OSCE
José Marcos – Linfonodos, baço, pulsos e verificação de
alteração em veia
Linfonodo cabeça e pescoço
Linfonodo axial
Linfonodos inguinais
Exame do baço:
Percussão do baço: Em uma pessoa saudável a percussão do espaço de
Traube gera um som timpânico, já em uma pessoa que possui esplenomegalia
ocorre um som maciço
Palpação do baço
Feita da fossa ilíaca direita até o hipocôndrio esquerdo
Posição de Schuster: Paciente em decúbito lateral direito com a perna
esquerda flexionada em 90 graus e o braço flexionado sobre a cabeça.
Manobra de Schuster: Médico do lado direito do paciente. Mão esquerda fica
sobre o paciente e a direita realiza o exame em garra
Manobra de Mathieu Cardarelli: Examinador a esquerda do paciente e a
mesma coisa em relação as mãos
Paciente em decúbito dorsal: Mão esquerda vai por de baixo das costas do
paciente levantando a região onde ficar o baço aumentado, e a esquerda vem
da fossa ilíaca direita até o hipocôndrio esquerdo apertando
Pulso femoral:
Pulso poplíteo:
Pulso tibial posterior:
Pulso pedioso:
Observar se o pulso está presente ou não
Se a amplitude do pulso está boa ou não
E a frequência do pulso
Verificação de alteração de veias:
Sinal de Homans – Caracterizada por dor ou desconforto na panturrilha após
dorsiflexão passiva do pé.
Dorsiflexão do pé junto com uma pressão no meio da panturrilha, para avaliar
dor.
Sinal de Bandeira: menor mobilidade da panturrilha quando comparada com o
outro membro.
Bater na panturrilha como se tivesse quebrando gelo estilo kung fu
Sinal de Bancroft: dor à palpação da panturrilha contra estrutura óssea.
Aperta a panturrilha do paciente mesmo
Aparelho respiratório:
Inspeção estática: Baqueteamento, coloração da mucosa, forma do tórax,
abaulamento, retrações e lesões de pele
Coloração da mucosa: Corado, anictérico, acianótico
Forma do tórax: Tórax em tonel -> lembrar do barril (Causado pelo DPOC),
tórax plano (fisiológico), Tórax infundibuliforme/”pectus escavatum” -> Lembrar
de mim e do Caio (Fisiológico), Tórax cariniforme/”pectus carinatum” -> Peito
de pombo(fisiológico e patológico ligado ao raquitismo), Tórax cifótico ->
Corcunda (Causado por defeito de postura ou lesão de vértebras torácicas que
pode ser causado pela tuberculose por exemplo), Tórax escoliótico -> Olhar os
ombros e os triângulos que o braço faz com o corpo (Anomalia congênita),
Tórax cifoescoliótico -> Junta escoliose e o corcunda
Observar também se tem abaulamento ou alguma depressão em algum lugar
do tórax e se tem algum tipo de lesão.
Inspeção dinâmica: Frequência, tipo, amplitude, ritmo respiratório e
expansibilidade
Tipo respiratório: Se a respiração é feita com a parte de cima (costal superior)
ou se ela é toracoabdominal.
Ritmo respiratório: Observar por cerca de 2 minutos a sequência, a forma e a
amplitude.
Dispneia: Caracteriza-se pela sucessão regular de movimentos respiratórios
amplos e quase sempre desconfortáveis para o paciente. IC, enfisema
pulmonar, bronquite pneumonias, pneumotórax, derrame pleural.
Platipneia; Dificuldade para respirar em posição ereta
Ortopneia: Dificuldade para respirar deitado
Trepopneia: Sente mais confortável para respirar em decúbito lateral. Pode
ocorrer na insuficiência cardíaca
Amplitude: Respiração superficial ou profunda
Frequência: 1 minuto avaliando
Taquipneia é a frequência elevada
Bradipneia é a frequência inferior aos valores normais
Apneia é parada respiratório
Eupneia é normal
Se tem ou não presença de tiragem, a questão da expansibilidade pedindo pro
paciente inspirar e expirar e por fim, se está sendo utilizado a musculatura
acessória ou não.
Palpação: Se o paciente tiver dor em algum lugar, palpar onde tem a dor. Para
saber se é muscular ou não.
Expansibilidade tem que ser feita na parte superior, médio e inferior. E na parte
posterior e anterior.
FTV: Colocar uma mão só, precisa fazer na parte anterior, e não fazer na
região da escapula. Pedir pro paciente falar 33, pra ficar mais fácil de lembrar,
fazer no padrão escalonado. Realizar dos 2 lados com a mesma mão.
Ele pode estar aumentado ou diminuído
Percussão: Realizar nos mesmos locais do FTV e observar os seguintes sons
Claro pulmonar Fisiológico
Maciço Líquido
Timpânico Pneumotórax muito grande
Hipersonoridade
Ausculta: Fazer primeiro na parte posterior nos mesmos pontos de percussão,
na parte lateral e na parte anterior.
Murmúrio vesicular difusamente distribuído
Murmúrio vesicular É o som fisiológico
Na projeção da traqueia Som traqueal
Na projeção do bronquio Som bronquial
Sibilo Tipo gato, asma
Ronco
Estridor Quando engasga
Estertor crepitante Acontece na inspiração e ocorre no alvéolo, pneumonia
Estertor subcrepitante Alvéolo e bronquíolo terminal e acontece na
expiração, parece papel amassando
Fazer ausculta do 33 Ressonância toracovocal: fisiológico é auscultar a voz
sem nitidez
Egofonia Ausculta-se E ao invés de I
Pectorilóquia fônica Ausculta-se a voz nitidamente
Pectorilóquia afônica Ausculta-se a voz mesmo que o paciente esteja
cochichando.
Aferição de PA:
Deixar o paciente descansar de 5 a 10 minutos, perguntar se está com a
bexiga cheia ou não, perguntar se ele fez exercicio fisico a pelo menos 60
minutos, se ele fumou, se alimentou, ingeriu bebida alcoólica, café ou
energético nos últimos 30 minutos. Ambiente tem que estar tranquilo e pedir
para que ele não fale durante o procedimento
•Localizar as pulsações da artéria braquial
•Colocar o manguito 2 cm acima da fossa cubital
•Palpar o pulso radial (pode também ser feito na artéria braquial)
•Inflar o manguito até o desaparecimento do pulso radial; em seguida,
desinsuflar o manguito lentamente. Quando reaparecer o pulso, será obtido o
valor da pressão sistólica
•Colocar o estetoscópio sobre a artéria braquial e insuflar o manguito cerca de
30 mmHg acima do valor encontrado para a pressão sistólica pelo método
palpatório
•Soltar o ar, de maneira contínua, à razão de 2 a 3 mmHg/segundo, até o
completo esvaziamento da câmara
•Caso os ruídos estejam sendo percebidos com dificuldade, aumentar o ângulo
entre o braço e o tórax, retificando a artéria, pois isso pode facilitar a ausculta
dos sons.
Citar que pode aconter a hiperntesão do jaleco branco
E a mascarada
Exame do aparelho cardiovascular
Inspeção: Posição tangencial e frontal, e ver se tem alguma alteração
(abaulamento, depressão ou deformidade). Olhar se o ictus cordis é visivel ou
não. Observar se tem turgencia jugular ou não.
Palpação: Com a mão aberta nos focos de ausculta. Se houver frêmito é
patológico (intensidade, localização e situação no ciclo cardíaco. Ictus cordis,
avaliar localização, extensão, intensidade, mobilidade, ritmo e frequência.
Em pacientes mediolíneos entre o 4 e 5 espaço intercostal
Em brevelíneos no 4 espaço
Longelíneos no 5 espaço
Extensão: 1 ou 2 polpas (normal) mais que isso patológico
Deslocamento do ictus cordis: Estenose/insuficiência aórtica, insuficiência
mitral
Ausculta: Nos focos. Observar os sopros, saber se é sistólico ou diastólica,
identificar B1 e B2, quando acontece B3 e B4.
Insuficiência aórtica: Ictus cordis para baixo e para esquerda, sopro diastólico
com característica aspirativa, audível em foco aórtico ou aórtico acessório
Estenose aórtica: Ictus cordis para baixo e para esquerda e mais intenso, sopro
sistólico com característica ejetiva, audível em foco aórtico com irradiação pra
cima
Insuficiência mitral: Ictus cordis não deslocado mas de intensidade maior, sopro
sistólico com característica aspirativa, audível em foco mitral e com irradiação
para axila.
Estenose mitral: Sopro diastólico com característica ejetiva, com hiperfonese
de B1 no foco mitral (>2.5 cm) e com hiperfonese de B2 em foco pulmonar.
Lesões na pele
Lesões planas
Manchas ou máculas
Eritema some com a digito-pressão
Lesões sólidas
Lesões edematosas
Lesões com conteúdo líquido