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Referências Básicas
HAGNESS, Susan C., TAFLOVE, Allen. Computational Electrodynamics: The Finite- Difference
Time-Domain Method, 3 ed., Artech House, 2005, 1006 p. ISBN-13: 978- 1580538329, ISBN-10:
1580538320.
JIN, Jian Ming. The finite element method in electromagnetics. Wiley-IEEE Press; ed: 3. 2014.
860 p. ASIN: B00JJVO6P6.
Referências Complementares
BASTOS, João Pedro A., SADOWSKI, Nelson. Magnetic Materials and 3D Finite Element
Modeling. 1. ed. CRC Press, 2013. 402 p. ISBN 9781466592513.
GIBSON, Walton C., The Method of Moments in Electromagnetics. Chapman and Hall/CRC;
ed.2. 2014. 450 p. ISBN-13: 978-1482235791
HOULE, Jennifer E., SULLIVAN, Denis M. Electromagnetic Simulation using the FDTD Method
with Python. Wiley-Blackwell ed: 3. 2020. 224 p. ISBN-13: 978-1119565802.
INAN, Umran S., MARSHALL, Robert A. Numerical Electromagnetics: The FDTD Method.
Cambridge University Press ed. 1. 2011. 404 p. ISBN-13: 978-0521190695
MEUNIER, G. The Finite Element Method for Electromagnetic Modeling. 1. ed. LEG-INPG,
Grenoble, França, 2008. 832 p. ISBN : 9781848210301.
105
Processamento Digital 11 Optativa Teoria Prática EaD Total
de Imagens 43 17 6 66
Objetivo geral do componente curricular
Ementa
Referências Básica
Referências Complementares
UMBAUGH, Scott E; Digital Image Processing and Analysis: Applications with MATLAB and
CVIPtools (English Edition) 3rd Edição, CRC Press, 2017. ISBN: 978-1498766029.
PRATT, William K.; Introduction to Digital Image Processing. CRC Press, 2013 ISBN:
978-1482216691
106
Propiciar o aprofundamento temático do aluno de acordo com sua vocação e seus interesses.
Ementa
Abordagem de tópicos especiais e inovações em uma das áreas abordadas no curso, a citar:
eletrônica analógica, eletrônica digital, eletrônica de potência, instrumentação, automação e
controle, telecomunicações, redes de comunicação, sistemas embarcados, processamento digital
de sinais, entre outras.
Referências Básicas
Referências Complementares
107
Grupo Tipo de Atividade Curricular Complementar Horas
I Atividades culturais, esportivas ou de qualificação do 20
discente em área não atendida pelo curso.
II Atividades de qualificação do discente em área relacionada 20
ao curso, mas não obrigatória.
III Atividades de extensão ou que caracterizem 20
responsabilidade social, cooperação e integração do discente
com a comunidade.
108
ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas) ou das publicações do IEEE
(Institute of Electrical and Electronics Engineers), ou normativas específicas
aprovadas pelo NDE.
No curso de Engenharia Eletrônica, o trabalho de conclusão de curso é
atividade prevista para ser executada em dois semestres, através da matrícula do
estudante em dois componentes curriculares específicos: Trabalho de Conclusão de
Curso 1 e Trabalho de Conclusão de Curso 2. Ambos componentes curriculares
serão coordenadas por um docente responsável que deverá velar pelo andamento
da atividade conforme regulamento específico. Para que o trabalho de conclusão de
curso seja considerado completado, o aluno deverá obter a aprovação em ambos os
componentes curriculares.
Cabe ao docente responsável organizar as bancas examinadoras que serão
compostas de dois docentes mais o orientador (3 membros). Cabe ao orientador
sugerir os outros membros ao docente responsável, observando que pelo um dos
outros membros, seja da área específica do curso.
As atividades a serem desenvolvidas no Trabalho de Conclusão de Curso
são regidas por regulamento específico - vide Anexo 3, o qual pode ser modificado
pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso.
Destaca-se que o aluno só poderá iniciar a atividade de Trabalho de
Conclusão de Curso 1 mediante atendimento a todos os pré-requisitos
estabelecidos para a matrícula no componente curricular. O início da atividade
Trabalho de Conclusão de Curso 2 só poderá ser realizado mediante aprovação
prévia no Trabalho de Conclusão de Curso 1.
109
ou 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, nos demais
casos.
Os critérios estabelecidos para a realização e avaliação do estágio são:
● O aluno poderá iniciar o estágio não obrigatório a partir do primeiro
semestre.
● O aluno poderá iniciar o estágio obrigatório após ter concluído com os
componentes curriculares Eletrônica Digital 2, Eletrônica Analógica 2,
Teoria Eletromagnética e Ondas.
● O estágio poderá ser realizado em instituições e empresas públicas e
privadas.
110
O parecer final do estágio, por parte do professor orientador, será feito
utilizando o modelo (d), com base na documentação entregue pelo estudante e o
acompanhamento prévio executado pelo orientador. As atividades oferecidas e
desenvolvidas devem ser próprias à formação do aluno. Assim como o aluno deve
ter postura condizente com o exercício profissional.
Conforme previsto na Organização Didática do IFRS, os estudantes
trabalhadores, cujas atividades relacionam-se com aquelas propostas pelo curso,
poderão, mediante apresentação de contrato social da empresa ou contrato de
trabalho, requerer a substituição de parte ou de todo o estágio pela equivalência das
atividades desenvolvidas, não havendo necessidade de estagiar em outra empresa,
desde que atendidos, no caso do estágio curricular obrigatório, os demais requisitos
necessários ao mesmo.
O estágio curricular não obrigatório poderá ser realizado pelo aluno como
forma de possibilitar o exercício da prática profissional, vinculando teoria e prática.
Da mesma forma, possibilita o ingresso do aluno no mundo do trabalho e a
integração do IFRS com a sociedade. Trata-se de uma atividade individualizada por
educando, sendo a condução e a forma de avaliação determinadas por regulamento
específico de estágio, disposto em lei.
O estágio não obrigatório, conforme a Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de
2008, não inclui a carga horária do estágio curricular obrigatório. Para a realização
do estágio não obrigatório devem ser observados todos os requisitos listados ao
início desta seção 6.13.
111
A avaliação estará presente em todas as etapas dos processos de ensino e
de aprendizagem, utilizando-se de instrumentos diversos, de forma integrada. Como
exemplos de estratégias avaliativas, podem ser citados:
● trabalhos individuais e em grupos, seminários temáticos, provas
teóricas e práticas, relatórios, observações em diferentes ambientes
de aprendizagem,
● projetos, visitas técnicas e auto-avaliação.
Com base na compreensão sobre o processo avaliativo anteriormente
descrito e também seguindo a orientação constante na LDB (1996), na avaliação
deverão predominar os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
A avaliação e a expressão de seus resultados ocorrerá de acordo com a
legislação, normativas do IFRS e do IFRS Campus Canoas, com destaque a
Organização Didática. A frequência mínima do estudante no curso segue a
legislação e normativas pertinentes, igualmente.
Os instrumentos de avaliação das componentes curriculares dos eixos
profissionalizantes e específicos deverão considerar o perfil do egresso do curso,
em consonância com as atribuições profissionais definidas pelos sistema
CONFEA/CREA para os diferentes profissionais da área de engenharia. Essas
atribuições, não por acaso, guardam correlação com a nomenclatura de Bloom11. A
Resolução CONFEA Nº 0218, de 29 de junho de 1973 indica habilidades e
competências reprodutivas e transferenciais (por exemplo Aplicar, Operar, Utilizar,...)
para os técnicos de nível médio; inclui algumas atribuições que exigem maior grau
crítico nas habilidades e competências do tecnólogo (por exemplo, Analisar,...) e
agrega todas as anteriores além de incluir habilidades e competências criativas
(como Projetar, Sintetizar,...) reservadas ao engenheiro. Assim, se na medida do
possível, as avaliações no curso técnico devem versar principalmente em questões
do tipo “Aplicar” (técnicas); no curso superior de tecnologia deve se agregar e dar
maior atenção ao tipo “Analisar”, na engenharia deverão se incluir, além das
anteriores, principalmente, questões do tipo “Projetar”, em consonância com as
metodologias de ensino do curso, melhor descritas no item 6.16 a seguir, que
prevêem a ampla utilização da aprendizagem baseada em projetos, prática
pedagógica esta que é antiga e característica dos cursos de engenharia, onde em
alguns componentes curriculares, projetos mais longos e complexos são
desenvolvidos por grupos de estudantes.
Todos os componentes curriculares devem oferecer pelo menos dois
instrumentos avaliativos. O resultado desta avaliação deverá ser expresso entre e 0
a 10, conforme artigo 195º da organização didática do IFRS. Conforme os artigos
artigos 196º e 197º, os alunos são considerados aprovados com média semestral
maior ou igual a 7,0 ou média final, após exame final, maior ou igual a 5,0. As
atividades de recuperação paralela devem ser previstas e executadas conforme o
11
BLOOM, B. et al. Taxonomia dos objetivos educacionais: domínio cognitivo. Porto Alegre:
Globo, 1983.
112
artigo 200º da organização didática. Além das atividades de recuperação os alunos
terão direito a um exame final, conforme as regras do artigo 197º.
O estudante terá direito a exercícios domiciliares e revisão da correção de
atividade avaliativa de acordo com a Organização Didática do IFRS e Resoluções
aplicáveis do Conselho Superior (CONSUP) e do Campus Canoas.
113
participação colaborativa, incentivando os estudantes a responder dúvidas dos
colegas, quando houverem, mantendo-os ativos no curso. No curso de Engenharia
Eletrônica do Campus Canoas do IFRS, as atividades de tutoria serão realizadas
pelo próprio docente do componente curricular.
A inclusão da carga horária a distância nos componentes curriculares permite
a adoção de diferentes abordagens pedagógicas. É possível utilizar a “sala de aula
invertida”, na qual o aluno apropria-se dos conceitos nos momentos a distância e
depois, nos momentos presenciais, são realizadas atividades de compartilhamento,
reflexão e discussão. Também, é possível utilizar uma abordagem mais aproximada
da sala de aula tradicional, na qual o professor apresenta os conceitos norteadores
do conteúdo em momentos presenciais e realiza atividades a distância para
expandir as discussões realizadas em sala de aula, através de atividades
assíncronas, como fóruns, e atividades síncronas, como bate-papo.
O acompanhamento dos discentes no processo formativo e a avaliação
periódica pelos estudantes e equipe pedagógica dão-se a partir de avaliações
internas realizadas pela CPA (Comissão Própria de Avaliação), a partir dos
resultados destas avaliações, ações corretivas e de aperfeiçoamento para o
planejamento de atividades futuras serão realizadas pelo Colegiado de Curso, em
conjunto com Núcleo Docente Estruturante (NDE). A coordenação do curso e o
Núcleo de Educação a Distância (NEaD) poderão promover capacitações dos
docentes que realizaram atividades de tutoria. Estas capacitações têm como
objetivo estimular a adoção de práticas criativas e inovadoras para maximizar o
aproveitamento de estudos e para a permanência e êxito dos discentes. As
demandas comunicacionais e as tecnologias adotadas no curso devem ser descritas
pelo NDE.
114
pois proporciona novas formas de ensinar e, principalmente, de aprender, em um
momento no qual a cultura e os valores da sociedade estão mudando, exigindo
novas formas de acesso ao conhecimento para formação de cidadãos críticos,
criativos, competentes e dinâmicos. Nesta perspectiva, os professores têm a
possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas
de tornar a aprendizagem mais significativa. Cabe aos docentes a realização de
avaliações periódicas devidamente documentadas para ações de melhoria contínua.
115
Nos componentes curriculares oferecidos na modalidade de educação a
distância, a avaliação dos estudantes será auferida a partir do acompanhamento
docente da efetividade na realização das atividades pedagógicas propostas.
Os componentes curriculares com carga-horária a distância devem ter todas
as atividades avaliativas presenciais.
Cleusa Albília Almeida Doutorado Dedicação Professora *Realizou curso “Cursos Regulares
exclusiva e Tutora Presenciais com Carga Horária a Distância”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2019B, 30,
IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2019B, 20, IFRS.
*Realizou curso “Moodle Básico para
Professores”, Turma 2019B, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Gamificação no Moodle”,
Turma 2019B, 30h, IFRS.
*Realizou curso “O Uso de Aplicativos Web
116
na Construção de Materiais Educacionais”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática”, Turma 2019B,
30h, IFRS.
*Realizou curso “Criação de Videoaulas”,
Turma 2020A, 40h, IFRS.
*Realizou curso “Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Formação de Mediadores
Pedagógicos Digitais para EaD” 180h,
UNESP.
Adriano Armando do Doutorado Dedicação Professor e *Realizou curso “Moodle Básico para
Amarante exclusiva Tutor Professores”, Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Criação de Videoaulas”,
Turma 2020A, 40h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Planejamento, Avaliação e
Fundamentos da EaD” 51h.
*Realizou curso “Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os
20% EaD”, 2h.
*Realizou curso “Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem”, 2h,
IFRS.
Cintia Lauriane Especialização 40h Formação *Realizou curso “O Uso de Aplicativos Web
Steindorff Jhanke na Construção de Materiais Educacionais”
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2020A, 25h, IFRS.
*Realizou curso “Cursos Regulares
Presenciais com Carga Horária a Distância”,
Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2020A, 30h,
IFRS.
*Realizou curso “Moodle Básico para
Professores”, Turma 2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Repositórios de Materiais
Didáticos Digitais e Direitos de Uso”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
*Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2020A, 20h, IFRS.
Juliana Sanches Doutorado Dedicação Professor e * Realizou curso “Moodle Básico para
exclusiva Tutor Professores”, Turma 2019B, 20h, IFRS.
* Realizou curso “Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância”, Turma
2019B, 20h, IFRS.
117
* Realizou curso “Educação a Distância”,
Turma 2019B, 25h, IFRS.
* Realizou curso “Qualidade de Cursos em
Educação a Distância”, Turma 2019B, 30h,
IFRS.
* Realizou curso “Criação de Videoaulas”
Turma 2020A, 40h, IFRS.
* Realizou curso “Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática”, Turma 2019B,
30h, IFRS.
* Realizou curso “Gamificação no Moodle”,
Turma 2019B, 30h, IFRS.
118
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017
Formação
Aline Noimann Letras Exclusiva * Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Ângelo Mozart Medeiros Dedicação * Realizou "Curso de introdução a EaD",
Graduação em Física Formação
de Oliveira Exclusiva UFRGS
Arnaldo Moscato dos Graduação em Dedicação
Formação * Nada consta.
Santos Economia Exclusiva
Graduação em Dedicação
Bruno Brogni Uggioni Formação * Nada consta.
Matemática Exclusiva
119
* Realizou o curso "Capacitação de tutores:
Cláudia Brum de Graduação em Dedicação
Formação fluência tecnológica e pedagógica para uso do
Oliveira Fogliarini Filha Matemática Exclusiva
AVEA MOODLE", 45h, UFSM, 2015.
120
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Graduação em Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Eliane Velasco Simões Química Industrial Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Formação
Luft Licenciatura em Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Química Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Emílio Rodolfo Arend Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Licenciatura em * Realizou curso "Formação para Educação a
Letras com Distância: como preparar as aulas para os 20%
habilitação em Dedicação EAD"
Fabiana Cardoso Fidelis Formação
Língua Portuguesa e Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Literatura de Língua Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Portuguesa IFRS, 2018.
Licenciatura em
Letras com
Dedicação *Realizou curso "Especialização em Tutoria em
Gláucia da Silva Henge habilitação em Formação
Exclusiva Educação a Distância"
Língua Portuguesa e
Língua Inglesa
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
Graduação em
Dedicação EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Gustavo Neuberger Engenharia de Formação
Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Computação
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
121
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Graduação em Dedicação Realizou curso "Formação para Educação a
Naiara Greice Soares Formação
Pedagogia Exclusiva Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
*Realizou curso "Tutoria em Educação a
Distância", UNOCHAPECÓ, 2016.
Nicolau Matiel Lunardi Licenciatura em Dedicação
Formação *Nada consta.
Diehl Matemática Exclusiva
Graduação em
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Engenharia de Dedicação
Otávio Simões Mano Formação Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Controle e Exclusiva
2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Automação
Graduação em
Dedicação
Rafael Coimbra Pinto Ciência da Formação *Nada consta.
Exclusiva
Computação
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Graduação em Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Ricardo Balbinot Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Sérgio Almeida Graduação em Dedicação
Formação Distância: como preparar as aulas para os 20%
Migowski Administração Exclusiva
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
Licenciatura Plena Dedicação 2h30m, IFRS, Campus Canoas, 2017. *
Simone Maffini Cerezer Formação
em Matemática Exclusiva Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
* Realizou curso "Abordagens Pedagógicas
Modernas na Educação a Distância", 20h,
IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Cursos Online Abertos e
Massivos: teoria e prática", 30h, IFRS, Campus
Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou Curso de Extensão: Cursos
Regulares Presenciais com Carga Horária a
Distância (20h)
Graduação em Dedicação * Realizou curso "Educação a Distância", 25h,
Tuane Proença Pereira Formação
Engenharia Elétrica Exclusiva IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Moodle Básico para
Professores", 20h, IFRS, Campus Bento
Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "O Uso de Aplicativos Web na
Construção de Materiais Educacionais", 20h,
IFRS, Campus Bento Gonçalves, 2020
* Realizou curso "Qualidade de Cursos em
Educação a Distância", 30h, IFRS, Campus
Bento Gonçalves, 2020.
* Realizou curso "Formação para Educação a
Distância: como preparar as aulas para os 20%
Graduação em Dedicação EaD", 2h, IFRS, Campus Canoas, 2017.
Xana Campos Valério Formação
Direito Exclusiva * Realizou curso "Capacitação para Uso do
Ambiente Virtual de Aprendizagem – Moodle ",
IFRS, 2018.
122
Considerando a experiência dos servidores, os mesmos se habilitam para
identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em linguagem aderente
às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os
conteúdos dos componentes curriculares, elaborar atividades específicas para a
promoção da aprendizagem de discentes com dificuldades, realizar avaliações
diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os resultados para redefinição de
sua prática docente, o exercício da liderança e reconhecimento da sua produção.
Cabe ressaltar que os docentes atuarão no curso como professor e tutor.
Para atuar na Educação a Distância, os servidores devem atender as
legislações e normativas vigentes, incluindo o Programa de Capacitação para
atuação na Educação a Distância. Além disso, o IFRS oferece periodicamente
diversos cursos através do CEaD e NEaD. Além disso, os docentes participam de
formação pedagógica no próprio Campus. Estes cursos e formações visam habilitar
o docente para identificar as dificuldades dos discentes, expor o conteúdo em
linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos
contextualizados com os conteúdos dos componentes curriculares, elaborar
atividades específicas para a promoção da aprendizagem de discentes com
dificuldades, realizar avaliação diagnósticas, formativas e somativas, utilizando os
resultados para redefinição de sua prática docente, o exercício da liderança e
reconhecimento da sua produção. Com relação aos alunos com necessidades
específicas, há a atuação do NAPNE com o objetivo de orientar os docentes para
promoção das adaptações necessárias.
No início de cada semestre, ocorre uma reunião com os docentes que atuam
no curso no período letivo vigente. Dentre os assuntos tratados nesta reunião,
quando houver componentes curriculares com carga-horária EaD, haverá uma
articulação com relação a metodologias, linguagens e adaptações a serem
utilizadas no ensino a distância. Os problemas identificados pela CPA com relação a
interação entre docentes, tutores, coordenador e discentes serão tratados pelo
123
colegiado de curso. Desta forma, ocorre a interação entre tutores, docentes e
coordenação de curso. como resultado, há o planejamento documentado da
interação para encaminhamento das questões do curso e realização de avaliações
periódicas para identificação de problemas ou aprimoramento da interação entre os
sujeitos.
124
Para o caso de ex-alunos com novo ingresso no curso, ou seja, que por
qualquer motivo tenham se desligado do curso e ingressado novamente, será feita a
reutilização dos seus históricos escolares (automaticamente - não será necessário
cursar novamente os componentes curriculares).
Cabe ao estudante realizar os pedidos de aproveitamento de estudos nos
prazos determinados pelo calendário acadêmico. Sendo assim, as solicitações
deverão ser protocoladas na Coordenadoria de Registros Escolares do Campus, de
acordo com as normativas do IFRS relativas a este fim.
Caberá à Coordenação de Curso o encaminhamento do pedido ao docente
atuante no componente curricular objeto de aproveitamento, que realizará a análise
de equivalência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de conteúdo e carga
horária, assim como emitirá parecer conclusivo sobre o pleito. A avaliação da
correspondência de estudos deverá recair sobre os conteúdos que integram os
programas dos componentes curriculares e sobre as suas cargas horárias, sem a
preocupação com a coincidência absoluta dessas variáveis, mas levando-se em
conta a equivalência do conteúdo e da carga horária, tendo em vista o PPC em que
o estudante está matriculado no IFRS.
O trabalho de conclusão de curso não é passível de aproveitamento.
125
O Curso de bacharelado em Engenharia Eletrônica, Campus Canoas tem
como objetivo formar Engenheiros(as) Eletrônicos(as) aptos ao exercício da
profissão de engenheiro, capazes de buscar respostas a desafios e problemas,
estimulando-os à integração entre teoria e prática, à pesquisa e ao aperfeiçoamento
contínuo. Contribuindo para o desenvolvimento de tecnologia, produtos e processos
para a melhora das condições de trabalho do cidadão ou da sociedade e dos
arranjos produtivos locais. A matriz curricular do curso compreende componentes
curriculares de formação básica e as de formação profissional, articuladas entre si,
contribuindo para uma aprendizagem significativa do profissional egresso do curso
A construção do conhecimento no IFRS – Campus Canoas ocorre com a:
integração entre aulas dialogadas, expositivas e práticas, dinâmicas de grupo,
leituras comentadas, discussão de artigos e estudo de caso, pesquisa bibliográfica,
palestras, estágios obrigatório e não obrigatórios e com a realização de visitas
técnicas a empresas do setor Industrial, entre outros.
Existe uma busca constante pelo desenvolvimento de profissionais que
reflitam e construam conhecimentos da área de eletroeletrônica, automação e
controle baseados na ética e que sejam socialmente comprometidos.
Além disso, em conformidade com a Instrução Normativa da Pró-Reitoria de
Ensino PROEN/IFRS nº 1/2015, a prática educativa é orientada por uma didática
ativa, em que o estudante seja desafiado à resolução de problemas práticos,
consonantes à área do conhecimento do curso, privilegiando a relação com o
mundo do trabalho e suas tecnologias, de forma pertinente às ementas de cada
componente curricular constante no Projeto Pedagógico do Curso.
Também podemos salientar como uma das metodologias a serem
empregadas em cada componente curricular são a utilização da aprendizagem
baseadas em projetos. Prática pedagógica que é antiga e característica dos cursos
de engenharia, onde em alguns componentes curriculares, projetos mais longos e
complexos são desenvolvidos por grupos de estudantes. Isto permite uma
integração direta dos conteúdos teóricos e sua aplicação prática. Além da
integração em grupos, articulação que é comum no mundo do trabalho.
126
“O desafio colocado para os Institutos Federais no campo da pesquisa
é, pois, ir além da descoberta científica. Em seu compromisso com a
humanidade, a pesquisa, que deve estar presente em todo trajeto da
formação do trabalhador, representa a conjugação do saber na
indissociabilidade pesquisa, ensino e extensão. E mais, os novos
conhecimentos produzidos pelas pesquisas deverão estar colocados a favor
dos processos locais e regionais numa perspectiva de reconhecimento e
valorização dos mesmos no plano nacional e global.”12
12
[Link]
13
[Link]
127
seus conhecimentos para promover melhorias na comunidade externa,
representada neste caso pelos diferentes tipos de empresas ou organizações onde
o trabalho poderá ser realizado; e ensino, dado que o processo de desenvolvimento
do projeto contribuirá para o aprendizado do aluno e para sedimentação dos
conteúdos desenvolvidos ao longo do curso. O projeto também contribuirá para a
construção de conhecimento no campo das engenharias eletrônica e correlatas,
podendo resultar em publicações de artigos científicos.
Entre as ações que estimulam a indissociabilidade do ensino, pesquisa e
extensão, o Campus promove salões de ensino, pesquisa e extensão e feiras de
ciência; programas de apoio a projetos de ensino, de pesquisa e de extensão;
programas de bolsas de monitorias de ensino, de pesquisa e de extensão; diversos
eventos culturais, artísticos, esportivos, tecnológicos, científicos ou com temáticas
transversais promovidos pelos servidores do Campus individualmente ou realizados
pelas coordenações institucionais e do curso ou pelos núcleos institucionais: Núcleo
de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI); Núcleo de Atendimento às
Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE); Núcleo
Tecnológico de Acessibilidade (NTA); Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e
Sexualidade (NEPGS).
Ainda, a coordenação do curso promove semanas acadêmicas, visitas
técnicas, palestras e eventos específicos e os alunos do curso podem propor e
organizar ações que poderão ser registradas como atividades curriculares
complementares.
128
conjunto de princípios e diretrizes que estabelecem a organização, as
competências e o modo de funcionamento dos diferentes órgãos da
Assistência Estudantil para a implantação de ações que promovam o
acesso, a permanência e o êxito dos estudantes em consonância com
o Programa Nacional de Assistência Estudantil (Decreto nº.
7.234/2010), com o Projeto Pedagógico Institucional e com o Plano de
Desenvolvimento Institucional do IFRS.”
129
• Lei nº. 12.764, de 27 de dezembro de 2012 - institui a política nacional de
proteção dos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista; e altera o § 3º.
do art. 98 da lei nº. 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Em consonância com as diretrizes legais e com o entendimento de que o
respeito e o reconhecimento da diversidade deve ser um dos princípios
fundamentais na construção de um sistema educacional inclusivo, as orientações
legais antes citadas fazem parte dos temas transversais abordados nos currículos
da educação básica e do ensino superior do IFRS.
O IFRS desenvolve uma política de ações inclusivas por meio da Assessoria
de Ações Afirmativas, Inclusivas e Diversidade (AAI) e do Centro Tecnológico de
Acessibilidade (CTA) do IFRS, institucionalizados pela Reitoria, a partir da portaria
nº. 168, de 14 de maio de 2010. Esse órgão busca, principalmente, promover a
cultura da educação para a convivência, o respeito às diferenças, a inclusão, a
permanência e a saída exitosa de pessoas com deficiência para o mundo do
trabalho, buscando a remoção de todos os tipos de barreiras. Como expressão
dessa política, na prática, destaca-se, entre outras iniciativas, a existência de uma
Política de Ações Afirmativas do IFRS, da qual derivam núcleos, atividades de
ensino, pesquisa e extensão, em cada Campus, visando ao desenvolvimento e ao
fortalecimento de uma educação voltada para a diversidade. Conforme parágrafo 1º.
do Art. 1º. da resolução da Política de Ações Afirmativas do IFRS14, esta:
[...] Propõe medidas especiais, para acesso, permanência e o êxito
dos estudantes, em todos os cursos ofertados, prioritariamente para
pretos, pardos, indígenas, pessoas com necessidades educacionais
específicas, pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica
e oriundos de escolas públicas.
130
pesquisa e de extensão. Há também horários de atendimento docente para os
estudantes dos cursos de nível médio e superior, no contraturno do horário de aula,
para que os alunos possam tirar dúvidas e aprofundar conhecimentos.
O horário de atendimento é uma atividade regulamentada na Resolução nº.
082, de 19 de outubro de 2011, a qual normatiza a atividade docente no IFRS, onde,
no artigo 10, está colocado que:
“§ 4º. O atendimento ao aluno de cursos presenciais é o momento que
o docente disponibiliza para dirimir dúvidas e deverá ocorrer nas
dependências dos campi, em local e horário específico e com ampla
divulgação junto ao corpo discente, correspondendo a, pelo menos,
1/3 da carga horária em sala de aula, com um mínimo de 4 horas
semanais.”
Dessa forma, a efetivação dessa política dá-se por meio de ações voltadas
para questões como apoio acadêmico, por meio do desenvolvimento de projetos de
monitoria e tutoria envolvendo estudantes, docentes e técnicos administrativos do
IFRS; acompanhamento psicossocial e pedagógico realizado, principalmente, pelos
setores de Assistência Estudantil e Pedagógico, de modo articulado com os núcleos
voltados às ações afirmativas; e assistência para a acessibilidade física de pessoas
com necessidades específicas, entre outras medidas. Inserem-se em tais ações a
preocupação com a acessibilidade atitudinal, voltada à percepção do indivíduo sem
discriminação ou estereótipos, a fim de eliminar barreiras entre os partícipes do
processo educativo; e a acessibilidade pedagógica, voltada à criação e à
valorização de metodologias que eliminem barreiras na atuação docente, em suas
concepções de educação, inclusão e avaliação.
131
de todo o curso, pelo uso de plataformas que permitem ao docente e estudante a
comunicação ativa (a exemplo do Moodle).
O uso das TICs também está voltado para o processo de inclusão das
pessoas com necessidades educacionais específicas. Se a tecnologia na educação
é uma poderosa ferramenta no processo de ensino-aprendizagem em relação a
qualquer tipo de aluno, é ainda mais em se tratando de alunos com diferentes
necessidades.
Por esta razão, entende-se que a Tecnologia Assistiva possui característica
interdisciplinar, e com o intuito de proporcionar a inclusão social e a acessibilidade,
o Campus Canoas possui, a exemplo de recurso dessa tecnologia, uma impressora
braile, scanner com OCR, notebooks com softwares leitores de tela e ampliadores
de imagem. Paralelamente a isso, são desenvolvidos no Campus Canoas ações e
projetos elaborados pelo Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades
Específicas (NAPNE) e do Núcleo Tecnológico de Acessibilidade, visando, por
exemplo, a realização de projetos de pesquisa aplicado às tecnologias de
acessibilidade.
Pelo exposto, podemos inferir que ambientes informatizados são ferramentas
de grande potencial no processo educativo, pois permitem ao aluno explorar,
experimentar, interpretar, visualizar, induzir, conjeturar, abstrair, generalizar e
proporcionar a acessibilidade.
15
Resolução nº 22, de 25 de fevereiro de 2014 do IFRS. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 14 nov. 2017.
133
A permanência e o êxito passam também pelo atendimento às
especificidades dos alunos. Por este motivo, em consonância com art. 59 da
LDB/199616 e com a Política de Ações Afirmativas do IFRS, está previsto:
adaptações de materiais didático-pedagógicos e dos instrumentos de avaliação, de
acordo com as especificidades e peculiaridades dos estudantes. Este processo
pode envolver adaptações curriculares em diferentes níveis, conforme a(s)
necessidade(s) apresentada(s), conforme sugerido no documento: Saberes e
práticas da inclusão: Estratégias para a educação de alunos com necessidades
educacionais especiais.
“As adequações curriculares constituem, pois, possibilidades
educacionais de atuar frente às dificuldades de aprendizagem dos
alunos. Pressupõem que se realize a adequação do currículo regular,
quando necessário para torná-lo apropriado às peculiaridades dos
alunos com necessidades especiais. Não um novo currículo, mas um
currículo dinâmico, alterável, passível de ampliação para que atenda
realmente a todos os educandos. Nessas circunstâncias as
adequações curriculares implicam a planificação pedagógica e as
ações docentes fundamentadas em critérios que define: o que o aluno
deve aprender; como e quando aprender; que formas de organização
do ensino são mais eficientes para o processo de aprendizagem; como
e quando avaliar o aluno. (SEESP/MEC, 2003, p. 34)”
16
Este artigo compõe o capítulo V da referida Lei, que trata da Educação Especial e aborda o que
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais.
17
Em alguns campi é possível observar os Núcleos de Ações Afirmativas (NAAFs) setor propositivo e
consultivo que media as ações afirmativas na Instituição, congregando as ações dos Núcleos de
Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNEs), Núcleos de
Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABIs) e Núcleos de Estudos e Pesquisas em Gênero e
Sexualidade (NEPGSs), os quais estão regulamentados em documento próprio.
134
Além dos núcleos, em 2015 foi criado o Centro Tecnológico de Acessibilidade
(CTA) do IFRS, sendo regulamentado pela Instrução Normativa nº 10 de 07 de
dezembro de 2015, cujo objetivo, conforme art. 2 da referida instrução é: “propor,
orientar e executar ações de extensão, pesquisa e desenvolvimento em
acessibilidade arquitetônica, instrumental, comunicacional, programática,
18
metodológica, atitudinal e recursos de tecnologia assistiva no IFRS” .
Além dos núcleos voltados para inclusão, o Campus Canoas possui um
Núcleo de Educação à Distância (NEaD), vinculado à Direção de Ensino.
18
Instrução Normativa PROEX/IFRS nº 10, de 7 de dezembro de 2015. Disponpivel em:
<[Link]
atuacao_do_cta_do_ifrs.pdf>.. Acesso em 14 nov. 2017.
135
Criado em março de 2015 pela portaria nº48/2015 o Núcleo Tecnológico de
Acessibilidade do Campus Canoas está vinculado a Assessoria de Ações
Afirmativas, Inclusivas e Diversidade da Pró-Reitoria de Ensino do IFRS e tem por
objetivo geral ser um espaço propício para o desenvolvimento de soluções voltadas
às Tecnologias Assistivas.
Importante ressaltar os objetivos específicos do núcleo que são:
● proporcionar espaço para que alunos do possam realizar estágios
curriculares obrigatórios no IFRS Campus Canoas, como instituição
concedente;
● contribuir com o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades
Educacionais Específicas (NAPNE) na busca por soluções de acessibilidade
e mobilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais;
● ser um espaço propício a pesquisas tecnológicas que visem o
desenvolvimento de pesquisa em Tecnologias Assistivas;
● contribuir com as atividades fim do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do
IFRS a geração de produtos e processos patenteáveis.
136
● possibilitar o desenvolvimento de conteúdos curriculares, extracurriculares e
pesquisas com abordagem multi e interdisciplinares sobre a temática de
forma contínua;
● colaborar em ações que levem ao aumento do acervo bibliográfico
relacionado à educação plural no Campus;
● organizar espaços de conhecimento, reconhecimento e interação com grupos
étnico-raciais;
● revisar documentos dos campi, sempre buscando a inserção e atualização
dos mesmos no que compete às questões étnico-raciais;
● propor e participar de eventos de outras instituições, como também de
movimentos sociais que envolvam questões relacionadas à cultura
afro-brasileira e indígena.
137
● conhecer e debater junto à comunidade escolar e local sobre as leis que
tratam da união civil de pessoas de mesmo sexo, cirurgias de redesignação
sexual e alterações no nome de travestis, transexuais e transgêneros;
● fomentar discussões sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs),
sintomas e tratamentos, em parceria com Secretarias Municipais de Saúde e
órgãos afins; e
● opinar sobre questões pertinentes que lhe forem encaminhadas e que
envolvam a temática de estudo e pesquisa do núcleo.
138
6.23.1 Avaliação interna: autoavaliação
6.23.3 ENADE
139
Exame constará no histórico escolar do estudante ou, quando for o caso, sua
dispensa pelo MEC. O INEP/MEC constitui a amostra dos participantes a partir da
inscrição, na própria instituição de ensino superior, dos alunos habilitados a fazer a
prova.
O ENADE compõe o Conceito Preliminar de Curso (CPC) que é o conceito
onde se avalia o curso em uma escala de 1 a 5. Para o cálculo, são considerados:
Conceito ENADE (desempenho dos estudantes na prova do Enade); Indicador de
Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) que basicamente
compara o desempenho do estudante nos ENADE e Exame Nacional do Ensino
Médio (ENEM); corpo docente (informações do Censo Superior sobre o percentual
de mestres, doutores e regime de trabalho) e percepção dos estudantes sobre seu
processo formativo (informações do Questionário do Estudante do Enade).
140
acadêmicas do curso, observando-se as políticas e normas do IFRS, seguindo o
regulamento dos Colegiados dos Cursos Superiores do IFRS - Campus Canoas.
O Colegiado de Curso é constituído por:
1. Coordenador do curso;
2. Todos os professores em efetivo exercício que compõem a estrutura
curricular do curso;
3. Pelo menos um representante do corpo discente do curso;
4. No mínimo, um técnico-administrativo do Setor de Ensino do Campus;
5. Pelo menos um representante do NEaD;
6. Pelo menos um tutor de EaD atuante no curso, dentre aqueles não
contemplados nos itens anteriores.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem como objetivos garantir a
elaboração, o acompanhamento e a consolidação do PPC, no âmbito do Campus, e
participar da concepção, da avaliação e da atualização do curso, em âmbito
sistêmico.
Segundo a Resolução Nº 01 de 17 de junho de 2010, da Comissão Nacional
de Avaliação da Educação Superior (CONAES), o Núcleo Docente Estruturante
(NDE) de um curso de graduação constitui-se de grupo de docentes com atribuições
acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
Os NDEs são constituídos por grupo de docentes, membros do colegiado,
eleitos e designados por Portaria do Diretor-Geral do Campus, com a seguinte
composição:
1. O Coordenador do Curso, como membro nato e coordenador do NDE;
2. O mínimo de 3 (três) docentes pertencentes ao curso, sendo pelo menos
60% (sessenta por cento) com dedicação exclusiva.
141
O quadro de pessoal do Campus Canoas é composto por professores e
técnicos administrativos, ambos selecionados por concursos públicos. Quanto aos
professores, estes podem ser efetivos ou substitutos. A seguir nominata dos
professores do curso:
Adriano Armando do Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. DE
Amarante Mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM,
Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Ângelo Mozart Medeiros Licenciatura em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
de Oliveira UFRGS, Brasil.
Mestrado em ensino de Física pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em ensino de Física pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.
Bruno Brogni Uggioni Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina DE
, UFSC, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina,
UFSC, Brasil.
Doutorado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do
142
Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado em Matemática pela Universidade Federal de Santa
Catarina. UFSC, Brasil.
Caio Felipe Campos Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, DE
Cerqueira UFBA, Brasil.
Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, UFBA,
Brasil.
Doutorado em andamento em Ciências Sociais pela Universidade Federal
da Bahia, UFBA, Brasil.
Caio Graco Prates Alegretti Graduação em Engenharia da Computação pelo Instituto Tecnológico de DE
Aeronáutica , ITA, Brasil.
Especialização em Fundamentos Teórico-Metodológicos do Ensino pela
Universidade de Cruz Alta, UNICRUZ, Brasil.
Mestrado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em Microeletrônica pela Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, UFRGS, Brasil.
Carina Loureiro Andrade Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande, DE
FURG, Brasil.
Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande,
FURG, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Maria,
UFSM, Brasil.
Doutorado em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Carla Odete Balestro Silva Bacharelado em Ciência da Computação pelo Centro Universitário La DE
Salle, UNILASALLE, Brasil.
Especialização em Educação Profissional Integrada à Educação de
Jovens e Adultos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Cimara Valim de Melo Licenciatura em Letras, Português e Inglês e respectivas Literaturas pela DE
Faculdades Porto-
Alegrenses, FAPA, Brasil.
Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul,UFRGS, Brasil.
143
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Cristiane Silva da Silva Graduação em Ciências Biológicas pela Pontifícia Universidade Católica DE
do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Especialização em Toxicologia Aplicada pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Daniele dos Santos Bacharel em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Fontoura Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Docência no Ensino Técnico pelo Centro Universitário
SENAC, SENAC/SP, Brasil.
Mestrado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
144
Pompermayer Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado Profissional em Ensino de Matemática pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Eliane Velasco Simões Luft Bacharel em Química Industrial pela Universidade Federal Fluminense, DE
UFF, Brasil.
Licenciatura em Química pela Universidade do Grande Rio,
UNIGRANRIO, Brasil.
Mestrado em Engenharia Civil pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de
Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia, COPPE, Brasil.
Emílio Rodolfo Arend Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa DE
Maria, UFSM, Brasil.
Licenciatura em Matemática pelo Centro Universitário Claretiano, Brasil.
Mestrado em Engenharia de Elétrica pela Universidade Federal de Santa
Catarina, UFSC, Brasil.
Érico Kemper Licenciatura em Física pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
UNISINOS, Brasil.
Mestrado Profissional em Ensino de Física pela Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Fabiana Cardoso Fidelis Licenciatura em Língua Portuguesa e Literatura pela Universidade Federal DE
do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Literatura e Ensino pela Universidade Comunitária
Regional de Chapecó, Brasil.
Mestrado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina,
UFSC, Brasil.
Gisele Palma Graduação em Pedagogia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
UNISINOS, Brasil.
Especialização em Psicopedagogia Clínica pelo Centro Universitário La
Salle, UNILASALLE, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Gláucia da Silva Henge Licenciatura em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio DE
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras Português/Inglês pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Heraldo Makrakis Bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras, DE
Aman, Brasil.
Bacharel em Engenharia Química pelo Instituto Militar de Engenharia,
IME, Brasil.
Mestrado em Sistemas e Computação pelo Instituto Militar de Engenharia,
IME, Brasil.
Doutorado em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior
do Exército, ECEME, Brasil.
Pós-Doutorado em Estudos Estratégicos Internacionais pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
145
IFRS, Brasil.
Mestrado em Computação Aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.
Joel Augusto Luft Bacharelado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio DE
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Juliana da Cruz Mülling Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas, DE
UFPEL, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Leila de Almeida Castillo Licenciatura em Educação Física Universidade Federal do Rio Grande do DE
Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Gestão e Supervisão Educacional pela Faculdade
Cenecista de Osório, FACOS, Brasil.
Especialização em Gestão do Cuidado para uma Escola que Protege pela
Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil.
Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em andamento em Educação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Lindomar Júnior Fonseca Bacharelado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio 20h
Alves Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em MBA em Contabilidade Pública e Responsabilidade
Fiscal pelo Centro Universitário Internacional, UNINTER, Brasil.
Mestrado em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos
Sinos, UNISINOS, Brasil.
Lisiane Celia Palma Bacharelado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande DE
do Sul, UFRGS, Brasil.
146
Mestrado em Agronegócios pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Marcelo Santos Matheus Graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Santa DE
Maria, UFSM, Brasil.
Licenciatura em História pela Universidade Franciscana, UFN, Brasil.
Especialização em Práxis Pedagógica no Ensino Médio e Superior pela
Faculdade Metodista Centenário, FMC, Brasil.
Mestrado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro, UFRJ, Brasil.
Mariana Lima Duro Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Sul, UFRGS, Brasil.
Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro
Universitário LaSalle –
Canoas. UNILASALLE, Brasil.
Especialização em andamento em Matemática pela Universidade Federal
do Rio Grande , FURG, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Mauricio Ivan dos Santos Graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, DE
Unisinos, Brasil.
Especialização em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Naiara Greice Soares Graduação em Pedagogia pelo Instituto Anglicano Barão do Rio Branco - DE
IABRBl, Brasil.
Especialização em Educação Especial com Ênfase em Deficiência
147
Intelectual pelo Instituto de
Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, IDEAU, Brasil.
Especialização em Tradução, Interpretação e Docência da Língua
Brasileira de Sinais - LIBRAS pela Universidade Tuiuti do Paraná, UTP,
Brasil.
Mestrado Profissional em Educação pela Universidade Federal da
Fronteira Sul, UFFS, Brasil.
Nicolau Matiel Lunardi Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do DE
Diehl Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do
Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado em Matemática (Análise) pela Universidade de Coimbra,
Portugal.
Núbia Lúcia Cardoso Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande, DE
Guimarães FURG, Brasil.
Especialização em Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande,
FURG, Brasil.
Especialização em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande, FURG, Brasil.
Mestrado em Matemática Aplicada pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em andamento em Informática na Educação pela Universidade
Federal do Rio
Grande do Sul – UFRGS, Brasil.
Omar Júnior Garcia Licenciatura em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
Silveira UFRGS, Brasil.
Mestrado em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
UFRGS, Brasil.
148
Rodrigo Perozzo Noll Bacharelado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade DE
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Mestrado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Doutorado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Sérgio Almeida Migowski Bacharelado em Administração pela Universidade de Santa Cruz do Sul, DE
UNISC, Brasil.
Especialização em Formação Pedagógica de Professores pela QI Escolas
e Faculdades, QI, Brasil.
Mestrado em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Doutorado em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Sheila Katiane Staudt Graduação em Letras - Português e Francês pela Universidade Federal do DE
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Graduação em Letras - Português e inglês pela Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Letras, com ênfase em Literatura Brasileira pela
Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Letras, com ênfase em Literatura Brasileira pela
Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Pós-doutorado pela Université Sorbonne Nouvelle Paris 3 - PARIS 3,
França.
Silvana Zardo Pacheco Licenciatura em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, DE
UFRGS, Brasil.
Mestrado em em School Of Education pela New York University, NYU,
Estados Unidos.
Doutorado em Lingüística e Letras pela Pontifícia Universidade Católica
do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Simone Maffini Cerezer Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Santa Maria, DE
UFSM, Brasil.
Mestrado em Estatística e Probabilidade Matemática pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Doutorado em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
149
Faculdade de Filosofia
Nossa Senhora da Imaculada Conceição, FAFIMC, Brasil.
Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul -
UFRGS, Brasil.
Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- UFRGS, Brasil.
Xana Campos Valerio Bacharelado em Direito pela Universidade Católica de Pelotas, UCPEL, DE
Brasil.
Especialização em Direito Tributário pela Associação dos Fiscais dos
Tributos Estaduais do Rio Grande do Sul, AFISVEC, Brasil.
Especialização em Processo Civil pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul, UFRGS, Brasil.
Mestrado em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos,
UNISINOS, Brasil.
Olivia Pereira Tavares Graduação em História, FURGS, Assistente de Alunos Setor Pedagógico/Apoio
2019 Educacional/Apoio à Extensão
Especialização em Formação de
Docentes e Tutores - em EAD,
UNINTER, 2015
Mestrado em Educação, UFRGS,
2018
Aline Viero Kowalski Graduação em Serviço Social, Assistente Social Coordenadoria de Assistência
UNINFRA, 2003. Estudantil
Mestrado em Serviço Social,
PUCRS, 2007.
150
Doutorado em Serviço Social,
PUCRS, 2012.
151
Este curso não apresenta certificados de qualificação intermediários. Para o
aluno receber o diploma de Engenheiro(a) Eletrônico(a), deve completar as 3668
horas correspondentes a todos os componentes curriculares, as 60 horas de
Atividades Curriculares Complementares, as 160 horas do Estágio Obrigatório,
participar da solenidade de formatura e estar em situação regular junto ao ENADE.
Demais informações sobre o fluxo de solicitação e expedição do diploma fazem
parte da Organização Didática do IFRS.
6.27 Infraestrutura
Instalações
152
Estudantil, Setor Pedagógico, Apoio para Ensino, Pesquisa e Extensão e Setor de
Estágios. Também funciona neste prédio a cantina, como serviço terceirizado do
Campus. Este prédio possui uma área total de 622 m².
Prédio D - Neste prédio há dois laboratórios, 1 (um) laboratório de informática
e 1 (um) laboratório de matemática/informática. Este prédio também dispõe de mais
4 salas com capacidade para 40 alunos e 6 salas para 25 alunos. Este prédio possui
uma área total de 864 m².
Prédio E – No prédio de laboratórios, há 4 laboratórios de informática, um de
hidráulica, automação e CAD-CAM, um de automação e pneumática, um de
hardware e redes, um de automação industrial e um de eletrônica/informática. Há,
também, uma sala para o Setor de Laboratórios para os técnicos de laboratório de
eletrônica e de informática. Este prédio possui uma área total de 864 m².
Prédio G - Está em fase de conclusão um novo prédio que abrigará salas de
aula, salas de trabalho para docentes e sala para coordenações de cursos. A
conclusão do prédio está prevista para junho de 2020. Este prédio possuirá uma
área total de 2.702 m².
Prédio I - O prédio abriga a Coordenadoria de Infraestrutura, incluindo setor
de almoxarifado, patrimônio e transporte. Os espaços físicos dispõem ainda
garagens, espaços para o serviço terceirizado de higienização, vestiários de uso
comum e churrasqueira. Este prédio possui uma área total de 348 m².
Com a entrega do prédio F, o Campus Canoas contará com uma área construída
total de 7.902 m². A expectativa é de que sejam construídos outros prédios que
comportem mais salas de aula e laboratórios, sendo a consolidação da
infraestrutura física um dos principais desafios para o período 2019-2023.
É importante salientar que muitos dos professores do IFRS – Campus
Canoas possuem computadores (notebooks) e/ou tablets, disponibilizados pela
Instituição, conectados à internet através de rede sem fio, com cobertura total do
Campus, bem como à ilha de impressão. Os computadores e tablets são de
responsabilidade dos professores, que podem levá-los para suas residências, caso
considerem oportuno e necessário para dar continuidade aos trabalhos
Institucionais. Eventuais consertos e configurações adicionais são de
responsabilidade da Instituição.
Salienta-se, também, que o Campus está sempre procurando atender as
questões de acessibilidade, com banheiros adaptados, elevadores de nível para os
prédios que necessitam, piso tátil e identificação em braile da localização dos
setores.
Em razão do constante crescimento do número de alunos, o ingresso de
docentes e técnicos-administrativos, a estrutura física ainda está em processo de
expansão, para que possa atender ao público com qualidade.
Todos os laboratórios e salas de aula possuem projetor multimídia instalado.
Para o desenvolvimento das atividades previstas no curso de Engenharia Eletrônica,
153
considerando a política de compartilhamento e otimização de recursos, estão
disponíveis os seguintes laboratórios e equipamentos:
154
computador, multímetros portáteis categoria III, fontes de tensão simétricas,
programador universal de CI´s, gravador/debugador para sistemas
microprocessados, placa de desenvolvimento para microcontroladores,
estação de solda de retrabalho para SMD, microcomputador, kit de
instrumentos contendo lupa, sugador, estação de solda, alicates de bico e
corte, projetor multimídia, kits de processadores para sistemas embarcados
● Destaques: Bancadas inteligentes e computadorizadas com sistemas de
desenvolvimento digital e microprocessado para diversas plataformas,
incluindo a disponibilidade de kits para desenvolvimento de sistemas
operacionais embarcados
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Eletrônica Digital
Laboratório de Manufatura
● Equipamentos: microcomputadores, Fresa CNC , Torno CNC educacional,
Manipuladores robóticos.
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.
155
variadores de tensão, tacômetros, componentes diversos,
microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: Bancadas de trabalho para uso em acionamento e teste de
máquinas elétricas
● Observação: Inicialmente será implementado em conjunto com o Laboratório
de Controle e Automação
156
● Equipamentos: microcomputadores (25).
● Destaques: Laboratório aberto com acesso a internet para o desenvolvimento
de estudos e projetos fora do horário de aula.
Laboratório de Física
● Equipamentos: kits didáticos para desenvolvimento de experimentos em
cinemática, eletricidade e eletromagnetismo, termodinâmica, ótica e ondas
(quantidades variadas), microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: bancas com kits para desenvolvimento de experimentos nas
diversas áreas da física
Laboratório de Química
● Equipamentos: kits didáticos para desenvolvimento de experimentos em
química (quantidades variadas), microcomputadores, projetor multimídia
● Destaques: bancas com kits para desenvolvimento de experimentos nas
diversas áreas da química
Biblioteca
157
Nas instalações existem computadores com acesso à internet e mesas para
estudo coletivo. O espaço é aberto a todos, inclusive à comunidade externa. O
empréstimo domiciliar é restrito a professores, alunos e técnicos-administrativos do
Campus.
A biblioteca possui assinaturas de revistas e jornais. Em seu site estão
disponíveis links de periódicos da área de engenharia eletrônica e de assuntos
relacionados como um todo. Ainda possibilita o acesso ao Portal de Periódicos da
Capes, uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza, para instituições de ensino e
pesquisa no Brasil, o melhor da produção científica internacional.
O Sistema de Gerenciamento de Bibliotecas Pergamum foi adquirido em
2013 para todas as Bibliotecas do IFRS e implementado em Canoas. Ele oferece
uma série de funcionalidades, acessadas pela internet, inclusive em versão mobile.
Através do Pergamum, é possível ver o catálogo, utilizar o serviço de renovação e
reservas, acompanhar o histórico de impressos e as datas de devolução, entre
outros.
A biblioteca também dispõe de um computador com software leitor de tela e
ampliador de imagens para os alunos com deficiência visual (cegueira e baixa
visão).
7. Casos Omissos
Os casos não previstos por este Projeto Pedagógico, que não se apresentem
explícitos nas normas e decisões vigentes no Campus Canoas, serão resolvidos em
reunião ordinária ou extraordinária do Colegiado do Curso ou Núcleo Docente
Estruturante, juntamente com a Direção de Ensino.
158
8. Referências
159
Anexo 1 - Regulamento dos Laboratórios
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Anexo 2 - Regulamento das Atividades Curriculares
Complementares
174
Elaboração de documentos técnicos (normas, descrições
5h por
15 II técnicas, instruções de trabalho, manuais) e similares,
documento
com o devido registro.
16 II Viagem de Estudo ou Visita técnica. 1h=1h
17 III Ministrante de curso de extensão, de palestra e similar. 1h = 2h
Participação em projeto de extensão, pesquisa ou Ensino
18 III 1h=0,1h
(Bolsista).
19 III Atividade de monitoria, voluntária ou não. 1h=0,5h
Exercício de cargo eletivo na diretoria do DCE ou DA do
20 III curso ou participação nos órgãos representativos do 5h por mandato
Campus.
21 III Participação em comissão organizadora de eventos. 5h por evento
22 III Prestação de serviço voluntário de caráter social. 1h=1h
23 III Doação de sangue. 8h por doação
Convocação do cidadão para prestação de serviço de
24 III 8h por evento
caráter social (eleições, júri popular,...).
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184
Anexo 3 - Regulamento do Trabalho de Conclusão de
Curso
Disposições Preliminares:
Art. 3º. Os objetivos gerais das atividades de TCC1 e de TCC2 são de propiciar ao
discente a possibilidade de demonstrar sua competência como Engenheiro(a)
Eletrônico(a) com um aprofundamento temático, de estimular a produção teórica e
experimental, de fomentar a crítica científica, de orientar a utilização do método
científico e de induzir à consulta de bibliografia especializada.
185
Art. 7º. Poderão orientar as atividades de TCC1 e de TCC2 apenas professores em
exercício e do quadro permanente do IFRS, lotados no Campus Canoas e que
atuaram em componentes curriculares dos ciclos profissionalizante ou específico do
Curso de Engenharia Eletrônica.
§1º. Ao orientar a atividade de TCC1, o docente concorda tacitamente em orientar a
atividade de TCC2.
§2º. As atividades de TCC1 e de TCC2 poderão usufruir da colaboração de outro
professor do IFRS ou profissional externo, atuando como co-orientador, desde que
aprovado documentalmente pelo Orientador e para a qual não será atribuída carga
horária.
§3º. Cada professor poderá orientar no máximo 4 (quatro) alunos em TCC1 e mais 4
(quatro) alunos em TCC2 simultaneamente - situações excepcionais poderão ser
avaliadas e aprovadas pelo NDE do curso.
Art. 8º. A alteração do Orientador poderá ser solicitada formalmente pelo aluno ao
professor Responsável, que avaliará o mérito e poderá eventualmente cancelar a
sua matrícula na atividade.
Art. 9º. Será atribuído ao orientador a carga horária semanal de 0,5 (meia) hora de
atividade semanal por orientação (por aluno orientado) em TCC1 ou TCC2.
Art. 10º. As atividades de TCC1 e de TCC2 serão avaliadas pelos orientadores com
base no programa e cronograma estabelecido pelo(s) professor(es) responsável(is).
186
II. Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos teóricos e
experimentais adquiridos durante o curso de forma integrada, mediante a
execução de um Anteprojeto de Engenharia.
187
bibliográfica, a identificação e descrição do problema a ser resolvido, o método
adotado, os resultados, as conclusões e eventuais trabalhos futuros;
Art. 22º. A avaliação da atividade de TCC2 será realizada por uma Comissão
Examinadora em evento público estabelecido por cronograma divulgado pelo(s)
professor(es) responsável(is) e apenas após concordância formal do professor
orientador.
§1º. A Comissão Examinadora será proposta pelo orientador em acordo com o
discente, segundo o cronograma especificado pelo(s) professor(es) responsável(is).
§2º. Caso o Orientador considere que o trabalho não está adequado para ser
apresentado à Comissão Examinadora nos prazos especificados pelo Responsável
o discente será reprovado no componente TCC2, devendo realizar nova matrícula
na atividade em semestre posterior.
§3º. A Comissão Examinadora será composta por 3 membros de comprovada
experiência profissional, dentre os quais inclui-se o professor orientador, e devendo
necessariamente um (1) dos demais atender as mesmas especificidades
estabelecidas pelo Art. 7º.
§4º. A Comissão Examinadora proferirá o conceito na atividade de TCC2, mediante
o preenchimento de Ata na qual podem constar eventualmente correções a serem
realizadas.
§5º. As eventuais correções solicitadas pela Comissão Examinadora deverão ser
implementadas pelo discente segundo o cronograma estabelecido pelo
Responsável, o descrumprimento implicando em reprovação sumária.
Disposições finais:
Art. 27º. Casos omissos nesta resolução serão resolvidos e decididos pelo
Colegiado do curso após solicitação por escrito.
188
Anexo 4 - Regulamento do Estágio Curricular
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1.º A realização do estágio pelo estudante é regulada pela Lei 11.788, de
25 de setembro de 2008, bem como pela Instrução Normativa PROEX nº 07, de 3
de novembro de 2010, Instrução Normativa PROEX nº 09, de 5 de novembro de
2010, bem como demais normativas aplicáveis no âmbito do Campus Canoas, além
do presente regulamento.
Art. 2º O estágio realizado pelo estudante no âmbito do curso pode ser de
caráter obrigatório ou não obrigatório, atendendo a critérios específicos de
regulamentação.
Art. 3º A conclusão do estágio curricular obrigatório, doravante denominado
simplesmente estágio obrigatório, é elemento indispensável para a colação de grau
do título de engenheiro, não podendo possuir ser de duração inferior a 160 horas.
Art. 4.º O estágio obrigatório deverá ser realizado necessariamente em área
afim ao curso, preferencialmente em empresa de engenharia ou em área da
empresa de atuação em engenharia. No estágio não obrigatório dá-se preferência a
realização igualmente em áreas de atuação afins ao curso.
Art. 5.º O estágio curricular obrigatório deverá ser realizado mediante a
supervisão de um engenheiro na empresa concedente, bem mediante orientação do
professor coordenador no IFRS.
CAPÍTULO II
DO INGRESSO NO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
189
Art. 8.º Anteriormente a matrícula, o aluno deverá apresentar ao professor
coordenador do estágio os seguintes documentos:
I. Plano de trabalho do estágio, indicando atividades que serão desenvolvidas
durante a duração do estágio (as quais devem ser relacionadas ao escopo do
curso);
II. Cópia do contrato social da empresa (comprovando a mesma ser uma
empresa em área afim ao curso), ou do organograma/descrição da atividade da
área onde o aluno irá atuar dentro da empresa (a qual deve ter atuação em área
afim ao curso);
III. Cópia do registro/carteira profissional do supervisor do estágio na
concedente (o qual deverá ser, necessariamente, engenheiro(a)).
Art. 9.º O professor coordenador de estágios, mediante o encaminhamento
da documentação listado no artigo 8º, emitirá parecer aceitando ou recusando o
estágio apresentado como estágio válido para a finalidade de estágio curricular
obrigatório. Esse parecer versa sobre o atendimento do plano de estágio quanto aos
requisitos necessários para a realização do estágio obrigatório.
Art. 10.º Em caso de parecer negativo do professor coordenador de estágios,
o estudante poderá solicitar nova avaliação ao NDE do curso, uma única vez.
Art. 11.º Os estudantes trabalhadores poderão requerer a substituição de
parte ou de todo o estágio obrigatório pela equivalência das atividades
desenvolvidas no seu local de trabalho, desde que atendidos os demais requisitos
necessários ao mesmo, conforme exposto nos artigos 6º, 7º, 8º e 9º.
§1º Nesta situação, não se faz necessário o atendimento aos requisitos para
realização de estágio listados no artigo 1º.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
CAPÍTULO IV
ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO
190
Art. 14.º O estágio não obrigatório poderá ser realizado pelo estudante a
partir do primeiro semestre no curso, atendidos os requisitos listados no artigo 1º.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 15.º Os casos omissos serão resolvidos pelo NDE ou órgão superior, de
acordo com a competência dos mesmos.
191
a) modelo de Plano de trabalho de estágio
192
193
b) modelo para Parecer do supervisor na concedente
Segue o modelo estabelecido no Anexo 4 (Ficha de avaliação da
concedente), encontrado em: htttps://[Link]/canoas/extensao/estagios/
194
c) modelo de Relatório de Atividades Desenvolvidas
ESTAGIÁRIO
Nome: ____________________________________________________
CPF: _____________________________________________________
Curso: Bacharelado em Engenharia Eletrônica
Período de realização: de _____________________________________
até _____________________________________
Total de horas: ______________________________
Nome do supervisor na concedente:
___________________________________________
Telefone de contato do supervisor:
____________________________________________
E-mail de contato do supervisor:
______________________________________________
EMPRESA
Nome:______________________________________________________________
Cidade: ____________________________________________________________
Estado: _____________________________________________________________
Telefone de contato:
_______________________________________________________
AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO
1. Quanto às atividades exercidas no estágio em relação às atividades
estabelecidas em seu termo de compromisso de estágio:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
2. A aprendizagem adquirida no estágio proporciona preparação para seu futuro
profissional:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
3. Supervisão das atividades exercidas no estágio:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
4. Suas expectativas quanto às atividades exercidas durante o estágio foram
atendidas:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
5. Quanto sua relação com os colegas da unidade concedente:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
6. Em relação aos recursos disponibilizados para a realização de suas atividades:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
195
7. O estágio atendeu suas expectativas de aprendizado, possibilitando o
desenvolvimento de suas habilidades e conhecimentos:
( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Ruim
Canoas, _____/_____/_____
___________________________________
Assinatura do estagiário
196
d) Modelo de parecer de avaliação do professor orientador
ESTAGIÁRIO
Nome: ____________________________________________________
CPF: _____________________________________________________
Curso: Bacharelado em Engenharia Eletrônica
EMPRESA
Nome:
__________________________________________________________________
Cidade: ___________________________________________________________
Estado: ___________________________________________________________
Telefone de contato:
_______________________________________________________
AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO:
1 - O estagiário apresentou o relatório do supervisor de estágio da concedente?
( ) Sim ( ) Não
2 - O desempenho do estagiário indicado pelo engenheiro supervisor na concedente
é: ( ) Suficiente - igual ou superior a 6 ( ) Insuficiente
3 - O estagiário apresentou o relatório de atividades realizadas no estágio?
( ) Sim ( ) Não
4 - As atividades relatadas são condizentes com o esperado no estágio curricular
obrigatório no curso?
( ) Sim ( ) Não
5 - A avaliação final quanto ao estágio obrigatório realizado é:
( ) Cumpriu ( ) Não cumpriu
Canoas, _____/_____/_____
___________________________________
Rubrica do Professor
197
Anexo 5 - Regulamento do Núcleo Docente Estruturante
CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
CAPÍTULO III
DA CONSTITUIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
198
indicados por seus pares, respeitando preferencialmente a seguinte distribuição
entre as áreas:
I – Letras – um representante;
II –Matemática – um representante;
III - Eletrônica – mínimo de um representante;
IV - Ciências Humanas e Sociais – um representante;
V - Física – um representante;
VI - Automação - mínimo de um representante;
VII - Mecânica – mínimo de um representante;
VIII – Informática – um representante;
IX – Gestão – um representante.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DO NÚCLEO DOCENTE
ESTRUTURANTE
199
f) Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da instituição.
CAPÍTULO V
DAS REUNIÕES
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
200
Anexo 6 - Regulamento do Colegiado de Curso
CAPÍTULO I
DO CONCEITO
CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO
I. Coordenador do curso.
II. Professores em efetivo exercício que compõem a estrutura curricular do
curso em cada semestre letivo.
III. Dois representantes (um titular e outro suplente) do corpo discente do
curso.
IV. No mínimo um técnico-administrativo. No caso de ser apenas um, este
deverá ser do Setor de Ensino do Campus.
V. No mínimo um representante do NEaD, preferentemente escolhido entre
os professores em efetivo exercício que compõem a estrutura curricular do curso,
quando houver.
VI. No mínimo um tutor de Educação a Distância atuante no curso, dentre
aqueles não contemplados nos itens anteriores, quando houver.
Art. 4º. O secretário, que será responsável pela lista de presença e pela
elaboração das atas de reuniões, será eleito entre os componentes do colegiado.
201
Art. 5º. Os representantes do corpo discente serão escolhidos pelos seus
pares, por meio de eleições organizadas pelo Diretório Acadêmico. Na falta deste, o
processo será conduzido pelo presidente do Colegiado do Curso.
CAPÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS
202
VI. Representar o Colegiado junto aos demais órgãos do IFRS.
VII. Submeter à apreciação e à aprovação do Colegiado a ata da sessão
anterior.
VIII. Encaminhar a eleição para designar o responsável pela Secretaria do
Colegiado.
IX. Cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
CAPÍTULO IV
DAS REUNIÕES
Art. 10. Os casos omissos serão resolvidos pelo próprio Colegiado ou órgão
superior, de acordo com a competência dos mesmos.
203
204