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Regulamento Interno do Condomínio Villa Aguassai I

Este documento apresenta o regulamento interno do condomínio Villa Aguassai I, definindo regras sobre utilização das áreas comuns, direitos e deveres dos condôminos, proibições, obras, infrações e penalidades. O regulamento é composto por 16 capítulos tratando de tópicos como competência do síndico e subsíndico, uso da garagem, salão de festas, playground, quadra esportiva, posse de animais, proibições, obras e reformas, chegada e saída de mudanças e infrações e
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Regulamento Interno do Condomínio Villa Aguassai I

Este documento apresenta o regulamento interno do condomínio Villa Aguassai I, definindo regras sobre utilização das áreas comuns, direitos e deveres dos condôminos, proibições, obras, infrações e penalidades. O regulamento é composto por 16 capítulos tratando de tópicos como competência do síndico e subsíndico, uso da garagem, salão de festas, playground, quadra esportiva, posse de animais, proibições, obras e reformas, chegada e saída de mudanças e infrações e
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REGULAMENTO INTERNO CONDOMINIO VILLA AGUASSAI I

SUMÁRIO

CAPÍTULO I………………………………………………………………………….....……4
INTRODUÇÃO AO REGIMENTO…..................................................................4
CAPÍTULO II.................................................................................................................6
DA UTILIZAÇÃO DO CONDOMÍNIO........................................…….........…….6
DA COMPETÊNCIA DO SÍNDICO ……………………………....................……6
DA COMPETÊNCIA DO SUBSÍNDICO ……………………...............................7
DA COMPETÊNCIA DO CONSELHO CONSULTIVO……………….….....……8
DA COMPETÊNCIA DOS EMPREGADOS DO CONDOMÍNIO…...….........….8
DO PATRIMÔNIO E DAS BENFEITORIAS DO CONDOMÍNIO..........…...……9
CAPÍTULO III…......................................................................................................…10
DOS DIREITOS DO CONDOMÍNIO…………………………………….……..…10
CAPÍTULO IV.............................................................................................................12
DOS DEVERES DOS CONDÔMINOS………………………………………..…12
CAPÍTULO V..............................................................................................................14
DO DIREITO A VOTO.........……………………......……………………..………14
CAPÍTULO VI.............................................................................................................15
DAS MULTAS…...………………...........……...………………………….....……15
CAPÍTULO VII............................................................................................................15
DO USO DA GARAGEM…………….………...............................………..……15
CAPÍTULO VIII...........................................................................................................17
DO USO DO SALÃO DE FESTAS E DA CHURRASQUEIRA………...………17
CAPÍTULO IX…......................................................................................................…19
DO USO DO PLAYGROUND …………..…….…....………………………….…19
CAPÍTULO X..............................................................................................................19
DO USO DA QUADRA……..………………………………………………………19
CAPÍTULO XI.............................................................................................................19
DA POSSE DE ANIMAIS NO CONDOMÍNIO.….…………………………....…19
CAPÍTULO XII………………………………………………………………………………20
DAS PROIBIÇÕES …...………..………………............………..…………….....20
CAPITULO XIII...........................................................................................................23
DAS OBRAS E REFORMAS...........................................................................23

2
CAPÍTULO XIV...........................................................................................................24
DA CHEGADA E SAÍDA DE MUDANÇAS......................................................24
CAPITULO XV…...................................................................................................….25
DAS INFRAÇÕES E SUAS PENALIDADES ..................................................25
CAPITULO XVI...........................................................................................................28
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ..........................................................................28

3
CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO AO REGIMENTO

Art. 1º. O presente Regimento, aprovado pelos condôminos presentes na


Assembleia Geral Extraordinária deste Condomínio, realizada em XX de XXX de
2019, atendendo aos requisitos formais e legais, tem como escopo disciplinar
condutas, bem como o comportamento de todos e quaisquer moradores, sejam eles
proprietários, locatários ou demais possuidores, seus dependentes, empregados,
prestadores de serviços e visitantes, e a seu estrito cumprimento ficam todos
obrigados, conforme dispõe a Lei 4.591/64, 10.406/02 (Código Civil), Artigo 42 da Lei
3.688/41 (Contravenções Penais), Lei 12.546/11 (Lei anti-fumo) e outras posteriores,
e Art. 46 da Convenção deste Condomínio.

Art. 2º. O presente Regimento Interno é o disciplinador da conduta interna dos


condôminos.
§1º. O condomínio não possui funcionários próprios e sim de uma empresa
contratada em caráter de terceirização de serviços, os mesmos deverão atender as
solicitações dos condôminos, obedecendo as disposições da Convenção do
Condomínio e deste Regimento Interno.
§ 2º. Quaisquer reclamações ou sugestões apresentadas pelos condôminos
deverão ser dirigidas ou ao sídico ou subsíndico.
§ 3º. Os serviços dos funcionários do condomínio são dirigidos e
supervisionados pelo síndico e subsíndico.
§ 4º. As chaves das dependências de propriedade e uso comuns do
condomínio ficarão sempre em poder de empregado designado pelo síndico, que
passará a seus sucessores, quando deixar suas funções, sendo vedada a
permanência dessas chaves em residências que não a do síndico ou de seus
representantes no condomínio, devendo existir sempre na portaria duplicata das
mesmas para uso em caso de emergência.
§ 5º. As chaves das unidades só poderão ser deixadas na portaria do
condomínio, com ciência do sindico ou do subsíndico que poderão autorizar ou não.
§ 6º A correspondência, jornais, cartas, telegramas, embrulhos, para as

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unidades serão comunicadas de imediato pelos porteiros e deverão ser retiradas na
portaria no mesmo dia em que forem entregues pelo carteiro ou particulares.
§ 7º. É vedada a entrada nas dependências do condomínio, sem licença da
administração, de corretores, agenciadores, cobradores, ofertantes de produtos e
serviços, vendedores ambulantes e pedintes de qualquer natureza, assim como de
pessoas com o fim de angariar donativos e misteres semelhantes.
§ 8º. Os empregados do condomínio somente poderão permanecer nas
partes de propriedade e uso comuns, mesmo nas horas de folga, quando
uniformizados com o tipo de traje fornecido pelo condomínio.
§ 9º. Incube aos funcionários, porteiros, vigias e serventes, na qualidade de
prepostos do síndico, fiscalizar o fiel cumprimento do Regimento Interno.
§ 10º. Deve o condômino observar o que segue:
Não abandonar torneiras de água e bicos de gás abertos ou deixar de conserta-los
quando os mesmos estejam dando, respectivamente, escoamento de água e/ou
escapamento de gás, com perigo a segurança do condomínio ou de ocupantes
infrator e de seus vizinhos;
Não instalar nas paredes do condomínio fios ou condutores de qualquer espécie,
assim como colocar placas, avisos, letreiros, cartazes, anúncios ou reclames na
parte externa, nas janelas, varandas e muros do condomínio, prejudicando a sua
estética, e, ainda, usar máquinas e aparelhos ou instalações que provoquem
trepidações e ruídos excessivos;
Não usar, ceder ou alugar as unidades autônomas para fins incompatíveis com a
decência e o sossego do condomínio ou permitir a sua utilização por pessoas de
vida irregular ou antissocial ou de maus costumes, passíveis de repreensão penal ou
policial, ou que, de qualquer forma ou modo, possam prejudicar a boa ordem ou
afetar a reputação do condômino e/ou do condomínio;
Não violar de qualquer forma, a lei do silêncio, de modo a não perturbar o sossego
dos condôminos vizinhos;
Zelar pelo asseio e segurança do condomínio, depositando lixos e varreduras nos
locais apropriados, depois de perfeitamente acondicionados em sacos plásticos,
próprios para tal fim, observando que o condomínio dispõe de separação de lixo
orgânico e reciclável;
As lixeiras do condomínio ficarão fechadas, as chaves deverão ser retiradas na

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portaria para depositar seu lixo e depois devolvê-las também na portaria.
Comunicar ao síndico ou ao subsíndico qualquer caso de moléstia epidêmica para
fins de providencias junto a saúde pública;
§ 11º. O Regimento Interno poderá ser acrescido, a critério do síndico, ou de
outras disposições da presente Convenção de Condomínio e deverá ser fixado em
partes de propriedade e uso comum do condomínio.

CAPÍTULO II

DA UTILIZAÇÃO DO CONDOMÍNIO

Art. 3º. O Condomínio será utilizado pelos condôminos, com observância das
normas da boa vizinhança, e sem prejudicar ou causar dano ou incômodo aos
demais condôminos, nem obstáculo ou embaraço ao bom uso das partes de
propriedade e uso comum a todos. As unidades no todo ou em parte, destinam-se
exclusivamente a fins residenciais, sendo expressamente proibido o uso, locação ou
cessão para atividades profissionais, comerciais ou industriais de qualquer natureza,
para depósito de qualquer objeto, para "república de estudantes", assim como para
qualquer fim escuso ou ilícito.

DA COMPETÊNCIA DO SÍNDICO

Art. 4º. Exercer a administração interna do Condomínio, no que se refere a sua


vigilância e moralidade, bem como executar os serviços que interessam a todos os
condôminos, zelando sempre pela segurança, boa reputação do Condomínio e pela
harmônia entre todos os condôminos e empregados do Condomínio, obedecendo
aos princípios da boa vizinhança, não causando danos ou incômodo, nem
obstáculos ou embaraços ao uso das partes e coisas comuns.
§ 1º. Praticar os atos que lhe forem atribuídos por lei, pela Convenção, por
este Regimento e pelo Código Civil.
§ 2º. Manter organizados os documentos relativos às receitas e despesas
efetuadas pela Administração, bem como permitir livre acesso a essa
documentação, quando solicitada, para vistas no escritório do Condomínio, no

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horário de funcionamento da Administração.
§ 3º. Deixar disponível para os condôminos, demonstrativo das receitas e
despesas do Condomínio e cópias das Atas de Assembleias Gerais.
§ 4º. Prestar ao Conselho Consultivo, a qualquer tempo, informações sobre os
atos da Administração.
§ 5º. Prestar contas de sua gestão, acompanhada da documentação
respectiva, em Assembleia específica para este fim, quando do término de seu
mandato.
§ 6º. Determinar as tarefas e atribuições dos empregados do Condomínio,
fiscalizando o seu comparecimento e assiduidade ao serviço.
§ 7º. Verificar a correta utilização das dependências do Condomínio, conforme
a sua destinação.
§ 8º. Aplicar as penalidades administrativas previstas neste Regimento.
§ 9º. Acionar judicialmente o condômino que não atender ao que prescreve a
Convenção, o Regimento Interno ou decisões da Assembleia Geral do Condomínio,
esgotadas as medidas administrativas previstas neste Regimento.
§ 10. Representar ativa e passivamente o Condomínio, em juízo ou fora dele,
e praticar os atos em defesa dos interesses comuns, nos limites das atribuições
conferidas pela Lei n.º 4.591/64, pela Convenção, por este Regimento e Código
Civil.
§ 11. Cumprir e fazer cumprir a Convenção e o Regimento Interno, bem como
executar e fazer executar as deliberações da Assembleia.
§ 12. Convocar os condôminos, por meio de edital, para a Assembleia Geral
Ordinária e para Assembleia Geral Extraordinária.
§13. Contratar e dispensar empregados, fixando suas funções, e horários de
trabalho.
§ 14. Contratar e desfazer contratos com profissionais liberais e técnicos.
§ 15. Representar o Condomínio junto às repartições públicas, assinar guias,
pagar impostos, abrir e movimentar contas bancárias em nome do Condomínio,
assinando em conjunto com o Subsíndico, ou não.

DA COMPETÊNCIA DO SUBSÍNDICO

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Art. 5º. Auxiliar o Síndico nos trabalhos e soluções dos problemas administrativos do
Condomínio, podendo movimentar conta bancária em nome do Condomínio
conjuntamente com o síndico.
§ 1º. Cuidar do contencioso do Condomínio e coordenar o encaminhamento
das questões jurídicas e políticas de interesse comunitário, à falta do Síndico.
§ 2º. Substituir o Síndico nas ausências ou impedimentos do mesmo.

DA COMPETÊNCIA DO CONSELHO CONSULTIVO

Art. 6º. Colaborar na solução dos problemas administrativos do Condomínio.


§ 1º. Fazer, nos limites de sua competência, o acompanhamento físico dos
trabalhos programados pela Administração, oferecendo sugestões oportunas.
§ 2º. Atender solicitações de informações quanto à regularidade de
determinados procedimentos administrativos.
§ 3º. Julgar, no prazo máximo de 10 (dez) dias, contados a partir da data de
entrega do recurso ao presidente do Conselho, os recursos decorrentes da aplicação
de multas.

DA COMPETÊNCIA DOS EMPREGADOS DO CONDOMÍNIO

Art. 7º. Manter o serviço permanente de Portaria, exercendo sua vigilância contínua,
de acordo com as regras e horários estabelecidos, identificando fielmente as
entradas e saídas de veículos e pessoas.
§ 1º. Fazer pequenos reparos, manter em perfeitas condições de conservação
e asseio as áreas comuns, bem como aquelas que forem designadas para seu uso
durante o tempo em que estiverem prestando serviços ao Condomínio, devendo esta
última obrigação constar no termo de contratação.
§ 2º. Acender e apagar as luzes das partes comuns do Condomínio,
contribuindo para o combate ao desperdício.
§ 3º. Receber correspondências e encomendas destinadas ao Condomínio ou
a seus moradores, mantendo-as na portaria e comunicando ao condômino sobre sua
obrigação de retirada.
§ 4º. Comunicar ao Síndico ou ao Subsíndico qualquer irregularidade havida

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no Condomínio em consequência da má utilização dos equipamentos comuns, bem
como qualquer circunstância que lhes pareça anormal.
§ 5º. Executar, fielmente, as instruções do Síndico.
§ 6º. Avisar ao Síndico, com a maior brevidade possível, as eventuais faltas
ou cortes nos serviços de água e luz.
§ 7º. Controlar, de forma rígida e racional, o gasto de material de limpeza e
consumo, como medida de contenção de despesas e economia administrativa.
§ 8º. Proibir a entrada, sem autorização expressa, de ambulantes, pedestres e
pessoas estranhas ao Condomínio.
§ 9º. Tratar todas as pessoas, com cordialidade, respeito e educação.
§ 10º. Manter os serviços de jardinagem, vigilância e outros necessários ao
Condomínio de forma satisfatória à comunidade.
§ 11º. Não comentar assuntos da vida particular dos condôminos e seus
familiares.
§ 12º. Cumprir integralmente seu horário de trabalho, ausentando-se somente
com autorização do Síndico, ou por motivo de força maior que justifique a falta.
§ 13º. Fiscalizar o cumprimento do horário de silêncio, comunicando ao
Síndico qualquer desrespeito à norma pertinente.
§ 14º. Proibir aglomeração de pessoas com atitudes inconvenientes no interior
do Condomínio.
§ 15º. Não permitir que se coloquem letreiros, placas e cartazes de
publicidade ou quaisquer outros, sem a autorização, por escrito, do Síndico.
§ 16º. Não permitir a permanência de pessoas estranhas ao serviço da
Portaria, nela ou em suas imediações, mesmo que moradores, condôminos ou
empregados de folga.
§ 17º. Acompanhar o monitoramento por câmeras na área do condomínio,
acionando, se necessário, a polícia, bem como comunicar ao Síndico sobre qualquer
irregularidade.
§ 18º. Ser subordinado ao Síndico e Subsíndico nas determinações de
serviços, de acordo com a função que exerce.
§ 19º. Funcionários do condomínio não podem prestar serviços de espécie
alguma para condôminos em horários de trabalho.

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DO PATRIMÔNIO E DAS BENFEITORIAS DO CONDOMÍNIO

Art. 8º. As benfeitorias erigidas nas frações ideais pertencem aos condôminos e se
destinam ao uso e usufruto deles e de seus familiares, caracterizando, assim, fim
exclusivamente residencial.

Art. 9º. Cada benfeitoria erigida pelo Condomínio deverá constar em seu registro de
patrimônio, especificando tecnicamente toda a sua extensão.

PARÁGRAFO ÚNICO: O inventário patrimonial deverá ser entregue ao Síndico


subsequente eleito e informado aos condôminos, ao final do mandato, mesmo em
caso de reeleição.

Art. 10. É vedado o empréstimo de qualquer bem componente do patrimônio do


Condomínio.

CAPÍTULO III

DOS DIREITOS DO CONDÔMINO

Art. 11. Usar, gozar e dispor de sua fração ideal, desde que não prejudique a
segurança e não cause danos aos demais condôminos, bem como não infrinja as
normas legais ou as disposições da Convenção e deste Regimento.

Art. 12. Usar e gozar das partes comuns do Condomínio, desde que não impeça
idêntico uso ou gozo por parte dos demais condôminos, com as mesmas restrições
do artigo anterior.

Art. 13. Ter livre acesso ao Condomínio a qualquer hora do dia ou da noite,
obedecendo os critérios de identificação e controle de acesso, quando necessários
para a segurança do condomínio.

Art. 14. Entregas de grande volume como compras de supermercados, galões de

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água, botijões de gás, etc, poderão ser entregues nas unidades autônomas, desde
que o condômino esteja em sua casa para receber e comunique a portaria com
antecedência. Os entregadores deverão estar munidos de seus documentos
pessoais para ser devidamente cadastrados na portaria.
§1º. Estes entregadores deverão obedecer todas as nomas e disciplinas
contidas neste regulamento, caso desobedeçam a responsabilidade é do morador
que contratou seus serviços.

Art. 15. Entregas de restaurantes, pizzarias, padarias, etc, deverão ser retiradas na
portaria.

Art. 16. Peruas escolares poderão entrar no condomínio para buscar e deixar
crianças, desde que previamente cadastradas pelos seus responsáveis.
§1º. Estes motoristas deverão obedecer todas as nomas e disciplinas contidas
neste regulamento, caso desobedeçam a responsabilidade é do morador que
contratou seus serviços.

Art. 17. Taxis e/ou carros de qualquer empresa de aplicativos de viagens, poderão
entrar no condomínio para buscar ou deixar moradores, desde que autorizados pelos
mesmos e devidamente cadastrados na portaria.

Art. 18. Examinar, a qualquer tempo, os livros e arquivos da Administração,


solicitando esclarecimentos quando necessário, no horário de expediente da
Administração.

Art. 19. Comparecer às Assembleias e nelas discutir, votar e ser votado, desde que
esteja em dia com suas obrigações junto ao Condomínio.

Art. 20. Denunciar à Administração qualquer irregularidade que observar, por escrito.

Art. 21. Ter acesso às informações relativas ao Condomínio.

Art. 22. Executar benfeitorias em sua área privativa, obedecendo sempre as normas

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contidas no REGULAMENTO INTERNO DE OBRAS E REFORMAS do Condomínio.
§1º. A instalação de pisos nos fundos da unidade será permitida se seguido
da determinação Municipal de taxa de permeabilidade do espaço seguido da
instalação de ralos para vazão da água.

Art. 23. Utilizar os serviços da Portaria, ficando vedada a utilização dos empregados
do Condomínio, nos seus horários de trabalho, para serviços de interesse pessoal.

Art. 24. O livro de reclamações e reivindicações poderá ser exigido em Assembleia


por qualquer condômino, para conhecimento dos presentes e averiguações que se
fizerem necessárias ou fora dela, de acordo com o interesse do condômino que
solicitar.

CAPÍTULO IV

DOS DEVERES DOS CONDÔMINOS

Art. 25. Deverá o condômino informar à Administração, com antecedência mínima de


10 (dez) dias, o início de qualquer construção, apresentando o respectivo projeto
para avaliação, de acordo com os parâmetros do REGULAMENTO INTERNO DE
OBRAS E REFORMAS

Art. 26. Utilizar sua área privativa de acordo com as regras estabelecidas na
Convenção e neste Regimento Interno.

Art. 27. Guardar decoro e respeito no uso das coisas e partes comuns, bem como
nas respectivas áreas privativas, não as usando nem permitindo que outros as usem
para fins diversos daqueles a que se destinam.

Art. 28. Resguardar o bem estar comum dos demais condôminos quando da posse
ou manutenção de animais, ficando responsável por qualquer dano ou prejuízo
cometidos por estes.

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Art. 29. Permitir o ingresso em sua área privativa do Síndico, Subsíndico ou seu
preposto devidamente credenciado, quando isto se torne indispensável à inspeção
ou realização de trabalhos de interesse do Condomínio.

Art. 30. Colocar o lixo seja orgânico ou reciclável acondicionado de forma a evitar a
dispersão de resíduos, em local apropriado, a chave deste fica em poder da portaria,
onde deverá ser retida e devolvida após o descarte, preservando a limpeza, a ordem
e higiêne, mantendo conservados os locais de uso comum.

Art. 31. Obedecer ao horário de silêncio no período de 22h as 8h, inclusive a


legislação pertinente ao assunto em qualquer horário, respeitando as normas
inseridas neste Regimento, no Código Civil Brasileiro, Lei das Contravenções
Penais, Lei n.º 4.591/64 e na Convenção deste Condomínio.

Art. 32. Tratar com respeito e consideração os membros da Administração do


Condomínio, os demais condôminos e todas as pessoas que, direta ou
indiretamente, prestam serviços ao Condomínio.

Art. 33. Incluir, em caso de locação ou cessão para ocupação de sua propriedade,
cláusula contratual para que o inquilino ou ocupante cumpra integralmente todas as
normas que regem o Condomínio, remetendo cópia do contrato firmado para a
Administração.

Art. 34. Manter atualizados os seus dados cadastrais junto ao Condomínio.

Art. 35. Efetuar o pagamento da Taxa Ordinária ou outras que forem estabelecidas,
na data de seu vencimento, evitando, assim, que os demais condôminos tenham que
arcar com esse ônus.

Art. 36. Comparecer às Assembleias Gerais convocadas pelo Condomínio.

Art. 37. Ser responsável por todo e qualquer dano e prejuízo causado ao patrimônio
do Condomínio, por ele mesmo, seus familiares, ocupantes ou convidados que

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transitarem dentro do Condomínio, incluindo-se prestadores de serviços por ele
autorizados.

Art. 38. Cumprir o que dispõem a Convenção e este Regimento Interno.

Art. 39. Regras para controle de acesso de veículos:


§1º. Todos os veículos deverão estar identificados com selos dentro do
condomínio, inclusive as motocicletas;
§2º. Veículos de visitantes e prestadores de serviços não poderão
permanecer dentro do Condomínio, sendo que, o acesso do prestador de serviço
será limitado à carga e descarga. Haverá exceção caso algum proprietário autorize a
entrada, porém, nessa situação o proprietário deverá cadastrar o veículo de seu
visitante ou prestador na portaria e o veículo obrigatoriamente deverá ser
estacionado na vaga do proprietário que fez a autorização.
§3º. O não atendimento e observação do inciso 2, deste artigo, será
considerado como tentativa de burlar o sistema de controle de acesso de veículos.

Art. 40. Todos os moradores e, principalmente, seus empregados, mesmos os


eventuais, deverão ser previamente cadastrados junto ao Condomínio.

Art. 41. O condômino é responsável por quaisquer danos causados ao Condomínio,


pelos empregados por ele contratados, bem como os visitantes.

CAPÍTULO V

DO DIREITO À VOTO

Art. 42. Se uma fração ideal pertencer a mais de um proprietário, estes deverão
designar um dentre eles para representá-los junto às Assembleias, cabendo só a
este o direito de voz e voto.
§ 1º: Cada condômino terá direito igual de voto, independente de quantos
forem as frações ideais que lhe pertençam, observado o disposto no artigo anterior.
§ 2º. O condômino em atraso com suas obrigações condominiais não terá

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direito a voto e terá suspensa sua participação em comissões até que o débito seja
quitado.

CAPITULO VI

DAS MULTAS

Art. 43. A multa aplicada será cobrada junto com a próxima Taxa Ordinária do
Condomínio, fazendo parte dessa cota, sujeita assim aos encargos por atraso
previstos na Convenção.

Art. 44. Das multas impostas caberá recurso em primeira instância, por escrito, ao
Conselho Consultivo, dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir
da data da notificação da penalidade.

Art. 45. Em havendo recurso, o valor da multa será bloqueado em conta


remunerada, até o julgamento pelo Conselho Consultivo que, em caso de
provimento, será devolvida integral ou parcialmente de acordo com a decisão, contra
recibo.

Art. 46. Em segunda e última instância, o condômino poderá recorrer à Assembleia


Geral para julgamento de multas a ele impostas.

CAPITULO VII

DO USO DA GARAGEM

Art. 47. As vagas para estacionamento são previamente demarcadas por unidade e
para uso de veículos de porte médio, dentro da faixa amarela.

Art. 48. É vedado ao(s) condômino(s):


a) Usar a buzina, excesso de aceleração e outros ruídos;
b) Estacionar impedindo ou dificultando as manobras de entrada e

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saída de veiculos;
c) Guardar nas vagas, móveis, utensílios e sobressalentes sob
qualquer pretexto;
d) Permitir a permanência de crianças menores de 12 anos
desacompanhadas, trânsito de bicicletas, patins, skates e jogo de bolas, bem
como outros esportes ou brincadeiras infantis;
e) Executar qualquer serviço (montagem de móveis, pintura, etc.),
mesmo que seja feito nos limites da vaga correspondente a sua casa;
f) Alugar ou ceder vagas de garagem a pessoas estranhas ao
condomínio;
g) Utilizar a garagem de outro proprietário sem o seu consentimento e
aviso ao síndico e ou subsindico.

Art. 49. O estacionamento de bicicletas não poderá ser feito na vaga respective. O
Condomínio não será responsável por danificação ou roubo delas.

Art. 50. Qualquer dano causado por um veículo a outro será de inteira
responsabilidade do proprietário do veículo causador do dano, devendo este
ressarcir o prejuízo causado na melhor forma acordada entre os interessados.

Art. 51. O condômino que não estiver utilizando sua vaga, poderá ceder para outro
condômino ou para seus visitantes, desde que comunique com antecedência ao
síndico ou subsíndico e faça o devido cadastro na portaria;

Art. 52. O Condomínio não se responsabilizará por estragos de qualquer natureza,


roubo, incêndio, etc. ocorridos na garagem, mas adotará medidas necessárias à
apuração das responsabilidades.

Art. 53. Não é permitido manter nas garagens veículos que apresentem vazamentos.

Art. 54. Todas as leis relativas ao trânsito de veículos, deverão ser observadas no
condomínio, sendo expressamente proibido pessoas não habilitadas dirigirem
veículos motorizados dentro dos limites do condomínio, bem como receberem aulas

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de aprendizado.

Art. 55. Os pequenos reparos e consertos dos veículos em caráter de emergência


(Troca de pneus, velas, etc) deverão ser comunicados com antecedência ao síndico
ou subsíndico e só serão permitidos na impossibilidade de remoção do veículo sem
risco de dano ao mesmo e que não coloquem em risco a segurança e o fluxo normal
da garagem.

Art. 56. Fica terminantimente proibido a lavagem com água e lubrificação dos
veículos nas vagas e demais áreas do condomínio.

Art. 57. A manobra dos veículos dentro do condomínio deve ser feita com o maior
cuidado possível, sem exceder aos 10 Km/h.

CAPITULO VIII

DO USO DO SALÃO DE FESTAS E DA CHURRASQUEIRA

Art. 58. O salão de festas e a churrasqueira se destinam à realização de eventos de


cunho familiar, bem como reuniões e eventos de caráter e interesse particular ou do
próprio condomínio, sendo responsabilidade dos órgãos condominiais a sua
manutenção, conservação, decoração e outras atividades necessárias para que o
mesmo possa satisfazer a contento os fins específicos a que se destinam.

Art. 59. Ambos poderão ser utilizados apenas por condôminos, sejam eles
proprietários ou locatários, mediante reserva que pode ser feita através do aplicativo
da Administradora, ou outro meio que venha a ser determinado pelo síndico ou
subsíndico.

Art. 60. Quando o condômino reservar o salão de festas para uso, automaticamente
poderá utilizar também a churrasqueira e vice-versa. Para isso será cobrada uma
taxa única no valor de R$ 120,00 (cento e vinte reais), que será corrigida junto com o
rateio ordinário, quando necessário. Essa taxa poderá ser cobrada no próximo boleto

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do rateio ordinário, exceto para os condôminos inadimplentes, esses terão que pagar
adiantado no ato da reserva. Com o pagamento dessa taxa, o condômino terá direito
a usufruir de tudo que houver em ambos os espaços, do seu mobiliário, banheiros,
copa, etc.

Art. 61. Tanto a reserva como o cancelamento da mesma, deverão ser feitos com no
mínimo de 48 horas de antecedência.

Art. 62. Em datas comemorativas como dia das mães, dos pais, natal, réveillon, etc.,
os dois poderão ser usados normalmente, nesse caso a reserva tem que ser feita
com pelo menos 30 (trinta) dias de antecedência e havendo mais de um condômino
interessado nessa data será feito um sorteio. O cancelamento dessas reservas terá
que ser feito com pelo menos 15 (quize) dias de antecedência, caso não o faça, o
morador terá que pagar a taxa de reserva, mesmo sem usar.

Art. 63. O horário de uso do mesmo será a partir 08:00 horas, de domingo a quinta-
feira, até as 22:00 horas. Já de sexta-feira, sábados e vésperas de feriados, até as
01:00.

Art. 64. É terminantemente proibido o uso de aparelhos de som com volume


incompatível, com atenção especial após o horário das 22:00 horas.

Art. 65. Não havendo outras reservas o condômino poderá receber as chaves do
salão de festas e churrasqueira um dia antes, quando fará junto com o síndico,
subsíndico ou alguém, por eles indicado, uma vistoria completa em ambos, desde o
estado físico, funcionamento de água, luz, mobiliário, utensílios, etc. O mesmo pode
devolver essas chaves um dia depois, após fazer essa mesma vistoria.
§ 1º. Se após o uso desses espaços for constatado algum dano, o condômino
que dele se utilizou será notificado a repará-lo no prazo de 7 (sete) dias, contados do
recebimento da notificação.
§ 2º. Caso o condômino se negue a fazer o reparo, o condomínio poderá fazê-
lo e mandar a cobrança das despesas no próximo boleto da taxa condominial.
§ 3º. É proibida a entrada de animais domésticos nesta área.

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§ 4º. É proibido também nesta área o trânsito de bicicletas, patins, patinetes,
skates e jogo de bola etc.

CAPITULO IX

DO USO DO PLAYGROUND

Art. 66. Os jogos infantis poderão ser desenvolvidos no playground do condomínio,


na área onde estão os escorregadores, gangorras, balanças, no período das 07:00
horas as 22:00 horas.
§ 1º. Crianças menores de 06 (seis) anos devem estar acompanhadas por um
responsável.
§ 2º. É proibida a entrada de animais domésticos nesta área.
§ 3º. É proibido também nesta área o trânsito de bicicletas, patins, skates

CAPITULO X

DO USO DA QUADRA

Art. 67. O uso da quadra é livre para todos, no período das 07:00 horas às 22:00
horas.
§ 1º. Crianças menores de 06 (seis) anos devem estar acompanhadas por um
responsável.
§ 2º. É proibida a entrada de animais domésticos nesta área.
§ 3º. É proibido também nesta área, o trânsito de bicicletas, patins, skates,
patinetes, etc.

CAPITULO XI

DA POSSE DE ANIMAIS NO CONDOMÍNIO

Art. 68. É permitido possuir nas unidades autônomas do condomínio, animais


domésticos de pequeno e médio porte.

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Parágrafo único: É livre a permanência desses animais nas unidades autônomas,
desde que não prejudique a tranquilidade, higiene e segurança dos moradores.

Art. 69. É terminantemente proibido manter a posse ou guarda de animais de porte


ou temperamento agressivo, de maneira a expor a riscos à saúde, segurança ou
tranquilidade dos demais condôminos.

Art. 70. Quando em trânsito pelas áreas comuns do condomínio o animal deverá
fazer uso de coleira, guia e focinheira (conforme lei) e o Condômino ou responsável
pelo animal deverá levar consigo sacos plásticos para que este recolha as fezes e
outras sujeiras provocadas pelo animal, destinando-as a locais apropriados.

Art. 71. O condomínio poderá, a qualquer tempo, exigir do responsável pelo animal a
comprovação de que o mesmo possui todos os atestados de vacinação exigidos.

Art. 72. Os condôminos devem orientar seus visitantes que trouxerem consigo seus
animais de estimação, que os mesmos deverão obrigatoriamente seguir os
procedimentos estabelecidos nesse Capitulo.

Art. 73. A inobservância a qualquer dos artigos deste capitulo, sujeitará o infrator às
penalidades previstas.

CAPITULO XII

DAS PROIBIÇÕES

Art. 74. Alienar ou alugar vaga nas garagens a não residentes.

Art. 75. Manter ou usar em sua unidade autônoma (casa) ou vaga de garagem:
instalações, equipamentos ou materiais com perigo potencial, ou ainda, substâncias
ou produtos tóxicos, corrosivos, explosivos ou inflamáveis, de modo que possa expor
a riscos à saúde, segurança ou tranquilidade dos demais condôminos, ou, ainda,

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acarretar o aumento das taxas de seguro de condôminos ou do condomínio.

Art. 76. Manter a posse ou guarda de animais de porte ou temperamento agressivo,


de maneira a expor à riscos a saúde, segurança ou tranquilidade dos demais
condôminos.

Art. 77. Fazer uso de quaisquer que sejam a fonte de ruído ou som, em volume
audível nas unidades vizinhas, no horário compreendido entre 22:00 e 08:00 horas,
e fora este horário o nível de ruído não deverá causar transtorno aos demais
moradores conforme lei.

Art. 78. Modificar o aspecto externo das casas com instalações de toldos, aparelhos
de ar condicionado, faixas, placas, cartazes e outros que possam alterar sua estética
externa.
§ 1º. Compreende o conceito de aspecto externo, obras que promovam
aumento de muros acima do padrão de 1,80 metros, alterem sua característica com
base no padrão utilizado à época da implantação, devendo-se manter o mesmo
padrão de acabamento, cor e material utilizado, mantendo a harmonia do projeto
arquitetônico.
§ 2º. É proibida a instalação de grades nas janelas. No entanto, podem-se
instalar aí redes de proteção na cor branca, telas mosquiteiras e insulfim de cor
escura nos vidros.

Art. 79. Proibido construir edículas.

Art. 80. É terminantemente proibida a utilização de água e energia elétrica das


partes comuns para outros fins, não previstos ou não autorizados pelo Síndico ou
Subsindico.

Art. 81. Estacionar em local diverso de sua vaga demarcada.

Art. 82. Fixar antenas de TV em local diverso do telhado e ainda, antenas de


PX/rádio amador.

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Parágrafo único: As antenas de TV, devem ser fixadas na parte superior traseira do
imóvel, do lado de dentro do parapeito, com altura máxima de 0,60m. O fio deverá
ser conduzido pelo conduite já existente no local.

Art. 83. Queimar lixos.

Art. 84. É proibido subir, pular muros ou cercas, ou estimular que o façam, para sair
ou entrar no Condomínio.

Art. 85. É proibido depositar entulhos, resto de obras ou similar nas vias públicas,
incluindo-se material de construção.

Art. 86. É proibido fazer massa de cimento, concreto ou similares nas vias públicas.

Art. 87. É proibido o uso de bicicletas, patinetes, bolas ou semelhantes nas


alamedas, churrasqueira, jardins, quadra, playground e salão de festas.

Art. 88. É proibido guarda e posse de chaves de casas pelo Condomínio e seus
prepostos, sem autorização do sindico ou do subsíndico.

Parágrafo único: Moradores que não residem no condomínio, apenas poderão deixar
suas chaves na Portaria, com autorização previa do Sindico ou Subsindico, devendo
estas obrigatoriamente conter chaveiro identificando o número da casa e o máximo
de 2 chaves em cada chaveiro, sendo observado que, não haverá responsabilidade
do Condomínio em eventualidades como furtos e outros danos ao imóvel.

Art. 89. É proibido soltar pipas e assemelhados dentro das dependências do


Condomínio, onde passam os fios e cabos elétricos e de internet.

Art. 90. É proibido pisar ou bricar nas partes que compõem os jardins nas alamedas,
bem como neles intervir, adicionando ou removendo plantas, flores ou mudando-lhes
o arranjo.

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Art. 91. É proibido manifestações de ordem religiosa, política, comercial, etc. nas
areas comuns do condomínio.

CAPÍTULO XIII

OBRAS E REFORMAS

Art. 92. Em caso de reforma nas unidades autônomas, o condômino deverá:


a) notificar o síndico ou o subsíndico da natureza dos serviços a serem
realizados.
b) Em hipótese nenhuma será permitido fazer quisquer obras que atinjam as
estruturas de concreto.
c) Ressalvando o artigo anterior, obra de maior vulto e desde que não saiam
prejudicadas ou danificadas as redes de infraestrutura, só serão permitidas
mediante prévia anuência do síndico e conselho consultivo, com
apresentação de projeto elaborado por profissional devidamente crenciado
pelo CREA (CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E
AGRONOMIA) com aprovação e responsabilidade deste.
d) A execução de obras, reparos montagem, instalações, bem como o uso de
furadeira, lixadeira, esmeril, etc, somente serão permitidos de segunda a
sexta-feira, das 08:00 as 18:00 horas, e aos sábados das 09:00 as 17:00
horas, sendo expressamente proibidos aos domingos e feriados.
e) Reparos de caráter urgente e inadiável poderão ser realizados em qualquer
dia e horário, mediante aviso prévio ao síndico ou ao subsíndico que, em caso
de aprovação, comunicarão o fato aos demais moradores.
f) O entulho proveniente de obras, reformas e reparos será removido por conta
do condômino da unidade, estando devidamente acondicionado e dentro dos
horários citados no item D, sendo também o condômino responsável pela
limpeza das áreas atingidas.
g) Caçambas para retirada desses entulhos deverão ser colocadas na rua, do
lado de fora do condomínio, próximo ao cavalete de entrada de água.

Art. 93. É dever de todo condômino permitir a entrada em suas unidades autônomas

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do síndico ou de seus prepostos, sempre que necessário à inspeção ou realização
de trabalhos relativos à estrutura geral dos blocos, sua segurança e solidez, bem
como a realização de reparos emergenciais e em instalações das unidades vizinhas.

Art. 94. É obrigação do condômino e locatário, consertar ou substituir prontamente,


toda e qualquer instalação ou aparelho danificado dentro de sua unidade, bem como
responder por danos causados às partres comuns ou terceiros, especialmente,
vazamentos e infiltrações de banheiro, cozinha, área de serviço, etc.

Parágrafo único: No eventual caso de o condômino não realizar o conserto no prazo


de 5 (cinco) dias após a comunicação do dano, o condomínio providenciará o
conserto e debitará junto à taxa condominial do mês seguinte o valor referente ao
custo do serviço, acrescido de multa de um salário mínimo vigente no mês do
ocorrido.

CAPÍTULO XIV

DA CHEGADA E SAÍDA DE MUDANÇAS

Art. 95. As mudanças somente poderão ser realizadas de segunda à sexta-feira, das
08:00 as 18:00 horas, e aos sábados das 09:00 as 17:00 horas.
§ 1º. Não será permitido em hipótese alguma mudança nos domingos e
feriados.
§ 2º. O condômino responsável pela mudança deverá comunicar por escrito,
com no mínimo de 48 horas de antecedência ao síndico ou subsíndico, informando
os dados dos moradores e dos prestadores de serviço, marcando data e hora.
a) O caminhão que for realizar a mudança, poderá entrar no condomínio e
estacionar na rua, o mais próximo possível da unidade de destino, desde que
o peso do mesmo, somado ao peso da carga não ultrapassem 3,5 toneladas.
b) Com peso excedente a 3,5 toneladas, o caminhão de mudanças deverá ser
estacionado fora do condomínio.
c) Não é responsabilidade do condomínio a guarda de espaço para
estacionamento do caminhão.

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d) Em hipótese alguma poderá haver bloqueio nas entradas do condomínio, sob
pena de aplicação de multa conforme disposto neste regulamento.
e) Todo e qualquer dano causado ao condomínio ou a outras unidades
autônomas, por ocasião da entrada ou saída de mudanças, é de total
responsabilidade do condômino responsável.
f) Caso outro condômino venha a sofrer algum tipo de prejuízo decorrentes de
mudanças, deverão apresentar sua reclamação por escrito ao síndico, até o
prazo de 3 (três) dias, o mesmo fará uma vistoria e posterior e tomará as
devidas providências.
g) O recebimento de quaisquer utilidades domésticas, deverá ser feito nos
mesmo dias e horários destinados à mudanças, obedecendo-se às mesmas
regras e com presença do condômino e/ou autorização por escrito do mesmo,
ressalvando que o condomínio não se responsabiliza por quaisquer defeitos,
problemas ou danos em mercadorias recebidas e transportadas sem a
presença do condomino.

CAPITULO XV

DAS INFRAÇÕES E SUAS PENALIDADES

Art. 96. Causar danos aos bens próprios do Condomínio, como muros, calçadas,
guias, sistemas elétricos, hidráulicos, totens de endereçamento e outros:
• Multa: 60% da última Taxa Ordinária cobrada, além do ressarcimento ao
Condomínio do valor correspondente ao dano causado, para cada ocorrência.

Art. 97. Lixo, entulho ou detritos não recolhidos em local adequado, em


desobediência às normas do Condomínio:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação ou advertência para que seja
providenciada a devida remoção no prazo de 05 (cinco) dias corridos.
• Não sendo atendida a advertência expedida, o Condomínio realizará o
recolhimento específico e cobrará por remoção, a título de ressarcimento,
30% da última Taxa Ordinária cobrada.

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Art. 98. Queima de lixo ou similar:
• Multa: 100% da última Taxa Ordinária cobrada, para cada ocorrência.

Art. 99. Cães soltos nas vias internas, sem que estejam com coleiras e guias, sob o
controle de seus donos ou responsáveis.
• Multa: 100% da última Taxa Ordinária cobrada, para cada ocorrência.

Art. 100. Criação de animais que possam incomodar vizinhos pelo barulho, mau
cheiro ou sujeiras que venham a contribuir para focos de moscas ou outros insetos
nocivos à saúde:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação ou advertência para que, no prazo de 5
dias, sejam tomadas as devidas providências.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 70% da última Taxa Ordinária
cobrada, para cada ocorrência.

Art. 101. Dirigir veículos sem a necessária habilitação, entregar veiculo ou permitir a
direção por pessoa não habilitada colocando em risco a integridade do Condomínio
e dos condôminos, será comunicado, por ofício, à autoridade competente:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação ou advertência para o condutor ou o
proprietário (condômino).
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 100% da última Taxa
Ordinária cobrada, para cada ocorrência.

Art. 102. Dirigir veículos com negligência, imprudência ou imperícia ou, ainda, fora
das normas deste Condomínio e do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), colocando
em risco a integridade do Condomínio e dos condôminos, será comunicado, por
ofício, à autoridade competente:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação ou advertência.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 100% da última Taxa
Ordinária cobrada, para cada ocorrência.

Art. 103. Estacionamento irregular de veículos, ou impedindo o trânsito de em vias


públicas.

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• Na 1ª ocorrência haverá notificação.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 30% da última Taxa Ordinária
cobrada, para cada ocorrência.

Art. 104. Reparos de veículos em via pública, que possam derramar óleo, danificar a
calçada e vagas ou dificultar o trânsito.
• Em ocorrendo, haverá aplicação de multa de 30% da última Taxa Ordinária
cobrada, para cada ocorrência.

Art.105. Não respeitar a Lei do Silêncio:


• Na 1ª ocorrência haverá notificação.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 100% da última Taxa
Ordinária cobrada, para cada ocorrência.

Art.106. Uso de aparelhos de som, buzinas ou similares, bem assim quaisquer


manifestações que produzam ruídos ou sonorização excessivos:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação por escrito.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada multa de 100% da última Taxa
Ordinária cobrada, e assim sucessivamente para cada ocorrência.

Art. 107. Pular muros ou cercas ou estimular que o façam, para sair ou entrar no
Condomínio:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação ou advertência.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada Multa de 70% da última Taxa Ordinária
cobrada, para cada ocorrência.

Art. 108. Depositar entulhos, restos de obras ou similar nas vias públicas ou nos
lotes de terceiros:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação para retirada em 5 dias.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada Multa: 90% da última Taxa Ordinária
cobrada para cada ocorrência.

Art. 109. Fazer massa de cimento, concreto ou similares nas vias públicas:
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• Na 1ª ocorrência haverá notificação para retirada em 5 dias.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada Multa: 90% da última Taxa Ordinária
cobrada para cada ocorrência.

Art. 110. Depositar qualquer tipo de material de construção nas vias públicas:
• Na 1ª ocorrência haverá notificação para retirada e limpeza da área em 5
dias.
• A partir da 2ª ocorrência será cobrada Multa: 80% da última Taxa Ordinária
cobrada para cada ocorrência.

Art. 111. Ofensas de qualquer tipo, verbal ou escrita, por qualquer meio, dirigidos a
qualquer condômino, visitante, prestador de serviço ou funcionário do condomínio,
inclusive membros de comissões, síndico e subsíndico, sem prejuízo de sanções
penais previstas no Capítulo X do Código Penal, ou outra legislação aplicável, e/ou
de responsabilidade civil por dano à dignidade da pessoa humana:
• Será cobrada Multa: 100% da última Taxa Ordinária cobrada para cada
ocorrência.

Art. 112. Perda do selo de veículo:


• Será cobrada Multa: 10% da ultima Taxa Ordinária cobrada para cada
ocorrência.

Art.113. Tentativa de “burlar” o sistema de Segurança e Controle de acesso:


• Será cobrada Multa: 100% da ultima Taxa Ordinária cobrada para cada
ocorrência.

CAPITULO XVI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 114. É dever de todos os condôminos, ou seus prepostos, respeitar a Lei do


Silêncio e cumprir as normas estabelecidas pela Convenção e pelo Regimento
Interno, que ficam fazendo parte integrante dos contratos de locação, vendas, de
promessa de compra e venda, ou de quaisquer outros que importem na cessão de

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propriedade ou de uso das frações ideais, sob pena de ficarem sujeitos, conforme o
caso, a uma das penalidades previstas neste Regimento Interno.

Art. 115. O REGULAMENTO INTERNO DE OBRAS E REFORMAS faz parte


integrante deste Regimento e sua infringência submeterá o infrator às suas
cominações, bem como as aqui definidas.

Art. 116. Os casos omissos serão resolvidos pelo Síndico, pelo Subsíndico, pelo
Conselho Consultivo ou pela Assembleia Geral, que aplicará, onde couber, a Lei nº
4.591, de 16 de dezembro de 1964, bem como a legislação pertinente.

Parágrafo único: Este Regimento Interno foi consolidado e aprovado pela


Assembleia Geral Extraordinária em XX de XXXX de 2019, e terá vigência a partir
dessa mesma data, devendo ser devidamente registrado em Cartório.

Art. 117. Revogam-se as disposições em contrário.

Cotia, XX de XXX de 2019.

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