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Normas de Segurança para Riggers em Guindastes

Este documento discute as normas técnicas e responsabilidades para a operação segura de guindastes na indústria da construção civil, incluindo a importância do treinamento adequado dos operadores e da implementação de sistemas de gerenciamento da qualidade pelas empresas proprietárias dos equipamentos.

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Normas de Segurança para Riggers em Guindastes

Este documento discute as normas técnicas e responsabilidades para a operação segura de guindastes na indústria da construção civil, incluindo a importância do treinamento adequado dos operadores e da implementação de sistemas de gerenciamento da qualidade pelas empresas proprietárias dos equipamentos.

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As normas técnicas para a operação segura de 

guindastes

A indústria da construção civil sofre com um número elevado


de acidentes com guindastes, os quais quase sempre incidem
em altos custos relacionados às vidas e danos à propriedade.
Infelizmente, estes acidentes são o reflexo de más decisões
tomadas por gerentes ou operadores de guindastes. E o que
pode ser feito para eliminar as más decisões que levam a
estes trágicos, caros e evitáveis acidentes? Muitos
simplesmente culpam o operador depois que um acidente
acontece, mas ele é apenas a ponta do iceberg, pois as grandes causas estão imersas nos
processos de gestão das empresas. As responsabilidades nas operações com guindastes
podem estar no operador do guindaste, no cliente e na diretoria operacional/gerenciamento
do proprietário do guindaste.
No caso da diretoria ou gerência operacional do proprietário do equipamento, a sua
responsabilidade é assegurar que seus empregados (no caso os operadores e demais
envolvidos na operação) estejam em uma condição física e mental perfeitas, bem como
atualizados nas novas tecnologias encontradas nos guindastes modernos. É sua
responsabilidade também entre outras: fornecer acessórios em perfeito estado que devem
ser certificados. Isto é obtido, quando a empresa locadora do guindaste possui um sistema
de gerenciamento da qualidade implantado, porque no decorrer da tarefa não adianta ter
parte de algo, necessita-se ter um todo.
Uma empresa que tenha realmente implantado um sistema de gerenciamento da qualidade,
vai assegurar tudo isso e algo a mais. Por exemplo, se o operador está treinado, o material
certificado, mas a máquina ou parte dela chega atrasada na obra. Pronto! O operador já
estará submetido a um estresse, e será de repente obrigado a virar a noite trabalhando, para
que no dia seguinte a máquina esteja montada de acordo 

NR-18 - ANEXO III - PLANO DE CARGAS PARA GRUAS


IX - SISTEMA DE SEGURANÇA - Deverão ser observados, no mínimo, os seguintes itens:
c) Uso de colete refletivo;
d) A comunicação entre o sinaleiro/amarrador e o operador de grua, deverá estar prevista no Plano de Carga, observando-se
o uso de rádio comunicador em freqüência exclusiva para esta operação.
18.37.5 Para fim da aplicação desta NR, são considerados trabalhadores qualificados aqueles que comprovem
perante o empregador e a inspeção do trabalho uma das seguintes condições:
a) capacitação mediante treinamento na empresa;
b) capacitação mediante curso ministrado por instituições privadas ou públicas, desde que conduzido por
profissional habilitado;
c) ter experiência comprovada em Carteira de Trabalho de pelo menos (6) (seis) meses na função.
X - PESSOAL TÉCNICO - QUALIFICAÇÃO MÍNIMA EXIGIDA:
b) Sinaleiro/Amarrador de cargas - deve ser qualificado de acordo com o item 18.37.5 desta NR e ser treinado conforme o
conteúdo programático mínimo, com carga horária mínima de 8 horas. Deve estar qualificado a operar conforme as normas
de segurança, bem como, a executar inspeção periódica com periodicidade semanal ou outra de menor intervalo de tempo,
conforme especificação do responsável técnico pelo equipamento. Este profissional deve integrar cada “Plano de Carga” e
ser capacitado para as seguintes responsabilidades: amarração de cargas para o içamento; escolha correta dos materiais de
amarração de acordo com as características das cargas; orientação para o operador da grua referente aos movimentos a
serem executados; observância às determinações do Plano de Cargas e sinalização e orientação dos trajetos.

Quanto às normas técnicas, existe a NBR ISO 4309 de 01/2009 – Equipamentos de


movimentação de carga – Cabos de aço – Cuidados, manutenção, instalação, inspeção
e descarte que detalha as diretrizes para os cuidados, instalação, manutenção e inspeção
do cabo de aço em serviço em um equipamento de movimentação de carga, bem como
relaciona os critérios de descarte a serem aplicados para promover o uso seguro do
equipamento de movimentação de carga. É aplicável aos seguintes tipos de equipamento de
movimentação de carga: – pórticos de cabo; – guindastes em balanço; – guindastes de
convés; – guindastes estacionários; – guindastes flutuantes; – guindastes móveis; – pontes
rolantes; – pórticos e semipórticos rolantes; – guindastes com pórtico ou com semipórtico;
guindastes locomotivas; grua; É aplicável a equipamentos de movimentação de carga que
utilizam gancho, garra, eletroímã e caçamba, operados manual mecânica elétrica ou
hidraulicamente. Também é aplicável em talhas e moitões que utilizam cabo de aço.
A NBR 14768 de 11/2012 – Guindastes – Guindaste articulado hidráulico –
Requisitos especifica os requisitos mínimos para o projeto, cálculo, inspeções e ensaios de
guindastes. Não se aplica aos guindastes articulados hidráulicos utilizados em navios ou
estruturas flutuantes, nem aos guindastes com sistema de lanças articuladas projetadas
como partes integrantes de equipamentos especiais, como, por exemplo, os equipamentos
autopropelidos. Especifica um equipamento articulado e extensível, instalado sobre um
veículo de carga, destinado à elevação e movimentação de cargas. Esta movimentação é
sobre o próprio veículo ou independente dele. A NBR 7557 de 11/1982 – Guindaste de
pneus fixa as características operacionais dos guindastes de pneus, relaciona termos
usados na nomenclatura de alguns de seus componentes, bem como prescreve condições
gerais de medição.
Enfim, um guindaste é basicamente uma torre de grua com equilíbrio em sua forma
moderna. Os guindastes de torre geralmente fornecem mais utilidade, devido à sua
combinação de capacidade de elevação e altura, tornando-os um deve ter na construção de
edifícios altos. No entanto, com este grande poder do guindaste de torre vem também um
grande perigo em potencial.
Ao utilizar uma grua em um canteiro de obras, ou em qualquer outro tipo de local, e uma
carga cair a partir dele, é quase impossível parar a carga de bater no chão ou alguém em
seu caminho. Será também muito difícil emitir um alerta aos trabalhadores para sair do
caminho. Tal acidente pode causar ferimentos graves ou mortes.
Aproximadamente 90% dos acidentes com guindastes são o resultado de erro humano.
Assim, é essencial treinar todos os operadores do guindaste e sobre os regulamentos de
segurança local e preparação. Ao garantir que os trabalhadores que operam guindastes no
local de trabalho são totalmente educados na sua operação segura, os acidentes com
guindaste podem ser evitados.
Antes mesmo do início da operação de um guindaste de torre, é importante que o operador
avalie completamente suas características, tais como o peso do guindaste, o anfitrião de
classificação de cordas para a carga, como é a carga que está sendo anexada e se isso está
sendo feito corretamente. Estes são alguns exemplos de avaliações diversas que o operador
deve levar em consideração para garantir que o guindaste é seguro para a operação.
A operação de um guindaste de torre não envolve apenas a pessoa que está no comando.
Há também o sinalizador ou rigger para o operador. O operador e o sinalizador ficam em
contato através do rádio e também usam sinais com as mãos. O rigger auxilia na enganchar
e desprender das cargas. Esta pessoa é responsável pelo agendamento para retirada da
grua, bem como a segurança do equipamento e as cargas. É importante que o rigger e o
operador trabalhem bem em conjunto para garantir a segurança de todos os trabalhadores
no local. Se um ou outro não estão prestando atenção, o desastre pode acontecer levando a
um acidente potencialmente catastrófico.
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O que é Rigging?

Rigging é uma palavra de origem inglesa que possui vários sentidos, uma das traduções mais comuns é cordame ou corda assim por vezes a nomenclatura é
empregada para indicar a ação de içar, levantar coisas por meio de cordas ou cordame.

Mas não é só isso. O termo está presente em diversas profissões na atualidade, assim temos os riggers na computação gráfica; na montagem de cenários e
shows para eventos e em muitas profissões.

Em nosso setor de trabalho que é a construção civil o termo rigging é usado para se referir à ação de içar e movimentar peças pesadas, cargas e
equipamentos de grande porte no canteiro de obras, sejam em residências ou em obras de maior porte.

Assim temos os:

Engenheiros de Rigging ou Engenheiros de Içamento, como são chamados os e.


engenheiros civis que fizeram cursos e treinamentos específicos para que se tornem especialistas na área. 

A correta operação envolvendo operações de cargas pesadas é fundamental


O bem da verdade existe disciplinas ministradas nos cursos de Engenharia Civil que contemplam certos conhecimentos específicos necessários para a
especialização do profissional, mas não são suficientes para preparar o profissional que objetiva lidar diretamente com as atribuições de um rigger no seu
cotidiano laboral.

Temos o supervisores de rigging que é o profissional que comanda a operação de içamento elaborada pelo RIGGER, ou seja, irá interpretar o plano e coloca-
lo em prática.

Sinaleiros de guindaste ou Rigger é o homem de campo (Sinaleiro) é o responsável pela preparação da carga, execução de todas as manobras que estão
planejadas no plano de içamento, assim como prestar auxilio ao operador do guindaste e ao supervisor de campo.

Trata-se de uma denominação nova no mercado a uma prática antiga muitas vezes realizada de forma descuidada ou negligente o que acarreta graves
problemas de segurança com elevado índices de acidentes no trabalho.

Em pesquisa na web foi obtida a informação de que no Brasil ocorre diariamente em média um a dois acidentes em diversos setores de trabalho decido à
falta de cuidados relacionados à correta movimentação, elevação e içamento de cargas pesadas no canteiro de obras.

Essa alarmante estimativa fez com que as normas recebessem atenção particular e fiscalização aumentasse nos setores da economia que lidam diretamente
com movimentação e elevação de cargas pesadas, notadamente o setor siderúrgico, engenharia, arquitetura, construção civil, logística, setor portuário e
setor naval.

Normas Regulamentadoras:

NR-11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais.


NR-18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria e Comércio

Normas Petrobras:
N-1965 - Movimentação de Carga com Guindaste Terrestre
N-2869 - Segurança em Movimentação de Cargas
Norma Transpetro:
PE-3N0-00209 - Segurança em Serviço de Movimentação e Elevação de Cargas

Normas Brasileiras:

NBR ISO 4309 – Guindastes - Cabo de Aço - Critério de Inspeção e Descarte


NBR 8400 – Cálculo de equipamento para levantamento e movimentação de carga

Análise necessária:

A movimentação de cargas exige uma análise apurada, cálculos, planejamento na elevação, técnicas de amarração, análise de materiais empregados, pesos
e medidas, enfim são procedimentos complexos que exigem muita expertise do profissional.

Planejamento do Rigging:

O planejamento é fundamental para que seja realizado o procedimento correto de movimentação das cargas no local de trabalho, para isso é necessário um
estudo minucioso, técnico. 

O rigger deverá proceder a diversos estudos e cálculos complexos, principalmente em equipe, engenheiros especialista em fundações, engenheiros de
segurança das obras, engenheiro especialista em estruturas e o supervisor de rigging.

No planejamento estuda-se também melhor opção custo-benefício e a melhor forma de executar o projeto.

• Memórias de cálculo
• Desenhos técnicos
• Análises das condições do solo
• Análises da ação do vento
• Estudos da carga a ser içada, 
• Estudo das máquinas disponíveis e dos
seus acessórios.
• Verificação da resistência do terreno
• Análise da resistência de carga para o
içamento
• Análise para capacidade de suporte do
guindaste.
• Estudo e análise de dispositivos
especiais.
• Estudo dos equipamentos empregados.

Plano de Rigging

Um recurso de planejamento trata-se de um documento onde podemos ver cálculos, desenhos, orientações, dados financeiros, tudo que falamos acima.

O desenho do plano de rigging deverá conter no mínimo as seguintes informações 


necessárias à execução de operação:

1. Definição do guindaste.
2. Configurações do guindaste (lança, contrapeso, jib, cabos, moitões, etc.,).
3. Acessórios (estropos, manilhas, balanças, esticadores, madeiras, dinamômetro,
etc.).
4. Raio de giro.
5. Posição da peça e do guindaste.
6. Capacidade do guindaste na situação
proposta.
7. Peso da peça e acessórios.
8. Providências adicionais (ex.: acompanhamento topográfico, guinchos, “mats”,
etc.).
9. Folga (%) capacidade em relação à
carga.
Acidentes mais comuns:

O acidentes mais comuns são as queda de cargas entre outras, estes podem ser ocasionados por diversos fatores e na maioria dos podem ser evitados se
certos cuidados forem seguidos.
As quedas das cargas transportadas podem ser devido às seguintes situações:

1. Rompimento de cabos ou cintas.


2. Rompimento de pontos de pega.
3. Rompimento da embalagem.
4. Dimensionamento inadequado do equipamento de movimentação da carga.
5. Mau acondicionamento da carga.
6. Ventos fortes ou recalque do terreno.
7. Imperícia do operador.

Outros riscos devidos são às condições ambientais adversas podem ser devidos vento, chuva, cortes no terreno.

Executar as movimentações das cargas seguindo as instruções do plano de rigging específico para cada trabalho, objetivando sempre, a total segurança das
operações, seja para pessoal, equipamentos ou materiais é a principal forma de evitar acidentes e prejuízos nefastos.
Para garantir que o plano seja cumprido são realizadas inspeções periódicas.

Inspeções

Todos os equipamentos e dispositivos empregados na movimentação de carga serão deverão ser inspecionados.

Guindastes

o Todos os guindastes e guinchos que chegam à obra deverão sofrer inspeção no ato do recebimento, conforme o respectivo plano específico de
manutenção;
o O plano de manutenção da contratada proprietária do equipamento, deverá ser rigorosamente cumprido.

Empilhadeiras

o As Condições Mínimas de Segurança são:


o Efetuar com as empilhadeiras somente os serviços autorizados pela supervisão;
o Todos os controles da máquina devem ser testados antes do início dos trabalhos.
o Antes de cada jornada de trabalho, o operador deve verificar as níveis de óleo, de combustível e de água na bateria e no radiador, se há algum vazamento.
o O estado dos suportes, garfos, cabos de aço, correntes, etc.;
o Se os freios e dispositivos de frenagem estão em bom estado;
o Se a empilhadeira está devidamente lubrificada;
o A existência do extintor de incêndio da empilhadeira e sua condição de uso.

Nas operações de levantamento de cargas, propriamente ditas devem ser observados os seguintes pontos:

Movimentação de Cargas Pesadas

o Estudo criterioso das características da máquina, da carga a ser levantada e dos estaiamentos quando necessário.
o Os guindastes só poderão ser operados por pessoal treinado, habilitado e. 
devidamente autorizados.
o Rigorosa manutenção dos guindastes.
o Inspeção regular dos cabos de aço.
o Toda área de operação deverá ser
isolada e devidamente sinalizada.
o Somente iniciar a movimentação, após
se assegurar que a carga está bem amarrada.
o Somente movimentar cargas, com a
máquina adequadamente patolada e aterrada;
o Não se deve movimentar a máquina, com
cargas suspensas.
o Sempre que necessário, uma equipe de segurança do trabalho acompanhará as operações de levantamento de cargas, especialmente no içamento de
peças pesadas.
o Os sinais convencionais serão feitos por uma única pessoa devidamente treinada e identificada previamente pelo guindasteiro (rigger).
o Os levantamentos de cargas pesadas devem ser evitados em dias chuvosos ou com ventanias.
o O operador da máquina deve ter contato visual e verbal com o sinaleiro. 
o Todos os levantamentos, que por sua natureza sejam demorados, devem ser iniciados tão logo comecem os trabalhos do dia, de modo a terminar antes de
anoitecer.
o Ninguém deve subir na carga em levantamento, permanecer ou transitar sob a mesma.
o Todo serviço de movimentação e levantamento de cargas deverá conter uma Programação de Trabalho, fornecida pela Coordenação de SMS.
o As movimentações de carga devem ser feitas precedidas da APR e da PT.
o Nas movimentações de carga, deve ser utilizado um “cabo guia”, para evitar o balanço e guiar a carga durante o içamento.

Movimentação de Cargas Leves

Nessas operações podem ser empregados diversos tipos de equipamentos como:

o Carrinhos: São os equipamentos mais simples. Consistem em plataformas com rodas e um timão direcional. Possuem vantagens como baixo custo,
versatilidade, manutenção quase inexistente. 

o Paleteiras: Carrinhos com braços metálicos em forma de garfo e um pistão hidráulico para a elevação da carga (pequena elevação). As paleteiras podem
ser motorizadas ou não.

o Empilhadeiras: Podem ser elétricas ou de combustão interna (verificar ventilação). São usadas quando o peso e as distâncias são maiores (se comparadas
com o carrinho), as mais comuns são as frontais de contrapeso. 

o Guindastes: Utilizados em pátios, construção pesada, portos e oficinas de manutenção. O veículo pode ser motorizado ou não. Opera cargas não
palatizadas, versátil, alcança locais de difícil acesso, mas apresenta a desvantagem de exigir espaço e ser lento. 

o Plataformas de Carga e Descarga: utilizadas no recebimento e na expedição de mercadorias, facilitando o trabalho. Geralmente são fixas.

Redação : Equipe Portal Metálica - Lia Gonzaga.


Data da publicação: 15/12/2015

(https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2013/09/guindastes.jpg)As normas técnicas para a operação segura de guindastes
movimentação de carga: – pórticos de cabo; – guindastes em balanço; – guindastes de 
convés; – guindastes estacionários; – gu
O que é Rigging?
Rigging é uma palavra de origem inglesa que possui vários sentidos, uma das traduções mais comuns é cordame
cotidiano laboral.
Temos o supervisores de rigging que é o profissional que comanda a operação de içamento elaborada pelo RIG
N-1965 - Movimentação de Carga com Guindaste Terrestre
N-2869 - Segurança em Movimentação de Cargas
Norma Transpetro:
PE-3N0-
Acidentes mais comuns:
O acidentes mais comuns são as queda de cargas entre outras, estes podem ser ocasionados por diversos
o Rigorosa manutenção dos guindastes.
o Inspeção regular dos cabos de aço.
o Toda área de operação deverá ser
isolada e devid

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