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Trabalho de Campo em Supervisão Pedagógica

Este documento resume um trabalho de campo realizado por Sandra Gracinda Filipe Caravina Buezane sobre supervisão pedagógica na Escola Primária Completa Marcos Sebastião Mabote. O trabalho analisou a preparação da escola para o reinício das aulas interrompidas pela COVID-19, incluindo a caracterização da escola e as competências dos membros da administração. O relatório forneceu recomendações para melhorar os processos de supervisão pedagógica.

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Trabalho de Campo em Supervisão Pedagógica

Este documento resume um trabalho de campo realizado por Sandra Gracinda Filipe Caravina Buezane sobre supervisão pedagógica na Escola Primária Completa Marcos Sebastião Mabote. O trabalho analisou a preparação da escola para o reinício das aulas interrompidas pela COVID-19, incluindo a caracterização da escola e as competências dos membros da administração. O relatório forneceu recomendações para melhorar os processos de supervisão pedagógica.

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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema:

Trabalho de Campo

Nome do Estudante: Sandra Gracinda Filipe Caravina Buezane

Código de Estudante:708152513

Curso: licenciatura em Ensino de Educação Física

Disciplina:Fundamento da Teologia Católica

Ano de frequência:2º Ano

Docente:dr. Adriano Fernandes

Beira, Junho de 2021


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Classificação
Categoria Indicadores Padrões

Pontuação Nota do Subtotal


máxima tutor
Estrutura Aspectos  Capa 0.5
organizacionais
 Índice 0.5
 Introdução 0.5
 Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
Introdução  Contextualização 1.0
(indicação clara do
Conteúdo problema)
 Descrição dos objectivos 1.0
 Metodologia adequada 2.0
ao objecto do trabalho
 Articulação e domínio 2.0
Análise e do discurso acadêmico
Discussão (expressão e escrita
cuidada, coerência/
coesão textual)
 Revisão bibliográfica 2.0
nacional e internacional
relevante na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.0
 Contributos teóricos e 2.0
Conclusão práticos

Aspectos  Paginação, tipo e 1.0


Gerais Formatação tamanho de letra,
parágrafo, espaçamento
entre linhas
Normas APA  Rigor e coerência das 4.0
Referência 6ª edição em citações/referencias
Bibliográfica citações e bibliográficas
s bibliografia
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Recomendações e melhorias:

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Índice pág.
I. Introdução............................................................................................................................1
I. Objectivos............................................................................................................................2
II. Metodologia do trabalho......................................................................................................2
III. Referências teóricas.........................................................................................................3
Como fazer uma prática pedagógica...........................................................................................3
IV. O que é uma Supervisão Pedagógica...............................................................................4
V. Desenvolvimento.................................................................................................................6
4.1. Caracterização da Escola.................................................................................................6
4.2. Constatações quanto às Acções de Preparação do reinício das aulas..............................7
4.3. Recomendações deixadas pela Visita..............................................................................7
4.4. Organograma da escola e funções de cada membro do organograma.............................7
4.4.1. Competências do Director da Escola...........................................................................8
4.4.2. Competências do Director adjunto Pedagógico da Escola...........................................9
4.4.3. Competências do Chefe da Secretaria........................................................................10
VI. Conclusão.......................................................................................................................13
VII. Bibliografia....................................................................................................................14
1. Introduce

O presente trabalho da cadeira de Práticas Pedagógicas I, na Universidade Católica de


Moçambique, Instituto de Ensino a Distancia, delegação de Beira, introduziu – se que, o
funcionamento da Escola Primária Completa Marcos Sebastião Mabote, no que concerte à
Supervisão pedagógica, concretamente no âmbito da preparação do reinício das aulas
interrompidas por causa da COVID 19. Para o ocorrência do trabalho o Pesquisador deverá se fazer
acompanhar por uma credencial emitida pela (UCM), Universidade Católica de Moçambique,
Centro de Ensino à Distância, Extensão de Gorongosa. Ao chagar à escola, vai – se apresentar à
Direcção da Escola para apresentar os objectivos da visita. Fará uma visita às Instalações da escola
e do respectivo recinto para avaliar a disponibilidades ou não das suas infra-estruturas. Vai
sucessivamente reunir em separado com a Direcção da Escola para se aperceber do
funcionamento das respectivas áreas. Analisará os diferentes documentos normativos existentes
na escola com destaque para o plano anual de actividades, regulamento interno da escola, o
relatório anual de actividades desenvolvidas em dois mil e vinte e dois.
[Link]:

1.1. Objectivo Geral:


4

O presente trabalho pretende pesquisar sobre o funcionamento da Escola Primária Completa


Marcos Sebastião Mabote, no que concerte à Supervisão pedagógica, concretamente no âmbito
da preparação do reinício das aulas interrompidas por causa da COVID 19;

Objectivos específicos:

No do trabalho de pesquisa, o Investigador espera de entre outros objectivos alcançar os


seguintes:

1.1.1. Verificar as condições físicas da escola no meio da Comunidade para as aulas;

1.1.2. Verificar o nível de planificação dos professores em geral e dos de Ciências Sociais em
particular;

1.1.3. Inteirar – se do aproveitamento pedagógico da escola em geral e na disciplina de Ciências


Sociais de modo particular nos últimos dois anos (2020 e 2021);

1.1.4. Observar as condições logísticas quanto à preparação do reinício das aulas;

1.1.5. Propor soluções nas áreas que eventualmente se mostrarem vulneráveis no seu
funcionamento.

2. Metodologia do trabalho:

Para o sucesso do trabalho o Pesquisador deverá se fazer acompanhar por uma credencial emitida
pela (UCM), Universidade Católica de Moçambique, Centro de Ensino à Distância, Extensão de
Gorongosa.

Ao chagar à escola, vai – se apresentar à Direcção da Escola para apresentar os objectivos da


visita. Fará uma visita às Instalações da escola e do respectivo recinto para avaliar a
disponibilidades ou não das suas infra-estruturas. Vai sucessivamente reunir em separado com a
Direcção da Escola para se aperceber do funcionamento das respectivas áreas. Apreciará os
diferentes documentos normativos existentes na escola com destaque para o plano anual de
actividades, regulamento interno da escola, o relatório anual de actividades desenvolvidas em
2019, as pautas de exames de 2020 e 2021.

Fará perguntas aos intervenientes da escola para clarificar quaisquer dúvidas que possam ocorrer.
Ao mesmo tempo vai transmitindo os seus saberes no que for necessário.
5

No final da visita voltará a sentar com a direcção da escola para a elaboração do relatório final,
agradecimentos e deixar recomendações.

3. Referências teóricas:
O que são práticas pedagógicas?

As práticas pedagógicas são actividades planeadas que o estudante realiza nas escolas com os
alunos, professores, membros da Direcção ou com a comunidade como acções de pesquisa. Elas
correspondem à parte prática do curso e visam desenvolver a capacidade reflexiva do professor
sobre o exercício profissional da docência. Para isso, o cursista deve relatar e analisar cada prática,
procurando extrair dela uma aprendizagem que o leve a construir novas e melhores formas de
ensinar. São consideradas práticas pedagógicas:

 As actividades que o cursista planear e desenvolver os alunos, como excursão, visitas de


estudos, assistência às aulas;
 A observação e análise de aulas de outros professores, a chamada residência pedagógica;
 A observação da escola por meio de seus documentos ou rotinas de trabalho em diferentes
sectores, como biblioteca;
 Participação em actividades de avaliação dos alunos, entre outros.

Como fazer uma prática pedagógica?

A seguir, são propostas quatro etapas para planear e distribuir as práticas pedagógicas de maneira
equilibrada ao longo do ano:

Avaliação da Tirar as lições aprendidas


Planificação Execução aprendizagem dos para uma nova
alunos planificação
1) Planificação:

A planificação é a parte mais importante da actividade do professor. Para planear uma prática
pedagógica, o estudante deve levar em conta sua experiência docente, sua expectativa de
aprendizagem e as possibilidades de compor sua carga horária.

2) Execução:
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Nesta segunda etapa, o cursista executa e regista a prática pedagógica planeada. Ele deve
providenciar um documento comprovatório (Credencial) que ateste a realização da actividade e
fazer um relatório após a experiência.

3) Avaliação:

A avaliação da prática pedagógica consiste em fazer uma reflexão profunda sobre o trabalho
realizado no campo. Deverá descrever o que esperava da visita, as constatações feitas no terreno e
as discussões e /ou as recomendações deixadas para a correcção das dificuldades encaradas no
local. Deve igualmente referir sobre as lições aprendidas.

4) Lições aprendidas:

No relatório, das lições aprendidas também merece atenção especial. Nele, o cursista deve descrever
o que deu certo e o que precisa ser melhorado ao empregar determinada prática pedagógica. Ainda
que o resultado prático da actividade não tenha sido o esperado, isso não significa que a prática
pedagógica não tenha funcionado. O processo de construção é que promove a aprendizagem. Os
alunos podem ter se envolvido na busca de soluções para um determinado problema e não se chegar
aos resultados esperados. Deverá se perceber que essa matéria constitui um desafio para a próxima
planificação.

4. O que é uma Supervisão Pedagógica:

Actualmente, a aposta na formação de professores enquanto processo de desenvolvimento pessoal e


profissional é, no quadro da política educativa, de grande pertinência. Numa sociedade em
constante mudança e que, por isso, se mostra insegura e instável, urge perspectivar uma formação
de professores dinâmica, capaz de interpretar os sinais do tempo. Como refere HARGREAVES
(1998:63), vivemos um tempo de “pluralidade flutuante e constantemente instável de sistemas de
crenças”. Lidar com este desafio passa por criar mecanismos estratégicos de adequação a novas
realidades desenvolvendo competências plurais e multifacetadas junto dos profissionais do ensino.
Lidar com este desafio passa igualmente por criar uma conjugação de esforços entre pessoas e entre
estas e instituições, tanto a nível profissional como a nível das relações interpessoais, para em
conjunto fazer face ao advento da pós-modernidade. Lidar com este desafio implica, finalmente,
assegurar uma coerência e coesão profissionais. Assim, a Formação de Professores e mais
especificamente a Supervisão Pedagógica deve ser essencialmente motivada e movida por
processos de participação activa, de reflexão conjunta, de colaboração entusiasmada, de espírito
democrático e aberto à mudança. Neste sentido, se compreendermos que a aprendizagem ao longo
7

da vida é cada vez mais uma necessidade emergente da profissão docente para fazer face às
exigências da sociedade do conhecimento e da diversidade cultural, então entenderemos igualmente
que a importância da formação inicial de professores se torna, no contexto actual, ainda mais
relevante e incitadora de práticas pedagógicas inovadoras. Por outro lado, à medida que as
exigências profissionais do professor se têm multiplicado através de sucessivas alterações
legislativas introduzidas no ensino nas últimas décadas, as suas funções, competências e saberes
desdobram-se e maior parece ser a urgência em redimensionar a actividade docente nomeadamente
através de uma formação inicial de professores adequada. Refere Maria Teresa Estrela: “Refira-se a
título de exemplo os discursos sobre as funções docentes na escola actual, funções tão variadas,
complexas e exigentes que originam sentimentos de impotência e frustração nos profissionais,
sobretudo quando confrontam o muito que se lhes pede com o pouco que se lhes dá para
desempenharem essas funções.” (2001:34). Uma formação contextualizada que exija tempo de
reflexão e de maturação, poderá atenuar este mal-estar nas escolas, mas sobretudo não se desvia,
como relembra a autora, do que melhor caracteriza a profissão docente que é a gestão e organização
das aprendizagens no âmbito da flexibilização e construção curriculares. Já Esteve (1999) insiste em
afirmar que, para evitar o mal-estar docente, “a formação permanente tem menos importância do
que uma acção preventiva no âmbito da formação inicial.” (1999: 119) será importante referir, por
outro lado, que a formação inicial de professores se insere num processo de aprendizagem
profissional e pessoal contínuas cuja ligação entre a teoria e a prática se torna indissociável. Como
refere Ponte (2004), no quadro do Processo de Bolonha, a reestruturação dos estudos superiores em
ciclos de formação – licenciatura, mestrado e doutoramento5 - visa precisamente aumentar a
flexibilidade dos percursos académicos, proporcionando um vasto leque de opções profissionais,
facilitando a sua reconversão profissional e estimulando a formação ao longo da vida.

A Supervisão Pedagógica surge dentro das escolas como uma acção dinamizadora de diversas
práticas de trabalho colaborativas. Assim, a Supervisão Pedagógica adquire um papel pró-activo na
organização social da escola e detém, sobretudo, um papel de mediação entre profissionais. Num
sentido mais restrito, a Supervisão Pedagógica assume-se igualmente como uma plataforma comum
de reflexão, aprendizagem e integração de saberes e competências quer numa dimensão
pedagógico-didáctica quer numa dimensão prático-moral. A interacção partilhada é a via
privilegiada da construção de conhecimento e da identidade profissional dos professores. Numa
primeira fase, a supervisão era entendida como inspecção, no sentido de fiscalização, relacionando-
se mais com os aspectos administrativos, como, por exemplo, as condições do edifício escolar,
frequência dos alunos e professores. Numa segunda fase, era entendida como orientação imposta
8

aos professores, para que se tornassem mais eficientes no desempenho da profissão. Numa terceira
fase, começou a ser entendida como guia, de acordo com as necessidades das pessoas implicadas.
Actualmente, a supervisão é entendida como a assistência e a orientação profissional, dadas por
pessoas formadas e competentes em matéria de educação, visando o aperfeiçoamento do processo
ensino-aprendizagem. Ao investigarmos diversos autores encontramos diferentes conceitos sobre a
Supervisão Pedagógica, no entanto, verifica-se um certo grau de consenso quanto às suas
atribuições. Etimologicamente, Supervisão significa “Visão sobre” todo o processo educativo com
vista à satisfação dos objectivos da Educação e dos objectivos da própria Escola.

5. Desenvolvimento:
4.1. Caracterização da Escola:

A Escola Primária Completa Marcos Sebastião Mabote, localiza – se no Distrito de Nhamatanda,


Posto Administrativo da Vila Sede, com os seguintes limites a saber:

 Norte: Instituto de Ciências de Saúde de Nhamatanda;


 Sul: Pedreira China;
 Oeste: Estrada Nacional número 6; e
 Este: Rio Nhamatanda.

A Escola matriculou um total de 739 (setecentos trinta e nove) alunos da 1ª a 7ª classe, sendo (380)
trezentos e oitenta mulheres distribuídos por 12 (doze) turmas, assistidos por dezasseis (16)
professores dos quais (11) onze são mulheres. A escola funciona em regime de dois turnos.

Os alunos do EP2 são assistidos por 6 (seis) professores e os do EP2, por 10 (dez) docentes.

A Direcção da escola é composta por três membros, nomeadamente: a Directora, a Directora


Adjunta e o Chefe da Secretaria sendo as duas primeiras mulheres.

Os alunos estão distribuídos da seguinte forma:

 1ª classe 2 turmas;
 2ª classe 2 turmas;
 3ª classe 2 turmas;
 4ª classe 2 turmas;
 5ª classe 2 turmas;
 6ª classe 1 turma; e
 7ª classe 1 turma.
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4.2. Constatações quanto às Acções de Preparação do reinício das aulas:

Os professores já realizaram a planificação quinzenal para o início das aulas no próximo dia 2 de
Fevereiro, com base nos programas fornecidos pelo Ministério de Educação e Desenvolvimento
Humano.

Os alunos carentes já foram distribuídos material escolar e máscaras.

4.3. Recomendações deixadas pela Visita.

A elogiou o nível de preparação dos profissionais da escola Marcos Sebastião Mabote em


Nhamatanda por ter encontrado um bom ambiente de preparação do reinício das aulas.
Recomendou, portanto, para envidar esforços no sentido de melhorar p processo ensino
aprendizagem.

Quanto ao aproveitamento pedagógico a escola está num bom ritmo principalmente nos últimos
dois anos (2018 e 2019). Depois fez uma pequena capacitação aos membros da direcção da escola
sobre as suas competências.

4.4. Organograma da escola e funções de cada membro do organograma:

A Escola Primária Completa Marcos Sebastião Mabote ´para além de funcionar com um Órgão
que auxilia na tomada de certas decisões, é composta por uma Direcção com três membros
designadamente o Director da Escola, o Director Adjunto Pedagógico da Escola e o Chefe da
Secretaria a quem cada um cabe as seguintes competências. Vede o Esquema abaixo:

Director da Escola

Chefe da Secretaria
Director Adjunto da Escola
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Cultura e Desporto Escolar Saúde e Higiene Escolar

Escolar Produção
Alunos

4.4.1. Competências do Director da Escola:


a) Dirigir, coordenar e controlar a escola e representá-la no plano interno e externo;
b) Cumprir e fazer cumprir as leis, regulamentos, instruções e determinações superiores, resolvendo
os casos da sua competência e informando sobre os restantes;
c) Orientar e controlar o processo de matrículas e inscrições;
d) Aprovar os horários, a distribuição do serviço docente e a plangi cação geral das turmas;
e) Submeter a proposta de orçamento anual da escola à apreciação do Conselho da Escola, à
aprovação do Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia;
f) Garantir a elaboração da proposta do Regulamento Interno da Escola, submetê-lo à aprovação do
Conselho da Escola e zelar pela sua aplicação e actualização;
g) Convocar e presidir as sessões do Colectivo de Direcção, do Conselho Pedagógico
e Assembleia Geral da Escola;
h) Promover ou propor superiormente cursos de reciclagem, estágios ou outro tipo de acções de
formação científica e pedagógico-didáctica para o pessoal afecto à escola, com base num
diagnóstico prévio;
i) Superintender o funcionamento de todos os serviços administrativos da escola;
j) Solicitar superiormente a afectação de docentes e outros trabalhadores administrativos para
ocupação de vagas existentes;
k) Julgar as faltas dos professores e outros funcionários da instituição;
l) Relevar dentro dos limites legais as faltas dos alunos;
m) Proceder à avaliação dos professores e outros trabalhadores da escola de acordo com o legislado
no Estatuto Geral dos Funcionários do Estado;
n) Autorizar o gozo de férias e dispensas aos funcionários da instituição;
o) Orientar o processo de tomada de posse dos professores eventuais e outros trabalhadores da
instituição;
p) Rubricar os instrumentos de escrituração escolar;
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q) Assinar os cheques bancários da escola;


r) Informar regularmente, através de relatórios e outros meios convencionais, o Conselho da Escola
e ao Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia, sobre a situação do ensino, as
realizações e dificuldades da escola e propor medidas adequadas;
s) Submeter ao Conselho da Escola os assuntos que se enquadrem nas suas competências e todos os
outros que mereçam deliberação deste órgão;
t) Delegar alguns poderes que integram a sua competência a outros membros da Direcção;
u) Desempenhar outras funções que, por lei, regulamento ou determinação superior, lhe sejam
conferidas;
v) Garantir a escolarização de alunos com necessidades educativas especiais;
w) Distinguir e premiar os melhores funcionários e alunos. (REGEB, MEC, Maputo 2008, p 19-21).

4.4.2. Competências do Director adjunto Pedagógico da Escola:

a) Garantir a aplicação dos curricula aprovados pelo Ministro da Educação e Cultura;


b) Orientar e controlar a formação das turmas e elaborar de horários;
c) Proceder à distribuição dos professores pelas turmas, disciplinas e classes, de acordo com as
orientações superiormente definidas;
d) Garantir o enquadramento e a integração de novos professores;
e) Assegurar a distribuição e o controle do material básico escolar;
f) Orientar e controlar a planificação e o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem a
nível da escola;
g) Orientar os coordenadores de ciclo e de área;
h) Assistir às reuniões do ciclo e de área, sempre que necessário;
i) Assistir às aulas dos professores e fazer a respectiva avaliação;
j) Identificar as insuficiências científicas e pedagógico-didácticas dos professores e auxiliá-los na
superação das mesmas;
k) Emitir orientações com vista a melhorar a actividade docente;
l) Propor cursos de aperfeiçoamento sempre que se revelarem necessários;
m) Promover a troca de experiências pedagógico-didácticas entre os professores e escolas;
n) Orientar o processo de elaboração de provas de avaliação periódicas, de acordo com o sistema
em vigor e controlar os respectivos resultados;
o) Orientar a análise dos resultados das avaliações e propor medidas de correcção;
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p) Orientar e controlar o processo de recolha de informação estatística necessária, de acordo com as


normas superiormente definidas;
q) Garantir a aplicação de metodologias de ensino que satisfaçam a aprendizagem de alunos com
necessidades educativas especiais;
r) Realizar outras tarefas que lhe sejam delegadas pelo Director da escola. (REGEB, MEC, Maputo
2008, p 21 e 22).

4.4.3. Competências do Chefe da Secretaria:

a) Exercer as funções de organização, planificação, coordenação e controle da sua unidade de


acordo com a competência conferida;
b) Organizar e manter actualizadas a colectânea da legislação de interesse para o desenvolvimento
das actividades do sector, colaborando na sua divulgação;
c) Organizar e providenciar a recepção, registo, emissão e envio da correspondência e assegurar a
dactilografia, reprodução e arquivo de todos os documentos da escola;
d) Organizar e controlar o processo de contratação, admissão e tomada de posse de professores e
outros trabalhadores para a instituição;
e) Assegurar a organização e controle dos processos individuais dos professores, alunos e restantes
trabalhadores da escola e manter o controlo de toda a documentação relativa à sua situação laboral;
f) Zelar pela manutenção, limpeza das instalações e pela conservação do material didáctico de uso
comum;
g) Preparar e apresentar o projecto de orçamento anual da escola;
h) Executar o orçamento e receitas da escola de acordo com as normas de gestão em vigor;
i) Preparar e apresentar periodicamente o processo de contas;
j) Zelar pelo cumprimento dos prazos de processamento e de pagamento dos salários na escola
dentro dos prazos legais;
k) Gerir a conta bancária da escola, fazendo depósitos e levantamentos e assinando os respectivos
cheques com o Director da Escola;
l) Dirigir o encaminhamento de todo o material necessário para a reprodução, impressão e policópia
de documentos;
m) Orientar, organizar e controlar o levantamento das faltas dos professores e outros trabalhadores,
com vista ao controle da sua assiduidade e pontualidade;
n) Efectuar outros pagamentos devidamente autorizados;
o) Orientar e controlar o funcionamento da cantina, de modo a garantir um serviço de apoio aos
alunos, professores e outros trabalhadores da escola;
13

p) Garantir o abastecimento regular à escola em artigos e bens de consumo;


q) Providenciar a aquisição de fardamento, roupa e demais artigos necessários ao correcto
funcionamento das actividades da instituição;
r) Organizar o serviço de permanência e/ou protecção da instituição;
s) Ter sob sua guarda o carimbo da escola;
t) Zelar pelo correcto funcionamento da papelaria;
u) Garantir anualmente a realização do inventário do material existente na instituição;
v) Garantir a aquisição de materiais para alunos com necessidades educativas especiais e
professores com deficiências;
w) Assegurar a construção de rampas e outros dispositivos para facilitar a circulação de pessoas
portadoras de deficiência. (REGEB, MEC, Maputo 2008, p 22 e 23).

Fonte: Regulamento Geral Ensino Básico

6. Conclusão:

A Prática Pedagógica I é de extrema importância para o estudante no desenvolvimento das


competências básicas na Universidade Católica de Moçambique, sendo assim concluiu – se que, A
avaliação da prática pedagógica consiste em fazer uma reflexão profunda sobre o trabalho realizado
no campo. Deverá descrever o que esperava da visita, as constatações feitas no terreno e as
discussões e /ou as recomendações deixadas para a correcção das dificuldades encarradas no local.
Deve igualmente referir sobre as lições aprendidas. No relatório, das lições aprendidas também
merece atenção especial. Nele, o cursista deve descrever o que deu certo e o que precisa ser
melhorado ao empregar determinada prática pedagógica. Ainda que o resultado prático da
actividade não tenha sido o esperado, isso não significa que a prática pedagógica não tenha
funcionado. O processo de construção é que promove a aprendizagem. Os alunos podem ter - se
envolvido na busca de soluções para um determinado problema e não se chegar aos resultados
esperados. Deverá se perceber que essa matéria constitui um desafio para a próxima planificação.

7. Bibliografia:
1. Práticas Pedagógicas CADERNO DE ORIENTAÇÕES 2016;
2. REGEB, Regulasmento Geral do Ensino Básico, Ministério de Educação e Cultura, (MEC)
Maputo, Fevereiro de 2008.
3. ALVES, Alexandra Isabel Derboven Martins,
4. ALVES, Andreia Patrícia Folgado, A supervisão pedagógica e a reflexividade docente,
Covilhã, Outubro de 2013.
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