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Candidíase: Sintomas e Tratamentos

Candidíase é uma infecção fúngica causada pelo fungo Candida, que pode afetar a boca, vagina e outros órgãos. Os sintomas incluem manchas brancas na boca, prurido e irritação vaginal. Embora rara, a infecção pode espalhar-se pelo corpo. Grupos de risco incluem recém-nascidos, idosos, pessoas com HIV/AIDS ou que usam corticosteroides ou antibióticos. O tratamento envolve antifúngicos tópicos ou sistêmicos.

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Candidíase: Sintomas e Tratamentos

Candidíase é uma infecção fúngica causada pelo fungo Candida, que pode afetar a boca, vagina e outros órgãos. Os sintomas incluem manchas brancas na boca, prurido e irritação vaginal. Embora rara, a infecção pode espalhar-se pelo corpo. Grupos de risco incluem recém-nascidos, idosos, pessoas com HIV/AIDS ou que usam corticosteroides ou antibióticos. O tratamento envolve antifúngicos tópicos ou sistêmicos.

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CANDIDÍASE

Candidíase é uma infecção fúngica causada por qualquer tipo do fungo Candida.


[1]
 Quando a doença afeta a boca é denominada candidíase oral.[1] O sintoma mais
evidente de candidíase oral são manchas brancas na língua ou em outras partes
da boca e da garganta.[2] A boca pode também apresentar-se dolorida e haver dificuldade
em engolir.[2] Quando a doença afeta a vagina é denominada candidíase vaginal.[1] Entre os
sinais e sintomas da candidíase vaginal estão prurido e irritação vaginais e, por vezes, um
corrimento vaginal branco semelhante a queijo fresco.[3] Ainda que de forma menos
comum, o pénis pode também ser afetado causando prurido.[2] Muito raramente a infeção
pode tornar-se invasiva e espalhar-se por todo o corpo, causando febre e outros sintomas
que dependem das partes do corpo afetadas.[4]
A doença pode ser causada por mais de vinte tipos de fungos do género Candida, um tipo
de levedura, dos quais a Candida albicans é o mais comum.[1] As infeções da boca são
mais comuns entre crianças com menos de um mês de idade, idosos e pessoas
com debilidade imunitária. Entre as condições que causam esta debilidade estão a SIDA,
os medicamentos usados em transplante de órgãos, diabetes e o uso de corticosteroides.
Entre outros fatores de risco estão o uso de próteses dentáriase o uso de antibióticos.[5] As
infeções vaginais ocorrem com maior frequência durante a gravidez, em pessoas com
debilidades imunitárias e que se encontram a tomar antibióticos.[6] Os fatores de risco para
que a infeção se espalhe pelo corpo incluem estar presente numa unidade de cuidados
intensivos, o período pós-cirurgia, recém-nascidos com pouco peso e pessoas com
sistema imunitário debilitado.[7]
Entre as medidas para prevenir infeções estão a lavagem da boca com gluconato de
clorexidina em pessoas com debilidade imunitária, e a lavagem da boca após a inalação
de esteroides.[8] Há poucas evidências que apoiem o uso de probióticos, tanto na
prevenção como no tratamento, mesmo entre pessoas com infeções vaginais frequentes.[9]
[10]
 No caso de infeções da boca, o tratamento com nistatina ou clotrimazol de aplicação
tópica é geralmente eficaz. No caso destes medicamentos não resultarem, pode ser
usado fluconazol, itraconazol ou anfotericina B de administração oral ou intravenosa.[8] No
caso das infeções vaginais, podem ser usados diversos antifúngicos de aplicação tópica,
entre os quais clotrimazol.[11] Em pessoas em que a doença se espalhou pelo corpo,
podem ser usadas equinocandinas como a caspofungina ou a micafungins.[12] Em
alternativa, pode ser administrada anfotericina B por via injetável ao longo de algumas
semanas.[12] Em alguns grupos de risco muito elevado podem ser usados antifúngicos
como medida de prevenção.[7][12]
Cerca de 6% dos recém-nascidos com menos de um mês de idade apresentam infeções
da boca. Cerca de 20% das pessoas em tratamentos de quimioterapia para o cancro e
20% das pessoas com SIDA também desenvolvem a doença.[13] Cerca de três quartos da
mulheres apresentam pelo menos uma infeção por leveduras em determinado momento
da vida.[14] A doença disseminada pelo corpo é rara, exceto em grupos de maior risco.[15]
CANDIDÍASE

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