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Divisibilidade: Conceitos e Exemplos

1. O documento apresenta um professor de matemática chamado Ricardo Sampaio que irá ensinar sobre divisibilidade. 2. Ele começa explicando o que é divisibilidade e dando exemplos. Em seguida apresenta as propriedades e critérios de divisibilidade como divisibilidade por 2, 3, 4, 5 e 6. 3. O documento contém um resumo dos tópicos a serem abordados e irá ensinar sobre divisores de números naturais e métodos para encontrá-los.

Enviado por

Fernanda Rafaeli
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Divisibilidade: Conceitos e Exemplos

1. O documento apresenta um professor de matemática chamado Ricardo Sampaio que irá ensinar sobre divisibilidade. 2. Ele começa explicando o que é divisibilidade e dando exemplos. Em seguida apresenta as propriedades e critérios de divisibilidade como divisibilidade por 2, 3, 4, 5 e 6. 3. O documento contém um resumo dos tópicos a serem abordados e irá ensinar sobre divisores de números naturais e métodos para encontrá-los.

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

EMBASA √ Agente Administrativo


Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Divisibilidade

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor no seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios irágarantir a você b caro alunob uma maior
chance de aprovaç� o.

9uodiav
a ada i utodos t ei os, as dizia pa a i es o:
bãodesista!“of a agoa e
viv
a o estode sua vida o ou a peão. a uha ad A l i

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

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SUMÁRIO
1 √ 5iv
isi ilidade

2 √ t opiedades da 5iv
isi ilidade

2 √ 5iv
isoes de u bú e obatual

3 √ / it ios de 5iv
isi ilidade

4 √ bú e os t i os
5 √ / o solida doa A pe dizage
6 √ v uest es de / o usos

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1 √ D iv is ib ilid a d e
Nesta primeira aula vamos tratar de alguns assuntos de suma importância
para a sequê ncia de nossos estudos. Em todas as aulas procuramos utilizar uma
linguagem de fácil entendimento sempre junto a parte teórica relacionando a forma
como o assunto pode ser cobrado em sua prova. Iniciamos os nossos estudos pelos
critérios de divisibilidade.

Divisibilidade
Quando realizamos a operaç� o de divis� o com dois n(merosb o resultado
nem sempre é um n(mero natural ”inteiro e positivo).

Neste sentido podemos dizer que um n(mero é DIVISÍVEL por outro quando
o QUOCIENTE entre eles n� o resultar RESTO.

Por exemplob 15 é divisível por 3b pois ao realizar a operaç� o 15:3 obtemos


o resultado 5 ”Quociente) e Resto 0. Da mesma maneira 15 n� o é divisível por 4b
pois ao dividirmos 15:4 obtemos resultado 3 e resto 3.

I MPORT A NT ÍS S I MO

b%h 9óL“T9 5LV L“%h t hR

2 √ P ro p rie d a d e s d a D iv is ib ilid a d e
Propriedades da Divisibilidade

1) Todo n(mero é divisível por 1.

O n(mero 1 é divisor de todos os n(meros e o resultado da operaç� o é o


n(mero que foi divididob isso se dá por que o 1 é elemento neutro da
multiplicaç� o e da divis� o. Assim: 15/1 é 15; ”Obs: Utilizaremos / como sinal
de divis� o).

2) Todo n(mero é divisível por ele mesmo.

A divis� o de um n(mero por ele mesmo tem por resultado 1b assim todo
n(mero é divisível por ele mesmo: Assimb 13/13é 1;

3) Se o divisor for 0 ele é divisível por qualquer n(merob pois 0 dividido por
qualquer n(mero é 0. Assimb 0/35 é 0.

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4) Se um determinado n(mero ”a) for divisível por um n(mero ”b) e um terceiro


n(mero ”c) for divisível pelo n(mero ”a)b ENTÃO o n(mero ”c) é divisível pelo
n(mero ”b). Exemplificando: 30 é divisível por 3b pois 30/3é 10 e 90 é
divisível por 30b pois 90/30 é 3; ent� o 90 é divisível por 3b pois 90/3é 30.

Exemplo: 40/2 e 80/40 ent� o 80/2

5) Se ab bb c e d s� o n(meros Naturaisb sendo que b e d s� o diferentes de 0. Se


a/b e c/d. ENTÃO a.c/b.d;

Exemplo: 25/5 e 4/2 ent� o 100/10

De acordo com esta propriedade se multiplicarmos os divisores


”numeradores) e multiplicarmos os dividendos ”denominadores)b o resultado
continua sendo divisores um do outro.

2 √ D iv is o r e s d e u m N ( m e ro N a t u ra l
Divisores de um n(mero natural

Os divisores de um n(mero natural s� o todos os n(meros que divididos por este


n(mero possuem resto 0.

Vamos exemplificar descobrindo quais s� o os divisores de 15 é ê D ”15).

A princípio podemos dizer que os n(meros 1 e 15 s� o divisores de 15b uma vez


que:

é ê 1 é divisor de qualquer n(mero;

é ê Todo n(mero é divisor dele mesmo;

Precisamos agora encontrar os demais divisores:

3 é divisor pois 15/3 é 5;

5 é divisor pois 15/5é 3;

Assim encontramos todos os divisores de 15 s� o eles:

D”15) é “1;3;5;15};

Vamos pensar agora quais s� o os divisores de 42?

Sabemos que 1 e 42 s� o divisores;

42/2 é 21; 42/3 é 14;

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42/6 é 7; 42/7 é 6;

42/14 é 3; 42/21 é 2;

D”42)é “1;2;3;6;7;14;21;42};

Método prático para encontrar os divisores de um n(mero natural

Para facilitar nossa vida existe um método prático para encontrar os divisores de
um n(merob vamos explicar com o mesmo exemplo acima.

Quais os divisores de 42 é ê D ”42)

1) Decompomos o 42 em fatores primos.

2) Para descobrir quais s� o os divisores traçamos uma nova linha vertical e


passamos a multiplicar cada n(mero primo encontrado pelos n(meros que
forem surgindo sempre iniciando por 1.

3) Outro recurso que este método nos permite é descobrir quantos divisores
possui um n(mero sem a necessidade de encontráclos. Para isso observe os
n(meros primos encontrados 2.3.7b devemos pegar os expoentes de cada
um delesb neste caso como eles só apareceram uma vez o expoente é 1b
acrescentamos 1 em cada um dos expoentes obtemos 2 em cada um agora
basta multiplicáclos 2.2.2é 8. Assim 42 possui 8 divisores.

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3 √ C rit ério s d e D iv is ib ilid a d e


Critérios de Divisibilidade
Divisibilidade por 2

Um n(mero natural é divisível por 2 se este n(mero for parb ou sejab seu algarismo
da unidade for 0b 2b 4b 6 ou 8.

Exemplos:
a) 24 é divisível por 2 porque 24 é par;
b) 235 n� o é divisível por 2 porque 235 é ímpar;

Divisibilidade por 3

Um n(mero natural é divisível por 3 se a soma de seus algarismos também for.

Exemplos:
a) 258 é divisível por 3?
Somamos os algarismos 2 + 5 + 8 é 15
15 é divisível por 3 logo 258 também é.

b) 1250 é divisível por 3?


Somamos os algarismos 1+ 2 + 5 + 0 é 8
8 n� o é divisível por 3 logo 1250 também n� o é.

Divisibilidade por 4

Um n(mero natural é divisível por 4 se este n(mero for par e o dobro de seu
algarismo da dezena somado com seu algarismo da unidade for divisível por 4.

Exemplos:
a) 3576 é divisível por 4?
Multiplicando a dezena por 2 e somando a unidade obtemos 2.7+ 6é 20b
sendo 20 divisível por 4 ent� o 3576 também é.

b) 19421 é divisível por 4?


N� o é divisível pois 19421 é ímpar.

c) 19434 é divisível por 4?


Vejamosb ao multiplicar a dezena por 2 e somando a unidade temos
3.2+ 4é 10b uma vez que 10 n� o é divisível por 4 ent� o 19434 também n� o é.

Divisibilidade por 5

Um n(mero natural é divisível por 5 se seu algarismo da unidade for 0 ou 5.

Exemplos:
a) 480 é divisível por 5?
Simb pois termina em 0.

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b) 6315 é divisível por 5?


Simb pois termina com 5.

c) 71 é divisível por 5?
N� ob pois n� o termina nem com 0 nem com 5.

Divisibilidade por 6

Um n(mero natural é divisível por 6 se este n(mero for simultaneamente divisível


por 2 e por 3.

Exemplos:
a) 2514 é divisível por 6?
2514 é divisível por 2 por ser par e por 3 uma vez que 2+ 5+ 1+ 4é 12 e 12 é
divisível por 3b logo 2514 é divisível por 6.

b) 743 é divisível por 6?


743 n� o é divisível por 2 jáque n� o é par logo n� o é divisível por 6.

c) 128 é divisível por 6?


128 é divisível por 2b pois é parb no entanto n� o é por 3 uma vez que
1+ 2+ 8é 11 e 11 n� o é divisível por 3b logob 128 n� o é divisível por 6.

Divisibilidade por 7

Um n(mero natural é divisível por 7 se o módulo da diferença entre o dobro do


algarismo da unidade e o n(mero formado após a exclus� o da unidade for divisível
por 7. Após a aplicaç� o do critériob caso seja necessáriob efetuacse novamente o
processob assim como é exibido no exemplo.

Exemplos:
a) 532 é divisível por 7?
Pegamos o algarismo da unidade 2 e multiplicamos por 2b assim 2.2é 4;
O n(mero que restou foi 53 agora subtraímos 53 de 4b assim 53c4é 49;
Como 49 é divisível por 7 ent� o 532 também é.

b) 3452 é divisível por 7?


Fazendo o mesmo processo acima multiplicando o algarismo da unidade 2.2é 4.
Em seguida subtraindo 345c4é 341. Como 341 n� o um n(mero obvio se é ou
n� o divisível por 7 podemos repetir o processo com o n(mero 341b logo 2.1é 2
e 34c2é 32. Como 32 n� o é divisível por 7 ent� o 3452 também n� o é.

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Divisibilidade por 8

Um n(mero natural é divisível por 8 se este n(mero for par e a soma do


quádruplo do seu
algarismo da centena com o dobro do seu algarismo da dezena com o seu
algarismo da unidade for divisível por 8.

Exemplos:
a) 3592 é divisível por 8?
4.5+ 2.9+ 2é 40 como 40 é divisível por 8 ent� o 3592 também é.

b) 721 é divisível por 8?


N� ob pois 721 é ímpar.

c) 28406 é divisível por 8?


4.4+ 2.0+ 6é 22b como 22 n� o é divisível por 8 ent� o 28406 também n� o é.

Divisibilidade por 9

Um n(mero natural é divisível por 9 se a soma de seus algarismos também for.

Exemplos:
a) 567 é divisível por 9?
5 + 6 + 7 é 18b jáque 18 é divisível por 9 ent� o 567 também é.

b) 2973 é divisível por 9?


2 + 9 + 7 + 3 é 21b como 21 n� o é divisível por 9b ent� o 2973 também n� o
é.

Divisibilidade por 10

Um n(mero natural é divisível por 10 se seu algarismo da unidade for 0.

Exemplos:
a) 370 é divisível por 10?
Simb pois 370 termina em 0;

b) 4381 é divisível por 10?


N� ob pois 4381 n� o termina em 0.

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4 √ N ( m e ro s P rim o s
N(meros Primos
Os n(meros primos s� o aqueles que possuem apenas dois divisores que seriam
o 1 e ele mesmo. O n(mero que possui mais de um divisor é chamado composto.

I MPORT A NT ÍS S I MO

h à bL/ h bà a 9Rh t RLa h v U 9 ; t A R; h .

Para encontrar os demais n(meros primos devemos sempre verificar se há


divisores além de 1 e dele mesmo. O n(mero 1 n� o é considerado primo.

N(meros primos menores que 100:

Decomposiç� o em fatores primos:

Fatoraç� o

Todo n(mero composto pode ser escrito como um produto de n(meros


primos. Este produto é chamado de FORMA FATORADA e podemos obtê clo através
de um processo chamado decomposiç� o em fatores primosb ou simplesmenteb
fatoraç� o.

Para issob traçamos uma linha vertical à direita do n(mero e efetuamos


sucessivas divisões por n(meros primos que sejam divisores do mesmo até que se
obtenha
o quociente 1.

Vamos observar como fica a fatoraç� o do n(mero 30.

Como 30 é par dividimos ele por 2 obtendo 15.


15 é divisível por 3 pois 1+ 5é 6 é ê 15/3é 5
5 é divisível por 5 pois termina com 5 é ê 5/5é 1

Visualmente fica:

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Assim 30 é 2.3.5 ”Na forma fatorada)

Vamos ver mais alguns exemplos:

Fatoraç� o de 180

5 √ C o n s o lid a n d o a A p re n d iz a g e m
Consolidando a Aprendizagem
1. Decomponha cada n(mero dado em fatores primos:
a) 12é
b) 18é
c) 24é
d) 32é
e) 40é
f) 45é
g) 48é
h) 49é
i) 54é
j) 56é

2. Determine:
a) D”25)é
b) D”28)é
c) D”30)é
d) D”32)é
e) D”35)é
f) D”36)é
g) D”40)é
h) D”44)é
i) D”45)é
j) D”48)é

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CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
RESPOSTAS

1.
a) 12é 2 2 . 3
b) 18é 2 . 3 2
c) 24é 2 3 . 3
d) 32é 2 5
e) 40é 2 3 . 5
f) 45é 3 2 . 5
g) 48é 2 4 . 3
h) 49é 7 2
i) 54é 2. 3 3
j) 56é 2 3 . 7

2.
a) D”25)é “1b5b25}
b) D”28)é “1b2b4b7b14b28}
c) D”30)é “1b2b3b5b6b10b15b30}
d) D”32)é “1b2b4b8b16b32}
e) D”35)é “1b5b7b35}
f) D”36)é “1b2b3b4b6b9b12b18b36}
g) D”40)é “1b2b4b5b8b10b20b40}
h) D”44)é “1b2b4b11b22b44}
i) D”45)é “1b3b5b9b15b45}
j) D”48)é “1b2b3b4b6b8b12b16b24b48}

6 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS
1. ”FCC √ Oficial de manutenç� o √ 2014) No setor de arquivos de um escritóriob
existem 2.240 pastas arquivadas. Retirandocse certo n(mero de pastasb as que
sobram podem ser perfeitamente divididas entre 7 departamentos do escritóriob ou
entre 6 setores do escritóriob o que é uma situaç� o desejada. Nas condições dadasb
o menor n(mero de pastas que devem ser retiradas para que se atinja a situaç� o
desejada é igual a

a) 31.
b) 17.
c) 23.
d) 14.
e) 9.

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Gabaritando Matemática Divisibilidade

2. ”FCC √ Analista Técnico √ 2013) Alguns funcionários da Defensoria P(blica de


S� o Paulo participaram de um seminário sobre Ações na Área Cívelb pelo qual
pagaram o total de R$ 715b00b no ato de suas inscrições. Se ) reais era
o valor unitário da inscriç� o e ) é um n(mero inteiro compreendido entre 40 e 60b
quantos funcionários da Defensoria participaram de tal seminário?

a) 11.
b) 13.
c) 37.
d) 55.
e) 59.

3. ”Quadrix c 2020 c CRMVcAM c Serviços Gerais)

Texto Associado:

a) No quadrob o n(mero 57 é o (nico divisível por 3.

” ) Certo ” ) Errado

b) Os n(meros 22 e 33 s� o divisíveis somente por 11.

” ) Certo ” ) Errado

c) Os n(meros 13 e 17 s� o primos.

” ) Certo ” ) Errado

d) Os n(meros 13 e 17 s� o primos.

” ) Certo ” ) Errado

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4. Prefeitura de Carnaíba c PE

A soma dos primeiros n n(meros ímpares positivosb ”a começar de 1)b

a) possui sempre raiz quadrada inteira.


b) é sempre um n(mero par.
c) é sempre um n(mero ímpar.
d) nunca é um m(ltiplo de 7.
e) é sempre um n(mero primo.

GABARITOS E COMENTÁRIOS

QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1. ”FCC √ Oficial de manutenç� o √ 2014) No setor de arquivos de um escritóriob


existem 2.240 pastas arquivadas. Retirandocse certo n(mero de pastasb as que
sobram podem ser perfeitamente divididas entre 7 departamentos do escritóriob ou
entre 6 setores do escritóriob o que é uma situaç� o desejada. Nas condições dadasb
o menor n(mero de pastas que devem ser retiradas para que se atinja a situaç� o
desejada é igual a

a) 31.
b) 17.
c) 23.
d) 14.
e) 9.

COMENTÁRIO: Observe que o exercício indaga quantas pastas devem ser retiradas
para que eu possa dividiclas entre 7 departamentos ou entre 6 setoresb logo estou
à procura de um m(ltiplo de 6 e 7. O Menor m(ltiplo entre 6 e 7 é 42. Se dividirmos
2240 por 42 obteremos 53 e resto 14 que é o gabarito da quest� o.
GABARITO: D) 14

2. ”FCC √ Analista Técnico √ 2013) Alguns funcionários da Defensoria P(blica de


S� o Paulo participaram de um seminário sobre Ações na Área Cívelb pelo qual
pagaram o total de R$ 715b00b no ato de suas inscrições. Se ) reais era o valor
unitário da inscriç� o e ) é um n(mero inteiro compreendido entre 40 e 60b quantos
funcionários da Defensoria participaram de tal seminário?

a) 11.
b) 13.
c) 37.
d) 55.
e) 59.

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COMENTÁRIO: No referido seminário foi paga a quantia de R$ 715b00b o valor


unitário da inscriç� o estáentre 40 e 60b logo devemos encontrar um divisor de 715
que se encontre entre 40 e 60. Decompondo 715 e encontrando todos os divisores
temos:

Logo os divisores de 715 s� o ”1b5b11b13b55b65b143b715)b sendo que o 55 é o


(nico compreendido entre 40 e 60b assim encontramos o valor unitário da inscriç� ob
como o exercício pede o n(mero de funcionários que participaram devemos dividir
715 por 55 obtendo 13b que é nosso gabarito.
GABARITO: B) 13

3. ”Quadrix c 2020 c CRMVcAM c Serviços Gerais)

Texto Associado:

a) No quadrob o n(mero 57 é o (nico divisível por 3.

” ) Certo ” ) Errado

COMENTÁRIO: Item ERRADO uma vez que o n(mero 33 também é divisível por 3.

b) Os n(meros 22 e 33 s� o divisíveis somente por 11.

” ) Certo ” ) Errado

COMENTÁRIO: Item ERRADO uma vez que 22 também é divisível por 2 assim como
33 também é divisível por 3.

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c) Os n(meros 13 e 17 s� o primos.

” ) Certo ” ) Errado

COMENTÁRIO: Item CERTO uma vez que os n(meros citados s� o PRIMOSb pois só
podem ser divididos por 1 por ele mesmos.

4. Prefeitura de Carnaíba c PE

A soma dos primeiros n n(meros ímpares positivosb ”a começar de 1)b

a) possui sempre raiz quadrada inteira.


b) é sempre um n(mero par.
c) é sempre um n(mero ímpar.
d) nunca é um m(ltiplo de 7.
e) é sempre um n(mero primo.

COMENTÁRIO: Se formos tentar realizar as somas dos impares positivos iremos


perceber que:

1+ 3 é 4
1+ 3+ 5 é 9
1+ 3+ 5+ 7 é 16
1+ 3+ 5+ 7+ 9 é 25

As respostas s� o sempre raiz quadrada inteira.


GABARITO: a) possui sempre raiz quadrada inteira.

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O material foi elaborado especialmente


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claras possíveis e que você consiga
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Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
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“ ej
avo ue fo,sej a ualfo a posiçãosoial ue v
o te ha a v
ida,a ais al
ta oua
ais ai a,te ha se pe o o eta uita foça, uita dete i açãoe se pe faça tudo
o uitoa o e o uita f e 5eus, ue u diav o hega l
á.5e al
gu a a eia v o
hega l
á."A to “ e ada “ il
va

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SUMÁRIO
1 √ a í i oa últiplo/ o u a a /
2 √ a ái o5iviso / o u a 5/
3 √ / o solida dooA pe dizado
4 √ v uest es de / o usos
5 √ / o e táiodas v uest es

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1 √ Mín im o M( lt ip lo C o m u m ” MMC )
Mínimo M(ltiplo Comum ”MMC)

Observe a seguinte quest� o da Banca Vunesp:

Em uma padariab o p� o francê s sai a cada 3 horasb o p� o de queijo a cada 4 horas


e o p� o recheado a cada 6 horas. Se às 7h da manh� esses 3 tipos de p� es saíramb
ent� ob eles voltar� o a sair junto às:

É possível perceber na quest� o uma ideia de repetiç� ob algo se repete de


alguma forma e exercícios deste tipo podemos resolver utilizando o MMC.

Para entender o MMC devemos recordar o conceito de M(ltiplob que s� o os


n(meros obtidos a partir da multiplicaç� o deste n(mero pelos n(meros naturais.
Assimb os M(ltiplos de 3 s� o:

M”3)é “0b3b6b9b12b15b18b21b24b27b30...};

Entendido este conceito o MMC busca algo em COMUM logo para existir tem
que ser feito com dois ou mais n(meros. Vejamos os M(ltiplos de 5:

M”5)é “0b5b10b15b20b25b30...};

Podemos a partir destes dois n(meros encontrar m(ltiplos em comumb


observando a listagem podemos ver que o 15 e o 30 aparecem nas duasb além de
outros maioresb no entanto o MMC busca o MÍNIMOb assim:

MMC ”3b5)é 15

Vamos retomar o problema acima da padariab onde p� o francê s sai a cada 3 horasb
p� o de queijo a cada 4 e p� o recheado a cada 6. Uma vez percebida a ideia de
repetiç� o vamos identificar os m(ltiplos destes n(meros.
M”3)é “0b3b6b9b12b15...};

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M”4)é “0b4b8b12b15...};
M”6)é “0bb6b12b18...};

Excluindo o 0 podemos perceber que o menor n(mero que aparece em


comum entre os trê s n(meros é 12. Logob MMC ”3b4b6) é 12. No exercício proposto
os trê s p� es teriam saído as 7 horas e o problema questionam quando sair� o juntos
novamenteb concluímos ent� o que sair� o após 12 horasb logo as 19 horas.

Para facilitar o cálculo do MMC vamos explicar um método práticob embora


existam diversos métodos para se obter o resultado optei diante de nosso objetivo
trabalhar apenas o método mais prático o da FATORATÃO SIMULTÂNEA.
Neste método fatoramos os n(meros que desejamos saber o MMC
simultaneamente e passamos a dividir pelos n(meros primos. Vejamos o MMC
”3b4b6) por este método.

Observações:
฀ Sempre devemos iniciar do menor n(mero primo em diante.
฀ Caso um dos n(meros n� o seja divisível pelo n(mero primo devemos repetic
lob como ocorreu com o 3 na primeira linha.
฀ O MMC sempre termina quando encontramos 1 no final.
฀ O MMC é o produto dos n(meros primos.

Vamos ver mais alguns exemplos:


MMC ”3b5b7)
Observe que os fatores primos coincidem com os n(meros que queremos calcular
o MMCb logo para obter o MMC se todos os n(meros forem primosb basta
MULTIPLICÁcLOS
Qual é o MMC entre 12b 15 e 20?

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2 √ Máx im o D iv is o r C o m u m ” MD C )
Máximo Divisor Comum ”MDC)

Vamos iniciar nosso estudo do MDC com uma situaç� o que podemos encontrar em
concursos:
Um comerciante possui em seu estoque 4 rolos de tecidos com estampas que já
n� o mais atendem à preferê ncia dos clientesb mas para n� o ficar no prejuízob decidiu
cortar os tecidos de todos os rolos em pedaços menores de mesma medida e ofertác
los com um generoso desconto no metro de 70%. Sabendo que as medidas dos
tecidos contidos nos 4 rolos s� ob respectivamenteb 12mb 20mb 32m e 48mb qual
seráa metragem máxima de cada corteb de forma que n� o sobre nenhum tecido nos
rolos?

É possível perceber na quest� o algumas ideias como a de divis� o em maior tamanho


igualb perceba as palavras em negrito. Este tipo de quest� o podemos resolver
utilizando o MDC.

Para entender o MDC retomemos a ideia de divisores vista acima. Lembrando


que divisores de um n(mero s� o todos aqueles que dividem o n(mero n� o deixando
resto. Assimb os Divisores de 12 s� o:

D”12)é “1b2b3b4b6b12};

Entendido este conceito o MDC busca algo em COMUM logo para existir tem
que ser feito com dois ou mais n(meros. Vejamos os Divisores de 20:

D”20)é “1b2b4b5b10b20};

Podemos a partir destes dois n(meros encontrar divisores em comumb


observando a listagem podemos ver que o 1b2 e 4 aparecem nas duasb no entanto
o MDC busca o MÁ)IMOb assim: MDC ”12b20)é 4

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Vamos retomar o problema acimab o comerciante possui 4 rolos e as medidas dos


rolos s� o: 12b20b 32 e 48. Uma vez percebida a ideia de dividir algo em partes
iguais do maior tamanho possível vamos identificar os divisores destes n(meros.
D”12)é “1b2b3b4b6b12};
D”20)é “1b2b4b5b10b20};
D”32)é “1b2b4b8b16b32};
D”48)é “1b2b3b4b6b8b12b16b24b48};

Excluindo o 1 podemos perceber que o maior n(mero que aparece em comum como
divisor entre os quatro n(meros é 4. Logob MDC ”12b20b32b48) é 4. No exercício
proposto a metragem procurada é de 4 metros.

Para facilitar o cálculo do MDMC vamos explicar um método práticob embora


existam diversos métodos para se obter o resultado optei diante de nosso objetivo
trabalhar apenas o método mais prático o da FATORATÃO SIMULTÂNEA.
Observaç� o: Enquanto no MMC o n(mero primo encontrado deve dividir um dos
n(merosb no MDC o n(mero primo deve dividir TODOS os n(meros.

Em nosso problema proposto devemos achar o MDC de 12b 20b 32b 48.

Observe que n� o há n(mero que divisor de 3b5b8 e 12 ao mesmo tempo


logo encerramos o MDC neste momento e multiplicamos os fatores encontrados.

Vejamos outro exemplo: Qual o MDC de 30b 75 e 135?

Fazendo a fatoraç� o simultânea temos...

MDC ”30b 75b 135) é 15

Caso ao realizar a fatoraç� o n� o encontrarmos n(meros primos para dividir


o MDC será1 e os n(meros analisados s� o primos entre si.

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Exercícios Resolvidos
1) Na rodoviária de certa cidadeb o 9nibus que vai para S� o Paulo sai a cada 24
minutos e o que vai para o Rio de Janeiro sai a cada 45 minutos. Sabendo que às
15 horas os horários de partida desses 9nibus coincidiramb a próxima coincidê ncia
de horário de partida ocorreráàs:

a) 21:00 horas.
b) 21:30 horas.
c) 22:00 horas.
d) 22:30 horas

Resoluç� o: A primeira observaç� o que devemos fazer é a ideia de repetiç� o que o


problema trásb lembrando que se a ideia é de REPETITÃO o caminho é MMC.
Fazendo o MMC de 24 e 45 temos:
Após efetuar o cálculo do MMC obtemos 360 minutos e devemos analisar a
resposta correta. 360 minutos é igual a 6 horas. Sabendo que saíram juntos as
15:00 após 6 horas sair� o juntos novamente as 21:00 Horas.
Alternativa A.

2) Trê s faixas retangularesb todas com 25 centímetros de largurab tê m comprimentos


Ab B e C metros. Necessitacse recortar essas faixas em faixas retangulares menoresb
todas com 25 centímetros de largura e maior comprimento possívelb sem
desperdício. Sabendocse que a soma dos comprimentos Ab B e C é 6 metrosb a soma
dos comprimentos A e B é 3b6 metros e que o comprimento C excede o
comprimento A em 80 centímetrosb o n(mero total de faixas retangulares menores
e o perímetro de cada uma delasb em metrosb dever� o serb respectivamenteb
A) 15 e 1b1.
B) 15 e 1b3.
C) 15 e 1b5.
D) 17 e 1b3.
E) 17 e 1b5.

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Resoluç� o: O Exercício nos remete ao MDC uma vez que aparece alguns termos
como: maiorb sem desperdíciob recortar. Ocorre que neste problema em específico
háum fator prejudicanteb o fato de n� o fornecer diretamente o tamanho das faixas
deixando informações para obtê clos. Vamos ent� o raciocinar.

฀ As trê s faixas juntas medem 3 metrosb e as faixas A e B juntas medem 3b6b


logo a faixa C é igual a 6c3b6é 2b4. Faixa Cé 2b4.
฀ A faixa C excede A em 80 cm ent� o a faixa A é igual 2b4c0b8é 1b6. Faixa
Aé 1b6.
฀ A faixa B ent� o é igual a 6c2b4c1b6é 2. Faixa Bé 2.

Agora que sabemos o tamanho das faixas devemos fazer o MDC ”2b4;1b6;2);

Para facilitar o trabalho vamos converter as medidas de metros para centímetro.

2b4 m é 240 cm
1b6 m é 160 cm
2 m é 200 cm

MDC ”240b 160b 200)


O MDC deu 40 cm logo as faixas ser� o cortadas neste tamanhob resultando em 6
pedaços da Faixa Ab 4 pedaços da Faixa B e 5 pedaços da Faixa C resultando em
15 pedaços. Cada faixa possui 40 cm de comprimento e 25 cm de largura o
perímetro ent� o é igual a 40+ 40+ 25+ 25 é 130 cm que convertido em metro é
igual a 1b3 metros.
ALTERNATIVA B

3) ”Vunesp 2019) Para uma atividade de orientaç� o e prevenç� o em determinado


bairrob n funcionários da Secretaria de Sa(de de certo município dever� o ser
divididos em gruposb de modo que cada grupo tenha o mesmo n(mero de
funcionários. Constatoucse que cada grupo poderáter 6b ou 10b ou 12 funcionáriosb
e queb em qualquer uma das trê s composiçõesb n� o restaránenhum funcionário fora
de um grupo. Nessas condiçõesb o menor valor possível para n é:

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a) 40.
b) 46.
c) 50.
d) 52.
e) 60.

Resoluç� o: Este exercício é relativamente fácil e podemos resolvê clo por uma técnica
muito utilizada em concurso que é tentativa e erro. O n(mero que procuramos tem
que ser m(ltiplo de 6b 10 e 12. Das alternativas só temos o 60 como opç� o. O
termo “menor possível” nos leva a pensar no MMC. MMC ”6b 10b 12) é 60.
ALTERNATIVA E

3 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o
CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO

1. Calcule:
a) mmc”3b4b6)é
b) mmc”2b4b8)é
c) mmc”3b6b9)é
d) mmc”4b8b10)é
e) mmc”6b12b15)é
f) mmc”6b15b18)é
g) mmc”8b12b20)é
h) mmc”9b15b27)é
i) mmc”12b16b24)é
j) mmc”12b15b21)é

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2. Calcule:
a) mdc”16b18b20)é
b) mdc”15b20b30)é
c) mdc”14b21b28)é
d) mdc”14b28b35)é
e) mdc”24b30b32)é
f) mdc”35b45b50)é
g) mdc”50b60b80)é
h) mdc”56b64b72)é
i) mdc”56b66b76)é
j) mdc”100b108b120)é

GABARITO

1.
a) 12
b) 8
c) 18
d) 40
e) 60
f) 90
g) 120
h) 135
i) 48
j) 420

2.
a) 2
b) 5
c) 7
d) 7
e) 2

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f) 5
g) 10
h) 8
i) 2
j) 4

4 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
1) ”FCC √ Analista de Gest� o √ 2018) Um novo filme serálançado em 3 cinemas de
uma cidade do oeste paulista. Devido à popularidade mundial do filmeb os 3 cinemas
ir� o exibir sessões continuamente pelos próximos diasb inclusive de madrugada e
de manh� b assim como nos domingos e feriados.

O lançamento ocorre simultaneamente nos 3 cinemasb às 23h de um sábado. A


partir daí as próximas exibições seguem o seguinte padr� o:
� Cinema A: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 4
horas;
� Cinema B: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 5
horas;
� Cinema C: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 12
horas.

Dessa formab podecse concluir que a primeira vez em que os trê s cinemas ir� o iniciar
uma sess� o simultaneamenteb sem contar o lançamentob se daráàs:

a) 23h de uma segundacfeira.


b) 23h de uma terçacfeira.
c) 11h de uma terçacfeira.
d) 16h de um domingo.
e) 11h de uma quartacfeira.

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2) ”FCC √ Supervisor do Metr9 √ 2010) Suponha queb a partir de outubro de 2009b


como parte de um projeto culturalb diariamente às 18 horasb numa Estaç� o do Metr9
é apresentado um evento denominado Encontros Musicais da Velha Guarda e desde
ent� ob sistematicamenteb dois amigos costumam assisticlo: Jovianob a cada 15 diasb
e Juvenalb a cada 12 dias. Se em 22/12/2009b ambos se encontraram em tal eventob
a próxima data em que eles láestiveram juntos foi

a) 22/02/2010.
b) 20/02/2010.
c) 12/02/2010.
d) 22/01/2010.
e) 20/01/2010.

3) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2013) Rafael possui uma coleç� o de 48 CDs e 31


DVDsb parte dos quais ele destinarápara doaç� o. Da coleç� o ele ficarácom 20 CDs
e 10 DVDsb destinando o resto para doaç� o. A doaç� o seráfeita em caixas contendo
sempre ao menos 1 CD e 1 DVDb n� o sendo necessário que o n(mero de CDs de
uma caixa seja igual ao de DVDs que ela contenha. Além dissob todas as caixas para
doaç� o devem conterb entre sib o mesmo n(mero de CDs e de DVDs. Nas condições
descritasb o maior n(mero possível de caixas para doaç� o seráigual a

a) 9. b) 7. c) 3. d) 6. e) 11.

4) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) O n(mero A é o menor inteiro positivo divisívelb


simultaneamenteb por 12b 14 e 21. Jáo n(mero B é o maior inteiro positivo divisorb
simultaneamenteb de 105b 135 e 180. Nessas condiçõesb o valor da express� o
”A/B)² é igual a

a) 33b64.
b) 29b16.
c) 24b01.
d) 31b36.

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e) 26b01.

5) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Na linha 1 de um sistema de Metr9b os trens


partem de 2b4 em 2b4 minutos. Na linha 2 desse mesmo sistemab os trens partem
de 1b8 em 1b8 minutos. Se dois trens partemb simultaneamente das linhas 1 e 2 às
13 horasb o próximo horário desse dia em que partir� o dois trens simultaneamente
dessas duas linhas seráàs 13 horasb

a) 10 minutos e 48 segundos.
b) 7 minutos e 12 segundos.
c) 6 minutos e 30 segundos.
d) 7 minutos e 20 segundos.
e) 6 minutos e 48 segundos.

6) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2015) Uma empresa é composta por quatro setores
distintosb que tê mb respectivamenteb 300b 180b 120 e 112 funcionários. Todos
esses funcionários participar� o de um treinamento e receberam as seguintes
orientações para a preparaç� o:

� Devem ser formados grupos com a mesma quantidade de funcionários em


cada um.
� Cada grupo deve incluir apenas funcionários de um mesmo setor.
� Os gruposb respeitando as condições anterioresb devem ser os maiores
possíveis.

Desse modob a quantidade total de grupos formados para o treinamento será

a)178.
b) 75.
c) 114.
d) 32.
e) 253.

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7) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Lucas é gerente do setor de compras de uma


empresa. Ele usualmente recebe a visita de quatro representantes de vendas de
diferentes fornecedores: Albertob Brunob Carlos e Daniel. Alberto visita Lucas
semana simb semana n� o; Bruno o visita a cada 3 semanas; Carlosb a cada 4
semanas; eb finalmenteb Danielb a cada 5 semanas. Em 2016b na primeira semana do
mê s julhob Lucas recebeu os quatro representantes de venda. Supondo que cada
mê s tenha 4 semanas e que a rotina de visitas permaneça continuamente regularb
o próximo encontro dos quatro representantes aconteceránovamente no:
a) primeiro semestre de 2018.
b) segundo semestre de 2016.
c) primeiro semestre de 2017.
d) segundo semestre de 2017.
e) segundo semestre de 2018.

8) ”FCC √ Escriturário √ 2010) Suponha que 60 funcionários do Banco do Brasil c


60% dos quais lotados em certa Agê ncia de Florianópolis eb os demaisb em
determinada Agê ncia de Chapecó c ser� o divididos em gruposb a fim de participar
de um curso sobre Desenvolvimento Pessoal. Considerando que todos os grupos
dever� o conter a mesma quantidade de funcionários e que todos os funcionários
de cada grupo dever� o pertencer à mesma Agê nciab ent� o a menor quantidade de
grupos que poder� o ser formados é um n(mero

a) menor que 4.
b) primo.
c) divisível por 3.
d) par.
e) maior que 8.

9) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2010) Sistematicamenteb dois funcionários de uma


empresa cumprem horascextras: umb a cada 15 diasb e o outrob a cada 12 diasb
inclusive aos sábadosb domingos ou feriados. Se em 15 de outubro de 2010 ambos

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cumpriram horascextrasb uma outra provável coincidê ncia de horários das suas horas
extras ocorreráem

a) 9 de dezembro de 2010.
b) 15 de dezembro de 2010.
c) 14 de janeiro de 2011.
d) 12 de fevereiro de 2011.
e) 12 de março de 2011.

10) ”FCC √ Analista de Planejamento √ Prefeitura √ Recife c 2019) Sejam 3 cidades


”)b Y e Z ) localizadas em uma determinada regi� o. A cada 25 minutos sai um 9nibus
de ) para Y e a cada 15 minutos sai um 9nibus de ) para Z . Sabecse que às 8 horas
e 30 minutos saiu um 9nibus de ) para Y e um 9nibus de ) para Z . O primeiro
horário após o meiocdia em que vai sair um 9nibus de ) para Y e um 9nibus de )
para Z seráàs

a) 12 horas e 30 minutos.
b) 13 horas.
c) 12 horas e 45 minutos.
d) 12 horas e 15 minutos.
e) 13 horas e 15 minutos.

11) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2004) Dispõecse de dois lotes de boletins


informativos distintos: umb com 336 unidadesb e outrob com 432 unidades. Um
técnico judiciário foi incumbido de empacotar todos os boletins dos lotesb
obedecendo as seguintes instruções:

� Todos os pacotes devem conter a mesma quantidade de boletins;


� Cada pacote deve ter um (nico tipo de boletim.

Nessas condiçõesb o menor n(mero de pacotes que ele poderáobter é

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a) 12. b) 16. c) 18. d) 24. e) 32.

12) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2003) Um auxiliar de enfermagem pretende usar a


menor quantidade possível de gavetas para acomodar 120 frascos de um tipo de
medicamentob 150 frascos de outro tipo e 225 frascos de um terceiro tipo. Se ele
colocar a mesma quantidade de frascos em todas as gavetasb e medicamentos de
um (nico tipo em cada uma delasb quantas gavetas deveráusar?

a) 33. b) 48. c) 75. d) 99. e) 165.

13) ”FCC √ Analista judiciário √ 2010) Quatro faculdades de Direito participam de


um convê nio EmpresacEscola para estágios de seus alunos em grandes escritórios
de advocacia. Em certo diab as quatro enviaram alunos a um escritóriob
candidatandocse a uma vaga. Lá chegandob eles foram divididos em gruposb de
forma que:

� Cada grupo tinha alunos de uma (nica faculdade;


� Todos os grupos tinham a mesma quantidade de alunos;
� A quantidade de alunos em cada grupo era a maior possível;
� O n(mero de alunos enviados pelas faculdades foi 12b 18b 24 e 36.

Se para cada grupo foi elaborada uma prova distintab ent� o


a) cada grupo tinha exatamente 4 alunos.
b) foi aplicado um total de 15 provas.
c) foi aplicado um total de 16 provas.
d) foram formados exatamente 12 grupos.
e) para alunos de uma das faculdades foi aplicado um total de 8 provas.

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5 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
1) ”FCC √ Analista de Gest� o √ 2018) Um novo filme serálançado em 3 cinemas de
uma cidade do oeste paulista. Devido à popularidade mundial do filmeb os 3 cinemas
ir� o exibir sessões continuamente pelos próximos diasb inclusive de madrugada e
de manh� b assim como nos domingos e feriados.

O lançamento ocorre simultaneamente nos 3 cinemasb às 23h de um sábado. A


partir daí as próximas exibições seguem o seguinte padr� o:
� Cinema A: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 4
horas;
� Cinema B: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 5
horas;
� Cinema C: a partir do instante de lançamentob uma nova sess� o a cada 12
horas.

Dessa formab podecse concluir que a primeira vez em que os trê s cinemas ir� o iniciar
uma sess� o simultaneamenteb sem contar o lançamentob se daráàs:

a) 23h de uma segundacfeira.


b) 23h de uma terçacfeira.
c) 11h de uma terçacfeira.
d) 16h de um domingo.
e) 11h de uma quartacfeira.

COMENTÁRIO: Observe que existe uma ideia de REPETITÃOb o que nos remete ao
MMCb fazendo o MMC ”3b 4b 5b 12) temos como resultado 60b logo o filme será
exibido 60 horas depoisb como a primeira exibiç� o ocorreu às 23 horas de sábado
mais 60 horas chegamos a 11 h de uma terçacfeira. GABARITO C

2) ”FCC √ Supervisor do Metr9 √ 2010) Suponha queb a partir de outubro de 2009b


como parte de um projeto culturalb diariamente às 18 horasb numa Estaç� o do Metr9
é apresentado um evento denominado Encontros Musicais da Velha Guarda e desde
ent� ob sistematicamenteb dois amigos costumam assisticlo: Jovianob a cada 15 diasb

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e Juvenalb a cada 12 dias. Se em 22/12/2009b ambos se encontraram em tal eventob


a próxima data em que eles láestiveram juntos foi

a) 22/02/2010.
b) 20/02/2010.
c) 12/02/2010.
d) 22/01/2010.
e) 20/01/2010.

COMENTÁRIO: Percebemos novamente e ideia de REPETITÃO o que nos remete ao


MMCb sendo o MMC ”12b 15) igual a 60b eles se encontraram novamente 60 dias
após 22/12/2009 o que dá em 20/02/2010b lembrando que os meses de
Dezembro e Janeiro possuem 31 dias. GABARITO B.

3) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2013) Rafael possui uma coleç� o de 48 CDs e 31


DVDsb parte dos quais ele destinarápara doaç� o. Da coleç� o ele ficarácom 20 CDs
e 10 DVDsb destinando o resto para doaç� o. A doaç� o seráfeita em caixas contendo
sempre ao menos 1 CD e 1 DVDb n� o sendo necessário que o n(mero de CDs de
uma caixa seja igual ao de DVDs que ela contenha. Além dissob todas as caixas para
doaç� o devem conterb entre sib o mesmo n(mero de CDs e de DVDs. Nas condições
descritasb o maior n(mero possível de caixas para doaç� o seráigual a

a) 9. b) 7. c) 3. d) 6. e) 11.

COMENTÁRIO: Observamos a ideia de DIVISÃO o que nos remete ao MDC


principalmente diante de outras ideiasb como por exemplob o fato de ter o mesmo
n(mero de CDs e DVDs em cada caixab além de ser o MAIOR n(mero possívelb como
dos 48 CDs e 31 DVDs eles ficará com 20 Cds e 10 DVDsb temos ent� o que a
divis� o ocorrerácom 28 CDs e 21 DVDsb o MDC entre 21 e 28 é igual a 7b assim
cada caixa terá3 CDs e 4 DVDs formando o total de 7 caixas. GABARITO B.

4) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) O n(mero A é o menor inteiro positivo divisívelb


simultaneamenteb por 12b 14 e 21. Jáo n(mero B é o maior inteiro positivo divisorb

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simultaneamenteb de 105b 135 e 180. Nessas condiçõesb o valor da express� o


”A/B)² é igual a

a) 33b64.
b) 29b16.
c) 24b01.
d) 31b36.
e) 26b01.

COMENTÁRIO: Primeiramente precisamos achar A que segundo o enunciado é o


menor inteiro positivo divisível por 12b 14 e 21b como estamos procurando um
n(mero que divide 12b 14 e 21 estamos à procura de um m(ltiplo comumb sendo
menor dele o MMC ”12b 14b 21) a saber 84. Agora precisamos encontrar o maior
inteiro positivo divisor de 105b 135 e 180b assim procuramos o maior divisor
comum ”MDC) que é 15. Por fim ele indaga o valor da express� o ”A/B)² b que
corresponde a ”84/15)² que é igual a 31b36. GABARITO D.

5) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Na linha 1 de um sistema de Metr9b os trens


partem de 2b4 em 2b4 minutos. Na linha 2 desse mesmo sistemab os trens partem
de 1b8 em 1b8 minutos. Se dois trens partemb simultaneamente das linhas 1 e 2 às
13 horasb o próximo horário desse dia em que partir� o dois trens simultaneamente
dessas duas linhas seráàs 13 horasb

a) 10 minutos e 48 segundos.
b) 7 minutos e 12 segundos.
c) 6 minutos e 30 segundos.
d) 7 minutos e 20 segundos.
e) 6 minutos e 48 segundos.

COMENTÁRIO: Novamente percebemos a ideia de REPETITÃOb o que nos remete ao


MMCb neste problema devemos tomar cuidado com os n(meros decimaisb
principalmente quando o assunto é horab motivo pelo qual acho mais viável
transformar tudo em segundob logo 2b4 minutos é igual a 144 segundos ”basta

Prof. Ricardo Sampaio 19 de 24


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Gabaritando Matemática MMC & MDC

multiplicar 2b4 por 60) e 1b8 minutos é igual a 108 segundosb fazendo o MMC entre
108 e 144 temos 432 segundos que divididos por 60 encontramos 7 minutos e
12 segundos. GABARITO B.

6) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2015) Uma empresa é composta por quatro setores
distintosb que tê mb respectivamenteb 300b 180b 120 e 112 funcionários. Todos
esses funcionários participar� o de um treinamento e receberam as seguintes
orientações para a preparaç� o:

� Devem ser formados grupos com a mesma quantidade de funcionários em


cada um.
� Cada grupo deve incluir apenas funcionários de um mesmo setor.
� Os gruposb respeitando as condições anterioresb devem ser os maiores
possíveis.

Desse modob a quantidade total de grupos formados para o treinamento será

a)178.
b) 75.
c) 114.
d) 32.
e) 253.

COMENTÁRIO: A ideia apresentada no exercício é de DIVISÃOb observe que esta


divis� o deve ser na mesma quantidadeb com grupos do mesmo setor e do maior
tamanho possívelb logo utilizaremos o MDC entre 112b 120b 180b 300 que é igual
a 4b assim teremos que cada setor serádividido em grupos de 4b assim 300:4é 75b
180:4 é 45b 120:4 é 30 e 112:4 é 28. Assim teremos 75+ 45+ 30+ 28 é 178.
GABARITO A.

7) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Lucas é gerente do setor de compras de uma


empresa. Ele usualmente recebe a visita de quatro representantes de vendas de
diferentes fornecedores: Albertob Brunob Carlos e Daniel. Alberto visita Lucas

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Gabaritando Matemática MMC & MDC

semana simb semana n� o; Bruno o visita a cada 3 semanas; Carlosb a cada 4


semanas; eb finalmenteb Danielb a cada 5 semanas. Em 2016b na primeira semana do
mê s julhob Lucas recebeu os quatro representantes de venda. Supondo que cada
mê s tenha 4 semanas e que a rotina de visitas permaneça continuamente regularb
o próximo encontro dos quatro representantes aconteceránovamente no:

a) primeiro semestre de 2018.


b) segundo semestre de 2016.
c) primeiro semestre de 2017.
d) segundo semestre de 2017.
e) segundo semestre de 2018.

COMENTÁRIO: Observe que temos a ideia de REPETITÃOb nas visitasb assim elas
ocorremb de 2 em 2b 3 em 3b 4 em 4 e de 5 em 5b remetendo ao MMC. O MMC
entre 2b3b4b5 é igual a 60b assim as visitas se coincidem a cada 60 semanasb ocorreu
uma visita na primeira semana do mê s de julho/2016b logo o próximo encontro
ocorreráaproximadamente após 15 mesesb próximo a outubro de 2017.
GABARITO D.

8) ”FCC √ Escriturário √ 2010) Suponha que 60 funcionários do Banco do Brasil c


60% dos quais lotados em certa Agê ncia de Florianópolis eb os demaisb em
determinada Agê ncia de Chapecó c ser� o divididos em gruposb a fim de participar
de um curso sobre Desenvolvimento Pessoal. Considerando que todos os grupos
dever� o conter a mesma quantidade de funcionários e que todos os funcionários
de cada grupo dever� o pertencer à mesma Agê nciab ent� o a menor quantidade de
grupos que poder� o ser formados é um n(mero

a) menor que 4.
b) primo.
c) divisível por 3.
d) par.
e) maior que 8.

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Gabaritando Matemática MMC & MDC

COMENTÁRIO: Como temos 60 funcionários e devemos dividiclos em 60% e 40%


temos ent� o 60% de 60 é 36 e 40% de 60 é 24. O exercício traz a ideia de
DIVISÃO e outras características que nos levam ao MDC de 24 e 36 que é igual a
12b assim os grupos ser� o divididos de 12 em 12b sendo que o grupo de 24
pessoas em 2 grupos e o de 36 em 3 grupos totalizando 5 gruposb que é um
n(mero PRIMO. GABARITO B.

9) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2010) Sistematicamenteb dois funcionários de uma


empresa cumprem horascextras: umb a cada 15 diasb e o outrob a cada 12 diasb
inclusive aos sábadosb domingos ou feriados. Se em 15 de outubro de 2010 ambos
cumpriram horascextrasb uma outra provável coincidê ncia de horários das suas horas
extras ocorreráem

a) 9 de dezembro de 2010.
b) 15 de dezembro de 2010.
c) 14 de janeiro de 2011.
d) 12 de fevereiro de 2011.
e) 12 de março de 2011.

COMENTÁRIO: Observamos a existê ncia da ideia de repetiç� ob logo usaremos o


MMCb que entre 12 e 15 é igual a 60b logo a coincidê ncia de horário ocorre a cada
60 diasb como ela ocorreu dia 15 de outubro de 2010 voltará a ocorrer 14 de
dezembro de 2010 ”n� o existente nas alternativas)b depois desta data a ocorrê ncia
ocorreráem 12 de fevereiro de 2011. GABARITO D. ”Observe que o exercício diz
uma outra provável coincidê ncia e n� o necessariamente a próxima).

10) ”FCC √ Analista de Planejamento √ Prefeitura √ Recife c 2019) Sejam 3 cidades


”)b Y e Z ) localizadas em uma determinada regi� o. A cada 25 minutos sai um 9nibus
de ) para Y e a cada 15 minutos sai um 9nibus de ) para Z . Sabecse que às 8 horas
e 30 minutos saiu um 9nibus de ) para Y e um 9nibus de ) para Z . O primeiro
horário após o meiocdia em que vai sair um 9nibus de ) para Y e um 9nibus de )
para Z seráàs

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Gabaritando Matemática MMC & MDC

a) 12 horas e 30 minutos.
b) 13 horas.
c) 12 horas e 45 minutos.
d) 12 horas e 15 minutos.
e) 13 horas e 15 minutos.

COMENTÁRIO: Novamente temos a ideia de repetiç� o e a utilizaç� o do MMCb que


entre 15 e 25 é igual a 75 minutosb assim a cada 1 hora e 15 minutos os 9nibus
saem juntosb assim eles saíram 8:30 √ 9:45 √ 11:00 √ 12:15. GABARITO D.

11) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2004) Dispõecse de dois lotes de boletins


informativos distintos: umb com 336 unidadesb e outrob com 432 unidades. Um
técnico judiciário foi incumbido de empacotar todos os boletins dos lotesb
obedecendo as seguintes instruções:

� Todos os pacotes devem conter a mesma quantidade de boletins;


� Cada pacote deve ter um (nico tipo de boletim.

Nessas condiçõesb o menor n(mero de pacotes que ele poderáobter é

a) 12. b) 16. c) 18. d) 24. e) 32.

COMENTÁRIO: Como a ideia é de DIVISÃO em pacotes com a mesma quantidade


sem misturar usaremos o MDC que entre 336 e 432 é igual a 48b assim dividiremos
336:48 é 7 e 432:38 é 9b formando assim 7+ 9 grupos totalizando 16.
GABARITO B.

12) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2003) Um auxiliar de enfermagem pretende usar a


menor quantidade possível de gavetas para acomodar 120 frascos de um tipo de
medicamentob 150 frascos de outro tipo e 225 frascos de um terceiro tipo. Se ele
colocar a mesma quantidade de frascos em todas as gavetasb e medicamentos de
um (nico tipo em cada uma delasb quantas gavetas deveráusar?

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a) 33. b) 48. c) 75. d) 99. e) 165.

COMENTÁRIO: Devemos dividir os frascosb com a mesma quantidade de frascos e


sem misturas. MDC entre 120b 150 e 225 que é igual a 15b sendo que 120:15 é
8b 150:15 é 10 e 225:15 é 15. Logob precisaremos de 8+ 10+ 15 gavetas
totalizando 33 gavetas. GABARITO A.

13) ”FCC √ Analista judiciário √ 2010) Quatro faculdades de Direito participam de


um convê nio EmpresacEscola para estágios de seus alunos em grandes escritórios
de advocacia. Em certo diab as quatro enviaram alunos a um escritóriob
candidatandocse a uma vaga. Lá chegandob eles foram divididos em gruposb de
forma que:

� Cada grupo tinha alunos de uma (nica faculdade;


� Todos os grupos tinham a mesma quantidade de alunos;
� A quantidade de alunos em cada grupo era a maior possível;
� O n(mero de alunos enviados pelas faculdades foi 12b 18b 24 e 36.

Se para cada grupo foi elaborada uma prova distintab ent� o


a) cada grupo tinha exatamente 4 alunos.
b) foi aplicado um total de 15 provas.
c) foi aplicado um total de 16 provas.
d) foram formados exatamente 12 grupos.
e) para alunos de uma das faculdades foi aplicado um total de 8 provas.

COMENTÁRIO: Observe que temos novamente a ideia de DIVISÃO que nos remete
ao MDCb que de 12b 18b 24 e 36 é igual a 6b assim os alunos ser� o divididos em
grupos de 6 pessoasb assim 12:6 é 2b 18:6é 3b 24:6 é 4b 36:6 é 6b totalizando
2+ 3+ 4+ 6 grupos no total de 15 Gruposb como cada grupo faráuma prova diferente
temos 15 provas aplicadas. GABARITO B.

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
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Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

“ ej
avo ue fo,sej a ualfo a posiçãosoial ue v
o te ha a v
ida,a ais al
ta oua
ais ai a,te ha se pe o o eta uita foça, uita dete i açãoe se pe faça tudo
o uitoa o e o uita f e 5eus, ue u diav o hega l
á.5e al
gu a a eia v o
hega l
á."A to “ e ada “ il
va

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

Prof. Ricardo Sampaio 1 de 14


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SUMÁRIO
1 √ / oj
u tos bu i os

2 √ t opiedades da t ote iação


3 √ t opiedades da Radi iação
4 √ v uest es de / o usos
5 √ / o e táiodas v uest es

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1 √ C o n j u n t o s N u m éric o s
CONJUNTOS NUMÉRICOS

”PROPRIEDADES E OPERATÕ ES)

Nesta aula vamos tratar das operações aritméticas dentro de cada um dos
conjuntos numéricosb bem como abordar algumas propriedades relevantes.

N(meros Naturais ”N)

Os n(meros naturais s� o representados pela letra N e s� o formados por


todos os n(meros inteiros positivos.

Né “0b1b2b3b4b5b6b7b8b9...}

Quando a representaç� o de um conjunto vem acompanhado de um asteriscob isso


indica a exclus� o do 0 do conjunto.

N*é “1b2b3b4b5b6b7b8b9b10...}

Adiç� o

Vamos tratar das seguintes operações dentro dos conjuntos numéricos


destacando suas particularidadesb em cada operaç� o seus termos recebem nomes
específicos o que é de suma importância saber para aqueles que est� o se
preparando para concursos.

Adiç� o em N:

Para efetuar a adiç� o em N


temos sempre que se atentar em
colocar unidade em cima de
unidadeb dezena em cima de
dezena e assim respectivamente.
A operaç� o inversa da Adiç� o é a

Subtraç� o.

Dentre as propriedades destaco a ELEMENTO NEUTRO. O elemento neutro


da adiç� o é o 0. Por esta propriedade somando um n(mero a 0 o resultado é o
n(mero somado.

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Outra propriedade que convém comentar é a COMUTATIVA. Esta propriedade


afirma que: “A ORDEM DAS PARCELAS NÃO ALTERA A SOMA”. Assimb por ela
podemos dizer que 84+ 17 tem o mesmo resultado de 17+ 84.

Subtraç� o em N:

Na subtraç� o devemos ter


a mesma preocupaç� o que na
adiç� ob colocando unidade em
cima da unidade e assim por
diante. Sua operaç� o inversa é a
Adiç� o.

Na subtraç� o as propriedades citadas para adiç� o n� o s� o válidas.

Multiplicaç� o em N:

A multiplicaç� o surgiu a
partir da soma de parcelas iguais.
Possui ELEMENTO NEUTRO 1b
uma vez que todo n(mero
multiplicado por 1 tem por
resultado ele mesmo. Também respeita a propriedade COMUTATIVAb uma vez que
“A ORDEM DOS FATORES NÃO ALTERA O PRODUTO”. A operaç� o inversa é a
Divis� o.

Para a Multiplicaç� o ainda é importante destacar a propriedade


DISTRIBUTIVAb onde: “O PRODUTO DE UM N∙MERO POR UMA SOMA É IGUAL A
SOMA DO PRODUTO DESTE N∙MERO POR CADA UMA DAS PARCELAS”b assim:
2.”3+ 5) é 2.3 + 2.5

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Gabaritando Matemática Divisibilidade

Divis� o em N:

Tem como operaç� o inversa a multiplicaç� ob n� o respeita as propriedades


ELEMENTO NEUTRO e COMUTATIVA. No entanto a propriedade DISTRIBUTIVA é
válida.

I MPORT A NT ÍS S I MO

b%h 9óL“T9 5LV L“%h t hR

Potenciaç� o em N:

A potenciaç� o surgiu a partir da multiplicaç� o de fatores iguais. Para realizar


a operaç� o devemos multiplicar a base por ela mesma. O expoente indica quantas
vezes a base aparecerána operaç� ob logo 2 2 é 2.2é 4.

Para a potencias algumas regras s� o importantes:

 Todo n(mero elevado a 0 é igual a 1;


 Todo n(mero elevado a 1 é igual a ele mesmo;

A operaç� o inversa da Potenciaç� o é a Radiciaç� o.

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2 √ P ro p rie d a d e s d a P o t e n c ia ç� o
PROPRIEDADES DA POTENCIATÃO

I √ Produto de Potê ncia da mesma base.

Ao multiplicarmos base iguais √ Repetimos a Base e somamos os expoentes.

[Link]é an+ m

Exemplo: 2 3 .2 4 é 2 7

II √ Quociente de Potê ncia da mesma base.

Ao dividirmos base iguais √ Repetimos a Base e subtraímos os expoentes.

an:amé ancm

Exemplo: 2 5 :2 3 é 2 2

III √ Potê ncia de Potê ncia.

Quando encontramos uma potê ncia elevada a outra potê ncia √ Repetimos a base
e multiplicamos os expoentes.

”an)mé an.m

Exemplo: ”2 5 )3 é 2 15

IV √ Potê ncia de um produto.

Quando encontramos a multiplicaç� o de base diferentes e expoentes iguais.


Multiplicamos a base e repetimos o expoente.

[Link]é ”a.b)m

Exemplo: 2 5 .3 5 é 6 5

V √ Potê ncia de um quociente.

Quando encontramos a divis� o de base diferentes e expoentes iguais. Dividimos a


base e repetimos o expoente.

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am:bmé ”a:b)m

Exemplo: 12 4 :2 4 é 6 4

Radiciaç� o em N:

A Radiciaç� o é a operaç� o inversa da Potenciaç� o. Para realizar a operaç� o


devemos fatorar o radicandob retirando do radical todos so valores iguais ao índiceb
veremos exemplos mais a frente.

Para a radiciaç� o algumas regras s� o importantes:

 Quando o índice n� o aparece ele é igual a 2;


 A raiz de 1 é sempre 1;

Qual é a Raiz Quadrada de 64?

Fatorando temos:

A operaç� o inversa da Potenciaç� o é a Radiciaç� o.

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3 √ P ro p rie d a d e s d a R a d ic ia ç� o
PROPRIEDADES DA RADICIATÃO

I √ Índice e expoentes iguais

Se o radical possuir índice igual ao expoente do radicandob a raiz seráigual


à base do radicando.

Exemplos:

II √ Equivalê ncia de Radicais

A raiz n� o sofre alteraç� o se multiplicarmos ou dividirmos o índice do


radical e o expoente do radicando por um mesmo valor.

Exemplos:

III √ Produto de Radicais

O produto de radicais de mesmo índice é igual ao produto de radicandos.

Exemplos:

IV √ Quociente de Radicais

O quociente de radicais de mesmo índice é igual ao quociente dos radicandos.

Exemplos:

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V √ Raiz de Radicais

Quando temos a raiz da raiz de um n(mero podemos multiplicar os índices


repetindo o radicando.

Exemplos:

VI √ Potê ncia de Raiz

Quando temos uma raiz elevada a um expoenteb este expoente multiplica o


expoente do radicando

Exemplos:

OBSERVATÃO: Todo radical pode ser escrito na forma de potê ncia com expoente
fracionário

Exemplo:

A observaç� o acima também considerada uma propriedade é muito


importante e pode solucionar problemas do tipo:

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4 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS
1. ”IFcSP √ Auxiliar de Biblioteca √ 2012) Com base nos n(meros inteirosb a que
propriedades se referemb respectivamenteb as afirmações abaixo:

I. a + ”b + c) é ”a + b) + c
II. a + ”ca) é 0
III. b .1 é b
IV. a .”b + c) é ”a . b) + ”a . c)
V. a . b é b . a

a) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da multiplicaç� o; III √ Elemento


neutro da adiç� o; IV √ Distributiva; V √ Comutativa da adiç� o.
b) I √ Comutativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento neutro
da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Associativa.
c) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da multiplicaç� o; III √ Elemento
neutro da multiplicaç� o; IV √ Associativa da multiplicaç� o; V √ Distributiva.
d) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento neutro
da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Comutativa da multiplicaç� o.
e) I √ Associativa da multiplicaç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento
neutro da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Associativa da multiplicaç� o.

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2) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) A nota de uma prova varia de 0 a 10 e é


proporcional ao n(mero de acertos obtidos em suas 30 questõesb as quais admitem
apenas duas possibilidades: acerto ou erro. Anab Bruno e Carol repararam
que tiraram notas expressas por n(meros inteiros e queb somando as notas de Ana
e Brunob era obtida a nota de Carol. Se Carol acertou metade da provab ent� o o
n(mero de questões que Ana acertou pode ser
a) 5.
b) 9.
c) 1.
d) 18.
e) 10.

3) ”CScUFG √ Técnico de Tecnologia de Informaç� o √ 2018) Um feirante vende


pamonhas na feira e tem um custo inicial de R$ 250b00b além de um custo médio
para produzir cada pamonha de R$ 3b20. Em um dia de feirab o seu custo total foi
de R$ 973b20. Nessas condiçõesb nesse diab ele produziu quantas pamonhas?
a) 180
b) 196
c) 218
d) 226
e) 244

4) ”IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Professor de Educaç� o Básica II c


Matemática)
O menor valor que devemos subtrair o n(mero 2.240 para tornáclo um n(mero
divisível por 3 e 11 é:

a) 29. b) 7. c) 2. d) 27. e) 14.

5) IBADE c 2020 c Prefeitura de Vila Velha c ES c Agente Municipal de Defesa Civil


Um formando escreveu sua monografia e ao final constatou que ela tinha 175
páginas. Se ele iniciou a numeraç� o com a página 1b quantos algarismos foram
necessários para numeráclas?
a) 513
b) 417
c) 345
d) 245
e) 416

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5 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS √ COMENTADAS

1. ”IFcSP √ Auxiliar de Biblioteca √ 2012) Com base nos n(meros inteirosb a que
propriedades se referemb respectivamenteb as afirmações abaixo:

I. a + ”b + c) é ”a + b) + c
II. a + ”ca) é 0
III. b .1 é b
IV. a .”b + c) é ”a . b) + ”a . c)
V. a . b é b . a

a) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da multiplicaç� o; III √ Elemento


neutro da adiç� o; IV √ Distributiva; V √ Comutativa da adiç� o.
b) I √ Comutativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento neutro
da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Associativa.
c) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da multiplicaç� o; III √ Elemento
neutro da multiplicaç� o; IV √ Associativa da multiplicaç� o; V √ Distributiva.
d) I √ Associativa da adiç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento neutro
da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Comutativa da multiplicaç� o.
e) I √ Associativa da multiplicaç� o; II √ Elemento neutro da adiç� o; III √ Elemento
neutro da multiplicaç� o; IV √ Distributiva; V √ Associativa da multiplicaç� o.

COMENTÁRIO: Esta quest� o vai tratar das propriedades das operaçõesb a primeira
propriedade que temos que ter ciê ncia é a comutativa que diz: “a ordem das
parcelas n� o altera a soma”b logo a+ bé b+ a na adiç� o e “a ordem dos fatores n� o
altera o produto”b logo a.bé [Link] assim podemos perceber que a COMUTATIVA DA
MULTIPLICATÃO aparece no item Vb com isso só nos resta como alternativa a Db
apenas para n� o restar d(vidas vamos comentar as demaisb no item Ib percebemos
que existe uma ASSOCIATÃO entre os fatores e que sóaparece somasb assimb temos
a ASSOCIATIVA DA ADITÃOb o item II e III se referem a propriedade ELEMENTO
NEUTRO que da adiç� o é o 0 e da multiplicaç� o é o 1b jáo item IV estamos diante
da DISTRIBUTIVA DA MULTIPLICATÃO. Assim temos: I. ASSOCIATIVA DA ADITÃOb
II. ELEMENTO NEUTRO DA ADITÃOb III. ELEMENTO NEUTRO DA MULTIPLICTAÃOb IV.
DISTRIBUTIVA E V. COMUTATIVA DA MULTIPLICATÃO. GABARITO D.

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2) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) A nota de uma prova varia de 0 a 10 e é


proporcional ao n(mero de acertos obtidos em suas 30 questõesb as quais admitem
apenas duas possibilidades: acerto ou erro. Anab Bruno e Carol repararam que
tiraram notas expressas por n(meros inteiros e queb somando as notas de Ana e
Brunob era obtida a nota de Carol. Se Carol acertou metade da provab ent� o o
n(mero de questões que Ana acertou pode ser
a) 5.
b) 9.
c) 1.
d) 18.
e) 10.

COMENTÁRIO: Observe que Carol acertou a metade da provab logo fez 5 pontos e
acertou 15 questõesb Ana e Bruno juntos somaram ent� o 15 acertos tambémb assim
somam 5 pontosb como o n(mero sópode ser inteiro temos algumas possibilidades:
Ana pode ter feito 1b 2b 3b 4 ou 5 pontosb cada ponto representa 3 questões certasb
assim ela pode ter acertado 3b 6b 9b 12 ou 15 questões. Observe que o (nico que
temos no gabarito é 9. GABARITO B.

3) ”CScUFG √ Técnico de Tecnologia de Informaç� o √ 2018) Um feirante vende


pamonhas na feira e tem um custo inicial de R$ 250b00b além de um custo médio
para produzir cada pamonha de R$ 3b20. Em um dia de feirab o seu custo total foi
de R$ 973b20. Nessas condiçõesb nesse diab ele produziu quantas pamonhas?
a) 180
b) 196
c) 218
d) 226
e) 244

COMENTÁRIO: Primeiro precisamos tirar o custo inicial logo 973b20c250b00 é


igual a 723b2b lembrecse que para fazer esta subtraç� o temos que colocar
VIRGULA DEBAI)O DE VÍRGULA. Depois devemos dividir 723b2 por 3b2 que como
est� o com o mesmo n(mero de casas decimais depois da vírgulab basta ignorar a
vírgulab assim 7232:32 é 226. GABARITO D

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Gabaritando Matemática Divisibilidade

4) ”IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Professor de Educaç� o Básica II c


Matemática)
O menor valor que devemos subtrair o n(mero 2.240 para tornáclo um n(mero
divisível por 3 e 11 é:

a) 29. b) 7. c) 2. d) 27. e) 14.

COMENTÁRIO: Precisamos achar um m(ltiplo de 3 e de 11 ao mesmo tempob como


ele pergunta o menor n(mero podemos a principio usar a regra de divisibilidade
por 3b como temos 2240 isso menos 2 é igual a 2238b que se somarmos os
algarismos 2+ 2+ 3+ 8 é 15 que é m(ltiplo de 3b agora precisamos saber se 2238
é m(ltiplo de 11b ao tentar dividir vemos que n� ob pensamos ent� o em 7b 2240 √
7 é igual a 2233b que n� o é m(ltiplo de 3b jáque 2+ 2+ 3+ 3é 10 que n� o é m(ltiplo
de 3b agora vamos tentar 14b 2240 √ 14 é igual a 2226b que é m(ltiplo de 3 ”basta
somar os algarismos)b precisamos saber se é de 11 e ao dividir vemos que n� o.
Agora só nos resta 27 e 29b com retirando 27 temos 2240c27 é 2213 ”N� o é
m(ltiplo de 3)b por fim 2240c29é 2211 ”m(ltiplo de 3 e de 11). GABARITO A.

5) IBADE c 2020 c Prefeitura de Vila Velha c ES c Agente Municipal de Defesa Civil


Um formando escreveu sua monografia e ao final constatou que ela tinha 175
páginas. Se ele iniciou a numeraç� o com a página 1b quantos algarismos foram
necessários para numeráclas?
a) 513
b) 417
c) 345
d) 245
e) 416

COMENTÁRIO: Observe que o formando escreve os n(meros de 1 a 175 e o


exercício quer saber quantos algarismos foram utilizadosb vejamos:

1 √ 9 é 9 n(meros de 1 algarismo no total 9


10 √ 99 é 90 n(meros de 2 algarismos no total 180+ 9 é 189
100 √ 175 é 76 n(meros de 3 algarismos no total 228+ 189 é 417
GABARITO B

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bú e os L teios

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"
/ o uso ãose faz pa apassa , as at passa .
"í il
lia 5ougl
as

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

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”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

SUMÁRIO
1 √ bú e os L tei os
2 √ A diçãoe “ u t ação
2 √ a ultipli açãoe 5iv
isão

4 √ Radi iação
4 √ / o solida dooA pe dizado
5 √ v uest es de / o usos
4 √ / o e táiodas v uest es

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

1 √ N ( m e ro s I n t e iro s
N(meros Inteiros
Conjunto formado pela expans� o do conjunto dos n(meros naturaisb
compreendendo também as quantidades inteiras negativasb criadas para
representar perdas ou faltas. Representado pelo símbolo Z b que vem do alem� o
Z ahlenb cujo significado é n(mero.

Podemos destacar vários subconjuntos de Z b s� o eles:

Inteiros n� o nulos

Inteiros n� o negativos

Inteiros n� o positivos

Inteiros negativos

Inteiros positivos

O OPOSTO ou SIMÉTRICO de um n(mero inteiro é o valor queb somado ao


n(mero dadob resulta em zero. De maneira práticab para encontrar o oposto de um
n(mero inteiro n� o nulob
invertemos o seu sinal.

Exemplos:
a. O oposto de + 9 é c9;
b. O oposto de c15 é + 15;

O MÓ DULO ou VALOR ABSOLUTO de um n(mero é a distânciab em unidadesb


deste n(mero em relaç� o ao zero. Também de maneira prática podemos dizer que
aquilo que estádentro do módulo sempre teráseu resultado positivo.

Exemplo:
a. O valor absoluto de 12 é 12b ou sejab ”12” é 12;
b. O valor absoluto de 0 é 0b ou sejab ”0” é 0;
c. O valor absoluto de c8 é 8b ou sejab ”18” é 8;

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

Retomemos agora as operaçõesb agora no campo dos n(meros inteiros:

2 √ A d iç� o e S u b t ra ç� o
Adiç� o e Subtraç� o:

Para somar ou subtrais n(meros inteiros vamos respeitar duas regrinhas ao


observar os sinais dos n(meros.

 Se os sinais forem IGUAIS você deve SOMAR os n(meros e REPETIR o sinal.

Exemplos:

+ 5+ 3 é + 8

c7c4 é c11

 Se os sinais forem DIFERENTES você deve SUBTRAIR o n(mero maior do


menor e INSERIR o sinal do n(mero maior.

Exemplos:

c7+ 3 é c4

+ 6c8 é c2

OBSERVATÃO: Para facilitar o cálculo pense o sinal positivo como algo que
TEM/GANHA e o negativo como algo que DEVE/PERDE. Se devo 7 e tenho 3 ent� o
devo 4. ”c7+ 3é c4).

Observe a tabela a seguir que pode nos auxiliar neste entendimento.

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

3 √ Mu lt ip lic a ç� o e D iv is � o
Multiplicaç� o e Divis� o:

Para multiplicar ou dividir com inteiros basta realizar a operaç� o de


multiplicaç� o ou divis� o e após isso decidir o sinal seguinte a seguinte regra:

Exemplos:

a. ”+ 15).”c4) é c60
b. ”c20).”c12) é + 240
c. ”+ 36).”+ 4) + 144
d. ”c482).”+ 3) é c1446
e. ”+ 25).”c5) é c125
f. ”c292):”c4) é + 73
g. ”+ 400):”c25) é c16
h. ”+ 1331):”c121) é c11
i. ”c90):”c18) é + 5
j. ”+ 37):”c37) é c1

Potenciaç� o:

No estudo da potenciaç� o em Z b vamos nos restringir ao estudo da base


negativab uma vez que o expoente negativo nos remete ao conjunto dos Racionais
”Q) ainda n� o estudado.

Com a base negativa encontramos duas situações:

Base negativa expoente par: Neste caso o resultado será sempre POSITIVOb isso
ocorre por causa do jogo de sinais. Observe:

”c3)2 é c3.”c3) é 9
”c2)4 é c2.”c2).”c2).”c2) é 16

Base negativa expoente ímpar: Neste caso o resultado serásempre NEGATIVOb isso
ocorre também por causa do jogo de sinais. Observe:

”c3)3 é c3.”c3).”c3) é c27


”c2)5 é c2.”c2).”c2).”c2).”c2) é c32

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

ATENTÃO

”c2)2 É DIFERENTE DE c2 2
CASO O SINAL NEGATIVO ESTEJA FORA DO PARENTESES ELE NÃO PARTICIPA DA
OPERATÃOb LOGO:

”c2)2 é 4

c2 2 é c4

Se a base for POSITIVA o resultado serápositivo independente do expoente.

4 √ R a d ic ia ç� o
Radiciaç� o:

A radiciaç� o como jáfoi comentado é operaç� o inversa da potê nciab vimos


que quando temos base negativa expoente par o resultado é sempre positivob logo
NÃO E)ISTE raiz de n(mero negativos dentro dos INTEIROS caso o índice seja PAR.

No entanto se o índice for ÍMPAR ent� o existirá.

é c2 por que c2 3 é c8

5 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o
CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO

1cElimine os parê nteses eb em seguidab calcule as seguintes somas envolvendo


n(meros inteiros:

a) ”+ 1) + ”+ 2) é
b) ”12) + ”13) é
c) ”+ 2) + ”+ 7) é
d) ”17) + ”13) é
e) ”+ 9) + ”+ 6) é
f) ”+ 10) + ”+ 7) é
g) ”+ 15) + ”+ 7) é
h) ”116) + ”19) é
i) ”17) + ”16) é
j) ”+ 12) + ”+ 15) é

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

2cElimine os parê nteses eb em seguidab calcule as seguintes diferenças:

a) ”+ 2) 1 ”+ 5) é
b) ”11) 1 ”14) é
c) ”+ 9) 1 ”+ 4) é
d) ”15) 1 ”13) é
e) ”+ 6) 1 ”14) é
f) ”11) 1 ”+ 4) é
g) ”+ 1) 1 ”+ 3) é
h) ”14) 1 ”+ 7) é
i) ”+ 5) 1 ”+ 2) é
j) ”15) 1 ”+ 8) é

3c Calcule os produtos a seguir:

a) ”+ 5) . ”+ 4) é
b) ”18) . ”16) é
c) ”+ 9) . ”17) é
d) ”18) . ”+ 4) é
e) ”+ 9) . ”+ 6) é
f) ”14) . ”18) é
g) ”+ 9) . ”110) é
h) ”115) . ”+ 3) é
i) ”+ 8) . ”17) é
j) ”16) . ”110) é

4c Calcule os quocientes a seguir:


a) ”+ 10) ∶”+ 5) é
b) ”18) ∶”14) é
c) ”+ 15) ∶”15) é
d) ”112) ∶”+ 3) é
e) ”120) ∶”+ 4) é
f) ”+ 12) ∶”+ 6) é
g) ”115) ∶”13) é
h) ”+ 18) ∶”13) é
i) ”+ 10) ∶”12) é
j) ”+ 40) ∶”14) é

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CONSOLIDANDO O APRENDIZADO c GABARITO

6 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia √ 2017). Sabecse que x e y s� o n(meros inteiros.


Nessas condições e considerando as operações elementaresb a (nica alternativa
incorreta é:

a) O produto entre x e y pode resultar num n(mero negativo;


b) Se x é maior que yb ent� o a divis� o entre elesb nessa ordemb pode resultar num
n(mero negativo;
c) O resultado sempre é negativo quando se multiplicam x e yb sendo x maior que
zero e y negativo.
d) Sendo x menor que yb a subtraç� o entre elesb nessa ordemb resulta num n(mero
menor que zero.
e) Se x e y forem negativos e y maior que xb ent� o a
soma entre eles resulta num n(mero positivo.

2) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia √ 2017) No dia anterior ao pagamento do seu saláriob


a conta corrente de Teodoro apresentava o saldo negativo de R$ 2.800b00. Com o
salário creditado em sua contab o saldo passou a ser positivo e ficou em R$ 450b00.
Assinale a alternativa que indica o salário que Teodoro recebeu.

a) R$ 3.250b00;
b) R$ 3.350b00;
c) R$ 2.350b00;
d) R$ 2.950b00;
e) R$ 1.900b00;

3) ”MS CONCURSOS √ Agente de Segurança Penitenciária √ 2017c Adaptada) Dentre


as alternativasb qual faz a afirmaç� o verdadeira?

a) A subtraç� o de dois inteiros sempre resultaráem um n(mero inteiro.


b) A subtraç� o de dois n(meros naturais sempre resultaráem um n(mero natural.

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

c) A divis� o entre dois n(meros naturais sempre resultaráem um n(mero natural.


d) A divis� o entre dois n(meros inteiros sempre resultaráem um n(mero inteiro.
e) Nenhuma das anteriores.

4) ”ExatuscPR √ Fiscal de tributos √ 2010 c Adaptada) c Determine dois n(meros


inteiros negativos que sejam consecutivos e cuja soma dos quadrados seja 365.

a) c11 e c12
b) c13 e c14
c) c15 e c16
d) c17 e c18
e) Nenhuma das alternativas anteriores

”VUNESP c 2013 c FUNDATÃO CASA c Analista Administrativo)


5. Para zelar pelos jovens internados e orientáclos a respeito do uso adequado dos
materiais em geral e dos recursos utilizados em atividades educativasb bem como
da preservaç� o predialb realizoucse uma dinâmica elencando “atitudes positivas” e
“atitudes negativas”b no entendimento dos elementos do grupo. Solicitoucse que
cada um classificasse suas atitudes como positiva ou negativab atribuindo ”+ 4)
pontos a cada atitude positiva e ”√1) a cada atitude negativa. Se um jovem
classificou como positiva apenas 20 das 50 atitudes anotadasb o total de pontos
atribuídos foi

a) 50.
b) 45.
c) 42.
d) 36.
e) 32.

7 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS c COMENTADAS

1) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia √ 2017). Sabecse que x e y s� o n(meros inteiros.


Nessas condições e considerando as operações elementaresb a (nica alternativa
incorreta é:

a) O produto entre x e y pode resultar num n(mero negativo; Sim é possível caso
um dos n(meros seja negativo.
b) Se x é maior que yb ent� o a divis� o entre elesb nessa ordemb pode resultar num
n(mero negativo; Corretob porque na divis� o para ser negativo basta um deles ser
negativob independente de ser ele o maior ou o menor.
c) O resultado sempre é negativo quando se multiplicam x e yb sendo x maior que
zero e y negativo. Correto uma vez que temos um n(mero positivo e outro negativob
+ com √ sempre seránegativo.
d) Sendo x menor que yb a subtraç� o entre elesb nessa ordemb resulta num n(mero
menor que zero. Correto pois sendo o primeiro n(mero menorb o resultado será
negativo.

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

e) Se x e y forem negativos e y maior que xb ent� o a soma entre eles resulta num
n(mero positivo. Incorretob pois se ambos s� o negativosb o resultado seránegativob
uma vez que devemos repetir o Sinal.
GABARITO E

2) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia √ 2017) No dia anterior ao pagamento do seu saláriob


a conta corrente de Teodoro apresentava o saldo negativo de R$ 2.800b00. Com o
salário creditado em sua contab o saldo passou a ser positivo e ficou em R$ 450b00.
Assinale a alternativa que indica o salário que Teodoro recebeu.

a) R$ 3.250b00;
b) R$ 3.350b00;
c) R$ 2.350b00;
d) R$ 2.950b00;
e) R$ 1.900b00;

COMENTÁRIO: A conta bancária inicialmente está negativa logo c2800b com o


crédito do salário o saldo da conta passou a ser 450. Para descobrir o salário
devemos pensar que c2800+ salário é 450b assim o salário é igual a 450+ 2800 é
3250. GABARITO A.

3) ”MS CONCURSOS √ Agente de Segurança Penitenciária √ 2017c Adaptada) Dentre


as alternativasb qual faz a afirmaç� o verdadeira?

a) A subtraç� o de dois inteiros sempre resultaráem um n(mero inteiro. Como os


n(meros inteiros englobam os positivos e negativos a assertiva é verdadeira.
b) A subtraç� o de dois n(meros naturais sempre resultaráem um n(mero natural.
Incorretob uma vez que se o primeiro n(mero natural for menor que o segundob o
resultado seráum n(mero inteiro.
c) A divis� o entre dois n(meros naturais sempre resultaráem um n(mero natural.
Incorretob pois isso somente ocorreria se a divis� o fosse exatab supondo a divis� o
de 3 por 2b teremos 1b5 que é um n(mero Racional.
d) A divis� o entre dois n(meros inteiros sempre resultaráem um n(mero inteiro.
Incorretob seguindo a mesma linha da alternativa c.
e) Nenhuma das anteriores. Incorretob uma vez que a alternativa a estácorreta.
GABARITO A.

4) ”ExatuscPR √ Fiscal de tributos √ 2010 c Adaptada) c Determine dois n(meros


inteiros negativos que sejam consecutivos e cuja soma dos quadrados seja 365.

a) c11 e c12
b) c13 e c14
c) c15 e c16
d) c17 e c18
e) Nenhuma das alternativas anteriores

COMENTÁRIO: Para resolver esta quest� o uma das possibilidades é utilizar as


respostas utilizando o método de tentativa e erro. Alternativa a trás como opções c

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Gabaritando Matemática N(meros Inteiros

11 e c12b cujos quadrados s� o 121 e 144 e que somados temos 265b logo n� o é
nosso gabaritob testaremos agora a alternativa cb sendo que os quadrados de c15
e c16 s� o 225 e 256b cuja soma é 481b assim por exclus� o GABARITO É B.

5. ”VUNESP c 2013 c FUNDATÃO CASA c Analista Administrativo)


Para zelar pelos jovens internados e orientáclos a respeito do uso adequado dos
materiais em geral e dos recursos utilizados em atividades educativasb bem como
da preservaç� o predialb realizoucse uma dinâmica elencando “atitudes positivas” e
“atitudes negativas”b no entendimento dos elementos do grupo. Solicitoucse que
cada um classificasse suas atitudes como positiva ou negativab atribuindo ”+ 4)
pontos a cada atitude positiva e ”√1) a cada atitude negativa. Se um jovem
classificou como positiva apenas 20 das 50 atitudes anotadasb o total de pontos
atribuídos foi

a) 50.
b) 45.
c) 42.
d) 36.
e) 32.

COMENTÁRIO: Observe que das 50 questões anotadas 20 foram avaliadas como


positivab assim 4.20 é 80b jáas que restaramb a saber 30b foram avaliadas como
negativab assim c1.30é c30b calculando os pontos temos 80c30 é 50. GABARITO A.

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bú e os Ra io ais

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graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
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Empresarial.

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

SUMÁRIO
1 √ bú e os Ra io ais
7 √ hpe aç es o C aç es
3 √ hpe aç es o 5e i ais
4 √ / o solida dooA pe dizado
7 √ v uest es de / o usos
7 √ / o e táiodas v uest es

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

1 √ N ( m e ro s R a c io n a is
N(meros Racionais ”Q)

Um n(mero racional é todo o n(mero que pode ser representado por uma
raz� o ”ou fraç� o) entre dois n(meros inteiros. O conjunto dos n(meros racionaisb
representado por Q de quociente sua definiç� o se dápor:

Háduas formas de se escrever um n(mero racional:

Forma fracionária:

Forma decimal:

Antes de verificarmos como converter uma forma em outra é importante


saber o conceito de FRATÃO EQUIVALENTE.

Frações Equivalentes: S� o frações que possuem o mesmo valor. Para encontrar uma
fraç� o equivalente basta multiplicar ou dividir o numerador e o denominador da
fraç� o pelo mesmo n(mero.

Exemplos:

Para simplificar uma fraç� o basta realizar o processo inverso dividindo o


numerador e o denominador pelo mesmo n(mero até ficar no modo IRREDUTÍVEL.

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

Vamos agora aprender como efetuar as transformações da forma:

Da forma fracionária para a forma decimal:


Basta dividir o numerador pelo denominador

Exemplos:

DECIMAL FINITO

DÍZ IMA PERIÓ DICA SIMPLES

DÍZ IMA PERIÓ DICA COMPOSTA

Da forma fracionária para a N(mero Misto:


O N(mero Misto é formado por uma parte inteira e uma fraç� o própria. Toda
fraç� o imprópria pode ser convertido em n(mero mistob para isso devemos realizar
a divis� o do numerador pelo denominadorb deixando resto.

Observe os exemplos:

Prof. Ricardo Sampaio 4 de 31


[Link]
Gabaritando Matemática N(meros Racionais

De N(mero Misto para Fraç� o Imprópria:


Para converter o n(mero misto em fraç� ob repetimos o denominador e para
encontrar o numerador multiplicamos o denominador pela parte inteira e somamos
com o numerador.

Da forma decimal para a forma fracionária:


Se o n(mero for um decima finito como 0b8b o numerador será o n(mero
visto sem a vírgula no caso 8b e o denominador vai depender de quantas casas
decimais o n(mero temb neste caso possui uma ent� o o denominador será10.

0b8 é

Dividindo ambos por 2 temos:


:
:
é ”FORMA SIMPLIFICADA)

Exemplos:

Se o n(mero tiver uma casa decimal o denominador será10b se duas será100 e


assim sucessivamente.

A convers� o das dízimas periódicas seguem a seguinte regra:

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[Link]
Gabaritando Matemática N(meros Racionais

Dízima Simples:
2b3333....

 O numerador seráa parte inteira até o n(mero que se repete ”neste caso 23)
menos a parte inteira ”neste caso 2). Ent� o o numerador será23c2é 21
 Para determinar o denominador vemos quantos n(meros se repetem ”neste
caso só um) e acrescentamos 9 de acordo com a quantidade de n(meros
que se repetem ”neste caso um 9).

simplificando por 3 fica

Exemplos:

Dízima Composta:
1b27777....

 O numerador será a parte inteira até o n(mero que se repete ”neste caso
127) menos a parte inteira até a que n� o se repete ”neste caso 12). Ent� o o
numerador será127c12é 115.
 Para determinar o denominador vemos quantos n(meros se repetem ”neste
caso só um) e acrescentamos 9 de acordo com a quantidade de n(meros
que se repetem ”neste caso um 9). Vemos também quantos n� o se repetem
após a vírgula e acrescentamos 0 de acordo com a quantidade de n(meros
que n� o se repetem após a vírgula ”neste caso um).

simplificando por 5 fica

Exemplos:

Vamos agora trabalhar as operações com os racionais primeiramente no


modo de fraç� o.

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

2 √ O p e ra çõ e s c o m F ra çõ e s
Operações com Frações

Adiç� o e Subtraç� o:

No caso destas operações temos dois casos:

 Denominadores Iguais: Repetimos o denominador e realizamos a operaç� o


com os numeradores.

Exemplos:

 Denominadores Diferentes: Devemos achar frações equivalentes com


denominadores iguaisb utilizaremos para isso o MMC.

Vamos realizar a seguinte operaç� o:

1s Método: MMC

 Encontre o MMC ”8b6)

 Reescreva as frações com o novo denominador.

 O numerador é encontrado dividindo o novo denominador pelo anterior e


multiplicando pelo numerador.

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Outro exemplo:

Multiplicaç� o:

Para efetuar a multiplicaç� o com frações devemos multiplicar numerador por


numerador e denominador por denominadorb caso estejam envolvidos n(meros
negativos n� o devemos esquecer as regras de sinais.

O resultado sempre que possível deve ser simplificado.

Vamos observar algumas situações:

a)

Multiplicamos a fraç� o pelo n(mero natural e obtemos:

I MPORT A NT ÍS S I MO

A 9ót R9“ “%h / A L / U L A RA L Dh 59 A L Dh


bhRa A L a 9bT9 bh“ R9a 9T9 A

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Divis� o:

Para dividir frações devemos MULTIPLICAR. É isso mesmob devemos


multiplicar a primeira fraç� o pelo INVERSO da outra.

Inverso de uma fraç� o: Basta inverter o numerador pelo denominadorb assim o


inverso:

Vamos observar exemplos de como efetuar a divis� o:

I)

II)

Temos também outro modo de


realizar a divis� o que é efetuar a
“MULTIPLICATÃO EM )”

Exemplo:

Simplificando:

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IMPORTANTE SALIENTAR QUE:

Potenciaç� o:

Dentro da Potenciaç� o nos resta analisar o que ocorre quando o expoente é


negativob neste caso:

Para realizar a potê nciab basta elevar o numerador e o denominador.

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3 √ O p e ra çõ e s c o m D e c im a is
Operações com Decimais

Adiç� o e Subtraç� o:

Quando pensamos em decimais a forma de realizar as operações de adiç� o e


subtraç� o se assemelha à dos outros conjuntos jávistosb devemosb no entanto se
atentar SEMPRE em manter as virgulas uma abaixo da outra e caso sobrem espaços
vazios devemos completar com 0.

Multiplicaç� o:

Quando multiplicamos n(meros decimaisb provisoriamente desconsideramos


a vírgula dos fatores e efetuamos o cálculo. No finalb recolocamos as vírgulas nos
fatores e contamos quantas casas decimais existem neles.

Essa quantidade total de casas decimais é colocada no produto.

Dica: O cálculo da multiplicaç� o ocupará menos linhas colocando o n(mero que


possui uma quantidade menor de algarismos embaixo.

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

Divis� o:

Quando dividimos dois n(meros decimaisb efetuamos os seguintes procedimentos:


 Igualamos a quantidade de casas decimais do dividendo e do divisor;
 Eliminamos as vírgulas;
 Efetuamos a divis� o através do algoritmo.

Exemplos:

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

Radiciaç� o:

Para efetuar radiciaç� o de decimaisb transformamos o decimal em fraç� o eb


em seguidab calculamos o radical.

4 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o
CONSOLIDANDO O APRENDIZADO

1c Calcule as Potê ncias

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2c Simplifique as Frações

3c Calcule as adições e subtrações:

4c Calcule as multiplicações e divisões:

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5 c Efetue as adições e subtrações abaixo:

a) 4b879 + 13b14 é
b) 0b875 + 2b59 é
c) 7b37 + 25b8 é
d) 36b09 + 1b716 é
e) 28 + 5b15 + 3b7 é
f) 45b2 1 7b874 é
g) 3b426 1 0b98 é
h) 215 1 8b6 é
i) 7b3 1 85b49 é

6c Calcule os produtos e os quocientes a seguir:

a) ”12b8) . ”13b7) é
b) ”11b5) . ”+ 0b36) . ”+ 2b7) é
c) ”+ 1b2) . ”+ 6) . ”+ 0b65) é
d) ”10b8) . ”10b45) . ”10b5). é
e) ”15) . ”+ 2b24) é
f) ”19b25) ∶”13b7) é
g) ”+ 0b822) ∶”+ 0b6) é
h) ”+ 2) ∶”10b5) é
i) ”12b1) ∶”12b8). é
j) ”+ 7b31) ∶”11b7) é

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
RESPOSTAS

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3c

4√

5c
a) 18b019
b) 3b465
c) 33b17
d) 37b806
e) 36b85
f) 37b326
g) 2b446
h) 206b4
i) c78b19

6c
a) 10b36

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b) c1b458
c) 4b68
d) c0b18
e) c11b2
f) 2b5
g) 1b37
h) c4
i) 0b75
j) c4b3

5 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1) ”FCC √ Analista de Gest� o c Sistemas √ 2018) Em certo momento da vidab uma


pessoa ganhou um prê mio na loteria e decidiu doar uma parte do prê mio para cada
um de seus filhosb de idades iguais a 15 anosb 30 anos e 35 anos. O critério adotado
foi doarb para cada filhob uma fraç� o do prê mio igual ao inverso de sua idadeb ou
sejab doar 1/15 do prê mio para o filho de 15 anosb 1/30 para o de 30 e 1/35 para
o de 35. Assimb após as trê s doaçõesb supondo que nenhuma outra parte do prê mio
tenha sido utilizadab a pessoa ainda manteve uma fraç� o do prê mio igual a

a) 9/70.
b) 28/70.
c) 61/70.
d) 181/210.
e) 1/80.

2) ”FCC √ Assistente Administrativo √ 2019) A rodovia que liga a cidade A à cidade


B possui duas saídas: uma para a cidade C e mais a frente uma para a cidade D. A
saída para a cidade C estásituada a 1/5 de toda rodovia medido a partir do ponto
de partida na cidade A. Viajando mais 27 km pela rodovia em sentido da cidade Bb
encontramos a segunda saída que é a que vai para a cidade D. O trecho da segunda
saída até o final da rodovia corresponde a 13/20 de toda a rodovia. Logo a fraç� o
que corresponde ao trecho entre a primeira e a segunda saída e o percurso total
da rodoviab em quil9metrosb é:

a) 7/20 e 180.
b) 3/20 e 200.
c) 14/25 e 99.
d) 3/20 e 180.
e) 14/25 e 200.

3) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Em um paísb todos os postos de gasolina s� o


de uma dentre trê s bandeiras: Kb L ou M. Sabecse que 5/11 dos postos s� o da
bandeira K e que o n(mero de postos da bandeira L é o triplo do n(mero de postos

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da bandeira M. Em relaç� o ao total de postosb aqueles que s� o da bandeira L


representam

a) 3/11.
b) 3/22.
c) 9/22.
d) 4/33.
e) 8/33

4) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2018) Um fotógrafo comprou 84 pacotes de folhas


de papel fotográfico. Desse totalb 3/4 dos pacotes eram de papel brilhanteb 1/6 de
papel com textura couro e o restante de papel com textura linho. Cada pacote de
papel brilhante custou R$ 15b00b cada pacote de papel com textura couro custou
R$ 12b50 e o valor total da compra foi de R$ 1.211b00. O custo de cada pacote de
papel com textura linhob em reaisb foi de

a) 11b50.
b) 13b00.
c) 12b50.
d) 12b00.
e) 13b50.

5) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2018) Suponha que uma pessoa precise comprar
3/7 de um saco de farinha de 10 kg. Para fazer issob ela calcula o valor decimal da
fraç� o 3/7 e o arredondab multiplicandoco por 10b para determinar a massab em kgb
que deverá ser comprada. Se a pessoa arredondar o valor decimal de 3/7 na
primeira casa decimalb ela comprará menos farinha do que se fizer o
arredondamento na segunda casa decimal ”a pessoa adotou a seguinte regra de
arredondamento: ao arredondar em uma determinada casab ela observa o algarismo
imediatamente à direita. Se ele for 5 ou maisb ela arredonda para cima; se for 4 ou
menosb para baixo). Portantob a quantidade de farinha que ela compraráa maisb se
arredondar na segunda casa decimalb é de

a) 0b5 kg.
b) 0b4 kg.
c) 0b3 kg.
d) 0b2 kg.
e) 0b1 kg.

6) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2014) Dentre os 696 participantes de um congresso


de saneamento básico � deles s� o engenheiros. Sabecse que 1/6 desses
engenheiros também s� o químicos. Do grupo de todos os participantes 1/12 n� o
s� o nem engenheiros nem químicos. Os demais participantes do congresso s� o
todos químicos. O n(mero total de químicos que participam desse congresso é igual
a

a) 522.
b) 435.
c) 116.

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d) 203.
e) 174.

7) ”MS Concursos √ Oficial Administrativo √ 2018) Um menino ganhou sua mesada


de R$120b00b guardou 1/6 na poupançab do restante usou 2/5 para comprar
figurinhas e gastou o que sobrou numa excurs� o da escola. Quanto
gastou nessa excurs� o?

a) 32
b) 40
c) 52
d) 60
e) 68

8) ”FEPESE √ Escriv� o de Polícia Civil c 2017) Uma empresa aluga containers para
guarda de bens. Se o custo de alugar 1/4 de um container é R$ 1.400b00 mensaisb
quanto custa alugar 4/5 deste container?

a) Mais do que R$ 4550b00.


b) Mais do que R$ 4500b00 e menos que R$ 4550b00.
c) Mais do que R$ 4450b00 e menos que R$ 4500b00.
d) Mais do que R$ 4400b00 e menos que R$ 4450b00.
e) Menos que R$ 4400b00.

9) ”VUNESP √ Técnico Legislativo c 2018) Trê s quartos do total de uma verba foi
utilizada para o pagamento de um serviço Ab e um quinto do que n� o foi utilizado
para o pagamento desse serviço foi utilizado para o pagamento de um serviço B.
Seb da verba totalb após somente esses pagamentosb sobraram apenas R$ 200b00b
ent� o é verdade que o valor utilizado para o serviço Ab quando comparado ao valor
utilizado para o serviço Bb corresponde a um n(mero de vezes igual a

a) 13
b) 14
c) 15
d) 16
e) 17

10) ”VUNESP √ Professor I c 2018) Anita fez uma prova de matemáticab cuja duraç� o
máxima determinada era de duas horas. Sabecse que na primeira horab ela resolveu
3/ 5 do n(mero total de questões da provab e que na segunda horab ela resolveu
3/ 5 das questões restantes. Se para Anita restaram 4 questões n� o resolvidasb
ent� o o n(mero total de questões que ela resolveu na primeira hora de prova foi
igual a

a) 10
b) 12
c) 15
d) 18

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e) 20

11) ”VUNESP √ Oficial de Atendimento e Administraç� oc 2018) Uma empresa


comprou um lote de envelopes e destinou 3/8 deles ao setor A. Dos envelopes
restantesb 4/5 foram destinados ao setor Bb e ainda restaram 75 envelopes. O
n(mero total de envelopes do lote era

a) 760
b) 720
c) 700
d) 640
e) 600

12) ”FCC √ Técnico Judiciário √ Área Administrativa c 2018) Exatamente 1/4 das
vagas de uma faculdade s� o destinadas aos cursos de humanasb e exatamente 1/8
das vagas destinadas aos cursos de humanas s� o do período noturno. Sabendocse
que o total de vagas dessa faculdade é um n(mero inteiro positivo entre 420 e
470b ent� o o n(mero de vagas dessa faculdade destinadas aos cursos de humanas
é igual

a) 108
b) 124
c) 112
d) 120
e) 104

13) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia c 2017) Uma determinada empresa vendeu 7500
produtos no primeiro semestre de 2016b sendo que a tabela a seguir indica a
representaç� o decimal percentual em relaç� o ao totalb mê s a mê s

Com base nesses dadosb o n(mero total de produtos vendidos nos meses de maio
e junho foi de
a) 1125.
b) 1275.
c) 2350.
d) 3190.
e) 3375.

14) ”FCC √ Agente de Saneamento Ambiental c

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2018) Uma padaria exibe a seguinte tabela de preços:

José comprab nessa padariab 7 p� es francesesb 500 gramas de presuntob 500


gramas de queijo tipo prato e 3 litros de leite integral. Para pagarb usa uma nota
de R$ 50b00. Como trocob José deve receber

a) R$ 37b05
b) R$ 25b15
c) R$ 12b95
d) R$ 14b10
e) R$ 19b35

15) ”CScUFG √ Técnico de Tecnologia de Informaç� o√2018) Um garoto foi ao cinema


no shopping com seu colegab levando uma certa quantia em dinheiro. Ele gastou
R$ 18b50 com o ingresso do cinema e R$ 22b50 com um lanche. Após terminar o
filmeb enquanto passeava no shoppingb interessoucse por um boné personalizado
que custava R$ 61b00 eb para compráclob seu amigo lhe emprestou R$ 36b00. De
acordo com esses
dadosb o valor que o garoto levou para o shopping foi de

a) R$ 66b00
b) R$ 72b00
c) R$ 82b00
d) R$ 86b00

16) ”FCC √ Analista processual c 2017) Sabendo que o n(mero decimal F é


0b8666...b que o n(mero decimal G é 0b7111... e que o n(mero decimal H é
0b4222...b ent� ob o triplo da soma desses trê s n(meros decimaisb Fb G e Hb é igual a

a) 6b111...
b) 6
c) 5b98
d) 5b888...
e) 3

17) ”Instituto de Seleç� o √ Assistente Administrativoc 2017) Certo diab Ant9nio


estava efetuando alguns cálculos para contabilizar a média de projetos executados
semanalmente por cada servidor de sua repartiç� ob utilizando para a tarefa uma
calculadora comum. Em determinado momentob ao realizar divisões entre certos
n(merosb Ant9nio se deparou com duas dízimas

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periódicas em seus cálculos. Nomeou a primeira como “A” e a segunda como “B”b
onde:
A é 0b4444 � B é 0b8888 �
Necessitando realizar a soma das dízimas A e B para prosseguir em seus cálculosb
Ant9nio decidiu transformáclas em fraçõesb pois assim poderia efetuar a soma com
mais facilidade e também obter um resultado mais exato para seus cálculos. Qual
das frações abaixo representa o resultado correto para a soma entre A e B?

18) ”IBFC √ Técnico em Análises Clínicas √ 2016 c Adaptada) O salário de Marcos é


R$ 2574b00 ”Dois milb quinhentos e setenta e quatro reais). Desse valorb ele gastou
1/8 com vestimenta; 2/5 do salário com aluguel e 5/11 do salário com mercado.
Nessas condiçõesb o valor que ainda lhe restou do salário foi:

a) R$ 52b65
b) R$ 67b35
c) R$ 110b45
d) R$ 168b25
e) R$ 252b55

19) ”COPESE √ UFPI √ Agente comunitário de sa(de √ 2016) Seis amigos saem para
jantar e ao fim do programa cada um contribui com R$ 7b50. Contudob eles
percebem que a soma dos valores que eles deram é somente 3/4 do valor total do
jantar. O valor a mais que cada um deles deve pagar a fim de ter o valor total do
jantar é:

a) R$ 1b50
b) R$ 2b00
c) R$ 2b50
d) R$ 3b00
e) R$ 3b50

20) ”AOCP √ Técnico profissionalizante A c 2016) O dono de uma loja de camisas


recebe 2/7 de lucro sobre cada camisa que é vendida por R$ 46b20. Para que esse
dono de loja receba um lucro de R$ 330b00b quantas dessas camisas ele precisaria
vender?

a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35

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6 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS c COMENTADAS

1) ”FCC √ Analista de Gest� o c Sistemas √ 2018) Em certo momento da vidab uma


pessoa ganhou um prê mio na loteria e decidiu doar uma parte do prê mio para cada
um de seus filhosb de idades iguais a 15 anosb 30 anos e 35 anos. O critério adotado
foi doarb para cada filhob uma fraç� o do prê mio igual ao inverso de sua idadeb ou
sejab doar 1/15 do prê mio para o filho de 15 anosb 1/30 para o de 30 e 1/35 para
o de 35. Assimb após as trê s doaçõesb supondo que nenhuma outra parte do prê mio
tenha sido utilizadab a pessoa ainda manteve uma fraç� o do prê mio igual a

a) 9/70.
b) 28/70.
c) 61/70.
d) 181/210.
e) 1/80.

COMENTÁRIO: Para responder esta quest� o devemos encontrar a fraç� o doada que
foi 1/15+ 1/30+ 1/35b como os denominadores s� o diferentes devamos encontrar
o MMC entre eles MMC ”15b 30b 35) é 210b agora dividindo pelo denominador e
multiplicando pelo denominador temos novas frações a saber
14/210+ 7/210+ 6/210b doando assim 27/210b devemos agora simplificar para
encontrar nosso gabaritob se divido por 3 temos 9/70b CUIDADO POIS ESTA FOI A
PARTE DOADAb e o exercício pede a que sobrou logo sobraram 61/70. GABARITO
C.

2) ”FCC √ Assistente Administrativo √ 2019) A rodovia que liga a cidade A à cidade


B possui duas saídas: uma para a cidade C e mais a frente uma para a cidade D. A
saída para a cidade C estásituada a 1/5 de toda rodovia medido a partir do ponto
de partida na cidade A. Viajando mais 27 km pela rodovia em sentido da cidade Bb
encontramos a segunda saída que é a que vai para a cidade D. O trecho da segunda
saída até o final da rodovia corresponde a 13/20 de toda a rodovia. Logo a fraç� o
que corresponde ao trecho entre a primeira e a segunda saída e o percurso total
da rodoviab em quil9metrosb é:

a) 7/20 e 180.
b) 3/20 e 200.
c) 14/25 e 99.
d) 3/20 e 180.
e) 14/25 e 200.

COMENTÁRIO: Primeiro vamos fazer com que as frações que temos fiquem com o
mesmo denominador assim 1/5 multiplicado por 4 fica 4/20b que é a fraç� o entra
A e a saída Cb se somarmos com a fraç� o entre D e B que é 13/20b ficamos com
17/20b assim a fraç� o entre as saídas C e D é igual a 3/20. Sabemos que estes
3/20 corresponde a 27 KM logo se eu dividir por 3 temos o valor de uma parteb a
saber 9b que multiplicado por 20 temos o tamanho da rodovia 9.20é 180.
GABARITO D.

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3) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Em um paísb todos os postos de gasolina s� o


de uma dentre trê s bandeiras: Kb L ou M. Sabecse que 5/11 dos postos s� o da
bandeira K e que o n(mero de postos da bandeira L é o triplo do n(mero de postos
da bandeira M. Em relaç� o ao total de postosb aqueles que s� o da bandeira L
representam

a) 3/11.
b) 3/22.
c) 9/22.
d) 4/33.
e) 8/33

COMENTÁRIO: Sabemos que a fraç� o referente a bandeira K é igual a 5/11b logo as


bandeiras L e M representam o que falta 6/11b como L é o triplo de Mb podemos
dizer que L é 3M e M é 1Mb assim devemos dividir 6/11 por 4b ao efetuar esta
divis� o chegamos a 6/44 que representa 1 parteb como L representa 3 partesb
vamos multiplicar por 3 obtendo 18/44 que é a nossa respostab e como n� o a
temos no gabarito vamos simplificar obtendo 9/22. GABARITO C.

4) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2018) Um fotógrafo comprou 84 pacotes de folhas


de papel fotográfico. Desse totalb 3/4 dos pacotes eram de papel brilhanteb 1/6 de
papel com textura couro e o restante de papel com textura linho. Cada pacote de
papel brilhante custou R$ 15b00b cada pacote de papel com textura couro custou
R$ 12b50 e o valor total da compra foi de R$ 1.211b00. O custo de cada pacote de
papel com textura linhob em reaisb foi de

a) 11b50.
b) 13b00.
c) 12b50.
d) 12b00.
e) 13b50.

COMENTÁRIO: Analisando a quest� o e fazendo as devidas separações temos que


foram comprados 84 pacotes sendo que � de papel brilhanteb isso representa 63
folhas ”basta dividir por 4 e multiplicar por 3) como cada uma custou R$ 15b00 já
temos um custo de R$ 945b00b 1/6 com textura courob o que representa 14 folhasb
custando cada uma R$ 12b50b temos R$ 175b00b gastando até o momento R$
1120b00. Para descobrir o valor gasto com papel de textura linho basta diminuir o
total do valor que jásabemos R$ 1211 √ 1120 é 91. Diminuindo as 84 das 63
folhas brilhantes e das 14 folhas com textura couro restou 7 folhas de textura linhob
dividindo 91 por 7 obtendo 13 Reais. GABARITO B.

5) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2018) Suponha que uma pessoa precise comprar
3/7 de um saco de farinha de 10 kg. Para fazer issob ela calcula o valor decimal da
fraç� o 3/7 e o arredondab multiplicandoco por 10b para determinar a massab em kgb
que deverá ser comprada. Se a pessoa arredondar o valor decimal de 3/7 na
primeira casa decimalb ela comprará menos farinha do que se fizer o
arredondamento na segunda casa decimal ”a pessoa adotou a seguinte regra de

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arredondamento: ao arredondar em uma determinada casab ela observa o algarismo


imediatamente à direita. Se ele for 5 ou maisb ela arredonda para cima; se for 4 ou
menosb para baixo). Portantob a quantidade de farinha que ela compraráa maisb se
arredondar na segunda casa decimalb é de

a) 0b5 kg.
b) 0b4 kg.
c) 0b3 kg.
d) 0b2 kg.
e) 0b1 kg.

COMENTÁRIO: Ao dividir 3/7 obtemos 0b4285...b se arredondar na primeira casa


decimal ficaremos com 0b4 que multiplicado por 10 é igual a 4 Kgb jáse
arredondar na segunda casa teremos 0b43 que multiplicado por 10 daria 4b3 Kgb
temos ent� o a diferença de 0b3 Kg. GABARITO C.

6) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2014) Dentre os 696 participantes de um congresso


de saneamento básico � deles s� o engenheiros. Sabecse que 1/6 desses
engenheiros também s� o químicos. Do grupo de todos os participantes 1/12 n� o
s� o nem engenheiros nem químicos. Os demais participantes do congresso s� o
todos químicos. O n(mero total de químicos que participam desse congresso é igual
a

a) 522.
b) 435.
c) 116.
d) 203.
e) 174.

COMENTÁRIO: Dos 696 participantes temos � de Engenheiros o que corresponde


a 522 participantes dos quais 1/6 s� o químicosb a saber 87 participantesb assim
sabemos que temos 435 engenheiros n� o químicos. A quest� o ainda afirma que
1/12 dos 696 n� o s� o nem engenheiros nem químicosb totalizando 58b sendo o
restante seriam químicos logo 696 √ 435 √ 58 é 203. GABARITO D.

7) ”MS Concursos √ Oficial Administrativo √ 2018) Um menino ganhou sua mesada


de R$120b00b guardou 1/6 na poupançab do restante usou 2/5 para comprar
figurinhas e gastou o que sobrou numa excurs� o da escola. Quanto gastou nessa
excurs� o?

a) 32
b) 40
c) 52
d) 60
e) 68

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

COMENTÁRIO: O menino guardou 1/6 de 120 na poupança restando ent� o 100


reaisb usando 2/5 para comprar figurinha ”40) sobrando 60 reais. GABARITO D.

8) ”FEPESE √ Escriv� o de Polícia Civil c 2017) Uma empresa aluga containers para
guarda de bens. Se o custo de alugar 1/4 de um container é R$ 1.400b00 mensaisb
quanto custa alugar 4/5 deste container?

a) Mais do que R$ 4550b00.


b) Mais do que R$ 4500b00 e menos que R$ 4550b00.
c) Mais do que R$ 4450b00 e menos que R$ 4500b00.
d) Mais do que R$ 4400b00 e menos que R$ 4450b00.
e) Menos que R$ 4400b00.

COMENTÁRIO: Primeiro é necessário trabalhar como denominadores iguais ao


invés de pensar em 1/4 e 4/5 vamos pensar em 5/20 e 16/20b ao dividir 1400
por 5 temos o valor de 1 parte que corresponde a 280b agora multiplicamos por
16 obtendo R$ 4480. GABARITO C.

9) ”VUNESP √ Técnico Legislativo c 2018) Trê s quartos do total de uma verba foi
utilizada para o pagamento de um serviço Ab e um quinto do que n� o foi utilizado
para o pagamento desse serviço foi utilizado para o pagamento de um serviço B.
Seb da verba totalb após somente esses pagamentosb sobraram apenas R$ 200b00b
ent� o é verdade que o valor utilizado para o serviço Ab quando comparado ao valor
utilizado para o serviço Bb corresponde a um n(mero de vezes igual a

a) 13
b) 14
c) 15
d) 16
e) 17

COMENTÁRIO: Primeiro foi utilizado 3/4 logo n� o foi utilizado 1/4b sendo que 1/5
disso foi utilizado para outro pagamentob assim 1/5 de 1/4 é igual a 1/20. Achando
uma fraç� o equivalente a 3/4 com denominador 20 temos 15/20b assim ao total
foram utilizados 16/20b sobrando 4/20 que representa 200b logo cada parte vale
50. Na primeira foram utilizadas 15.50 é 750 e na Segunda 1.50 é 50. Dividindo
750 por 50 temos 15 vezes a mais. GABARITO C.

10) ”VUNESP √ Professor I c 2018) Anita fez uma prova de matemáticab cuja duraç� o
máxima determinada era de duas horas. Sabecse que na primeira horab ela resolveu
3/ 5 do n(mero total de questões da provab e que na segunda horab ela resolveu
3/ 5 das questões restantes. Se para Anita restaram 4 questões n� o resolvidasb
ent� o o n(mero total de questões que ela resolveu na primeira hora de prova foi
igual a

a) 10
b) 12

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

c) 15
d) 18
e) 20

COMENTÁRIO: Na primeira hora ela resolveu 3/5 das questõesb restando ent� o
2/5b dos quais resolveu 3/5b assim 3/5 de 2/5 é igual a 6/25. Transformando 3/5
pra denominador 25 temos 15/25b assim até a segunda hora ela respondeu
21/25 faltando 4/25 que representa 4 logob uma parte é igual a 1. Assim na
primeira hora ela resolveu 15 questões. GABARITO C.

11) ”VUNESP √ Oficial de Atendimento e Administraç� oc 2018) Uma empresa


comprou um lote de envelopes e destinou 3/8 deles ao setor A. Dos envelopes
restantesb 4/5 foram destinados ao setor Bb e ainda restaram 75 envelopes. O
n(mero total de envelopes do lote era

a) 760
b) 720
c) 700
d) 640
e) 600

COMENTÁRIO: Se 3/8 foram para o setor Ab ent� o 5/8 foram os restantesb 4/5 de
5/8 é igual a 20/40 que simplificando fica igual a 4/8. 3/8+ 4/8 é 7/8 restando
1/8 que equivale a 75. Para descobrir o total de envelope basta multiplicar por 8b
75.8 é 600. Gabarito E.

12) ”FCC √ Técnico Judiciário √ Área Administrativa c 2018) Exatamente 1/4 das
vagas de uma faculdade s� o destinadas aos cursos de humanasb e exatamente 1/8
das vagas destinadas aos cursos de humanas s� o do período noturno. Sabendocse
que o total de vagas dessa faculdade é um n(mero inteiro positivo entre 420 e
470b ent� o o n(mero de vagas dessa faculdade destinadas aos cursos de humanas
é igual

a) 108
b) 124
c) 112
d) 120
e) 104

COMENTÁRIO: Inicialmente estamos a procura de um n(mero que multiplicado por


4 esteja na faixa entre 420 e 470b dentre as alternativas nos restam apenas as
opções 108 e 112b agora eu preciso dentre estes encontrar um que é divisível
por 8b restando apenas o 112. GABARITO C.

13) ”IBFC √ Auxiliar de Perícia c 2017) Uma determinada empresa vendeu 7500
produtos no primeiro semestre de 2016b sendo que a tabela a seguir indica a
representaç� o decimal percentual em relaç� o ao totalb mê s a mê s

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Com base nesses dadosb o n(mero total de produtos vendidos nos meses de maio
e junho foi de
a) 1125.
b) 1275.
c) 2350.
d) 3190.
e) 3375.

COMENTÁRIO: Para encontrar a quantidade de cada mê s basta multiplicar o total


de produtos pelo decimalb no caso em maiob temos 7500.0b2 é 1500 e em Junho
7500.0b25 é 1875b somando temos 3375. GABARITO E.

14) ”FCC √ Agente de Saneamento Ambiental c


2018) Uma padaria exibe a seguinte tabela de preços:

José comprab nessa padariab 7 p� es francesesb 500 gramas de presuntob 500


gramas de queijo tipo prato e 3 litros de leite integral. Para pagarb usa uma nota
de R$ 50b00. Como trocob José deve receber

a) R$ 37b05
b) R$ 25b15
c) R$ 12b95
d) R$ 14b10
e) R$ 19b35

COMENTÁRIO: Primeiro devemos calcular o valor gastob assim 7 p� es é igual a


7.0b9 é 6b30b 500 gramas de presunto é metade 18b50b assim 9b25b 500 gramas

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de queijo é igual 11b00 e 3 litros de leite fica 3.3b5 é 10b5. Gastando no total
6b30+ 9b25+ 11b00+ 10b50 é 37b05. Como ele pagou com R$ 50b00 teráde troco
R$ 12b95. GABARITO C.

15) ”CScUFG √ Técnico de Tecnologia de Informaç� o√2018) Um garoto foi ao cinema


no shopping com seu colegab levando uma certa quantia em dinheiro. Ele gastou
R$ 18b50 com o ingresso do cinema e R$ 22b50 com um lanche. Após terminar o
filmeb enquanto passeava no shoppingb interessoucse por um boné personalizado
que custava R$ 61b00 eb para compráclob seu amigo lhe emprestou R$ 36b00. De
acordo com esses dadosb o valor que o garoto levou para o shopping foi de

a) R$ 66b00
b) R$ 72b00
c) R$ 82b00
d) R$ 86b00

COMENTÁRIO: Inicialmente o garoto gastou 18b50+ 22b50 é 41b00b como o boné


custava 61b00b como precisou de um empréstimo de 36b00 descobrimos que na
sua m� o sótinha 61c36 é 25b00. Logo a quantia que levou foi de 41b00+ 25b00 é
66b00. GABARITO A.

16) ”FCC √ Analista processual c 2017) Sabendo que o n(mero decimal F é


0b8666...b que o n(mero decimal G é 0b7111... e que o n(mero decimal H é
0b4222...b ent� ob o triplo da soma desses trê s n(meros decimaisb Fb G e Hb é igual a

a) 6b111...
b) 6
c) 5b98
d) 5b888...
e) 3

COMENTÁRIO: Basta realizar a soma dos decimais lembrando de por vírgula


embaixo de vírgula obtendo um n(mero bem próximo de 2 cujo triplo é 6.
GABARITO B.

17) ”Instituto de Seleç� o √ Assistente Administrativoc 2017) Certo diab Ant9nio


estava efetuando alguns cálculos para contabilizar a média de projetos executados
semanalmente por cada servidor de sua repartiç� ob utilizando para a tarefa uma
calculadora comum. Em determinado momentob ao realizar divisões entre certos
n(merosb Ant9nio se deparou com duas dízimas
periódicas em seus cálculos. Nomeou a primeira como “A” e a segunda como “B”b
onde:
A é 0b4444 � B é 0b8888 �
Necessitando realizar a soma das dízimas A e B para prosseguir em seus cálculosb
Ant9nio decidiu transformáclas em fraçõesb pois assim poderia efetuar a soma com
mais facilidade e também obter um resultado mais exato para seus cálculos. Qual
das frações abaixo representa o resultado correto para a soma entre A e B?

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COMENTÁRIO: Transformando as dízimas em frações temos 0b4444... é 4/9 e


0b8888... é 8/9b somando 4/9+ 8/9 é 12/9b dividindo por 3 temos 4/3. GABARITO
D.

18) ”IBFC √ Técnico em Análises Clínicas √ 2016 c Adaptada) O salário de Marcos é


R$ 2574b00 ”Dois milb quinhentos e setenta e quatro reais). Desse valorb ele gastou
1/8 com vestimenta; 2/5 do salário com aluguel e 5/11 do salário com mercado.
Nessas condiçõesb o valor que ainda lhe restou do salário foi:

a) R$ 52b65
b) R$ 67b35
c) R$ 110b45
d) R$ 168b25
e) R$ 252b55

COMENTÁRIO: Fazendo o MMC entre os denominadores encontramos o n(mero


440b achando as seguintes frações equivalentes 55/440+ 176/440+ 200/440 é
431/440. Resta do seu salário 9/440. Dividindo 2574 por 440 temos 5b85 que
multiplicado por 9 é igual a 52b65. GABARITO A.

19) ”COPESE √ UFPI √ Agente comunitário de sa(de √ 2016) Seis amigos saem para
jantar e ao fim do programa cada um contribui com R$ 7b50. Contudob eles
percebem que a soma dos valores que eles deram é somente 3/4 do valor total do
jantar. O valor a mais que cada um deles deve pagar a fim de ter o valor total do
jantar é:

a) R$ 1b50
b) R$ 2b00
c) R$ 2b50
d) R$ 3b00
e) R$ 3b50

COMENTÁRIO: Se cada amigo deu 7b50 no total eles deram 6.7b5 é 45b se isso
representa 3/4 do valor cada parte tem 15b sendo este o valor que faltab
dividindo pelos seis amigos temos 15:6 é 2b5. GABARITO C.

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Gabaritando Matemática N(meros Racionais

20) ”AOCP √ Técnico profissionalizante A c 2016) O dono de uma loja de camisas


recebe 2/7 de lucro sobre cada camisa que é vendida por R$ 46b20. Para que esse
dono de loja receba um lucro de R$ 330b00b quantas dessas camisas ele precisaria
vender?

a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35

COMENTÁRIO: Para descobrir quanto ele recebe por camisa devemos multiplicar
46b20 por 2 e dividir por 7 ”tanto faz a ordem)b efetuando as operações temos
13b2. Agora dividimos 330 por 13b2 encontrando 25. GABARITO C.

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Razãoe t opoção

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"
h desti o ão u a uestãode opotuidade.
; u a uestãode es ol
ha.
bão al
gopa a se
fi a espe a do, al
goa se o uistado.
"í il
lia (
e i gs . a

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

SUMÁRIO
1 √ Razãoe t opoção
2 √ bú e os 5i eta e te t opo io ais
3 √ bú e os L v
e sa e te t opo io ais

4 √ / o solida dooA pe dizado


5 √ v uest es de / o usos
6 √ / o e táiodas v uest es

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

1 √ R a z � o e P ro p o rç� o
Raz� o e Proporç� o
Para entendermos o conceito de raz� o e proporç� o precisamos entender o
conceito de GRANDEZ Ab que pode ser definido como tudo o que conseguimos
medir ou contar.

RAZ ÃO

RAZ ÃO por sua vez é a relaç� o entre duas grandezasb que pode ser da
mesma natureza ou de natureza diferente.

PROPORTÃO

Proporç� o: Se caracteriza pela igualdade entre razões.

Lê cse: a estápara bb assim como c estápara d.

Podemos escrever a raz� o acima como:


a:bé c:d

Onde:
a e d s� o os extremos;
b e c s� o os meios;

PROPRIEDADE FUNDAMENTAL: O PRODUTO DOS E)TREMOS É IGUAL AO


PRODUTO DOS MEIOS.

Algumas propriedades podem nos auxiliar na resoluç� o de alguns


problemas.

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

1�Propriedade:

Vamos aplicácla em um exemplo:

”Vunesp √ Contador c 2017) Em uma escola de dançab há3 homens para cada 2
mulheresb num total de 210 alunos. No mê s de marçob o n(mero de homens
aumentou em )b o n(mero de mulheres diminuiu também em )b e a raz� o entre os
n(meros de homens e mulheres matriculados passou a ser igual a 2b o que permite
concluir que ) é igual a

a) 9.
b) 10.
c) 12.
d) 14.
e) 15.

No exercício proposto temos duas informações importantes:

 A raz� o entre homens e mulheres é de 3 para 2;


 Soma de homens e mulheres é 210.

Aplicando a propriedade fundamental temos que:

5M é 210.2
5M é 420
M é 420/5
M é 84

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

Com 84 mulheres temos 126 homens. Com estas informações devemos


agora somar um certo valor ao n(mero de homens e o mesmo valor subtrair do
n(mero de mulheres.

2�Propriedade:

”Vunesp √ Técnico Legislativo c 2016) Em uma tomada de preços para a compra de


certo produtob observacse que a raz� o entre o maior e o menor preço encontrados
é de 12 para 7b e que a diferença entre eles é igual a R$ 80b00. Nessas condiçõesb
é correto afirmar queb nessa tomada de preçosb o maior preço encontrado foi

a) R$ 182b00.
b) R$ 188b00.
c) R$ 192b00.
d) R$ 200b00.
e) R$ 204b00.

Vamos considerar que o maior preço chamaremos de x e o menor preço de


yb ent� o:

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3�Propriedade:

4�Propriedade:

Exemplos relacionados a estas propriedades ser� o abordados mais a frente.

2 √ N ( m e ro s D ire t a m e n t e P ro p o rc io n a is
N(meros Diretamente Proporcionais

Duas sucessões numéricas s� o diretamente proporcionais quando existe uma


correspondê ncia biunívoca entre seus elementos onde as razões entre eles s� ob
respectivamenteb iguais a uma constante de proporcionalidade.

Exemplo:

Divida 48 em partes diretamente proporcionais a 3 e 5.

Outra forma de resolver este problema é utilizar a ideia de divis� o proporcionalb


assim:

Parte 1 é 3k
Parte 2 é 5k

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

3k+ 5k é 48
8ké 48
ké 48/8
ké 6

Parte 1 é 3k  3.6 é 18
Parte 2 é 5k  5.6 é 30

3 √ N ( m e ro s I n v e rs a m e n t e P ro p o rc io n a is
N(meros Inversamente Proporcionais

Duas sucessões numéricas s� o inversamente proporcionais quando existe


uma correspondê ncia biunívoca entre seus elementos onde os produtos entre eles
s� ob respectivamenteb iguais a uma constante de proporcionalidade. Note que
podemos escrever tal produto como raz� o de um pelo inverso do outro.

Divida 85 em partes inversamente proporcionais a 10 e 7.

Observaç� o: Para realizar a divis� o de 85 pela fraç� o 17/70 basta multiplicar 85


por 70 e dividir por 17.

Outra forma de resolver este problema é utilizar a ideia de divis� o proporcionalb


assim:

Parte 1 é k/10
Parte 2 é k/7

k/10+ k/7 é 85 ”Devemos fazer o MMC entre 10b 7 e 1) que é 70

7k/70+ 10k/10 é 5950/70

17ké 5950
ké 5950/17
k é 350

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

Parte 1 é k/10  350/10 é 35


Parte 2 é k/7  350/7 é 50

4 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o
CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO

1. Aplique a propriedade fundamental das proporções


e calcule o valor desconhecido:

2. Utilize as propriedades das proporções para resolver os problemas a


seguir:

a) Qual é a raz� o equivalente a 4: 11b sendo a soma


de seus termos igual a 120?
b) Qual é a raz� o equivalente a 7: 4b sendo a diferença
de seus termos igual a 54?

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

c) O álcool e a gasolina est� o misturados na raz� o de 1 para 3b ou sejab 1: 3. Num


tanque de 56 litros dum carrob
qual é a quantidade de álcool e de gasolina?
d) Uma raz� o equivalente é igual a para 8 e a soma de
seus termos 247. Qual é o valor dessa raz� o?
e) No colégiob a diferença do n(mero de alunas e de alunos é 45. Sendo a raz� o
entre eles igual a para 5b qual é o
total de estudantes no colégio?

3. Resolva os problemas envolvendo divis� o proporcional:

a) Divida 70 em partes diretamente proporcionais a 4 e 6;


b) Divida 108 em partes diretamente proporcionais a 6 e 3;
c) Divida 54 em partes diretamente proporcionais a 5 e 4;
d) Divida 210 em partes diretamente proporcionais a 8 e 6;
e) Divida 176 em partes diretamente proporcionais a 6 e 5;
f) Divida 105 em partes inversamente proporcionais a 3 e 4;
g) Divida 63 em partes inversamente proporcionais a 5 e 4;
h) Divida 253 em partes inversamente proporcionais a 8 e 3;
i) Divida 143 em partes inversamente proporcionais a 5 e 6;
j) Divida 110 em partes inversamente proporcionais a 4 e 6;

4. Verifique se as grandezas s� o diretamente ”D) ou inversamente ”I)


proporcionais:

a) N(mero de costureiros e n(mero de camisas;


b) Metros de tecido e seu preço;
c) D(zias de maç� s e seu preço;
d) N(mero de pedreiros e metros de muro construídos;
e) N(mero de páginas e n(mero de linhas por página
de um mesmo livro;
f) Vaz� o de uma torneira e tempo gasto para encher
um tanque;
g) N(mero de pacotes e quantidade de balas;
h) N(mero de máquinas e quantidade de peças
produzidas;
i) N(mero de pedreiros e tempo de construç� o;
j) Velocidade de um avi� o e tempo gasto na viagem;
k) N(mero de operários e profundidade de um poço;
l) Quantidade de farinhas e n(mero de p� es;
m) Quilos de banana e seu preço;
n) Quantidade de p� es e seu preço;
o) Tempo de viagem e espaço percorrido;
p) N(mero de animais e quantidade de raç� o;
q) Distância percorrida e preço no taxímetro de um
táxi;
r) N(mero de galinhas e quantidade de ovos a serem
botados;
s) Quantidade de tratores e dias para terminar uma
obra;

Prof. Ricardo Sampaio 9 de 17


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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

t) Área de um terreno e mudas a serem plantadas;


u) Consumo de combustível e distância percorrida pelo veículo;

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
RESPOSTAS
1.
a) a é 7.
b) b é 14.
c) c é 26.
d) d é 108.
e) e é 144.
f) f é 33.
g) g é 256.
h) h é 168.
i) i é 56.
j) j é 39.

2.

3.
a) 28 e 42.
b) 72 e 36.
c) 30 e 24.
d) 120 e 90.
e) 96 e 80.
f) 60 e 45.
g) 28 e 35.
h) 69 e 184.
i) 78 e 65.
j) 66 e 44.

4.
a) D b) D c) D d) D

e) I f) I g) D h) D

i) I j) I k) D l) D

m) D n) D o) D p) D

q) D r) D s) I t) D

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u) D

5 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSO

1) ”FCC √ Agente de segurança √ 2010) A área de um círculo é igual ao produto do


n(mero πpelo quadrado da medida do seu raio. Se a raz� o entre os raios de dois
círculos concê ntricos é 4b ent� o a área do menor é quantos por cento da área do
maior?

a) 25%.
b) 12b5%.
c) 6b25%.
d) 4%.
e) 3b25%.

2) ”FCC √ Oficial administrativo √ 2016) Uma empresa premiou seus funcionários


com um b9nus de final de anob de tal modo que os valores destinados a cada setor
deveriam ser distribuídos em partes proporcionais aos anos de trabalho de seus
funcionários na empresa. No setor de contabilidadeb para o qual foi destinado um
b9nus de R$ 51.000b00b trabalham quatro funcionários: Luiz Albertob hácinco anos;
Celsob hásete anos; Jonasb hádois anos; e Henriqueb hátrê s anos. Dessa formab os
valoresb em milhares de reaisb dos b9nus de Luiz Albertob Celsob Jonas e Henrique
s� ob nessa ordemb

a) 11b 23b 8 e 9.
b) 13b 24b 6 e 8.
c) 12b 23b 7 e 9.
d) 11b 25b 7 e 8.
e) 15b 21b 6 e 9.

3) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2018) Miguelb Otávio e Pedro foram convocados


para realizar um trabalho emergencial. Para recompensáclos posteriormenteb
decidecse dividir uma quantia em reais entre os 3 em partes diretamente
proporcionais ao tempo dedicado de cada um para realizar o trabalho e
inversamente proporcionais às respectivas idades. Sabecse que Miguel dedicou 4
horas para o trabalho e sua idade é igual a 30 anosb Otávio dedicou 8 horas e sua
idade é igual a 40 anos e Pedro dedicou 15 horas e sua idade é igual a 60 anos.
Se a menor parte correspondente a esta divis� o foi de R$ 4.800b00b ent� o a maior
parte foi igual a

a) R$ 9.000b00.
b) R$ 6.000b00.
c) R$ 12.000b00.
d) R$ 8.400b00.
e) R$ 7.200b00.

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

4) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Andréb Brunob Carla e Daniela eram sócios em
um negóciob sendo a participaç� o de cada umb respectivamenteb 10%b 20%b 20%
e 50%. Bruno faleceu eb por n� o ter herdeiros naturaisb estipularab em testamentob
que sua parte no negócio deveria ser distribuída entre seus sóciosb de modo que
as razões entre as participações dos trê s permanecessem inalteradas. Assimb após
a partilhab a nova participaç� o de André no negócio deve ser igual a

a) 20%.
b) 8%.
c) 12b5%.
d) 15%.
e) 10b5%.

5) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Hádois anosb em uma empresab a raz� o entre
o n(mero de funcionárias mulheres e o n(mero de funcionários homens era 7/12.
Hojeb sem que tenha aumentado ou diminuído o n(mero total de funcionários
”homens e mulheres) essa mesma raz� o é 9/10. A diferença do n(mero de
funcionárias mulheres de hoje e de dois anos atrás correspondeb em relaç� o ao total
de funcionários ”homens e mulheres) da empresab a um valor

a) menor que 5%.


b) entre 5% e 8%.
c) entre 8% e 10%.
d) entre 10% e 12%.
e) maior que 12%.

6) ”FCC √ Administrador √ 2010) Certa quantia foi dividida entre 3 pessoas em


partes inversamente proporcionais às suas idadesb ou sejab 20b 25 e 32 anos. Se a
pessoa mais nova recebeu R$ 200.000b00b ent� o a mais velha recebeu

a) R$ 180.000b00.
b) R$ 160.000b00.
c) R$ 128.000b00.
d) R$ 125.000b00.
e) R$ 120.000b00.

7) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2008) Certa noiteb dois técnicos em segurança


vistoriaram as 130 salas do edifício de uma Unidade de um Tribunalb dividindo essa
tarefa em partes inversamente proporcionais às suas respectivas idades: 31 e 34
anos. O n(mero de salas vistoriadas pelo
mais jovem foi

a) 68.
b) 66.
c) 64.
d) 62.
e) 60.

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

8) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Um navio de cargab com toda sua capacidade
ocupadab pode transportar 1 800 caixas do tipo A ou 1 350 caixas do tipo B. Se o
navio for carregado com 800 caixas do tipo Ab ent� o ele ainda poderátransportar
um n(mero de caixas do tipo Bb no máximob igual a

a) 750.
b) 700.
c) 675.
d) 725.
e) 650.

6 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS c COMENTADA

1) ”FCC √ Agente de segurança √ 2010) A área de um círculo é igual ao produto do


n(mero πpelo quadrado da medida do seu raio. Se a raz� o entre os raios de dois
círculos concê ntricos é 4b ent� o a área do menor é quantos por cento da área do
maior?

a) 25%.
b) 12b5%.
c) 6b25%.
d) 4%.
e) 3b25%.

COMENTÁRIO: Se a raz� o entre os raios é igual a 4b podemos pensar que um circulo


tem raio 1 e outro tem raio 4. O que tem raio 1 a área é igual a πb enquanto o que
tem raio 4 a área é igual a 16π. A raz� o ent� o é 1 para 16 dividindo temos que
0b0625 é 6b25%. GABARITO C.

2) ”FCC √ Oficial administrativo √ 2016) Uma empresa premiou seus funcionários


com um b9nus de final de anob de tal modo que os valores destinados a cada setor
deveriam ser distribuídos em partes proporcionais aos anos de trabalho de seus
funcionários na empresa. No setor de contabilidadeb para o qual foi destinado um
b9nus de R$ 51.000b00b trabalham quatro funcionários: Luiz Albertob hácinco anos;
Celsob hásete anos; Jonasb hádois anos; e Henriqueb hátrê s anos. Dessa formab os
valoresb em milhares de reaisb dos b9nus de Luiz Albertob Celsob Jonas e Henrique
s� ob nessa ordemb

a) 11b 23b 8 e 9.
b) 13b 24b 6 e 8.
c) 12b 23b 7 e 9.
d) 11b 25b 7 e 8.
e) 15b 21b 6 e 9.

COMENTÁRIO: Tratacse de divis� o proporcional DIRETAMENTE PROPORCIONAL:

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

Luiz √ 5k
Celso √ 7k
Jonas c2k
Henrique √ 3k

5k+ 7k+ 2k+ 3k é 51000


17ké 51000
ké 51000/17
ké 3000

Luiz √ 5k  5.3000 é 15000


Celso √ 7k  7.3000 é 21000
Jonas c2k 2.3000 é 6000
Henrique √ 3k  3.3000é 9000

GABARITO E

3) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2018) Miguelb Otávio e Pedro foram convocados


para realizar um trabalho emergencial. Para recompensáclos posteriormenteb
decidecse dividir uma quantia em reais entre os 3 em partes diretamente
proporcionais ao tempo dedicado de cada um para realizar o trabalho e
inversamente proporcionais às respectivas idades. Sabecse que Miguel dedicou 4
horas para o trabalho e sua idade é igual a 30 anosb Otávio dedicou 8 horas e sua
idade é igual a 40 anos e Pedro dedicou 15 horas e sua idade é igual a 60 anos.
Se a menor parte correspondente a esta divis� o foi de R$ 4.800b00b ent� o a maior
parte foi igual a

a) R$ 9.000b00.
b) R$ 6.000b00.
c) R$ 12.000b00.
d) R$ 8.400b00.
e) R$ 7.200b00.

COMENTÁRIO: Tratacse de divis� o proporcional DIRETA E INVERSAMENTE:

Miguel √ 4k/30 é 2k/15


Otavio √ 8k/40 é k/5
Pedro c15k/60 é k/4

Precisamos pensar quem é a menor parteb e percebemos que é a de Miguel ”suponha


um valor pra k e faça os testes)

2k/15é 4800  2k é 15.4800  ké ”15.4800)/2  ké 15.2400  k é 36000

Agora precisamos ver quem é o maior e descobrimos ser o Pedro

Pedro é 36000/4 é 9000

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

GABARITO A

4) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Andréb Brunob Carla e Daniela eram sócios em
um negóciob sendo a participaç� o de cada umb respectivamenteb 10%b 20%b 20%
e 50%. Bruno faleceu eb por n� o ter herdeiros naturaisb estipularab em testamentob
que sua parte no negócio deveria ser distribuída entre seus sóciosb de modo que
as razões entre as participações dos trê s permanecessem inalteradas. Assimb após
a partilhab a nova participaç� o de André no negócio deve ser igual a

a) 20%.
b) 8%.
c) 12b5%.
d) 15%.
e) 10b5%.

COMENTÁRIO: Tratacse de divis� o proporcional DIRETA:

André √ 10k
Carla √ 20k
Daniela c50k

10k+ 20k+ 50ké 100  80k é 100  k é 100/80  ké 1b25

André √ 10k  10.1b25 é 12b5

GABARITO C

5) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Hádois anosb em uma empresab a raz� o entre
o n(mero de funcionárias mulheres e o n(mero de funcionários homens era 7/12.
Hojeb sem que tenha aumentado ou diminuído o n(mero total de funcionários
”homens e mulheres) essa mesma raz� o é 9/10. A diferença do n(mero de
funcionárias mulheres de hoje e de dois anos atrás correspondeb em relaç� o ao total
de funcionários ”homens e mulheres) da empresab a um valor

a) menor que 5%.


b) entre 5% e 8%.
c) entre 8% e 10%.
d) entre 10% e 12%.
e) maior que 12%.

COMENTÁRIO: Temos que a diferença entre mulheres dos dois períodos é igual a
9c7é 2b sendo que temos 19 funcionários a raz� o em porcentage é igual a
”2/19).100 é 11b1%.

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

GABARITO D

6) ”FCC √ Administrador √ 2010) Certa quantia foi dividida entre 3 pessoas em


partes inversamente proporcionais às suas idadesb ou sejab 20b 25 e 32 anos. Se a
pessoa mais nova recebeu R$ 200.000b00b ent� o a mais velha recebeu

a) R$ 180.000b00.
b) R$ 160.000b00.
c) R$ 128.000b00.
d) R$ 125.000b00.
e) R$ 120.000b00.

COMENTÁRIO: Tratacse de divis� o proporcional INVERSA:

PESSOA 1 √ k/20
PESSOA 2 √ k/25
PESSOA 3 √ k/32

Pegando a mais nova

k/20 é 200000  k é 20.200000  k é 4.000.000

Agora a mais velha

Pessoa 3 é 4.000.000/32  125000

GABARITO D

7) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2008) Certa noiteb dois técnicos em segurança


vistoriaram as 130 salas do edifício de uma Unidade de um Tribunalb dividindo essa
tarefa em partes inversamente proporcionais às suas respectivas idades: 31 e 34
anos. O n(mero de salas vistoriadas pelo mais jovem foi

a) 68.
b) 66.
c) 64.
d) 62.
e) 60.

COMENTÁRIO: Tratacse de divis� o proporcional INVERSA:

PESSOA 1 √ k/31
PESSOA 2 √ k/34

k/31+ k/34é 130

34k/1054 + 31k/1054 é 137020/1054


65ké 137020  ké 137020/65 é 2108

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Gabaritando Matemática Raz� o e Proporç� o

O Mais jovem...

2108/31 é 68

GABARITO A

8) ”FCC √ Analista Técnico √ 2018) Um navio de cargab com toda sua capacidade
ocupadab pode transportar 1 800 caixas do tipo A ou 1 350 caixas do tipo B. Se o
navio for carregado com 800 caixas do tipo Ab ent� o ele ainda poderátransportar
um n(mero de caixas do tipo Bb no máximob igual a

a) 750.
b) 700.
c) 675.
d) 725.
e) 650.

COMENTÁRIO:

1800/800 é 1350/x

1800x é 800.1350
1800x é 1.080.000
xé 1.080.000/1800
xé 600 ”800 CAI)AS A REPRESETAM O MESMO QUE 600 CAI)A B)

ENTÃO

1350c600 é 750

GABARITO A

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Reg ade T s

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"
Todos ue e ope fu e das fl
oes, as pouos suj
a as suas ãos pa a ul
tiv
á-l
as"
.
A ugusto/ u

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

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Gabaritando Matemática Regra de Trê s

SUMÁRIO
1 √ Reg a de T s
2 √ t o e tage o Reg a de T s

3 √ / o solida dooA pe dizado


4 √ v uest es de / o usos
5 √ / o e táiodas v uest es

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Gabaritando Matemática Regra de Trê s

1 √ R e g ra d e T rê s
REGRA DE TRÊ S

Veremos agora um método prático para resolver problemas que envolvam


grandezas ”diretamente ou inversamente) proporcionais: a regra de trê s. Nas
grandezas ditas DIRETAMENTE PROPORCIONAIS o comportamento de uma
grandeza acompanha o da outrab enquanto nas grandezas INVERSAMENTE
PROPORCIONAISb o comportamento de uma grandeza é inverso da outra.

REGRA DE TRÊ S SIMPLES

Para a resoluç� o de uma regra de trê s devemos seguir alguns passos:

 Identificar as grandezas;
 Montar a regra de trê s;
 Verificar se é Diretamente Proporcional ”DP) ou Inversamente Proporcional
”IP);
 Montar a equaç� o;
 Resolver a equaç� o;

Veremos alguns exemplos:

”VUNESP √ Psicólogo √ 2018) É sabido que 5 operários transportaram 4 m� de


areia em exatas duas horas de trabalho. A quantidade de areiab em m�b que outros
13 operáriosb cada um com a mesma capacidade de cada um dos 5 operários
anterioresb transportar� o a mais que os operários anterioresb no mesmo tempo de
serviçob é igual a

a) 8b2.
b) 7b1.
c) 6b4.
d) 5b8.
e) 5b3.

Note queb no enunciadob é solicitado o volume


transportado a maisb ou sejab por 13 √ 5 é 8 operários.

Podemos observar que se aumentarmos o n(mero de operários o volume de


areia também aumentaráb logo as grandezas s� o DIRETAMENTE PROPORCIONAIS.

Em virtude disso utilizamos a propriedade fundamental da proporç� o


multiplicando em “x”

5x é 4.8

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[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

5x é 32
xé 32/5
xé 6b4

ALTERNATIVA C

”VUNESP √ Técnico de comunicaç� o e processamento de dados √ 2017) Com a


quantidade de mantimentos que estáestocadab um cozinheiro consegue fazer 56
refeições para cada uma das 27 pessoas que est� o em um abrigo. Se o n(mero de
pessoas aumentar para 42 pessoasb e a quantidade de mantimentos se mantiver
igualb o n(mero de refeições que esse cozinheiro conseguirá preparar para cada
uma dessas pessoas seráigual a

a) 52.
b) 48.
c) 42.
d) 38.
e) 36.

Seguindo os passos dados percebemos que as grandezas envolvidas s� o a


quantidade de refeições e a quantidade de pessoasb assim podemos montar a regra
de trê s:

Observe que se a quantidade de pessoas aumentar a quantidade de refeições


que o cozinheiro conseguirá fazer será menorb assim concluímos que a regra é
INVERSAMENTE PROPORCIONAL.
Quando nos deparamos com a regra inversamente proporcional ao invés de
multiplicarmos em “x”b multiplicaremos o n(mero de cima pelo n(mero de cima e o
de baixo pelo de baixob assim:

42x é 56.27
42x é 1512
x é 1512/42
x é 36

ALTERNATIVA E
REGRA DE TRÊ S COMPOSTA

Utilizamos a regra de trê s composta para resolver problemas envolvendo


mais de duas grandezas proporcionais. Nelab a análise de proporcionalidade entre
a grandeza que queremos descobrir e as demais grandezas deve ser feita
individualmenteb como mostram os exemplos abaixo:

Exemplo:

Prof. Ricardo Sampaio 4 de 19


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Gabaritando Matemática Regra de Trê s

”VUNESP √ Psicólogo √ 2018) Para limpar uma sala de cinemab 3 funcionários de


igual capacidade trabalharam por 2h30. Para limpar quatro salas iguais à
primeirab 8 funcionários ir� o trabalhar por

a) 3h15.
b) 3h30.
c) 3h45.
d) 4h.
e) 4h15.

Os primeiros passos s� o semelhantes a regra de trê s simplesb devemos


identificar as grandezas e montar a regra de trê sb neste caso ser� o mais de duas
grandezas: FUNCIONÁRIOSb QUANTIDADE DE SALAS E TEMPO.

Devemos agora fazer uma análise da grandeza que queremos descobrir


com as demais grandezas.

Tempo x Sala:

Mantendo a quantidade de funcionários constanteb quanto MAIS sala devem ser


limpas MAIS tempo levaráb neste caso as grandezas s� o DIRETAMENTE
PROPORCIONAL.

Tempo x Funcionários:

Mantendo a quantidade de salas constanteb quanto MAIS funcionários tiver MENOS


tempo levaráb neste caso as grandezas s� o INVERSAMENTE PROPORCIONAIS.

Montamos agora a equaç� ob mantendo a grandeza DP inalterada e


INVERTENDO a grandeza IP.

Prof. Ricardo Sampaio 5 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

ALTERNATIVA C

”VUNESP √ Assistente Legislativo √ 2018) Em uma ind(striab 15 máquinas iguaisb


de mesmo rendimentob produzem 22500 unidades de certa peça em 5 horas de
funcionamento simultâneo e ininterrupto. Desse modob para produzir 12000
unidades dessa mesma peça em 10 horas de funcionamento simultâneo e
ininterruptob seránecessário utilizar uma quantidadeb das mesmas máquinasb igual
a

a) 4.
b) 5.
c) 6.
d) 7.
e) 8.

 Identificando as grandezas e montando a regra:

Máquinas x Peças: Se preciso produzir MENOS peças preciso de MENOS


máquinas. ”Diretamente Proporcional).

Máquina x Tempo: Em MAIS tempo eu preciso de MENOS máquinas para produzir


a mesma quantidade de peças. ”Inversamente Proporcional)

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Gabaritando Matemática Regra de Trê s

2 √ P o rc e n t a g e m c o m R e g ra d e T rê s

PORCENTAGEM COM REGRA DE TRÊ S

Podemos resolver problemas envolvendo porcentagem com a regra de trê sb


vamos ver alguns exemplos:

Exemplo 1

Um computador custab à vistab R$ 1.376b00. Caso seja financiadob seu preço sofre
um aumento de 12%. Qual é o valorb em reaisb desse aumento?

As grandezas neste caso é o valor a vista e a porcentagem de aumento com


isso podemos montar a regra considerando o valor a vista como 100%.

Prof. Ricardo Sampaio 7 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

Exemplo 2

Uma mercadoria que custa R$ 180b00 sofre um


desconto de R$ 48b60. Qual foi o percentual do desconto?

OBSERVATÃO

AS REGRAS DE TRÊ S QUE ENVOLVAM PORCENTAGEM NORMALMENTE SÃO


DIRETAMENTE PROPORCIONAIS.

3 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o

CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO

1. Verifique se as grandezas s� o diretamente ”D) ou inversamente ”I)


proporcionais:

a) N(mero de costureiros e n(mero de camisas;


b) Metros de tecido e seu preço;
c) D(zias de maç� s e seu preço;
d) N(mero de pedreiros e metros de muro construídos;
e) N(mero de páginas e n(mero de linhas por página
de um mesmo livro;
f) Vaz� o de uma torneira e tempo gasto para encher
um tanque;
g) N(mero de pacotes e quantidade de balas;
h) N(mero de máquinas e quantidade de peças

Prof. Ricardo Sampaio 8 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

produzidas;
i) N(mero de pedreiros e tempo de construç� o;
j) Velocidade de um avi� o e tempo gasto na viagem;
k) N(mero de operários e profundidade de um poço;
l) Quantidade de farinhas e n(mero de p� es;
m) Quilos de banana e seu preço;
n) Quantidade de p� es e seu preço;
o) Tempo de viagem e espaço percorrido;
p) N(mero de animais e quantidade de raç� o;
q) Distância percorrida e preço no taxímetro de um
táxi;
r) N(mero de galinhas e quantidade de ovos a serem
botados;
s) Quantidade de tratores e dias para terminar uma
obra;
t) Área de um terreno e mudas a serem plantadas;
u) Consumo de combustível e distância percorrida pelo veículo;

2. Responda:
a) Uma equipe realiza um certo trabalho em 10 dias. Em quantos dias uma equipe
que tem o dobro de eficiê ncia irárealizar o mesmo trabalho?

b) Uma equipe realiza um serviço em 16 dias. Em


quantos dias uma outra equipe que é 4 vezes mais eficiente faráo mesmo
serviço?

c) As grandezas A e B s� o diretamente proporcionais. Se a grandeza A diminuib o


que ocorre com a grandeza B?

3. Resolva as regras de trê s simples:


a) Uma costureira fez 2 vestidos com 6m de tecido. Quantos vestidos a costureira
faria com 15m de tecido?

b) Na construç� o de uma casa com 100m²b s� o gastos 20000 tijolos. Qual é a


quantidade de tijolos empregados numa casa de 150 m²?

c) Nove homens fazem um serviço trabalhando 12 dias. Quantos homens seriam


necessários para efetuar o mesmo serviço em 9 dias?

d) Um livro de 160 páginas tem em cada página 45 linhas. Quantas páginas teria
o livro se houvesse 60 linhas em cada página?

e) No calçamento de 100m de rua foram utilizadas 8 toneladas de pedras. Com


mais 2 toneladas de pedrasb quantos metros de rua teriam seriam calçados no total?

f) Um carro demora 6 horas numa viagemb rodando a uma velocidade de 60 km/h.


Em quanto tempo o carro percorreria a mesma estradab à velocidade de 72 km/h?

4. Resolva as regras de trê s compostas:

Prof. Ricardo Sampaio 9 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

a) Dez máquinas produzem 1600 aparelhos em 6 horas de funcionamento.


Quantos aparelhos ser� o produzidos por 15 máquinasb em 8 horas de
funcionamento?

b) Quarenta pessoas se alimentam com 20kg de arrozb durante 30 dias. Quantos


quilos de arroz seriam necessários para alimentar o dobro de pessoasb durante 45
dias?

c) Dezoito operários fazem 42 metros de muro em 12 diasb trabalhando 5 horas


por dia. Quantas horas por dia devem trabalhar 24 operáriosb durante 15 diasb
para construir 84 metros do mesmo murob sendo que trabalham com o dobro de
eficiê ncia da outra equipe?

d) Uma cerâmica produz 24000 telhas durante 25 diasb funcionando 10 horas por
dia. Quantas telhas iráproduzir durante 50 diasb trabalhando 12 horas por dia?
e) Dez costureiras fazem 40 calças em 20 dias.
Quantas calças seriam feitas por 15 costureirasb de eficiê ncia igual à metade que
as outras costureirasb durante 18 dias?

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
RESPOSTAS

1.
a) D b) D c) D d) D

e) I f) I g) D h) D

i) I j) I k) D l) D

m) D n) D o) D p) D

q) D r) D s) I t) D

u) D

2.
a) 5 dias.
b) 4 dias.
c) Diminui proporcionalmente.

3.
a) 5.
b) 30000.
c) 12.
d) 120.
e) 125m.
f) 5h.

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[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

4.
a) 3200.
b) 60.
c) 3.
d) 57600 telhas.
e) 27 calças.

4 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s

QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1) ”FCC √ Advogado √ 2016) Alberto gasta para realizar metade de um serviço o


mesmo tempo que Bernardo gasta para realizar 5/6 do mesmo serviço. Se Alberto
e Bernardo realizamb juntosb o serviço em 15 diasb ent� o Alberto realizariab sozinhob
o serviço completo em

a) 20 dias.
b) 24 dias.
c) 42 dias.
d) 36 dias.
e) 40 dias.

2) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2011) Quinze fiscais iam vistoriar todos os


estabelecimentos comerciais da zona sul da cidade em 25 diasb trabalhando 8 horas
por dia cada um e todos com mesma produtividade. Depois de 5 dias completos
desse serviçob a superintendê ncia regional solicitoub em regime de urgê ncia e com
pagamento de hora extrab que os 15 funcionários passassem a trabalhar 10 horas
por dia para finalizar a vistoria em menos dias do que os 25. Considerando que a
solicitaç� o foi atendida e que os
funcionários continuaram o trabalho com mesma produtividadeb a vistoria completa
dos estabelecimentos comerciais da zona sul ocorreu em um total de

a) 20 dias.
b) 17 dias.
c) 19 dias.
d) 21 dias.
e) 18 dias.

3) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Para preparar um certo n(mero de caixasb 15


funcionários de uma empresa trabalharam durante 8 horasb cada um preparando 7
caixas a cada 20 minutos. Jácansadosb trê s dos funcionários foram
embora e os que ficaram trabalharam por mais 6 horasb mais lentosb cada um deles
preparando 7 caixas a cada 40 minutos. Ao todob nessas 14 horas os funcionários
conseguiram preparar um n(mero de caixas

a) entre 3150 e 3200.


b) entre 3200 e 3250.
c) entre 3250 e 3300.

Prof. Ricardo Sampaio 11 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

d) entre 3300 e 3350.


e) entre 3350 e 3400.

4) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Em um


julgamento sobre danos ambientaisb a acusaç� o apresentou o dado de que os 5
fornos de uma olaria consumiam 50 toneladas de carbono trabalhando 10 horas
diárias por 15 dias. A defesa propõe reduzir as atividades da olaria para 3 fornos
trabalhando 9 horas diárias por 18 dias. Comparando o consumo de carbono da
situaç� o apresentada pela acusaç� o ”15 diasb 5 fornosb 10 horas diárias) com a
situaç� o proposta pela defesa ”18 diasb 3 fornosb 9 horas diárias)b houve uma
reduç� o do consumo de carbonob em toneladasb de

a) 12b4.
b) 17b6.
c) 32b4.
d) 28b6.
e) 20b4.

5) ”FCC √ Controlador de Sistemas de Saneamento √ 2017) Um reservatório com


volume igual a 240 m� está sendo abastecido de forma ininterrupta a uma
velocidade de 150 L/s. O tempo aproximado para abastecer 2/3 deste reservatório
éb em hb

a) 3b0.
b) 0b3.
c) 30.
d) 0b5.
e) 1b5.

6) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2018) Em uma obra de construç� o civilb 12 operários


com a mesma velocidade de trabalhob azulejaram x m² de paredes em 2 horas e 45
minutos. No dia seguinteb 3 dentre os 12 operários do dia anteriorb azulejar� o x /3
m² de paredes em um tempo igual a

a) 4h10min.
b) 2h55min.
c) 3h15min.
d) 4h30min.
e) 3h40min.

7 c VUNESP c 2020 c FITO c Analista de Gest� o c Biblioteca

Em uma fábricab 6 máquinasb operando 8 horas por diab demoraram 3 dias para
fazer 60% do trabalho. Se depois dissob duas máquinas ficarem fora da operaç� ob
o trabalho será concluído em 2 diasb se as máquinas restantes nas mesmas
condições trabalharemb por diab

a) 12 horas.
b) 11b5 horas.

Prof. Ricardo Sampaio 12 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

c) 11 horas.
d) 10b5 horas.
e) 9 horas.

8 c VUNESP c 2020 c FITO c Auxiliar de Administraç� o c Apoio Administrativo /


Reprografia e Gráfica
Em um determinado setor de reprografia e gráficab notoucse que as trê s máquinasb
de mesmo rendimentob conseguem imprimir em um dia de trabalho 138000
páginas. Caso uma dessas máquinas precise ser consertada e o setor permaneça
com apenas duas operandob a produç� o diária máxima seráde
A) 46000 páginas.
B) 57500 páginas.
C) 69000 páginas.
D) 80500 páginas.
E) 92000 páginas.

9 c VUNESP c 2020 c AVAREPREVcSP c Oficial de Manutenç� o e Serviços


Pés e polegadas s� o unidades de medida de comprimento utilizadas em algumas
situações. O quadro a seguir mostra a correspondê ncia entre essas unidades e o
sistema métrico.
12 polegadas é 1 pé
1 polegada é 2b54 cm
Uma pessoa tem 5 pés e 10 polegadas de altura. No sistema métricob essa altura
é aproximadamente igual a
A) 1b65 m.
B) 1b70 m.
C) 1b78 m.
D) 1b84 m.

10 c IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Agente Administrativo


Dezesseis pintores podem pintar um imenso muro em sete dias. Sabendocse que
dois dos 16 pintores previstos n� o poder� o trabalharb o muro serápintado em:
A) 9 dias.
B) 6 dias e 1/8.
C) 8 dias.
D) 7 dias e 1/8.
E) 7b5 dias.

5 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s

QUESTÕ ES DE CONCURSOS c COMENTADAS

1) ”FCC √ Advogado √ 2016) Alberto gasta para realizar metade de um serviço o


mesmo tempo que Bernardo gasta para realizar 5/6 do mesmo serviço. Se Alberto
e Bernardo realizamb juntosb o serviço em 15 diasb ent� o Alberto realizariab sozinhob
o serviço completo em

Prof. Ricardo Sampaio 13 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

a) 20 dias.
b) 24 dias.
c) 42 dias.
d) 36 dias.
e) 40 dias.

COMENTÁRIO: Analisando o exercício percebemos que Alberto faz 3/6 do serviço


enquanto Bernardo faz 5/6 no mesmo tempob assim podemos ver que 8/6 do
serviço foi realizado em 15 diasb e a quest� o pergunta quanto tempo levaria para
ser realizado 3/6.

8/6 15 dias
3/6 x

A regra é inversa pois Aberto faria o serviço mais devagar levando assim mais
tempo...

”8/6).15 é ”3/6)x
20 é x/2
xé 40

GABARITO E

2) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2011) Quinze fiscais iam vistoriar todos os


estabelecimentos comerciais da zona sul da cidade em 25 diasb trabalhando 8 horas
por dia cada um e todos com mesma produtividade. Depois de 5 dias completos
desse serviçob a superintendê ncia regional solicitoub em regime de urgê ncia e com
pagamento de hora extrab que os 15 funcionários passassem a trabalhar 10 horas
por dia para finalizar a vistoria em menos dias do que os 25. Considerando que a
solicitaç� o foi atendida e que os funcionários continuaram o trabalho com mesma
produtividadeb a vistoria completa dos estabelecimentos comerciais da zona sul
ocorreu em um total de

a) 20 dias.
b) 17 dias.
c) 19 dias.
d) 21 dias.
e) 18 dias.

COMENTÁRIO: Vamos identificar as grandezasb temos ent� o os fiscais trabalhando


por 25 DIAS √ 8 HORASb como após 5 dias ocorreu uma alteraç� ob devemos
considerar por 20 dias e n� o os 25b logo...

DIAS HORAS
20 8
x 10

Trabalhando mais horas teremos menos dias IP √ Inversamente Proporcional

Prof. Ricardo Sampaio 14 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

10xé 8.20  xé ”8.20)/10  xé 16 √ Somando os 5 dias teremos 21 dias

GABARITO D

3) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Para preparar um certo n(mero de caixasb 15


funcionários de uma empresa trabalharam durante 8 horasb cada um preparando 7
caixas a cada 20 minutos. Já cansadosb trê s dos funcionários foram embora e os
que ficaram trabalharam por mais 6 horasb mais lentosb cada um deles preparando
7 caixas a cada 40 minutos. Ao todob nessas 14 horas os funcionários conseguiram
preparar um n(mero de caixas

a) entre 3150 e 3200.


b) entre 3200 e 3250.
c) entre 3250 e 3300.
d) entre 3300 e 3350.
e) entre 3350 e 3400.

COMENTÁRIO: Vamos identificar as grandezasb temos ent� o FUNCIONÁRIOSb


CAI)ASb HORASb MINUTOSb logo...

Em que pese nos levar para uma regra de trê s composta vamos pensar em algumas
situaçõesb os 15 funcionários fazem 7 caixas em 20 minutosb assim eles fazem em
20 minutos 15.7 é 105 caixasb como eles trabalharam por 8 horasb isso representa
480 minutosb que dividido por 20 temos 24b ent� o foram produzidas nesta
situaç� o 24.105 é 2520 caixas. Seguindo o mesmo raciocínio agora temos 12
funcionários que fazem as 7 caixas sóque em 40 minutosb assim fazem 84 caixasb
como trabalharam por 6 horasb trabalharam por 360 minutos que dividido por 40
é igual a 9b multiplicando por 84 temos 756. Somando as caixas feitas temos
2520+ 756 é 3276 caixas.
GABARITO C

4) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Em um julgamento sobre danos ambientaisb a


acusaç� o apresentou o dado de que os 5 fornos de uma olaria consumiam 50
toneladas de carbono trabalhando 10 horas diárias por 15 dias. A defesa propõe
reduzir as atividades da olaria para 3 fornos trabalhando 9 horas diárias por 18
dias. Comparando o consumo de carbono da situaç� o apresentada pela acusaç� o
”15 diasb 5 fornosb 10 horas diárias) com a situaç� o proposta pela defesa ”18 diasb
3 fornosb 9 horas diárias)b houve uma reduç� o do consumo de carbonob em
toneladasb de

a) 12b4.
b) 17b6.
c) 32b4.
d) 28b6.
e) 20b4.

COMENTÁRIO: Vamos identificar as grandezasb temos ent� o FORNOSb CARBONOb


HORAS E DIASb logo...

FORNOS CARBONO HORAS DIAS

Prof. Ricardo Sampaio 15 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

5 50 10 15
3 x 9 18

Precisamos analisar a proporcionalidade caso a caso

CARBONO ) FORNOS: 5 fornos consomem 50 toneladas menos fornos menos


toneladas DP

CARBONO ) HORAS: Em 10 horas s� o consumidas 50 toneladasb em 9 horas


menos toneladas DP

CARBONO ) DIAS: Em 15 dias de trabalho consomem 50 toneladas em 18 dias


mais toneladas DP

Ent� o:

50/x é 5.10.15/3.9.18
50/x é 5.5.5/3.3.9
50/x é 125/81
125x é 50.81
x é ”50.81)/125
x é ”10.81)/25
x é 32b4

A diferença ent� o é de 50 √ 32b4 é 17b6

GABARITO B

5) ”FCC √ Controlador de Sistemas de Saneamento √ 2017) Um reservatório com


volume igual a 240 m� está sendo abastecido de forma ininterrupta a uma
velocidade de 150 L/s. O tempo aproximado para abastecer 2/3 deste reservatório
éb em hb

a) 3b0.
b) 0b3.
c) 30.
d) 0b5.
e) 1b5.

COMENTÁRIO: Bem primeiro devemos ter ciê ncia de que 1 dm� é 1 lb e que 240
m� é 240000 dm�b assim o reservatório possui 240000 litrosb como queremos
saber 2/3 do reservatório devemos dividir por 3 e multiplicar por 2b chegando a
160000 litrosb a cada segundo s� o 150 litrosb logo 160000:150 é 1.066b66
segundosb desprezando os 0b66 vamos dividir 1066 por 60 chegando a
aproximadamente 18 minutosb que dividido por 60 novamente chegamos 0b3 horas.

GABARITO B

6) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2018) Em uma obra de construç� o civilb 12 operários


com a mesma velocidade de trabalhob azulejaram x m² de paredes em 2 horas e 45

Prof. Ricardo Sampaio 16 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

minutos. No dia seguinteb 3 dentre os 12 operários do dia anteriorb azulejar� o x /3


m² de paredes em um tempo igual a

a) 4h10min.
b) 2h55min.
c) 3h15min.
d) 4h30min.
e) 3h40min.

COMENTÁRIO:

OPERARIO AZ ULEJOS TEMPO


12 x 165 min
3 x/3 x

Vamos simular um valor para x 60 por exemplob logo

OPERARIO AZ ULEJOS TEMPO


12 60 165 min
3 20 x

OPERARIO ) TEMPO: 12 operários fazem em 165 minutos ent� o menos operários


mais tempo IP

AZ ULEJOS ) TEMPO: 60 azulejos em 165 minutos ent� o 20 azulejos em menos


tempo DP

165/x é 3.60/12.20
165/x é 3/4
3xé 165.4
x é 220 minutos é ê 3 horas 40 minutos

GABARITO E

7 c VUNESP c 2020 c FITO c Analista de Gest� o c Biblioteca

Em uma fábricab 6 máquinasb operando 8 horas por diab demoraram 3 dias para
fazer 60% do trabalho. Se depois dissob duas máquinas ficarem fora da operaç� ob
o trabalho será concluído em 2 diasb se as máquinas restantes nas mesmas
condições trabalharemb por diab

a) 12 horas.
b) 11b5 horas.
c) 11 horas.
d) 10b5 horas.
e) 9 horas.

COMENTÁRIO:

Prof. Ricardo Sampaio 17 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

MAQUINAS HORA DIA TRABALHO


6 8 3 60%
4 x 2 40%

HORA ) MAQUINAS: Menos maquinas Mais Horas IP

HORA ) DIA: Menos Dias Mais Horas IP

HORA ) Trabalho: Menos trabalho menos tempo DP

8/x é 4.2.60/6.3.40
8/x é 1.2.10/1.3.10
8/x é 2/3
2xé 3.8
xé 3.4
xé 12

GABARITO A

8 c VUNESP c 2020 c FITO c Auxiliar de Administraç� o c Apoio Administrativo /


Reprografia e Gráfica

Em um determinado setor de reprografia e gráficab notoucse que as trê s máquinasb


de mesmo rendimentob conseguem imprimir em um dia de trabalho 138000
páginas. Caso uma dessas máquinas precise ser consertada e o setor permaneça
com apenas duas operandob a produç� o diária máxima seráde

A) 46000 páginas.
B) 57500 páginas.
C) 69000 páginas.
D) 80500 páginas.
E) 92000 páginas.

COMENTÁRIO:

MAQUINAS PÁGINAS
3 138000
2 x

PÁGINAS ) MAQUINAS: Menos maquinas Menos Páginas DP

3/x é 138000.2
xé ”138000.2)/3
x é 92000

Prof. Ricardo Sampaio 18 de 19


[Link]
Gabaritando Matemática Regra de Trê s

GABARITO E

9 c VUNESP c 2020 c AVAREPREVcSP c Oficial de Manutenç� o e Serviços


Pés e polegadas s� o unidades de medida de comprimento utilizadas em algumas
situações. O quadro a seguir mostra a correspondê ncia entre essas unidades e o
sistema métrico.

12 polegadas é 1 pé
1 polegada é 2b54 cm

Uma pessoa tem 5 pés e 10 polegadas de altura. No sistema métricob essa altura
é aproximadamente igual a

A) 1b65 m.
B) 1b70 m.
C) 1b78 m.
D) 1b84 m.

COMENTÁRIO: Podemos utilizar duas regrinhas de trê sb mas é possível utilizar o


raciocíniob sen� o vejamosb queremos saber qual a medida de quem teria 5 pés e 10
polegadasb como cada pé equivale a 12 polegadasb temos ent� o 5.12 é 60b logo
temos 60 polegadas com as 10 ficam 70 polegadas que vezes 2b54 temos 177b8
cm que equivale a 1b78 m.

GABARITO C

10 c IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Agente Administrativo

Dezesseis pintores podem pintar um imenso muro em sete dias. Sabendocse que
dois dos 16 pintores previstos n� o poder� o trabalharb o muro serápintado em:

A) 9 dias.
B) 6 dias e 1/8.
C) 8 dias.
D) 7 dias e 1/8.
E) 7b5 dias.

COMENTÁRIO:
PINTORES DIAS
16 7
14 x

PINTORES ) DIAS: Menos PINTORES Mais DIAS IP


14/x é 16.7
xé ”16.7)/14
xé 8

DA . A RLTh /

Prof. Ricardo Sampaio 19 de 19


[Link]
t o e tage e(
uos

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"Persiga seus sonhosb trabalhe durob pratique e persevere.

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

Prof. Ricardo Sampaio 1 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

SUMÁRIO
1 √ t o e tage
2 √ / o solida dooA pe dizado
3 √ v uest es de t ov
as A te ioes

4 √ / o e táiodas v uest es

Prof. Ricardo Sampaio 2 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

1 √ P o rc e n t a g e m
Porcentagem

A porcentagem é uma raz� o que se baseia na equivalê ncia com razões com
denominador 100. Quando afirmamos que 30% das pessoas gostam de cinemab
afirmamos que a cada 100 pessoas 30 gostam de cinema. Podemos representar a
porcentagem na forma fracionária 30% é 30/100b bem como podemos representar
na forma decimalb assim 30%é 0b3.

Para calcular a porcentagem de determinado n(mero basta multiplicar pela


fraç� o ou pelo decimal.

Observe também queb para transformar uma taxa percentual em decimalb basta
deslocar a vírgula duas casas decimais para a esquerda.

Exemplos

a) 34% é 0b34
b) 92% é 0b92
c) 85% é 0b85
d) 7% é 0b07
e) 3% é 0b03
f) 150% é 1b5
g) 270% é 2b7
h) 0b8% é 0b008
i) 0b1% é 0b001
j) 100% é 1

Na aula anterior vimos que uma das formas de resolver problemas


envolvendo porcentagem é a utilizaç� o de regra de trê sb no entanto nesta aula
abordaremos outras formas de resoluç� o.

Problemas resolvidos

Problema 1

Um computador custab à vistab R$ 1.376b00. Caso seja financiadob seu preço sofre
um aumento de 12%. Qual é o valorb em reaisb desse aumento?

Resoluç� o: Precisamos calcular quanto é 12% DE 1376b podemos ent� o multiplicar


pelo decimal 12%é 0b12 ou sejab 0b12 . 1376 é 165b12
Logob o aumento foi de R$ 165b12.
Problema 2:

Um funcionário que recebe um salário bruto de R$ 3.000b00 tem descontado sobre


esse valor 11% para pagamento da previdê ncia ”INSS) e 15% para pagamento do
imposto de renda. Sendo assimb e desconsiderando outros eventuais descontosb
quanto esse funcionário iráreceber?

Prof. Ricardo Sampaio 3 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

Resoluç� o:
Observe que os descontos s� o de 11% para o INSS e 15% para o IRb b totalizando
um percentual de encargos igual a 26%.

Vamos calcular 26% de R$ 3000b lembrando que podemos multiplicar o valor pela
fraç� o correspondente: 26% é b assim:

Para saber quanto o funcionário iráreceber basta subtrair: 3000c780 é 2220

Logob o salário do funcionário foi de R$ 2220b00.

Problema 3:

Uma mercadoria que custa R$ 180b00 sofre um


desconto de R$ 48b60. Qual foi o percentual do desconto?

Resoluç� o: Observe que precisamos saber o quantos porcento 48b6 representa de


180. Para resolver esta quest� o podemos dividir a parte pelo todob assim 48b6:180
é 0b27. Para descobrir a porcentagem devemos multiplicar por 100 deslocando a
vírgula duas casas para direita.

Assimb R$ 48b60 representa 27% de R$ 180b00.

Problema 4:

Um morador pagou R$ 1725b00 de condomíniob pois efetuou seu pagamento com


atraso. Sabendo que a mensalidade sem a multa era de R$ 1.500b00b responda:

a) Qual foi o valorb em reais da multa?


b) Qual foi a taxa percentual da multa?

a) Para descobrir o valor da multa é sóefetuar a diferença do valor pago e do valor


da mensalidade sem a multab ou sejab 1725 √ 1500 é 225. Logob a multa foi de R$
225b00.
b) Agora precisamos descobrir quanto por cento de 1500b o valor 225
representa. Realizamos ent� o a divis� o PARTE POR TODO. Dividindo 225 por
1500 temos 0b15 que representa 15%.

Portantob a taxa percentual de multa foi de


15%.

Problema 5:
Um produto era anunciado com o preço de venda R$ 3.565b00. Se a margem de
lucro do vendedor era de 15% qual era o preço de custo deste produto?

Prof. Ricardo Sampaio 4 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

Resoluç� o: Representando a quantia inicial de xb temos: 15% de x + 100% de x é


3565.

115% de x é 3565
1b15x é 3565
xé / b

Logob o preço de custo é de R$ 3.100b00.

ACRÉSCIMOS E DESCONTOS

Vamos observar um exemplo que trata de acréscimos:

Exemplo 1:
Um homem paga por um plano de sa(deb para ele e sua esposab uma mensalidade
de R$ 365b00 cada; para cada um dos seus 3 filhosb o valor é R$ 232b00. Comob
no próximo mê sb ele completará 59 anosb apenas sua mensalidade sofrerá um
acréscimo de 12%. Ent� ob a partir do próximo mê sb qual será o valor da sua
mensalidade?

Vamos calcular a porcentagem de aumento na mensalidade do homem.

365.12% é 365.0b12 é 43b8

Agora para obter a nova mensalidade devemos somar 43b8 com 365
resultando em 408b80.

OBSERVATÃO: Quando o resultado que desejamos inclui o próprio n(mero


envolvido no cálculo como no caso em telab ocorrendo ent� o um acréscimo de 12%b
ao final temos 100% + 12% é 112%

Poderíamos obter o valor da nova mensalidade diretamente multiplicando


365 por 1b12.

O valor a mensalidade do Homem passa a ser de R$ 408b80.

Exemplo 2
Suponha queb em 2014b o p� o custava x reais. Em 2015b por conta do aumento no
preço na matériacprimab o preço teve um acréscimo de 20% sobre o preço de 2014.
Em 2016b por um motivo semelhanteb o preço do p� o teve um acréscimo de 25%
sobre o preço de 2015. Para 2017b há uma previs� o de aumento de 10% em
relaç� o ao preço de 2016. Caso tal previs� o se confirmeb o preço do p� o em 2017
seráquanto por cento mais alto do que em 2014?

Neste caso n� o temos o valor do p� ob mas podemos obter a resposta através da


ideia de acréscimos sucessivos.

Prof. Ricardo Sampaio 5 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

2015 √ 20% de um valor x ent� o o valor do p� o é igual a 1b2x.

2016 √ 25% que representa 1b25 e para obter o acréscimo acumulado basta
multiplicar 1b25 por 1b2x resultando em 1b5x.

2017 √ 10% que representa 1b1 e ao multiplicar por 1b5x obtemos 1b65x.
CONCLUINDO QUE HOUVE UM ACRÉSCIMO FINAL DE 65%.

A mesma ideia pode ser aplicada ao DESCONTOb vejamos:

Exemplo 3
Um produto custava R$92b00b sofreu um desconto de 20% eb portantob passou a
custar:

Em vez de descobrirmos quanto vale 20% de 92b00 e após subtrair o resultado de


92b00b podemos pensar que se houve um DESCONTO de 20% estamos querendo
obter 100%c20% o que resulta em 80%. Assimb chegamos ao resultado
multiplicando 92 por 0b8.

92.08 é 73b60

O produto passou a custar R$ 73b60.

Exemplo 4:

No mê s de julhob no “Liquida Campina”b o preço de uma saia numa determinada


loja sofreu um desconto de 8%. Sabendo que no mê s de junho esta loja jáhavia
dado um desconto de 5% no preço da saiab qual foi o desconto percentual total
dado pela loja?

Neste exercício n� o temos o valor da saiab logo temos que usar a ideia de descontos
sucessivos.

Junho √ Desconto de 5% logo o produto teve um decréscimo de 95%é 0b95.

Julho √ Desconto de 8% logo o produto teve um decréscimo de 92% é 0b92.

Ent� o o decréscimo total é de:

0b95.0b92.xé 0b874x

O preço após os descontos é de 87b4% do valor da saiab logo o desconto foi de


12b8%.

Exemplo 5:

Prof. Ricardo Sampaio 6 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

Com as festas no fim de anob determinados produtos sofreram dois aumentos


consecutivos em seus preçosb de 20% e 30% respectivamente. Com o término das
festividades e a economia em recess� ob n� o sobrou outra alternativa a n� o serb
oferecer 40% de desconto àqueles produtos que sofreram tais aumentos. Assimb
podemos dizer que o preço final desses produtos em relaç� o ao preço inicialb está:

a) Maior;
b) Igual;
c) Menor;

Observe que neste exemplo devemos usar tanto o conceito de acréscimo como o
de descontos sucessivos. Os dois aumentos consecutivos s� o de:

20% é 1b2 e 30% é 1b3

Ent� o após os acréscimos temos 1b2.1b3é 1b56 do valor do produto.

Agora devemos aplicar o desconto de 40% que representa 100%c40% é 60% é


0b6.

0b6.1b56x é 0b936x
0b936x representa que o valor final foi 93b6% do valor inicial logo o valor final foi
MENOR.

Prof. Ricardo Sampaio 7 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

2 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO

1. Complete a tabela com as representações fracionáriasb decimais e taxas


percentuais:

2. Calcule:

a) %
b) %
c) %
d) %
e) %
f) %

Prof. Ricardo Sampaio 8 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

g) %
h) %
i) % b
j) % b
k) %
l) %
m) %
n) %
o) %
p) %
q) %
r) %
s) % b
t) % b
u) %
v) %
R) %
x) %
y) %
z) %
aa) %
bb) %
cc) % b
dd) % b
ee) %
ff) %
gg) %
hh) %
ii) %
jj) %
kk) %
ll) %
mm) %
nn) %
oo) %
pp) %
qq) %
rr) %
ss) %
tt) %
uu) %
vv) %
RR) %
xx) %
yy) % 2

Prof. Ricardo Sampaio 9 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

zz) %

3. Determine quanto %:

a) � ;
b) � ;
c) � ;
d) � ;
e) � ;
f) � ;
g) � ;
h) � ;
i) � ;
j) � ;
k) � ;
l) b � ;
m) b � ;
n) b � ;
o) � ;
p) � ;
q) � ;
r) � ;
s) � ;
t) � ;

4. Calcule o valor de xb sabendo que:

° % � ;
b % � ;
c % � ;
d % � ;
� % � ;
� % � ;
g % � ;
� % � ;
� % � ;
r % � ;
k % � ;
l % � ;
 % � b ;
n % � 0;
o % � 0;
� % � ;
� % � ;
� % � ;
s % � ;
t % � b ;
u % � ;

Prof. Ricardo Sampaio 10 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

� % � b ;
� % � b ;
� % � b ;

5. Escreva o fator de acréscimo ou desconto referente a cada situaç� o:

a) 10% de aumento;
b) 47% de aumento;
c) 5% de desconto;
d) 21% de desconto;
e) 18% de aumento;
f) 12% de desconto;
g) 25% de aumento;
h) 10% de desconto;
i) 8% de desconto;
j) 40% de aumento;

Prof. Ricardo Sampaio 11 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
Respostas

1.

2.
a) 3
b)
c)
d)
e) b
f) b
g) b
h) b
i) b
j) b

Prof. Ricardo Sampaio 12 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

k)
l)
m)
n) b
o) b
p) b
q) b
r) b
s) b
t) b
u)
v) b
R)
x) b
y) b
z) b
aa) b
bb) b
cc) b
dd) b
ee) b
ff) b
gg) b
hh)
ii)
jj)
kk)
ll)
mm)
nn)
oo)
pp)
qq)
rr) 0
ss)
tt)
uu)
vv)
RR)
xx)
yy) b
zz)

3.
a) %
b) b %
c) %
d) %

Prof. Ricardo Sampaio 13 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

e) %
f) %
g) b %
h) %
i) %
j) %
k) b %
l) %
m) %
n) %
o) %
p) %
q) %
r) b %
s) %
t) %

4.
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
k)
l)
m)
n)
o)
p)
q)
r)
s)
t)
u)
v)
R)
x)

5.
a) b
b) b
c) b
d) b

Prof. Ricardo Sampaio 14 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

e) b
f) b
g) b
h) b
i) b
j) b

3 √ Q u e s t õ e s d e P ro v a s A n t e rio re s
QUESTÕ ES DE PROVAS ANTERIORES

1) ”FCC √ Assistente Técnico Fazendário √ SEMEF √ Manaus c 2019) Fernando


pagou R$ 100b00 de conta de água e R$ 120b00 de conta de luz referentes ao
consumo no mê s de janeiro. Se a conta de água sofreu reduç� o mensal de 15%
nos meses de fevereiro e março subsequentesb e a conta de luz sofreu aumento
mensal de 10% nesses dois mesesb para pagar as contas de água e de luz referentes
ao consumo no mê s de marçob Fernando gastoub no totalb

a) R$ 2b55 a menos do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

b) R$ 4b00 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

c) R$ 1b75 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

d) R$ 6b00 a menos do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

e) R$ 0b65 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

2) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2011) Em uma empresab 16% dos funcionários s� o


estrangeiros e os outros s� o brasileiros. Dentre os brasileirosb 2/3 nasceram no
Distrito Federalb 1/12 veio de S� o Paulo e o restante é originário de estados da
regi� o Nordeste do Brasil. Em elaç� o ao total de funcionários da empresab aqueles
que vieram de estados nordestinos representam

a) 20%.
b) 21%.
c) 24%.
d) 25%.
e) 28%.

Prof. Ricardo Sampaio 15 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

3) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2018) O salário de


Arthur equivale a 3/7 do salário de Bárbara. Para que o salário de ambos fosse
igualb o salário de Arthur teria que aumentar em 130% eb depois dissob ainda ser
acrescido de R$ 60b00. Nas condições descritasb a soma dos atuais salários de
Arthur e Bárbarab em reaisb é igual a
a) R$ 6.000b00.
b) R$ 5.400b00.
c) R$ 6.200b00.
d) R$ 6.400b00.
e) R$ 5.900b00.

4) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2018) Uma pessoa decide dividir todo seu
patrim9nio entre seus 3 filhos ainda em vida. Analisando a situaç� o atual de cada
umb conclui que a filha mais velha deve receber 1/5 de seu patrim9niob ao passo
que o filho do meio deve receber R$ 500.000b00 e o filho mais novob 30% do total
do patrim9nio. No ato da transferê nciab cada filho deve pagar ao governo um
imposto de 2% do valor recebido. Dessa formab a filha mais velha deverápagar um
imposto relativo ao valor por ela recebido de

a) R$ 5.000b00.
b) R$ 12.000b00.
c) R$ 18.000b00.
d) R$ 4.000b00.
e) R$ 2.500b00.

5) ”FCC √ Analista Ministerial √ 2018) Um comerciante compra um produto por um


preço de custo c e aplicaclhe um acréscimo correspondente ao lucro que deseja
para obter o preço de venda v. De quanto por cento deve ser o acréscimo sobre c
para queb mesmo aplicando um desconto de 25% sobre o preço vb o comerciante
ainda tenha 20% de lucro?

a) 40%.
b) 25%.
c) 50%.
d) 60%.
e) 20%.

6) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Quando se diz que um imposto com alíquota
de 20% incide sobre um produto cujo preço inicial é R$ 100b00b é usual concluir
queb com o acréscimo desse impostob o preço final do produto seria de R$ 120b00.
Isso é chamado de cálculo “por fora”. Porémb há impostos em que se utiliza o
chamado “cálculo por dentro”. Nesses casosb se uma alíquota de 20% incide sobre
um produto cujo preço inicial é R$ 100b00b ent� o o preço final é de R$ 125b00b
pois 20% do valor final deve ser relativo ao imposto. Com um imposto de alíquota
18% sobre um produto cujo valor inicial é de R$ 1.640b00b a diferença entre os
preços finais calculados por dentro e por fora é de

a) R$ 128b40.
b) R$ 32b40.
c) R$ 360b00.

Prof. Ricardo Sampaio 16 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

d) R$ 64b80.
e) R$ 640b00.

7) ”FCC √ Técnico em Informática √ 2015) Um desconto de 8% no preço fixo de um


plano de assinatura de uma revista aumentou em 15% a quantidade de assinantes
da revista. Nas condições descritasb o faturamento da revista com esse desconto no
plano de assinatura aumentou em

a) 5b8%.
b) 6b2%.
c) 6b4%.
d) 5b4%.
e) 6b8%.

8) ”CESPE √ Auditor de contas p(blicas √ 2018) Se um lojista aumentar o preço


original de um produto em 10% e depois der um desconto de 20% sobre o preço
reajustadob ent� ob relativamente ao preço originalb o preço final do produto será

a) 12% inferior
b) 18% inferior
c) 8% superior
d) 15% superior
e) 10% inferior

9) ”CS √ UFG √ Técnico em enfermagemc 2017) O gráfico a seguir mostra os maiores


produtores de coco do mundo em 2011

Nessas condiçõesb a produç� o da Indonésia corresponde aproximadamente a


quantos por cento da produç� o mundial?

a) 19b5%.
b) 25b2%.
c) 32b1%.
d) 41b2%.

Prof. Ricardo Sampaio 17 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

10) ”IESES √ Bioquímico Farmacê utico c 2017) Um produto era anunciado com o
preço de R$ 1500b00 e sofreu dois reajustes consecutivos de 5% e outro de 6%.
Qual é o novo preço deste produto?

a) R$ 1.665b00
b) R$ 1.663b25
c) R$ 1.672b47
d) R$ 1.669b50

11) ”IFcCE √ Tecnólogo c Gest� o Financeira√ 2016) Anderson vendeu um rádio e


um relógio por R$ 150b00 cada. Com relaç� o aos valores que estes objetos lhe
custaramb Anderson teve um prejuízo de 25% na venda do rádio e um lucro de
25% na venda do relógio. Nessas condiçõesb é correto afirmarcse queb relativamente
ao custo dos objetosb no resultado total dessa transaç� ob Anderson

a) N� o teve lucro nem prejuízo.


b) Teve um prejuízo de R$ 20b00.
c) Teve um lucro de R$ 20b00.
d) Teve um prejuízo de R$ 25b00.
e) Teve um lucro de R$ 25b00.

12) ”IF √ CE √ Tecnólogo √ Gest� o Financeira√ 2016) Dentre os candidatos inscritos


num concursob 40% s� o homens e 60% s� o mulheres. Destesb já tê m emprego
30% dos homens e 10% das mulheres. Sabendocse que o n(mero de candidatos
empregados é 90b o n(mero de mulheres desempregadasb que se inscreveram no
concursob é

a) 315
b) 135
c) 180
d) 225
e) 270

13) ”Instituto de Seleç� o √ Assistente Administrativo ”PE e AL) c 2017) Um


determinado produto teve seu preço reajustado duas vezes. Na primeira vezb o
reajuste foi de 35% eb na segunda vezb de 20%. Sabendocse que o preço do
produtob depois do segundo reajusteb era de R$ 567b00b o preço do produtob antes
do primeiro reajusteb era de

a) R$ 380b00
b) R$ 350b00
c) R$ 400b00
d) R$ 420b00
e) R$ 450b00

14) ”BIO √ RIO √ Analista de Contabilidade√ 2016) Um pintor tinha um prazo de 3


dias para pintar um muro. No primeiro dia ele pintou 30% da área total a ser

Prof. Ricardo Sampaio 18 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

pintada; no segundob ele pintou 40% do que faltava. Assimb restou a ser pintada
no terceiro dia a seguinte porcentagem da área total do muro:

a) 30%
b) 36%
c) 42%
d) 46%
e) 50%

15) ”AOCP √ Engenheiro de Segurança do trabalho c 2016) Em uma sala de aulab


55% dos alunos v� o prestar vestibular para a área de exatas e desses alunos 36%
para o curso de matemática. Qual é a porcentagem de alunos dessa sala de aula
que v� o prestar vestibular para matemática?

a) 1b98%
b) 19b8%
c) 20%
d) 21b7%
e) 22b9%

16) ”AOCP √ Médico Pediatra c 2016) Carla recebeu de seu emprego o salário de
R$ 2500b00. Desse valorb ela separou trê s quartos de quatro quintos para pagar as
despesas de sua casa. Qual é o valor do aluguel de Carlab sabendo que ele
corresponde a 65% do valor que ela separou?

a) R$ 1500b00
b) R$ 1350b00
c) R$ 1135b00
d) R$ 995b00
e) R$ 975b00

4 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSO c COMENTADAS

1) ”FCC √ Assistente Técnico Fazendário √ SEMEF √ Manaus c 2019) Fernando


pagou R$ 100b00 de conta de água e R$ 120b00 de conta de luz referentes ao
consumo no mê s de janeiro. Se a conta de água sofreu reduç� o mensal de 15%
nos meses de fevereiro e março subsequentesb e a conta de luz sofreu aumento
mensal de 10% nesses dois mesesb para pagar as contas de água e de luz referentes
ao consumo no mê s de marçob Fernando gastoub no totalb

a) R$ 2b55 a menos do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

b) R$ 4b00 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

Prof. Ricardo Sampaio 19 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

c) R$ 1b75 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

d) R$ 6b00 a menos do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

e) R$ 0b65 a mais do que gastou nas contas referentes ao consumo do mê s de


janeiro.

COMENTÁRIO: Como a conta de agua sofreu dois descontos sucessivos de 15%


devemos pensar que o valor da nova conta após o primeiro desconto é de 0b85
vezes o valor anteriorb como foram dois podemos multiplicar 0b85 x 0b85 que é
igual a 0b7225b multiplicando agora por 100 temos que a conta de água ficou
72b25. Já a conta de luz dois aumentos de 10%b assim podemos multiplicar por
1b1b como foram dois meses 1b1 x 1b1 é 1b21b multiplicando por 120 temos que a
conta de luz ficou 145b20 gastando no total 217b45b como havia gastado 220 no
mê s de Janeirob gastou nos meses seguintes 2b55 a menos. GABARITO A.

2) ”FCC √ Técnico Legislativo √ 2011) Em uma empresab 16% dos funcionários s� o


estrangeiros e os outros s� o brasileiros. Dentre os brasileirosb 2/3 nasceram no
Distrito Federalb 1/12 veio de S� o Paulo e o restante é originário de estados da
regi� o Nordeste do Brasil. Em Relaç� o ao total de funcionários da empresab aqueles
que vieram de estados nordestinos representam

a) 20%.
b) 21%.
c) 24%.
d) 25%.
e) 28%.

COMENTÁRIO: Supondo que o n(meros de funcionários fossem 100b teríamos 16


estrangeiros e 84 brasileirosb para saber a fraç� o dos nordestinos podemos fazer
com que as frações fiquem com o mesmo denominador 2/3 e 1/12 ficariam ent� o
8/12 e 1/12 totalizando 9/12b assim como nordestinos teremos 3/12 de 84 no
total de 21b que representa 21b do total. GABARITO B.

3) ”FCC √ Técnico Judiciário √ 2018) O salário de Arthur equivale a 3/7 do salário


de Bárbara. Para que o salário de ambos fosse igualb o salário de Arthur teria que
aumentar em 130% eb depois dissob ainda ser acrescido de R$ 60b00. Nas
condições descritasb a soma dos atuais salários de Arthur e Bárbarab em reaisb é
igual a
a) R$ 6.000b00.
b) R$ 5.400b00.
c) R$ 6.200b00.
d) R$ 6.400b00.
e) R$ 5.900b00.

COMENTÁRIO: Utilizando a álgebra vamos chamar de “b” o salário de Bárbara e de


“a” o salário de Arthur. O enunciado afirma que aé 3b/7 e que bé 2b3a+ 60 ”O 2b3
significa o aumento de 130% que pode ser representado por 1b3 como haveráum

Prof. Ricardo Sampaio 20 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

aumento de 1b3 temos que somar mais 1b assim teremos 2b3). Substituindo o valor
de b na primeira equaç� o temos aé 3.”2b3a+ 60)/7 passando o 7 para o outro lado
e fazendo a distributiva temos 7aé 6b9a+ 180b assim 7a √ 6b9a é 180  temos
ent� o que 0b1a é 180 e que a é 180/0b1 é 1800 ”Salário de Arthur). O Salário de
Bárbara é igual a 1800 é 3b/7 assim fica b é ”1800.7)/3 é 4200 somando a 1800
fica 6000. GABARITO A.

4) ”FCC √ Técnico em Gest� o √ 2018) Uma pessoa decide dividir todo seu
patrim9nio entre seus 3 filhos ainda em vida. Analisando a situaç� o atual de cada
umb conclui que a filha mais velha deve receber 1/5 de seu patrim9niob ao passo
que o filho do meio deve receber R$ 500.000b00 e o filho mais novob 30% do total
do patrim9nio. No ato da transferê nciab cada filho deve pagar ao governo um
imposto de 2% do valor recebido. Dessa formab a filha mais velha deverápagar um
imposto relativo ao valor por ela recebido de

a) R$ 5.000b00.
b) R$ 12.000b00.
c) R$ 18.000b00.
d) R$ 4.000b00.
e) R$ 2.500b00.

COMENTÁRIO: Se dividirmos 1 por 5 chegaremos a 0b2 que corresponde a 20%b


assim se a filha mais velha ficou com 20% e o mais novo com 30%b ent� o o do
meio ficou com 50% que corresponde a 500.000b assim a filha mais velha ficou
com 200.000 que multiplicado por 0b02 ”2%) temos 4000. GABARITO D.

5) ”FCC √ Analista Ministerial √ 2018) Um comerciante compra um produto por um


preço de custo c e aplicaclhe um acréscimo correspondente ao lucro que deseja
para obter o preço de venda v. De quanto por cento deve ser o acréscimo sobre c
para queb mesmo aplicando um desconto de 25% sobre o preço vb o comerciante
ainda tenha 20% de lucro?

a) 40%.
b) 25%.
c) 50%.
d) 60%.
e) 20%.

COMENTÁRIO: Vamos supor que o preço de venda seja 100 reaisb aplicando um
desconto de 25% chegamos ao valor de 75 reais. Pensando algebricamente
podemos equacionar 1b2.c é 75 ”Qual n(mero que aplicando 20% de acréscimo dá
75)b c é 75/1b2 é 62b5. Fazendo o mesmo processo podemos pensar 62b5.x é 100
”Qual o acréscimo que devo ter em 62b5 para obter 100) x é 100/62b5 é 1b6b ent� o
o aumento é de 60% . Gabarito D.

6) ”FCC √ Analista Judiciário √ 2018) Quando se diz que um imposto com alíquota
de 20% incide sobre um produto cujo preço inicial é R$ 100b00b é usual concluir
queb com o acréscimo desse impostob o preço final do produto seria de R$ 120b00.
Isso é chamado de cálculo “por fora”. Porémb há impostos em que se utiliza o
chamado “cálculo por dentro”. Nesses casosb se uma alíquota de 20% incide sobre

Prof. Ricardo Sampaio 21 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

um produto cujo preço inicial é R$ 100b00b ent� o o preço final é de R$ 125b00b


pois 20% do valor final deve ser relativo ao imposto. Com um imposto de alíquota
18% sobre um produto cujo valor inicial é de R$ 1.640b00b a diferença entre os
preços finais calculados por dentro e por fora é de

a) R$ 128b40.
b) R$ 32b40.
c) R$ 360b00.
d) R$ 64b80.
e) R$ 640b00.

COMENTÁRIO: Para achar o cálculo por fora é fácil basta multiplicar 1640 por
1b18 chegando a 1935b2. O cálculo por dentro devemos pensar que 1640
equivale a 100%c18% é 82%b assim estamos procurando um valor que
multiplicado por 0b82 dê 1640b x.0b82 é 1640 ent� o x é 1640/0b82 é 2000.
Fazendo a subtraç� o 2000 √ 1935mb20 temos 64b80. GABARITO D.

7) ”FCC √ Técnico em Informática √ 2015) Um desconto de 8% no preço fixo de um


plano de assinatura de uma revista aumentou em 15% a quantidade de assinantes
da revista. Nas condições descritasb o faturamento da revista com esse desconto no
plano de assinatura aumentou em

a) 5b8%.
b) 6b2%.
c) 6b4%.
d) 5b4%.
e) 6b8%.

COMENTÁRIO: Vamos supor que a assinatura seja de 100 reais e que eu tenha 100
assinantesb assim o lucro é de 10000 reais. O desconto de 8% levou a assinatura
para 92 reais e aumentou em 15% os assinantes ficando 115 assinantes. 92 x 115
é 10580b que ao dividir por 10000 temos 1b058 que equivale a 5b8%. GABARITO
A.

8) ”CESPE √ Auditor de contas p(blicas √ 2018) Se um lojista aumentar o preço


original de um produto em 10% e depois der um desconto de 20% sobre o preço
reajustadob ent� ob relativamente ao preço originalb o preço final do produto será

a) 12% inferior
b) 18% inferior
c) 8% superior
d) 15% superior
e) 10% inferior

COMENTÁRIO: Aumentar o preço em 10 % equivale a multiplicar por 1b1b dar um


desconto de 20% corresponde a multiplicar por 0b8. Ent� o devemos multiplicar 1b1
por 0b8 obtendo 0b88b assim o preço final é inferior em 12%. GABARITO A.

Prof. Ricardo Sampaio 22 de 25


[Link]
Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

9) ”CS √ UFG √ Técnico em enfermagemc 2017) O gráfico a seguir mostra os maiores


produtores de coco do mundo em 2011

Nessas condiçõesb a produç� o da Indonésia corresponde aproximadamente a


quantos por cento da produç� o mundial?

a) 19b5%.
b) 25b2%.
c) 32b1%.
d) 41b2%.

COMENTÁRIO: Basta dividir 19b5 por 60b7 obtendo 0b32125 é ê 32b1 %.


GABARITO C.

10) ”IESES √ Bioquímico Farmacê utico c 2017) Um produto era anunciado com o
preço de R$ 1500b00 e sofreu dois reajustes consecutivos de 5% e outro de 6%.
Qual é o novo preço deste produto?

a) R$ 1.665b00
b) R$ 1.663b25
c) R$ 1.672b47
d) R$ 1.669b50

COMENTÁRIO: Vamos multiplicar 1500 por 1b05 e 1b06b podendo multiplicar


primeiro 1b05 por 1b06 é 1b113 que multiplicado por 1500 é igual a 1669b50.
GABARITO D.

11) ”IFcCE √ Tecnólogo c Gest� o Financeira√ 2016) Anderson vendeu um rádio e


um relógio por R$ 150b00 cada. Com relaç� o aos valores que estes objetos lhe
custaramb Anderson teve um prejuízo de 25% na venda do rádio e um lucro de
25% na venda do relógio. Nessas condiçõesb é correto afirmarcse queb relativamente
ao custo dos objetosb no resultado total dessa transaç� ob Anderson

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Gabaritando Matemática Porcentagem e Juros

a) N� o teve lucro nem prejuízo.


b) Teve um prejuízo de R$ 20b00.
c) Teve um lucro de R$ 20b00.
d) Teve um prejuízo de R$ 25b00.
e) Teve um lucro de R$ 25b00.

COMENTÁRIO: Se o Rádio vendido por 150 reais teve um prejuízo de 25% ent� o
para descobrir o valor de compra devemos dividir 150 por 0b75 chegando a 200.
Jáno relógio teve um lucro de 25% assim devemos dividir 150 por 1b25 obtendo
120 reais. Ent� o ele comprou tudo por 320 e vendeu por 300 logo teve um
prejuízo de 20. GABARITO B.

12) ”IF √ CE √ Tecnólogo √ Gest� o Financeira√ 2016) Dentre os candidatos inscritos


num concursob 40% s� o homens e 60% s� o mulheres. Destesb já tê m emprego
30% dos homens e 10% das mulheres. Sabendocse que o n(mero de candidatos
empregados é 90b o n(mero de mulheres desempregadasb que se inscreveram no
concursob é

a) 315
b) 135
c) 180
d) 225
e) 270

COMENTÁRIO: Vamos por partes....Vamos descobrir a porcentagem de empregadosb


que s� o 30% dos 40% que s� o homens e 10% dos 60% que s� o mulheres. 30%
de 40% é igual a 0b3.0b4 é 0b12 é 12%b 10% de 60% é igual a 0b1.0.6 é 0b06 é
6%b assim temos 18% empregados que representa 90 pessoasb fazendo uma regra
de 3b temos que 18% estápara 90 assim como 100% estápara 500b temos ent� o
500 candidatos. Agora precisamos saber quantos porcento s� o mulheres
desempregadas assim 90% de 60% é 0b9.0b6 é 0b54 que multiplicado por 500
dá270. GABARITO E.

13) ”Instituto de Seleç� o √ Assistente Administrativo ”PE e AL) c 2017) Um


determinado produto teve seu preço reajustado duas vezes. Na primeira vezb o
reajuste foi de 35% eb na segunda vezb de 20%. Sabendocse que o preço do
produtob depois do segundo reajusteb era de R$ 567b00b o preço do produtob antes
do primeiro reajusteb era de

a) R$ 380b00
b) R$ 350b00
c) R$ 400b00
d) R$ 420b00
e) R$ 450b00

COMENTÁRIO: Os reajustes representam 1b35 e 1b20 multiplicando teríamos 1b62.


Se tivéssemos o preço inicial multiplicaríamos como temos o final vamos dividir 567
por 1b62 chegando a 350. GABARITO B.

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14) ”BIO √ RIO √ Analista de Contabilidade√ 2016) Um pintor tinha um prazo de 3


dias para pintar um muro. No primeiro dia ele pintou 30% da área total a ser
pintada; no segundob ele pintou 40% do que faltava. Assimb restou a ser pintada
no terceiro dia a seguinte porcentagem da área total do muro:

a) 30%
b) 36%
c) 42%
d) 46%
e) 50%

COMENTÁRIO: No segundo dia o pintor pintou 40% de 70% assim 0b4.0b7 é


28%b como havia pintado 30%b no total pintou 58% faltando 42%. GABARITO C.

15) ”AOCP √ Engenheiro de Segurança do trabalho c 2016) Em uma sala de aulab


55% dos alunos v� o prestar vestibular para a área de exatas e desses alunos 36%
para o curso de matemática. Qual é a porcentagem de alunos dessa sala de aula
que v� o prestar vestibular para matemática?

a) 1b98%
b) 19b8%
c) 20%
d) 21b7%
e) 22b9%

COMENTÁRIO: Queremos saber 36% de 55% que é igual a 0b36.0b55 é 0b198 é


19b8%. GABARITO B.

16) ”AOCP √ Médico Pediatra c 2016) Carla recebeu de seu emprego o salário de
R$ 2500b00. Desse valorb ela separou trê s quartos de quatro quintos para pagar as
despesas de sua casa. Qual é o valor do aluguel de Carlab sabendo que ele
corresponde a 65% do valor que ela separou?

a) R$ 1500b00
b) R$ 1350b00
c) R$ 1135b00
d) R$ 995b00
e) R$ 975b00

COMENTÁRIO: Primeiro precisamos saber quanto é 3/4 de 4/5 basta multiplicar


12/20 e simplificar 3/5. Acharemos agora quanto é 3/5 de 2500 que é igual a
1500 e por fim 65% dissob basta fazer 15.65 é 975. GABARITO E.

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(
uos

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Juros

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"
Te ohoizo te u oj
etiv
opa a ala ça fa il
ita uitoa a ute çãodofoo.

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


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Gabaritando Matemática Juros

SUMÁRIO
1 √(
uos “ i ples

2 √(
uos / o postos

3 √ / o solida dooA pe dizado


4 √ v uest es de / o usos
4 √ / o e táiodas v uest es

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1 √ J u ro s S im p le s
JUROS SIMPLES

Para entender Juros vamos entender alguns conceitos:

CAPITAL: Valor emprestado ou Investido por uma pessoab podemos indicar pela
letra C de Capital ou P de Principal.

JUROS: Aquele que fizer uso do dinheiro deve pagar por issob esta remuneraç� o é
o que chamamos de JUROS.

TA)A DE JUROS: Expressa em percentual indica a quantidade a ser paga como


Juros em funç� o do tempo.

MONTANTE: É a soma do capital oferecido com os juros obtidos na operaç� o.

Vemos alguns exemplos:

Exemplo 1
Um capital de R$ 12.000b00 foi aplicado durante 3 meses à taxa de 5% a.t. ”ao
trimestre). Calcule os juros e o montante recebidos após 3 meses.

Os juros simples se caracteriza pela capitalizaç� o mensal sempre em cima do


valor Principal.

J é C.i.n

Onde:

J é Juros.
C é Capital
i √ Taxa de Juros
n √ Tempo

No exercício proposto temos:

Cé R$ 12000
né 3 meses
ié 5% é 0b05 at
Jé ?
Mé ?

Aplicando os valores na fórmula:

J é 12000.0b05.1
J é 600

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Gabaritando Matemática Juros

M é C+ J
Mé 12000+ 600
R$ 12600

Observaç� o: Como a taxa é trimestral devemos considerar o tempo como 1.

Exemplo2:

Uma empresa recebeu um empréstimo bancário de R$ 60.000b00 por 1 anob


pagando um montante de R$ 84.000b00. Qual foi a taxa anual de juros?

Neste exercício temos:

M é R$ 84000b00
n é 1 ano
C √ R$ 60000b00
Ié ?

Primeiro precisamos encontrar o Juros:

J é McC
J é 84000c60000
Jé 24000

Agora podemos calcular a taxa:

Jé C.i.n
24000 é 60000.i.1
24000 é 60000i
i é 24000/60000
ié 0b4 é 40% aa.

A taxa é anual porque o tempo fornecido é de 1 ano.

Também Podemos calcular o Montante utilizando a seguinte forma:

M é C.”1+ i.n)

Exemplo 3:
Um capital de R$ 5.000b00 é aplicado a juros simples durante 4 anos à taxa de
20% a.a. Calcule os juros gerados em cada períodob os juros pagos no final do
período e o montante após o período de aplicaç� o.

Vamos analisar:

C c R$ 5000b00
né 4 anos
i é 20% aa é 0b2

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Gabaritando Matemática Juros

Juros gerados em cada período: Em juros simples os juros gerados s� o sempre


constanteb assim:

J é C.i
J é 5000.0b2
Jé 1000

Juros gerados ao final do período: Como a taxa é anual e o período é de 4 anos


devemos multiplicar por 4.

J é C.i
J é 5000.0b2.4
Jé 4000

Montante após o período:

Mé C + J
M é 5000+ 400
Mé 9000

Calculando o Montante por outra fórmula:

M é C.”1+ i.n)
M é 5000.”1+ 0b2.4)
M é 5000.”1b8)
Mé 9000

Exercícios

1) Um capital de R$ 4.000b00 foi aplicado durante 5 meses à taxa de 3% a.b. ”ao


bimestre). Calcule os juros e o montante recebido.

2) Osvaldo aplicou R$ 15.000b00 durante 2 anos num fundo que rendeu 8% a.s.
”ao semestre). Qual o montante recebido?

3) Olavo aplicou R$ 25.000b00 numa caderneta de poupança pelo prazo de 1 ano


e meio. Sabendocse que a taxa era de 2b25% a.t. ”ao trimestre)b qual o valor do
montante?

4) Sueli aplicou R$ 4.800b00 num fundo de investimento e recebeub 3 meses depoisb


R$ 504b00 de juros. Qual a taxa anual de juros da aplicaç� o?
5) Uma empresa tomou um empréstimo de R$
7.500b00 por 1 mê s à taxa de 0b2% a.d. ”ao dia). Qual o valor do montante pago?
6) Roberto aplicou R$ 12.000b00 num fundo de
investimento e recebeub 1 ano depoisb um montante de R$ 14.448b00. Qual a taxa
mensal de juros recebida?

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2 √ J u ro s C o m p o s t o s
JUROS COMPOSTOS

No regime de capitalizaç� o compostob os juros s� o calculados em cima do


novo montante período a período.

Observe o exemplo:

Uma aplicaç� o de R$10.000b no regime de juros compostosb é feita por 3 meses a


juros de 10% ao mê s. Qual o valor que seráresgatado ao final do período?

VAMOS ANALISAR MÊ S A MÊ S PRIMEIRO EM COMO SERIA EM JUROS SIMPLES

C é R$ 10.000
N é 3 meses
I √ 10% am é 0b1

1s Mê s

10000.0b1 é 1000 ”Juros do 1s Mê s)

2s Mê s

10000.0b1 é 1000 ”Juros do 2s Mê s)

3s Mê s

10000.0b1 é 1000 ”Juros do 3s Mê s)

J é R$ 3000b00 e Mé 13.000b00

AGORA EM JUROS COMPOSTOS

1s Mê s
10000.0b1 é 1000 ”Juros do 1s Mê s)
Montante após o 1s mê s é 11000

2s Mê s

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Gabaritando Matemática Juros

11000.0b1 é 1100 ”Juros do 2s Mê s)


Montante após o 2s mê s é 12100

3s Mê s
12100.0b1 é 1210 ”Juros do 3s Mê s)

J é R$ 3310b00 e Mé 13.310b00

Observe que os Juros do 2smê s foram calculados em cima do novo montanteb assim
funciona o regime de capitalizaç� o composta. O chamado JUROS SOBRE JUROS.

FÓ RMULA PARA CALCULAR:

M é C ”1+ i)n

Ondeb

M: montante
C: capital
i: taxa fixa
n: tempo

Observaç� o: Algumas literaturas trazem como representaç� o de tempo a letra t.

SE LIGA NO BIZ U

Regra geral as operações com Juros compostos s� o maiores que juros simplesb no
entanto se o período de tempo for menor que 1 o Juros compostos s� o menores.

Exemplo:
C é 100 i é 1% é 10% am né 15 dias ”0b5 de mê s)

Juros Simples

M é C.”1+ i.n)
M é 100.”1+ 0b1.0b5)
M é 100.”1+ 0b05)
M é 100.1b05
Mé 105
Juros Compostos

Mé C.”1+ i)n
Mé 100. ”1+ 0b1)0b5
Mé 100. ”1b1)0b5
Mé 100.1b049
Mé 104b90

Observe que a operaç� o com Juros Compostosb o Montante foi menor que em Juros
Simples.

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Gabaritando Matemática Juros

Pensando graficamente os Juros Simples geram uma RETA ”Funç� o Afim) e o


Composto estárelacionado a Funç� o Exponencial.

”FUNCABc2010) Em relaç� o a juros simples e juros compostosb é correto afirmar:

a) a curva de crescimento dos juros simples é uma reta. Logob se o período ”n) for
menor que 1b os juros compostos s� o menores que os juros simples no mesmo
período de tempo ”n).

b) a representaç� o gráfica dos juros compostos é uma funç� o exponencial.


Portantob se o período ”n) for menor do que 1b os juros compostos ser� o maiores
que os juros simplesb no mesmo período de tempo ”n).

c) a curva de crescimento dos juros simples é uma reta. Logob se o período ”n) for
igual a 1b os juros compostos ser� o menores que os juros simplesb no mesmo
período de tempo ”n).

d) a representaç� o gráfica dos juros compostos é uma funç� o exponencial.


Portantob se o período ”n) for igual a 1b os juros compostos ser� o maiores que os
juros simplesb no mesmo período de tempo ”n).

e) a curva de crescimento dos juros simples é uma reta. Logob se o período ”n) for
maior que 1b os juros compostos ser� o menores que os juros simplesb em um
mesmo período de tempo ”n).

Pensando no que foi explicado. Qual seria a alternativa correta?

Vamos ver alguns exemplos de Juros Compostos:

Exemplo 1
Se um capital de R$500 é aplicado durante 4 meses no sistema de juros compostos
sob uma taxa mensal fixa que produz um montante de R$800b qual seráo valor da
taxa mensal de juros?

Neste exemplo temos:

M é R$ 800b00
C é R$ 500b00
N é 4 meses
J é McC é 800c500é R$ 300b00
ié ?

M é C.”1+ i)n
800 é 500. ”1+ i)4
800/500 é ”1+ i)4
1b6 é ”1+ i)4
√1, é 1+ i

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Gabaritando Matemática Juros

1b125 é 1+ i
1b125c1é i
i é 0b125

Multiplicando por 100 a taxa é de 12b5% am

Exemplo 2

”ibamc2015) c Julia fez um empréstimo em um banco e concordou pagar uma taxa


de 14% ao anob correspondente a juros compostos. Sabendo que Juliab após exatos
trê s anosb quitou seu empréstimo pagando o valor de R$ 143.709b768b concluímos
que o valorb em R$b do empréstimo feito por Julia foi de:

a) 80.000
b) 85.000
c) 90.000
d) 97.000

Aplicando a fórmula temos:

M é R$ 143.709b768
Cé ?
N é 3 anos
i é 14% aa é 0b14

M é C.”1+ i)n
R$ 143.709b768 é C.”1+ 0b14)3
R$ 143.709b768 é C.”1b14)3
R$ 143.709b768 é C.1b481544
R$ 143.709b768/1b481544 é C
C é 97000

ALTERNATIVA D

3 √ C o n s o lid a n d o o A p re n d iz a d o
CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO

1. Calcule os JUROS decorrentes de cada empréstimo a seguirb sendo o regime de


capitalizaç� o simples:

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Gabaritando Matemática Juros

2. Determine o valor do CAPITAL que rendeu os juros indicados em cada aplicaç� o


abaixob sendo o regime de capitalizaç� o simples:

3. Calcule a TA)A ANUAL de cada operaç� o abaixob sendo o regime de


capitalizaç� o simples:

4. Determine o TEMPOb em anosb decorridos em cada situaç� o a seguirb sendo o


regime de capitalizaç� o simples:

5. Calcule o MONTANTE produzido por cada capitalb com as taxas e períodos


indicados abaixo:

6. Qual o montante de uma aplicaç� o de $50.000 a juros compostosb pelo prazo


de 6 meses à taxa de 2% a.m.?

7. Um capital de $7.000 foi aplicado a juros compostosb durante um ano e meiob à

taxa de 2b5% a.m.. Calcule os juros auferidos no período.

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Gabaritando Matemática Juros

8. Uma pessoa aplica hoje $4.000 e aplicará$12.000 daqui a 3 meses num fundo
que rende juros compostos à taxa de 2b6% a.m.. Qual seu montante daqui a 6
meses?

9. Qual o capital queb aplicado a juros compostosb durante 9 anosb à taxa de 10%

a.a. produz um montante de $175.000?

10. Um capital de $3.000 foi aplicado a juros compostosb durante 10 mesesb


gerando um montante de $3.500. Qual a taxa mensal?

CONSOLIDANDO O APRENDIZ ADO


Respostas

1.
a) R$ 8.000b00
b) R$ 15.750b00
c) R$ 120.000b00
d) R$ 15.300b00
e) R$ 210.000b00
f) R$ 21.600b00
g) R$ 24.000b00
h) R$ 19.530b00

2.
a) R$ 700b00 b) R$ 4.800b00
c) R$ 8.000b00 d) R$ 10.000b00
e) R$ 400b00 f) R$ 15.000b00
g) R$ 1.562b50 h) R$ 200b00

3.
a) 20% b) 3% c) 50%
d) 80% e) 50% f) 20%
g) 60% h) 50%

4.
a) 5 anos b) 2 anos c) 2 anos
d) 3 anos e) 6 anos f) 2 anos
g) 5 anos h) 5 anos

5.

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a) R$ 6.400b00
b) R$ 23.800b00
c) R$ 760b00
d) R$ 34.400b00
e) R$ 7.112b00
f) R$ 9.660b00
g) R$ 124.000b00
h) R$ 6.700b00

6. 56.038b12

7. 3.917b61

8. 17.626b54

9. 74.217b08

10. 1b55% a.m.

4 √ Q u e s t õ e s d e C o n c u rs o s
QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1) ”FCC √ Analista de Gest� o Financeira e Contábil √ 2016) Uma pessoa deseja


investir em um imobilizado para a sua loja e o fornecedor lhe ofereceu as seguintes
condições:
a. Preço à vista é R$1.800b00;
b. Preço a prazo é entrada de R$300b00 e R$ 1.650b00 em 60 dias.

A taxa de juros simples mensal cobrada pelo fornecedorb na venda a prazo foi de

a) 5b50% a.m.
b) 4b88% a.m.
c) 4b17% a.m.
d) 5b00% a.m.
e) 8b33% a.m.

2) ”FCC √ Técnico ministerial √ 2018) Um empréstimo foi feito à taxa de juros de


12% ao ano. Se o valor emprestado foi de R$ 50.000b00 para pagamento em 30
anosb em valores de hojeb o total de juros pagos por esse empréstimob ao final dos
30 anosb corresponde ao valor emprestado multiplicado por:

a) 3b6.
b) 2b8.
c) 3b2.
d) 2b5.
e) 4b2.

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Gabaritando Matemática Juros

3) ”FCC √ Auditor Fiscal √ 2007) Uma pessoa necessita efetuar dois pagamentosb
um de R$ 2.000b00 daqui a 6 meses e outro de R$ 2.382b88 daqui a 8 meses. Para
tantob vai aplicar hoje a juros simples o capital C à taxa de 3% ao
mê sb de forma que:
é ê Daqui a 6 meses possa retirar todo o montanteb efetuar o pagamento de R$
2.000b00 eb nessa datab aplicar o restante a juros simplesb à mesma taxab pelo resto
do prazo;
é ê Daqui a 8 meses possa retirar todo o montante da segunda aplicaç� o e
efetuar o segundo pagamentob ficando com saldo nulo e sem sobras. Nessas
condiçõesb o valor de C é igual a

a) R$ 3.654b00
b) R$ 3.648b00
c) R$ 3.640b00
d) R$ 3.620b00
e) R$ 3.600b00

4) ”FCC √ Contador √ 2010) Um banco remunera as aplicações de seus clientes a


uma taxa de juros simples de 18% ao ano. Uma pessoa aplicou um capital neste
bancob em uma determinada datab e verificou que no final do período de aplicaç� o
o total de juros correspondia a 21% do valor do capital aplicado. O prazo dessa
aplicaç� o foi de

a) 14 meses.
b) 15 meses.
c) 16 meses.
D) 18 meses.
e) 20 meses.

5) ”FCC √ Oficial de Defensoria p(blica √ 2010) Um fog� o é vendido com entrada


de R$ 100b00 e uma parcela de R$ 322b00 após um mê s da compra. Se a loja cobra
juros de 15% ao mê sb ela pode vender o fog� o à vista ”sem os juros da prestaç� o
por

a) R$ 340b00.
b) R$ 350b00.
c) R$ 360b00.
d) R$ 380b00.
e) R$ 390b00.

6) ”UEM √ Técnico Administrativo √ 2018) José


tomou emprestado R$ 1.000b00 a serem pagos em 6 meses a juros simples de 5%
ao mê s. Qual é o montante a ser pago por José?

a) R$ 1.000b00
b) R$ 1.200b00
c) R$ 1.050b00
d) R$ 1.300b00
e) R$ 1.600b00

Prof. Ricardo Sampaio 13 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

7) ”VUNESP √ Técnico Legislativo √ 2018) Ant9nia fez uma aplicaç� o a juros simplesb
por um período de um ano e meiob e a raz� o entre o montante dessa aplicaç� o e o
capital aplicado foi 23/20. Sabendo que o valor dos juros dessa aplicaç� o foi de R$
750b00b o valor do capital aplicado e a taxa de juros simples anual equivalente a
essa aplicaç� o foramb correta e respectivamenteb

a) R$ 5.000b00 e 10%
b) R$ 5.000b00 e 12%
c) R$ 5.500b00 e 12b5%
d) R$ 6.000b00 e 10%
e) R$ 6.000b00 e 12%

8) ”MS CONCURSOS √ Analista Administrativo c 2018) Uma aplicaç� o bancária


oferece uma taxa de 8% ao bimestre no regime de capitalizaç� o simples. Por
quanto tempo é necessário fazer uma aplicaç� o para triplicar o capital aplicado?

a) 12 meses
b) 25 meses
c) 50 meses
d) 100 meses
e) 200 meses

9) ”VUNESP √ Oficial de Atendimento e Administraç� o √ 2018) Um capital Ab


aplicado a juros
simples com taxa de 9% ao anob rende em 6 mesesb os mesmos juros simples que
um capital B aplicado a taxa de 0b8% ao mê sb durante 9 meses. Sabendocse que o
capital A é R$ 900b00 superior ao capital Bb ent� o o valor do capital A é

a) R$ 2.500b00
b) R$ 2.400b00
c) R$ 2.200b00
d) R$ 1.800b00
e) R$ 1.500b00

10) ”MPEcGO √ Oficial de Promotoria √ 2017) Em um investimento no qual foi


aplicado o valor de R$ 5.000b00b em um ano foi resgatado o valor total de R$
9.200b00. Considerando estes apontamentos e que o rendimento se deu a juros
simplesb é verdadeiro afirmar que a taxa mensal foi de:

a) 1b5%
b) 2%
c) 5b5%
d) 6%
e) 7%

11) ”MPEcGO √ Secretário Auxiliar c 2017) Um determinado produto pode ser


vendido de duas formas: uma é à vistab por R$ 300b00 e a outra é com dois
pagamentos iguais de R$ 160b00 cada umb sendo o primeiro no ato da compra e o
segundob um mê s após essa compra. Todos os consumidores que optarem pelo

Prof. Ricardo Sampaio 14 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

pagamento parceladob ir� o pagar juros simplesb cuja taxa mensal é


aproximadamente igual a:

a) 6b7%
b) 7b1%
c) 9b9%
d) 12b5%
e) 14b3%

12) ”IESES √ Analista de Projetos Organizacionais √ 2017) O capital de R$ 2.300b00


foi financiado gerando o montante de R$ 3.220b00 no regime dos juros simples.
Sabendocse que a taxa de juros empregada foi de 60% ao anob perguntacse qual
foi o prazo do financiamento?

a) 9 meses
b) 10 meses
c) 6 meses
d) 8 meses

13) ”VUNESP √ Assistente Administrativo √ 2017) Carlos fez um empréstimo de R$


2.800b00b à taxa de juros simples de 1b3% ao mê sb que deve ser pago após 3
mesesb juntamente com os juros. O valor que Carlos deverápagar é igual a

a) R$ 2.839b40
b) R$ 2.889b30
c) R$ 2.909b20
d) R$ 2.953b20
e) R$ 3.112b40

14) ”VUNESP √ Auxiliar de Apoio Administrativo √ 2017) Um empréstimo de


determinado valor C foi efetuado a uma taxa de juro simples de 18% ao anob por
um prazo de 8 meses. Sabendocse que o montante relacionado a esse empréstimo
foi de R$ 11.200b00b o valor C emprestado foi de

a) R$ 9.000b00
b) R$ 9.250b00
c) R$ 9.500b00
d) R$ 9.750b00
e) R$ 10.000b00

Prof. Ricardo Sampaio 15 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

5 √ C o m e n t ário d a s Qu e s t õ e s
QUESTÕ ES DE CONCURSO c COMENTADAS

1) ”FCC √ Analista de Gest� o Financeira e Contábil √ 2016) Uma pessoa deseja


investir em um imobilizado para a sua loja e o fornecedor lhe ofereceu as seguintes
condições:
a. Preço à vista é R$1.800b00;
b. Preço a prazo é entrada de R$300b00 e R$ 1.650b00 em 60 dias.

A taxa de juros simples mensal cobrada pelo fornecedorb na venda a prazo foi de

a) 5b50% a.m.
b) 4b88% a.m.
c) 4b17% a.m.
d) 5b00% a.m.
e) 8b33% a.m.

COMENTÁRIO: J é [Link] Os juros foi de 150 reais e o montante que é capital mais
juros de 1650b assim o capital é de 1500 no prazo de 2 meses ”devemos
converter os 60 dias para dois meses)b ent� o:

150 é 1500.i.2
150 é 3000i
i é 150/3000
ié 5% am

2) ”FCC √ Técnico ministerial √ 2018) Um empréstimo foi feito à taxa de juros de


12% ao ano. Se o valor emprestado foi de R$ 50.000b00 para pagamento em 30
anosb em valores de hojeb o total de juros pagos por esse empréstimob ao final dos
30 anosb corresponde ao valor emprestado multiplicado por:

a) 3b6.
b) 2b8.
c) 3b2.
d) 2b5.
e) 4b2.

COMENTÁRIO:

J é C.i.n

C é 50000
n é 30 anos
i é 12% aa é 0b12

Calculando os Juros
J é 50000.30.0b12

Prof. Ricardo Sampaio 16 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

J é 50000.3b6
J é 180.000

GABARITO A

3) ”FCC √ Auditor Fiscal √ 2007) Uma pessoa necessita efetuar dois pagamentosb
um de R$ 2.000b00 daqui a 6 meses e outro de R$ 2.382b88 daqui a 8 meses. Para
tantob vai aplicar hoje a juros simples o capital C à taxa de 3% ao mê sb de forma
que:

é ê Daqui a 6 meses possa retirar todo o montanteb efetuar o pagamento de R$


2.000b00 eb nessa datab aplicar o restante a juros simplesb à mesma taxab pelo resto
do prazo;
é ê Daqui a 8 meses possa retirar todo o montante da segunda aplicaç� o e
efetuar o segundo pagamentob ficando com saldo nulo e sem sobras. Nessas
condiçõesb
o valor de C é igual a

f) R$ 3.654b00
g) R$ 3.648b00
h) R$ 3.640b00
i) R$ 3.620b00
j) R$ 3.600b00

COMENTÁRIO:

J é C.i.n

Primeiro vamos descobrir quanto que preciso aplicar para que em dois meses eu
tenha 2382b88 ”Como este é o Montante devemos usar a fórmula Mé C.”1+ ni)

Cé ?
n é 2 meses
i é 3% am é 0b03
M é 2382b88

Calculando o Capital

Mé C.”1+ ni)

2382b88 é C.”1+ 0b03.2)


2382b88 é C.”1b06)
C é 2382b88/1b06
C é 2248 ”Este é o valor que deve sobrar após a primeira aplicaç� ob assim o
Montante equivale a 4248.

Cé ?
n é 6 meses
i é 3% am é 0b03

Prof. Ricardo Sampaio 17 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

M é 4248

Calculando o Capital

Mé C.”1+ ni)

4248 é C.”1+ 0b03.6)


4248 é C.”1b18)
C é 4248/1b18
C é 3600

GABARITO E

4) ”FCC √ Contador √ 2010) Um banco remunera as aplicações de seus clientes a


uma taxa de juros simples de 18% ao ano. Uma pessoa aplicou um capital neste
bancob em uma determinada datab e verificou que no final do período de aplicaç� o
o total de juros correspondia a 21% do valor do capital aplicado. O prazo dessa
aplicaç� o foi de

a) 14 meses.
b) 15 meses.
c) 16 meses.
D) 18 meses.
e) 20 meses.

COMENTÁRIO:

Por se tratar de Juros simples a taxa de 18 % ao ano pode ser convertida para taxa
mensalb para isso dividimos 18 por 12b achando 1b5% ao mê sb como tivemos juros
de 21% devemos dividir 21 por 1b5 encontrando 14 meses.

GABARITO A

5) ”FCC √ Oficial de Defensoria p(blica √ 2010) Um fog� o é vendido com entrada


de R$ 100b00 e uma parcela de R$ 322b00 após um mê s da compra. Se a loja cobra
juros de 15% ao mê sb ela pode vender o fog� o à vista ”sem os juros da prestaç� o
por

a) R$ 340b00.
b) R$ 350b00.
c) R$ 360b00.
d) R$ 380b00.
e) R$ 390b00.

COMENTÁRIO:
J é C.i.n

Prof. Ricardo Sampaio 18 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

M é C.”1+ ni)

M é 322
n é 1 mê s
i é 15% am é 0b15

Calculando o Capital
322 é C.”1+ 0b15.1)
322 é C.1b15
C é 322/1b15
C é 280

Somando a Entrada temos 280+ 100 é 380

GABARITO D

6) ”UEM √ Técnico Administrativo √ 2018) José tomou emprestado R$ 1.000b00 a


serem pagos em 6 meses a juros simples de 5% ao mê s. Qual é o montante a ser
pago por José?

a) R$ 1.000b00
b) R$ 1.200b00
c) R$ 1.050b00
d) R$ 1.300b00
e) R$ 1.600b00

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 1000
n é 6 meses
i é 5% am é 0b05
Mé ?

Calculando o Capital
M é 1000.”1+ 0b05.6)
M é 1000.”1b3)
M é 1300

GABARITO D

7) ”VUNESP √ Técnico Legislativo √ 2018) Ant9nia fez uma aplicaç� o a juros simplesb
por um período de um ano e meiob e a raz� o entre o montante dessa aplicaç� o e o
capital aplicado foi 23/20. Sabendo que o valor dos juros dessa aplicaç� o foi de R$
750b00b o valor do capital aplicado e a taxa de juros simples anual equivalente a
essa aplicaç� o foramb correta e respectivamenteb

Prof. Ricardo Sampaio 19 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

a) R$ 5.000b00 e 10%
b) R$ 5.000b00 e 12%
c) R$ 5.500b00 e 12b5%
d) R$ 6.000b00 e 10%
e) R$ 6.000b00 e 12%

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

Como a raz� o entre o Montante e o Capital é de 23/20 a diferença de 3 equivale


aos Juros que é 750 reaisb assim uma parte equivale a 250 reais e o capital a
20.250 que é 5000.

C é 5000
n é 1b5
ié ?
J é 750

Calculando o Capital
750 é 5000.i.1b5
750 é 7500i
i é 750/7500
i é 0b1  10%

GABARITO A

8) ”MS CONCURSOS √ Analista Administrativo c 2018) Uma aplicaç� o bancária


oferece uma taxa de 8% ao bimestre no regime de capitalizaç� o simples. Por quanto
tempo é necessário fazer uma aplicaç� o para triplicar o capital aplicado?

a) 12 meses
b) 25 meses
c) 50 meses
d) 100 meses
e) 200 meses

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 100 ”Supor)
né ?
i é 8% ab é 4% am é 0b04
M é 300

300 é 100.”1+ 0b04n)


300 é 100.”1+ 0b04n)
300 é 100+ 4n

Prof. Ricardo Sampaio 20 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

300c100 é 4n
200é 4n
né 200/4
n é 50 meses

GABARITO C

9) ”VUNESP √ Oficial de Atendimento e Administraç� o √ 2018) Um capital Ab


aplicado a juros simples com taxa de 9% ao anob rende em 6 mesesb os mesmos
juros simples que um capital B aplicado a taxa de 0b8% ao mê sb durante 9 meses.
Sabendocse que o capital A é R$ 900b00 superior ao capital Bb ent� o o valor do
capital A é

a) R$ 2.500b00
b) R$ 2.400b00
c) R$ 2.200b00
d) R$ 1.800b00
e) R$ 1.500b00

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 900+ B Cé B
n é 6 meses n é 9 meses
i é 9% aa é 0b75%am é 0b0075 i é 0b8% am é 0b008
Jé x Jé x

”900+ B).0b0075.6 é B.9.0b008


”900+ B).0b045 é B.0b072
40b5+ 0b045B é 0b072B
40b5 é 0b072Bc0b045B
40b5 é 0b027B
B é 40b5/0b027
B é 1500

A é 1500+ 900 é 2400


GABARITO B

10) ”MPEcGO √ Oficial de Promotoria √ 2017) Em um investimento no qual foi


aplicado o valor de R$ 5.000b00b em um ano foi resgatado o valor total de R$
9.200b00. Considerando estes apontamentos e que o rendimento se deu a juros
simplesb é verdadeiro afirmar que a taxa mensal foi de:

a) 1b5%
b) 2%
c) 5b5%

Prof. Ricardo Sampaio 21 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

d) 6%
e) 7%

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 5000
n é 1 ano
ié ?
M é 9200

9200 é 5000.”1+ i.1)


9200 é 5000+ 5000i
9200 √ 5000 é 5000i
4200 é 5000i
i é 4200/5000
i é 0b84 é ê 84% aa é ê 7% am.

GABARITO E

11) ”MPEcGO √ Secretário Auxiliar c 2017) Um determinado produto pode ser


vendido de duas formas: uma é à vistab por R$ 300b00 e a outra é com dois
pagamentos iguais de R$ 160b00 cada umb sendo o primeiro no ato da compra e o
segundob um mê s após essa compra. Todos os consumidores que optarem pelo
pagamento parceladob ir� o pagar juros simplesb cuja taxa mensal é
aproximadamente igual a:

a) 6b7%
b) 7b1%
c) 9b9%
d) 12b5%
e) 14b3%

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 160
n é 1 mê s
ié ?
J é 20

J é C.i.n

20 é 140.1.i
20 é 140i
ié 20/140
ié 0b1428 é 14b3%

Prof. Ricardo Sampaio 22 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

GABARITO E

12) ”IESES √ Analista de Projetos Organizacionais √ 2017) O capital de R$ 2.300b00


foi financiado gerando o montante de R$ 3.220b00 no regime dos juros simples.
Sabendocse que a taxa de juros empregada foi de 60% ao anob perguntacse qual
foi o prazo do financiamento?

a) 9 meses
b) 10 meses
c) 6 meses
d) 8 meses

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 2300
né ?
i é 60% aa é 5% am é 0b05
M é 3220
J é 3220 √ 2300 é 920

J é C.i.n

920 é 2300.n.0b05
920 é 115n
n é 920/115
n é 8 meses

GABARITO D

13) ”VUNESP √ Assistente Administrativo √ 2017) Carlos fez um empréstimo de R$


2.800b00b à taxa de juros simples de 1b3% ao mê sb que deve ser pago após 3
mesesb juntamente com os juros. O valor que Carlos deverápagar é igual a

a) R$ 2.839b40
b) R$ 2.889b30
c) R$ 2.909b20
d) R$ 2.953b20
e) R$ 3.112b40

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

C é 2800
n é 3 meses
i é 1b3% am é 0b013
Mé ?

Prof. Ricardo Sampaio 23 de 24


[Link]
Gabaritando Matemática Juros

M é C.”1+ ni)

M é 2800.”1+ 3.0b013)
M é 2800.”1b039)
M é 2909b20

GABARITO C

14) ”VUNESP √ Auxiliar de Apoio Administrativo √ 2017) Um empréstimo de


determinado valor C foi efetuado a uma taxa de juro simples de 18% ao anob por
um prazo de 8 meses. Sabendocse que o montante relacionado a esse empréstimo
foi de R$ 11.200b00b o valor C emprestado foi de

a) R$ 9.000b00
b) R$ 9.250b00
c) R$ 9.500b00
d) R$ 9.750b00
e) R$ 10.000b00

COMENTÁRIO:
J é C.i.n
M é C.”1+ ni)

Cé ?
n é 8 meses
i é 18% aa é 1b5% am é 0b015
M é 11200

11200 é C.”1+ 8.0b015)

11200 é C.”1b12)
11200/1b12 é C
C é 10000

GABARITO E

Prof. Ricardo Sampaio 24 de 24


[Link]
Cl
ge a

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Álgebra

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"Ter no horizonte um objetivo para alcançar facilita muito a manutenç� o do foco.”

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


Prof. Ricardo Sampaio Vencendo Concursos

Prof. Ricardo Sampaio 1 de 53


[Link]
Gabaritando Matemática Álgebra

SUMÁRIO
1 √ Álgebra
2 √ Equaç� o de 1s Grau
3 √ Operações com Polin9mios
4 √ Fatoraç� o e Produtos Notáveis
5 √ Sistema de Equaç� o de 1s Grau
6 √ Inequaç� o de 1s Grau
7 √ Equaç� o de 2s Grau
8 √ Consolidando o Aprendizado
9 √ Questões de Concursos
10 √ Comentário das Questões

Prof. Ricardo Sampaio 2 de 53


[Link]
Gabaritando Matemática Álgebra

1 √ Álgebra
O que é álgebra?

Vamos iniciar o estudo da álgebra que é o ramo da Matemática que


generaliza a aritmética. Na álgebra letras s� o utilizadas para representar n(merosb
podendo representar n(meros desconhecidos quanto um n(mero qualquer
pertencente a um conjunto numérico.

Se x é um n(mero parb por exemplob ent� o x pode ser 2b 4b 6b 8b 10.... Dessa


maneirab x é um n(mero qualquer pertencente ao conjunto dos n(meros pares e
fica evidente o tipo de n(mero que x é: um m(ltiplo de 2.

No estudo algébrico existe uma diferenciaç� o entre uma E)PRESSÃO


MATEMÁTICA e uma SENTENTA MATEMÁTICA.

Entendecse por Express� o uma sequê ncia de n(meros separados por


operações.

Exemplos:

2+ 5

12c”3.4+ 6):2

Se tais expressões exprimem um sentido completo passamos a falar de uma


sentença.

2+ 5é 7

12c”3.4+ 6):2 é 3

Quando nas expressões ou sentenças aparecem letras representando um


determinado n(mero passamos a tratar de expressões e sentenças algébricas.

Uma habilidade importante que devemos adquirir é a transposiç� o da


linguagem materna para a linguagem matemática e linguagem algébrica.

Veremos alguns exemplos:

Dois mais cinco  2+ 5

O dobro de 4  2.4

O triplo de 8  3.8

Metade de 14  14/2

A diferença de 23 e 13  23c13

O produto entre 4 e 8  4.8

Prof. Ricardo Sampaio 3 de 53


[Link]
Gabaritando Matemática Álgebra

O quociente entre 35 e 7  35/7

Até aqui tratamos de algumas transformações matemáticas passamos a ver


a transformaç� o para a linguagem algébrica.

Como representar:

Um n(mero qualquer  x

O dobro de um n(mero  2y

Metade de um n(mero  z/2

A soma de dois n(meros diferentes  x+ y

Com isso conseguimos GENERALIZ ARb uma vez que um n(mero qualquer
chamamos de xb esta letra pode representar qualquer n(mero dependendo do
contexto trabalhado.

Todos os exemplos tratados na transformaç� o da linguagem materna para a


matemática foram expressões uma vez que por si só n� o possuem um sentidob
diferente do que seria uma sentençab que em regra pode assumir o valor de
Verdadeiro ou Falso.

As sentenças podem ser Abertas ou Fechadas.

Sentenças Abertas: Possuem variáveis ou incógnitas e n� o ser definidas como


Verdadeiras e Falsas de prontob uma vez que dependem do valor assumido pela
incógnita.

Exemplo:

xé 10cx ”É uma sentença abertab sópodemos definir seu valor lógico se tivermos o
valor de x)

Sentenças Fechadas: N� o possuem variáveis ou incógnitas e podem ser definidas


como Verdadeiras e Falsas.

7c5é 2 ”Sentença Fechada de valor lógico VERDADEIRO)

IGUALDADE

É uma sentença que possui um sinal de igual ”é ). Cada uma das seguintes
sentenças abertas representa uma igualdade:

a) x + 2 é 6
b) y² c 12 é 37
c) z c 1 é 9

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Numa igualdade há duas expressões: uma à esquerda e outra à direita do


sinal de igual ”é ). A express� o à esquerda do sinal de igualdade ”é ) constitui o 1s
membro e a express� o à direita do sinal de igualdade ”é ) constitui o 2s membro.

Propriedades da Igualdade

I. Reflexiva

Para qualquer que seja ab temcse que aé a.

Exemplos:

10é 10 7é 7 xé x

II. Simétrica

Para quaisquer que seja a e bb se aé b ent� o bé a;

Exemplos:

7é 6+ 1 ent� o 6+ 1é 7

2+ 3é 4+ 1 ent� o 4+ 1é 2+ 3

III. Transitiva

Para quaisquer ab b e cb temcse que se aé b e bé c ent� o aé c;

Exemplos:

2+ 3é 1+ 4  1+ 4 é 5+ 0 ent� o 2+ 3 é 5+ 0

IV. Aditiva

Para quaisquer ab b e cb temcse que se aé b ent� o a+ cé b+ c.

Exemplos:

3é 3  3+ 5é 3+ 5

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4é 3+ 1  4+ 2é 3+ 1+ 2

V. Multiplicativa

Para quaisquer ab b e cb temcse que se aé b ent� o a.cé b.c.

Exemplos:

3é 3  3.4é 3.4

4é 3+ 1  4.5é ”3+ 1).5

Para quaisquer ab b e cb temcse que se aé b ent� o a/cé b/c.

Exemplos:

8é 8  8/4é 8/4  2é 2

4é 3+ 1  4/2é ”3+ 1)/2  2é 2

2 √ Equaç� o de 1s Grau
EQUATÃO DE 1s GRAU

Equaç� o é uma sentença aberta expressa por uma igualdadeb assim para que
se configure como equaç� ob devemos observar:

 É uma sentença aberta?


 Tem uma igualdade?

Como vimos anteriormenteb toda equaç� o é composta por duas expressõesb


1s membro e 2s membro. E esses membros s� o compostos por termosb que s� o os
n(meros ”termos independentes) ou as multiplicações de letras por n(meros
”termos algébricos ou mon9mios).
Devemos observar em determinada equaç� o qual o conjunto universo dela.
Entendecse por Conjunto Universob o conjunto de n(meros que determinada
equaç� o pode assumirb neste temos:

Naturais ”N) √ Formado pelos inteiros positivos. Ex. Né “0b1b2b3b4b5...}.

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Inteiros ”Z ) √ Formado pelos Naturais e os Negativos. Ex. Z é “...c5bc4bc3bc2bc


1b0b1b2b3b4b5...}

Racionais ”Q) √ Que podem assumir a forma de fraç� o a/bb com b≠0. Exemplos. 1/2;
4/5.

Irracionais ”Ir) √ Que n� o podem assumir a forma de fraç� o. Exemplos. Dízimas n� o


periódicasb Raízes n� o exatas e o �”pi).

Reais ”R)c Formado pela Uni� o de todos os conjuntos citados anteriormente.

Devemos nos atentar que um conjunto engloba outro n� o sendo excludenteb


com exceç� o os conjuntos dos Racionais e Irracionais. Assim podemos observar o
seguinte diagrama.

Considerando o Conjunto N e a seguinte equaç� o xc7é 3. Neste caso o


conjunto Universo s� o os Naturais logo x somente pode assumir o valor de n(meros
inteiros positivosb no caso específico temos como Soluç� o 10b uma vez que 10c7é 3
tornando a sentença Verdadeira.

Dentro deste mesmo conjunto Universo pense na equaç� o x+ 4é 1. Observe


que a soluç� o desta equaç� o seria c3. No entanto este n(mero n� o estáno conjunto
dos n(meros Naturais logo dizemos que a equaç� o n� o possui soluç� o em N.

Temos ent� o:

CONJUNTO UNIVERSO: TODOS OS VALORES QUE A VARIÁVEL PODE ASSUMIR.

CONJUNTO SOLUTÃO OU VERDADE SÃO OS VALORES QUE A VARIÁVEL ASSUME


QUE TORNAM A SENTENTA VERDADEIRA.

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OBSERVATÃO:
V O conjunto verdade é subconjunto do conjunto Universo.
V N� o sendo o conjunto Universo citado devemos considerar como conjunto
Universo o conjunto dos Reais ”R).
V O Elemento do conjunto verdade é chamado de RAIZ DA EQUATÃO.

A forma geral de uma equaç� o de 1s Grau é:


ax+ bé 0b onde

a e b s� o n(meros reais e a≠ 0

Para resolver uma equaç� o de 1s grau devemos isolar a incógnita. Para


isso veremos duas formas de realizar.

Dada a seguinte equaç� o: 3xc6é 0. Qual é sua raiz?

1�Forma:

Nesta primeira forma iremos aplicar as propriedadesb uma vez que


precisamos isolar o xb precisamos inicialmente retirar o c6 do primeiro membrob
para isso vamos adicionar 6 nos dois membros.

3xc6é 0
3xc6+ 6é 0+ 6
3xé 6

Agora precisamos retirar o 3b assim o x ficaráisolado para isso dividiremos


os dois termos por 3

3xé c6
3x/3é 6/3
xé 2

A raiz da equaç� o 3xc6é 0 é 2

2�Forma:

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Na segunda forma usamos a ideia de que para isolar o x iremos passar os


demais n(meros para o outro lado da igualdadeb e quando isso ocorre o n(mero
tem sua operaç� o invertida.

Primeiro vamos passar o c6 e com ele estásubtraindo ele passa para o outro
lado somando
3xc6é 0
3xé 0+ 6
3xé c6

Agora vamos passar o 3 para o outro ladob como ele estámultiplicando ele
passa para o outro lado dividindo.

3xé c6
xé 6/3
xé 2

A raiz da equaç� o 3xc6é 0 é 2

Veremos mais alguns exemplosb que optarei responder pela 2�formab mas
que pode ser solucionado pela 1�forma sem qualquer problema.

Exemplo 1
x √ 28 é 97
xé 97+ 28
xé 125

Exemplo 2

x + 46 é 85
xé 85c46
xé 39
Exemplo 3
14x é 378

xé 378/14

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xé 27

Exemplo 4

x/7é 152

xé 7.152

xé 1064

Exemplo 5

c11x é 198

xé 198/c11

xé c18

Exemplo 6

7x + 42 é 4x + 57

7xc4xé 57c42

3x é 15

xé 15/3

xé 5

Observe que no (ltimo exemplo foi necessário realizar uma soma algébricab veremos
como realizar as operações algébricasb pois muitas vezes necessitamos deste
recurso na resoluç� o de equações.

3 √ Operações com Polin9mios


OPERATÕ ES COM POLINÔ MIOS

Cada termo do polin9mio é formado por duas partes.

Parte Numérica  2x  Parte Literal

Quando temos aparecendo apenas a parte literal a parte numérica é 1.

No caso acima a parte literal é y e a parte numérica é 1.

Quando temos aparecendo apenas a parte numéricab n� o existe parte literal.

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Os polin9mios s� o formados por termosb caso tenha mais de trê s termos ele
é chamado de polin9mio mesmob mas quando possui menos termos recebem nomes
específicos:

Um Termo é ê Mon9mio. Ex. 3x ou y

Dois Termos é ê Bin9mio. Ex. 3x+ 2 ou 2xc3y

Trê s Termos é ê Trin9mio. Ex. x2 + 3xc5

Adiç� o e Subtraç� o:

Para somar ou subtrair polin9mios devemos somar ou subtrair a parte


numérica e repetir a parte literal.

3x+ 2xé 5x

8yc9y é cy

x+ y é ? é ê Neste caso as partes literais s� o diferentes logo n� o podemos efetuar


a operaç� o e o resultado permanece x+ y.

Observaç� o:

x é diferente de x2

ab é diferente de a

Multiplicaç� o e Divis� o:

Para multiplicar e dividir devemos realizar a operaç� o tanto com a parte


numérica como com a parte literal. Para realizar a multiplicaç� o ou a divis� o com a
parte literal devemos nos socorrer com as propriedades das potê ncias:

Multiplicaç� o de Potê ncia da mesma base:

Repete a base e somacse os expoentes:

Exemplo: x3 .x5 é x8

Divis� o de Potê ncia da mesma base:

Repete a base e subtraicse os expoentes:

Exemplo: x4 :x2 é x2

Potê ncia de Potê ncia:

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Repete a base e multiplicacse os expoentes:

Exemplo: ”x3 )5 é x15

Vamos retomar agora a multiplicaç� o e a divis� o:

2x2 .5x é 10x3

15x5 :5x3 é 3x2

Propriedade Distributiva da Multiplicaç� o:

Quando temos um mon9mio multiplicando a soma de mon9mios devemos


realizar a distribuiç� o da seguinte forma:

3. ”5x + 19)

3.5x + 3.19

15x+ 57

Vamos retomar as equações aplicando os conhecimentos adquiridos:

Primeiro vamos transformar todas as frações em frações equivalentes do


mesmo denominadorb usando o MMC.

MMC ”4b1b5b2) é 20

Exercícios resolvidos

Exercício 1.

”FGV √ Analista em Tecnologia da


Informaç� o √ Desenvolvimento de
Sistemas √2018) Marcela e J(lia
fizeram depósitos mensais em suas
respectivas poupanças durante o
ano de 2017. Cada uma fez 12
depósitos iguais. Marcela depositou
R$ 120b00 mensais a menos do que
J(lia. As duas depositaram ao todo
R$ 9120b00.

Concluicse que:
a) Marcela depositou R$ 300b00;

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b) Marcela depositou R$ 340b00;


c) Marcela depositou R$ 360b00;
d) J(lia depositou R$ 420b00;
e) J(lia depositou R$ 440b00;

Resoluç� o:
Vamos definir como:
m √ depósitos de Marcela
j √ depósitos de J(lia

12m+ 12jé 9120


mé jc120

Conseguimos a partir das informações equacionar em funç� o dos depósitos.


Como mé jc120b podemos substituir na primeira equaç� o a variável m.
12.”jc120)+ 12jé 9120
Aplicando a Distributiva.
12.”jc120)+ 12jé 9120
12jc1440+ 12jé 9120
24jé 9120+ 1440
24j é 10560
jé 10560/24
jé 440
Concluímos que Julia depositou R$ 440b00 e Marcela R$ 320b00.

ALTERNATIVA E

Exercício 2.

”FGV √ Analista em Tecnologia da Informaç� o √


2018) Roberto e Gerson jantaram juntos em um restaurante. Na hora de pagar a
contab cada um pagou o correspondente ao próprio consumo. Entretantob Roberto
deu 5% de gorjeta e Gerson deu 12% de gorjetab sobre as respectivas despesas.
Ficaram surpresos ao constatar queb com a gorjeta incluídab eles pagaram
exatamente o mesmo valor: R$ 168b00 cada um. A soma das gorjetas dadas por
eles é:

a) R$ 26b00;
b) R$ 24b00;
c) R$ 22b00;

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d) R$ 20b00;
e) R$ 18b00.

Resoluç� o:
Gerson é ê g+ 0b12g é 1b12g
Roberto é ê r+ 0b05r é 1b05r

1b12gé 168
gé 168/1b12
gé 150  150.0b12é 18b00

1b05ré 168
ré 168/1b05
ré 160  160.0b05 é 8b00

O total de Gorjeta pago foi de R$ 26b00


ALTERNATIVA A

Exercício 3.

”FGV √ Analista em Tecnologia da Informaç� o √


Desenvolvimento de Sistemas √2018) Daqui a 8 anosb L(cia teráo triplo da idade
que tinha há10 anos. A soma das idades que L(cia tinha há4 anos com a idade
que ela terádaqui a 4 anos é:

a) 34
b) 36
c) 38
d) 40
e) 42
Resoluç� o:
x √ Idade de L(cia Hoje
Daqui a 8 anosb L(cia teráo triplo da idade que tinha há10 anos
x+ 8é 3.”xc10)
Resolvendo para saber a idade de L(cia

x+ 8é 3xc30
xc3xé c30c8

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c2xé c38
”c1) 2xé 38
xé 38/2
xé 19
Idade que tinha há4 anos
19c4 é 15
Idade que terádaqui a 4 anos
19+ 4 é 23

Soma das idades é 15+ 23é 38


ALTERNATIVA C

Exercício 4

”FCC √ Técnico Judiciário √ Área Administrativa √ 2018) Amandab Manuelab Patríciab


Olívia e Daniela fizeram uma mesma provab cuja nota mais altab dentre elasb foi 18.
Amanda obteve a metade da nota conquistada por Manuela. Patrícia tirou nota
equivalente à média aritmética das notas de Daniela e Manuela. Olívia obteve a
mesma nota que Danielab e o triplo da nota de Amanda. A segunda maior nota
dentre as cinco pessoas foi igual a

a) 15 e obtida por Patrícia.


b) 16b5 e obtida por Patrícia.
c) 12 e obtida por Manuela.
d) 16b5 e obtida por Manuela.
e) 15 e obtida por Olívia e Daniela.

Resoluç� o:
Vamos chamar de x a nota de Amanda.

Amanda obteve a metade da nota conquistada por Manuela. Ent� o a nota de


Manuela é o dobro da de Amanda.

Nota de Manuela √ 2x

Olívia obteve a mesma nota que Danielab e o triplo da nota de Amanda.

Nota de Olivia e Daniela √ 3x


Patrícia tirou nota equivalente à média aritmética das notas de Daniela e Manuela.

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Nota de Patrícia é ”3x+ 2x)/2 é 5x/2 é 2b5x


A maior nota é 18 logo é a nota de Olivia e Daniela.
3x é 18
xé 18/3
xé 6

Nota de Olivia √ 18
Nota de Daniela √ 18
Nota da Patrícia c 15
Nota da Manuela √ 12
Nota da Amanda √ 6
A segunda maior nota foi obtida por Patrícia
ALTERNATIVA A

Exercício 5

Um garoto economizou sua mesada durante alguns meses para comprar alguns
itens em uma feira de jogos. Durante a feirab se ele comprasse trê s cartuchos de um
jogo e duas miniaturas de seu herói favorito faltariam R$ 31b00 para pagar a
compra. Por outro ladob se ele comprasse dois
cartuchos do jogo e trê s miniaturas sobrariam R$ 16b00. Considerando que o valor
de um cartucho e de uma miniatura totaliza R$ 283b00b o valor que ele economizou
para comprar esses itens na feira foi de

a) R$ 900b00
b) R$ 849b00
c) R$ 700b00
d) R$ 669b00
Resoluç� o:
Vamos chamar de:
c: preço do cartucho;
m: preço da miniatura;

“...se ele comprasse trê s cartuchos de um jogo e duas miniaturas de seu herói
favorito faltariam R$ 31b00 para pagar a compra”.
Mesada é 3c + 2m c 31 ”I)

“...se ele comprasse dois cartuchos do jogo e trê s miniaturas sobrariam R$


16b00”.
Mesada é 2c + 3m + 16 ”II)

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Observe que o valor da mesada é (nicob ou sejab


3c + 2m √ 31 é 2c + 3m + 16
3c √ 2c + 2m √ 3m é 16 + 31
c √ m é 47
c é m + 47 ”III)
“Considerando que o valor de um cartucho e de uma miniatura totaliza R$
283b00”.
c + m é 283 ”IV)
Substituindo ”III) em ”IV)b
c + m é 283
”m + 47) + m é 283
2m + 47 é 283
2m é 283 √ 47
2m é 236
m é 118
Eb portantob
c é m + 47 ”III)
c é 118 + 47
c é 165
Logob sua mesada é:
2c + 3m + 16
2.”165) + 3.”118) + 16
330 + 354 + 16
700.
Alternativa C.

4 √ Fatoraç� o e Produtos Notáveis


FATORATÃO E PRODUTOS NOTÁVEIS

Fatoraç� o é um processo utilizado na matemática que consiste em


representar um n(mero ou uma express� o como produto de fatores.

Produtos Notáveis s� o alguns casos específicos que a partir do produto de


fatores muito utilizados ganharam notoriedade. Veremos alguns casos de Produtos
Notáveis.

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Quadrado da Soma de Dois Termos

”x+ y)2

Este é o primeiro produto notávelb se formos desenvolver o produto teremos:

”x+ y).”x+ y)
x²+ xy+ xy+ y²
x²+ 2xy+ y²

”x+ y)2 é x2 + 2xy+ y2

QUADRADO DO PRIMEIRO TERMO ”x2 ) MAIS DUAS VEZ ES O PRIMEIRO TERMO


PELO SEGUNDO TERMO ”+ 2xy) MAIS QUADRADO DO SEGUNDO TERMO ”y2 ).

Exemplos:

”2 + a)2
2 + 2 . 2 . a + a2
2

4 + 4 . a + a2

”3x + y)2 é
é ”3 x)2 + 2 . 3x . y + y2 é
é 9x2 + 6 . x . y + y2

Quadrado da Diferença de Dois Termos

”xcy)2

”xcy).”xcy)
x²cxycxy+ y²
x²c2xy+ y²

”xcy)2 é x2 c2xy+ y2

QUADRADO DO PRIMEIRO TERMO ”x2 ) MENOS DUAS VEZ ES O PRIMEIRO TERMO


PELO SEGUNDO TERMO ”c2xy) MAIS QUADRADO DO SEGUNDO TERMO ”y2 ).

Exemplos:

”a √ 5c)2 é
é a2 √ 2 . a . 5c + ”5c)2 é
é a2 √ 10 . a . c + 25c2

”p √ 2s) é
é p √ 2 . p . 2s + ”2s)2 é
2

é p2 √ 4 . p . s + 4s2

Produto da Soma pela Diferença de Dois Termos

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”x+ y).”xcy)

”x+ y).”xcy)
x²+ xycxy+ y²
x²cy²

QUADRADO DO PRIMEIRO TERMO ”x2 ) MENOS QUADRADO DO SEGUNDO TERMO


”cy2 ).

Exemplos:

”2 √ c) . ”2 + c) é
é 2 2 √ c2 é
é 4 √ c2

”3x2 √ 1) . ”3x2 + 1) é
é ”3x2 )2 √ 1 2 é
é 9x4 c 1

Menos utilizados porem importantes saber temos:

Cubo da Soma de Dois Termos

Cubo da Diferença de Dois Termos

Vamos ver alguns exercícios:

Exercício 1

”NUCEPEc2019) c Sabendo que x cy é 3 e xy é 40 b qual é o valor de x2 + y2 ?

a) √ 3.
b) 9.
c) 81.
d) 89.
e) 161.

Resoluç� o:

Para resolver este exercício devemos observar que se elevarmos um termo de uma
equaç� o ao quadrado devemos elevar o outro também.

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xcyé 3 ent� o ”xcy)2 é 3 2

Observe que temos um produto notável: Quadrado da diferença de dois termos


assim

x2 c2.x.y+ y2 é 9

O exercício afirma que x.yé 40

x2 c2.40+ y2 é 9

x2 c80+ y2 é 9

x2 + y2 é 9+ 80

x2 + y2 é 89

ALTERNATIVA D

Exercício 2

Se x e y s� o n(meros reaisb ent� o a express� o ”x c y)2 é igual a

a) x 2 + y2 .
b) x 2 c y2
c) x 2 + y2 + 2xy.
d) x 2 + y2 c 2xy.
e) x 2 c y2 c 2xy

Resoluç� o:

Aplicaç� o direta do produto notável quadrado da diferença de dois termos.

ALTERNATIVA D

Veremos os casos mais comuns de fatoraç� o.

Fator Comum em Evidê ncia

Utilizado quando existir um fator que se repete em todos os termos do


polin9miob podendo ser n(mero e letrasb sendo este colocado na frente dos
parê nteses. Dentro dos parê nteses ficaráo resultado da divis� o de cada termo do
polin9mio pelo fator comum.

Exemplo 1:

Qual é a forma fatorada do polin9mio 12x + 6y c 9z?

Precisamos pensar o que temos em comum entre os n(meros e podemos


perceber que todos s� o m(ltiplos de 3b assim colocamos 3 em evidê ncia.

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3.”4x+ 2yc3z)

Exemplo 2:

Fatore 2a2 b + 3a3 c c a4 .

Neste caso n� o temos nada em comum com a parte numéricab mas podemos
perceber que na parte literal temos a letra “a”b ela portanto ficaráem evidê nciab
devemos pegar o de menor expoente.

a2 . ”2b+ 3acca2 )

Precisamos pensar o que temos em comum entre os n(meros e podemos


perceber que todos s� o m(ltiplos de 3b assim colocamos 3 em evidê ncia.

Agrupamento

Existem polin9mios que n� o encontramos termos em comumb podemos usar


neste caso a fatoraç� o por agrupamentob procurando no polin9mio termos que
podem ser agrupados.

Observe este exemplo:

mx + 3nx + my + 3ny

N� o existe nada em comum nos quatro termos para que possamos colocar
em evidê nciab no entanto podemos perceber que no primeiro e terceiro termo
temos x e no segundo e quarto termo temos y. Assim temos:

x.”m+ 3n) + y.”m+ 3n)

Percebemos agora que ainda apareceu outro termo que podemos colocar
em evidê ncia que é o m+ 3n. Assimb

”m+ 3n) + ”x+ y)

Veremos outro exemplo:

ab + 3b + 7a + 21

b.”a+ 3)+ 7.”a+ 3)

”a+ 3)+ ”b+ 7)

Existem outros casos de fatoraç� o alguns derivados dos produtos notáveis.

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Trin9mio Quadrado Perfeito

”Quadrado da soma de dois termos)

a2 + 2ab + b2 é ”a + b)2

”Quadrado da diferença de dois termos)

a2 c 2ab + b2 é ”a c b)2

Como fatorar:

 Primero fazemos a raiz quadrada dos termos ao quadrado.


 Multiplicamos por 2.
 Comparamos com o termo restanteb sendo estes iguais é um trin9mio
perfeito.

Exemplo:

x2 + 6x + 9

√x2 é x e √9 é 3

Multiplicando por 2 temos: 2.3.x é 6x

Ent� o:

x2 + 6x + 9 é ê ”x+ 3)2

Diferença de Dois Quadrados

a2 c b2 é ”a + b) . ”a c b)

Como fatorar:

 Primero fazemos a raiz quadrada dos termos ao quadrado.


 Escrevemos o produto da soma pela diferença.

Exemplos

9x2 c 25

√9x2 é 3x e √25 é 5

9x2 c 25 é ”3x + 5) . ”3x c 5).

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5 √ Sistema de Equaç� o de 1s Grau


SISTEMA DE EQUATÃO DE 1s GRAU

Vamos estudar o sistema de equaç� o a partir de problemas específicos.

Exemplo 1

”NCcUFPR c2019) c Um estacionamentob no centro da cidadeb sópermite a entrada


de carros e motos. Em um determinado horário do diab há 47 veículos no
estacionamento. Nesse momentob havia o total de 199 pneus nos veículos
estacionados. Considerando que todo carro possui um estepe ”sobressalente)
quantos carros e motosb respectivamenteb havia no estacionamento.

a) 35 e 12.
b) 40 e 7.
c) 17 e 30.
d) 52 e 5.
e) 29 e 18.

A primeira situaç� o que devemos observar é a tentativa de equacionar o


exercício com base nas informações fornecidasb e sempre importante encontrar a
quantidade de equações semelhante a quantidade de incógnitas.

No exemplob vamos considerar:

cccarros e mcmotos

Há47 veículos no estacionamentob ent� o podemos equacionar.

c+ mé 47

Há199 pneusb levando em consideraç� o que a moto possui 2 pneus e o carro 4


pneus ”observe que o problema pede pra considerar 5 pneus)b equacionamos.

5c+ 2mé 199

Agora vamos aprender a resolver o sistema de equaç� ob e para isso vamos fazer
por dois métodos. ADITÃO E SUBSTITUITÃO.

Método da Adiç� o

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Gabaritando Matemática Álgebra

Pelo método da Adiç� o devemos observar um n(mero que multiplicando uma das

equações consigamos eliminar uma das incógnitas.

Com isso já sabemos o n(mero de carros 35b alternativa A. Para encontrar o de


motos bastab substituir o n(mero de carros em uma das equações.

c+ mé 47

35+ mé 47

mé 47c35

mé 12

ALTERNATIVA A.

Método da Substituiç� o

Vamos fazer o mesmo exercícios pelo método da Substituiç� o. Com já


havíamos equacionado.

Por este método devemos isolar uma das incógnitas em uma das equações:

c+ mé 47

cé 47cm

Agora substituímos na segunda equaç� o:

5c+ 2mé 199


5.”47cm)+ 2mé 199
235c5m+ 2mé 199
c5m+ 2mé 199c235

Prof. Ricardo Sampaio 24 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

c3mé c36 ”c1)


3mé 36
mé 36/3
mé 12

Agora com o valor de m substituímos na equaç� o que isolamos

cé 47cm
cé 47c12
cé 35

ALTERNATIVA A

Exemplo 2
”CETREDEc2017) c Em uma apresentaç� o de teatrob havia adultos e crianças cujo
total eram 55 pessoas. Cada adulto pagou R$ 40b00 e cada criançab R$ 25b00. Ao
todob foram arrecadados R$ 1.750b00. A raz� o entre o n(mero de adultos e o de
crianças dessa apresentaç� o foi

a) 5/6.
b) 3/8.
c) 2/3.
d) 4/7.
e) 3/4.

Equacionando:

acadultos
cccrianças

Escolhemos um dos métodos...Vamos optar por Substituiç� o.

aé 55cc

40a+ 25cé 1750


40.”55cc)+ 25cé 1750
2200c40c+ 25cé 1750
c40c+ 25cé 1750c2200
c15cé c450 ”c1)

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Gabaritando Matemática Álgebra

15cé 450
cé 450/15
cé 30

aé 55c30
aé 25

Observe que o exercício pede a raz� o entre o n(mero de adultos e


crianças.

25/30  5/6

ALTERNATIVA A

6 √ Inequaç� o de 1s Grau
INEQUATÃO DE 1s GRAU

A inequaç� o contrapõe a ideia de equaç� ob enquanto a equaç� o propõe


uma situaç� o de igualdade a INEQUATÃO propõe uma situaç� o de desigualdade.
Elas podem ser resolvidas da mesma forma que a equaç� o de 1s Grau.

Exemplos:

3x √ 6 ê 21
3xê 21+ 6
3xê 27
xê 27/3
xê 9

c ≤

MMC ”2b5)é 10

c ≤

15x √ 2 ≤ 20
15x ≤ 20+ 2
15x ≤ 22

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x≤

7 √ Equaç� o de 2s Grau

EQUATÃO DE 2s GRAU

Toda equaç� o de 2s Grau tem a seguinte forma:

ax² + bx + c é 0

Lembrando que “a” n� o pode ser 0;

Se uma equaç� o possui os trê s coeficientes ela se diz completab se faltar os


coeficientes “b” ou “c” se dizem incompletas.

Exemplo:

10x2 c6x+ 4é 0 ”COMPLETA)


aé 10 bé c6 cé 4

5x2 + 4é 0 ”INCOMPLETA)
aé 5 bé 0 cé 4

7x2 + 14xé 0 ”INCOMPLETA)


aé 7 bé 14 cé 0

A resoluç� o de uma equaç� o de 2s Grau s� o as raízes da equaç� ob valores


que tornam a equaç� o verdadeira.

A fórmula de Báskara é um dos meios de resoluç� o de uma equaç� o de 2s


grau.

Vamos resolver a seguinte equaç� o:

x2 c8x+ 12é 0

aé 1 bé c8 cé 12

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Chamacse ∆ �� ��
� a discriminante da equaç� o e ela indica quantas raízes a
equaç� o possui.

∆é b2 √ 4ac
∆é ”c8)2 √ 4.1.12
∆é 64 √ 48
Ǝ 16

A equaç� o possui duas raízes...

6 Se o valor de Δfor maior que zero ”Δê 0)b a equaç� o teráduas raízes reais e
distintas.
6 Se o valor de Δfor igual a zero ”Δé 0)b a equaç� o apresentaráuma raiz real.
6 Se o valor de Δfor menor que zero ”Δ< 0)b a equaç� o n� o possui raízes reais.

Primeira Raiz

Segunda Raiz

Sé “2b6}

Também é possível encontrar as raízes da equaç� o através da SOMA e do


PRODUTO das Raízes.

Onde:

Sendo as raízes x1 e x2

Em nosso exemplo:

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x2 c8x+ 12é 0

aé 1 bé c8 cé 12

____ + _____ é 8

____ . _____ é 12

Ent� o:

2 +6 é 8
2. 6é 12
Sé “2b6}

8 √ Consolidando o Aprendizado

CONSOLIDANDO O APRENDIZADO

1. Resolva as equações:

a) + é
b) 1 é
c) + é
d) + é
e) + é
f) + é
g) + é
h) 1 é
i) 1 é
j) 1 é
k) 1 é 1
l) + é
m) + é
n) 1 é
o) + é
p) + é
q) + é
r) + é
s) + é
t) 1 é
u) 1 é
v) + é

Prof. Ricardo Sampaio 29 de 53


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R) + é
x) √ é
y) + é
z) 1 é

2. Qual a soluç� o das equações abaixo.

a) é
b) é 1
c) é
d) é
e) 1 é
f) 1 é
g) 1 é
h) é
i) é
j) é 1
k) é 1
l) é 1
m) é 1
n) é 1
o) é
p) é
q) é
r) é 1
s) é
t) é
u) é 1
v) é 1
R) é
x) é 1
y) é
z) é

3. Resolva cada equaç� o e determine seu conjunto soluç� o:

a) + + é √
b) 1 é +
c) 1 + é + +
d) + + é + +
e) 1 + + é +

Prof. Ricardo Sampaio 30 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

f) + + 1 é +
g) + + é +
h) + 1 é +
i) 1 + é +
j) + 1 + é +
k) + + 1 é +
l) + 1 é +
m) + 1 é +
n) 1 + é +
o) 1 + + + é √
p) 1 + é + √

4. Determine o conjunto soluç� o das equações envolvendo propriedade


distributiva:

a) + ” 1 ) é
b) + ” 1 ) é
c) 1 ” 1 ) é
d) 1” + )é
e) 1 1 ” + ) é
f) 1 ” 1 ) é
g) 1 + ” 1 ) é
h) 1” + )é
i) 1” + )é
j) 1 + ” 1 ) é
k) 1 ” + ) é
l) 1” 1 )é 1
m) 1 ” + )é
n) 1 ” 1 ) é
o) 1 ” + ) é

5. Resolva as equações envolvendo frações:

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6. Resolva os sistemas de equaç� o:

7. Resolva os sistemas de equaç� o lineares:

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CONSOLIDANDO O APRENDIZADO
Respostas

1. a. c5 b. 3 c. 6 d. c7 e. 0 f. 8
g. 0 h. 6 i. 7 j. 20 k. 0 l. 3
m. 3/2 n. 4/3 o. 7/4 p. 9/4 q. 6/7 r. c5/3
s. 3/5 t. 15/7 u. 25/8 v. c8/9 R. c5/12
x. 13/15 y. c11/7 z. 7/2

2. a. 3 b. c1 c. 1/4 d. 1/2 e. c5 f. c8/3


g. 0 h. 5/2 i. 6/5 j. c2 k. c1 l. c30
m. c2 n. c12 o. c10 p. c3 q. 24 r. c35
s. 18 t. c3 u. c12 v. c8 R. c10 x. c4
y. 6 z. c5

3.

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4.

5.

Prof. Ricardo Sampaio 35 de 53


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6.

7.

9 √ Questões de Concursos

QUESTÕ ES DE CONCURSOS

1) ”VUNESP √ Escriturário √ 2019 c Adaptada) Uma pessoa foi a uma papelaria e


comprou algumas pastas de R$ 3b50b cada umab e alguns lápis iguais de R$ 1b20b
cada um. Sabendo que o total da compra foi de R$ 35b50 e que foram
comprados 20 materiaisb ent� o a quantidade lápis comprada foi de

a) 3.
b) 5.
c) 10.
d) 12.
e) 15.

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2) ”VUNESP √ Enfermeiro Judiciário √ 2019) Considere trê s n(meros naturaisb


representados por xb y e zb respectivamente. Sabecse que a divis� o de x por 5 resulta
no quociente y e resto 3b e que a divis� o de y por 5 resulta no quociente z e resto
1b e que a divis� o de z por 5 resulta no quociente 3 e resto 4. O resultado de x √

a) 391. b) 413. c) 402. d) 425. e) 387.

3) ”VUNESP √ Analista de Suporte e Regulaç� o √ 2018) Certa quantidade x de litros


de um produtob quando dividido em recipientes do tipo Ab enche y recipientesb
sobrando 6b4 litros. Quando essa quantidade é dividida em recipientes do tipo Bb
com capacidade de 12 litros cada umb enche um n(mero de recipientes que é uma
unidade a menos que yb e ainda sobram 10 litros. Em recipientes do tipo Cb cada
um com 11 litrosb a mesma quantidade x enche um n(mero de recipientes que é
uma unidade a mais que yb sobrando 8 litros. Dessa formab é correto afirmar que a
capacidade de cada vasilhame do tipo Ab em litrosb é igual a

a) 11b9.
b) 11b5.
c) 11b8.
d) 11b7.
e) 11b6.

4) ”VUNESP √ Escrevente Técnico Judiciário √ 2018) No posto Alfab o custob para o


consumidorb de um litro de gasolina é R$ 3b90b e o de um litro de etanol é R$ 2b70.
Se o custo de um litro de uma mistura de quantidades determinadas desses dois
combustíveis é igual a R$ 3b06b ent� o o n(mero de litros de gasolina necessários
para compor 40 litros dessa mistura é igual a
a) 12.
b) 24.
c) 28.
d) 20.
e) 16.

5) ”VUNESP √ Analista de Suporte e Regulaç� o √ 2018) Gertrudesb que é doceirab


recebeu trê s encomendas para festas. Sabecse queb em cada uma das encomendasb
foram usadas quantidades diferentes de ovosb iguais a xb ye zb tais que x + y é 40b
x + z é 30 e y + z é 38. Desse modob é correto afirmar queb para a produç� o
dessas trê s encomendasb Gertrudes usou uma quantidade de ovos igual a

a) 3b5 d(zias.
b) 4 d(zias.
c) 4b5 d(zias.
d) 5 d(zias.
e) 5b5 d(zias.

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6) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP √ Recreacionista)

Breno arrecadou 326b2 Kg de sab� o em pópara doar às instituições filantrópicas


de sua cidade. Ele conseguiu diferentes embalagens de sab� o em pó: 23 pacotes
de 5 Kgb 48 pacotes de 2 Kg e o restante em pacotes de 1b6 Kg. O total de
pacotes de sab� o em póde 1b6 Kg que Breno arrecadou foi

a) 56.
b) 64.
c) 72.
d) 80.
e) 88.

7) VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Educaç� o em Creche


O n(mero total de matriculados nas turmas Ab B e C do primeiro ano de uma
escola é de 88 alunos. Se 2 alunos da turma B fossem transferidos para a turma
Ab ambas as turmas ficariam com a mesma quantidade de alunos. Sabendocse queb
na turma Cb há3 alunos a mais que na turma Ab ent� o o n(mero de alunos na
turma B é

a) 32.
b) 31.
c) 30.
d) 29.
e) 28.

8) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Ensino


Fundamental)

De acordo com informações divulgadas no site do Instituto Brasileiro de Geografia


e Estatística ”IBGE)b no ano de 2018b na cidade de Cananéiab o n(mero total de
matrículas efetuadas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio foi 2 397. Sabendoc
se queb no Ensino Fundamentalb foram matriculados 185 alunos a mais que o triplo
do n(mero de alunos matriculados no Ensino Médiob a diferença entre o n(mero de
alunos matriculados no Ensino Fundamental e o n(mero de alunos matriculados no
Ensino Médio foi igual a

a) 1277.
b) 1280.
c) 1291.
d) 1300.
e) 1313.

Prof. Ricardo Sampaio 38 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

9) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Ensino


Fundamental)

Pedro e Ana tê mb juntosb R$ 260b00. Se Pedro tem apenas a terça parte do valor
que Ana possuib ent� ob Ana tem a mais que Pedro

a) R$ 170b00.
b) R$ 160b00.
c) R$ 150b00.
d) R$ 140b00.
e) R$ 130b00.

10) ”Quadrix c 2020 c METRÔ cSP c Oficial de Logística e Almoxarifado)


Em um caixa eletr9nicob Maria Fernanda sacou R$ 710b00b recebendo apenas
cédulas de 20 reais e 50 reaisb num total de 22 cédulas. Em seguidab ela utilizou
todas as cédulas de 20 reais que recebeu do caixab para colocar créditos em seu
bilhete (nico. Com esses dadosb é possível afirmar que Maria Fernanda pagou pelos
créditos um total de

a) R$ 260b00.
b) R$ 240b00.
c) R$ 220b00.
d) R$ 200b00.

11) CESGRANRIO c 2018 c LIQUIGÁS c Motorista de Caminh� o Granel I

Em ambientes onde háaparelhos de gás ”aquecedoresb por exemplo)b determinacse


que haja ventilaç� o superior permanente com área mínima de 600 cm2b por meio
de basculantes e/ou janelas. A altura mínimab em centímetrosb de uma janela
retangular de 40 cm de comprimento para garantir a ventilaç� o acima especificada
deveráser

a) 10
b) 15
c) 60
d) 150
e) 260

12) CESGRANRIO c 2006 c IBGE c Agente Censitário

Considere x e y n(meros tais que 4.x + 3.y é 3.x + 5.y. É correto afirmar que:

a) y é x/2
b) y é x
c) y é 2x

Prof. Ricardo Sampaio 39 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

d) 2y é 3x
e) 3y é 2x

13) CESGRANRIO c 2015 c Banco do Brasil c Escriturário

Um cliente foi sorteado em um plano de capitalizaç� ob cujo prê miob após os


descontosb foi de R$ 8.800b00. Esse prê mio foi dividido entre seus trê s filhos de
modo que o segundo ganhou um quinto a mais que o primeirob e o terceiro ganhou
cinco sextos a mais que o segundo.

Quanto recebeu o primeiro filho?

a) R$ 4.000b00
b) R$ 3.600b00
c) R$ 2.000b00
d) R$ 2.400b00
e) R$ 4.400b00

14) CESGRANRIO c 2015 c Banco do Brasil c Escriturário

Cada vez que o caixa de um banco precisa de moedas para trocob pede ao gerente
um saco de moedas. Em cada sacob o n(mero de moedas de R$ 0b10 é o triplo do
n(mero de moedas de R$ 0b25; o n(mero de moedas de R$ 0b50 é a metade do
n(mero de moedas de R$ 0b10.

Para cada R$ 75b00 em moedas de R$ 0b50 no saco de moedasb quantos reais


haveráem moedas de R$ 0b25?

a) 20
b) 25
c) 30
d) 10
e) 15

15) IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Agente Administrativo

Sendo ) e Y dois n(meros reais quaisquerb definecse a operaç� o Ϣ como ) Ϣ Y é


)”)cY). Assim a express� o ) Ϣ ”) ϢY) é igual a:

a) )² c )Y
b) )² c 2)Y
c) )� c )² c )Y
d) )� c ”)Y)²
e) )2² c )² + )²Y

Prof. Ricardo Sampaio 40 de 53


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16) NCcUFPR c Professor ”Curitiba)/Educaç� o Infantil/2019


Considere as seguintes afirmativas a respeito da express� o:

1. Se b e c s� o n� o nulosb e b é cb ent� o a é 0.

2. Se b e c s� o n� o nulosb e c é √ bb ent� o a é 1.

2. Se bé 12 e cé 13b ent� o aé 613

Assinale a alternativa correta.


a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
b) Somente as afirmativas 1 e 2 s� o verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1 e 3 s� o verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 2 e 3 s� o verdadeiras.
e) As afirmativas 1b 2 e 3 s� o verdadeiras.

17) GUALIMP c Guarda Civil Municipal ”Pref Porci(ncula)/2019

Uma ind(stria farmacê utica desenvolveu um comprimido cuja fórmula para sua
produç� o é dada por “B . C”

Sabendo que B equivale a “x √ 3” e C equivale a “x + 1”b podecse afirmar que a


fórmula para produç� o do comprimido é dada por:

a) 2x+ 2.
b) x+ 2.
c) x²12x13.
d) 2x13x13.

18) FAUEL c Agente de Endemias ”Pref Mandaguari)/2019

Qual alternativa possui uma simplificaç� o possível da express� o a seguir?

a) 6x²112
b) 3x14
c) 3x+ 4
d) 19x14

Prof. Ricardo Sampaio 41 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

19) FGV c Agente Censitário ”IBGE)/Operacional/2019


Ricardob Jo� o e Pedro marcaram um encontro em determinada hora de certo dia.
Aconteceu que:

c Ricardo chegou meia hora depois de Pedro;

c Jo� o chegou 12 minutos depois da hora marcada;

c Pedro chegou 8 minutos antes da hora marcada.

O tempo que Jo� o esperou até Ricardo chegar foi de:

a) 10min;
b) 12min;
c) 14min;
d) 16min;
e) 20min.

20) Z AMBINI c Auditor Fiscal Tributário ”Pref Lorena)/2019

A simplificaç� o da express� o abaixo é dada por:

a) x+ 3.
b) ”x+ 6)/2.
c) x²+ 3.
d) ”x²+ 6)/2.

10 √ Comentário das Questões


QUESTÕ ES DE CONCURSO c COMENTADAS

1) ”VUNESP √ Escriturário √ 2019 c Adaptada) Uma pessoa foi a uma papelaria e


comprou algumas pastas de R$ 3b50b cada umab e alguns lápis iguais de R$ 1b20b
cada um. Sabendo que o total da compra foi de R$ 35b50 e que foram comprados
20 materiaisb ent� o a quantidade lápis comprada foi de

a) 3.
b) 5.
c) 10.
d) 12.
e) 15.

COMENTÁRIO: Chamaremos de l os lápis e p as pastas. Sabemos que:

l+ pé 20 e que 1b2l+ 3b5pé 35b5.

Prof. Ricardo Sampaio 42 de 53


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P é 20 √ l substituindo 1b2l+ 3b5”20cl)é 35b50  1b2l+ 70c3b5lé 35b5 

70c35b5 é 3b5lc1b2l  34b5 é 2b3l  lé 34b5/2b3 é 15. GABARITO E.

2) ”VUNESP √ Enfermeiro Judiciário √ 2019) Considere trê s n(meros naturaisb


representados por xb y e zb respectivamente. Sabecse que a divis� o de x por 5 resulta
no quociente y e resto 3b e que a divis� o de y por 5 resulta no quociente z e resto
1b e que a divis� o de z por 5 resulta no quociente 3 e resto 4. O resultado de x √

a) 391. b) 413. c) 402. d) 425. e) 387.

COMENTÁRIO:

) é Y.5+ 3
Y é Z .5+ 1
Z é 3.5+ 4 é ê 15+ 4 é 19

Y é 19.5 + 1 é ê 96

)é 96.5+ 3 é 483

)cY é 483 √ 96 é 387 GABARITO E

3) ”VUNESP √ Analista de Suporte e Regulaç� o √ 2018) Certa quantidade x de litros


de um produtob quando dividido em recipientes do tipo Ab enche y recipientesb
sobrando 6b4 litros. Quando essa quantidade é dividida em recipientes do tipo Bb
com capacidade de 12 litros cada umb enche um n(mero de recipientes que é uma
unidade a menos que yb e ainda sobram 10 litros. Em recipientes do tipo Cb cada
um com 11 litrosb a mesma quantidade x enche um n(mero de recipientes que é
uma unidade a mais que yb sobrando 8 litros. Dessa formab é correto afirmar que a
capacidade de cada vasilhame do tipo Ab em litrosb é igual a

a) 11b9.
b) 11b5.
c) 11b8.
d) 11b7.
e) 11b6.

COMENTÁRIO:

x √ Quantidade de Líquido
a é Capacidade do recipiente A
b é Capacidade do recipiente B
c é Capacidade do recipiente C
Y é Quantidade de recipiente

Prof. Ricardo Sampaio 43 de 53


[Link]
Gabaritando Matemática Álgebra

x é y.a+ 6b4
xé ”yc1).12+ 10
xé ”y+ 1).11+ 8

”yc1).12+ 10 é ”y+ 1).11+ 8


12yc12+ 10 é 11y+ 11+ 8
12yc11yé 19+ 2
yé 21

xé ”yc1).12+ 10
xé ”21c1).12+ 10
xé 20.12+ 10
xé 240+ 10 é 250

x é y.a+ 6b4
250 é 21.a+ 6b4
250c6b4 é 21a
243b6 é 21a
aé 243b6/21
a é 11b6 ”GABARITO E)

4) ”VUNESP √ Escrevente Técnico Judiciário √ 2018) No posto Alfab o custob para o


consumidorb de um litro de gasolina é R$ 3b90b e o de um litro de etanol é R$ 2b70.
Se o custo de um litro de uma mistura de quantidades determinadas desses dois
combustíveis é igual a R$ 3b06b ent� o o n(mero de litros de gasolina necessários
para compor 40 litros dessa mistura é igual a
a) 12.
b) 24.
c) 28.
d) 20.
e) 16.

COMENTÁRIO:

Sabemos que G+ E é 1 e que 3b9G+ 2b7E é 3b06

Eé 1cG Substituindo

3b9G+ 2b7”1cG)é 3b06


3b9G+ 2b7c2b7Gé 3b06
3b9Gc2b7Gé 3b06c2b7
1b2Gé 0b36
Gé 0b36/1b2 é 0b3 A proporç� o de Gasolina é de 30% que equivale a 12 de 40.

GABARITO A

5) ”VUNESP √ Analista de Suporte e Regulaç� o √ 2018) Gertrudesb que é doceirab


recebeu trê s encomendas para festas. Sabecse queb em cada uma das encomendasb
foram usadas quantidades diferentes de ovosb iguais a xb y e zb tais que x + y é 40b

Prof. Ricardo Sampaio 44 de 53


[Link]
Gabaritando Matemática Álgebra

x + z é 30 e y + z é 38. Desse modob é correto afirmar queb para a produç� o


dessas trê s encomendasb Gertrudes usou uma quantidade de ovos igual a

a) 3b5 d(zias.
b) 4 d(zias.
c) 4b5 d(zias.
d) 5 d(zias.
e) 5b5 d(zias.

COMENTÁRIO:

x+ yé 40  y é 40 cx
x+ zé 30  zé 30cx
y+ zé 38  zé 38cy

30cxé 38cy  30c38cxé cy  c8cxé cy ”c1)  yé x+ 8

40cx é x+ 8  40c8 é 2x  32 é 2x  xé 32/2  xé 16

yé 40c16  yé 24

zé 30c16  zé 14

Assim: 16+ 14+ 24 é 54b que equivale a 4b5 D(zias. GABARITO C.

6) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP √ Recreacionista)

Breno arrecadou 326b2 Kg de sab� o em pópara doar às instituições filantrópicas


de sua cidade. Ele conseguiu diferentes embalagens de sab� o em pó: 23 pacotes
de 5 Kgb 48 pacotes de 2 Kg e o restante em pacotes de 1b6 Kg. O total de
pacotes de sab� o em póde 1b6 Kg que Breno arrecadou foi

a) 56.
b) 64.
c) 72.
d) 80.
e) 88.

COMENTÁRIO:

Vamos Equacionar...

23.5+ 48.2+ x.1b6é 326b2


115+ 96+ 1b6xé 326b2
211+ 1b6xé 326b2
1b6xé 326b2c211

Prof. Ricardo Sampaio 45 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

1b6xé 115b2
xé 115b2/1b6
xé 72

GABARITO C

7) VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Educaç� o em Creche


O n(mero total de matriculados nas turmas Ab B e C do primeiro ano de uma
escola é de 88 alunos. Se 2 alunos da turma B fossem transferidos para a turma
Ab ambas as turmas ficariam com a mesma quantidade de alunos. Sabendocse queb
na turma Cb há3 alunos a mais que na turma Ab ent� o o n(mero de alunos na
turma B é

a) 32.
b) 31.
c) 30.
d) 29.
e) 28.

COMENTÁRIO:

Temos que:

A+ B+ C é 88

Bé A+ 4
Cé Ac3 c Substituindo

A+ A+ 4+ A+ 3é 88
3Aé 88c7
3Aé 81
Aé 81/3
Aé 27 Bé 27+ 4 é 31
GABARITO B

8) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Ensino


Fundamental)

De acordo com informações divulgadas no site do Instituto Brasileiro de Geografia


e Estatística ”IBGE)b no ano de 2018b na cidade de Cananéiab o n(mero total de
matrículas efetuadas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio foi 2 397. Sabendoc
se queb no Ensino Fundamentalb foram matriculados 185 alunos a mais que o triplo
do n(mero de alunos matriculados no Ensino Médiob a diferença entre o n(mero de
alunos matriculados no Ensino Fundamental e o n(mero de alunos matriculados no
Ensino Médio foi igual a

a) 1277.
b) 1280.
c) 1291.
d) 1300.

Prof. Ricardo Sampaio 46 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

e) 1313.

COMENTÁRIO: Queremos saber EFcEM

Temos que:

EF+ EMé 2397

EF é 185+ 3EM

185+ 3EM+ EM é 2397


4EMé 2397c185
4EMé 2212
EMé 2212/4
EM é 553 Ent� o EFé 2397c553 é 1844

1844c553 é 1291 √ GABARITO C.

9) ”VUNESP c 2020 c Prefeitura de Cananéia c SP c Professor c Ensino


Fundamental)

Pedro e Ana tê mb juntosb R$ 260b00. Se Pedro tem apenas a terça parte do valor
que Ana possuib ent� ob Ana tem a mais que Pedro

a) R$ 170b00.
b) R$ 160b00.
c) R$ 150b00.
d) R$ 140b00.
e) R$ 130b00.

COMENTÁRIO:

Temos que:
P+ Aé 260
Pé A/3

A/3+ Aé 260  Usando MMC 3 dividimos pelo debaixo e multiplicamos pelo de


cima

A+ 3Aé 780  4Aé 780  Aé 780/4  Aé 195

Pé 195/3 é 65

Ana possui a mais  195c65 é 130 GABARITO E

10) ”Quadrix c 2020 c METRÔ cSP c Oficial de Logística e Almoxarifado)


Em um caixa eletr9nicob Maria Fernanda sacou R$ 710b00b recebendo apenas
cédulas de 20 reais e 50 reaisb num total de 22 cédulas. Em seguidab ela utilizou
todas as cédulas de 20 reais que recebeu do caixab para colocar créditos em seu

Prof. Ricardo Sampaio 47 de 53


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Gabaritando Matemática Álgebra

bilhete (nico. Com esses dadosb é possível afirmar que Maria Fernanda pagou pelos
créditos um total de

a) R$ 260b00.
b) R$ 240b00.
c) R$ 220b00.
d) R$ 200b00.

COMENTÁRIO: Vamos chamar de C cédulas de 50 e de V cédulas de 20 ”Farei por


Adiç� o o sistema)

C + Vé 22 ”c20)
50C+ 20Vé 710
ccccccccccccccccccc
c20C c20Vé c440 ”c20)
50C+ 20Vé 710
ccccccccccccccccccc
30Cé 270
Cé 9 Vé 22c9 é 13

Como Fernanda gastou as notas de 20 que foram 13 ela gastou 20.13 é 260
GABARITO A

11) CESGRANRIO c 2018 c LIQUIGÁS c Motorista de Caminh� o Granel I

Em ambientes onde háaparelhos de gás ”aquecedoresb por exemplo)b determinacse


que haja ventilaç� o superior permanente com área mínima de 600 cm2b por meio
de basculantes e/ou janelas. A altura mínimab em centímetrosb de uma janela
retangular de 40 cm de comprimento para garantir a ventilaç� o acima especificada
deveráser

a) 10
b) 15
c) 60
d) 150
e) 260

COMENTÁRIO: Sabemos que a área de um retângulo é base x alturab no exercícios


ele fornece a área e um dos ladosb assim podemos equacionar...

40.xé 600
xé 600/40
xé 15

GABARITO B

12) CESGRANRIO c 2006 c IBGE c Agente Censitário

Considere x e y n(meros tais que 4.x + 3.y é 3.x + 5.y. É correto afirmar que:

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Gabaritando Matemática Álgebra

a) y é x/2
b) y é x
c) y é 2x
d) 2y é 3x
e) 3y é 2x

COMENTÁRIO: Basta fazer manipulações algébricas

4.x + 3.y é 3.x + 5.y

4xc3xé 5yc3y
xé 2y
yé x/2

GABARITO A

13) CESGRANRIO c 2015 c Banco do Brasil c Escriturário

Um cliente foi sorteado em um plano de capitalizaç� ob cujo prê miob após os


descontosb foi de R$ 8.800b00. Esse prê mio foi dividido entre seus trê s filhos de
modo que o segundo ganhou um quinto a mais que o primeirob e o terceiro ganhou
cinco sextos a mais que o segundo.

Quanto recebeu o primeiro filho?

a) R$ 4.000b00
b) R$ 3.600b00
c) R$ 2.000b00
d) R$ 2.400b00
e) R$ 4.400b00

COMENTÁRIO:

1s Filho √ x
2s Filho c 1/5 a mais logo recebeu x+ x/5 é 6x/5
3s Filho √ 5/6 a mais que o segundo logo recebeu 6x/5 + 5/6”6x/5) 
6x/5+ xé 11x/5

Assim: x+ 6x/+ 11x/5 é 8800  5x+ 6x+ 11xé 44000  22xé 44000 
xé 44000/22 é 2000

GABARITO C

14) CESGRANRIO c 2015 c Banco do Brasil c Escriturário

Cada vez que o caixa de um banco precisa de moedas para trocob pede ao gerente
um saco de moedas. Em cada sacob o n(mero de moedas de R$ 0b10 é o triplo do

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Gabaritando Matemática Álgebra

n(mero de moedas de R$ 0b25; o n(mero de moedas de R$ 0b50 é a metade do


n(mero de moedas de R$ 0b10.

Para cada R$ 75b00 em moedas de R$ 0b50 no saco de moedasb quantos reais


haveráem moedas de R$ 0b25?

a) 20
b) 25
c) 30
d) 10
e) 15

COMENTÁRIO: Quest� o que requer muita atenç� o...

Vamos chamar de x as moedas de 0b25

0b25 √ x
0b10 √ 3x ”O Triplo das moedas de 0b25)
0b50 é 3x/2 ”Metade das moedas de 0b10)

Para cada 75 reais em moedas de 0b50 centavos temos ent� o o total de 150
moedas...

3x/2 é 150  3x é 2.150  3xé 300  xé 300/3  xé 100 ”Temos ent� o 100
moedas de 0b25)b assim temos 25 reais.

GABARITO B.

15) IBADE c 2020 c Prefeitura de Linhares c ES c Agente Administrativo

Sendo ) e Y dois n(meros reais quaisquerb definecse a operaç� o Ϣ como ) Ϣ Y é


)”)cY). Assim a express� o ) Ϣ ”) ϢY) é igual a:

a) )² c )Y
b) )² c 2)Y
c) )� c )² c )Y
d) )� c ”)Y)²
e) )² c )² + )²Y

COMENTÁRIO: Esta quest� o exige entender a ideia de substituiç� o e manipulações


algébricas.

Temos que: ) Ϣ Y é )”)cY).

Ent� o na express� o: ) Ϣ ”) Ϣ Y) farei a substituiç� o na parte em Azul

) Ϣ ”)”)cY)
) Ϣ ”)²c)Y) √ Agora vamos considerar o segundo termo como se fosse Yb temos:

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).”)c”)²c)Y))

).”)c)²+ )Y)

)²c)�+ )²Y
GABARITO E

16) NCcUFPR c Professor ”Curitiba)/Educaç� o Infantil/2019


Considere as seguintes afirmativas a respeito da express� o :

1. Se b e c s� o n� o nulosb e b é cb ent� o a é 0.

2. Se b e c s� o n� o nulosb e c é √ bb ent� o a é 1.

3. Se bé 12 e cé 13b ent� o aé 613

Assinale a alternativa correta.


a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
b) Somente as afirmativas 1 e 2 s� o verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1 e 3 s� o verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 2 e 3 s� o verdadeiras.
e) As afirmativas 1b 2 e 3 s� o verdadeiras.

COMENTÁRIO: Vamos analisar caso a caso

1. Se b e c s� o n� o nulosb e b é cb ent� o a é 0.

Se bé c substituímos:

aé bcb/b²+ b²
aé 0/2b²
aé 0 ”VERDADEIRA)

2. Se b e c s� o n� o nulosb e c é √ bb ent� o a é 1.

Se cé cb substituímos:

aé bc”cb)/b²+ ”cb)²
aé 2b/2b²
aé 1/2b ”FALSO)

Temos que a afirmativa 1 é VERDADEIRA E A SEGUNDA É FALSAb LOGO


OBSERVANDO AS ALTERNATIVAS JÁ TEMOS O GABARITO C.

17) GUALIMP c Guarda Civil Municipal ”Pref Porci(ncula)/2019

Uma ind(stria farmacê utica desenvolveu um comprimido cuja fórmula para sua
produç� o é dada por “B . C”

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Sabendo que B equivale a “x √ 3” e C equivale a “x + 1”b podecse afirmar que a


fórmula para produç� o do comprimido é dada por:

a) 2x+ 2.
b) x+ 2.
c) x²12x13.
d) 2x13x13.

COMENTÁRIO: Devemos Substituir e aplicar a distributiva

”xc3).”x+ 1) é x²+ xc3xc3 é x²c2xc3 GABARITO C

18) FAUEL c Agente de Endemias ”Pref Mandaguari)/2019

Qual alternativa possui uma simplificaç� o possível da express� o a seguir?

a) 6x²112
b) 3x14
c) 3x+ 4
d) 19x14

COMENTÁRIO: Devemos aplicar um caso de fatoraç� o no termo de cimab pois


podemos perceber que ambos foram elevados ao quadrado assim 9x² é ”3x)² e
16 é 4²b assim temos no numerador ”3x+ 4).”3xc4) como no denominador temos
”3xc4)b ent� o sófica 3x+ 4. GABARITO C.

19) FGV c Agente Censitário ”IBGE)/Operacional/2019


Ricardob Jo� o e Pedro marcaram um encontro em determinada hora de certo dia.
Aconteceu que:

c Ricardo chegou meia hora depois de Pedro;

c Jo� o chegou 12 minutos depois da hora marcada;

c Pedro chegou 8 minutos antes da hora marcada.

O tempo que Jo� o esperou até Ricardo chegar foi de:

a) 10min;
b) 12min;
c) 14min;
d) 16min;
e) 20min.

COMENTÁRIO: Vamos simular um horário...

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Hora Marcada √ 10 horas

Pedro √ 9:52
Jo� o √ 10:12
Ricardo √ 10:22

Jo� o esperou 10 minutos


GABARITO A

20) Z AMBINI c Auditor Fiscal Tributário ”Pref Lorena)/2019

A simplificaç� o da express� o abaixo é dada por:

a) x+ 3.
b) ”x+ 6)/2.
c) x²+ 3.
d) ”x²+ 6)/2.

COMENTÁRIO: Devemos fatorar:

)²+ 12x+ 36 é igual a ”x+ 6)²


2x+ 12 é igual a 2.”x+ 6)
Ent� o ficamos com: ”x+ 6)/2 √ GABARITO B

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a dia,a edia ae a oda

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
EMBASA √ Agente Administrativo
Qualidade no Atendimento ao P(blico
Prof. Cristiano Silva
Gabaritando Matemática Médiab Mediana e Moda

Apresentaç� o
Oláb FUTURO AGENTE P∙BLICO

O material foi elaborado especialmente


para que as informações sejam mais
claras possíveis e que você consiga
compreendê clas.

Meu nome é Ricardo Sampaiob professor das matérias de Matemática e Raciocínio


Lógico.

Mestre em Educaç� o pelo Programa de PóscGraduaç� o em Educaç� o da


Universidade Municipal com área de concentraç� o na Formaç� o Docente e de
Gestores e linha de pesquisa Formaç� o Docente e Profissionalidadeb possui ainda
graduaç� o em Ciê ncia da Computaç� o pela Universidade Católica de Santos e
Bacharelado em Direito pela ESAMCcSantosb com pós graduaç� o em Direito
Empresarial.

Sintocme motivado em saber que estarei agregando valor ao seu estudo e espero
que você alcance seu objetivo.

A constância do seu estudob o aprofundamento do conhecimentob a leiturab


compreens� o e a resoluç� o de exercícios ir� o garantir a você b caro alunob uma
melhor chance de aprovaç� o.

"Ter no horizonte um objetivo para alcançar facilita muito a manutenç� o do foco.”

@ prof_ricardosampaio Gabaritei Matemática

@ prof_ricardosampaio ricardo@ [Link]

Vencendo Concursos Vencendo Concursos

”13) 97417c2644 ”11) 94783c8693


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SUMÁRIO
1 √ Médiab Mediana e Moda
2 √ Questões de Concursos
3 √ Comentário das Questões

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1 √ Médiab Mediana e Moda


MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES E PONDERADA

Vamos tratar das mais importantes medidas de tendê ncia central: Média
Aritmética.

Para obtermos a média aritmética simples devemos somar todos os fatores


e após dividir pela quantidade de fatores somados.

Tratacse de um conceito simples e de fácil entendimento.

Exemplo: Qual é a média entre 1b2b3b4.

Para calcular a média somamos: 1+ 2+ 3+ 4é 10 e dividimos por 4. Assim 10/4 é


2b5.

Vamos ver alguns exercícios:

”FCC c AJ TRT2) c A média aritmética dos salários dos 200 funcionários de uma
empresa é igual a R$ 1.500b00. Caso haja a demiss� o de todos os funcionários que
ganhamb cada umb R$ 2.000b00 e admiss� o de 10 funcionários ganhandob cada umb
R$ 1.200b00b a média aritmética fica com o valor de R$ 1.325b00. Isto significa que
o n(mero de funcionários da empresa passa a ser de
a) 135
b) 140
c) 150
d) 160
e) 170

Para realizar este exercício seránecessário observar o enunciado e tirar algumas


conclusões.

Vamos chamar de x o n(mero de funcionários demitidos.

Ent� o o valor que devemos tirar do montante salarial é igual a: 2000x.

A quantidade de funcionários após as demissões e admissões é de: 210 √ x

O montante salarial antes da média é de: 1500.200é 300.000.

Ent� o:
Agora devemos somar o montante anterior com o valor pago para as admissões
que no caso é de 10.1200 é 12000. Assim temos 300.000 + 12.000 é
312.000. E subtrair a quantidade de demissões obtendo:

312.000 √ 2000x.

Podemos assim equacionar:

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é 1325

Assim:

312000 √ 2000x é 1325.”210cx)


312000 √ 2000x é 278250c1325x
312000 √ 278250 é c1325x+ 2000x
33750 é 675x

x é 33750/675
xé 50

Com 50 demitidos e 10 contratados temos que a quantidade de funcionários da


empresa é de 160.

ALTERNATIVA D

Já a média ponderada é utilizada quando desejamos considerar o peso


”importância) de cada dado da série em análise. Eventualmente desejamos
considerar diferentes importâncias para valores dados.

Exemplo:

Em uma determinada escolab a média anual é calculada considerando o peso das


notas que estárelacionada ao bimestre em quest� ob isto éb 1s bimestre tem peso
1b 2s bimestre tem peso 2b e assim sucessivamenteb determine a média anual de um
aluno dessa escolab na disciplina de Matemáticab sabendo que suas notas bimestrais
nessa disciplina foram iguais a 7b0; 6b0; 8b0 e 7b5b na ordem dos bimestres.

Observe que cada bimestre tem seu peso ent� o para calcular a média
ponderada devemos multiplicar cada nota por seu pesob em seguida dividir pela
soma dos pesos.

Soma dos pesos: 1+ 2+ 3+ 4 é 10

1s B √ 7x1é 7
2sB √ 6x2é 12
3sB √ 8x3é 24
4s B √ 7b5x4é 30
Total √ 30+ 24+ 12+ 7 é 74

Média Ponderada: 74/10 é 7b4

FIP c 2009 c Câmara Municipal de S� o José dos Campos c SP c Programador

A média semestral de um curso é dada pela média ponderada de trê s provas com
peso igual a 1 na primeira provab peso 2 na segunda prova e peso 3 na terceira.
Qual a média de um aluno que tirou 8b0 na primeirab 6b5 na segunda e 9b0 na
terceira?

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a) 7b0
b) 8b0
c) 7b8
d) 8b4
e) 7b2

Problema semelhante ao anterior:

P1 √ 8.1 é 8
P2 √ 6b5.2é 13
P3 √ 9.3é 27

SOMA DOS PESOS: 1+ 2+ 3é 6

SOMA DAS NOTAS: 8+ 13+ 27é 48

MÉDIA PONDERADA é 48/6é 8

ALTERNATIVA B

Embora a média seja uma das medidas de tendê ncia central mais utilizadab
n� o convém descartar o entendimento de outras duas que pode ser alvo de sua
prova: MODA E MEDIANA.

MODA: É o n(mero que mais se repete em uma sequê ncia de n(meros.

Ex. Qual a Moda: 2b 3b 3b 4b 5b 6b 6b 6.

Neste caso a MODA é 6b pois é o n(mero que mais se repete.

Uma sequê ncia de n(mero pode n� o ter modab chamada de AMODAL. Ex. 1b 2b 3b
4.

Uma sequê ncia de n(mero pode n� o ter mais de uma modab chamada de BIMODAL.
Ex. 1b 1b 2b 2b 3b 4.

MEDIANA: A mediana é o ponto central de uma sequê ncia de valoresb caso a


quantidade de n(meros desta sequê ncia seja IMPAR a mediana é exatamente o
ponto centralb no entanto caso a sequê ncia tenha quantidade PAR a mediana é a
média dos dois valores centrais.

Obs. Para calcular a mediana devemos colocar os valores em ordem crescente.

Exemplos:

Qual a Mediana:

a) 1b 3b 5b 8b 15b 16b 16

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Neste caso a mediana é 8b porque está bem no centro. QUANTIDADE IMPAR DE


N∙MEROS.

b) 1b 2b b2b 4b 6b 7b 8b 9

Neste caso para calcular a mediana devemos fazer a média de 4 e 6 pois est� o no
centrob assim a mediana é ”4+ 6)/2 é 5. QUANTIDADE PAR DE N∙MEROS.

”PROAM c 2019 c Prefeitura de Maced9nia c SP c Fiscal Municipal de Tributos)

Na estatísticab “o ponto central em uma série de valores dispostos por ordem de


magnitude” é denominado”a):

a) Moda
b) Média
c) Mediana
d) Modal

Vimos que o ponto central de uma série me ordem crescente é a MEDIANA.


Alternativa C.

”FCC c 2019 c SEFAZ cBA c Auditor Fiscal c Administraç� ob Finanças e Controle


Interno c Prova I)

Os n(meros de autos de infraç� o lavrados pelos agentes de um setor de um órg� o


p(blicob durante 10 mesesb foram registrados mensalmente conforme a tabela
abaixo.

Verificacse queb nesse períodob o valor da soma da média aritmética ”n(mero de


autos por mê s) com a mediana é igual ao valor da moda multiplicado por

a) 2b 42
b) 2b 32
c) 2b 12
d) 2b 52
e) 2b 22

Para resolver este exercício precisaremos da Médiab Mediana e da Modab vamos


ent� o calcular cada uma delas:

Média:

”7+ 5+ 4+ 6+ 6+ 5+ 5+ 7+ 6+ 5)/10
56/10 é 5b6

Moda: A Moda é 5 pois é o n(mero que mais se repete.

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Mediana:

Colocando em ordem:
4+ 5+ 5+ 5+ 5+ 6+ 6+ 6+ 7+ 7

Fazendo a média dos valores centrais:


”5+ 6)/2 é 5b5

Somando a média com a mediana:


5b6+ 5b5 é 11b1

O n(mero que procuramos é a moda multiplicada por quanto é igual a 11b1

5xé 11b1  x é 11b1/5  xé 2b22

ALTERNATIVA E

”CETAP c 2019 c Prefeitura de Ananindeua c PA c Técnico Municipal c Administraç� o


Básica)

Mariab José e Jo� o tê m a mesma idade. Somando suas idades com as de Carla ”14)b
Tereza ”15) e Joaquim ”16)b encontramos 81. Qual é a moda nesse rol de idade?

a) 16
b) 14
c) 13
d) 12

Como Mariab Jose é Jo� o tem a mesma idade podemos chamácla de x.

3x+ 14+ 15+ 16é 81


3x+ 45é 81
3xé 81c45
3xé 36
xé 36/3
xé 12

ALTERNATIVA D

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2 √ Questões de Concursos
QUESTÕ ES DE CONCURSO

1) ”FCC √ Advogado √ 2016) O setor administrativo de uma empresa possui seis


funcionáriosb todos com salários diferentes entre si. Considerando apenas o maior
e o menor dos seis saláriosb a média é igual a R$ 2.500b00b e considerando apenas
os quatro outros saláriosb a média é igual a R$ 2.200b00. Se apenas um dos seis
salários for reajustado em R$ 138b00b a nova média salarial dos seis funcionáriosb
comparada à média anterior do grupob aumentaráem

a) 0b6%.
b) 1b3%.
c) 0b7%.
d) 1b0%.
e) 0b9%.

2) ”FCC √ Professor √ 2018) Uma cidade pode ser pequena ou grandeb dependendo
do n(mero de habitantes. Os habitantes das cidades grandes produzemb em médiab
1 kg de lixo por diab e os das cidades pequenas produzem 0b5 kg de lixo por dia.
Observe os dados na tabela abaixo.

Uma cidade de 50 mil habitantes e duas de 25 mil habitantes cada produzem por
diab em médiab um total de lixo equivalente a

a) 625 kg.
b) 750 kg.
c) 62b5 toneladas.
d) 75 toneladas
e) 100 toneladas.

3) ”FCC √ Auditor Fiscal de tributos √ 2018) Um


levantamento foi realizado com 40 instituições financeirasb localizadas em uma
regi� ob com relaç� o às taxas mensais de juros aplicadas para financiamento de
veículos. Verificoucse que cinco instituições aplicam a taxa de 0b80% ao mê sb duas
aplicam a taxa de 1b20% ao mê sb oito aplicam a taxa de 1b25% ao mê sb x aplicam
a taxa de 1b12% ao mê s e y aplicam a taxa de 0b96% ao mê s. Se a média aritmética
destas taxas foi igual a 1b05%b ent� o a soma da mediana e a moda correspondentes
foi de

a) 2b00%.
b) 2b24%.
c) 2b08%.
d) 2b16%.
e) 1b92%.

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Gabaritando Matemática Médiab Mediana e Moda

4) ”FCC √ Auxiliar de Fiscalizaç� o Agropecuária √ 2018) Juliano percorreu o trajeto


de uma corrida em 27 minutos e 28 segundos. Rogério percorreu o mesmo trajeto
em 25 minutos e 53 segundos e Paulo percorreu esse trajeto em 28 minutos e 36
segundos. O tempo médio dos trê s rapazes para percorrerem esse trajeto foi de

a) 27 minutos e 32 segundos.
b) 28 minutos e 04 segundos.
c) 28 minutos e 22 segundos.
d) 26 minutos e 58 segundos.
e) 27 minutos e 19 segundos.

5) ”FCC √ Técnico da Receita Federal √ 2016) Atenç� o: Para responder à quest� ob


considere as informações abaixo. Trê s funcionários do Serviço de Atendimento ao
Cliente de uma loja foram avaliados pelos clientes que atribuíram uma nota ”1; 2;
3; 4; 5) para o atendimento recebido. A tabela mostra as notas recebidas por esses
funcionários em um determinado dia.

Considerando a avaliaç� o média individual de cada funcionário nesse diab a


diferença entre as médias mais próximas é igual a

a) 0b32.
b) 0b21.
c) 0b35.
d) 0b18.
e) 0b24.

6) ”FCC √ Analista de Sistemas c 2015) Um professor avalia seus alunos por meio
de 5 provas. A nota final é obtida por meio de média aritmética ponderada. A prova
I tem peso 1b a prova II tem peso 2b a prova III tem peso 3b a prova IV tem peso 4
e a prova V tem peso 5. As notas de Carlos nas provas s� ob respectivamenteb 7b 8b
7b 5 e 4. As notas de Bruno s� ob respectivamenteb 2b 1b 2b 7 e 8. A diferençab em
décimosb entre a média de Carlos e Bruno é

a) 4.
b) 2.
c) 5.
d) 6.
e) 1.

7) ”FCC √ Professor √ 2012 c Adaptada) A distribuiç� o de salários de uma empresa


é dada na tabela abaixo:

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Baseandocse na tabela acimab está correto afirmar que a porcentagem de


funcionários que ganham abaixo do salário médio dessa empresa é

a) 30%.
b) 40%.
c) 50%.
d) 60%.
e) 70%.

8) ”FCC √ Professor √ 2012) Um alunob para ser


aprovado em uma determinada disciplinab precisa alcançar media maior ou igual a
6b0. Se ele obteve notas 4b5 e 5b5 nas provas parciais ”com peso 1 cada uma)b a
nota mínima que precisaráobter na prova final ”que tem peso 2) para ser
aprovado é

a) 8b0.
b) 7b5.
c) 7b0.
d 6b5.
e) 6b0.

9) ”VUNESP √ Assistente Técnico Administrativo √ 2011) Joana fez uma pesquisa e


registroub em minutosb o tempo que seus colegas gastam no percurso de casa ao
trabalhob obtendo os seguintes resultados:

O tempo médio gasto pelos colegas de Joana nesse percurso é de:

a) 40 minutos.
b) 35 minutos.
c) 30 minutos.
d) 25 minutos.
e) 20 minutos.

10) ”FCC √ Agente Administrativo √ 2010) A média das idades dos cinco jogadores
de um time de basquete é 23b2 anos. Se o piv9 dessa equipeb que possui 27 anosb
for substituído por um jogador de 20 anos e os demais jogadores

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forem mantidosb ent� o a média de idade dessa equipeb em anosb passaráa ser

a) 20b6.
b) 21b2.
c) 21b8.
d) 22b4.
e) 23b0.

3 √ Comentário das Questões


QUESTÕ ES DE CONCURSO c COMENTADAS

1) ”FCC √ Advogado √ 2016) O setor administrativo de uma empresa possui seis


funcionáriosb todos com salários diferentes entre si. Considerando apenas o maior
e o menor dos seis saláriosb a média é igual a R$ 2.500b00b e considerando apenas
os quatro outros saláriosb a média é igual a R$ 2.200b00. Se apenas um dos seis
salários for reajustado em R$ 138b00b a nova média salarial dos seis funcionáriosb
comparada à média anterior do grupob aumentaráem

a) 0b6%.
b) 1b3%.
c) 0b7%.
d) 1b0%.
e) 0b9%.

COMENTÁRIO: A primeira informaç� o do enunciado afirma que a média do maior e


menor salário é igual a 2500b com isso sabemos que a soma deles é igual a 5000.
Como os outros quatro a média é 2200b sabemos que a soma é igual a
4.2200é 8800b assim somando ambas as situações temos que a soma dos salários
é igual a 13800 que dividido por 6 temos a média de 2300. Com o aumento de
138 reais podemos pensar que para cada uma dos seis houve um aumento de 23
reaisb aumento este que ocorreria na média também. Resta determinar quanto que
23 reais é em porcentagem de 2300b facilmente percebemos ser 1%. GABARITO D.

2) ”FCC √ Professor √ 2018) Uma cidade pode ser pequena ou grandeb dependendo
do n(mero de habitantes. Os habitantes das cidades grandes produzemb em médiab
1 kg de lixo por diab e os das cidades pequenas produzem 0b5 kg de lixo por dia.
Observe os dados na tabela abaixo.

Uma cidade de 50 mil habitantes e duas de 25 mil habitantes cada produzem por
diab em médiab um total de lixo equivalente a

a) 625 kg.
b) 750 kg.
c) 62b5 toneladas.
d) 75 toneladas

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e) 100 toneladas.

COMENTÁRIO: Temos 3 cidadesb a primeira de 50 mil habitantesb como elas


produzem 1 quilo de lixo por dia por habitanteb temos ent� o a produç� o de 50
toneladasb jáas cidades de 25 mil habitantes cada habitante produz 0b5 quilo de
lixob como s� o duas somando 50 mil habitantes temos a produç� o de 25 toneladas
de lixob somando chegamos a 75 toneladas. GABARITO D.

3) ”FCC √ Auditor Fiscal de tributos √ 2018) Um levantamento foi realizado com 40


instituições financeirasb localizadas em uma regi� ob com relaç� o às taxas mensais
de juros aplicadas para financiamento de veículos. Verificoucse que cinco
instituições aplicam a taxa de 0b80% ao mê sb duas aplicam a taxa de 1b20% ao
mê sb oito aplicam a taxa de 1b25% ao mê sb x aplicam a taxa de 1b12% ao mê s e y
aplicam a taxa de 0b96% ao mê s. Se a média aritmética destas taxas foi igual a
1b05%b ent� o a soma da mediana e a moda correspondentes foi de

a) 2b00%.
b) 2b24%.
c) 2b08%.
d) 2b16%.
e) 1b92%.

COMENTÁRIO: Vamos Fazer uma tabela:

)i Fi Fac
0b80% 5 5
0b96% Y é 15 20
1b12% ) é 10 30
1b20% 2 32
1b25% 8 40
Total é 40

Sabemos que a média é igual a 1b05%

Assim temos que:

”5.0b8+ 2.1b2+ 8.1b25+ ).1b12+ Y.0b96)/40 é 1b05

”4+ 2b4+ 10+ 1b12)+ 0b96Y) é 40.1b05


16b4+ 1b12)+ 0b96Y é 42
1b12)+ 0b96Y é 42 c 16b4
1b12)+ 0b96Y é 25b6

Sabemos também que )+ Y é 25 ”Assim )é 25cY)

Substituindo...

1b12.”25cY) + 0b96Y é 25b6


28c1b12y+ 0b96Yé 25b6

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28c0b16Yé 25b6
28c25b6é 0b16Y
2b4é 0b16Y
Yé 2b4/0b6 é 15

Para achar a mediana temos que usar a frequê ncia acumuladab como o total de
instituições é igual a 40b dividindo por 2 fica 20b observando a frequê ncia
acumulada temos que o 20 está no limite da segunda linha logo a mediada é
”0b96+ 1b12)/2 é 1b04%b esta é a mediana.

A moda é o que mais aparece no caso 0b96 que aparece 15 vezes. Somando
mediana e moda temosb 1b04 + 0b96 é 2b00%. GABARITO A.

4) ”FCC √ Auxiliar de Fiscalizaç� o Agropecuária √ 2018) Juliano percorreu o trajeto


de uma corrida em 27 minutos e 28 segundos. Rogério percorreu o mesmo trajeto
em 25 minutos e 53 segundos e Paulo percorreu esse trajeto em 28 minutos e 36
segundos. O tempo médio dos trê s rapazes para percorrerem esse trajeto foi de

a) 27 minutos e 32 segundos.
b) 28 minutos e 04 segundos.
c) 28 minutos e 22 segundos.
d) 26 minutos e 58 segundos.
e) 27 minutos e 19 segundos.

COMENTÁRIO: Para que n� o se confunda vamos transformar todos os temos em


segundos e depois voltamos.
Juliano √ 27 minutos e 28 segundos é 1648
Rogério c 25 minutos e 53 segundos é 1553
Paulo c 28 minutos e 36 segundos é 1716

Somando os 3 e dividindo por 3 é igual a 1648+ 1553+ 1716 é 4917/3 é 1639

Agora dividimos por 60 que dá27 minutos e 19 segundos

GABARITO E

5) ”FCC √ Técnico da Receita Federal √ 2016) Atenç� o: Para responder à quest� ob


considere as informações abaixo. Trê s funcionários do Serviço de Atendimento ao
Cliente de uma loja foram avaliados pelos clientes que atribuíram uma nota ”1; 2;
3; 4; 5) para o atendimento recebido. A tabela mostra as notas recebidas por esses
funcionários em um determinado dia.

Considerando a avaliaç� o média individual de cada funcionário nesse diab a


diferença entre as médias mais próximas é igual a

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a) 0b32.
b) 0b21.
c) 0b35.
d) 0b18.
e) 0b24.

COMENTÁRIO: Para cada funcionário devemos multiplicar o n(mero de pessoas


pela nota e dividir pelo total de atendimentos.

A √ 2.1+ 7.2+ 2.3+ 9.4+ 10.5 é 2+ 14+ 6+ 36+ 50 é 108/30 é 3b6


B √ 6.1+ 6.2+ 9.3+ 14.4+ 5.5 é 6+ 12+ 27+ 56+ 25 é 126/40 é 3b15
C √ 0.1+ 5.2+ 10.3+ 6.4+ 4.5 é 0+ 10+ 30+ 24+ 20 é 84/25 é 3b36
Os mais próximos s� o B e C logo 3b36c3b15 é 0b21. GABARITO B.

6) ”FCC √ Analista de Sistemas c 2015) Um professor avalia seus alunos por meio
de 5 provas. A nota final é obtida por meio de média aritmética ponderada. A prova
I tem peso 1b a prova II tem peso 2b a prova III tem peso 3b a prova IV tem peso 4
e a prova V tem peso 5. As notas de Carlos nas provas s� ob respectivamenteb 7b 8b
7b 5 e 4. As notas de Bruno s� ob respectivamenteb 2b 1b 2b 7 e 8. A diferençab em
décimosb entre a média de Carlos e Bruno é

a) 4.
b) 2.
c) 5.
d) 6.
e) 1.

COMENTÁRIO: Vamos calcular a média multiplicando pelo peso e dividindo pela


soma dos pesos.

Carlos √ ”7.1+ 8.2+ 7.3+ 5.4+ 4.5)/15 é ”7+ 16+ 21+ 20+ 20)/15 é 84/15 é 5b6
Bruno √ ”2.1+ 1.2+ 2.3+ 7.4+ 8.5)/15 é ”2+ 2+ 6+ 28+ 40)/15 é 78/15 é 5b2

A diferença é de 4 décimos. Gabarito A

7) ”FCC √ Professor √ 2012 c Adaptada) A distribuiç� o de salários de uma empresa


é dada na tabela abaixo:

Baseandocse na tabela acimab está correto afirmar que a porcentagem de


funcionários que ganham abaixo do salário médio dessa empresa é

a) 30%.
b) 40%.
c) 50%.
d) 60%.
e) 70%.

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COMENTÁRIO: Primeiro vamos calcular o salário médio:


”700.10+ 1000.4+ 1500.4+ 4000.1+ 5000.1)/20 é
”7000+ 4000+ 6000+ 4000+ 5000)/20 é 26.000/20 é 1300

Dos 20 funcionários 14 ganham abaixo da médiab precisamos saber ent� o quanto


representa 14 de 20 é 70%. GABARITO E.

8) ”FCC √ Professor √ 2012) Um alunob para ser aprovado em uma determinada


disciplinab precisa alcançar media maior ou igual a 6b0. Se ele obteve notas 4b5 e
5b5 nas provas parciais ”com peso 1 cada uma)b a nota mínima que precisaráobter
na prova final ”que tem peso 2) para ser
aprovado é

a) 8b0.
b) 7b5.
c) 7b0.
d 6b5.
e) 6b0.

COMENTÁRIO: Nesta utilizaremos a ideia de média e álgebrab observe que


”4b5.1+ 5b5.1+ PF.2)/4 é 6. Assimb ”4b5+ 5b5+ 2PF) é 4.6  10+ 2PF é 24  2PF
é 24c10  2PF é 14  PF é 14/2 é 7. GABARITO C.

9) ”VUNESP √ Assistente Técnico Administrativo √ 2011) Joana fez uma pesquisa e


registroub em minutosb o tempo que seus colegas gastam no percurso de casa ao
trabalhob obtendo os seguintes resultados:

O tempo médio gasto pelos colegas de Joana nesse percurso é de:

a) 40 minutos.
b) 35 minutos.
c) 30 minutos.
d) 25 minutos.
e) 20 minutos.

COMENTÁRIO: Multiplicamos o tempo pela quantidade de pessoas e dividimos


pelo n(mero de pessoas que é 21. Logob
”10.1+ 3.15+ 3.20+ 1.25+ 3.30+ 2.35+ 2.40+ 1.50+ 2.60+ 2.85+ 1.120)/21 é

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”10+ 45+ 60+ 25+ 90+ 70+ 80+ 50+ 120+ 170+ 120)/21 é 840/21 é 40.
GABARITO A.

10) ”FCC √ Agente Administrativo √ 2010) A média das idades dos cinco jogadores
de um time de basquete é 23b2 anos. Se o piv9 dessa equipeb que possui 27 anosb
for substituído por um jogador de 20 anos e os demais jogadores
forem mantidosb ent� o a média de idade dessa equipeb em anosb passaráa ser

a) 20b6.
b) 21b2.
c) 21b8.
d) 22b4.
e) 23b0.

COMENTÁRIO: Se a média de 5 jogadores é igual a 23b2 a soma das idades é


igual a 23b2.5 é 116 √ 27 ”jogador que saiu) é 89 + 20 ”Jogador que entrou) é
109/5 é 21b8. GABARITO C.

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MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

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A L I CE R C E C ON C U R S OS
MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

A P OS T I L A D E MA T E MÁ T I C A

V E N C E N D O C ON C U R S OS

A U T OR : P ro f. Me . R ic a rd o d a S ilv a S a m p a io
Apresentaç� o

Prezados Alunosb esta apostila foi elaborada especialmente para abordar os princ
cipais conte(dos cobrados na disciplina de Matemática. Nossa apostila conta com um
material atualizado e vastob que trabalha os pontos do edital e que costuma se repetirb
mas n� o exclui conte(dob portantob esse será o ponto de partida de você s.

A apostila é composta por sete aulasb em todas elas ser� o trabalhados os contec
(dos em sua parte teórica com exemplosb exercícios com o objetivo de CONS OLIDAR
A APR E NDIZ AGE Mb bem como diversas QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS anterioresb para
enfim estarmos preparados para a conquista do t� o esperado carg o p(blico.

É importante termos a consciê ncia que todo este trabalho é parte do processo e
que disciplina e dedicaç� o s� o necessários para sua conquista. Frank Lloy d (rightb
famoso arquiteto e educador estadunidense afirma: “E u sei o preço do sucesso: dedic
caç� ob trabalho durob e uma incessante dev oç� o à s coisas que você quer ver acontecer.”

E stou a inteira disposiç� o para juntos realizar esta conquistab n� o nos deixe de
consultar quando necessáriob e o sucesso é consequê ncia de todo trabalho. E nt� o vac
mos que vamos PARTIU: E studar MATE MÁ TICA.

Atenciosamenteb

Prof. Me. R icardo da S ilva S ampaio

E quipe Vencendo Concursos.

Pág ina de Apresentaç� o


A L I CE R C E C ON C U R S OS
MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

S U MÁ R I O

A U L A 1 c D I V I S I B I L I D A D E b MÍN I MO MÚL T I P L O C O MU M ” MMC ) E MÁ ) I MO D I V I S O R C O MU M ” MD C ) ..... 1

Div isibilidade . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . 1
Propriedade da Div isibilidade . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 1
Div isores de um n(mero natural . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 1
Método prático par encontrar div isores de um n(mero natural . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 2
Critérios de Div isibilidade . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 2
N(meros Primos . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 3
Mínimo M(ltiplo Comum ” MMC) .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 4
Máximo Div isor Comum ” MDC) . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . 5
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 8
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 8

A U L A 2 – C O N J U N T O S N U MÉ R I C O S ” P R O P R I E D A D E S E O P E R A T Õ E S ) ................................................... 1 2

N(meros Naturais ” N) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 12
Adiç� o em N . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 12
S ubtraç� o em N . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 12
Multiplicaç� o em N . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. 12
Div is� o em N . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 13
Potenciaç� o em N. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 13
Propriedades da Potê ncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 13
R adiciaç� o em N . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 14
Propriedades da R adiciaç� o .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 14
N(meros Inteiros ” Z ) . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 15
Adiç� o e S ubtraç� o . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 16
Multiplicaç� o e Div is� o . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 16
Potenciaç� o .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 16
R adiciaç� o . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 16
N(meros R acionais ” Q) . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . 17
Operações com Frações . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 19
Adiç� o e S ubtraç� o . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . 19
Multiplicaç� o . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 20
Div is� o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 20
Potenciaç� o . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 21
Operações com Decimais . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 21

Pág ina de S umário


V E N C E N D O C ON C U R S OS
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Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

Adiç� o e S ubtraç� o . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . 21
Multiplicaç� o . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 22
Div is� o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 22
Potenciaç� o . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 22
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 23
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 25

A U L A 3 – R A Z Ã O b P R O P O R T Ã O E R E G R A D E T R yS ................................................................................ 3 1

R az� o . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . 31
R azões Notáv eis . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . 31
E scala. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 31
Densidade Demog ráfica . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 31
Densidade . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 32
V elocidade Média .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 32
Proporç� o . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . 33
N(meros diretamente proporcionais . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 34
N(meros inv ersamente proporcionais . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 35
R eg ra de Trê s . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 35
R eg ra de Trê s S imples . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 35
R eg ra de Trê s Composta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 36
Porcentag em com R eg ra de Trê s. .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 37
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 38
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 41

A U L A 4 – P O R C E N T A G E M E J U R O S ........................................................................................................ 4 4

Porcentag em .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . .. . . . 44
Acréscimos e Descontos . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 45
J uros S imples .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . 46
J uros Compostos . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 48
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 50
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 54

A U L A 5 – Á L G E B R A ............................................................................................................................... 5 9

O que é álg ebra? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . 59


E quaç� o de 1� Grau . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 60
Operações com Polin9mios . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 63

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Produtos Notáv eis . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . 66


Quadrado da S oma de Dois Termos. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 67
Quadrado da Diferença de Dois Termos .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 67
Produto da S oma pela Diferença de Dois Termos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 67
Cubo da S oma de Dois Termos . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 67
Cubo da Diferença de Dois Termos . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 67
Fatoraç� o . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 68
Fator Comum em E v idê ncia . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 68
Ag rupamento . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 68
Trin9mio Quadrado Perfeito . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 68
Diferenças de Dois Quadrados . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 68

S istema de E quaç� o de 1� Grau . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 69


Método da Adiç� o . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . 69
Método da S ubstituiç� o . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 70

Inequaç� o de 1� Grau .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 71


E quaç� o de 2� Grau . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 71
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 72
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 76

A U L A 6 – G R A N D E Z A S E ME D I D A S ........................................................................................................ 7 9

Unidades de Medidas . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 79
Medidas de Comprimento . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . 79
Medidas de S uperfície . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 79
Medidas de V olume . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 79
Medidas de Massa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 79
Medidas de Capacidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 80
Medidas de Tempo . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 80
S istema Monetário Brasileiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 81
Á rea e Perímetro . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . 82
Teorema de Pitág oras . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 85
V olume de Prismas e Cilindros . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 85
CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 87
QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 91

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A U L A 7 – E S T A T ÍS T I C A E P R O B A B I L I D A D E .......................................................................................... 9 6

Noções de Probabilidade . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 98
Análise Combinatória . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 99
Princípio Multiplicativ o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . 99
Permutaç� o S imples . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 100
Permutaç� o com Repetiç� o . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . 100
Permutaç� o Circular . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . 100
Arranjo S imples . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . 101
Arranjo com R epetiç� o .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 101
Combinaç� o S imples . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . 101
Combinaç� o com R epetiç� o . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 101
Funções . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . .. 102
Funç� o Constante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 104
Funç� o de 1� Grau ou Afim . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 104
Funç� o de 2� Grau ou Quadrática . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 104
Prog ress� o Aritmética ” PA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 105
Prog ress� o Geométrica ” PG) . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. 107

CONS OLIDANDO O APR E NDIZ ADO . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . 108


QUE S TÕ E S DE CONCUR S OS . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 109
S IMULADO IBAM . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 112
S IMULADO FCC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 115

Pág ina de S umário


V E N C E N D O C ON C U R S OS
MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

A div is� o de um n(mero por ele mesmo


AUL A 1 tem por resultado 1b assim todo n(mero
é div isív el por ele mesmo: Assimb
D I V I S I B I L I D A D E b MÍN I MO MÚL T I P L O 13/13é 1;
C O MU M ” MMC ) E MÁ ) I MO D I V I S OR
3) S e o div isor for 0 ele é div isív el por qualc
C O MU M ” MD C ) quer n(merob pois 0 div idido por qualquer
n(mero é 0. Assimb 0/35 é 0.
Nesta primeira aula vamos tratar de alc
g uns assuntos de suma importâ ncia para a sec 4) S e um determinado n(mero ” a) for div ic
quê ncia de nossos estudos. E m todas as aulas sív el por um n(mero ” b) e um terceiro
procuramos utilizar uma ling uag em de fácil enc n(mero ” c) for div isív el pelo n(mero ” a) b
tendimento sempre junto a parte teórica relacic E N T Ã O o n(mero ” c) é div isív el pelo n(c
onando a forma como o assunto pode ser coc mero ” b) . E xemplificando: 30 é div isív el
brado em sua prova. Iniciamos os nossos estuc por 3b pois 30/3é 10 e 90 é div isív el por
dos pelos critérios de div isibilidadeb MMC e MDC . 30b pois 90/30 é 3; ent� o 90 é div isív el
por 3b pois 90/3é 30.
D iv is ib ilid a d e
E xemplo: 40/2 e 80/40 ent� o 80/2
Quando realizamos a operaç� o de div ic
s� o com dois n(merosb o resultado nem sempre 5) S e ab bb c e d s� o n(meros Naturaisb
é um n(mero natural ” inteiro e positivo) . sendo que b e d s� o diferentes de 0. S e
a/b e c/d. E N T Ã O a. c/b.d; E xemplific
Neste sentido podemos dizer que um n(c
cando: 25/5 e 4/2 ent� o 100/10. D e
mero é D I V I S ÍV E L por outro quando o Q U O C I c
acordo com esta propriedade se multiplic
E N T E entre eles n� o resultar R E S T O .
carmos os div isores e multiplicarmos os
Por exemplob 15 é div isível por 3b pois ao div idendosb o resultado continua sendo
realizar a operaç� o 15: 3 obtemos o resultado 5 div isores um do outro.
” Quociente) e Resto 0. Da mesma maneira 15
n� o é div isível por 4b pois ao div idirmos 15: 4 obc
temos resultado 3 e resto 2. D iv is o re s d e u m n ( m e ro n a t u ra l

I MPORT A NT ÍS S I MO Os div isores de um n(mero natural s� o todos os


n(meros que div ididos por este n(mero posc
NÃO E) IS TE DIV IS ÃO POR 0 suem resto 0.

Vamos exemplificar descobrindo quais s� o os dic


v isores de 15 é ê D ” 15) .
P ro p rie d a d e s d a D iv is ib ilid a d e
A princípio podemos dizer que os n(meros 1 e
1) Todo n(mero é div isív el por 1.
15 s� o div isores de 15b uma vez que:
O n(mero 1 é div isor de todos os n(mec
é ê 1 é div isor de qualquer n(mero;
ros e o resultado da operaç� o é o n(mero
que foi div ididob isso se dá por que o 1 é é ê Todo n(mero é div isor dele mesmo;
elemento neutro da multiplicaç� o e da dic
v is� o. Assim: 15/1 é 15; ” Obs: Utilizarec Precisamos ag ora encontrar os demais div isores:
mos / como sinal de div is� o) .
3 é div isor pois 15/3 é 5;

5 é div isor pois 15/5é 3;


2) Todo n(mero é div isív el por ele mesmo.

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Assim encontramos todos os div isores de 15 s� o um n(mero sem a necessidade de enconc


eles: trác los. Para isso observ e os n(meros pric
mos encontrados 2.3.7b dev emos peg ar
D” 1 5 ) é “ 1 ;3 ;5 ;1 5 } ; os expoentes de cada um delesb neste
caso como eles só apareceram uma v ez o
Vamos pensar ag ora quais s� o os div isores de
expoente é 1b acrescentamos 1 em cada
42?
um dos expoentes obtemos 2 em cada
S abemos que 1 e 42 s� o div isores; um ag ora basta multiplicác los 2.2.2é 8.
Assim 42 possui 8 div isores.
42/2 é 21; 42/3 é 14;
C rit ério s d e D iv is ib ilid a d e
42/6 é 7; 42/7 é 6;
D iv is ib ilid a d e p o r 2
42/14 é 3; 42/21 é 2;
Um n(mero natural é div isív el por 2 se este n(c
D” 4 2 ) é “ 1 ;2;3 ;6 ;7 ;1 4 ;21 ;4 2 } ; mero for parb ou sejab seu alg arismo da unic
dade for 0b 2b 4b 6 ou 8.
Mét o d o p rát ic o p a ra e n c o n t ra r o s
d iv is o re s d e u m n ( m e ro n a t u ra l E xemplos:
a) 24 é div isív el por 2 porque 24 é par;
b) 235 n� o é div isív el por 2 porque 235 é ímpar;
Para facilitar nossa v ida existe um método prác
tico para encontrar os div isores de um n(merob D iv is ib ilid a d e p o r 3
vamos explicar com o mesmo exemplo acima.
Um n(mero natural é div isív el por 3 se a soma
Quais os div isores de 42 é ê D ” 42) de seus alg arismos também for.

1) Decompomos o 42 em fatores primos. E xemplos:


a) 258 é div isív el por 3?
S omamos os alg arismos 2 + 5 + 8 é 15
15 é div isív el por 3 log o 258 também é.

b) 1250 é div isív el por 3?


S omamos os alg arismos 1+ 2 + 5 + 0 é 8
8 n� o é div isív el por 3 logo 1250 também n� o é.

D iv is ib ilid a d e p o r 4

Um n(mero natural é div isív el por 4 se este n(c


mero for par e o dobro de seu alg arismo da dec
zena somado com seu alg arismo da unidade for
div isív el por 4.
2) Para descobrir quais s� o os div isores trac
E xemplos:
çamos uma nova linha vertical e passac a) 3576 é div isív el por 4?
mos a multiplicar cada n(mero primo enc Multiplicando a dezena por 2 e somando a unidade obc
contrado pelos n(meros que forem surc temos 2.7+ 6é 20b sendo 20 div isív el por 4 ent� o 3576
g indo sempre iniciando por 1. também é.

b) 19421 é div isível por 4?


N� o é div isív el pois 19421 é ímpar.

c) 19434 é div isível por 4?


V ejamosb ao multiplicar a dezena por 2 e somando a
unidade temos 3.2+ 4é 10b uma v ez que 10 n� o é div ic
sív el por 4 ent� o 19434 também n� o é.

3) Outro recurso que este método nos perc


mite é descobrir quantos div isores possui

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D iv is ib ilid a d e p o r 5 D iv is ib ilid a d e p o r 8

Um n(mero natural é div isív el por 5 se seu alc Um n(mero natural é div isív el por 8 se este n(c
g arismo da unidade for 0 ou 5. mero for par e a soma do quádruplo do seu
alg arismo da centena com o dobro do seu alg ac
E xemplos: rismo da dezena com o seu alg arismo da unic
a) 480 é div isív el por 5? dade for div isív el por 8.
S imb pois termina em 0.

b) 6315 é div isív el por 5? E xemplos:


S imb pois termina com 5. a) 3592 é div isív el por 8?
4.5+ 2. 9+ 2é 40 como 40 é divisív el por 8 ent� o 3592
c) 71 é div isív el por 5? também é.
N� ob pois n� o termina nem com 0 nem com 5.
b) 721 é div isív el por 8?
N� ob pois 721 é ímpar.
D iv is ib ilid a d e p o r 6
c) 28406 é div isível por 8?
Um n(mero natural é div isív el por 6 se este n(c 4.4+ 2. 0+ 6é 22b como 22 n� o é div isív el por 8 ent� o
28406 também n� o é.
mero for simultaneamente div isív el por 2 e por
3. D iv is ib ilid a d e p o r 9

E xemplos: Um n(mero natural é div isív el por 9 se a soma


a) 2514 é div isív el por 6?
de seus alg arismos também for.
2514 é div isív el por 2 por ser par e por 3 uma v ez que
2+ 5+ 1+ 4é 12 e 12 é div isív el por 3b log o 2514 é div isíc
v el por 6. E xemplos:
a) 567 é div isív el por 9?
b) 743 é div isív el por 6? 5 + 6 + 7 é 18b já que 18 é div isív el por 9 ent� o 567
743 n� o é div isív el por 2 já que n� o é par log o n� o é também é.
div isív el por 6.
b) 2973 é div isív el por 9?
c) 128 é div isív el por 6? 2 + 9 + 7 + 3 é 21b como 21 n� o é div isív el por 9b enc
128 é div isív el por 2b pois é parb no entanto n� o é por t� o 2973 também n� o é.
3 uma v ez que 1+ 2+ 8é 11 e 11 n� o é div isível por 3b
log ob 128 n� o é div isív el por 6. D iv is ib ilid a d e p o r 1 0

D iv is ib ilid a d e p o r 7 Um n(mero natural é div isív el por 10 se seu alg arismo da


unidade for 0.
Um n(mero natural é div isív el por 7 se o móc
E xemplos:
dulo da diferença entre o dobro do alg arismo da a) 370 é div isív el por 10?
unidade e o n(mero formado após a exclus� o da S imb pois 370 termina em 0;
unidade for div isív el por 7. Após a aplicaç� o do
critériob caso seja necessáriob efetuac se nov ac b) 4381 é div isív el por 10?
N� ob pois 4381 n� o termina em 0.
mente o processob assim como é exibido no
exemplo.
N ( m e ro s P rim o s

E xemplos: Os n(meros primos s� o aqueles que posc


a) 532 é div isív el por 7? suem apenas dois div isores que seriam o 1 e
Peg amos o alg arismo da unidade 2 e multiplicamos por ele mesmo. O n(mero que possui mais de um
2b assim 2.2é 4;
O n(mero que restou foi 53 ag ora subtraímos 53 de 4b
div isor é chamado composto.
assim 53c 4é 49;
Como 49 é div isív el por 7 ent� o 532 também é.
I MPORT A NT ÍS S I MO
b) 3452 é div isív el por 7?
Fazendo o mesmo processo acima multiplicando o alc O ÚNICO NÚME RO PR IMO QUE É PAR É O 2.
g arismo da unidade 2.2é 4. Em seg uida subtraindo
345c 4é 341. Como 341 n� o um n(mero obv io se é ou
n� o div isív el por 7 podemos repetir o processo com o
n(mero 341b log o 2.1é 2 e 34c 2é 32. Como 32 n� o é
div isív el por 7 ent� o 3452 também n� o é.
Para encontrar os demais n(meros pric
mos devemos sempre verificar se há div isores

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além de 1 e dele mesmo. O n(mero 1 n� o é conc Mín im o M( lt ip lo C o m u m ” MMC )


siderado primo.
Observ e a seg uinte quest� o da Banca
N(meros primos menores que 100: V unesp:

E m uma padariab o p� o francê s sai a cada 3 horasb o p� o de


queijo a cada 4 horas e o p� o recheado a cada 6 horas. S e
à s 7h da manh� esses 3 tipos de p� es saíramb ent� ob eles
voltar� o a sair junto à s:

É possív el perceber na quest� o uma ideia


de repetiç� ob alg o se repete de alg uma forma e
exercícios deste tipo podemos resolv er utilizando
o MMC.

Para entender o MMC dev emos recordar


o conceito de M(ltiplob que s� o os n(meros obtic
dos a partir da multiplicaç� o deste n(mero pelos
D e c o m p o s iç� o e m fa t o r e s p rim o s :
n(meros naturais. Assimb os M(ltiplos de 3 s� o:
F a t o ra ç� o
M” 3) é “ 0 b 3b 6b 9b 12b 1 5 b 18b 21b 24b 27b 3 0 ...} ;
Todo n(mero composto pode ser escrito
como um produto de n(meros primos. E ste proc
E ntendido este conceito o MMC busca
duto é chamado de F O R MA F A T O R A D A e podec
alg o em C O MU M log o para existir tem que ser
mos obtê c lo atrav és de um processo chamado
feito com dois ou mais n(meros. V ejamos os
decomposiç� o em fatores primosb ou simplesc
M(ltiplos de 5:
menteb fatoraç� o.
M” 5) é “ 0 b 5b 10b 1 5 b 20b 25b 3 0 ...} ;
Para issob traçamos uma linha v ertical à
direita do n(mero e efetuamos sucessiv as d iv ic
Podemos a partir destes dois n(meros
s õ e s p o r n (m e ro s p rim o s q u e s e j a m d iv is o c
encontrar m(ltiplos em comumb observ ando a
re s do mesmo até que se obtenha
listag em podemos v er que o 15 e o 30 aparecem
o quociente 1.
nas duasb além de outros maioresb no entanto o
MMC busca o MÍN I MO b assim:
V amos observ ar como fica a fatoraç� o do
n(mero 30.
Como 30 é par div idimos ele por 2 obtendo 15. MMC ” 3b 5) é 15
15 é div isív el por 3 pois 1+ 5é 6 é ê 15/3é 5
5 é div isív el por 5 pois termina com 5 é ê 5/5é 1
I MPORT A NT ÍS S I MO
V isualmente fica:
O Z ER O É MÚLTIPLO DE TODO NÚME RO E POR
IS S O NÃO É CONS IDER ADO NO C Á LCULO DO
MMC.

Vamos retomar o problema acima da pac


Assim 30 é 2.3.5 ” Na forma fatorada) dariab onde p� o francê s sai a cada 3 horasb p� o
de queijo a cada 4 e p� o recheado a cada 6 . Uma
V amos v er mais alg uns exemplos:
vez percebida a ideia de repetiç� o vamos identic
Fatoraç� o de 180 ficar os m(ltiplos destes n(meros.

M” 3) é “ 0b 3b 6b 9b 1 2 b 15. ..} ;
M” 4) é “ 0b 4b 8b 1 2 b 15...} ;
M” 6) é “ 0b b 6b 1 2 b 18...} ;

E xcluindo o 0 podemos perceber que o


menor n(mero que aparece em comum entre os
trê s n(meros é 12. Log ob MMC ” 3b 4b 6) é 12. No

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exercício proposto os trê s p� es teriam saído as


7 horas e o problema questionam quando sair� o
juntos nov amenteb concluímos ent� o que sair� o
após 12 horasb log o as 1 9 h o r a s .

Para facilitar o cálculo do MMC vamos exc


plicar um método práticob embora existam diverc
sos métodos para se obter o resultado optei dic
ante de nosso objetiv o trabalhar apenas o méc
todo mais prático o da F A T O R A T Ã O S I MU L T xc
NE A . Máx im o D iv is o r C o m u m ” MD C )

Neste método fatoramos os n(meros que


desejamos saber o MMC simultaneamente e pasc Vamos iniciar nosso estudo do MDC com
samos a div idir pelos n(meros primos. Vejamos uma situaç� o que podemos encontrar em conc
o MMC ” 3b 4b 6) por este método. cursos:

Um comerciante possui em seu estoque 4 rolos de tecidos


com estampas que já n� o mais atendem à preferê ncia dos
clientesb mas para n� o ficar no prejuízob decidiu c o rt a r os
tecidos de todos os rolos em pedaços menores de m e s m a
m e d ida e ofertác los com um g eneroso desconto no metro
de 70% . S abendo que as medidas dos tecidos contidos nos
4 rolos s� ob respectiv amenteb 12mb 20mb 32m e 48mb qual
será a m e t ra g e m m áx im a de cada corteb de forma que
n� o sobre nenhum tecido nos rolos?

É possív el perceber na quest� o alg umas


ideias como a de div is� o em maior tamanho
Observações: ig ualb perceba as palav ras em neg rito. E ste tipo
de quest� o podemos resolv er utilizando o MDC.
V S empre devemos iniciar do menor n(mero primo
em diante. Para entender o MDC retomemos a ideia
V Caso um dos n(meros n� o seja div isível pelo n(c
de div isores v ista acima. Lembrando que div isoc
mero primo devemos repetic lob como ocorreu com
res de um n(mero s� o todos aqueles que div ic
o 3 na primeira linha.
V O MMC sempre termina quando encontramos 1 no
dem o n(mero n� o deixando resto. Assimb os Dic
final. v isores de 12 s� o:
V O MMC é o produto dos n(meros primos.
D” 12) é “ 1 b 2 b 3b 4 b 6b 12} ;

E ntendido este conceito o MDC busca


Vamos v er mais alg uns exemplos: alg o em C O MU M log o para existir tem que ser
feito com dois ou mais n(meros. V ejamos os Dic
MMC ” 3b 5b 7) v isores de 20:

Observ e que os fatores D” 20) é “ 1 b 2 b 4 b 5b 10b 20} ;


primos coincidem com
os n(meros que querec Podemos a partir destes dois n(meros
encontrar div isores em comumb observ ando a
mos calcular o MMCb
listag em podemos v er que o 1b 2 e 4 aparecem
log o para obter o MMC nas duasb no entanto o MDC busca o MÁ ) I MO b
se todos os n(meros assim: MDC ” 12b 20) é 4
forem primosb basta
MU L T I P L I C Á c L O S I MPORT A NT ÍS S I MO

Qual é o MMC entre 12b 15 e 20? O UM É DIV IS OR DE TODO NÚME R O E POR IS S O


NÃO É CONS IDER ADO NO CÁ LCULO DO MDC.

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Fazendo a fatoraç� o simultâ nea temos...


Vamos retomar o problema acimab o coc
merciante possui 4 rolos e as medidas dos rolos
s� o: 12b 20b 32 e 48. Uma v ez percebida a ideia
de div idir alg o em partes ig uais do maior tamac
nho possível vamos identificar os div isores desc
tes n(meros.

D” 12) é “ 1 b 2 b 3b 4 b 6b 12} ;
D” 20) é “ 1 b 2 b 4 b 5b 10b 20} ;
D” 32) é “ 1 b 2 b 4 b 8b 16b 32} ;
D” 48) é “ 1 b 2 b 3b 4 b 6b 8b 12b 16b 24b 48} ;

E xcluindo o 1 podemos perceber que o MDC ” 30b 75b 135) é 15


maior n(mero que aparece em comum como dic
v isor entre os quatro n(meros é 4. Log ob MDC Caso ao realizar a fatoraç� o n� o enconc
” 12b 20b 32b 48) é 4. No exercício proposto a mec trarmos n(meros primos para div idir o MDC será
trag em procurada é de 4 m e t ro s . 1 e os n(meros analisados s� o primos entre si.

Para facilitar o cálculo do MDMC vamos


E x e rc íc io s R e s o lv id o s
explicar um método práticob embora existam dic
versos métodos para se obter o resultado optei 1) Na rodov iária de certa cidadeb o 9nibus que
diante de nosso objetiv o trabalhar apenas o méc v ai para S � o Paulo sai a cada 24 minutos e o que
todo mais prático o da F A T O R A T Ã O S I MU L T xc v ai para o R io de J aneiro sai a cada 45 minutos.
NE A . S abendo que à s 15 horas os horários de partida
desses 9nibus coincidiramb a próxima coincidê nc
Observ aç� o: E nquanto no MMC o n(mero primo cia de horário de partida ocorrerá à s:
encontrado dev e div idir um dos n(merosb no
a) 21: 00 horas.
MDC o n(mero primo dev e div idir T O D O S os n(c
b) 21: 30 horas.
meros. c) 22: 00 horas.
d) 22: 30 horas
E m nosso problema proposto dev emos
achar o MDC de 12b 20b 32b 48. R esoluç� o: A primeira observ aç� o que dev emos
fazer é a ideia de repetiç� o que o problema
trásb lembrando que se a ideia é de R E P E T I c
T Ã O o caminho é MMC . Fazendo o MMC de 24
e 45 temos:

Observ e que n� o há n(mero que div isor


de 3b 5b 8 e 12 ao mesmo tempo log o encerramos
o MDC neste momento e multiplicamos os fatoc
res encontrados. Após efetuar o cálculo do MMC obtemos
360 minutos e dev emos analisar a resposta corc
V ejamos outro exemplo: Qual o MDC de reta. 360 minutos é ig ual a 6 horas. S abendo que
30b 75 e 135?

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saíram juntos as 15: 00 após 6 horas sair� o junc


tos nov amente as 21: 00 Horas.
A lt e rn a t iv a A .

2) Trê s faixas retang ularesb todas com 25 centíc


metros de larg urab tê m comprimentos Ab B e C
metros. Necessitac se recortar essas faixas em
faixas retang ulares menoresb todas com 25 cenc
tímetros de larg ura e maior comprimento possíc
v elb sem desperdício. S abendoc se que a soma
dos comprimentos Ab B e C é 6 metrosb a soma
dos comprimentos A e B é 3b 6 metros e que o O MDC deu 40 cm log o as faixas ser� o cortadas
comprimento C excede o comprimento A em 80 neste tamanhob resultando em 6 pedaços da
centímetrosb o n(mero total de faixas retang ulac Faixa Ab 4 pedaços da Faixa B e 5 pedaços da
res menores e o perímetro de cada uma delasb Faixa C resultando em 1 5 p e d a ço s . Cada faixa
em metrosb dev er� o serb respectiv amenteb possui 40 cm de comprimento e 25 cm de larc
g ura o perímetro ent� o é ig ual a 40+ 40+ 25+ 25
A) 15 e 1b 1. é 130 cm que conv ertido em metro é ig ual a 1 b 3
B) 15 e 1b 3. m e t ro s .
C) 15 e 1b 5.
D) 17 e 1b3. A LT E R NA T I V A B
E) 17 e 1b5.
3) ” V unesp 2019) Para uma ativ idade de orienc
O E xercício nos remete ao MDC uma
R esoluç� o: taç� o e prev enç� o em determinado
v ez que aparece alg uns termos como: maiorb bairrob n funcionários da S ecretaria de S a(de de
sem desperdíciob recortar. Ocorre que neste proc certo município dev er� o ser div ididos em g ruposb
blema em específico há um fator prejudicanteb o de modo que cada g rupo tenha o mesmo n(mero
fato de n� o fornecer diretamente o tamanho das de funcionários. Constatouc se que cada g rupo
faixas deixando informações para obtê c los. V ac poderá ter 6b ou 10b ou 12 funcionáriosb e queb
mos ent� o raciocinar. em qualquer uma das trê s composiçõesb n� o resc
tará nenhum funcionário fora de um g rupo. Nesc
 As trê s faixas juntas medem 6 metrosb e sas condiçõesb o menor v alor possív el para n é:
as faixas A e B juntas medem 3b 6b log o a
faixa C é ig ual a 6c 3b 6é 2b 4. F a ix a a) 40.
Cé 2 b4 . b) 46.
 A faixa C excede A em 80 cm ent� o a c) 50.
faixa A é ig ual 2b 4c 0b 8é 1b 6. F a ix a d) 52.
A é 1 b6 . e) 60.
 A faixa B ent� o é ig ual a 6c 2b 4c 1b 6é 2.
F a ix a B é 2 .
E ste exercício é relativ amente fácil e
R esoluç� o:
podemos resolv ê c lo por uma técnica muito utilic
Ag ora que sabemos o tamanho das faixas dec
zada em concurso que é tentativ a e erro. O n(c
v emos fazer o MDC ” 2b 4; 1b 6; 2) ;
mero que procuramos tem que ser m(ltiplo de
6b 10 e 12. Das alternativ as só temos o 60 como
Para facilitar o trabalho v amos conv erter as
opç� o. O termo “menor possív el” nos lev a a penc
medidas de metros para centímetro.
sar no MMC. MMC ” 6b 10b 12) é 60.
2b 4 m é 240 cm
A LT E R NA T I V A E
1b 6 m é 160 cm
2 m é 200 cm

MDC ” 240b 160 b 200)

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CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O QUE S T Õ E S D E CONCUR S OS

1. Decomponha cada n(mero dado em fatores 1) ” FCC – Analista de Gest� o – 2018) Um nov o
primos: filme será lançado em 3 cinemas de uma cidade
a) 12é do oeste paulista. Dev ido à popularidade munc
b) 18é dial do filmeb os 3 cinemas ir� o exibir sessões
c) 24é continuamente pelos próximos diasb inclusiv e de
d) 32é madrug ada e de manh� b assim como nos dominc
e) 40é g os e feriados.
f) 45é
g ) 48é O lançamento ocorre simultaneamente nos 3 cic
h) 49é nemasb à s 23h de um sábado. A partir daí as
i) 54é próximas exibições seg uem o seg uinte padr� o:
j) 56é 6 Cinema A: a partir do instante de lançac
mentob uma nov a sess� o a cada 4 horas;
2. Determine: 6 Cinema B: a partir do instante de lançac
a) D” 25) é mentob uma nov a sess� o a cada 5 horas;
b) D” 28) é 6 Cinema C: a partir do instante de lançac
c) D” 30) é mentob uma nov a sess� o a cada 12 horas.
d) D” 32) é
e) D” 35) é Dessa formab podec se concluir que a primeira
f) D” 36) é v ez em que os trê s cinemas ir� o iniciar uma
g ) D” 40) é sess� o simultaneamenteb sem contar o lançac
h) D” 44) é mentob se dará à s:
i) D” 45) é
j) D” 48) é a) 23h de uma seg undac feira.
b) 23h de uma terçac feira.
3. Calcule: c) 11h de uma terçac feira.
a) mmc” 3b 4b 6) é d) 16h de um doming o.
b) mmc” 2b 4b 8) é e) 11h de uma quartac feira.
c) mmc” 3b 6b 9) é
d) mmc” 4b 8b 10) é 2) ” FCC – S uperv isor do Metr9 – 2010) S uponha
e) mmc” 6b 12b 15) é queb a partir de outubro de 2009b como parte de
f) mmc” 6b 15b 18) é um projeto culturalb diariamente à s 18 horasb
g ) mmc” 8b 12b 20) é numa E staç� o do Metr9 é apresentado um
h) mmc” 9b 15b 27) é ev ento denominado E ncontros Musicais da V elha
i) mmc” 12b 16b 24) é Guarda e desde ent� ob sistematicamenteb dois
j) mmc” 12b 15b 21) é amig os costumam assistic lo: J ov ianob a cada 15
diasb e J uv enalb a cada 12 dias. S e em
4. Calcule: 22/12/2009b ambos se encontraram em tal
a) mdc” 16b 18b 20) é ev entob a próxima data em que eles lá estiv eram
b) mdc” 15b 20b 30) é juntos foi
c) mdc” 14b 21b 28) é
d) mdc” 14b 28b 35) é a) 22/02/2010.
e) mdc” 24b 30b 32) é b) 20/02/2010.
f) mdc” 35b 45b 50) é c) 12/02/2010.
g ) mdc” 50b 60b 80) é d) 22/01/2010.
h) mdc” 56b 64b 72) é e) 20/01/2010.
i) mdc” 56b 66b 76) é
j) mdc” 100b 108b 120) é 3) ” FCC – Analista J udiciário – 2013) R afael posc
sui uma coleç� o de 48 C Ds e 31 DV Dsb parte dos
quais ele destinará para doaç� o. Da coleç� o ele
ficará com 20 CDs e 10 DV Dsb destinando o resto
para doaç� o. A doaç� o será feita em caixas conc
tendo sempre ao menos 1 C D e 1 DV Db n� o
sendo necessário que o n(mero de CD s de uma

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caixa seja ig ual ao de DV Ds que ela contenha.


Além dissob todas as caixas para doaç� o dev em 7) ” FCC – Analista Técnico – 2018) Lucas é g ec
conterb entre sib o mesmo n(mero de CD s e de rente do setor de compras de uma empresa. E le
DV Ds. Nas condições descritasb o maior n(mero usualmente recebe a v isita de quatro represenc
possív el de caixas para doaç� o será ig ual a tantes de v endas de diferentes fornecedores: Alc
bertob Brunob Carlos e Daniel. Alberto v isita Luc
a) 9. b) 7. c) 3. d) 6. e) 11. cas semana simb semana n� o; Bruno o v isita a
cada 3 semanas; Carlosb a cada 4 semanas; eb
4) ” FCC – Analista T écnico – 2018) O n(mero A finalmenteb Danielb a cada 5 semanas. E m 2016b
é o menor inteiro positiv o div isív elb simultaneac na primeira semana do mê s julhob Lucas recebeu
menteb por 12b 14 e 21. J á o n(mero B é o maior os quatro representantes de v enda. S upondo
inteiro positiv o div isorb simultaneamenteb de que cada mê s tenha 4 semanas e que a rotina
105b 135 e 180. Nessas condiçõesb o v alor da de v isitas permaneça continuamente reg ularb o
express� o ” A/B) 4 é ig ual a próximo encontro dos quatro representantes
acontecerá nov amente no:
a) 33b 64.
b) 29b 16. a) primeiro semestre de 2018.
c) 24b 01. b) seg undo semestre de 2016.
d) 31b 36. c) primeiro semestre de 2017.
e) 26b 01. d) seg undo semestre de 2017.
e) seg undo semestre de 2018.
5) ” FCC – Analista T écnico – 2018) Na linha 1 de
um sistema de Metr9b os trens partem de 2b 4 em 8) ” FCC – Oficial de manutenç� o – 2014) No sec
2b 4 minutos. Na linha 2 desse mesmo sistemab tor de arquiv os de um escritóriob existem 2.240
os trens partem de 1b 8 em 1b 8 minutos. S e dois pastas arquiv adas. R etirandoc se certo n(mero
trens partemb simultaneamente das linhas 1 e 2 de pastasb as que sobram podem ser perfeitac
à s 13 horasb o próximo horário desse dia em que mente div ididas entre 7 departamentos do escric
partir� o dois trens simultaneamente dessas tóriob ou entre 6 setores do escritóriob o que é
duas linhas será à s 13 horasb uma situaç� o desejada. Nas condições dadasb o
menor n(mero de pastas que dev em ser retirac
a) 10 minutos e 48 seg undos. das para que se atinja a situaç� o desejada é
b) 7 minutos e 12 seg undos. ig ual a
c) 6 minutos e 30 seg undos.
d) 7 minutos e 20 seg undos. a) 31.
e) 6 minutos e 48 seg undos. b) 17.
c) 23.
6) ” FCC – Técnico J udiciário – 2015) Uma emc d) 14.
presa é composta por quatro setores distintosb e) 9.
que tê mb respectiv amenteb 300 b 180b 120 e 112
funcionários. Todos esses funcionários participac 9) ” FCC – Analista T écnico – 2013) Alg uns func
r� o de um treinamento e receberam as seg uinc cionários da D efensoria P(blica de S � o Paulo
tes orientações para a preparaç� o: participaram de um seminário sobre Ações na
Á rea Cív elb pelo qual pag aram o total de R $
6 Dev em ser formados g rupos com a mesma 715b 00b no ato de suas inscrições. S e ) reais era
quantidade de funcionários em cada um. o v alor unitário da inscriç� o e ) é um n(mero
6 Cada g rupo dev e incluir apenas funcionários inteiro compreendido entre 40 e 60 b quantos
de um mesmo setor. funcionários da D efensoria participaram de tal
6 Os g ruposb respeitando as condições anterioc seminário?
resb dev em ser os maiores possív eis.
a) 11.
Desse modob a quantidade total de g rupos forc b) 13.
mados para o treinamento será c) 37.
a) 178. d) 55.
b) 75. e) 59.
c) 114.
d) 32. 10) ” FCC – E scriturário – 2010) S uponha que 6 0
e) 253. funcionários do Banco do Brasil c 60% dos quais

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lotados em certa Ag ê ncia de Florianópolis eb os 6 Cada pacote dev e ter um (nico tipo de bolec
demaisb em determinada Ag ê ncia de Chapecó c tim.
ser� o div ididos em g ruposb a fim de participar de
um curso sobre Desenv olv imento Pessoal. Conc Nessas condiçõesb o menor n(mero de pacotes
siderando que todos os g rupos dev er� o conter a que ele poderá obter é
mesma quantidade de funcionários e que todos
os funcionários de cada g rupo dev er� o pertencer a) 12. b) 16. c) 18. d) 24. e) 32.
à mesma Ag ê nciab ent� o a menor quantidade de
g rupos que poder� o ser formados é um n(mero 14) ” FCC – Técnico J udiciário – 2003) Um auxic
liar de enfermag em pretende usar a menor
a) menor que 4. quantidade possív el de g av etas para acomodar
b) primo. 120 frascos de um tipo de medicamentob 15 0
c) div isív el por 3. frascos de outro tipo e 225 frascos de um terc
d) par. ceiro tipo. S e ele colocar a mesma quantidade
e) maior que 8. de frascos em todas as g av etasb e medicamentos
de um (nico tipo em cada uma delasb quantas
11) ” FCC – Técnico J udiciário – 2010) S istematic g av etas dev erá usar?
camenteb dois funcionários de uma empresa
cumprem horasc extras: umb a cada 15 diasb e o a) 33. b) 48. c) 75 . d) 99. e) 165.
outrob a cada 12 diasb inclusiv e aos sábadosb doc
ming os ou feriados. S e em 15 de outubro de 15) ” FCC – Analista judiciário – 2010) Quatro
2010 ambos cumpriram horasc extrasb uma outra faculdades de Direito participam de um conv ê c
prov áv el coincidê ncia de horários das suas horas nio E mpresac E scola para estág ios de seus aluc
extras ocorrerá em nos em g randes escritórios de adv ocacia. E m
certo diab as quatro env iaram alunos a um esc
a) 9 de dezembro de 20 10. critóriob candidatandoc se a uma v ag a. Lá chec
b) 15 de dezembro de 2010. g andob eles foram div ididos em g ruposb de
c) 14 de janeiro de 2011. forma que:
d) 12 de fev ereiro de 2011.
e) 12 de março de 2011 . 6 Cada g rupo tinha alunos de uma (nica faculc
dade;
12) ” FCC – Analista de Planejamento – Prefeitura 6 Todos os g rupos tinham a mesma quantic
– R ecife c 2019) S ejam 3 cidades ” ) b Y e Z ) loc dade de alunos;
calizadas em uma determinada reg i� o. A cada 6 A quantidade de alunos em cada g rupo era a
25 minutos sai um 9nibus de ) para Y e a cada maior possív el;
15 minutos sai um 9nibus de ) para Z . S abec se 6 O n(mero de alunos env iados pelas faculdac
que à s 8 horas e 30 minutos saiu um 9nibus de des foi 12b 18b 24 e 36.
) para Y e um 9nibus de ) para Z . O primeiro
horário após o meioc dia em que v ai sair um 9nic S e para cada g rupo foi elaborada uma prov a
bus de ) para Y e um 9nibus de ) para Z será à s distintab ent� o
a) cada g rupo tinha exatamente 4 alunos.
a) 12 horas e 30 minutos. b) foi aplicado um total de 15 prov as.
b) 13 horas. c) foi aplicado um total de 16 prov as.
c) 12 horas e 45 minutos. d) foram formados exatamente 12 g rupos.
d) 12 horas e 15 minutos. e) para alunos de uma das faculdades foi aplic
e) 13 horas e 15 minutos. cado um total de 8 prov as.

13) ” FCC – T écnico J udiciário – 2004) Dispõec se CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O


de dois lotes de boletins informativ os distintos: R E S P OS T A S
umb com 336 unidadesb e outrob com 432 unic
dades. Um técnico judiciário foi incumbido de 1.
empacotar todos os boletins dos lotesb obedec a) 12é 2 2. 3
cendo as seg uintes instruções: b) 18é 2 . 32
c) 24é 2 3. 3
6 Todos os pacotes dev em conter a mesma d) 32é 25
quantidade de boletins; e) 40é 2 3. 5

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f) 45é 3 2 . 5
g ) 48é 2 4 . 3
h) 49é 7 2
i) 54é 2. 3 3
j) 56é 2 3 . 7

2.
a) D” 25) é “ 1b 5b 25}
b) D” 28) é “ 1b 2b 4b 7b 14b 28}
c) D” 30) é “ 1b 2b 3b 5b 6b 10b 15b 30}
d) D” 32) é “ 1b 2b 4b 8b 16b 32}
e) D” 35) é “ 1b 5b 7b 35}
f) D” 36) é “ 1b 2b 3b 4b 6b 9b 12b 18b 36}
g ) D” 40) é “ 1b 2b 4b 5b 8b 10b 20b 40}
h) D” 44) é “ 1b 2b 4b 11b 22b 44}
i) D” 45) é “ 1b 3b 5b 9b 15b 45}
j) D” 48) é “ 1b 2b 3b 4b 6b 8b 12b 16b 24b 48}

3.
a) 12
b) 8
c) 18
d) 40
e) 60
f) 90
g ) 120
h) 135
i) 48
j) 420

4.
a) 2
b) 5
c) 7
d) 7
e) 2
f) 5
g ) 10
h) 8
i) 2
j) 4

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Dentre as propriedades destaco a E L E c


ME N T O N E U T R O . O elemento neutro da adiç� o
é o 0. Por esta propriedade somando um n(mero
a 0 o resultado é o n(mero somado.
A ULA 2
Outra propriedade que convém comentar
C ON J U N T O S N U MÉ R I C O S é a C O MU T A T I V A . E sta propriedade afirma
” P R OP R I E D A D E S E OP E R A T Õ E S ) que: “A O R D E M D A S P A R C E L A S N Ã O A L T E R A
A S O MA ”. Assimb por ela podemos dizer que
Nesta aula vamos tratar das operações 84+ 17 tem o mesmo resultado de 17+ 84.
aritméticas dentro de cada um dos conjuntos nuc
S u b t r a ç� o e m N :
méricosb bem como abordar alg umas propriedac
des relevantes.

N ( m e ro s N a t u ra is ” N )
Os n(meros naturais s� o representados
pela letra N e s� o formados por todos os n(mec
ros inteiros positivos.

Né “ 0b 1b 2b 3b 4b 5b 6b 7b 8b 9...}

Quando a representaç� o de um conjunto v em


acompanhado de um asteriscob isso indica a exc Na subtraç� o dev emos ter a mesma prec
clus� o do 0 do conjunto. ocupaç� o que na adiç� ob colocando unidade em
cima da unidade e assim por diante. S ua operac
N*é “ 1b 2b 3b 4b 5b 6b 7b 8b 9b 10...} ç� o inversa é a Adiç� o.

Vamos tratar das seg uintes operações Na subtraç� o as propriedades citadas


dentro dos conjuntos numéricos destacando para adiç� o n� o s� o v álidas.
suas particularidadesb em cada operaç� o seus
termos recebem nomes específicos o que é de
suma importâ ncia saber para aqueles que est� o
Mu lt ip lic a ç� o e m N :
se preparando para concursos.

A d iç� o e m N :

A multiplicaç� o surg iu a partir da soma de


parcelas ig uais. Possui E L E ME N T O N E U T R O 1 b
uma vez que todo n(mero multiplicado por 1 tem
Para efetuar a adiç� o em N temos sempre
por resultado ele mesmo. Também respeita a
que se atentar em colocar unidade em cima de
propriedade C O MU T A T I V A b uma vez que “A ORc
unidadeb dezena em cima de dezena e assim resc
DE M DOS FATOR E S NÃ O ALTE R A O PR ODUTO”. A
pectivamente. A operaç� o inversa da Adiç� o é a
operaç� o inv ersa é a Div is� o.
S ubtraç� o.
Para a Multiplicaç� o ainda é importante

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destacar a propriedade D I S T R I B U T I V A b onde: A operaç� o inv ersa da Potenciaç� o é a Radic


“O PR ODUTO DE UM NÚMER O POR UMA S OMA É ciaç� o.
IGUAL A S OMA DO PR ODUTO D ES T E NÚME R O
POR CADA UMA DAS PAR CE LAS ”b assim: 2.” 3+ 5 ) P R OP R I E D A D E S D A P OT E NCI A T Ã O
é 2.3 + 2.5
I – P ro d u t o d e P o t ê n c ia d a m e s m a b a s e .
D iv is � o e m N :
Ao multiplicarmos base ig uais – Repetimos a
Base e somamos os expoentes.

a n .a m é a n + m

E xemplo: 2 3 .2 4 é 2 7

I I – Q u o c i e n t e d e P o t ê n c ia d a m e s m a
base.

Ao div idirmos base ig uais – R epetimos a Base e


subtraímos os expoentes.

a n: a m é a ncm
Tem como operaç� o inv ersa a multiplicac
ç� ob n� o respeita as propriedades E L E ME N T O E xemplo: 2 5 : 2 3 é 2 2
N E U T R O e C O MU T A T I V A . No entanto a propric
edade D I S T R I B U T I V A é v álida. I I I – P o t ê n c ia d e P o t ê n c ia .

Quando encontramos uma potê ncia elevada a


I MPORT A NT ÍS S I MO outra potê ncia – R epetimos a base e multiplicac
mos os expoentes.
NÃO E) IS TE DIV IS ÃO POR 0

” a n ) m é a n .m

E xemplo: ” 2 5 ) 3 é 2 15

P o t e n c ia ç� o e m N : I V – P o t ê n c ia d e u m p ro d u t o .

Quando encontramos a multiplicaç� o de base


diferentes e expoentes ig uais. Multiplicamos a
base e repetimos o expoente.

a m .b m é ” a .b ) m
A potenciaç� o surg iu a partir da multiplic E xemplo: 2 5 .3 5 é 6 5
caç� o de fatores ig uais. Para realizar a operaç� o
dev emos multiplicar a base por ela mesma. O V – P o t ê n c ia d e u m q u o c ie n t e .
expoente indica quantas v ezes a base aparecerá
na operaç� ob log o 2 2 é 2. 2é 4. Quando encontramos a div is� o de base diferenc
tes e expoentes ig uais. Div idimos a base e rec
Para a potencias alg umas reg ras s� o imporc petimos o expoente.
tantes:
am:bmé ” a:b) m
 Todo n(mero elevado a 0 é ig ual a 1;
 Todo n(mero elevado a 1 é ig ual a ele E xemplo: 12 4 : 2 4 é 6 4
mesmo;

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R a d ic ia ç� o e m N : E xemplos:

I I – E q u iv a lê n c ia d e R a d ic a is

A raiz n� o sofre alteraç� o se multiplicarc


mos ou div idirmos o índice do radical e o expoc
A Radiciaç� o é a operaç� o inversa da Poc ente do radicando por um mesmo valor.
tenciaç� o. Para realizar a operaç� o dev emos fac
torar o radicandob retirando do radical todos os
valores ig uais ao índiceb veremos exemplos mais
a frente. E xemplos:

Para a radiciaç� o alg umas reg ras s� o imporc


tantes:

 Quando o índice n� o aparece ele é ig ual I I I – P ro d u t o d e R a d ic a is


a 2;
 A raiz de 1 é sempre 1; O produto de radicais de mesmo índice é
ig ual ao produto de radicandos.
Qual é a Raiz Quadrada de 64?

Fatorando temos:
E xemplos:

I V – Q u o c ie n t e d e R a d ic a is

O quociente de radicais de mesmo índice é ig ual


ao quociente dos radicandos.

E xemplos:

A operaç� o inv ersa da Potenciaç� o é a Radic


ciaç� o.
V – R a iz d e R a d ic a is
P R OP R I E D A D E S D A R A D I CI A T Ã O
Quando temos a raiz da raiz de um n(mero poc
I – Ín d ic e e e x p o e n t e s ig u a is demos multiplicar os índices repetindo o radic
cando.
S e o radical possuir índice ig ual ao expoc
ente do radicandob a raiz será
ig ual à base do radicando.

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E xemplos: N ( m e ro s I n t e iro s ” Z )

Conjunto formado pela expans� o do conc


junto dos n(meros naturaisb compreendendo
V I – P o t ê n c ia d e R a iz também as quantidades inteiras neg ativ asb criac
das para representar perdas ou faltas. R epresenc
Quando temos uma raiz elevada a um expoenteb tado pelo símbolo )b que v em do alem� o Z ahlenb
este expoente multiplica o expoente do radic cujo sig nificado é n(mero.
cando

Podemos destacar v ários subconjuntos de )b


s� o eles:
E xemplos:
I n t e iro s n � o n u lo s

Todo radical pode ser esc


OBS E R V A T Ã O: I n t e iro s n � o n e g a t iv o s
crito na forma de potê ncia com expoente
fracionário
I n t e iro s n � o p o s it iv o s

I n t e iro s n e g a t iv o s
E xemplo:

I n t e iro s p o s it iv o s
A observaç� o acima também considerada
uma propriedade é muito importante e pode soc
lucionar problemas do tipo:
O O P O S T O ou S I MÉ T R I C O de um n(c
mero inteiro é o v alor queb somado ao n(mero
dadob resulta em zero. De maneira práticab para
encontrar o oposto de um n(mero inteiro n� o
nulob
inv ertemos o seu sinal.

E xemplos:
a. O oposto de + 9 é c 9;
b. O oposto de c 15 é + 15;

O MÓD U L O o u V A L O R A B S O L U T O de
um n(mero é a distâ nciab em unidadesb deste
n(mero em relaç� o ao zero. Também de mac
neira prática podemos dizer que aquilo que está
dentro do módulo sempre terá seu resultado poc
sitiv o.

E xemplo:
a. O v alor absoluto de 12 é 12b ou sejab É12É é
12;

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b. O v alor absoluto de 0 é 0b ou sejab É0É é 0;


c. O v alor absoluto de c 8 é 8b ou sejab É 8É é 8;

Retomemos ag ora as operaçõesb ag ora no


campo dos n(meros inteiros:

A d iç� o e S u b t r a ç� o :

Para somar ou subtrais n(meros inteiros


vamos respeitar duas reg rinhas ao observar os
sinais dos n(meros.

 S e os sinais forem I G U A I S você dev e


S O MA R os n(meros e R E P E T I R o sinal.

E xemplos:

+ 5+ 3 é + 8

c 7c 4 é c 11

 S e os sinais forem D I F E R E N T E S v ocê


dev e S U B T R A I R o n(mero maior do mec
nor e I N S E R I R o sinal do n(mero maior. Mu lt ip lic a ç� o e D iv is � o :

E xemplos: Para multiplicar ou div idir com inteiros


basta realizar a operaç� o de multiplicaç� o ou dic
c 7+ 3 é c 4
v is� o e após isso decidir o sinal seg uinte a sec
+ 6c 8 é c 2 g uinte reg ra:

O B S E R V A T Ã O : Para facilitar o cálculo pense o


sinal positiv o como alg o que T E M/ G A N H A e o
neg ativo como alg o que D E V E / P E R D E . S e dev o
7 e tenho 3 ent� o devo 4. ” c 7+ 3é c 4) .

Observ e a tabela a seg uir que pode nos


auxiliar neste entendimento.

E xemplos:

a. ” + 15) .” c 4) é c 60
b. ” c 20) .” c 12) é + 240
c. ” + 36) .” + 4) + 144
d. ” c 482) .” + 3) é c 1446
e. ” + 25) .” c 5) é c 125
f. ” c 292) : ” c 4) é + 73
g . ” + 400) : ” c 25) é c 16
h. ” + 1331) : ” c 121) é c 11
i. ” c 90) : ” c 18) é + 5
j. ” + 37) : ” c 37) é c 1

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P o t e n c ia ç� o : N ( m e ro s R a c io n a is ” Q)
No estudo da potenciaç� o em Z b v amos
Um n(mero racional é todo o n(mero que
nos restring ir ao estudo da base neg ativ ab uma
pode ser representado por uma raz� o ” ou frac
v ez que o expoente neg ativ o nos remete ao conc
ç� o) entre dois n(meros inteiros. O conjunto dos
junto dos R acionais ” Q) ainda n� o estudado.
n(meros racionaisb representado por Q de quoc
ciente sua definiç� o se dá por:
Com a base neg ativ a encontramos duas
situações:

B a s e n e g a t iv a e x p o e n t e p a r: Neste caso o rec


sultado será sempre P O S I T I V O b isso ocorre por
causa do jog o de sinais. Observ e: Há duas formas de se escrev er um n(mero rac
cional:
” c 3) 2 é c 3.” c 3) é 9
” c 2) 4 é c 2.” c 2) .” c 2) .” c 2) é 16 Forma fracionária:

B a s e n e g a t iv a e x p o e n t e ím p a r: Neste caso o
resultado será sempre N E G A T I V O b isso ocorre
também por causa do jog o de sinais. Observ e:

” c 3) 3 é c 3.” c 3) .” c 3) é c 27
” c 2) 5 é c 2.” c 2) .” c 2) .” c 2) .” c 2) é c 32

A T E NT Ã O
Forma decimal:
” c 2 ) 2 É D I F E R E NT E D E c 2 2
CA S O O S I NA L NE GA T I V O E S T E J A F OR A DO
P A R E NT E S E S E L E NÃ O P A R T I CI P A D A OP E c
R A T Ã Ob L OGO:

” c2) 2 é 4

E Antes de v erificarmos como conv erter


uma forma em outra é importante saber o conc
c22 é c4 ceito de F R A T Ã O E Q U I V A L E N T E .

S e a base for P O S I T I V A o resultado será F ra çõ e s E q u iv a le n t e s : S � o frações que posc


positiv o independente do expoente. suem o mesmo valor. Para encontrar uma fraç� o
equivalente basta multiplicar ou div idir o numec
rador e o denominador da fraç� o pelo mesmo
R a d ic ia ç� o : n(mero.

A radiciaç� o como já foi comentado é E xemplos:


operaç� o inv ersa da potê nciab v imos que quando
temos base neg ativa expoente par o resultado é
sempre positiv ob log o N Ã O E ) I S T E raiz de n(c
mero neg ativ os dentro dos I N T E I R O S caso o ínc
dice seja P A R .

No entanto se o índice for ÍMP A R ent� o


existirá.
Para simplificar uma fraç� o basta realizar
3
é c 2 por que c 2 é c 8

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o processo inv erso div idindo o numerador e o dec D e N ( m e ro Mis t o p a ra F ra ç� o I m p róp ria :
nominador pelo mesmo n(mero até ficar no
Para conv erter o n(mero misto em fraç� ob rec
modo I R R E D U T ÍV E L .
petimos o denominador e para encontrar o numerador
multiplicamos o denominador pela parte inteira e soc
Vamos ag ora aprender como efetuar as
mamos com o numerador.
transformações da forma:

D a f o rm a f ra c io n ária p a ra a f o rm a d e c im a l:

Basta div idir o numerador pelo denominador

E xemplos:

DE CIMAL FINITO

DÍZ IMA PE R IÓDICA S IMPLE S


D a f o rm a d e c im a l p a ra a fo rm a f ra c io n ária :

S e o n(mero for um decimal finito como 0b 8b


o numerador será o n(mero v isto sem a v írg ula no
DÍZ IMA PE R IÓDICA C OMPOS TA caso 8b e o denominador v ai depender de quantas cac
sas decimais o n(mero temb neste caso possui uma
D a f o rm a f ra c io n ária p a ra a N ( m e ro Mis t o : ent� o o denominador será 10.

O N(mero Misto é formado por uma parte inc


teira e uma fraç� o própria. Toda fraç� o imprópria
pode ser conv ertido em n(mero mistob para isso dec 0b 8 é
v emos realizar a div is� o do numerador pelo denomic
nadorb deixando resto. Div idindo ambos por 2 temos:

Observ e os exemplos: :
é ” FORMA S IMPLIFICAD A)
:

E xemplos:

S e o n(mero tiver uma casa decimal o denomic


nador será 10b se duas será 100 e assim sucesc
sivamente.

A conv ers� o das dízimas periódicas sec


g uem a seg uinte reg ra:

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Dízima S imples:

2b 3333....

 O numerador será a parte inteira até o


n(mero que se repete ” neste caso 23)
menos a parte inteira ” neste caso 2) . Enc
t� o o numerador será 23c 2é 21
Vamos ag ora trabalhar as operações com
 Para determinar o denominador v emos
os racionais primeiramente no modo de fraç� o.
quantos n(meros se repetem ” neste caso
só um) e acrescentamos 9 de acordo com
O p e ra çõ e s c o m F ra çõ e s
a quantidade de n(meros que se repetem
” neste caso um 9) . A d iç� o e S u b t r a ç� o :

simplificando por 3 fica No caso destas operações temos dois cac


sos:
E xemplos:
 Denominadores Ig uais: Repetimos o dec
nominador e realizamos a operaç� o com
os numeradores.

E xemplos:

Dízima Composta:

1b 27777....

 O numerador será a parte inteira até o


n(mero que se repete ” neste caso 127)  Denominadores Diferentes: Dev emos
menos a parte inteira até a que n� o se achar frações equivalentes com denomic
repete ” neste caso 12) . E nt� o o numerac nadores ig uaisb utilizaremos para isso o
dor será 127c 12é 115 . MMC.
 Para determinar o denominador v emos
Vamos realizar a seg uinte operaç� o:
quantos n(meros se repetem ” neste caso
só um) e acrescentamos 9 de acordo com
a quantidade de n(meros que se repetem
” neste caso um 9) . Vemos também quanc
tos n� o se repetem após a v írg ula e 1� Método: MMC
acrescentamos 0 de acordo com a quanc
tidade de n(meros que n� o se repetem  E ncontre o MMC ” 8b 6)
após a v írg ula ” neste caso um) .

simplificando por 5 fica

E xemplos:

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 Reescreva as frações com o nov o denoc Multiplicamos a fraç� o pelo n(mero natural e obc
minador. temos:

 O numerador é encontrado div idindo o


novo denominador pelo anterior e multic
plicando pelo numerador. I MPORT A NT ÍS S I MO

A E ) PR E S S ÃO CALCULAR ALGO D E ALGO NORc


MALME NTE NOS R E ME TE A MULTIPLICAT ÃO.

Outro exemplo:
D iv is � o :

Para div idir frações dev emos MU L T I P L I c


C A R . É isso mesmob devemos multiplicar a pric
meira fraç� o pelo I N V E R S O da outra.

I n v e rs o d e u m a f r a ç� o : Basta inv erter o nuc


merador pelo denominadorb assim o inv erso:

Mu lt ip lic a ç� o :

Para efetuar a multiplicaç� o com frações Vamos observar exemplos de como efec
dev emos multiplicar numerador por numerador tuar a div is� o:
e denominador por denominadorb caso estejam
envolv idos n(meros neg ativos n� o dev emos esc I)
quecer as reg ras de sinais.

O resultado sempre que possível dev e ser


simplificado.

Vamos observar alg umas situações:

a)

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II)

Temos também outro modo de realizar a


div is� o que é efetuar a “MU L T I P L I C A T Ã O E M
)”

E xemplo:

Para realizar a potê nciab basta elevar o


numerador e o denominador.

O p e ra çõ e s c o m D e c im a is

S implificando: A d iç� o e S u b t r a ç� o :

Quando pensamos em decimais a forma de reac


lizar as operações de adiç� o e subtraç� o se asc
semelha à dos outros conjuntos já v istosb dev ec
mosb no entanto se atentar S E MP R E em manter
as v irg ulas uma abaixo da outra e caso sobrem
espaços vazios devemos completar com 0.
IMPORTANTE S ALIENTAR QUE :

P o t e n c ia ç� o :

Dentro da Potenciaç� o nos resta analisar


o que ocorre quando o expoente é neg ativob
neste caso:

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Mu lt ip lic a ç� o : E xemplos:

Quando multiplicamos n(meros decimaisb


prov isoriamente desconsideramos a v írg ula dos
fatores e efetuamos o cálculo. No finalb recoloc
camos as v írg ulas nos fatores e contamos quanc
tas casas decimais existem neles.

E ssa quantidade total de casas decimais é coloc


cada no produto.

Dica: O cálculo da multiplicaç� o ocupará menos


linhas colocando o n(mero que possui uma
quantidade menor de alg arismos embaixo.

R a d ic ia ç� o :

D iv is � o : Para efetuar radiciaç� o de decimaisb


transformamos o decimal em fraç� o eb em sec
Quando div idimos dois n(meros decimaisb efec g uidab calculamos o radical.
tuamos os seg uintes procedimentos:
 Ig ualamos a quantidade de casas decic
mais do div idendo e do div isor;
 E liminamos as v írg ulas;
 E fetuamos a div is� o atrav és do alg oc
ritmo.

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CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O 5c Calcule as Potê ncias

1c E limine os parê nteses eb em seg uidab calcule


as seg uintes somas env olv endo n(meros inteic
ros:

a) ” + 1) + ” + 2) é
b) ” 1 2) + ” 1 3) é
c) ” + 2) + ” + 7) é
d) ” 1 7) + ” 1 3) é
e) ” + 9) + ” + 6) é
f) ” + 10) + ” + 7) é
g) ” + 15) + ” + 7) é
h) ” 1 16) + ” 1 9) é
i) ” 1 7) + ” 1 6) é
j) ” + 12) + ” + 15) é

2c E limine os parê nteses eb em seg uidab calcule 6c S implifique as Frações


as seg uintes diferenças:

a) ” + 2) 1 ” + 5) é
b) ” 1 1) 1 ” 1 4) é
c) ” + 9) 1 ” + 4) é
d) ” 1 5) 1 ” 1 3) é
e) ” + 6) 1 ” 1 4) é
f) ” 1 1) 1 ” + 4) é
g) ” + 1) 1 ” + 3) é
h) ” 1 4) 1 ” + 7) é
i) ” + 5) 1 ” + 2) é
j) ” 1 5) 1 ” + 8) é

3c Calcule os produtos a seg uir:

a) ” + 5) . ” + 4) é
b) ” 1 8) . ” 1 6) é 7c Calcule as adições e subtrações:
c) ” + 9) . ” 1 7) é
d) ” 1 8) . ” + 4) é
e) ” + 9) . ” + 6) é
f) ” 1 4) . ” 1 8) é
g) ” + 9) . ” 1 10) é
h) ” 1 15) . ” + 3) é
i) ” + 8) . ” 1 7) é
j) ” 1 6) . ” 1 10) é

4c Calcule os quocientes a seg uir:


a) ” + 10) ∶” + 5) é
b) ” 1 8) ∶” 1 4) é
c) ” + 15) ∶” 1 5) é
d) ” 1 12) ∶” + 3) é
e) ” 1 20) ∶” + 4) é
f) ” + 12) ∶” + 6) é
g ) ” 1 15) ∶” 1 3) é
h) ” + 18) ∶” 1 3) é
i) ” + 10) ∶” 1 2) é
j) ” + 40) ∶” 1 4) é

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8c Calcule as multiplicações e div isões: CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O


R E S P OS T A S

9 c E fetue as adições e subtrações abaixo:

a) 4b 879 + 13b 14 é
b) 0b 875 + 2b 59 é
c) 7b 37 + 25b 8 é
d) 36b 09 + 1b 716 é
e) 28 + 5b 15 + 3b 7 é
f) 45b 2 1 7b 874 é
g ) 3b 426 1 0b 98 é
h) 215 1 8b 6 é
i) 7b 3 1 85b 49 é

10c Calcule os produtos e os quocientes a sec


g uir:

a) ” 1 2b 8) . ” 1 3b 7) é
b) ” 1 1b 5) . ” + 0b 36) . ” + 2b 7) é
c) ” + 1b 2) . ” + 6) . ” + 0b 65) é 7c
d) ” 1 0b 8) . ” 1 0b 45) . ” 1 0b 5) . é
e) ” 1 5) . ” + 2b 24) é
f) ” 1 9b 25) ∶” 1 3b 7) é
g ) ” + 0b 822) ∶” + 0 b 6) é
h) ” + 2) ∶” 1 0b 5) é
i) ” 1 2b 1) ∶” 1 2 b 8) . é
j) ” + 7b 31) ∶” 1 1b 7) é

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8 – QUE S T Õ E S D E CONCUR S OS

” IFc S P – Auxiliar de Biblioteca – 2012) C om


base nos n(meros inteirosb a que propriedades
se referemb respectiv amenteb as afirmações
abaixo:

I. a + ” b + c) é ” a + b) + c
II. a + ” c a) é 0
III. b .1 é b
IV . a .” b + c) é ” a . b) + ” a . c)
V. a . b é b . a

a) I – Associativ a da adiç� o; II – E lemento neuc


tro da multiplicaç� o; III – E lemento neutro da
adiç� o; IV – Distributiv a; V – Comutativ a da
adiç� o.
b) I – C omutativ a da adiç� o; II – E lemento
neutro da adiç� o; III – E lemento neutro da
9 c multiplicaç� o; IV – Distributiv a; V – Associac
a) 18b 019 tiv a.
b) 3b 465 c) I – Associativ a da adiç� o; II – E lemento neuc
c) 33b 17 tro da multiplicaç� o; III – E lemento neutro da
d) 37b 806 multiplicaç� o; IV – Associativ a da multiplicac
e) 36b 85 ç� o; V – Distributiv a.
f) 37b 326 d) I – Associativ a da adiç� o; II – E lemento neuc
g ) 2b 446 tro da adiç� o; III – E lemento neutro da multic
h) 206b 4 plicaç� o; IV – Distributiv a; V – C omutativ a da
i) c 78b 19 multiplicaç� o.
e) I – Associativ a da multiplicaç� o; II – E lec
10c mento neutro da adiç� o; III – E lemento neutro
a) 10b 36 da multiplicaç� o; IV – Distributiv a; V – Associac
b) c 1b 458 tiv a da multiplicaç� o.
c) 4b 68
d) c 0b 18 2) ” IBFC – Auxiliar de Perícia – 2017) . S abec se
e) c 11b 2 que x e y s� o n(meros inteiros. Nessas condic
f) 2b 5 ções e considerando as operações elementaresb
g ) 1b 37 a (nica alternativ a incorreta é:
h) c 4
i) 0b 75 a) O produto entre x e y pode resultar num n(c
j) c 4b 3 mero neg ativ o;
b) S e x é maior que y b ent� o a div is� o entre
elesb nessa ordemb pode resultar num n(mero
neg ativ o;
c) O resultado sempre é neg ativ o quando se
multiplicam x e y b sendo x maior que zero e y
neg ativ o.
d) S endo x menor que y b a subtraç� o entre
elesb nessa ordemb resulta num n(mero menor
que zero.
e) S e x e y forem neg ativ os e y maior que xb
ent� o a
soma entre eles resulta num n(mero positiv o.

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3) ” IBFC – Auxiliar de Perícia – 2017) No dia anc


terior ao pag amento do seu saláriob a conta corc
rente de Teodoro apresentav a o saldo neg ativ o 7) ” FCC – Analista de Gest� o c S istemas – 2018)
de R $ 2.800b 00. C om o salário creditado em sua E m certo momento da v idab uma pessoa g anhou
contab o saldo passou a ser positiv o e ficou em um prê mio na loteria e decidiu doar uma parte
R $ 450b 00. Assinale a alternativ a que indica o do prê mio para cada um de seus filhosb de idades
salário que Teodoro recebeu. ig uais a 15 anosb 30 anos e 35 anos. O critério
adotado foi doarb para cada filhob uma fraç� o do
a) R $ 3.250b 00; prê mio ig ual ao inv erso de sua idadeb ou sejab
b) R $ 3.350b 00; doar 1/15 do prê mio para o filho de 15 anosb
c) R$ 2.350b 00; 1/30 para o de 30 e 1/35 para o de 35. Assimb
d) R$ 2.950b 00;
após as trê s doaçõesb supondo que nenhuma ouc
e) R$ 1.900b 00;
tra parte do prê mio tenha sido utilizadab a pesc
4) ” MS CONCUR S OS – Ag ente de S eg urança soa ainda mantev e uma fraç� o do prê mio ig ual
Penitenciária – 2017c Adaptada) Dentre as alc a
ternativ asb qual faz a afirmaç� o v erdadeira?
a) 9/70.
a) A subtraç� o de dois inteiros sempre resultará b) 28/70.
em um n(mero inteiro. c) 61/70.
b) A subtraç� o de dois n(meros naturais semc d) 181/210.
pre resultará em um n(mero natural. e) 1/80.
c) A div is� o entre dois n(meros naturais semc
pre resultará em um n(mero natural. 8) ” FCC – Assistente Administrativ o – 2019) A
d) A div is� o entre dois n(meros inteiros sempre rodov ia que lig a a cidade A à cidade B possui
resultará em um n(mero inteiro. duas saídas: uma para a cidade C e mais a frente
e) Nenhuma das anteriores. uma para a cidade D. A saída para a cidade C
está situada a 1/5 de toda rodov ia medido a parc
5) ” E xatusc PR – Fiscal de tributos – 2010 c Adapc tir do ponto de partida na cidade A. V iajando
tada) c D etermine dois n(meros inteiros neg atic mais 27 km pela rodov ia em sentido da cidade
v os que sejam consecutiv os e cuja soma dos Bb encontramos a seg unda saída que é a que v ai
quadrados seja 365. para a cidade D. O trecho da seg unda saída até
o final da rodov ia corresponde a 13/20 de toda
a) c 11 e c 12 a rodov ia. Log o a fraç� o que corresponde ao trec
b) c 13 e c 14 cho entre a primeira e a seg unda saída e o perc
c) c 15 e c 16 curso total da rodov iab em quil9metrosb é:
d) c 17 e c 18
e) Nenhuma das alternativ as anteriores a) 7/20 e 180.
b) 3/20 e 200.
6) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) A nota de c) 14/25 e 99.
uma prov a v aria de 0 a 10 e é proporcional ao d) 3/20 e 180.
n(mero de acertos obtidos em suas 30 questõesb e) 14/25 e 200.
as quais admitem apenas duas possibilidades:
acerto ou erro. Anab Bruno e Carol repararam 9) ” FCC – Analista Técnico – 2018) E m um paísb
que tiraram notas expressas por n(meros inteic todos os postos de g asolina s� o de uma dentre
ros e queb somando as notas de Ana e Brunob trê s bandeiras: K b L ou M. S abec se que 5/11 dos
postos s� o da bandeira K e que o n(mero de
era obtida a nota de Carol. S e Carol acertou mec
postos da bandeira L é o triplo do n(mero de
tade da prov ab ent� o o n(mero de questões que postos da bandeira M. E m relaç� o ao total de
Ana acertou pode ser postosb aqueles que s� o da bandeira L represenc
tam

a) 5. a) 3/11.
b) 9. b) 3/22.
c) 1. c) 9/22.
d) 18. d) 4/33.
e) 10. e) 8/33

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10) ” FCC – Técnico Leg islativ o – 2018) Um fotóc a) 0b 5 kg .


g rafo comprou 84 pacotes de folhas de papel foc b) 0b 4 kg .
tog ráfico. Desse totalb 3/4 dos pacotes eram de c) 0b 3 kg .
papel brilhanteb 1/6 de papel com textura couro d) 0b 2 kg .
e o restante de papel com textura linho. Cada e) 0b 1 kg .
pacote de papel brilhante custou R $ 5b 00b cada
pacote de papel com textura couro custou R $ 13) ” FCC – Técnico J udiciário – 2018) J osué
12b 50 e o v alor total da compra foi de R $ sempre fez um lev antamento de g astosb do mê s
1.211b 00. O custo de cada pacote de papel com anteriorb em quatro categ orias: moradiab alic
textura linhob em reaisb foi de mentaç� ob transporte e educaç� o. S empre em
referê ncia ao total das entradas do mê s anteriorb
a) 11b 50. os g astos foram: 3 /10 para moradiab 1/9 para
b) 13b 00. alimentaç� ob 1/6 para transporteb x para educac
c) 12b 50. ç� o. Os g astos com educaç� o corresponderam a
d) 12b 00. 3/19 do que hav ia sobrado após os g astos nas
e) 13b 50. outras trê s categ orias. Desse modob é correto
afirmar que a fraç� o do total das entradas do
11) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) Nair e Mac mê s anterior que sobrou para J osué após os g asc
riana receberamb no totalb 198 processos para tos nessas quatro categ orias foi
arquiv ar. Desse totalb a maior parte foi entreg ue
para Mariana. Depois da entreg ab Mariana disse a) 13/45.
corretamente à Nair: “1 S e eu lhe der um quarto b) 8/45.
dos processos que me deram para arquiv arb v ocê c) 16/45.
ficará com metade dos processos que v � o sobrar d) 4/45.
para eu arquiv ar”. Nair respondeu para Mariana: e) 20/45.
“1 E nt� o eu proponho que v ocê me dê um
quarto dos processos que deram a v ocê para arc 14) ” FCC – Técnico em Gest� o – 2014) Dentre
quiv ar”. Mariana aceita a proposta de Nairb o que os 696 participantes de um cong resso de saneac
implica dizer que Nair terá que arquiv ar x proc mento básico 8 deles s� o eng enheiros. S abec se
cessos a mais do que teria que arquiv ar com a que 1/6 desses eng enheiros também s� o químic
distribuiç� o orig inal de processos entre elas. cos. D o g rupo de todos os participantes 1/12 n� o
Nas condições descritasb x é ig ual a s� o nem eng enheiros nem químicos. Os demais
participantes do cong resso s� o todos químicos.
a) 44. O n(mero total de químicos que participam
b) 64. desse cong resso é ig ual a
c) 66.
d) 32. a) 522.
e) 72. b) 435.
c) 116.
12) ” FCC – T écnico em Gest� o – 2018) S uponha d) 203.
que uma pessoa precise comprar 3/7 de um saco e) 174.
de farinha de 10 kg . Para fazer issob ela calcula
o v alor decimal da fraç� o 3/7 e o arredondab 15) ” MS Concursos – Oficial Administrativ o –
multiplicandoc o por 10b para determinar a 2018) Um menino g anhou sua mesada de
massab em kg b que dev erá ser comprada. S e a R $120b 00b g uardou 1/6 na poupançab do resc
pessoa arredondar o v alor decimal de 3/7 na pric tante usou 2/5 para comprar fig urinhas e g astou
meira casa decimalb ela comprará menos farinha o que sobrou numa excurs� o da escola. Quanto
do que se fizer o arredondamento na seg unda g astou nessa excurs� o?
casa decimal ” a pessoa adotou a seg uinte reg ra
de arredondamento: ao arredondar em uma dec a) 32
terminada casab ela observ a o alg arismo imedic b) 40
atamente à direita. S e ele for 5 ou maisb ela arc c) 52
redonda para cima; se for 4 ou menosb para d) 60
baixo) . Portantob a quantidade de farinha que ela e) 68
comprará a maisb se arredondar na seg unda
casa decimalb é de

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16) ” FE PE S E – E scriv � o de Polícia Civ il c 2017) 19) ” V UNE S P – Professor I c 2018) Anita fez uma
Uma empresa alug a containers para g uarda de prov a de matemáticab cuja duraç� o máxima dec
bens. S e o custo de alug ar 1/4 de um container terminada era de duas horas. S abec se que na
é R $ 1.400b 00 mensaisb quanto custa alug ar 4/5 primeira horab ela resolv eu 3/ 5 do n(mero total
deste container? de questões da prov ab e que na seg unda horab
ela resolv eu 3/ 5 das questões restantes. S e
a) Mais do que R $ 4550b00. para Anita restaram 4 questões n� o resolv idasb
b) Mais do que R$ 4500b 00 e menos que R$ 4550b 00.
ent� o o n(mero total de questões que ela resolc
c) Mais do que R$ 4450b 00 e menos que R$ 4500b 00.
d) Mais do que R$ 4400b 00 e menos que R$ 4450b 00. v eu na primeira hora de prov a foi ig ual a
e) Menos que R $ 4400b00.
a) 10
17) ” V UNE S P – T écnico Leg islativ o c 2018) Trê s b) 12
quartos do total de uma v erba foi utilizada para c) 15
o pag amento de um serv iço Ab e um quinto do d) 18
que n� o foi utilizado para o pag amento desse e) 20
serv iço foi utilizado para o pag amento de um
serv iço B. S eb da v erba totalb após somente esc 20) ” V UNE S P – Oficial de Atendimento e Admic
ses pag amentosb sobraram apenas R $ 200b 00b nistraç� oc 2018) Uma empresa comprou um lote
ent� o é v erdade que o v alor utilizado para o serc de env elopes e destinou 3/8 deles ao setor A.
v iço Ab quando comparado ao v alor utilizado Dos env elopes restantesb 4/5 foram destinados
para o serv iço Bb corresponde a um n(mero de ao setor Bb e ainda restaram 75 env elopes. O
v ezes ig ual a n(mero total de env elopes do lote era

a) 13 a) 760
b) 14 b) 720
c) 15 c) 700
d) 16 d) 640
e) 17 e) 600

18) ” FCC – Analista de Gest� o c S istemas – 21) ” FCC – Técnico J udiciário – Á rea Administrac
2018) E m certo momento da v idab uma pessoa tiv a c 2018) E xatamente 1/4 das v ag as de uma
g anhou um prê mio na loteria e decidiu doar uma faculdade s� o destinadas aos cursos de humac
parte do prê mio para cada um de seus filhosb de nasb e exatamente 1/8 das v ag as destinadas aos
idades ig uais a 15 anosb 30 anos e 35 anos. O cursos de humanas s� o do período noturno. S ac
critério adotado foi doarb para cada filhob uma bendoc se que o total de v ag as dessa faculdade é
fraç� o do prê mio ig ual ao inv erso de sua idadeb um n(mero inteiro positiv o entre 420 e 470b enc
ou sejab doar 1/15 do prê mio para o filho de 15 t� o o n(mero de v ag as dessa faculdade destinac
anosb 1/30 para o de 30 e 1/35 para o de 35. das aos cursos de humanas é ig ual
Assimb após as trê s doaçõesb supondo que nec
nhuma outra parte do prê mio tenha sido utilic a) 108
zadab a pessoa ainda mantev e uma fraç� o do b) 124
prê mio ig ual a c) 112
d) 120
a) e) 104

22) ” V UNE S P – Analista de Gest� o Municipal c


b) Contabilidade c 2018) S aí de casa com determic
nada quantia no bolso. Gasteib na farmáciab 2/ 5
c) da quantia que tinha. E m seg uidab encontrei um
compadre que me pag ou uma dív ida antig a que
correspondia exatamente à terça parte do que
d) eu tinha no bolso. Continuei meu caminho e g asc
tei a metade do que tinha em alimentos que doei
para uma casa de apoio a necessitados. Depois
e) dissob restav amc me 420 reais. O v alor que o
compadre me pag ou éb em reaisb ig ual a

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a) 105 a) 180
b) 210 b) 196
c) 315 c) 218
d) 420 d) 226
e) 525 e) 244

23) ” V UNE S P – Oficial de Atendimento e Admic 26) ” IBFC – Auxiliar de Perícia c 2017) Uma dec
nistraç� o c 2018) Para a realizaç� o de um plenác terminada empresa v endeu 7500 produtos no
riob foram disponibilizadas para a plateia 96 cac primeiro semestre de 2016b sendo que a tabela
deiras dispostas em fileirasb de modo que o n(c a seg uir indica a representaç� o decimal percenc
mero de cadeiras de uma fileira corresponde a tual em relaç� o ao totalb mê s a mê s
2/ 3 do n(mero de fileiras. O n(mero de cadeiras
de uma fileira é

a) 14
b) 12
c) 10
d) 8
e) 6

24) ” V UNE S P – Diretor Contábil Leg islativ o c


2018) Inicialmenteb cada um dos quatro amig os
participantes de um jantar dev eria pag ar a
quarta parte do v alor total da conta. E ntretantob
um deles p9de pag ar somente a metade da frac Com base nesses dadosb o n(mero total de proc
ç� o que lhe caberia inicialmente eb desse modob dutos v endidos nos meses de maio e junho foi
os outros trê s assumiram a diferençab div idida de
em partes ig uais. Nessas condiçõesb cada um a) 1125.
dos trê s amig os que assumiram a maior contric b) 1275.
buiç� o pag ou uma quantia que correspondeb c) 2350.
do v alor total da contab a d) 3190.
e) 3375.

27) ” FCC – Ag ente de S aneamento Ambiental c


2018) Uma padaria exibe a seg uinte tabela de
preços:

J osé comprab nessa padariab 7 p� es francesesb


500 g ramas de presuntob 500 g ramas de queijo
tipo prato e 3 litros de leite integ ral. Para pag arb
usa uma nota de R $ 50b 00. Como trocob J osé
25) ” CS c UFG – Técnico de T ecnolog ia de Inforc dev e receber
maç� o – 2018) Um feirante v ende pamonhas na
feira e tem um custo inicial de R $ 250b 00b além a) R$ 37b 05
de um custo médio para produzir cada pamonha b) R$ 25b 15
de R $ 3b 20. E m um dia de feirab o seu custo total c) R$ 12b 95
foi de R $ 973 b 20. Nessas condiçõesb nesse diab d) R$ 14b 10
ele produziu quantas pamonhas? e) R$ 19b 35

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28) ” CS c UFG – Técnico de T ecnolog ia de Inforc 31) ” IBFC – Técnico em Análises Clínicas – 2016
maç� o–2018) Um g aroto foi ao cinema no shopc c Adaptada) O salário de Marcos é R $ 2574b 00
ping com seu coleg ab lev ando uma certa quantia ” Dois milb quinhentos e setenta e quatro reais) .
em dinheiro. E le g astou R $ 18b 50 com o ing resso Desse v alorb ele g astou 1/8 com v estimenta; 2/5
do cinema e R $ 22b 50 com um lanche. Após terc do salário com alug uel e 5/11 do salário com
minar o filmeb enquanto passeav a no shopping b mercado. Nessas condiçõesb o v alor que ainda
interessouc se por um boné personalizado que lhe restou do salário foi:
custav a R $ 61b 00 eb para comprác lob seu amig o
lhe emprestou R $ 36b 00. De acordo com esses a) R$ 52b 65
dadosb o v alor que o g aroto lev ou para o shopc b) R$ 67b 35
ping foi de c) R$ 110b 45
d) R$ 168b 25
a) R$ 66b 00 e) R$ 252b 55
b) R$ 72b 00
c) R$ 82b 00 32) ” COPE S E – UFPI – Ag ente comunitário de sac
d) R$ 86b 00 (de – 2016) S eis amig os saem para jantar e ao
fim do prog rama cada um contribui com R $ 7b 50.
29) ” FCC – Analista processual c 2017) S abendo Contudob eles percebem que a soma dos v alores
que o n(mero decimal F é 0b 8666...b que o n(c que eles deram é somente 3/4 do v alor total do
mero decimal G é 0b 7111... e que o n(mero dec jantar. O v alor a mais que cada um deles dev e
cimal H é 0b 4222...b ent� ob o triplo da soma desc pag ar a fim de ter o v alor total do jantar é:
ses trê s n(meros decimaisb Fb G e Hb é ig ual a
a) R$ 1b 50
a) 6b 111... b) R$ 2b 00
b) 6 c) R$ 2b 50
c) 5b 98 d) R$ 3b 00
d) 5b 888... e) R$ 3b 50
e) 3
33) ” AOCP – T écnico profissionalizante A c 2016)
30) ” Instituto de S eleç� o – Assistente Administrativ oc O dono de uma loja de camisas recebe 2/7 de
2017) Certo diab Ant9nio estav a efetuando alg uns cálc lucro sobre cada camisa que é v endida por R $
culos para contabilizar a média de projetos executac 46b 20. Para que esse dono de loja receba um luc
dos semanalmente por cada serv idor de sua repartic cro de R $ 330b 00b quantas dessas camisas ele
ç� ob utilizando para a tarefa uma calculadora comum.
precisaria v ender?
E m determinado momentob ao realizar div isões entre
certos n(merosb Ant9nio se deparou com duas dízimas
periódicas em seus cálculos. Nomeou a primeira como a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35
“A” e a seg unda como “B”b onde:
A é 0b 4444 … B é 0b 8888 … 34) ” FCC – Analista J udiciário c 2010) S implific
Necessitando realizar a soma das dízimas A e B para cando a express� o abaixo obtémc se
prosseg uir em seus cálculosb Ant9nio decidiu transc
formác las em fraçõesb pois assim poderia efetuar a
soma com mais facilidade e também obter um resulc
tado mais ex ato para seus cálculos. Qual das frações
a) 1b 2
abaixo representa o resultado correto para a soma enc
tre A e B?
b) 1b 25
c) 1b 5
d) 1b 75
e) 1b 8

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A escala 1: 75 indica que para cada centíc


A ULA 3
metro no desenho teremos 75 centímetros na
medida real.
R A Z Ã Ob P R OP OR T Ã O E R E GR A D E
T R yS Uma dica importante ao resolv er exercíc
cios de escala é observar:
Para entendermos o conceito de raz� o e
 S e queremos conv erter do desenho para
proporç� o precisamos entender o conceito de
a medida real dev emos MU L T I P L I C A R .
G R A N D E Z A b que pode ser definido como tudo o
 S e queremos converter da medida real
que conseg uimos medir ou contar.
para a medida do desenho dev emos D I V I D I R .
RAZÃO
No exercício proposto é dado a altura real
R A Z à O por sua v ez é a relaç� o entre 13b 5 mb log o dev emos div idir o valor pela escala.
duas g randezasb que pode ser da mesma natuc Como nossas respostas est� o em centímetros
reza ou de natureza diferente. podemos conv erter a medida para centímetro.

1 3 b5 m é 1 3 5 0 cm

Vamos ag ora div idir 1350 por 75

Temos ent� o como resposta 18 cm


A LT E R NA T I V A B
R A Z Õ E S NOT Á V E I S
D e n s id a d e D e m o g r a f ic a :
Alg umas razões g anharam destaque pelo seu
usob veremos alg umas destas:

E s c a la :

E xemplo:

” FUMARC – Professor – 2018 – Adaptada) Densidade democ


g ráfica é a medida expressa pela raz� o entre a populaç� o e
E xemplo: a superfície de um territóriob em km4. A tabela a seg uir mosc
tra a populaç� o e a área dos estados da reg i� o S udeste e do
Distrito Federalb seg undo estimativ as do IBGE para 2017.
” V unesp – Técnico J udiciário c 2006) Na maquete
de uma praça p(blica construída na escala 1: 75b
o edifício da prefeiturab de 13b 5 m de alturab está
representado com uma altura de

a) 16 cm. Dentre essesb qual o estado que possui m a io r densidade


b) 18 cm. demog ráfica?
c) 20 cm. a) S P.
d) 22 cm. b) RJ .
e) 24 cm. c) MG.
d) ES .
e) DF.

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Para resolv er este exercício precisamos D e n s id a d e d e u m c o rp o


mais uma v ez fazer a conv ers� o de medidasb
uma v ez que a escala é dada em K m 2 no entanto
a tabela dá a área em m 2
V amos ent� o conv erter cada uma das áreas:

DFc5 779 997 000 m4 é 5 779b 997 km4


E xemplos:
ESc46 086 907 000 m4 é 46 086b 907 km4
MG c 5 8 6 5 2 0 7 3 2 0 0 0 m 4 é 5 8 6 5 2 0 b 7 3 2 k m 4
” FUNDEP – Motorista c 2014) Densidade é uma medida muito
R J c43 781 588 000 m4 é 43 781b 588 km4 utilizada na ind(stria alimentícia e é dada pela raz� o entre a
SP c 248 219 627 000 m4 é 248 219b 627 km4 massa e o volume. O leite tem densidade de 1b 3 g ramas/mic
lilitrob dessa forma 2 litros de leite pesam:
Ag ora dev emos div idir os habitantes de cada
E stado por sua área a) 0b 77kg .
b) 1b3kg .
c) 2b6kg .
d) 3b3kg .

V ocê dev e ter percebido que os problec


mas relacionados a raz� o normalmente env olv e
a conv ers� o de medida.

I MPORT A NT ÍS S I MO

NA MATEMÁ TICA NÃO DE V E MOS TR ABALHAR


COM UNIDADES DIFER E NTES .

No caso em tela é dado a densidade em


g ramas/mililitros e foi dado o v olume do leite
em litro.

2 L é 2000 ml

Observ ando a densidade podemos conc


cluir que para temos 1b 3 g ramas para cada mic
lilitro.

Multiplicando 1b 3 por 20 00 temos ent� o:

1b 3.2000 é 2600 g

Nov amente temos uma situaç� o de conc


v ers� o de medida já que a resposta está em
Quilog rama ” K g ) .

2600 g é 2b 6 K g

A LT E R NA T I V A C
A lt e rn a t iv a E .
V e lo c id a d e Méd ia

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” V unesp – Assistente Administrativ o c 2017) O tempo de P R OP OR T Ã O


uma v iag em foi de 2 horas e 20 minutosb com o v eículo trac
feg ando a uma v elocidade média de 72 km/h. Na voltab o
mesmo trajeto foi percorrido em 3 horas e 30 minutos. A P ro p o rç� o : S e caracteriza pela ig ualdade entre
diferença entre a v elocidade média do veículo na ida e a razões.
v elocidade média do v eículo na volta é ig ual a

a) 24 k m/h.
b) 32 k m/h.
c) 36 km/h.
d) 48 k m/h.
e) 54 km/h. Lê c se: a está para b b assim como c está para
d.
Para resolv er este problema voltamos a nos deparar
com a conv ers� o de medida ag ora de tempo. S abemos que
Podemos escrev er a raz� o acima como:
se a velocidade é 72 K m/h ent� o s� o 72 K m em 1 hora. O
tempo utilizado na primeira v iag em foram de 2 horas e 20 a : b é c : d
minutosb convertendo em horas 2 horas mais 1/3 de hora.
Onde:
a e d s� o os e x t re m o s ;
b e c s� o os m e io s ;

P R O P R I E D A D E F U N D A ME N T A L : O P R O D U T O
D O S E ) T R E MO S É I G U A L A O P R O D U T O D O S
ME I O S .

Alg umas propriedades podem nos auxic


liar na resoluç� o de alg uns problemas.
Ag ora já sabemos a distâ ncia e dev emos
descobrir a nov a v elocidade. Conv ertemos ag ora 1ª Propriedade:
os minutos em hora.

V amos aplicác la em um exemplo:


E realizamos a raz� o:
” V unesp – C ontador c 2 017) E m uma escola de
dançab há 3 homens para cada 2 mulheresb num
total de 210 alunos. No mê s de marçob o n(mero
de homens aumentou em ) b o n(mero de muc
lheres diminuiu também em ) b e a raz� o entre
os n(meros de homens e mulheres matriculados
passou a ser ig ual a 2b o que permite concluir
que ) é ig ual a

a) 9.
b) 10.
c) 12.
d) 14.
O exercício exig e a diferença entre as v ec
locidades assim 72c 48 é 24 K m/h. e) 15.

A LT E R NA T I V A A

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No exercício proposto temos duas inforc condiçõesb é correto afirmar queb nessa tomada
mações importantes: de preçosb o maior preço encontrado foi

 A raz� o entre homens e mulheres é de 3 a) R$ 182b 00.


para 2; b) R$ 188b 00.
 S oma de homens e mulheres é 210 . c) R$ 192b 00.
d) R$ 200b 00.
e) R$ 204b 00.

V amos considerar que o maior preço


chamaremos de x e o menor preço de y b ent� o:

Aplicando a propriedade fundamental tec


mos que:

5M é 210.2
5M é 420
M é 420/5
M é 84

Com 84 mulheres temos 126 homens.


Com estas informações dev emos ag ora somar
um certo v alor ao n(mero de homens e o mesmo
v alor subtrair do n(mero de mulheres. 3ª Propriedade:

4ª Propriedade:

E xemplos relacionados a estas propriedac


des ser� o abordados mais a frente.

2ª Propriedade: N ( m e ro s D ire t a m e n t e P ro p o rc io n a is

Duas sucessões numéricas s� o diretac


mente proporcionais quando existe uma corresc
pondê ncia biunív oca entre seus elementos onde
as razões entre eles s� ob respectiv amenteb
ig uais a uma constante de proporcionalidade.
” V unesp – Técnico Leg islativ o c 2016) E m uma
E xemplo:
tomada de preços para a compra de certo proc
dutob observ ac se que a raz� o entre o maior e o
Div ida 48 em partes diretamente proporcionais
menor preço encontrados é de 12 para 7b e que
a 3 e 5.
a diferença entre eles é ig ual a R $ 80b 00. Nessas

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R E G R A D E T R yS

Veremos ag ora um método prático para


resolver problemas que env olvam g randezas ” dic
retamente ou inversamente) proporcionais: a
reg ra de trê s. Nas g randezas ditas D I R E T A c
ME N T E P R O P O R C I O N A I S o comportamento
de uma g randeza acompanha o da outrab enc
quanto nas g randezas I N V E R S A ME N T E P R O c
P O R C I O N A I S b o comportamento de uma g ranc
deza é inverso da outra.

R E G R A D E T R yS S I MP L E S

Para a resoluç� o de uma reg ra de trê s dec


vemos seg uir alg uns passos:

N ( m e ro s I n v e rs a m e n t e P ro p o rc io n a is  Identificar as g randezas;
 Montar a reg ra de trê s;
Duas sucessões numéricas s� o inv ersac  Verificar se é Diretamente Proporcional
mente proporcionais quando existe uma corresc ” DP) ou Inversamente Proporcional ” IP) ;
pondê ncia biunív oca entre seus elementos onde  Montar a equaç� o;
os produtos entre eles s� ob respectiv amenteb  Resolv er a equaç� o;
ig uais a uma constante de proporcionalidade.
Note que podemos escrev er tal produto como rac Veremos alg uns exemplos:
z� o de um pelo inv erso do outro.
” V UNE S P – Psicólog o – 2018) É sabido que 5
Div ida 85 em partes inv ersamente proporcioc operários transportaram 4 m5 de areia em ex ac
nais a 10 e 7. tas duas horas de trabalho. A quantidade de
areiab em m5b que outros 13 operáriosb cada um
com a mesma capacidade de cada um dos 5 opec
rários anterioresb transportar� o a mais que os
operários anterioresb no mesmo tempo de serc
v içob é ig ual a

a) 8b 2.
b) 7b 1.
c) 6b 4.
d) 5b 8.
e) 5b 3.

Note queb no enunciadob é solicitado o v olume


transportado a maisb ou sejab por 13 – 5 é 8
operários.
Observ aç� o: Para realizar a div is� o de 85 pela
fraç� o 17/70 basta multiplicar 85 por 70 e div ic
dir por 17.

Podemos observ ar que se aumentarmos


o n(mero de operários o v olume de areia tamc
bém aumentaráb log o as g randezas s� o D I R E c
T A ME N T E P R O P O R C I O N A I S .

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E m v irtude disso utilizamos a propriedade R E G R A D E T R yS C O MP O S T A


fundamental da proporç� o multiplicando em “x”
Utilizamos a reg ra de trê s composta para
5 x é 4 .8 resolv er problemas env olv endo mais de duas
5x é 32 g randezas proporcionais. Nelab a análise de proc
porcionalidade entre a g randeza que queremos
xé 32/ 5
descobrir e as demais g randezas dev e ser feita
x é 6 b4 indiv idualmenteb como mostram os exemplos
abaixo:
A LT E R NA T I V A C
E xemplo:
” V UNE S P – T écnico de comunicaç� o e processac
mento de dados – 201 7) Com a quantidade de ” V UNE S P – Psicólog o – 2018) Para limpar uma
mantimentos que está estocadab um cozinheiro sala de cinemab 3 funcionários de ig ual capacic
conseg ue fazer 56 refeições para cada uma das dade trabalharam por 2h30. Para limpar quatro
27 pessoas que est� o em um abrig o. S e o n(c salas ig uais à primeirab 8 funcionários ir� o trac
mero de pessoas aumentar para 42 pessoasb e a balhar por
quantidade de mantimentos se mantiv er ig ualb o
n(mero de refeições que esse cozinheiro consec a) 3h15.
g uirá preparar para cada uma dessas pessoas b) 3h30.
será ig ual a c) 3h45.
d) 4h.
a) 52. e) 4h15.
b) 48.
c) 42.
Os primeiros passos s� o semelhantes
d) 38.
e) 36.
a reg ra de trê s simplesb dev emos identificar
as g randezas e montar a reg ra de trê sb
S eg uindo os passos dados percebemos neste caso ser� o mais de duas g randezas:
que as g randezas env olv idas s� o a quantidade FUNCIONÁ R IOS b QUANTIDADE DE S ALAS E
de refeições e a quantidade de pessoasb assim TE MPO.
podemos montar a reg ra de trê s:

Dev emos ag ora fazer uma análise da


Observ e que se a quantidade de pessoas g randeza que queremos descobrir com as
aumentar a quantidade de refeições que o cozic demais grandezas.
nheiro conseg uirá fazer será menorb assim conc
cluímos que a reg ra é I N V E R S A ME N T E P R O c Tempo x S ala:
P OR CI ONA L.
Quando nos deparamos com a reg ra inc Mantendo a quantidade de funcionários
v ersamente proporcional ao inv és de multiplicarc constanteb quanto MA I S sala dev em ser
mos em “x”b multiplicaremos o n(mero de cima limpas MA I S tempo lev aráb neste caso as
pelo n(mero de cima e o de baixo pelo de baixob
g randezas s� o D I R E T A ME N T E P R OP O R c
assim:
CI ONA L .
4 2 x é 5 6 .2 7
42x é 1512 Tempo x Funcionários:
x é 1512/ 42
x é 36 Mantendo a quantidade de salas constanteb
quanto MA I S funcionários tiv er ME N O S
A LT E R NA T I V A E

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tempo lev aráb neste caso as g randezas s� o Máquinas x Peças: S e preciso produzir ME c
I N V E R S A ME N T E P R OP OR C I O N A I S . N O S peças preciso de ME N O S máquinas.
” Diretamente Proporcional) .

Máquina x Tempo: Em MA I S tempo eu


preciso de ME N O S máquinas para produzir
a mesma quantidade de peças. ” Inv ersac
mente Proporcional)

Montamos ag ora a equaç� ob manc


tendo a g randeza DP inalterada e I N V E R c
T E N D O a grandeza IP.

A LT E R NA T I V A C
P OR C E N T A G E M C OM R E G R A D E T R yS
” V UNE S P – Assistente Leg islativ o – 2018) E m
uma ind(striab 15 máquinas ig uaisb de mesmo
Podemos resolver problemas env olc
rendimentob produzem 22500 unidades de certa
peça em 5 horas de funcionamento simultâ neo e
v endo porcentagem com a reg ra de trê sb
ininterrupto. D esse modob para produzir 12000 v amos v er alg uns exemplos:
unidades dessa mesma peça em 10 horas de
funcionamento simultâ neo e ininterruptob será E xemplo 1
necessário utilizar uma quantidadeb das mesmas
máquinasb ig ual a Um computador custab à v istab R $ 1.376b 00.
Caso seja financiadob seu preço sofre um auc
a) 4. mento de 12 % . Qual é o v alorb em reaisb desse
b) 5. aumento?
c) 6.
d) 7. As g randezas neste caso é o v alor a v ista
e) 8. e a porcentag em de aumento com isso podemos
montar a reg ra considerando o v alor a v ista
 Identificando as g randezas e montando a como 100% .
reg ra:

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CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O

1. Aplique a propriedade fundamental das proporções


e calcule o v alor desconhecido:

E xemplo 2

Uma mercadoria que custa R $ 180b 00 sofre um


desconto de R $ 48 b 60. Qual foi o percentual do
desconto?

2. Utilize as propriedades das proporções para resolc


v er os problemas a seg uir:

a) Qual é a raz� o equiv alente a 4: 11b sendo a soma


de seus termos ig ual a 120?
b) Qual é a raz� o equiv alente a 7: 4b sendo a diferença
de seus termos ig ual a 54?
c) O álcool e a g asolina est� o misturados na raz� o de 1 para
OB S E R V A T Ã O 3b ou sejab 1: 3. Num tanque de 56 litros dum carrob
qual é a quantidade de álcool e de g asolina?
A S R E G R A S D E T R yS QU E E N V OL V A M d) Uma raz� o equiv alente é igual a �°�° e a soma de
seus termos 247. Qual é o v alor dessa raz� o?
P OR C E N T A G E M N OR MA L ME N T E S Ã O e) No colég iob a diferença do n(mero de alunas e de alunos
D I R E T A ME N T E P R O P O R C I O N A I S . é 45. S endo a raz� o entre eles ig ual a �°�° b qual é o
total de estudantes no colég io?

3. R esolv a os problemas env olv endo div is� o


proporcional:

a) Div ida 70 em partes diretamente proporcioc


nais a 4 e 6;

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b) Div ida 108 em partes diretamente proporcioc quantos dias uma outra equipe que é 4 v ezes
nais a 6 e 3; mais eficiente fará o mesmo serv iço?
c) Div ida 54 em partes diretamente proporcioc
nais a 5 e 4; c) As g randezas A e B s� o diretamente proporc
d) Div ida 210 em partes diretamente proporcioc cionais. S e a g randeza A diminuib o que ocorre
nais a 8 e 6; com a g randeza B?
e) Div ida 176 em partes diretamente proporcioc
nais a 6 e 5; 7. R esolv a as reg ras de trê s simples:
f) Div ida 105 em partes inv ersamente proporcic a) Uma costureira fez 2 v estidos com 6m de tec
onais a 3 e 4; cido. Quantos v estidos a costureira faria com
g ) Div ida 63 em partes inv ersamente proporcic 15m de tecido?
onais a 5 e 4;
h) Div ida 253 em partes inv ersamente proporc b) Na construç� o de uma casa com 100m4b s� o
cionais a 8 e 3; g astos 20000 tijolos. Qual é a quantidade de tic
i) Div ida 143 em partes inv ersamente proporcic jolos empreg ados numa casa de 150 m4?
onais a 5 e 6;
j) Div ida 110 em partes inv ersamente proporcic c) Nov e homens fazem um serv iço trabalhando
onais a 4 e 6; 12 dias. Quantos homens seriam necessários
para efetuar o mesmo serv iço em 9 dias?
4. V erifique se as g randezas s� o diretamente
” D) ou inv ersamente ” I) proporcionais: d) Um liv ro de 160 pág inas tem em cada pác
g ina 45 linhas. Quantas pág inas teria o liv ro se
a) N(mero de costureiros e n(mero de camisas; houv esse 60 linhas em cada pág ina?
b) Metros de tecido e seu preço;
c) D(zias de maç� s e seu preço;
e) No calçamento de 100m de rua foram utilizac
d) N(mero de pedreiros e metros de muro construíc
dos;
das 8 toneladas de pedras. Com mais 2 tonelac
e) N(mero de páginas e n(mero de linhas por página das de pedrasb quantos metros de rua teriam sec
de um mesmo liv ro; riam calçados no total?
f) V az� o de uma torneira e tempo g asto para encher
um tanque; f) Um carro demora 6 horas numa v iag emb roc
g ) N(mero de pacotes e quantidade de balas; dando a uma v elocidade de 60 km/h. E m quanto
h) N(mero de máquinas e quantidade de peças tempo o carro percorreria a mesma estradab à
produzidas; v elocidade de 72 km/h?
i) N(mero de pedreiros e tempo de construç� o;
j) V elocidade de um av i� o e tempo g asto na v iagem;
8. R esolv a as reg ras de trê s compostas:
k) N(mero de operários e profundidade de um poço;
l) Quantidade de farinhas e n(mero de p� es;
m) Quilos de banana e seu preço; a) Dez máquinas produzem 1600 aparelhos em
n) Quantidade de p� es e seu preço; 6 horas de funcionamento. Quantos aparelhos
o) Tempo de v iag em e espaço percorrido; ser� o produzidos por 15 máquinasb em 8 horas
p) N(mero de animais e quantidade de raç� o; de funcionamento?
q) Distâ ncia percorrida e preço no taxímetro de um
táxi; b) Quarenta pessoas se alimentam com 20kg
r) N(mero de g alinhas e quantidade de ov os a serem
de arrozb durante 30 dias. Quantos quilos de
botados;
s) Quantidade de tratores e dias para terminar uma
arroz seriam necessários para alimentar o doc
obra; bro de pessoasb durante 45 dias?
t) Á rea de um terreno e mudas a serem plantadas;
u) Consumo de combustív el e distâ ncia percorrida c) Dezoito operários fazem 42 metros de muro
pelo v eículo; em 12 diasb trabalhando 5 horas por dia. Quanc
tas horas por dia dev em trabalhar 24 operáriosb
5. Responda: durante 15 diasb para construir 84 metros do
a) Uma equipe realiza um certo trabalho em 10 mesmo murob sendo que trabalham com o doc
dias. E m quantos dias uma equipe que tem o bro de eficiê ncia da outra equipe?
dobro de eficiê ncia irá realizar o mesmo trabac
lho? d) Uma cerâ mica produz 24000 telhas durante
25 diasb funcionando 10 horas por dia. Quantas
b) Uma equipe realiza um serv iço em 16 dias. telhas irá produzir durante 50 diasb trabalhando
Em 12 horas por dia?

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e) Dez costureiras fazem 40 calças em 20 dias.


Quantas calças seriam feitas por 15 costureirasb 5.
de eficiê ncia ig ual à metade que as outras cosc a) 5 dias.
tureirasb durante 18 dias? b) 4 dias.
c) Diminui proporcionalmente.
CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O
R E S P OS T A S 6.
1.
a) 5.
a) a é 7. b) 30000.
b) b é 14. c) 12.
c) c é 26.
d) 120.
d) d é 108.
e) 125m.
e) e é 144.
f) 5h.
f) f é 33.
g ) g é 256.
7.
h) h é 168.
a) 3200.
i) i é 56.
b) 60.
j) j é 39.
c) 3.
d) 57600 telhas.
2.
e) 27 calças.

3.
a) 28 e 42.
b) 72 e 36.
c) 30 e 24.
d) 120 e 90.
e) 96 e 80.
f) 60 e 45.
g ) 28 e 35.
h) 69 e 184.
i) 78 e 65.
j) 66 e 44.

4.
a) D b) D c) D d) D

e) I f) I g) D h) D

i) I j) I k) D l) D

m) D n) D o) D p) D

q) D r) D s) I t) D

u) D

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QUE S T Õ E S D E CONCUR S O g óciob sendo a participaç� o de cada umb respecc


tiv amenteb 10% b 20% b 20% e 50% . Bruno falec
1) ” FCC – Ag ente de seg urança – 2010) A área ceu eb por n� o ter herdeiros naturaisb estipularab
de um círculo é ig ual ao produto do n(mero π em testamentob que sua parte no neg ócio dev ec
pelo quadrado da medida do seu raio. S e a raz� o ria ser distribuída entre seus sóciosb de modo
entre os raios de dois círculos concê ntricos é 4b que as razões entre as participações dos trê s
ent� o a área do menor é quantos por cento da permanecessem inalteradas. Assimb após a parc
área do maior? tilhab a nov a participaç� o de André no neg ócio
dev e ser ig ual a
a) 25% .
b) 12b 5% . a) 20% .
c) 6b 25% . b) 8% .
d) 4% . c) 12b 5% .
e) 3b 25 % . d) 15% .
e) 10b 5% .
2) ” FCC – Oficial administrativ o – 2016) Uma
empresa premiou seus funcionários com um b9c 5) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) Há dois
nus de final de anob de tal modo que os v alores anosb em uma empresab a raz� o entre o n(mero
destinados a cada setor dev eriam ser distribuíc de funcionárias mulheres e o n(mero de funcioc
dos em partes proporcionais aos anos de trabac nários homens era 7/12. Hojeb sem que tenha
lho de seus funcionários na empresa. No setor aumentado ou diminuído o n(mero total de func
de contabilidadeb para o qual foi destinado um cionários ” homens e mulheres) essa mesma rac
b9nus de R $ 51.000b 00b trabalham quatro funcic z� o é 9/10. A diferença do n(mero de funcionác
onários: Luiz Albertob há cinco anos; Celsob há rias mulheres de hoje e de dois anos atrás corc
sete anos; J onasb há dois anos; e Henriqueb há respondeb em relaç� o ao total de funcionários
trê s anos. ” homens e mulheres) da empresab a um v alor

a) 11b 23b 8 e 9. a) menor que 5% .


b) 13b 24b 6 e 8. b) entre 5% e 8% .
c) 12b 23b 7 e 9. c) entre 8% e 10 % .
d) 11b 25b 7 e 8. d) entre 10% e 12% .
e) 15b 21b 6 e 9. e) maior que 12% .

3) ” FCC – T écnico Leg islativ o – 2018) Mig uelb 6) ” FCC – Técnico em Gest� o c Informática c
Otáv io e Pedro foram conv ocados para realizar 2018) A fig ura a seg uir exibe uma tubulaç� o de
um trabalho emerg encial. Para recompensác los ág ua que se div ide em outras trê s de diâ metros
posteriormenteb decidec se div idir uma quantia menoresb sendo que as setas indicam o sentido
em reais entre os 3 em partes diretamente proc do fluxo de ág ua em cada tubulaç� o.
porcionais ao tempo dedicado de cada um para
realizar o trabalho e inv ersamente proporcionais
à s respectiv as idades. S abec se que Mig uel dedic
cou 4 horas para o trabalho e sua idade é ig ual
a 30 anosb Otáv io dedicou 8 horas e sua idade é
ig ual a 40 anos e Pedro dedicou 15 horas e sua
idade é ig ual a 60 anos. S e a menor parte corc
respondente a esta div is� o foi de R $ 4.800 b 00b
ent� o a maior parte foi ig ual a
S abec se que o fluxo de ág ua primário se div ide
a) R$ 9.000b 00. de forma proporcional à s áreas das seções transc
b) R$ 6.000b 00. v ersais das tubulações de diâ metros menores e
c) R$ 12.000b 00. que a soma dos fluxos nessas tubulações é ig ual
d) R$ 8.400b 00. ao fluxo primário. S e o fluxo de ág ua primário
e) R$ 7.200b 00. for de 300 litros por minuto e as áreas das sec
ções transv ersais das tubulações menores forem
4) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) Andréb de 5 cm4b 6 cm4 e 9 cm4b respectiv amenteb enc
Brunob Carla e Daniela eram sócios em um nec t� o o fluxo de ág ua na tubulaç� o de menor área
da seç� o transv ersal será de

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d) 36 dias.
a) 15 litros por minuto. e) 40 dias.
b) 90 litros por minuto.
c) 75 litros por minuto. 11) ” FCC – Técnico J udiciário – 2011) Quinze fisc
d) 50 litros por minuto. cais iam v istoriar todos os estabelecimentos coc
e) 135 litros por minuto. merciais da zona sul da cidade em 25 diasb trac
balhando 8 horas por dia cada um e todos com
7) ” FCC – Administrador – 2010) C erta quantia mesma produtiv idade. Depois de 5 dias complec
foi div idida entre 3 pessoas em partes inv ersac tos desse serv içob a superintendê ncia reg ional
mente proporcionais à s suas idadesb ou sejab 20 b solicitoub em reg ime de urg ê ncia e com pag ac
25 e 32 anos. S e a pessoa mais nov a recebeu R $ mento de hora extrab que os 15 funcionários pasc
200.000b 00b ent� o a mais v elha recebeu sassem a trabalhar 10 horas por dia para finalic
zar a v istoria em menos dias do que os 25. C onc
a) R$ 180.000b 00. siderando que a solicitaç� o foi atendida e que os
b) R$ 160.000b 00. funcionários continuaram o trabalho com mesma
c) R$ 128.000b 00. produtiv idadeb a v istoria completa dos estabelec
d) R$ 125.000b 00. cimentos comerciais da zona sul ocorreu em um
e) R$ 120.000b 00. total de

8) ” FCC – Técnico J udiciário – 2008) Certa noiteb a) 20 dias.


dois técnicos em seg urança v istoriaram as 130 b) 17 dias.
salas do edifício de uma Unidade de um Tribunalb c) 19 dias.
div idindo essa tarefa em partes inv ersamente d) 21 dias.
proporcionais à s suas respectiv as idades: 31 e e) 18 dias.
34 anos. O n(mero de salas v istoriadas pelo
mais jov em foi 12) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) Para prec
parar um certo n(mero de caixasb 15 funcionác
a) 68. rios de uma empresa trabalharam durante 8 hoc
b) 66. rasb cada um preparando 7 caixas a cada 20 mic
c) 64. nutos. J á cansadosb trê s dos funcionários foram
d) 62. embora e os que ficaram trabalharam por mais
e) 60. 6 horasb mais lentosb cada um deles preparando
7 caixas a cada 40 minutos. Ao todob nessas 14
9) ” FCC – Analista Técnico – 2018) Um nav io de horas os funcionários conseg uiram preparar um
carg ab com toda sua capacidade ocupadab pode n(mero de caixas
transportar 1 800 caixas do tipo A ou 1 350 caic
xas do tipo B. S e o nav io for carreg ado com 800 a) entre 3150 e 3200.
caixas do tipo Ab ent� o ele ainda poderá transc b) entre 3200 e 3250.
portar um n(mero de caixas do tipo Bb no mác c) entre 3250 e 3300.
ximob ig ual a d) entre 3300 e 3350.
e) entre 3350 e 3400.
a) 750.
b) 700. 13) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) E m um
c) 675. julg amento sobre danos ambientaisb a acusaç� o
d) 725. apresentou o dado de que os 5 fornos de uma
e) 650. olaria consumiam 50 toneladas de carbono trac
balhando 10 horas diárias por 15 dias. A defesa
10) ” FCC – Adv og ado – 2016) Alberto g asta para propõe reduzir as ativ idades da olaria para 3 forc
realizar metade de um serv iço o mesmo tempo nos trabalhando 9 horas diárias por 18 dias.
que Bernardo g asta para realizar 5/6 do mesmo Comparando o consumo de carbono da situaç� o
serv iço. S e Alberto e Bernardo realizamb juntosb apresentada pela acusaç� o ” 15 diasb 5 fornosb 10
o serv iço em 15 diasb ent� o Alberto realizariab horas diárias) com a situaç� o proposta pela dec
sozinhob o serv iço completo em fesa ” 18 diasb 3 fornosb 9 horas diárias) b houv e
uma reduç� o do consumo de carbonob em tonec
a) 20 dias. ladasb de
b) 24 dias.
c) 42 dias. a) 12b 4.

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b) 17b 6.
c) 32b 4.
d) 28b 6.
e) 20b 4.

14) ” FCC – C ontrolador de S istemas de S aneac


mento – 2017) Um reserv atório com v olume
ig ual a 240 m5 está sendo abastecido de forma
ininterrupta a uma v elocidade de 150 L/s. O
tempo aproximado para abastecer 2/3 deste rec
serv atório éb em hb

a) 3b 0.
b) 0b 3.
c) 30.
d) 0b 5.
e) 1b 5.

15) ” FCC – Técnico J udiciário – 2018) E m uma


obra de construç� o civ ilb 12 operários com a
mesma v elocidade de trabalhob azulejaram x m4
de paredes em 2 horas e 45 minutos. No dia sec
g uinteb 3 dentre os 12 operários do dia anteriorb
azulejar� o x /3 m4 de paredes em um tempo
ig ual a

a) 4h10min.
b) 2h55min.
c) 3h15min.
d) 4h30min.
e) 3h40min.

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MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

R e s o lu ç� o : Precisamos calcular quanto é 12%


A ULA 4 D E 1376b podemos ent� o multiplicar pelo decic
mal 12% é 0b 12 ou sejab 0b 12 . 1376 é 165b 12
P OR C E N T A G E M E J U R OS L o g o b o a u m e n t o fo i d e R $ 1 6 5 b 1 2 .

P OR CE NT A GE M P ro b le m a 2 :

Um funcionário que recebe um salário bruto de


A porcentag em é uma raz� o que se bac R $ 3.000b 00 tem descontado sobre esse v alor
seia na equivalê ncia com razões com denominac 11% para pag amento da prev idê ncia ” INS S ) e
15% para pag amento do imposto de renda.
dor 100. Quando afirmamos que 30% das pesc
S endo assimb e desconsiderando outros ev entuc
soas g ostam de cinemab afirmamos que a cada ais descontosb quanto esse funcionário irá recec
100 pessoas 30 g ostam de cinema. Podemos rec ber?
presentar a porcentag em na forma fracionária
30% é 30/100b bem como podemos representar R e s o lu ç� o :
na forma decimalb assim 30% é 0b 3. Observ e que os descontos s� o de 11% para o
INS S e 15% para o IR b b totalizando um percenc
Para calcular a porcentag em de determic tual de encarg os ig ual a 26% .
nado n(mero basta multiplicar pela fraç� o ou
V amos calcular 26 % de R $ 3000b lembrando que
pelo decimal.
podemos multiplicar o v alor pela fraç� o corresc
Observ e também queb para transformar uma pondente: 26 % é b assim:
taxa percentual em decimalb basta deslocar a
v írg ula duas casas decimais para a esquerda.

E xemplos
Para saber quanto o funcionário irá receber
a) 34% é 0b 34 basta subtrair: 3000c 780 é 2 2 2 0
b) 92% é 0b 92
c) 85% é 0b 85 Log ob o salário do funcionário foi de R $ 2220b 00.
d) 7% é 0b 07
e) 3% é 0b 03 P ro b le m a 3 :
f) 150% é 1b 5
g ) 270% é 2b 7 Uma mercadoria que custa R $ 180b 00 sofre um
h) 0b 8% é 0b 008 desconto de R $ 48b 60. Qual foi o percentual do
i) 0b 1% é 0b 001 desconto?
j) 100% é 1
R e s o lu ç� o : Observ e que precisamos saber o
quantos porcento 48b 6 representa de 180. Para
Na aula anterior v imos que uma das forc resolv er esta quest� o podemos div idir a parte
mas de resolv er problemas env olv endo porcenc pelo todob assim 48b 6: 180 é 0b 27. Para descoc
tag em é a utilizaç� o de reg ra de trê sb no entanto brir a porcentag em dev emos multiplicar por 10 0
deslocando a v írg ula duas casas para direita.
nesta aula abordaremos outras formas de resoc
luç� o. Assimb R $ 48b 60 representa 27% de R $ 180b 00.

P ro b le m a s re s o lv id o s P ro b le m a 4 :

Problema 1 Um morador pag ou R $ 1725b 00 de condomíniob


pois efetuou seu pag amento com atraso. S ac
Um computador custab à v istab R $ 1.376b 00. bendo que a mensalidade sem a multa era de R $
Caso seja financiadob seu preço sofre um auc 1.500b 00b responda:
mento de 12 % . Qual é o v alorb em reaisb desse
aumento? a) Qual foi o v alorb em reais da multa?
b) Qual foi a taxa percentual da multa?

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a) Para descobrir o v alor da multa é só efetuar a e n t � o u m a c rés c im o d e 1 2 % b a o fin a l t e m o s


diferença do v alor pag o e do v alor da mensalic 100% + 12% é 112%
dade sem a multab ou sejab 1725 – 1500 é 225.
L o g o b a m u lt a fo i d e R $ 2 2 5 b 0 0 . Poderíamos obter o v alor da nov a mensac
b) Ag ora precisamos descobrir quanto por lidade diretamente multiplicando 365 por 1b 12.
cento de 1500 b o v alor 225 representa. R ealizac
mos ent� o a div is� o P A R T E P O R T O D O . Div ic
dindo 225 por 1500 temos 0b 15 que representa
15% .
O v alor a mensalidade do Homem passa
a ser de R $ 408 b 80.
Portantob a taxa percentual de multa foi de
15% .
E xemplo 2
P ro b le m a 5 : S uponha queb em 2014b o p� o custav a x reais.
Um produto era anunciado com o preço de v enda E m 2015b por conta do aumento no preço na mac
R $ 3.565b 00. S e a marg em de lucro do v endedor tériac primab o preço tev e um acréscimo de 20%
era de 15 % qual era o preço de custo deste proc sobre o preço de 2014 . E m 2016b por um motiv o
duto? semelhanteb o preço do p� o tev e um acréscimo
de 25% sobre o preço de 2015. Para 2017 b há
R e s o lu ç� o : R epresentando a quantia inicial de uma prev is� o de aumento de 10% em relaç� o
xb temos: 15% de x + 100% de x é 3565. ao preço de 2016. Caso tal prev is� o se confirmeb
o preço do p� o em 201 7 será quanto por cento
115% de x é 3565 mais alto do que em 2014?
1b 15x é 3565
x é /b N e s t e c a s o n � o t e m o s o v a lo r d o p � o b m a s
x é p o d e m o s o b t e r a re s p o s t a a t r a v és d a id e ia
d e a c r és c im o s s u c e s s iv o s .
L o g o b o p re ço d e c u s t o é d e R $ 3 .1 0 0 b 0 0 .
2015 – 20% de um v alor x ent� o o v alor do p� o
é ig ual a 1b 2x.
A C R É S C I MO S E D E S C O N T O S
2016 – 25% que representa 1b 25 e para obter o
V amos observ ar um ex emplo que trata de acréscimo acumulado basta multiplicar 1b 25 por
acréscimos: 1b 2x resultando em 1 b 5 x .

E xemplo 1: 2017 – 10% que representa 1b 1 e ao multiplicar


Um homem pag a por um plano de sa(deb para por 1b 5x obtemos 1 b 6 5 x . C O N C L U I N D O Q U E
ele e sua esposab uma mensalidade de R $ H O U V E U M A C R É S C I MO F I N A L D E 6 5 % .
365b 00 cada; para cada um dos seus 3 filhosb o
v alor é R $ 232b 00. C omob no próximo mê sb ele A mesma ideia pode ser aplicada ao D E S c
completará 59 anosb apenas sua mensalidade C O N T O b v ejamos:
sofrerá um acréscimo de 12% . E nt� ob a partir do
próximo mê sb qual será o v alor da sua mensalic E xemplo 3
dade? Um produto custav a R $92b 00b sofreu um desc
conto de 20 % eb portantob passou a custar:
V amos calcular a porcentag em de auc
mento na mensalidade do homem. E m v ez de descobrirmos quanto v ale 20% de
92b 00 e após subtrair o resultado de 92b 00b poc
365.12% é 365.0b 12 é 43b 8 demos pensar que se houv e um D E S C O N T O de
20% estamos querendo obter 100% c 20% o que
Ag ora para obter a nov a mensalidade dec resulta em 80 % . Assimb cheg amos ao resultado
v emos somar 43b 8 com 365 resultando em multiplicando 92 por 0b 8.
408b 80.
92. 08 é 73b 60
O B S E R V A T Ã O : Q u a n d o o re s u lt a d o q u e d e c
s e j a m o s in c lu i o p róp rio n ( m e ro e n v o lv id o
n o c álc u lo c o m o n o c a s o e m t e la b o c o r re n d o O p ro d u t o p a s s o u a c u s t a r R $ 7 3 b 6 0 .

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0b 6.1b 56x é 0b 936x


E xemplo 4: 0b 936x representa que o v alor final foi 93b 6% do
v alor inicial log o o v alor final foi ME N O R .
No mê s de julhob no “Liquida Campina”b o
preço de uma saia numa determinada loja J U R O S S I MP L E S
sofreu um desconto de 8% . S abendo que no
mê s de junho esta loja já hav ia dado um Para entender J uros v amos entender alc
desconto de 5% no preço da saiab qual foi o g uns conceitos:
desconto percentual total dado pela loja?
CAPITAL: V alor emprestado ou Inv estido por
uma pessoab podemos indicar pela letra C de
N e s t e e x e rc íc io n � o t e m o s o v a lo r d a Capital ou P de Principal.
s a ia b lo g o t e m o s q u e u s a r a id e ia d e
d e s c o n t o s s u c e s s iv o s . J UR OS : Aquele que fizer uso do dinheiro dev e
pag ar por issob esta remuneraç� o é o que chac
J unho – Desconto de 5% log o o produto tev e um mamos de J UR OS .
decréscimo de 95% é 0b 95.
TA) A DE J UR OS : E xpressa em percentual indica
J ulho – Desconto de 8% log o o produto tev e um a quantidade a ser pag a como J uros em funç� o
decréscimo de 92% é 0b 92. do tempo.

E nt� o o decréscimo total é de: MONTANTE : É a soma do capital oferecido com


os juros obtidos na operaç� o.
0b 95. 0b 92. xé 0b 874x
V emos alg uns exemplos:
O preço após os descontos é de 87b 4% do v alor
E xemplo 1
da saiab log o o desconto foi de 1 2 b 8 % .
Um capital de R $ 12.000b 00 foi aplicado durante
3 meses à taxa de 5% a.t. ” ao trimestre) . Calc
E xemplo 5: cule os juros e o montante recebidos após 3 mec
Com as festas no fim de anob determinados proc ses.
dutos sofreram dois aumentos consecutiv os em
seus preçosb de 20% e 30% respectiv amente. Os juros simples se caracteriza pela capic
Com o término das festiv idades e a economia em talizaç� o mensal sempre em cima do v alor Princ
recess� ob n� o sobrou outra alternativ a a n� o serb cipal.
oferecer 40% de desconto à queles produtos que
sofreram tais aumentos. Assimb podemos dizer
que o preço final desses produtos em relaç� o ao J é C .i.n
preço inicialb está:
Onde:
a) Maior;
b) Ig ual; J é J u ro s .
c) Menor; C é C a p it a l
i – T a x a d e J u ro s
Observ e que neste exemplo dev emos n – T em po
usar tanto o conceito de acréscimo como o de
descontos sucessiv os. Os dois aumentos consec No ex ercício proposto temos:
cutiv os s� o de:
Cé R $ 12000
20% é 1b 2 e 30% é 1b 3 né 3 meses
ié 5% é 0b 05 at
E nt� o após os acréscimos temos 1b 2.1b 3é 1b 56 Jé ?
do v alor do produto. Mé ?

Ag ora dev emos aplicar o desconto de 40% que Aplicando os v alores na fórmula:
representa 100 % c 40% é 60% é 0b 6.

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pag os no final do período e o montante após o


período de aplicaç� o.
J é 1 2 0 0 0 .0 b 0 5 .1 V amos analisar:
J é 600
C c R $ 5000b 00
M é C+ J né 4 anos
Mé 1 2 0 0 0 + 6 0 0 i é 20% aa é 0b 2
R$ 12600 J u ro s g e ra d o s e m c a d a p e río d o : E m juros
simples os juros g erados s� o sempre constanteb
O b s e rv a ç� o : C o m o a t a x a é t rim e s t ra l d e v e c assim:
m o s c o n s id e r a r o t e m p o c o m o 1 .
J é C .i
E xemplo2:
J é 5 0 0 0 .0 b 2
Uma empresa recebeu um empréstimo bancário
J é 1000
de R $ 60.000b 00 por 1 anob pag ando um monc
tante de R $ 84.000b 00. Qual foi a taxa anual de J u ro s g e ra d o s a o fin a l d o p e río d o : C omo a
juros? taxa é anual e o período é de 4 anos dev emos
multiplicar por 4.
Neste exercício temos:
J é C .i
M é R $ 84000b 00 J é 5 0 0 0 .0 b 2 .4
n é 1 ano J é 4000
C – R $ 60000b 00
I é ? Mo n t a n t e a p ós o p e río d o :
Primeiro precisamos encontrar o J uros:
M é C + J
J é Mc C M é 5000+ 400
J é 84000c60000 Mé 9 0 0 0
J é 24000
Calculando o Montante por outra fórmula:
Ag ora podemos calcular a taxa:
M é C .” 1 + i.n )
J é C .i.n M é 5 0 0 0 .” 1 + 0 b 2 . 4 )
2 4 0 0 0 é 6 0 0 0 0 .i. 1 M é 5 0 0 0 .” 1 b 8 )
24000 é 60000i Mé 9 0 0 0
i é 24000/ 60000
ié 0 b 4 é 4 0 % a a . E x e rc íc io s

A t a x a é a n u a l p o rq u e o t e m p o fo rc 1) Um capital de R $ 4. 000b 00 foi aplicado duc


rante 5 meses à taxa de 3% a.b. ” ao bimestre) .
n e c id o é d e 1 a n o . Calcule os juros e o montante recebido.

Também Podemos calcular o Montante 2) Osv aldo aplicou R $ 15.000b 00 durante 2


utilizando a seg uinte forma: anos num fundo que rendeu 8% a.s. ” ao sec
mestre) . Qual o montante recebido?
M é C .” 1 + i.n )
3) Olav o aplicou R $ 25. 000b 00 numa caderneta
E xemplo 3: de poupança pelo prazo de 1 ano e meio. S ac
Um capital de R $ 5.000b 00 é aplicado a juros bendoc se que a taxa era de 2b 25% a.t. ” ao tric
simples durante 4 anos à taxa de 20% a.a. Calc mestre) b qual o v alor do montante?
cule os juros g erados em cada períodob os juros

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4) S ueli aplicou R $ 4.800b 00 num fundo de inc A G O R A E M J U R O S C O MP O S T O S


v estimento e recebeub 3 meses depoisb R $
504b 00 de juros. Qual a taxa anual de juros da 1� Mê s
aplicaç� o? 10000.0b 1 é 1000 ” J uros do 1� Mê s)
5) Uma empresa tomou um empréstimo de R $ Montante após o 1� mê s é 11000
7.500b 00 por 1 mê s à taxa de 0b 2% a.d. ” ao
dia) . Qual o v alor do montante pag o? 2� Mê s
6) R oberto aplicou R $ 12.000b 00 num fundo de 11000.0b 1 é 1100 ” J uros do 2� Mê s)
inv estimento e recebeub 1 ano depoisb um monc Montante após o 2� mê s é 12100
tante de R $ 14.448b 00. Qual a taxa mensal de
juros recebida? 3� Mê s
12100.0b 1 é 1210 ” J uros do 3� Mê s)

J é R $ 3 3 1 0 b 0 0 e Mé 1 3 .3 1 0 b 0 0

Observ e que os J uros do 2� mê s foram calculac


dos em cima do nov o montanteb assim funciona
o reg ime de capitalizaç� o composta. O chamado
J UR OS S OB R E J UR OS .

J U R O S C OMP O S T O S FÓR MULA PAR A CALCULAR :

No reg ime de capitalizaç� o compostob os M é C ”1+i) n


juros s� o calculados em cima do nov o montante
período a período.

Observ e o exemplo:
Ondeb

M: montante
Uma aplicaç� o de R $10. 000b no reg ime de juc
ros compostosb é feita por 3 meses a juros de
C : capital
10% ao mê s. Qual o valor que será resg atado i: taxa fixa
ao final do período? n: tempo

V A MO S A N A L I S A R MyS A MyS P R I ME I R O Observaç� o: Algumas literaturas trazem


E M C O MO S E R I A E M J U R O S S I MP L E S como representaç� o de tempo a letra t.
C é R $ 10.000
N é 3 meses S E LI GA NO BI Z U
I – 10% am é 0b 1
Regra geral as operações com J uros comc
1� Mê s
post os s� o maiores que j uros simplesb no
10000.0b 1 é 1000 ” J uros do 1� Mê s) ent ant o se o período de t empo f or menor
que 1 o J uros compost os s� o menores.
2� Mê s

10000.0b 1 é 1000 ” J uros do 2� Mê s) Exemplo:


C é 100 i é 1% é 10% am né15 dias ”0b5 de mê s)
3� Mê s

10000.0b 1 é 1000 ” J uros do 3� Mê s) J uros S imples

J é R $ 3 0 0 0 b 0 0 e Mé 1 3 .0 0 0 b 0 0 M é C .” 1+ i.n)
M é 100.” 1+ 0 b 1.0b 5)
M é 100.” 1+ 0 b 05)
M é 100.1b 05
Mé 105

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J uros Compostos mensal fixa que produz um montante de R $800b


qual será o valor da taxa mensal de juros?
M é C .” 1+ i) n
M é 100. ” 1+ 0b 1) 0b 5 Neste exemplo temos:
M é 100. ” 1b 1) 0b 5
M é 100.1b 049 M é R $ 800 b 00
M é 104b 90 C é R $ 500b 00
N é 4 meses
Observ e que a operaç� o com J uros C ompostosb J é Mc C é 800c 500é R $ 300b 00
o Montante foi menor que em J uros S imples. ié ?

Pensando g raficamente os J uros S imples g eram M é C .” 1+ i) n


uma R E TA ” Funç� o Afim) e o Composto está rec 800 é 500. ” 1+ i) 4
lacionado a Funç� o E xponencial. 800/500 é ” 1+ i) 4
1b 6 é ” 1+ i) 4
√1, é 1+ i
” FUNCABc 2010) E m relaç� o a juros simples e 1b 125 é 1+ i
juros compostosb é correto afirmar: 1b 125c 1é i
i é 0b 125
a) a curv a de crescimento dos juros simples é
uma reta. Log ob se o período ” n) for menor que Mu lt ip lic a n d o p o r 1 0 0 a t a x a é d e 1 2 b 5 % a m
1b os juros compostos s� o menores que os juros
simples no mesmo período de tempo ” n) . E xemplo 2

b) a representaç� o g ráfica dos juros compostos ” ibamc 2015) c J ulia fez um empréstimo em um
é uma funç� o exponencial. Portantob se o períc banco e concordou pag ar uma taxa de 14 % ao
odo ” n) for menor do que 1b os juros compostos anob correspondente a juros compostos. S ac
ser� o maiores que os j uros simplesb no mesmo bendo que J uliab após exatos trê s anosb quitou
período de tempo ” n) . seu empréstimo pag ando o v alor de R $
143.709b 768b concluímos que o v alorb em R $b do
c) a curv a de crescimento dos juros simples é empréstimo feito por J ulia foi de:
uma reta. Log ob se o período ” n) for ig ual a 1b os
juros compostos ser� o menores que os juros a) 80.000
simplesb no mesmo período de tempo ” n) . b) 85.000
c) 90.000
d) a representaç� o g ráfica dos juros compostos d) 97.000
é uma funç� o exponencial. Portantob se o períc
odo ” n) for ig ual a 1b os juros compostos ser� o Aplicando a fórmula temos:
maiores que os juros simplesb no mesmo período
de tempo ” n) . M é R $ 143 .709b 768
C é ?
e) a curv a de crescimento dos juros simples é N é 3 anos
uma reta. Log ob se o período ” n) for maior que i é 14% aa é 0b 14
1b os juros compostos ser� o menores que os juc
ros simplesb em um mesmo período de tempo ”n).
M é C .” 1+ i) n
R $ 143.709b 768 é C.” 1+ 0b 14) 3
Pensando no que foi explicado. Qual seria
R $ 143.709b 768 é C.” 1b 14) 3
a alternativ a correta?
R $ 143.709b 768 é C.1b 481544
R $ 143.709b 768/1b 481544 é C
V amos v er alg uns exemplos de J uros
C é 97000
Compostos:
A LT E R NA T I V A D
E xemplo 1
S e um capital de R $500 é aplicado durante 4 mec
ses no sistema de juros compostos sob uma taxa

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CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O n) %
o) %
1. Complete a tabela com as representac p) %
ções fracionáriasb decimais e taxas percentuais: q) %
r) %
s) % b
t) % b
u) %
v) %
R) %
x) %
y) %
z) %
aa) %
bb) %
cc) % b
dd) % b
ee) %
ff) %
gg) %
hh) %
ii) %
jj) %
kk) %
ll) %
mm) %
nn) %
oo) %
pp) %
qq) %
rr) %
ss) %
tt) %
uu) %
vv) %
RR) %
xx) %
yy) % 2
zz) %

3. Determine quanto % :

2. Calcule: a) � ;
b) � ;
a) % c) � ;
b) % d) � ;
c) % e) � ;
d) % f) � ;
e) % g) � ;
f) % h) � ;
g) % i) � ;
h) % j) � ;
i) % b k) � ;
j) % b l) b � ;
k) % m) b � ;
l) % n) b � ;
m) % o) � ;

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p) � ; 7. Determine o v alor do CAPITAL que rendeu os


q) � ; juros indicados em cada aplicaç� o abaixob sendo
r) � ; o reg ime de capitalizaç� o simples:
s) � ;
t) � ;

4. Calcule o valor de xb sabendo que:

° % � ;
b % � ;
c % � ;
d % � ;
� % � ;
8. Calcule a TA) A ANUAL de cada operaç� o
� % � ;
abaixob sendo o reg ime de capitalizaç� o simc
g % � ;
ples:
� % � ;
� % � ;
r % � ;
k % � ;
l % � ;
 % � b ;
n % � 0;
o % � 0;
� % � ;
� % � ; 9. Determine o TE MPOb em anosb decorridos em
� % � ; cada situaç� o a seg uirb sendo o reg ime de capic
s % � ; talizaç� o simples:
t % � b ;
u % � ;
� % � b ;
� % � b ;
� % � b ;

5. E screv a o fator de acréscimo ou desconto rec


ferente a cada situaç� o:
10. Calcule o MONTANT E produzido por cada cac
a) 10% de aumento; pitalb com as taxas e períodos indicados abaixo:
b) 47% de aumento;
c) 5% de desconto;
d) 21% de desconto;
e) 18% de aumento;
f) 12% de desconto;
g) 25% de aumento;
h) 10% de desconto;
i) 8% de desconto;
j) 40% de aumento;

6. Calcule os J UR OS decorrentes de cada emc 11. Qual o montante de uma aplicaç� o de


préstimo a seg uirb sendo o reg ime de capitalic $50.000 a juros compostosb pelo prazo de 6 mec
zaç� o simples: ses à taxa de 2% a.m.?

12. Um capital de $7 .000 foi aplicado a juros


compostosb durante um ano e meiob à taxa de
2b 5% a.m. . Calcule os juros auferidos no períc
odo.

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13. Uma pessoa aplica hoje $4.000 e aplicará CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O


$12.000 daqui a 3 meses num fundo que rende R espos tas
juros compostos à taxa de 2b 6% a.m.. Qual seu
montante daqui a 6 meses? 1.

14. Qual o capital queb aplicado a juros composc


tosb durante 9 anosb à taxa de 10% a.a. produz
um montante de $175.000?

15. Um capital de $3 .000 foi aplicado a juros


compostosb durante 10 mesesb g erando um
montante de $3.500. Qual a taxa mensal?

2.
a) 3
b)
c)
d)
e) b
f) b
g) b
h) b
i) b
j) b
k)
l)
m)
n) b
o) b
p) b
q) b

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r) b m)
s) b n)
t) b o)
u) p)
v) b q)
R) r)
x) b s)
y) b t)
z) b u)
aa) b v)
bb) b R)
cc) b x)
dd) b
ee) b 5.
ff) b a) b
gg) b b) b
hh) c) b
ii) d) b
jj) e) b
k k) f) b
ll) g) b
mm) h) b
nn) i) b
oo) j) b
pp)
qq)
rr) 0 6.
ss) a) R $ 8. 000b00
tt) b) R$ 15.750b00
uu) c) R$ 120.000b 00
vv) d) R$ 15.300b00
RR) e) R$ 210.000b 00
x x) f) R$ 21.600b00
yy) b g ) R$ 24.000b00
zz) h) R $ 19. 530b 00

3. 7.
a) % a) R$ 700b 00 b) R$ 4.800b00
b) b % c) R$ 8.000b 00 d) R$ 10.000b00
c) % e) R$ 400b00 f) R$ 15.000b00
d) % g) R$ 1.562b 50 h) R $ 200b 00
e) %
f) % 8.
g) b % a) 20% b) 3% c) 50%
h) % d) 80% e) 50% f) 20%
i) % g ) 60% h) 50%
j) %
k) b % 9.
l) % a) 5 anos b) 2 anos c) 2 anos
m) % d) 3 anos e) 6 anos f) 2 anos
n) % g ) 5 anos h) 5 anos
o) %
p) % 10.
q) % a) R $ 6. 400b00
r) b % b) R$ 23.800b00
s) % c) R$ 760b00
t) % d) R$ 34.400b00
e) R$ 7.112b 00
4. f) R$ 9.660b 00
a) g ) R$ 124.000b00
b) h) R $ 6.700b 00
c)
d) 11. 56.038b12
e)
f) 12.. 3.917b61
g)
h) 13. 17.626b54
i)
j) 14. 74.217b08
k)
l) 15. 1b55% a.m.

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4) ” FCC – Técnico em Gest� o – 2018) Uma pesc


QUE S T Õ E S D E CONCUR S O soa decide div idir todo seu patrim9nio entre seus
3 filhos ainda em v ida. Analisando a situaç� o
1) ” FCC – Assistente T écnico Fazendário – S E c atual de cada umb conclui que a filha mais v elha
ME F – Manaus c 2019) Fernando pag ou R $ dev e receber 1/5 de seu patrim9niob ao passo
100b 00 de conta de ág ua e R $ 120b 00 de conta que o filho do meio dev e receber R $ 500.000 b 00
de luz referentes ao consumo no mê s de janeiro. e o filho mais nov ob 30% do total do patrim9nio.
S e a conta de ág ua sofreu reduç� o mensal de No ato da transferê nciab cada filho dev e pag ar
15% nos meses de fev ereiro e março subsec ao g ov erno um imposto de 2% do v alor recebido.
quentesb e a conta de luz sofreu aumento mensal Dessa formab a filha mais v elha dev erá pag ar um
de 10% nesses dois mesesb para pag ar as contas imposto relativ o ao v alor por ela recebido de
de ág ua e de luz referentes ao consumo no mê s
de marçob Fernando g astoub no totalb a) R$ 5.000b 00.
b) R$ 12.000b 00.
a) R $ 2b 55 a menos do que g astou nas contas c) R$ 18.000b 00.
referentes ao consumo do mê s de janeiro. d) R$ 4.000b 00.
e) R$ 2.500b 00.
b) R $ 4b 00 a mais do que g astou nas contas rec
ferentes ao consumo do mê s de janeiro. 5) ” FCC – Analista Ministerial – 2018) Um coc
merciante compra um produto por um preço de
c) R $ 1b 75 a mais do que g astou nas contas rec custo c e aplicac lhe um acréscimo corresponc
ferentes ao consumo do mê s de janeiro. dente ao lucro que desej a para obter o preço de
v enda v . De quanto por cento dev e ser o acrésc
d) R $ 6b 00 a menos do que g astou nas contas cimo sobre c para queb mesmo aplicando um
referentes ao consumo do mê s de janeiro. desconto de 25% sobre o preço v b o comerciante
ainda tenha 20% de lucro?
e) R $ 0b 65 a mais do que g astou nas contas rec
ferentes ao consumo do mê s de janeiro. a) 40% .
b) 25% .
2) ” FCC – T écnico Leg islativ o – 2011) E m uma c) 50% .
empresab 16% dos funcionários s� o estrang eiros d) 60% .
e os outros s� o brasileiros. Dentre os brasileirosb e) 20% .
2/3 nasceram no Distrito Federalb 1/12 v eio de
S � o Paulo e o restante é orig inário de estados da 6) ” FCC – Analista J udiciário – 2018) Quando se
reg i� o Nordeste do Brasil. E m elaç� o ao total de diz que um imposto com alíquota de 20% incide
funcionários da empresab aqueles que v ieram de sobre um produto cujo preço inicial é R $ 100b 00b
estados nordestinos representam é usual concluir queb com o acréscimo desse imc
postob o preço final do produto seria de R $
a) 20% . 120b 00. Isso é chamado de cálculo “por fora”.
b) 21% . Porémb há impostos em que se utiliza o chamado
c) 24% . “cálculo por dentro”. Nesses casosb se uma alíc
d) 25% . quota de 20% incide sobre um produto cuj o
e) 28% . preço inicial é R $ 100b 00b ent� o o preço final é
de R $ 125b 00b pois 20% do v alor final dev e ser
3) ” FCC – Técnico J udiciário – 2018) O salário de relativ o ao imposto. Com um imposto de alíquota
Arthur equiv ale a 3/7 do salário de Bárbara. Para 18% sobre um produto cujo v alor inicial é de R $
que o salário de ambos fosse ig ualb o salário de 1.640b 00b a diferença entre os preços finais calc
Arthur teria que aumentar em 130 % eb depois culados por dentro e por fora é de
dissob ainda ser acrescido de R $ 60b 00. Nas conc
dições descritasb a soma dos atuais salários de a) R$ 128b 40.
Arthur e Bárbarab em reaisb é ig ual a b) R$ 32b 40.
a) R $ 6.000b 00. c) R$ 360b 00.
b) R $ 5.400b 00. d) R$ 64b 80.
c) R $ 6.200b 00. e) R$ 640b 00.
d) R $ 6.400b 00.
e) R $ 5.900b 00.

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7) ” FCC – T écnico em Informática – 2015) Um pag amentob ficando com saldo nulo e sem soc
desconto de 8% no preço fixo de um plano de bras. Nessas condiçõesb o v alor de C é ig ual a
assinatura de uma rev ista aumentou em 15 % a
quantidade de assinantes da rev ista. Nas condic a) R$ 5.000b 00.
ções descritasb o faturamento da rev ista com b) R$ 12.000b 00.
esse desconto no plano de assinatura aumentou c) R$ 18.000b 00.
em d) R$ 4.000b 00.
e) R$ 2.500b 00.
a) 5b 8% .
b) 6b 2% . 11) ” FCC – C ontador – 2010) Um banco remuc
c) 6b 4% . nera as aplicações de seus clientes a uma taxa
d) 5b 4% . de juros simples de 18% ao ano. Uma pessoa
e) 6b 8% . aplicou um capital neste bancob em uma deterc
minada datab e v erificou que no final do período
8) ” FCC – Analista de Gest� o Financeira e Conc de aplicaç� o o total de juros correspondia a 21%
tábil – 2016) Uma pessoa deseja inv estir em um do v alor do capital aplicado
imobilizado para a sua loja e o fornecedor lhe
ofereceu as seg uintes condições: a) 14 meses.
a. Preço à v ista é R $1.800b 00; b) 15 meses.
b. Preço a prazo é entrada de R $300b 00 e R $ c) 16 meses.
1.650b 00 em 60 dias. D) 18 meses.
e) 20 meses.
A taxa de juros simples mensal cobrada pelo forc
necedorb na v enda a prazo foi de 12) ” FCC – Oficial de D efensoria p(blica – 2010)
Um fog � o é v endido com entrada de R $ 100b 00
a) 5b 50% a.m. e uma parcela de R $ 322b 00 após um mê s da
b) 4b 88% a.m. compra. S e a loja cobra juros de 15% ao mê sb
c) 4b 17% a.m. ela pode v ender o fog � o à v ista ” sem os juros da
d) 5b 00% a.m. prestaç� o por
e) 8b 33 % a.m.
a) R$ 340b 00.
9) ” FCC – Técnico ministerial – 2018) Um emc b) R$ 350b 00.
préstimo foi feito à taxa de juros de 12 % ao ano. c) R$ 360b 00.
S e o v alor emprestado foi de R $ 50.000b 00 para d) R$ 380b 00.
pag amento em 30 anosb em v alores de hojeb o e) R$ 390b 00.
total de juros pag os por esse empréstimob ao fic
nal dos 30 anosb corresponde ao v alor empresc 13) ” UE M – Técnico Administrativ o – 2018) J osé
tado multiplicado por: tomou emprestado R $ 1.000b 00 a serem pag os
em 6 meses a juros simples de 5% ao mê s. Qual
a) 3b 6. é o montante a ser pag o por J osé?
b) 2b 8.
c) 3b 2. a) R$ 1.000b 00
d) 2b 5. b) R$ 1.200b 00
e) 4b 2. c) R$ 1.050b 00
d) R$ 1.300b 00
10) ” FCC – Auditor Fiscal – 2007) Uma pessoa e) R$ 1.600b 00
necessita efetuar dois pag amentosb um de R $
2.000b 00 daqui a 6 meses e outro de R $ 14) ” V UNE S P – Técnico Leg islativ o – 2018) Anc
2.382b 88 daqui a 8 meses. Para tantob v ai aplicar t9nia fez uma aplicaç� o a juros simplesb por um
hoje a juros simples o capital C à taxa de 3% ao período de um ano e meiob e a raz� o entre o
mê sb de forma que: montante dessa aplicaç� o e o capital aplicado foi
é ê Daqui a 6 meses possa retirar todo o monc 23/20. S abendo que o v alor dos juros dessa aplic
tanteb efetuar o pag amento de R $ 2.000b 00 eb caç� o foi de R $ 750b 00b o v alor do capital aplic
nessa datab aplicar o restante a juros simplesb à cado e a taxa de juros simples anual equiv alente
mesma taxab pelo resto do prazo; a essa aplicaç� o foramb correta e respectiv ac
é ê Daqui a 8 meses possa retirar todo o monc menteb
tante da seg unda aplicaç� o e efetuar o seg undo

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a) R$ 5.000b 00 e 10% a) 6b 7%
b) R$ 5.000b 00 e 12% b) 7b 1%
c) R$ 5.500b 00 e 12b 5% c) 9b 9%
d) R$ 6.000b 00 e 10% d) 12b 5%
e) R$ 6.000b 00 e 12% e) 14b 3%

15) ” MS CONCUR S OS – Analista Administrativ o 19) ” IE S E S – Analista de Projetos Org anizacioc


c 2018) Uma aplicaç� o bancária oferece uma nais – 2017) O capital de R $ 2.300b 00 foi financ
taxa de 8% ao bimestre no reg ime de capitalic ciado g erando o montante de R $ 3.220b 00 no rec
zaç� o simples. Por quanto tempo é necessário g ime dos juros simples. S abendoc se que a taxa
fazer uma aplicaç� o para triplicar o capital aplic de juros empreg ada foi de 60 % ao anob perc
cado? g untac se qual foi o praz o do financiamento?

a) 12 meses a) 9 meses
b) 25 meses b) 10 meses
c) 50 meses c) 6 meses
d) 100 meses d) 8 meses
e) 200 meses
20) ” V UNE S P – Assistente Administrativ o –
16) ” V UNE S P – Oficial de Atendimento e Admic 2017) Carlos fez um empréstimo de R $
nistraç� o – 2018) Um capital Ab aplicado a juros 2.800b 00b à taxa de juros simples de 1b 3% ao
simples com taxa de 9% ao anob rende em 6 mec mê sb que dev e ser pag o após 3 mesesb juntac
sesb os mesmos juros simples que um capital B mente com os juros. O v alor que Carlos dev erá
aplicado a taxa de 0b 8% ao mê sb durante 9 mec pag ar é ig ual a
ses. S abendoc se que o capital A é R $ 900b 00 suc
perior ao capital Bb ent� o o v alor do capital A é a) R$ 2.839b 40
b) R$ 2.889b 30
a) R$ 2.500b 00 c) R$ 2.909b 20
b) R$ 2.400b 00 d) R$ 2.953b 20
c) R$ 2.200b 00 e) R$ 3.112b 40
d) R$ 1.800b 00
e) R$ 1.500b 00 21) ” V UNE S P – Auxiliar de Apoio Administrativ o
– 2017) Um empréstimo de determinado v alor C
17) ” MPE c GO – Oficial de Promotoria – 2017) E m foi efetuado a uma taxa de juro simples de 18 %
um inv estimento no qual foi aplicado o v alor de ao anob por um prazo de 8 meses. S abendoc se
R $ 5.000b 00b em um ano foi resg atado o v alor que o montante relacionado a esse empréstimo
total de R $ 9.200b 00. C onsiderando estes aponc foi de R $ 11.200 b 00b o v alor C emprestado foi de
tamentos e que o rendimento se deu a juros simc
plesb é v erdadeiro afirmar que a taxa mensal foi a) R$ 9.000b 00
de: b) R$ 9.250b 00
c) R$ 9.500b 00
a) 1b 5% d) R$ 9.750b 00
b) 2% e) R$ 10.000 b 00
c) 5b 5%
d) 6% 22) ” CE S PE – Auditor de contas p(blicas – 2018)
e) 7% S e um lojista aumentar o preço orig inal de um
produto em 10% e depois der um desconto de
18) ” MPE c GO – S ecretário Auxiliar c 2017) Um 20% sobre o preço reaj ustadob ent� ob relativ ac
determinado produto pode ser v endido de duas mente ao preço orig inalb o preço final do produto
formas: uma é à v istab por R $ 300b 00 e a outra será
é com dois pag amentos ig uais de R $ 160b 00
cada umb sendo o primeiro no ato da compra e o a) 12% inferior
seg undob um mê s após essa compra. T odos os b) 18% inferior
consumidores que optarem pelo pag amento parc c) 8% superior
celadob ir� o pag ar juros simplesb cuja taxa menc d) 15% superior
sal é aproximadamente ig ual a: e) 10% inferior

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23) ” CS – UFG – T écnico em enfermag emc 2017) 26) ” IF – CE – Tecnólog o – Gest� o Financeira–
O g ráfico a seg uir mostra os maiores produtores 2016) Dentre os candidatos inscritos num conc
de coco do mundo em 2 011 cursob 40% s� o homens e 60% s� o mulheres.
Destesb já tê m empreg o 30% dos homens e 10%
das mulheres. S abendoc se que o n(mero de canc
didatos empreg ados é 90b o n(mero de mulheres
desempreg adasb que se inscrev eram no conc
cursob é

a) 315
b) 135
c) 180
d) 225
e) 270

27) ” Instituto de S eleç� o – Assistente Adminisc


trativ o ” PE e AL) c 201 7) Um determinado proc
Nessas condiçõesb a produç� o da Indonésia corc duto tev e seu preço reajustado duas v ezes. Na
responde aproximadamente a quantos por cento primeira v ezb o reajuste foi de 35% eb na sec
da produç� o mundial? g unda v ezb de 20% . S abendoc se que o preço do
produtob depois do seg undo reajusteb era de R $
a) 19b 5% . 567b 00b o preço do produtob antes do primeiro
b) 25b 2% . reajusteb era de
c) 32b 1% .
d) 41b 2% . a) R$ 380b 00
b) R$ 350b 00
24) ” IE S E S – Bioquímico Farmacê utico c 2017) c) R$ 400b 00
Um produto era anunciado com o preço de R $ d) R$ 420b 00
1500b 00 e sofreu dois reajustes consecutiv os de e) R$ 450b 00
5% e outro de 6% . Qual é o nov o preço deste
produto? 28) ” BIO – R IO – Analista de Contabilidade–
2016) Um pintor tinha um prazo de 3 dias para
a) R$ 1.665b 00 pintar um muro. No primeiro dia ele pintou 30%
b) R$ 1.663b 25 da área total a ser pintada; no seg undob ele pinc
c) R$ 1.672b 47 tou 40% do que faltav a. Assimb restou a ser pinc
d) R$ 1.669b 50 tada no terceiro dia a seg uinte porcentag em da
área total do muro:
25) ” IFc CE – Tecnólog o c Gest� o Financeira–
2016) Anderson v endeu um rádio e um relóg io a) 30%
por R $ 150b 00 cada. C om relaç� o aos v alores b) 36%
que estes objetos lhe custaramb Anderson tev e c) 42%
um prejuízo de 25% na v enda do rádio e um luc d) 46%
cro de 25% na v enda do relóg io. Nessas condic e) 50%
çõesb é correto afirmarc se queb relativ amente ao
custo dos objetosb no resultado total dessa tranc 29) ” AOCP – E ng enheiro de S eg urança do trabac
saç� ob Anderson lho c 2016) E m uma sala de aulab 55% dos aluc
nos v � o prestar v estibular para a área de exatas
a) N� o tev e lucro nem prejuízo. e desses alunos 36% para o curso de matemác
b) Tev e um prejuízo de R $ 20b 00. tica. Qual é a porcentag em de alunos dessa sala
c) T ev e um lucro de R $ 20b 00. de aula que v � o prestar v estibular para matemác
d) Tev e um prejuízo de R $ 25b 00. tica?
e) Tev e um lucro de R $ 25b 00. a) 1b 98%
b) 19b 8%
c) 20%
d) 21b 7%
e) 22b 9%

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30) ” AOCP – Médico Pediatra c 2016) Carla recec


beu de seu empreg o o salário de R $ 2500b 00.
Desse v alorb ela separou trê s quartos de quatro
quintos para pag ar as despesas de sua casa.
Qual é o v alor do alug uel de Carlab sabendo que
ele corresponde a 65% do v alor que ela
separou?

a) R$ 1500b 00
b) R$ 1350b 00
c) R$ 1135b 00
d) R$ 995b 00
e) R$ 975b 00

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O dobro de 4  2.4
AUL A 5
O triplo de 8  3.8
Á LGE BR A
Metade de 14  14/2

A diferença de 23 e 13  23c 13
O q u e é álg e b ra ?
O produto entre 4 e 8  4.8
Vamos iniciar o estudo da álg ebra que é
o ramo da Matemática que g eneraliza a aritméc O quociente entre 35 e 7  35/7
tica. Na álg ebra letras s� o utilizadas para reprec
sentar n(merosb podendo representar n(meros Até aqui tratamos de alg umas transforc
desconhecidos quanto um n(mero qualquer perc mações matemáticas passamos a ver a transforc
tencente a um conjunto numérico. maç� o para a ling uag em alg ébrica.

S e x é um n(mero parb por exemplob enc Como representar:


t� o x pode ser 2b 4b 6b 8b 10.... Dessa maneirab
Um n(mero qualquer  x
x é um n(mero qualquer pertencente ao conc
junto dos n(meros pares e fica ev idente o tipo O dobro de um n(mero  2y
de n(mero que x é: um m(ltiplo de 2.
Metade de um n(mero  z/2
No estudo alg ébrico existe uma diferencic
aç� o entre uma E) PR E S S ÃO MATE MÁ TICA e uma A soma de dois n(meros diferentes  x+ y
S ENT E NT A MATE MÁ TIC A.
Com isso conseg uimos GE NE R ALIZ AR b
E ntendec se por E xpress� o uma sequê ncia uma vez que um n(mero qualquer chamamos de
de n(meros separados por operações. xb esta letra pode representar qualquer n(mero
dependendo do contexto trabalhado.
E xemplos:
Todos os exemplos tratados na transforc
2 + 5 maç� o da ling uag em materna para a matemác
tica foram expressões uma vez que por si só n� o
1 2 c ” 3 .4 + 6 ) : 2
possuem um sentidob diferente do que seria uma
S e tais expressões exprimem um sentido sentençab que em reg ra pode assumir o valor de
completo passamos a falar de uma sentença. Verdadeiro ou Falso.

2 + 5 é 7 As sentenças podem ser Abertas ou Fec


chadas.
1 2 c ” 3 .4 + 6 ) : 2 é 3
S entenças Abertas: Possuem variáv eis ou incóg c
Quando nas expressões ou sentenças nitas e n� o ser definidas como Verdadeiras e Falc
aparecem letras representando um determinado sas de prontob uma v ez que dependem do valor
n(mero passamos a tratar de expressões e senc assumido pela incóg nita.
tenças alg ébricas.
E xemplo:
Uma habilidade importante que dev emos
adquirir é a transposiç� o da ling uag em materna xé 10c x ” É uma sentença abertab sópodemos dec
para a ling uag em matemática e ling uag em alg éc finir seu valor lóg ico se tivermos o valor de x)
brica.
S entenças Fechadas: N� o possuem variáv eis ou
Veremos alg uns exemplos: incóg nitas e podem ser definidas como Verdadeic
ras e Falsas.
Dois mais cinco  2+ 5

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7c 5é 2 ” S entença Fechada de valor lóg ico V E Rc


DADEIR O)
IV. Aditiva
I GUA LD A DE
Para quaisquer ab b e cb temc se que se aé b enc
É uma sentença que possui um sinal de
ig ual ” é ) . Cada uma das seg uintes sentenças t� o a+ cé b+ c.
abertas representa uma ig u a ld a d e :
E xemplos:
a) x + 2 é 6
b) y 4 c 12 é 37 3é 3  3+ 5é 3+ 5
c) z c 1 é 9
4é 3+ 1  4+ 2é 3+ 1+ 2
Numa ig ualdade há duas expressões:
uma à esquerda e outra à direita do sinal de ig ual
” é ) . A express� o à esquerda do sinal de ig ualc V. Multiplicativa
dade ” é ) constitui o 1 � m e m b ro e a express� o
à direita do sinal de ig ualdade ” é ) constitui o 2 � Para quaisquer ab b e cb temc se que se aé b enc
m em bro. t� o a.cé b.c.

E xemplos:

3é 3  3.4é 3.4

4é 3+ 1  4.5é ” 3+ 1) .5

P ro p rie d a d e s d a I g u a ld a d e Para quaisquer ab b e cb temc se que se aé b enc


t� o a/cé b/c.
I. Reflexiva
E xemplos:
Para qualquer que seja ab temc se que aé a.

E xemplos: 8é 8  8/4é 8/4  2é 2

10é 10 7é 7 xé x 4é 3+ 1  4/2é ” 3+ 1) /2  2é 2

II. S imétrica
E QUA T Ã O D E 1 � GR A U
Para quaisquer que seja a e bb se aé b ent� o
bé a; E quaç� o é uma sentença aberta expressa
por uma ig ualdadeb assim para que se config ure
E xemplos:
como equaç� ob dev emos observar:
7é 6+ 1 ent� o 6+ 1é 7
 É uma sentença aberta?
2+ 3é 4+ 1 ent� o 4+ 1é 2 + 3  Tem uma ig ualdade?

III. Transitiva Como v imos anteriormenteb toda equac


ç� o é composta por duas expressõesb 1 � m e m c
Para quaisquer ab b e cb temc se que se aé b e b ro e 2 � m e m b ro . E esses membros s� o comc
bé c ent� o aé c; postos por termosb que s� o os n(meros ” termos
independentes) ou as multiplicações de letras
E xemplos:
por n(meros ” termos alg ébricos ou mon9mios) .
Dev emos observar em determinada
2+ 3é 1+ 4  1+ 4 é 5+ 0 ent� o 2+ 3 é 5+ 0

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equaç� o qual o conjunto universo dela. Entendec mero n� o está no conjunto dos n(meros Natuc
se por C onjunto Universob o conjunto de n(mec rais log o dizemos que a equaç� o n� o possui soc
ros que determinada equaç� o pode assumirb luç� o em N.
neste temos:
Temos ent� o:
Naturais ” N) – Formado pelos inteiros positiv os.
E x. Né “ 0b 1b 2b 3b 4b 5...} . CONJ UNT O UNI V E R S O: T OD OS OS V A L OR E S
Q U E A V A R I Á V E L P O D E A S S U MI R .
Inteiros ” Z ) – Formado pelos Naturais e os Nec
g ativos. Ex. Z é “ ...c 5b c 4b c 3b c 2b c 1b 0b 1b 2b 3b 4b 5...} CONJ UNT O S OL UT Ã O OU V E R D A D E S Ã O OS
V A L O R E S Q U E A V A R I Á V E L A S S U ME Q U E
Racionais ” Q) – Que podem assumir a forma de T OR NA M A S E NT E NT A V E R D A D E I R A .
fraç� o a/bb com b≠0. E xemplos. 1/2; 4/5.
OBS E R V A T Ã O:
Irracionais ” Ir) – Que n� o podem assumir a V O conjunto v erdade é subconjunto do
forma de fraç� o. E xemplos. Dízimas n� o periódic conjunto Universo.
casb Raízes n� o exatas e o �” pi) . V N� o sendo o conjunto Universo citado dec
vemos considerar como conjunto Unic
Reais ” R ) c Formado pela Uni� o de todos os conc verso o conjunto dos Reais ” R ) .
juntos citados anteriormente. V O E lemento do conjunto verdade é chac
mado de R A I Z D A E Q U A T Ã O .
Dev emos nos atentar que um conjunto
eng loba outro n� o sendo excludenteb com excec
ç� o os conjuntos dos Racionais e Irracionais. Asc
A forma g eral de uma equaç� o de 1�
sim podemos observar o seg uinte diag rama.
Grau é:
ax + bé 0 b onde

a e b s � o n ( m e ro s re a is e a ≠ 0

Para resolv er uma equaç� o de 1� g rau


dev emos isolar a incóg nita. Para isso v eremos
duas formas de realizar.

Dada a seg uinte equaç� o: 3xc 6é 0. Qual é sua


raiz?

1ª Forma:

Considerando o Conjunto N e a seg uinte Nesta primeira forma iremos aplicar as


equaç� o xc 7é 3. Neste caso o conjunto Universo propriedadesb uma v ez que precisamos isolar o
s� o os Naturais log o x somente pode assumir o xb precisamos inicialmente retirar o c 6 do pric
valor de n(meros inteiros positivosb no caso esc meiro membrob para isso vamos adicionar 6 nos
pecífico temos como S oluç� o 10b uma v ez que dois membros.
10c 7é 3 tornando a sentença Verdadeira.
3xc6é 0
Dentro deste mesmo conjunto Universo 3xc6+ 6é 0+ 6
pense na equaç� o x+ 4é 1. Observe que a soluc
3xé 6
ç� o desta equaç� o seria c 3. No entanto este n(c

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Ag ora precisamos retirar o 3b assim o x E xemplo 2


ficará isolado para isso div idiremos os dois terc
mos por 3 x + 46 é 85

xé 85c46
3xé c6
3x/ 3é 6/ 3 xé 39
xé 2
E xemplo 3

A ra iz d a e q u a ç� o 3 x c 6 é 0 é 2 14x é 378

2ª Forma: xé 378/ 14
Na seg unda forma usamos a ideia de que
para isolar o x iremos passar os demais n(meros xé 27
para o outro lado da ig ualdadeb e quando isso
E xemplo 4
ocorre o n(mero tem sua operaç� o inv ertida.

Primeiro vamos passar o c 6 e com ele x/ 7é 152


está subtraindo ele passa para o outro lado soc
mando x é 7 .1 5 2
3xc6é 0
3xé 0+ 6 xé 1064
3xé c6 E xemplo 5

Ag ora vamos passar o 3 para o outro ladob c11x é 198


como ele está multiplicando ele passa para o ouc
tro lado div idindo. xé 198/ c11

3xé c6 xé c 18
xé 6/ 3 E xemplo 6
xé 2
7x + 42 é 4x + 57
A ra iz d a e q u a ç� o 3 x c 6 é 0 é 2
7xc4xé 57c42

3x é 15
Veremos mais alg uns exemplosb que opc
tarei responder pela 2ª formab mas que pode ser xé 15/ 3
solucionado pela 1ª forma sem qualquer proc
blema. xé 5
E xemplo 1 Observ e que no (ltimo exemplo foi necessário
x – 28 é 97 realizar uma soma alg ébricab v eremos como rec
xé 97+ 28 alizar as operações alg ébricasb pois muitas v ezes
necessitamos deste recurso na resoluç� o de
xé 125
equações.

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O P E R A T Õ E S C O M P O L I N Ô MI O S ou a div is� o com a parte literal dev emos nos soc


correr com as propriedades das potê ncias:
Cada termo do polin9mio é formado por
duas partes. Multiplicaç� o de Potê ncia da mesma base:

Parte Numérica  2 x  Parte Literal Repete a base e somac se os expoentes:

Quando temos aparecendo apenas a E xemplo: x 3 .x 5 é x 8


parte literal a parte numérica é 1.

y
Div is� o de Potê ncia da mesma base:
No caso acima a parte literal é y e a parte
Repete a base e subtraic se os expoentes:
numérica é 1.

Quando temos aparecendo apenas a E xemplo: x 4:x 2 é x 2


parte numéricab n� o existe parte literal.

Os polin9mios s� o formados por termosb


Potê ncia de Potê ncia:
caso tenha mais de trê s termos ele é chamado
de polin9mio mesmob mas quando possui menos Repete a base e multiplicac se os expoenc
termos recebem nomes específicos: tes:

Um Termo é ê Mo n 9 m io . E x. 3 x ou y E xemplo: ” x 3) 5 é x 15
Dois Termos é ê B in 9 m io . E x. 3x+ 2 ou 2xc 3y Vamos retomar ag ora a multiplicaç� o e a
div is� o:
Trê s Termos é ê T rin 9 m io . E x. x 2 + 3xc 5

A d iç� o e S u b t r a ç� o : 2 x 2 .5 x é 1 0 x 3

Para somar ou subtrair polin9mios dev ec 1 5 x 5:5 x 3 é 3 x 2


mos somar ou subtrair a parte numérica e repec
tir a parte literal. Propriedade Distributiva da Multiplicaç� o:

3x+ 2xé 5x Quando temos um mon9mio multiplic


cando a soma de mon9mios dev emos realizar a
8yc 9y é c y distribuiç� o da seg uinte forma:

x+ y é ? é ê Neste caso as partes literais s� o dic 3. ” 5x + 19)


ferentes log o n� o podemos efetuar a operaç� o e
o resultado permanece x+ y. 3 .5 x + 3 .1 9

Observaç� o: 15x+ 57

x é diferente de x 2 Vamos retomar as equações aplicando


os conhecimentos adquiridos:
ab é diferente de a

Mu lt ip lic a ç� o e D iv is � o :

Para multiplicar e div idir dev emos realizar


a operaç� o tanto com a parte numérica como
com a parte literal. Para realizar a multiplicaç� o
Primeiro vamos transformar todas as

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frações em frações equivalentes do mesmo dec Conseg uimos a partir das informações equacioc
nominadorb usando o MMC. nar em funç� o dos depósitos.
Como mé jc 120b podemos substituir na primeira
MMC ” 4b 1b 5b 2) é 20 equaç� o a variáv el m.
1 2 .” j c 1 2 0 ) + 1 2 j é 9 1 2 0
Aplicando a Distributiva.
1 2 .” j c 1 2 0 ) + 1 2 j é 9 1 2 0
12j c 1440+ 12jé 9120
24j é 9120+ 1440
24j é 10560
jé 10560/24
jé 440
Concluímos que J ulia depositou R $ 440 b 00 e
Marcela R $ 320b 00.

A LT E R NA T I V A E
E x e rc íc io 2 .

” FGV – Analista em Tecnolog ia da Informaç� o –


E x e rc íc io s re s o lv id o s 2018) R oberto e Gerson jantaram juntos em um
restaurante. Na hora de pag ar a contab cada um
E x e rc íc io 1 . pag ou o correspondente ao próprio consumo.
E ntretantob R oberto deu 5% de g orj eta e Gerson
” FGV – Analista em Tecnolog ia da Informaç� o – deu 12% de g orjetab sobre as respectiv as desc
Desenv olv imento de S istemas –2018) Marcela e pesas. Ficaram surpresos ao constatar queb com
J (lia fizeram depósitos mensais em suas respecc a g orj eta incluídab eles pag aram exatamente o
tiv as poupanças durante o ano de 2017. Cada mesmo v alor: R $ 168b 00 cada um. A soma das
uma fez 12 depósitos ig uais. Marcela depositou g orjetas dadas por eles é:
R $ 120b 00 mensais a menos do que J (lia. As
duas depositaram ao todo R $ 9120b 00. a) R$ 26b 00;
b) R$ 24b 00;
Concluic se que: c) R$ 22b 00;
a) Marcela depositou R $ 300b 00; d) R$ 20b 00;
b) Marcela depositou R $ 340b 00; e) R$ 18b 00.
c) Marcela depositou R $ 360b 00;
d) J (lia depositou R $ 420b 00; Resoluç� o:
e) J (lia depositou R $ 440b 00; Gerson é ê g + 0b 12g é 1b 12g

Resoluç� o: Roberto é ê r+ 0b 05r é 1b 05r

Vamos definir como:


m – depósitos de Marcela 1b 12g é 168

j – depósitos de J (lia g é 168/1b 12


g é 150  150.0b 12é 18b 00

12m+ 12j é 9120


mé jc 120 1b 05ré 168
ré 168/1b 05

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ré 160  160.0b 05 é 8b 00 E x e rc íc io 4

” FCC – Técnico J udiciário – Á rea Administrativ a


O total de Gorjeta pag o foi de R $ 26b 00 – 2018) Amandab Manuelab Patríciab Olív ia e Dac
niela fizeram uma mesma prov ab cuja nota mais
A LT E R NA T I V A A
altab dentre elasb foi 18. Amanda obtev e a mec
tade da nota conquistada por Manuela. Patrícia
E x e rc íc io 3 . tirou nota equiv alente à média aritmética das
notas de Daniela e Manuela. Olív ia obtev e a
mesma nota que Danielab e o triplo da nota de
” FGV – Analista em Tecnolog ia da Informaç� o –
Amanda. A seg unda maior nota dentre as cinco
Desenv olv imento de S istemas –2018) Daqui a
pessoas foi ig ual a
8 anosb L(cia terá o triplo da idade que tinha há
10 anos. A soma das idades que L(cia tinha há
a) 15 e obtida por Patrícia.
4 anos com a idade que ela terá daqui a 4 anos
b) 16b 5 e obtida por Patrícia.
é:
c) 12 e obtida por Manuela.
d) 16b 5 e obtida por Manuela.
a) 34
e) 15 e obtida por Olív ia e Daniela.
b) 36
c) 38
d) 40 Resoluç� o:
e) 42
Vamos chamar de x a nota de Amanda.
Resoluç� o:
x – Idade de L(cia Hoje Amanda obtev e a metade da nota conquistada
Daqui a 8 anosb L(cia terá o triplo da idade que por Manuela. E nt� o a nota de Manuela é o dobro
tinha há 10 anos da de Amanda.

x+ 8é 3.” xc 10) Nota de Manuela – 2x


Resolv endo para saber a idade de L(cia
Olív ia obtev e a mesma nota que Danielab e o tric
plo da nota de Amanda.
x+ 8é 3xc30 Nota de Oliv ia e Daniela – 3x
xc3xé c30c8 Patrícia tirou nota equiv alente à média aritméc
tica das notas de Daniela e Manuela.
c2xé c38
” c1) 2xé 38 Nota de Patrícia é ” 3x+ 2x) /2 é 5x/2 é 2b 5x

xé 38/ 2 A maior nota é 18 log o é a nota de Oliv ia e Dac


niela.
xé 19 3x é 18
Idade que tinha há 4 anos
xé 18/3
19c 4 é 15
xé 6
Idade que terá daqui a 4 anos
19+ 4 é 23
Nota de Oliv ia – 18
Nota de Daniela – 18
S oma das idades é 15+ 23é 38
Nota da Patrícia c 15
A LT E R NA T I V A C
Nota da Manuela – 12
Nota da Amanda – 6
A seg unda maior nota foi obtida por Patrícia
A LT E R NA T I V A A

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E x e rc íc io 5 2m é 236
m é 118
Um g aroto economizou sua mesada durante alc
g uns meses para comprar alg uns itens em uma E b portantob
feira de jog os. Durante a feirab se ele comprasse
c é m + 47 ” I I I )
trê s cartuchos de um jog o e duas miniaturas de
seu herói fav orito faltariam R $ 31b 00 para pag ar c é 118 + 47
a compra. Por outro ladob se ele comprasse dois
c é 165
cartuchos do jog o e trê s miniaturas sobrariam
R $ 16b 00. Considerando que o v alor de um carc Log ob sua mesada é:
tucho e de uma miniatura totaliza R $ 283b 00b o
2c + 3m + 16
v alor que ele economizou para comprar esses
itens na feira foi de 2 .” 1 6 5 ) + 3 . ” 1 1 8 ) + 1 6
330 + 354 + 16
a) R$ 900b 00
b) R$ 849b 00 700.
c) R$ 700b 00
A lt e rn a t iv a C .
d) R$ 669b 00
Resoluç� o:
F A T O R A T Ã O E P R O D U T OS N OT Á V E I S
Vamos chamar de:
c: preço do cartucho;
Fatoraç� o é um processo utilizado na mac
m: preço da miniatura; temática que consiste em representar um n(c
mero ou uma express� o como produto de fatoc
res.
“...se ele comprasse trê s cartuchos de um j og o
e duas miniaturas de seu herói fav orito faltac Produtos Notáv eis s� o alg uns casos espec
riam R $ 31b 00 para pag ar a compra”. cíficos que a partir do produto de fatores muito
Me s a d a é 3 c + 2 m c 3 1 ” I ) utilizados g anharam notoriedade. V eremos alc
g uns casos de Produtos Notáv eis.

“...se ele comprasse dois cartuchos do jog o e Q u a d ra d o d a S o m a d e D o is T e rm o s


trê s miniaturas sobrariam R $ 16b 00”.
Me s a d a é 2 c + 3 m + 1 6 ” I I ) ” x+ y) 2

E ste é o primeiro produto notáv elb se forc


Observ e que o valor da mesada é (nicob ou mos desenv olv er o produto teremos:
sejab
3c + 2m – 31 é 2c + 3m + 16 ” x+ y ) .” x+ y )
x4+ xy + xy + y 4
3c – 2c + 2m – 3m é 16 + 31 x4+ 2xy + y 4
c – m é 47
c é m + 47 ” I I I )
” x + y ) 2 é x 2+ 2 x y + y 2

“Considerando que o valor de um cartucho e Q U A D R A D O D O P R I ME I R O T E R MO ” x 2 )


de uma miniatura totaliza R $ 283b 00”. MA I S D U A S V E Z E S O P R I ME I R O T E R MO
c + m é 283 ” I V ) P E L O S E G U N D O T E R MO ” + 2 x y ) MA I S Q U A c
D R A D O D O S E G U N D O T E R MO ” y 2 ) .
S ubstituindo ” III) em ” IV ) b
c + m é 283 E xemplos:
” m + 47) + m é 283
”2 + a) –
2m + 47 é 283 2–+ 2 . 2 . a + a–
2m é 283 – 47 4 + 4 . a + a–

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”3x–– 1) . ”3x–+ 1) é
”3x + y) –é
é ”3x–) –– 1–é
é ”3 x) –+
2 . 3x . y + y–é
é 9x +6 . x . y + y–
– é 9x c 1

Q u a d ra d o d a D if e re n ça d e D o is T e rm o s Menos utilizados porem importantes saber tec


mos:

” xcy) 2
C u b o d a S o m a d e D o is T e rm o s
” xc y ) .” xc y )
x4c xy c xy + y 4
x4c 2xy + y 4

” x c y ) 2 é x 2c 2 x y + y 2 C u b o d a D ife re n ça d e D o is T e rm o s

Q U A D R A D O D O P R I ME I R O T E R MO ” x 2 ) ME c
N O S D U A S V E Z E S O P R I ME I R O T E R MO
P E L O S E G U N D O T E R MO ” c 2 x y ) MA I S Q U A c
D R A D O D O S E G U N D O T E R MO ” y 2 ) .
V amos v er alg uns exercícios:
E xemplos:
E x e rc íc io 1
”a – 5c) –é
é a – 2 . a . 5c + ”5c) –é
– ”NUC E PE c2019) c S abendo que x cy é 3 e xy é 40 b
é a––10 . a . c + 25c– qual é o valor de x2 + y2?

a) – 3.
”p – 2s) é b) 9.
é p–– 2 . p . 2s + ”2s) –= c) 81.
é p–– 4 . p . s + 4s– d) 89.
e) 161.
P ro d u t o d a S o m a p e la D if e re n ça d e D o is
T e rm o s R esoluç� o:

” x + y ) .” x c y ) Para resolv er este exercício dev emos observ ar


que se elev armos um termo de uma equaç� o ao
” x+ y ) .” xc y ) quadrado dev emos elev ar o outro também.
x4+ xy c xy + y 4
x4c y 4 xc yé 3 ent� o ” xc y ) 2 é 3 2
Q U A D R A D O D O P R I ME I R O T E R MO ” x 2 ) Observ e que temos um produto notáv el: Quac
ME N O S QUA D R A DO DO S E GUNDO drado da diferença de dois termos assim
2
T E R MO ” c y ) .
x 2 c 2.x.y + y 2 é 9
E xemplos:
O ex ercício afirma que x.y é 40
”2 – c) . ”2 + c) é
é 2–– c–é x 2 c 2.40+ y 2 é 9
é 4 – c–
x 2 c 80+ y 2 é 9

x 2 + y 2 é 9+ 80

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x 2 + y 2 é 89 Precisamos pensar o que temos em comum enc


tre os n(meros e podemos perceber que todos
s� o m(ltiplos de 3b assim colocamos 3 em ev ic
A LT E R NA T I V A D dê ncia.

E x e rc íc io 2 A g rupam e nto
S e x e y s� o n(meros reaisb ent� o a express� o ”x c
y)2 é igual a E xistem polin9mios que n� o encontramos
termos em comumb podemos usar neste caso a
a) x 2 + y2 . fatoraç� o por ag rupamentob procurando no polic
b) x 2 c y2 n9mio termos que podem ser ag rupados.
c) x 2 + y2 + 2xy.
d) x 2 + y2 c 2xy. Observ e este exemplo:
e) x 2 c y2 c 2xy
mx + 3nx + my + 3ny
R esoluç� o:
N� o existe nada em comum nos quatro
Aplicaç� o direta do produto notáv el quadrado
termos para que possamos colocar em ev idê nc
da diferença de dois termos.
ciab no entanto podemos perceber que no pric
meiro e terceiro termo temos x e no seg undo e
A LT E R NA T I V A D quarto termo temos y . Assim temos:

V eremos os casos mais comuns de fatoc


raç� o.
x .” m + 3 n ) + y .” m + 3 n )

Percebemos ag ora que ainda apareceu


F a t o r C o m u m e m E v id ê n c ia
outro termo que podemos colocar em ev idê ncia
Utilizado quando existir um fator que se que é o m + 3 n . Assimb
repete em todos os termos do polin9miob poc
dendo ser n(mero e letrasb sendo este colocado ” m + 3 n) + ” x + y )
na frente dos parê nteses. Dentro dos parê ntec
ses ficará o resultado da div is� o de cada termo V eremos outro exemplo:
do polin9mio pelo fator comum.

E xemplo 1: ab + 3b + 7a + 21
Qual é a forma fatorada do polin9mio 12x + 6y c 9z?
b .” a + 3 ) + 7 .” a + 3 )
Precisamos pensar o que temos em comum enc
tre os n(meros e podemos perceber que todos ” a+ 3 ) + ” b+ 7 )
s� o m(ltiplos de 3b assim colocamos 3 em ev ic
dê ncia. E xistem outros casos de fatoraç� o alg uns deric
vados dos produtos notáveis.
3 .” 4 x + 2 y c 3 z )

E xemplo 2: T rin 9 m io Q u a d r a d o P e rfe it o

Fatore 2a 2 b + 3a 3 c c a 4 . ” Quadrado da soma de dois termos)

Neste caso n� o temos nada em comum com a a2 + 2 a b + b2 é ” a + b) 2


parte numéricab mas podemos perceber que na
parte literal temos a letra “a”b ela portanto fic ” Quadrado da diferença de dois termos)
cará em ev idê nciab dev emos peg ar o de menor
expoente. a2 c 2 ab + b2 é ” a c b) 2

a 2 . ” 2 b+ 3 a cc a 2) Como fatorar:

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 Primero fazemos a raiz quadrada dos a) 35 e 12.


termos ao quadrado. b) 40 e 7.
 Multiplicamos por 2. c) 17 e 30.
 Comparamos com o termo restanteb d) 52 e 5.
sendo estes ig uais é um trin9mio perc e) 29 e 18.
feito.
A primeira situaç� o que dev emos obserc
E xemplo: var é a tentativa de equacionar o exercício com
base nas informações fornecidasb e sempre imc
x2 + 6 x + 9 portante encontrar a quantidade de equações
semelhante a quantidade de incóg nitas.
√x2 é x e √9 é 3
No exemplob vamos considerar:
Multiplicando por 2 temos: 2.3.x é 6x
cc carros e mc motos
E nt� o:
Há 47 veículos no estacionamentob ent� o podec
x 2 + 6x + 9 é ê ” x+ 3) 2 mos equacionar.

D ife re n ça d e D o is Q u a d r a d o s c+ m é 4 7

a2 c b2 é ” a + b) . ” a c b) Há 199 pneusb levando em consideraç� o que a


moto possui 2 pneus e o carro 4 pneus ” observ e
Como fatorar: que o problema pede pra considerar 5 pneus) b
equacionamos.
 Primero fazemos a raiz quadrada dos
termos ao quadrado. 5c+ 2m é 199
 E screv emos o produto da soma pela dic
ferença. Ag ora vamos aprender a resolv er o sistema de
equaç� ob e para isso vamos fazer por dois méc
E xemplos todos. A D I T Ã O E S U B S T I T U I T Ã O .

9x2 c 25

√9x2 é 3x e √25 é 5

9x2 c 25 é ”3x + 5) . ”3x c 5).


Mét o d o d a A d iç� o

S I S T E MA D E E Q U A T à O D E 1 � G R A U Pelo método da Adiç� o dev emos observ ar um


n(mero que multiplicando uma das equações
Vamos estudar o sistema de equaç� o a consig amos eliminar uma das incóg nitas.
partir de problemas específicos.

E x e m p lo 1

” NCc UFPR c 2019) c Um estacionamentob no cenc


tro da cidadeb só permite a entrada de carros e
motos. E m um determinado horário do diab há
47 veículos no estacionamento. Nesse momentob
hav ia o total de 199 pneus nos v eículos estacioc
nados. C onsiderando que todo carro possui um
estepe ” sobressalente) quantos carros e motosb
respectivamenteb hav ia no estacionamento.

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Com isso já sabemos o n(mero de carros 35b alc ” CETR E DE c 2017) c E m uma apresentaç� o de tec
ternativ a A. Para encontrar o de motos bastab atrob hav ia adultos e crianças cujo total eram 55
substituir o n(mero de carros em uma das equac pessoas. Cada adulto pag ou R $ 40b 00 e cada cric
ções.
ançab R $ 25b 00. Ao todob foram arrecadados
c+ m é 4 7 R $ 1.750b 00. A raz� o entre o n(mero de adultos
e o de crianças dessa apresentaç� o foi
35+ mé 47
a) 5/6.
mé 47c35 b) 3/8.
c) 2/3.
mé 12 d) 4/7.
e) 3/4.
A LT E R NA T I V A A .
E quacionando:
Mét o d o d a S u b s t it u iç� o

Vamos fazer o mesmo exercícios pelo ac adultos


cc crianças
método da S ubstituiç� o. Com já hav íamos
equacionado.

Por este método devemos isolar uma


das incóg nitas em uma das equações: E scolhemos um dos métodos...V amos optar por
S ubstituiç� o.
c+ m é 4 7
aé 55cc
cé 47cm
40a+ 25cé 1 750
Ag ora substituímos na seg unda equaç� o: 4 0 .” 5 5 c c ) + 2 5 c é 1 7 5 0
2 2 0 0 c 4 0 c+ 2 5 cé 1 7 5 0
5c+ 2m é 199
c40c+ 25cé 1 750c2200
5 .” 4 7 c m ) + 2 m é 1 9 9
235c5m+ 2mé 199 c15cé c450 ” c1)
c5m+ 2mé 199c235 15cé 450
c3mé c36 ” c1) cé 450/ 15
3mé 36 cé 30
mé 36/ 3
mé 12

Ag ora com o valor de m substituímos na equac


aé 55c30
ç� o que isolamos aé 25

Observ e que o exercício pede a raz� o


cé 47cm entre o n(mero de adultos e crianças.
cé 47c12
cé 35 25/30  5/6

A LT E R NA T I V A A A LT E R NA T I V A A

E x e m p lo 2

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I NE QUA T Ã O DE 1 � GR A U 7 x 2 + 1 4 x é 0 ” I N C O MP L E T A )
aé 7 bé 14 cé 0
A inequaç� o contrapõe a ideia de equac
ç� ob enquanto a equaç� o propõe uma situaç� o A resoluç� o de uma equaç� o de 2� Grau
de ig ualdade a I N E Q U A T à O propõe uma situac s� o as raízes da equaç� ob v alores que tornam a
ç� o de desig ualdade. E las podem ser resolv idas equaç� o v erdadeira.
da mesma forma que a equaç� o de 1� Grau.
A fórmula de Báskara é um dos meios de
E xemplos: resoluç� o de uma equaç� o de 2� g rau.

3x – 6 ê 21
3xê 21+ 6
3xê 27
xê 27/ 3
xê 9

V amos resolv er a seg uinte equaç� o:


c ≤
x 2c 8 x + 1 2 é 0

aé 1 bé c 8 cé 12

MMC ” 2 b 5 ) é 1 0 Chamac se ∆ �� �
�� a discriminante da equaç� o
e ela indica quantas raízes a equaç� o possui.
c ≤
∆é b 2 – 4 a c
∆é ” c 8 ) 2 – 4 .1 .1 2
1 5 x – 2 ≤2 0
∆é 6 4 – 4 8
1 5 x ≤2 0 + 2
1 5 x ≤2 2
Ǝ 1 6
x ≤ A e q u a ç� o p o s s u i d u a s ra íz e s ...
E QUA T Ã O DE 2 � GR A U

Toda equaç� o de 2 � Grau tem a seg uinte forma:


6 S e o valor de Δfor maior que zero ”Δê 0)b
a equaç� o teráduas raízes reais e distinc
ax 4 + bx + c é 0 tas.
6 S e o valor de Δfor igual a zero ”Δé 0)b a
Lembrando que “a ” n� o pode ser 0; equaç� o apresentaráuma raiz real.
6 S e o valor de Δfor menor que zero ”Δ<0)b
S e uma equaç� o possui os trê s coeficientes ela
a equaç� o n� o possui raízes reais.
se diz completab se faltar os coeficientes “b” ou
“c” se dizem incompletas.
P rim e ira R a iz
E xemplo:

1 0 x 2 c 6 x + 4 é 0 ” C O MP L E T A )
aé 10 bé c 6 cé 4

5 x 2 + 4 é 0 ” I N C O MP L E T A )
aé 5 bé 0 cé 4 S e g u n d a R a iz

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CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O
1. R esolv a as equações:

S é “ 2 b6 } a) + é
b) 1 é
c) + é
Também é possív el encontrar as raízes da
d) + é
equaç� o atrav és da S OMA e do PR ODUTO das
e) + é
R aízes.
f) + é
g) + é
Onde:
h) 1 é
i) 1 é
S endo as raízes x 1 e x 2 j) 1 é
k) 1 é 1
l) + é
m) + é
n) 1 é
o) + é
p) + é
q) + é
r) + é
s) + é
t) 1 é
E m n o s s o e x e m p lo :
u) 1 é

x 2c 8 x + 1 2 é 0 v) + é
R) + é
aé 1 bé c 8 cé 12 x) – é
y) + é
____ + _____ é 8 z) 1 é

_ _ _ _ . _ _ _ _ _ é 12
2. Qual a soluç� o das equações abaixo.

E nt� o: ° é
b é
2 +6 é 8
c é
2. 6é 12 d é
� é
S é “ 2 b6 } � é
g é
� é
� é
r é
k é
l é
m) é

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n) é e) ” + )é
f) ” )é
o) é
g) + ” )é
p) é
h) ” + )é
q) é i) ” + )é
r) é j) + ” )é
s) é k) ” + )é
l) ” )é
t) é
m) ” + )é
u) é
n) ” )é
v) é o) ” + )é
R) é
5. R esolv a as equações env olv endo frações:
x) é
y) é
z) é

3. R esolv a cada equaç� o e determine seu conc


junto soluç� o:

a) + + é –
b) é +
c) + é + +
d) + + é + +
e) + + é +
f) + + é +
g) + + é +
h) + é +
i) + é +
j) + + é +
k) + + é +
l) + é +
m) + é +
n) + é +
o) + + + é –
p) + é + –

4. Determine o conjunto soluç� o das equações


env olv endo propriedade distributiv a:

a) + ” )é
b) + ” )é
c) ” )é
d) ” + )é

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6. R esolv a os sistemas de equaç� o: CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O


R espos tas

1. a. c 5 b. 3 c. 6
d. c 7 e. 0 f. 8
g. 0 h. 6 i. 7
j. 20 k. 0 l. 3
m. 3/2 n. 4/3 o. 7/4
p. 9/4 q. 6/7 r. c 5/3
s. 3/5 t. 15/7 u. 25/8
v . c 8/9 R. c 5/12 x. 13/15
y . c 11/7 z. 7/2

2. a. 3 b. c 1 c. 1/4
d. 1/2 e. c 5 f. c 8/3
g. 0 h. 5/2 i. 6/5
j. c 2 k. c 1 l. c 30
m. c 2 n. c 12 o. c 10
p. c 3 q. 24 r. c 35
s. 18 t. c 3 u. c 12
v. c8 R. c 10 x. c 4
y. 6 z. c 5

3.

7. R esolv a os sistemas de equaç� o lineares:

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4. 6.

7.

5.

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QUE S T Õ E S D E CONCUR S O
4) ” FCC – Auxiliar de Fiscalizaç� o Ag ropecuária
1) ” FCC – Adv og ado – 2016) O setor administrac – 2018) J uliano percorreu o trajeto de uma corc
tiv o de uma empresa possui seis funcionáriosb rida em 27 minutos e 28 seg undos. R og ério perc
todos com salários diferentes entre si. Considec correu o mesmo trajeto em 25 minutos e 53 sec
rando apenas o maior e o menor dos seis salác g undos e Paulo percorreu esse traj eto em 28 mic
riosb a média é ig ual a R $ 2.500b 00b e considec nutos e 36 seg undos. O tempo médio dos trê s
rando apenas os quatro outros saláriosb a média rapazes para percorrerem esse traj eto foi de
é ig ual a R $ 2.200 b 00. S e apenas um dos seis
salários for reajustado em R $ 138b 00b a nov a a) 27 minutos e 32 seg undos.
média salarial dos seis funcionáriosb comparada b) 28 minutos e 04 seg undos.
à média anterior do g rupob aumentará em c) 28 minutos e 22 seg undos.
d) 26 minutos e 58 seg undos.
a) 0b 6% . e) 27 minutos e 19 seg undos.
b) 1b 3% .
c) 0b 7% . 5) ” FCC – T écnico da R eceita Federal – 2016 )
d) 1b 0% . Atenç� o: Para responder à quest� ob considere as
e) 0b 9% . informações abaixo. T rê s funcionários do S erv iço
de Atendimento ao Cliente de uma loja foram
2) ” FCC – Professor – 2018) Uma cidade pode av aliados pelos clientes que atribuíram uma nota
ser pequena ou g randeb dependendo do n(mero ” 1; 2; 3; 4; 5) para o atendimento recebido. A
de habitantes. Os habitantes das cidades g ranc tabela mostra as notas recebidas por esses func
des produzemb em médiab 1 kg de lixo por diab e cionários em um determinado dia.
os das cidades pequenas produzem 0b 5 kg de
lixo por dia. Observ e os dados na tabela abaixo.

Considerando a av aliaç� o média indiv idual de


Uma cidade de 50 mil habitantes e duas de 25 cada funcionário nesse diab a diferença entre as
mil habitantes cada produzem por diab em méc médias mais próximas é ig ual a
diab um total de lixo equiv alente a
a) 0b 32.
a) 625 kg . b) 0b 21.
b) 750 kg . c) 0b 35.
c) 62b 5 toneladas. d) 0b 18.
d) 75 toneladas e) 0b 24.
e) 100 toneladas.
6) ” FCC – Analista de S istemas c 2015) Um proc
3) ” FCC – Auditor Fiscal de tributos – 2018) Um fessor av alia seus alunos por meio de 5 prov as.
lev antamento foi realizado com 40 instituições A nota final é obtida por meio de média aritméc
financeirasb localizadas em uma reg i� ob com rec tica ponderada. A prov a I tem peso 1b a prov a II
laç� o à s taxas mensais de juros aplicadas para tem peso 2b a prov a III tem peso 3b a prov a IV
financiamento de v eículos. V erificouc se que tem peso 4 e a prov a V tem peso 5. As notas de
cinco instituições aplicam a taxa de 0b 80% ao Carlos nas prov as s� ob respectiv amenteb 7b 8b 7b
mê sb duas aplicam a tax a de 1b 20% ao mê sb oito 5 e 4. As notas de Bruno s� ob respectiv amenteb
aplicam a taxa de 1b 25% ao mê sb x aplicam a 2b 1b 2b 7 e 8. A diferençab em décimosb entre a
taxa de 1b 12% ao mê s e y aplicam a taxa de média de Carlos e Bruno é
0b 96% ao mê s. S e a média aritmética destas tac
xas foi ig ual a 1b 05% b ent� o a soma da mediana a) 4.
e a moda correspondentes foi de b) 2.
c) 5.
a) 2b 00% . d) 6.
b) 2b 24% . e) 1.
c) 2b 08% .
d) 2b 16% .
e) 1b 92 % .

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7) ” FCC – Professor – 2012 c Adaptada) A distric 10) ” FCC – Ag ente Administrativ o – 2010) A méc
buiç� o de salários de uma empresa é dada na dia das idades dos cinco jog adores de um time
tabela abaixo: de basquete é 23b 2 anos. S e o piv 9 dessa
equipeb que possui 27 anosb for substituído por
um jog ador de 20 anos e os demais jog adores
Baseandoc se na tabela acimab está correto afirc forem mantidosb ent� o a média de idade dessa
mar que a porcentag em de funcionários que g ac equipeb em anosb passará a ser
nham abaixo do salário médio dessa empresa é
a) 20b 6.
a) 30% . b) 21b 2.
b) 40% . c) 21b 8.
c) 50% . d) 22b 4.
d) 60% . e) 23b 0.
e) 70% .
11) ” V UNE S P – E scriturário – 2019 c Adaptada)
8) ” FCC – Professor – 2012) Um alunob para ser Uma pessoa foi a uma papelaria e comprou alc
aprov ado em uma determinada disciplinab prec g umas pastas de R $ 3b 50b cada umab e alg uns
cisa alcançar media maior ou ig ual a 6b 0. S e ele lápis ig uais de R $ 1b 20b cada um. S abendo que
obtev e notas 4b 5 e 5b 5 nas prov as parciais ” com o total da compra foi de R $ 35b 50 e que foram
peso 1 cada uma) b a nota mínima que precisará comprados 20 materiaisb ent� o a quantidade lác
obter na prov a final ” que tem peso 2) para ser pis comprada foi de
aprov ado é
a) 3.
a) 8b 0. b) 5.
b) 7b 5. c) 10.
c) 7b 0. d) 12.
d 6b 5. e) 15.
e) 6b 0.
12) ” V UNE S P – E nfermeiro J udiciário – 2019)
9) ” V UNE S P – Assistente T écnico Administrativ o Considere trê s n(meros naturaisb representados
– 2011) J oana fez uma pesquisa e reg istroub em por xb y e zb respectiv amente. S abec se que a dic
minutosb o tempo que seus coleg as g astam no v is� o de x por 5 resulta no quociente y e resto
percurso de casa ao trabalhob obtendo os sec 3b e que a div is� o de y por 5 resulta no quociente
g uintes resultados: z e resto 1b e que a div is� o de z por 5 resulta no
quociente 3 e resto 4. O resultado de x – y é

a) 391. b) 413. c) 402. d) 425 . e) 387 .

13) ” V UNE S P – Analista de S uporte e R eg ulaç� o


– 2018) Certa quantidade x de litros de um proc
dutob quando div idido em recipientes do tipo Ab
enche y recipientesb sobrando 6b 4 litros. Quando
essa quantidade é div idida em recipientes do
tipo Bb com capacidade de 12 litros cada umb enc
che um n(mero de recipientes que é uma unic
dade a menos que y b e ainda sobram 10 litros.
E m recipientes do tipo C b cada um com 11 litrosb
O tempo médio g asto pelos coleg as de J oana a mesma quantidade x enche um n(mero de rec
nesse percurso é de: cipientes que é uma unidade a mais que y b soc
brando 8 litros. Dessa formab é correto afirmar
a) 40 minutos. que a capacidade de cada v asilhame do tipo Ab
b) 35 minutos. em litrosb é ig ual a
c) 30 minutos.
d) 25 minutos. a) 11b 9.
e) 20 minutos. b) 11b 5.
c) 11b 8.
d) 11b 7.

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e) 11b 6.

14) ” V UNE S P – E screv ente Técnico J udiciário –


2018) No posto Alfab o custob para o consumidorb
de um litro de g asolina é R $ 3b 90b e o de um litro
de etanol é R $ 2b 70. S e o custo de um litro de
uma mistura de quantidades determinadas desc
ses dois combustív eis é ig ual a R $ 3b 06b ent� o o
n(mero de litros de g asolina necessários para
compor 40 litros dessa mistura é ig ual a
a) 12.
b) 24.
c) 28.
d) 20.
e) 16.

15) ” V UNE S P – Analista de S uporte e R eg ulaç� o


– 2018) Gertrudesb que é doceirab recebeu trê s
encomendas para festas. S abec se queb em cada
uma das encomendasb foram usadas quantidac
des diferentes de ov osb ig uais a xb y e zb tais que
x + y é 40b x + z é 30 e y + z é 38. Desse
modob é correto afirmar queb para a produç� o
dessas trê s encomendasb Gertrudes usou uma
quantidade de ov os ig ual a

a) 3b 5.
b) 4.
c) 4b 5.
d) 5.
e) 5b 5.

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Me d id a s d e S u p e rfíc ie
A ULA 6
S uperfície é uma g randeza com duas dic
G ra n d e z a s e Me d id a s mensões e área é a medida desta g randezab cuja
unidade de medida é o metro quadrado ” m 2 ) .
U n id a d e s d e Me d id a s
Tabela de C onv ers� o:
V amos tratar nesta aula acerca das princ
cipais unidades de medidas e como realizar as
dev idas conv ersões para seus m(ltiplos e subc
m(ltiplos.

Nosso sistema de medida é chamado de


sistema métrico decimal e surg iu da necessidade
de padronizaç� o das medidas. Me d id a s d e V o lu m e

Me d id a s d e C o m p r im e n t o V olume é uma g randeza com trê s dimenc


sões ” alturab comprimento e altura) . A unidade
A unidade de medida de comprimento é o de medida de v olume é o metro c(bico ” m 3 ) .
ME TR O ” m) .
Tabela de C onv ers� o:
S eus m(ltiplos s� o:

 Decâ metro ” dam) é 10 m


 Hect9metro ” hm) é 100 m
 Quil9metro ” km) é 1000 m

S eus S ubm(ltiplos s� o:

 Decímetro ” dm) é 0b 1 m
 Centímetro ” cm) é 0b 01 m
Me d id a s d e Ma s s a
 Milímetro ” mm) é 0b 001 m
Massa é quantidade de matéria que um
E xistem alg umas outras medidas de comc
corpo possui. A unidade de medida de massa é
primento que n� o fazem parte do sistema méc
o g rama ” g ) .
trico decimalb tais como:
S eus m(ltiplos s� o:

 Decag rama ” dag ) é 10 g


 Hectog rama ” hg ) é 100 g
 Quilog rama ” kg ) é 100 0 g

S eus S ubm(ltiplos s� o:

 Decig rama ” dg ) é 0b 1 g
Para transformar de uma medida em ouc  Centig rama ” cg ) é 0b 01 g
tra podemos utilizar a seg uinte tabela.  Milig rama ” mg ) é 0b 001 g

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MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

É comum ouv imos as expressões peso Me d id a s d e T e m p o


bruto e peso líquidob mas do que se trata? Peso
Bruto é o peso do produto com a embalag em enc A unidade de medida de tempo é o sec
quanto o peso líquido é sem a embalag em. g undo ” s) .

Me d id a s d e C a p a c id a d e S eus m(ltiplos s� o:

Capacidade é o v olume interno de um dec  m in u t o ” min) ........ 1 min é 60 s


terminado recipiente e como se trata de um líc  h o r a ” h) ............... 1 h é 60 min é
quido este assume o formato do recipiente. A 3600 s
unidade de medida de capacidade é o Litro ” l) .  d ia ” d) ............ ..... 1 d é 24 h é 1440
min é 86400 s
S eus m(ltiplos s� o:
S eus subm(ltiplos s� o:
 Decalitro ” dal) é 10 l
 Hectolitro ” hl) é 100 l  décimo de seg undo
 Quilolitro ” kl) é 1000 l  centésimo de seg undo
 milésimo de seg undo
S eus S ubm(ltiplos s� o:
Quando pensamos em medidas de tempo
 Decilitro ” dl) é 0b 1 l dev emos lembrar que o sistema se difere um
 Centilitro ” cl) é 0b 01 l pouco das outras unidades de medidab pois 1 mic
 Mililitro ” ml) é 0b 001 l nuto é ig ual a 60 seg undos e n� o 100 . Assim dec
v emos ter muita atenç� ob pois quando falamos
em 2b 40 hora b n� o estamos falando de 2 horas
e 40 minutos.

2 b 4 0 h é ig u a l a 2 h o r a s m a is 0 b 4 0 d e h o ra ....

Multiplicando 0b 40 por 60 temos 24 minutos....

A s s im b 2 b 4 0 h é ig u a l a 2 h o r a s e 2 4 m in u c
A lg u m a s re la çõ e s im p o rt a n t e s : tosAAA

 E ntre capacidade e v olume: Outras medidas importantes:

1 l é 1 dm 3  a n o ....................... ......... ... 365 dias


1 ml é 1 cm 3  a n o b is s e x t o .................. ... 366 dias
1kl é 1 m 3  a n o c o m e rc ia l................... 360 dias
 m ê s .................... .............. 28b 29b 30 ou
 Unidades especiais de massa: 31 dias
 m ê s c o m e rc ia l.......... ........ 30 dias
 s e m a n a ............... ............. 7 dias
 q u in z e n a ............... ........... 15 dias
 b im e s t re ............... .... ....... 2 meses
 t rim e s t r e ............... ........... 3 meses
 Massab V olume e Capacidade  q u a d rim e s t re ........... ......... 4 meses
 s e m e s t re ............... ........... 6 meses
1 kg é 1 dm 3 é 1 l  b iê n io .................... ........... 2 anos
1 m 3 é 1000 l é 1 t  lu s t ro o u q u in q u ê n io ......... 5 anos
1 cm 3 é 1 ml é 1 g  d éc a d a .......... ......... ....... ... 10 anos
 s éc u lo .............................. 100 anos
 m ilê n io ............... .... ....... ... 1000 anos

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S is t e m a Mo n e t ário B r a s ile iro ” CE TR E DE c 2017) c Henrique fez uma corrida de


444 m. Depoisb com a bicicletab percorreu mais
Nosso sistema monetário é centesimalb 5.156 m. No finalb ele percorreu
assim 1 real é ig ual a 100 centav os.
a) 56 km
1 centav o é R $ 0b 01 b) 5b 6 km
5 centav os é R $ 0b 05
10 centav os é R$ 0b 10 c) 56 m
25 centav os é R$ 0b 25
d) 560 m
50 centav os é R$ 0b 50
e) 5b 6 m
Conv ém lembrar que temos ainda fisicac
mente cédulas de: R esoluç� o:
E ste exercício embora seja fácil temos
R$ 2b 00 ” dois reais) que tomar muito cuidado para n� o cometer um
R$ 5b 00 ” cinco reais) erro banal na conv ers� o de medidas.
R$ 10b 00 ” dez reais)
R$ 20b 00 ” v inte reais) S omando 444 com 515 6 temos 5600 mb
R$ 50b 00 ” cinquenta reais) o que n� o temos como opç� o.
R$ 100b 00 ” cem reais)
Usando a tabelinha temos que:
E x e rc íc io s R e s o lv id o s 5600 m é 560 dam é 56 hm é 5b 6 km
A LT E R NA T I V A B
” V unespc 2019) c Um reserv atóriob com 280 mil
litros de ág uab está sendo esv aziado na raz� o de
420 litros de ág ua por minuto. O tempo total nec ” FGVc 2018) c Uma jarra contém 2 litros de suco
cessário para que esse reserv atório seja totalc de laranja. Após serem serv idos 4 copos com
mente esv aziado é de 270 mililitros de suco cada umb restab de sucob
na jarra:
a) 11 horasb 15 minutos e 20 seg undos.
b) 11 horasb 07 minutos e 06 seg undos. a) 1b 08 litro
b) 0b 98 litro
c) 11 horasb 06 minutos e 40 seg undos. c) 0b 92 litro
d) 0b 86 litro
d) 11 horasb 05 minutos e 15 seg undos.
e) 0b 84 litro
e) 10 horasb 57 minutos e 33 seg undos.
R esoluç� o:
R esoluç� o:
Outro exercício simplesb mas que a conv ers� o de
Primeiro dev emos div idir a quantidade de ág ua medida é importanteb multiplicando 4 por 270 é
do reserv atório pela v az � o por minutob no enc ig ual a 1080 ml. Como a jarra possui 2 litros que
tanto assim: é equiv alente a 2000 mlb dev emos subrair 1080
280000/420 é 666b 67 minutos ml de 2000 mlb restando assim 920 ml é 92 cl é
9b 2 dl é 0b 92 l.
Temos ent� o 666 + 0b 67 de minutos
A LT E R NA T I V A C
Div idindo 666 por 60 encontramos em horas.
666/60 é 11b 1 temos ent� o 1 1 h o ra s e 0b 1 de ”Planexconc2018) c No Brasil a arroba é utilizada
hora. para pesagem de bovinos e suínos e equivale a:
a) 10 kg.
0b 1 dev emos multiplicar por 60 encontrando 6 b) 15 kg
m in u t o s . c) 20 kg.
d) 25 kg.
R esta encontrar os seg undos 0b 67.60 é 4 0 s .
e) 50 kg.
E n t � o : 1 1 h o ra s 6 m in u t o s e 4 0 s e g u n d o s
1 A R R OB A é 1 5 K G – A LT E R NA T I V A B
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” V unespc 2018c Oficial Administrativ o I) c Uma


pessoa comprou 2b6 kg de aveia e 1b8 kg de linhaça ” V unespc 2018c Professor de E ducaç� o Básica I)
e quer dividir totalmente esses dois produtos em pac A professora Márcia queria ensinar para seus alunos
cotinhos menoresb cada um deles com a mesma a relaç� o existente entre litros e centímetros c(bicos.
massa e com a maior quantidade possível. S abendoc Para tantob ela despejou o correspondente a um litro
se que os dois produtos n� o podem ser misturadosb de água em um vasilhameb com formato interno de
o n(mero de pacotinhos necessários será paralelepípedo reto retangularb cuja capacidade era
também de um litrob e as dimensões da base eram
a) 22 10 e 20 centímetros. A altura internab em centímetrosb
b) 19 desse vasilhame era
c) 16
d) 13 a) 12b5.
e) 9 b) 10.
c) 7b5.
R esoluç� o: d) 5.
e) 2b5.
Neste exercício aliamos a conv ers� o de medida
com a utilizaç� o de MDC ” Lembrec se da nossa
primeira aula) . N� o é conv eniente fazer o MDC Resoluç� o:
com n(meros decimaisb assim v amos conv erter
os v alores em g ramas e após fazer o MDC. Para a resoluç� o deste problema dev emos lemc
brar de um dado importante
1b8 kg é 18 hg é 180 dag é 1800 g
2b6 kg é 26 hg é 260 dag é 2600 g 1 l é 1 dm 3

Como a relaç� o está em decímetro c(bicob dev ec


mos optar por trabalhar nesta unidade ou em
centímetros c(bicos.

1 dm 3 é 1 0 0 0 cm 3
Dev emos ent� o encontrar o n(mero que multic
plicado pelas dimensões da base dê 1000 cm 3
10.20.xé 1000
200xé 1000
S er� o ent� o 9 pacotes de linhaça e 13 de aveia no
total de 22 pacotes. xé 1000/200

A LTE R NATIVA A xé 5
A LT E R NA T I V A D
” V unespc 2018c Técnico Leg islativ o) c Um terreno
tem 0b50 quil9metro quadrado de área. E m metros
quadradosb a área desse terreno corresponde a:
Á re a e P e rím e t ro
a) 5000000
b) 500000 Perímetro de uma fig ura é a soma das
c) 50000 medidas de todos os lados desta fig ura. Para calc
d) 5000
cular o perímetro de qualquer fig ura basta efec
e) 500
tuar a soma.
R esoluç� o: Neste caso basta conv erter lemc
Á rea é a parte da superfície da fig ura para
brando que por se tratar de metro quadrado de
cada fig ura temos uma fórmula para o cálculo da
uma unidade para outra “andamos” duas casas
decimais. Assim: área.

0b 5 km 2 é 50 hm 2 é 5000 dam 2 é 500000 m 2


A LT E R NA T I V A B

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A largura x do retâ ngulob sombreado na figurab é de:


Duas informações importantes no que diz
respeito a issob s� o duas fórmulas muito utilizac a) 6b5 cm.
das que s� o: b) 7b8 cm.
c) 8b5 cm.
D ia g o n a l d o Q u a d ra d o : d) 8b7 cm.
e) 9b2 cm.

R e s o lu ç� o : Para a resoluç� o de problemas que


env olv em g eometria é muito importante a parte
v isual. Na fig ura após o recorte a parte de cima
fica um quadrado de área 361.

√ 1=1

S abendo que os lados tê m 19 somando os lados


temos que 19+ 19+ 19+ 19 é 76.
A lt u ra d o T riâ n g u lo E q u ilát e ro :
O perímetro do retâ ng ulo é 89 assim 89c 76é 13.
Para descobrir o v alor de x dev emos div idir 13
por 2. E nt� o: 13/2 é 6b 5.

A LT E R NA T I V A A

” V UNE S P c 2019 c Prefeitura de Valinhos c S P c Professor I)

A área do trapézio da figura é 126 cm4.


E x e rc íc io s R e s o lv id o s

” V UNE S P c 2019 c Prefeitura de Valinhos c S P c Professor I)


De uma folha retang ularb de perímetro ig ual a 89
cmb recortac se um quadrado de área 361 cm4b
obtendo um retâ ng ulo de larg ura xb como mosc
tra a fig ura.

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O perímetro desse trapézio é: Temos:


x 2 é 5 2 + 12 2
a) 42 cm. x 2 é 25 + 144
b) 46 cm x 2 é 169
c) 51 cm. xé √1
d) 53 cm. xé 13
e) 62 cm.
Por fim dev emos achar o perímetro:
R e s o lu ç� o : Problema que exig e além do conhec 13+ 13+ 12+ 8 é 46 cm
A LT E R NA T I V A B
cimento da área do trapéziob interpretaç� o e o
conhecimento do teorema de Pitág oras que
abordaremos neste exercício. ” V UNE S P c 2019 c Prefeitura de Arujá c S P c E scriturário c
Oficial Administrativ o)
Primeiro dev emos lembrar que a área do trapéc
zio se encontra com a fórmula: A fig ura mostra uma sala e um banheiro ” B) b cuc
jas medidas indicadas est� o em metros.

E nt� o temos:

A é L”13+8).h]/2
126.2 é 21h
252 é 21h
hé252/21
hé12

C om isso podemos dividir nossa figura em duas: um


quadrado e um triâ ngulo.
S abec se que a área da sala é ig ual a 7 v ezes a
área do banheiro. E nt� ob a medida do lado da
salab indicada na fig ura pela letra Lb é

a) 6b 5 m.
b) 6b 0 m.
c) 5b 5 m.
d) 5b 0 m.
e) 4b 5 m.

R e s o lu ç� o :

A área do Banheiro é a área de um retâ ng ulo: base x alturab


log o 2.3é 6.

Como a área da sala é sete vezes maior a área da sala é de


Para descobrir o lado que falta aplicamos o teoc 6.7é 42.

rema de Pitág oras que diz: “O QUADR ADO D A Para saber o tamanho de L dev emos saber a área da sala é
HIPOT ENUS A É IGUAL A S OMA DO QUADR ADO do banheiro juntos: 42+ 6 é 48.
DOS CATE TOS ”
Ag ora temos outro retâ ng ulo de base 8 e altura L com área
HIPOT ENUS A: Lado Oposto ao â ng ulo R E TO ” 90 48.

GR AUS ) . 8.Lé 48  L é 48/8  L é 6

A LT E R NA TI V A B

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T e o re m a d e P it ág o ra s R esoluç� o:

O teorema de Pitág oras como já foi coc Insisto que o trabalho com os n(meros decic
mentado é utilizado em um triâ ng ulo especial mais se torna mais complicadob motiv o pelo
que é o T R I xN G U L O R E T xN G U L O ” Possui um qual talv ez seja mais conv eniente a conv ers� o
â ng ulo R E TOc 90 Graus) . de medida para um n(mero inteiro.

O lado oposto ao â ng ulo R E TO é chamado 0b 96 km 2 é 96 hm 2


de HIPOTE NUS A e os demais chamados de CAc 1b 6 km é 16 hm
TE TOS .
Aplicando a fórmula da área do Triâ ng ulo temos
O Teorema diz: que:

“O Q U A D R A D O D A H I P O T E N U S A É I G U A L A ” [Link]) /2 é Á reab ent� o


S O MA D O S Q U A D R A D O S D O S C A T E T O S ”
” 1 6 .A lt u r a ) / 2 é 9 6
1 6 .A lt u ra é 9 6 .2
1 6 .A lt u ra é 1 9 2
A lt u ra é 1 9 2 / 1 6
A lt u ra é 1 2 h m

Ag ora que temos os dois catetos 12 e 16 podec


mos aplicar o teorema de Pitág oras.

H ip o t e n u s a 2 é 1 2 2 + 1 6 2
H ip o t e n u s a 2 é 1 4 4 + 2 5 6
H ip o t e n u s a 2 é 4 0 0
a 4 é b 4+ c 4
H ip o t e n u s a é √
H ip o t e n u s a é 2 0 h m

” V UNE S P – Auditor Fiscal Tributário – 2019) V oltamos a conv erter:


Uma g leba destinada a reflorestamento tem a
forma de um triâ ng ulo retâ ng ulo ABCb conforme 20 hm é 2 k m
mostra a fig ura. S e a área dessa g leba é 0b 96
km4 b ent� o a medida do lado ACb indicada por x A LT E R NA T I V A C
na fig urab é ig ual a
a) 2b 2 km
b) 2b 1 km V o lu m e d e P ris m a s e C ilin d ro s
c) 2 km
d) 1b 9 km V olume de um sólido é o espaço ocupado
e) 1b 8 km por ele ou sua capacidade. A unidade de medida
v aria de acordo com as medidas de comprimento
do sólido analisado. Assimb se um sólido possui
suas dimensões expressas em cmb seu v olume
será dado em cm5b se estiv erem expressas em
mb seu v olume será dado em m5.

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Lembrec se que a base é um triâ ng ulo equilátero


e para calcular a área da base precisamos da alc
tura. J á v imos anteriormente que a altura do tric
â ng ulo equilátero pode ser calculada pela fórc
mula:

Assimb a altura neste caso é:

Prisma c S � o poliedros ” todas faces planas) que √


h é
possuem duas faces opostasb paralelas e idê ntic
cas chamadas basesb e suas faces laterais s� o
paralelog ramos. Ag ora podemos calcular a área do triâ ng ulo:

Para calcular o v olume de um prisma enc Á rea é ” Base x Altura) / 2


contramos a área da base e multiplicamos pela
altura.
Á rea é 5.” 5√ ) /2) /2
Á rea é ” 25√ ) /4

Por fim para achar o v olum e dev em os


m ultiplicar pela altura do prism ab no cas o 4 .

V olume é 4.” 25 √ ) /4
V o lu m e é 2 5 √

E x e m p lo 2 :

Um tambor cilíndrico tem uma base com 40 cm


V amos v er alg uns exemplosb onde dev emos
de diâ metro e uma altura de 50 cm. Qual é a sua
calcular o v olume.
capacidadeb em litros?
E x e m p lo 1 :
Calcule o v olume de um prisma cuja base é um
triâ ng ulo equilátero de lado 5 cm e sua altura é
4 cm.

Para calcular o v olume do cilindro acima


dev emos achar a área da base que se trata de
um círculo.

A área do círculo é calculada pela fórc


mula �� tendo o raio é 20 a área do círculo é
ig ual a 400�.

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Ag ora dev emos multiplicar a área pela


altura assim 400�x 50 é ig ual a 2 0 0 0 0 �c m 5.

Como o exercício pede em litros dev ec


mos lembrar que 1 litro é ig ual a 1 dm5.

2 0 0 0 0 �c m 5 é 2 0 �d m 5 é 2 0 �lit ro s .

C o n s id e r a n d o �= , b 2 0 x 3 b 1 4 é a p r o x ic
m a d a m e n t e 6 2 b 8 lit ro s .

CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O

1. Determine a medida do lado ” ) b o perímetro


” �) e a área ” ) dos quadrados a seg uirb de 4. Determine o v alor da incóg nita em cada caso
acordo com as informações descritas na tabela: eb em seg uidab calcule a área do triâ ng ulo retâ nc
g ulo. O b s e rv a ç� o : T e o re m a d e P it ág o r a s .

5. Determine a medida da base ” ) b da alc


tura ” �) b o perímetro ” �) e a área ” ) dos rec
tâ ng ulos a seg uirb de acordo com as informac
ções descritas na tabela:

5. Determine a medida da base maior ” ) b da


base menor ” b) b da altura ” �) e a área ” ) dos
trapézios a seg uirb de acordo com as informac
ções descritas na tabela:

3. Determine a medida da base ” ) b da altura ” �)


e a área ” ) dos triâ ng ulos a seg uirb de acordo
com as informações descritas na tabela:

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6. Determine a medida do diâ metro ” �) b do raio


” ) b e a área ” ) b em funç� o de �b dos círculos a
seg uirb de acordo com as informações descritas
na tabela:

8. Calcule o volume dos paralelepípedos:

7. Calcule o V olume dos cubos:

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9. Calcule o volume dos prismas:

10. Calcule o v olume dos cilindros:

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R espostas

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QUE S T Õ E S D E CONCUR S O tal que CQ é 3 BC. D o mesmo modob prolong amc


se os lados C D e DAb respectiv amenteb até os
1) ” COPE S E – UFJ F – Técnico de Tecnolog ia de pontos R e S b conforme a Fig ura a seg uir.
Informaç� o – 2017) Na fig ura abaixo está esc
quematizada a planta baixa de uma pequena clíc
nicab composta por trê s consultóriosb uma sala
de espera e um banheirob tendo sido desprezac
das a espessura das paredes. A clínica tem o forc
mato retang ular e sua área total mede 96 m4 e
paredes adjacentes se interceptam perpendicuc
larmente. O consultório 1 tem o formato de um
quadrado com área de 16 m4 e o banheiro tem
O perímetrob em cmb do quadrilátero PQR S será
o formato de um retâ ng ulo com área de 6 m4
ig ual a
sendo que um de seus lados mede 2 m. Os ponc
tos M e Nb de onde partem as paredes div isórias
a) 12
dos consultóriosb s� o os pontos médios das pac
b) 30
redes AB e BCb respectiv amente.
c) 36
d) 48
e) 60

4) ” V UNE S P – T écnico Leg islativ o – 2018) A fic


g ura representa a planta de um sítio que foi dic
v idido em duas partesb por meio de uma cerca
medindo 1b 3 quil9metros.

A medida da área do consultório 3b em metros


quadradosb é: Da parte em formato de triâ ng ulo retâ ng ulob
sabec se que um dos lados mede 700 metros
a) 22 mais que o outro. Log ob a área dessa parte do
b) 24 sítiob em metros quadradosb é ig ual a
c) 25
d) 26 a) 5.000
e) 30 b) 30.000
c) 50.000
2) ” V UNE S P – GCM – 2018) O comprimento de d) 300.000
um terreno retang ular tem 15 metros a mais do e) 500.000
que sua larg ura. S abendo que o perímetro desse
terreno tem 110 metrosb ent� o a medida de seu 5) ” CS – UFG – Assistente em Administraç� o –
comprimentob em metrosb é 2018) Na fig ura a seg uirb ABCD e AMPN s� o quac
drados e BD e MN s� o arcos de círculos de centro
a) 20. A.
b) 25.
c) 30.
d) 35.
e) 40.

3) ” CE S GR ANR IO – Assistente Administrativ o –


2018) Num quadrado ABCDb de lado 3 cmb proc
long ac se ABb na direç� o de A para Bb até um S abendo que a área do quadrado ABCD é ig ual a
ponto Pb tal que BP é 3 AB. E m seg uidab proc 400 cm4b a área da reg i� o sombreada na fig urab
long ac se o lado BCb de B para Cb até o ponto Qb em cm4b é ig ual a

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a) 100 � a) 21 – 4b 5 �
b) 75 � b) 5 + 1b 5 �
c) 50 � c) 22 – 5b 5 �
d) 25 � d) 6 + 0b 5 �

6) ” FCC – T ecnólog o – 2018 – Adaptada) Os seis 8) ” INAZ do Pará – Adv og ado – 2018 c Adapc
v értices de um hexág ono est� o representados tada) c S upondoc se que este é um proj eto da
em coordenadas cartesianasb conforme a fig ura. praça retang ularb medindo 15m de comprimento
e 10m de larg ura que um prefeito de uma cidade
no interior quer construir. A praça terá um jarc
dim cercado na forma de um losang ob dois quic
osques na forma de quadradosb um palco na
forma de um trapézio e o restante do espaço
será para a circulaç� o das pessoas. Além das
medidas exibidas na fig urab sabec se que o esc
paço entre o jardim no centro da praça e os quic
osques ao lado é de 0b 5m.

Quantos m4 sobrar� o para os v isitantes circulac


rem pela praça?
a) 88
S abendo que estas coordenadas est� o apresenc b) 63
tadas em mb a área desse hexág onob em m4b c) 58
dev erá ser ig ual a d) 72
e) 81
a) 29b 6
b) 59b 2 9) ” FAUR GS – Técnico J udiciário – 2017) Na fic
c) 46b 6 g ura abaixob ABC D é um quadrado de lado 10 ;
d) 23b 3 E b Fb G e H s� o pontos médios dos lados do quac
e) 52b 9 drado ABCD e s� o os centros de quatro círculos
tang entes entre si.
7) ” V UNE S P – Administrador de banco de dados
– 2013) O retâ ng ulo da fig ura tem lados de mec
didas 6 cm e 4 cm. A semicircunferê ncia tem
como diâ metro um lado de 6 cm do retâ ng ulo. O
triâ ng ulo é isósceles e tem v értices nas extremic
dades de um dos lados do retâ ng ulo e sobre a
circunferê nciab conforme a fig ura.

A área da reg i� o sombreadab da fig ura acima


apresentadab é
A área da reg i� o sombreadab em cm4b v ale

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a) 100 – 5� 13) ” V UNE S P – GCM – 2018) Um recipiente que


b) 100 – 10� tem a forma de um prisma retob cujas medidas
c) 100 – 15� internas est� o indicadas na fig urab está totalc
d) 100 – 20� mente cheio de ág ua. S abendo que 1 ml é 1
e) 100 – 25 � cm5b ent� ob se forem retirados 3 litros dessa
ág uab a ág ua restante dentro do recipiente atinc
10) ” FGV – Analista E con9mico Financeiro – g irá uma altura de
2018) O piso de uma sala é representado pelo
políg ono da fig ura abaixob onde dois lados conc
secutiv os s� o sempre perpendiculares. As medic
das indicadas na fig ura est� o em metros

A área dessa salab em metros quadradosb é: a) 36 cm


b) 35 cm
a) 24 c) 34 cm
b) 26 d) 33 cm
c) 28 e) 32 cm
d) 30
e) 32 14) ” COPE V E – UFAL – Técnico em E nfermag em
– 2018) Um cilindro de altura 1m é perfurado
11) ” NCc UFPR – T écnico Administrativ o – 2015) por uma barra de comprimento 3m. S abendoc se
De uma folha quadrada de 40 cm de ladob foc que a seç� o da barra é um quadrado de lado 0b 5
ram retirados 4 quadrados de 10 cm de ladob m e que o raio do cilindro tem essa mesma mec
conforme a fig ura abaixo. didab qual o v olume ” aproximado) que sobra no
cilindro após a retirada da barra? Use � é b .

a) 2b 89 m5
b) 2b 39 m5
c) 1b 32 m5
d) 0b 535 m5
O v olume da caixa fabricada dessa forma é de: e) 0b 035 m5

a) 50 cm5 15) ” V UNE S P – E screv ente Técnico J udiciário –


b) 400 cm5 2018) c Um estabelecimento comercial possui
c) 1200 cm5 quatro reserv atórios de ág uab sendo trê s deles
d) 4000 cm5 de formato c(bicob cujas respectiv as arestas tê m
e) 6000 cm5 medidas distintasb em metrosb e um com a forma
de um paralelepípedo reto retâ ng ulob conforme
12) ” Quadrix – Assistente Administrativ o – ilustrado a seg uir.
2018) Um recipiente possui altura de 30 cm e
sua base é um quadrado de 5 cm de lado. C onc
siderando esse caso hipotéticob assinale a alterc
nativ a que apresenta o v olume desse recipiente.

a) 0b 75 L.
b) 1b 5 L.
c) 15 L. S abec se queb quando totalmente cheiosb a média
d) 150 L. aritmética dos v olumes de ág ua dos quatro rec
e) 750 L. serv atórios é ig ual a 1b 53 m5b e que a média aritc
mética dos v olumes de ág ua dos reserv atórios
c(bicosb somenteb é ig ual a 1b 08 m5. Desse

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modob é correto afirmar que a medida da altura Nessas condiçõesb é C OR R E TO afirmar que o
do reserv atório com a forma de bloco retang ularb v olume de madeira suficiente para se fabricar
indicada por h na fig urab é ig ual a essa peçab em cm5 é ig ual a:

a) 1b 4 m a) 1211
b) 1b 5 m b) 1413
c) 1b 35 m c) 1471
d) 1b 45 m d) 1884
e) 1b 55 m
18) ” FGV – Analista E con9mico Financeiro – Gesc
16) ” V UNE S P – Diretor C ontábil Leg islativ o – t� o C ontábil) Certos tambores para coleta de rec
2018) c E m um reserv atório com a forma de pac síduos n� o recicláv eis s� o cilindros com 40 cm
ralelepípedo reto retâ ng ulob com 2b 5 m de comc de diâ metro e 60 cm de altura. O v olume de um
primento e 2 m de larg urab inicialmente v aziob desses recipientesb em litrosb é deb aproximadac
foram despejados 4 m5 de ág uab e o nív el da mente:
ág ua nesse reserv atório ating iu uma altura de x
metrosb conforme mostra a fig ura. a) 75
b) 90
c) 120
d) 150
e) 180

19) ” CS – UFG – Assistente em Administraç� o –


2016) Uma empresa de produtos alimentícios
utiliza um tanque cilíndrico de 1b 2 m de altura e
área da base de 4 m4 para realizar a lav ag em de
seus produtos. Foi colocada ág ua no tanque até
S abec se que para enchê c lo completamenteb sem a metade de sua capacidade. E m seg uidab foram
transbordarb é necessário adicionar mais 3b 5 m5 colocados os produtos que seriam lav adosb que
de ág ua. Nessas condiçõesb é correto afirmar ficaram totalmente submersos. Nesse instanteb
que a medida da altura desse reserv atóriob indic v erificouc se que a altura do nív el da ág ua no tanc
cada por h na fig urab éb em metrosb ig ual a que subiu para 1 m. Nessas condiçõesb o v olume
dos produtos que foram colocados no tanqueb
a) 1b 25 em m5b é:
b) 1b 5
c) 1b 75 a) 1b 6
d) 2b 0 b) 2b 4
e) 2b 5 c) 3b 6
d) 4b 8
17) ” FUMAR C – Desenv olv edor S istemas de Inc
formaç� o – 2018) A fig ura a seg uir representa 20) ” UFS M – Assistente em Administraç� o –
o projeto de uma peça de madeira cilíndrica v ac 2015) A Univ ersidade Federal de S anta Maria
zada. Pretendec se fabricar esse modelo com o ” UFS M) é referê ncia em assistê ncia estudantil.
maior diâ metro medindo 20 cmb o menor diâ c Os restaurantes univ ersitários oferecem diariac
metro medindo 10 cmb uma altura de 6 cm e mente refeições balanceadas a baixo custo para
considerando � é b . estudantes e serv idores da UFS M. Os almoços
s� o compostos por prato principalb suco e sobrec
mesa. S uponha que em um dia tenham sido serc
v idos 6000 almoços e que o copob no qual o suco
é serv idob tenha formato de um cilindro circular
reto com dimensõesb em centímetrosb dadas
pela fig ura: S e o suco for serv ido até 1cm abaixo
da bordab e 10% dos frequentadores n� o tomac
rem sucob quantos litros de suco teriam sido disc
tribuídos neste dia? Use � é b .

a) 1373b 436

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b) 1526b 040

c) 1695b 600

d) 5493b 744

e) 6104b 160

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Ag ora dev emos somar o montante anterior com


A ULA 7 o v alor pag o para as admissões que no caso é
de 10.1200 é 12000. Assim temos 300.000 +
E s t a t ís t ic a e P ro b a b ilid a d e 12.000 é 312.000 . E subtrair a quantidade de
demissões obtendo:
MÉ DIA AR ITMÉ TICA S IMPLE S E PONDE R ADA
312.000 – 2000x.
V amos tratar das mais importantes mec
didas de tendê ncia central: Média Aritmética. Podemos assim equacionar:

Para obtermos a m éd ia a r it m ét ic a s im c é 1325


p le s dev emos somar todos os fatores e após dic
v idir pela quantidade de fatores somados. Assim:

Tratac se de um conceito simples e de fác 312000 – 2000x é 1325.” 210c x)


cil entendimento. 312000 – 2000x é 278250c 1325x
312000 – 278250 é c 1325x+ 2000x
E xemplo: Qual é a média entre 1b 2b 3b 4. 33750 é 675x

Para calcular a média somamos: 1+ 2+ 3+ 4é 10 x é 33750/675


e div idimos por 4. Assim 10/4 é 2 b 5 . xé 50

V a os v
e al
gu s e e í ios: Com 50 demitidos e 10 contratados temos que
a quantidade de funcionários da empresa é de
A
” FCC c AJ TRT2) c dia a it ti a dos saláios dos 160.
fu io áios de u a e pesa igual a R$
. , ./ asohaj a a de issãode todos os fu io á - A LT E R NA T I V A D
ios ue ga ha ,adau ,R$ . , e ad issãode
fu io áios ga ha do, ada u ,R$ . , ,a J á a m éd ia p o n d e ra d a é utilizada
quando desejamos considerar o peso ” importâ nc
diaa it ti a fi a o ov al
o de R$ . , .Lsto
cia) de cada dado da série em análise. E ventualc
sig ifi a ue o ú e ode fu io áios da e pesa mente desejamos considerar diferentes imporc
passaase de tâ ncias para valores dados.
a
E xemplo:

d E m uma determinada escolab a média anual é


e calculada considerando o peso das notas que
está relacionada ao bimestre em quest� ob isto éb
Para realizar este exercício será necessário obc 1� bimestre tem peso 1b 2� bimestre tem peso
serv ar o enunciado e tirar alg umas conclusões. 2b e assim sucessivamenteb determine a média
anual de um aluno dessa escolab na disciplina de
V amos chamar de x o n(mero de funcionários Matemáticab sabendo que suas notas bimestrais
demitidos. nessa disciplina foram ig uais a 7b 0; 6b 0; 8b 0 e
7b 5b na ordem dos bimestres.
E nt� o o v alor que dev emos tirar do montante
salarial é ig ual a: 2000x. Observ e que cada bimestre tem seu peso
ent� o para calcular a média ponderada dev emos
A quantidade de funcionários após as demisc multiplicar cada nota por seu pesob em seg uida
sões e admissões é de: 210 – x div idir pela soma dos pesos.

O montante salarial antes da média é de: S oma dos pesos: 1+ 2+ 3+ 4 é 10


1500.200é 300.000.
1� B – 7x1é 7
E nt� o: 2� B – 6x2é 12
3� B – 8x3é 24
4� B – 7b 5x4é 30

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Total – 30+ 24 + 12+ 7 é 74 sequê ncia tenha quantidade PAR a mediana é a


média dos dois v alores centrais.
Média Ponderada: 74/10 é 7b 4
Obs. Para calcular a mediana dev emos colocar
FIP c 2009 c Câ mara Municipal de S � o J osé dos Campos c S P os v alores em ordem crescente.
c Prog ramador

A média semestral de um curso é dada pela méc E xemplos:


dia ponderada de trê s prov as com peso ig ual a 1
na primeira prov ab peso 2 na seg unda prov a e Qual a Mediana:
peso 3 na terceira. Qual a média de um aluno
que tirou 8b 0 na primeirab 6b 5 na seg unda e 9b 0 a) 1b 3b 5b 8 b 15b 16 b 16
na terceira?
Neste caso a mediana é 8b porque está bem no
a) 7b0 centro. QUANTIDADE IMPAR DE NÚME R OS .
b) 8b0
b) 1b 2b b 2b 4 b 6 b 7b 8 b 9
c) 7b8
d) 8b4
Neste caso para calcular a mediana dev emos fac
e) 7b2
zer a média de 4 e 6 pois est� o no centrob assim
a mediana é ” 4+ 6) /2 é 5 . QUANTIDADE PAR DE
Problema semelhante ao anterior: NÚME R OS .
P1 – 8.1 é 8 ” PR OAM c 2019 c Prefeitura de Maced9nia c S P c Fiscal Munic
P2 – 6b 5.2é 13 cipal de Tributos)
P3 – 9.3é 27
Na estatísticab “o ponto central em uma série de
S OMA DOS PE S OS : 1+ 2 + 3é 6 valores dispostos por ordem de mag nitude” é
denominado” a) :
S OMA DAS NOTAS : 8+ 13+ 27é 48
a) Moda
MÉ DIA PONDE R ADA é 48/6é 8 b) Média
c) Mediana
A LT E R NA T I V A B d) Modal

E mbora a média seja uma das medidas V imos que o ponto central de uma série me orc
de tendê ncia central mais utilizadab n� o conv ém dem crescente é a ME DIANA. A lt e rn a t iv a C .
descartar o entendimento de outras duas que
pode ser alv o de sua prov a: MO D A E ME D I A N A . ” FCC c 2019 c S EFAZ c BA c Auditor Fiscal c Administraç� ob
Finanças e Controle Interno c Prova I)

MO D A : É o n(mero que mais se repete em uma Os n(meros de autos de infraç� o lav rados pelos
sequê ncia de n(meros. ag entes de um setor de um órg � o p(blicob duc
rante 10 mesesb foram reg istrados mensalmente
E x. Qual a Moda: 2b 3b 3b 4b 5b 6b 6 b 6. conforme a tabela abaixo.
Neste caso a MODA é 6b pois é o n(mero que
mais se repete.

Uma sequê ncia de n(mero pode n� o ter modab V erificac se queb nesse períodob o v alor da soma
chamada de AMODAL. E x. 1b 2b 3b 4. da média aritmética ” n(mero de autos por mê s)
com a mediana é ig ual ao v alor da moda multic
Uma sequê ncia de n(mero pode n� o ter mais de plicado por
uma modab chamada de BIMODAL. E x. 1b 1b 2b
2b 3b 4. a) 2b 42
b) 2b 32
ME D I A N A : A mediana é o ponto central de uma c) 2b 12
sequê ncia de v aloresb caso a quantidade de n(c d) 2b 52
meros desta sequê ncia seja IMPAR a mediana é e) 2b 22
exatamente o ponto centralb no entanto caso a

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Para resolv er este exercício precisaremos da Méc NOT Õ E S D E P R OB A B I L I D A D E


diab Mediana e da Modab v amos ent� o calcular
cada uma delas: Probabilidade é um ramo da Matemática em que
se calcula as chances de determinado ev ento
Média: ocorrer.

” 7+ 5+ 4+ 6+ 6+ 5+ 5+ 7+ 6+ 5) /10 Vamos ver alg uns conceitos importantes:


56/10 é 5b 6
E xperimento aleatório
Moda: A Moda é 5 pois é o n(mero que mais se
repete. É qualquer situaç� o em que o resultado n� o seja
conhecidob tal como j og ar uma moedab onde é
Mediana: impossív el saber qual das faces da moeda ficará
v oltada para cimab exceto no caso em que a moc
Colocando em ordem: eda seja v iciada ” modificada para ter um resulc
4+ 5+ 5+ 5+ 5 + 6 + 6+ 6+ 7+ 7 tado mais frequentemente) .

Fazendo a média dos v alores centrais: E xemplo:


” 5+ 6) /2 é 5b 5 S uponha que uma sacola de supermercado conc
tenha uv as e jaboticabas. R etirar uma fruta de
S omando a média com a mediana: dentro da sacola sem olhar também é um e x p e c
5b 6+ 5b 5 é 11b 1 rim e n t o a le a t ór io .

O n(mero que procuramos é a moda multiplic E spaço Amostral


cada por quanto é ig ual a 11b 1
O espaço amostral é o conjunto formado por toc
5xé 11b 1  x é 11b 1/5  xé 2b 22 dos as possibilidades possív eis de um determic
nado experimento.
A LT E R NA T I V A E
Dessa maneirab o resultado de um experimento
” CETAP c 2019 c Prefeitura de Ananindeua c PA c Técnico Muc aleatóriob mesmo que n� o seja prev isív elb semc
nicipal c Administraç� o Básica)
pre pode ser encontrado dentro do espaço amosc
Mariab J osé e J o� o tê m a mesma idade. S omando tral referente a ele. C omo por exemplo: O esc
suas idades com as de Carla ” 14) b Tereza ” 15) e paço amostral referente ao lançamento de um
J oaquim ” 16) b encontramos 81. Qual é a moda dado é o conjunto Ωb tal que:
nesse rol de idade?
Ω é “ 1b 2b 3b 4b 5b 6}
a) 16
b) 14 E v ento
c) 13
d) 12 Os ev entos s� o subconjuntos de um esc
paço amostral. Pode conter desde zero a todos
Como Mariab J ose é J o� o tem a mesma idade poc os resultados possív eis de um experimentob ou
demos chamác la de x. sejab o ev ento pode ser um conjunto v a z io ou o
próprio e s p a ço a m o s t r a l. No primeiro casob ele
3x+ 14+ 15+ 16é 81 é chamado de ev ento impossív el. No seg undob é
3x+ 45é 81 chamado de ev ento certo.
3xé 81c 45
3xé 36 Para o cálculo da Probabilidade dev emos div idir
xé 36/3 os resultados fav oráv eis pela quantidade de
xé 12 ev entos possíveis.

A LT E R NA T I V A D

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E x e m p lo : R esoluç� o: S e temos 4 moedas com duas possic


bilidades cada umab nosso espaço amostral é de
No lançamento de um dado qual a probabilidade 2 4 é 16.
de cair um n(mero par
Possibilidade de Cair C ara em todas as faces é
Possibilidade Fav oráv el neste caso é cair um n ( c apenas 1.
m e ro p a r como o dado possui 3 n(meros paresb
2b 4b e 6  Temos 3 possibilidades Fav oráv eis. E nt� o temos 1/16 é 0b 0625 é 6b 25 %

Os ev entos possív eis neste caso s� o 6b uma v ez A LT E R NA T I V A C


que o dado tem seis possibilidades 
“ 1b 2b 3b 4b 5b 6} .
3. Duas moedas e dois dadosb todos diferentes
Assim a probabilidade é: 3/6 simplificando 1/2. entre sib foram lançados simultaneamente. Qual
Assim há 50% de probabilidade. é o n(mero de possibilidades de resultados para
esse experimento?
E x e rc íc io s R e s o lv id o s a) 146
1. No lançamento de dois dadosb qual é o n(c b) 142
mero total de possibilidades de resultados e qual
é a probabilidade de obtermos soma ig ual a 8? c) 133
d) 144
a) 36 e 5%
b) 36 e 14% e) 155
c) 6 e 5%
d) 5 e 6% R esoluç� o: V erificamos o espaço amostral de
e) 36 e 6% cada elemento:

R esoluç� o: A quest� o pede o total de possibilic Moeda: Duas possibilidades em Duas Moedas:
dades e a probabilidade. No primeiro questionac 24 é 4.
mento tratac se do nosso E s p a ço A m o s t ra l.
Dado: S eis possibilidades em dois dados: 64 é
Para descobrir o espaço amostral dev emos lemc 36.
brar que em um dado temos 6 possibilidadesb
assim em dois dados temos 64 é 36. Multiplicamos as possibilidades: 4.36é 144

Para descobrir a probabilidade dev emos div idir A LT E R NA T I V A D


as possibilidades fav oráv eis pelo espaço amosc
tral. Assimb precisamos lev antar quais s� o as A N Á L I S E C O MB I N A T ÓR I A
possibilidades fav oráv eis:
V amos fazer nosso estudo de analise
S oma ig ual a 8: 2+ 4 b 3+ 5b 4+ 4b 4+ 2b 5+ 3 combinatória em cima de questões analisando
características e formas de resolv er. Para sua rec
Temos ent� o 5 de 36 possibilidadesb div idindo soluç� o podemos utilizar div ersos recursos e fórc
5/36 temos 0b 138 arredondando temos 0b 14 é mulas como PE R MUTAT ÃOb AR R ANJ O E C OMBIc
14% NAT Õ E S b todas elas C OM ou S E M R E PE TIT Ã O.
Antesb no entanto v amos aprender alg uns princ
A LT E R NA T I V A B cípios.

Princípio Multiplicativ o:
2. Qual é a probabilidade deb no lançamento de
4 moedasb obtermos cara em todos os resultac
E x e m p lo 1 : P rin c íp io Mu lt ip lic a t iv o
dos?
E m uma lanchonete é serv ido lanches com dois
a) 2%
tipos de p� es francê s e formab s� o trê s tipos de
b) 2b 2%
recheio Queijob Presunto e Peito de Peru e dois
c) 6b 2%
molhos catchup e barbacue. Quantos lanches dic
d) 4%
ferentes é possív el escolher sabendo que só
f) 4b 2%

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pode escolher um tipo de p� ob um recheio e um No ex emplo trabalhado temos 6 n(merosb log o


molho? a resposta uma v ez identificado a PE R MUTAT Ã O
S E M R E PE TIT Ã O é 6A
R esoluç� o:
Podemos utilizar neste caso o princípio multiplic 6A é [Link].2.1 é 720.
cativ o. E nt� o temos 2.3.2 é 12. F o rm a n d o 1 2
t ip o s d e la n c h e s . E x e m p lo 4 : P e rm u t a ç� o c o m R e p e t iç� o

E x e m p lo 2 : P rin c íp io Mu lt ip lic a t iv o Determine o n(mero de anag ramas que podem


ser formados com as letras do nome ALE MANHA.
Utilizando os n(meros 1b 2b 3 quantos n(meros
distintos de trê s alg arismos podemos formar? Resoluç� o:
TOD OS OS ELE MENTOS S E R Ã O UTILIZ ANDOS
R esoluç� o: E M TOD AS AS POS IT Õ ES ?  S I M  P E R MU c
Podemos utilizar neste caso o princípio multiplic T A T Ã O.
cativ o. Na primeira posiç� o temos 3 possibilidac
desb assim como na seg unda e na terceira. E nt� o E ) IS TE M E LE ME NTOS R EPETID OS ?  S I M 
temos 3.3.3 é 27. F o rm a n d o 2 7 n ( m e ro s d is c P E R MU T A T Ã O C O M R E P E T I T Ã O . ” Observe
t in t o s . que na palav ra A L E MA N H A a letra A repete 3
vezes) .
A T E N T Ã O : U T I L I Z A MO S E S T E P R I N C ÍP I O
QUA ND O OS E V E NT OS S Ã O L I GA D OS P E L O
C O N E C T I V O “e ”. ” No ex emplo 1 tiv emos que
escolher um p� o e um recheio e um molho) .

A palav ra tem 8 letras assim né 8


E x e m p lo 3 : P e rm u t a ç� o S im p le s

Os resultados do (ltimo sorteio da Meg a S ena


foram os n(meros 04b 10b 26b 37b 47 e 57. De
quantas maneiras distintas pode ter ocorrido
essa sequê ncia de resultados?

Resoluç� o:
A primeira indag aç� o a ser feita é: T O D O S O S
E L E ME N T O S S E R Ã O U T I L I Z A N D O S E M T O c
D A S A S P OS I T Õ E S ?
E x e m p lo 5 : P e rm u t a ç� o C irc u la r
Caso a resposta desta perg unta seja POc
S ITIVA dev emos utilizar P E R MU T A T Ã O . De quantas maneiras 6 crianças podem sentarc
se em um carrossel de 6 lug ares?
A seg unda indag aç� o a ser feita: E ) I S T E M E L E c
ME N T O S R E P E T I D O S ? Resoluç� o:
TOD OS OS ELE MENTOS S E R Ã O UTILIZ ANDOS
Caso a resposta desta perg unta seja NE GATIVA E M TOD AS AS POS IT Õ ES ?  S I M  P E R MU c
dev emos utilizar P E R MU T A T Ã O S E M R E P E T I c T A T Ã O.
T Ã O.
E ) IS TE M E LE ME NTOS R EPETID OS ?  N Ã O 
Pn é nA P E R MU T A T Ã O S E M R E P E T I T Ã O .

C a s o E s p e c ia l: E s t � o e m C írc u lo
nA  Fatorial é uma operaç� o onde dev emos
multiplicar o n por todos os seus antecessores
terminando em 1.
PC n é ” nc 1) A

E xemplo: 3A é 3.2.1 é 6 S � o 6 crianças ent� o:

PC 6 é ” 6c 1) A é 5A é 5. [Link] é 120

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Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

E x e m p lo 6 : A rr a n j o S im p le s

No arranjob assim como na combinaç� o


e diferente da permutaç� o apenas alg uns elec
mentos s� o utilizadosb temos menos posições
do que elementos.

T O D O S O S E L E ME N T O S S E R Ã O U T I L I Z A N c
D OS E M T OD A S A S P OS I T Õ E S ? NÃ O

E nt� o será utilizado AR R ANJ O OU COMBINAc


T Ã O...

A O R D E M É I MP O R T A N T E b E ) E MP L O 1 2 É
E x e m p lo 8 : A rr a n j o c o m R e p e t iç� o
D I F E R E N T E D E 2 1 ? E N T Ã O U T I L I Z A R E MO S
A R R A NJ O
No Arranjo com repetiç� o os elementos
podem aparecer repetidos.

De quantas maneiras podemos org anizar 5 pesc


Quantos n(meros de 3 alg arismos podemos
soas ” Manoelb E rick b R icardob S tela e R ubens)
formar com os alg arismos 1b 2b 3b 4?
em 3 cadeiras?
Observ e que dev emos fazer o Arranjo dos 4 n(c
Observ e que apenas 3 dos 5 elementos podem
meros de 3 em 3 e que pode hav er repetiç� ob
ser utilizados e que a ordem importa uma v ez
log o o n(mero 333 por exemplo faz parte da
que a org anizaç� o Manoelb E rickb R icardo é difec
contag em.
rente da org anizaç� o R icardob Manoel E rick . Asc
sim utilizaremos o Arranjo S imples.
A ” 4b 3) é 45 é 4.4.4 é 64.

E x e m p lo 9 : C o m b in a ç� o S im p le s

Na combinaç� o a situaç� o se assemelha


com a do arranjo com a diferença de que na
combinaç� o a ordem dos elementos n� o faz dic
ferença.

5 .4 .3 é 6 0

E x e m p lo 7 : A rr a n j o S im p le s

E m uma empresab quinze funcionários se candic Uma determinada empresa precisa fazer
dataram para as vag as de diretor e v icec diretor um g rupo de trabalho com seus 5 funcionários:
financeiro. E les ser� o escolhidos atrav és do voto Cau� b Lucasb Nicolasb R aul e Gabriel. De quantas
indiv idual dos membros do conselho da empresa. maneiras podemos ag rupar os funcionários em
Vamos determinar de quantas maneiras distintas g rupos de 3 pessoas?
essa escolha pode ser feita.
Observ e que um g rupo formado por
Cau� b Nicolas e Gabriel é ig ual ao g rupo formado
por Nicolasb Gabriel e C au� b assim a ordem dos

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elementos n� o importab motiv o pelo qual utilizac F UNT Õ E S


remos a combinaç� o simples.
A ideia de funç� o está presente quando
relacionamos duas g randezas v ariáv eis. C omo
por exemplo:

 O preço a pag ar e os litros de g asolina adquic


ridos;
 Distâ ncia em relaç� o ao T empo;

E xemplo:

U a e pesade al
uguelde a os alula
oaluguel o u peçofi ode R$ , al de
, e tav os po uil
o et o odado,fo a doa
segui te f ul a:

E x e m p lo 1 0 : C o m b in a ç� o c o m R e p e t iç� o t = , + , .,

Neste caso além da ordem n� o fazer dic o de t opeço,e eais,ase o adoe o ú-


ferença ser� o permitidos a repetiç� o de elec e ode uil et os odados.9staf ula os pe -
mentos. ite espo de al
gu as uest es,o opo e e -
pl
o:

a v ua topaga eise ov eí ul
o oda uil et os?
“ e pagueia ua tiade R$ , , ua tas uil e-
t os ov eí ul
o odou?
Uma Adeg a v ende trê s tipos de bebida:
S ucob R efrig erante e C erv eja. A pessoa deseja  Toda funç� o tem uma v ariáv el depenc
comprar 5 bebidas. De quantas maneiras podec dente e uma independente.
mos ag rupar as bebidasb considerando a possic  Cada v alor dado a v ariáv el dependente
bilidade de repetiç� o. está associado a um (nico v alor da v aric
áv el independente;

Para que seja considerado uma funç� o


em uma relaç� o entre dois conjuntos A e Bb cada
elemento de Ab cada elemento de A dev erá estar
relacionado a um (nico elemento de B. Toda func
ç� o tem o Domínio e a Imag em. O domínio da
funç� o é o ponto de partida e a imag em s� o os
v alores associados a este ponto de partida.

Pensando no conjunto Aé “ 1b 2} e o Conjunto


Bé “ 3b 4b 5}

Para a funç� o f” x) é x+ 1.

Para f: A é ê B temos:

Domínio é o conjunto A;
Contradomínio é o conjunto B;
Como f” 1) é 2 e f” 2) é 3
E nt� o a Imag em e “ 2b 3}

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As funções podem ser: f =- e f - =,assi -> fal


so.
Alte ativ
aL -
o eta.
I N J E T O R A : Nesta funç� o cada elemento de A
tem um e somente um correspondente em B. f < pa a =−
f - = ,l
ogo < fal
so.
Alte ativ
aL o eta.
S O B R E J E T O R A : Nesta funç� o qualquer elec
mento de B for imag em de alg um elemento do
conjunto A. Neste caso dizemos que a imag em é d f <f −
ig ual ao contradomínio. f =- e f- =,l ogo-< v
e dadeio.A L T9RbA -
TLV A / hRR9TA .
B I J E T O R A : A funç� o é Bij etora quando ao
mesmo tempo for Injetora e S obrejetora. E xemplo 2:
” V UNE S P c Ass GM ” Pref S J C) /Pref S J C/2012)
I N V E R S A : Nesta funç� o qualquer elemento de O g ráfico a seg uir mostra a variaç� o de uma
B for imag em de alg um elemento do conjunto A. g randezab representada no eixo yb em func
Neste caso dizemos que a imag em é ig ual ao ç� o de outra g randezab representada no eixo
contradomínio. x.
V amos observ ar alg umas questões e tec
cer comentários importantes sobre o que pode
ser cobrado em sua prov a sobre o assunto.

E xemplo 1:

” CONS ULPLAN c Ad Adm ” S ertaneja) /Pref S ertaneja/2010)


S obre a funç� o f” x) b cujo g ráfico está represenc
tado a seg uirb é correto afirmar que:

A situação ue pode se epese tadapo esse tipo


de v a iação
a opeçoase pagopo u a e ta ua tidade de i-
lhetes de et ei o ,e fu çãodo ú e ode i-
lhetes o pados ei o .
a ua tidade de áv oes de u adas ei o8 ,e
fu çãoda ua tidade de papelutil izado ei o .
af de es e te pa a < < osal dode u a dívida de a tãode dito ei o ,
f >f − e fu çãodote poe ue o a tãodei oude se
f < pa a =− pago ei o .
d f <f − d ov alo dosaldode u a ade eta de poupa ça
ei o ,e fu çãodote poe ue odi heiofi ou
Resol
ução:
9sta uestãopode se esolvidaape as o - apli ado ei o .
se v
a doog á fi oe el
i i a doas al
te ativas e a- e a ua tidade de af ol hido ei o ,e fu çãodo
das. te pode u asaf a ei o .

af de es e te pa a < < Resolução:5as opç es ofe e idas pe isa os i te pe-


h se v e ue e t e e afu çãote u apa te de- ta ,afu çãoapese tada es e at dado o e toe
es e te e u apa te es e te.
Alte ativ
aL o- depois de es e at o . A s al
te ativ
as aat d,sãodi-
eta. eta e te popo io ais assi e ua tou a g a -
deza au e ta a out a ta au e ta,o ue os
f >f − dei a o oopçãoaA L T9RbA TLV A 9.

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V eremos as principais funções:

FUNT Ã O C ONS TANTE :

Funç� o expressa por f” x) é kb onde k é um n(c


mero real.

9ó9a t L h“
.

R esoluç� o:
FUNT Ã O DE 1� GR AU OU AFIM a é 2 bé c 3 cé 5

Funç� o expressa por f” x) é ax+ bb o de a,  LR, E nt� o:


o a8 . ∆é ” c 3) 4 c 4.2.5
∆é 9 – 40
Ǝ c 31

x v é 3/4 e Y v é c 31/8

A LT E R NA T I V A D

2.
FUNT Ã O DE 2� GR AU OU QUADR ATICA
A fu çãof:[- , ]→ R ,defi idapo f =-²+
Funç� o expressa por f” x) é ax4+ bx+ cb o de a, ,
+ ,possuiseug áfi oapese tadoasegui.
 LR,o a8 .

A s aízes sãoe o t adas ao esol


ve ae uaçãode
segu dog au.

v ua dot ata os e fu çãode ºg auai date os


o oe o t a a oode adadov ti e.

a d e

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R esoluç� o: P R O G R E S S à O A R I T MÉ T I C A ” P A )
Observ ando o g ráfico percebemos que o v alor
máximo é o y do v értice. Uma prog ress� o aritmética ” PA) é uma
sequê ncia de n(merosb onde a partir do primeiro
a é c1 bé 2 cé 3 n(mero somamos ou subtraímos por uma raz� o
constante. Para que uma determinada sequê ncia
E nt� o: seja uma PA o aumento ou a reduç� o tem que
Ǝ 24 c 4 .c 1.3 ser constante.
Ǝ 4 + 12
Ǝ 16 V ejamos dois exemplos:

Y v é c ” 16/c 4) é ê 4 a) ” 2b 4b 6b 8b 10. ..) é uma PA pois se subtrair


um n(mero de seu antecessor sempre tec
A LT E R NA T I V A C remos o mesmo resultado.
3.
” V UNE S P c 2018 c Prefeitura de R ibeir� o Preto c S P c Técc 4c 2 é 2
nico em Processamento de Dados)
6c 4 é 2
8c 6 é 2
O g ráfico a seg uir mostra a relaç� o entre a quanc
tidade V ” em m 3 ) de ág ua em uma caixa e o D iz e m o s q u e 2 é a R A Z Ã O d e s t a P A
tempo t ” em h) em que uma torneira permanec
ceu abertab esvaziando essa caixa. b) ” 1b 2b 3b 5b 8. ..) n� o é uma PA porque se
efetuarmos a subtraç� o n� o obtemos a
mesma raz� o.
2c 1é 1
3c 2 é 1
5c 3é 2
8c 5é 3

Obs: A raz� o pode ser neg ativ a como é o caso


da sequê ncia: ” 20b 18 b 16b 14...) cuja raz� o é
ig ual a c 2.

E xemplo1:

A idade de trê s irm� o formam uma PA de raz� o


3b sabendo que a soma das idades é de é 69.
Qual a idade do irm� o mais v elho?

A relaç� o entre V e t pode ser expressa por: R esoluç� o:


Observ e que o ex ercício cita que as idades forc
a) V é 12 – 6t mam uma PAb log o podemos entender que as
b) V é 12 – 2t idades dos irm� os s� o:
c) V é 12 + 6t
d) V é 6 + 12t ” ac rb a b a+ r)
e) V é 6 – 2t
Como a soma é ig ual a 69 podemos efetuar o
R esoluç� o: Observ e que no tempo 6 a v elocic seg uinte cálculo:
dade é 0. S ubstituindo t por 6 nas alternativ as
temos apenas a a lt e rn a t iv a b que dá 0. ac r+ a+ a+ ré 69b como ré 3 temos:

ac 3+ a+ a+ 3é 69  a+ a+ aé 69c 3+ 3 

3aé 69  aé 69/3  a é 23

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O irm� o do meio tem 23 anosb como o proc E xemplo 4:


blema pede o irm� o mais v elhob ent� o a resc
posta que buscamos é 2 6 a n o s . E ncontre a soma dos termos da seg uinte PA:
” 100b 120b 140b 160b 180b 200b 220b 240b 260b
280b 300b 320) .
T e rm o G e ra l d e u m a P A : Para calcularmos
qualquer termo de uma PA usamos a fórmula Usando a fórmula temos:
do termo g eral:
A 1 é 100
é + ” 1 ) ∙ A n é 320
n é 12
Com esta fórmula podemos encontrar um r é 20
termo de uma PA.
�é ” �1 + �n) . �/2
E xemplo 2: S é ” 100+ 320) .12/2
S é ” 420) .6
9 u at A , , ,.
.. alul
e ov
alo do ºte o. S é 2520

E xemplo 5:
U til
iza doaf ul
ate os:
Calcule a soma dos 30 primeiros termos da PA
A = + -. ” 50b 53b 56b ...)
A = + .
A = + Temos:
A =
a 1 é 50 n é 20 �é 3
9 e pl
o:
Para encontra o termo 20b utilizaremos a fórc
mula do termo g eral:
/ alul
e a azãodat A ,.
..
, sa e do ue el
a
possui te os. A = + -.
A = + .
beste asote os: A = +
a= A =
a =
= A goautil
iza e os af ul
ada“ o a:
A =a + - . �é ” �1 + �n) . �/2
= + -. S é ” 50+ 107) .20/2
= + S é ” 157) .20/2
-= S é 157.10
= S é 1570
= /
=

Também é comum surg irem questões que solic


citem a soma de todos os termos de uma PA e
esta pode ser encontrada a partir da seg uinte
fórmula:

�= �1+�n .
�/–

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P R O G R E S S Ã O G E O MÉ T R I C A ” P G ) a5 é 3 . 4”4)
a5 é 3 . 256
Uma prog ress� o g eométrica ” PG) é uma a5 é 768
sequê ncia de n(merosb onde a partir do primeiro
n(mero multiplicamos ou div idimos por uma rac
z� o constante.
9 e plo :
Para calcular a raz� o de uma PG basta dic
v idir um termo por seu antecessor. v ual aso ade , e z pa a ue ase u ia ,,
,z, sejau apog essãogeo t i a es e te?
E xemplo: Na PA ” 2b 6b 18 b 54)
a
A raz� o é ig ual a 6/2 é 3

d
9 e plo : e

9 e ta pog essãogeo t i a,sa e- se ue opi- U til


iza doote oge al
:
eiote o iguala e a azão iguala .v ualo
v
alo dadife e çae t e o ua toe ote eiote os? a n é a 1 . q ” n – 1)
81 é 16 . q” 5 – 1)
beste e e í iopode os e o t a at D u av
ez ue 81 é 16 . q” 4)
te os opi eiote oe a azão,e tãoesta os fa- 81/16 é q 4
ladodasegui te t D: q é 3/2
q é 1b5
,, , , E nt� o a PG é ” 16b 24b 36b 54b 81)

A dife e ça e t e o ua to e ote eiote o 24+ 36+ 54 é 114


iguala .

U at D pode se : E xemplo 4:

/ R9“ / 9bT9:” 1b 2b 4b 8b 16b … ) é uma P.G. cresc A se u ia+;


-;+;
-;… u a:
centeb com raz� o q é 2.
a) Prog ress� o aritmética de termo inicial + 2 e
59/ R9“ / 9bT9: 5
” 40b 20b 10b 5b Í2 b … ) decrescenteb raz� o –2.
com raz� o q é 1 Í2 . b) Prog ress� o g eométrica de termo inicial –2 e
raz� o –2.
OS CILANTE : ” 2b c 4b 8b c 16b 32b … ) oscilanteb com c) Prog ress� o g eométrica de termo inicial + 2 e
raz� o q é c 2. raz� o –2.
d) Prog ress� o aritmética de termo inicial + 2 e
Termo Geral de uma PG: raz� o + 4.

Analisando cada uma das alternativas primeiro


an é a 1 . q”n – 1)
dev emos v erificar se a sequê ncia é uma PA ou
PG.
E xemplo 2:
De um termo ao outro tentamos subtrair:
Determine o 5� ” quinto) termo de uma P G sac
bendo que a 1 é 3 e q é 4 . c 4c ” + 2) é c 4c 2 é 6
+ 8c ” c 4) é 8+ 4 é 12
an é a 1 . q”n – 1)
a5 é 3 . 4”5 – 1) Percebemos que n� o é uma PA....

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V amos v erificar se é uma PG

c 4/2 é c 2
8/c 4 é c 2

Observ amos que a sequê ncia se trata de uma


PG de raz� o c 2 – ALTE R NATIV A C.
9 e plo :

; possív
el ue oe e í iopeçaaso ade todos os te - / alul
e opodutodos te os dat D , , ,.
..
os dat D pa aissoutil
iza e os asegui te f ul
a:
t = . .- /
t = . .- /
t = . ./
t = . /
t = .
t = .
9 e pl
o:
t = . .
/ alul
e aso ados pi eios te os dat D ,
, ,. .
.
CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O
“ = . – /- 1. Quantas senhas com 4 alg arismos diferentes
“ = . / podemos escrev er com os alg arismos 1b 2b 3b 4b
“ = . 5b 6b 7b 8b e 9?
“ =
2. Um técnico de um time de voleibol possui a
sua disposiç� o 15 jog adores que podem j og ar
Ta possív
el alul
a aso ados i fi itos em qualquer posiç� o. De quantas maneira ele
te os de u at D poderá escalar seu time?

3. D e quantas maneiras diferentesb uma pessoa


pode se v estir tendo 6 camisas e 4 calças ?

4. De quantas maneiras diferentes 6 amig os poc


dem sentar em um banco para tirar uma foto?

t a aas t D i fi itaa azãodev e esta e t e e 5. Em uma competiç� o de xadrez existem 8 j oc


logot ata- se de u v alo f a io áioe o u e a- g adores. De quantas formas diferentes poderá
do te ue se e o ue ode o i ado. ser formado o pódio ” primeirob seg undo e terc
ceiro lug ares) ?

9 e plo : 6. Uma lanchonete tem uma promoç� o de


combo com preço reduzido em que o cliente
/ alul
e aso ados i fi itos te os dat D , , , pode escolher 4 tipos diferentes de sanduíchesb
... 3 tipos de bebida e 2 tipos de sobremesa. Quanc
tos combos diferentes os clientes podem montar?
A = =/ 7. Quantas comissões de 4 elementos podemos
formar com 20 alunos de uma turma?
“ = /-,  “ = /,  “ =
8. De quantas maneiras seis crianças podem se
t ode os e u at D e o t a opoduto org anizar para brincar de roda?
dos te os at avs das f ul
as: 9. De quantas maneiras oito pessoas podem se
org anizar em uma roda para fazer uma oraç� o?

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Imé “ 7b 14b 25}


10. Quantos s� o os anag ramas da palav ra MOc f” 5) é 7
R ANGO? f” 12) é 14.

11. Dada a funç� o f: “ 1 3b 2b 0b 5– 13. 83 termos


√ } → R f: “ 1 3b 2b 0b 5} → ℜb definida pela fórc 14. 105 termos.
mula f” x) é 2x2+ 1f” x) é 2x2+ 1. D etermine a sua 15. 30720
imag em: 16. 10

12. Dado o esquema abaixob representando


uma funç� o de “A” em “B”b determine: QUE S T Õ E S D E CONCUR S O
1. ” FGV c 2019 c Prefeitura de S alvador c BA c Analista c
E ng enharia Civ il) c Dentre todos os n(meros natuc
rais de 3 alg arismosb a quantidade desses n(c
meros que possui pelo menos um alg arismo 5 é

a) 90.
b) 184.
c) 225.
d) 240.
a) O Domínio: e) 252.
b) A imag em
c) f” 5) 2. ” FGV c 2018 c Prefeitura de Niterói c R J c Auxiliar Admic
d) f” 12) nistrativo) c Uma urna D contém 6 bolas numerac
das de 3 a 8 e uma urna U contém 7 bolas nuc
13. Calcule o n(mero de termos da PA ” 70b ... b meradas de 2 a 8. Um n(mero de dois alg arisc
644) sabendo que ela possui raz� o 7. mos será formado retirando uma bola da urna
D e uma bola da urna Ub cujos n(meros ser� ob
14. Calcule o n(mero de m(ltiplos de 3 entre 12 respectivamenteb o alg arismo das dezenas e o
e 324. alg arismo das unidades. A quantidade de n(c
meros pares que poder� o ser formados dessa
15. / alul
e o ºte odase u ia , , ,.
.
.. maneira é:
a) 42
b) 36
.S e em uma progress� o geométrica temos: a1
c) 24
é 5b an é 2560 e a raz� o q é 2b ent� o C alcule o
d) 20
n(mero de termos. e) 16

3. ” FGV c 2018 c ALc R O c Analista Leg islativ o c


Matemática) c Helena entra em uma sorv eteria
CONS OL I D A ND O O A P R E ND I Z A D O que oferece sorv etes de 8 sabores diferentes.
R espostas Helena deseja escolher uma casquinha com duas
bolas de sorv ete n� o necessariamente de saboc
1. 3024 senhas res diferentes. A ordem em que as bolas forem
2. 5005 maneiras colocadas na casquinha n� o fará a escolha de
3. 24 Helena ser diferente. O n(mero de maneiras de
4. 720 Helena escolher sua casquinha é
5. 336
6. 24 a) 64.
7. 4845 b) 56.
8. 120 c) 36.
9. 5040 d) 28.
10. 2520 e) 16.
11. Imé “ 19b 9b 1b 11}

12. Dé “ 5b 12b 23}

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4. ” FGV c 2018 c ALc R O c Analista Leg islativo c mutuamente. Assinale a opç� o que indica o n(c
Matemática) c Assinale a opç� o que indica o n(c mero de apertos de m� os que foram dados.
mero de permutações das letras da palav ra S US c
S UR R O. a) 21
b) 20.
a) 1680. c) 18.
b) 1560. d) 15.
c) 1440. e) 12.
d) 1320.
e) 1260.

8. ” FCC c 2019 c TR F c 4ª R E GIÃO c Analista J udiciário c


5. ” FGV c 2018 c ALc RO c Analista Leg islativ o c Administrac
Á rea J udiciária) c Albertob Breno e Carlos tê mb ao
ç� o) c O presidente e o v icec presidente de uma todob 40 fig urinhas. Alberto e Breno tê m a
comiss� o ser� o escolhidos entre os 10 deputac mesma quantidade de fig urinhas e Carlos tem a
dos do Partido ) e os 6 deputados do Partido Y. metade da quantidade de fig urinhas de Breno. A
Os Partidos acordaram que os dois carg os n� o quantidade de fig urinhas que Alberto e Carlos
poder� o ser ocupados por deputados de um tê m juntos é
mesmo Partido. O n(mero de maneiras diferenc
tes de se escolher o presidente e o v icec presic a) 16
dente dessa comiss� ob é: b) 8
c) 24
a) 16. d) 32
b) 32. e) 20
c) 60.
d) 64. 9. ” FCC c 2019 c TRF c 4ª R EGIÃO c Analista J udiciário c Á rea
J udiciária) c E m um jog o de p9querb independentec
e) 120.
mente do v alor das fichasb uma ficha preta equic
6. ” FGV c 2018 c MPE c AL c Técnico do Ministério P(blico c v ale a 5 fichas v erdesb uma v erde equiv ale a
Marta tem 20 bolas nuc
Tecnolog ia da Informaç� o) c duas azuisb uma azul equiv ale a 2 v ermelhas e
meradas de 1 a 20. E la pinta de v ermelho todas uma v ermelha a 5 brancas. Dessa formab 8 fic
as bolas cujo n(mero é m(ltiplo de 4b isto éb 4b chas v erdes s� o equiv alentes a
8b 12 etc. A seg uirb ela pinta de azul as bolas a) 1 pretab 5 azuis e 2 vermelhas.
cujos n(meros s� o antecessores de n(meros das b) 1 pretab 5 azuis e 5 brancas.
bolas que foram pintadas de v ermelho. Por (lc c) 1 pretab 5 azuis e 15 brancas.
timob ela pinta de v erde as bolas cujos n(meros d) 10 azuisb 10 vermelhas e 5 brancas.
e) 10 azuisb 15 vermelhas e 10 brancas.
s� o sucessores de n(meros das bolas que foram
pintadas de v ermelho. Nenhuma outra bola foi 10. ” FCC c 2019 c S E FAZ c BA c Auditor Fiscal c Administraç� o
pintada. O n(mero de bolas n� o pintadas é Tributária c Prova II) . c A oferta para determinado produto
foi modelada pela funç� o y é 90 c 1b2xb em que y reprec
a) 4. senta o preço unitário para uma oferta de x unidades
b) 5. do produto. A demanda para o mesmo produto foi moc
c) 6. delada pela funç� o y é 1b4x + 12b em que x representa
d) 7. o n(mero de unidades procuradas quando o preço do
e) 8. produto é y. Nessas condiçõesb as coordenadas para o
ponto de equilíbrio de mercadob isto éb o ponto em que
7. ” F GV c 2018 c MPE cAL c Técnico do Ministério P(blico c a oferta é igual à demandab s� o:
Tecnologia da Informaç� o) c E m uma reuni� o há 9 pesc
a) ”50b 30).
soasb das quais 6 se conhecem mutuamente e as b) ”40b 42).
outras 3 n� o conhecem nenhuma das outras c) ”30b 54).
pessoas presentes à reuni� o. As pessoas que se d) ”20b 66).
conhecemb se cumprimentam com um abraço eb e) ”10b 78).
as pessoas que n� o se conhecemb se cumpric
11. ” FCC c 2019 c S EFAZ c BA c Auditor Fiscal c Administraç� o
mentam com um aperto de m� o. Todas as pesc Tributária c Prova II) . c Após licitaç� ob notebooks foc
soas presentes à reuni� o se cumprimentaram ram adquiridos por secretaria municipalb no valor

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unitário de 12 mil reais. S uponha que o preço do


15. ” FGV c 2019 c Prefeitura de S alvador c BA c Ag ente de
equipamento ” y ) seja uma funç� o y é mx + nb
Trâ nsito e Transporte)
sendo x o n(mero de anos de utilizaç� o do equic
pamentob com m e n parâ metros reais. Considec E m uma obra há v árias tábuasb todas ig uais.
rando que na época inicial ” x é 0) temc se que y Cada tábua pesa 6 kg mais 1/6 de tábua. O
é 12 mil reais e que para x é 7 o valor de y é peso de 20 tábuas é
ig ual a 800 reaisb o valor do equipamento para x
é 4 é ig ual ab em reaisb a) 120 kg. b) 132 kg. c) 140 kg. d) 144 kg. e) 150 kg.

a) 4200. .A pog essãoa it ti a e ue o uad ag si o


b) 4600. segu dote o e ootog si o ua tote o
c) 5200. te pi eiote oe azão espe tiv a e te:
d) 5600.
e) 7200.
a e .
12. ” F GV c 2019 c Prefeitura de S alvador c BA c Professor c
e .
Matemática) e .
d e -.
O gráfico da funç� o real ◌݂ƒ é uma reta. S abecse que e e -.
ƒ ”6) é 10 e que ◌
ƒ ”22) é 18.
݂
17. ” MS C ONCUR S OS c 2019 c Prefeitura de S onora c MS c
Assistente de Administraç� o) .
E nt� ob ƒ ”88) é igual a
A alternativ a em que a sequê ncia numérica é
uma Prog ress� o Aritmética é:
a) 29.
b) 40. a) 0b 2; 0b 4; 0b 8; 0b 16
c) 51.
b) 3b 25; 3b 5; 3b 75; 4
d) 62.
c) 2b 4b 8b 16
e) 76.
d) 4b 3; 4b 5; 4b 6; 4b 7
13. ” FGV c 2019 c Prefeitura de S alvador c BA c Professor c
Matemática) c Uma col9nia de bactériasb inicialc
18. ” IBAM c 2016 c Prefeitura de S antos c S P c S ecretário
de Unidade E scolar) .
mente com 10 bactériasb dobra de tamanho a
E m uma prog ress� o aritmética do tipo a n sabec
cada hora. A funç� o que expressa o n(mero N” t)
se que a 8 /a 4 é 6 e que o v alor do 6� termo é
de bactérias dessa col9niab t horas após o insc
ig ual a 7. Qual o v alor do 10° termo?
tante inicial é

a) N”t) é10t . a) 26b5


b) N”t) é20t . b) 23
c) N”t) é10 + 2t . c) 19b5
d) N”t) é 10 ⋅2t d) 17
e) N”t) é 10 ⋅ t2

14. ” FGV c 2019 c Prefeitura de S alvador c BA c Ag ente de 19. ” FCC c 2018 c DE TR ANc MA c Assistente de Trâ nsito)
Trâ nsito e Transporte) Um trecho de uma rodov iab do quil9metro 75 ao
quil9metro 141b terá o asfalto renov ado. Por
As amig as Fláv iab Gilda e Hildab saíram para fac issob dev er� o ser fixadas placas de sinalizaç� o
zer um lanche. A primeira tinha 35 reaisb a sec informando os motoristas sobre as obras. S erá
g unda 45 reais e a terceirab 64 reais. C omo Hilda colocada uma placa no início e outra no final do
tinha mais dinheirob ela deu a cada uma das amic trecho. As demais ser� o posicionadas de forma
g as alg uma quantia de forma que ficassemb as que a distâ ncia entre duas placas consecutiv as
trê sb com quantias ig uais. É correto concluir que seja sempre de 3 quil9metros. Nessas condiçõesb
o n(mero total de placas de sinalizaç� o que dec
a) Fláv ia g anhou mais 10 reais do que Gilda. v er� o ser encomendadas pelo órg � o competente
b) Hilda ficou com menos 14 reais. é ig ual a
c) Fláv ia g anhou 12 reais.
d) Hilda perdeu a terça parte do que tinha. a) 21. b) 20. c) 22. d) 24. e) 23.
e) Gilda g anhou 4 reais.

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GABAR ITO
S I MU L A D O I B A M
1. E
2. C 1) ” IBAM – Oficial de Administraç� o –
3. C S antos 2016) c Numa pesquisa sobre preferê ncia
4. A em relaç� o a dois comediantes ” A e B) b foram
5. E consultadas 3000 pessoasb sendo queb o resulc
6. C tado demonstrou que 1350 pessoas g ostam do
7. A comediante “A”b 1420 g ostam do comediante “B”
8. C e 510 g ostam dos comediantes “A” e “B”. Quanc
9. A tas pessoas n� o g ostam dos comediantes?
10. C a) 640
11. D b) 840
12. C c) 740
13. D d) 940
14. A
15. D 2) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia
16. C Grande 2012)
17. B Todos os dias um restaurante prepara suco de
18. D laranja da seg uinte forma: 15 d(zias de laranjas
19. E s� o espremidas e sobre esse total se adiciona Í
de ág ua para completar o suco a ser serv ido.
Considerando que 3 laranjas espremidas equiv ac
lem a 250 mlb quantos litros de suco s� o prepac
rados diariamente?
a) 16 litros.
b) 18 litros.
c) 21 litros.
d) 24 litros.

3) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia


Grande 2012)
O tapete ilustrado na fig ura abaixo mede 4b 2m
x 2b 2m. Qual é a área de cada um dos losang os
representados?

a) 0b 77 m4;
b) 0b 84 m4;
c) 0b 88 m4;
d) 1b 32 m4;

4) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia


Grande 2012)
Uma pessoa g astou 32% de uma certa quantia
no mercado e 10% do que restou na banca de

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jornalb sobrando R $ 290 b 70. Qual era a quantia A tabela abaixo retrata as informações nutricioc
inicial? nais contidas em uma embalag em de salg adic
a) R $ 440b 40; nho. C om base nestas informaçõesb podemos
b) R $ 450b 00; concluir que em 1 kg deste salg adinhob teremos
c) R $ 475b 00; quantos g ramas de sódio?
d) R $ 501b 20;

5) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia


Grande 2012)
Dois sócios repartiram o lucro de um inv estic
mentob no v alor de R $ 7200b 00b de forma proc
porcional ao v alor que cada um inv estiu inicialc
mente. S abendo que o sócio A inv estiu R $
2200b 00 a mais que o sócio B e seu lucro foi de
R $ 1200b 00 a mais que o sócio Bb qual foi o inc
v estimento inicial do sócio A?
a) R $ 6700b 00;
b) R $ 7700b 00;
c) R $ 8900b 00;
d) R $ 9900b 00;

6) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia


Grande 2012)
O capital de R $ 1400 b 00 rende mensalmente R $
56b 00. Qual é a taxa anual de juros pelo sisc
tema de juros simples?
a) 25%
b) 29% a) 4b 35g
c) 40% b) 5b 08g
d) 48% c) 6b 22g
d) 7b 36g
7) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia
Grande 2012) 10) ” IBAM – Auxiliar Leg islativ o – Administrac
A soma de dois n(meros inteiros é 70. S abendo tiv o II – Cubat� o – 201 0– Adaptada) .
que a raç� o entre eles é Í b qual é o menor A tabela abaixo reg istra os g ols marcados e soc
deles? fridos pelos times de futebol de um colég iob após
a) 21; o encerramento de um campeonato interno.
b) 24;
c) 27;
d) 30;

8) ” IBAM – Auxiliar de laboratório – Administrac


tiv o II – Câ ndido de Abreu – PR – 2017)
Um mecâ nico colocou ” x + 6) parafusos na caixa
A e ” x – 10) parafusos na caixa B. C onsidere que
o total de parafuso colocados nessas duas caixas
é ig ual a 96. A quantidade de parafusos foi coloc Quais s� o os times que apresentam um saldo
cada na caixa B: de g ols ” diferença entre o n(mero de g ols marc
a) 55 cados e sofridos) simétrico?
b) 50
c) 45 a) Galera do Bem e Fui.
d) 40 b) Força J ov em e S ai de Baixo.
c) Fui e S ei N� o.
9) ” IBAM – Auxiliar Leg islativ o – Administrativ o d) Galera do Bem e Timeco.
II – Cubat� o – 2010 – Adaptada) .
11) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – Praia
Grande 2012)

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Trê s candidatos Ab B e C concorriam à presidê nc


cia de um clube. Para escolher o v encedor cada
eleitor presente v otou em dois candidatos de sua 15) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – S anto
preferê ncia. O resultado foi o seg uinte: André – 2010)

 76 v otos para os candidatos A e B; Pedro trabalha a uma distâ ncia de 1b 64km de


 74 v otos para os candidatos B e C; sua casa. Dessa distâ ncia 5/8 ele faz de 9nibus
 50 v otos para os candidatos A e C; e o restanteb a pé. Quantos metros ele precisa
andar para cheg ar ao trabalho?
Podemos dizer que:
a) O candidato B v enceu com 150 v otos. a) 0b 328 metros
b) Os candidatos B e C empataram em 2� b) 20b 5 metros
lug ar. c) 102b 5 metros
c) Hav ia 150 eleitores presentes. d) 615 metros
d) O candidato A v enceu com 136 v otos.
16) ” IBFC – Auxiliar de Perícia – 2017)
12) ” IBAM – Ag ente de trâ nsito – Mauá –
2009) Um paralelepípedo retâ ng ulo tem as seg uintes
O perímetro de um terreno retang ular de 286 dimensões: 5m de comprimentob 6m de larg ura
metros de comprimento é ig ual ao de um quac e 8m de altura. Nessas condiçõesb a medida da
drado com 162 metros de lado. Qual é a larc área total e o v olume deste paralelepípedo s� ob
g ura desse terreno? respectiv amente:
a) 38m a) 60m4 e 138m5.
b) 56m b) 236m4 e 240m5.
c) 76m c) 236m4 e 260m5.
d) 181m d) 240m4 e 260m5.
e) 280m4 e 240m5.
13) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – S anto 17) ” V UNE S P – Ajudante Administrativ o –
André – 2010) S umaré – 2017)
Um estudante univ ersitário g asta 28 % de seu
salário para pag ar a mensalidade de seu curso. Um terreno está representado na fig ura pelo
S e a mensalidade do curso for reajustada em políg ono ABCDE F e tem suas medidas em mec
20% e o seu salário em 3% b que porcentag em tros. O perímetro desse terrenob em metrosb é
do saláriob aproximadamenteb passará a ser utic
lizada para pag ar a faculdade após os reajustes? a) 2200
a) 30b 0% b) 2800
b) 31b 3% c) 3000
c) 32b 6% d) 3100
d) 33b 6% e) 3200

14) ” IBAM – Ag ente Administrativ o – S anto 18) ” Nosso R umo – Artífice – 2017)
André – 2010)
Um pai distribui certa quantia entre seus trê s fic Uma máquina faz 344 brinquedos por hora.
lhosb de modo que o primeiro filho recebe 1/5 do S endo assimb assinale a alternativ a que aprec
total que o pai possuíab o seg undo filho recebe o senta quantos brinquedos a máquina faz em 2
dobro do v alor recebido pelo primeiro e o terc horas e 45 minutos.
ceiro filho recebe metade do v alor recebido pelo a) 946 brinquedos
seg undo acrescido de R $ 200b 00. S abendo que b) 860 brinquedos
após a partilha ainda restou ao pai o v alor de R $ c) 920 brinquedos
120b 00b qual o v alor recebido pelo terceiro filho? d) 850 brinquedos
a) R $ 320b 00
b) R $ 520b 00 19) ” FGV – Auxiliar de Desenv olv imento
c) R $ 640b 00 Infantil – 2017)
d) R $ 960b 00
E m uma pequena fábrica de roupasb 5 costureic
rasb com a mesma eficiê nciab produzem o
mesmo n(mero de peças todos os dias. S abec se

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que essas costureirasb trabalhando durante 6


diasb produzem 480 camisetas. Assinale a opç� o S I MU L A D O F C C
que indica o n(mero de camisetas que 4 dessas
costureirasb trabalhando durante 10 diasb produc 1) ” FCC – Assistente T écnico de Tecnolog ia da
zir� o. Informaç� o da S E ME F – Manaus c 2019) .
a) 520 Uma loja v ende camisetas em dois tamanhosb P
b) 560 e Gb e em trê s coresb azulb v erde e branco. E m
c) 600 um determinado mê sb a loja v endeu 35 camisec
d) 640 tasb sendo 17 de tamanho P. S abendob aindab
e) 680 queb das camisetas v endidasb 10 eram v erdes de
tamanho Gb 7 eram brancas de tamanho Pb 18
20) ” FGV – Auxiliar de Desenv olv imento n� o eram v erdes e a quantidade de camisetas
Infantil – 2017) azuis v endidas era ig ual à metade das camisetas
brancas v endidasb é correto concluir que o n(c
Duas ” 2) secretárias trabalhando por trê s ” 3) mero de camisetas azuis de tamanho G v endidas
diasb oito ” 8) horas por diab conferem dez ” 10) naquele mê s foi
processos. S e fossem trê s ” 3) secretáriasb com
a mesma jornada de trabalho das anterioresb a) 3.
em quantos dias elas poderiam conferir v inte e b) 18.
cinco ” 25) processos? c) 12.
a) 5 dias d) 5.
b) 7 dias e) 7.
c) 9 dias
d) 10 dias 2) ” FCC – Técnico em ( eb Desig n – S E ME F c
e) 12 dias 2019) c Os irm� os Ant9niob Bento e Celso eram
proprietários de um terrenob de modo que Ant9c
nio tinha a posse de metade do terreno e Bento
tinha a posse de 1/3 do terrenob cabendo a C elso
o restante do terreno. Celso v endeu sua parte
aos irm� osb metade para cada um. Após a
v endab a raz� o dada pela parte do terreno que
cabe a Bento sobre a parte que cabe a Ant9nio é
de:

a) 5/7
b) 2/3
c) 4/5
d) 7/9
e) 3/4

3) ” FCC – Técnico em ( eb D esig n – S E ME F –


2019 c Adaptada) c Um atleta lev a 2 minutos e
6 seg undos para dar uma v olta mais 3/4 de v olta
em uma pista de corrida. Mantendo a mesma v ec
locidade médiab o tempo que o atleta lev a para
percorrer 2/3 de uma v olta na pista é de

a) 43 seg undos
b) 48 seg undos
c) 112 seg undos
d) 200 seg undos
e) 331 seg undos

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4) ” FCC – T écnico em ( eb Desig n – S E ME F 7) ” FCC – Assistente T écnico Fazendário – S E c


– 2019) c Um carrob cuj o tanque de combustív el ME F – Manaus c 2019) c Para a festa de aniv erc
tem capacidade de 50 Lb percorre 430 km com o sário de seu filhob S imone seg uiu as instruções
tanque cheio de etanol e 600 km com o tanque no rótulo de uma g arrafa de suco de uv a conc
cheio de g asolina. S uponha queb para esse carrob centrado e misturou seu conte(do com ág ua na
o rendimento de qualquer mistura de combustíc proporç� o de 2/3 de ág ua e 1/3 de suco concenc
v eis no tanque seja proporcional à s quantidades tradob em v olumeb obtendob assimb 900 mL de
relativ as de etanol e de g asolina. S abendo que o refresco de uv a. Ao notar que o n(mero de cric
tanque tem 3/8 de sua capacidade ocupada com anças na festa seria maior do que o que prev irab
etanolb se o tanque for completado com g asoc S imone diluiu um pouco mais o refrescob mistuc
linab o consumo médio com essa mistura ficaráb rando mais ág uab de forma queb depois da diluic
em quil9metros por litrob entre ç� ob a parte do v olume que correspondia a ág ua
ficou sendo 3/4. O v olume de refresco obtido
a) 9b 6 e 10b 0. após a diluiç� o foi de
b) 10b 1 e 10b 5.
c) 10b 6 e 11b 0. a) 2b 1L.
d) 9b 1 e 9b 5. b) 1b 5L.
e) 8b 6 e 9b 0. c) 1b 8L.
d) 1b 2L.
5) ” FCC – T écnico em ( eb Desig n – S E ME F e) 2b 4L.
– 2019)
8) ” FCC – Assistente T écnico Fazendário – S E c
ME F – Manaus c 2019) c Paulo deseja pintar um
muro de 440 metros quadrados de área total e
foi informado que s� o necessários 30 L de tinta
para pintar uma área de 120 metros quadrados.
A tinta é v endida apenas em latas de 18 L ao
a) Z < ) < Y.
preço de R $ 280 b 00 a lata. O mínimo que Paulo
b) Z < Y < ).
necessita g astar para adquirir uma quantidade
c) Y < Z < ).
suficiente de tinta para pintar o muro é
d) ) < Y < Z.
e) Y < ) < Z.
a) R$ 1.680b 00.
b) R$ 1.960b 00.
6) ” FCC – Auditor Fiscal – S E FAZ – BA c 2019) c
c) R$ 2.680b 00.
Um g rupo de trabalho formado por 20 funcionác
d) R$ 1.820b 00.
rios foi incumbido de realizar uma tarefa no
e) R$ 1.120b 00.
prazo de 30 diasb trabalhando 6 horas por dia.
Como no final do 18° dia apenas 3/7 da tarefa
9) ” FCC – Assistente T écnico Fazendário – S E c
hav iam sido concluídosb decidiuc se aumentar o
ME F – Manaus c 2019) c R odrig ues recebeu uma
n(mero de funcionários do g rupo a partir do
quantia em dinheiro em uma determinada data.
19° diab trabalhando 8 horas por dia. S abec se
A metade dessa quantia ele aplicou sob o reg ime
que todos os funcionários trabalharam com dec
de capitalizaç� o simplesb a uma taxa de 9b 6% ao
sempenho ig ualb e que as demais condições se
anob durante 6 meses. A outra metade ele aplic
mantiv eram constantes. Considerando que toda
cou sob o reg ime de capitalizaç� o compostab a
a tarefa foi concluída no final do prazo estabec
uma taxa de 2% ao trimestreb durante 1 semesc
lecidob temc se que o n(mero de funcionários
tre. S e o montante correspondente à aplicaç� o
que foram incorporados ao g rupo a partir do
sob reg ime de capitalizaç� o simples apresentou
19° dia foi
um v alor ig ual a R $ 13.100b 00b ent� ob a soma
a) 6.
dos v alores dos juros das duas aplicações foi de
b) 12.
c) 4. a) R$ 1.000b 00.
d) 10. b) R$ 990b 00.
e) 8. c) R$ 1.105b 00.
d) R$ 1.200b 00.
e) R$ 1.120b 00.

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10) ” FCC – Assistente Técnico Fazendário – S E c a uma empresab o v alor de R $ 20.000b 00. Gasc
ME F – Manaus c 2019) c Adrianab Biancab Carla tou 37b 5% dessa quantia e o restante aplicou a
e Daniela almoçaram juntas em um restauc juros simplesb a uma taxa de 18 % ao ano. S e no
rante. Adriana pag ou 1/3 do total da contab Bic final do período de aplicaç� o ele resg atou o monc
anca pag ou 1/4 do total da conta e Carla pag ou tante correspondente de R $ 14.000b 00b sig nifica
1/5 do total da conta. S e restaram R $ 39b 00 que o período dessa aplicaç� o foi de
para Daniela totalizar a contab ent� o o v alor toc
tal da conta foi de a) 1 trimestre.
b) 10 meses.
a) R$ 180b 00. c) 1 semestre.
b) R$ 120b 00. d) 8 meses.
c) R$ 156b 00. e) 1 ano e 2 meses.
d) R$ 221b 00.
e) R$ 245b 00. 14) ” FCC – Assistente Técnico Fazendário – S E c
ME F – Manaus c 2019) c Uma loja de produtos
11) ” FCC – Assistente Técnico Fazendário – eletrodomésticos anuncia duas condições para
S E ME F – Manaus c 2019) c Fernando pag ou R $ a compra de determinado produto:
100b 00 de conta de ág ua e R $ 120b 00 de conta
de luz referentes ao consumo no mê s de janeiro. c Compra com pag amento à v ista no v alor de
S e a conta de ág ua sofreu reduç� o mensal de R $ 1.900b 00;
15% nos meses de fev ereiro e março subsec c Compra a prazob sendo uma entrada no v alor
quentesb e a conta de luz sofreu aumento mensal de R $ 500b 00 e o pag amento de uma parcela
de 10% nesses dois mesesb para pag ar as contas adicional no v alor de R $ 1.484b 00 após 2 meses
de ág ua e de luz referentes ao consumo no mê s da data da compra.
de marçob Fernando g astoub no totalb
S e a empresa utiliza o reg ime de capitalizaç� o
a) R $ 2b 55 a menos do que g astou nas contas simplesb a taxa de juros simplesb em percentual
referentes ao consumo do mê s de janeiro. ao mê sb que cobra na v enda a prazo é
b) R $ 4b 00 a mais do que g astou nas contas
referentes ao consumo do mê s de janeiro. a) 1b 06% .
c) R $ 1b 75 a mais do que g astou nas contas b) 3b 00% .
referentes ao consumo do mê s de janeiro. c) 2b 21% .
d) R $ 6b 00 a menos do que g astou nas contas d) 0b 53% .
referentes ao consumo do mê s de janeiro. e) 6b 00 % .
e) R $ 0b 65 a mais do que g astou nas contas
referentes ao consumo do mê s de janeiro. 15) ” FCC – Analista de Gest� o P(blica – Prefeic
tura – R ecife c 2019) c Com o objetiv o de analic
12) ” FCC – Assistente Técnico Fazendário – sar a distribuiç� o dos salários dos empreg ados
S E ME F – Manaus c 2019) c Uma loja v ende chac de uma empresab v erificouc se que 10 empreg ac
v eiros em formato quadrado ou redondob nas coc dos g anhamb cada umb R $ 15.000b 00; 20 g ac
res azul ou amarelo. E m um determinado mê sb nhamb cada umb R $ 2.500b 00; 25 g anhamb cada
essa loja v endeu 27 chav eiros redondos. S ac umb R $ 12.000b 00; 60 g anhamb cada umb R $
bendo que o total de chav eiros azuis v endidos 5.000b 00 e os restantes g anhamb cada umb R $
nesse mê s foi de 17b dos quais 15 s� o quadrac 8.000b 00. S abendoc se que a mediana dos salác
dosb e que 1/6 dos chav eiros amarelos v endidos rios apresentou um v alor ig ual a R $ 6.500 b 00b
s� o quadradosb é correto concluir que o total de obtémc se que o v alor da média aritmética suc
chav eiros v endidos pela loja nesse mê s foi de pera o da moda em

a) 51. a) R$ 3.000b 00.


b) 48. b) R$ 2.250b 00.
c) 50. c) R$ 2.500b 00.
d) 49. d) R$ 2.750b 00.
e) 47. e) R$ 3.250b 00.

13) ” FCC – Assistente T écnico Fazendário – S E c


ME F – Manaus c 2019) c E m uma determinada
datab Henrique recebeub por serv iços prestados

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A L I CE R C E C ON C U R S OS
MA T E MÁ T I C A
Apostila
Prof. Me. Ricardo da Silva Sampaio

16) ” FCC – Analista de Gest� o P(blica – Prefeic


tura – R ecife c 2019) c E m um órg � o p(blicob 12 19) ” FCC – E scriturário – BANR IS UL c 2019) c
funcionários que trabalham com desempenhos E m uma merceariab v endec se queijo ao preço de
ig uais e constantes s� o escalados para realizar R $ 70b 00 por 1b 5 kg . Gastando exatamente R $
uma tarefa. S abec se que eles começaram a trac 203b 00b o n(mero de porções de 75 g de queijo
balhar à s 9 horas eb à s 10 horas e 20 minutosb que se pode adquirir nessa mercearia é
v erificouc se que 60% da tarefa já hav ia sido rec
alizada e que 2 funcionários hav iam deixado a a) 60.
equipe. Com a retirada desses 2 funcionários e b) 62.
n� o tendo ocorrido interrupç� o no trabalhob a c) 58.
tarefa será finalizada à s 11 horas e d) 61.
e) 59.
a) 24 minutos.
b) 15 minutos. 20) ” FCC – E scriturário – BANR IS UL c 2019) c
c) 30 minutos. Uma papelaria v ende cadernos de dois tamac
d) 40 minutos. nhos: pequenos e g randes. E sses cadernos poc
e) 36 minutos. dem ser v erdes ou v ermelhos. No estoque da pac
pelariab há 155 cadernosb dos quais 82 s� o v erc
17) ” FCC – Analista de Gest� o P(blica – Prefeic melhos e 85 s� o pequenos. S abendo que 33 dos
tura – R ecife c 2019) c De uma caixa com uma cadernos em estoque s� o pequenos e v ermec
certa quantidade de laranjasb decidec se repartir lhosb a porcentag em dos cadernos g randes que
uma parte das laranjas a alg umas crianças em s� o v erdes é
uma salab de tal maneira que cada uma receba
a mesma quantidade de laranjas. S e cada cric a) 25% .
ança receber 10 laranjasb sobrar� o 5 laranjas b) 30% .
na caixa eb se cada criança receber 8 laranjasb c) 15% .
sobrar� o 19 laranjas na caixa. S e cada criança d) 20% .
receber 7 laranjasb o n(mero de laranjas que e) 35% .
sobrar� o na caixa será de

a) 29.
b) 25.
c) 27.
d) 26.
e) 24.

18) ” FCC – Analista de Planejamento –


Prefeitura – R ecife c 2019) c S ejam 3 cidades
” ) b Y e Z ) localizadas em uma determinada rec
g i� o. A cada 25 minutos sai um 9nibus de )
para Y e a cada 15 minutos sai um 9nibus de )
para Z . S abec se que à s 8 horas e 30 minutos
saiu um 9nibus de ) para Y e um 9nibus de )
para Z . O primeiro horário após o meioc dia em
que v ai sair um 9nibus de ) para Y e um 9nibus
de ) para Z será à s

a) 12 horas e 30 minutos.
b) 13 horas.
c) 12 horas e 45 minutos.
d) 12 horas e 15 minutos.
e) 13 horas e 15 minutos.

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A L I CE R C E C ON C U R S OS

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