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Avaliação de Ruído Ocupacional na Albatroz

Este relatório técnico apresenta os resultados da avaliação quantitativa da exposição ocupacional ao ruído de trabalhadores de uma empresa de segurança. Foram realizadas medições do nível de pressão sonora em diferentes áreas da empresa usando audiodosímetros calibrados. Os resultados mostraram que a exposição média ao ruído não ultrapassa os limites estabelecidos pela legislação brasileira.

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Wilson Prado
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Avaliação de Ruído Ocupacional na Albatroz

Este relatório técnico apresenta os resultados da avaliação quantitativa da exposição ocupacional ao ruído de trabalhadores de uma empresa de segurança. Foram realizadas medições do nível de pressão sonora em diferentes áreas da empresa usando audiodosímetros calibrados. Os resultados mostraram que a exposição média ao ruído não ultrapassa os limites estabelecidos pela legislação brasileira.

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RELATÓRIO

TÉCNICO

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE
EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO

ALBATROZ SEGURANCA E
VIGILÂNCIA LTDA
CARAGUATATUBA – SP
NOVEMBRO 2019
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA..........................................................................................................................................3

2. IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE.................................................................................................................. 3

3. ABORDAGEM INTRODUTÓRIA............................................................................................................................. 4

4. OBJETIVO................................................................................................................................................................. 4

5. ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO.............................................................................................................................. 5

6. CRITÉRIOS DE ACEITABILIDADE........................................................................................................................ 5

7. PROCEDIMENTOS................................................................................................................................................... 5

8. CRITÉRIOS ADOTADOS PARA A INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS.......................................................5

9. ESTRATIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DO GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO....................................5

10. RESULTADOS OBTIDOS...................................................................................................................................... 6

11. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS............................................................................................................. 6

12. RECOMENDAÇÕES GERAIS............................................................................................................................... 6

13. AUTORES E COLABORADORES........................................................................................................................ 7

14. BIBLIOGRAFIA..................................................................................................................................................... 7

15. REGISTRO DAS ALTERAÇÕES.......................................................................................................................... 7

16. ANEXO I ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA...........................................................................8

17. ANEXO II RELATÓRIOS DE DOSÍMETRIAS................................................................................................................. 10

18. ANEXO III RELATÓRIO ESTATÍSTICO......................................................................................................................... 25

19. ANEXO IV CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO...........................................................................................................................32

2
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: ALBATROZ SEGURANCA E VIGILANCIA LTDA

C.N.P.J.: 66.700.295/0001-17

Endereço: Av. Tira Dentes nº 1406

Bairro / Município: – LUZ SÃO PAULO/SP

Telefone: (11) 3188-2111 / (11) 3188-2132

GRAU DERISCO: 03

Quadrante: 3 Contratante: Petrobras – UTGCA – UNIDADE DE TRATAMENTO DE GÁS MONTEIRO


LOBATO –Rodovia Caraguatatuba - São Sebastião Km 05 - s/n - Pontal Santa Marina - CEP: 11600-970

Numero máximo de trabalhadores na instalação: 43

Nº do Contrato: 4690.0557.11.3

Descrição do serviço: Serviços de Segurança Privada, nas Unidades Operacionais da Petrobras, dedicadas
na Região de Caraguatatuba e São Sebastião do Estado de São Paulo, no âmbito da Inteligência e Segurança
Corporativa.

2. IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE

Razão Social: Petróleo Brasileiro SA – PETROBRAS CNPJ: 33.000.167/0121-18


Endereço: Rod. Caraguatatuba - São Sebastião, Km 05 S/N - SP - CEP 11660-970 Ramo
de Atividade (CNAE): 35.20-4 – Prod de Gás; Proc. de gás natural

Grau de Risco (NR 4): 3

3
3. ABORDAGEM INTRODUTÓRIA

O som pode ser definido como uma variação de pressão que a audição humana é capaz de detectar. Um som é
caracterizado por dois parâmetros físicos: a intensidade e a frequências. A intensidade é definida como sendo a
diferença entre o valor máximo produzido pela passagem da onda sonora e a pressão atmosférica normal ou de
referência, ou seja, é a “amplitude”, o volume. Sua unidade é o Decibel (dB).
A frequência é conceituada como a quantidade de vezes que a oscilação da onda sonora é repetida em uma dada
unidade de tempo. A frequência confere ao som a “tonalidade” grave (baixa frequência) ou aguda (alta
frequência) e é medida em ciclos por segundo ou Hertz (Hz).
A audição humana não responde linearmente a todas as frequências, sendo que os sons mais audíveis estão entre
500 e 4.000 Hz. A correção da sensibilidade da audição humana é feita através da aplicação de uma escala de
compensação que associa uma determinada audibilidade a cada nível de frequência medido em decibel. A curva
de compensação que mais se assemelha à sensibilidade da audição humana é denominada “A”, sendo os
resultados expressos nessa grandeza, importante para se estimar o potencial de dano à audição pela exposição ao
ruído.
A comparação entre os resultados de uma mesma audiodosimetria nas escalas A e C permitem situar a frequência
média dos sons que contribuíram para a composição da exposição estudada.
A portaria 3214/78 estabelece em sua NR 9 que a exposição dos trabalhadores a agentes agressivos deve ser
dimensionada visando subsidiar o equacionamento das medidas de controle. No caso da exposição a ruído, uma
avaliação bem conduzida permite verificar se a proteção individual / coletiva foi adequadamente implantada.
Nesse sentido, torna-se necessário reavaliar periodicamente a citada exposição para verificar a continuidade da
eficácia dos controles adotados ao longo do tempo.
O presente trabalho foi elaborado adotando-se técnicas e critérios de higiene ocupacional internacionalmente
aceitos e norteado pelo código de ética profissional dos especialistas que dele participaram.

4. OBJETIVO

Este estudo visa os seguintes objetivos básicos:


 Avaliar a exposição ao ruído ocupacional, nas áreas da empresa;
 Realizar analise estatística e consolidar à atenuação da proteção individual;
 Determinar a exposição real dos trabalhadores, ao ruído ocupacional, considerando-se a atenuação
da proteção individual.

4
5. ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO

METODOLOGIA
 PORTARIA 3214/78, NR 15
 NHO 01 - (Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído).

EQUIPAMENTOS
A medição do nível de pressão sonora foi realizada utilizando-se o seguinte equipamento:
 Audiodosímetros Sonus 2, (CRIFFER), satisfazendo os requisitos das normas ANSI S1.25/1991; IEC 651/
1979, tipo 2 e IEC 804-1985, tipo 2, dotados de integradores programáveis e registradores gráficos.
Calibrador de Nível Sonóro CR 2, (CRIFFER), satisfazendo os requisitos das normas ABNT NBR ISO
IEC 17025.

6. CRITÉRIOS DE ACEITABILIDADE
Considerando-se os parâmetros estabelecidos pela legislação brasileira (anexo 1, NR 15, Portaria MTE 3214/78),
a interpretação dos resultados foi realizada enquadrando-se os valores obtidos em faixas de exposição, conforme
abaixo:

7. PROCEDIMENTOS
Os equipamentos foram programados conforme parâmetros abaixo:

 Fator duplicativo: 5  Nível Base do Critério: 85 dB

 Escala de atenuação: A  Faixa de mensuração: 80 à 115 dB

 Constante de tempo: resposta lenta (slow)

8. CRITÉRIOS ADOTADOS PARA A INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS


Considerando-se os parâmetros estabelecidos pela legislação brasileira, nota-se que os Limites de Tolerância
foram estabelecidos para jornadas de 8 horas por dia (NR 15, portaria MTE 3214/78, anexo 01, assim o referido
Limite e consequentemente também o Nível de Ação foram ajustados conforme duração da jornada diária de
trabalho.

9. ESTRATIFICAÇÃO DOS RESULTADOS DO GRUPO HOMOGÊNEO DE EXPOSIÇÃO


Os valores doravante apresentados identificam a medida de tendência central (média geométrica) e medida de
dispersão (desvio padrão geométrico) das DOSES registradas, estatisticamente tratadas do grupo homogêneo de
exposição.
O resultado isolado de cada incursão é rastreável através da memória de campo que contempla detalhadamente a
exposição avaliada, bem como registros do medidor.

5
Os valores em dBA representam a ponderação sobre o período de medição que pode ser considerado como o
Nível de Pressão Sonora Contínua em regime permanente, que apresenta a mesma energia acústica total que o
ruído real no mesmo período de tempo.
Os valores de “Exposição Real” consideraram a atenuação do protetor auricular em uso, conforme presente no
relatório.
10. RESULTADOS OBTIDOS

GHE – 02

11. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS


Considerando a média geométrica obtida pelo tratamento estatístico do resultado das medições realizadas,
verifica-se que a exposição quando considerado Q5 (65,2 dBA) não ultrapassa o nivel de ação (80dBA) e o
Limite de Tolerância (85 dBA) para jornada de 08h conforme a NR15 - Anexo 1, todavia a mesma exposição
quando considerado o Percentil 95% (82,6 dBA) situa-se abaixo do Limite de Tolerância para jornada de 08h (85
dBA), não fazendo-se necessária a implantação de medidas de controle para a exposição ocupacional. As fontes
ruidosas consideravel nas operações que ocorre conforme demanda de operação..
12. RECOMENDAÇÕES GERAIS
Recomenda-se a manutenção do uso do protetor auricular nas atividades onde o nível de pressão sonora superou o
nível de ação.
Medidas de ordem coletiva e/ou administrativas visando manter a exposição abaixo do nível de ação como forma
de atendimento às metas operacionais de longo prazo são recomendadas como forma de melhoria continua da
performance ocupacional.
Reavaliar a exposição assim que medidas de controle forem aplicadas, antecipando se houver alteração da
organização do trabalho, nos processos, nos procedimentos, no ambiente ou caso haja indicador biológico
excedido.

6
13. AUTORES E COLABORADORES

Condução das medições e pesquisa em campo

 Wilson Ribeiro do Prado Junior – Técnico de Segurança do Trabalho/H.O.

Elaboração do Relatório Técnico

 Wilson Ribeiro do Prado Junior – Técnico de Segurança do Trabalho/H.O.

14. BIBLIOGRAFIA
 Oficina Internacional delTrabajo – OIT, Enciclopedia de Salud y SeguridadenelTrabajo; Espanã: 1989.
 American Conference of Governmental Industrial Hyhienists – ACGIH, Threshold Limit Values and Biological
Exposure Indices for 1996, USA: 1995.
 Brasil, Ministério do Trabalho, Portaria 3214/78 e suas alterações, Edição de 1995.
 International Organization for Standardization, ISO 1999 – Acoustics – Determination of occupational noise
exposure and estimation of noise-induced hearing impairment, USA: 1990.
 NHO 01/99 FUNDACENTRO/BR – Avaliação da exposição ocupacional ao ruído
 NRRsf / ANSI S 12.6 / 97 B – Noise Reduction Rate.
 Método Curto NIOSH 2 RC.

15. REGISTRO DAS ALTERAÇÕES

Revisão Data Resumo das Alterações

00 20/11/2019 Emissão inicial

Wilson Ribeiro do Prado Junior Albatroz Segurança e Vigilância Ltda


Téc. Segurança do Trabalho/HO MTE –
27.107/ SP

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16. ANEXO I ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA

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17. ANEXO II RELATÓRIOS DE DOSÍMETRIAS

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18. ANEXO III RELATÓRIO ESTATÍSTICO

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19. ANEXO IV CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

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RELATÓRIO
TÉCNICO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE
EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO
ALBATROZ SEGURANCA E
VIGILÂNCIA LTDA
CARAGUATATUBA
SUMÁRIO
1.
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA..........................................................................................
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social: ALBATROZ SEGURANCA E VIGILANCIA LTDA
C.N.P.J.: 66.700.295/0001-17
Endereço: Av. Tir
3. ABORDAGEM INTRODUTÓRIA
O som pode ser definido como uma variação de pressão que a audição humana é capaz de detectar. Um s
5. ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO
METODOLOGIA
PORTARIA 3214/78, NR 15
NHO 01 - (Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído). 
EQU
Os valores em dBA representam a ponderação sobre o período de medição que pode ser considerado como o
Nível de Pressão Sonora
13. AUTORES E COLABORADORES
Condução das medições e pesquisa em campo
Wilson Ribeiro do Prado Junior – Técnico de Segurança
16. ANEXO I ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA
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17. ANEXO II RELATÓRIOS DE DOSÍMETRIAS
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