Luci Hayashi
Seja muito bem-vindo à Nova Medicina Germânica,
uma forma de tratamento que mudou
completamente minha vida como acupunturistas e
nutricionista.
Neste e-book quero compartilhar esta incrível
história para te incentivar e também para te inspirar,
por que nossa vida, independente da idade que
temos, pode sempre melhorar, seja como
profissional da saúde, seja como alguém que está
sofrendo de alguma doença, seja uma mãe ou pai
ou filho, que vê seu ente querido sofrendo de uma
doença crônica incurável.
Ao escrever este e-book, pensei em vocês, que de
algum modo, desejo levar esta mensagem de
esperança, que iniciou com o dr. Hamer e sua
fantástica obra, a Nova Medicina Germânica.
Um grande abraço
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Sobre Luci Hayashi
Graduada em Nutrição, Naturoterapia com ênfase em
Terapias Orientais e pós-graduada em Acupuntura.
Formação em Naturologia Aplicada com ênfase em
Fitoterapia, Medicina Chinesa e Terapias Integrativas.
Centenas de formações nacionais e internacionais em
técnicas de Acupuntura, Moxabustão, Fitoterapia,
Biomagnetismo, Bioenergética, PSYCH-K, Theta Healing,
Florais de Bach, Kinesioterapia aplicada, PNL e Nova
Medicina Germânica.
Coordenadora do curso de Pós-graduação em Acupuntura
do Instituto Morita Hayashi de 2007 a 2020
Coordenadora do Curso de Naturoterapia com ênfase em
Terapias Orientais das Facudades Espírita em 2012/13
Autora do livro Ichimoku Kenko. Uma resposta por dia. 2017
Itzar Orube e Luci Hayashi Ichimoku Kenko
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Histórico da Nova Medicina Germânica
A Nova Medicina Germânica, cuja sigla é GNM de German New
Medicine, foi sistematizada pelo dr Ryke Geerd Hamer, baseada nas Cinco Leis
Biológicas que explicam as causas, o desenvolvimento e a cura natural das
enfermidades, com base nos princípios biológicos naturais.
De acordo com estas leis biológicas, as chamadas enfermidades não
são, resultados de um mau funcionamento ou alguma malignidade instalada
no organismo, mas sim, as enfermidades são consideradas como Programas
Especiais Biológicos e Sensatos (PEBS).
As Cinco Leis Bológicas revelam que tudo na natureza tem um sentido
biológico e que nada está enfermo ou é maligno. As Cinco Leis Biológicas
apresentam um sistema científico, muito claro e sensato, com o qual
podemos entender a origem, ou seja, a causa primordial e o desenvolvimento
da enfermidade.
Quando estudamos Patologia, vemos que grande parte das doenças
possuem causas indeterminadas, idiopáticas ou indefinidas. Se não
conhecemos as causas das patologias, como podemos tratá-las? Portanto, na
grande maioria das doenças, o tratamento será para os sintomas e não para
a causa primordial.
O dr. Hamer começou a desenvolver a Nova Medicina Germânica em
1979, logo após a morte de seu único filho, Dirk Hamer. Em 1998 a
Universidade de Trnaca, na Eslovaquia Ocidental confirmou a verificação das
pesquisas do dr. Hamer. Porém, outras universidades da Europa Ocidental
negaram-se verificar cientificamente as teorias do dr. Hamer, mesmo com
vários testemunhos de médicos que utilizaram e verificaram estarem corretas
as Cinco Leis Biológicas. Desta forma, a Nova Medicina Germânica foi
impedida de ser incorporada no conhecimento médico das Universidades da
Alemanha.
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A Nova Medicina Germânica é tão ampla que é válida não somente
para o ser humano, como também para animais e vegetais, ou seja, pode ser
utilizada em todos os seres vivos da mesma forma.
O ser humano é um conjunto de células e microrganismos que
convivem harmoniosamente até o aparecimento de uma doença, que muitas
vezes, simplesmente “aparecem”, sem nenhum sentido, pois segundo a
ciência médica, algumas células entram em colapso, multiplicando-se
estranhamente ou se degenerando. E neste processo, os microrganismos
ficam “enfurecidos” ou patológicos.
Isto é realmente científico e lógico?
Mas, por incrível que pareça, é o preceito que a medicina segue.
Desta forma, mais que de repente uma doença “surge” tendo como causas
mais comuns: causas genéticas, descuido, apareceu.
Isto é realmente científico e lógico?
Para a Nova Medicina Germânica, toda enfermidade tem sua origem
em um impacto ou choque conflituoso. Como reação instintiva de estar em
perigo, nosso corpo entra em um processo que chamamos de LUTA/FUGA.
O dr. Hamer nomeou um evento capaz de gerar uma doença de DHS
(Dirk Hamer Síndrome), em homenagem a seu filho e também para
caracterizar que um evento pode ser tão grave quanto perder um filho,
quanto um susto de um bebê ao ver um rosto de palhaço avançando em sua
direção pela primeira vez. Para os adultos é uma brincadeira, para o bebê
pode ser tão assustador quanto um leão vindo em nossa direção.
O DHS sempre depende da percepção do indivíduo, no instante do
“susto”, ou seja, um mesmo evento pode ser percebido como grave ou pode
ser percebido como engraçado. Vai depender da percepção de cada pessoa.
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Para a Nova Medicina Germânica, o ser humano, assim como os
animais e vegetais sentem emoções, sentem medo, sentem raiva, sentem
alegria, sentem angústia, tristeza e principalmente todos os seres vivos
possuem INSTINTO DE SOBREVIVÊNCIA.
O que é o Instinto de Sobrevivência? É um sentimento? É uma
emoção? É um tecido biológico? É um pensamento? Onde se localiza em
nosso corpo? Em quais momento eu utilizo? Como faço para mudar? Como
falo para controlar este instinto de sobrevivência?
A resposta a todas estas perguntas, todos conhecem, porém cada um
pode responder à sua maneira.
A psique e o cérebro, apesar de regular todo nosso organismo, não são
levados em conta no momento dos tratamentos médicos.
Segundo dr. Hamer, a patologia celular de Virchow (séc XIX), que
sustenta que toda a enfermidade pode ser explicada por meio de processos
patológicos sobre as células, ainda permanece como verdade, e somente este
é um pensamento totalmente unidimensional da medicina sintomática em
que o paciente permanece sob tutela do médico e ignorante de sua doença e
principalmente de causa da doença.
Pois, conhecendo a causa, pode-se traçar um tratamento mais eficaz
para a doença e não somente tratar sintomas.
Muitas vezes, falando desta forma, você pode ficar em dúvida. Então,
vou explicar de uma forma lúdica, o que é o DHS e o PEBS.
Mas para isto, vou comparar qualquer evento que possa causar um
DHS, como por exemplo, uma notícia ruim, uma carta de demissão, um
assalto, uma agressão verbal ou física, um assédio, uma humilhação, uma
traição, enfim, um evento que nos pega no contrapé, vou representar este
DHS por um leão assustador. Então, o leão estará representando o DHS.
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O DHS é como um leão que aparece, de repente, na nossa frente!
Neste instante, nosso corpo todo fica em estado de alerta, ocorre palpitação,
suor frio, níveis de adrenalina ficam altos, ocorre hipertensão e hiperglicemia
que é um estado normal devido a este estado de alerta que chamamos de
SIMPATICOTONIA, em que nosso Sistema de Luta e Fuga entram em ação para
nos tirar o mais rápido possível daquela situação de perigo. Aqui entra nosso
instinto de sobrevivência,
Neste momento, meu instinto de sobrevivência reage com explosão
muscular e “pernas pra que te quero”!
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Ufa! Estou relativamente segura.
Mas o predador está bem na minha frente!
Ainda sinto palpitação, medo, angústia.
Os níveis de adrenalina, glicemia estão
altos. Isto vai permanecer enquanto eu sentir
que o predador está perto.
O predador foi embora, mas
ainda me sinto em perigo!
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Agora, sinto-me segura, posso relaxar e descansar. É o momento de
recuperação dos momentos de tensão. É o momento da
PARASSIMPATICOTONIA, em que sinto-me cansada, exausta, sinto dores no
corpo, inicia processo inflamatório e edema.
Se este processo de medo, angústia, mágoa, raiva, desespero,
desvalorização, tristeza imensa, preocupação excessiva permanecerem nos
afetando, voltando em flash constantes, fazendo-nos reviver constantemente
o DHS sofrido, nosso corpo fica entrando em Simpaticotonia e
Parassimpaticotonia o tempo todo, desgastando nossas forças, nossa saúde,
temos sono de má qualidade, nos alimentamos mal por causa destes
distúrbios emocionais intensos e constantes por longa data.
Os sintomas delatam o que a pessoa está passando. Cada “doença”
tem seu próprio PEBS e cada PEBS possui um DHS.
Buscar o DHS é encontrar a causa primordial da doença e
“desmanchar” o DHS é a base fundamental da Nova Medicina Germânica. É
simples, rápido e eficaz.
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No momento em que ocorre a liberação daquela grande energia
armazenada do momento do DHS, é como se a pessoa se libertasse de um
grande fardo, de um grande peso que estava arrastando desde aquele
instante fatídico. Vivenciar cada experiência desta libertação com seu
paciente é um momento inexplicável.
O dr. Hamer morreu em 2 de julho de 2017, em Sandefjord (Noruega)
e deixou um grande legado para a Medicina, porém, até o momento, a grande
parte da classe médica se recusa a conhecer e aplicar este legado, não
compreendendo o significado mais profundo das doenças. E se não conhece
e não compreende este significado, como pode querer curá-las?
A Nova Medicina Germânica está sendo utilizada por vários outros
profissionais da saúde com grandes resultados. No momento em que a classe
médica reconhecer os benefícios desta nova forma de praticar a medicina e
começar a aplicá-la em todo o sistema médico, todo este sistema médico-
farmacológico irá mudar e então viveremos uma era de mais humanidade na
saúde pública.
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A Nova medicina Germânica não coloca em dúvida as descobertas e
avanços médicos, porém, coloca em dúvida as conclusões realizadas a partir
da constatação da doença e suas causas. Nenhum médico questiona o porquê
de um tecido começar a reproduzir células cancerosas ou de um determinado
tecido apresentar hiper ou hipofunção. Apenas tratam o sintoma.
Se pensarmos que nosso cérebro é o responsável pela nossa
sobrevivência e é ele o responsável por nosso instinto de sobrevivência, então
pensar que o cérebro é ignorante em relação às células cancerosas ou
disfunções em nosso corpo, não é uma conclusão lógica.
O cérebro sabe e está no comando de toda disfunção em nosso corpo
e ele tem um motivo. É o cérebro quem está programando o corpo a realizar
um aumento de tecido ou a ter uma disfunção.
Como assim?
Meu cérebro é
quem programou
a doença?
A pergunta que devemos fazer é: porque o cérebro tomou esta
decisão? Ficou maluco? Quer realmente me matar? É suicida?
E se a resposta for: o cérebro está ganhando tempo, dando mais
condições para que você desça do galho, vá para um local seguro e siga a vida
com alegria por ter ganho uma nova vida!
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Parece ilógico, mas ao conhecer a Nova Medicina Germânica, isto fará
todo sentido, você se reconhecerá subindo e descendo do galho, ou não
abandonando nunca este galho, que parece ser o local mais seguro do mundo,
mas saiba, este galho é uma armadilha. Porque ao não enfrentar o medo de
descer do galho e ir correndo para casa, não estará dando chance a você
mesmo de sair desta situação.
O galho é apenas a corrente que te prende ao DHS eternamente. O
leão já foi embora há muito tempo, nem lembra mais que você está lá no
galho.
Esta é uma forma lúdica para explicar a Nova Medicina Germânica,
mas é uma forma simples e sensata em que muitos reconhecem sua própria
experiência de vida.
Isto realmente não parece ser científico, e de fato, o dr. Hamer não
explica desta forma, talvez por querer dar o formato médico-científico, a
forma que ele apresenta é totalmente médica, porém, eu não pretendo
defender uma dissertação, nem tese, nem mesmo uma monografia, então,
irei utilizar esta linguagem simples, fácil, acessível pois, desejo que todas as
pessoas conheçam a teoria da Nova Medicina Germânica, desejo espalhar
este conhecimento a todas as pessoas, não importando se são ou não
profissionais da área da saúde. não faço questão de ser científica, minha
forma de apresentar é terapêutica, para todas as pessoas, independente de
sua formação ou pretensão com a Nova Medicina Germânica.
É desta forma simples que apresento a GNM ao paciente, ele se
reconhece na situação e é esta a minha intenção e desta forma, ensino e
transmito as minhas experiência de modo simples e de modo objetivo.
Algum dia, assim como o dr. Hamer queria e sonhava, eu também
desejo que a Nova Medicina Germânica seja ensinada em uma graduação da
área da saúde, principalmente na medicina, de forma mais catedrática e de
forma mais científica como o dr. Hamer sonhava, utilizando tomografias e
histórico do paciente
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Por enquanto, acredito que a minha missão seja divulgar o máximo
possível, fazê-la conhecida pelas pessoas simples que são a grande maioria
da população. Desta forma, em algum momento, a Medicina irá perceber
sua importância para seus novos médicos e para uma medicina mais
humana e integrada com a natureza.
Com os conhecimentos da Nova Medicina Germânica, nem sempre
podemos resolver todos os conflitos, e algumas vezes teremos que evitar
fazê-lo. Sem dúvida, conhecendo os conflitos poderemos curar a maior parte
dos enfermos, mas não a todos. Todas estas novas possibilidades do
conhecimento e da capacidade terapêutica derivam da compreensão das 5
leis biológicas.
Vamos conhecer este nosso cérebro ?
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As Cinco Leis Biológicas
As cinco leis biológicas revelam que tudo na natureza tem um sentido
biológico e que nada está enfermo ou é maligno. As Cinco Leis biológicas
apresentam um sistema científico, muito claro e sensato, com o qual
podemos aprender a entender a origem e o desenvolvimento da
enfermidade. São susceptíveis de serem comprovadas a cada passo e
reproduzível em qualquer caso de um paciente.
As Cinco Leis Biológicas são:
1. A Lei Férrea – o que inicia a enfermidade
2. A lei das duas fases de todas as enfermidades – como se
comporta a enfermidade em que a primeira fase é sempre uma
fase simpática e a segunda fase é sempre uma fase
parassimpática.
3. O sistema ontogenético dos tumores e outras enfermidades, e
como a doença se comporta de acordo com os três tecidos
embrionários.
4. O sistema ontogenético dos micróbios nas enfermidades e sobre
a participação dos micróbios.
5. O significado biológico de cada programa especial com sentido
biológico e porque ficamos doente ou porque alguns recuperam
e outros não. Porque em alguns pacientes, uma doença cronifica
e em outros não.
Vamos falar mais detalhadamente sobre a 1ª Lei Biológica ou Lei Férra.
Um DHS é um evento que pega a pessoa como uma pancada, de forma
totalmente inesperada, desprevenida. Não são preocupações ou problemas
cotidianos, esperados ou aguardados, mas são totalmente inesperados
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Este evento inesperado, toca profundamente o indivíduo. Nesses
momentos sente-se totalmente só, mesmo que compartilhe a dor com outra
pessoa, não conseguimos passar 1 grão sequer da nossa dor para esta pessoa.
Se pudéssemos dar um pouquinho da nossa dor para outra pessoa, eu
poderia distribuir um pouquinho da minha dor para várias pessoas e poderia
ficar sem dor alguma e várias pessoas ficariam com uma pequena dor, o que
não é possível. Então, nossa dor, podemos falar dela, mas não podemos
dividir esta dor com ninguém e por isto, é vivido em solidão.
Esta é a característica do DHS, sem inesperado, ser agudo e vivido em
solidão. Se neste momento, você puder identificar qualquer momento em sua
vida que te traz esta sensação e este momento ainda é vivenciado com dor,
você acabou de reconhecer uma causa de algum problema de saúde, porque
nossa pisque, nosso cérebro, e nosso corpo físico são um só. Se um está
“ferido”, os outros também estarão.
Neste exato momento em que você se sentiu ferido, que foi assustado
pelo leão (DHS), iniciou também a 2ª Lei Biológica das duas fases. Lembra-se
que ao ver o leão (DHS) você se assustou, sentiu que o coração disparou, suas
pernas paralisou por um segundo e no mesmo instante se colocou a correr,
obedecendo o seu instinto de sobrevivência? Esta foi a primeira fase, a fase
simpática que irá durar enquanto você se sentir ameaçada, não estar em
segurança.
Quando sentir que está segura, você irá expirar aliviado!
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E neste momento, inicia a segunda fase, que é uma fase
parassimpática que vem em resposta ao período de extremo estresse, com
adrenalina alta, estado de alerta, insônia que foi a fase simpática. Agora vem
dor, inflamação, cansaço, muito sono. É uma fase de recuperação, em que
deveríamos realizar repouso, comer bem, descansar para recuperar as forças.
Porém nos dias atuais, isto não é bem visto e então, não nos permitimos
descansar e desta forma, não damos ao nosso corpo, a chance de recuperar.
O que irá manter todo o processo em balanço, ou seja, sem ser resolvido e
aquilo que poderia ser passageiro, torna-se crônico.
As demais leis biológicas estão todas conectadas à 2ª Lei Bifásica e aos
tecidos embrionários.
Quando modificamos nossa percepção sobre o DHS, tudo muda,
nossas respostas psíquicas, cerebrais e físicas se alteram e podemos
promover a liberação deste grande sofrimento, pois o programa biológico só
permanece ativo ou em balanço enquanto mantivermos nossa vida amarrada
naquele galho de árvore. Mas isto também é um ganho de tempo para que
você encontre uma solução e saiba que nenhum remédio, nenhum aparelho
pode remover um DHS. Nenhuma pessoa pode resolver o DHS de outro.
Resolver o DHS é um processo de crescimento pessoal, de
entendimento do evento causador e principalmente, desamarrar os laços que
ligam com o DHS definitivamente.
Na GNM, o paciente é o chefe absoluto do seu processo de cura e tudo
o que afeta o seu organismo. Somente cada pessoa pode saber o que
realmente é bom e correto, porque o paciente não é curado, mas sim
promove a autocura.
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Como as emoções afetam sua saúde?
Todas as pessoas tem em comum três coisas:
Todas as pessoas possuem um PASSADO.
Todas as pessoas possuem um PRESENTE.
Todas as pessoas possuem um FUTURO.
Porém, como cada pessoa vivencia estas três coisas, fará toda a
diferença em suas vidas.
Cinco pessoas passam por um DHS semelhante, vamos supor, por uma
humilhação no trabalho ou na escola.
1. A primeira pessoa já tem um histórico de humilhações, não fala
nada e se fecha como ostra em sua casca.
2. A segunda pessoa não tem histórico de humilhação, mas se sente
mal e chora.
3. A terceira pessoa não aceita, revida, briga, xinga e faz um rebuliço.
4. A quarta pessoa, fica triste, ofendida e vai procurar seus direitos.
5. A quinta pessoa sente-se ofendida e vai para casa e fica pensando
em uma maneira de se vingar.
Quem destes irá manter um programa biológico ativo ou em balanço,
promovendo uma doença? Todos eles tem chance de ter um programa
biológico em balanço. Porque? Por que a GNM não tem uma receita mágica
que serve como protocolo, mas cada pessoa é única, com seu passado, com
seu presente e com seu futuro.
No momento do DHS, cada pessoa tem uma percepção e isto irá
definir o tipo de programa biológico.
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Apesar de o fato ter sido o mesmo, ou seja, uma humilhação, cada um
pode perceber de forma diferente. Um pode ter reforçado uma percepção de
si mesmo, outro pode perceber como uma afronta, outro pode perceber
como um atentado à sua integridade, outro como uma perda de território e
outro como uma autodesvalorização. Deste modo, a julgar pelo fato, só
estamos vendo um lado da moeda. Agora temos que ver o outro lado da
moeda e lembre-se, sempre tem o outro lado da moeda.
Faça o seguinte exercício:
Identifique entre os sentimentos abaixo, aqueles que você percebeu
no dia de hoje em você. Marque todos os sentimentos percebidos.
Raiva Desgosto Decepção
Egoísmo Inquietação Desapontamento
Indecisão Solidão Indiferença
Rancor Ansiedade Tristeza
Vingança Confusão Amargura
Antipatia Egoísmo Ciúme
Desinteresse Preocupação Medo
Depressão Angústia Timidez
Vergonha Tédio Mágoa
Qual foi o mais relevante?
Este sentimento se repete com frequência?
Você sentiu alguma alteração física logo após?
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Estas alterações físicas, podem ser: espirros, tosse inesperada,
soluços, sede repentina, vontade de urinar ou defecar, vontade de soltar um
pum, arroto, prurido, bocejos, cansaço súbito, dor súbita, formigamento, ou
seja, pequenas alterações físicas.
Agora, marque os sentimentos abaixo que você sentiu hoje também.
Marque todos os sentimentos percebidos:
Afeto Empatia Esperança
Amor Prazer Espontaniedade
Coragem Paciência Satisfação
Determinação Moderação Alívio
Respeito Sossego Desapego
Tranquilidade Afinidade Entusiasmo
Alegria Arrependimento Segurança
Benevolência Bem-estar Simpatia
Curiosidade Contentamento Doçura
Qual foi o mais mais relevante?
Este sentimento se repete com frequência?
Você sentiu alguma alteração física logo após?
Após alguns dias, você já poderá perceber que houve algumas
alteração na sua vida, apenas reconhecendo as emoções diárias. E desta
forma, pode comprovar como as emoções afetam nossa saúde e nossa vida.
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Um passo-a-passo para uma vida saudável!
Independente de conhecer ou não a Nova Medicina Germânica, os
conflitos emocionais, os DHS, os leões da vida irão surgir para nos pegar no
contrapé.
Porém, a decisão de ficar uma hora, um dia, dois dias, uma semana,
um mês sentada no galho é uma decisão de cada um, de acordo com a
percepção.
Então, o problema não é necessariamente o DHS, mas sim, ficarmos
hipnotizados por ele. Ao invés de percebemos como um leão, podemos
perceber como um gatinho.
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Estar consciente de todos os sentimentos relacionados ao DHS e
compreendê-los, assim como você fez no exercício anterior, é começar a
transformar o leão em um gatinho.
E se você puder, a partir de agora, perceber seus sentimentos antes
que eles se tornem realmente um predador, tal qual um leão em sua vida,
pesado, perigoso, a ponto de nos ferir, tal qual uma doença, então, você
está no caminho de uma vida saudável.
Mas, e o que fazer com o que já se transformou em leão?
Bem, daí, você pode buscar auxílio com um neuroprogramação, que
irá realizar um atendimento completo, utilizando imãs em pontos
específicos do corpo que irão abrir os campos emocionais, mentais,
psíquicos, juntamente com o campo eletromagnético e desta forma,
podemos realizar a programação de resolução do conflito de forma muito
facilitada, já que o paciente está com seus campos emocional, energético e
mental equilibrados.
A resolução do conflito se faz com a ressignificação do DHS, ou seja,
agora vem a transformação do leão em gatinho e a pessoa poderá
finalmente descer deste galho e seguir sua vida de forma saudável.
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Estudo de caso 1 – Esclerose Múltipla
Quando estamos diante doenças tão graves quanto a Esclerose
Múltipla (EM), muitos profissionais da área da saúde ficam apreensivos e
penalizados por seus pacientes, que terão um futuro sombrio.
Este futuro sombrio se deve ao fato de os tratamentos serem de
suporte e sintomáticos, não tendo causas definidas, ou seja, causas
desconhecidas. Deste modo, para a ciência médica, o tratamento é realizado
com medicamentos para diminuir a progressão da doença e melhorar os
sintomas. Mas não combate a causa por ser desconhecida.
Mas na Nova Medicina Germânica, é diferente. E porque é diferente?
Porque na GNM possui causa e na Ciência médica não tem causa conhecida?
A Nova Medicina Germânica trata o paciente como um ser integrado
de emoção, mente, psique, cérebro e corpo físico e desta forma, doenças que
estão afetando o sistema nervoso, também estará afetando a mente, as
emoções e a psique. E desta forma, podemos elaborar várias perguntas, com
a Nova Medicina Germânica, por exemplo:
1. Qual é o sentido biológico da Esclerose Múltipla?
2. Porque foi necessário promover a desmielinização da bainha de mielina,
provocando parestesia, fraqueza muscular, com perda progressiva dos
movimentos e sensibilidade que irá prejudicar várias funções importantes
do corpo? Qual o sentido biológico para isto?
Quando não podemos responder estas perguntas, estaremos no vácuo
da ignorância da causa primordial e sem ela, não podemos tratar de forma
efetiva e definitiva, mas apenas tratar sintomas e postergar ao máximo, a
progressão da doença.
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A Terceira Lei Biológica da Nova Medicina Germânica, associa os três
folhetos embrionários a eventos causadores de doenças e a parte muscular
pertence ao folheto Mesoderme. No entanto, o alvo da Esclerose Múltipla
não é o músculo, mas sim a bainha de mielina que pertence ao tecido
nervoso, que tem sua origem no folheto Ectoderme.
Deste modo, na Esclerose Múltipla teremos dois folhetos
embrionários envolvidos, Ectoderme e Mesoderme. Ambos os tecidos estão
sendo necrosados na evolução da doença.
Olhando desta forma, porque nosso cérebro decidiu necrosar o
tecido nervoso e muscular? Qual a vantagem disto para minha
sobrevivência, já que nosso cérebro existe para nos manter vivos?
Sim, o cérebro possui algumas funções principais, quais são elas:
1. Manter-nos vivos, custe o que custar. É o instinto de sobrevivência.
Não importa como vivo, mas estou vivo.
2. Promover os movimentos do nosso corpo para garantir esta
sobrevivência, já que um corpo inerte, não pode sobreviver sozinho.
3. Realizar o contato social porque o ser humano é um animal que vivem
em comunidade e para isto, é necessário realizar este contato social.
Devemos compreender que uma decisão cerebral sempre é para
sobrevivermos. O que acontece é que, muitas vezes, não entendemos esta
forma de agir do cérebro, porque não conhecemos o programa biológico, a
maioria nem sabe que existe um programa biológico que funciona parecido
com um programa de computador. Um dia foi instalado e agora fica rodando
sempre, até que seja excluido.
Isto quer dizer que podemos excluir este programa em nosso cérebro
a qualquer momento. Excluindo o programa, podemos excluir as
consequencias que ele está causando. A isto chamamos de ressignificação
dos conflitos, quando trocamos o programa biológico.
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Em algum momento de uma pessoa com Esclerose Múltipla,
aconteceu um evento grave, inesperado e sentido sozinho em que ela sentiu
uma grande desvalorização e impotência e isto doeu tanto, tanto, que foi
necessário interromper a condução nervosa para impedir que esta dor tão
grande, pudesse chegar ao cérebro e causar uma morte súbita.
A desmielinização inicia neste momento. A dor é momentaneamente
interrompida para que a pessoa tenha tempo para resolvê-la.
A resposta diante um evento traumatizante, estressante que poderia
ser altamente perigosa, foi momentaneamente resolvida com a necrose da
bainha de mielina. Este foi o sentido biológico que deu início a um programa
biológico. Este programa biológico tem um tempo para ser resolvido para que
esta desmielinização não comprometa o sistema musculoesquelético e
sistema nervoso. Ocorrendo a resolução neste prazo, a instalação da
Esclerose Múltipla não se faz. O problema é quando o programa biológico se
mantém.
Existem vários motivos para uma pessoa manter um programa
biológico ativo, entre eles é a falta de conhecimento a respeito da existência
deste programa. Um outro fator comum, é a falta de energia devido a uma
alimentação inadequada, medo e falta de esperança, não associação de
eventos psíquicos com o início da doença e perde-se a grande oportunidade
de encontrar a causa da doença e realmente resolve-la.
Deste modo, o primeiro passo para resolver o programa biológico é
saber que existe este programa biológico rodando todos os dias, em todos os
minutos da vida. O segundo passo é entender o seu sentido biológico, porque
foi necessário iniciar este programa biológico.E o terceiro passo é descobrir o
evento agudo, inesperado, vivido em solidão (DHS) que deu origem a este
programa biológico.
Com estes três passos, agora você já está pronto para realizar a
ressignificação deste programa biológico e dar fim a ele.
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Estudo de caso 2 – Qual a causa das dores no corpo?
Muitas vezes nos deparamos com pessoas com dores pelo corpo, seja
no joelho, no cotovelo, no ombro, na lombar, na cervical, no tornozelo, no
punho, nos dedos. Alguns destes problemas podendo estar afetando as
articulações ou não.
Muitos começam tomando medicação sem avaliação nenhuma. Quem
não tem um relaxante muscular e analgésico em casa? No entanto, com o
passar do tempo, o problema não melhora. Neste ponto, a lesão já afetou
grande porção de tecido, seja ele muscular, seja articular.
Normalmente as causas das dores no corpo são: uso inadequado,
sobrecarga, idade, e quando nenhum destes fatores explicam a presença da
dor, então ela tem como causa idiopática.
A questão da idade é interessante porque todo o corpo tem a mesma
idade, e porque somente uma determinada região irá ser prejudicada devido
à idade? Isto é interessante quando um joelho tem desgaste e o outro não e
a causa é a idade. Não faz sentido algum esta causa.
O uso inadequado e a sobrecarga podem sim causar lesão, porém,
mesmo assim, ainda precisa ter mais algum fator associado para que
realmente provoque um prejuizo nos tecidos musculares e articulares.
Se pensarmos que estes tecidos foram construídos para nossa
locomoção e também execução de tarefas, não seria óbvio termos lesões por
executar tais tarefas. Porém, se executamos tais tarefas por obrigação, por
nos sentirmos coagidos, pressionados a realizá-los, e os realizamos sem
prazer algum, então isto muda tudo. A força para execução tem que ser muito
maior, porque agora, além da força da ação, precisomos superar ainda a força
que meu cérebro faz para não realizar tal ação.
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Isto quer dizer, que para realizar tal tarefa, iremos necessitar de quase
o dobro da força. Pense em alguém que tem uma síndrome do túnel do carpo.
Isto é um processo inflamatório na musculatura e tendões que passam por
sobre o nervo que vai para a mão, que provoca intensa dor e parestesia.
Observando a figura abaixo, vemos que uma pessoa com a STN possui um
programa biológico de autodesvalorização e este sentimento causa muita dor
acompanhado por um sentimento de não poder opor-se, com certa
impotência diante a situação. É como se a pessoa estivesse de mãos
amarradas e tendo que executar a tarefa que desagrada.
Porque a pessoa se sente amarrada? Em algum momento, esta pessoa
sentiu que ficou de mãos amarradas, sem poder opor-se, submetida a uma
tarefa ou ação que precisou realizar com muita pressão. Quem já não passou
por uma situação desta? Mas porque aquela pessoa foi sorteada para ter a
Síndrome do Túnel do Carpo?
- 27 -
Não é uma questão de sorteio, mas sim uma questão de
autodesvalorização. A pessoa já devia ter alguma questão de
autodesvalorização e aquele evento, veio para comprovar mais uma vez que
esta autodesvalorização que “doi muito” e preciso interromper esta dor,
diminuindo a minha oposição.
Veja só, o dedo polegar representa a oposição, porque ele é o único
que realiza um movimento de oposição e ele será o mais afetado por conta
desta oposição – preciso não sentir a oposição – e por isto, sente parestesia.
Isto quer dizer que a Síndrome do Túnel do Carpo apenas está
refletindo o que está na psique da pessoa – não posso me opor, sinto-me
amarrada, porém preciso executar esta tarefa que não me dá prazer.
Veja quanta sobrecarga esta pessoa tem para executar a mesma tarefa
que uma outra pessoa executa sem problema e sem dor. Isto que dizer que é
tudo uma forma de percepção. É o modo como a pessoa vivencia a mesma
situação e seu sentimento atua sobre o cérebro que irá dar uma resposta que
representa este sentimento. E isto irá continuar até que a pessoa reconheça
a corda que está amarrando seus punhos e a desamarre. Enquanto isto não
acontecer, terá que conviver com este programa biológico.
Mas porque muitas pessoas se curam mesmo não conhecendo o
programa biológico?
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Porque todo programa biológico é construido para que passemos por
ele sem ao menos saber da sua existência. O programa biológico pode ter
duração bem curta, por exemplo, durar 1 minuto. E isto acontece com
bastante frequencia. Basta passarmos um susto qualquer. O susto tem todas
as características do DHS – é agudo, inesperado e vivido em solidão. Pronto,
começou um programa biológico que vai durar menos de 1 minuto. Mas este
mesmo susto, sendo grave, afetando agora um sentimento de
autodesvalorização, pode ficar mais tempo ou até para a vida inteira.
Porém, em algum momento da vida, o entendimento se faz, a
aceitação, o afastamento da situação, o amadurecimento e então o programa
biológico não é mais necessário. Por exemplo, devido ao problema da
Síndrome do Tunel do Carpo, a pessoa foi transferida para outro setor, com
outro chefe, com pessoas diferentes, pode se sentir menos pressionada,
menos desvalorizada e então o programa biológico não tem mais necessidade
de existir porque o sentimento causador não está mais presente. Ou então,
foi afastada temporariamente para tratamento e desta forma, tem tempo
para resolver a autodesvalorização e encerrar o programa biológico.
Então, isto também ocorre com outras articulações, por exemplo,
lesões em joelho de jogadores de futebol. Porque tem tantas lesões? Atletas
são pessoas que possuem musculatura e articulações muito fortes, fruto de
treinamento, fortalecimento e estrutura corpórea do próprio atleta.
Então, é de se estranhar que com um choque em um determinado
momento, ocorra uma lesão. Se formos olhar todo o histórico do atleta, ele já
passou por muitos choques até piores que aquele que causou a lesão.
A pergunta é, porque exatamente naquele momento, um choque
simples, causou a lesão? Será que foi somente o choque? Se for, não justifica.
Sim, existem choques graves que causam lesões indiscutivelmente.
Mas aqui, estamos falando dos choques que a princípio não causariam.
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São pessoas com musculatura e tendões treinados para aqueles
choques. Então, não é o choque, mas sim o tecido que está mais enfraquecido.
Se procurarmos um DHS que aconteceu na vida deste atleta com as
mesmas características da Síndrome do Tunes do Carpo, ou seja, aquele atleta
se sente pressionado, coagido, obrigado e está realizando sem prazer algum,
e isto muda tudo. É como se fosse uma lesão necessária para aquele
momento. Interromper a autodesvalorização, a coação, a obrigação de
executar movimentos precisos e certeiros para alcançar um resultado que se
não alcançado será mais ainda, alvo de autodesvalorização.
Então, na presença da dor muscular, da dor articular, precisamos
entender que esta pessoa está executando a ação daquele membro com
desvalorização do movimento, com um sentimento de impotência e/ou
incompetência, pressionada ou obrigada. Enfim, olhando de mais perto,
sempre teremos o sentimento de autodesvalorização em relação àquele
movimento que “doi” para executar porque ele reflete a dor que está na
psique.
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Depoimentos
Alem de professora em 3 cursos, já fui atendida pela Luci com a medicina
germanica e fez total diferença na minha vida. Alem de me fazer enxergar
algumas situaçoes com clareza, todas as metas que eu queria alcançar, obtive.
Foi sensacional. Faria muitas outras vezes. Alta percepcao e olhar agucado a
Luci tem. Mônica Fiore Rego (São Paulo)
Olá eu sou Valéria , e eu fui buscar conhecer a nova medicina germânica,
porque eu percebi que muitos dos meus pacientes tinham problemas
emocionais e somatizavam isso no corpo físico e então eu fiz a formação e eu
senti que eu deslanchei , porque quando eu sei o que significa cada sintoma
no meu paciente e a relação disso no emocional dele,eu sinto que eu
realmente consigo ajudar verdadeiramente os meu paciente, pois quando o
paciente está me contando os sintomas eu já consigo associar com o conflito
que causou aquele sintoma físico de acordo com a nova medicina e consigo
ajuda-lo a resolver. Valéria Gracioso (Curitiba)
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Olá eu sou Andréa nutricionista,há um ano e meio eu fiz o curso da nova
medicina germânica e ele mudou completamente o paradigma que eu tinha
a respeito da origem das doenças, através da nova medicina germânica eu já
tratei câncer de mama,artrose, dores no joelho e eu só tenho a
agradecer,pois eu sinto que agora eu consigo tratar verdadeiramente dos
meus pacientes. Aluna neuroprogramadora Andrea .
Eu tenho muitos relatos para falar sobre a medicina germânica,eu posso
começar pela minha experiência durante o próprio curso,onde eu me curei
de uma alergia a metais, alergia essa que eu carregava desde criança, e eu
não podia sequer encostar em nenhum tipo de metal que me dava uma
ferida bem feia e de difícil cicatrização, durante o curso eu descobri que a
causa foi um conflito que eu sofri aos 2 anos de idade,quando o meu dedo
se prendeu em um metal e eu tive muito medo de perdê-lo, enquanto a
minha família tentava tira lo com um alicate,quando eu identifiquei isso e fiz
a ressignificação, a minha alergia simplesmente sumiu e agora como vocês
podem ver,eu uso tudo que eu tenho vontade e nunca pude utilizar, brinco ,
colar e eu sou muito grata a nova medicina germânica por isso é também
por hoje eu ter me tornado terapeuta e poder ajudar muitas pessoas.
Neuroprogramadora Clenilde.
Eu sou Cristina padoin , fisioterapeuta,e eu estava buscando uma forma de
compreender melhor os processos de saúde e doença através dos
questionamentos dos meus pacientes,eu queria melhorar a resposta do
atendimento desses pacientes,e foi então que eu encontrei a nova medicina
germânica,e hoje eu digo que não há como olhar para um paciente sem
pensar na nova medicina germânica, eu sou muito grata a esse
conhecimento e pretendo continuar cada vez mais me aprimorando e
ajudando um número cada vez maior de pessoas. Aluna neuroprogramadora
Cristina Padoin.
Fiz o curso grávida e seu curso me ajudou muito no pós parto, além das dicas
de escada pés para desinchar! Tania (Atibaia)
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Olá o meu nome é Lígia Mara eu sou dentista e a nova medicina germânica
mudou a minha forma de olhar para as doenças, transformou
primeiramente a minha vida pessoal pois eu pude entender os meus
conflitos e resolvê-los,e hoje eu posso conversar com os meus pacientes e
também ajudá-los durante o tratamento, eu sou muito grata ao dr Hamer e
a minha mestra Luci.
Olá meu nome é Renata Aurélia, eu sou professora de acupuntura e
auriculoterapia, e hoje eu não imagino mais os meus atendimentos sem o
conhecimento da nova medicina germânica, eu continuo tratando com
auriculoterapia e acupuntura, mas a nova medicina germânica abriu o meu
olhar e eu recomendo que todos façam esse curso pois é realmente
maravilhoso. Neuroprogramadora Renata Aurélia.
Espero encontra-lo em breve para que você também possa ajudar
muitas pessoas a descerem de seus galhos de forma segura e definitiva e se
livrarem de seus galhos e correntes que as prendem em suas doenças.
Um grande abraço
Luci Hayashi
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