CAV - CICLO DE APRENDIZAGEM VIVENCIAL
APRENDIZAGEM VIVENCIAL
• A Aprendizagem Vivencial é a
experimentação.
• Ocorre quando uma pessoa se envolve
numa atividade, faz uma análise crítica e
consegue extrair um significado dessa
vivência.
• O Ciclo de Aprendizagem pode ser
aplicado em qualquer dinâmica ou
atividade que envolva desenvolvimento de
pessoas.
• A aprendizagem vivencial é estimulada
pelo educador por meio de 5 etapas:
Vivência, Relato, Processamento,
Generalização e Aplicação.
CAV – Ciclo de Aprendizagem
Vivencial
1a. VIVÊNCIA
• Nesta fase é onde acontece a atividade, é
o momento onde os participantes vivem
uma experiência com a condução do
educador/instrutor.
• A atividade pode ser um jogo, uma
dinâmica, um estudo de caso, ou qualquer
outra que envolva os participantes em
uma possível experimentação.
1a. VIVÊNCIA
• Os cuidados do educador/instrutor nessa
etapa são em garantir que se tenha teoria
e prática (não ficar apenas em conceitos),
preparar o material com antecedência e
c o n d u z i r o s pa r t i c i pa n t e s pa r a q u e
reproduzam a realidade a ser trabalhada
2a. RELATO
• O relato é a fase em que os participantes
compartilham, de maneira descritiva, os
acontecimentos da atividade. Quais foram
as percepções, os sentimentos e o clima
de trabalho?
• O educador/instrutor pode pedir para que
os participantes trabalhem com recursos
que facilitam a expressão, como por
exemplo carinhas de expressão, figuras,
palavras-chave, baralho de sentimentos,
cores, símbolos, etc.
2a. RELATO
• O gerenciamento do tempo nessa etapa é
fundamental, para que não se torne
cansativo o relato dado pelos envolvidos
na atividade. Caso sejam duplas ou trios,
cada equipe pode compar tilhar suas
percepções em 1 ou no máximo 2
minutos.
3a. PROCESSAMENTO
• Este é o momento em que a presença do
educador/instrutor é fundamental. Ele
c o n d u z i r á c o m o s pa r t i c i pa n t e s u m
diálogo embasado nas experiências,
comportamentos, sentimentos e
aprendizados que a atividade
proporcionou.
3a. PROCESSAMENTO
• Essa é a fase em que o educador/instrutor
faz com que o grupo avalie sua
performance na atividade, fale sobre suas
dificuldades e facilidades, falhas e acertos.
3a. PROCESSAMENTO
• Este momento deve ser preparado
antecipadamente pelo educador/instrutor,
que poderá usar um dos instrumentos,
como: Questionários individuais ou em
subgrupo; Perguntas de “alta categoria”
(aquelas que vão além do sim e não); Uso
de recursos visuais (símbolos, figuras,
cartazes, etc); Painel de apresentações
(palco simulado, onde os representantes
das equipes expõem as conclusões).
3a. PROCESSAMENTO
• Lembre-se: a aprendizagem vivencial prevê
que cada pessoa passe pela experiência e
forme seus conceitos.
• O educador/instrutor (conforme diz o
próprio nome) não é a estrela. Permita que
o grupo brilhe e evite incluir-se com falas,
palestras ou exposição de suas
percepções. Este é o momento onde o
educador/instrutor fica à margem das
discussões.
4a. GENERALIZAÇÃO
• É o momento em que os participantes
transferem as generalizações para as
situações do dia-a-dia e relacionam
comportamentos mais assertivos. Estimule
as analogias, peça aos participantes que
estabeleçam semelhanças e divergências
do que ocorreu na atividade e o que
ocorre no cotidiano.
4a. GENERALIZAÇÃO
• Esta fase é a mais importante, pois faz
com que as pessoas entendam os motivos
daquela atividade tão lúdica e que,
aparentemente, não tinha nada a ver com
o trabalho ou a função de cada um.
5a. APLICAÇÃO
• Po r ú l t i m o , f a l a - s e d a a p l i c a ç ã o d o s
aprendizados onde são compartilhados os
c o mp o r t a m e n to s a s e re m m u d a d o s e ,
principalmente, os que devem ser mantidos
e multiplicados.
• É neste momento que o educador/instrutor
o b t é m o c o m p ro m e t i m e n t o d o g r u p o
através de um instrumento formal (Plano de
Metas, Plano de Melhorias, Plano de
Mudança, Contrato de Aprendizagem, etc).
5a. APLICAÇÃO
• Aplicar o método de Aprendizagem Vivencial é
u m a m a n e ir a e f ic a z d e f a ze r c o m q u e o s
participantes possam vivenciar as experiências,
ou melhor, “literalmente sentir na pele”.
• É sempre importante permitir que a turma possa
refletir a respeito da atividade e desenvolver
opiniões individuais e coletivas. Através destas
reflexões, transformamos sensações adquiridas
através das experiências, em conceitos, que
podem ser absor vidos e integrados no
treinamento.