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Estrutura de Textos Literários e Normativos

Este documento discute textos literários e normativos. Apresenta os objetivos de explicar esses tipos de texto, identificar suas categorias e características, e explicar seu impacto na sociedade. Detalha as diferenças entre textos literários e não literários, e entre gêneros literários como romances, crônicas e poemas.
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Estrutura de Textos Literários e Normativos

Este documento discute textos literários e normativos. Apresenta os objetivos de explicar esses tipos de texto, identificar suas categorias e características, e explicar seu impacto na sociedade. Detalha as diferenças entre textos literários e não literários, e entre gêneros literários como romances, crônicas e poemas.
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Índice

1. Introdução...................................................................................................................................2

2. Objectivos:.......................................................................................................................3

2.1. Objectivo geral.............................................................................................................3

2.2. Objectivos específicos..................................................................................................3

3. Metodologia.....................................................................................................................4

4. Justificativa......................................................................................................................5

5. Motivação........................................................................................................................6

6. Texto................................................................................................................................7

6.1. Texto literário:..............................................................................................................7

6.2. O texto literário............................................................................................................8

6.3. Diferenças entre texto literário e não literário..............................................................9

6.4. Diferenças entre tipos de texto literário.......................................................................9

6.4.1. Romances..................................................................................................................9

6.4.2. Crônicas e contos......................................................................................................9

6.4.3. Poemas....................................................................................................................10

6.5. Exemplos de texto literário........................................................................................10

7. Textos Normativos.........................................................................................................11

7.1. Estrutura do Texto normativo....................................................................................13

7.2. Onde circulam os textos normativos e legais.............................................................14

7.3. A linguagem dos textos normativos e legais..............................................................14

7.4. A estrutura dos textos normativos e legais.................................................................14

8. Conclusão.......................................................................................................................16

9. Referencias bibliográficas..............................................................................................17
1. Introdução
No presente trabalho da cadeira de recomendado pelo docente foi baseado nos manuais da
disciplina e com ajuda de alguns sites da internet. O trabalho abordara aspetos referentes a
oque são textos Literários e Normativos e como é que eles se classificam.

É e sempre será um grande prazer fazer trabalho desta natureza com temas de extrema
importância como os que acabamos de apresentar.

2
2. Objectivos:
2.1. Objectivo geral
 Explicar, de forma clara e simples, sobre os textos literários e normativos;
2.2. Objectivos específicos
 Identificar os tipos de textos literários e normativos;
 Descobrir como são identificados os textos;
 Explicar o impacto que os textos têm no nosso dia-a-dia;
 Mencionar as caraterísticas dos textos.

3
3. Metodologia
Para FONSECA (2002), métodos significa organização, e logos, estudo sistemático, pesquisa,
investigação; ou seja, metodologia é o estudo da organização, dos caminhos a serem
percorridos, para se realizar uma pesquisa ou um estudo, ou para se fazer ciência.
Etimologicamente, significa que o estudo dos caminhos, dos instrumentos utilizados para
fazer uma pesquisa científica. Para a elaboração deste trabalho, foram usados os manuais
eletrónicos.

4
Justificativa

Segundo LAKATOS e MARCON (1991, p.68), a justificativa consiste em dizer dos porquês
da existência da atividade proposta, evidenciando ainda os fundamentos, quer teóricos, quer
práticos que o sustenta. O tema em destaque recomendado pelo docente foi baseado nos
manuais da cadeira e com ajuda de alguns sites da internet, e para melhorar o ensino na
sociedade, pensou-se em abordar e desenvolver o tema em causa.

5
4. Motivação
Durante a elaboração deste trabalho pude perceber como são estruturados os textos e a sua
importância na sociedade e no nosso dia-a-dia. Estou ciente que poderá haver espaços para
criticas e elogios, ou seja, acréscimos para o enriquecimento do tema durante a leitura e
apresentação do trabalho. Dado que estamos num campo académico onde o conhecimento
cresce com debate e analise critico.

6
5. Texto

Um texto é um conjunto coerente de enunciados que forma uma unidade de sentido e que tem
intenção comunicativa (pretende transmitir uma mensagem). O adjetivo literário, por sua vez,
está vinculado à literatura, que é o conjunto de saberes para ler e escrever bem.

5.1. Texto literário:

Um texto literário é uma construção textual de acordo com as normas da literatura, com
objetivos e características próprias, como linguagem elaborada de forma a causar emoções no
leitor. O texto literário é aquele que usa a linguagem literária, um tipo de linguagem que
atende fins estéticos para suscitar o interesse do leitor. O autor de literatura procura as
palavras adequadas para expressar as suas ideias de forma cuidada e segundo um certo critério
de estilo. (Silva, 2005: 18).

Esta estética irá depender do próprio autor e poderá obter-se através de diversos recursos
linguísticos e técnicas literárias. Entre estes recursos destacaremos os recursos gramaticais
(acrescentando, suprimindo ou repetindo estruturas), os semânticos (a partir da alteração do
sentido das palavras, como a metáfora ou a metonímia) e os fónicos (jogos com os
significados das palavras). Monteiro Lobato (1882-1948) 

Por exemplo: “Se conduzir, não beba. Cuide da sua família” é um texto informativo que
transmite uma mensagem, mas sem nenhuma intenção estética. No entanto, um texto do
género:

“Se um copo de néctar sedutor se atravessar no seu caminho, agradeça com pompa e
recuse educadamente o convite, pois essa substância pode ter sido preparada pelo
próprio demónio com o intuito de pôr em risco a existência dos seus entes queridos”

É literário: a mensagem é comparável à anterior em termos de conteúdo, mas a linguagem


utilizada é bastante diferente.

Este exemplo só vem comprovar o quanto o tipo de texto depende da intenção comunicativa.
Não faz sentido adornar um texto com figuras estilísticas ou palavras rebuscadas se o objetivo
é transmitir a mensagem de forma clara e transparente à maior quantidade de leitores possível.

Um texto literário é elaborado com o objetivo de causar emoção ao leitor, assim, um mesmo
texto pode ser escrito de maneira literal, enquanto outro pode ser escrito em forma de texto

7
literário (estimulando uma emoção no leitor), mas ambos terão o mesmo sentido. Aguiar e
Silva (2005: 17).

Segundo Monteiro Lobato (1882-1948) O texto literário é usado muito em jornais no estilo
conhecido como “jornalismo literário” que alia o texto jornalístico com o literário a fim de
trazer reportagens com maior emoção, que sejam mais impactantes. Esse tipo de jornalismo
costuma possuir uma postura mais humanizada e também mais ética.

É comum que os jornalistas que adotem esse tipo de jornalismo façam um jornalismo mais
pessoal, mais sobre a realidade.

Esse tipo de prática no jornalismo é bastante comum nas redes de televisão do Brasil, com
jornalistas apresentando matérias que noticiam e geram emoção, onde é exigido do
profissional uma apuração dos dados apresentados e a busca por direcionar o conteúdo para
chegar a tocar as pessoas.

O jornalismo literário é também conhecido como jornalismo de autor, literatura da realidade,


literatura não-ficcional, jornalismo diversional, jornalismo em profundidade e, ainda, como
reportagem-ensaio.

Campos e Xavier (1991: 30) Comparando um texto literário e um não literário, o texto não
literário tem como propósito informar, esclarecer sobre algo ou alguém, explicar, etc., ele
possui uma linguagem clara e também objetiva. Já o texto literário é algo com mais arte,
provocando distintas emoções em que o lê. Uma característica do texto literário também é que
ele pode ser subjetivo, tendo distintas interpretações ao ser lido por diferentes pessoas.

De acordo com Monteiro Lobato (1882-1948) a classificação de textos, existe a divisão entre
duas categorias: textos literários e textos não literários.

Alguns exemplos de textos literários são: peças teatrais, romances, crônicas, contos fábulas,
poemas, etc. Uma das características distintivas dos textos literários é a sua função poética,
onde é possível constatar ritmo e musicalidade, organização específica das palavras e um
elevado nível de criatividade. Carlos Reis (2008)

5.2. O texto literário

É focado, principalmente, na expressividade do autor. Em geral, esse tipo de construção é


repleta de manifestações poéticas e está aberto ao espaço subjetivo. Muitas vezes, a produção
é destinada ao entretenimento do leitor e pode utilizar a criatividade para a escrita ficcional,
8
além de ser destinado a expressão. Podemos classificar como “literários” todos os textos que
têm uma função artística, prezando pela estética e pela subjetividade para construir narrativas
ficcionais com base em acontecimentos do cotidiano, memórias, reflexões, abstrações e outras
fontes diversas de inspiração. (Lopes, 1994: 278)

Altamente subjetivos, trazem a “marca” de seus autores, ou seja, contam com total influência
de quem os escreve sem ter compromisso com a objetividade ou com a clareza de ideias e, por
isso, estão sujeitos a múltiplas interpretações.

No entanto, isso não significa que eles não possuam uma função educativa ou informativa,
mas sim que não se prendem à comunicação pura e simples de fatos, optando por utilizar um
tom que desperte a emoção dos leitores em primeiro lugar.

5.3. Diferenças entre texto literário e não literário

A grande diferença entre os textos literários e não literários consiste na sua função ou
objetivo.

O texto não literário tem como objetivo informar, esclarecer, explicar, ou seja, pretende ser
útil ao leitor. O texto não literário é frequentemente visto como um texto informativo,
construído de forma específica, com linguagem clara e objetiva. Alguns exemplos são artigos
científicos, notícias, ou textos didáticos.

5.4. Diferenças entre tipos de texto literário

Neste tópico, vamos fazer uma lista com os principais tipos de texto literário classificados de
acordo com as características que apresentamos anteriormente. Acompanhe!

5.4.1. Romances

Embora o nome utilizado seja o mesmo, aqui não falaremos apenas de narrativas de amor.
Dentro do conceito de texto literário, a palavra romance é utilizada para designar uma história
com um enredo mais longo, com um narrador, personagens, cenários e acontecimentos
variados.

De acordo com esses aspectos, os romances são divididos em diferentes gêneros, como
drama, policial, aventura, terror, suspense, histórico, ficção científica, entre outros.

5.4.2. Crônicas e contos

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Ao contrário do que vemos nos romances, tanto os contos quanto as crônicas são narrativas
mais curtas, contadas de forma mais objetiva e com um menor número de personagens
envolvidos.

No entanto, enquanto o conto relata acontecimentos de seus personagens, acompanhando a


sua trajetória — num tom que pode ser mais realista ou fantasioso —, a crônica narra fatos do
cotidiano que geram um sentimento maior de identificação por parte dos leitores, fazendo uso,
muitas vezes, de uma linguagem mais cômica ou de ironia.

5.4.3. Poemas

Construídos com uma estrutura visual diferente, os poemas apresentam textos em formato de
versos organizados em linhas contínuas. Nesse gênero, os autores lançam mão de recursos
como rimas, artifícios sonoros — como aliterações e onomatopeias — ou, ainda, mecanismos
visuais para a organização das estrofes.

Além dessas categorias de texto literário, é interessante citar as novelas, fábulas, lendas, além
de roteiros de filmes, peças teatrais e letras de música, que muitas vezes surgem de poemas.

Para aprofundar ainda mais os seus conhecimentos, vamos mostrar, no próximo tópico, como
o conceito é aplicado na prática e citar alguns exemplos de texto literário. Confira!

Por outro lado, o texto literário é mais artístico, com uma função estética, que tem como
objetivo recreativo, provocando diferentes emoções no leitor. Assim, os textos literários nem
sempre estão ligados à realidade (no caso da ficção) e muitas vezes são subjetivos, podendo
existir diferentes interpretações de leitores distintos. Além disso, o texto literário contém
figuras de linguagem, sentido figurado e metafórico das palavras, que tornam o texto mais
expressivo.

5.5. Exemplos de texto literário

Como primeiro exemplo de texto literário, vamos citar um dos poemas mais conhecidos da
literatura brasileira: No meio do caminho, de Carlos Drummond de Andrade:

 No meio do caminho tinha uma pedra


 Tinha uma pedra no meio do caminho
 Tinha uma pedra
 No meio do caminho tinha uma pedra.
 Nunca me esquecerei desse acontecimento
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 Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
 Nunca me esquecerei que no meio do caminho
 Tinha uma pedra
 Tinha uma pedra no meio do caminho
 No meio do caminho tinha uma pedra.

No gênero do romance, separamos um trecho de Dom Quixote, do espanhol Miguel de


Cervantes, escrita durante o Renascimento:

Entre os pecados maiores que os homens cometem, ainda que alguns digam que é a soberba,
eu digo que é a falta de agradecimento.

E, para encerrar o tópico de exemplos, vamos citar um trecho da crônica Lua, de Antonio
Prata:

A primeira palavra que eu falei foi lua. A primeira palavra que eu escrevi também. A primeira
sugestão do Google quando você digita “how to photograph” é “how to photograph the
moon” e a segunda é “how to photograph the moon with iPhone”. Curiosamente, contudo,
quando você escreve “como fotografar a”, em português, a frase “como fotografar a lua” fica
em segundo. Em primeiro surge “como fotografar a tela do Mac”. É, pensando bem, talvez
Steve Jobs já tenha conquistado a Lua.

6. Textos Normativos

Para Chico Buarque de Holanda (1945) Texto normativo é aquele que integra um conjunto de
regras, normas e preceitos. Destina-se a reger o funcionamento de um grupo ou de uma
determinada atividade. Normativo = que estabelece regras ou normas. Viver em sociedade
significa seguir regras, não é verdade? Regras de como conviver com outras pessoas. Regras
para se ter segurança no trânsito. Regras de como conseguir uma boa nota ou uma promoção
no trabalho. Formais ou informais, elas decidem como nos comportamos e são construídas por
todos nós, como sociedade.

Texto Normativo é texto que determina normas ou regras de procedimentos, preceitos,


direção, modelo, leis, deveres e obrigações. As normas regulam a vida das pessoas nos
diversos campos de Acão da vida. Por exemplo, na família, no trabalho, no desporto, na
escola, na religião, no grupo de amigos, (Ceia, 1995: 37).

Há diferentes tipos de textos normativos, quer sejam escritos quer sejam orais, a saber:
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Regulamento (s), Declaração dos Direitos Humanos, Declaração dos Direitos da Criança,
Decreto-lei, Lei da Família, Constituição, etc.

Constituição é uma lei fundamental, escrita ou não, de um Estado soberano, estabelecida ou


aceite como guia para o seu governo. A Constituição fixa os limites e define as relações entre
o poder legislativo, executivo e judiciário do Estado, estabelecendo assim as bases para o
Governo. Também garante determinados direitos ao povo. É na Constituição que encontramos
deveres e direitos do cidadão. Esses direitos e deveres podem ser expressos por meio de leis.

Em suma, a Constituição é a lei fundamental que regula os direitos e as garantias dos cidadãos
e a organização política de um Estado.

Podemos entender a Constituição da República de Moçambique como um conjunto de leis


que servem de base a todas as leis que se façam no nosso país, as quais nunca poderão
contrariar as leis fundamentais da Constituição. Se a lei for contra a Constituição considerasse
inconstitucional.

Como podemos notar, quando definimos o texto normativo, deu para perceber que há algo
que está acima de nós e que nos impede de fazer algo estranho a nós e aos outros. Porque não
conduzimos sem carta de condução? Porque sabemos de antemão quando formos

encontrados, seremos punidos. Porque há algo que regula. Porquê os que têm carta de
condução, na sua condução andam a esquerda e não a direita no nosso país? É porque há uma
regra a qual todo o condutor no território moçambicano deve submeter-se, ou seja, cumprir,

para que não seja punido. E esta entidade que vela pela observação é o guardião da norma.

Lei é toda a norma ou regra a que devem submeter-se ou ajustar-se os actos do cidadão. Em
sentido restrito, só é Lei a norma jurídica escrita que emana do poder legislativo (Assembleia
da Republica). Não pode contrariar o que diz a Constituição de um Estado, entendida esta
como a Carta Magna.

A lei é disposição genérica provinda dos órgãos estaduais competentes. Assim, chamamos de
lei aquela norma jurídica que provém de órgãos estaduais, de competência legislativa,
podendo conter ou não uma verdadeira norma jurídica. A lei é toda disposição normativa.

Estado, organização política que exerce sua autoridade sobre um território concreto. A
característica fundamental do Estado moderno é a soberania, reconhecida tanto dentro da
própria nação como por parte dos demais estados. Nos estados federais, esse princípio vê-se
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modificado no aspecto de que certos direitos e autoridade das entidades federadas não são
delegados por um governo federal central, derivando na verdade de uma Constituição. O
governo federal, no entanto, é reconhecido como soberano na escala internacional.

Do ponto de vista internacional, um Estado nasce quando um número expressivo de outros o


reconhece como tal. Na época moderna, a admissão nas Nações Unidas e em outros
organismos internacionais significa que se atingiu a categoria de Estado.

No plano nacional, o papel do Estado é proporcionar um marco de lei e ordem no qual as


pessoas possam viver de maneira segura, e administrar todos os temas que considere de sua
incumbência. Todos os estados tendem portanto a ter certas instituições (tribunais, polícia,
etc.) para uso interno, bem como de forças armadas para sua segurança externa, funções que
requerem um sistema destinado a recolher impostos.

Nos séculos XIX e XX, a maioria dos estados aceitou sua responsabilidade em uma ampla
gama de assuntos sociais, dando origem ao conceito de estado do bem-estar.

Costume, é um valor social consagrado pela tradição e que se impõe aos integrantes do grupo
e se transmite através de gerações. As normas consuetudinárias têm uma origem extraestatal e
surgem nos grupos sociais quando se pode falar (dentro dos mesmos) de uma efectiva
acomodação, generalizada e prolongada no tempo, a tais normas.

Inês Duarte (2003: 87), Direito é um conjunto de normas jurídicas, gerais (que se destinam a
regular) e abstractas, criadas e impostas coactivamente pelo Estado com vista a regular a vida
na sociedade.

O direito e a sociedade são duas realidades indissociáveis, onde há direito há sociedade e,


onde há sociedade, há direito. O direito é um fenómeno humano porque está ligado ao homem
como ser racional. O homem é o ser das relações jurídicas, os outros seres são pura e
simplesmente objecto das relações jurídicas.

Dever ou obrigação é a necessidade da conduta em cada pessoa a quem se dirigem as normas


jurídicas.

Norma jurídica é uma regra de conduta social geral e abstracta, criada e imposta
coactivamente pelo Estado.

6.1. Estrutura do Texto normativo

Qualquer texto Normativo apresenta, na sua estrutura organizacional, os seguintes elementos:


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Preâmbulo – é a parte que introduz o texto, apresenta os objectivos;

Partes ou Títulos – corresponde as secções que o texto apresenta;

Capítulos – indicam o âmbito da sua aplicação, estes por sua vez são constituídos por
Artigos, estes por sua vez por parágrafos. Os artigos tratam de leis específicas, são
constituídos por parágrafos.

Na Constituição de Moçambique encontramos uma organização do texto que começa com


preâmbulo. Depois seguem-se os títulos principais seguidos de capítulos cujo conteúdo é
arrumado em artigos. Cada artigo tem um número correspondente. Esta forma de organização
do texto facilita a consulta do documento. A Constituição é aprovada pela Assembleia da
República. A sua publicação carece da autorização do presidente da República.

6.2. Onde circulam os textos normativos e legais

Em praticamente, todas as esferas da vida humana, nós precisamos de textos normativos e


legais. Ou seja, onde houver uma relação entre duas ou mais pessoas, textos assim serão
necessários para regulamentar as relações sociais: trabalho, escola, prestação de serviços,
aluguel etc. Entre outras coisas, os textos legais dão segurança as relações humanas, pois
estabelecem direitos, deveres, como devemos nos comportar vida social, o que precisamos
fazer para agir de acordo com a lei, quais são as punições sofridas por quem desobedece às
regras, o que fazer para garantir os direitos.

6.3. A linguagem dos textos normativos e legais

Os textos normativos e legais devem ser claros, de modo a não causar problemas de
compreensão para o público a quem ele se destina. Deve ser objetivo, ou seja, deve
concentrar-se na regulamentação do que está em questão, ou seja, um texto normativo voltado
ao aluguel de um espaço não pode legislar sobre as regras de convivência em uma escola.

Além disso, a linguagem do texto normativo deve ser simples, já que o objetivo de textos
assim é estabelecer normas de conduta nos diversos campos da vida social, procurando evitar
– ao máximo – a possibilidade de interpretações variadas quanto ao que o texto estabelece.

6.4. A estrutura dos textos normativos e legais

Os textos normativos e legais apresentam estruturas variadas, isto é, têm formas diferentes de
organização. Eles podem ser organizados em artigos, capítulos e secções.

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Ainda como exemplo bastante claro de um texto normativo, há o contrato de prestação de
serviços, nele, você encontra todas as informações sobre o serviço, divididas por
apresentação, considerações de deveres e direitos, informações de pagamento e conclusão
com as assinaturas das partes envolvidas.

Outro exemplo mais elaborado é o Diário Oficial, que traz informações documentais e
oficiais, divididas em parágrafos, seções e artigos, entre outras adendas.

Por fim, vale também ver o exemplo de textos de Projetos de Lei do governo. Ele tem sempre
um cabeçalho, o texto com a norma em si (dividido em capítulos, artigos e incisos), fecho e
justificação.

Como podemos ver, o propósito do texto vai indicar quais seções serão usadas, mas é certo
dizer que a estrutura de um texto normativo é sempre muito bem dividida por seções que
organizam a leitura e padronizam o conteúdo do texto.

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7. Conclusão

Chegado ao ponto final do trabalho que acabamos de apresentar concluímos que


naturalmente, uma maior abundância de textos literários em estudo e, simultaneamente, exige
a exploração mais aprofundada das estruturas formais da língua, pelo que a construção dos
materiais e a planificação das aulas foi mais simples.

Literatura e gramática continuam a revelar-se dois campos distintos no âmbito do estudo de


uma língua. Caberá ao professor a importante tarefa de mostrar aos alunos que a língua é uma
unidade e não o somatório de textos, por um lado, e de frases, palavras, conjugações verbais,
sujeitos, complementos diretos ou oblíquos, por outro.

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8. Referencias bibliográficas

Castro Viúdez, F; Díaz Ballesteros, P. (2006). Aprende gramática y Vocabulario 3. Madrid:


SGEL – Sociedad General Española de Librería.

Bados Ciria, C. (2001). Textos Literarios y Ejercicios. Madrid: ANAYA. Castro Viúdez, F.
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Porto: Porto Editora. Moreira, L. (2010). ¡SOS Español! – gramática. Porto: Porto Editora.

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