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Relatório de Estágio em Matemática

Este relatório descreve um estágio pedagógico realizado por um estudante de licenciatura em ensino da matemática. O estágio ocorreu em uma escola secundária entre março e agosto, totalizando 240 horas. O relatório inclui uma caracterização da escola e da turma, a programação de atividades realizadas, a descrição de aulas ministradas, e conclusões sobre o estágio.
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Relatório de Estágio em Matemática

Este relatório descreve um estágio pedagógico realizado por um estudante de licenciatura em ensino da matemática. O estágio ocorreu em uma escola secundária entre março e agosto, totalizando 240 horas. O relatório inclui uma caracterização da escola e da turma, a programação de atividades realizadas, a descrição de aulas ministradas, e conclusões sobre o estágio.
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Universidade Cuito Cuanavale

Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango

Departamento de Ensino e Investigação de Ciências Exactas

Sector de Matemática

Relatório de Estágio Pedagógico realizado na Escola do Iº e IIº ciclo nº24 do Ensino


Secundário Comandante Hoji-Ya-Henda

Relatório final do processo de Estágio Pedagógico, como requisito para obtenção do grau de
licenciatura em Ciências da Educação, na opção de Matemática

Nome: Mário Paulo Chivinda

Menongue, 2019
Universidade Cuito Cuanavale

Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango

Relatório de Estágio Pedagógico realizado na

Escola Iº e IIº ciclo nº24 do Ensino Secundário Comandante Hoji-Ya-Henda

Nome completo: Mário Paulo Chvivinda

Trabalho efectuado sob a orientação do [Link]. Floro Antonio Rosales Marrero

Menongue, 2019
DECLARAÇÃO

Nome: Mário Paulo Chivinda

Número do Bilhete de Identidade: 005308150LA048

Endereço electrónico: renedescartes706@[Link]

Título do relatório: Relatório de Estágio Pedagógico

Orientador: Floro Antonio Rosales Marrero

Ano de conclusão: 2019

Designação da Licenciatura: Licenciatura em Ciências da Educação Área de Especialização


em Ensino de Matemática

É AUTORIZADA A REPRODUÇÃO INTEGRAL DESTE RELATÓRIO APENAS PARA


EFEITOS DE INVESTIGAÇÃO, MEDIANTE DECLARAÇÃO ESCRITA DO
INTERESSADO, QUE A TAL SE COMPROMENTE

Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango,___/____/___

Assinatura:________________________________________________
Resumo

Este trabalho consiste na elaboração do Relatório Final do Estágio Pedagógico, realizado


como parte integrante e conclusiva da Licenciatura em Ensino da Matemática. O Estágio
Pedagógico desenvolveu-se no complexo escolar nº 24 CCM2 Hoji-Ya-Henda do Cuando
Cubango no intervalo de 27 de Março a 23 de Agosto, tendo como objectivo proporcionar ao
estudante o domínio de instrumentos teóricos e práticos imprescindíveis à execução de suas
funções e, por meio desse exercício beneficiar a experiência e promover o desenvolvimento,
no campo profissional, dos conhecimentos teóricos e práticos adquiridos durante o curso nas
instituições superiores de ensino, bem como o desenvolvimento de habilidades, hábitos e
atitudes relacionados ao exercício da docência. O presente relatório está estruturado da
seguinte forma: Introdução, onde efectuou-se a abordagem das principais ideias sobre o
estágio, posteriormente a caracterização da escola na qual descreveu-se o historial, localização
geográfica, organigrama da escola, caracterização da Turma, descrição das actividades
administrativas e das aulas ministradas ao longo do processo do estágio onde referenciou-se
os aspectos positivos e negativos observados em cada aula. Assim como a principal
dificuldade identificada, sua respectiva fundamentação teórica bem como a proposta de
solução da mesma dificuldade. E finalmente fez-se referência das conclusões, recomendações,
bibliografia e anexos.

Palavras-Chave: Relatório, Estágio Pedagógico


Dedicatória

Dedico este trabalho aos meus Pais, Rodrigues Paulo e Natália Mário, aos meus Tios Aurélio
Filipe Sona e Fernanda Namundombe, pela atenção, motivação, apoio moral e financeiro que
me foram prestados, e por fazerem com que este sonho se tornasse uma realidade.
Agradecimentos

Os meus agradecimentos vão, em primeiro lugar, Jeová Deus o todo - poderoso, a fonte da
nossa vida, saúde, inteligência, força e sabedoria, aos meus pais por me terem gerado, e pelo
acompanhamento dado ao longo de toda a minha formação, dirijo meus agradecimentos aos
meus Tios, pois o ambiente que proporcionaram permitiu a minha estabilidade que foi um
ingrediente indispensável para elaboração deste trabalho.

Meus agradecimentos vão também para o meu tutor MS.c. Floro Antonio Rosales Marrero
pela paciência dedicação força e os ensinamentos que me foram de grande importância para a
realização deste trabalho, aproveito também este momento para agradecer ao colectivo de
docentes da Universidade Cuito Cuanavale em particular os docentes da Escola Superior
Pedagógica que tornaram possível a minha formação.

O meu reconhecimento e agradecimento a toda minha família e todos os amigos que directa
ou indirectamente deram o seu contributo para elaboração deste trabalho.
ÍNDICE

No. Pág.

I Introdução. 7

II Caracterização do Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda. 9

2.2 Organigrama do Conselho de Direcção do Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda 10

2.3 Caracterização da turma. 11

III Programação das actividades. 12

IV Descrição das aulas desenvolvidas. 14

V Proposta de solução imediata 22

5.1 Fundamentação teórica 22

5.2 Proposta de exercícios 28

VI Conclusões e Recomendações 31

Bibliografia 32

Anexos
I – Introdução

O estágio pedagógico é compreendido como o conjunto de actividades que são


realizadas durante o curso de formação, que aproxima o académico da realidade de sua área
de formação e o auxilia a compreender diferentes teorias que regem o exercício profissional.
(Pimenta, 2001)

Porém, afirma Gimeno Sacristán (1999). Que o estágio pedagógico é uma acção do
professor no espaço da sala de aula.

O estágio pedagógico apresenta-se como a última na qualificação de professores,


estimulando a aplicação prática do conhecimento adquirido ao longo da formação académica
no contexto escolar. Assim, enquanto professores estagiários somos integrados na
comunidade educativa e estimulados a desenvolver um processo de reflexão sobre a prática
pedagógica.

Este estágio pedagógico torna-se determinante no processo de evolução e formação de


qualquer estudante, marcando a passagem do estatuto de estudante ao de professor, mas, mais
do que isso, confere a possibilidade de nos tornarmos verdadeiramente profissionais na nossa
área de actuação, de uma forma progressiva e acompanhada.

O estágio pedagógico contempla um conjunto de tarefas, que proporcionam a


organização e estruturação do processo de ensino e aprendizagem, possibilitando aos
estagiários a tomada de consciência da necessária adequação dos processos de adaptação dos
alunos, para que possa actuar de forma individualizada com os mesmos.

Por esta razão o estágio é de suma importância porque objectiva a efectivação da


aprendizagem como processo pedagógico de construção de conhecimentos, desenvolvimento
de competências e habilidades através da supervisão de professores actuantes, sendo a relação
directa da teoria com a prática quotidiana. Pois unir teoria e prática é um grande desafio com
o qual o educando de um curso de licenciatura tem de lidar. E, se esse problema não for
resolvido ou pelo menos suavizado durante a vida académica do estudante, essa dificuldade se
reflectirá no seu trabalho como professor. (Goulart, 2010)

O Estágio Pedagógico foi realizado no Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-


Henda, na turma E da 8ª classe no período de 27 de Março a 23 de Agosto do corrente ano
correspondendo a um total de 240 horas, entre as aulas observadas, os trabalhos
administrativos e as aulas ministradas bem como a elaboração do referido relatório. Objectivo

7|Página
do estágio Pedagógico é proporcionar ao estudante o domínio de instrumentos teóricos e
práticos imprescindíveis à execução de suas funções. Busca-se, por meio desse exercício
beneficiar a experiência e promover o desenvolvimento, no campo profissional, dos
conhecimentos teóricos e práticos adquiridos durante o curso nas instituições superiores de
ensino, bem como o desenvolvimento de habilidades, hábitos e atitudes relacionados ao
exercício da docência e criar condições para que os estagiários actuem com maior segurança e
visão crítica em seu espaço de trabalho. (Tardif, 2002)

Esse período de estágio deu a possibilidade de observar e experimentar o processo de


ensino e aprendizagem, uma experiência que foi usada para identificar alguns problemas
desse processo e projectar uma investigação a favor. Nesse sentido, foi necessário usar
métodos teóricos e empíricos.

Métodos de Nível teóricos

Análise síntese: Utilizou-se para revisão das fontes bibliográficas, análise dos temas
das aulas ministradas durante o processo de estágio, orientações metodológicas, actividades,
orientações no processo de ensino - aprendizagem.

Indutivo – dedutivo: Utilizou-se para a análise de dados recolhidos na observação das


aulas e entrevista feita, com a finalidade de explicar e aprofundar os conhecimentos.

Métodos do nível Empíricos

Observação: Utilizou-se na observação da aula ministrada pela professora da cadeira,


com objectivo de analisar a aula e a metodologia utilizada no ensino da Matemática com
finalidade de adquirir experiências didácticas e metodológicas para o processo de ensino -
aprendizagem.

Entrevista: Permitiu recolher informações aos estudantes relacionados as suas idades,


géneros, o local onde residem e com quem vivem. Como se pode observar na tabela 4 (Anexo
Nº4).

Análise documental: Permitiu analisar, estudar a utilização de vários documentos tais


como: programa da disciplina de matemática, livro de ponto, manual de matemática do aluno
da 8ª classe.

8|Página
II - Caracterização do Complexo Escolar nº24-CCM2,Hoji-Ya-Henda

2.1 - Breve história do Complexo Escolar nº24-CCM2,Hoji-Ya-Henda.

A escola é uma instituição Pública e Social que tem por finalidade o processo de
ensino e aprendizagem, onde o professor pelas suas competências, habilidades e qualidades,
transmite conhecimentos educativos, técnicos, científicos e profissionais para a formação do
homem novo. O Estágio Pedagógico foi desenvolvido no Complexo Escolar nº24-CCM2,
Hoji-Ya-Henda de Menongue.

Essa escola do Iº e IIº Ciclo do ensino secundário de Formação Geral nº 24 de


Menongue, foi construída em 1972. De princípio era uma instituição usada pelos filhos de
brancos e alguns negros assimilados, e era chamada de Escola do Liceu Serpa Pinto.

No período pós-independência, passou a ser chamada de Escola do Iº e IIº Nível


Comandante Hoji-Ya-Henda, e através da Reforma Educativa implementada no Sistema
Educativo no País, essa escola passou a ser renomeada em Escola do Iº Ciclo do Ensino
Secundário nº 24 Comandante Hoji-Ya-Henda, nome atribuído em quem tombou em combate
contra as tropas do Exército Colonial Português, nas chanas do leste de Angola (Moxico) na
luta de libertação do País em 1968. Em 2003 após a enaguração das 24 salas actuais passou a
ser chamada escola do Iº e IIº Ciclo do Ensino Secundario de Formação Geral nº24
Comandante Hoji-Ya-Henda de Menongue.

A Escola do Iº e IIº Níveis nº 24 Comandante Hoji-Ya-Henda, é uma escola pública


considerada como uma Unidade Orgânica, criada por Decreto Executivo nº 163/07, de 05 de
Maio de 2007, nos termos do nº 3 do artigo 114º da Lei Constitucional, tendo em 2017 já no
seu final do ano lectivo a Escola do Iº e IIº Níveis nº 24 Comandante Hoji-Ya-Henda, passou
a ser chamado de Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda.

O Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda, encontra-se localizada na maior


altitude do município de Menongue.

Sul: Instalações da Radio Províncial C. Cubango. Norte: Bairro Jubileu. Este: Bairro
São Pedro (Tunga). Nordeste: Administração Municipal de Menongue Oeste: Antena
Gingante da Angola Telecom. Noroeste: Instalação Provincial da TPA do Cuando Cubango.

O complexo Escolar está constituído por dois blocos.

1º Bloco tem: 12 salas de Aulas, 12 quadros, 325 carteiras, 10 varandas, 53 portas,


103 janelas, 8 casas de banho, 20 sanitas, 1 sala dos professores, 1 sala de coordenação
9|Página
pedagógica, 1 secretaria pedagógica, 1 secretaria-geral, 2 corredores, 1 gabinete do director
geral e 1 gabinete do director pedagógico, 1 Secretaria-geral, 1 Secretaria Pedagógica, 1
Coordenação Pedagógica.

2º Bloco tem: 12 salas de aulas, 12 quadros, 289 carteiras, 36 portas, 98 janelas, 8


casas de banho, 16 sanitas e 2 corredores.

O complexo escolar, tem também uma, cabine eléctrica com (1 porta, 1 janela e 1
varanda). Tem um anfiteatro com (2 casas de banho, 2 sanitas, 7 portas, 10 janelas). Tem
também uma guarita com (3 portas, 1 casa de banho, 1 sanita e duas janelas). Tem também
um pátio com (2 parques de estacionamento um frente outro atrás, 1 campo de salão multiuso,
1 tanque de deposito de água de 3000 litros e o muro de vedação com 1 portão.

Que totaliza 24 salas de aula, 24 quadros, 617 carteiras, 100 portas, 214 janelas, 18
casas de banho (wc), 39 sanitas, 1 sala dos professores, 1 gabinete do director geral, 1
gabinete do director pedagógico, 1 secretaria pedagógica, 1 secretaria-geral e 1 coordenação
pedagógica.

2.2. Organigrama do Conselho de Direcção do Complexo Escolar nº24-CCM2,Hoji-Ya-


Henda

A escola está constituída por um Director Geral, Subdirector Pedagógico, Secretaria


Pedagógica (Conselho Científico, Conselho Pedagógico, Coordenadores de Turmas,
Coordenadores de Disciplinas, Coordenadores de Classes, Coordenadores de Turnos e
Directores de Turmas) Subdirector Administrativo, Secretaria Administrativa (Recursos
Humanos, Finanças, Património, Segurança, Comissão de Disciplina), Comissão de pais
encarregado de Educação, Comissão de Disciplina, Conselho de Disciplina, Coordenador das
Actividades Extra-Escolar e Comissão de Cultura e Desporto, como mostra o Anexo Nº 01.

A escola conta com 199 trabalhadores, dentre eles 184 são docentes, 6 são
administrativos e 8 são operários não qualificados, com diferentes níveis académico como se
pode observar na tabela 2 (Anexo Nº 02).

Tendo em conta a localização geográfica da escola, no presente ano lectivo de


2019/2020, o Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda matriculou 2432 alunos, do
qual 1301 são femininos e 1131 são masculinos sendo distribuídos da seguinte maneira:

Primeiro Ciclo matriculou-se 1075, sendo 599 do género feminino e 476 do género
masculino.

10 | P á g i n a
Segundo Ciclo matriculou-se 1357, sendo 702 do género feminino e 655 do género
masculino, como se pode observar na tabela 3 (Anexo Nº03).

2.3 Caracterização da Turma

O estágio decorreu na turma E da 8ª classe, que fica em uma sala de 5m de


comprimento e 8m de largura com uma boa iluminação e um quadro que está em perfeitas
condições.

A matrícula é de 58 estudantes sendo 41 do sexo masculino e 17 do sexo feminino, o


que provoca um certo desequilíbrio no sexo. A maioria dos estudantes estão no intervalo de
19 à 21 anos de idade, como se pode observar na tabela 5 (Anexo Nº04), e no Anexo Nº05
aparece a entrevista feita a professora da cadeira com a finalidade de obter alguns dados
relacionados a professora e as características principais dos alunos.

Existe uma boa relação professor – aluno, facilitando assim o processo de ensino e
aprendizagem, bem como a boa cooperação tanto dentro da sala de aula como fora da escola.

A turma tem como professora de Matemática Lúcia Ngueve Cassoma, Licenciada em


Ciências de educação, área de especialização em ensino de Matemática na escola Superior
Pedagógica do Cuando Cubango (Universidade Cuito Cuanavale) com 9 anos de experiência
como docente, e 3 anos de experiência leccionando a cadeira de matemática.

11 | P á g i n a
III - Programação das actividades

O estágio foi desenvolvido durante 24 semanas, num total de 240 horas lectivas (de 27
de Março a 23 de Outubro), dividido em duas fases, primeira fase foi de 2 de Abril à 23 de
Agosto correspondendo a um total de 20 semanas com uma frequência de 10 horas semanais e
2 horas diariamente de trabalho docente e administrativo, e a segunda fase foi de 23 de
Agosto à 30 de Setembro, período reservado para a elaboração do relatório de fim do estágio e
aula metodológica. O seguinte quadro ilustra como foram realizadas as actividades durante o
estágio.

Tabela No01

Cronograma de actividades desenvolvidas no período de estágio

Nº Actividades Início Fim


Encontro com a direcção da escola, presidido 26/03/2019 26/03/2019
1
pelo Dr. José Luís Sabonete Calulo.
2 Encontro com o Tutor 26/03/2019 26/03/2019
3 Apresentação a direcção da escola 28/03/2019 28/03/2019
4 Observação das aulas 28/03/2019 28/03/2019

5 Ministração das aulas 02/04/2019 02/04/2019

6 Trabalhos Administrativos 03/04/2019 23/08/2019

Aplicação das provas referente ao primeiro 28/05/2019 28/05/2019


7
trimestre

8 Inquérito aplicado a professora 16/06/2019 16/06/2019

9 Encontros com o tutor Quinzenalmente Quinzenalmente

Aplicação das provas referente ao segundo 06/08/2019 06/08/2019


10
trimestre

11 Elaboração do relatório 23/08/2019 30/09/2019

12 Entrega do relatório 01/10/2019 18/10/2019

Fonte: Tomado do Departamento de Investigação da Escola Superior Pedagógica de Cuando Cubango

12 | P á g i n a
Todas as actividades planificadas foram cumpridas, destacando nele, os trabalhos
administrativos a ministração das aulas, os encontros pedagógicos com o orientador, e a
entrega dos relatório e do plano demonstrativo.

13 | P á g i n a
IV- Descrição das aulas Desenvolvidas

Durante o tempo de estágio desenvolvido no Complexo Escolar Nº24-CCM2, Hoji-


Ya-Henda de Menongue, sala nº 14, 8ª classe, turma - E, no período matinal, foram
ministradas 12 aulas, número de aulas necessárias para as práticas e assim cumprir com o
plano referente ao Iº e IIº Trimestre. Observou-se uma aula, ministrada pela professora da
cadeira, seguindo a grelha de observação que se mostra no anexo Nº06 onde foi possível
identificar alguns pontos fortes e fracos no processo de ensino-aprendizagem.

Aula observada:

Aula nº 01

Data: 28/03/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Potências

Sumário: Operações com potências de expoente inteiro.

Objectivo Instrutivos: Resolver potências de expoente inteiro.

Objectivo Educativo: Valorizar a importância dos cálculos de potência tendo em


conta a sua aplicação no quotidiano.

Pontos fortes da aula observada:

 Domínio do conteúdo por parte da professora


 Uso racional do tempo

Pontos fracos da aula observada:

 Não fez o asseguramento do nível de partida


 Não motivou os estudantes
 Não orientou a tarefa para casa

Aulas Ministradas

Aula nº 1

Data: 2/04/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Potências
14 | P á g i n a
Sumário: Notação Científica.

Objectivo instrutivo: Representar em Notação Científica números muito pequeno ou


muito grande.

Objectivo educativo: Valorizar a importância da notação científica como recurso para


facilitar o registo de grandes e pequenas quantidades.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em identificar quando um número está escrito em notação


científica.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em operar com números decimais, com ênfase na multiplicação


de potências de base 10.
Aula nº 2

Data: 9/04/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Operações com polinómios

Sumário: Monómios e Polinómios.

Objectivo instrutivo: Explicar o conceito de monómios, polinómios e grau de um


polinómio.

Objectivo educativo: Reconhecer a importância dos monómios e polinómios na


resolução de problemas.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 90 % dos estudantes têm habilidade de diferenciar um monómio de um


polinómio.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades na soma de dois números com sinais diferentes.


Aula nº 3

Data: 28/05/2019

Tema: Números e Operações


15 | P á g i n a
Subtema: Operações com polinómios

Sumário: Casos Notáveis da multiplicação de dois polinómios.

Objectivo instrutivo: Calcular o produto de dois polinómios aplicando os produtos


notáveis.

Objectivo educativo: Desenvolver o pensamento racional para utilizar os casos


notáveis para calcular produtos de binómios.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em diferenciar o quadrado do binómio com uma diferença de


quadrado.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em aplicar a propriedade distributiva na multiplicação de dois


polinómios.
Aula nº 4

Data: 30/05/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Operações com polinómios

Sumário: Decomposição de polinómios em factores.

Objectivo instrutivo: Decompor polinómios em factores, pondo em evidência o


factor comum.

Objectivo educativo: Desenvolver o pensamento lógico ao associar as características


do polinómio com o tipo de decomposição a utilizar.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em identificar o factor comum.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em decompor um número em factores primos.


 Dificuldade em dividir monómios.
Aula nº 5

Data: 6/06/2019
16 | P á g i n a
Tema: Números e Operações

Subtema: Operações com polinómios

Sumário: Exercitação. Decomposição de polinómios em factores.

Objectivo instrutivo: Factorizar os polinómios pondo em evidência o factor comum,


e utilizando os produtos notáveis.

Objectivo educativo: Mostrar humildades ao reconhecer seus sucessos e erros na


solução dos exercícios.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em factorizar os polinómios pondo em evidência o factor comum.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 60% dos estudantes têm dificuldades em factorizar os polinómios utilizando os


casos notáveis.
Aula nº 6

Data: 11/06/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Equação do 1º e 2º grau

Sumário: Equação do 1º grau

Objectivo instrutivo: Explicar o conceito de equação do 1º grau, e os procedimentos


de resolução.

Objectivo educativo: Valorizar a importância das equações do 1º grau como


ferramenta para estabelecer relacções em diversas atividades produtivas.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em agrupar os termos semelhantes.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldade em calcular com números racionais o que impede reduzir termos


semelhantes.
Aula nº 7

Data: 17/06/2019
17 | P á g i n a
Tema: Números e Operações

Subtema: Equação do 1º e 2º grau

Sumário: Equações Literais.

Objectivo instrutivo: Explicar o conceito de Equação Literal, e os procedimentos de


resolução.

Objectivo educativo: Valorizar a importância da Matemática para resolver problemas


em diferentes ordens.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em identificar a incógnita e o parâmetro de um termo.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em eliminação de parênteses, o que não lhes permite fazer a


verificação.
Aula nº 8

Data: 25/06/2019

Tema: Números e Operações

Subtema: Equação do 1º e 2º grau

Sumário: Equações do 2º grau aplicando a lei do anulamento do produto.

Objectivo instrutivo: Explicar o conceito de equação do 2º grau, os procedimentos de


solução aplicando a lei do anulamento do produto.

Objectivo educativo: Valorizar a importância das equações do 2º grau para resolver


problemas em qualquer situação da vida que possa modelar-se desta forma.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em identificar os diferentes coeficientes de uma equação do 2º


grau.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades na decomposição em factores primos de um número.


 Dificuldade os jogos de sinais.

18 | P á g i n a
Aula nº 9

Data: 02/07/2019

Tema: Funções

Subtema: Funções cujos gráficos são rectas

Sumário: Noção de Função.

Objectivo instrutivo: Identificar correspondência entre dois conjuntos para


determinar as características essenciais do conceito função.

Objectivo educativo: Valorizar a importância da matemática para interpretar


situações da vida que tenham a ver com relações entre conjuntos.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em identificar quando uma correspondência é uma função.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em representar conjuntos numéricos.

Data: 16/07/2019

Aula nº 10

Tema: Funções

Subtema: Funções cujos gráficos são rectas

Sumário: Representação de função.

Objectivo instrutivo: Representar funções através de uma tabela, de um gráfico e de


uma expressão algébrica.

Objectivo educativo: Desenvolver hábitos de limpeza e organização nas


representações de funções e no desenho das tabelas para sua representação.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidades em achar os pares ordenados de uma função.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldade em trabalhar com os instrumentos matemáticos para a construção


do sistema cartesiano e das funções.

19 | P á g i n a
 Dificuldade em representar pontos no sistema de coordenadas rectangulares;
 Dificuldade na determinação de rectas no plano.

Data: 18/07/2019

Aula nº 11

Tema: Números e Operações

Subtema: Funções cujos gráficos são rectas

Sumário: Função Linear, Afim e Constante.

Objectivo instrutivo: Explicar os conceitos de função Linear, Afim e Constante, e a


sua representação gráfica.

Objectivo educativo: Desenvolver habilidade de organização e ordenamento na


construção do gráfico da função.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidade em determinar os pares ordenados de uma função linear, afim ou


constante dada.

Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades em representar os pares ordenados pertencentes a uma função


dada.
 Dificuldade em representar funções.
Aula nº 12

Data: 23/07/2019

Tema: Geometria

Subtema: Semelhança de Triângulos

Sumário: Casos de semelhança de triângulos.

Objectivo instrutivo: Identificar quando é que dois triângulos são semelhantes.

Objectivo educativo: Valorizar a impotância da semlhança de trinângulos como


recurso para facilitar medições muito longas ou com algum obstáculo.

Aspectos positivos observados aos alunos durante a aula:

 Habilidade em identificar triângulos semelhantes.


20 | P á g i n a
Aspectos negativos observados aos alunos durante a aula:

 Dificuldades usar os instrumentos matemáticos para desenhar as figuras


geométricas.

Tendo em conta as debilidades detectadas durante o período de estágio pedagógico,


achou-se relevante trabalhar na seguinte problemática: Como melhorar a aprendizagem dos
estudantes na representação gráfica de funções afins na 8ª classe do Complexo Escolar
nº 24 CCM2-Menongue?

21 | P á g i n a
V- Proposta de solução imediata a uma dificuldade do processo de ensino e
aprendizagem da Matemática identificado.

5.1-Fundamentação teórica da proposta de solução ao problema identificado

Nesta secção serão apresentadas algumas ideias dos conceitos que fundamentam os
estudos sobre processo de ensino e aprendizagem em geral e da matemática em particular com
uma breve abordagem sobre representação de função linear.

A Didáctica é o estudo do processo de ensino e aprendizagem, enfatizando a relação


do professor e aluno. Segundo Haidt, (2003) a “Didáctica consiste num conjunto de
informações e recursos, que um professor utiliza para ensinar.”

Ensinar é a actividade que tem por finalidade que o outro obtenha o conhecimento.
Para que se tenha um ensino de forma que realmente agregue valor é preciso que o professor
sendo o transmissor de conhecimentos utilize métodos e técnicas adequadas que tenham base
não apenas no contexto geral como o local, assim a necessidade básica do aluno será encarada
como uma ponte para o ensino e não como um obstáculo.

O professor assume uma grande responsabilidade diante do ato de ensinar, pois não é
meramente ser um transmissor de conteúdos, mas de se colocar como sujeito que propicia
conhecimentos com bases científicas e reflexões para a formação de cidadãos onde, seus
conteúdos e postura devem ser reflexos do contexto social e da realidade.

Ainda afirma Libâneo (1994, p. 90) que a relação entre ensino e aprendizagem não é
mecânica, não é uma simples transmissão do professor que ensina para um aluno que aprende.
Ele mesmo concluiu que é algo bem diferente disso, é uma relação recíproca na qual se
destacam o papel dirigente do professor e a actividade dos alunos. Dessa forma podemos
perceber que o ensino visa estimular, dirigir, incentivar, impulsionar o processo de
aprendizagem dos alunos.

O aluno no processo educacional é visto como principal pivô para a construção do


cognitivo, e não apenas como um receptor de conteúdos. A busca pelo saber não está ligada
apenas ao ato de ouvir, copiar e fazer exercícios é possível realizar vários tipos de propostas
que induzem a participação activa do aluno em sala de aula, não se limitando apenas aos
aspectos intelectuais ou a memorização de conteúdos (Mazini Filho 2009).

Existem muitas dificuldades na aprendizagem da matemática, que podem estar


relacionadas a diferentes factores. Fonseca (1995) afirma que “são vários os motivos

22 | P á g i n a
relacionados com as dificuldades para aprender essa matéria escola, dentre eles: A ausência
de fundamentos matemáticos, falta de aptidão, problemas emocionais, ensino inapropriado,
inteligência geral, capacidades especiais, facilitação verbal e variáveis psico-neurológicas.”
(p.217)

Sanchez (2004, p.23), colaborando com a temática em discussão, destaca que as


dificuldades de aprendizagem em matemática podem se manifestar nos seguintes aspectos:

 Dificuldades em relação ao desenvolvimento cognitivo e à construção da


experiência matemática; do tipo da conquista de noções básicas e princípios numéricos
da conquista da numeração, quanto à prática das operações básicas, quanto à mecânica
ou quanto à compreensão do significado das operações.
 Dificuldade na resolução de problemas, o que implica a compreensão do
problema, compreensão e habilidade para analisar o problema e raciocinar
matematicamente.
 Dificuldades quanto as crenças às atitudes, às expectativas e aos factores
emocionais acerca da matemática. Questão de grande interesse e que com o tempo
podem dar lugar ao fenómeno da ansiedade para com a matemática e que sintetiza o
acúmulo de problemas que os maiores alunos experimentam diante do contacto com a
matemática.
 Dificuldades relativas à própria complexidade da matemática, como seu alto
nível de abstracção e generalização, a complexidade dos conceitos e algoritmos.
 Dificuldades originadas no ensino inadequado ou insuficiente, seja porque à
organização do mesmo não está bem sequenciado, ou não se proporcionam elementos
de motivação suficientes, seja porque os conteúdos não se ajustam às necessidades e
ao nível de desenvolvimento do aluno, ou não estão adequados ao nível de abstracção,
ou não se treinam habilidades prévias; seja porque a metodologia é muito pouco
motivadora e muito pouco eficaz.

Essas dificuldades podem ser provenientes de questões metodológicas inadequadas,


professores mal qualificados, de uma infra-estrutura escolar insuficiente ou relacionadas a
alunos que apresentam bloqueios decorrentes de experiências negativas.

Com a finalidade de fundamentar o problema determinado se fará referência dos


conceitos fundamentais tais como função linear, afim, constante e entre outros.

23 | P á g i n a
Função Afim: É toda a função que o seu gráfico é uma recta que não passa pela
origem e tem a forma 𝑦 = 𝑎𝑥 + 𝑏

Onde: a é o coeficiente angular (com relação ao eixo x) e b é o coeficiente linear da


recta, e representa o ponto onde a recta corta o eixo OY.

Se 𝑥 = 0, temosque𝑦 = 𝑎. 0 + 𝑏 ⇒𝑦 = 𝑏

Quando uma função afim apresentar o coeficiente angular igual a zero (a = 0) a


função será chamada de constante. Neste caso, o seu gráfico será uma recta paralela ao eixo
OX.

Ao passo que, quando se b = 0 e a = 1 a função é chamada de função identidade que


tem a forma𝑦 = 𝑥, isto é para cada valor que x tomar, teremos os mesmos valores de y e o seu
gráfico é uma recta que passa pela origem (0;0).

Temos ainda que, quando o coeficiente linear é igual a zero (b = 0), a função afim é
chamada de função linear que tem a forma 𝑦 = 𝑎. 𝑥 e o seu gráfico é uma recta inclinada que
passa pela origem (0,0).

Crescimento e Decrescimento da Função Afim

Uma função é crescente quando ao atribuirmos valores cada vez maiores para x, o
resultado da função será também cada vez maior.

E será decrescente quando ao atribuirmos valores cada vez maiores para x, o resultado
da função será cada vez menor.

Para identificar se uma função afim é crescente ou decrescente, basta verificar o valor
do seu coeficiente angular.

Se o coeficiente angular for positivo, ou seja a > 0 ( a é maior que zero), a função
será crescente, e se o coeficiente angular for negativo a < 0 (a menor que zero), a função
será decrescente.

Representação gráfica da função Afim

Para representar graficamente uma função afim devemos:

1. Achar os pares ordenados, atribuindo valores a x para encontrarmos os valores


de y.
2. Organizar os pares ordenados.

24 | P á g i n a
3. Representa-los no sistema de coordenadas rectangulares (gráfico cartesiano),
através de pontos.
4. Unir os pontos.

Exemplo 1: Analisar se a função abaixo é crescente ou decrescente, e representar


graficamente.

𝑦 = 2𝑥 + 1

Resolução

Para analisarmos o crescimento ou decrescimento, basta verificar o valor do coeficiente


angular que neste caso é dois: a = 2. Como 2 > 0 então a nossa função é crescente

Para𝑥 = −2 Para 𝑥 = −1 Para 𝑥 = 0 Para 𝑥 = 1

𝑦 = 2. −2 + 1 𝑦 = 2. −1 + 1 𝑦 = 2. 0 + 1 𝑦 = 2. 1 + 1

𝑦 = −4 + 1 𝑦 = −2 + 1 𝑦 = 0+1 𝑦 = 2+1

𝑦 = −3 𝑦 = −1 𝑦=1 𝑦=3

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado


e
( −2; −3) (−1; −1) (0; 1) (1; 3)
gt y

4
3
32

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3
-4

-5

Figura 1. Gráfico da função 𝒚 = 𝟐𝒙 + 𝟏.

25 | P á g i n a
Exemplo 2: Considere a seguinte função:

𝑦 = 3𝑥 + 1

2.1 Verificar se o ponto de coordenadas (1;2) pertence à recta que representa o gráfico
da função f.

2.2 Construir o gráfico da função f e confirmar a resposta.

Resolução

2.1 Para verificar se o ponto pertence a recta, vamos em 𝑦 = 3𝑥 + 1, substituir x pela


abcissa e y pela ordenada do ponto dado.

2 = 3. −1 + 1

2 = −2 (falso), logo o ponto não pertence à recta.

2.2 O gráfico de f está representado na figura 2. O ponto (-2;3) não pertence ao gráfico
de f.
Para𝑥 = −2 Para𝑥 = −1 Para𝑥 = 0 Para𝑥 = 1

𝑦 = 3. −2 + 1 𝑦 = 3. −1 + 1 𝑦 = 3. 0 + 1 𝑦 = 3. (1) + 1

𝑦 = −6 + 1 𝑦 = −3 + 1 𝑦 = 0+1 𝑦 = 3+1

𝑦 = −5 𝑦 = −2 𝑦= 1 𝑦= 4

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado

( −2; −5) ( −1; −2) y ( 0; 1) ( 1; 4)

5
4

3
3
2
1

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3
-4

-5 Figura 2. Gráfica da função 𝒚 = 𝟑𝒙 + 𝟏

26 | P á g i n a
Exemplo 3: Esboce o gráfico da função definida por y = −x + 3

Para x = −2 Para x = −1 Para x = 0 Para x = 1

y = −(−2) + 3 y = −(−1) + 3 y = −(0) + 3 y = −(1) + 3

y= 2+3 y= 1+3 y= 0+3 y = −1 + 3

y= 5 y= 4 y= 3 y= 2

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado

( −2; 5) ( −1; 4) ( 0; 3) ( 1; 2)

Para acharmos o ponto onde a função toca no eixo positivo das abcissas, devemos
achar o zero da função, atribuindo o valor zero a variável y.

P/ x = 0 y

−x + 3 = 0
5
−x = −3 4

x=3 3
3
2
1

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
1
-2
-3

-4

-5

Figura 3. Gráfico da função 𝒚 = −𝒙 + 𝟑

27 | P á g i n a
Proposta de exercícios:

1. Representa num sistema de coordenadasos pontos seguintes:


a. A(4;3) e. E(0; 3)
b. B(1;2) f. F(-2; 0)
c. C(-2;4)
d. D(-3;-4)
2. A seguir estão dados pontos num sistema de coodenadas. (fig. 4). Determina as
coordenadas destes pontos:
y

.E
.A
.F
.B .G
x
.D
.C
.H

Figura 4. Pontos representados no sistema de coordenadas rectangulares

3. Dada a equação5𝑥 − 2𝑦 = 2. Determina três soluções e representa - las num sistema


de coordenadas.

4. Dada a função 𝑦 = 3𝑥 + 3

a. Represente-la graficamente

b. Determine analiticamente se o ponto (-2; 3) pertence ao gráfico desta função.

c. Como é sua monotonia. Justifique.

5. Diga quais das seguintes funções é crescente ou decrescente, e represente


graficamente.

a. 𝑦 = 𝑥 − 3
b. 𝑦 = −2𝑥 + 1
c. 𝑦 = 2
1
d. 𝑦 = 2 𝑥 + 1

6. Uma recta passa pelo ponto (-1; 2), com um coeficiente angular de 2.
a. Como é a monotonia da função que esta recta representa.

28 | P á g i n a
b. Determina a equação da função que corresponde a esta recta
7. Na gráfica seguinte (fig. 5) está representada uma função da forma
𝑦 = 𝑎𝑥 + 𝑏 (𝑎, 𝑏 ≠ 0).
a. Qual é a monotonia desta função;
b. Determina a equação da função representada.
y

-2 x

Figura 5. Recta da forma 𝒚 = 𝒂𝒙 + 𝒃 (𝒂, 𝒃 ≠ 𝟎)

8. O gráfico (fig. 6) mostra como a temperatura de uma substância varia durante um


processo de resfriamento por um certo tempo, começando às 8:45 da manhã

T(oC)
20

8
9
0 4 5,5 t(h)
-6

Figura 6. Processo de resfriamento de uma substância

8.1 Preencha os espaços em branco:


a. A temperatura inicial da substância foi de _________.
b. A temperatura da substância não mudou durante _____ min.
c. A substância atingiu sua temperatura mínima em ___ horas após o início do
processo
d. Às 13:00 horas a temperatura da substância era ___
8.2 Marque a resposta correcta com um X
a. A equação que descreve o processo de resfriamento da substância durante as
primeiras 4 horas é:

__ 𝑇 = −20𝑡 + 8, __𝑇 = 3𝑡 + 20, __ 𝑇 = −3𝑡 + 20, __ 𝑇 = −8𝑡 + 20

b. Durante as primeiras 4 h a temperatura mudou:


29 | P á g i n a
___ 20 oC, ___ 8 oC, ___ 12 oC, ___ Não pode ser determinado.
c. Após 5,5 h, a temperatura estava caindo:

___ 9 h, ___ 4 h, ___ 210 min, ___ 4 h 30 min

8.3 Se a equação que descreve a variação da temperatura após 5,5 h é 𝑇 = −4𝑡 + 𝑛,


a que hora atingiu os 0ºC de temperatura?
8.4 Qual foi a temperatura mínima atingida pela substância?

No anexo nº 07 podemos observar as soluções dos exercícios propostos

30 | P á g i n a
VI – Conclusões e recomendações

Conclusão

Conclui-se que o estágio pedagógico é a última fase deste processo de formação, é um


período de aprendizagem da realidade, onde vivemos por dentro do fenómeno educativo e
temos a obrigação moral de intervir e procurar alterar, desenvolver tudo o que esteja ao nosso
alcance, este mesmo estágio, resume-se na leccionação de aulas, no qual torna possível a
aquisição de experiencias, habilidades, atitudes e convicções de como orientar o processo de
ensino e aprendizagem e a sua respectiva optimização visando alcançar os objectivos e as
metas preconizadas nos programas de ensino e nos currículos escolares.

As limitações nos conteúdos precedentes, pontualmente na representação de pontos no


sistema de coordenadas rectangulares e relacionar gráficos e propriedades, limitam o
tratamento das funções lineares, nos alunos da turma E, da 8ª Classe.
Uma proposta de exercícios, graduados por níveis de assimilação para sistematizar a
representação de funções lineares, favoreceu desenvolvimento de habilidades neste conteúdo
do programa de Matemática da 8ª Classe.

Recomendações

O Presente relatório deve ser utilizado por professores e alunos como material de
apoio do Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda de Menongue, que influenciará no
melhoramento do processo de ensino - aprendizagem das funções afim.

Que os alunos do Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Ya-Henda de Menongue


dediquem mais tempo nos estudos independentes de modos a minimizar as dificuldades
detectadas.

31 | P á g i n a
BIBLIOGRAFIA

Freitas, S. R. (2015). O processo de Ensino e Aprendizagem: A importância da didáctica.


Brasil.

Fonseca. (1995). A escola e aprendizagem da docência: Processo de Investigação e


Formação. Artmed.

Filho, M. (2009). Prática Pedagógica e o Professor de Matemática. Belo horizonte.

Goulart, C. M. (2010). Relatório Final de Estágio Pedagógico. Coimbra.

Haidit. (2003). Definições da prática pedagógica e a didáctica sistémica.

Libâneo, J.C. (1994). Processo de Ensino na Escola. São Paulo.

Pimenta, S.G. (2001). O estágio na formação de professores: Unidade teoria e prática

Sacristan, G. (1999). Compreender e transformar o ensino (4ªedição). Porto Alegre: Artmed.

(3ªedi). São Paulo.

Sousa, A.M. (2001). Relatório Final de estágio pedagógico. Coimbra.

Sanchez. (2004). Dificuldades de Aprendizagem. Porto Alegre:Artmed.

Tardif. (2002). Saberes docentes e formação Profissional. Petroolis: vozes.

32 | P á g i n a
Universidade Cuito Cuanavale

Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango

Departamento de Ensino e Investigação de Ciências Exactas

Sector de Matemática

Menongue, 2019

33 | P á g i n a
ANEXO Nº 01.

Organigrama de estrutura da direcção da escola.

Director Geral

[Link] [Link]ógico

[Link]
Secretaria
Pedagógca

R. humanos Finanças

Conselho Conselho
Científico Pedagógico
R. humanos
Patrimóni Empresa Coordenadores de Coordenadores de
o de turma disciplina
segurança
Coordenadores de Coordenadores de
Comissão de classe turnos
disciplina
Director de turmas

Comissão dos pais, Comissão de Conselho de Comissão da


encarregados de educação Disciplinas Disciplina cultura e desporto

Figura 7. Estrutura da direcção do Complexo Escolar Hoji-Ya-Henda de Menongue


Ciclo Classe Turmas Matrícula M F
Iº 7ª A 45 12 33
B 50 15 35
C 40 4 36
D 45 17 28
E 46 14 32
F 47 13 34
G 44 22 32
H 41 10 31
I 35 5 30
Sub 393 102 291
total 34 | P á g i n a
8ª A 37 10 27
B 39 26 13
C 40 14 26
ANEXO Nº 02.

Mapa de nível académico do pessoal docente, administrativo e auxiliares

Tabela nº 02

Distribuição de nível académico do pessoal docente, administrativo e auxiliares

Nível M F Total de MF Idades


Académico

Técnicos 57 29 86 26 à 58 anos
Médios

Bachareis 15 03 18

Licenciados 52 28 80

Total 124 06 184

Operários não qualificados

Categoria M F Total de MF Idades

Administrativo 03 03 06 30 à 50 anos

Guardas 04 00 04

A. de limpeza 00 04 04

Total 07 07 15

Fonte: Secretaria pedagógica do complexo Escolar nº 24 CCM2 Hoji-Ya-Henda de Menongue,


Legenda: M, masculino, F, feminino.

35 | P á g i n a
ANEXO Nº 03.

Mapa dos alunos matriculados no ano de 2019

Tabela nº 03

Distribuição por turmas e classes dos estudantes matriculados no ano de 2019

Iº CICLO Classe Turmas Matrícula M F

7ª A 45 12 33

B 50 15 35

C 40 4 36

D 45 17 28

E 46 14 32

F 47 13 34

G 44 22 32

H 41 10 31

I 35 5 30

Sub total 393 102 291

8ª A 37 10 27

B 39 26 13

C 40 14 26

D 37 15 22

E 38 9 29

F 42 25 17

G 44 14 30

H 45 19 26

Sub total 322 148 174

9ª A 48 30 18

B 54 34 20

C 52 36 16

36 | P á g i n a
D 48 32 16

E 55 34 21

F 53 30 23

G 50 30 20

IIº CICLO Sub total 360 226 134

10ª A 75 35 40

B 81 39 42

C 76 37 39

D 70 33 37

E 84 35 49

F 80 46 34

G 74 45 29

H 70 23 47

I 73 35 38

J 72 42 30

K 75 25 50

L 85 50 35

Sub total 915 445 470

11ª A 40 15 25

B 49 30 19

C 45 18 27

D 57 28 29

E 52 22 30

F 35 19 16

Sub total 278 132 146

37 | P á g i n a
12ª A 35 15 20

B 45 20 25

C 50 24 26

D 34 19 15

Sub total 164 78 86

Total 2432 1131 1301

Fonte: Livro de ponto (2019), Legenda: M, masculino, F, feminino

38 | P á g i n a
ANEXO Nº 04.

Caracterização da turma E da 8ª classe.

Objectivo: Aquisição de dados por parte dos alunos, para saber aspectos relacionados com o
género e o intervalo de idade, o bairro onde vivem e com quem vivem, dos alunos da Turma
E, 8ª Classe, período regular. Complexo Escolar nº24-CCM2,Hoji-Ya-Henda-Menongue.
Tabela nº04

Relação nominal dos estudantes da turma

Nº Nome Sexo Idade Com quem vive Bairro onde


vive

1 Adélia Julieta F 19 Com os Pais Bom dia

2 Adriano Chivala M 20 Com os Tios Hoji-Ya-Henda

3 Adriano Songo João M 19 Com os Tios Pandera

4 Aida M. Zeca F 19 Com a irmã Saprinho

5 Alexandre Matias M. Nguaio M 20 Com os Pais Popular

6 André Moisés Graça M 13 Com os Pais Caimaneros

7 António Satchipangue M 19 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

8 Augusto Celestino M 20 Com os Pais Tunga

9 Augusto Jamba M 14 Com os Tios Bom dia

10 Bernardo da silva M 19 Com os Tios Tunga

11 Boa Ventura Luís F 13 Com os Pais Azul

12 Casimiro Raul Guedes M 20 Com os Pais Paz

13 Cecília Hombo F 14 Com os Pais Erovia

14 Celasse Custódio E. Julião M 21 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

15 Celestina Papel F 14 Com os Pais Bom dia

16 Cristina Emília F 20 Com os Pais Saprinho

17 Cristina Intumba F 19 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

18 Cristovão Paulo M 13 Com os Pais Bom dia

39 | P á g i n a
19 Dias Celestino João M Com os Tios Saúde

20 Divina Tchindele F 14 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

21 Edmilson Quevene A. Dala M 15 Com os Pais 23 de Março

22 Eduardo Freitas Júnior M 20 Com os Pais 23 de Março

23 Eduardo Pereira M 14 Com os Pais Bom dia

24 Elisa D.C Pedro F 16 Com o irmão Feira

25 Emiliana da Conceição F 13 Com a Mãe Saúde

26 Ernesto Manuel M 19 Com os Pais Saúde

27 Fernanda Massogi F 14 Com os Pais Feira

28 Fernando Paulo M 21 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

29 FigueredoElidioCanhanga M 13 Com os Pais 23 de Março

30 Guifty Daniel I. Cameia F 20 Com os Tios Bom dia

31 Helder S. Quissola M 14 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

32 Idalina N. Tchindjamba F 19 Com os Pais Tchivonde

33 Isabel Ferreira F 13 Com os Pais Bom dia

34 Jack Ernesto M 16 Com a irmã Tchivonde

35 Jacob Jamba Moisés M 15 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

36 João M. Ernesto M 21 Com o irmão Hoji-Ya-Henda

37 Jorgina Alfredo Matias F 15 Com os Pais 45 casas

38 Laura Vicente Camba F 20 Com os Pais 45 casas

39 Leandro José M 19 Com os Pais Azul

40 Lúcia Mbaco Paulo F 16 Com os Pais Bom dia

41 Margarida Raimundo F 17 Com os Tios Hoji-Ya-Henda

42 Maria Jamba F 15 Com o irmão Tunga

43 Maria Kuvango F 18 Com os Pais Saprinho

44 Mateus João M 16 Com os Pais Paz

40 | P á g i n a
45 Matias Malungo M 17 Com os Pais Pandera

46 Natália V. Epesse F 15 Com os Pais Azul

47 Odeth Domingos F 18 Com os Pais Azul

48 Paula Gonde Epesse F 17 Com os Pais Futungo

49 Paulino António M 16 Com os Pais 1º de Maio

50 Paulino Sala M 18 Com os Pais Bom dia

51 Pedro Raimundo M 17 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

52 Quintas Tchifuwako F 15 Com os Pais Bom dia

53 RaúlNgunza S. Abel M 17 Com os Pais Paz

54 Samuel Jordão M 15 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

55 Sara Maria Miez F 18 Com os Pais 45 casas

56 SofoniaTchilengue Fernando M 16 Com os Pais 23 de Março

57 Tomás Kilenda M 17 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

58 Vitorino Cambinda M 15 Com os Pais Hoji-Ya-Henda

Fonte: Elaboração própria, Legenda: M, masculino, F, feminino

Tabela nº 05

Distribuição dos estudantes por intervalo de idades

Intervalo F %

13 à 14 13 23

15 à 16 14 24

17 à 18 10 17

19 à 21 21 36

Fonte: Tabela 5, 2019. Legenda: F: frequência (quantidade de estudantes) %: percentagem.

41 | P á g i n a
42 | P á g i n a
ANEXO Nº 05

Entrevista aplicada a professora de Matemática da turma E da 8ª classe

Objectivo: Caracterizar os alunos quanto ao nível de aprendizagem e obter os dados


relacionados a professora.
Camarada professora, precisamos conhecer as s características da turma E da 8ª classe, seus
aspectos principais para enriquecer o nosso relatório. Os dados oferecidos são relevantes para
a mesma caracterização.

1. Qual é o nome completo da professora?

2. Qual é o nível académico da professora?

3. Há quanto tempo a professora trabalha no sector da educação?

4. Há quanto tempo a professora lecciona a cadeira de matemática?

5. Qual é a categoria docente da professora?

6. Qual é o nível de assimilação de cada estudante?

43 | P á g i n a
ANEXO Nº 06

UNIVERSIDADE CUITO CUANAVALE


ESCOLA SUPERIOR PEDAGÓGICA DO CUANDO CUBANGO
DEPARTAMENTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E PÓS-GRADUAÇÃO

Grelha de observação das aulas do Estágio Pedagógico

Nome do estagiário___________________________________________________

Escola________________________ Turma______ Sala_________ Ciclo________

Data___ /___ /_______Período:________Classe________

0-Item-Observação da Turma Mau Med. Suf. Bom [Link]

0.1Saudações

0.2-Definições dos Objectivos

0.3-Relação Objectivo Conteúdo

0.4-Relação Conteúdo-métodos

0.5-Relaçãoconteúdo-meios de ensino

1-Item-Introdução

1.1-Motivação

1.2-Chamada

1.3-Controlo da tarefa do dia anterior

1.4-Orientação dos objectivos da aula

2-Item-Desenvolvimento da aula:

2.1-Dominio do Conteúdo

44 | P á g i n a
2.2-Linguagem (oral-escrita):

2.3-Grau de participação dos alunos

2.4-Prestação de atenção
individualizada

2.5-Controlo da Turma

2.6-Aspectos Educativos e Instrutivo

2.7-Gestão do tempo

3-Item – Avaliação

3.1-Realização de avaliação continua

3-2Utilização dos instrumentos de


avaliação planificados.

4-Item-Metodologia Utilizados:

4.1-Metodologia –Semi- Participativa

4-2Metodologia – Participativa

5-Item-Manusiamento do Material

5.1-Utilização do quadro

5.2-Utilização do apagador

5.3-Orientação á Observação dos


meios de ensino:

5.4-Uso do manual do aluno

6-Item-Conclusão da aula:

6.1-Perguntas de Controlo

6.2-Resumo da aula

6.3-Orientação da Tarefa para Casa

6.4-Cunprimentos dos Objectivos da


aula

7.-Item-Atitude do Docente:

45 | P á g i n a
7.1-Valores Morais

7.2-Tom de voz

7.3-Relações Humanas com os alunos

7.4-Criatividade

Recomendações

_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
________________________

Menongue, aos_____ de ____________ 2019

O observador

________________________

46 | P á g i n a
ANEXO Nº 07

Solução dos exercícios propostos:

1ª Resolução

5
C 4
3 E A
32 B

1
F x
0
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3

D -4

-5

2ª Resolução

Os pontos representados no sistema de coordenadas rectangulares são:

a) G (3;0) e) A (-4;4)
b) D (0;2) f) E (0;7)
c) C (-4;-4) g) F (6;3)
d) B (-7;0) h) H (5;-5)

3ª Resolução

5𝑥 − 2𝑦 = 2

Para achar as três soluções desta equação devemos atribuir valores a variável x para
encontrarmos os valores da variável y, mas estes valores devem verificar a equação.

47 | P á g i n a
P/ 𝑥 = 0 𝑒 𝑦 = −1 P/ 𝑥 = 2 𝑒 𝑦 = 4 P/ 𝑥 = 4 𝑒 𝑦 = 9

5(0) − 2(1) = 2 5(2) − 2(4) = 2 5(4) − 2(9) = 2

2=2 2=2 2=2

S 2 = 2; 4 S 3 = 4; 9
S 1 = 0; −1

Representação gráfica das três soluções

y
9 S3
8
7
6
5

4 S2
3
32

0
x
-9 -8 -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6 7 8 9
-1 S1
-2
-3

-4

-5
-6
-7
-8
-9

48 | P á g i n a
4ª Resolução

a) 𝑦 = 3𝑥 + 3

Para𝑥 = −2 Para𝑥 = −1 Para 𝑥 = 0 Para𝑥 = 1

𝑦 = 3 −2 + 3 𝑦 = 3 −1 + 3 𝑦 =3 0 +3 𝑦 =3 1 +3

𝑦 = −6 + 3 𝑦 = −3 + 3 𝑦 = 0+3 𝑦 = 3+3

𝑦 = −3 𝑦=0 𝑦=3 𝑦=6

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado

( −2; −3) ( −1; 0) (0;3) ( 1; 6)

y
6
5

4
3
3
2
1

0 x
-6 -5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5 6
-1
-2
-3

-4

-5
-6
b) Para determinar se o ponto (-2; 3) pertence ao gráfico da função devemos substituir os
valores de x e de y na função.

𝑦 = 3𝑥 + 3

3 = 3(−2) + 3

3 = −6 + 3

49 | P á g i n a
3 = −3 Como 3 é diferente (≠) de -3, portanto o ponto (-2; 3), não pertence ao gráfico da
função.

c) Como o coeficiente angular o seu valor é três (a=3), portanto a função é monótona
crescente.
5ª Resolução
𝑦 =𝑥−3
a = 1 > 0, Portanto a nossa função é crescente

Para𝑥 = −2 Para𝑥 = −1 Para𝑥 = 0 Para 𝑥 = 1

𝑦 = −2 − 3 𝑦 = −1 − 3 𝑦 = 0−3 𝑦 = 1−3

𝑦 = −5 𝑦 = −4 𝑦 = −3 𝑦 = −2

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado

( −2; −5) ( −1; −4) ( 0; −3) ( 1; −2)

Para acharmos o ponto onde a função toca no eixo positivo das abcissas, devemos achar o
zero da função, atribuindo o valor zero a variável y.

P/ 𝑥 = 0

𝑥−3=0
y
𝑥=3

4
3
32

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3
-4

-5

50 | P á g i n a
𝑦 = −2𝑥 + 1

a = −2 < 0, Portanto a nossa função é decrescente

Para𝑥 = −2 Para 𝑥 = −1 Para 𝑥 = 0 Para 𝑥 = 1

𝑦 = −2. −2 + 1 𝑦 = −2. −1 + 1 𝑦 = −2. 0 + 1 𝑦 = −2. 1 + 1

𝑦 = 4+1 𝑦 = 2+1 𝑦 = 0+1 𝑦 = −2 + 1

𝑦= 5 𝑦= 3 𝑦= 1 𝑦 = −1

Par ordenado Par ordenado Par ordenado Par ordenado

( −2; 5) ( −1; 3) ( 0; 1) ( 1; −1)

4
3
32

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3

-4

-5

51 | P á g i n a
𝑦=2

a = 0, Portanto a função não cresce nem decresce

4
3
32

0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3
-4

-5

1
𝑦= 𝑥+1
2
1
a = 2 > 0 , Portanto a nossa função é crescente

Para 𝑥 = −2 Para𝑥 = −1 Para𝑥 = 0 Para𝑥 = 1

1 1 1 1
𝑦= . (−2) + 1 𝑦= . (−1) + 1 𝑦= . (0) + 1 𝑦= . (1) + 1
2 2 2 2
2 1 𝑦 = 0+1 1
𝑦 = − +1 𝑦 = − +1 𝑦= +1
2 2 2
𝑦= 1
𝑦 = −1 + 1 𝑦 = −0,5 + 1 3
𝑦=
2
𝑦= 0 𝑦 = 0.5
𝑦 = 1,5
Par ordenado Par ordenado Par ordenado
Par ordenado
( −2; 0) ( −1; 0,5) ( 0; 3)
( 1; 1,5)

52 | P á g i n a
y

5
4
3
23
1,5
1
0,5
0 x
-5 -4 -3 -2 -1 1 2 3 4 5
-1
-2
-3

-4

-5

6ª Resolução

a) A monotonia da função que esta recta representa é crescente

b) Substituindo os valores de x, y e do coeficiente angular, na função da forma𝑦 = 𝑎𝑥 +


𝑏 teremos:
2 = 2(−1) + 𝑏
2 = −2 + 𝑏
𝑏 =2+2
𝑏=4
𝑦 = 2𝑥 + 4  Equação da função

53 | P á g i n a
7ª Resolução

a) A função é monótona crescente


b) (-2;0) e (0;1) são os pontos que formam o gráfico da função, substituindo os
valores de x e de y na função da forma y = ax + b teremos:

𝑦2 − 𝑦1 1 𝑦−0
𝑚= =
𝑥2 − 𝑦1 2 𝑥 − (−2)
1−0 2𝑦 = 𝑥 + 2
𝑚=
0 − (−2)
1
𝑦= 𝑥+1
2
1
𝑚=
2 1
𝑥+1=0
2
1
𝑥 + 1 = 0 →Equação da função
2

8ª Resolução

8.5 Preencha os espaços em branco:


e. A temperatura inicial da substância foi de 20ºC
f. A temperatura da substância não mudou durante 90 min.
g. A substância atingiu sua temperatura mínima em 9 horas após o início do
processo
8.6 Às 13:00 horas a temperatura da substância era 8ºC
Marque a resposta correcta com um
d. A equação que descreve o processo de resfriamento da substância durante as
primeiras 4 horas é:

__ 𝑇 = −20𝑡 + 8, __𝑇 = 3𝑡 + 20, _X_ 𝑇 = −3𝑡 + 20, __𝑇 = −8𝑡 + 20

e. Durante as primeiras 4 h a temperatura mudou:


___ 20 oC, ___ 8 oC, X 12 oC, ___ Não pode ser determinado.
f. Após 5,5 h, a temperatura estava caindo:

__9 h, ___ 4 h, __X_ 210 min, ___ 4 h 30 min

8.3 Se a equação que descreve a variação da temperatura após 5,5 h é 𝑇 = −4𝑡 + 𝑛, a


que hora atingiu os 0ºC de temperatura?

54 | P á g i n a
Resposta: A temperatura atinge 0oC quando o gráfico corta para o eixo x, ou seja,
entre 5,5 e 9 h. Esse valor não é encontrado no gráfico, portanto, é necessário
encontrá-lo a partir da equação correspondente a essa sessão.
A equação fornecida está incompleta, pois não possui o valor de n que pode ser
obtido se um ponto dessa sessão for substituído na equação fornecida.
Seleccionamos o ponto (5,5; 8) localizado nesse ramo e substituímos na equação:
8 = −4 × 5,5 + 𝑛
8 = −22 + 𝑛
8 + 22 = 𝑛
𝑛 = 30
Escrevemos a equação 𝑇 = −4𝑡 + 30
Agora temos que calcular o zero desta equação.
0 = −4𝑡 + 30
4𝑡 = 30
30
𝑡=
4
𝑡 = 7,5 Ou seja, as 7h e 30 min
Como a substância começou o processo de resfriamento ás 8:45 am, se deve somar
7h e 30 min, logo.
A substância atingiu os 0oC ás 16h e 15 min.
8.4 Qual foi a temperatura mínima atingida pela substância?

A temperatura mínima atingida pela substância foi de -6 oC

55 | P á g i n a

Universidade Cuito Cuanavale 
Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango 
Departamento de Ensino e Investigação de Ciên
Universidade Cuito Cuanavale 
Escola Superior Pedagógica do Cuando Cubango 
 
 
 
 
 
Relatório de Estágio Pedagógico rea
DECLARAÇÃO 
 
Nome: Mário Paulo Chivinda 
 
Número do Bilhete de Identidade: 005308150LA048 
 
 
Endereço electrónico: re
Resumo 
Este trabalho consiste na elaboração do Relatório Final do Estágio Pedagógico, realizado 
como parte integrante e
Dedicatória 
Dedico este trabalho aos meus Pais, Rodrigues Paulo e Natália Mário, aos meus Tios Aurélio 
Filipe Sona e Fe
Agradecimentos 
Os meus agradecimentos vão, em primeiro lugar, Jeová Deus o todo - poderoso, a fonte da 
nossa vida,
ÍNDICE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No. 
 
Pág. 
I 
Introdução.  
7 
II 
Caracterização do Complexo Escolar nº24-CCM2, Hoji-Y
7 | P á g i n a  
 
I – Introdução 
O estágio pedagógico é compreendido como o conjunto de actividades que são 
realizada
8 | P á g i n a  
 
do estágio Pedagógico é proporcionar ao estudante o domínio de instrumentos teóricos e 
práticos impr
9 | P á g i n a  
 
 II - Caracterização do Complexo Escolar nº24-CCM2,Hoji-Ya-Henda 
2.1 - Breve história do Complexo Es

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