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Diversidade e Características dos Peixes

O documento fornece informações sobre diversas espécies de peixes encontradas no Brasil. Ele descreve 15 peixes brasileiros, incluindo seus habitats, alimentação e tipo de procriação. Além disso, discute a diferença entre peixes condrictes e osteíctes, e fornece exemplos de cada. Por fim, lista 10 famílias de peixes.

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Josiane Silva
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Diversidade e Características dos Peixes

O documento fornece informações sobre diversas espécies de peixes encontradas no Brasil. Ele descreve 15 peixes brasileiros, incluindo seus habitats, alimentação e tipo de procriação. Além disso, discute a diferença entre peixes condrictes e osteíctes, e fornece exemplos de cada. Por fim, lista 10 famílias de peixes.

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Nome: Manoel Lopes da Silva

Clube: Gralha Azul


Data: ____/____/____
1. Aproximadamente, quantas espécies de peixes existem ao redor do mundo?
Atualmente existem aproximadamente 34.200 espécies de peixes descritas,
englobando 515 famílias e 85 ordens, o que compreende mais da metade das 55.000
espécies de vertebrados viventes. No geral, 41% das espécies são de água doce, 58%
marinhos e 1% movem-se entre água doce e salgada ao longo da vida. Esses números
refletem uma grande diversidade de espécies distribuídas em vários ecossistemas
aquáticos, bem como uma longa e complexa história evolutiva desses organismos.

2. Por que os peixes são considerados animais pecilotérmicos?


Os peixes são animais pecilotérmicos, pois eles não têm controle sobre a temperatura
do corpo, que varia de acordo com a temperatura do meio ambiente. Dessa forma, os
peixes não gastam energia para a manutenção da temperatura corporal, e sua taxa
metabólica é diretamente proporcional à temperatura ambiente.

3. Quais as principais diferenças entre peixes condrictes e peixes osteíctes? Citar


5 exemplos de cada um.
Os peixes ósseos (osteíctes) e cartilaginosos (condrictes) apresentam diversas
diferenças entre si. Os peixes cartilaginosos possuem esqueleto constituído totalmente
por cartilagem, enquanto os peixes ósseos possuem esqueleto constituído basicamente
por ossos. Outra diferença marcante diz respeito às brânquias. Os peixes ósseos
possuem uma membrana que recobre as fendas branquiais, enquanto os peixes
cartilaginosos possuem suas brânquias expostas, sem nenhuma proteção.
As escamas também podem ser usadas na diferenciação desses dois grupos.
Enquanto os peixes cartilaginosos possuem escamas placoides e de origem dérmica e
epidérmica, os peixes ósseos apresentam escamas de origem exclusivamente dérmica.
Observando a boca, também é possível verificar uma diferença. Enquanto os peixes
cartilaginosos possuem uma boca ventral, os peixes ósseos apresentam sua boca na
região anterior do corpo. A reprodução também é um fator importante. Enquanto os
peixes ósseos possuem fecundação externa, os cartilaginosos possuem uma estrutura
chamada clásper, que atua auxiliando na reprodução interna. O clásper é uma
nadadeira pélvica modificada que auxilia na introdução de espermatozoides. Além
dessa diferença, podemos destacar o fato que nos peixes cartilaginosos não há o
aparecimento de larvas, enquanto nos peixes ósseos existe uma larva que
posteriormente se desenvolve e forma o alevino. Podemos perceber também que os
peixes cartilaginosos possuem cloaca, diferentemente dos peixes ósseos. Outra
diferença diz respeito à bexiga natatória, uma estrutura que auxilia na flutuação do
peixe. Essa estrutura é encontrada apenas em peixes ósseos. Exemplos de peixes
condrictes: Arraia, Tubarão, Quimeras, Cação e Torpedo. Exemplos de peixes
osteíctes: Robalo, Manjuba, Pintado, Carpa e Tainha.

4. Dar o nome de 10 famílias de peixes.


Família Sciaenidae, Ariidae, Engraulidae, Clupeidae, Tetraodontidae e Diodontidae,
Monacanthidae, Trichiuridae, Mugilidae, Serranidae e família Pomatomidae.

5. Identificar, por meio de desenho ou fotografia, 15 peixes típicos de seu país.


Mencionar seu habitat, alimentação e tipo procriação.
 PINTADO
Seu habitat inclui lagos e rios, podendo ser encontrado principalmente nas bacias do
São Francisco, Paraná e Prata. Fica próximo da margem, escondido debaixo das
malhas de aguapés e camalotes. Apresenta hábitos carnívoros e se alimenta
principalmente de peixes menores. As poderosas mandíbulas prendem a presa com
força, impedindo que ela escape. A fêmea tem o costume de desovar a média dos 70
até 80 mil ovos a cada quilo. O peixe fica pronto para se reproduzir quando o macho
completa mais ou menos 1 ano e 6 meses. Já as fêmeas precisam chegar em 2 anos. A
época da reprodução é no mês de novembro até o mês de dezembro.
 DOURADO
Também conhecido como dourado-cabeçudo, rei dos rios, saltador ou amarelão, é
comumente encontrado nas bacias do rio São Francisco, na Região Nordeste do país e
no estado do Paraná. O dourado é considerado uma espécie canibal e agressiva, se
alimentando de moluscos e crustáceos quando jovem. Já na fase adulta, consome
peixes inteiros. A reprodução ocorre no momento em que as fêmeas expelem os óvulos
e os machos, os espermas. Desta forma, para que a reprodução aconteça, eles nadam
lado a lado. Em criadouros, é comum que os aquicultores realizem a reprodução por
meio de fertilização artificial.

 TUCUNARÉ
Esse é um dos peixes de água doce do Brasil mais procurados pelos pescadores. Tem
a particularidade de ser um peixe extremamente predador: não desiste da sua presa
facilmente, e geralmente luta até o fim. O tucunaré se alimenta de outros peixes e
insetos aquáticos e seu habitat depende de cada espécie, como, por exemplo, o
tucunaré-açu, que é encontrado na bacia do rio Negro. A espécie apresenta
comportamento territorial, pois defende um determinado espaço onde se reproduz e se
alimenta. Além disso, exibe cuidado parental, em que os exemplares fazem ninhos,
cuida de ovos e filhotes, comportamento considerado pouco comum entre os peixes.
 CORVINA
Esse peixe é principalmente marinho, mas apresenta vários representantes em água
doce, como o gênero Plagioscion. É uma espécie carnívora, que se alimenta de insetos,
peixes e camarões. Para encontrar esse peixe de água doce do Brasil, procure na
região noroeste do estado de São Paulo, em rios como o Grande e o Tietê. Esta
espécie tem o costume de se reunir em águas costeiras e realizar a desova, em
especial nas estações de primavera e verão. Deste modo, é um peixe muito fecundo,
porém que não faz a migração reprodutiva no período da piracema.

 TRAÍRA
Podem ser encontradas em quase todos os açudes, lagos e lagoas do Brasil. Além
disso, esses peixes de água doce do Brasil têm uma dieta carnívora, à base de peixes
menores, rãs e insetos, e podem ser fisgadas com boa parte dos tipos de iscas naturais
e artificiais. A traíra se reproduz durante todo o ano. As fêmeas têm fecundidade
relativamente baixa, que varia conforme o tamanho do peixe. Os ovócitos maduros são
grandes (média = 1,5 mm). Ovos fecundados foram encontrados em posturas nas
margens dos lagos de várzea.
 PACÚ
Esse briguento pode ser encontrado em diversos locais do Brasil, como o pantanal
mato-grossense, os rios amazônicos e a bacia da Prata. Habita as partes mais rasas,
geralmente próximas à superfície da água. O pacu é um peixe de piracema, que realiza
migração reprodutiva. Nada no sentido da foz para as nascentes, as cabeceiras da
bacia hidrográfica. Na natureza, ao nadarem contra a correnteza, os reprodutores
acumulam hormônios que depois são liberados para a fecundação externa.

 TAMBAQUI
Pode ser encontrado em regiões de águas quentes, como Goiás, São Paulo, Paraná,
Minas Gerais e Mato Grosso. O tambaqui se reproduz durante as chuvas de verão,
quando a temperatura dos rios é alta e o nível das águas sobe consideravelmente.
Porém, é importante ressaltar que, durante essa época, sua pesca é proibida por lei.
 ROBALO
O Robalo pode ser encontrado no Brasil, normalmente no hemisfério sul do país. Além
disso, ele também vive em algumas regiões dos Estados Unidos. É um peixe muito
comum na água salgada. O robalo macho atinge a maturidade sexual aos 2 anos de
idade, e as fêmeas aos três anos. A desova ocorre exclusivamente no verão, em
regiões mais frias, e durante quase todo o ano em locais mais quentes. O processo de
reprodução é feito pela indução com hormônios.

 GAROUPA
O peixe Garoupa é encontrado com muita facilidade na região sudeste do nosso país. A
sua família chama-se Serranidae, sendo esta espécie hermafrodita. Após atingir o
período adulto, com cerca de 80 a 90 cm, todos os peixes dessa categoria passam a
ser do gênero masculino. Isso acontece normalmente após 15 a 16 anos de idade. A
característica mais marcante deste peixe é a sua cabeça, que é bem volumosa e
grande. Sua cor pode variar conforme as espécies.
 CAVALA
O peixe Cavala habita diferentes regiões do nosso país, mais especificamente o norte,
nordeste, sudeste e sul. Quanto à reprodução da espécie, saiba que os peixes formam
grandes cardumes e migram para as águas rasas e quentes. Dessa forma, quando
chegam neste local que geralmente é o Nordeste do Brasil, ocorre a desova. O Peixe
Cavala é voraz e come os peixes pequenos, camarões e lulas. Por isso, alguns
exemplos de peixes que o Cavala se alimenta são sardinhas e agulhas.

 LINGUADO
O peixe Linguado pode ser encontrado ao longo de toda a costa brasileira. Em
temperaturas mais baixas, costumam se esconder entre buracos e fendas. O tamanho
de primeira maturação do linguado na natureza é de aproximadamente 40 cm para as
fêmeas e 30 cm para os machos. A sua desova é parcial e o período reprodutivo se
estende desde outubro, no final da primavera, até abril, no início do outono.
 ANCHOVA
Peixe Anchova é encontrado nas regiões do norte, nordeste, sul e sudeste do país. No
entanto, é comum encontrar a espécie com mais facilidade nos estados que vão desde
o Rio de Janeiro até Santa Catarina. A reprodução da anchova ocorre durante a
primavera e verão. No entanto, as fêmeas dessa espécie pode desovar até 2 milhões
de ovos, enquanto migram. A anchova é um peixe que se alimenta de crustáceos,
moluscos e pequenos peixes.

 BONITO
O peixe Bonito vive nas mais diversas regiões brasileiras, incluindo a área norte,
nordeste, sul e sudeste do nosso país. Basicamente o Peixe Bonito se reproduz no
começo do mês de junho até setembro. Assim, quando os indivíduos alcançam 15 cm
de comprimento, eles estão maduros sexualmente. Com isso, eles formam grandes
cardumes em alto mar e migram durante o verão. A desova ocorre somente quando os
cardumes ficam próximos da costa. O Peixe Bonito é famoso por ser um predador que
come até mesmo os indivíduos das famílias Atherinidae, Clupeidae e Scombridae.
Também pode se alimentar de Alosa pseudoharengus ou as demais espécies de
cefalópodes e peixes. Portanto, o Bonito prefere capturar os pequenos cardumes de
invertebrados como os camarões e lulas. Apresenta também uma capacidade de
engolir as presas maiores.
 BAIACÚ
É muito comum encontra-los próximos a recifes de corais. Além disso, o peixe também
é muito utilizado para ornamentar aquários. A reprodução do baiacu acontece durante o
período de cheia, entre os meses de setembro e janeiro. Após ser fecundada, a fêmea
libera de 3 a 7 ovos, que flutuam até a superfície e eclodem dentro de uma semana. Os
filhotes então terminam seu desenvolvimento e vão mais para o fundo ao encontro de
outros baiacus. Os baiacus procuram comida à noite. Eles se alimentam de algas,
caranguejos, moluscos, camarões, amêijoas, berbigões, lagostas e invertebrados.

 PEIXE ESPADA
O Peixe-espada está espalhado em toda a costa brasileira, especialmente nas regiões
mais quentes. Normalmente vivem a uma profundidade que varia entre 200 a 800
metros da superfície. A reprodução do peixe espada é simples. Por ser vivíparo, após a
fecundação a fêmea abriga os ovos em seu interior até o momento do nascimento,
cerca de 28 dias depois. Os alevinos, como são chamadas as larvas, saem nadando
livremente e não há cuidado parental na espécie. Comem peixes, moluscos e
crustáceos. Reprodução: Durante a primavera e verão formam grandes cardumes e
entram nos mangues e estuários para a reprodução.

6. Descobrir o que são peixes diádromos e dê, ao menos, 5 exemplos.


Diádromo é a migração de algumas espécies animais da água doce para a água
salgada, ou vice-versa, visando, por exemplo, a reprodução. Quando da água doce
para a salgada é chamado catádromo e o contrário é chamado anádromo.
Ex.: Salmão-do-Atlântico, Sável, Lampreia-de-rio, Enguia-europeia e Tainha-fataça.

7. Qual o maior peixe do mundo? A que tamanho pode chegar? Onde ele vive? Do
que se alimenta? Qual sua relação com o homem?
O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a maior espécie de tubarões e também o maior
peixe do mundo. Estes tubarões medem cerca de 12 metros de comprimento (o
tamanho de um autocarro), podendo até chegar aos 20 metros, e pesar cerca de 40
toneladas. As suas pintas brancas no dorso fazem com que sejam facilmente
identificados. Movem-se lentamente e existem por todo o oceano, ainda que ao largo de
Portugal continental não sejam muito comuns. Passam grande parte do seu tempo em
águas superficiais e próximas de atividade humana. São muitas vezes apelidados de
“gigantes gentis” por serem praticamente inofensivos: só comem plâncton, pequenos
peixes e camarão. Ajudam a equilibrar as cadeias alimentares marinhas e são bons
indicadores da saúde dos oceanos.

8. Definir as seguintes partes de um peixe:


a) Barbatana dorsal.
Uma barbatana dorsal é uma barbatana localizada nas costas da maioria dos
vertebrados marinhos e de água doce dentro de vários taxa do reino animal.

b) Barbatana peitoral.
As barbatanas peitorais estão localizadas em ambos os lados do corpo ( barbatanas
emparelhadas ) de um peixe (atrás da abertura branquial ou opérculo ) ou de um
cetáceo (correspondem a membros de tetrápodes antigos).

c) Barbatana pélvica.
Barbatanas pélvicas ou ventrais são as patas traseiras ou peixes, correspondendo às
nossas patas. Eles estão localizados atrás ou abaixo das barbatanas peitorais e na
frente do ânus. A sua posição varia muito nas diferentes espécies de peixes, falamos
da sua posição como sendo abdominal, jugular ou torácica. Como as barbatanas
peitorais, são barbatanas de par, que são em número de dois.

d) Barbatana anal.
A barbatana anal/cloacal está localizada na superfície ventral atrás do ânus/cloaca.
Esta barbatana é usada para estabilizar os peixes durante a natação.

e) Barbatana caudal:
A barbatana caudal é a barbatana caudal (do latim cauda que significa cauda),
localizada no final do pedúnculo caudal e é usada para propulsão.

f) Linha lateral.
Linha lateral é um sistema de órgãos encontrados em vertebrados aquáticos, usado
para detectar movimento, vibração e gradientes de pressão na água circundante.
g) Opérculo.
Nos peixes ósseos, os opérculos são placas ósseas localizadas nos lados da cabeça,
antes das guelras (contando da cabeça do peixe para a cauda), e cobrem a fenda
branquial. Podem ser lisos, cobertos de escamas ou ornamentados com cristas ou
espinhos. Serve para proteção das brânquias.

h) Barbilhos.
Barbilho (mais raramente barbilhão) é a designação dada em anatomia às formações
filiformes tegumentares que guarnecem externamente a boca de alguns peixes,
especialmente os da ordem Siluriformes, mas incluindo as ordens Cyprinidae (carpas),
Mullidae e algumas especies de Selachimorpha (tubarões). A estrutura aloja os órgãos
gustativos desses peixes, que os usam para se orientar e buscar alimento em águas
turvas.

i) Guelras.
Nos peixes e outros animais aquáticos, as brânquias ou guelras (termo vernáculo) são
os órgãos da respiração, ou seja, é nelas que ocorrem as trocas gasosas entre o
sangue ou linfa dos seus portadores e a água.

9. O que é e qual a utilidade da bolsa olfatória?


São formadas por células localizadas nas narinas e associadas à percepção de cheiros
das substâncias dissolvidas na água. O sentido do olfato dos peixes é geralmente muito
aguçado. O tubarão, por exemplo, pode "farejar" sangue fresco a dezenas de metros de
distância.

10. O que é e como funciona a bexiga natatória?


A bexiga natatória é um grande saco de paredes flexíveis e impermeáveis aos gases
que ocupa a região dorsal do corpo dos peixes ósseos. Ela atua como um órgão
hidrostático, com a função de facilitar o nado e a permanência do peixe a uma
determinada profundidade.
11. Explicar o funcionamento da linha lateral dos peixes e listar 3 de suas
utilidades.
A linha lateral é uma linha que se estende ao longo da lateral do corpo do peixe,
contendo poros ou tubos conectados com um longo canal tubular, abrigando órgãos
sensoriais (neuromastos). Eles são sensíveis às mudanças de pressão e temperatura e
, também respondem às correntes de água. As linhas laterais desempenham um papel
importante no comportamento, na predação e na orientação de peixes.

12. Como funciona a respiração branquial presente na maioria dos peixes?


A respiração branquial ocorre por meio de brânquias, que são estruturas ricamente
vascularizadas. É nas brânquias que o oxigênio presente na água passa para o interior
do corpo e que o dióxido de carbono que está no corpo do animal passa para a água.

 
 
 
Nome: Manoel Lopes da Silva 
Clube: Gralha Azul 
Data: ____/____/____
1. Aproximadamente, quantas espécies de peixes existem ao redor do mundo? 
Atualmente existem aproximadamente 34.200 espécies
dessa diferença, podemos destacar o fato que nos peixes cartilaginosos não há o 
aparecimento de larvas, enquanto nos peixes
 DOURADO 
Também conhecido como dourado-cabeçudo, rei dos rios, saltador ou amarelão, é 
comumente encontrado nas bacias do
 CORVINA 
Esse peixe é principalmente marinho, mas apresenta vários representantes em água 
doce, como o gênero Plagioscion.
 PACÚ 
Esse briguento pode ser encontrado em diversos locais do Brasil, como o pantanal 
mato-grossense, os rios amazônicos
 ROBALO 
O Robalo pode ser encontrado no Brasil, normalmente no hemisfério sul do país. Além 
disso, ele também vive em algu
 CAVALA 
O peixe Cavala habita diferentes regiões do nosso país, mais especificamente o norte, 
nordeste, sudeste e sul. Qua
 ANCHOVA 
Peixe Anchova é encontrado nas regiões do norte, nordeste, sul e sudeste do país. No 
entanto, é comum encontrar a
 BAIACÚ 
É muito comum encontra-los próximos a recifes de corais. Além disso, o peixe também 
é muito utilizado para orn

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