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Estatutos da ASEJ - Nampula

Este documento apresenta os estatutos da Associação Para Solução e Empregabilidade Juvenil. Os objetivos da associação incluem promover o emprego juvenil em Moçambique através de projetos técnicos e formativos, estabelecer parcerias com governos provinciais, e desenvolver programas educacionais. Os órgãos da associação são a Assembleia Geral, Conselho de Direção e Conselho Fiscal. A Assembleia Geral é responsável por aprovar planos de atividades e relatórios anuais e eleger membros
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Estatutos da ASEJ - Nampula

Este documento apresenta os estatutos da Associação Para Solução e Empregabilidade Juvenil. Os objetivos da associação incluem promover o emprego juvenil em Moçambique através de projetos técnicos e formativos, estabelecer parcerias com governos provinciais, e desenvolver programas educacionais. Os órgãos da associação são a Assembleia Geral, Conselho de Direção e Conselho Fiscal. A Assembleia Geral é responsável por aprovar planos de atividades e relatórios anuais e eleger membros
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ESTATUTOS

DA

ASSOCIAÇÃO PARA SOLUÇÃO E EMPREGABILIDADE


JUVENIL

Nampula

02 Novembro

2021
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PARA SOLUÇÃO E EMPREGABILIDADE JUVENIL

CAPÍTULO I
Denominação, natureza, âmbito, sede, duração e objectivos
Artigo 1
Denominação e natureza jurídica
1. A Associação adopta a denominação de “ASEJ” – ASSOCIAÇÃO PARA SOLUÇÃO E
EMPREGABILIDADE JUVENIL

2. A ASEJ – ASSOCIAÇÃO PARA SOLUÇÃO E EMPREGABILIDADE JUVENIL, é


uma agremiação de direito privado, de interesse público e social, sem fins lucrativos, dotada de
personalidade jurídica própria e de uma autonomia patrimonial e financeira, regendo-se pelos
presentes estatutos, e em caso de omissão destes, pelas demais legislações aplicáveis.

3. A Associação, para prossecução dos seus objectivos, pode associar-se a outras pessoas
singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, desde que tenham objectivos idênticos ou
conexos aos seus objectivos.

Artigo 2
Âmbito, sede e duração
1. A Associação Para Solução e Empregabilidade Juvenil é uma agremiação que baseia as suas
acções no âmbito nacional.

2. A Associação é criada por tempo indeterminado, e tem a sua sede na Cidade de Nampula, no
posto administrativo de Muatala, bairro de Mutauanha, quarteirão no 3, U/C Samora Moisés
Machel, próximo da Escola primaria e completa 7 de Setembro, podendo por simples deliberação
da Assembleia Geral, transferi-la para outro local.

2. A Associação poderá mediante deliberação da Assembleia Geral, abrir, transferir ou encerrar


delegações, filiais, sucursais, agências ou outras formas de representação para onde for julgado
conveniente para a melhor prossecução dos seus objectivos.
Artigo 3
Objectivos
A Associação tem como objectivos gerais, divulgar o conceito “Emprego” em todas as suas
vertentes dirigindo a sua acção a expansão do emprego a nível nacional, e prosseguirá com
objectivos mais específicos como:

a) Identificar projectos sobretudo de carácter técnico-profissionais e formativos no campo da


expansão e consolidação da empregabilidade juvenil a nível nacional;

b) Identificar projectos que transmitam os diferentes valores do saber fazer no país, trabalhando
para uma unidade empregadora, e ao mesmo tempo, preservando a diversidade que caracteriza o
emprego a nível nacional e promovendo assim o desenvolvimento do país;

c) Proteger, promover e expandir o emprego, hábitos e educação das populações a nível nacional;

d) Estabelecer parcerias com os Governos Provinciais com vista a uma melhor planificação e
projecção do desenvolvimento a nível provincial e nacional;

e) Desenvolver actos, programas e projectos criativos, formativos e educacionais, conferências,


colóquios, seminários e encontros, a nível nacional, com vista à consolidação do conhecimento,
formação, capacitação de forma a atingir o seu objectivo principal;

f) Estabelecer e desenvolver acções de intercâmbio de ideias e experiências com organizações


congéneres nacionais e internacionais com vista a mais perfeita execução dos seus objectivos.

CAPÍTULO II

Membros, direitos e deveres

Artigo 4

Membros

Podem ser membros da Associação um número ilimitado de pessoas singulares ou colectivas,


desde que para tal tenham sido admitidas com esta qualidade para colaborar com a Associação
na prossecução dos seus fins estatutários.
Artigo 5

Admissão de Membros
1. A admissão dos membros da Associação é feita mediante proposta por dois ou mais membros
fundadores, acompanhada pela manifestação de interesse do candidato, ou pelo candidato por
escrito. Neste último caso, a sua idoneidade deverá ser comprovada por um membro.

2. A Assembleia Geral deverá ratificar a admissão de membros.

3. A Assembleia Geral poderá estabelecer os requisitos dos candidatos a membros a admitir para
a mesma.

4. Os requisitos de admissão de membros, uma vez estabelecidos, poderão ser alterados ou


retirados, por deliberação da Assembleia Geral e deverão ser implementados pelo Conselho de
Direcção e observados por todos os membros e candidatos.

Artigo 6
Perda da qualidade de membro
1. Perdem a qualidade de membros:

a) Os que apresentarem a devida renúncia por escrito;

b) Os que não realizarem o pagamento das respectivas quotas por um período superior a seis
meses, salvo a apresentação de justificação válida;

c) Os que infringirem de forma reiterada ou grave os deveres sociais;

d) Os que tiverem uma conduta contrária aos objectivos da Associação.

2. A perda da qualidade de membro, deve ser deliberada em Conselho de Direcção, ge ratificada


pela Assembleia Geral.
Artigo 7
Direitos dos Membros
Os membros têm direito a:

a) Votar nas Assembleias Gerais e noutras reuniões para as quais se queira a sua decisão;

b) Eleger e ser eleito para os órgãos sociais;

c) Requerer a convocação da Assembleia Geral nos termos do estatuto;

d) Participar nos trabalhos da Assembleia Geral, submetendo propostas, discutindo-as e votando


as questões inscritas na ordem de trabalhos;

e) Recorrer para a Assembleia Geral da decisão do Conselho de Direcção que o tenha excluído
como membro;

f) Participar nas iniciativas promovidas pela Associação;

g) Colaborar na realização dos fins prosseguidos pela Associação.

Artigo 8
Deveres dos Membros
São deveres dos membros:

a) Cumprir as deliberações dos órgãos sociais e observar o cumprimento dos estatutos;

b) Participar nas Assembleias Gerais e demais reuniões da Associação para as quais tenham sido
convocados;

c) Pagar a quota anual;

d) Exercer os cargos para os quais forem eleitos;

e) Dar o seu contributo na realização das actividades da Associação;

f) Prestar à ASEJ, informações que lhes forem solicitadas relativas às actividades da Associação.
CAPÍTULO III
Órgão social, seus titulares, competências, e funcionamento
Artigo 9
Órgãos sociais
1. A Associação terá a sua estrutura orgânica composta pela:

a) Assembleia Geral;

b) Conselho de Direcção;

c) Conselho Fiscal.

2, Para a gestão diária e corrente da ASEJ tem um órgão executivo designado Coordenação.

3. O Regulamento interno cria outros órgãos complementares.

4. O membro de um órgão da Associação não poderá acumular funções de outro órgão diferente
na mesma Associação.

5. O cargo de presidente da Assembleia Geral e dos restantes membros da sua mesa e, bem
como, todos os demais cargos sociais serão exercidos com ou sem remuneração conforme for
decidido em Assembleia Geral, sem prejuízo porém, da Associação suportar o pagamento das
despesas das viagens ou de representação a que haja lugar no desempenho do seu exercício.

Secção I
Assembleia Geral
Artigo 10
Natureza e Composição da Assembleia Geral
Assembleia Geral é o órgão máximo de decisão da ASEJ da qual participam com direito a voto,
todos membros que estejam no gozo pleno das suas funções e quites com a sua contribuição
salvo as excepções previstas no presente estatuto.
Artigo 11

Funcionamento da Assembleia Geral

1. A Assembleia Geral reúne ordinariamente uma vez por ano, no primeiro trimestre, para
discutir, aprovar, ou notificar o balanço de actividades, relatório de contas do ano transacto, os
programas a implementar, bem como outros assuntos indicados na convocatória.

2. A Assembleia Geral reúne-se extraordinariamente sempre que necessário para verificar as


contas da gestão, deliberar sobre as propostas do Conselho de Direcção, mediante convocatória
do Presidente da Mesa da Assembleia Geral, a pedido dos órgãos sociais ou a pedido de mais de
metade dos membros com pelo menos vinte dias de antecedência.

4. As reuniões ordinárias da Assembleia Geral serão convocadas por anúncio nos jornais e rádios
provinciais/nacionais e por endereço electrónico ou carta registada para os membros e
fundadores, com pelo menos vinte dias de antecedência.

5. De cada reunião da Assembleia Geral será lavrada uma acta em livro próprio devidamente
homologado pelas autoridades competentes.

6. O regulamento interno estabelece o regime de funcionamento da Assembleia Geral.

Artigo 12

Competências da Assembleia Geral


Compete à Assembleia Geral:

a) Apreciar e aprovar o plano trienal e anual de actividades a realizar pela Associação, bem como
o relatório anual de actividades dos anos anteriores, apresentados pelo Conselho de Direcção;

b) Apresentar sugestões e fazer recomendações sobre a política geral do Conselho de Direcção e


pronunciar-se sobre todas as questões que sejam colocadas à deliberação por qualquer dos seus
órgãos, membros ou fundadores;
c) Eleger os membros do Conselho de Direcção e os membros do Conselho Fiscal, e recomendar
a respectiva exoneração quando haja motivo fundamentado de qualquer dos membros do
Conselho de Direcção;

d) Aprovar o balanço e contas de exercício da Associação apresentado pelo Conselho de


Direcção;

e) Deliberar sobre abertura, transferência e encerramento de agências, filiais, sucursais ou outras


formas de representação ou sobre a transferência da sua sede social para outra província;

f) Aprovar anualmente o programa de actividades a apresentar pelo Conselho de Direcção’

g) Ratificar a admissão ou exclusão de membros;

h) Fixar e alterar os requisitos para a admissão dos membros da Associação;

i) Fixar o valor das quotas anuais;

j) Deliberar sobre o reforço do fundo constitutivo e fundos a criar, bem como sobre a aplicação
dos resultados líquidos.

k) Fixar as remunerações, bem como as compensações para as despesas ou serviços dos


membros dos órgãos sociais.

l) Deliberar sobre a alteração do estatuto da Associação.

m) Deliberar sobre a dissolução da Associação e destino do respectivo património.

n) Deliberar sobre qualquer questão que seja do interesse da Associação.

Artigo 13

Mesa da Assembleia Geral

A Mesa da Assembleia Geral é presidida pelo Presidente da mesa a quem compete:


a) Convocar as reuniões das Assembleias gerais nos termos do presente estatuto e demais
disposições legais;

b) Mediar as reuniões da Assembleia Geral;

c) Dirigir as cerimónias de empoçamento dos órgãos sociais.

Artigo 14

Composição da Mesa da Assembleia Geral

1. Mesa da Assembleia Geral é composta por três membros: o Presidente da mesa, e dois vogais
sendo que dentre estes, um é indicado para secretariar as secções e o outro assume a função de
vice-presidente.

2. O Vice-Presidente substitui o presidente em caso de impedimento ou ausência.

3. Os membros da mesa da Assembleia Geral terão um mandato bienal, renovável.

4. As Assembleias Gerais não podem ser realizadas sem a presença do Presidente ou do Vice-
Presidente.

Secção II

Conselho de Direcção
Artigo 17

Natureza e composição do conselho de direcção

1. O Conselho de Direcção é o órgão social a quem compete supervisionar e monitorar a gestão


correcta e eficaz da ASEJ
2. O Conselho de Direcção é constituído por cinco pessoas eleitas em Assembleia Geral por um
período de dois anos, renováveis, sendo um director executivo que preside ao Conselho de
Direcção e quatro secretários.
Artigo 18

Funcionamento do Conselho de Direcção


1. O Conselho de Direcção deve pautar as suas acções por uma operacionalidade activa e
transparente, as suas resoluções, para serem válidas devem ser tomadas por maioria de voto dos
membros presentes, um dos quais é obrigatoriamente o do director executivo, o qual tem voto de
qualidade.

2. Na primeira reunião do Conselho de Direcção eleito, os seus membros procederão à


distribuição entre si, das tarefas a desempenhar por cada membro.

3. O Conselho de Direcção reúne-se ordinariamente de dois em dois meses para fazer o


seguimento das actividades correntes da ASEJ e extraordinariamente para situações excepcionais
e que careçam de ponderação e deliberação dos membros que o compõem.

4. Na ausência ou impedimento do Presidente do Conselho de Direcção, este será substituído


pelo membro do Conselho de Direcção por si designado.

5. As deliberações do Conselho de Direcção carecem da maioria dos seus membros tendo o


Presidente voto de qualidade.

Artigo 19
Competências do Conselho de Direcção
1. Compete ao Conselho de Direcção:

a) Definir a política e estratégia da Associação a implementar em conformidade com os seus


fins;

b) Definir as orientações gerais de funcionamento da Associação, a sua organização interna,


criando e aprovando os seus órgãos em conformidade com a conveniência e fins da mesma;

c) Avaliar, controlar e adequar a política geral da Associação de acordo com o seu


desenvolvimento;
d) Cumprir e fazer cumprir as disposições estatutárias e legais e as deliberações da Assembleia
Geral;

e) Administrar o património da Associação e praticar todos os actos conexos, complementares e


necessários a esse objectivo;

f) Adquirir, arrendar ou alienar, ouvido o Conselho Fiscal, os imóveis necessários ao


funcionamento da Associação;

g) Adquirir ou alienar todos os bens móveis que, respectivamente, se mostrem necessários ou


desnecessários à execução das actividades da Associação;

h) Apresentar anualmente o balanço e contas do exercício à Assembleia Geral;

i) Preparar e submeter à apreciação e aprovação da Assembleia Geral, os planos e programas de


actividades, o orçamento anual;

j) Aprovar os programas específicos da Associação ou de terceiros que careçam do parecer e


intervenção da Associação;

k) Deliberar sobre a admissão e demissão dos empregados da Associação e fixar-lhes as


respectivas condições de trabalho e remuneração;

l) Representar a Associação activa e passivamente, perante terceiros, em quaisquer actos ou


contratos, em juízo e fora dele.

2. O Director poderá constituir mandatários específicos, ouvido o Conselho de Direcção.

3. O Conselho de Direcção tomará as suas deliberações por maioria simples de votos.

4. Nenhum membro do Conselho de Direcção será considerado individualmente responsável por


acções ou consequências gerais da Associação, tanto em termos legais, como financeiros,
exceptuando os casos em que seja evidente a violação dolosa da Lei, dos presentes estatutos ou
de qualquer instrumento de regulamentação da Associação para o seu próprio benefício, à
distribuição entre si, das tarefas a desempenhar por cada membro.
Secção III

Conselho Fiscal
Artigo 20
Natureza e composição do Conselho Fiscal
1. O Conselho Fiscal é o órgão de fiscalização das actividades da ASEJ e é constituído por três
membros eleitos pela Assembleia Geral, nomeadamente, o Presidente e dois vogais.

2. Na designação do Conselho Fiscal é apresentado o Presidente do Conselho Fiscal, que nas


respectivas sessões tem voto de qualidade.

Artigo 21
Funcionamento do Conselho Fiscal
1. O Conselho Fiscal deverá ser eleito em cada dois anos, pela Assembleia Geral e deverá reunir
por convocação de qualquer dos seus membros.

2. O presidente do Conselho Fiscal pode assistir as reuniões do Conselho de Direcção sempre


que o entenda ou a solicitação deste órgão.

Artigo 22
Competências do Conselho Fiscal
Compete ao Conselho Fiscal exercer a fiscalização das actividades e contas da ASEJ, verificar o
cumprimento do Estatuto e da lei aplicável, nomeadamente:

a) Examinar e emitir pareceres sobre o relatório, balanço e contas de exercício, programa de


actividades e orçamento;
b) Examinar a escrita e a documentação da ASEJ quando e sempre que o entender necessário e
apresentar o respectivo parecer;
c) Zelar pela legalidade e transparência das actividades da ASEJ e dos exercícios contabilísticos;
d) Assegurar que a escritura contabilística esteja organizada e arrumada segundo os princípios de
contabilidade;
e) Verificar se a administração e gestão da associação é exercida de acordo com o estatuto e a
Lei em vigor;
f) Solicitar os esclarecimentos necessários a terceiros para o exercício de suas funções;
g) Requerer a convocação da Assembleia Geral Extraordinária, quando provada a necessidade.

Secção IV

Órgão Executivo (Coordenação)

Artigo 24

Coordenador Geral

1. Compete ao Coordenador Geral a gestão corrente das actividades da ASEJ, de forma eficaz e
eficiente.

2. No âmbito dos poderes de gestão corrente estabelecidos no número anterior, ao Coordenador


Geral compete especialmente:

a) Coordenar e dirigir as actividades correntes da ASEJ;

b) Zelar pelo cumprimento das disposições estatutárias e legais, os regulamentos e as


deliberações da Assembleia Geral;

c) Propor projectos e programas a executar na base dos objectivos constituídos e os respectivos


orçamentos e submeter a apreciação do Conselho de Direcção;

d) Administrar o património da Associação, praticando os actos necessários para a sua


conservação e fins;

e) Elaborar os relatórios de actividades e contas do exercício findo e submeter a apreciação do


Conselho de Direcção;

f) Assegurar a respectiva substituição em caso de ausência, de forma rotativa;


g) Exercer outras funções que lhe sejam cometidas pelo estatuto e demais disposições legais.

Artigo 25

Coordenadores Provinciais

1. O Coordenador Geral da ASEJ é coadjuvado por Coordenadores Provinciais para o


cumprimento dos objectivos da mesma.

2. Os Coordenadores Provinciais têm as seguintes funções:

a) Assegurar o cumprimento do respectivo plano de actividades;

b) Zelar pelo cumprimento dos programas sob sua responsabilidade;

c) Desenvolver, a nível local, programas consentâneos aos objectivos da ASEJ e submeter a


aprovação superior;

d) Assegurar a elaboração dos relatórios de actividades e de contas da respectiva área de serviço;

e) Zelar pela correcta execução das deliberações da Assembleia Geral e do Conselho de


Direcção;

f) Zelar pela guarda de bens e valores afectos ao respectivo programa ou área de serviço;

g) Realizar outras funções que lhe sejam cometidas pelas disposições legais em vigor.

CAPITULO IV

Vinculação e fundos da ASEJ


Artigo 26
Vinculação da ASEJ
1. A Associação obriga-se pela assinatura conjunta de dois membros do Conselho de Direcção,
sendo obrigatório que uma das assinaturas seja a do Director.
2. Nos assuntos correntes, basta a assinatura do Director ou a quem o Director delegar.

3. O Conselho de Direcção pode, porém, delegar no director executivo os poderes colectivos de


representação da Associação, em juízo ou fora dele.

4. Em caso de ausência ou impedimento do Director, o Conselho de Direcção reunirá nomeando


temporariamente um Director.

Artigo 27

Fundos
Constituem fundos da ASEJ:

a) As Jóias e quotas recebidas dos associados;

b) As contribuições dos associados;

c) As doações, subsídios, legados, e subvenções ou concessões de pessoas singulares ou


colectivas, privadas ou públicas, nacionais ou estrageiras.

d) Todos os bens móveis ou imóveis, e os respectivos rendimentos, caso haja;

e) O produto da venda de quaisquer bens ou serviços que a ASEJ promova para a realização dos
seus objectivos;
f) Quaisquer outros rendimentos eventuais ou regulares.

CAPÍTULO V
Infracções disciplinares, penalizações e recurso
Artigo 28
Infracções Disciplinares
1. Toda a conduta ofensiva dos preceitos estatutários, dos regulamentos internos ou das
deliberações da Assembleia Geral e dos demais órgãos sociais constitui infracção disciplinar.
Artigo 29

Penalizações e recurso

1. Às infracções disciplinares cabem as seguintes penalizações, graduadas de acordo com a


gravidade da infracção, a sua repetição, a lesão produzida ou o perigo daí resultante:

a) Advertência registada;

b) Censura proferida em Assembleia Geral;

c) Suspensão dos direitos associativos;

d) Perda dos direitos legalmente previstos;

e) Perda da qualidade de membro.

2. A aplicação das penas disciplinares cabe ao Conselho de Direcção.

3. Da decisão do Conselho de Direcção cabe recurso, em última instância, para a Assembleia


Geral.

.4. A pena disciplinar não pode ser aplicada sem prévia defesa escrita do membro, o qual
notificado tem pelo menos quinze dias para se defender e apresentar as provas que entenda por
convincentes.

5. O recurso suspende a execução da decisão recorrida mantendo o membro todos os direitos até
que a Assembleia Geral se pronuncie.

CAPÍTULO VI
Alterações dos estatutos, transformação, dissolução ou extinção da ASEJ
Artigo 30
Alteração dos Estatutos e Transformação da Associação
1. Qualquer alteração, transformação da Associação e ou a sua dissolução deverão ser
deliberadas em Assembleia Geral, nos termos da Lei.
Artigo 31
Dissolução ou extinção
1. A dissolução da Associação será feita extraordinariamente e, cabendo à Assembleia Geral
decidir da dissolução e do destino a dar aos bens da Associação em conformidade com a lei.

2. A liquidação deverá ser feita no prazo de seis meses após ter sido deliberada a dissolução.

3. Em caso de extinção da Associação por força da Lei, se de outra forma não for decidido em
Assembleia Geral, a liquidação e partilha será feita nos termos seguintes:

a) Satisfeitos os credores da Associação e realizado o activo do património da mesma, o seu


remanescente, se houver, será repartido pelos membros existentes à data da liquidação.

b) Será considerada a sua reversão para outras instituições moçambicanas de interesse público e
social cujo objecto social seja o apoio ou desenvolvimento da saúde pública em Moçambique.

c). Os liquidatários da Associação deverão ser os membros do Conselho de Direcção em


exercício à data da sua extinção, ou quem seja nomeado pela Assembleia Geral.

Nampula, 02 de Novembro de 2021

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