Olá, me chamo XXXX e vamos mergulhar na recente obra que teve o início de seu universo
no mundo dos mangás, mas que hoje pode ser experimentada tanto nos mangás, quanto nos animes:
Jujutsu Kaisen.
Criado pelo mangaká Gege Akutami e publicada desde 2018, Jujutsu Kaisen apresenta um mundo
no qual as emoções e sentimentos negativos juntas formam a energia amaldiçoada que é o ponto
partida para o surgimento de seres amaldiçoados que causam diversos problemas para os humanos
comuns e os feiticeiros, que também podem ser chamados de xamãs. Para combater essas criaturas,
ironicamente, também é utilizada essa energia amaldiçoada, criando uma estranha relação de uso
que permite a existência de dois mundos dentro de uma mesma realidade. O mundo dos xamãs e o
dos não-xamãs.
O mangá ainda está sendo publicado, e no momento atual em que estou escrevendo, foram
lançados 166 capítulos. Já no anime, por outro lado, há apenas uma temporada contendo 24
episódios e sua segunda temporada ainda não foi anunciada.
Tanto no início da história do mangá, quanto do anime, acompanhamos Yuuji Itadori, um
aluno de Ensino Médio considerado um gênio no atletismo, mas que opta por dedicar seu tempo ao
Clube de Ocultismo e ao hospital onde seu avô está internado. Dentro desse contexto, Itadori vê sua
vida mudar drasticamente a partir do momento em que seus colegas de clube colocam as mãos em
um antigo objeto amaldiçoado selado e resolvem invadir a escola durante a noite para quebrar o
selo. Obviamente, essa ideia ia dar merda e por causa disso Itadori é forçado a tomar uma decisão
precipitada, e com uma chance em dez mil de funcionar.
Particularmente falando, comecei a ler mangás recentemente e ainda estou desenvolvendo
meu senso crítico para esse tipo de mídia. Entretanto, vou deixar aqui minha perspectiva como
alguém que leu todo o mangá até agora e viu todo anime.
Para mim, Jujutsu Kaisen é uma obra cheia de carisma, e é até difícil falar tanto do anime
quanto do mangá ser puxar muita sardinha kkkkk. Eu adoro cada personagem que apareceu até
agora na obra, eu adoro a forma como o autor brinca com as expectativas de quem está lendo o
mangá, e no anime, aquele safado conseguiu levar isso para outro nível no anime (Isso se ele tiver
dedo na produção do anime, acho difícil não ter). Eu amo a progressão da história, que começa com
um muleque que nem sabe direito no que tá metido, e depois toma proporções ala Warzone ,mas
sem deixar o roteiro ficar fraco (até o momento). Outro ponto muito interessante ,e que sempre é
muito chamativo na obra ,é os feitiços jujutsu. Cada feiticeiro jujutsu ou família possui técnicas
únicas e que são desenvolvidas durante toda a sua vida até atingir o seu ápice, e cada habilidade
dessas possui sua própria forma de funcionar e se apresentar no mundo, o que permite a existência
desde um advogado que tem seu poder baseado no mundo do direito e seus devidos processos, até
um cara que usa o som da guitarra para atacar seus adversários. Por esses e outros motivos, tanto o
mangá quanto o anime são obras especiais e que merecem ser vistas por qualquer pessoa que curta
esse tipo de conteúdo.
Então é isso aí pessoal, essa foi a primeira “análise” que fiz sobre um anime, coloco entre aspas
porque eu sei que ainda tenho muita coisa para aprender para realmente fazer uma boa. Se você
discorda de mim, se concorda ou quer complementar algo que ficou faltando ou deixei passar em
branco, pode comentar aí para a gente trocar uma ideia. Me chamo XXXX e esse foi mais um vídeo
para dos Psyconautas, até o próximo mergulho.