CAPA
CONTRACAPA
Índice
Introdução..........................................................................................................................3
Historial de software malicioso.........................................................................................4
Características os Softwares maliciosos............................................................................4
Ataques em ambientes computacionais.............................................................................4
Tipos software malicioso e suas formas de actuação........................................................6
Tipos de malware ou softwares maliciosos.......................................................................6
Formas de mitigação dos softwares maliciosos.................................................................8
Conclusão........................................................................................................................10
Referencias bibliográfica.................................................................................................11
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Introdução
O trabalho fala sobre Tipos de Softwares maliciosos, sua forma de atuação e as suas
formas de mitigação, a segurança precisa estar definida, através de política, uso de um
firewall, proteção contra factores ambienteis tais como enchentes, incêndios, o ambiente
precisa estar preparado para um tipo de ataque físico também. Um ataque geralmente
não vem de outra máquina, pode ocorrer dentro da corporação, dados serem roubados
durante assaltos, existem muitas formas de comprometer a informação por isso a
segurança deve ser bem feita. "A segurança da informação de uma empresa garante, em
muitos casos, a continuidade de negócio, incrementa a estabilidade e permite que as
pessoas e os bens estejam seguros de ameaças e perigos."
O trabalho tem por objectivo de nos por a conhecer os diversos tipos de softwares
maliciosos que poem os nossos computadores ou mesmo smartphones em risco de
invasao por criminosos virtuais, isto é, poem em risco a segurança dos nossos emails,
conversas nas redes sociais e os demais.
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Historial de software malicioso
Desde a origem da tecnologia vem aparecendo diversos tipos de ameaças intermináveis,
essa propagação teve início em meados de 1949 quando surgiu o que se pode chamar o
início da criação de software malicioso, Jonh Von Neuman criou a teoria de Auto-
reprodutores programas auto-replicáveis que eram capazes de controla outros
programas, este conceito tem milhares de aplicações legítimas na informática, mas não
demorou muito e logo surgiram inúmeras intenções maliciosas em cima desta teoria.
Os primeiros vírus da história não eram tão perigosos como atualmente a única coisa
que ele fazia era exibir uma mensagem na tela e passar para outro computador. Mas não
demorou muito para essa brincadeira virar uma ameaça hackers e engenheiros da
computação mal-intencionados começarão a criar métodos para roubar informações e
utilizar máquinas alheia.
Em 1984 Frederick B. Cohem utilizou pela primeira vez o termo vírus informático, em
um estudo definindo como um programa capaz de infectar outros programas,
modificando de modo a incluir-lhe uma cópia de si mesmo.
Em 1987, o vírus Jerusalém, surgiu como a capacidade de alterar ficheiros com
extensões (exe.) e (.com) ele tornou-se um dos vírus mais famosos da história, na época
muitas pessoas por falta de conhecimento achava que a única maneira de se proteger
contra esse vírus era mantendo os seus computadores desligado.
Características os Softwares maliciosos
Assim considera-se como principais características as capacidades de: transmissão ou
ressecção pela rede, transmissão ou ressecção por correio eletrónicos, encapsulamento
em ficheiros descarregados de sites na rede, transmissão por redes sociais; se esconder
em mensagens instantâneas, explorar vulnerabilidades do sistema, clonagem, apagar
ficheiros, gastar recursos do sistema e roubar informações.
Ataques em ambientes computacionais
Segundo Sousa (2008), ataques são crimes virtuais, que tem como o objetivo roubar e
prejudicar as máquinas de terceiros, crimes onde todos aqueles que estão conectados na
rede mundial de internet podem correr o risco, existe uma grande dificuldade em
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descobrir quem realiza os ataques, somente uma pessoa com conhecimento avançado
em análise forense e em redes de computadores será capaz de descobrir através dos
registros e dos rastros deixados, quem foi a pessoa que iniciou o ataque.
Algumas técnicas utilizadas para realizar ataques, dar-se com as seguintes situações:
criação de malwares que são enviados através de e-mail, páginas web clonadas,
arquivos
compartilhados, bem como, uma técnica chamada Bufferoverflow, cuja, pode causar
erros na memória da máquina, enchendo a sua capacidade e ultrapassando o limite, e
quando isso acontece causa erros na memória e facilita a entrada do invasor na máquina
hospedeira.
Também existem hackers que desenvolvem softwares maliciosos para hospedar na
máquina da vítima e ficar indetectável dentro desta, servindo para capturar as teclas
digitadas. Desse modo, o invasor consegue ver tudo que o usuário está fazendo, tendo
controle da máquina.
Os desenvolvedores de software maliciosos tem interesse em roubar informações
sigilosas, senhas de bancos, cartões de crédito, pois, tudo que o usuário faz dentro do
sistema fica nos registros e quem tem conhecimento no assunto consegue rastrear cada
passo e ver todas as contas registradas na máquina incluindo contas de banco, de e-
commerce.
Conforme explanam Nakamura e Geus (2007), monitorar todo o fluxo de informações
dentro da rede, ou seja, verificar quem dispõe a informação, todo o trajeto e, verificar
principalmente, o destino. Concluído o processo de reconhecimento dos pontos mais
frágeis, segue-se com a identificação dos possíveis tipos de ataques: ataques
oportuníssimos, detectados como eventos de menor frequência, tais ataques ocorrem
quando uma falha na segurança é identificada dando margem a investidas de indivíduos
mal intencionados; e ataques direcionados: ocorrem quando há dedicação total por parte
do atacante com foco em um único alvo.
Importante frisar, que existem diversos tipos de técnicas e tipos de ataques na
atualidade, esses ataques estão direcionados a informações valiosas como cartão de
crédito, senhas de e-mail de corporações, dados confidenciais, tudo que tenha interesse
de outras pessoas.
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Tipos software malicioso e suas formas de actuação
Corrobora (Procópio 2010, p.8) ao afirmar que: A possibilidade de identificar as
maquinas infectadas leva à tomada de decisões e criação de planos de ação práticos
visando a remoção dessas.
Torna-se evidente que, Malware pode entrar no sistema por falhas do sistema
operacional, quando um usuário baixa um arquivo que ao executar permite um acesso
de outra máquina sem que o usuário saiba que está conectado, um acesso indevido. No
entanto, existem diversas formas para que os malwares entrem na máquina e comece
executar funções que foram feitas para programar e permitindo acesso total a máquina
da vítima. pragas e a restauração do funcionamento da instituição (Fontes, 2006).
Tipos de malware ou softwares maliciosos
1. Adware: O menos perigoso e mais lucrativo Malware. Adware exibe anúncios
no seu computador, redireccionar suas solicitações de pesquisa para sites de
publicidade e colectar dados de marketing sobre você. Por exemplo, o adware
normalmente coleta os tipos de sites que você visita, para que os anunciantes
possam exibir anúncios personalizados. Muitos consideram adware que coleta
dados sem o seu consentimento como adware malicioso. Outro exemplo de
adware malicioso são anúncios pop-up intrusivos para supostas correcções para
vírus de computador inexistentes ou problemas de desempenho.
2. Spyware: Spyware é um software que espiona você, acompanha as suas
atividades de internet, no intuito de enviar publicidade (Adware) de volta para o
seu sistema. Projectado para monitorar e capturar sua navegação na Web e
outras atividades, spywares, como adwares, geralmente enviam suas actividades
de navegação aos anunciantes. O spyware, no entanto, inclui recursos não
encontrados no adware. Por exemplo, também pode capturar informações
confidenciais, como contas bancárias, senhas ou informações de cartão de
crédito. Embora nem todo spyware seja malicioso, é controverso porque pode
violar a privacidade e tem o potencial de ser abusado.
3. Vírus: Um vírus é um programa contagioso ou código que se anexa a um outro
pedaço de software, e em seguida se reproduz quando o software é executado.
Na maioria das vezes isso é espalhado através da partilha de software ou
arquivos entre computadores. Ele tem esse nome por ter um comportamento
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semelhante ao do vírus biológico que se multiplica necessitado de um corpo
hospedeiro, esperando o momento certo para atacar para não ser exterminado.
Ao entra em um sistema sem o consentimento ou conhecimento do usuário,
alojam-se no código de outros programas, e ficam aguardando até que o
programa infectado seja executado.
4. Cavalos de Tróia é um programa malicioso que se deturpa para parecer útil. Os
ciber-criminosos entregam cavalos de Tróia sob o disfarce de um software de
rotina que convence a vítima a instalá-lo em seu computador. O termo é
derivado da história grega antiga do cavalo de madeira usado para invadir a
cidade de Troia furtivamente. Cavalos de Tróia são tão mortais nos
computadores. A carga útil pode ser qualquer coisa, mas geralmente é uma
forma de backdoor que permite ao invasor acesso não autorizado ao computador
afectado. Os cavalos de Troia também dão aos cibercriminosos acesso às
informações pessoais de um usuário, como endereços IP, senhas e detalhes
bancários. Eles são frequentemente usados para instalar keyloggers que podem
capturar facilmente nomes de contas e senhas ou dados de cartão de crédito e
divulgar os dados ao agente de malware. A maioria dos ataques de ransomware é
realizada usando um cavalo de Tróia, hospedando o código nocivo em um dado
aparentemente inofensivo.
5. Rootkit é um conjunto de ferramentas de software, geralmente maliciosas, que
dão a um usuário não autorizado acesso privilegiado a um computador. Depois
que um rootkit é instalado, o controlador do rootkit pode executar arquivos
remotamente e alterar as configurações do sistema na máquina host. Os rootkits
não podem se propagar ou replicar automaticamente. Eles devem estar
instalados em um dispositivo. Por causa de onde eles operam (nas camadas
inferiores da camada de aplicativo do sistema operacional, no kernel do sistema
operacional ou no BIOS (sistema básico de entrada / saída do dispositivo) com
permissões de acesso privilegiadas), eles são muito difíceis de detectar e ainda
mais difíceis remover. Quando um rootkit é descoberto, alguns especialistas
recomendam limpar completamente o disco rígido e reinstalar tudo do zero.
6. Phishing é um crime cibernético em que um ou mais alvos são contactados por
email, telefone ou mensagem de texto por alguém que se apresenta como uma
instituição legítima para atrair a vítima a fornecer dados confidenciais, como
informações de identificação pessoal, detalhes bancários e de cartão de crédito e
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[Link], o phishing não é um tipo de malware, mas um método de
entrega usado pelos criminosos para distribuir muitos tipos de malware.
Listamos aqui entre os tipos de malware, devido à sua importância e para ilustrar
como ele funciona. Muitas vezes, um ataque de phishing atrai um indivíduo a
clicar em um URL infectado por malware que engana a vítima a pensar que está
visitando seu banco ou outro serviço online. O site malicioso captura a
identificação e a senha da vítima ou outras informações pessoais ou financeiras.
7. URL Injection modifica o comportamento dos navegadores em relação a alguns
dominós substitui a URL de servidor para outro tem intuito de realizar ofertas
relacionadas ao original proporcionado lucro.
8. Ransomware é um tipo de malware que bloqueia os dados no computador da
vítima, geralmente por criptografia. O ciber-criminoso por trás do malware exige
pagamento antes de descriptografar os dados resgatados e retornar o acesso à
vítima. O motivo dos ataques de ransomware é quase sempre monetário e, ao
contrário de outros tipos de ataques, a vítima geralmente é notificada de que
ocorreu uma exploração e recebe instruções para efectuar o pagamento para
restaurar os dados ao normal. O pagamento geralmente é exigido em uma moeda
virtual, como o Bitcoin, para que a identidade do ciber-criminoso permaneça
oculta.
9. Keyloggers: Grava tudo o que você digita no seu PC, a fim de recolher o seu
log-in nomes, senhas e outras informações confidenciais, e enviá-lo para a fonte
do programa keylogging. Muitas vezes os keyloggers são usados por
corporações e os pais para adquirir informações sobre o uso do computador.
Software de segurança invasor: Este engana ou induze os usuários. Ele finge ser
um bom programa para remover infecções por malware, mas ao mesmo tempo é
o Malware. Muitas vezes, ele vai desligar o software anti-virus real. A imagem
seguinte mostra a tela típico para este programa de Malware.
Formas de mitigação dos softwares maliciosos
Para prevenir-se de malware é necessário ter conhecimento, aprender atacar para poder
se defender, esse lema é bastante utilizado para gestores de infra-estrutura de
Tecnologia, Informação e Comunicação, para proteger-se no dia-a-dia contra malwares
e qualquer tipo de ataque seja dentro ou fora da empresa, para isso é necessário prover
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conhecimento da área e então ter competência na segurança da informação. (Fernandes,
2014)
a) Instalação de antivírus
Antivírus são ferramentas que combatem, detectam e excluem o malware. Eles podem
ser gratuitos ou pagos, os melhores são pagos e fornecem maior proteção à rede, os
antivírus nem sempre são cem por cento eficientes e existe outras formas de bloquear a
entrada demalwares, tais como os firewalls, que são conhecidos por “muro”
funcionando como um filtro de todos os pacotes trafegados na rede, tendo uma melhor
segurança, uma dica na criação de um firewall é modificar as portas padrões pois é nelas
que acontecem muitos ataques, modificando-as obtém-se um melhor resultado de
segurança, pois os malwares as utilizam muito, pois usuários sem conhecimento da área
não sabem como acontecem os ataques e nem como modificar as portas.
b) Filtros de spam
Filtros de spam – bloqueiam ou colocam em quarentena as mensagens de email com
conteúdo suspeito ou de remetentes desconhecidos para alertar os usuários a não
abrirem ou responderem. A maioria das empresas possui uma redução centralizada de
spam, e muitos provedores de email pessoais também fornecem esse serviço.
c) Firewalls
Os firewalls e os sistemas de detecção de intrusão atuam como policiais de tráfego para
actividades de rede e bloqueiam qualquer coisa suspeita. Esta é uma tecnologia de nível
empresarial que protege computadores, servidores ou redes de usuários de aplicativos
maliciosos ou ataque cibernético. Os firewalls podem não impedir a instalação de
malware, mas podem detectar operações nefastas no processo.
d) Actualizações regulares
Manter sempre actualizado o software de rede, a área de trabalho e o dispositivo e os
sistemas operacionais. Os patches de segurança são emitidos regularmente por
fornecedores confiáveis de software e devem ser instalados para evitar as ameaças mais
recentes.
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Conclusão
Conclui-se que, para navegar na internet com segurança, prevenir-se de malwares, é
necessário adotar as práticas de segurança da informação, como descrito no projeto
medidas de prevenção. Porém há diversos riscos, pois nenhum sistema é cem por centro
seguro, há caso em que podemos ser alvos de ataques mesmo com bastante segurança.
Além de ter o programa anti-vírus por padrão, o servidor de e-mail ou servidor proxy irá
adicionalmente incluir o que será usado para verificar todos os e-mails de malware. Este
digitalizará todos os e-mails quando entrar no servidor e verificar todos os e-mails antes
de sair do servidor. Além disso, o scanner pode digitalizar todos os e-mails
armazenados uma vez por semana para vírus ou malware.
No estudo realizado, vimos que temos que ficar atentos à todos os perigos da web,
incluindo spam, malwares, engenharia social. Estes são os tipos de ataques atuais para
roubo de dados e informações, para prevenção os usuários tem de ficar atento às url’s,
caixas de email, arquivos baixados, para os que possui um conhecimento em nível dos
perigos, ficar atento à utilização de um firewall, implantar medidas de segurança,
utilizar ferramentas de monitoramento, visualizar os logs, utilizando estas práticas o
usuário tem uma segurança melhor desde ao navegar na web e até como administrar um
servidor de um ambiente corporativo
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Referencias bibliográfica
Fernandes, L. F. (2014) Inteligência e Segurança Interna. Lisboa: Instituto Superior de
Ciências Policiais e Segurança Interna
Fontes, E. (2006) Segurança da Informação: o usuário faz a diferença. São Paulo:
Saraiva
Souza, E. P. (2008), Estudo sobre sistema detecção de intrusão por anomalias: uma
abordagem utilizando redes neurais. Mastersthesis, Universidade Salvador
Nakamura, E. T.; Geus, P. L. (2015) Segurança de redes em Ambientes cooperativos.
São Paulo: Novatec
Procópio, S, E. Detecção e bloqueio de malwares. Disponível em:
[Link]
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%20caso%20na%[Link] Acesso em: 17 de Março de 2022.
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