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03 Informatica

O documento apresenta conceitos básicos sobre arquivos e sistemas de arquivos. Discorre sobre representação e armazenamento de informações, organização lógica e física de arquivos, métodos de acesso, atributos e operações envolvendo arquivos.

Enviado por

Cris Gonzaga
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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03 Informatica

O documento apresenta conceitos básicos sobre arquivos e sistemas de arquivos. Discorre sobre representação e armazenamento de informações, organização lógica e física de arquivos, métodos de acesso, atributos e operações envolvendo arquivos.

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PM-PR

Soldado de 2ª Classe

1. Noções de Informática: conceitos básicos de operação com arquivos nos sistemas


operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu versão 14 ou superior)........................................... 1
2. Noções consistentes de uso de Internet para a informação (Mozila Firefox e Google
Chrome) ............................................................................................................................... 103
Correio eletrônico nos sistemas operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu versão 14 ou
superior). .............................................................................................................................. 151
3. Noções de trabalho com computadores em rede interna, nos sistemas operacionais
Windows 10 e Linux (Ubuntu versão 14 ou superior)............................................................ 157
4. Noções de escrita e editoração de texto utilizando LibreOffice-Writer (versão 5.0.6 ou
superior). .............................................................................................................................. 214
5. Noções de cálculo e organização de dados em planilhas eletrônicas utilizando o
LibreOffice-Calc (versão 5.0.6 ou superior). ......................................................................... 237
6. Noções, como usuário, do funcionamento de computadores e de periféricos (impressoras
e digitalizadoras). ................................................................................................................. 272
7. Noções, como usuário, dos sistemas operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu versão
14 ou superior). .................................................................................................................... 296

Olá Concurseiro, tudo bem?

Sabemos que estudar para concurso público não é tarefa fácil, mas acreditamos na sua
dedicação e por isso elaboramos nossa apostila com todo cuidado e nos exatos termos do
edital, para que você não estude assuntos desnecessários e nem perca tempo buscando
conteúdos faltantes. Somando sua dedicação aos nossos cuidados, esperamos que você
tenha uma ótima experiência de estudo e que consiga a tão almejada aprovação.

Pensando em auxiliar seus estudos e aprimorar nosso material, disponibilizamos o e-mail


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questionamentos sobre o conteúdo da apostila. Todos e-mails que chegam até nós, passam
por uma triagem e são direcionados aos tutores da matéria em questão. Para o maior
aproveitamento do Sistema de Atendimento ao Concurseiro (SAC) liste os seguintes itens:

01. Apostila (concurso e cargo);


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Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhar em e-mails separados,
pois facilita e agiliza o processo de envio para o tutor responsável, lembrando que teremos até
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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA


1. Noções de Informática: conceitos básicos de operação com arquivos nos
sistemas operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu versão 14 ou superior).

GERENCIAMENTO DE PASTAS E ARQUIVOS

REPRESENTAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÃO LÓGICA E FÍSICA


DE ARQUIVOS E MÉTODOS DE ACESSO

Arquivos

Desde os primórdios da computação, percebeu-se a necessidade de armazenar informações para uso


posterior, como programas e dados1. Hoje, parte importante do uso de um computador consiste em
recuperar e apresentar informações previamente armazenadas, como documentos, fotografias, músicas
e vídeos. O próprio sistema operacional também precisa manter informações armazenadas para uso
posterior, como programas, bibliotecas e configurações. Geralmente essas informações devem ser
armazenadas em um dispositivo não-volátil, que preserve seu conteúdo mesmo quando o computador
estiver desligado. Para simplificar o armazenamento e busca de informações, surgiu o conceito de
arquivo, que será discutido a seguir.

O Conceito de Arquivo
Um arquivo é basicamente um conjunto de dados armazenados em um dispositivo físico não-volátil,
com um nome ou outra referência que permita sua localização posterior. Do ponto de vista do usuário e
das aplicações, o arquivo é a unidade básica de armazenamento de informação em um dispositivo não-
volátil, pois para eles não há forma mais simples de armazenamento persistente de dados. Arquivos são
extremamente versáteis em conteúdo e capacidade: podem conter desde um texto ASCII com alguns
bytes até sequências de vídeo com dezenas de gigabytes, ou mesmo mais.
Como um dispositivo de armazenamento pode conter milhões de arquivos, estes são organizados em
estruturas hierárquicas denominadas diretórios (conforme ilustrado na Figura 1 e discutido mais
detalhadamente na Seção 3.1). A organização física e lógica dos arquivos e diretórios dentro de um
dispositivo é denominada sistema de arquivos. Um sistema de arquivos pode ser visto como uma imensa
estrutura de dados armazenada de forma persistente em um dispositivo físico. Existe um grande número
de sistemas de arquivos, dentre os quais podem ser citados o NTFS (nos sistemas Windows),
Ext2/Ext3/Ext4 (Linux), HPFS (MacOS), FFS (Solaris) e FAT (usado em pen drives USB, máquinas
fotográficas digitais e leitores MP3). A organização dos sistemas de arquivos será discutida na Seção 4.

Atributos
Conforme apresentado, um arquivo é uma unidade de armazenamento de informações que podem ser
dados, código executável, etc. Cada arquivo é caracterizado por um conjunto de atributos, que podem
variar de acordo com o sistema de arquivos utilizado. Os atributos mais usuais são:

Figura 1: Arquivos organizados em diretórios dentro de um dispositivo.

1
[Link]

1
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Nome: string de caracteres que identifica o arquivo para o usuário, como “[Link]”, “relató[Link]”,
“hello.c”, etc.;
- Tipo: indicação do formato dos dados contidos no arquivo, como áudio, vídeo, imagem, texto, etc.
Muitos sistemas operacionais usam parte do nome do arquivo para identificar o tipo de seu conteúdo, na
forma de uma extensão: “.doc”, “.jpg”, “.mp3”, etc.;
- Tamanho: indicação do tamanho do conteúdo do arquivo, em bytes ou registros;
- Datas: para fins de gerência, é importante manter as datas mais importantes relacionadas ao arquivo,
como suas datas de criação, de último acesso e de última modificação do conteúdo;
- Proprietário: em sistemas multiusuários, cada arquivo tem um proprietário, que deve estar
corretamente identificado;
- Permissões de Acesso: indicam que usuários têm acesso àquele arquivo e que formas de acesso
são permitidas (leitura, escrita, remoção, etc.);
- Localização: indicação do dispositivo físico onde o arquivo se encontra e da posição do arquivo
dentro do mesmo;
- Outros Atributos: vários outros atributos podem ser associados a um arquivo, por exemplo para
indicar se é um arquivo de sistema, se está visível aos usuários, se tem conteúdo binário ou textual, etc.
Cada sistema de arquivos normalmente define seus próprios atributos específicos, além dos atributos
usuais.
Nem sempre os atributos oferecidos por um sistema de arquivos são suficientes para exprimir todas
as informações a respeito de um arquivo. Nesse caso, a “solução” encontrada pelos usuários é usar o
nome do arquivo para exprimir a informação desejada. Por exemplo, em muitos sistemas a parte final do
nome do arquivo (sua extensão) é usada para identificar o formato de seu conteúdo. Outra situação
frequente é usar parte do nome do arquivo para identificar diferentes versões do mesmo conteúdo: relat-
[Link], [Link], etc.

Operações
As aplicações e o sistema operacional usam arquivos para armazenar e recuperar dados. O uso dos
arquivos é feito através de um conjunto de operações, geralmente implementadas sob a forma de
chamadas de sistema e funções de bibliotecas. As operações básicas envolvendo arquivos são:
- Criar: a criação de um novo arquivo implica em alocar espaço para ele no dispositivo de
armazenamento e definir seus atributos (nome, localização, proprietário, permissões de acesso, etc.);
- Abrir: antes que uma aplicação possa ler ou escrever dados em um arquivo, ela deve solicitar ao
sistema operacional a “abertura” desse arquivo. O sistema irá então verificar se o arquivo existe, verificar
se as permissões associadas ao arquivo permitem aquele acesso, localizar seu conteúdo no dispositivo
de armazenamento e criar uma referência para ele na memória da aplicação;
- Ler: permite transferir dados presentes no arquivo para uma área de memória da aplicação;
- Escrever: permite transferir dados na memória da aplicação para o arquivo no dispositivo físico; os
novos dados podem ser adicionados no final do arquivo ou sobrescrever dados já existentes;
- Mudar atributos: para modificar outras características do arquivo, como nome, localização,
proprietário, permissões, etc.
- Fechar: ao concluir o uso do arquivo, a aplicação deve informar ao sistema operacional que o mesmo
não é mais necessário, a fim de liberar as estruturas de gerência do arquivo na memória do núcleo;
- Remover: para eliminar o arquivo do dispositivo, descartando seus dados e liberando o espaço
ocupado por ele.
Além dessas operações básicas, outras operações podem ser definidas, como truncar, copiar, mover
ou renomear arquivos. Todavia, essas operações geralmente podem ser construídas usando as
operações básicas.

Formatos
Em sua forma mais simples, um arquivo contém basicamente uma sequência de bytes, que pode estar
estruturada de diversas formas para representar diferentes tipos de informação. O formato ou estrutura
interna de um arquivo pode ser definido – e reconhecido – pelo núcleo do sistema operacional ou somente
pelas aplicações. O núcleo do sistema geralmente reconhece apenas alguns poucos formatos de
arquivos, como binários executáveis e bibliotecas. Os demais formatos de arquivos são vistos pelo núcleo
apenas como sequências de bytes sem um significado específico, cabendo às aplicações interpretá-los.
Os arquivos de dados convencionais são estruturados pelas aplicações para armazenar os mais
diversos tipos de informações, como imagens, sons e documentos. Uma aplicação pode definir um
formato próprio de armazenamento ou seguir formatos padronizados. Por exemplo, há um grande número
de formatos públicos padronizados para o armazenamento de imagens, como JPEG, GIF, PNG e TIFF,

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
mas também existem formatos de arquivos proprietários, definidos por algumas aplicações específicas,
como o formato PSD (do editor Adobe Photoshop) e o formato XCF (do editor gráfico GIMP). A adoção
de um formato proprietário ou exclusivo dificulta a ampla utilização das informações armazenadas, pois
somente aplicações que reconheçam aquele formato conseguem ler corretamente as informações
contidas no arquivo.

Arquivos de Registros
Alguns núcleos de sistemas operacionais oferecem arquivos com estruturas internas que vão além da
simples sequência de bytes. Por exemplo, o sistema OpenVMS [Rice, 2000] proporciona arquivos
baseados em registros, cujo conteúdo é visto pelas aplicações como uma sequência linear de registros
de tamanho fixo ou variável, e também arquivos indexados, nos quais podem ser armazenados pares
{chave/valor}, de forma similar a um banco de dados relacional. A Figura 2 ilustra a estrutura interna
desses dois tipos de arquivos.

Figura 2: Arquivos estruturados: registros em sequência e registros indexados.

Nos sistemas operacionais cujo núcleo não suporta arquivos estruturados como registros, essa
funcionalidade pode ser facilmente obtida através de bibliotecas específicas ou do suporte de execução
de algumas linguagens de programação. Por exemplo, a biblioteca Berkeley DB disponível em
plataformas UNIX oferece suporte à indexação de registros sobre arquivos UNIX convencionais.

Arquivos de Texto
Um tipo de arquivo de uso muito frequente é o arquivo de texto puro (ou plain text). Esse tipo de arquivo
é muito usado para armazenar informações textuais simples, como códigos-fonte de programas, arquivos
de configuração, páginas HTML, dados em XML, etc. Um arquivo de texto é formado por linhas de
caracteres ASCII de tamanho variável, separadas por caracteres de controle. Nos sistemas UNIX, as
linhas são separadas por um caractere New Line (ASCII 10 ou “\n”). Já nos sistemas DOS/Windows, as
linhas de um arquivo de texto são separadas por dois caracteres: o caractere Carriage Return (ASCII 13
ou “\r”) seguido do caractere New Line. Por exemplo, considere o seguinte programa em C armazenado
em um arquivo hello.c (os caracteres “” indicam espaços em branco):

O arquivo de texto hello.c seria armazenado da seguinte forma em um ambiente UNIX:

Por outro lado, o mesmo arquivo hello.c seria armazenado da seguinte forma em um sistema
DOS/Windows:

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Essa diferença na forma de representação da separação entre linhas pode provocar problemas em
arquivos de texto transferidos entre sistemas Windows e UNIX, caso não seja feita a devida conversão.

CSV
Os arquivos CSV (do inglês "Character-separated values" ou "valores separados por um delimitador")
servem para armazenar dados tabulares (números e texto) em texto simples2. O "texto simples" significa
que o arquivo é uma sequência de caracteres puros, sem qualquer informação escondida que o
computador tenha que processar.
Um arquivo CSV abriga um sem número de "registros", separados por quebras de linha (cada "registro"
permanece numa linha do arquivo) e cada registro possui um ou mais "campos", separados por um
delimitador, os mais comuns sendo a vírgula (","), o ponto e vírgula (";") e o caractere "invisível" que surge
ao se pressionar a tecla "tab". Arquivos separados por vírgula e ponto e vírgula normalmente recebem a
extensão "CSV" e arquivos separados por "tab" a extensão "TSV". Há também bases de dados nesses
formatos que recebem a extensão "TXT". Arquivos CSV são simples e funcionam na maior parte das
aplicações que lidam com dados estruturados.
Fazendo uma comparação com linhas e colunas numa planilha, os "registros" de um arquivo CSV são
as linhas e os "campos" são as colunas. Os valores dos "campos" do primeiro "registro", ou seja, da
primeira linha, normalmente são os nomes das colunas. Apesar de não existir um padrão internacional
para o CSV, suas variações são simples o suficiente para que os aplicativos compatíveis possam
consertar facilmente as diferenças. Tipicamente, é assim que um arquivo CSV é exibido quando aberto
num editor de textos:

Esse arquivo possui três colunas separadas pelo delimitador ponto e vírgula (";"): Continente, País e
Capital, como descrito na primeira linha. Ao todo, são oito registros. O primeiro é a tríade África-Angola-
Luanda e o último Ásia-Japão-Tóquio. Não há limite prático para o número de linhas ou colunas em um
arquivo CSV. Esse número pode chegar a milhões ou dezenas de milhões, dependendo exclusivamente
da capacidade de processamento do computador que vai ser utilizado na consulta. Se o mesmo arquivo
CSV fosse aberto num processador de planilhas, ele seria exibido assim:

Arquivos Executáveis
Um arquivo executável é dividido internamente em várias seções, para conter código, tabelas de
símbolos (variáveis e funções), listas de dependências (bibliotecas necessárias) e outras informações de

2
[Link]

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
configuração. A organização interna de um arquivo executável ou biblioteca depende do sistema
operacional para o qual foi definido. Os formatos de executáveis mais populares atualmente são [Levine,
2000]:
- ELF (Executable and Linking Format): formato de arquivo usado para programas executáveis e
bibliotecas na maior parte das plataformas UNIX modernas. É composto por um cabeçalho e várias
seções de dados, contendo código executável, tabelas de símbolos e informações de relocação de
código.
- PE (Portable Executable): é o formato usado para executáveis e bibliotecas na plataforma Windows.
Consiste basicamente em uma adaptação do antigo formato COFF usado em plataformas UNIX.

A Figura 3 ilustra a estrutura interna de um arquivo executável no formato ELF, usado tipicamente em
sistemas UNIX (Linux, Solaris, etc.). Esse arquivo é dividido em seções, que representam trechos de
código e dados sujeitos a ligação dinâmica e relocação; as seções são agrupadas em segmentos, de
forma a facilitar a carga em memória do código e o lançamento do processo.

Figura 3: Estrutura interna de um arquivo executável em formato ELF [Levine, 2000].

Além de executáveis e bibliotecas, o núcleo de um sistema operacional costuma reconhecer alguns


tipos de arquivos não convencionais, como diretórios, atalhos (links), dispositivos físicos e estruturas de
comunicação do núcleo, como sockets, pipes e filas de mensagens.

Fusão (Controle de Versão/Merge)


Fusão ou mesclagem (também chamada de integração), ou em inglês (merge), no controle de versão,
é uma operação fundamental que concilia várias alterações feitas a uma coleção de arquivos controlada
por versão. Na maioria das vezes, é necessária quando um arquivo é modificado por duas pessoas em
dois computadores diferentes ao mesmo tempo3. Quando dois ramos são fundidos, o resultado é uma
única coleção de arquivos que contém dois conjuntos de alterações.
Em alguns casos, a fusão pode ser realizada automaticamente, pois há informações suficientes sobre
o histórico para reconstruir as mudanças, e as mudanças não entram em conflito. Em outros casos, a
pessoa deve decidir exatamente o que os arquivos resultantes devem conter. Muitas ferramentas de
software de controle de versão incluem recursos de fusão.

Identificação de Conteúdo
Um problema importante relacionado aos formatos de arquivos é a correta identificação de seu
conteúdo pelos usuários e aplicações. Já que um arquivo de dados pode ser visto como uma simples
sequência de bytes, como é possível saber que tipo de informação essa sequência representa? Uma
solução simples para esse problema consiste em indicar o tipo do conteúdo como parte do nome do
arquivo: um arquivo “[Link]” provavelmente contém uma imagem em formato JPEG, enquanto um
arquivo “entrevista.mp3” contém áudio em formato MP3. Essa estratégia, amplamente utilizada em muitos
sistemas operacionais, foi introduzida nos anos 1980 pelo sistema operacional DOS. Naquele sistema,
os arquivos eram nomeados segundo uma abordagem denominada “8.3”, ou seja, 8 caracteres seguidos
de um ponto (“.”) e mais 3 caracteres de extensão, para definir o tipo do arquivo.
Outra abordagem, frequentemente usada em sistemas UNIX, é o uso de alguns bytes no início de cada
arquivo para a definição de seu tipo. Esses bytes iniciais são denominados “números mágicos” (magic
numbers), e são usados em muitos tipos de arquivos, como exemplificado na Tabela 1:

3
Livro Git Pro - Capítulo 3 Ramificação (branching) no Git

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Nos sistema UNIX, o utilitário file permite identificar o tipo de arquivo através da análise de seus bytes
iniciais e do restante de sua estrutura interna, sem levar em conta o nome do arquivo. Por isso, constitui
uma ferramenta importante para identificar arquivos desconhecidos ou com extensão errada.
Além do uso de extensões no nome do arquivo e de números mágicos, alguns sistemas operacionais
definem atributos adicionais no sistema de arquivos para indicar o conteúdo de cada arquivo. Por
exemplo, o sistema operacional MacOS 9 definia um atributo com 4 bytes para identificar o tipo de cada
arquivo (file type), e outro atributo com 4 bytes para indicar a aplicação que o criou (creator application).
Os tipos de arquivos e aplicações são definidos em uma tabela mantida pelo fabricante do sistema. Assim,
quando o usuário solicitar a abertura de um determinado arquivo, o sistema irá escolher a aplicação que
o criou, se ela estiver presente. Caso contrário, pode indicar ao usuário uma relação de aplicações aptas
a abrir aquele tipo de arquivo.
Recentemente, a necessidade de transferir arquivos através de e-mail e de páginas Web levou à
definição de um padrão de tipagem de arquivos conhecido como Tipos MIME (da sigla Multipurpose
Internet Mail Extensions) [Freed and Borenstein, 1996]. O padrão MIME define tipos de arquivos através
de uma notação uniformizada na forma “tipo/subtipo”. Alguns exemplos de tipos de arquivos definidos
segundo o padrão MIME são apresentados na Tabela 2.
O padrão MIME é usado para identificar arquivos transferidos como anexos de e-mail e conteúdos
recuperados de páginas Web. Alguns sistemas operacionais, como o BeOS e o MacOS X, definem
atributos de acordo com esse padrão para identificar o conteúdo de cada arquivo dentro do sistema de
arquivos.

Arquivos Especiais
O conceito de arquivo é ao mesmo tempo simples e poderoso, o que motivou sua utilização de forma
quase universal. Além do armazenamento de código e dados, arquivos também podem ser usados como:
Abstração de dispositivos de baixo nível: os sistemas UNIX costumam mapear as interfaces de acesso
de vários dispositivos físicos em arquivos dentro do diretório /dev (de devices), como por exemplo:
/dev/ttyS0: porta de comunicação serial COM1;
/dev/audio: placa de som;
/dev/sda1: primeira partição do primeiro disco SCSI (ou SATA).
Abstração de interfaces do núcleo: em sistemas UNIX, os diretórios /proc e /sys permitem consultar
e/ou modificar informações internas do núcleo do sistema operacional, dos processos em execução e dos
drivers de dispositivos. Por exemplo, alguns arquivos oferecidos pelo Linux:
/proc/cpuinfo: informações sobre os processadores disponíveis no sistema;
/proc/3754/maps: disposição das áreas de memória alocadas para o processo cujo identificador (PID)
é 3754 ;
/sys/block/sda/queue/scheduler: definição da política de escalonamento de disco (vide Seção ??) a ser
usada no acesso ao disco /dev/sda.
Canais de comunicação: na família de protocolos de rede TCP/IP, a metáfora de arquivo é usada como
interface para os canais de comunicação: uma conexão TCP é apresentada aos dois processos
envolvidos como um arquivo, sobre o qual eles podem escrever (enviar) e ler (receber) dados entre si.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Vários mecanismos de comunicação local entre processos de um sistema também usam a metáfora do
arquivo, como é o caso dos pipes em UNIX.
Em alguns sistemas operacionais experimentais, como o Plan 9 [Pike et al., 1993, Pike et al., 1995] e
o Inferno [Dorward et al., 1997], todos os recursos e entidades físicas e lógicas do sistema são mapeadas
sob a forma de arquivos: processos, threads, conexões de rede, usuários, sessões de usuários, janelas
gráficas, áreas de memória alocadas, etc. Assim, para finalizar um determinado processo, encerrar uma
conexão de rede ou desconectar um usuário, basta remover o arquivo correspondente.
Embora o foco deste texto esteja concentrado em arquivos convencionais, que visam o
armazenamento de informações (bytes ou registros), muitos dos conceitos aqui expostos são igualmente
aplicáveis aos arquivos não-convencionais descritos nesta seção.

Uso de Arquivos
Arquivos são usados por processos para ler e escrever dados de forma não-volátil. Para usar arquivos,
um processo tem à sua disposição uma interface de acesso, que depende da linguagem utilizada e do
sistema operacional subjacente. Essa interface normalmente é composta por uma representação lógica
de cada arquivo usado pelo processo (uma referência ao arquivo) e por um conjunto de funções (ou
métodos) para realizar operações sobre esses arquivos. Através dessa interface, os processos podem
localizar arquivos no disco, ler e modificar seu conteúdo, entre outras operações.
Na sequência desta seção serão discutidos aspectos relativos ao uso de arquivos, como a abertura do
arquivo, as formas de acesso aos seus dados, o controle de acesso e problemas associados ao
compartilhamento de arquivos entre vários processos.

Abertura de um Arquivo
Para poder ler ou escrever dados em um arquivo, cada aplicação precisa antes “abri-lo”. A abertura de
um arquivo consiste basicamente em preparar as estruturas de memória necessárias para acessar os
dados do arquivo em questão. Assim, para abrir um arquivo, o núcleo do sistema operacional deve realizar
as seguintes operações:
1) Localizar o arquivo no dispositivo físico, usando seu nome e caminho de acesso (vide Seção 3.2);
2) Verificar se a aplicação tem permissão para usar aquele arquivo da forma desejada (leitura e/ou
escrita);
3) Criar uma estrutura na memória do núcleo para representar o arquivo aberto;
4) Inserir uma referência a essa estrutura na lista de arquivos abertos mantida pelo sistema, para fins
de gerência;
5) Devolver à aplicação uma referência a essa estrutura, para ser usada nos acessos subsequentes
ao arquivo recém-aberto.

Concluída a abertura do arquivo, o processo solicitante recebe do núcleo uma referência para o arquivo
recém-aberto, que deve ser informada pelo processo em suas operações subsequentes envolvendo
aquele arquivo. Assim que o processo tiver terminado de usar um arquivo, ele deve solicitar ao núcleo o
fechamento do arquivo, que implica em concluir as operações de escrita eventualmente pendentes e
remover da memória do núcleo as estruturas de gerência criadas durante sua abertura. Normalmente, os
arquivos abertos são automaticamente fechados quando do encerramento do processo, mas pode ser
necessário fechá-los antes disso, caso seja um processo com vida longa, como um daemon servidor de
páginas Web, ou que abra muitos arquivos, como um compilador.
As referências a arquivos abertos usadas pelas aplicações dependem da linguagem de programação
utilizada para construí-las. Por exemplo, em um programa escrito na linguagem C, cada arquivo aberto é
representado por uma variável dinâmica do tipo FILE*, que é denominada um ponteiro de arquivo (file
pointer). Essa variável dinâmica é alocada no momento da abertura do arquivo e serve como uma
referência ao mesmo nas operações de acesso subsequentes. Já em Java, as referências a arquivos
abertos são objetos instanciados a partir da classe File. Na linguagem Python existem os file objects,
criados a partir da chamada open.
Por outro lado, cada sistema operacional tem sua própria convenção para a representação de arquivos
abertos. Por exemplo, em sistemas Windows os arquivos abertos por um processo são representados
pelo núcleo por referências de arquivos (filehandles), que são estruturas de dados criadas pelo núcleo
para representar cada arquivo aberto. Por outro lado, em sistemas UNIX os arquivos abertos por um
processo são representados por descritores de arquivos (file descriptors). Um descritor de arquivo aberto
é um número inteiro não-negativo, usado como índice em uma tabela que relaciona os arquivos abertos
por aquele processo, mantida pelo núcleo. Dessa forma, cabe às bibliotecas e ao suporte de execução
de cada linguagem de programação mapear a representação de arquivo aberto fornecida pelo núcleo do

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sistema operacional subjacente na referência de arquivo aberto usada por aquela linguagem. Esse
mapeamento é necessário para garantir que as aplicações que usam arquivos (ou seja, quase todas elas)
sejam portáveis entre sistemas operacionais distintos.

Formas de Acesso
Uma vez aberto um arquivo, a aplicação pode ler os dados contidos nele, modificá-los ou escrever
novos dados. Há várias formas de se ler ou escrever dados em um arquivo, que dependem da estrutura
interna do mesmo. Considerando apenas arquivos simples, vistos como uma sequência de bytes, duas
formas de acesso são usuais: o acesso sequencial e o acesso direto (ou acesso aleatório).
No acesso sequencial, os dados são sempre lidos e/ou escritos em sequência, do início ao final do
arquivo. Para cada arquivo aberto por uma aplicação é definido um ponteiro de acesso, que inicialmente
aponta para a primeira posição do arquivo. A cada leitura ou escrita, esse ponteiro é incrementado e
passa a indicar a posição da próxima leitura ou escrita. Quando esse ponteiro atinge o final do arquivo,
as leituras não são mais permitidas, mas as escritas ainda o são, permitindo acrescentar dados ao final
do mesmo. A chegada do ponteiro ao final do arquivo é normalmente sinalizada ao processo através de
um flag de fim de arquivo (EoF - End-of-File).
A Figura 4 traz um exemplo de acesso sequencial em leitura a um arquivo, mostrando a evolução do
ponteiro do arquivo durante uma sequência de leituras. A primeira leitura no arquivo traz a string “Qui
scribit bis”, a segunda leitura traz “legit”, e assim sucessivamente. O acesso sequencial é implementado
em praticamente todos os sistemas operacionais de mercado e constitui a forma mais usual de acesso a
arquivos, usada pela maioria das aplicações.

Figura 4: Leituras sequenciais em um arquivo de texto.

Por outro lado, no método de acesso direto (ou aleatório), pode-se indicar a posição no arquivo onde
cada leitura ou escrita deve ocorrer, sem a necessidade de um ponteiro. Assim, caso se conheça
previamente a posição de um determinado dado no arquivo, não há necessidade de percorrê-lo
sequencialmente até encontrar o dado desejado. Essa forma de acesso é muito importante em
gerenciadores de bancos de dados e aplicações congêneres, que precisam acessar rapidamente as
posições do arquivo correspondentes ao registros desejados em uma operação.
Na prática, a maioria dos sistemas operacionais usa o acesso sequencial como modo básico de
operação, mas oferece operações para mudar a posição do ponteiro do arquivo caso necessário, o que
permite então o acesso direto a qualquer registro do arquivo. Nos sistemas POSIX, o reposicionamento
do ponteiro do arquivo é efetuado através das chamadas lseek e fseek.
Uma forma particular de acesso direto ao conteúdo de um arquivo é o mapeamento em memória do
mesmo, que faz uso dos mecanismos de memória virtual (paginação). Nessa modalidade de acesso, um
arquivo é associado a um vetor de bytes (ou de registros) de mesmo tamanho na memória principal, de
forma que cada posição do vetor corresponda à sua posição equivalente no arquivo. Quando uma posição
específica do vetor ainda não acessada é lida, é gerada uma falta de página. Nesse momento, o
mecanismo de paginação da memória virtual intercepta o acesso à memória, lê o conteúdo
correspondente no arquivo e o deposita no vetor, de forma transparente à aplicação. Escritas no vetor
são transferidas para o arquivo por um procedimento similar. Caso o arquivo seja muito grande, pode-se
mapear em memória apenas partes dele. A Figura 5 ilustra essa forma de acesso.
Finalmente, alguns sistemas operacionais oferecem também a possibilidade de acesso indexado aos
dados de um arquivo, como é o caso do OpenVMS [Rice, 2000]. Esse sistema implementa arquivos cuja
estrutura interna pode ser vista como um conjunto de pares chave/valor. Os dados do arquivo são
armazenados e recuperados de acordo com suas chaves correspondentes, como em um banco de dados
relacional. Como o próprio núcleo do sistema implementa os mecanismos de acesso e indexação do
arquivo, o armazenamento e busca de dados nesse tipo de arquivo costuma ser muito rápido,
dispensando bancos de dados para a construção de aplicações mais simples.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Figura 5: Arquivo mapeado em memória.

Controle de Acesso
Como arquivos são entidades que sobrevivem à existência do processo que as criou, é importante
definir claramente o proprietário de cada arquivo e que operações ele e outros usuários do sistema podem
efetuar sobre o mesmo. A forma mais usual de controle de acesso a arquivos consiste em associar os
seguintes atributos a cada arquivo e diretório do sistema de arquivos:
Proprietário: identifica o usuário dono do arquivo, geralmente aquele que o criou; muitos sistemas
permitem definir também um grupo proprietário do arquivo, ou seja, um grupo de usuários com acesso
diferenciado sobre o mesmo;
Permissões de acesso: define que operações cada usuário do sistema pode efetuar sobre o arquivo.
Existem muitas formas de se definir permissões de acesso a recursos em um sistema computacional;
no caso de arquivos, a mais difundida emprega listas de controle de acesso (ACL - Access Control Lists)
associadas a cada arquivo. Uma lista de controle de acesso é basicamente uma lista indicando que
usuários estão autorizados a acessar o arquivo, e como cada um pode acessá-lo. Um exemplo conceitual
de listas de controle de acesso a arquivos seria:

No entanto, essa abordagem se mostra pouco prática caso o sistema tenha muitos usuários e/ou
arquivos, pois as listas podem ficar muito extensas e difíceis de gerenciar. O UNIX usa uma abordagem
bem mais simplificada para controle de acesso, que considera basicamente três tipos de usuários e três
tipos de permissões:
Usuários: o proprietário do arquivo (User), um grupo de usuários associado ao arquivo (Group) e os
demais usuários (Others).
Permissões: ler (Read), escrever (Write) e executar (eXecute).
Dessa forma, no UNIX são necessários apenas 9 bits para definir as permissões de acesso a cada
arquivo ou diretório. Por exemplo, considerando a seguinte listagem de diretório em um sistema UNIX
(editada para facilitar sua leitura):

Nessa listagem, o arquivo hello-unix.c (linha 4) pode ser acessado em leitura e escrita por seu
proprietário (o usuário maziero, com permissões rw-), em leitura pelos usuários do grupo prof (permissões
r--) e em leitura pelos demais usuários do sistema (permissões r--). Já o arquivo hello-unix (linha 3) pode
ser acessado em leitura, escrita e execução por seu proprietário (permissões rwx), em leitura e execução
pelos usuários do grupo prof (permissões r-x) e não pode ser acessado pelos demais usuários
(permissões ---). No caso de diretórios, a permissão de leitura autoriza a listagem do diretório, a permissão

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
de escrita autoriza sua modificação (criação, remoção ou renomeação de arquivos ou subdiretórios) e a
permissão de execução autoriza usar aquele diretório como diretório de trabalho ou parte de um caminho.
No mundo Windows, o sistema de arquivos NTFS implementa um controle de acesso bem mais flexível
que o do UNIX, que define permissões aos proprietários de forma similar, mas no qual permissões
complementares a usuários individuais podem ser associadas a qualquer arquivo.
É importante destacar que o controle de acesso é normalmente realizado somente durante a abertura
do arquivo, para a criação de sua referência em memória. Isso significa que, uma vez aberto um arquivo
por um processo, este terá acesso ao arquivo enquanto o mantiver aberto, mesmo que as permissões do
arquivo sejam alteradas para impedir esse acesso. O controle contínuo de acesso aos arquivos é pouco
frequentemente implementado em sistemas operacionais, porque verificar as permissões de acesso a
cada operação de leitura ou escrita em um arquivo teria um impacto negativo significativo sobre o
desempenho do sistema.

Gerenciamento de Pastas e Arquivos

Um arquivo é um item que contém informações, por exemplo, texto, imagens ou música. Quando
aberto, um arquivo pode ser muito parecido com um documento de texto ou com uma imagem que você
poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional Em seu computador, os arquivos
são representados por ícones; isso facilita o reconhecimento de um tipo de arquivo bastando olhar para
o respectivo ícone. Veja a seguir alguns ícones de arquivo comuns:

Ícones de alguns tipos de arquivo.

Uma pasta é um contêiner que pode ser usado para armazenar arquivos. Se você tivesse centenas de
arquivos em papel em sua mesa, seria quase impossível encontrar um arquivo específico quando você
dele precisasse. É por isso que as pessoas costumam armazenar os arquivos em papel em pastas dentro
de um arquivo convencional. As pastas no computador funcionam exatamente da mesma forma. Veja a
seguir alguns ícones de pasta comuns:

Uma pasta vazia (à esquerda); uma pasta contendo arquivos (à direita).

As pastas também podem ser armazenadas em outras pastas. Uma pasta dentro de uma pasta é
chamada subpasta. Você pode criar quantas subpastas quiser, e cada uma pode armazenar qualquer
quantidade de arquivos e subpastas adicionais.

Usando Bibliotecas para Acessar Arquivos e Pastas


Quando se trata de se organizar, não é necessário começar do zero. Você pode usar bibliotecas, um
novo recurso desta versão do Windows, para acessar arquivos e pastas e organizá-los de diferentes
maneiras. Esta é uma lista das quatro bibliotecas padrão e para que elas são usadas normalmente:

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- Biblioteca Documentos: use essa biblioteca para organizar documentos de processamento de texto,
planilhas, apresentações e outros arquivos relacionados a texto. Para obter mais informações, consulte
Gerenciando seus contatos.
Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na biblioteca Documentos são armazenados na
pasta Meus Documentos.
- Biblioteca Imagens: use esta biblioteca para organizar suas imagens digitais, sejam elas obtidas da
câmera, do scanner ou de e-mails recebidos de outras pessoas. Por padrão, os arquivos movidos,
copiados ou salvos na biblioteca Imagens são armazenados na pasta Minhas Imagens.
- Biblioteca Músicas: use esta biblioteca para organizar suas músicas digitais, como as que você
cópia de um CD de áudio ou as baixadas da Internet. Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou
salvos na biblioteca Músicas são armazenados na pasta Minhas Músicas.
- Biblioteca Vídeos: use esta biblioteca para organizar e arrumar seus vídeos, como clipes da câmera
digital ou da câmera de vídeo, ou arquivos de vídeo baixados da Internet. Por padrão, os arquivos
movidos, copiados ou salvos na biblioteca Vídeos são armazenados na pasta Meus Vídeos.
Para abrir as bibliotecas Documentos, Imagens ou Músicas, clique no botão Iniciar, em seguida, em
Documentos, Imagens ou Músicas.

É possível abrir bibliotecas comuns a partir do menu Iniciar.

Trabalhando com Bibliotecas


Nas versões anteriores do Windows, o gerenciamento de arquivos significava organizá-los em pastas
e subpastas diferentes. Nesta versão do Windows, você pode usar também bibliotecas para organizar e
acessar arquivos, independentemente de onde eles estejam armazenados.

Painel de navegação, mostrando a biblioteca de imagens com três pastas incluídas.

Uma biblioteca reúne arquivos de diferentes locais e os exibe em uma única coleção, sem os mover
de onde estão armazenados.
Seguem algumas ações que podem ser executadas com bibliotecas:
- Criar uma Nova Biblioteca: existem quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e
Vídeos), mas você pode criar novas bibliotecas para outras coleções.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Organizar Itens por Pasta, Data e Outras Propriedades: os itens em uma biblioteca podem ser
organizados de diferentes maneiras, usando o menu Organizar por, localizado no painel de bibliotecas
(acima da lista de arquivos) de qualquer biblioteca aberta. Por exemplo, você pode organizar sua
biblioteca de músicas por artista para encontrar rapidamente uma música de um determinado artista.
- Incluir ou Remover uma Pasta: as bibliotecas reúnem conteúdo a partir das pastas incluídas ou dos
locais de bibliotecas.
- Alterar o Local de Salvamento Padrão: o local de salvamento padrão determina onde um item é
armazenado quando é copiado, movido ou salvo na biblioteca.

Compreendendo as Partes de uma Janela


Quando você abre uma pasta ou biblioteca, ela é exibida em uma janela. As várias partes dessa janela
foram projetadas para facilitar a navegação no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas.
Veja a seguir uma janela típica e cada uma de suas partes:

Painel de navegação.

Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas ou até mesmo todo o
disco rígido. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas,
é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode usar a pasta Computador para pesquisar pastas
e subpastas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com o painel de navegação.

Botões Voltar e Avançar


Use os botões Voltar e Avançar para navegar para outras pastas ou bibliotecas que você já tenha
aberto, sem fechar, na janela atual. Esses botões funcionam juntamente com a barra de endereços.
Depois de usar a barra de endereços para alterar pastas, por exemplo, você pode usar o botão Voltar
para retornar à pasta anterior.

Barra de Ferramentas
Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e
pastas, copiar arquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de imagens digitais. Os botões
da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são relevantes. Por exemplo, se

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará botões diferentes daqueles que
mostraria se você clicasse em um arquivo de música.

Barra de Endereços
Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente ou voltar à anterior.
Para obter mais informações, consulte Navegar usando a barra de endereços.

Painel de Biblioteca
O painel de biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como na biblioteca
Documentos). Use o painel de biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por
propriedades distintas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com bibliotecas.

Títulos de Coluna
Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos são organizados. Por
exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a ordem em que os
arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos de maneiras
diversas. (Observe que os cabeçalhos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição Detalhes.
Para aprender como alternar para o modo de exibição Detalhes, consulte 'Exibindo e organizando
arquivos e pastas' mais adiante neste tópico).

Lista de Arquivos
É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você usou a caixa de pesquisa para
localizar um arquivo, somente os arquivos que correspondam a sua exibição atual (incluindo arquivos em
subpastas) serão exibidos.

A Caixa de Pesquisa
Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na pasta ou biblioteca atual.
A pesquisa inicia assim que você começa a digitar. Portanto, quando você digitar B, por exemplo, todos
os arquivos cujos nomes iniciarem com a letra B aparecerão na lista de arquivos. Para obter mais
informações, consulte Localizar um arquivo ou uma pasta.

Painel de Detalhes
Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao arquivo selecionado.
Propriedades do arquivo são informações sobre um arquivo, tais como o autor, a data da última alteração
e qualquer marca descritiva que você possa ter adicionado ao arquivo. Para obter mais informações,
consulte Adicionar marcas e outras propriedades a arquivos.

Painel de Visualização
Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. Se você selecionar uma
mensagem de e-mail, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá ver seu conteúdo sem
abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de
visualização na barra de ferramentas para ativá-lo.

Exibindo e Organizando Arquivos e Pastas


Quando você abre uma pasta ou biblioteca, pode alterar a aparência dos arquivos na janela. Por
exemplo, talvez você prefira ícones maiores (ou menores) ou uma exibição que lhe permita ver tipos
diferentes de informações sobre cada arquivo. Para fazer esses tipos de alterações, use o botão Modos
de Exibição na barra de ferramentas.
Toda vez que você clica no lado esquerdo do botão Modos de Exibição, ele altera a maneira como
seus arquivos e pastas são exibidos, alternando entre cinco modos de exibição distintos: Ícones grandes,
Lista, um modo de exibição chamado Detalhes, que mostra várias colunas de informações sobre o
arquivo, um modo de exibição de ícones menores chamado Lado a lado e um modo de exibição chamado
Conteúdo, que mostra parte do conteúdo de dentro do arquivo.
Se você clicar na seta no lado direito do botão Modos de Exibição, terá mais opções. Mova o controle
deslizante para cima ou para baixo para ajustar o tamanho dos ícones das pastas e dos arquivos. Você
poderá ver os ícones alterando de tamanho enquanto move o controle deslizante.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
As Opções do Botão Modos de Exibição
Em bibliotecas, você pode ir além, organizando seus arquivos de diversas maneiras. Por exemplo,
digamos que você deseja organizar os arquivos na biblioteca Músicas por gênero (como Jazz e Clássico):
Clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Músicas.
No painel da biblioteca (acima da lista de arquivos), clique no menu próximo a Organizar por e em
Gênero.

Localizando Arquivos
Dependendo da quantidade de arquivos que você tem e de como eles estão organizados, localizar um
arquivo pode significar procurar dentre centenas de arquivos e subpastas; uma tarefa nada simples. Para
poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa para localizar o arquivo.

A caixa de pesquisa.

A caixa de pesquisa está localizada na parte superior de cada janela. Para localizar um arquivo, abra
a pasta ou biblioteca mais provável como ponto de partida para sua pesquisa, clique na caixa de pesquisa
e comece a digitar. A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita.
Os arquivos serão exibidos como resultados da pesquisa se o termo de pesquisa corresponder ao nome
do arquivo, a marcas e a outras propriedades do arquivo ou até mesmo à parte do texto de um documento.
Se você estiver pesquisando um arquivo com base em uma propriedade (como o tipo do arquivo),
poderá refinar a pesquisa antes de começar a digitar. Basta clicar na caixa de pesquisa e depois em uma
das propriedades exibidas abaixo dessa caixa. Isso adicionará um filtro de pesquisa (como "tipo") ao seu
texto de pesquisa, fornecendo assim resultados mais precisos.
Caso não esteja visualizando o arquivo que está procurando, você poderá alterar todo o escopo de
uma pesquisa clicando em uma das opções na parte inferior dos resultados da pesquisa. Por exemplo,
caso pesquise um arquivo na biblioteca Documentos, mas não consiga encontrá-lo, você poderá clicar
em Bibliotecas para expandir a pesquisa às demais bibliotecas. Para obter mais informações, consulte
Localizar um arquivo ou uma pasta.

Copiando e Movendo Arquivos e Pastas


De vez em quando, você pode querer alterar o local onde os arquivos ficam armazenados no
computador. Por exemplo, talvez você queira mover os arquivos para outra pasta ou copiá-los para uma
mídia removível (como CDs ou cartões de memória) a fim de compartilhar com outra pessoa.
A maioria das pessoas copiam e movem arquivos usando um método chamado arrastar e soltar.
Comece abrindo a pasta que contém o arquivo ou a pasta que deseja mover. Depois, em uma janela
diferente, abra a pasta para onde deseja mover o item. Posicione as janelas lado a lado na área de
trabalho para ver o conteúdo de ambas.
Em seguida, arraste a pasta ou o arquivo da primeira pasta para a segunda. Isso é tudo.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para copiar ou mover um arquivo, arraste-o de uma janela para outra.

Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e, outras
vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no mesmo disco
rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não sejam criadas no
mesmo local. Se você estiver arrastando o item para um pasta que esteja em outro local (como um local
de rede) ou para uma mídia removível (como um CD), o item será copiado.

Observação: a maneira mais fácil de organizar duas janelas na área de trabalho é usar Ajustar.
Se você copiar ou mover um arquivo ou pasta para uma biblioteca, ele será armazenado no local de
salvamento padrão da biblioteca.
Outra forma de copiar ou mover um arquivo é arrastando-o da lista de arquivos para uma pasta ou
biblioteca no painel de navegação. Com isso, não será necessário abrir duas janelas distintas.

Criando e Excluindo Arquivos


O modo mais comum de criar novos arquivos é usando um programa. Por exemplo, você pode criar
um documento de texto em um programa de processamento de texto ou um arquivo de filme em um
programa de edição de vídeos.
Alguns programas criam um arquivo no momento em que são abertos. Quando você abre o WordPad,
por exemplo, ele inicia com uma página em branco. Isso representa um arquivo vazio (e não salvo).
Comece a digitar e quando estiver pronto para salvar o trabalho, clique no botão Salvar no WordPad. Na
caixa de diálogo exibida, digite um nome de arquivo que o ajudará a localizar o arquivo novamente no
futuro e clique em Salvar.
Por padrão, a maioria dos programas salva arquivos em pastas comuns, como Meus Documentos e
Minhas Imagens, o que facilita a localização dos arquivos na próxima vez.
Quando você não precisar mais de um arquivo, poderá removê-lo do computador para ganhar espaço
e impedir que o computador fique congestionado com arquivos indesejados. Para excluir um arquivo, abra
a respectiva pasta ou biblioteca e selecione o arquivo. Pressione Delete no teclado e, na caixa de diálogo
Excluir Arquivo, clique em Sim.
Quando você exclui um arquivo, ele é armazenado temporariamente na Lixeira. Pense nela como uma
rede de segurança que lhe permite recuperar pastas ou arquivos excluídos por engano. De vez em
quando, você deve esvaziar a Lixeira para recuperar o espaço usado pelos arquivos indesejados no disco
rígido.
Os arquivos e as pastas devem ter um nome. O nome é dado no momento da criação. A Regra para
nomenclatura de arquivos e pastas varia para cada Sistema Operacional. No Windows, que vamos
estudar neste material, os nomes podem conter até 256 caracteres (letras, números, espaço em branco,
símbolos), com exceção destes / \ | > < * ? : “ que são reservados pelo Windows.

Abrindo um Arquivo Existente


Para abrir um arquivo, clique duas vezes nele. Em geral, o arquivo é aberto no programa que você
usou para criá-lo ou alterá-lo. Por exemplo, um arquivo de texto será aberto no seu programa de
processamento de texto.
Mas nem sempre é o caso. O clique duplo em um arquivo de imagem, por exemplo, costuma abrir um
visualizador de imagens. Para alterar a imagem, você precisa usar um programa diferente. Clique com o
botão direito do mouse no arquivo, clique em Abrir com e no nome do programa que deseja usar.

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Questões

01. (Caixa Econômica Federal - Técnico Bancário Novo - CESGRANRIO) Os sistemas operacionais
Windows, como o Windows 2008 e o Windows 7, trazem em suas versões, como padrão, um programa
cujo objetivo é gerenciar arquivos, pastas e programas.
Esse programa é denominado:

(A) BDE Administrator


(B) File Control
(C) Flash Player
(D) Internet Explorer
(E) Windows Explorer

02. (Prefeitura de Palmas - Agente Administrativo Educacional - COPESE) No sistema operacional


Windows há um organizador de disco que possibilita trabalhar com os arquivos, fazendo, por exemplo,
cópia, exclusão e mudança de local dos mesmos. Este organizador é chamado de:

(A) Windows Defender


(B) Lixeira
(C) Windows Explorer
(D) Desktop

03. (CODENI/RJ - Analista de Sistemas - MS CONCURSOS) Qual forma os sistemas operacionais


denominam os grupos de dados para que seja possível individualizar grupos diferentes de informações?

(A) Arquivos.
(B) Pastas.
(C) Programa.
(D) Área de trabalho.

Gabarito

01.E / 02.C / 03.A /

Comentários

01. Resposta: E
O Windows Explorer é um aplicativo do Windows para cumprir o objetivo supracitado na questão.

02. Resposta: C
O Windows Explorer permite o gerenciamento de seus arquivos de uma forma simples e rápida.

03. Resposta: A
Grupo de dados = Arquivo
Individualização de grupos de dados de diferentes informações = leia-se => arquivos com diferentes
extensões.

WINDOWS 104

O Windows 10 está repleto de novos recursos e melhorias. Multiplataforma, ele pode ser instalado em
PCs e dispositivos móveis como smartphones e tablets. Unindo a interface clássica do Windows 7 com o
design diferente do Windows 8, a versão liberada para computadores cria um ambiente versátil capaz de
se adaptar a telas de todos os tamanhos e perfeito para uso com teclado e mouse.

4
[Link]

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As Maiores Mudanças no Windows 10

O Windows 10 criou dois mundos separados: a tela iniciar sensível ao toque, e a área de trabalho
movida pelo mouse. O Windows 8.1 tentou ligar esses dois mundos uniformemente, mas o Windows 10
vai além5. Estas são algumas grandes mudanças e aprimoramentos no Windows 10:
- O Windows 10 traz de volta a área de trabalho e o botão iniciar. Em vez de esconder a área de
trabalho, o Windows o coloca à frente e centralizado. um clique no botão iniciar traz o menu iniciar com
seus tradicionais menus. (Se você preferir os aplicativos, o menu iniciar contém uma coluna com atalhos
customizáveis.)
- O Windows 10 se adapta ao seu aparelho. Ao ser executado em um computador de mesa, o Windows
10 mostra a tradicional área de trabalho, barra de tarefas e o botão iniciar. Entretanto, em um tablet, ele
apresenta o menu iniciar em tela cheia. Chamado de continuum, esse recurso permite que o Windows
troque do modo área de trabalho para o modo tablet automaticamente, dependendo de ele perceber a
existência de mouse, teclado, ou docking station. (Um toque em um botão permite que você troque
manualmente também)
- Ajuda: apesar das mudanças drásticas no Windows 8, a Microsoft não inclui um modo prático para
os usuários ajustarem suas mudanças. O Windows 10 inclui guias embutidas e o aplicativo introdução, o
qual apresenta algumas das grandes mudanças do Windows 10.
- OneDrive: a Microsoft continua a empurrar o OneDrive, seu espaço armazenamento online, como
um simples modo de transferir arquivos entre computadores, tablets e telefones.
Agora, o Windows 10 adiciona o OneDrive como uma pasta em todas as pastas do painel de
navegação, que fica na margem esquerda de cada pasta. Arquivos e pastas armazenados na pasta
OneDrive aparecem automaticamente no seu computador, Macs, e até mesmo em smartphones e tablets
Android e Apple.
- Barra Charms: os Windows 8 e 8.1 possuíam a barra charms, uma faixa de menu invisível que
escorregava a partir da margem direita de qualquer tela. O Windows 10 não utiliza mais a barra charms,
movendo seus menus de volta à vista.

Área de Trabalho

É a tela principal do sistema, sobre a qual ficam todos os outros elementos gráficos, como janelas,
ícones, atalhos e barras6. A área de trabalho abrange toda a área útil do monitor de vídeo. A Área de
trabalho é composta pela maior parte de sua tela, em que ficam dispostos alguns ícones. Uma das
novidades do Windows 10 é múltiplas áreas de trabalho que podem ser criadas ou gerenciadas através

5
RATHBONE, Andy. Windows 10 para Leigos. Alta Books, Rio de Janeiro, 2016.
6
Cleiton, Alisson. Sistema Operacional Windows 10.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
do botão (Visão de Tarefas) ao clica neste item no conto inferior direito é possível clicar no ícone e
adicionar mais área de trabalhos virtuais. (Atalho: +Ctrl+D).

Barra de Tarefas

A Barra de Tarefas fica na parte inferior da Área de Trabalho e pode ser configurada e personalizada7.
Uma das personalizações possíveis é a mudança de sua posição, que pode ser afixada nas laterais ou
na parte superior da tela.

Importante: não confundir Barras de Tarefas com Barra de Ferramentas. Essa é uma barra onde estão
os aplicativos (todos os aplicativos têm barra de ferramentas).
Aquela é única, é a Barra de Tarefas do Windows, barra principal que fica na parte inferior da área de
trabalho.

A Barra de Tarefas contém cinco partes:

Menu Iniciar

O menu Iniciar está de volta. E ele está mais pessoal, mais organizado e mais divertido do que nunca.

Selecione o botão Iniciar na barra de tarefas. Você encontrará seus aplicativos mais usados no lado
esquerdo, uma lista de todos os aplicativos e atalhos para outros locais no computador, como Explorador
de Arquivos e Configurações. É praticamente uma mistura do formato encontrado nas versões 7 e 8 do
sistema. De um lado ele possui uma lista de locais, aplicativos instalados e documentos, e do outro lado,
ficam os blocos dinâmicos (live tiles), onde são exibidos ícones de programas, informações de clima,
notícias e dados de softwares. Há também atalhos para contatos e websites prediletos.

7
[Link]

18
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O menu do sistema pode ser personalizado: os blocos podem ser rearranjados e redimensionados, e
tudo pode ser fixado e desafixado do Menu Iniciar, permitindo que o mesmo fique cheio de informações,
de acordo com as necessidades do usuário. O Menu Iniciar também pode ser expandido de forma que
fique como uma janela maximizada.

Seus Aplicativos e Programas ao Alcance de seus Dedos


Acesse Explorador de Arquivos, Configurações e outros aplicativos usados com frequência do lado
esquerdo do menu Iniciar. Para ver todos os seus aplicativos e programas, selecione Todos os aplicativos.

Está vendo uma seta à direita de um aplicativo? Selecione-a para ver as tarefas ou itens específicos
do aplicativo.

Bloqueie o computador ou saia dele, mude para outra conta ou altere a imagem da conta selecionando
seu nome na parte superior do menu Iniciar.

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Se você quiser sair de perto do computador por um instante, o botão de energia fica na parte inferior
do menu Iniciar para que você possa colocar o computador no modo de suspensão, reiniciá-lo ou desligá-
lo totalmente.
Se você quiser fazer outras alterações na aparência do menu Iniciar, acesse Configurações. Selecione
o botão Iniciar e selecione para alterar quais aplicativos
e pastas aparecem no menu Iniciar.

Fixar Aplicativos
Fixe aplicativos no menu Iniciar para ver atualizações dinâmicas do que está acontecendo ao seu
redor, como novos e-mails, seu próximo compromisso ou a previsão do tempo no fim de semana. Quando
você fixa um aplicativo, ele é adicionado ao menu Iniciar como um novo bloco.

Fixar Aplicativos em Iniciar


Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Todos os aplicativos .
Pressione e segure o aplicativo (ou clique nele com botão direito) que você deseja fixar.
Selecione Fixar em Iniciar.

Depois que você fixar um novo aplicativo, redimensione-o. Pressione e segure (ou clique com botão
direito) no bloco do aplicativo, selecione Redimensionar e escolha o tamanho de bloco desejado.

Dica: arraste e solte aplicativos da lista Mais usados ou de Todos os aplicativos para fixá-los no menu
Iniciar como blocos.

Agrupar Aplicativos
Depois de fixar um aplicativo, mova-o para um grupo.
Para criar um novo grupo de blocos, mova o bloco de um aplicativo para cima ou para baixo até
aparecer um divisor de grupo e solte o bloco. Mova aplicativos para dentro ou para fora do grupo da
maneira que quiser.

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Para nomear seu novo grupo, selecione o espaço aberto acima do novo grupo e digite um nome.

Ver o Menu Iniciar em Tela Inteira


Para exibir o menu Iniciar em tela inteira e ver tudo em uma única exibição, selecione o botão Iniciar
e ative Usar Iniciar em tela inteira.
Selecione o Menu no canto superior esquerdo da tela para obter a imagem de sua conta, as listas
Todos os aplicativos e Mais usados e o botão de energia.

Se você deseja apenas redimensionar um pouco o menu Iniciar para torná-lo mais alto ou mais largo,
selecione a borda superior ou lateral e arraste-a.

Encontrar Todos os seus Aplicativos e Programas


O menu Iniciar é o lugar certo para encontrar uma lista completa de todos eles. Selecione o botão
Iniciar ícone Iniciar e, em seguida, selecione Todos os aplicativos no canto inferior esquerdo.
Para manter a rolagem no mínimo, vá para uma parte específica da lista. Selecione um dos divisores
de seção e escolha a letra com a qual o nome do aplicativo começa.

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Se ainda não conseguir encontrar o que está procurando, use a pesquisa! Use a caixa de pesquisa na
barra de tarefas ou pressione a tecla do logotipo do Windows em seu teclado e comece a digitar.

Bibliotecas

As Bibliotecas são um recurso do Windows 10 que permite a exibição consolidada de arquivos


relacionados em um só local8. Você pode pesquisar nas Bibliotecas para localizar os arquivos certos
rapidamente, até mesmo quando esses arquivos estão em pastas, unidades ou em sistemas diferentes
(quando as pastas são indexadas nos sistemas remotos ou armazenadas em cache localmente com
Arquivos Offline).

Atenção: uma pasta é simplesmente um contêiner para armazenar arquivos. Uma Biblioteca não
contém arquivos. Na verdade, uma Biblioteca fornece uma única exibição agregada de várias pastas e
de seu conteúdo.

8
MELO, Fabrício. Informática Teoria e Exercícios Comentados.

22
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Baixar Aplicativos, Músicas e Muito Mais

A Loja é uma loja centralizada para músicas, vídeos, jogos e aplicativos.


Experimente um aplicativo antes de comprá-lo ou escolha um gratuito. Seus aplicativos Windows 10
funcionarão em todos os seus dispositivos Windows 10.

Microsoft Edge

O Microsoft Edge é o primeiro navegador que permite fazer anotações, escrever, rabiscar e realçar
diretamente em páginas da Web. Use a lista de leitura para salvar seus artigos favoritos para mais
tarde e lê-los no modo de leitura . Focalize guias abertas para visualizá-las e leve seus favoritos e sua
lista de leitura com você quando usar o Microsoft Edge em outro dispositivo.

Onde Você Pode Digitar, Também Pode Escrever


O Microsoft Edge não é o único aplicativo em que você pode escrever. Use sua caneta eletrônica, o
dedo ou o mouse para escrever em todos os lugares onde antes você digitava. Ou simplesmente rabisque
no OneNote.

23
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Use a Caneta para escrever com sua tela touch ou mouse, Realce , ou Digite uma anotação
e Compartilhe-a .

1. Caneta 2. Marca-texto 3. Borracha 4. Adicione uma nota digitada 5. Clipe.

Leve sua Leitura com Você


A lista de leitura no Microsoft Edge oferece um local para salvar artigos ou outro conteúdo que você
queira ler mais tarde - no ônibus, no final de semana, sempre que desejar. Você verá sua lista de leitura
em todos os seus dispositivos Windows 10 quando entrar com uma conta da Microsoft.
No Microsoft Edge, basta selecionar Adicionar aos favoritos ou à lista de leitura > Lista de leitura >
Adicionar. Quando você estiver pronto para ler, selecione .

Leia com Menos Distrações


Para um layout limpo e simples, selecione Modo de leitura na barra de endereços para trazer tudo
o que você está lendo para frente e para o centro. Você pode até mesmo alterar o estilo do modo de
leitura e o tamanho da fonte conforme seu humor. Selecione Mais > Configurações.

24
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Hub: Todas as suas Coisas em um Só Local
Pense no Hub como o local onde o Microsoft Edge mantém os itens que você coleta na Web. Selecione
Hub para exibir seus favoritos, a lista de leitura, o histórico de navegação e os downloads atuais.
Procurando seus favoritos? No Hub, escolha Favoritos e selecione Importar Favoritos.

Pesquise Mais Rápido na Barra de Endereços


Você não precisa acessar um site para procurar imagens de pinguins fofos. Economize tempo e
energia digitando sua pesquisa na prática e conveniente barra de endereços. No mesmo instante, você
receberá sugestões de pesquisa, resultados da Internet e seu histórico de navegação.

Cortana

É a assistente inteligente do Windows 10.


Novidade trazida pelo Windows 10, é a ajuda ao usuário. É possível se comunicar com ela via oral ou
escrita. A Cortana não foi disponibilizada em todos os idiomas do Windows 10, caso do português. É um
sistema de inteligência artificial que responde a perguntas relacionadas ao Windows.

Para abrir a Cortana selecionando a opção na Barra de Tarefas.


Podendo teclar ou falar o tema que deseja.

25
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Modo Tablet – Continuum

O Continuum é uma funcionalidade que permite conectar disposi� vos portáteis a um monitor e
trabalhar nele como se estivesse em um computador. Fazendo com que a área de trabalho do Windows
se adapte automaticamente. Quando ativado, a área de trabalho assemelha-se a do Windows 8.

Para ativar o Modo Tablet clique no botão Central de Ações .

Entrar com o Windows Hello

Se estiver disponível em seu dispositivo, o Windows Hello mudará o modo de entrar no sistema - ele
usa seu rosto ou impressão digital em vez de uma senha. Vá até Configurações > Contas > Opções
de entrada para configurá-lo.

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Todas as suas Fotos em um Só Lugar

O aplicativo Fotos reúne todas as suas fotos e vídeos em um único local. De seu telefone, computador
e OneDrive. Em seguida, ele organiza suas memórias em álbuns para você aproveitar e compartilhar.

Aplicativo Fotos Aprimorado e Muito Mais

Crie seus próprios álbuns de fotos ou curta belos álbuns que o aplicativo Fotos avançado cria para
você com suas melhores fotos. Também é mais fácil encontrar essas fotos, com formas melhores de
navegar pelas pastas de fotos e suas subpastas — do seu disco rígido, de uma unidade externa ou do
OneDrive. E, se você tiver imagens em ação em seu telefone Windows, compartilhe-as por e-mail e nas
mídias sociais.

Melhor Multitarefa para Fazer o Trabalho

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Deslize a borda compartilhada de aplicativos da área de trabalho ajustados para onde quiser,
redimensionando com facilidade ambos os aplicativos com um movimento, assim como no modo tablet.

Procurar por Qualquer Coisa, em Qualquer Lugar

Use a barra de tarefas para pesquisar em seu computador e na Web para encontrar ajuda, aplicativos,
arquivos, configurações, o que você quiser.
Use a caixa de pesquisa.
Digite o que você está procurando na caixa de pesquisa da barra de tarefas. Você receberá sugestões
e respostas para suas dúvidas e resultados de pesquisa de seu computador e da Internet.

Observação: os resultados da pesquisa na Web não estão disponíveis na caixa de pesquisa em todos
os países/regiões, mas estão disponíveis por meio do Bing no seu navegador da Web.

Pesquisar meu Conteúdo

Depois de digitar um termo de pesquisa, selecione Meu conteúdo para encontrar resultados para
arquivos, aplicativos, configurações, fotos, vídeos e músicas em seu computador e no OneDrive.

Procurar Ajuda

Precisa de ajuda com o Windows 10? Marque a caixa de seleção e digite uma palavra-chave ou uma
pergunta, e você encontrará ajuda da Microsoft.

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Encontrar Rápido

Se você não sabe onde encontrar uma configuração ou um recurso, há uma grande chance de que
uma única palavra mostrará o caminho para você. Por exemplo, digite suspensão e você será direcionado
para a página de configurações, onde poderá alterar as configurações de suspensão do computador. Ou
digite desinstalar para encontrar a página de configurações, onde você pode exibir ou desinstalar
aplicativos.

Respostas Rápidas

Para algumas das perguntas mais frequentes sobre o Windows, há uma resposta pronta. Basta digitar
uma pergunta, por exemplo: Como faço para excluir meu histórico de navegação ou Como usar várias
áreas de trabalho no Windows 10. Experimente.
Não consegue encontrar uma resposta em seu computador? Selecione um resultado da Web para
encontrar uma resposta do Bing, ou receba mais ajuda online em [Link]/support.

Entrar com uma Conta da Microsoft

Você já usou o [Link], o Hotmail, o Office 365, OneDrive, o Skype, o Xbox ou o Windows? O
endereço de e-mail e a senha que você usa para qualquer um desses serviços é sua conta da Microsoft.
Se não usou, é fácil criar uma conta de e-mail gratuita em [Link] e torná-la sua nova conta da
Microsoft.
Sua conta da Microsoft oferece acesso a aplicativos e jogos da Windows Store e permite que você
veja suas configurações e outras coisas em vários dispositivos Windows 10.

Como Entrar
Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Contas > Sua conta.
Selecione Entrar com uma conta da Microsoft.
Siga as instruções para mudar para uma conta da Microsoft. Talvez seja necessário verificar sua
identidade inserindo um código de confirmação.
Sua conta local será alterada para sua conta da Microsoft. Na próxima vez que você entrar no
Windows, use o nome e a senha da sua conta da Microsoft. Os aplicativos e arquivos não serão afetados.

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Configurar Contas

Se você pretende compartilhar seu computador com outras pessoas, considere adicionar contas para
elas. Sempre é bom compartilhar e assim seus amigos terão um espaço pessoal, com arquivos
separados, Favoritos do navegador e uma área de trabalho própria.

Adicionar uma Conta


Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Contas > Sua conta.
Selecione Família e outros usuários (ou Other users, se você estiver usando o Windows 10 Enterprise).
Em Other users, selecione Adicionar outra pessoa a este PC.

Se a pessoa que você estiver adicionando tiver uma conta da Microsoft, digite o endereço de e-mail,
selecione Avançar e Concluir. Depois que a pessoa entrar, os e-mails, as fotos, os arquivos e as
configurações online estarão aguardando por ela.
Se a pessoa que você estiver adicionando não tiver uma conta da Microsoft, selecione Entrar sem uma
conta da Microsoft (tudo bem se estiver escrito "não recomendado") e Conta local. Defina o nome de
usuário, a senha temporária e a dica da senha, e selecione Avançar > Concluir.

Configurar sua Família

O recurso Família permite adicionar com rapidez membros da família a cada computador Windows 10
que você entrar com sua conta da Microsoft.
O recurso Família também ajuda com que os adultos mantenham as crianças mais seguras online. Os
adultos da família podem ver relatórios das atividades online das crianças, limitar o tempo de utilização
de seus dispositivos Windows 10, definir limites inteligentes nos gastos das crianças e assegurar que elas
não vejam sites, aplicativos ou jogos inadequados. Se você usou a Proteção para a Família em uma
versão anterior do Windows, precisará adicionar membros de sua família novamente para que as
configurações das crianças sejam aplicadas aos dispositivos Windows 10.
Os adultos na família podem gerenciar as configurações da família online em
[Link]/family, e as alterações serão aplicadas a qualquer dispositivo Windows 10 no qual
a criança entrar.
Para configurar um computador para as pessoas que já estão em sua família Microsoft, selecione o
botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Contas > Família e outros usuários.
Selecione as contas para adicioná-las ao computador. Na primeira vez que eles entrarem, será necessário
inserir a senha da conta da Microsoft.

Adicionar uma Pessoa à sua Família


1. Em seu computador Windows 10, selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione
Configurações > Contas > Família e outros usuários. (É preciso estar conectado ao Windows com
uma conta da Microsoft).
2. Selecione Adicionar um membro da família.
3. Selecione Adicionar uma criança ou Adicionar um adulto.
4. Digite o endereço de e-mail da pessoa para enviar um convite para participar. Se ela não tiver um
endereço de e-mail, selecione A pessoa que desejo convidar não tem um endereço de e-mail e siga as
instruções para configurar uma nova conta.

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5. Depois que ela aceitar o convite por e-mail, peça para que ela entre no Windows 10 usando o mesmo
endereço de e-mail para o qual você enviou o convite.

Gerenciar Configurações da Família


Depois que você adiciona uma criança à sua família no Windows, veja aqui como gerenciar suas
atividades.
1. Acesse [Link]/family e entre com sua conta da Microsoft.
2. Selecione a criança cujas configurações você deseja gerenciar a partir da lista de filhos em sua
família. Se seus filhos também usam a Proteção para a Família em versões mais antigas do Windows ou
a Família em telefones Windows antigos, você os verá listados por dispositivo.
3. Escolha o que ativar ou mudar na conta do filho:
- Atividade recente permite ver quais sites elas estão visitando, quais aplicativos e jogos estão usando
e quanto tempo estão passando nos dispositivos.
- Navegação na Web permite que você escolha os sites que a criança pode e não pode ver.
- Aplicativos e jogos permite que você limite os aplicativos e jogos que a criança pode baixar da
Windows Store. Também permite desbloquear qualquer aplicativo ou jogo bloqueado anteriormente.
- Tempo de tela permite definir o período máximo que as crianças podem passar nos dispositivos.

Configurar o E-Mail e o Calendário

O Windows 10 tem aplicativos E-mail e Calendário nativos. Encontre-os selecionando o botão Iniciar
ou digite e-mail ou calendário na caixa de pesquisa na barra de tarefas.

Estrela do E-mail e do Agendamento


Você encontrou os aplicativos, agora torne-os úteis adicionando suas contas. Se esta for a primeira
vez que você abre um dos aplicativos, você verá a página inicial. Siga as instruções para configurar sua
conta. Caso contrário:
- No aplicativo E-mail ou Calendário, selecione Configurações na parte inferior esquerda.
- Vá para Contas > Adicionar conta, escolha o tipo da sua conta e siga as instruções.

O e-mail e o calendário começam a ser sincronizados assim que a conta é configurada.


Algumas outras coisas úteis que você pode querer saber:
- Depois que passar a empolgação de adicionar uma conta, você pode voltar às Configurações para
adicionar mais.
- Não é necessário adicionar a mesma conta duas vezes. Quando você adiciona uma conta a um
aplicativo, o outro aplicativo se conecta automaticamente a ela. Alterne entre os dois selecionando os
ícones E-mail e Calendário no lado inferior esquerdo da janela.

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Exclua uma conta a qualquer momento acessando Configurações > Contas e, em seguida, escolhendo
a conta que deseja excluir. Selecione Excluir uma conta. (Se você tiver entrado no computador com uma
conta da Microsoft, essa conta será adicionada automaticamente aos aplicativos E-mail e Calendário e
não poderá ser excluída. Mas você pode remover quaisquer outras adicionadas por conta própria.)
Se você tiver mais dúvidas sobre como usar os aplicativos, incluindo informações de solução de
problemas se estiver tendo problemas ao adicionar uma conta, encontre respostas acessando
Configurações > Ajuda > Abrir Ajuda.

Onde Estão Meus Contatos?


Quando você adicionar uma conta, por meio dos aplicativos E-mail e Calendário ou outros aplicativos
de mídia social, os contatos associados a essas contas aparecerão no aplicativo Pessoas. Encontre o
aplicativo Pessoas digitando Pessoas na caixa de pesquisa na barra de tarefas.

Mudar a Imagem da sua Conta

Selecione o botão Iniciar , selecione a imagem da conta e selecione Alterar configurações de conta.

Na tela Configurações, em Sua foto, selecione Procurar.

Localize a imagem que você deseja usar, selecione-a e, em seguida, selecione Escolher imagem.
O Windows memoriza as três últimas imagens usadas, portanto você pode facilmente alternar para
uma favorita recente.
Se você preferir uma nova imagem para a conta, selecione Câmera e libere o artista que existe em
você.

Proteger seu Computador

O Windows 10 está mais seguro e protegido graças ao Windows Defender e ao Firewall do Windows.
Quando você inicia o Windows 10 pela primeira vez, o Windows Defender está ativado e trabalhando
para proteger seu computador procurando por software mal-intencionado. Ele será desativado
automaticamente se você instalar outro aplicativo de antivírus.

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O Windows Defender usa proteção em tempo real para examinar tudo que você baixa ou executa em
seu computador. Você pode desativar a proteção em tempo real temporariamente se for necessário.
Selecione o botão Iniciar e escolha Configurações > Atualização e segurança > Windows Defender.

Para examinar arquivos ou pastas específicos, selecione-os e clique com botão direito (ou pressione
e segure) e escolha Examinar com o Windows Defender. Se o Windows Defender encontrar algum item
mal-intencionado, ele irá fornecer uma notificação no aplicativo e recomendar o que você deve fazer em
seguida para manter seu computador seguro.
O Firewall do Windows filtra informações que chegam ao seu computador da Internet e bloqueia
programas potencialmente prejudiciais. Para desativá-lo, vá para a caixa de pesquisa e digite firewall. Em
seguida, selecione Windows Firewall > Ativar ou desativar o Firewall do Windows.

Ficar Online

Para se conectar a uma rede Wi-Fi, selecione o ícone de Rede ( ou ) na barra de tarefas.
Selecione a rede Wi-Fi à qual deseja se > Conectar, digite a senha e siga as instruções. Pronto, você
está conectado! Este ícone aparecerá na barra de tarefas.

Depois que estiver conectado, você estará pronto para configurar e-mail, navegar na web e fazer muito
mais online.
Se o Wi-Fi não estiver disponível, ou se você quiser a garantia de uma conexão com fio, o cabo
Ethernet está aí para isso. Basta conectar seu computador ao roteador ou modem e prossiga com suas
tarefas.

Por que não Consigo me Conectar?


Está tendo problemas para se conectar? Veja alguns aspectos para tentar se conectar.

Usar a Solução de Problemas de Rede


Deixe o Windows tentar ajudar você a corrigir o problema. Na caixa de pesquisa da barra de tarefas,
digite Solução de problemas de rede e selecione Identificar e reparar problemas de rede.
Se isso não funcionar e você estiver usando uma conexão com fio, certifique-se de que as duas pontas
do cabo Ethernet estejam conectadas firmemente ao computador e ao roteador ou modem.

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Se você estiver tendo problemas para se conectar à rede Wi-Fi
Algumas opções para tentar:
- Verifique se o Wi-Fi está ativado. Selecione o botão Iniciar e selecione Configurações > Rede e
Internet > Wi-Fi para verificar. Se uma rede que você espera ver aparecer na lista, selecione a rede >
Conectar.
- Verifique se o comutador Wi-Fi físico em seu notebook está ativado. (Uma luz indicadora geralmente
acende quando ele está ligado.)
- Selecione o botão Iniciar , selecione Configurações > Rede e Internet > Modo avião e desative o
modo avião se ele estiver ativado.
- Aproxime-se do roteador ou do ponto de acesso.
- Se nenhuma dessas alternativas funcionar, reinicie o roteador Wi-Fi. Essa deve ser uma das últimas
alternativas que você deve tentar.

Você pode se conectar a uma rede celular. Selecione o botão Iniciar , selecione Configurações >
Rede e Internet e veja se Celular aparece na lista de configurações.

Não está vendo o nome da rede Wi-Fi em casa?


Verifique se o roteador está configurado para transmitir o nome da rede:
- Conecte o PC ao roteador usando um cabo Ethernet.
- Abra seu navegador da Web e digite o endereço IP do roteador sem fio. (Por exemplo, [Link]
ou [Link] — consulte a documentação do roteador para localizar o endereço IP padrão.)
- Entre com seu nome de usuário e senha e, em seguida, verifique se uma opção chamada Habilitar
transmissão de SSID, Transmissão de SSID sem fio, ou algo semelhante, está ativada.

Conectar-se a uma Impressora

Para conectar-se a uma impressora a uma rede, selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione
Configurações >Dispositivos > Adicionar uma impressora ou scanner. Escolha a opção desejada e
selecione Adicionar dispositivo.

Se a impressora for conectada ao computador por um cabo, basta conectá-la. Sua impressora se
conectará automaticamente e seu computador baixará os drivers corretos. Em seguida, inicie a
impressão.

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Conectar-se a Dispositivos Bluetooth

Graças ao Bluetooth, você pode usar todos os tipos de dispositivos sem fio com seu computador: fones
de ouvido, alto-falantes, telefones, monitores de atividades físicas Bluetooth — só para mencionar alguns.
Inicie o emparelhamento do dispositivo Bluetooth com seu computador. A maneira como você faz isso
depende do tipo de dispositivo Bluetooth que estiver usando.
Para conectar um fone de ouvido, alto-falante ou outro dispositivo de áudio Bluetooth:
- Ligue o dispositivo de áudio Bluetooth e torne-o detectável.
- A maneira de torná-lo detectável depende do dispositivo. Verifique o dispositivo ou visite o site do
fabricante para saber como.
- Ative o Bluetooth em seu computador, se ainda não o fez. Para fazer isso, na barra de tarefas,
selecione Central de Ações > Bluetooth.
- Na Central de Ações, selecione Conectar > o nome do dispositivo.

- Siga as demais instruções que possam aparecer. Caso contrário, você está conectado.

O dispositivo Bluetooth e o computador serão conectados automaticamente sempre que os dois


estiverem dentro da área de alcance um do outro e com Bluetooth ativado.

Como Conectar um Teclado, Mouse ou outro Dispositivo Bluetooth


- Ligue o dispositivo Bluetooth e torne-o detectável.
- Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Dispositivos > Bluetooth.
- Ative o Bluetooth > selecione o dispositivo > Emparelhar.
- Siga as demais instruções que aparecerem.

Enviar uma Mensagem

Tem algo a dizer? Envie uma mensagem instantânea do Skype do aplicativo Mensagens.
- Em Iniciar , selecione Mensagens e depois Nova
- Insira um contato do Skype, digite sua mensagem e selecione Enviar .

Fazer uma Chamada de Vídeo do Skype


O Windows 10 tem chamada com vídeo do Skype integrada, o que significa que você pode fazer
chamadas com vídeo do Skype gratuitas* para familiares e amigos sem instalar outro aplicativo. É um
jeito fácil de ver o rosto sorridente de um amigo e de manter contato.
*Taxas de conexão com a Internet podem ser aplicáveis.
- Selecione o botão Iniciar > Todos os aplicativos > Vídeo do Skype.
- Selecione alguém em seu histórico de chamadas ou selecione Catálogo Telefônico > escolher
um contato > Vídeo do Skype.
- Aproveite o encontro.
- Quando terminar de falar, selecione Encerrar chamada para desligar.

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- Para atender a uma chamada de vídeo do Skype, selecione Vídeo . Se você quiser conversar
sem vídeo, selecione Áudio .

Explorador de Arquivos

Como muitas das coisas mais refinadas da vida, o Explorador de Arquivos está ficando melhor com
idade. Para conferir seus novos benefícios, abra-o a partir da barra de tarefas ou do menu Iniciar, ou
pressionando a tecla do logotipo do Windows

Veja algumas mudanças importantes:


- O OneDrive agora faz parte do Explorador de Arquivos. Para ver uma rápida cartilha sobre como ele
funciona no Windows 10, confira OneDrive em seu computador.
- Quando o Explorador de Arquivos for aberto, você entrará no Acesso rápido. As pastas usadas com
frequência e os arquivos usados recentemente ficam listados ali, assim você não precisa procurar por
eles uma série de pastas para encontrá-los. Você também pode fixar suas pastas favoritas ao Acesso
rápido para mantê-las à mão.

Agora, você pode usar aplicativos para compartilhar arquivos e fotos diretamente de Explorador de
Arquivos. Selecione os arquivos que deseja compartilhar, acesse a guia Compartilhar, selecione o botão

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Compartilhar e, em seguida, escolha um aplicativo. Para saber mais sobre as opções de
compartilhamento, confira Compartilhar arquivos no Explorador de Arquivos.
Se você está migrando do Windows 7, veja algumas diferenças mais:
- Meu computador agora é chamado This PC e ele não aparecerá na área de trabalho por padrão.
- Da mesma forma, bibliotecas não aparecerão no Explorador de Arquivos, a menos que você quiser.
Para adicioná-las ao painel esquerdo, selecione a guia Exibição > Painel de navegação > Mostrar
bibliotecas.

OneDrive no seu Computador

OneDrive é o armazenamento online gratuito que vem com sua conta da Microsoft. Salve seus arquivos
lá e você poderá acessá-los de seu computador, tablet ou telefone.

As Noções Básicas
Para salvar um documento com o qual você está trabalhando no OneDrive, selecione uma pasta do
OneDrive na lista de locais de salvamento. Para mover arquivos para o OneDrive, abra o Explorador de
Arquivos e arraste-os para uma pasta do OneDrive.

Sem Internet? Não tem Problema


Os arquivos que você salva no OneDrive estão disponíveis online em [Link] e offline em seu
computador. Isso significa que você pode usá-los a qualquer momento, mesmo quando não estiver
conectado à Internet. Quando você se reconectar, o OneDrive atualizará as versões online com as
alterações feitas offline.
Os arquivos offline são práticos quando você está sem uma rede Wi-Fi, mas eles também ocupam
espaço no seu computador. Se você estiver com pouco espaço de armazenamento, veja aqui como
manter menos arquivos do OneDrive offline:

Permaneça Sincronizado
Ícones do Explorador de Arquivos mostram o status da sincronização de seus arquivos e pastas offline.
Está sincronizado com a versão online.
Está entrando em sincronia.
A versão em seu computador está fora de sincronia. Para descobrir o motivo, vá para o lado direito
da barra de tarefas, clique com o botão direito do mouse (ou pressione e segure) no ícone OneDrive
e selecione Exibir problemas de sincronização.

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Fazer Backup de seus Arquivos e Restaurá-los

Sempre é bom ter um backup. Mantenha cópias dos seus arquivos em outra unidade no caso de algo
acontecer com os originais.

Configurar seu Backup


Selecione o botão Iniciar , selecione Configurações > Atualização e segurança > Backup > Adicionar
uma unidade e escolha um local de rede ou uma unidade externa para seus backups.

Pronto. A cada hora, faremos backup de tudo em sua pasta do usuário (C:\Users\nome de usuário).
Para alterar os arquivos para backup ou a frequência do backup, vá para Mais opções.

Restaurar seus Arquivos


Se você sentir falta de uma pasta ou um arquivo importante, aqui está como recuperá-los:
- Procure Restaurar arquivos na barra de tarefas e selecione Restaurar arquivos com Histórico de
Arquivos.
- Procure o arquivo de que você precisa e use as setas para ver todas as suas versões.
- Quando encontrar a versão desejada, selecione o botão Restaurar para salvá-la em seu local original.
Para salvá-la em um local diferente, clique com botão direito (ou pressione e segure) no botão Restaurar,
selecione Restaurar em e escolha um novo local

Uma Nova Aparência para as Configurações

As Configurações sofreram uma transformação — e tiraram o "PC" do nome.

Acesse Configurações selecionando o botão Iniciar e depois selecionando Configurações .A


partir daí, navegue pelas categorias ou use a pesquisa para encontrar o que você está procurando,
incluindo opções avançadas no Painel de Controle.
A maioria dos aplicativos tem suas próprias configurações — procure por este ícone no aplicativo.

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Personalizar sua Tela de Bloqueio
Para ajustar sua tela de bloqueio de acordo com sua preferência, selecione o botão Iniciar ícone Iniciar
e Configurações > Personalização > Tela de bloqueio. Experimente mudar a tela de fundo para uma foto
favorita ou apresentação de slides, ou escolha qualquer combinação de notificações de status detalhadas
e rápidas para mostrar a você eventos futuros do calendário, atualizações de redes sociais e outras
notificações de aplicativo e do sistema.

Aprender a Usar Temas


Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Personalização > Temas >
Configurações de tema. Em seguida, escolha um tema padrão ou selecione Obter mais temas online para
baixar temas novos que apresentam criaturas bonitas, recordações de férias e outras opções alegres.

Mudar as Cores e a Tela de Fundo da Área de Trabalho

Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Configurações > Personalização para escolher
uma imagem digna de enfeitar a tela de fundo da sua área de trabalho e para alterar a cor de destaque
de Iniciar, da barra de tarefas e de outros itens. A janela de visualização oferece uma prévia das suas
mudanças conforme elas acontecem.
Em Tela de fundo, selecione uma imagem, uma cor sólida ou crie uma apresentação de slides de
imagens.

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Em Cores, deixe o Windows puxar uma cor de destaque da sua tela de fundo, ou aventure-se nas
cores por conta própria.

Economizar Tempo com Atalhos de Teclado

Gestos para telas touch oferecem novas possibilidades, mas os atalhos de teclado ainda não
desapareceram. Na verdade, adicionamos alguns novos para ajudar você a aproveitar ao máximo o
Windows.
Novos Atalhos de Teclado para Aplicativos e Áreas de Trabalho
- Adicionar uma Área de Trabalho: tecla do logotipo do Windows + Ctrl + D.
- Mover um Aplicativo para um Monitor à Direita: tecla do logotipo do Windows + Shift + Seta para
a direita
- Mover um Aplicativo para um Monitor à Esquerda: tecla do logotipo do Windows + Shift + Seta
para a esquerda
- Mostrar Todos os Aplicativos Abertos e Exibir Áreas de Trabalho Adicionais que Você Criou:
tecla do logotipo do Windows + Tab
- Alternar entre Áreas de Trabalho que Você Criou à Direita: tecla do logotipo do Windows + Ctrl +
Seta para a direita
- Alternar entre Áreas de Trabalho que Você Criou à Esquerda: tecla do logotipo do Windows +
Ctrl + Seta para a esquerda
- Fechar a Área de Trabalho em Uso: tecla do logotipo do Windows + Ctrl + F4

Alterar a Resolução da Tela

Resolução de tela se refere à clareza com que textos e imagens são exibidos na tela. Em resoluções
mais altas, como 1600 x 1200 pixels, os itens parecem mais nítidos. Também parecem menores, para
que mais itens possam caber na tela. Em resoluções mais baixas, como 800 x 600 pixels, cabem menos
itens na tela, mas eles parecem maiores.
A resolução que você pode usar depende das resoluções a que seu monitor oferece suporte. Os
monitores CRT normalmente têm resolução de 800 × 600 ou 1024 × 768 pixels e funcionam bem em
resoluções diferentes. Monitores LCD (também chamados de monitores de tela plana) e telas de laptop
geralmente oferecem suporte a resoluções mais altas e funcionam melhor em uma resolução específica.

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Quanto maior o monitor, normalmente maior é a resolução a que ele oferece suporte. Poder ou não
aumentar a resolução da tela depende do tamanho e da capacidade do monitor e do tipo de placa de
vídeo instalada.

Acessórios do Sistema Operacional (Edição de Texto e de Imagens, Calculadora, Ferramentas


de Acessibilidade, Outros Aplicativos)

Produtividade
O Windows 10 possui alguns dos programas padrões do Windows que estão presentes desde o
Windows 3.1, como a Calculadora e o Paint. Ele também inclui um novo e melhorado WordPad, o
programa processador de texto padrão do Windows, agora completo com corretor ortográfico e opções
de formatação de sinônimos.
Windows 10 vem com ótimos aplicativos nativos, incluindo o Skype, OneDrive, Bloco de Notas,
WordPad, Paint, Internet Explorer, Edge, Windows Explorer, mas isso é apenas o começo. A Loja tem
milhares de outros para ajudar você a manter contato e fazer o que for necessário, além de mais jogos e
entretenimento do que nunca, muitos deles grátis!

Loja
A Loja no Windows 10 tem milhares de aplicativos e jogos gratuitos de todos os tipos, para que você
baixe e jogue imediatamente.
Selecione Loja na barra de tarefas ou selecione Iniciar e na lista de aplicativos, selecione Loja.
Na Loja, selecione Aplicativos ou Jogos.
Na página de aplicativos ou jogos, encontre Aplicativos Populares Gratuitos ou Jogos Populares
Gratuitos e selecione Mostrar tudo na outra extremidade da linha.

Acessando os Acessórios do Windows


No Windows 10, após clicar no Botão Iniciar você localizará na ordem alfabética.

Bloco de Notas
O Bloco de Notas consiste em um editor de textos simples, onde não podemos realizar formatações
em nosso texto, como negritar um trecho ou adicionar alguma imagem.
É útil para tomar notas ou salvar conversas em chats.
Também funciona para editar programas de computador, como códigos em HTML, ASP, PHP, etc.

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Como Usar o Aplicativo Alarmes e Relógio
Com ele você pode:
- Comparar horários ao redor do mundo no Relógio Internacional;
- Fixar um relógio, timer ou cronômetro a Iniciar para agilizar o acesso;
- Registrar voltas e parciais com o cronômetro;
- Usar o aplicativo em uma janela menor na área de trabalho;
- Usar alarmes, mesmo quando a tela estiver bloqueada ou o som estiver com a opção mudo ativada,
e escolher sons diferentes para cada alarme.

Você receberá uma notificação quando um alarme ou timer for acionado em seu computador, mesmo
se o aplicativo estiver fechado ou o computador estiver bloqueado. Certifique-se de manter o volume do
alto o suficiente para ouvir o alarme ou timer.
Se o computador entrar em suspensão, talvez os alarmes e timers não funcionem. Somente os
notebooks e tablets mais recente com um recurso chamado InstantGo podem despertar do modo de
suspensão para soar um alarme ou timer. E até mesmo com o InstantGo, o dispositivo poderá não
despertar se não estiver ligado na tomada.

Calculadora no Windows 10
O aplicativo Calculadora para Windows 10 é uma versão touch da calculadora da área de trabalho nas
versões anteriores do Windows e funciona em dispositivos móveis e de desktop.
Você pode abrir várias calculadoras ao mesmo tempo em janelas redimensionáveis na área de trabalho
e alternar entre os modos Padrão, Científica, Programador, Cálculo de data e Conversor.
Para começar, selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Calculadora na lista de
aplicativos.

Use o modo Padrão para cálculos básicos, Científica para cálculos avançados, Programador para
código binário, Cálculo de data para trabalhar com datas e Conversor para conversão de unidades de
medida.
Para alternar entre os modos, selecione o botão Menu . Quando você alterna, o cálculo atual é
apagado, mas Histórico e Memória são salvos.

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Filmes e TV
Filmes e programas de TV Microsoft traz os filmes e os programas de TV em HD mais recentes para
o seu dispositivo Windows 10. Alugue e compre novos sucessos de bilheteria e clássicos favoritos ou
acompanhe os episódios de ontem à noite de programas de TV. Filmes e programas de TV também
oferece HD instantâneo e acesso rápido à sua coleção de vídeos.

Fotos
O aplicativo Fotos no Windows 10 usa a mágica do OneDrive para colocar toda a sua coleção de fotos
ao seu alcance — não apenas fotos e vídeos do computador, mas também de seu telefone e outros
dispositivos.
Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Fotos para ver o modo de exibição Coleção.

O modo de exibição Coleção é organizado por data, com suas fotos mais recentes no início. Para ver
suas fotos e vídeos organizados em álbuns ou em pastas, selecione Álbuns ou Pastas na barra de
navegação superior.

Importar Imagens
Se você tem imagens em uma câmera com um cartão SD, ou salvas em uma unidade USB ou um
disco rígido externo, a maneira mais simples de acessá-las no computador pode ser importá-las.
Use um cabo USB para conectar o dispositivo onde suas novas fotos estão localizadas no computador.
Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Fotos.
Selecione Importar e siga as instruções. O aplicativo automaticamente seleciona os itens que você não
importou antes, ou você pode escolher o que importar.
Ajude o Aplicativo a Encontrar mais Fotos
O aplicativo Fotos encontra automaticamente a maioria das fotos e dos vídeos no computador e no
OneDrive. Às vezes, porém, você talvez precise informar a ele onde procurar.
No aplicativo fotos, selecione Entrar (ou sua foto de perfil) e depois Configurações.
Em Fontes, selecione Adicionar uma pasta.
Navegue até uma pasta no computador, em uma unidade externa ou em uma unidade de rede
conectada ao computador e selecione Adicionar esta pasta à biblioteca Imagens. As subpastas das pastas
adicionadas também serão incluídas.

Editar um Álbum ou Criar um


Você não precisa fazer nada para aproveitar seus novos álbuns, mas pode editá-los para adicionar
alguns toques de acabamento ou criar seus próprios álbuns.
Selecione o botão Iniciar e, em seguida, selecione Fotos.
Selecione Álbuns, escolha o álbum que você quer e selecione Editar . Ou, para começar a criar um
novo álbum, selecione Novo álbum , escolha as fotos que você deseja incluir e selecione Concluído

Siga um destes procedimentos:


- Digite para inserir um novo título.
- Selecione Adicionar ou remover fotos, escolha aquelas que você quer e selecione Concluído.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Para alterar a foto exibida como capa, selecione Alterar capa, escolha uma foto e selecione
Concluído.
- Reveja o álbum e selecione Salvar .

Compartilhar sua História


Depois que você salvou o álbum, role até a parte inferior de uma variedade de opções de
compartilhamento.
Para compartilhar um link em uma mensagem ou aplicativo sem enviar um anexo enorme, selecione
Compartilhar este álbum. Se ele já não estiver salvo no OneDrive, o sistema solicitará que você o carregue
primeiro. O aplicativo o avisará quando ele estiver pronto e, em seguida, você poderá escolher um
aplicativo com o qual compartilhar ou copiar um link em uma mensagem.
Para transformar seu álbum em uma história interessante e interativa em minutos, selecione Contar
sua história com Sway. Depois que o álbum é carregado para o Sway, você pode brincar com o layout,
adicionar palavras, animação e outros efeitos divertidos e compartilhar seu Sway online.
Para ver e editar o álbum de seus outros dispositivos sem compartilhá-lo, selecione Carregar. Ele
estará pronto para ir para o OneDrive se você optar por compartilhá-lo mais tarde.

Ferramenta de Captura

Depois de obter uma captura, ela é automaticamente copiada para a Área de Transferência e para a
janela de marcação. Na janela de marcação, é possível anotar, salvar ou compartilhar a captura. Os
procedimentos a seguir explicam como usar a Ferramenta de Captura.

Para Obter uma Captura


Clique na seta ao lado do botão Novo.

WordPad
WordPad é um programa de edição de texto que pode ser usado para criar e editar documentos.
Diferente do Bloco de Notas, os documentos do WordPad podem incluir formatação complexa e
elementos gráficos e é possível vincular ou incorporar objetos, como imagens ou outros documentos.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Criar, Abrir e Salvar Documentos
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar. Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.
Use os seguintes comandos para criar, abrir ou salvar documentos:
- Criar um Novo Documento: clique no botão do menu WordPad e em Novo.
- Abrir um Documento: clique no botão do menu WordPad e clique em Abrir.
- Salvar um Documento: clique no botão do menu WordPad e clique em Salvar.
- Salvar um Documento com um Nome ou um Formato Novo: clique no botão do menu WordPad,
aponte para Salvar como e clique no formato em que o documento será salvo.

Observação: o WordPad pode ser usado para abrir e salvar documentos de texto (.txt), arquivos rich
text (.rtf), documentos do Word (.docx) e documentos OpenDocument Text (.odt). Documentos em outros
formatos são abertos como documentos com texto não criptografado e podem não ser exibidos conforme
o esperado.

Agilize seu Trabalho no Wordpad


Uma maneira rápida de facilitar o acesso aos comandos mais usados do WordPad é coloca-los na
Barra de Ferramentas de Acesso Rápido, acima da faixa de opções.
Para adicionar um comando do WordPad à Barra de Ferramentas de Acesso Rápido, clique com o
botão direito do mouse em um botão ou um comando e clique em Adicionar à Barra de Ferramentas de
Acesso Rápido.

Formatar Documentos
Formatação refere-se à aparência do texto no documento e à forma como ele está organizado. Você
pode usar a faixa de opções, localizada logo abaixo da barra de título para alterar facilmente a formatação
do documento. Por exemplo, você pode escolher entre muitas fontes e tamanhos de fonte diferentes,
assim como pode aplicar praticamente qualquer cor que queira ao seu texto. Também é fácil alterar o
alinhamento do documento.
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.
Use os seguintes comandos para alterar a formatação do documento:
- Alterar a Aparência do Texto no Documento: selecione o texto a ser alterado e use os botões na
guia Início do grupo Fonte. Para obter informações sobre a função de cada botão, passe o mouse sobre
o botão para obter uma descrição.
- Alterar o Alinhamento do Texto no Documento: selecione o texto a ser alterado e use os botões
na guia Início do grupo Parágrafo. Para obter informações sobre a função de cada botão, passe o mouse
sobre o botão para obter uma descrição.

Inserir Datas e Imagens em Documentos


Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.

Use os seguintes comandos para inserir a data atual ou uma imagem:


Inserir a Data Atual: na guia Início, no grupo Inserir, clique em Data e hora.
Clique no formato desejado e em OK.
Inserir uma Imagem: na guia Início, no grupo Inserir, clique em Imagem.
Localize a imagem que deseja inserir e clique em Abrir.
Inserir um Desenho: na guia Início, no grupo Inserir, clique em Desenho do Paint.
Crie o desenho que deseja inserir e escolha Paint.

Exibir Documentos
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.
Para ampliar e reduzir um documento, você também pode clicar nos botões Ampliar ou Reduzir
no controle deslizante Zoom, no canto inferior direito da janela, para aumentar ou diminuir o nível de
zoom.

Controle deslizante de zoom.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Alterar Margens da Página
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.
Clique no botão do menu WordPad , em Configurar página e selecione as opções desejadas.

Imprimir Documentos
Para abrir o WordPad, clique no botão Iniciar . Na caixa de pesquisa, digite WordPad e, na lista de
resultados, clique em WordPad.
Clique no botão do menu WordPad , em Imprimir e selecione as opções desejadas.

Observação: você pode usar Visualizar impressão para ver a aparência do documento antes de
imprimi-lo. Para usar Visualizar impressão, clique no botão do menu WordPad , aponte para
Imprimir e clique em Visualizar impressão. Depois de visualizar o documento, clique em Fechar
visualização de impressão.

Guia de Introdução ao Paint


O Paint é um recurso do Windows que pode ser usado para desenhar, colorir ou editar imagens. Você
pode usar o Paint como um bloco de desenho digital para criar imagens simples, projetos criativos ou
adicionar texto e designs a outras imagens, como aquelas obtidas com sua câmera digital.

As Partes do Paint
Para abrir o Paint, clique no botão Iniciar , em Todos os Programas, em Acessórios e em Paint.
Ao iniciar o Paint, você verá uma janela vazia. As ferramentas de desenho e pintura estão localizadas
na faixa de opções na parte superior da janela. A ilustração a seguir mostra as diferentes partes da janela
do Paint:

A janela do Paint.

Trabalhando com Ferramentas


A faixa de opções do Paint inclui diversas ferramentas de desenho úteis. Você pode usá-las para criar
desenhos à mão livre e adicionar várias formas às imagens.

Desenhar uma Linha


Algumas ferramentas e formas, como o Lápis, o Pincel, a Linha e a Curva, permitem criar variadas
linhas retas, curvas e sinuosas. O que você desenha é determinado pela maneira como você move o
mouse ao desenhar. É possível usar a ferramenta Linha para desenhar uma linha reta, por exemplo.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
1. Na guia Início, no grupo Formas, clique na Linha .
2. No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois na cor a ser usada.
3. Para desenhar, arraste o ponteiro pela área de desenho.

Desenhar uma Linha Sinuosa


Seus desenhos não precisam ser compostos apenas de linhas retas. O Lápis e os Pincéis podem ser
usados para criar formas livres completamente aleatórias.
1. Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Lápis .
2. No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois na cor a ser usada.
3. Para desenhar, arraste o ponteiro pela área de desenho e faça uma linha sinuosa.

Observação: se quiser criar uma linha com aparência diferente, use um dos Pincéis.

Desenhar uma Forma


O Paint permite desenhar diversas formas diferentes. Por exemplo, você pode desenhar formas já
definidas, como retângulos, círculos, quadrados, triângulos e setas. Mas também é possível criar formas
personalizadas usando a ferramenta Polígono para desenhar um polígono, que é uma forma que pode
ter um número infinito de lados.
1. Na guia Início, no grupo Formas, clique em uma forma pronta, como no Retângulo .
2. Para adicionar uma forma pronta, arraste o ponteiro pela área de desenho para criar a forma.
2. Para alterar o estilo do contorno, no grupo Formas, clique em Contorno e clique em um dos estilos
de contorno.
Caso não queira que sua forma tenha um contorno, clique em Sem contorno.
4. No grupo Cores, clique em Cor 1 e em uma cor a ser usada no contorno.
5. No grupo Cores, clique em Cor 2 e depois na cor a ser usada no preenchimento da forma.
6. Para alterar o estilo do preenchimento, no grupo Formas, clique em Preenchimento e em um dos
estilos de preenchimento.
Caso não queira que sua forma tenha um preenchimento, clique em Sem preenchimento.

Adicionar Texto
Você pode adicionar texto à sua imagem. A ferramenta Texto permite que você adicione uma
mensagem ou um título simples.
1. Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Texto .
2. Arraste o ponteiro na área de desenho onde você deseja adicionar texto.
3. Em Ferramentas de Texto, na guia Texto, clique no tipo, tamanho e estilo de fonte no grupo Fonte.

O grupo Fonte.

4. No grupo Cores, clique em Cor 1 e depois em uma cor. Essa será a cor do texto.
5. Digite o texto a ser adicionado.

Apagar Parte da Imagem


Se você cometer um erro ou simplesmente precisar alterar parte de uma imagem, use a borracha. Por
padrão, a borracha altera para branco qualquer área que você apagar, mas é possível alterar a cor dela.
Por exemplo, se você definir a cor do segundo plano como amarelo, qualquer item apagado se tornará
amarelo.
1. Na guia Início, no grupo Ferramentas, clique na ferramenta Borracha .
2. No grupo Cores, clique em Cor 2 e depois na cor a ser usada para apagar. Para apagar com branco,
não é preciso selecionar uma cor.
3. Arraste o ponteiro sobre a área que deseja apagar.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Salvando uma Imagem
Salve a imagem com frequência para evitar que você perca acidentalmente seu trabalho. Para salvar,
clique no botão Paint e depois em Salvar. Serão salvas todas as alterações feitas na imagem
desde a última vez em que ela foi salva.
Ao salvar uma nova imagem pela primeira vez, você precisará dar um nome de arquivo a ela. Siga
estas etapas:
1. Clique no botão Paint e depois em Salvar.
2. Na caixa Salvar como tipo, selecione o formato de arquivo desejado.
3. Na caixa Nome do arquivo, digite o nome do arquivo e clique em Salvar.

Atalhos de Teclado

Pressione esta tecla Ação

+ Tab Abrir a Visão de tarefas.

+ Ctrl+D Adicionar uma área de trabalho virtual.

+ Ctrl+Seta para a direita Alternar áreas de trabalho virtuais criadas à direita.

+ Ctrl+Seta para a esquerda Alternar áreas de trabalho virtuais criadas à esquerda.

+ Ctrl+F4 Fechar a área de trabalho virtual que você está usando.

+A Abrir a Central de ações.

+B Definir o foco na área de notificação.

+C Abrir a Cortana no modo de escuta.


Observação: a Cortana só está disponível em determinados
países/regiões, e alguns recursos da Cortana podem não
estar disponíveis em todos os lugares. Se a Cortana não
estiver disponível ou estiver desativada, ainda assim você
poderá usar a pesquisa.
+D Exibir e ocultar a área de trabalho.

+E Abrir o Explorador de Arquivos.

+G Abrir Barra de jogo quando um jogo é aberto.

+H Abrir o botão Compartilhar.

+I Abrir Configurações.

+K Abrir a ação rápida Conectar.

+L Bloquear seu computador ou mudar de conta.

+M Minimizar todas as janelas.

+O Bloquear a orientação do dispositivo.

+P Escolher um modo de exibição da apresentação.

+R Abrir a caixa de diálogo Executar.

+S Abrir pesquisa.

+T Percorrer aplicativos na barra de tarefas.

+U Abrir a Central de Facilidade de Acesso.

+V Percorrer notificações.

+Shift+V Percorrer notificações na ordem inversa.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
+X Abrir o menu Link Rápido.

+Z Mostrar os comandos disponíveis em um aplicativo no modo


de tela inteira.
+vírgula (,) Espiar temporariamente a área de trabalho.

+Pause Exibir a caixa de diálogo Propriedades do Sistema.

+Ctrl+F Procurar PCs (se você estiver em uma rede).

+Shift+M Restaurar janelas minimizadas na área de trabalho.

+número Abrir a área de trabalho e iniciar o aplicativo fixado na barra


de tarefas, na posição indicada pelo número. Se o aplicativo
já estiver em execução, mudar para esse aplicativo.
+Shift+número Abrir a área de trabalho e iniciar uma nova instância do
aplicativo fixado na barra de tarefas, na posição indicada pelo
número.
+Ctrl+número Abrir a área de trabalho e mudar para a última janela ativa do
aplicativo fixado na barra de tarefas, na posição indicada pelo
número.
+Alt+número Abrir a área de trabalho e abrir a Lista de Atalhos do
aplicativo fixado na barra de tarefas, na posição indicada pelo
número.
+Ctrl+Shift+número Abrir a área de trabalho e abrir, como administrador, uma
nova instância do aplicativo localizado na posição
especificada da barra de tarefas.
+Tab Abrir a Visão de tarefas.

+Seta para cima Maximizar a janela.

+Seta para baixo Remover o aplicativo atual da tela ou minimizar a janela da


área de trabalho.
+Seta para a esquerda Maximizar a janela do aplicativo ou da área de trabalho, no
lado esquerdo da tela.
+Seta para a direita Maximizar a janela do aplicativo ou da área de trabalho, no
lado direito da tela.
+Home Minimizar todas as janelas da área de trabalho, menos a
ativa (restaura todas as janelas com um segundo
pressionamento).
+Shift+Seta para cima Alongar a janela da área de trabalho até as partes superior e
inferior da tela.
+Shift+Seta para baixo Restaurar/minimizar janelas ativas da área de trabalho
verticalmente, mantendo a largura.
+Seta para baixo Mover um aplicativo ou uma janela na área de trabalho, de
um monitor para outro.
+Shift+Seta para a esquerda ou Mover um aplicativo ou uma janela na área de trabalho, de
seta para a direita um monitor para outro.
+Barra de espaços Mudar o idioma de entrada e o layout do teclado.

+Ctrl+Barra de espaços Alterar para uma entrada selecionada anteriormente.

+Enter Abrir o Narrador.

+barra (/) Iniciar reconversão do IME.

+adição (+) ou subtração (-) Ampliar ou reduzir usando a Lupa.


Shift+clique em um botão da barra de Abrir um aplicativo ou abrir rapidamente outra instância de
tarefas um aplicativo.
Ctrl+Shift+clique em um botão da Abrir um aplicativo como um administrador.
barra de tarefas

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Shift+clique com o botão direito do Mostrar o menu da janela do aplicativo.
mouse em um botão da barra de
tarefas
Shift+clique com o botão direito do Mostrar o menu da janela do grupo.
mouse em um botão da barra de
tarefas agrupado.
Ctrl+clique em um botão da barra de Alternar as janelas do grupo.
tarefas agrupado.
Alt+D Selecionar a barra de endereços.
Ctrl+E Selecionar a caixa de pesquisa.
Ctrl+F Selecionar a caixa de pesquisa.
Ctrl+N Abrir uma nova janela.
Ctrl+W Fechar a janela atual.
Ctrl+roda de rolagem do mouse Alterar o tamanho e a aparência dos ícones de arquivo e
pasta.
Ctrl+Shift+E Exibir todas as pastas acima da pasta selecionada.
Ctrl+Shift+N Criar uma nova pasta.
Num Lock+asterisco (*) Exibir todas as subpastas da pasta selecionada.
Num Lock+adição (+) Exibir o conteúdo da pasta selecionada.
Num Lock+subtração (-) Recolher a pasta selecionada.
Alt+P Exibir o painel de visualização.
Alt+Enter Abrir a caixa de diálogo Propriedades do item selecionado.
Alt+Seta para a direita Exibir a próxima pasta.
Alt+Seta para cima Exibir a pasta na qual a pasta estava.
Alt+Seta para a esquerda Exibir a pasta anterior.
Alt+Esc Alterna diretamente para a janela anterior na barra de
tarefas.
Alt+Tab Alterna entre janelas.
Backspace Exibir a pasta anterior.
Seta para a direita Exibir a seleção atual (se estiver recolhida) ou selecionar a
primeira subpasta.
Seta para a esquerda Recolher a seleção atual (se estiver expandida) ou selecionar
a pasta na qual a pasta atual estava.
End Exibir a parte inferior da janela ativa.
Home Exibir a parte superior da janela ativa.
F11 Maximizar ou minimizar a janela ativa.
Backspace Fechar a janela atual.
Seta para a direita Alterar o tamanho e a aparência dos ícones de arquivo e
pasta.
Seta para a esquerda Exibir todas as pastas acima da pasta selecionada.
End Criar uma nova pasta.
Home Exibir todas as subpastas da pasta selecionada.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
F11 Exibir o conteúdo da pasta selecionada.
F3 Procurar a próxima ocorrência do texto na caixa de diálogo
Localizar.
F10 Exibir dicas de Tecla.
F12 Salvar o documento como um arquivo novo.
Ctrl+1 Definir espaçamento de linha simples.
Ctrl+2 Definir espaçamento de linha duplo.
Ctrl+5 Definir espaçamento de linha como 1,5.
Ctrl+A Selecionar o documento inteiro.
Ctrl+B Aplicar negrito ao texto selecionado.
Ctrl+C Copiar uma seleção para a Área de Transferência.
Ctrl+D Inserir um desenho do Microsoft Paint.
Ctrl+E Centralizar texto.
Ctrl+F Pesquisar texto em um document.
Ctrl+H Substituir texto em um document.
Ctrl+I Aplicar itálico ao texto selecionado.
Ctrl+J Justificar texto.
Ctrl+L Alinhar texto à esquerda.
Ctrl+N Criar um novo document.
Ctrl+O Abrir um documento existente.
Ctrl+P Imprimir um document.
Ctrl+R Alinhar texto à direita.
Ctrl+S Salvar alterações em um document.
Ctrl+U Sublinhar texto selecionado.
Ctrl+V Colar uma seleção da Área de Transferência.
Ctrl+X Recortar uma seleção.
Ctrl+Y Refazer uma alteraçã.
Ctrl+Z Desfazer uma alteração.
Ctrl+igualdade (=) Aplicar subscrito ao texto selecionado.
Ctrl+Shift+igualdade (=) Aplicar sobrescrito ao texto selecionado.
Ctrl+Shift+maior que (>) Aumentar o tamanho da fonte.
Ctrl+Shift+menor que (<) Diminuir o tamanho da fonte.
Ctrl+Shift+A Alterar caracteres para todas as letras maiúsculas.
Ctrl+Shift+L Alterar o estilo do marcador.
Ctrl+Shift+Esc Abre diretamente o gerenciador de tarefas.
Ctrl+Seta para a esquerda Mover o cursor uma palavra para a esquerda.

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Ctrl+Seta para a direita Mover o cursor uma palavra para a direita.
Ctrl+Seta para cima Mover o cursor para a linha anterior.
Ctrl+Seta para baixo Mover o cursor para a próxima linha.
Ctrl+Home Mover para o início do document.
Ctrl+End Mover para o final do document.
Ctrl+Page Up Mover uma página acima.
Ctrl+Page Down Mover uma página abaixo.
Ctrl+Delete Excluir a próxima palavra.
Alt+F4 Fechar o WordPad.
Shift+F10 Mostrar o menu de atalho atual.
Shift+Del Exclui o arquivo permanentemente.

Questões

01. (TJ/SP - Escrevente Técnico Judiciário (Interior) - VUNESP/2018) O Windows 10, em sua
configuração padrão, permite que o usuário configure o Menu Iniciar, por exemplo, para:
(A) mostrar os aplicativos mais usados.
(B) bloquear os aplicativos que possam estar infectados por vírus.
(C) indicar os aplicativos que não foram certificados para o Windows 10.
(D) ativar automaticamente a Ajuda do Windows a cada erro do usuário.
(E) restaurar programas apagados acidentalmente.

02. (CODEMIG - Auditor - FUNDEP (Gestão de Concursos)/2018) O Windows 10 é um sistema


operacional que oferece diversos recursos conhecidos como “Ferramentas Administrativas” com o
objetivo de facilitar a utilização do usuário.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a ferramenta relacionada a segurança.
(A) Monitor de recursos
(B) Limpeza de disco
(C) Ferramenta de captura
(D) Firewall do Windows

03. (UFC - Técnico em Eletrotécnica - CCV - UFC) O recurso Windows Hello do Windows 10 é:
(A) um assistente digital que permite realizar tarefas e definir lembretes.
(B) um navegador que possibilita uma experiência de web pessoal e responsiva.
(C) uma proteção abrangente, incluindo antivírus, firewall e Windows Defender.
(D) uma forma de acessar rapidamente o espaço de trabalho e usar o esboço da tela.
(E) uma credencial de acesso sem senha que oferece um modo mais rápido e seguro de desbloquear
seus dispositivos Windows.

04. (MPE/RS - Agente Administrativo - MPE/RS) Assinale a alternativa correta relativa ao Windows
Defender presente no Sistema Operacional Windows 10.
(A) O Windows Defender somente verifica a presença de malwares quando a proteção em tempo real
está ativada.
(B) O Windows Defender é um aplicativo para definição das regras de firewall de conexões de rede.
(C) As definições de spyware aplicadas ao Windows Defender são atualizadas apenas de forma
manual.
(D) O Windows Defender verifica as senhas de usuários, emitindo avisos relativos a senhas fracas.
(E) O Windows Defender é desativado se for instalado um aplicativo antivírus.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
05. (INSS - Técnico do Seguro Social - CESPE) Com relação a informática, julgue o item que se
segue.
A ferramenta OneDrive do Windows 10 é destinada à navegação em páginas web por meio de um
browser interativo.
( ) Certo ( ) Errado

Gabarito

01.A / 02.D / 03.E / 04.E / [Link]

Comentários

01. Resposta: A
O menu iniciar pode ser configurado da seguinte maneira:
- Mostrar lista de aplicativos;
- Mostrar aplicativos adicionados recentemente;
- Mostrar aplicativos mais usados;
- Ocasionalmente, mostrar sugestões em iniciar;
- Mostrar itens abertos recentemente em listas de atalhos em iniciar ou barra de tarefas.

02. Resposta: D
O Windows 10 possui um firewall embutido no seu sistema operacional. O software, que ajuda a
impedir hackers e alguns tipos de malwares de acessarem seu computador pela rede local ou pela
Internet, já vem ativado por padrão. Mas programas mal-intencionados (vírus) podem desativar a proteção
para permitir que outros problemas o contaminem.

03. Resposta: E
O Windows Hello do Windows 10 é um recurso para identificação do usuário por meio de aplicações
biométricas, que consiste em:
- Leitor de Impressão Digital;
- Scanner de Íris;
- Câmera de Reconhecimento Facial.

O Windows Hello faz logon em seus dispositivos Windows em menos de 2 segundos, 3 vezes mais
rápido do que uma senha. Use sua câmera para reconhecer seu rosto ou experimente o leitor de
impressão digital:8 de qualquer maneira o Windows Hello reconhece você instantaneamente. Você
sempre pode manter seu PIN como um backup.

04. Resposta: E
O sistema operacional Windows 10 trouxe o Explorador de Arquivos no lugar do Windows Explorer,
com novo modo de visualização Blocos.
No modo de exibição Blocos os ícones são exibidos em tamanho médio, com o nome do item,
acompanhado do tipo e tamanho.
No modo de exibição Lista os ícones são pequenos, apenas com o nome do item, e sequencialmente
de cima para baixo, como uma lista de supermercado.
No modo de exibição Detalhes, o mais comum em provas, o ícone pequeno tem o nome do item,
tamanho, tipo e data de modificação.
Não existe a opção Personalizados.

05. Resposta: Errado


A ferramenta OneDrive do Windows 10 é destinada ao armazenamento de dados na nuvem da
Microsoft, que está associada a cada conta de usuário Microsoft, Live ou Hotmail.

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LINUX - UBUNTU

Alguns Conceitos Importantes Sobre Software 9

GNU
O Projeto GNU, pronúncia gui-nú, foi lançado em 1984 para desenvolver um sistema operacional
completo, no estilo UNIX, compreendido como software livre: o sistema GNU. Variantes do sistema
operacional GNU, que usam o Kernel Linux, são hoje em dia amplamente usados.
O projeto GNU é fortemente ligado à filosofia do software livre, que é central aos projetos que derivam
do mesmo, como o Ubuntu. O conceito de software livre é explicado mais abaixo, assim como o do
GNU/Linux em página especifica.

CA - Código Aberto
O software chamado de código aberto, ou open source em inglês, é um tipo de software cujo código
fonte é visível publicamente. O software de código aberto respeita as quatro liberdades definidas pela
Free Software Foundation. Porém, não estabelece certas restrições como as contidas na GPL. É
advogado pela Iniciativa do Código Aberto (Open Source Initiative).

GPL - Licença Pública Geral


GNU General Public License (Licença Pública Geral), GNU GPL ou simplesmente GPL, é a designação
da licença para software livre idealizada por Richard Stallman no final da década de 1980, no âmbito do
projecto GNU da Free Software Foundation (FSF).
A GPL é a licença com maior utilização por parte dos projetos de software livre, em grande parte devido
à sua adoção para o Linux.

Software Comercial
Software comercial é o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de lucrar com sua
utilização. Note que comercial e proprietário não são o mesmo. A maioria dos softwares comerciais são
proprietários, mas existem softwares livres que são comerciais, e existem softwares não-livres não-
comerciais.

Software Proprietário
Software proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida
proibidas pelo seu criador ou distribuidor. A expressão foi cunhada em oposição à idéia de software livre.
Normalmente, a fim de que se possa utilizar, copiar, ter acesso ao código-fonte ou redistribuir, deve-
se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo: seria necessário, portanto, adquirir
uma licença, tradicionalmente onerosa, para cada uma destas ações.
Alguns conhecidos softwares proprietários são: Microsoft Windows, Real Player, Adobe Photoshop,
Mac OS, Winzip, algumas versões do UNIX, entre outros.

SL - Software Livre
É uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade
de expressão", não em "cerveja grátis".
"Software livre" refere-se à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem,
modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro tipos de liberdade,
para os usuários do software:
A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0).
A liberdade de estudar como o programa funciona, e adapta-lo para as suas necessidades (liberdade
nº 1). Aceso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a
comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários têm todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre
para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela
distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras
coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão.

9
Fonte: [Link]

54
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Você deve também ter a liberdade de fazer modificações e usa-las privativamente no seu trabalho ou
lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publica as modificações, você não deve ser
obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial. De modo que a liberdade
de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, seja significativa, você deve ter acesso ao
código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Você pode ter pago em dinheiro para obter cópias do software GNU, ou você pode ter obtido cópias
sem custo nenhum. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade
de copiar e modificar o software. Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis
desde que você não faça nada errado. Caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a
licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.
Entretanto, certos tipos de regras sobre a maneira de distribuir software livre são aceitáveis, quando
elas não entram em conflito com as liberdades principais. Por exemplo, copyleft (apresentado de forma
bem simples) é a regra de que, quando redistribuindo um programa, você não poderá adicionar restrições
para negar à outras pessoas as liberdades principais. Esta regra não entra em conflito com as liberdades,
na verdade, ela as protege. Regras sobre como empacotar uma versão modificada são aceitáveis, se
elas não acabam bloqueando a sua liberdade de liberar versões modificadas. Regras como "se você
tornou o programa disponível deste modo, você também tem que torna-lo disponível deste outro modo"
também podem ser aceitas, da mesma forma. (Note que tal regra ainda deixa para você a escolha de
tornar o programa disponível ou não).
No projeto GNU, nós usamos "copyleft" para proteger estas liberdades legalmente para todos. Mas
também existem softwares livres que não são copyleft. Nós acreditamos que existem razões importantes
pelas quais é melhor usar o copyleft, mas se o seu programa é free-software, mas não é copyleft, nós
ainda podemos utiliza-lo. Veja Categorias de Software Livre para uma descrição de como "software livre",
"software copyleft" e outras categoria se relacionam umas com as outras.
Às vezes regras de controle de exportação e sanções de comércio podem limitar a sua liberdade de
distribuir cópias de programas internacionalmente. Desenvolvedores de software não tem o poder para
eliminar ou sobrepor estas restrições, mas o que eles podem e devem fazer é se recusar a impo-las como
condições para o uso dos seus programas. Deste modo, as restrições não afetam as atividades e as
pessoas fora da jurisdição destes governos.
Quando falamos de software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque
estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade. Alguns termos comuns como
"pirataria" englobam opiniões que nós esperamos, você não irá endossar.

O que é o GNU/Linux?

Quando você ouve a palavra Linux, talvez pense em programadores barbudos digitando códigos
obscuros numa tela preta. Bom, está na hora de rever seus conceitos pois as coisas mudaram!

Conhecendo o Linux

O Linux é um sistema operacional, um grande conjunto de software que controla o computador. Ele é
similar ao Microsoft Windows, mas é completamente livre. O nome mais preciso para ele é Gnu/Linux
mas dizer só Linux também funciona.
O Linux não é o produto de alguma empresa, mas de um número de empresas e grupos de pessoas
que contribuem no seu desenvolvimento. De fato, o sistema GNU/Linux é um componente central que é
utilizado em diferentes produtos. Estes produtos são chamados distribuições.

O que é uma Distribuição?

Não existe um Linux, mas sim uma grande variedade, disponível para todos os gostos, objetivos e
limitações. Cada distribuição é composta por um kernel, aplicações e ferramentas de instalação. Apesar
de se poderem comprar, normalmente também é possível fazer o download. Caso não contenham
software comercial (não GPL), as distribuições podem ser livremente copiadas e distribuídas.
As Distribuições mudam a cara e o funcionamento do Linux completamente. Elas variam desde
grandes sistemas suportados e desenvolvidos por empresas, até pequenas e leves cabendo em um
memory stick usb ou rodando em computadores antigos (muitas vezes desenvolvidos por
voluntários). Uma distribuição completa e amigável para iniciar no Linux é o Ubuntu.

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Vantagens do Linux

- Robustez e Confiabilidade;
- Preço;
- Open Source;
- Diversidade e Compatibilidade;
- Segurança;
- Rapidez;
- Estabilidade.

Robustez e Confiabilidade
Escrito por hobby por milhares de programadores, sem a pressão de datas de entrega existentes no
software comercial. Correções de vulnerabilidades (patches) disponíveis num curto espaço de tempo.
Modularidade. Apenas é necessário reiniciar o sistema para trocar o kernel ou alterar hardware!

Preço
Grande parte das distribuições permite o download completo, outras apenas permitem de certas partes
(software não comercial). Costuma ser possível adquirir a versão oficial, com manuais. Pode ser copiado
e distribuído livremente, caso não exista software comercial.

Open Source
Código disponível para todos. Possibilidade de alterar o código. Disponibilidade de correções num
curto espaço de tempo. Grande número de beta-testers.

Diversidade e Compatibilidade
Diversidade de programas, linguagens de programação, ambientes gráficos, etc. Suportado por um
grande número de plataformas (x86, 64bits, PowerPC, Macintosh, Amiga, Atari, Dec Alpha, Sun Sparc,
ARM, entre outras).

Segurança
Códigos escritos 100% abertamente tem a segurança redobrada, pois quando o código é lido, mesmo
assim não é possível invadi-lo, ao contrário de códigos fechado, que contam com o anonimato do código
como medida de segurança, assim sendo descompilado o sistema pode estar amplamente aberto a
invasões.

Rapidez
O protocolo TCP/IP do Linux foi reescrito do zero, usando novas técnicas de conexão e mais
segurança, assim o protocolo do Linux sendo 30% mais rápido do que o Windows NT/2000.

Estabilidade
A estabilidade dos sistemas Unix já é conhecida mundialmente, por esta razão empresas como
Google, Yahoo, HP estão migrando para Linux. Há 42% dos bancos brasileiros usando Linux. O governo

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federal está migrando para Linux, e admite a economia feita na área de TI após a implantação do Linux,
e ainda ressalta a segurança.

Escolhendo uma Distribuição

A escolha de uma distribuição GNU/Linux envolve diversos fatores e é motivo de discussão entre a
maioria dos usuários. Um detalhe importante é que devemos levar em consideração, os fatores principais
para esta tomada de decisão estão diretamente relacionados ao seu gosto pessoal e principalmente ao
atendimento as suas necessidades.
Tudo bem, então me ajude a chegar a uma escolha
Não tenho a menor dúvida de que esta é a pergunta mais frequente na absoluta maioria dos fóruns e
listas de discussão sobre Linux no mundo.
Ela pode vir de várias formas. Pode ser genérica ou específica, aberta ou qualificada. O usuário novato
que quer instalar o Linux em seu computador de casa pergunta qual a melhor entre as distribuições que
ele viu na banca de jornal. O administrador de sistemas acostumado a outras arquiteturas quer saber qual
a melhor distribuição para seu servidor. O usuário que não conseguiu fazer funcionar seu hardware quer
saber qual a melhor para funcionar com Winmodems e outros periféricos de projeto exótico. E todos
continuam perguntando: qual a melhor distribuição?

Ao contrário de outras perguntas frequentes, esta é uma que costuma ser sempre respondida. Isto
porque a maior parte das distribuições possui verdadeiros fã-clubes, com usuários que recorrem a
argumentos inflamados para tentar demonstrar mais uma vez, e definitivamente, que a sua distribuição
de Linux preferida é a melhor de todas, incontestavelmente a única escolha sensata para instalação, não
importando se é para rodar o Oracle em um servidor de 4 processadores, um programa de ensino à
distância no Pentium 133 de uma escola ou os ambientes de trabalho da área de marketing de uma
multinacional.
Entretanto, como as respostas dos vários fã-clubes se entrechocam, o usuário que fez a pergunta corre
o risco de terminar com mais dúvidas do que tinha quando começou. Se a instalação é em um servidor,
aparecem três bons argumentos para uso do Debian, mais três para o Red Hat, mais 3 para o Slackware,
outros tantos para o SUSE, alguém dirá que o ideal é criar sua própria distribuição e outros responderão
aos demais explicando por que eles não devem usar Debian, Red Hat, Slackware nem SUSE.
Ato contínuo, todos passarão a discutir entre si, buscando argumentos complexos sobre sistemas de
gerenciamento de pacotes, dependências, quem é mais antigo, quem é mais livre, quem deu origem a
quem e até sobre a vida pessoal dos mantenedores de cada uma das distribuições. Quem ainda não
assistiu a este debate em uma lista de discussão?
A questão é antiga, e provavelmente insolúvel. Enquanto tivermos múltiplas distribuições, teremos
seus fã-clubes e também os usuários querendo saber qual a melhor. Não há como evitar. Entretanto, os
usuários experientes tendem a se importar com a desorientação causada nos novatos por este tipo de
confusão, e procuram oferecer conselhos comuns, cheios de bom-senso e relativamente neutros.
Sugerem consultar os websites das distribuições, consultar usuários da sua região (se você vai querer
recorrer a eles para obter suporte, é bom usar a distribuição que eles conhecem), ou até mesmo
experimentar mais de uma até encontrar a que mais se adapta a você.

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Mas será que esta é a melhor resposta? Provavelmente sim, se tivermos que dar uma resposta curta.
Entretanto, havendo tempo e espaço para elaborar, pode-se dar respostas mais completas, sem indicar
alguma distribuição específica - já que em geral não se pode indicar uma distribuição específica sem
conhecer exatamente as necessidades e as capacidades do interessado.
Afinal, qual é a melhor distribuição?
Já vi muitas tentativas de resposta a esta pergunta, baseadas nos mais diversos argumentos: uma
seria a melhor por ser a mais antiga, outra por ter o maior número de pacotes, outra por dispensar
instalação, outra por ser usada pelo próprio Linus Torvalds, outra por ser "a mais parecida com o Unix de
verdade" (seja lá o que isso queira dizer), outra por ter um sistema de empacotamento superior, outra por
não ter gerenciamento de dependências automático, outra por ser a mais livre, outra por ter o ciclo de
atualizações mais longo, outra por oferecer mais documentação...
Como se vê, os critérios são múltiplos, e até mesmo conflitantes: os fãs de uma distribuição acham
que a sua é a melhor por oferecer o maior reconhecimento automático de hardware, e os de outra acham
que a sua é a melhor de todas porque não tem reconhecimento automático nenhum, deixando tudo nas
mãos do administrador do sistema.
Há algumas classificações folclóricas também. Dizem que a distribuição X seria melhor para desktop,
outra é a rainha dos servidores, a terceira suporta mais hardware... Embora várias delas tenham méritos
em áreas específicas, também não é possível afirmar de maneira genérica que alguma delas seja a líder
isolada e incontestável nestas categorias.
Mas estou no meu oitavo ano de participação em listas e fóruns de Linux, e já tive minha quota de
entrar nesta discussão infinita. Com o tempo, fui desenvolvendo uma resposta padronizada (e que não
menciona nenhuma distribuição específica) para oferecer a quem me pede ajuda para selecionar uma
distribuição, e agora vou compartilhá-la com vocês. Use, adapte, copie, modifique, ou simplesmente
ignore e continue fazendo tudo como você já fazia. Software livre é assim.
Certo, mas então como escolher
Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux - a melhor sempre será
a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer
com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em
relação a algumas questões políticas e filosóficas.
A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços,
embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços
incluídos nos CD's de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se
distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a
quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.
No site LWN você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de
Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO você encontra links para download de
imagens de CD da maior parte delas. O site DistroWath é uma boa fonte de consulta para descobrir as
várias distribuições GNU/Linux disponíveis e sua posição no ranking (mais utilizadas) de mercado.
E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as
pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de
usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam - se a distribuição
indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.
Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse
na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar
uma distribuição "para ver qual é a cara desse tal de Linux" no seu micro pessoal é bem diferente do que
escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas
perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websitesdas distribuições, das revistas
especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:
- Esta distribuição é compatível com todo o meu hardware, infra-estrutura e demais aplicativos já em
produção?
- Ela inclui os recursos e pacotes de software de que necessito?
- O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
- Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
- O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
- Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
- Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
- Ela continuará sendo atualizada?
- Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?

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Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e
você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação
específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!
O mesmo método pode ser aplicado para a seleção de outros softwares livres (Um SGBD, servidores
dos mais diversos protocolos, ambientes, suítes de escritório, etc.), com adaptações simples e evidentes.
Então é errado eu preferir uma distribuição?
Claro que não, todos fazem suas escolhas. Nós mesmos temos nossa favorita, embora não ache que
ela seja a melhor de todas. Conheço pessoas que tentam instalar todas as distribuições possíveis e não
se fixam em nenhuma, e outras que são ferrenhas defensoras de alguma distribuição específica.
Mas na próxima vez que alguém lhe perguntar qual a melhor distribuição, pare para pensar: ao invés
de simplesmente dizer que a sua preferida é a melhor, que tal ajudar a pessoa a fazer sua própria
escolha? Ensinando a pescar, ao invés de simplesmente dar o peixe que estava mais à mão, talvez você
preste um serviço de mais valor a quem perguntou - e ao Linux.

Ubuntu Linux

O Ubuntu é um sistema operacional de código totalmente aberto, construído em volta do Kernel Linux.
A comunidade do Ubuntu é construída em volta dos ideais descritos na Filosofia Ubuntu: que software
deve ser disponibilizado gratuitamente, que ferramentas de software devam ser usáveis pelas pessoas
em suas línguas locais e apesar de qualquer deficiência, e que as pessoas devem ter a liberdade de
customizar e alterar o software de qualquer maneira que os atenda.
Por estas razões:
- O Ubuntu será sempre gratuito, e não há taxa adicional por uma "versão empresarial". Deixamos
nosso melhor trabalho disponível para todos nesses mesmos termos Livres.
- O Ubuntu inclui as melhores traduções e infraestrutura de acessibilidade que a comunidade de
software livre tem a oferecer, fazendo o Ubuntu utilizável pelo maior número de pessoas possível.
- Novas versões do Ubuntu são liberadas regularmente; uma nova versão é feita a cada seis meses.
Você pode usar a versão estável ou de desenvolvimento. Cada versão é suportada por, no mínimo, 18
meses.
- O Ubuntu é totalmente comprometido com os princípios de desenvolvimento de software livre; nós
encorajamos as pessoas a utilizarem, melhorarem e distribuírem software livre.

Experimente o Ubuntu Antes de Instalar


Uma das formas de experimentar o Ubuntu e também outros GNU/Linux e alguns dos seus principais
programas sem ter que o instalar no disco rígido, é fazendo uso de uma versão Live CD. As versões Live
CD inicializam um sistema operacional completo diretamente a partir do CD/DVD juntamente com
a memória RAM, sem necessidade de realizar qualquer instalação, sem necessitar de outro sistema
operacional instalado em seu computador, e sem alterar quaisquer dados no seu disco rígido.

Configurando o Computador para dar Boot via CD


Dependendo da configuração do seu computador, será necessário configurar sua BIOS (setup) para
que a ordem de boot seja primeiramente executada pelo seu drive de CD/DVD.
Como existem diferentes fabricantes de software para gerenciamento da BIOS, cada computador pode
ter pequenas diferenças para configurar esta opção, mais normalmente o setup da máquina é acessado
pressionado-se a tecla <Del> ou <F2> bem ao início da inicialização.
Para configurar a opção necessária normalmente, basta acessar a opção BIOS e definirmos com as
teclas mais (+) ou menos (-) a ordem correta do dispositivo desejado para inicialização. Após o
procedimento, basta salvar as novas configurações e sair do setup da máquina para que a mesma seja
reinicializada.

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Consulte o manual do seu computador para maiores detalhes de como acessar as opções de sua BIOS
e configurar a mesma para inicializar primeiramente pelo CD/DVD.

Inicializando pelo Desktop CD

Com a BIOS devidamente configurada para a execução correta do boot via CD, basta inserir o Desktop
CD no drive e aguardar a inicialização do GNU/Linux Ubuntu. Será necessário realizar a edição de
algumas opções para mudar a linguagem do sistema para Português do Brasil e caso necessário, alterar
o mapa de teclados (keymap) para o teclado compatível com o computador à ser instalado o sistema.

Selecionando nosso Idioma e outras Opções

Pressione F2 para selecionar nosso idioma, e todo o menu de instalação do GNU/Linux Ubuntu será
alterado para o idioma Português do Brasil. Caso necessário, podemos ainda alterar outras opções
conforme abaixo descrito.
F1 Ajuda – O usuário iniciante pode utilizar-se desta opção para decidir qual o melhor caminho à tomar
para o inicio da instalação.
F2 Idioma – Conforme acima descrito, usado para alterar o idioma da instalação.

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F3 Mapa de teclas – Esta opção altera o mapa de teclados do sistema, ajustando-o ao existente no
computador. No Brasil, normalmente encontramos a opção ABNT2, pela existência da tecla Ç (cê-
cedilha).
F4 VGA - Placas de vídeo mais novas normalmente suportam resoluções de vídeo com até 1024x768
e 32bpp de cores. Caso se faça necessário, esta opção pode ser alterada, para maior ou menor grau de
resolução.
F5 Acessibilidade - O projeto do GNU/Linux Ubuntu preocupou-se em oferecer opções de
acessibilidade para deficientes, tanto visuais como auditivos. Com a escolha desta opção, a instalação
procura torna-se mais amigável para portadores de alguma deficiência.
F6 Outras opções – Estão à mostra nesta opção, escolhas como instalação via texto ou
parametrização do Kernel se necessário.

Iniciando o Live CD

Finalizada a seleção e configuração de todas opções necessárias, basta teclar na opção Iniciar Ubuntu
para que o mesmo seja carregado. Aguarde então o processo de inicialização do Ubuntu GNU/Linux até
que seu desktop padrão se coloque a disposição do usuário para que possa fazer uso deste ótimo sistema
operacional.

Instale o Ubuntu em seu Computador


Existem duas versões, a chamada Desktop CD e a Alternate Install CD. Veja abaixo como proceder
para cada uma destas versões do Ubuntu disponíveis.

Instalando o Ubuntu a partir do Live CD


Vamos acompanhar agora um passo-a-passo de como proceder a instalação do Ubuntu GNU/Linux a
partir do Desktop CD (Live CD) após sua inicialização, conforme visto anteriormente.

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Iniciando a Instalação do Ubuntu

Para realizar a instalação do sistema no Disco Rígido (HD) basta acessar a opção Instalar o Sistema
no Computador presente na tela principal do sistema.
A partir desta ação, é necessário seguir os passos de acordo com o desejado, sendo que deste ponto
em diante a instalação será seguida por telas visuais muito simples e intuitivas que irão guiar o usuário
durante todo processo.
O sistema pergunta ao usuário se ele realmente quer continuar a instalação na linguagem já escolhida
anteriormente. O idioma escolhido será o idioma padrão de todo o sistema, ou seja, se escolhermos o
Português do Brasil teremos toda a parte gráfica do sistema adaptada à linguagem escolhida, bem como
arquivos de ajuda.

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A estrutura do Ubuntu GNU/Linux é toda baseada em Live CD, permitindo ao usuário rodar o sistema
sem necessariamente instalá-lo na máquina. O que o processo de instalação faz, na medida do possível
é justamente jogar todos os dados do sistema em um Disco Rígido (HD).

Selecionando o Fuso Horário

Mantida ou trocada a opção de idioma desejado, o sistema avança para a escolha do Fuso Horário.
Neste ponto, é necessário escolher a zona de horário de acordo com a sua região.
Caso o sistema já tenha um link disponível de Internet, pode-se antecipadamente realizar a
sincronização com algum servidor de horário caso assim desejado.
Como podemos perceber, o horário atual fica atrasado 3 horas em relação ao horário original do
sistema. É necessário realizar a sincronização ou configuração manual do horário. Basta clicar então no
botão Setar Hora para realizar esta alteração.
Podemos sincronizar o relógio automaticamente acessando a opção Sincronizar Agora ou ainda
realizando a configuração manual acertando os parâmetros de data e hora.
Feito este procedimento, basta prosseguirmos com a instalação clicando em Avançar.

Selecionando um Layout de Teclado

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Agora nos será solicitado a escolher o layout do teclado, de acordo com o dispositivo existente no
computador.
A escolha pode ser testada na caixa de teste, digitando os caracteres necessários para verificação do
mesmo.
Normalmente para nosso idioma, o layout de teclado escolhido deve ser o Português Brasileiro
(ABNT2).
Clique em Avançar para continuar com o processo de instalação.

Preparando o Disco para instalação (Particionamento)


Muita atenção agora, pois esta é uma parte essencial para a instalação do sistema.

Se o computador à ser instalado o sistema não possui nenhum outro Sistema Operacional em conjunto,
basta acessar a opção Assistido - Usar disco inteiro, que apaga todo o disco e o prepara automaticamente
para o recebimento dos arquivos do sistema.

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Caso contrário, será necessário escolher a opção de particionamento Manual, e definir todas partições
e pontos de montagem necessários e desejados para a devida instalação do seu sistema.

Normalmente como padrão, basta definir 2 partições sendo uma para o sistema, onde será montado a
estrutura de diretório raíz (/ - barra) e todos seus sub-diretórios e outra como área de troca (swap).
Porém, sempre é aconselhável configuramos um minimo de 3 partições, sendo duas conforme visto
acima e outra para montar o diretório pessoal dos usuários (/home). Lembre-se de sempre configurar
suas partições de modo que a área de swap seja a última partição do disco.

Importando Configurações de outro Sistema

Caso já tenha outro sistema operacional previamente instalado em seu computador, o Ubuntu irá
reconhecer o mesmo e lhe mostrar uma tela onde será possível importar do mesmo suas configurações
de conta de usuário.
Selecione as opções desejadas e concluído este processo as configurações de sua conta e seus
documentos pessoais ficarão disponíveis para uso.

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Caso não tenha nenhum outro sistema operacional préviamente instalado (conforme imagem ao lado),
basta seguir adiante com processo de instalação pressionado o botãoAvançar.

Definindo o Usuário do Sistema


Este passo sem dúvida nenhuma é um dos mais importantes exigidos pelo instalador do sistema. É
necessário informar corretamente todos os dados exigidos, tal como nome do usuário, nome para entrada
no sistema, senha do usuário e nome do computador.

É recomendável você escolher uma boa senha, com preferência em mistura de número e letras para
maior segurança. Também é interessante evitar de escolher senhas que contenham datas, números de
telefone ou qualquer espécie que tenha ligação com a sua pessoa. Concluído esta etapa, basta clicar no
botão Avançar para dar seguimento a instalação.

Pronto para Instalar

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Finalizado todas etapas com sucesso, uma tela exibindo um resumo com todas informações
previamente configuradas é exibida.
Confira todas informações, caso alguma coisa não esteja correta esta será a última oportunidade de
retornar e corrigir antes de instalar o sistema em seu computador.
Estando tudo correto basta pressionar o botão Install. Deste ponto em diante, oUbuntu GNU/Linux irá
realizar a instalação do sistema automaticamente.
Na possibilidade de já existir uma conexão de Internet auto configurável, como DHCP habilitado na
rede, o sistema verifica a versão de alguns arquivos necessários à instalação e os atualiza.

Finalizando a Instalação

Durante a instalação uma tela exibindo o status do processo será exibida.


Com o término da instalação, basta acessar a opçãoReiniciar agora, para que a máquina reinicie com
o sistema Ubuntu GNU/Linux de forma nativa.
Lembre-se de retirar o CD do drive para que não ocorra o boot novamente pelo mesmo.
Iniciando e logando pela instalação
Após a instalação ser feita com sucesso, finalmente podemos ter a oportunidade de entrar pela primeira
vez no sistema. Basta inserir o seu usuário e respectiva senha, para utilizar o sistema.

Desfrute então da comodidade em usar um sistema operacional totalmente livre, que une beleza,
praticidade e uma série de outros benefícios que só o tempo lhe mostrará.

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Instalando o Ubuntu a partir do Alternate Install CD
Conforme já mencionado, a instalação pela versão Alternate Install CD é toda realizada através de
uma interface em modo texto, porém também de forma muito simples e intuitiva.
Vamos então acompanhar um passo-a-passo de como proceder a instalação do Ubuntu GNU/Linux a
partir desta versão alternativa.

Iniciando a Instalação do Ubuntu


Igualmente a execução e instalação feita pela versão Desktop CD, se faz necessário que a BIOS de
sua máquina seja configurada para inicializar primeiramente pela sua unidade de CD/DVD.
Com a BIOS devidamente configurada, insira o Alternate Install CD em sua unidade de CD/DVD e
inicialize seu computador.
Como na versão Live CD, será necessário realizar a edição de algumas opções para mudar a
linguagem do sistema para Português do Brasil e caso necessário, alterar o mapa de teclados (keymap)
para o teclado compatível com seu hardware.
Selecionando nosso idioma e outras opções

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Pressione F2 para selecionar nosso idioma, e todo o menu de instalação do GNU/Linux Ubuntu será
alterado para o idioma Português do Brasil. Caso necessário, podemos ainda alterar outras opções
conforme abaixo descrito.
F1 Ajuda – O usuário iniciante pode utilizar-se desta opção para decidir qual o melhor caminho à tomar
para o início da instalação.
F2 Idioma – Conforme acima descrito, usado para alterar o idioma da instalação.
F3 Mapa de teclas – Esta opção altera o mapa de teclados do sistema, ajustando-o ao existente no
computador. No Brasil, normalmente encontramos a opção ABNT2, pela existência da tecla Ç (cê-
cedilha).
F4 VGA - Placas de vídeo mais novas normalmente suportam resoluções de vídeo com até 1024x768
e 32bpp de cores. Caso se faça necessário, esta opção pode ser alterada, para maior ou menor grau de
resolução.
F5 Acessibilidade - O projeto do GNU/Linux Ubuntu preocupou-se em oferecer opções de
acessibilidade para deficientes, tanto visuais como auditivos. Com a escolha desta opção, a instalação
procura torna-se mais amigável para portadores de alguma deficiência.
F6 Outras opções – Estão à mostra nesta opção, escolhas como instalação via texto ou
parametrização do Kernel se necessário.
Definidas então, todas alternativas necessárias e desejadas, basta selecionar a opção Instalar no disco
rígido e pressionar a tecla Enter para dar inicio ao processo de instalação.

Carga dos Componentes e Configuração da Rede

O instalador do Alternate Install CD dará inicio ao reconhecimento do hardware, carregamento dos


módulos e demais componentes necessários para instalação do Ubuntu GNU/Linux, conforme podemos
acompanhar pelas telas com as barras de progressão (status bar).

Posteriormente uma tela solicitando a informação do nome da máquina na rede (hostname) será
exibida. Entre então com o nome desejado, respeitando as informações passadas nesta mesma tela e
pressione<Continuar> para dar prosseguimento a instalação.

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Preparando o Disco para Instalação (Particionamento)

Muita atenção agora, pois esta é uma parte essencial para a instalação do sistema.
Se o computador à ser instalado o sistema não possui nenhum outro Sistema Operacional em conjunto,
basta acessar a opção Assistido - Usar disco inteiro, que irá apagar todo o disco e o prepara-lo
automaticamente para o recebimento dos arquivos do sistema.
Caso contrário, será necessário escolher a opção de particionamento Manual, e definir todas partições
e pontos de montagem necessários e desejados para a devida instalação do seu sistema.
Normalmente como padrão, basta definir 2 partições sendo uma para o sistema, onde será montado a
estrutura de diretório raíz (/ - barra) e todos seus sub-diretórios e outra como área de troca (swap).
Porém, sempre é aconselhável configuramos um minimo de 3 partições, sendo duas conforme visto
acima e outra para montar o diretório pessoal dos usuários (/home). Lembre-se de sempre configurar
suas partições de modo que a área de swap seja a última partição do disco.
Definidas todas partições desejadas e necessárias para instalação do Ubuntu GNU/Linux, uma tela
com um Avisoinformando que os dados das novas partições a serem formatadas serão destruídos.
Estando certo de suas definições pressione <Sim> para confirmar ou então pressione <Voltar> para
retornar e fazer os ajustes ou correções necessárias.

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Fuso Horário e Configuração do Relógio
Confirmado o particionamento do disco, o sistema avança para a escolha do Fuso Horário e
configuração do relógio. Neste ponto, é necessário escolher a zona de horário de acordo com a sua região
e definir se o relógio está configurado para UTC - Tempo Universal Coordenado ou não.

Concluído esta etapa do processo, iremos passar para a fase de configuração do usuário e senha do
sistema.

Definindo o Usuário do Sistema


Este passo sem dúvida nenhuma é um dos mais importantes exigidos pelo instalador do sistema. É
necessário informar corretamente todos os dados exigidos, tal como nome completo do usuário, nome
para entrada no sistema (login) e sua respectiva senha.

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É recomendável você escolher uma boa senha, de preferência uma mistura de números e letras para
maior segurança. Também é interessante evitar de escolher senhas que contenham datas, números de
telefone ou qualquer espécie que tenha ligação com a sua pessoa. Concluído esta etapa, basta pressionar
a opção <Continuar> para avançar na instalação.

Atualizando os Pacotes do Nosso Idioma

O instalador então, irá continuar instalando o sistema básico e seus pacotes até que uma tela
informando que o CD não possui todos pacotes necessários para configuração do nosso idioma seja
exibida.
Esta tela nos informa então que se faz necessário baixar da internet, ou seja, dos repositórios do
Ubuntu os outros pacotes necessários para o idioma Português do Brasil.
Caso tenha uma conexão com a internet funcional e ativa podemos optar por baixar agora estes
pacotes, bastando para isso pressionar<Sim> e aguardar o processo de download.
Baixar estes pacotes agora durante a instalação não é imprescindível, além de lógico tornar o processo
de instalação mais demorado para ser concluído. Portanto, podemos pressionar a opção <Não>, e
continuar com a instalação sem estes pacotes, e configurar o Ubuntu para nosso idioma posteriormente
conforme definido.

Configurando o X Window System (xserver-xorg)

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Nesta etapa do processo teremos que definir todas opções de resolução gráfica que o servidor X
Window System, ou simplesmente X irá utilizar. Como padrão as resoluções 640x480, 800x600 e
1024x768 já vem habilitadas.
Para habilitar outras resoluções, devemos saber quais resoluções são suportadas pelo
nosso hardware, ou seja, as especificações da nossa GPU - Controladora de Vídeo (seja ela on-
board ou off-board) e do monitor.
Para habilitar outras opções, basta selecionar a mesma e teclar Espaço sobre cada uma delas, e
posteriormente pressionar a opção<Continuar>.

Finalizando a Instalação do Sistema


O processo de instalação então continuará copiando e configurando os arquivos necessários, até que
a tela de aviso de Instalação Finalizadaseja exibida.
Pressione a opção <Continuar> para que o sistema seja reiniciado, não esquecendo de remover a
mídia de CD para que o boot seja realizado pelo seu disco rígido.

Inicializando seu Novo Sistema

Após realizado os testes da BIOS, o chamado POST (Power On Self Test), será carregado o GRUB
que é o gerenciador de inicialização padrão do Ubuntu. Escolha no menu do mesmo a opção de boot do
Ubuntu para que o mesmo seja inicializado.
Aguarde o processo de inicialização até que a tela de login seja exibida. Entre com o usuário e senha
criados durante o processo de instalação para que a interface gráfica do Ubuntu seja carregada e o
mesmo fique disponível para uso.

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Bem, agora então só resta fazer bom uso e proveito desta ótima e poderosa distribuição GNU/Linux,
não esquecendo de manter seu sistema sempre atualizado, principalmente no que diz respeito às
questões de segurança.

Ambientes Gráficos para o Linux

Ao contrário do Windows e MacOS, o Linux tem à disposição uma variedade de ambientes gráficos de
trabalho. O Gnome e o KDE são os mais populares, mas nos últimos anos o Xfce, Mint e Cinnamon têm
inovado bastante e ganhou muita popularidade.
Uma das características mais fascinantes do mundo Linux é a possibilidade que o utilizador tem em
personalizar o seu sistema. Por exemplo, se não gosta do ambiente gráfico, então pode facilmente trocar
por outro que se adapte às suas necessidades, que tenha para si a interface mais agradável, ou
simplesmente aquele que garanta uma melhor performance.
Dentre os mais utilizados, podemos citar:

1) KDE Plasma 5
O KDE Plasma 5 foi disponibilizado recentemente. Esta versão proporciona uma fantástica
experiência de utilização, disponibilizando uma interface muito mais intuitiva e moderna. O novo conceito
de “arte” Breeze, introduz melhorias visuais significativas e uma melhor legibilidade.

2) GNOME 3.12
O Gnome é provavelmente o ambiente de trabalho mais popular no segmento Linux e o principal
concorrente do KDE. As versões Gnome 2.x foram usadas por padrão no Ubuntu, Fedora, Debian e outras
grandes e populares distribuições. Este ambiente gráfico de trabalho é simples de usar e oferece uma
interface muita limpa.
Relativamente ao GNOME 3 é verdade que os utilizadores não gostam muito desta versão. No entanto,
o Gnome 3 oferece um ambiente de trabalho muito funcional e robusto graças a interface Gnome Shell.

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3) Ubuntu Unity 7
Quando se fala na distribuição Linux Ubuntu, muitos são os utilizadores que continuam a criticar o
caminho traçado pela Canonical relativamente à adoção da interface Unity.
A verdade é que o Unity é diferente de outras interfaces e os utilizadores estão entusiasmados com
o Ubuntu Phone, que chega já em Outubro e que curiosamente recorre à mesma interface, oferecendo
uma experiência de navegação diferente nos dispositivos móveis.

4) Cinnamon 2.0
O Cinnamon é um ambiente de trabalho (muito conhecido da distribuição Mint) que é bastante leve,
com aparências do “antigo” Gnome2 e considerado como um pseudo fork do Gnome.
Este projeto vem ganhando muitos adeptos devido à usabilidade e personalização que o mesmo
oferece.

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5) MATE 1.8
Para quem não conhece, o Mate (que vem por padrão no Mint) é um fork do Gnome 2 e é compatível
com o Gnome 3. Inicialmente esta versão do Mate era para ser baseada no GTK3 mas a equipa voltou
atrás na decisão e manteve o GTK2, por questões de estabilidade.

6) LXDE 0.6.2
Este ambiente gráfico é recomendado para máquinas com hardware um pouco mais limitado ou antigo
(ex. pouca RAM, processador fraco e até pouco espaço em disco) e que cumpre, em termos funcionais,
os objetivos que têm outros ambiente gráficos mais populares como é o caso do KDE e Gnome.

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Além destes ambientes gráficos existem outros que podem experimentar na vossa distribuição. Linux.
Como referimos o Gnome e KDE continuam a ser os mais usados, mas a concorrência é também cada
vez mais forte e melhor.

Bem-vindo ao Ubuntu10

O Ubuntu vem com o Unity, uma interface completamente reinventada. O Unity foi desenvolvido para
minimizar distrações, dar a você maior espaço para trabalhar e ajudar você a fazer as coisas.
Este guia é projetado para responder suas perguntas sobre como usar o Unity e o ambiente de trabalho
do Ubuntu. Primeiro vamos dar uma olhada em alguns recursos principais do Unity, e como eles podem
ser usados.

Primeiros passos com Unity

O Lançador e o Botão da Pasta Pessoal

O lançador aparece automaticamente quando você inicia sua área de trabalho, e lhe dá acesso rápido
aos aplicativos que você usa com mais frequência.

O Painel
O Botão do Ubuntu fica próximo ao canto superior esquerdo da tela e é sempre o item mais acima no
lançador. Se você clicar no Botão do Ubuntu, o Unity lhe apresentará um recurso adicional do ambiente
de trabalho, o Painel.

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Fonte: [Link]

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O Painel é projetado para tornar mais fácil de encontrar, abrir e usar aplicativos, arquivos e música.
Por exemplo, se você digitar a palavra "documento" na barra de pesquisa, o painel irá mostrar os
aplicativos que lhe ajudam a escrever e editar documentos. Ele também irá mostrar as pastas e
documentos que você trabalhou recentemente.
O Painel também fornece atalhos para aplicativos de Internet, foto, e-mail e música usados com maior
frequência.

Use o Lançador para Iniciar Aplicativos

O lançador é um dos componentes chave da nova área de trabalho Unity. Quando você entra em sua
área de trabalho, ele aparecerá ao longo do lado esquerdo da tela. O lançador fornece a você acesso
rápido aos aplicativos, espaços de trabalho, dispositivos removíveis e à lixeira.
Se um aplicativo que você quiser usar estiver no lançador, você pode clicar no ícone do aplicativo, e
ele irá iniciar, pronto para você usar.

Altere os Aplicativos Mostrados no Lançador


Para adicionar um aplicativo no lançador para um acesso fácil:
1. Arraste o ícone do aplicativo a partir do painel até o lançador.
2. Alternativamente, quando um aplicativo está em execução, clique com o botão direito do mouse
sobre o ícone do aplicativo e selecione Bloquear no lançador.
A ordem do ícone do lançador pode ser alterada arrastando um ícone para fora do lançador, e então
para dentro no local desejado.
Para remover o ícone de um aplicativo do lançador, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone
do aplicativo e selecione Desbloquear do lançador.

Encerre uma Sessão, Desligue e Alterne de Usuário


Quando você terminar de usar o seu computador, você pode desligá-lo, suspendê-lo (para economizar
energia) ou deixá-lo ligado e sair.

Encerre Sessão ou Alterne Usuários


Para permitir que outros usuários utilizem o seu computador, você pode encerrar a sessão, ou
permanecer logado e somente alternar os usuários. Se você alternar usuários, todos os seus aplicativos
continuarão em execução, e tudo estará onde você deixou quando voltar.
Para encerrar a sessão ou alternar usuários, clique no menu do sistema à extrema direita da barra de
menu e selecione a opção apropriada.

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Bloquear a Tela
Se você deixar seu computador por um curto período de tempo, você deve bloquear sua tela para
evitar que outras pessoas acessem seus arquivos ou programas abertos. Quando você voltar, basta
digitar sua senha para entrar novamente. Se você não bloquear sua tela, o sistema irá bloquear
automaticamente após um certo período de tempo.
Para bloquear sua tela, clique no menu do sistema na barra de menu e selecione Bloquear tela.
Quando sua tela estiver bloqueada, outros usuários podem iniciar uma sessão própria clicando
em Alternar conta de usuário na tela de senha. Você pode alternar de volta ao seu ambiente de trabalho
quando eles terminarem.

Suspender
Para economizar energia, suspenda seu computador quando não o estiver usando. Se você estiver
usando um laptop, o Ubuntu suspende seu computador automaticamente quando a tampa é fechada.
Isso salva o estado do computador na memória e desliga a maioria das funções do computador. Uma
quantidade muito pequena de energia ainda é usada durante a suspensão.
Para suspender seu computador manualmente, clique no menu do sistema na barra de menu e
selecione Suspender.

Desligar ou Reiniciar
Se você deseja desligar o computador totalmente, ou fazer uma reinicialização completa, clique
no menu do sistema e selecione Desligar.
Se houver outros usuários ativos, não será permitido desligar ou reiniciar o computador, pois isto irá
encerrar suas sessões. Se você é um usuário administrativo, possivelmente você será requisitado para
digitar sua senha para desligar.

O que é HUD?
O HUD ou Heads Up Display é uma alternativa aos tradicionais menus que se baseia em pesquisa e
é um recurso completamente novo no Ubuntu 12.04 LTS.
Alguns aplicativos como Gimp ou Inkscape possuem centenas de itens nos menus. Se você estiver
usando aplicativos como estes, você pode lembrar do nome de uma opção de menu, mas pode não se
lembrar de como encontrá-la nos menus.
Usar uma caixa de pesquisa pode ser um pouco mais fácil e rápido do que navegar em hierarquias
complicadas de menus. O HUD também pode ser mais acessível do que menus normais para algumas
pessoas que são incapazes de controlar com precisão um ponteiro de mouse.

Usar o HUD
É fácil testar o HUD:
1. Tecle Alt para abrir o HUD.
2. Comece a digitar.
3. Quando você vir um resultado que deseja executar, use as teclas para cima e para baixo para
selecionar o resultado, então pressioneEnter, ou basta clicar no resultado da pesquisa desejado.
4. Se você mudar de ideia e quiser sair do HUD, simplesmente tecle Alt novamente ou Esc. Você
também pode clicar em qualquer lugar fora do HUD para fechar o HUD.
O HUD controla o seu histórico de buscas e ajusta os resultados da pesquisa para ser ainda mais útil
quanto mais você usá-lo.

Alterne entre Janelas

A Partir do Lançador
1. Mostrar o lançador movendo o seu mouse para o canto superior esquerdo da tela.
2. Os aplicativos que estão em execução tem um pequeno triângulo branco no seu lado esquerdo.
Clique no aplicativo que está em execução para alternar para ele.
3. Se um aplicativo em execução tiver múltiplas janelas abertas, haverá múltiplas flechas brancas à
esquerda. Clique no ícone do aplicativo uma segunda vez para mostrar todas as janelas abertas
reduzidas. Clique na janela para a qual você quer alternar.

Do Teclado
1. Quando você mantiver pressionada a tecla Alt e então pressionar Tab, um seletor de
janelas aparece exibindo uma lista de ícones dos aplicativos que estão sendo executados no momento.

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- Continue pressionando Tab quantas vezes necessário até que você chegue à tecla que deseja.
- Para trocar para a janela anterior, mantenha a tecla Alt pressionada e passe a pressionar Shift+Tab.
- Somente janelas do espaço de trabalho atual serão mostradas. Para mostrar janelas de todos os
espaços de trabalho, mantenha pressionadas as teclas Ctrl e Alt e pressione Tab ou Shift+Tab.
2. Pressione Windows+W para mostrar todas as janelas abertas em tamanho reduzido.
- Clique na janela para a qual você quer alternar.

Janelas e Espaços de Trabalho


Como outras áreas de trabalho, o Unity lança mão de janelas para apresentar os aplicativos ativos.
Com o painel e o lançador, você pode abrir novos aplicativos e controlar aqueles que estiverem ativos.
Além das janelas, você pode agrupar seus aplicativos em espaços de trabalho. Visite os tópicos sobre
janelas e espaços de trabalho abaixo para aprender a usar esses recursos.

Janelas Lado-a-Lado
Você pode maximizar uma janela somente do lado esquerdo ou direito da tela, permitindo-lhe colocar
duas janelas lado a lado para alternar rapidamente entre elas.
Para maximizar uma janela ao longo da lateral da tela, pegue a barra de títulos e arraste-a para a
esquerda ou para a direita até que metade da tela seja destacada. Utilizando o teclado, mantenha
pressionadas as teclas Ctrl e Super e pressione a tecla Esquerda ou Direita.
Mantenha pressionada a tecla Alt e arraste para qualquer lugar uma janela para movê-la.

Maximize e Restaure uma Janela


Você pode maximizar uma janela para ocupar todo o espaço em seu área de trabalho e restaurar uma
janela para restaurar seu tamanho normal. Também é possível maximizar as janelas verticalmente ao
longo dos lados esquerdo e direito da tela, assim você pode facilmente olhar para duas janelas ao mesmo
tempo. Ver Janelas lado-a-lado para detalhes.
Para maximizar uma janela, pegue a barra de título e arraste-a para o topo da tela, ou apenas dê um
clique-duplo sobre a barra de título. Para maximizar uma janela utilizando o teclado, mantenha
pressionadas as teclas Ctrl e Super e pressione ↑.
Para restaurar uma janela para o seu estado não-maximizado, arraste-a para longe das bordas da tela.
Se a janela estiver totalmente maximizada, você pode executar um clique-duplo na barra de título para
restaurá-la. Você também pode usar o atalho de teclado Ctrl+Super+↓.
Mantenha pressionada a tecla Alt e arraste para qualquer lugar uma janela para movê-la.

Operações de Janela
Janelas podem ser redimensionadas ou escondidas para atender o fluxo de trabalho.

Minimizar, Restaurar e Fechar


Para minimizar ou esconder uma janela:
1. Clique na barra de menu no canto superior esquerdo do aplicativo. Se o aplicativo estiver
maximizado (ocupando toda a sua tela), a barra de menu irá aparecer no topo da tela. Caso contrário, o
botão minimizar irá aparecer no topo da janela do aplicativo.
2. Ou pressione Alt+Espaço para abrir o menu da janela. Então pressione n. A janela "desaparece"
para o lançador.
Para restaurar a janela.
1. Clique no lançador ou recupere-a pelo alternador de janelas pressionando Alt+Tab.
Para fechar a janela:
1. Clique em x no canto superior esquerdo da janela, ou
2. Pressione Alt+F4, ou
3. Pressione Alt+Espaço para visualizar o menu de janelas. Então, pressione c.

Redimensionar
Uma janela não pode ser redimensionada se está maximizada.
Para redimensionar sua janela horizontalmente e/ou verticalmente:
1. Mova o cursor do mouse para qualquer canto da janela até que ele se transforme em um 'cursor-
de-canto'. Clique+segure+arraste para redimensionar a janela em qualquer direção.
Para redimensionar somente na direção horizontal:
1. Mova o cursor do mouse para ambos os lados da janela até que se transforme em um 'cursor-
lateral'. Clique+segure+arraste para redimensionar a janela horizontalmente.

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Para redimensionar somente na direção vertical:
1. Mova o cursor do mouse para a parte superior ou inferior da janela até que se transforme em um
'cursor-superior' ou 'cursor-inferior' respectivamente. Clique+segure+arraste para redimensionar a janela
verticalmente.

Organizando Janelas em sua Área de Trabalho


Para colocar duas janelas lado a lado:
1. Clique na barra de título da janela e arraste-a em direção à margem esquerda da tela. Quando
o cursor do mouse tocar a borda, a metade esquerda da tela fica em destaque. Solte o botão do mouse
e a janela irá preencher a metade esquerda da tela.
2. Arraste outra janela para o lado direito: quando a metade direita da tela estiver em destaque, solte-
a. Cada uma das duas janelas preenche metade da tela.
Pressione Alt + clique em qualquer lugar em uma janela irá permitir que você mova a janela. Algumas
pessoas podem achar isso mais fácil do que clicar na barra de título do aplicativo.

O que é um Espaço de Trabalho e como Ele Poderá me Ajudar?

Os espaços de trabalho são agrupamentos de janelas em seu ambiente de trabalho. Essas áreas
virtuais aumentam o tamanho da área disponível para trabalhar. Espaços de trabalho tem o objetivo de
reduzir a desordem e facilitar a navegação pela área de trabalho.
Os espaços de trabalho podem ser usados para organizar seu trabalho. Por exemplo, você poderia ter
todas as suas janelas de comunicação, como programas de e-mail e de bate-papo, em um espaço,
enquanto que o trabalho que você está fazendo em um espaço diferente. Seu gerenciador de música
poderia estar em um terceiro espaço de trabalho.
Abra o lançador e clique no ícone alternador de espaços de trabalho na parte de baixo. Por padrão, o
Ubuntu exibe 4 espaços de trabalho, divididos em 2 linhas e 2 colunas. Você pode alterar o número de
espaços de trabalho:
Alterar o número de espaços de trabalho
1. Vá ao painel e abra o Terminal.
2. Para alterar o número de linhas, digite o seguinte comando, mudando o número final para o
número que desejar. Pressione Enter.
gconftool-2 --type=int --set /apps/compiz-1/general/screen0/options/vsize 2
3. Para alterar o número de colunas, digite o seguinte comando, mudando o número final para o
número que desejar. Pressione Enter.
gconftool-2 --type=int --set /apps/compiz-1/general/screen0/options/hsize 2

Alterne entre Espaços de Trabalho


Usando o mouse:
Abra o Lançador e clique no botão do alternador de espaços de trabalho, localizado na parte de baixo
da tela. Dê um clique duplo em qualquer janela ou espaço de trabalho para acessá-lo, ou pressione o
botão do alternador de espaços de trabalho novamente para retornar ao espaço de trabalho em que
estava.
Usando o teclado:
1. Pressione Ctrl+Alt+→ para mover-se para um espaço de trabalho que está a direita do espaço de
trabalho atual.

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2. Pressione Ctrl+Alt+← para alternar para um espaço de trabalho que está à esquerda do espaço
de trabalho atual.
3. Pressione Ctrl+Alt+↓ para alternar para um espaço de trabalho que está abaixo do espaço de
trabalho atual.
4. Pressione Ctrl+Alt+↑ para alternar para um espaço de trabalho que está acima do espaço de
trabalho atual.

Mover uma janela para um espaço de trabalho diferente


Usando o mouse:
1. Abra o Lançador e clique no botão Alternador de espaços de trabalho, próximo à parte inferior.
2. Arraste a janela para o espaço de trabalho que você escolher.

Usando o teclado:
1. Selecione a janela que você deseja mover.
2. Pressione Ctrl+Alt+Shift+→ para mover a janela para um espaço de trabalho que está à direita do
espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.
3. Pressione Ctrl+Alt+Shift+← para mover a janela para um espaço de trabalho que está à esquerda
do espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.
4. Pressione Ctrl+Alt+Shift+↓ para mover a janela para um espaço de trabalho que está abaixo do
espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.
5. Pressione Ctrl+Alt+Shift+↑ para mover a janela para um espaço de trabalho que está acima do
espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.

Mover uma Janela para um Espaço de Trabalho Diferente


Usando o mouse:
1. Abra o Lançador e clique no botão Alternador de espaços de trabalho, próximo à parte inferior.
2. Arraste a janela para o espaço de trabalho que você escolher.
Usando o teclado:
1. Selecione a janela que você deseja mover.
2. Pressione Ctrl+Alt+Shift+→ para mover a janela para um espaço de trabalho que está à direita do
espaço de trabalho atual noalternador de espaços de trabalho.
3. Pressione Ctrl+Alt+Shift+← para mover a janela para um espaço de trabalho que está à esquerda
do espaço de trabalho atual noalternador de espaços de trabalho.
4. Pressione Ctrl+Alt+Shift+↓ para mover a janela para um espaço de trabalho que está abaixo do
espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.
5. Pressione Ctrl+Alt+Shift+↑ para mover a janela para um espaço de trabalho que está acima do
espaço de trabalho atual no alternador de espaços de trabalho.

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Instalar Programa Adicional
A equipe de desenvolvimento do Ubuntu optou por um conjunto padrão de aplicativos que achamos
tornar o Ubuntu muito útil para a maioria das tarefas do dia-a-dia. No entanto, você certamente desejará
instalar mais programas para tornar o Ubuntu mais útil.
Para instalar programa adicional, complete os seguintes passos:
1. Conecte-se à Internet usando uma conexão sem fio ou uma conexão com fio.
2. Clique no ícone Central de programas do Ubuntu no lançador ou pesquise por Central de
programas no painel.
3. Quando a Central de Programas iniciar, pesquise por um aplicativo ou selecione uma categoria e
encontre um aplicativo na lista.
4. Selecione o aplicativo que você está interessado e clique em Instalar.
5. Você será solicitado a digitar sua senha. Depois de ter feito isso a instalação começará.
6. A instalação geralmente termina em pouco tempo, mas pode demorar se você tiver uma conexão
lenta com a Internet.
7. Um atalho para o seu novo aplicativo será adicionado no lançador. Para desativar este recurso,
demarque Visualizar ▸ Novos aplicativos no lançador.

Remover um Aplicativo
A Central de Programas do Ubuntu torna mais fácil remover o software que você não usa mais.
1. Clique no ícone Central de programas do Ubuntu no lançador ou pesquise por Central de
programas no painel.
2. Quando a Central de programas abre, clique no botão Instalado no topo.
3. Encontre o aplicativo que você deseja remover utilizando a caixa de pesquisa ou procurando na
lista dos aplicativos instalados.
4. Selecione um aplicativo e clique em Remover.
5. Você poderá ser requisitado para digitar sua senha. Depois que você tenha feito isso, o aplicativo
será removido.
Para funcionarem corretamente alguns aplicativos dependem da instalação de outros. Se você tentar
remover um aplicativo que é necessário a algum outro, ambos serão removidos. Você será solicitado a
confirmar que é o que você deseja antes da remoção dos aplicativos.

Adicionar Repositórios Adicionais de Softwares


Aplicativos estão disponíveis a partir de fontes de terceiros, bem como do padrão de repositórios de
aplicativos do Ubuntu. Se você quiser instalar o aplicativo a partir de um repositório de terceiros, você
deve adicioná-lo à lista de repositórios disponíveis do Ubuntu.
Somente adicione repositórios de programas de fontes que você confia!
Repositórios de programas de terceiros não são verificados quanto à segurança e confiabilidade pelos
membro do Ubuntu, e podem conter programas que sejam nocivos ao seu computador.
Instalar outros repositórios
1. Clique no ícone da Central de Programas do Ubuntu, localizado no Lançador ou pesquise por
Central de Programas do Ubuntu na barra de pesquisa do Painel.
2. Quando o a Central de Programas for iniciada, clique em Editar ▸ Canais de software
3. Você será solicitado a digitar a sua senha. Após ter feito isso, mude para a aba Outros programas.
4. Clique em Adicionar e digite a linha do APT do repositório. Esta linha deverá estar disponível no
site do repositório e deve ter esta semelhança:
deb [Link] precise main
5. Clique em Adicionar Fonte e feche a janela dos Canais de Software. A Central de Programas do
Ubuntu verificará os seus canais de software para novas atualizações.

Ativar o Repositório do Parceiro da Canonical


O repositório de Parceiros da Canonical oferece alguns aplicativos proprietários que embora não
custem dinheiro para serem usados, são proprietários. Ele inclui programas como o Skype, o Adobe
Reader e o Plug-in do Adobe Flash. Programas nesse repositório aparecerão na Central de Programas
do Ubuntu, mas não serão instaláveis até que esse repositório seja habilitado.
Para habilitar o repositório, siga os passos acima para abrir a aba Outros programas em Fontes de
programas. Se você vir o repositório Parceiros da Canonical na lista, certifique-se de que ele está
marcado e então feche a janela de Fontes de programas. Se você não o vir, clique Acrescentar e digite:
deb [Link] precise partner

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Clique em Adicionar Fonte e feche a janela dos Canais de Software. Aguarde um momento para que
a Central de Programas do Ubuntu baixe a informação do repositório.

Adicionar um Arquivo de Pacote Pessoal (PPA)


Arquivos de Pacotes Pessoais (PPAs) são repositórios de programas desenhados por usuários do
Ubuntu e são mais fácil de se instalar do que outros repositórios de terceiros.
Somente adicione repositórios de programas de fontes que você confia!
Repositórios de programas de terceiros não são verificados quanto à segurança e confiabilidade pelos
membro do Ubuntu, e podem conter programas que sejam nocivos ao seu computador.
Instalar um PPA
1. Na página de visão geral do PPA, procure o título Adicionando este PPA ao seu sistema. Tome
nota da localização do PPA, que deve ser semelhante a: ppa:mozillateam/firefox-next.
2. Clique no ícone Central de programas do Ubuntu no lançador ou pesquise por Central de
programas no painel.
3. Quando o a Central de Programas for iniciada, clique em Editar ▸ Canais de software
4. Selecione a aba Outro software.
5. Clique em Adicionar e digite a localização ppa:.
6. Clique em Adicionar.... Digite a sua senha na janela Autenticar.
7. Fecha a janela de Canais de software. A Central de programas Ubuntu irá então verificar os canais
de software por novos aplicativos.

Use o Synaptic para Gerenciamento mais Avançado de Aplicativos


Gerenciador de pacotes Synaptic é mais poderoso e pode executar algumas tarefas de gerenciamento
de programas que a Central de Programas do Ubuntu não pode. A interface do Synaptic é mais
complicada e não tem suporte aos recursos mais novos da Central de Programas como avaliações e
resenhas e, por isto, seu uso não é recomendado para aqueles que são novatos no Ubuntu.
O Synaptic não vem instalado por padrão, mas você pode instalar com a Central de Programas.
Instalar programas com o Synaptic
1. Abra o Synaptic a partir do painel ou do lançador. Você deverá digitar sua senha na
janela Autenticar.
2. Clique em Pesquisar para pesquisar por um aplicativo, ou clique em Seções e procure nas
categorias para encontrá-lo.
3. Clique com o botão direito no aplicativo que você deseja instalar e selecione Marcar para
instalação.
4. Se você for perguntado se você gostaria de marcar mudanças adicionais, clique Marcar.
5. Selecione qualquer outro aplicativo que você gostaria de instalar.
6. Clique em Aplicar e clique em Aplicar na janela que aparece. Os aplicativos que você escolheu
serão baixados e instalados.

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Navegue por Arquivos e Pastas

Use o gerenciador de arquivos Arquivos para navegar e organizar os arquivos no seu computador.
Você também pode usá-lo para gerenciar os arquivos em dispositivos de armazenamento (como discos
rígidos externos), em servidores de arquivos e em compartilhamentos em rede.
Para abrir o gerenciador de arquivos, abra Arquivos no Painel. Você pode também procurar por
arquivos e pastas no Painel da mesma forma que faria para procurar por aplicativos. Eles irão aparecer
sob o título Arquivos e pastas.
Outra maneira de abrir o gerenciar de arquivos é selecionar o atalho Pasta pessoal no lançador.

Explorando o Conteúdo de Pastas


No gerenciador de arquivos, dê um duplo clique em qualquer pasta para ver seu conteúdo, e dê um
duplo clique em qualquer arquivo para abri-lo com o seu aplicativo padrão. Você também pode efetuar
um clique com o botão direito em uma pasta para abri-la em uma nova aba ou janela. Na visão de lista,
você pode clicar no expansor ao lado de uma pasta para mostrar seu conteúdo em uma árvore.
A barra de caminho acima da lista de arquivos e pastas lhe mostra qual pasta você está vendo,
inclusive as pastas ascendentes da pasta atual. Clique em uma pasta ascendente nessa barra para ir até
ela. Clique com o botão direito em qualquer pasta na barra de caminho para abri-la em uma nova aba ou
janela, copia-la ou move-la, ou acessar suas propriedades.
Se quiser pular rapidamente para um arquivo na pasta que estiver vendo, comece a digitar seu nome.
Uma caixa de busca aparecerá no parte inferior da janela, e o primeiro arquivo que coincidir com sua
busca será destacado. Pressione a tecla de seta para baixo ou Ctrl+G, ou role com o mouse, para saltar
para o próximo arquivo que coincida com a sua pesquisa.
Você pode ter um acesso rápido a lugares comuns no painel lateral. Se não quiser vê-lo, clique
em Ver ▸ Painel lateral ▸ Ver painel lateral. Você pode adicionar marcadores a pastas que você use com
frequência, e elas aparecerão no painel lateral. Use o menu Marcadores para fazer isso, ou simplesmente
arraste uma pasta para o painel lateral.
Se você move arquivos frequentemente entre pastas aninhadas, você pode preferir mostrar
uma árvore de arquivos no painel lateral. Clique em Ver ▸ Painel lateral ▸ Árvore para ativar a árvore no
painel lateral. Clique na seta expansora ao lado de uma pasta para mostrar suas pastas descendentes
na árvore, ou clique em uma pasta para abri-la na janela.

Copie ou Mova Arquivos e Pastas


Um arquivo ou pasta pode ser copiado ou movido para uma nova localização, arrastando e soltando
com o mouse, usando os comandos copiar e colar, ou usando atalhos de teclado.
Por exemplo, você pode querer copiar uma apresentação para um pendrive, para poder levá-la ao
trabalho com você. Ou você poderia fazer uma cópia de segurança de um documento antes de fazer
alterações nele (e, assim, usar a cópia antiga se não gostar das suas mudanças).
Estas instruções se aplicam tanto a arquivos como a pastas. Você copia e move arquivos e pastas
exatamente da mesma forma.

Copiar e Colar Arquivos


Selecione o arquivo que queira copiar clicando nele uma vez.
Clique em Editar ▸ Copiar, ou pressione Ctrl+C.
Navegue para outra pasta, onde que você queira colocar a cópia do arquivo.
Clique em Editar ▸ Colar para finalizar a cópia do arquivo, ou pressione Ctrl+V. Agora existirá uma
cópia do arquivo na pasta original e na outra pasta.

Recorte e Cole Arquivos para Movê-los


Selecione o arquivo que queira mover, clicando nele uma vez.

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Clique em Editar ▸ Recortar, ou pressione Ctrl+X.
Navegue para outra pasta, para onde você queira mover o arquivo.
Clique em Editar ▸ Colar para finalizar a movimentação do arquivo, ou pressione Ctrl+V. O arquivo
será retirado de sua pasta original e movido para outra pasta.

Arraste Arquivos para Copiar ou Mover


Abra o gerenciador de arquivos e vá para a pasta que contenha o arquivo que queira copiar.
Clique em Arquivo ▸ Nova janela (ou pressione Ctrl+N) para abrir uma segunda janela. Lá, navegue
até a pasta para a qual você queira mover ou copiar o arquivo.
Clique e arraste o arquivo de uma janela para outra. Isso irá movê-lo se o destino estiver
no mesmo dispositivo, ou irá copiá-lo se o destino está em um dispositivo diferente.
Por exemplo, se você arrastar um arquivo de um pendrive USB para sua pasta pessoal, ele será
copiado, porque você está arrastando de um dispositivo para outro.
Você pode forçar o arquivo a ser copiado se mantiver pressionada a tecla Ctrl enquanto arrasta o
arquivo, ou forçá-lo a ser movido se mantiver pressionada a tecla Shift enquanto arrasta.
Você não pode copiar ou mover um arquivo para dentro de uma pasta que é somente-leitura. Algumas
pastas são somente-leitura para evitar que você altere o seu conteúdo. Você pode alterar a propriedade
de somente-leitura alterando as permissões de arquivo.

Exclua Arquivos e Pastas


Se você não quiser mais um arquivou ou pasta, você pode excluí-lo. Quando você exclui um item, ele
é movido para a pasta da Lixeira, onde ele fica armazenado até que você esvazie a lixeira. Você
pode restaurar ítens da pasta da Lixeira para a sua localização original se você resolver que precisa deles
ou se eles foram acidentalmente excluídos.
Para enviar um arquivo para a lixeira:
1. Selecione o item que você quer colocar na lixeira clicando-o uma vez.
2. Pressione Delete no seu teclado. Alternativamente, arraste o item para a Lixeira na barra lateral.
Para excluir arquivos permanentemente e liberar espaço de disco no seu computador, você precisa
esvaziar a lixeira. Para esvaziar a lixeira, clique com o botão direito do mouse em Lixeira na barra lateral
e selecione Esvaziar lixeira.

Apague um Arquivo Permanentemente


Você pode imediatamente apagar um arquivo permanentemente, sem ter que enviá-lo para a lixeira
primeiro.
Para excluir um arquivo permanentemente:
1. Selecione o item que deseja excluir.
2. Mantenha pressionada a tecla Shift, então pressione a tecla Delete no seu teclado.
3. Como você não pode desfazer essa ação, será solicitada a sua confirmação para a exclusão do
arquivo ou pasta.
Se você com frequência necessita excluir arquivos sem usar a lixeira (por exemplo, se você costuma
trabalhar com dados sigilosos), você pode adicionar um item Excluir ao menu de contexto para arquivos
e pastas. Clique em Editar ▸ Preferências e selecione a abaComportamento. Selecione Incluir um
comando excluir que não usa a lixeira.
Arquivos excluídos em um dispositivo removível podem não ser visíveis em outros sistemas
operacionais, como o Windows ou o Mac OS. Os arquivos ainda estão lá e estarão disponíveis se você
inserir o dispositivo de volta em seu computador.

Organizar Arquivos e Pastas


Você pode ordenar arquivos de maneiras diferentes em uma pasta, por exemplo organizando-os em
ordem de data ou tamanho do arquivos. Veja em Maneiras de organizar os arquivos, abaixo, as várias
maneiras de organizar arquivos.
Quando você altera a maneira como os itens são classificados em uma pasta, isto afeta apenas aquela
pasta. O gerenciador de arquivos irá lembrar da sua opção de classificação para aquela pasta, mas irá
usar a ordem de classificação padrão para as demais pastas. Veja em Preferências de visão do
gerenciador de arquivos as informações sobre como alterar a ordem de classificação padrão.
A maneira como você pode organizar arquivos depende da visão da pasta que você está usando. Você
pode alterar a visão atual usando o menu Ver.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Visão de Ícones
Para organizar arquivos em uma ordem diferente, dê um clique com o botão direito em um espaço em
branco da pasta e escolha uma opção do menu Organizar itens. Alternativamente, use o menu Ver ▸
Organizar itens.
Como um exemplo, se você selecionar Organizar por nome do menu Organizar itens, os arquivos
serão classificados pelos nomes, em ordem alfabética. Veja Maneiras de organizar os arquivos para
outras opções.
Você pode classificar em ordem inversa selecionando Ordem reversa do menu Organizar itens.
Para controle completo sobre a ordem e posição dos arquivos na pasta, dê um clique com o botão
direito em um espaço em branco da pasta e selecione Organizar itens ▸ Manualmente. Você pode então
reorganizar os arquivos arrastando-os na pasta. Organização manual somente funciona em visão de
ícones.
A opção Aparência compacta no menu Organizar itens organiza os arquivos para que eles ocupem o
menor espaço possível. Isso é útil se você quer ter muitos arquivos visíveis ao mesmo tempo em uma
pasta.

Visualização em Lista
Para classificar os arquivos em uma ordem diferente, clique em um dos cabeçalhos da coluna no
gerenciador de arquivos. Por exemplo, clique em Tipo para classificar por tipo de arquivo. Clique no
cabeçalho da coluna de novo para classificar na ordem inversa.
Na visão de lista, você pode mostrar colunas com mais atributos e ordenar os elementos nessas
colunas. Clique em Ver ▸ Colunas visíveis e selecione as colunas que você quer que estejam visíveis.
Você será capaz então de ordenar elementos dessas colunas. Veja Preferências das colunas da lista do
gerenciador de arquivos para descrições de colunas disponíveis.

Visão Compacta
Você pode classificar os arquivos em visão compacta do mesmo jeito que você pode classificá-los na
visão de ícone. A única diferença é que você não pode posicionar manualmente os arquivos em qualquer
lugar que você quiser; eles são sempre organizados como uma lista nessa visão.

Maneiras de Organizar Os Arquivos

- Por Nome
Ordena alfabeticamente pelo nome do arquivo.

- Por Tamanho
Classifica pelo tamanho do arquivo (quanto espaço em disco ele consome). Classifica do menor para
o maior tamanho por padrão.

- Por Tipo
Classifica alfabeticamente pelo tipo do arquivo. Arquivos do mesmo tipo são agrupados juntos e depois
classificados pelo nome.

- Por Data de Modificação


Classifica pela data e hora que um arquivo foi alterado pela última vez. Classifica do mais velho para
o mais novo por padrão.

Renomeie um Arquivo ou Pasta


Você pode utilizar o gerenciador de arquivos para alterar o nome de um arquivo ou pasta.
Para renomear um arquivou ou pasta:
1. Clique com o botão direito do mouse no item e selecione Renomear, ou selecione o arquivo e
pressione F2.
2. Digite o novo nome e pressione Enter.
Você também pode renomear um arquivo pela janela de propriedades.
Quando você renomeia um arquivo, somente a primeira parte do nome do arquivo é selecionada; a
sua extensão não (a parte depois do "."). A extensão normalmente identifica que o tipo de arquivo
(exemplo: [Link] é um documento PDF), e normalmente você não quer alterar isso. Se precisar
alterar a extensão também, selecione o nome completo do arquivo e mude-o.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Se você renomeou o arquivo errado, ou nomeou seu arquivo incorretamente, você pode desfazer a
ação de renomear. Para reverter a ação, escolha imediatamente Editar ▸ Desfazer para restaurar o
antigo nome.
Caracteres válidos para nomes de arquivos
Você pode usar qualquer caractere, exceto o caractere / (barra) nos nomes dos arquivos. Alguns
dispositivos, entretanto, utilizam um sistema de arquivos que possuem mais restrições nos nomes de
arquivos. Então, é de boa-prática que os seguintes caracteres sejam evitados nos seus nomes de
arquivos: |, \, ?, *, <, ", :, >, /.
Se você nomear uma arquivo com um . como primeiro caractere, o arquivo estará oculto quando você
você tentar visualizá-lo no gerenciador de arquivos.

Problemas Comuns
O nome do arquivo já está em uso
Dois arquivos ou pastas não podem ter o mesmo nome na mesma pasta. Se você tentar renomear um
arquivo com um nome que já existe dentro da pasta em que você está trabalhando, o gerenciador de
arquivos não vai permitir.
Nomes de arquivos e pastas são diferenciados por maiúsculas e minúsculas, então o nome de
arquivo [Link] não é o mesmo [Link]. Usar diferentes nomes desta maneira é permitido,
apesar de não ser recomendado.
O nome do arquivo é muito longo
Em alguns sistemas de arquivos, nomes de arquivos podem ter mais de 255 caracteres. Este limite de
255 caracteres inclui o nome do arquivo e o caminho para ele (p.
ex., /home/wanda/Documentos/trabalho/propostas-de-negocios/...), então você deve evitar nomes longos
para arquivos e pastas sempre que possível.
A opção para renomear está acinzentada
Se Renomear não estiver disponível, você não tem permissão para renomear o arquivo. Você deve ter
cautela para renomear tais arquivos, eis que renomear alguns arquivos protegidos pode causar
instabilidade no seu sistema.

Abra Arquivos com Outros Aplicativos


Quando você dá um duplo-clique em um arquivo no gerenciador de arquivos, ele será aberto com o
aplicativo padrão para aquele tipo de arquivo. Você pode abri-lo em um programa diferente, buscar
aplicativos na Internet ou configurar o aplicativo padrão para todos arquivos do mesmo tipo.
Para abrir um arquivo com um aplicativo diferente do padrão, clique com o botão direito do mouse no
arquivo e selecione o aplicativo que você deseja a partir do topo do menu. Se você não vê o aplicativo
que você quer, clique em Abrir com outro aplicativo. Por padrão, o gerenciador de arquivos mostra
somente os aplicativos que ele sabe que podem manipular o arquivo. Para ver todos os aplicativos em
seu computador, clique Exibir outros aplicativos.
Se você ainda não achar o aplicativo que você quer, você pode pesquisar por mais aplicativos
clicando Pesquisar aplicativos na Internet. O gerenciador de arquivos irá pesquisar na Internet por
pacotes contendo aplicativos que sabidamente manipulam arquivos daquele tipo.

Altere o Aplicativo Padrão


Você pode alterar o aplicativo padrão que é usado para abrir arquivos de um dado tipo. Isso permitirá
que você abra seus aplicativos preferidos quando der um clique duplo para abrir um arquivo. Por exemplo,
você pode querer que seu reprodutor de música favorito abra quando você dá um clique duplo em um
arquivo MP3.
1. Selecione um arquivo do tipo para o qual você deseja alterar o aplicativo padrão. Por exemplo,
para alterar qual aplicativo é usado para abrir arquivos MP3, selecione um arquivo .mp3.
2. Clique com o botão direito no arquivo e selecione Propriedades.
3. Selecione a aba Abrir com.
4. Selecione o aplicativo que você quer e clique em Configurar como padrão. Por padrão, o
gerenciador de arquivos mostra somente os aplicativos que ele sabe que podem manipular o arquivo.
Para ver todos os aplicativos em seu computador, clique em Exibir outros aplicativos.
Se Outros aplicativos contém um aplicativo que você quer usar algumas vezes, mas não quer que ele
seja padrão, selecione esse aplicativo e clique em Adicionar. Isso irá adicioná-lo em Aplicativos
recomendados. Você será, então, capaz de usar esse aplicativo clicando com o botão direito no arquivo
e selecionando-o da lista.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Compartilhe e Transfira Arquivos
Você pode compartilhar facilmente arquivos com seus contatos ou transferi-los para dispositivos
externos ou compartilhamentos na rede diretamente do gerenciador de arquivos.
1. Abra o gerenciador de arquivos.
2. Localize o arquivo que você quer transferir.
3. Clique com o botão direito no arquivo e selecione Enviar para....
4. A janela Enviar para... irá aparecer. Escolha onde você quer enviar o arquivo e clique em Enviar.
Veja a lista de destinatários abaixo para mais informações.
Você pode enviar vários arquivos de uma vez. Selecione múltiplos arquivos mantendo pressionada a
tecla Ctrl, então clique com o botão direito do mouse em quaisquer dos arquivos selecionados. Você pode
comprimi-los automaticamente em um arquivo zip ou tar.

Destinos
1. Para enviar um arquivo por email, selecione Email e digite o endereço de email do destinatário.
2. Para enviar o arquivo para um contato de mensageiro instantâneo, seleciona Mensageiro
instantâneo, depois selecione contato da lista suspensa. Seu aplicativo de mensageiro instantâneo pode
precisar ser iniciado para isso funcionar.
3. Para gravar o arquivo em um CD ou DVD, selecione Criador de CD/DVD.
4. Para transferir o arquivo a um dispositivo Bluetooth, selecione Bluetooth (OBEX Push) e selecione
o dispositivo ao qual o arquivo será enviado. Você verá somente dispositivos com os quais já pareou.
5. Para copiar um arquivo para um dispositivo externo tal como um pendrive, ou para enviá-lo para
um servidor ao qual você esteja conectado, selecione Discos removíveis e compartilhamentos, então
selecione o dispositivo ou servidor para o qual você deseja copiar o arquivo.

Encontre um Arquivo Perdido


Se você criou ou baixou um arquivo, mas agora não consegue encontrá-lo, siga estas dicas.
Se você não se lembra onde salvou o arquivo, mas tem alguma ideia de como o nomeou, você pode
procurar o arquivo pelo nome.
Se você acabou de baixar o arquivo, seu navegador web pode ter salvo automaticamente em uma
pasta comum. Verifique as pastas Área de trabalho e Downloads na sua pasta inicial.
Você pode ter excluído o arquivo acidentalmente. Quando você excluir um arquivo, ele é movido para
a lixeira, onde fica até que você esvazie a lixeira manualmente.
Você pode ter renomeado o arquivo de um jeito que o fez ficar oculto. Arquivos que começam com
um . ou terminam com um ~ são ocultos no gerenciador de arquivos. Clique em Ver ▸ Mostrar arquivos
ocultos no gerenciador de arquivos.

Grave Arquivos em um CD ou DVD


Você pode colocar arquivos em um disco vazio usando o Criador de CD/DVD. A opção para criar um
CD ou DVD aparecerá no gerenciador de arquivos assim que você colocar o CD no seu gravador de
CD/DVD. O gerenciador de arquivos lhe permite transferir arquivos para outros computadores ou
realizar cópias de segurança pondo arquivos em um disco vazio. Para gravar arquivos em CD ou DVD:
1. Coloque um disco vazio em sua unidade gravadora de CD/DVD.
2. Na janela Disco de CD/DVD-R em branco que aparecer, selecione Criador de CD/DVD e clique
em OK. O janela de pastas do Criador de CD/DVD irá se abrir.
(Você pode também clicar em Disco de CD/DVD-R em branco abaixo de Dispositivos no gerenciador
de arquivos da barra lateral.
3. No campo Nome do disco, digite um nome para o disco.
4. Arraste ou copie os arquivos desejados para dentro a janela.
5. Clique em Gravar no disco.
6. Em Selecione um disco para gravar, escolha o disco virgem.
(você também pode escolher Arquivo de imagem. Isso colocará os arquivos em uma imagem de disco,
que ficará gravada em seu computador. Você poderá, então, queimar essa imagem em um disco virgem
posteriormente)
7. Clique em Propriedades se você quiser ajustar a velocidade da gravação, a localização dos
arquivos temporários, e outras opções. As opções padrão devem servir.
8. Clique no botão Gravar para iniciar a gravação.
Se Queimar diversas cópias estiver marcado, lhe serão solicitados discos adicionais.
9. Quando a gravação do disco for concluída, ele será ejetado automaticamente. Escolha Fazer mais
cópias ou Fechar para sair.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para projetos mais avançados de gravação de CD/DVD, experimente o Brasero.
Brasero é uma aplicação para gravar CDs e DVDs, projetado para ser fácil de usar, oferecendo todas
as ferramentas necessárias para a gravação.
Com Brasero você pode:
- Gravar dados em CDs e DVDs;
- Gravar CDs de áudio a partir de arquivos de áudio digital (tais como OGG, FLAC e MP3);
- Copiar CDs e DVDs;
- Crie DVDs de vídeo ou SVCDs;
- Crie arquivos de imagem e gravar arquivos de imagem existentes;
- Apagar CD -RW e DVD- RWs;
- Verifique a integridade dos discos e imagens de disco.

Se o Disco não Foi Gravado Devidamente


Às vezes o computador não grava os dados corretamente e você pode não conseguir ver os arquivos
que você colocou no disco quando inseri-lo em um computador.
Neste caso, tente gravar o disco novamente utilizando uma velocidade de gravação mais baixa, p. ex.
12x em vez de 48x. Gravar em uma velocidade mais baixa é mais confiável. Você pode escolher a
velocidade clicando no botão Propriedades na janela Criador de CD/DVD.

Procure Arquivos em um Servidor ou um Compartilhamento de Rede


Você pode conectar a um servidor ou a um compartilhamento de rede para navegar e visualizar
arquivos naquele servidor, exatamente como se eles estivessem no seu próprio computador.
Para navegar por arquivos em uma rede, abra o gerenciador de arquivos. Então clique em Navegar na
rede na barra lateral, ou selecione Rede a partir do menu Ir. O gerenciador de arquivos irá encontrar todos
os computadores em sua rede local que se anunciam como servidores de arquivos. Se você deseja se
conectar a um servidor na Internet, ou se você não consegue ver o computador que está procurando,
você pode se conectar manualmente a um servidor digitando o seu endereço de Internet/rede.
Conecte-se a um servidor de arquivos
No gerenciador de arquivos, clique em Arquivo ▸ Conectar ao servidor....
Digite o endereço do servidor, selecione o tipo de servidor e digite todas as informações adicionais
requisitadas. Então, clique Conectar. Detalhes sobre os tipos de servidores estão listados abaixo.
Para servidores na Internet, geralmente você poderá usar o nome de domínio (p.
ex., [Link]). Para computadores na sua rede local, entretanto, você terá que usar o endereço
IP numérico.
Uma nova janela será aberta mostrando os arquivos no servidor. Você poderá navegar pelos arquivos
como faria em seu próprio computador.
O servidor também será adicionado à barra lateral para que você possa acessá-lo rapidamente no
futuro

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Tipos Diferentes de Servidores
Você pode conectar-se a diferentes tipos de servidores. Alguns servidores são públicos e permitem
que qualquer pessoa se conecte. Outros servidores requerem que você efetue log in, com um nome de
usuário e senha.
Você pode não ter permissões para executar algumas ações nos arquivos de um servidor. Por
exemplo, em sites públicos de FTP, você provavelmente não será capaz de excluir arquivos.

Tipos de Servidores

- SSH
Se você tem uma conta SSH em um servidor, você pode conectar usando esse método. Muitos
provedores de hospedagem fornecem contas SSH aos membros para que eles possam enviar arquivos
de forma segura. Servidores SSH sempre requerem que você se autentique. Se você usa uma chave
SSH para autenticação, deixe o campo senha em branco.
Quando estiver utilizando o SSH, todos os dados que você enviar (incluindo a sua senha) serão
encriptados para que outros usuários na rede não os vejam.

- FTP (Com Login)


O FTP é uma maneira popular de trocar arquivos na Internet. Porque os dados não são encriptados
no FTP, muitos servidores agora fornecem acesso através de SSH. Alguns servidores, entretanto, ainda
permitem ou requerem que você use o FTP para enviar e receber arquivos. Os sites de FTP com logins
geralmente irão permitir que você exclua e envie arquivos.

- FTP Público
Sites que permitem que você baixe arquivos irão algumas vezes prover acesso ftp público ou anônimo.
Esses servidores não necessitam um nome de usuário e senha, e não irão permitir que você apague ou
envie arquivos.
Alguns sites ftp anônimos requerem que você inicie uma sessão com um nome de usuário público e
senha, ou com um nome de usuário público usando seu endereço de e-mail como senha. Para esses
servidores, use o método ftp (com autenticação), e use as credenciais especificadas pelo site ftp.

- Compartilhamento Windows
Computadores com Windows usam um protocolo proprietário para compartilhar arquivos pela rede
local. Computadores em uma rede Windows são às vezes agrupados por domínios visando organização
e melhor controle de acesso. Se você tem as permissões corretas no computador remoto, você pode se
conectar em um compartilhamento Windows a partir do gerenciador de arquivos.

- WebDAV e WebDAV Seguro


Baseado no protocolo HTTP que é usado na Internet, WebDAV é usado às vezes para compartilhar
arquivos numa rede local e para armazenar arquivos na Internet. Se o servidor a que você está
conectando suportar conexões seguras, você deverá escolher esta opção. WebDAV seguro utiliza
criptografia SSL, para que outros usuários não vejam a sua senha.

Propriedades do Arquivo
Para visualizar informações sobre um arquivo ou pasta, clique com o botão direito e
selecione Propriedades. Você também pode selecionar o arquivo e pressionar Alt+Enter.
A janela de propriedades do arquivo mostra informações como tipo de arquivo, tamanho do arquivo, e
quando foi modificado pela última vez. Se você precisar de informações várias vezes, você pode exibi-las
em listar colunas de exibição ou legendas dos ícones.
As informações fornecidas na aba Básico são explicadas abaixo. Há também as
abas Permissões e Abrir com. Para alguns tipos de arquivos, como imagens e vídeos, haverá uma aba
extra que fornece informações como dimensões, duração e codec.

Propriedades Básicas

- Nome
Você pode renomear o arquivo alterando este campo. Você pode também renomear um arquivo fora
da janela de propriedades.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Tipo
Isto ajuda você a identificar o tipo de arquivo, como um documento PDF, Texto OpenDocument ou
imagem JPEG. O tipo de arquivo determina quais aplicativos podem abri-lo, entre outras coisas. Por
exemplo, você não pode abrir uma foto com um reprodutor de música.
O tipo MIME do arquivo é mostrado entre parênteses; o tipo MIME é uma maneira padrão que os
computadores utilizam para se referir ao tipo de arquivo.
- Conteúdo
Este campo é apresentado se você está olhando as propriedades de uma pasta em vez de um arquivo.
Ele ajuda você a ver o número de itens na pasta. Se a pasta inclui outras pastas, cada pasta interna é
contada como um item, mesmo que contenha mais itens. Cada arquivo também é contado como um item.
Se a pasta estiver vazia, o conteúdo irá apresentar nada.

- Tamanho
Este campo é apresentado se você está olhando um arquivo (não uma pasta). O tamanho de um
arquivo diz quanto espaço de disco ele toma. É também um indicador de quanto tempo levará para ser
baixado ou enviado em uma mensagem de e-mail (arquivos grandes levam mais tempo para enviar e
receber).
Tamanhos podem ser dados em bytes, KB, MB ou GB; no caso dos últimos três, o tamanho em bytes
também será dado entre parênteses. Tecnicamente, 1KB é 1024 bytes, 1MB é 1024 KB e assim por
diante.

- Local
A localização de cada arquivo no seu computador é dada por seu caminho absoluto. Este é um
"endereço" único do arquivo no seu computador, formado pela lista das pastas que você teria que ir para
encontrar o arquivo. Por exemplo, se Maria tivesse um arquivo chamado Currí[Link] sua pasta
pessoal, sua localização seria /home/maria/Currí[Link].

- Volume
O sistema de arquivos ou dispositivo em que o arquivo está armazenado. Mostra a você onde o arquivo
está fisicamente armazenado, por exemplo se está no disco rígido ou num CD, ou um compartilhamento
de rede ou servidor de arquivos. Discos rígido podem ser divididos em diversas partições de disco; a
partição será mostrada abaixo de Volume também.

- Espaço livre
Isto só é apresentado para pastas. Dá a você a quantidade de espaço de disco que está disponível no
disco onde a pasta se encontra. Isto é útil para verificar se o disco rígido está cheio.

- Acessado
A data e hora de quando o arquivo foi aberto pela última vez.
Modificado
A data e hora de quando o arquivo foi modificado pela última vez.

Recupere um Arquivo da Lixeira


Se você excluir uma arquivo com o gerenciador de arquivos, o arquivo é colocado geralmente
na Lixeira e sua recuperação deve ser possível.
Para restaurar um arquivo da Lixeira:
1. Abra o lançador e então clique no atalho Lixeira que está localizado mais abaixo no lançador.
2. Se o arquivo excluído estiver lá, clique com o botão direito do mouse sobre ele e
selecione Restaurar. Ele será restaurado na pasta de onde foi excluído.
Se você excluiu o arquivo pressionando Shift+Delete , ou utilizando a linha de comando, o arquivo será
permanentemente removido. Os arquivos que foram permanentemente removidos não podem ser
recuperados a partir da Lixeira.
Há várias ferramentas de recuperação disponíveis que, às vezes, são capazes de recuperar arquivos
que foram permanentemente excluídos. Entretanto, em geral estas ferramentas não são fáceis de usar.
Se você excluiu por acidente um arquivo de forma permanente, é melhor pedir orientação em um fórum
de suporte para ver se você consegue recuperá-lo.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Preferências de Visão do Gerenciador de Arquivos
Você pode controlar a visualização padrão para novas pastas, como arquivos e pastas são ordenados
por padrão, o nível de zoom para as visualizações de ícone e compacta, e quando os arquivos são
exibidos na árvore da barra lateral. Em qualquer janela do gerenciador de arquivos, clique
em Editar ▸ Preferências e selecione a aba Visões.

- Visualização Padrão
Ver novas pastas usando
Por padrão, novas pastas são mostradas em visão de ícone. Você pode selecionar uma visão para
cada pasta enquanto navega e o gerenciador de arquivos irá lembrar qual visão você prefere para cada
pasta. Mas se você usa a lista ou visão compacta frequentemente, você pode usar essas visões por
padrão.
Altere a visão para uma pasta individual pelo menu Ver clicando em Ícones, Lista ou Compacta.

- Organizar Itens
Você pode organizar os itens em sua pasta por nome, tamanho de arquivo tipo de arquivo, data da
última modificação, data do último acesso ou data de exclusão. Você pode mudar a forma com que os
arquivos de uma determinada pasta são classificados através do menu Exibir ▸ Organizar itens ou
clicando nos cabeçalhos de cada coluna da exibição em lista. Esse menu somente afeta a pasta atual, e
o gerenciador de arquivos lembrará da sua técnica de classificação preferida para cada pasta.
Utilize a caixa de combinação Arranjar itens nas configurações para mudar a ordem padrão das novas
pastas.

- Pastas Antes de Arquivos


Por padrão, o gerenciador de arquivos exibirá todas as pastas antes dos arquivos. Pastas e arquivos
serão organizados de acordo com a ordem de classificação selecionada. Se você prefere não tratar pastas
especialmente e tê-las misturadas com arquivos de acordo com a ordem de classificação, desmarque
esta opção.

- Mostrar Arquivos Ocultos e de Cópia de Segurança


O gerenciador de arquivos não mostra arquivos e pastas ocultas por padrão. Você pode fazer arquivos
ocultos aparecerem em uma das janelas a partir do menu Ver. Se você preferir que seus arquivos ocultos
sempre apareçam ou se quiser visualizar os arquivos ocultos em todas as janelas abertas do gerenciador
de janelas, escolha essa opção.

Padrões da Visualização de Ícones

- Nível de Zoom Padrão


Você pode deixar os ícones e textos maiores ou menores na exibição de ícones. Você pode fazer isso
para uma pasta em particular a partir do menu Ver, e o gerenciador de arquivos lembrará de sua escolha
de ampliação para cada pasta. Se você utiliza um nível de ampliação maior ou menor com frequência,
você pode escolher um valor padrão nessa opção.
Na visualização de ícones, são mostradas mais ou menos legendas de acordo com o seu nível de
ampliação. Texto ao lado dos ícones
Ao escolher essa opção, nomes de arquivos e pastas aparecerão à direita dos ícones, em vez de
embaixo deles. Trata-se de uma disposição mais compacta, que permite a você ver mais informações de
uma vez só.

Padrões da Visualização Compacta

- Nível de Zoom Padrão


Você pode deixar os ícones e textos maiores ou menores na visualização compacta. Você pode fazer
isso para uma pasta em particular a partir do menu Ver, e o gerenciador de arquivos lembrará de sua
escolha de ampliação para cada pasta. Se você utiliza um nível de ampliação maior ou menor com
frequência, você pode escolher um valor padrão nessa opção.
Todas as colunas tem a mesma largura.
Por padrão, cada coluna da visualização compacta é tão larga quanto for necessário para caber os
nomes dos itens nessa coluna. Ao escolher essa opção, todas as colunas terão a mesma largura. Isso

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
fará com que os arquivos e pastas com nomes mais compridos que a largura da coluna apareçam com
reticências (...) ao final.

Padrões da Visualização em Lista

- Nível de Zoom Padrão


Você pode deixar os ícones e textos maiores ou menores na exibição em lista. Você pode fazer isso
para uma pasta em particular a partir do menuVer, e o gerenciador de arquivos lembrará de sua escolha
de ampliação para cada pasta. Se você utiliza um nível de ampliação maior ou menor com frequência,
você pode escolher um valor padrão nessa opção.
Padrões da visualização em árvore
Você pode exibir uma árvore completa de pastas na barra lateral do seu gerenciador de arquivos
selecionando Ver ▸ Barra lateral ▸ Árvore.

Preferências de Comportamento do Gerenciador de Arquivos


Você pode controlar se arquivos são abertos com clique único ou duplo, se pastas são abertas em
novas janelas, como arquivos de texto são manipulados, e o comportamento da lixeira. Em qualquer
janela do gerenciador de arquivos, clique em Editar ▸ Preferências e selecione a abaComportamento.

Comportamento
Clique único para abrir itens.
Clique duplo para abrir itens.
Por padrão, clicar seleciona os arquivos e clicar duas vezes os abre. Você pode optar para que os
arquivos e pastas abram quando você clicar neles uma vez. Quando você usar o modo de clique único,
você pode manter pressionada a tecla Ctrl enquanto clica para selecionar um ou mais arquivos.

Abrir cada Diretório em uma Nova Janela


Quando você abre uma pasta no gerenciador de arquivos, ele irá abrir normalmente na mesma janela.
Você pode clicar com o botão direito do mouse em uma pasta e selecionar Abrir em nova janela para abrir
qualquer pasta individual em uma nova janela. Se você costuma fazer isso com frequência, selecione
essa opção para ter cada pasta aberta em sua própria janela por padrão.

Arquivos de Texto Executáveis


Um arquivo de texto executável é um arquivo que contém um programa que você pode executar.
As permissões de arquivo devem permitir que o arquivo seja executado como um programa. O mais
comum são scripts em Shell, Python, e Perl. Eles possuem as extensões .sh, .py e .pl, respectivamente.
Você pode selecionar Executar arquivos de texto executáveis quando forem abertos, Ver arquivos de
textos executáveis quando forem abertos ouPerguntar a cada vez. Se a última opção for selecionada,
uma janela irá aparecer perguntando se você deseja executar ou exibir o arquivo de texto selecionado.

Lixeira
Confirmar antes de limpar a Lixeira ou apagar arquivos
Essa opção é seleciona por padrão. Quando esvaziar a lixeira, uma mensagem será exibida
confirmando que você gostaria de esvaziar a lixeira ou excluir arquivos.
Incluir um comando de exclusão que não utiliza a Lixeira
Selecionando esta opção irá adicionar um item Excluir ao menu Editar assim como o menu que
aparece quando você clica com o botão direito em um item na aplicação Arquivos.

Preferências de Exibição do Gerenciador de Arquivos


Você pode controlar vários aspectos de como o gerenciador de arquivos exibe os arquivos, incluindo
legendas sob ícones e como datas são formatadas. Em qualquer janela do gerenciador de arquivos, clique
em Editar ▸ Preferências e selecione a aba Exibir.

Legendas dos Ícones

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Quando você usa visão de ícone, você pode escolher ter informação extra sobre arquivos e pastas
exibida em uma legenda embaixo de cada ícone. Isso é útil, por exemplo, se você precisa ver com
frequência quem é proprietário de um arquivo ou quando ele foi modificado pela última vez.
Conforme você amplia uma pasta (sob o menu Ver), o gerenciador de arquivos exibirá mais e mais
informações nas legendas. Você pode escolher três coisas para mostrar nas legendas. A primeira será
exibida na maioria dos níveis de ampliação. A última será mostrada nos tamanhos maiores.
As informações que podem ser exibidas nas legendas dos ícones são as mesmas que as das colunas
na visão de lista. Se você tem uma janela do gerenciador de arquivos aberta, você pode ter que recarregar
para alterar a legenda do ícone para ter efeito. Clique em Ver ▸ Recarregar ou pressione Ctrl+R.

Formato da Data
Os tempos de acesso e de modificação de arquivos podem ser exibidos nas legendas de ícone ou nas
colunas da visão de lista. Você pode escolher o formato de data que é mais conveniente a você a partir
da lista suspensa Formato. Entre os formatos disponíveis incluem-se um formato detalhado como se você
escrevesse à mão, um formato de padrão internacional e um formato que utiliza frases relativas
como hoje e ontem. A lista suspensa mostra os formatos de exemplo, mostrando a data e hora atual
nesses formatos.

Preferências das Colunas da Lista do Gerenciador de Arquivos


Há 12 colunas de informações que você pode exibir na visão de lista do gerenciador de arquivo. Clique
em Editar ▸ Preferências e selecione a abaColunas da lista para selecionar quais colunas estarão
visíveis.
Use os botões Subir e Descer para escolher a ordem na qual as colunas selecionadas aparecerão.

- Nome
O nome de pastas e arquivos na pasta a ser visualizada.

- Tamanho
O tamanho de uma pasta é dada pelo número de itens contidos na pasta. O tamanho de um arquivo é
dada por bytes, KB ou MB.

- Tipo
Exibido como pasta ou um arquivo do tipo documento PDF, imagem JPEG, áudio MP3 e muito mais.

- Data da Modificação
Retorna a data e hora da última vez que o arquivo foi modificado.

- Data de Acesso
Retorna a data e hora da última vez que o arquivo foi acessado.

- Grupo
O grupo ao qual o arquivo pertence. Nos meus computadores de casa, cada usuário está no seu
próprio grupo. Grupos são usados algumas vezes em ambientes corporativos, onde usuários podem estar
em grupos de acordo com o departamento ou projeto.

- Local
O caminho para a localização do arquivo.
Tipo MIME
Exibe o tipo MIME do item.

- Permissões
Exibe as permissões de acesso do arquivo, como por exemplo drwxrw-r--
1. O primeiro caractere - é o tipo do arquivo. - significa arquivo regular e d significa diretório (pasta).
2. Os próximos três caracteres rwx especificam permissões para o usuário que é proprietário do
arquivo.
3. Os próximos três rw- especificam permissões para todos os membros do grupo que são
proprietários do arquivo.
4. Os últimos três caracteres na coluna r-- especificam permissões para todos os outros usuários do
sistema.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Cada caractere têm os seguintes significados:
1. r : Permissão de leitura.
2. w : Permissão de escrita.
3. x : Permissão de execução.
4. - : Sem permissão.

- Permissões em Octal
Exibe as permissões de arquivo em notação octal, com prefixo '40' para pastas e '100' para arquivos.
Nos últimos três dígitos, cada dígito representa classe de usuário, classe de grupo e outros usuários,
respectivamente.
1. Ler adiciona 4 ao total de cada um dos últimos três dígitos.
2. Escrever adiciona 2 ao total.
3. Executar adiciona 1 ao total.

- Proprietário
O nome do usuário que é proprietário da pasta ou arquivo.

- Contexto SELinux
Exibe o contexto SELinux do arquivo, se aplicável.

Configurações de Pré-visualização do Gerenciador de Arquivos


O gerenciador de arquivos cria miniaturas para pré-visualizar arquivos de imagem, vídeo e texto. Pré-
visualizações em miniatura podem ser lentas para arquivos grandes ou através de redes, assim você
pode controlar quando visualizações são feitas. Em qualquer janela do gerenciador de arquivos, clique
em Editar ▸ Preferências e selecione a guia Visualização.
Por padrão, todas as pré-visualizações são criadas somente para arquivos localizados em seu
computador ou em unidades externas conectadas a ele. O gerenciador de arquivos pode navegar por
arquivos em outros computadores dentro de uma rede local ou na internet. Se você navega por arquivos
em uma rede local com frequência e essa rede tiver uma alta largura de banda, você talvez queira definir
algumas ou todas as opções de pré-visualização como Sempre.
Arquivos de texto
O ícone de arquivos de texto puros parecem um pedaço de papel com um texto dentro. O gerenciador
de arquivos extrai automaticamente as primeiras linhas de texto do arquivo e as mostra no ícone. Você
pode ligar ou desligar esse recurso, ou ligá-lo somente para arquivos em seu computador e em drives
externos locais.
Outros arquivos pré-visualizáveis
O gerenciador de arquivos pode criar miniaturas para imagens, vídeos, arquivos PDF e vários outros
tipos de arquivos. Aplicativos com tipos de arquivo personalizados podem oferecer suporte a miniatura
aos arquivos que eles criam. Você pode ativar ou desativar este recurso ou ativá-lo apenas para arquivos
no seu computador e unidades locais externas. Você pode também permitir que miniaturas sejam criadas
somente para arquivos menores que um determinado tamanho.
Pastas
Se você exibe o tamanho dos arquivos nas colunas da visão de lista ou legendas dos ícones, as pastas
serão mostradas com uma contagem de quantos arquivos e pastas elas contêm. Contar itens em uma
pasta pode ser demorado, especialmente para pastas muito grandes ou na rede. Você pode ativar ou
desativar essa função ou ativar somente para arquivos no seu computador e em unidades locais externas.

Acesso Universal
O ambiente de trabalho do Ubuntu inclui tecnologias de suporte a usuários com várias limitações e
necessidades especiais, e para interagir com dispositivos de assistência comuns. Muitos recursos de
acessibilidade podem ser acessados a partir da seção Acesso universal das Configurações do sistema.
Dificuldades visuais

- Cegueira
Leia a tela em Braille — Use o leitor de tela Orca com um monitor de Braille atualizável.
Leia a tela em voz alta — Utilize o leitor de tela Orca para que o computador leia a interface em voz
alta.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Visão Baixa
Ajuste o contraste — Fazer as janelas e botões mostrados na tela mais (ou menos) vívidos, de modo
que sejam vistos mais facilmente.
Altere o tamanho do texto na tela — Use fontes maiores para deixar o texto mais fácil de ler.
Faça o cursor do teclado piscar — Faça o ponto de inserção piscar e controle a frequência com que
pisca.
Localize o ponteiro rapidamente — Pressionando Ctrl você pode localizar o ponteiro do mouse.

- Dificuldades de Audição
Faça a tela piscar com alertas de som — Ative alertas visuais para piscar a tela ou janela quando um
alerta sonoro é emitido.

- Dificuldades de Mobilidade
Movimento do mouse
Ajuste a velocidade do mouse e do touchpad — Altere a velocidade que o ponteiro se movimenta
quando você usa seu mouse ou touchpad.
Clique e mova o ponteiro do mouse sem um mouse — Como ativar as Teclas do mouse para clicar e
mover o ponteiro do mouse com um teclado.

- Clicar e Arrastar
Ajuste a velocidade do clique duplo — Controle a velocidade que você precisa pressionar o botão do
mouse uma segunda vez para ter um clique-duplo.
Ajuste o limiar do arrastar do mouse — Altere a distância que você deve mover o ponteiro do mouse
para começar a arrastar.
Simule o clique com o botão direito do mouse — Aperte e mantenha pressionado o botão esquerdo do
mouse para executar um clique com o botão direito.
Simule um clique com a sobreposição — O clique de sobreposição (clique de permanência) permite a
você clicar mantendo o mouse parado.

- Uso do Teclado
Ative as teclas de aderência — Digite os atalhos de teclado uma tecla por vez, em vez de ter de manter
todas elas pressionadas ao mesmo tempo.
Ative as teclas lentas — Crie um atraso entre a digitação de uma tecla e o aparecimento da letra
correspondente na tela.
Ative teclas de repercussão — Ignorar pressionamentos repetidos e rápidos da mesma tecla.
Desative o pressionamento repetido de teclas — Faça com que o teclado não repita as letras quando
você mantém pressionada uma tecla, ou mude o intervalo e a velocidade de repetição.
Navegação com o teclado — Use aplicativos e a área de trabalho sem um mouse
Use um teclado na tela — Use um teclado virtual para digitar o texto clicando nos botões com o mouse.

Redes, Internet, E-mail e Bate-papo

Conecte-de a uma Rede sem Fio


Se você tiver um computador com a placa de rede sem fio habilitada, você poderá se conectar a uma
rede sem-fio que estiver dentro do alcance para ter acesso à Internet, visualizar arquivos compartilhados
na rede, e assim por diante.
Se você tem um interruptor físico de rede sem fio no seu computador, certifique-se de que ele esteja
ligado.
Clique em menu de rede na barra de menus e clique no nome da rede à qual você quer se conectar.
Se o nome da rede não está na lista, selecione Mais redes para ver se a rede está mais abaixo na
lista. Se você ainda não encontrar a rede, você pode estar fora do alcance dela ou a rede pode estar
oculta.
Se a rede estiver protegida por uma senha (chave de encriptação), digite a senha quando solicitada e
clique em Conectar.
Se você não sabe a chave, ela pode estar escrita na parte de baixo do seu roteador sem fio ou estação
base,
O ícone da rede irá alterar a aparência assim que o computador tentar se conectar à rede.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Se a conexão for bem-sucedida, o ícone irá mudar para um ponto com diversas barras sobre ele. Mais
barras indicam uma conexão mais forte à rede. Se não houver muitas barras, a conexão está fraca e pode
não ser muito confiável.
Se a conexão falhar, a senha pode ser perguntada novamente ou pode apenas ser dito que você está
desconectado. Há várias coisas que podem ter causado isso. Você pode ter digitado a senha errada, o
sinal da rede pode estar fraco demais ou a placa de rede sem fio do seu computador pode estar com
problemas, por exemplo.
Uma conexão mais forte com uma rede sem fio não significa necessariamente que você terá uma
conexão à Internet mais rápida, ou que você terá downloads mais rápidos. A conexão de rede sem fio
conecta seu computador a um dispositivo que fornece conexão à Internet (como um roteador ou modem),
mas as duas conexões são na verdade diferentes, e então vão funcionar em velocidades diferentes.

Conecte-se a uma Banda Larga Móvel


O termo Banda larga móvel se refere a qualquer tipo de conexão de Internet de alta velocidade
fornecida por um dispositivo externo, como um modem USB 3G ou um celular com conexão de dados
HSPA/UMTS/GPRS embutida. Alguns computadores portáteis mais recentes já vêm com dispositivos de
banda larga móvel dentro deles.
A maioria dos dispositivos móveis de banda larga devem ser reconhecidos automaticamente quando
você conectá-los ao seu computador. O Ubuntu irá pedir para configurar o dispositivo.
1. O assistente Nova conexão de banda larga móvel abrirá automaticamente quando você conectar
o dispositivo.
2. Clique em Avançar e digite as informações, incluindo o país em que o dispositivo de banda larga
móvel foi emitido, o provedor de acesso e o tipo de conexão (por exemplo, pós-pago ou pré-pago).
3. Dê um nome para a sua conexão e clique em Aplicar.
4. Sua conexão está pronta para usar. Para conectar, clique no menu de rede na barra de menu e
selecione sua nova conexão.
5. Para desconectar, clique no menu de rede na barra de menu e clique em Desconectar.
Se você não for solicitado a configurar o dispositivo quando você conectá-lo, ele ainda pode ser
reconhecido pelo Ubuntu. Em tais casos você pode adicionar a conexão manualmente.
1. Clique no menu de rede na barra de menu e selecione Editar conexões...
2. Altere para a guia Banda larga móvel.
3. Clique Adicionar.
4. Isto deverá abrir o assistente de Nova conexão de banda larga móvel. Digite os seus dados, como
descrito acima.

Eu Preciso de um Programa Antivírus?


Se você está acostumado ao Windows ou Mac OS, provavelmente também está acostumado a ter um
antivírus rodando o tempo todo. Programas antivírus são executados em segundo plano, monitorando
constantemente em segundo plano em busca de vírus que possam invadir o seu computador e causar
problemas.
Programas antivírus realmente existem para Linux, mas você provavelmente não precisará usá-los.
Vírus que afetam o Linux ainda são muito raros. Alguns argumentam que isto é porque o Linux não é tão
largamente utilizado como outros sistemas operacionais, por isto ninguém escreve vírus para ele. Outros
argumentam que o Linux é intrinsecamente mais seguro e os problemas de segurança de que os vírus
poderiam se utilizar são rapidamente corrigidos.
Seja qual for a razão, vírus do Linux são tão raros que na verdade você não precisa se preocupar com
eles no momento.
Se você desejar ser extra cauteloso, ou se você quiser procurar vírus em arquivos que você esteja
trocando com pessoas que usam o Windows ou o Mac OS, você pode instalar um programa de antivírus.
Procure na Central de programas do Ubuntu, onde diversos aplicativos estão disponíveis.

Habilitar ou Bloquear o Acesso pelo Firewall


O Ubuntu vem equipado com o Firewall descomplicado (ufw), mas o firewall não está habilitado por
padrão. Porque o Ubuntu não tem qualquer serviço de rede aberto (exceto infraestrutura de rede básica)
na instalação padrão, um firewall não é necessário para bloquear tentativas de entrada de conexões
maliciosas.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Liga ou Desliga o Firewall
Para ligar o firewall, entre com sudo ufw enable em um terminal. Para desligar o ufw, entre com sudo
ufw disable.

Permitir ou Bloquear a Atividade de Rede Específica


Muitos programas são construídos para oferecer serviços de rede. Por exemplo, você pode
compartilhar conteúdo ou deixar que alguém veja sua área de trabalho remotamente. Dependendo de
quais programas adicionais você instalar, você poderá precisar ajustar o firewall para permitir que esses
serviços funcionem como deveriam. O UfW vem com um conjunto de regras pré-configuradas. Por
exemplo, para permitir conexões SSP, digite sudo ufw allow ssh em um terminal. Para bloquear o SSH,
digite sudo ufw block ssh.
Cada programa que provê serviços usa uma porta de rede específica. Para habilitar acesso aos
serviços desses programas, talvez seja necessário permitir acesso a essa porta no firewall. Para permitir
conexões na porta 53, digite sudo ufw allow 53 em um terminal. Para bloquear a porta 53, digite sudo ufw
block 53.
Para verificar o estado atual do ufw, entre com sudo ufw status em um terminal.

Use o Ufw sem um Terminal


Você poderá instalar também o gufw caso prefira configurar o firewall sem usar um terminal.
Você pode lançar esse programa procurando por Configurações de Firewall no Painel. Esse programa
não precisa ficar aberto para que o firewall funcione.

Preciso Verificar se meus E-mails têm Vírus?


Vírus são programas que causam problemas se eles conseguem entrar no seu computador. Um
maneira comum de que eles entrarem em seu computador é através de mensagens de e-mail.
Vírus que conseguem afetar computadores com o Linux são muito raros, assim é improvável que você
pegue um vírus por e-mail ou outra forma. Se você receber um e-mail com um vírus escondido nele, isto
provavelmente não afetará o seu computador. Sendo assim, você não precisará fazer uma varredura em
seu e-mail procurando por vírus.
Você pode, entretanto, querer procurar por vírus em seu e-mail para evitar encaminhá-los a outra
pessoa. Por exemplo, se um amigo seu estiver em um computador Windows com vírus, enviar-lhe um e-
mail infectado e você encaminhar este e-mail a outro amigo com Windows, este segundo amigo poderá
ser infectado também. Você poderia instalar um programa de anti-vírus para varrer seus e-mails e evitar
isso, mas é improvável que isso aconteça. Além disso, a maioria das pessoas que usam Windows e Mac
OS possuem programas antivírus.

Conecte-se a uma VPN


Uma VPN (sigla em inglês para rede virtual privada) é uma forma de se conectar a uma rede local
através da Internet. Por exemplo, digamos que você queira se conectar à rede de seu local de trabalho
enquanto está em uma viagem de negócios. Você teria que encontrar uma conexão com a Internet em
algum lugar (como em um hotel) e então se conectar com a VPN do seu local de trabalho. Isso seria como
se você estivesse conectado diretamente com a rede do trabalho, mas a real conexão de rede seria
através da conexão de Internet do hotel. Conexões VPN são geralmente criptografadas para impedir que
pessoas acessem a rede local a que você está conectado sem efetuarem a autenticação.
Existem inúmeros tipos de VPN. Você talvez tenha que instalar alguns programas adicionais
dependendo do tipo de VPN a que você está se conectando. Descubra os detalhes da conexão com quem
é responsável pela VPN e veja qual cliente VPN você precisa usar. Então, abra a Central de programas
do Ubuntu e procure pelo pacote network-manager que trabalhe com a sua VPN (se existir um) e instale-
o. Você precisará clicar no link mostrar itens técnicos na parte inferior da Central de programas do Ubuntu.
Se não existir um pacote de gerenciamento de rede para o seu tipo de VPN, você provavelmente irá
ter que baixar e instalar algum software cliente a partir da companhia que provê o software de VPN. Você
provavelmente irá ter que seguir algumas instruções diferentes para que o pacote funcione.
Uma vez que isto esteja pronto, você pode configurar a conexão VPN:
1. Clique no menu de rede na barra de menu e, em Conexões VPN, selecione Configurar VPN.
2. Clique em Adicionar e escolha qual tipo de conexão VPN você tem.
3. Clique em Criar e siga as instruções na tela, entrando com detalhes, como seu nome de usuário
e senha.

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4. Quando você terminar de configurar a VPN, clique em menu de rede na barra de menus. Vá
para Conexões VPN e clique na conexão que você acabou de criar. O sistema tentará estabelecer uma
conexão VPN - o ícone de rede vai mudar enquanto tenta se conectar.
5. Com sorte, você irá se conectar com a VPN com sucesso. Se não, você talvez precise verificar as
configurações que fez para a VPN. Você pode fazer isto clicando no menu de rede, selecionando Editar
conexões e indo para a aba VPN.
6. Para se desconectar da VPN, clique no menu rede e selecione Desconectar sob o nome da sua
conexão VPN.

Conecte-se à uma Rede com Fio (Ethernet)


Para configurar a maioria das conexões de rede com fio, tudo o que você precisa fazer é conectar um
cabo de rede. O ícone de rede na barra de menus deve piscar por alguns segundos e então mudar para
um ícone com setas (para cima e para baixo) quando você está conectado.
Se isso não acontecer, você primeiro precisa verificar se o cabo de rede está conectado. Uma ponta
do cabo deve ser conectada à porta retangular (de rede) Ethernet no seu computador, e a outra ponta a
um switch, roteador, conector de rede de parede ou similares (dependendo do aparato de rede que você
tem). Às vezes, uma luz ao lado da porta Ethernet indicará que ela está conectada e ativa.
Você não pode conectar um computador diretamente a outro com um cabo de rede (pelo menos não
sem alguma configuração extra). Para conectar dois computadores, você deve conectar ambos a um hub,
roteador ou switch de rede.

Chamadas de Vídeo
Você pode fazer chamadas de vídeo a partir do Ubuntu sem precisar instalar programas adicionais,
usando o Empathy - através das redes Google Talk, MSN , Jabber , e SIP. Veja o manual do
Empathy para obter ajuda sobre como fazer chamadas de vídeo com o Empathy.
Outros aplicativos que têm suporte para chamadas de vídeo incluem:
1. Skype
2. Ekiga

Mensagens Instantâneas no Ubuntu


Com o aplicativo Empathy, você pode conversar com pessoas que estejam online e com amigos e
colegas que usem Google Talk, AIM, Windows Live e muitos outros programas de bate-papo.
O Empathy é instalado por padrão no Ubuntu. Inicie o Mensageiro instantâneo Empathy a partir
do painel, do lançador ou escolha Bate-papo no Menu de mensagens.
Você pode mudar seu status de mensagens instantâneas (Disponível, Ausente, Ocupado etc) no Menu
de mensagens.

Rede Social a partir da Área de Trabalho


Com o Ubuntu, você pode publicar nas suas redes sociais favoritas a partir da área de trabalho. O
Ubuntu usa o aplicativo Gwibber para permitir que você organize suas redes sociais em um único lugar e
publique atualizações a partir do Menu de mensagens sem abrir qualquer site.
Para configurar suas contas de redes sociais:
1. Clique em menu de mensagens no canto direito da barra de menu.
2. Selecione Configurar conta de transmissão...
3. Escolha a rede social que você quer configurar e clique em Adicionar
4. Clique em Autorizar e insira suas configurações de conta para aquele site e siga as instruções
Agora você pode ver as suas mensagens de redes sociais a partir do menu de mensagens no canto
direito da barra de menu, na seção Transmissão. Clique em qualquer um dos itens da seção para abrir
o Gwibber e ler ou postar mensagens nas suas redes sociais.

Altere com qual Navegador as Páginas de Internet Serão Abertas


Quando você clica em um link para uma página da Internet em algum aplicativo, um navegador irá
abri-la automaticamente. Se você tiver mais de um navegador instalado, entretanto, talvez a página não
abra no navegador que você queria. Para corrigir isso, altere o navegador padrão:
1. Clique no ícone mais à direita da barra de menu e selecione Configurações do sistema.
2. Abra Detalhes e selecione Aplicativos padrão a partir da lista do lado esquerdo da janela.
3. Escolha com qual navegador você gostaria que os links fossem abertos alterando a opção Web.

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Quando você abrir um navegador diferente, ele poderá lhe dizer que não é mais o navegador padrão.
Se isto acontecer, clique no botão Cancelar(ou similar) para que ele não tente se estabelecer como o
navegador padrão novamente.

Contas de Usuário
Cada pessoa que utilizar o computador deve ter uma conta de usuário diferente. Isso permite que eles
mantenham seus arquivos separados dos seus e que escolham suas próprias configurações. É também
mais seguro. Você só poderá acessar uma conta de usuário diferente se souber a senha.

Adicione uma Nova Conta de Usuário


Você pode adicionar várias contas de usuário no computador. Dê uma conta para cada pessoa de sua
casa ou empresa. Cada usuário terá a sua própria pasta pessoal, documentos e configurações.
1. Clique no seu nome na barra do menu e selecione Contas de usuários.
2. Clique em Desbloquear no canto superior direito e digite a sua senha para efetuar as alterações.
Você deve ser um usuário administrador para adicionar contas de usuários.
3. Na lista de contas à esquerda, clique no botão + para adicionar uma nova conta de usuário.
4. Se você deseja que o novo usuário tenha acesso administrativo ao computador,
selecione Administrador para o tipo de conta no menu suspenso. Os administradores podem fazer coisas
como adicionar e excluir usuários, instalar programas e drivers, e alterar a data e a hora.
5. Digite o nome completo do novo usuário. O nome de usuário será automaticamente preenchido
com base no nome completo. O padrão é provavelmente OK, mas você poderá mudar se quiser.
6. Clique em Criar quando você tiver terminado.
7. A conta é inicialmente desabilitada até que você escolha o que fazer sobre a senha do usuário.
Em Opções de Login clique em Conta desabilitada ao lado de Senha. Use a lista suspensa Ação para
configurar a senha agora, permitir ao usuário iniciar sessão sem uma senha, ou fazer com que o usuário
configure sua senha na primeira vez que iniciar a sessão.
Se você escolher Definir uma senha agora, fará o usuário digitar sua senha nos campos Nova
senha e Confirmar senha.
Você também pode clicar no botão próximo ao campo Nova senha para selecionar uma senha segura
gerada aleatoriamente. Essas senhas são difíceis de se adivinhar, mas podem ser difíceis de memorizar,
então tenha cuidado.
8. Clique Alterar.
De volta a janela Contas de Usuário você pode clicar na imagem ao lado do nome do usuário do lado
direito para escolher uma imagem para a conta. Essa imagem será mostrada na janela de login. O
GNOME fornece algumas imagens padrão para você usar, ou você pode escolher sua própria imagem
ou tirar uma foto com sua webcam.

Questões

01. (Prefeitura de Lagoa Santa/MG- Técnico em Informática - FUNDEP (Gestão de


Concursos)/2019) Sobre o comando “PWD” do sistema operacional Linux é correto afirmar:
(A) Serve para mudar de diretório corrente e acessá-lo.
(B) Exibe os arquivos encontrados dentro da pasta na qual o usuário está no momento.
(C) Informa qual é o tipo de arquivo que foi digitado como parâmetro.
(D) Exibe a pasta atual na qual o usuário se encontra.

02. (PGE/PE - Analista Administrativo de Procuradoria - CESPE/2019) Com relação a sistemas


operacionais e ferramentas de edição de texto e planilhas, julgue o item a seguir.
O shell e o kernel são duas partes essenciais do sistema operacional Linux: o primeiro serve para
interpretar os comandos do usuário, e o segundo, para controlar os dispositivos do computador
( ) Certo ( ) Errado

03. (EMATER/MG - Assessor Jurídico - Gestão Concurso/2018) É sempre complexo responder qual
a melhor distribuição do sistema operacional Linux, pois isso depende do gosto do usuário.
O sistema que não representa distribuição do Linux é o
(A) Suse.
(B) Intel.
(C) Fedora.
(D) Ubuntu.

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Gabarito

01.D / [Link] / 03.B

Comentários

01. Resposta: D
(A) Pressionar TAB no campo Localizar
(E) Pressionar TAB 2 vezes no campo Localizar
Simplesmente "pulará" de um campo para o outro dentro da caixa de diálogo do Substituir.

(B) Digitar [TAB] no campo Localizar


(C) Digitar _TAB_ no campo Localizar
Procurará por esses caracteres no texto e, obviamente, serão impossíveis de serem localizados visto
que não existem no texto.

(D) Deve-se selecionar no texto um desses espaços provocados pela tecla TAB e pressionar as teclas
CTRL+C
Na janela Substituir, pressionar CTRL+V no campo Localizar.

02. Resposta: Certo


O sistema operacional Linux possui código aberto, que permite aos usuários conhecer o funcionamento
das partes essenciais que compõem o sistema.
Kernel: esse é o núcleo do sistema Linux. Ele é responsável pelo gerenciamento e controle dos
processos em execução, do uso da memória, dos dispositivos de hardware.
Shell: esse é interpretador de comandos do Linux. Ele interpreta os comandos do usuário para o Kernel
poder executar. O Shell de comandos é também o terminal de comandos – aquela telinha preta onde se
digita os comandos em linha de código.

03. Resposta: B
Distribuições do Linux:
- Red Hat
- Ubuntu
- Conectiva
- Mandriva
- Debian
- Slackware
- Fedora
- Open Suse
- Apache (é um web server)
- Fênix
- Kurumim
- Kale
- Kalango
- Turbo Linux
- Chrome-Os
- Back Track
- Arch Linux,
- Android
- CentOs
- Gentoo
- Mageia
- Mint.

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2. Noções consistentes de uso de Internet para a informação (Mozila Firefox e
Google Chrome)

INTERNET11

A Internet é uma rede de computadores dispersos por todo o planeta que trocam dados e mensagens
utilizando um protocolo comum, unindo usuários particulares, entidades de pesquisa, órgãos culturais,
institutos militares, bibliotecas e empresas.
Acessamos as páginas da web utilizando um dispositivo que possua uma conexão com a internet. Hoje
é possível acessar sites através do computador, de celulares, tablets, tvs, etc.
Com um dispositivo com a acesso à rede mundial de computadores ainda é necessário um navegador
para acessar as páginas de internet.
Os mais utilizados são:

Navegadores de Internet
Nome Observações

Desenvolvido pela Microsoft, e disponível em todos os sistemas


operacionais Windows a partir do 98.
Internet Explorer
Microsoft Edge é um navegador web desenvolvido pela Microsoft e
incluído no Windows 10, no Windows 10 Mobile, Android, iOS e no Xbox
One, sendo o sucessor do Internet Explorer como navegador web padrão.
Microsoft Edge
O Chrome é desenvolvido pela empresa Google, é gratuito, também
pode ser instalado em qualquer sistema operacional (Linux, Windows, Mac,
Chrome Celulares).
É uma versão do Chrome com código aberto. Por ter seu código-fonte
aberto (diferente do Chrome tradicional, que é gratuito mas tem porções de
código proprietário), o Chromium está disponível em uma enorme
Chromium quantidade de distribuições do sistema operacional Linux e também pode
ser baixado para Windows, Mac e outras plataformas.
Desenvolvido pela empresa Mozilla Foundation, também é gratuito e
possui código aberto, também pode ser instalado em qualquer sistema
Mozilla Firefox operacional (Linux, Windows, Mac, Celulares).

Criado pela Apple para Mac Os, mas atualmente foi expandido para
Windows, também é gratuito e vêm ganhando espaço por ser rápido e
seguro.
Safari
Opera é um navegador web mundialmente conhecido desenvolvido pela
empresa Opera Software ASA, porém não tão utilizado quanto seus
principais concorrentes, o Google Chrome e o Mozilla Firefox.
Opera

A característica fundamental da internet é o modo como os computadores se ligam um ao outro por


meio da identificação de seu IP (Internet Protocol), ou seja, um número de protocolo de internet que é
único para cada computador a ela conectado. Pelo IP é possível rastrear todas as páginas visitadas pelo
usuário, todos os momentos e a frequência de visitas, atividades, downloads e todas as movimentações
de alguém que está conectado. O que significa que a internet é a forma de interatividade que mais exige
o fornecimento de informações do usuário dentre os meios de comunicação desenvolvidos até hoje.

11
[Link]

103
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
WWW

A World Wide Web (que significa "rede de alcance mundial", em inglês; também conhecida como Web
e WWW) é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet. Os
documentos podem estar na forma de vídeos, sons, hipertextos e figuras.
O serviço WWW surgiu em 1980 como um integrador de informações, dentro do qual a grande maioria
das informações disponíveis na Internet podem ser acessadas de forma simples e consistente em
diferentes plataformas.
A World-Wide Web (também chamada Web ou WWW) é, em termos gerais, a interface gráfica da
Internet. Ela é um sistema de informações organizado de maneira a englobar todos os outros sistemas
de informação disponíveis na Internet.
Sua ideia básica é criar um mundo de informações sem fronteiras, prevendo as seguintes
características:
- Interface consistente;
- Incorporação de um vasto conjunto de tecnologias e tipos de documentos;
- "Leitura universal".

Para isso, implementa três ferramentas importantes:


- Um protocolo de transmissão de dados - HTTP;
- Um sistema de endereçamento próprio - URL;
- Uma linguagem de marcação, para transmitir documentos formatados através da rede - HTML.

A forma padrão das informações do WWW é o hipertexto, o que permite a interligação entre diferentes
documentos, possivelmente localizados em diferentes servidores, em diferentes partes do mundo. O
hipertexto é codificado com a linguagem HTML (Hypertext Markup Language), que possui um conjunto
de marcas de codificação que são interpretadas pelos clientes WWW (que são os browsers ou
navegadores), em diferentes plataformas.
O protocolo usado para a transferência de informações no WWW é o HTTP. O protocolo HTTP é um
protocolo do nível de aplicação que possui objetividade e rapidez necessárias para suportar sistemas de
informação distribuídos, cooperativos e de hipermídia. Suas principais características são:
- Comunicação entre os agentes usuários e gateways, permitindo acesso a hipermídia e a diversos
protocolos do mundo Internet
- Obedece ao paradigma de pedido/resposta: um cliente estabelece uma conexão com um servidor e
envia um pedido ao servidor, o qual o analisa e responde.

A conexão deve ser estabelecida antes de cada pedido de cliente e encerrada após a resposta.

URL

URL (Uniform Resouce Location – Localizador Padrão de Recursos) é um endereço de recursos


disponíveis em redes de computadores, em outras palavras é o endereço virtual de arquivos, impressoras,
sites, etc. Nas redes TCP/IP e são aplicáveis tanto para internet como para intranet. O URL segue a
seguinte estrutura:
O endereço [Link]

Analisando cada parte:


http://
É o método pelo qual a informação deve ser localizada. No caso, [Link] é o protocolo utilizado para
buscar páginas na Web.

Há outras maneiras, como:


ftp:// (para entrar em servidores de FTP),
mailto: (para enviar mensagens),
news: (para acessar grupos de discussão), entre outros.

[Link]/
É o nome do computador onde a informação está armazenada, o qual é também chamado servidor.
Cada computador tem um nome exclusivo, ou seja, é único no planeta.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Pelo nome do computador se pode antecipar o tipo de informação que se irá encontrar. Os que
começam com www são servidores de Web e contém principalmente páginas de hipertexto. Quando o
nome do servidor começa com ftp trata-se de um lugar onde é permitido copiar arquivos.

provas/
É a pasta onde está o arquivo. Nos servidores a informação está organizada em pastas, como no
computador que você está utilizando agora.

download/
É a subpasta onde está o arquivo.

administrador-if-sp-if-sp-2019
É o nome desse arquivo.

Deve-se atentar se o nome do arquivo (e das pastas) está escrito em maiúsculas ou minúsculas. Para
os servidores que utilizam o sistema operacional UNIX essa diferença é importante. No exemplo acima
se, ao invés de [Link], o nome do arquivo fosse digitado como [Link] ou int- [Link], a
página não seria encontrada.

Entretanto, uma URL pode conter outros formatos de arquivos. Alguns tipos comuns disponíveis na
Internet são:
- jpg e gif (imagens);
- txt e doc (textos);
- exe (programas);
- zip (arquivos compactados);
- aid, au, aiff, ram, wav, mp3 (sons);
- mpg, mov, wmv, flv e avi (vídeos).

Se o endereço contiver um desses arquivos o navegador poderá abrir uma janela perguntando ao
usuário o que fazer (salvar ou abrir) com o arquivo, especialmente quando for um arquivo de terminação
.zip (arquivo comprimido) ou .exe (um programa)

Link

São hiperligações (correspondente das palavras inglesas hyperlink e link) ou simplesmente ligações
referenciais de um documento a outro. Através dos links podemos criar documentos interconectados a
outros documentos, imagens e palavras.

Buscadores

Os buscadores são fundamentais para realização de pesquisas na internet, sua função é efetuar uma
varredura completa pela rede mundial de computadores (WWW) e filtrar as palavras chave contida nesses
sites, ao realizar uma consulta o buscado compara a palavra digita as palavras existentes em seu banco
de dados e retorna os sites referentes ao conteúdo pesquisado.
Sem dúvida o maior, mais conhecido e mais acessado buscador é o Google, mas existem outros como
o Yahoo, Bing, Ask, entre outros.
Abaixo seguem algumas dicas para melhorar as pesquisas em buscadores:
- Conteúdo entre Aspas: o comando “entre aspas” efetua a busca pela ocorrência exata de tudo que
está entre as aspas, agrupado da mesma forma.
- Sinal de Subtração: este comando procura todas as ocorrências que você procurar, exceto as que
estejam após o sinal de subtração. É chamado de filtro (Ex.: concursos -superior)
- OR (Ou): OR serve para fazer uma pesquisa alternativa. No caso de “Carro (vermelho OR verde) ”
(sem as aspas), Google irá procurar Carro vermelho e Carro verde. É necessário usar os parênteses e
OR em letra maiúscula.
- Asterisco Coringa: utilizar o asterisco entre aspas o torna um coringa. (Ex.: concurso * estadual, o
Google buscará ocorrências de concurso + qualquer palavra + estadual.
- Palavra-Chave + Site: procura certa palavra dentro de um site específico (download
site:[Link]).
- Link: procura links externos para o site especificado (Ex.: link:[Link]).

105
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Filetype: serve para procurar ocorrências algum formato de arquivo específico (Ex.: “arvore
azul:pdf”).

Protocolos

Protocolo de Internet ou simplesmente IP (Internet Protocol) é um protocolo de comunicação de dados


utilizado entre duas ou mais máquinas, para a comunicação de internet o principal protocolo é o HTTP
(Hipertext Transfer Protocol) ou protocolo de transferência de hipertexto e HTTPS, que é uma
implementação do protocolo HTTP sobre uma camada adicional de segurança que utiliza o protocolo
SSL/TLS. Essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos por meio de uma conexão
criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente por meio de certificados digitais.

Protocolos IPv4 e IPv6


Um endereço IP, por exemplo: [Link], que segue o protocolo IPv4, é composto por uma
sequência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada (4 octetos). Tem a capacidade de suportar
[Link] endereços.
Na configuração desses endereços, para não se usar sequências de números binários, representa-se
cada octeto por um número que pode variar de 0 até 255. Assim, obtém-se um conjunto de quatro
números separados por pontos.
Essa estrutura de IP é chamada de IPv4 (Internet Protcol Version 4) foi proposta em 1981, por meio
da RFC 791 e não sofreu nenhuma mudança significativa desde então.
Portanto, o computador cliente procura o IP do servidor. Quando o encontra, copia todos os arquivos
que estão naquele endereço para o computador local, deixando-os disponíveis para o internauta,
permitindo sua visualização e cópia.
Importante é notar que o IPv4, tem a capacidade de suportar [Link] endereços, ou seja, cerca
de 4 bilhões (4x109) de endereços IP, contra cerca de 3,4x1038 endereços do novo protocolo.
Deve-se ressaltar que 4,3 bilhões era um número enorme no início da década de 1980, quando a rede
era predominantemente acadêmica, com poucas centenas de computadores interligados e ninguém
poderia imaginar o descomunal crescimento que teria a internet, que não foi projetada para o grande uso
comercial que hoje existe. Assim, atualmente, a quase totalidade dos endereços iniciais já está em uso,
determinando a necessidade de substituição do protocolo.
Portanto, devido ao esgotamento do IPv4 e à necessidade de mais endereços na Internet, foi criado o
IPv6, que é a versão mais atual do protocolo IP (por Scott Bradner e Allison Marken, em 1994, na RFC
1752) e que deve substituir o protocolo antigo.
Os endereços IPv6 tem 128 bits e são normalmente escritos como oito grupos de 4 dígitos
hexadecimais, incluindo prefixo de rede e sufixo de host.
Novas funcionalidades do IPv6 foram desenvolvidas para fornecer uma forma mais simples de
configuração para redes baseadas em IP, uma maior segurança na comunicação entre hosts na rede
interna e internet e, também, um melhor aproveitamento e disponibilidade de recursos.
O protocolo está sendo implantado gradativamente na Internet e deve funcionar lado a lado com o
IPv4, numa situação tecnicamente chamada de "pilha dupla" ou "dual stack", por algum tempo. A longo
prazo, o IPv6 tem como objetivo substituir o IPv4.

Arquitetura Internet

Camadas de protocolos
A arquitetura Internet organiza os protocolos de rede da Internet em quatro camadas12:

12
[Link]

106
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Camada de Aplicação
Define as regras para a troca de mensagens entre os processos de aplicação rodando em cada host.
Cada aplicação da Internet utiliza um protocolo de aplicação próprio, por exemplo, a Aplicação Web
usa o HTTP, o Correio Eletrônico o SMTP, a Transferência de Arquivos o FTP, etc.

Camada de Transporte
Trata da comunicação processo a processo, cada qual rodando em um host da Internet. Como em
cada host podem haver mais de um processo rodando, a camada transporte implementa a multiplexação
de aplicações entre os diversos processos, utilizando as chamadas portas. Há dois tipos de protocolos
de transporte na Internet, o TCP e o UDP.

Camada de Rede
A camada rede é responsável pela comunicação host a host na Internet. Isto é realizado pelo protocolo
IP através de comutação de pacotes, usando um esquema de endereçamento global e implementando o
roteamento dos pacotes pela malha de roteadores da Internet.

Camada Enlace/Física
Trata da comunicação entre nós vizinhos diretamente conectados por enlaces de comunicação.
A camada enlace/física é responsável por transferir pacotes de dados entre computadores ou
roteadores conectados em uma rede local, como uma rede local Ethernet (IEEE802.3) ou uma rede local
sem fio (IEEE802.11), bem como entre computadores ou roteadores conectados por um enlace ponto a
ponto.

Síntese das funções de cada camada da arquitetura internet

107
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Encapsulamento de protocolos
Toda comunicação fim a fim na Internet é iniciada na camada aplicação, a qual conta com os serviços
das camadas inferiores para realizar sua comunicação.
Por exemplo, suponha que uma aplicação cliente deseja enviar uma mensagem para o lado servidor
da aplicação:
1. A aplicação cliente prepara a mensagem para enviar e indica o endereço IP e a porta do servidor
que irá receber a mensagem e passa os dados a camada inferior;
2. A camada transporte, logo abaixo da aplicação, agrega à mensagem as informações da porta, e
outras informações dependendo do tipo de serviço requerido, montando um novo pacote chamado
segmento, e passa a camada inferior para que envie ao IP destino;
3. A camada rede, recebe o segmento e acrescenta novas informações, entre elas o IP fonte e destino,
e monta um novo pacote, chamado datagrama. O datagrama é então passado para a camada
enlace/física para ser entregue ao roteador de saída da rede;
4. A camada enlace/física encapsula então o datagrama em um quadro do enlace local, acrescentando
novas informações, como o endereço físico (MAC) do roteador e envia ao barramento da rede local para
que o roteador de prosseguimento ao envio do pacote.

Uma vez recebido o quadro pela placa de rede do roteador, o mesmo retira o datagrama, verifica o IP
destino, consulta a tabela de roteameto, e encaminha o datagrama para o enlace destino, encapsulando
novamente o datagrama em um quadro do próximo enlace.
Uma vez no host destino o processo é invertido para recuperar a mensagem para ser entregue ao lado
servidor da aplicação.

Cloud (Computação em Nuvem)

É a possibilidade que o usuário tem de acessar arquivos e executar tarefas sem que estes estejam
gravadas no computador, para isso, são utilizados serviços on-line que armazenam esses arquivos e/ou
serviços. Para que o usuário tenha acesso a utilização das tecnologias Cloud Computing é necessário ter
acesso a internet.
Citamos como exemplo de serviços para sincronização, gerenciamento e compartilhamento de
arquivos e até mesmo para utilização de aplicativos on-line o Dropbox e o GDrive.
- Dropbox: voltado ao armazenamento e gerenciamento de arquivos e/ou aplicativos nas nuvens
(funciona como um HD ou pen drive virtual), está disponível para todos os sistemas operacionais
(computadores, celulares e tablets) com interface gráfica e internet, como por exemplo, Windows, Mac,
Linux, Chrome, Android, Windows Phone, Blackberry e iOs.
- GDrive: (Google Drive) além de possuir todas as características do Dropbox, o GDrive possui em
sua plataforma ferramentas para escritório como processadores e editores de texto, planilha eletrônica,
slide, etc.

Algumas características importantes sobre a computação nas nuvens:


- Vários computadores são interligados e funcionam em modo colaborativo, inclusive os que possuem
sistemas operacionais diferentes;
- As aplicações executadas diretamente na nuvem, não interferem em aplicação instalada em
um computador.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Site (Sitio na Internet)

Website ou simplesmente site (tradução de sítio eletrônico da internet) é um conjunto de páginas de


hipertextos acessíveis normalmente através do protocolo HTTP. O conjunto de todos os sites públicos
existentes compõe a World Wide Web (WWW).
Tipos de sites:
- Estáticos;
- Dinâmicos.

Exemplos:
- Redes Sociais;
- Sites de Vendas;
- Portais;
- Sites institucionais.

WEB 2.0 - Interfaces/Ferramentas, Recursos e Aplicações. Interatividade13

Nas últimas décadas do século XX, com o advento da Sociedade do Conhecimento, a exigência da
superação da reprodução para a produção do conhecimento instiga a buscar novas fontes de
investigação, tanto na literatura, quanto na rede informatizada. A "Era das Relações" (Moraes,1997), com
a globalização, passa a exigir conexões, parcerias, trabalho conjunto e inter-relações, no sentido de
ultrapassar a fragmentação e a divisão em todas as áreas do conhecimento.
A interatividade ganha centralidade na cibercultura, pois ocorre a mudança de paradigmas, passando
da transição da lógica da distribuição (transmissão) para a lógica da comunicação (interatividade),
causando uma modificação radical no esquema clássico de informação baseado na ligação unilateral
emissor-mensagem-receptor.
Com sua imensa variedade de conteúdos disponíveis para consulta, a Internet, está se transformando,
pois se antes, mudar de um site para outro através de hiperlinks com um simples clique era algo fantástico,
agora, de usuário também passamos a produtores de conteúdos.
A segunda geração da World Wide Web, a Web 2.0, cuja palavra-chave é colaboração, proporciona
democratização no uso da web, em que é possível não apenas acessar conteúdos, mas também
transformá-lo, reorganizá-lo, classificando, compartilhando e, principalmente possibilitando a
aprendizagem cooperativa, o que vai nos permitir construir uma inteligência coletiva. (Lévy, 2007)
Nesse contexto a Web 2.0 torna-se dinâmica, interativa, flexível para os conteúdos e publicações,
deixando de ter uma característica estática, e podendo ser editada tanto por profissionais da área como
pelos próprios usuários. Mas o principal aproveitamento é o da inteligência coletiva baseada em uma rede
de informações onde cada usuário passa a ser produtores de conteúdos.
Torna-se essencial um olhar concreto acerca das potencialidades da World Wide Web na prática
pedagógica, devendo esta ser encarada positivamente dado que proporciona ao aluno a descoberta da
informação e, como se pretende, coloca-o num lugar privilegiado ao lhe ser dada a possibilidade de se
tornar um produtor de informação para a Web14.

WEB 3.0

O movimento criado a partir da ampla interação nas mídias digitais gerou em poucos anos uma
quantidade absurda de informações sobre o próprio usuário/consumidor, que tratam-se de patrimônios
valiosos do ponto de vista do marketing e das estratégias de negócios nos mais variados setores15.
A “internet 3.0″ se caracteriza principalmente pela organização dessas informações sobre o próprio
usuário/consumidor, especialmente para que as máquinas possam compreender melhor as tendências e
otimizar as experiências deste usuário na web. Ou seja, os sistemas se mostram mais preparados para
entender melhor o que o usuário deseja e para ajudá-lo com mais eficiência.
Por exemplo: atualmente, se o usuário faz uma busca no Google procurando por “tablets”, começará a
ser exibido para ele, nos sites que frequenta, peças publicitárias para venda de tablets. Ou seja, o sistema
compreendeu que aquele usuário está interessado na compra de um tablet e utiliza esta informação para
oferecer aos fornecedores de tablets uma publicidade com alto índice de aproveitamento. Afinal, o seu
anúncio será exibido para quem está provavelmente querendo comprar um tablet.

13
[Link]
14
(D’Eça, 1998)
15
[Link]

109
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Além disso, atualmente todas as informações que são disponibilizadas nas redes sociais, como,
preferências, locais onde trabalhou/estudou, livros que leu, filmes que assistiu, viagens que fez, rede de
amigos, nível de reputação, dentre outros dados, são diretamente utilizadas nas estratégias publicitárias
e na otimização das ferramentas utilizadas pelo usuário.
Trata-se de uma internet cada vez mais próxima de uma inteligência artificial, que conhece a fundo o
seu público, e com isso, tem mais possibilidades de prever tendências e traçar estratégias de ação.
Outra característica que marca a internet 3.0 é o aumento no tempo de conexão por parte dos usuários,
que subiu radicalmente a partir da popularização de plataformas móveis, como smartphones e tablets.
Ou seja, o consumidor está cada vez mais conectado à “grande rede”, desenvolvendo atividades diversas,
nas muitas áreas da sua vida.

Blog

O termo Weblog surgiu em 1997 com Jorn Barger, considerado o primeiro blogueiro da história e
criador do referido termo, é uma ferramenta que possibilitava aos internautas relatar notícias que
achassem interessantes.
Os blogs são um dos recursos de publicação mais utilizados naquilo que Tim Berners-Lee, criador da
WWW, chamou da “Web da leitura/escrita” [read/write Web]. Integra a categoria do que é chamado
software social, que vem sendo definido como uma ferramenta, (para aumentar habilidades sociais e
colaborativas humanas), como um meio (para facilitar conexões sociais e o intercâmbio de informações)
e como uma ecologia (permitindo um “sistema de pessoas, práticas, valores e tecnologias num ambiente
particular local)16.
O software social é uma nova onda das tecnologias da informação e comunicação [TIC] que permite
preparar os estudantes para participarem em redes onde o conhecimento é coletivamente construído e
compartilhado17.
Weblog é um tipo especial de página publicada na rede mundial de computadores (web). Sua origem
confunde-se com nascimento da própria web, mas, como fenômeno específico, é recente. Existem várias
diferenças entre os weblogs e os sites que normalmente encontramos na rede. Em primeiro lugar, os
weblogs são extremamente dinâmicos e mostram todo o conteúdo mais recente na primeira página, sob
a forma de textos curtos, as postagens ou posts, dispostos em ordem cronológica reversa. Apresentam
poucas subdivisões internas, quase sempre restritas a links para os arquivos, que guardam o conteúdo
mais antigo, e para alguma página que descreve o site e seu autor. Apresentam, também uma quantidade
grande de links (ligações) para outras páginas, geralmente outros weblogs. Outra característica é a
facilidade com que podem ser criados, editados e publicados, com pouquíssimos conhecimentos técnicos.
Na rede, disponíveis mediante um simples cadastro, encontram-se ferramentas, em versões gratuitas ou
não, que realizam a codificação do weblog, sua hospedagem e publicação18.
Logo, tão importante quanto utilizar os blogs como ferramenta de publicação na web é transformá-lo
num espaço para interações e/ou conversações entre todos. Não se trata de se tornar apenas uma
ferramenta de leitura ou escrita, mas sobretudo, uma ferramenta que incentive a interação entre os
aprendizes (pense Conectivismo19 e Sócio-Interacionismo20).
Os blogs podem ser utilizados nas atividades educacionais para:
- Desenvolvimento de Projetos de Ensino;
- Desenvolvimento de Projetos de Aprendizagem;
- Trabalhos Inter-Trans-Multi-disciplinares;
- Produção de material didático ou educacional;
- Produção de resumos/sínteses da matéria estudada;
- Logue (descrição) de desenvolvimento de projetos escolares;
- Aprendizagem colaborativa;
- Portifólio de Aprendizagens;
- Reflexão - Escrever para pensar, poder acessar sua produção para ressignificar, etc.
- Conversações sobre assuntos iniciados em sala e que podem ser aprofundados em Listas de
Discussão, com síntese num wiki (por exemplo);
- Desenvolvimento de Projetos de aprendizagem colaborativamente.

16
(SUTER; ALEXANDER; KAPLAN, 2005)
17
(MEJIAS, 2006).
18
Gutierrez (2003).
19
Modelo de aprendizagem que reconhece as mudanças tectônicas na sociedade, onde a aprendizagem não é mais uma atividade interna, individualista.
20
A interação como uma das categorias de análise dos fatos de linguagem e, não apenas o locus onde a linguagem acontece como espetáculo.

110
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É importante lembrar que o blog não deve se restringir apenas à esta ou aquela disciplina, pois é um
recurso para todos os eixos do conhecimento, já que o conhecimento na realidade busca uma
apresentação menos fragmentada. Pode até conter mais informações sobre uma determinada área, mas
não se fecha para qualquer outra em nenhum momento.
Para o professor, a antiga caneta vermelha para sublinhar o que estava errado é substituída por poder
oferecer informações sobre o “erro” do aluno e os caminhos a serem percorridos para uma melhora, se
necessária, em sua construção de conhecimento. Partindo do espaço “comentários” o professor interage
com o aluno mais facilmente, instigando-o a pensar e resolver soluções, dentro de um currículo voltado
para competências como nos coloca nossos Referenciais Nacionais de Educação.
São vários os aspectos pelos quais os blogs se constituem num elemento de utilização interessante
para a escola21. Dentre os motivos que esse autor aponta, destacamos:
1- Trata-se de uma ferramenta construtivista de aprendizagem;
2- Tem uma audiência potencial para o blog, que ultrapassa os limites da escola, permitindo que aquilo
que os alunos produzem de relevante vá muito além da sala de aula;
3- São arquivos da aprendizagem que alunos e até professores construíram;
4- É uma ferramenta democrática que suporta vários estilos de escrita e
5- Podem favorecer o desenvolvimento da competência em determinados tópicos quando os alunos
focam leitura e escrita num tema.

Os blogs educacionais são como uma ferramenta instrucional centrada na aprendizagem22. Como
atividade centrada nos alunos, os blogs permitem a eles construir capacidade de atuarem tanto
individualmente como em grupo, atributos que hoje são reconhecidos como importantes, essenciais para
as pessoas na sociedade contemporânea.
A ideia dos blogs em contextos educacionais, sobretudo como ferramenta de apoio às aprendizagens,
deve estar focada na interação entre aqueles que aprendem, os recursos educacionais e aqueles que
são, supostamente, os mais experientes (os professores).
Para finalizar, o professor não pode deixar de estabelecer objetivos e critérios ao utilizar este recurso,
pois a utilização a esmo não enriquece as aulas, se torna um tempo inutilizado para a construção e a
troca de conhecimentos. Ele deve deixar claro o que espera do aluno e o que pretende com a proposta
de trabalho. Assim a avaliação deve ser feita pelo professor e pelos alunos.

Wiki

O termo Wiki significa "super-rápido" em havaiano. Wiki ou WikiWiki são termos utilizados para
identificar um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto ou o software colaborativo utilizado
para criá-lo, permitindo a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o
conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação. Tendo como principais características: a
facilidade de acesso e edição; guardar históricos das alterações; as edições podem ser feitas por um
grupo restrito de usuários e; permite que o visitante comente sobre o que está sendo construído.
O primeiro e mais famoso dos Wikis é a Wikipédia que começou a ser escrita em 2001. A Wikipédia "é
uma enciclopédia multilíngue online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias
pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias".
Não existe autonomia quando não existe responsabilidade23. Assim, o uso da wiki na escola busca
desenvolver nos alunos o sentido de responsabilidade, autonomia e solidariedade.
Os wikis podem ser usados para a criação coletiva de documentos de forma extremamente fácil e
incentivando a colaboração e cooperação entre os alunos. Com eles o professor poderá propor atividades
colaborativas como:
- Escrever manuais;
- Escrever histórias e livros;
- Desenvolver sites;
- Registrar e divulgar atividades, reflexões e opiniões;
- Publicar trabalhos de alunos;
- Publicar notícias e anúncios para a comunidade escolar;
- Divulgar apresentações de slides, vídeos, música e animações;
- Acessar podcasts;
- Ensinar sobre a utilização de wikis, a publicação na web e web design;

21
Richardson (2006).
22
Glogoff (2005).
23
Luck (2006, p.98).

111
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Divulgar eventos.

Graças às vantagens citadas a ferramenta potencializa colaboração descentralizada, visto que, tanto
o professor como os alunos podem participar de um modo descomplicado de situações de aprendizagem
e interação, não só assincronamente, como também a distância.
Os recursos educacionais (notas de aula, exercícios, tarefas, projetos, etc.) podem ser facilmente
disponibilizados na web pelo professor e, mais importante de tudo, o foco das atividades desloca-se para
as aprendizagens em detrimento do ensino.
Já, os estudantes podem usar o wiki como uma ferramenta para a produção dos seus portfólios de
aprendizagens, para documentar projetos de aprendizagem, como "cadernos virtuais", como uma trilha
do seu desenvolvimento cognitivo, etc.
Convém ressaltar que, o fato de termos uma plataforma livre não é garantia da construção de uma
cultura livre, faz-se necessário também, concebermos e realizarmos estratégias pedagógicas que
proporcionem o desenvolvimento de projetos e atividades em ambientes colaborativos que incentivem a
partilha de informações e a construção coletiva.

Podcast

O termo Podcast foi citado pela primeira vez em 12 de fevereiro de 2004 num artigo de autoria do
jornalista Ben Hammersley, no jornal britânico The Guardian, se referindo a programas gravados em áudio
e disponibilizados na internet que podem ser “assinados” utilizando da mesma tecnologia feed já
encontrada nos sites.
Sendo uma palavra que vem da junção de Ipod com Broadcast, Podcast são programas de rádio
personalizados gravados em mp3 e disponibilizados pela internet através de um arquivo Rss, onde os
autores desses programas de rádio caseiros disponibilizam aos seus "ouvintes" possibilidade de ouvir ou
baixar os novos "programas", utilizando softwares como o Ipodder é possível baixar os novos programas
automaticamente, até mesmo sem precisar acessar o site do autor, podendo gravá-los depois em
aparelhos de mp3 ou cds e ouvir quando quiser.
Há três áreas em que o potencial do podcast se pode revelar profícuo: atividades curriculares, processo
de ensino-aprendizagem e aprendizagem personalizada24.
Os podcasts podem ser utilizados em atividades como:
- Ensinar os professores e estudantes sobre podcasting;
- Criar programas de áudio para blogs, wikis e páginas da web;
- Criar tours de áudio da escola;
- Criar áudio sobre pontos turísticos e locais históricos;
- Criar programas notícias e anúncios;
- Criar audiobooks;
- Ensinar edição de áudio;
- Criar uma "rádio" da escola;
- Criar comerciais;
- Gravar histórias da comunidade, do folclore, etc.

Algumas dificuldades têm sido encontradas na utilização de PodCasts na educação, por ser uma
tecnologia nova e ainda em desenvolvimento alguns processos e ajustes ainda não possuem uma efetiva
automação. Muitos dos projetos educacionais esbarram no detalhe técnico, em geral após gravarem seus
arquivos de áudio, alunos e professores tem divulgado a produção em sua página ou blog, mas não
criando o arquivo de feed (informação), o que tecnicamente torna o trabalho um ÁudioBlog e não PodCast.
Enquanto educadores, a criação e divulgação de um feed é importante, pois uma vez criado o feed e
divulgada adequadamente, a produção dos alunos ganha uma publicidade muito maior e por
consequência interações, através dos comentários que surgem de vários cantos do planeta o que mostra
a importância do trabalho realizado.
Na produção de PodCasts pode-se estar entrelaçadas inúmeras disciplinas, trabalhando e
desenvolvendo a criatividade e caminhando para integração de sons e imagens.
Assim, o audiovisual alcança níveis da percepção humana que outros meios não25. E, para o bem ou
para o mal, podem se constituir em fortes elementos de criação e modificação de desejos e de
conhecimentos, superando os conteúdos e os assuntos que os programas pretendem veicular e que, nas

24
Jobbings (2005)
25
(Coutinho, 2004).

112
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
escolas, professores e alunos desejam receber, perceber e, a partir deles, criar os mecanismos de
expansão de suas próprias ideias.

Redes Sociais

Redes sociais são estruturas formadas dentro ou fora da internet, por pessoas e organizações que se
conectam a partir de interesses ou valores comuns. Muitos confundem com mídias sociais, porém as
mídias são apenas mais uma forma de criar redes sociais, inclusive na internet.
No mundo virtual, são sites e aplicativos que operam em níveis diversos — como profissional, de
relacionamento, dentre outros — mas sempre permitindo o compartilhamento de informações entre
pessoas e/ou empresas.
Quando falamos em rede social, o que vem à mente em primeiro lugar são sites como Facebook,
Twitter e LinkedIn ou aplicativos como Snapchat e Instagram, típicos da atualidade. Mas a ideia, no
entanto, é bem mais antiga: na sociologia, por exemplo, o conceito de rede social é utilizado para analisar
interações entre indivíduos, grupos, organizações ou até sociedades inteiras desde o final do século XIX.
Na internet, as redes sociais têm suscitado discussões como a da falta de privacidade, mas também
servido como meio de convocação para manifestações públicas em protestos. Essas plataformas criaram,
também, uma nova forma de relacionamento entre empresas e clientes, abrindo caminhos tanto para
interação quanto para o anúncio de produtos ou serviços.
Até recentemente, pouca gente imaginava que as redes sociais teriam um impacto tão grande quanto
possuem hoje. Mas o desejo de se conectar com outras pessoas de qualquer lugar do mundo tem feito
com que pessoas e organizações estejam cada vez mais imersas nas redes sociais.

Redes sociais x Mídias sociais


Muitas pessoas acreditam que redes sociais e mídias sociais são a mesma coisa e que os termos
podem ser usados como sinônimos, mas não é verdade. Mídia social é o uso de tecnologias para tornar
interativo o diálogo entre pessoas; já rede social é uma estrutura social formada por pessoas que
compartilham interesses similares, conforme já detalhamos no item anterior.
O propósito principal das redes sociais é o de conectar pessoas. Você preenche seu perfil em canais
de mídias sociais e interage com as pessoas com base nos detalhes que elas leem sobre você. Pode-se
dizer que redes sociais são uma categoria das mídias sociais.
Mídia social, por sua vez, é um termo amplo, que abrange diferentes mídias, como vídeos, blogs e as
já mencionadas redes sociais. Para entender o conceito, pode-se olhar para o que compreendíamos como
mídia antes da existência da internet: rádio, TV, jornais, revistas. Quando a mídia se tornou disponível na
internet, ela deixou de ser estática, passando a oferecer a possibilidade de interagir com outras pessoas.
No coração das mídias sociais estão os relacionamentos, que são comuns nas redes sociais — talvez
por isso a confusão. Mídias sociais são lugares em que se pode transmitir informações para outras
pessoas.
Outra maneira de diferenciá-las é pensando que as mídias sociais ajudam as pessoas a se juntarem
por meio da tecnologia enquanto as redes sociais melhoram essa conexão, já que as pessoas só se
interligam em redes porque têm interesses comuns.

Tipos de redes sociais


Elas costumam ser divididas em diferentes tipos, de acordo com o objetivo dos usuários ao criarem
um perfil. E uma mesma rede social pode ser de mais de um tipo.
A classificação mais comum é:

Rede social de relacionamento


Você pode estar pensando: “ué, mas o propósito das redes sociais não é justamente o
relacionamento?” De fato, esse é o objetivo da maioria delas, mas há algumas que são especialmente
focadas nisso.
O caso mais conhecido é o Facebook, cujo propósito, pelo menos em sua concepção, era o de conectar
pessoas. Mas podemos citar inúmeras outras redes, que inclusive também se encaixam nos outros tipos,
como Instagram, LinkedIn, Twitter, Google+ etc.

Rede social de entretenimento


Redes sociais de entretenimento são aquelas nas quais o objetivo principal não é se relacionar com
as pessoas, e sim consumir conteúdo.

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O exemplo mais icônico é o YouTube, a maior plataforma de distribuição de vídeos do mundo, em que
o objetivo é publicar e assistir a vídeos. Outro caso é o Pinterest, no qual as pessoas publicam e
consomem imagens.

Rede social profissional


São aquelas em que os usuários têm como objetivo criar relacionamentos profissionais com outros
usuários, divulgar projetos e conquistas profissionais, apresentar seu currículo e habilidades, conseguir
indicações, empregos etc.
O LinkedIn é a rede social profissional mais conhecida e utilizada, mas há outras que também vêm
conquistando espaço, como Bebee, Bayt, Xing e Viadeo. Além disso, outras redes que não são
exclusivamente profissionais também têm sido utilizadas para esse fim, como o Facebook, o Instagram,
o YouTube, o Twitter e o Pinterest.

Rede social de nicho


Redes sociais de nicho são aquelas voltadas para um público específico, seja uma categoria
profissional ou pessoas que possuem um interesse específico em comum.
Um dos casos mais emblemáticos é a TripAdvisor, em que os usuários atribuem notas a atrações
relacionadas ao ramo gastronômico e turístico.
Outro exemplo é a DeviantArt, comunidade em que artistas visuais promovem seus trabalhos.
Há ainda a Goodreads, uma rede social para leitores, que podem fazer resenhas de livros e
recomendá-los.
Esse são só alguns dos exemplos mais populares de redes sociais de nicho. O campo é bastante
amplo.

Redes sociais mais comuns


Vamos falar sobre as redes sociais preferidas dos brasileiros .
1. Facebook;
2- WhatsApp;
3- YouTube;
4- Instagram;
5- LinkedIn;
6- Twitter;
7- Facebook Messenger;
8- Pinterest;
9- Snapchat;
10- Google+.

O que é Taxa de Download, Upload, Servidor, Ping e Número de IP26?

- Download: acontece quando o computador está recebendo dados da internet. Exemplo: ao acessar
um site, primeiro enviamos a informação de que queremos acessar aquele site para um SERVIDOR e
depois o servidor retorna à informação com os dados daquele site. Quando estamos baixando algum
arquivo para o nosso computador, estamos recebendo dados, portanto, fazendo um download na qual a
velocidade pode variar dependendo da velocidade de sua internet e da velocidade de upload do servidor
de onde está o arquivo.
- Upload: acontece quando estamos enviando dados do nosso computador, para a internet. É o
caminho inverso do download. Geralmente, a velocidade de upload da internet, é bem menor do que a de
download. Isso acontece muito aqui no Brasil onde uma internet de 1 megabit, faz downloads a velocidade
média de 125 kbytes por segundo (kbps) e o upload, costuma ser uns 20% da velocidade de download,
cerca de 30 kbytes por segundo (kbps).
- Servidor: é o intermediário entre o download e o upload, ou seja, o que faz a ligação do nosso
computador, ao site que queremos acessar. É importante ressaltar que cada site tem um servidor
específico na qual estão armazenadas as suas informações. Portanto, ao navegar na internet em
diferentes sites, na verdade estamos acessando diferentes servidores que contém as informações desses
sites. Se por acaso algum site não funcionar e outros sites estiverem normais, muito provavelmente é
porque o servidor desse site pode estar com problemas ou em manutenção.

26
[Link]

114
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Ping: é a taxa que mede o tempo de resposta e estabilidade da internet. Quanto menor for o ping da
internet, melhor será a conexão. Nos testadores de velocidade de internet, o ping costuma ser medido
em milisegundos (ms), ou seja, quantos milésimos de segundo um pacote de informações demora para
percorrer um ponto a outro, por isso, quanto menor o ping mais rápida é a conexão. Assim 50 ms
corresponde a 0,05 segundos. Um ping de 50 ms, podemos esperar uma boa conexão. Você pode testar
a sua internet e ver se o seu ping está mais ou menos nesse nível.
- Número de IP: é um número que é atribuído quando você se conecta a internet. É como se fosse o
número de sua identidade na web, que nesse caso, é o número que identifica o seu computador na
internet. O IP pode ser fixo ou dinâmico. Se for fixo, esse número será sempre igual mesmo que você se
desconecte e reconecte de novo na internet. Se for dinâmico, esse número mudará toda vez que você se
conectar na internet. Isso costuma acontecer com internet do tipo Velox na qual um número diferente de
IP é atribuído toda vez que o modem é reiniciado ou religado na tomada.

Transferência de Informações e Arquivos27

O FTP (File Transfer Protocol - Protocolo de transferência de arquivos) oferece um meio de


transferência e compartilhamento de arquivos remotos. Entre os seus serviços, o mais comum é o FTP
anônimo, pois permite o download de arquivos contidos em diretórios sem a necessidade de autenticação.
Entretanto, o acesso anônimo é restrito a diretórios públicos que foram especificados pelo administrador
da rede.
O protocolo FTP disponibiliza interatividade entre cliente e servidor, de forma que o cliente possa
acessar informações adicionais no servidor, não só ao próprio arquivo em questão. Como exemplo de
facilidades podemos citar a lista de arquivos, onde o cliente lista os arquivos existentes no diretório, ou
opções do tipo Help, onde o cliente tem acesso a lista de comandos. Essa interatividade e proveniente
do padrão NVT (Network Virtual Terminal) usado pelo protocolo TELNET. Contudo, o FTP não permite a
negociação de opções, utilizando apenas as funções básicas do NVT, ou seja, seu padrão default.
O protocolo FTP permite que o cliente especifique o tipo e o formato dos dados armazenados. Como
exemplo, se o arquivo contém texto ou inteiros binários, sendo que no caso de texto, qual o código
utilizado (USASCII, EBCDIC, etc.).
Como segurança mínima o protocolo FTP implementa um processo de autenticação e outro de
permissão. A autenticação é verificada através de um código de usuário e senha, já a permissão, é dada
em nível de diretórios e arquivos.
O servidor de FTP possibilita acessos simultâneos para múltiplos clientes. O servidor aguarda as
conexões TCP, sendo que para cada conexão cria um processo cativo para tratá-la. Diferente de muitos
servidores, o processo cativo FTP não executa todo o processamento necessário para cada conexão. A
comunicação FTP utiliza uma conexão para o controle e uma (ou várias) para transferência de arquivos.
A primeira conexão (chamada de conexão de controle "Ftp-control") é utilizada para autenticação e
comandos, já a segunda (chamada de conexão de dados "Ftp-data"), é utilizada para a transferência de
informações e arquivos em questão.
O FTP também é utilizado de forma personalizada e automática em soluções que trabalham como o
EDI (Eletronic Data Interchange), onde Matrizes e Filiais trocam arquivos de dados com a finalidade de
sincronizar seus bancos de dados. Outro uso seria os LiveUpdates, como o usado nas atualizações dos
produtos da Symantec (Norton Antivírus, Personal Firewall e etc.).
Existem também os programas que aceleram download e que utilizam o protocolo FTP. Esses
programas usam tecnologia de múltiplas sessões e empacotamento com a quebra dos arquivos,
conseguindo dessa forma, uma melhora significativa na velocidade dos downloads.
Os modos de transferência em detalhes:

Padrão
No modo padrão a primeira conexão que é estabelecida pelo cliente é em uma porta TCP de número
alto (varia entre 1024 a 65535, pois é dinâmica) contra o servidor na porta TCP número 21. Essa conexão
é quem autentica e diz ao servidor qual(is) arquivo(s) o cliente deseja. Esta conexão permite também, a
passagem de outras informações de controle (comandos por exemplo). Contudo, quando chega à hora
de transferir os dados reais uma segunda conexão será aberta. Diferente da conexão de controle, esta
que é de dados, é aberta pelo servidor em sua porta TCP de número 20 contra o cliente em uma porta
TCP de número alto e que é atribuída também dinamicamente (cliente e servidor negociam a porta em
questão como parte da troca da conexão de controle).

27
[Link]

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Passivo
No modo passivo a primeira conexão é idêntica ao modo padrão. Contudo, quando chega à hora de
transferir os dados reais, a segunda conexão não opera da mesma forma que no modo padrão. Ela opera
da seguinte forma: o servidor fica esperando que o cliente abra a conexão de dados. Essa conexão e
aberta pelo cliente em uma porta TCP de número alto (varia entre 1024 a 65535, pois é dinâmica) contra
o servidor em uma porta TCP de número alto também. Tudo fica estabelecido na conexão de controle
inclusive a porta TCP que o cliente vai usar contra o servidor. Além de modificar o sentido da conexão de
dados, as portas são altas em ambos os lados.
O comando PASV é quem altera o modo de operação.

Problemas como o protocolo FTP em alguns gateways


Um aspecto importante que deve ser mencionado é o fato de que as redes normalmente se conectam
à Internet através de um Gateway, e dependendo do tipo e a concepção dele, poderá fazer com que o
FTP seja configurado de forma nada convencional. Um exemplo é o Proxy da AnalogX. O programa FTP
nesse caso deve ser configurado para conectar diretamente no servidor Proxy, como se este fosse
realmente o servidor de FTP. Entretanto, será passado a ele o endereço do FTP correto, de tal forma que
ele fará o resto do trabalho (conexões no FTP correto e repasses para o cliente da rede interna que
solicitou a conexão).

Advertência sobre a Segurança


Na conexão FTP feita no modo padrão a segunda conexão (ftp-data) traz sérios problemas para a
segurança das redes. O motivo é que a conexão aberta no sentido do servidor em uma porta TCP de
número abaixo de 1024 (o default é 20) contra o cliente em uma porta TCP numerada de forma dinâmica
e maior que 1024, sem estar com o flag ACK acionado, será considerada pelo administrador da rede
como acesso indevido e os pacotes de dados serão descartados. Já o modo passivo é considerado o
modo correto de abrir uma conexão do tipo "ftp-data".

INTRANET

Uma intranet é uma rede privada, contida dentro de uma empresa, que utiliza tecnologias de internet,
mas é isolada da Internet global. Etimologicamente, origina-se dos termos “intra”- interno e “net” - rede, o
que faz sentido, porque uma intranet funciona exatamente como a Internet, exceto que é uma rede
confinado dentro de uma empresa, escola, governo ou organização.
Pode ser constituída por muitas redes locais interligadas e também usar linhas alugadas na rede de
área ampla. O principal objetivo de uma intranet é compartilhar informações sobre a empresa e os
recursos de computação entre os funcionários. Uma intranet também pode ser utilizada para facilitar o
trabalho em grupos e para teleconferências.
Tanto a Internet quanto uma intranet operam com um padrão de comunicação chamado TCP / IP
(Transmission Control Protocol / protocolo de Internet) que conecta hospedeiros e usuários em uma rede.
Internet e intranet empregam páginas de Web para exibir informações nos computadores dos usuários.
Portanto, ambas utilizam linguagens de programação Web, como HTML, Java, Flash e XML para construir
páginas da Web com texto, imagens, áudio e vídeo.
Algumas empresas e organizações permitem que os parceiros de negócios e clientes para acessar
seus sites de intranet a partir de locais remotos fora da empresa LAN. Essas extensões de uma intranet
são chamadas extranets.
Intranets normalmente começam com a publicação de páginas da web sobre os eventos da empresa,
políticas de saúde e segurança, e boletins de pessoal. Aplicações mais populares vem a seguir, como
formulários para solicitação de férias. Tudo isso ajuda a eliminar a burocracia e acelerar fluxos de trabalho.
À medida que mais recursos são adicionados, uma intranet pode se tornar essencial para o
funcionamento de uma organização. Ele se torna um portal que dá acesso a todas as coisas que os
trabalhadores necessitam.

Benefícios da Intranet

A principal vantagem de usar uma intranet em uma empresa de pequeno ou grande é que é barata
para implementar e executar, aumentando o retorno sobre o investimento (ROI). No escritório moderno,
a maioria dos computadores já estão equipados para se conectar à Internet e navegar na Web. Com uma
intranet, não há necessidade de comprar novos equipamentos para o usuário final ou significativamente
reestruturar a rede corporativa. A única coisa que precisa ser comprada e configurada é um servidor Web

116
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
(hardware e software) para sediar a intranet. E o software de servidor Web mais popular, Apache, é
gratuito.
Outra vantagem de usar uma intranet é no compartilhamento de informações e colaboração em uma
organização. Vamos usar o exemplo de um departamento de vendas em uma empresa de software. Em
vez de cada vendedor manter suas próprias listas de vendas e salvá-los em seu próprio computador,
todas as oportunidades de vendas podem ser postadas e monitorados em um Web site central na intranet
corporativa. Os vendedores podem postar e compartilhar roteiros para apresentação de produtos, vídeos
de treinamento e relatórios da indústria. Em vez de enviar centenas de diferentes grupos de e-mails, todas
as informações estão armazenadas em uma localização central. Isso economiza tempo, o que, por sua
vez, economiza dinheiro.
Intranets tornam-se ainda mais poderosas quando estão ligadas a bancos de dados corporativos. De
repente, todas as informações na rede corporativa é pesquisável e acessível através de uma interface
Web simples. Em vez de comprar o software de licenciamento para cada área de trabalho no escritório,
a empresa pode optar por aplicativos baseados na Web que são acessados através de um navegador
Web. O recursos humanos pode manter registros de funcionários e representantes de serviço ao cliente
pode rastrear as solicitações de assistência através de um site de intranet.
Outro benefício financeiro das intranets é que eles são escalonáveis e flexíveis. Uma pequena empresa
pode transformar um simples PC desktop em um servidor Web, construir algumas páginas básicas da
Web em HTML e ser instalado e funcionando praticamente sem nenhum custo extra. À medida que a
empresa cresce, pode investir em um servidor Web mais robusto, contratar um desenvolvedor Web para
designar páginas de intranet mais dinâmicas e fazer mais e mais informações e software disponíveis on-
line.
Além de seus benefícios financeiros tangíveis, intranets também podem ajudar a desenvolver e
reforçar a cultura corporativa de uma empresa. Especialistas em relações entre funcionários podem
postar boletins, manter calendários de eventos e organizar grupos de voluntários através do site intranet.
E os próprios empregados podem criar blogs e wikis que expliquem todas as facetas da vida corporativa.
Para as empresas que também manter sites dinâmicos Internet, a intranet da companhia pode ser um
lugar para testar novas ideias e emergentes características da Web 2.0. Talvez uma empresa está
brincando com a ideia de lançar seu próprio canal de televisão da rede social on-line ou Internet. Todas
as dificuldades técnicas e de uso podem ser trabalhados no site intranet para que tudo corra bem, quando
os novos recursos são revelados ao público.

Desenvolvimento da Intranet

Ao planejar uma intranet, a coisa mais importante é que alguém precisa estar no comando.
Dependendo do tamanho da organização, este poderia ser um funcionário ou uma equipe de funcionários.
Este indivíduo ou equipe intranet irá determinar qual conteúdo é publicado na intranet e qual tecnologia
será usada no processo.
Uma vez que a equipe de intranet é montada, deve-se considerar muitas questões importantes que
irão ditar o tamanho, custo e funcionalidade da intranet. Aqui estão algumas considerações gerais ao
planejar uma intranet:
- Quem é o público-alvo principal da intranet? Todos os funcionários? Ou apenas determinados
departamentos?
- Quais são os objetivos da intranet? A melhoria do acesso de documentos? Melhor colaboração?
Reduzir o tempo de custos de impressão?
- Como o sucesso da Intranet será medido?
- Quais são os tipos de documentos e bases de dados corporativa que terão de ser acessada?
- Que aplicações baseadas na Web serão acessível a partir da intranet?
- Como o site será estruturado? Qual será na página inicial, as diferentes páginas de destino principais
e subpáginas?
- Todo mundo vai ter permissão para publicar conteúdo na intranet ou apenas alguns funcionários?
- Quem ficará encarregado de comunicar diretrizes editoriais e manter a consistência editorial?

Para tirar a intranet do chão, a equipe de intranet terá de resolver várias considerações técnicas
também. Aqui estão algumas perguntas técnicas básicas que precisam ser respondidas durante a fase
de planejamento:
- Quem será responsável pela configuração e manutenção do servidor Web?
- Será o servidor e rede administrada por uma equipe de tecnologia da informação “de casa” ou por
prestadores de serviços?

117
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Que precauções de segurança precisam estar no lugar (firewalls, software de segurança) para limitar
o acesso à intranet?
- Quanta largura de banda de rede irá exigir? Por exemplo, ele vai sediar streaming de áudio e vídeo,
muitos gráficos e fotos, etc.?
- Como é que novos aplicativos serão testados antes de serem adicionados à intranet?
- O sistema de gerenciamento de conteúdo será usado para criar e publicar conteúdo?
- Como os funcionários serão treinados sobre o sistema de gerenciamento de conteúdo?
- Quem será o contato para questões / dúvidas técnicas sobre o sistema de gerenciamento de
conteúdo?
- Como a empresa irá fazer backup de dados da intranet? Como os dados da intranet se encaixam no
plano de recuperação de desastres da empresa?

Depois de responder a todas estas questões importantes, a equipe de intranet precisa chegar a uma
proposta de orçamento a ser apresentado aos executivos responsáveis. Em organizações maiores, estes
seriam o diretor técnico (CTO) e / ou diretor de informática (CIO). Projeções de custos para os seguintes
itens devem ser incluídos no orçamento intranet:
- Servidores Web;
- Pessoas para administrar servidores (in-house ou contratados);
- Desenvolvimento web e design (in-house ou contratados);
- Sistema de gerenciamento de conteúdo;
- Desenvolvimento de aplicações (software e pessoal);
- Hardware e software de segurança;
- Custos de manutenção de longo prazo.

EXTRANET

Quando alguma informação dessa intranet é aberta a clientes ou fornecedores dessa empresa, essa
rede passa a ser chamada de extranet. Se sua empresa tem uma intranet e seu fornecedor também e
ambas essas redes privadas compartilham uma rede entre si, para facilitar pedidos, pagamentos e o que
mais precisarem, essa rede compartilhada é conhecida como extranet. Ainda, se sua empresa abre uma
parte de sua rede para contato com o cliente, ou permite uma interface de acesso dos fornecedores essa
rede com ele é chamada de extranet.
Tecnicamente, os sistemas que permitem isso são os mesmos da intranet, com a diferença que aqui
é necessário um acesso à internet. A diferença básica entre intranet e extranet está em quem gerencia a
rede. O funcionamento é o mesmo e a arquitetura da rede é a mesma. Só que em uma intranet, quem
gerencia é só uma empresa, enquanto que em uma extranet, os gerentes são as várias empresas que
compartilham a rede.
A extranet seria uma extensão da intranet. Funciona igualmente como a intranet, porém sua principal
característica é a possibilidade de acesso via internet, ou seja, de qualquer lugar do mundo você pode
acessar os dados de sua empresa. A ideia de uma extranet é melhorar a comunicação entre os
funcionários e parceiros além de acumular uma base de conhecimento que possa ajudar os funcionários
a criar novas soluções.
Algumas pessoas consideram a extranet como uma “intranet que saiu da empresa”. É uma intranet
que se estende aos clientes e fornecedores, e que pode ser acessada de fora da empresa, contudo
permanece restrita ao público de interesse da organização.

118
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Comparativo entre as Tecnologias

Questões

01. (Prefeitura de Sonora/MS - Assistente de Administração - MS CONCURSOS/2019) Sobre


“URL”, analise as opções a seguir:
I- URL é o endereço de um recurso disponível em uma rede, seja a rede internet ou intranet, e significa
em inglês Uniform Resource Locator, e em português é conhecido por Localizador Padrão de Recursos.
II- URL é um endereço virtual com um caminho que indica onde está o que o usuário procura, e pode
ser tanto um arquivo, como uma máquina, uma página, um site, uma pasta etc.
III- URL é composto de um protocolo, que pode ser tanto HTTP, que é um protocolo de comunicação,
como FTM, que é uma forma rápida de transferir arquivos na internet etc.
Está correto o contido:
(A) Apenas na opção I.
(B) Apenas na opção II.
(C) Apenas nas opções I e II.
(D) Em todas as opções.

02. (Prefeitura de Campo Grande/MS - Assistente de Serviços de Saúde - SELECON/2019) Na


internet, uma modalidade de processamento é caracterizada por baixar arquivos nos formatos PDF, RAR
e MP3 de sites especializados da web. O termo técnico que define essa modalidade de processamento
é:
(A) upload
(B) upgrade
(C) download
(D) downgrade

03. (SCGás - Assistente Administrativo - IESES/2019) Sobre a intranet, escolha a alternativa correta:
(A) Trata-se de uma nova modalidade de internet que as organizações utilizam para o e-commerce,
podendo ser acessada por qualquer pessoa que deseja comprar online.
(B) Trata-se de redes corporativas que utilizam a tecnologia da comunicação para divulgar suas
informações ao público em geral por meio de sua página na internet.
(C) Trata-se de redes corporativas que utilizam a tecnologia da comunicação, aplicadas internamente
nas redes de computadores das empresas, interligando setores, sedes e funcionários, otimizando
processos de comunicação e ação.
(D) Trata-se de redes corporativas que utilizam a tecnologia da comunicação, aplicadas externamente
à rede de computadores das empresas, voltada apenas para os clientes.

04. (MPC/PA - Assistente Ministerial de Informática - CESPE/2019) A Internet apresenta como


característica o fato de
(A) ter seus conteúdos disponibilizados controlados pelo [Link].
(B) ser controlada de forma global pela ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network).
(C) ser restrita aos usuários de uma rede corporativa.
(D) ter criptografia nativa em todas as comunicações.
(E) ser formada por diferentes redes.

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05. (UFU/MG - Técnico em Nutrição Dietética - UFU/MG) Em relação aos conceitos de Navegação
na Internet, Uniform Resource Locator (URL) e World Wide Web (www), assinale a alternativa correta.
(A) HiperText Transference Protocol (HTTP) e File Transfer Protocol (FTP) são exemplos de
esquemas/protocolos que podem ser utilizados em URLs.
(B) O usuário, ao digitar a URL [Link] na barra de endereço de um browser, está
tentando acessar um conteúdo Web, utilizando a porta 125 do servidor Web.
(C) O HiperText Transference Protocol (HTTP) é o protocolo padrão para navegação na web e é
considerado o protocolo mais seguro para esse fim, pois todos os dados enviados por esse protocolo são
criptografados.
(D) Ao digitar a URL [Link] o browser não executará
nenhuma ação e retornará uma mensagem de erro, pois essa não é uma URL válida.

06. (Prefeitura de Jardim de Piranhas/RN - Agente de Administração - FUNCERN/2019) Marcela


é compositora e cantora solo. Ela sempre filma suas performances e seus shows, mas gostaria muito de
divulgar seu trabalho em uma rede social para ficar mais conhecida. Para isso, deve encontrar uma rede
social que possa criar seu espaço e postar seus vídeos. Assim, a melhor rede social para Marcela fazer
a divulgação de seu trabalho é o
(A) Telegram.
(B) Youtube.
(C) Flickr.
(D) LinkedIn.

07. (Prefeitura de Lagoa Santa/MG - Técnico em Informática - FUNDEP (Gestão de


Concursos)/2019) Analise as afirmativas a seguir sobre internet e assinale com V as verdadeiras e com
F as falsas.
( ) O endereço de qualquer site na internet é chamado de URL. Este facilita a navegação e possui
características específicas, como acentuação gráfica e palavras maiúsculas.
( ) A internet é uma rede de computadores interligados em que se pode trocar informações, sendo
esses computadores pessoais ou corporativos.
( ) Uma URL é composta por “http”, que é o protocolo, “www”, que significa World Wide Web, o nome
da empresa que representa o site, “.com”, que significa o tipo do site e “.br”, que é a sigla do país de
origem daquele site (nesse caso, Brasil).

Assinale a sequência correta.


(A) V F F
(B) F V V
(C) F F F
(D) V V V
Gabarito

01.C / 02.C / 03.C / 04.E / 05.A / 06.B / 07.B

Comentários
01. Resposta: C
I- Correta.
II- Correta.
III- Incorreta. Na opção III, o protocolo de transferência de arquivos na internet é o FTP (File Transfer
Protocol), um termo que, traduzido para o português, significa Protocolo de Transferência de Arquivos.
Ele é basicamente um tipo de conexão que permite a troca de arquivos entre dois computadores
conectados à internet.
Com isso, você pode enviar qualquer coisa para uma outra máquina ou armazená-los em um servidor
FTP, ficando ela sempre disponível para o usuário acessar e não FTM.

02. Resposta: C
Down: baixo, você vai baixar algo.
Up: cima, você vai enviar algo.
Downgrade: retoma uma versão anterior de alguma coisa.
Upgrade: pode ser definido como uma melhoria.
Ex: Hoje dei um upgrade no estudo de informática.

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03. Resposta: C
A intranet é uma rede interna, fechada e exclusiva, com acesso somente para os funcionários de uma
determinada empresa e muitas vezes liberado somente no ambiente de trabalho e em computadores
registrados na rede. Essa restrição do ambiente de trabalho não é necessária, já que as intranets não são
necessariamente LANs, mas sim redes construídas sobre a internet. Em outras palavras, tecnicamente é
possível acessar intranets de qualquer computador ligado à internet, caso a mesma também esteja ligada
à internet, servindo como interligação de setores, sedes e funcionários, otimizando processos de
comunicação e ação.

04. Resposta: E
A internet é um sistema global de redes interligadas.

05. Resposta: A
HTTP: protocolo base para comunicação na World Wide Web (www).
Transfere conteúdo da página web para os navegadores.
Utiliza a porta 80.
FTP: protocolo de transferência de arquivos.
Porta 20: transferência propriamente dita dos arquivos.
Porta 21: para controle da sessão.

06. Resposta: B
Andreas Kaplan e Michael Haenlein definem mídias sociais como “um grupo de aplicações para
Internet construídas com base nos fundamentos ideológicos e tecnológicos da Web 2.0, e que permitem
a criação e troca de Conteúdo Gerado pelo Utilizador (UCG)”, resumindo, mídia social é o ambiente online
onde podemos compartilhar informações, como por exemplo um blog. Então, o Facebook pode ser uma
mídia social correto? Correto! Por definição, toda rede social é também mídia social. A rede social é uma
parte da mídia social.
O YouTube é uma rede social ou uma mídia social? É uma mídia social. No YouTube, a gente pode
até conversar com as pessoas e criar perfis, mas o foco principal do site é o compartilhamento de
conteúdo em vídeo.

07. Resposta: B
A URL é composta por:
“www”, que significa World Wide Web + o nome da empresa que representa o site + “.com”, que
significa o tipo do site + “.br”, que é a sigla do país de origem daquele site (nesse caso, Brasil).
Por exemplo: [Link]

MOZILLA FIREFOX28

Firefox é um navegador web de código aberto e multiplataforma com versões para Windows, OS X
(Mac), Linux e Android, em variantes de 32 e 64 bits, dependendo da plataforma. O Mozilla Firefox possui
suporte para extensões, navegação por abas, alerta contra sites maliciosos, suporte para sincronização
de informações, gerenciador de senhas, bloqueador de janelas pop-up, pesquisa integrada, corretor
ortográfico, gerenciador de download, leitor de feeds RSS e outros recursos.

Definir ou Alterar a sua Página Inicial

Escolha a página que deve ser aberta quando você inicia o Firefox ou clique no botão Início.
Abra uma aba com a página da web que você quer usar como página inicial.
Arraste e solte a aba no botão Início .

Clique em Sim para defini-la como sua página inicial.


28
Fonte: [Link]

121
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Restaurar a Página Inicial Padrão

Para reverter as configurações da página inicial, siga os seguintes passos:


Clique no botão , depois em Opções
Vá para o painel Geral.
Clique em Restaurar o padrão.

Clique em OK para fechar a janela de Opções.

Buscar na Web

Escolha o seu mecanismo de pesquisa favorito para a barra de pesquisa do Firefox.


- Para escolher, basta clicar no ícone à esquerda da barra de pesquisa.

Encontre Tudo com a Barra Inteligente

Comece a digitar na barra de endereços e você verá uma lista de páginas do seu histórico de
navegação e favoritos. Quando visualizar a página desejada, basta clicar nela.

Você também pode fazer uma pesquisa na web a partir daqui.

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Navegação Privativa

O recurso de navegação privativa do Firefox permite-lhe navegar na Internet sem guardar qualquer
informação no seu computador sobre quais os sites e páginas você visitou.
Clique no botão de menu e depois em Nova janela privativa.

Personalizar o Menu ou a Barra de Ferramentas

Você pode alterar os itens que aparecem no menu ou na barra de ferramentas.


Clique no botão de menu e depois em Personalizar.
Uma aba especial será aberta permitindo arrastar e soltar itens no menu e na barra de ferramentas.

Quando terminar, clique no botão verde Sair da personalização.

Adicionar Funcionalidades ao Firefox com Complementos

Complementos são como aplicativos que você pode instalar para fazer o Firefox trabalhar do seu jeito.
Clique no botão de menu e selecione Complementos para abrir a aba do gerenciador de
complementos.
No gerenciador de complementos, selecione o painel Adicionar.
Para ver mais informações sobre um complemento ou tema, clique nele. Você pode, em seguida, clicar
no botão verde Add to Firefox para instalá-lo.
- Você também pode pesquisar por complementos específicos usando a caixa de busca na parte
superior. Você pode então instalar qualquer complemento que encontrar, usando o botão Instalar.

123
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O Firefox irá baixar o complemento e pedir para você confirmar a instalação.
Clique no botão Reiniciar agora se ele aparecer. Suas abas serão salvas e restauradas após reiniciar.
Alguns complementos colocam um botão na barra de ferramentas após a instalação. Você pode
remover ou movê-los para o menu se quiser.

Mantenha seu Firefox Sincronizado

Acesse seus favoritos, histórico, senhas e muito mais a partir de qualquer dispositivo.
Primeiro crie uma conta Firefox:
Clique no botão de menu e depois em Entrar no Sync e siga as instruções para criar sua conta.

Em seguida, basta entrar para conectar um outro dispositivo.

Marcar um Site como Favorito

Salve seus sites favoritos


Para criar um favorito, clique na estrela na barra de ferramentas. A estrela ficará azul e um favorito da
página em que você está será criado na pasta de favoritos Não organizados.

124
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Arraste uma aba diretamente para a sua barra de ferramentas favoritos para salvá-la lá.

Como criar um favorito?


Para criar um favorito, clique no ícone da estrela na Barra de ferramentas. A estrela ficará azul e seu
favorito será adicionado na pasta "Não organizados". Pronto!

Dica: quer adicionar todas as abas de uma só vez? Clique com o botão direito do mouse em qualquer
aba e selecione Adicionar todas as abas.... Dê um nome a pasta e escolha onde quer guardá-la.
Clique Adicionar favoritos para finalizar.

Como mudar o nome ou onde fica guardado um favorito?


Para editar os detalhes do seu favorito, clique novamente na estrela e a caixa Propriedades do
favorito aparecerá.

Na janela Propriedades do favorito você pode modificar qualquer um dos seguintes detalhes:
- Nome: o nome que o Firefox exibe para os favoritos em menus.
- Pasta: escolha em que pasta guardar seu favorito selecionando uma do menu deslizante (por
exemplo, o Menu Favoritos ou a Barra dos favoritos). Nesse menu, você também pode clicar
em Selecionar... para exibir uma lista de todas as pastas de favoritos.
- Tags: você pode usar tags para ajudá-lo a pesquisar e organizar seus favoritos.

Quando você terminar suas modificações, clique em Concluir para fechar a caixa.

Onde posso encontrar meus favoritos?


A forma mais fácil de encontrar um site para o qual você criou um favorito é digitar seu nome na Barra
de Endereços. Enquanto você digita, uma lista de sites que já você visitou, adicionou aos favoritos ou
colocou tags aparecerá. Sites com favoritos terão uma estrela amarela ao seu lado. Apenas clique em um
deles e você será levado até lá instantaneamente.

Como organizar os meus favoritos?


Na Biblioteca, você pode ver e organizar todos os seus favoritos.
Clique no botão favoritos em seguida clique em Exibir todos os favoritos para abrir a janela da
Biblioteca.

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Por padrão, os favoritos que você cria estarão localizados na pasta "Não organizados". Selecione-a na
barra lateral da janela "Biblioteca" para exibir os favoritos que você adicionou. Dê um clique duplo em um
favorito para abri-lo.
Enquanto a janela da Biblioteca está aberta, você também pode arrastar favoritos para outras pastas
como a "Menu Favoritos", que exibe seus favoritos no menu aberto pelo botão Favoritos. Se você
adicionar favoritos à pasta "Barra de favoritos", eles aparecerão nela (embaixo da Barra de navegação).

Como ativar a barra de favoritos?


Se você gostaria de usar a Barra de Favoritos, faça o seguinte:
Clique no botão e escolhe Personalizar.
Clique na lista Exibir/Ocultar barras e no final selecione Barra dos favoritos.
Clique no botão verde Sair da personalização.

Importe favoritos e outros dados de outros navegadores


O Firefox permite que você importe facilmente seus favoritos e outras informações de outros
navegadores instalados em seu computador.
Para importar os favoritos e outras informações:
Clique no botão favoritos em seguida clique em Exibir todos os favoritos para abrir a janela da
Biblioteca.
Na janela Biblioteca, clique no botão Importar e fazer backup dos favoritos e escolha Importar dados
de outro navegador. O assistente de importação abrirá.

Nota: se o botão Importar dados de outro navegador... estiver desativado (cinza), pode ser que você
esteja em modo de Navegação Privativa. Desative este recurso e tente novamente.

126
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Selecione o navegador que contém os favoritos ou outras informações que você deseja utilizar no
Firefox, e avance para a próxima página para efetivar sua escolha e completar a importação.
Se o Assistente de Importação não listar seu outro navegador, ainda é possível importar os favoritos
dele, mas primeiro será necessário exportar e salvar os favoritos como um arquivo em formato HTML.
Visite a página de ajuda de seu outro navegador se precisar de ajuda.

Abas Fixas

As abas fixas permitem-lhe manter seus aplicativos web favoritos como Facebook, Gmail e Twitter,
abertos e a apenas um clique de distância. Abas fixas são pequenas, não podem ser fechadas
acidentalmente e abrem de forma automática ao iniciar o Firefox. Este artigo mostra as funções das abas
fixas e como usá-las.

Por que usar abas fixas?


A internet está cheia de sites que usamos mais como programas do que como páginas estáticas. Sites
populares como Facebook e Gmail são assim - usados para cumprir tarefas (ou evitar o cumprimento),
se atualizam sozinhos e o notificam quando são alterados. Abas fixas permitem fixar qualquer site no lado
esquerdo da barra de abas, para que esteja sempre disponível.

Como fazer para criar uma aba fixa?


O jeito mais fácil de ver como abas fixas podem ser úteis é criar uma.
Clique com o botão direito na aba que deseja fixar e selecione Fixar aba no menu.

Como remover uma aba fixa?


Transformar uma aba fixa em uma aba normal é simples.
Clique com o botão direito na aba fixa e selecione Desafixar aba no menu.

Como abas fixas são diferentes de abas normais?


Abas fixas são pequenas - apenas mostram o ícone do site, não o título - e ficam no lado esquerdo da
barra de abas.
Abas fixas não têm um botão para fechar, assim não podem ser fechadas acidentalmente.
Você ainda pode fechá-las clicando com o botão direito nelas e selecionando Fechar abano menu.
Abas fixas o notificam com um destaque azul quando são alteradas.
Se você tem o Gmail como uma aba fixa, por exemplo, e está usando outra aba quando recebe um e-
mail, sua aba do Gmail irá brilhar.
Todas as abas fixas que você tem quando fecha o Firefox irão abrir como abas fixas quando abrir o
Firefox novamente.
Links para outros sites abrem numa nova aba, para que sua aba fixa não mude.
Muitos aplicativos web, como o Facebook, já fazem isso, mas uma aba fixa sempre se comportará
dessa forma, mesmo quando o site não for configurado para isso.

Abas fixas em grupos de abas


Grupos de abas (também conhecidos como Panorama) são uma ótima forma de organizar e agrupar
suas abas. Na janela de grupos de abas, suas abas fixas são representadas pelo ícone do site no lado
direito de cada grupo de abas.

Nova aba: mostre, esconda, e personalize os sites mais acessados


Quando você abre uma nova aba, o comportamento padrão do Firefox é mostrar seus sites mais
visitados ou sugeridos. Aprenda a customizar esta página para suas necessidades fixando-as ou
removendo sites, reorganizando o seu layout ou desligando completamente a página de novas abas se
você desejar.

127
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Como organizar meus sites na nova página de abas?
Você pode facilmente fixar, deletar e reorganizar sites para customizar sua página de nova aba da
maneira que desejar.

Fixar um site
Apenas clique no ícone de fixar na parte superior esquerda do site para fixá-lo nessa posição da
página.

Adicionar um site
Você também pode abrir a biblioteca de favoritos e arrastar os favoritos para a página nova aba.
Clique no botão favoritos em seguida clique em Exibir todos os favoritos para abrir a janela da
Biblioteca.
Arraste um marcador para a posição que você quer.

Remover um site
Clique em "X" na parte superior direita do site para deletá-lo da página.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Se você, acidentalmente, remover um site, você pode desfazer isto clicando em Desfazer no topo da
página. Se muitos sites foram removidos clique em Restaurar Tudo.

Reorganizar os sites
Clique e arraste o site para a posição que você deseja. Ele será "fixado" a esta nova posição.

Como desativar a página de nova aba?


Se você não quer ver seus sites mais acessados quando cria uma nova aba, você pode escondê-la
facilmente.
Para ocultar a página de nova aba, clique no ícone de engrenagem no canto superior direito da página
e escolha Em branco no menu.

Você também pode desabilitar completamente se quiseres prevenir que outras pessoas possam
reexibir suas abas:
Na Barra de endereços, digite about:config e pressione Enter.
O aviso "As modificações destas configurações avançadas pode prejudicar a estabilidade, a segurança
e o desempenho deste aplicativo" da página about:config poderá aparecer. Clique em Serei cuidadoso,
prometo! para continuar.
Digite [Link] na caixa de pesquisa acima Localizar:
Dê um clique duplo em [Link] para mudar a url de about:newtab para about:blank.
Clique em OK e feche a aba about:config.

O Que São Sugestões?

Quando você abre uma aba no Firefox, você pode ver várias miniaturas de diferentes sites. Eles são
chamados Sugestões.

Eles incluem sites visitados recentemente ou frequentemente, juntamente com informações da Mozilla
e conteúdo patrocinado.

Diretório de sugestões
Inicialmente os usuários do novo Firefox recebem um conjunto de sugestões de sites. Depois eles são
substituídas por Histórico de Sugestões.

Histórico de sugestões
Histórico de Sugestões são escolhidos com base nos sites recentemente e frequentemente visitados
em seu histórico de navegação.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Sugestões aprimoradas
Para usuários com sugestões existentes (Histórico de Sugestões) em uma nova página, o Firefox
substitui a imagem padrão por uma imagem melhor. A Sugestão Aprimorada é exibida apenas para sites
que aparecem na nova página do usuário com base em seu histórico de navegação. A melhor imagem é
fornecida pelo site ou parceiro e pode incluir um logotipo mais uma imagem de rolagem.

Sugestões patrocinados
Qualquer Sugestão incluída por conta de uma relação comercial com a Mozilla foram claramente
designadas por Patrocinadores:

Quais dados estão sendo coletados e por quê?


Apenas informações sobre Diretório de Sugestões Aprimoradas em uma nova página do usuário estão
sendo coletados para ajudar a oferecer os locais mais interessantes para novos usuários do Firefox e
melhorar recomendações para os usuários do Firefox já existentes. Toda a informação é agregada e não
inclui uma maneira de distinguir entre usuários únicos.
Estamos coletando dados para certificar se as Sugestões estão sendo entregues para nossos usuários
e parceiros de publicidade, e se estão coletando os dados que precisamos para determinar isso.

Para onde vão os meus dados/onde são compartilhados?


Os dados são transmitidos diretamente para Mozilla e apenas dados agregados são armazenados nos
servidores da Mozilla. Tanto para Diretório de Sugestões, quanto para Sugestões Aprimoradas a Mozilla
compartilha números agregados com os parceiros sobre o número de impressões, cliques, e esconde seu
próprio conteúdo recebido.

Como faço para ativar/desativar?


Você pode desativar Sugestões abrindo uma nova aba e clicando no ícone da engrenagem no canto
superior direito página. Selecione {Clássico} para mostrar apenas o Histórico de Sugestões, ou {Em
branco}, para desativar as Sugestões.

Atalhos de Teclado

Navegação

Comando Atalho
Voltar Alt + Backspace
Avançar Alt + Shift + Backspace
Página inicial Alt + Home
Abrir arquivo Ctrl + O
F5
Atualizar a página
Ctrl + R
Atualizar a página (ignorar o Ctrl + F5
cache) Ctrl + Shift + R
Parar o carregamento Esc

130
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Página atual

Comando Atalho
Ir para o final da página End
Ir para o início da página Home
Ir para o próximo frame F6
Ir para o frame anterior Shift + F6
Imprimir Ctrl + P
Salvar página como Ctrl + S
Mais zoom Ctrl + +
Menos zoom Ctrl + -
Tamanho normal Ctrl + 0

Editando

Comando Atalho
Copiar Ctrl + C
Recortar Ctrl + X
Apagar Del
Colar Ctrl + V
Colar (como texto simples) Ctrl + Shift + V
Refazer Ctrl + Y
Selecionar tudo Ctrl + A
Desfazer Ctrl + Z

Pesquisa

Comando Atalho

Localizar Ctrl + F

F3
Localizar próximo
Ctrl + G

Shift + F3
Localizar anterior
Ctrl + Shift + G

Localizar link enquanto digita '

Localizar texto enquanto digita /

Fechar a pesquisa ou a barra de


Esc
pesquisa rápida

131
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Ctrl + K
Barra de pesquisa
Ctrl + E

Alt + ↑
Selecionar ou gerenciar
Alt + ↓
mecanismos de pesquisa
F4

Janelas & Abas

Comando Atalho Restrição

Ctrl + W - Exceto para abas de


Fechar aba
Ctrl + F4 aplicativos.

Ctrl + Shift + W
Fechar janela
Alt + F4

Move a aba
em foco para Ctrl + Shift +Page Up
Esquerda

Move a aba
Ctrl + Shift +Page
em foco para
Down
Direita

Move a aba
em foco para Ctrl + Home
o início

Move a aba
em foco para Ctrl + End
o final

Nova aba Ctrl + T

Nova janela Ctrl + N

Nova Janela
Ctrl + Shift + P
Privada

Ctrl + Tab
Próxima aba
Ctrl + Page Down

Abrir - No campo de
endereço em Alt + Enter endereço ou no
uma nova aba campo de busca.

Ctrl + Shift +Tab


Aba anterior
Ctrl + Page Up

Desfazer
Ctrl + Shift + T
fechar aba

132
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Desfazer
Ctrl + Shift + N
fechar janela
Selecionar
Ctrl + 1to8
abas de 1 a 8
Selecione a
Ctrl + 9
última aba
Visualizar
Grupo de Ctrl + Shift + E
abas
Fechar a
Visualização
Esc
do Grupo de
abas
Próximo
- Apenas para alguns
Grupo de Ctrl + `
layouts de teclado.
abas

Grupo de - Apenas para alguns


Ctrl + Shift + `
abas anterior layouts de teclado.

Histórico

Comando Atalho

Painel Histórico Ctrl + H

Janela Biblioteca (Histórico) Ctrl + Shift + H

Apagar histórico recente Ctrl + Shift + Del

Favoritos

Comando Atalho

Adicionar todas as abas aos favoritos Ctrl + Shift + D

Adicionar esta página aos favoritos Ctrl + D

Ctrl + B
Painel Favoritos
Ctrl + I

Janela Biblioteca (Favoritos) Ctrl + Shift + B

133
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Atalhos de Mouse

Comando Atalho

Voltar Shift+Rolar para baixo

Avançar Shift+Rolar para cima

Aumentar Zoom Ctrl+Rolar para cima

Diminuir Zoom Ctrl+Rolar para baixo

Clicar com botão do


Fechar Aba
meio na Aba
Clicar com botão do
Abrir link em uma nova Aba
meio no link
Clicar duas vezes na
Nova Aba
barra de Abas
Ctrl+Clicar com botão
esquerdo no link
Abrir em nova Aba em segundo plano*
Clicar com botão do
meio no link
Ctrl+Shift+Botão
Abrir em nova Aba em primeiro plano* esquerdo
Shift+Botão do meio
Shift+Clicar com botão
Abrir em uma Nova Janela
esquerdo no link

Duplicar Aba ou Favoritos Ctrl+Arrastar Aba

Recarregar (ignorar cache) Shift+Botão recarregar

Salvar como... Alt+Botão esquerdo

Rolar linha por linha Alt+Rolar

Cookies

Cookies são armazenados no seu computador pelos sites que você visita. Eles contêm informações
como preferências do site e status de login.
São pequenos arquivos que os sites guardam no seu PC contendo algumas pequenas informações
para auxiliar na sua experiência de navegação online.
Graças aos cookies que, por exemplo, sites de e-commerce sabem que você está autenticado neles,
ou até mesmo os itens que você abandonou no carrinho na última vez que você os visitou.
Apesar disso, nem todos os cookies são benéficos. Muitos deles podem ser utilizados para rastrear
sua vida e seus hábitos online, de maneira que os mecanismos de publicidade consigam traçar seu perfil
de consumo para exibir aquela oferta imperdível de um produto que você buscou dias atrás.
Pensando nisso, é imprescindível gerenciar os cookies do seu navegador para manter seus dados
pessoais e privacidade protegidos.

1- Com o Firefox aberto, acesse o menu principal clicando no botão Hambúrguer que fica no canto
superior direito do navegador. Clique no botão "Opções".

134
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Acesse as opções do seu Mozilla Firefox

2- Na nova aba que as opções abrem, procure pela seção "Privacidade" no menu à esquerda da tela.

Em seguida, acesse a opção "Privacidade" a partir do menu à esquerda da nova aba que se abriu.

3- No Firefox, há duas formas de acessar os cookies que o navegador armazena no seu computador
e tudo depende do que está marcado na opção "O Firefox irá" na seção "Histórico". Caso a lista de seleção
exiba a opção "Memorizar tudo" marcada, você deverá clicar em "Remover cookies individualmente".

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
A primeira forma permite que você gerencie os cookies armazenados de maneira individual
Caso a opção "Usar minhas configurações" esteja marcada, então você terá de clicar no botão "Exibir
cookies" na porção direita da seção.

A segunda forma faz a mesma coisa, mas é apresentada ao usuário de uma maneira diferente
(Imagem: Captura de tela / Sergio Oliveira)

4- Em ambos os casos, o que aparecerá na sequência é o pop-up de cookies, que lista todos os sites
que armazenaram cookies no seu computador. Perceba que cada site tem, ao seu lado esquerdo, uma
seta apontando para baixo. Clique nela para visualizar individualmente todos os cookies armazenados
por aquele endereço no seu PC. Para excluir um desses registros por vez, clique sobre ele e depois na
opção "Remover selecionado".

Na janela pop-up, é possível gerenciar os cookies individualmente, selecionando-os a partir de uma


lista de sites que guardaram algum registro no seu PC.
Se você quiser excluir todos os cookies armazenados por um site em específico, basta selecionar a
basta dele na lista e logo na sequência clicar em "Remover tudo" para executar a ação.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Você também tem a opção de excluir todos os cookies de um endereço em específico de uma só vez.
Quando terminar de gerenciar os cookies que o Firefox armazenou no seu computador, basta clicar no
botão "Fechar" que fica no canto inferior direito da janela pop-up.

Ao finalizar o serviço, basta clicar no botão 'Fechar'.

5- Assim como o Google Chrome, o Firefox tem uma opção que permite limpar os cookies de uma
maneira mais rápida. De volta à seção "Privacidade", certifique-se de que na lista de seleção está
marcada a opção "Memorizar tudo" e clique na opção "Limpar seu histórico recente".

137
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para gerenciar os cookies de uma maneira mais rápida e prática, basta clicar na opção indicada nesta
imagem.
Um novo pop-up chamado "Limpar histórico recente" aparecerá. Nele, perceba que você pode optar
por varrer vários tipos de registro de uma só vez que foram armazenados em um determinado intervalo
de tempo. Define que intervalo é esse na lista de seleção e quais tipos de registro serão apagados
selecionando-os na lista na parte inferior do pop-up.

Além dos cookies, é possível varrer outros tipos de registros feitos em um determinado intervalo de
tempo. Defina-os e clique em limpar.

Questões

01. (CREF - 11ª Região (MS-MT) - Agente de Orientação e Fiscalização - Quadrix/2019) Julgue o
item quanto ao programa de navegação Mozilla Firefox, em sua versão mais atual, ao programa de correio
eletrônico MS Outlook 2016 e aos conceitos de organização e de gerenciamento de programas.

O Firefox, por meio do botão , permite ao usuário adicionar uma página aos Favoritos, bem como
removê‐la.
( ) Certo ( ) Errado

02. (Prefeitura de Jaru/RO - Assistente Administrativo - IBADE/2019) Os navegadores de internet


(browser’s) recebem de alguns sites, e armazenam temporariamente no seu computador alguns arquivos
de dados contendo informações relevantes para o funcionamento dos mesmos. A eles chamamos:
(A) vírus
(B) worm
(C) buffer
(D) cookie
(E) spyware

03. (CRN - 3ª Região (SP e MS) - Assistente Administrativo - IADES/2019) A navegação na internet
e intranet ocorre de diversas formas, e uma delas é por meio de navegadores. Quanto às funções dos
navegadores, assinale a alternativa correta.
(A) A navegação privada do navegador Chrome só funciona na intranet.
(B) O acesso à internet com a rede off-line é uma das vantagens do navegador Firefox.
(C) A função Atualizar recupera as informações perdidas quando uma página é fechada
incorretamente.
(D) Na internet, a navegação privada ou anônima do navegador Firefox se assemelha funcionalmente
à do Chrome.
(E) Os cookies, em regra, não são salvos pelos navegadores quando estão em uma rede da internet.

138
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
04. (CRA/PR - Advogado I - Quadrix/2019) Julgue o item a seguir, relativo ao programa de navegação
Mozilla Firefox, em sua versão mais atual, ao programa de correio eletrônico MS Outlook 2016 e aos
procedimentos de segurança da informação.
O Firefox não pode ser instalado no Windows 10, uma vez que ele não é compatível com esse sistema
operacional.
( ) Certo ( ) Errado

05. (Prefeitura de Ji-Paraná/RO - Agente Administrativo – BADE/2019) Em navegadores padrão


da Internet, tais como Chrome e Firefox, existe uma função que exibe a lista dos últimos sites acessados
por data, por site e por visitação. Essa função é a de:
(A) Histórico.
(B) Voltar Conteúdo.
(C) Página Inicial.
(D) Pesquisar.
(E) Favoritos

Gabarito

[Link] / 02.D / 03.D / [Link] / 05.A

Comentários

01. Resposta: Certo


Para adicionar uma página nos favoritos, toque no menu (no canto superior direito do navegador, ou
abaixo da tela em alguns dispositivos) e depois em estrela.
Para excluir um favorito, toque no botão de menu novamente, e depois é só removê-la.

02. Resposta: D
Os cookies são arquivos de texto simples, enviados pelo site ao navegador, na primeira vez que você
o visita. Em seu próximo acesso, o navegador reenvia os dados ao site para que suas informações sejam
configuradas de forma automática. Um exemplo seria o armazenamento de dados (senha e login), em
que você não precisa digitar seu e-mail e senha toda vez que entra no Facebook.

03. Resposta: D
Todo navegador web moderno oferece um “modo privado” ou “anônimo”. Acessar sites com ele ativado
significa que o navegador não salvará o histórico de páginas visitadas, dados de formulários, cookies e
quaisquer arquivos temporários gerados pelo usuário.

04. Resposta: Errado


O Firefox foi lançando em novembro de 2004 como uma alternativa ao Internet Explorer. É um software
open source e livre, ou seja, o seu código fonte é público. Mozilla Firefox possui versões para Windows,
Linux, Mac OS, iOS e Android.

05. Resposta: A
O histórico de navegação contém as informações que o navegador armazena no computador conforme
você navega na web.

GOOGLE CHROME

Visão Geral29

O Google Chrome é um navegador da web rápido, simples e seguro, desenvolvido para a web
moderna. É iniciado da sua área de trabalho em segundos quando você clica duas vezes em seu ícone.
O Google Chrome é adaptado ao mecanismo V8, um mecanismo poderoso de JavaScript desenvolvido
para executar aplicativos complexos da web com bastante rapidez.
Você pode digitar pesquisas e endereços da web na barra combinada de pesquisas e endereços do
Google Chrome, chamada Omnibox.

29
[Link]

139
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Omnibox do Google Chrome.

A Omnibox fornece sugestões para pesquisas e endereços da web enquanto você digita, bem como
uma funcionalidade de preenchimento automático para ajudar a obter aquilo que você procura com
apenas alguns toques de tecla.
O Google Chrome conta com a tecnologia de mecanismo de renderização de código aberto WebKit e
carrega páginas da web rapidamente.

Gerenciamento de guias eficiente


As guias dinâmicas do Google Chrome são fáceis de arrastar, soltar e reorganizar. Graças
à arquitetura de processos múltiplos, é possível abrir centenas de guias sem deixar o Chrome mais lento.
Você também pode fixar suas guias favoritas (como e-mail) na barra de guias, para que apareçam no
mesmo lugar toda vez que você iniciar o Google Chrome.

Tab para pesquisa


Por que acessar primeiro o [Link] para depois procurar um vídeo? Basta digitar [Link]
na Omnibox e pressionar a tecla tab para pesquisar diretamente no YouTube. Você também pode
configurar palavras-chave personalizadas para seus sites favoritos.

Leitor de PDF integrado


O Google Chrome tem um leitor de PDF integrado. Portanto, é possível carregar PDFs em instantes,
sem a necessidade de instalar qualquer software ou plug-in. É fácil redimensionar, salvar e imprimir PDFs
com apenas um clique.

Comece exatamente de onde parou


Quando você fechar o Google Chrome, ele irá lembrar das guias que você abriu, para que você possa
retomar exatamente de onde parou.

Navegação Segura

O Google Chrome mostrará uma mensagem de aviso antes de você visitar um site suspeito que possa
conter malware ou phishing.

Com a tecnologia Navegação segura ativada no Google Chrome, caso encontre um site suspeito de
conter phishing ou malware durante sua navegação na web, você receberá uma página de aviso, como
a página acima.

140
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Um ataque de phishing acontece quando alguém se passa por outra pessoa para persuadir você a
compartilhar informações pessoais ou sigilosas, especialmente usando um site da web falso. Por sua vez,
um malware é um software instalado na sua máquina, normalmente sem seu conhecimento, que é
projetado para danificar seu computador ou roubar informações da sua máquina.

Validação de autenticidade
A tecnologia de validação de autenticidade ajuda a impedir que um malware se instale em seu
computador ou use aquilo que acontece em uma guia do navegador para afetar o que acontece na outra.
O processo de validação de autenticidade adiciona uma camada complementar de segurança contra
páginas da web maliciosas que tentam instalar programas em seu computador, monitorar suas atividades
na web ou roubar informações confidenciais de seu disco rígido.

Atualizações automáticas
Para garantir que você tenha a mais recente atualização de segurança, o Google Chrome verifica
regularmente se há atualizações, de modo a assegurar que o navegador esteja sempre atualizado. A
verificação de atualização garante que sua versão do Google Chrome seja automaticamente atualizada
com os últimos recursos de segurança e correções, sem que seja necessária qualquer ação de sua parte.

Privacidade

Modo de navegação anônima


Quando não quiser que suas visitas a websites ou downloads sejam gravados em seus históricos de
navegação e download, você poderá navegar no modo de navegação anônima. Além disso, todos os
cookies criados durante a navegação no modo de navegação anônima são excluídos depois que todas
as janelas anônimas abertas são fechadas.

Abrindo uma janela anônima


No canto superior direito da janela do navegador, clique no botão relativo ao usuário atual. Pode
aparecer seu nome, e-mail ou um ícone como este .
Selecione Anonimato.
Você também pode pressionar Ctrl + Shift + N (Windows, Linux e Chrome OS).
Quando você estiver navegando no modo de navegação anônima, poderá ver o ícone do modo de
navegação anônima no canto da página. A navegação em modo anônimo é útil principalmente quando
você precisa navegar na web de forma privada, sem a necessidade de alterar suas configurações de
privacidade novamente entre as sessões de navegação. Por exemplo, você pode ter uma sessão normal
e uma sessão em modo anônimo em janelas separadas ao mesmo tempo.

Preferências de privacidade
Você pode controlar todas as suas preferências de privacidade no menu do Google Chrome. Basta
selecionar "Configurações", clicar em "Mostrar configurações avançadas" e ajustar a seção "Privacidade".

Como limpar dados de navegação


Com o Google Chrome, você pode limpar seus dados de navegação a qualquer momento, de forma
que essas informações não fiquem armazenadas em seu navegador, incluindo os históricos de
navegação e de downloads, cookies, senhas salvas e dados de formulários salvos.

141
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Excluir cache e outros dados do navegador
Você tem controle total sobre seus dados de navegação. Esses dados incluem coisas como seu
histórico de navegação e de download e dados de formulários salvos. Use a caixa de diálogo "Limpar
dados de navegação" para excluir todos os seus dados ou apenas uma parte deles, coletados durante
um período específico.

Excluir todos os seus dados


Clique no menu do Google Chrome , na barra de ferramentas do navegador.
Selecione Mais ferramentas.
Selecione Limpar dados de navegação.
Na caixa de diálogo exibida, marque as caixas de seleção referentes aos tipos de informação que você
deseja remover.
Use o menu localizado na parte superior para selecionar a quantidade de dados que deseja excluir.
Selecione desde o começo para excluir tudo.
Clique em Limpar dados de navegação.

Excluir itens específicos de seus dados de navegação


Em vez de excluir categorias inteiras de seus dados de navegação, você pode escolher itens
específicos para exclusão.

Personalizar preferências de privacidade por website


Nas configurações de conteúdo do Google Chrome é possível controlar, site por site, as preferências
de privacidade para cookies, imagens, JavaScript e plug-ins. Por exemplo, você pode definir regras de
cookies para permitir automaticamente cookies de uma lista específica de sites nos quais você confia e
gerenciar manualmente o bloqueio e a configuração para todos os outros sites.

Como desativar a personalização de anúncios


Os anunciantes personalizam seus anúncios, para que você veja anúncios de seu interesse. As
empresas de publicidade que são membros da Network Advertising Initiative (NAI, na sigla em inglês) e
de outras atividades autorreguladoras permitem que você desative essa personalização. No Google
Chrome, você pode manter seu status de desativação no navegador permanentemente, mesmo quando
todos os cookies são limpos, instalando a extensão "Manter minhas desativações" do Google Chrome.

Aplicativos
Os aplicativos da Chrome Web Store utilizam novas e poderosas tecnologias da web para oferecer a
você as melhores experiências de produtividade, educação e jogos, sempre com apenas um clique na
página "Nova guia".
Adicione um aplicativo em um computador. Acesse-o em todos os seus computadores.

142
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Como adicionar novos usuários
E se você compartilhar um computador com outras pessoas? Você não quer que seus favoritos,
aplicativos e extensões se misturem com os de todas as outras pessoas, assim como não quer que suas
coisas do Chrome sejam sincronizadas com todos os dispositivos.
Agora, é possível adicionar novos usuários ao Google Chrome. A adição de novos usuários permite
que cada um tenha sua própria experiência com o Google Chrome e faça login no navegador para
sincronizar suas coisas.
Basta ir para "Opções" ("Preferências" no Mac), clicar em "Coisas pessoais" e em "Adicionar novo
usuário".

Extensões
Extensões são ferramentas personalizadas que permitem fazer mais com o Google Chrome, como,
por exemplo, controlar suas músicas, fazer capturas de tela e compartilhar sites com amigos, não importa
onde você esteja na web.
Use seus recursos personalizados em todos os computadores.

Temas
É fácil deixar o Google Chrome mais atraente. Você pode instalar temas criados pelos principais
artistas da Chrome Web Store ou pode criar seu próprio tema no [Link] e compartilhá-lo
com amigos.
Adicione cores a seu Google Chrome e leve-as com você.

Personalização
O login no Google Chrome leva seus favoritos, aplicativos, histórico e outras configurações para todos
os seus dispositivos. Tudo o que você atualiza em um dispositivo é atualizado instantaneamente nos
outros, e seus dados do Chrome ficam seguros se alguma coisa acontece com seu computador. Acesse
o menu de chave inglesa e selecione “Fazer login no Chrome…”

Preenchimento automático
Preencha formulários mais rapidamente em todos os seus computadores.

Senhas
Recupere suas senhas salvas sempre que precisar.

143
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Favoritos
Acesse rapidamente seus sites favoritos, onde quer que você esteja.

Página "Nova Guia"30

Pesquisa
Comece a digitar sua consulta de pesquisa na caixa de pesquisa e você verá sua consulta na Omnibox
(barra de endereço localizada na parte superior da janela do navegador). Você também pode digitar um
URL para navegar em uma página da web.

Observação: você também pode pesquisar diretamente na Omnibox.


Seu provedor de pesquisa padrão tem a opção de personalizar a página "Nova guia". Se o Google for
seu provedor de pesquisa padrão, você verá um logotipo e uma caixa de pesquisa como
em [Link]. Se seu provedor de pesquisa padrão não for o Google, você poderá ver um
layout diferente na página "Nova guia".

Mais visitados
Miniaturas dos websites que você visita com frequência aparecem abaixo da caixa de pesquisa. Basta
clicar em uma miniatura para visitar o site.
Para remover um site visitado com frequência, passe o mouse sobre a miniatura e clique no ícone X,
no canto superior direito da miniatura.

Aplicativos

Windows, Mac e Linux


Os ícones dos aplicativos que você instalou pela Chrome Web Store podem ser acessados clicando
no favorito Aplicativos na barra de favoritos. Na página "Aplicativos do Google Chrome", basta clicar em
um ícone para abrir o aplicativo. Caso você não veja o favorito do aplicativo, clique com o botão direito do
mouse na barra de favoritos e clique em Mostrar atalho para aplicativos.
Se você instalou aplicativos do Google Chrome em outro computador, pode Fazer login no Google
Chrome e ativar a sincronização para adicionar automaticamente esses aplicativos à página "Aplicativos
do Google Chrome" no computador que está usando.
Para modificar a forma com que o aplicativo deve ser aberto, clique com o botão direito do mouse no
ícone do aplicativo e selecione "Abrir como guia normal", "Abrir como guia fixada", "Abrir como janela" ou
"Abrir tela cheia". Para realizar configurações adicionais, clique com o botão direito do mouse no aplicativo
e selecione "Opções".

30
Fonte: [Link]

144
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para desinstalar um aplicativo do Google Chrome, clique com o botão direito do mouse no aplicativo e
selecione Remover do Google Chrome.

Barra de favoritos
Por padrão, suas páginas da web favoritas são exibidas no topo da página "Nova guia".

Reabrir uma guia fechada recentemente


Se, acidentalmente, você fechou uma guia e precisa reabri-la rapidamente, use o atalho do
teclado Crtl+Shift+T ou siga estas etapas:
Clique no menu do Google Chrome na barra de ferramentas do navegador.
Selecione Guias recentes.
Selecione a guia desejada na lista em "Recentemente fechadas".
Repita essas etapas para recuperar mais guias fechadas recentemente.
Se você está conectado ao Google Chrome, pode acessar todo o seu histórico e abrir guias de outros
dispositivos que estejam conectados ao Google Chrome. Para fazer isso, clique em Guias
recentes > Mais.

Como funciona a pesquisa na barra de endereço


Quando começa a escrever na barra de endereço, o Chrome apresenta expressões ou URLs
sugeridos. Se estiver a utilizar um computador, também é possível ver ícones após as sugestões:

Ícone Descrição
Os sites adicionados aos marcadores

Pesquisas populares que incluem as palavras que está a


escrever
Os sites do histórico de navegação

Quando clica numa sugestão, o Chrome abre a página selecionada.

Sugestões para facilitar a pesquisa


Se pretender pesquisar de forma mais rápida e fácil, siga algumas das sugestões de pesquisa
disponíveis abaixo.

Pesquisar palavras ou imagens


Realce uma palavra, uma expressão ou uma imagem e clique com o botão direito do mouse na mesma
no computador. Num Mac, clique com a tecla Ctrl pressionada.
Clique na opção para pesquisar através do motor de pesquisa predefinido. Por exemplo, pode ser
apresentado algo como "Pesquisar «pinguim imperador» no Google" ou "Pesquisar esta imagem no Bing".

Colar e pesquisar
Realce uma palavra ou uma expressão e copie-a.
Clique com o botão direito do mouse na barra de endereço no ecrã. Num Mac, clique na barra de
endereço com a tecla Ctrl premida.
Clique em Colar e pesquisar.

Pesquisar por voz


Pode iniciar uma pesquisa ou outros comandos de voz no Chrome ao dizer "Ok Google" numa página
da Pesquisa Google ou numa página novo separador. Quando diz "Ok Google", o Chrome envia uma
gravação de áudio da sua pesquisa por voz para o Google.

Pesquisar ao realçar e arrastar


Realce uma palavra ou uma expressão e arraste-a para a barra de endereço. O Chrome apresenta
automaticamente os resultados da pesquisa para o texto realçado.

145
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Organizar Guias

É possível reorganizar as guias com facilidade na parte superior da janela do navegador ou em uma
nova janela.

Reordenar as guias
Clique em uma guia e arraste-a para uma posição diferente na parte superior da janela do navegador.

Mover uma guia para uma nova janela


Clique na guia e arraste-a para fora da barra de endereço e para uma nova janela. A guia deve abrir
automaticamente. Também é possível empurrar a guia para uma janela própria nova.

Fixar uma guia em um lugar


Para que uma determinada guia não se mova, clique nela com o botão direito do mouse (ou pressione
Ctrl e clique em um Mac) e selecione Fixar guia.

Uma guia fixada aparecerá do lado esquerdo da janela do navegador. Diferentemente das outras guias,
ela será menor em tamanho e mostrará apenas o ícone do site.

Redimensionar a janela do navegador


Para redimensionar rapidamente a janela do navegador, arraste a janela ou a guia para uma posição
de encaixe no monitor ou no navegador do computador. Quando o ícone de encaixe aparecer, solte o
mouse sobre o ícone para que a guia se encaixe no lugar.
Veja as diferentes posições de encaixe:
- Parte superior do monitor: a guia aparece maximizada em uma nova janela, quando liberada.
- Parte inferior do monitor: a guia aparece em uma nova janela que preenche a metade inferior do
monitor.
- Lados direito e esquerdo do monitor: a guia é aberta em uma nova janela, que preenche o lado direito
ou esquerdo do monitor.
- Parte inferior da janela do navegador: a guia aparece em uma nova janela, abaixo da janela do
navegador já existente. As duas janelas dividem o monitor ao meio.
- Lados direito e esquerdo da janela do navegador: a guia é aberta em uma nova janela, que preenche
o lado direito ou esquerdo do monitor. A janela do navegador já existente toma a outra metade do monitor,
de forma que as duas janelas aparecem lado a lado.

Abrir Separadores, Janelas e Ficheiros

Abrir um novo separador

- Clique no ícone junto ao último separador, que abre a página Novo separador.
- Para abrir um link num novo separador, prima Ctrl (Windows e Linux) no teclado ao clicar no link. Os
separadores relacionados são agrupados.
- Pretende que a mesma página web seja aberta em vários separadores? Clique com o botão direito
do mouse no separador que contém a página web em questão e selecione Duplicar.
- Experimente estes atalhos de teclado: Ctrl+T (Windows e Linux);

Abrir uma nova janela


Experimente estes atalhos de teclado: Ctrl+N (Windows e Linux);

146
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Fechar Guias, Janelas e o Google Chrome

Fechar guias e janelas


- Guias: clique no ícone x da guia ou use os atalhos do teclado Ctrl+W (Windows e Linux) e para fechar
a guia.
- Janelas: clique no ícone x no canto da janela ou use os atalhos do teclado Alt+F4 (Windows e Linux)
para fechar uma janela. Se você fechar a última guia em uma janela, a janela também será
automaticamente fechada.
Se você acidentalmente fechar uma guia ou uma janela, pode facilmente recuperá-la usando o atalho
do teclado Crtl+Shift+T. Ou, como alternativa, ou siga as etapas abaixo:
Clique no menu do Google Chrome na barra de ferramentas do navegador.
Selecione Guias recentes.
Selecione a guia desejada na lista em "Recentemente fechadas".
Repita essas etapas para recuperar mais guias fechadas recentemente.

Fechar o Google Chrome


Clique no menu do Google Chrome na barra de ferramentas do navegador e selecione Sair para
fechar todas as guias e janelas abertas.
Se você estiver usando o Google Chrome em um Mac, também poderá configurar o navegador para
mostrar um aviso antes de fechar o navegador. Por padrão, esse aviso está desativado. Siga estas etapas
para ativá-lo:
Clique em Chrome na barra de menus superior.
Selecione Avisar antes de encerrar.

Forçar o fechamento de uma página da web ou de um aplicativo


Clique no menu do Google Chrome na barra de ferramentas do navegador.
Selecione Ferramentas.
Selecione Gerenciador de tarefas.
Selecione a página da web que deseja fechar.
Clique em Encerrar processo.
Se você encerrar um processo no Windows, no Linux ou no Chrome OS, verá a mensagem "Ele está
morto, Jim!" nas guias afetadas. Em um Mac, aparecerá a mensagem "Ah, não!"

Principais Atalhos de Teclado e/ou Mouse

Ctrl+Shift+B: ativa ou desativa a barra de favoritos.


Ctrl+F: procurar uma palavra ou frase no painel vigente.
Ctrl+H: visualiza o histórico de navegação.
Ctrl+J: exibe o histórico de downloads.
Ctrl+N: abre uma nova janela.
Ctrl+O: procura pelo nome do arquivo.
Ctrl+R: recarrega a página.
Ctrl+T: abre um novo separador.
Ctrl+Shift+N: abre uma nova janela anônima.
Ctrl+Shift+R: recarrega a página sem levar em conta o conteúdo armazenado em cache.
Ctrl+Shift+T: abre novamente o último separador fechado. O Google Chrome memoriza os últimos 10
separadores fechados.
Shift + ESC: abre o gerenciador de tarefas.
Alt+Home: abre a página inicial na janela atual.
Alt+Seta Direita: próxima página da aba específica;
Alt+Seta para esquerda: página anterior de uma aba específica.
Pressionar Ctrl+O e, em seguida, selecionar o ficheiro/Abre um ficheiro do computador no Google
Chrome.
Pressionar Ctrl e clicar num link. Em alternativa, clicar num link com o botão do meio do mouse
(ou a roda do mouse): abre o link num separador novo em segundo plano.
Pressionar Ctrl+Shift e clicar num link. Em alternativa, Pressionar Shift e clicar num link com o
botão do meio do mouse (ou a roda do mouse): abre o link num separador novo e muda para o
separador recém-aberto.

147
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Pressionar Shift e clicar num link: abre o link numa janela nova.
Arrastar um link para um separador: abre o link no separador.
Arrastar um link para uma área em branco na faixa de separadores: abre o link num separador
novo.
Arrastar um separador para fora da faixa de separadores: abre o separador numa janela nova.
Arrastar um separador da faixa de separadores para uma janela existente: abre o separador na
janela existente.
Pressionar Esc enquanto arrasta um separador: repõe o separador na sua posição original.
Ctrl+1 a Ctrl+8: muda para o separador com a posição correspondente ao número na faixa de
separadores.
Ctrl+9: muda para o último separador.
Ctrl+Tab ou Ctrl+PgDown: muda para o separador seguinte.
Ctrl+Shift+Tab ou Ctrl+PgUp: muda para o separador anterior.
Alt+F4 ou Ctrl + Shift + W: fecha a janela atual.
Ctrl+W ou Ctrl+F4: fecha o separador ou a janela de contexto atual.
Clicar num separador com o botão do meio do mouse (ou a roda do mouse): fecha o separador
em que clicou.
Clicar com o botão direito do mouse ou clicar e manter premida a seta de Retrocesso ou Avanço
da barra de ferramentas do navegador: apresenta o histórico de navegação no separador.
Pressionar Retrocesso ou Alt e a seta para a esquerda simultaneamente: vai para a página
anterior do histórico de navegação do separador.
Pressionar Shift+Retrocesso ou Alt e a seta para a direita simultaneamente: vai para a página
seguinte do histórico de navegação do separador.
Pressionar Ctrl e clicar na seta de Retrocesso, na seta de Avanço ou no botão Ir da barra de
ferramentas. Em alternativa, clicar num dos botões com o botão do meio do mouse (ou a roda do
mouse): abre o destino do botão num novo separador em segundo plano.
Fazer duplo clique na área em branco da faixa de separadores: maximiza ou minimiza a janela.

Questões

01. (SANEFRAI - Tecnólogo de Saneamento - FEPESE/2019) Ao navegar pela internet, suponha


que você acidentalmente fechou uma aba do navegador Google Chrome.
Assinale a alternativa que contém as teclas de atalho que, quando pressionadas, restauram a última
aba fechada do navegador.
(A) Ctrl + R
(B) Ctrl + T
(C) Ctrl + Shift + R
(D) Ctrl + Shift + T
(E) Ctrl + Shift + Y

02. (CONRERP 2ª Região - Analista de Relações Públicas - Quadrix/2019) Julgue o item quanto ao
programa de navegação Google Chrome, em sua versão mais atual, aos conceitos de organização e de
gerenciamento de arquivos e pastas e às noções de vírus, worms e pragas virtuais.
O Google Chrome possui recursos para verificar se a conexão de um determinado site é segura. Ele
mostra um alerta quando não é possível visitar um site de forma segura.
( ) Certo ( ) Errado

03. (Prefeitura de Avelinópolis/GO - Psicólogo – Itame/2019) No navegador Google Chrome existe


uma opção de abrir uma janela utilizando o recurso Nova Janela Anônima. Ao utilizar este recurso é
correto afirmar:
(A) O Chrome não salvará as seguintes informações: seu histórico de navegação, cookies e dados de
sites e informações fornecidas em formulários.
(B) Este recurso é liberado somente com a versão paga do Google Chrome Pro.
(C) O Chrome salvará apenas seguintes informações: seu histórico de navegação, cookies e dados de
sites e informações fornecidas em formulários.
(D) Este recurso é utilizado para minimizar o impacto na rede interna deixando o navegador mais rápido
e livre de ameaças de vírus.

148
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
04. (Prefeitura de Niterói/RJ - Guarda Civil Municipal - SELECON/2019) Atualmente, para bem usar
os recursos dos browsers, é imprescindível que as pessoas conheçam os detalhes técnicos desses
programas para navegar com eficácia e eficiência pelos sites na internet. Nesse contexto, com o objetivo
de “personalizar e controlar o Google Chrome” e acessar a janela de Configurações, deve-se acionar
nesse browser, por meio do mouse, o ícone:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

05. (AL/GO - Policial Legislativo - IADES/2019) Acerca do navegador Chrome, é correto afirmar que
a opção de excluir o Histórico de Navegação
(A) tem a mesma funcionalidade de limpar os dados de navegação.
(B) apaga os cookies e outros dados dos sites.
(C) apaga todos os dados referentes à navegação, downloads, senhas e formulários, bem como os
cookies compartilhados com outros dispositivos.
(D) permite apagar o histórico de download e os respectivos arquivos.
(E) limpa o histórico de todos os dispositivos conectados à conta do usuário.

06. (IF/MG - Tecnólogo em Gestão Pública – IF/MG/2019) O Google fornece uma série de
ferramentas gratuitas em seu ambiente na Internet tanto para uso pessoal quanto para uso profissional,
sendo a página de buscas e o e-mail as mais conhecidas. A partir de um cadastro único o usuário pode
ter acesso a diversos recursos que vão desde um editor de texto até um repositório para armazenamento
de arquivos, democratizando o acesso por pessoas e organizações que não podem adquirir licenças de
softwares proprietários.
Em relação às ferramentas disponibilizadas pelo Google, é correto afirmar que:
(A) A edição de textos e a criação de planilhas eletrônicas são feitas em uma única ferramenta
conhecida como Microsoft Office 2013 Professional.
(B) O compartilhamento de arquivos no Google Drive pode ser feito apenas com usuários que possuam
e-mail ativo do Gmail.
(C) O Google Chrome é o navegador web exclusivo e oficial das empresas para acesso a sites que
apresentam vulnerabilidades de segurança.
(D) Os Formulários Google são utilizados para a elaboração de apresentações para públicos com perfis
variados de atuação empresarial.
(E) Os resultados de uma pesquisa na página de buscas do Google podem apresentar desde sites
relacionados ao termo utilizado quanto um ponto em um mapa.

07. Prefeitura de Valinhos/SP - Agente Administrativo II - GP - VUNESP/2019) Todo usuário deve


saber fazer buscas na internet e localizar textos desejados. Um dos navegadores mais usados é o Google
Chrome. O atalho por teclado usado para localizar textos numa página sendo lida no Google Chrome é:
(A) Ctrl + A
(B) Ctrl + C
(C) Ctrl + F
(D) Ctrl + H
(E) Ctrl + T

Gabarito

01.D / [Link] / 03.A / 04.C / 05.E / 06.E / 07.C

149
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Comentários

01. Resposta: D
Para abrir nova aba: Ctrl+T.
Para reabrir a última aba fechada: Ctrl+Shift+T.

02. Resposta: Certo


Avisos sobre sites não seguros
Você verá um aviso se o conteúdo que estiver tentando acessar for perigoso ou enganoso.
Frequentemente, esses sites também são chamados de sites de "phishing" ou com "malware".

Mensagens do Google Chrome


''O site a seguir contém malware'' / ''O site a seguir é enganoso'' / ''O site a seguir contém programas
prejudiciais'' / ''Esta página está tentando carregar scripts de fontes não autenticadas''

É possível acessar sites não seguros.


-Na página em que um aviso é exibido, clique em Detalhes.
-Clique em Acessar este site não seguro.
-A página será carregada.

03. Resposta: A
Atalho para navegação anônima no Google Chrome: Ctrl+Shit+N.
Quando você navega com privacidade o Chrome não salva seu histórico de navegação, cookies e
dados do site ou informações inseridas em formulários.
Arquivos de download e favoritos criados por você são mantidos.
Sua atividade permanece visível para os sites que você visita, seu empregador, sua escola ou o
provedor de acesso à Internet.

04. Resposta: C
Chrome: 3 pontinhos na vertical.
Edge: três pontinhos na horizontal.
Mozilla: três tracinhos na horizontal.

05. Resposta: E
O navegador de Internet Google Chrome, da empresa Google Inc., possui um sistema de contas que
possibilita o acesso compartilhado de informações. Quando o usuário efetua login em um dispositivo, ele
sincroniza com os demais dispositivos.
Ao acionar a opção Histórico de Navegação com o atalho Ctrl+H, o usuário poderá consultar os links
dos sites visitados no dispositivo atual e em outros que estiverem conectados em sua conta Google.
Ao acionar a opção Excluir Histórico de Navegação, o usuário poderá limpar o histórico de navegação
de todos os dispositivos conectados na sua conta de usuário Google.
Limpar Dados de Navegação é usado para apagar os cookies (arquivos enviados pelos servidores
para o nosso navegador, com nossas preferências de navegação), dados dos sites, senhas armazenadas,
dados de formulários e limpar a lista de arquivos baixados (downloads).
Os arquivos baixados são mantidos, apenas a lista do que foi baixado que será excluído.

06. Resposta: E
(A) Errada. Office é da Microsoft, não do Google.
(B) Errada. Não apenas do Google, pode ser pra diversos provedores como Outlook, por exemplo.
(C) Errada. Não é exclusivo de empresa, tampouco apenas sites que possuem vulnerabilidades.
(D) Errada. Não é para perfis empresarias, pode ser usado para fazer questionários.
(E) Correta.

07. Resposta: C
(A) Ctrl+A: selecionar tudo.
(B) Ctrl+C: copiar.
(C) Ctrl+F: procurar uma palavra ou frase no painel vigente.
(D) Ctrl+H: abrir histórico de navegação.
(E) Ctrl+T: nova guia.

150
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Correio eletrônico nos sistemas operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu
versão 14 ou superior).

CORREIO ELETRÔNICO

O correio eletrônico (e-mail) é o serviço básico de comunicação na rede. Ele é muito rápido, envia e
recebe mensagens em questão de minutos. Enviar dados via correio eletrônico é muito fácil. Tudo o que
você precisa é ter acesso a rede, dispor de um programa de correio eletrônico e conhecer o endereço da
pessoa com quem deseja se comunicar.
São serviços de redes de computadores desenvolvidos para a composição, envio, recebimento e
gerenciamento de mensagens eletrônicas (e-mails), essas mensagens são trafegadas pela rede através
de protocolos.

Protocolos

Protocolo é um padrão utilizado para comunicação entre dois computadores de uma rede. Vejamos:

POP (Post Office Protocol)


É utilizado para efetuar acesso remoto a uma caixa de correio eletrônico e a transferência para o
computador (software de cliente de e-mail) deste modo, manipulação das mensagens (alteração,
exclusão, armazenamento) é feita no computador que recebeu as mensagens. Com POP3, depois de
lidos, os e-mails são apagados da conta de e-mail do servidor.
Se você estiver acessando a mesma conta de e-mail em diferentes dispositivos, é recomendável
manter cópias remotas, caso contrário seu segundo dispositivo não baixará nenhum e-mail se o primeiro
já os tiver excluído.
Vale ressaltar também que o POP3 é um protocolo de comunicação unidirecional, o que significa que
os dados são extraídos do servidor remoto e enviados para o cliente local.
Por padrão, a porta POP3 é:
Porta 995: porta SSL / TLS, também conhecida como POP3S.

IMAP (Internet Message Access Protocol)


Permite a leitura e a manipulação de mensagens do servidor sem que haja a transferência dessas
mensagens para o computador. Com IMAP, depois de lidos, os e-mails não são apagados da conta de e-
mail do servidor.
É um protocolo de comunicação de via dupla, uma vez que as alterações feitas no cliente de e-mail
são transmitidas ao servidor. Ultimamente, este protocolo ganhou mais popularidade entre os gigantes
provedores de e-mail, como o Gmail.
A porta IMAP padrão é:
Porta 993: porta SSL / TLS, também conhecida como IMAPS.

SMTP (Simple Mail Transfer Protocol)


É utilizado apenas para o envio de mensagem a outros servidores de e-mail.
O Simple Mail Transfer Protocol (SMTP) é usado para se comunicar com o servidor remoto para
enviar o e-mail de um cliente local para o servidor remoto e eventualmente para o servidor de e-mail do
destinatário.
Portas SMTP:
465: porta SSL, também conhecidas como SMTPS.
587: porta TLS, também conhecida como SMTP TLS.

O serviço de e-mail não é exclusivo da Internet e pode funcionar em uma Intranet, ou até mesmo em
uma rede local que não tenha acesso à web.

151
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Endereços de Correio Eletrônico31

Um endereço de correio eletrônico, como um endereço postal, possui todos os dados de identificação
necessários para enviar uma mensagem a alguém. Ele é composto de uma parte relacionada ao
destinatário da mensagem (o que vem antes do caractere @ e de uma parte relacionada com a
localização do destinatário, o que vem após o caractere @.
Exemplo de formação de um endereço eletrônico:

nome do usuário@nome do domínio


[Link]@[Link]

Assim como você possui o seu endereço residencial, você também terá seu endereço eletrônico.
O símbolo @ é lido como "arroba" em português e "at" em inglês.
Aconselhamos, para reduzir a possibilidade de homônimos (nomes de usuário em duplicidade), formar
o nome de usuário com [Link]. O nome do domínio é fornecido pelo provedor de acesso à
Internet.

Atividades do Correio Eletrônico

- Pedir arquivos;
- Solicitar informações;
- Mandar mensagens;
- Fazer leitura de informações;
- Fazer download de arquivos, etc.

Estrutura e Funcionalidade do E-mail

Todos os endereços eletrônicos seguem uma estrutura padrão, nome do usuário + @ + host, onde32:
Nome do Usuário: é o nome de login escolhido pelo usuário na hora de fazer seu e-mail.
Exemplo: sergiodecastro.
@: é o símbolo, definido por Tomlinson, que separa o nome do usuário do seu provedor.
Host: é o nome do provedor onde foi criado o endereço eletrônico.
Exemplo: [Link].
Provedor: é o host, um computador dedicado ao serviço 24 horas por dia.
Exemplo: sergiodecastro@[Link]

A caixa postal é composta pelos seguintes itens:


Caixa de Entrada: onde ficam armazenadas as mensagens recebidas.
Caixa de Saída: armazena as mensagens ainda não enviadas.
E-mails Enviados: como o nome diz, ficam os e-mails que foram enviados.
Rascunho: guarda as mensagens que você ainda não terminou de redigir.
Lixeira: armazena as mensagens excluídas.

Ao redigir mensagem, os seguintes campos estão presentes:


Para: é o campo onde será inserido o endereço do destinatário.
Cc: Carbon Copy (cópia carbonada), este campo é utilizado para mandar cópias da mesma
mensagem, ao usar este campo os endereços aparecerão para todos os destinatários.
Cco: sua funcionalidade é igual ao campo anterior, no entanto os endereços só aparecerão para os
respectivos donos.
Assunto: campo destinado ao assunto da mensagem.
Anexos: são dados que são anexados à mensagem (imagens, programas, música, arquivos de texto,
etc.).
Corpo da Mensagem: espaço onde será redigida a mensagem.

Alguns nomes podem mudar de servidor para servidor, porém representando as mesmas funções.
Além destes campos tem ainda os botões para enviar, encaminhar e excluir as mensagens.

31
[Link]
32
[Link]

152
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para receber seus e-mails você não precisa estar conectado à Internet, pois o e-mail funciona com
provedores. Mesmo você não estado com seu computador ligado, seus e-mails são recebidos e
armazenados na sua caixa postal, localizada no seu provedor. Quando você acessa sua caixa postal,
pode ler seu e-mail online (diretamente na Internet, pelo webmail) ou baixar todos para seu computador
através de programas de correio eletrônico.
A sua caixa postal é identificada pelo seu endereço de e-mail e qualquer pessoa que souber esse
endereço, pode enviar mensagens para você. Também é possível enviar mensagens para várias pessoas
ao mesmo tempo, para isto basta usar os campos “Cc” e “Cco” descritos acima.
Atualmente, devido à grande facilidade de uso, a maioria das pessoas acessam seu e-mail diretamente
na Internet através do navegador. Este tipo de correio é chamado de webmail.
O webmail é responsável pela grande popularização do e-mail, pois não é preciso um computador para
acessar sua caixa postal, sendo possível o acesso de qualquer lugar, como smartphones e tablets, por
exemplo.

Clientes de E-mail

São softwares (programas de computador) que possibilitam que os usuários de computador redijam,
personalizem, armazenem e gerenciem mensagens, proporciona acesso a servidores de envio e
recebimento de e-mail. Dentre os vários clientes de e-mail disponíveis no mercado os principais são:
- Outlook Express: desenvolvido pela empresa Microsoft, este software é leve e eficaz utilizado para
gerenciamento de contatos, composição, envio e recebimento de e-mail e acompanha alguns programas
da empresa como Internet Explorer (a partir da versão 4) e sistemas operacionais Windows nas versões
98, ME, 2000 e XP.
O Windows Mail e Outlook Express foram descontinuados no Windows 7 e a nova aplicação de e-mail
é o Windows Live Mail. Então, antes de instalar o Windows 7 é recomendado exportar suas mensagens,
contatos e configurações de conta para facilitar a importação no Windows Live Mail após instalar o
Windows 7.
- Windows Live Mail: também produzido pela Microsoft, é um software baseado no Outlook Express
com aprimoramentos como a capacidade de leitura de RSS e ATOM (formatos de leitura e escrita de
informações na Web) e requer para seu funcionamento a instalação do Internet Explorer 7 ou superior
também utilizado para gerenciamento de contatos, composição, envio e recebimento de e-mail.
- Microsoft Outlook: é um software integrado ao Microsoft Office, diferente do Outlook Express ou
Live Mail voltados apenas ao gerenciamento de contatos, composição, envio e recebimento de

153
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
mensagens, o MS Outlook disponibiliza um completo calendário com agenda de compromissos, seu
gerenciador de contatos é mais completo que as versões Live e Express e possui campos de tarefas com
simulador de post-it (pequenos papéis coloridos autoadesivos).
- Mozilla Thunderbird: é um software muito parecido com o MS Outlook, porém é desenvolvido pela
empresa Mozilla Foundation, criadora do Mozilla Firefox. Ele oferece uma forma fácil de configurar contas
de serviços de e-mail populares, como o Gmail, Hotmail, [Link] e Yahoo Mail.

Funcionamento dos Clientes de E-mail


O cliente de e-mail envia uma solicitação ao servidor de e-mail de seu provedor (ISP), para esta
requisição é utilizado o protocolo SMTP, o servidor envia a mensagem através da internet para outro
servidor que contém a caixa postal do destinatário, então é feito o download das mensagens para o cliente
de e-mail realizando o processo inverso, mas agora utilizando o protocolo POP.

Webmails

Tem a mesma função dos clientes de e-mail que ficam instalados no computador, mas ficam
armazenados diretamente em servidores de e-mail e seu acesso é via browser (navegador de internet).
Dentre os principais webmails gratuitos temos Gmail, Hotmail, Yahoo, Bol e Ig, todos seguros, eficazes e
rápidos, possuem grandes espaços para armazenamentos de mensagens.
Gmail: fornecido pela empresa Google, além das funções básicas de envio e recebimento de e-mail,
existem agenda de compromissos e tarefas, mensageiro, drive virtual, integração a todas as ferramentas
providas pela Google.
Hotmail ou Live: semelhante ao Gmail, mas não disponibiliza a integração com as ferramentas do
Google.
Outlook.com33: é um serviço de e-mail pessoal gratuito, baseado na Web, muito fácil de usar. Tem
muitos dos recursos do Outlook Express, juntamente com outros recursos mais novos. Permite ao usuário
manter seu endereço de e-mail atualizado, enviar fotos e arquivos e manter a sua caixa de entrada em
ordem. Sendo possível a visualização dos e-mails em qualquer computador, tablet ou telefone que esteja
conectado.
Siga as etapas abaixo e o complemento Mail Migration transferirá seus e-mails e contatos do Outlook
Express.

Inscrever-se no [Link] e transferir seus e-mails e contatos do Outlook Express


Ao se inscrever no [Link], seu endereço de e-mail e sua senha são sua conta da Microsoft. Se
você tiver um endereço de e-mail que termina em [Link], [Link], [Link] ou [Link],
significa que você já tem uma conta da Microsoft.
1. Verifique se você está no computador que tem os seus e-mails e contatos do Outlook Express.
Nesse computador, clique no botão abaixo que diz Introdução. Isso iniciará o complemento de migração
de e-mail, que transferirá seus e-mails e contatos.
2. Você será enviado para a página de entrada do [Link]. Execute um destes procedimentos:

33
[Link]

154
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Se você não tiver uma conta da Microsoft, clique em Inscrever-se agora na parte inferior da página
(onde há a pergunta se você tem uma conta da Microsoft). Em seguida, digite seu endereço de e-mail e
sua senha para criar sua conta do [Link]; ou
- Se você já tiver uma conta da Microsoft, digite seu endereço de e-mail e sua senha.
3. Depois que você estiver conectado, o complemento Mail Migration transferirá automaticamente seus
e-mails e contatos da sua conta do [Link].

Spam ou Lixo Eletrônico

São e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas.

Dicas de Senha para Todos os E-Mails

E normal que os sites provedores exijam uma senha hoje em dia de no mínimo oito caracteres, com a
mescla de letras e números e até a inserção de caracteres especiais, para dar força a sua senha.
Conforme você cadastra a sua senha lhe é informado a relevância da sua senha, fator que ajuda a
preservar a segurança de seus e-mails.
Uma boa dica para a elaboração de uma senha é criar uma frase e transformá-la em sigla como, por
exemplo:
”A minha bicicleta é vermelha” - AminBiceVerm.
Alguns provedores de e-mail exigem senhas que alternam em letras e números (Ex.: a7k3l9) ou que
diferenciem as letras maiúsculas das minúsculas (Ex.: "pAraleLepiPedo", "paRalElePipEdo").
Portanto, um exemplo de senha segura é aquele que contém letras maiúsculas e minúsculas, números
e símbolos. Ex.: BqnsepC.
- Altere sua senha mensalmente, isso ajuda a evitar problemas;
- Evite informações pessoais: data de nascimento, telefone, etc.;
- Evite usar a mesma senha para vários serviços: e-mail pessoal, e-mail profissional, rede social.

Questões

01. (UFT - Técnico em Assuntos Educacionais - UFMT/2019) Sobre o uso de e-mail, analise as
afirmativas.
I. Para enviar uma mensagem a vários destinatários de forma que nenhum deles saiba que os outros
também a receberam, basta incluir todos os destinatários no campo Cco.
II. Para que uma mensagem possa ser enviada, é obrigatório que o campo Assunto esteja preenchido,
não sendo permitido enviar mensagens com tal campo em branco.
III. Um endereço de e-mail caracteriza-se por ser único, entretanto o endereço
joaojosemaria@[Link] e o endereço joaojosemaria@[Link] não pertencem obrigatoriamente à
mesma pessoa.
IV. Um destinatário incluído no campo Para e um outro incluído no campo Cc receberão a mensagem,
entretanto, o segundo (do campo Cc) não saberá que o primeiro (do campo Para) a recebeu.

Estão corretas as afirmativas


(A) II e IV, apenas.
(B) I, III e IV, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) I, II, III e IV.

02. (AFAP - Assistente Administrativo de Fomento - FCC/2019) O webmail é um recurso utilizado


para a troca de mensagens via web usando normalmente um provedor de e-mails de empresas
especializadas em fornecer esse serviço. Quando se:
(A) encaminha uma mensagem que possui um arquivo anexo, por padrão somente a mensagem é
encaminhada, sem o anexo.
(B) envia uma mensagem com uma pessoa em cópia oculta (Cco), essa pessoa consegue ver quem
são as demais pessoas que também estão em cópia oculta.
(C) envia uma mensagem com diversas pessoas em cópia (Cc), cada pessoa em cópia consegue
saber que há outras pessoas em cópia.

155
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
(D) responde a uma mensagem em que havia uma pessoa em cópia oculta (Cco), essa pessoa também
recebe a resposta em cópia oculta.
(E) responde a uma mensagem que tem um arquivo anexo, por padrão o anexo também é enviado
com a resposta.

03. (PC/SP - Escrivão de Polícia Civil - VUNESP/2018) Considere que um e-mail está sendo
preparado para o envio. Para que este e-mail seja enviado pelo sistema de e-mail da Internet é obrigatório
que exista:
(A) um destinatário no campo Para e que este esteja cadastrado na lista de seus contatos.
(B) pelo menos uma letra no corpo do texto.
(C) pelo menos uma palavra no campo Assunto.
(D) um destinatário no campo Para diferente do seu e-mail, ou seja, o remetente.
(E) pelo menos um destinatário ou no campo Para, ou Cc, ou Cco.

04. (IF/SP - Assistente em Administração - IF/SP/2018) Ao enviar um e-mail para um grupo de


pessoas, qual o recurso que deve ser utilizado para esconder endereço de e-mail de um destinatário.
(A) Enviar como cópia transparente.
(B) Enviar como cópia obscura.
(C) Enviar como cópia fantasma.
(D) Enviar como cópia oculta.

05. (UEM - Técnico Administrativo - UEM/2018) Sobre correio eletrônico (e-mail), o ícone
representado por um clipe tem a função de
(A) anexar arquivos.
(B) prioridade.
(C) descartar.
(D) spam.
(E) rascunho.

Gabarito

01.C / 02.C / 03.E / 04.D / 05.A

Comentários

01. Resposta: C
I. Correta.
Cc: "com cópia" - os destinatários também terão conhecimento de todos que receberam a mesma
mensagem.
Cco: "com cópia oculta" -usado para enviar um e-mail para mais de uma pessoa, sem que uma saiba
que a outra está recebendo a mesma mensagem. Quando você envia a mensagem para pessoas em
"Cco", eles não aparecem para o destinatário indicado no campo "Para". Caso um dos indicados no
campo "Cco" optar por "Responder a todos", apenas a pessoa que enviou o e-mail receberá a resposta.
II. Errada. Você pode mandar mensagem sem o campo assunto preenchido, pode também colocar
números nesse campo.
III. Correta. Como são de provedores diferentes, podem perfeitamente ser de pessoas diferentes.
IV. Errada. Veja a explicação da afirmativa I.

02. Resposta: C
Webmail é o acesso ao serviço de correio eletrônico através de um navegador de Internet. As opções
e recursos serão os mesmos de um cliente de e-mail, como o Microsoft Outlook, instalado no computador.
O campo CC é exibido para outros destinatários da mesma mensagem.
Ao encaminhar uma mensagem, os anexos da mensagem original serão adicionados na nova
mensagem que está sendo enviada para outros destinatários.
Ao enviar uma mensagem para um endereço no campo CCO, o destinatário recebe a mensagem, mas
não consegue ver outros destinatários que estejam no campo CCO.
Ao responder uma mensagem (ou responder a todos), quem está no campo CCO não receberá a
resposta.

156
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Ao responder uma mensagem, os anexos da mensagem original não serão adicionados na resposta.
Afinal de contas, não faz sentido enviar para o remetente o mesmo arquivo que ele já havia enviado para
o destinatário.

03. Resposta: E
Para enviar um e-mail, só precisa de um endereço de destinatário.

04. Resposta: D
Para (to): reenchido com o destinatário da mensagem
Cc: recebe cópia da mensagem. Em termos práticos, tem o mesmo efeito do campo Para.
Cco: recebe cópia oculta da mensagem. Os demais destinatários não sabem que esta pessoa recebeu
a mensagem.

05. Resposta: A
Todos os e-mails que aparecerem essa imagem será para anexar, ou quando vocês receberem um e-
mail e vierem com essa imagem é que tem algum anexo no e-mail recebido.

3. Noções de trabalho com computadores em rede interna, nos sistemas


operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu versão 14 ou superior).

REDES DE COMPUTADORES34

A quantidade de informações que podem trafegar por um único computador é realmente imensa,
imagine, então, quando são vários computadores reunidos.
Uma rede de computadores é uma estrutura física e lógica que permite a conexão entre vários
computadores com a finalidade de trocarem informações entre si.
Uma rede de computadores é um conjunto de computadores, ligados por um sistema de comunicação,
para permitir a troca de informações e o compartilhamento de recursos dos mais diversos fins.
Para que haja uma rede de computadores, é necessário que existam, pelo menos, dois computadores
e certos equipamentos capazes de conectá-los (fios, cabos, entre outros).

34
Informática para concursos – Teoria e questões – Autor João Antonio

157
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Exemplo de uma rede.

No exemplo da imagem acima, temos vários computadores interligados, e um deles está fisicamente
conectado à uma impressora. Uma das vantagens da rede é que essa impressora poderá ser usada por
todos os computadores dessa rede, em uma ação conhecida como compartilhamento. Compartilhar
significa permitir que outros computadores usem um determinado recurso, como a impressora citada no
exemplo anterior, que pertence, fisicamente, somente a um micro, mas poderá ser usada por todos os
demais.

Classificação das Redes

As redes são classificadas quanto à sua extensão. Há várias classificações diferentes a respeito da
extensão da rede, a seguir veremos os três principais.
LAN (Local Area Network – Rede Local): uma rede de computadores de extensão pequena,
normalmente dentro de um único prédio ou prédios vizinhos. Alguns autores afirmam que uma rede local
se estende por, no máximo, 1 km.
MAN (Metropolitan Area Network – Rede Metropolitana): uma rede de computadores em um
espaço geográfico maior que o da LAN, mas ainda limitado. Ex.: rede de computadores no campus de
uma universidade. Alguns autores definem o limite máximo de 10 km para uma MAN.
WAN (Wide Area Network – Rede Extensa ou Rede Geograficamente distribuída): uma rede de
computadores que não apresenta uma limitação geográfica. Exemplo: as redes de computadores dos
grandes bancos e das operadoras de cartão de crédito, que se estendem pelo país todo, quando não pelo
mundo!

Sistemas de Comunicação

A função de um sistema de comunicação é permitir a transmissão de dados entre dois componentes


em uma rede, seja um sinal de telefonia, um arquivo de computador ou mesmo um programa de televisão.
Vamos estudar agora os principais conceitos que envolvem o envio (transmissão) de sinais em um
sistema de comunicação (rede).

Classificações da transmissão
Podemos classificar as transmissões de dados entre equipamentos por alguns critérios:

Quanto ao tipo de transmissão


Analógica: os sinais são transmitidos de forma analógica, ou seja, através de pulsos elétricos
irregulares e contínuos, que podem assumir qualquer valor entre o mínimo e o máximo possíveis (é assim
que são transmitidos, por exemplo, os sinais das linhas telefônicas convencionais).
Digital: nesse modo de transmissão, os sinais são transferidos através de pulsos regulares (ou seja,
com valores definidos) de energia elétrica. A diferença entre analógico e digital já foi mostrada com mais
detalhes no início deste livro (na parte de hardware).

Quanto ao sentido da transmissão


Simplex: é uma transmissão que só acontece em um sentido (de A para B). Um exemplo seria a
transmissão de TV, em que a emissora envia sinais e nossos aparelhos só conseguem captá-los (ou seja,
a partir de nossos televisores, não podemos enviar dados para a emissora).
Half-Duplex: a transmissão acontece nos dois sentidos (de A para B e de B para A), mas apenas em
um sentido por vez. Ou seja, enquanto o “A” fala, o “B” não consegue falar, só escutar, e vice-versa. Um
exemplo seria como funciona um walkie-talkie (ou o sistema de rádio da Nextel). Essa é a forma mais
comum de transmissão nas redes locais de computadores.
Full-Duplex: transmissão realizada nos dois sentidos simultaneamente. Os sinais podem trafegar, ao
mesmo tempo, nos sentidos de A para B e de B para A. O melhor exemplo é o sistema telefônico.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Problemas em uma transmissão
Nos sistemas de comunicação e redes de computadores podem ocorrer diversos problemas, de ordem
física:
Atenuação: é uma consequência de a transmissão ser feita por meios físicos (fios, fibra óptica, ar
etc.). A atenuação consiste na perda gradual da potência do sinal ao longo do meio de transmissão.
Exemplo: quando gritamos, a “força” do nosso grito vai diminuindo à medida que o sinal sonoro se afasta
de nós. Isso acontece também com a energia elétrica nos fios e com a luz nas fibras ópticas.
Ruído térmico: causado pela agitação dos elétrons em um condutor elétrico (fio). Esse tipo de ruído
é constante em toda a extensão do condutor e é inevitável.
Ruído de intermodulação: causado pela presença de dois ou mais sinais de frequências diferentes
em um mesmo condutor (um fio pode ser usado para transmitir diversos sinais diferentes em frequências
variadas). Nesse tipo de ruído, uma transmissão em uma determinada frequência poderá induzir (e ser
induzida) por um sinal transmitido em uma frequência próxima.
Ruído de cross-talk: a famosa “linha cruzada” dos sistemas telefônicos. Esse ruído é causado pela
indução eletromagnética que um condutor exerce sobre outro condutor próximo. Ou seja, vários fios
dispostos lado a lado por uma longa extensão são mais suscetíveis a ruídos dessa natureza, pois um fio
vai gerar um campo elétrico que irá induzir seus sinais em um condutor próximo (é exatamente como os
fios das companhias telefônicas estão organizados).
Ruído impulsivo: é um ruído de grande amplitude (potência) que não é contínuo e surge sem
previsão. Normalmente quanto há um distúrbio na rede elétrica, ou quando se liga um equipamento que
consome grande potência (chuveiro elétrico, ar condicionado etc.), um pulso isolado de grande amplitude
é gerado nos computadores (mais forte que o sinal que normalmente transita pela rede). É bastante difícil
prevenir esse tipo de ruído. O ruído impulsivo não causa danos às transmissões analógicas (telefonia,
por exemplo), mas é muito prejudicial às transmissões digitais (redes de computadores, por exemplo).

Observação: a qualidade de transmissão de uma linha (um meio físico de transmissão, como um fio)
é medida por uma razão entre a amplitude (força) do sinal e a amplitude do ruído (é a chamada razão
sinal/ruído). Quando o ruído é muito alto (representando um percentual alto em relação ao sinal em si), a
transmissão é classificada como de qualidade ruim.

Meios Físicos de Transmissão

Para que haja transmissão de dados entre quaisquer dois componentes (computadores, por exemplo),
é necessário que haja meios por onde os sinais de dados (eletricidade, som, luz) possam passar.

Cabo de par trançado


Conhecido também como simplesmente “par trançado” (twisted pair), esse cabo é amplamente usado
em redes de comunicação de diversos tipos, tais como redes de computadores e redes telefônicas.
Consiste em um (ou mais) par de fios trançados entre si (cada par tem seus dois fios dispostos como uma
trança), para evitar o ruído de cross-talk.

Cabo par trançado.

Os cabos atualmente usados não possuem necessariamente apenas um par, há cabos usados em
redes de computadores que usam até quatro pares de fios trançados.

Cabo par trançado de quatro pares.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Os cabos de par trançado podem ser classificados em dois tipos: UTP e STP.

UTP – O cabo não blindado


O cabo UTP (Unshielded Twisted Pair – ou “Par trançado não blindado”) apresenta-se como sendo a
opção mais barata para os projetos da atualidade, e, por isso, a mais usada. Nesses cabos, as tranças
não estão protegidas de interferências externas. A anterior mostra um exemplo desse tipo de cabo. Ele é
mais susceptível a ruídos externos, provenientes, por exemplo, de fontes eletromagnéticas fortes nas
proximidades dos cabos.
Os cabos UTP são classificados por categorias, que indicam sua finalidade de uso (abaixo estão
listados os mais comuns):
- Categoria 1: usado apenas em telefonia (são os cabos que chegam até nossos telefones partindo
da companhia telefônica);
- Categoria 5: usado em redes de velocidades altas (100 Mbps) – como as atuais Ethernet –, mas
suporta as redes de velocidades menores (10 Mbps);
- Categoria 5 e (5 enhanced – ou “melhorado”): admite velocidades de transmissão muito maiores
(até 1.000 Mbps) e é usado na terceira geração das redes Ethernet (chamada de Gigabit Ethernet);
- Categorias 6 e 7: usados em redes de velocidades de até 1.000 Mbps (Gigabit Ethernet).

STP – O cabo blindado


O cabo STP (Shielded Twisted Pair – “Par trançado blindado”) é caracterizado por apresentar uma
proteção (normalmente uma capa de material metálico – eu acho que é simplesmente “papel laminado”)
que protege um par da indução de outros. Esse tipo de cabo é mais caro que o cabo UTP, e é menos
flexível que este; portanto, em certos casos em que o “design” do projeto exige que o cabo seja bastante
“dobrado”, o STP não será adequado.
Sua proteção também garante mais imunidade a ruídos gerados por fontes externas, o que o torna
recomendado para ambientes hostis, em que a emissão de ondas eletromagnéticas fortes é constante
(fábricas, plataformas de petróleo, trios elétricos etc.).

Cabo STP – note a blindagem metálica.

Observação: tanto no caso dos UTP como nos STP, para que o cabo consiga “se conectar” a um
equipamento qualquer, é necessária a presença de um conector (um pequeno dispositivo que z a ligação
dos fios presentes nos pares do cabo com o equipamento que se ligará à rede). Atualmente, o conector
mais usado em redes de computadores é o RJ-45, feito de acrílico. Esse conector é bastante parecido
com aquele conector usado nas linhas telefônicas (chamado RJ-11), mas é um pouco maior que este.
O conector RJ-45 é um pequeno cubo de acrílico com oito pinos metálicos em sua extremidade (onde
as pontas dos fios do cabo UTP ou STP serão presas e com quem será realizado o contato elétrico para
permitir a passagem dos sinais). Em resumo: cada um dos oito fios do cabo será conectado (por pressão)
a um pino metálico localizado no conector RJ-45. E é através desses pinos (que farão contato com os
fios) que a energia elétrica será conduzida de um componente da rede a outro pelo cabo.

Conector RJ-45.

Cabo coaxial
O cabo coaxial é formado por um condutor metálico central (que representa o polo positivo), envolto
por uma malha metálica (polo negativo), que são, é claro, separados por um dielétrico (um isolante, como
polietileno ou teflon).

160
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Cabo coaxial.

Entre as características dos cabos coaxiais, podemos citar a sua baixa susceptibilidade a ruídos
externos, sendo mais indicado que os cabos STP para ambientes “hostis” às comunicações. Há diversos
tipos e medidas de cabos coaxiais usados em várias finalidades de comunicação. Havia praticamente
dois tipos de cabos coaxiais usados em redes de computadores: o cabo fino (thin cable) e o cabo grosso
(thick cable) – este último, muito antigo e sem uso atualmente.
Os cabos coaxiais são normalmente conectados a plugues (conectores) do tipo BNC, ainda usados
hoje em equipamentos de vídeo profissionais (onde o cabo coaxial ainda é amplamente usado).

Conectores BNC.

Atualmente os cabos coaxiais foram completamente substituídos pelos cabos de par trançado no uso
de redes de computadores.

Fibra óptica
Cabo usado para realizar a transmissão de pulsos luminosos (luz) em vez de sinais elétricos (como os
cabos citados anteriormente). Ligado a uma extremidade de um cabo desses há um emissor de luz (que
pode ser um LED – Diodo Emissor de Luz – ou um emissor de raio laser), à outra ponta do cabo, estará
conectado um sensor, que detectará o sinal luminoso que transitou pela fibra.
O fio de fibra óptica é formado por um núcleo de vidro (o Core) por onde o sinal luminoso é transferido.
Esse núcleo é envolto por uma camada de plástico que impede a passagem dos pulsos de luz (fazendo
com que os raios reflitam sempre e não saiam do core). Essa camada é conhecida como bainha, ou casca
(cladding). Externa à camada plástica, há a capa do fio, visível a todos nós.

Fibra óptica.

Um cabo de fibra óptica apresenta, normalmente, um par de fibras (dois fios): um para transmitir os
sinais em um sentido e o outro fio para transmitir sinais luminosos no sentido oposto (necessariamente,
já que uma única fibra não poderá transmitir sinais nos dois sentidos). Mas, o mais comum, atualmente,
é acumular vários fios de fibra óptica dentro de um mesmo cabo grosso, como mostrado na figura a seguir.

Cabo fibra óptica.

As fibras ópticas podem ser basicamente divididas em fibras monomodo (single mode) e fibras
multimodo (multi mode) – essa diferença se dá basicamente na espessura do núcleo (core) de vidro.
Uma fibra monomodo possui um core mais fino, que permite que a luz trafegue praticamente em linha
reta. Sua principal característica é que a atenuação do sinal luminoso é menor, permitindo que haja mais
comprimento útil de fio.

161
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Uma fibra multimodo apresenta um core (núcleo) mais espesso, fazendo com que a luz “ricocheteie”
nos limites do núcleo. São fibras mais baratas de fabricar e, consequentemente, de adquirir, mas o
comprimento máximo do segmento deste tipo de fibra é bem menor que o da fibra monomodo.

Topologias de Rede

Serve para definir como os computadores vão se ligar entre si. Em uma rede LAN (pelo menos nas
mais simples), normalmente escolhe-se uma única topologia (forma) para que os micros (também
chamados de estações) fiquem ligados.
As topologias mais comuns são: barramento (barra), anel e estrela.

Topologia em barra (barramento)


Em uma rede ligada em barra, todos os computadores estão ligados a um mesmo condutor central
(um cabo, normalmente) compartilhado (ou seja, os micros usam o mesmo cabo, mas não
simultaneamente).

Topologia Barramento.

Devido à sua forma “limitante”, a topologia barramento apresenta algumas características


interessantes, e muito fáceis de entender:
A rede funciona por difusão (broadcast): ou seja, uma mensagem enviada por um computador acaba,
eletricamente, chegando a todos os computadores da rede. Isso é ponto pacífico. O condutor central é
um fio, um cabo, ou seja, ele não tem condições de fazer outra coisa a não ser “mandar para todo mundo”
os sinais elétricos que por ele trafegam.
Baixo custo de implantação e manutenção: devido aos equipamentos necessários (basicamente placas
de rede e cabos). Essa característica é muito “relativa” porque hoje em dia, as redes barra, montadas
fisicamente, não existem mais.
As redes montadas fisicamente em barramento usavam cabos coaxiais, ou seja, só era possível criar
redes realmente barra com cabos coaxiais. Como esse meio físico já está aposentado há uma longa data,
não são mais vistas por aí redes barramento (pelo menos, não fisicamente).
Mesmo se uma das estações falhar, a rede continua funcionando normalmente: pois os computadores
(na verdade, as placas de rede, ou interfaces de rede) se comportam de forma passiva, ou seja, o sinal
elétrico é apenas recebido pela placa em cada computador, e não retransmitido por esta.
Também é fácil entender a razão dessa característica: o computador “A” envia algo através da rede
barramento; a transmissão elétrica é enviada para todos (broadcast); o computador “B” estava desligado.
Isso impede a mensagem de chegar aos demais, se estes estão ligados normalmente ao condutor
central? Não impede.
Quanto mais computadores estiverem ligados à rede, pior será o desempenho (velocidade) da mesma
(devido à grande quantidade de colisões).

Topologia em anel
Na topologia em anel, os computadores são ligados entre si em um caminho fechado (ou cíclico, como
dizem alguns autores).

Topologia Anel.

162
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Nesta topologia, as regras mudam bastante em relação à topologia barramento devido à própria forma
como os sinais elétricos vão se propagar entre os micros. As principais características da topologia anel
são:
- A mensagem enviada por um dos computadores atravessa todo o anel, ou seja, quando um emissor
envia um sinal, esse sinal passa por todos os computadores até o destinatário, que o copia, e depois o
reenvia, para que atravesse o restante do anel, em direção ao emissor. A mensagem volta para o emissor
para que ele saiba, quando receber o pacote enviado por ele mesmo, que a mensagem chegou a todos
os micros da rede. Pois, se voltou a ele, atravessou todo o anel (todas as estações ligadas a ele);
- Se um dos computadores falhar, toda a rede vai parar. Note que todo o anel é usado para a
transmissão da mensagem em questão. E para que o computador emissor receba seu próprio pacote, ele
deve passar (e ser retransmitido) por todos os computadores que formam aquele anel, dando às placas
de rede desses computadores uma responsabilidade a mais: receber; verificar se é para si; retransmitir.
Logo, se as placas de rede têm de retransmitir os sinais que recebem, elas apresentam um
comportamento ativo.

Topologia em estrela
Nesta topologia, os computadores estão ligados através de um equipamento concentrador dos cabos,
o núcleo da rede, um equipamento que pode ser capaz de identificar o transmissor da mensagem de
destiná-la diretamente para quem deve receber.
Se uma rede está realmente funcionando como estrela e se o equipamento central tiver capacidade
para tanto, dois ou mais computadores podem transmitir seus sinais ao mesmo tempo (o que não
acontece nas redes barra e anel).

Topologia Estrela.

As principais características a respeito da topologia em estrela são:


- Em uma rede estrela de verdade, é comum que um computador transmita um sinal (pacote) e este
seja transmitido especificamente para quem deve recebê-lo;
- Eventualmente, as redes estrela podem trabalhar por difusão, especialmente quando o equipamento
central (nó central, como é usado em geral) não souber quem é o destinatário (ou não tiver capacidade
de ler a mensagem que está passando por si);
- Todas as mensagens passam pelo nó central (concentrador).

Mas vamos aprofundar isso: o concentrador (ou nó central) é um equipamento que recebe os cabos
vindos de todos os computadores da rede e serve como um local para encaixá-lo, realizando, assim, a
ligação física efetiva entre os micros.
Há basicamente dois equipamentos que assumem o papel de concentrador: o hub e o switch. Esses
dois equipamentos são semelhantes fisicamente, mas bem distintos na forma como trabalham.
Uma falha em uma estação (micro) não afeta a rede, pois as interfaces (placas) de rede também
funcionam de forma passiva.
Facilidade na implantação e manutenção: é fácil ampliar, melhorar, instalar e detectar defeitos em uma
rede fisicamente em estrela. Por isso, essa topologia atualmente é a mais usada.
Atualmente, quando se fala em “essa rede é anel” ou “essa rede é barra”, na verdade, refere-se à
topologia lógica, porque, em sua grande maioria, as redes atualmente são estrela física. E, na verdade,
a topologia física que mais facilmente admite funcionamento em outros modos (ou seja, topologias
lógicas) é a estrela.

Topologia em árvore35
Topologia em árvore é basicamente uma série de barras interconectadas. É equivalente a várias redes
estrelas interligadas entre si através de seus nós centrais. Esta topologia é muito utilizada na ligação de
Hubs e repetidores.

35
[Link]

163
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Geralmente, existe uma barra central onde outros ramos menores se conectam. Esta ligação é
realizada através de derivadores e as conexões das estações realizadas do mesmo modo que no sistema
de barra padrão.
Cuidados adicionais devem ser tomados nas redes em árvores, pois cada ramificação significa que o
sinal deverá se propagar por dois caminhos diferentes. A menos que estes caminhos estejam
perfeitamente casados, os sinais terão velocidades de propagação diferentes e refletirão os sinais de
diferentes maneiras. Em geral, redes em árvore, vão trabalhar com taxa de transmissão menores do que
as redes em barra comum, por estes motivos.
É uma topologia física baseada numa estrutura hierárquica de várias redes e sub redes. Existem um
ou mais concentradores que ligam cada rede local e existe um outro concentrador que interliga todos os
outros concentradores. Esta topologia facilita a manutenção do sistema e permite, em caso de avaria,
detectar com mais facilidade o problema.

Topologia em Arvore.

Estrutura mista ou híbrida36


A topologia híbrida é bem complexa e muito utilizada em grandes redes. Nela podemos encontrar uma
mistura de topologias, tais como as de anel, estrela, barra, entre outras, que possuem como
características as ligações ponto a ponto e multiponto.
É a topologia mais utilizada em grandes redes. Assim, adequa-se a topologia de rede em função do
ambiente, compensando os custos, expansibilidade, flexibilidade e funcionalidade de cada segmento de
rede.
Muitas vezes acontecem demandas imediatas de conexões e a empresa não dispõe de recursos,
naquele momento, para a aquisição de produtos adequados para a montagem da rede. Nestes casos, a
administração de redes pode utilizar os equipamentos já disponíveis considerando as vantagens e
desvantagens das topologias utilizadas.
Numa topologia híbrida, o desenho final da rede resulta da combinação de duas ou mais topologias de
rede. A combinação de duas ou mais topologias de rede permite-nos beneficiar das vantagens de cada
uma das topologias que integram esta topologia. Embora muito pouco usada em redes locais, uma
variante da topologia em malha, a malha híbrida, é usada na Internet e em algumas WANs. A topologia
de malha híbrida pode ter múltiplas ligações entre várias localizações, mas isto é feito por uma questão
de redundância, além de que não é uma verdadeira malha porque não há ligação entre cada um e todos
os nós, somente em alguns por uma questão de backup.

36
[Link]

164
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Topologia Híbrida.

Topologia em malha
Na topologia em malha existe uma ligação física direta entre casa um dos nós, isto é, todos comunicam
com todos. A vantagem desta rede é que a tolerância a falhas, pelo menos no que diz respeito ao
cabeamento, já que em relação aos computadores depende mais deles do que da rede.

Topologia em Malha.

Topologia física versus topologia lógica


Vamos analisar agora as variantes lógicas de uma rede estrela física. Começando, claro, com a própria
rede estrela funcionando em estrela.

Topologia lógica em estrela


Quando o equipamento central (o concentrador) é capaz de ler os sinais que trafegam por ele e
interpretar suas informações a ponto de saber direcioná-los para o destino específico, a rede física estrela
funcionará como estrela lógica. É possível ver o envio de uma mensagem do micro “A” para o micro “B”
na figura a seguir.

Rede estrela física trabalhando em estrela lógica.

Essa montagem é possível quando o nó central é, por exemplo, um equipamento chamado switch
(comutador). Os switches têm a capacidade de ler os sinais (pacotes) que por ele trafegam e, com isso,
enviá-los exatamente para o micro de destino.

165
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Topologia lógica em barramento
Mas as redes estrelas físicas também podem assumir outra configuração lógica, como barramento (a
mais comum). Para tanto, basta que o equipamento central não saiba ler o sinal (pacote) que passa por
ele. A mensagem impreterivelmente será retransmitida a todos os segmentos ligados àquele nó central
(broadcast), já que ele não sabe filtrar nada.
Nesse caso, a mensagem chegará a todos os micros que, consequentemente, a rejeitarão (à exceção
do micro de destino, que a aceitará). Nota-se o funcionamento exato de uma rede barramento.

Rede física estrela, lógica barra.

O equipamento responsável por essa forma de trabalho chama-se hub. Um hub é um concentrador de
cabos. Um hub não possui nenhum tipo de “filtro” ou “seletividade” para enviar os sinais aos micros que
realmente devem recebê-los. Um hub simplesmente faz a cópia de todos os sinais que recebe e as envia
na íntegra para todos os micros, portanto um hub funciona como aquele condutor central na rede barra
física.
É simples assim: energia elétrica entra em uma das portas do hub e é replicada para todas as outras,
como um T (um benjamin) desses de tomada elétrica.

Topologia lógica em anel


Essa é mais rara hoje em dia. Mas quando havia redes em anel, elas funcionavam exatamente assim,
fisicamente em estrela.

Rede física estrela, lógica anel.

É fácil entender a imagem anterior:


1. O micro “A” envia seu sinal na rede, objetivando o micro “B”; o sinal vai até o equipamento central
específico para fazer o anel; este, por sua vez, envia o sinal ao próximo micro da sequência (a fim de dar
continuidade ao anel);
2. O micro seguinte lê o pacote, vê que não é para si e o retransmite de volta ao nó central; este,
novamente, envia ao próximo micro;
3. Esse terceiro micro lê o pacote, verifica que esse pacote não lhe pertence e o retransmite ao
concentrador dessa rede; outra vez, o concentrador envia o pacote ao micro seguinte (que, no caso, já é
o micro “B”);
4. O micro “B” recebe a mensagem e a lê, verificando que ela é mesmo direcionada a ele; o micro “B”
a assimila (armazena e processa o pacote) e retransmite-o ao nó central para que dê continuidade ao
processo de transmissão no anel; e este, para finalizar, envia o pacote de volta ao micro “A” (que é o
próximo micro), fazendo, assim a transmissão ser encerrada.

Arquiteturas de Rede

Baseando-se nas três topologias vistas, várias empresas de tecnologia criaram seus próprios conceitos
e definições a respeito de redes de computadores. A esses conjuntos de conceitos e características,
damos o nome de arquitetura de rede.
Para que uma arquitetura de rede possa ser comercialmente usada, é necessário um processo de
padronização por parte de algum órgão, instituto ou empresa desse gênero (como se passasse pelo selo
do INMETRO para ser considerado seguro e pronto para o mercado). Na verdade, tudo relacionado à

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
informática nasce em alguma empresa e deve passar pelo “crivo” da comunidade científico-comercial a
fim de ser aceita como “usável”. IEEE, ISO, EITA, ITU são alguns dos órgãos que definem padrões aceitos
mundialmente.
Em primeiro lugar, vamos analisar algumas arquiteturas utilizadas (atualmente e antigamente) em
redes locais (LANs).

Ethernet (IEEE 802.3)


A arquitetura de rede conhecida como Ethernet, definida pelo padrão 802.3 do IEEE (Instituto de
Engenheiros Elétricos e Eletrônicos) é, sem dúvida, a mais utilizada atualmente. Consiste em ligar
computadores em uma topologia de barramento (lógica), permitindo, assim, o acesso de todos eles ao
meio de transmissão. (Lembre-se de que “barramento” é um caminho necessariamente compartilhado)
As redes Ethernet já foram montadas fisicamente em barramento, ou seja, com cabos coaxiais e
conectores BNC, mas, atualmente, é mais comum encontrar essas redes montadas fisicamente em
estrela, fazendo uso de cabos de par trançado e hubs ou switches. Em suma, uma rede Ethernet pode
apresentar sua topologia física como barramento ou estrela, mas sua topologia lógica (funcionamento)
será sempre barramento.
Também é possível encontrar variações da Ethernet com fibra óptica, o que traz a possibilidade de
aumento da distância entre as estações envolvidas.
As redes no padrão Ethernet originalmente (pelos idos da década de 1980 até o início da década de
1990) se conectavam a uma velocidade de 10 Mbps (megabits por segundo) e hoje já permitem taxas de
transmissão bem superiores. As redes Ethernet de segunda geração (também conhecidas como Fast
Ethernet) transmitem dados a uma taxa de 100 Mbps. O padrão mais novo de Ethernet transmite dados
a 1.000 Mbps (o equivalente a 1 Gbps – gigabit por segundo), por isso é conhecido como Gigabit Ethernet.
Existe uma forma para determinar as características de uma rede Ethernet usando apenas uma sigla.
Na verdade, essa sigla define um padrão, regulamentado pelos órgãos competentes na área de
comunicação de dados. Podemos chamar simplesmente de VbaseC (onde V é Velocidade e C é o tipo
do cabo usado na rede).
- 10Base2: uma rede no padrão Ethernet montada com cabo coaxial fino e que usa a velocidade de
10 Mbps (a distância máxima entre uma estação e outra é de 185 metros). Por usar cabo coaxial, a
topologia física desse padrão é barramento. Ele é bastante antigo e não é mais usado.
- 10Base5: uma rede que usa cabo coaxial grosso e velocidade de 10 Mbps (a distância máxima entre
uma estação e outra, nesse tipo de cabo, é de 500 metros). Uma rede nesse padrão também usa topologia
física de barramento. Esse é o padrão Ethernet mais antigo de todos.
- 10BaseT: uma rede de 10 Mbps que usa cabos de par trançado categoria 3 ou superior (T é
justamente de trançado). A distância máxima entre a estação e o hub é de 100 metros (limite do cabo).
Por usar cabos UTP, a topologia física desta rede é estrela (utiliza hub ou switch como nó central).
- 10BaseF: uma definição que especifica qualquer rede Ethernet de 10 Mbps que utiliza fibra óptica
como meio de transmissão (duas fibras – uma para transmitir, outra para receber). Há vários sub padrões
com diferenças sutis entre eles (10BaseFX, 10BaseFB, 10BaseFP). A distância entre as estações é uma
das características que variam de acordo com esses sub padrões. A topologia física dos padrões 10BaseF
é estrela.
- 100BaseTX: uma rede Fast Ethernet (100 Mbps) que usa cabos de par trançado categoria 5. Nesse
padrão, o cabo UTP usa apenas dois dos quatro pares. A distância máxima entre a estação e o Hub é de
100 metros (limitação do cabo). Apresenta topologia física em estrela. Esse padrão é muito utilizado
atualmente, com hubs (ou switches) como nós centrais da rede.
- 100BaseFX: uma rede Fast Ethernet (100 Mbps) que usa dois cabos fibra óptica (um para transmitir
e um para receber). A distância máxima entre as estações é de 2.000 metros. A topologia física deste
padrão Ethernet é estrela.
- 1000BaseT: uma rede Gigabit Ethernet (1.000 Mbps, que é o equivalente a 1 Gbps) que utiliza cabos
de par trançado UTP categoria 5, 5e ou 6. Por usarem cabos que já são amplamente difundidos em redes
Fast Ethernet, a “migração” para esse padrão de 1.000 Mbps é mais fácil (a maioria das redes de
computadores montadas atualmente já é neste formato). A distância máxima entre estação e hub é de
100 metros (que é o limite do cabo). A topologia física deste padrão, claro, é estrela!

Token Ring (IEEE 802.5)


A Arquitetura Token Ring foi desenvolvida pela IBM para ligar computadores em anel e hoje é
regulamentada pela norma 802.5 do IEEE. A Arquitetura Token Ring já foi muito mais utilizada, mas hoje
perdeu completamente seu espaço para as redes Ethernet. A taxa de transferência máxima de uma rede

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Token Ring é de 16 Mbps (um pouco mais que o Ethernet original, mas com certeza bem menos que o
Fast e o Gigabit Ethernet).
Na arquitetura Token Ring, as placas de rede dos computadores têm comportamento ativo, ou seja,
elas funcionam como o que chamamos de repetidores. Para que uma mensagem atravesse todo o anel,
ela deverá passar por todas as estações, que, por sua vez, irão receber os sinais elétricos e retransmiti-
los para os demais computadores (na verdade, é a placa de rede Token Ring que faz isso). É preciso
lembrar também que a mensagem chega ao destino e retorna para a origem. A mensagem atravessa
todo o anel.

Transmissão Token Ring de “A” para “B”.

É bastante simples o funcionamento da rede Token Ring:


1. Um micro envia dos dados pelo anel;
2. A mensagem (pacote) atravessa todos os computadores do anel, sendo passada adiante por estes
se não forem o destinatário da mensagem;
3. O micro destino recebe o pacote (copia-o para si) e o passa adiante;
4. A mensagem retorna ao computador que a enviou, com isso, este poderá transmitir seu próximo
pacote ou liberar a rede para ser usada para a transmissão de outro pacote, vindo de outra estação.

Wi-Fi (IEEE 802.11) – Redes LAN sem fio


Como o nome já diz, esta arquitetura de rede não utiliza cabos de cobre nem fibra óptica. Os sinais
são transmitidos entre os computadores através de ondas eletromagnéticas.
Wi-Fi é, portanto, uma arquitetura que especifica o funcionamento de uma WLAN (Wireless LAN, ou
LAN sem fio). Note que WLAN é um termo genérico, pois significa qualquer “rede local sem fio”, porém
Wi-Fi é o termo que designa essa tecnologia, também conhecida como 802.11. (Porque essa arquitetura
de redes foi padronizada segundo a norma 802.11 do IEEE).
Na verdade, Wi-Fi significa Wireless Fidelity (ou Fidelidade sem fio) e é um “título” dado a todos os
equipamentos (e programas) que “seguem à risca” a cartilha proposta pelo padrão IEEE 802.11. Portanto,
se um equipamento mereceu o título de Wi-Fi, é sinal de que ele é perfeitamente compatível (ou seja,
está em concordância) com os padrões descritos para redes locais sem fio.
As redes no padrão 802.11 usam uma topologia lógica de barramento (portanto, trabalham por difusão)
e controlam o acesso dos computadores através de um sistema semelhante ao CSMA/CD das redes
Ethernet. Nas redes 802.11, o método de acesso ao meio é chamado CSMA/CA (Carrier Sense with
Multiple Access and Collision Avoidance – algo como Sensor de Portadora com Acesso Múltiplo Evitando
Colisões).

Funcionamento da Rede IEE 802.11 em modo Infraestrutura.

Nessa rede, os computadores são dotados de placas de rede especiais, criadas apenas para essa
finalidade. São placas de rede que possuem antenas para transmitir e receber os sinais das outras placas
em vez de conectores como o RJ-45.
Uma rede Wi-Fi pode ser montada basicamente de duas maneiras:
Modo infraestrutura: os micros são ligados entre si por meio de um equipamento central (algumas
vezes chamado de hub sem fio). Esse equipamento recebe as transmissões de uma estação e as passa
para todos (difusão). Esse equipamento é chamado de Ponto de Acesso (Access Point);

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Modo ad-hoc: os micros são ligados diretamente uns aos outros (placa de rede direto para placa de
rede), ou seja, sem a presença de um ponto de acesso.

Rede Wi-Fi em modo Ad-hoc.

Subpadrões 802.11
Dentro do padrão IEEE 802.11, há diversos sub padrões desenvolvidos e incentivados por várias
empresas, entre eles podemos destacar quatro que são diferentes na frequência que utilizam para
transferir os dados e na taxa máxima de transferência.
802.11b: o padrão mais antigo. Os equipamentos que trabalham neste padrão usam uma frequência
de 2,4 GHz que transmitem dados a 11 Mbps (pouco mais que a velocidade da arquitetura Ethernet
original);
802.11g: atualmente, é o padrão de rede Wi-Fi mais usado. Também utiliza a faixa de frequência dos
2,4 GHz (o que garante a perfeita comunicação entre equipamentos “b” e “g”). Transmite dados a 54
Mbps. É claro que para transmitir a 54 Mbps, é necessário que todos os equipamentos envolvidos sejam
do padrão “g”;
802.11a: é um padrão pouco usado no Brasil que utiliza a faixa de frequência de 5 GHz para transmitir
a 54 Mbps. Devido à diferença de frequência, equipamentos nesse padrão não conseguem se comunicar
com os outros padrões citados;
802.11n: realiza transmissões da ordem de 300 Mbps (três vezes mais que o Fast Ethernet), usando
as duas faixas de frequência possíveis (2,4 GHz e 5 GHz) para que os equipamentos “n” possam se
comunicar com outros de todos os padrões.

Alguns fabricantes criaram equipamentos “n” com velocidades de até 600 Mbps, mas que só funcionam
se todos os equipamentos envolvidos (placas de rede e pontos de acesso) forem da mesma marca.

Arquiteturas para MANs e WANs


Há também tecnologias (arquiteturas) importantes de ser estudadas em redes metropolitanas (MAN)
e redes de longo alcance (WAN). Essas arquiteturas permitem a comunicação entre computadores
distantes entre si alguns (ou muitos) quilômetros.
São utilizadas por várias empresas, desde pequenas que queiram ligar suas filiais em uma mesma
cidade até gigantes de telecomunicações que queiram expandir seu “domínio” e oferecer uma estrutura
mais ampla para seus assinantes.
Eis algumas tecnologias importantes que devemos conhecer. (Não que apareçam assim nas provas o
tempo todo, mas é possível que sejam citadas em uma ou outra).

ATM
ATM (Asynchronous Transfer Mode – Modo de Transferência Assíncrono) é uma tecnologia de
comunicação de dados que permite a construção de redes LAN, MAN e WAN. O ATM é uma arquitetura
de rede orientada a conexão, ou seja, antes de mandar o primeiro pacote de dados, o emissor verifica se
a conexão entre ele e o receptor foi estabelecida (essa conexão é chamada “circuito virtual”).
A principal proposta desta arquitetura é permitir o tráfego de vários tipos de dados: voz, vídeo, serviços
de rede etc. Pode-se atingir 155 Mbps (em cabos de cobre ou fibra óptica) ou até 622 Mbps (usando
exclusivamente a fibra óptica).
Uma das principais características da rede ATM é a forma como ela transfere os dados. Diferentemente
de várias outras redes, que usam blocos de dados enormes (e com tamanhos variados), a rede ATM
divide os dados a serem transmitidos em pacotes muito pequenos (conhecidos como células). Uma célula
ATM tem exatamente 53 Bytes, dos quais 5 são para cabeçalho (informações de endereçamento e
caminho para a entrega dos dados) e 48 são de dados propriamente ditos (payload).
Esta é a principal característica que se pode cobrar sobre o ATM, o tamanho de sua célula.
Por causa do nome de seus pacotes (células), o ATM é conhecido como Cell Relay (algo como
“chaveamento de células”).

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Essa tecnologia está sendo amplamente usada nas operadoras de telecomunicações, como as
empresas telefônicas, para a interligação entre suas centrais regionais e até mesmo em alguns serviços
de ADSL (Internet Banda Larga) para usuários finais.

Frame Relay
Frame Relay é uma tecnologia para ligação de computadores em WAN descendente da antiga
tecnologia X.25. No Frame Relay, os dados são separados em unidades conhecidas como frames
(quadros) que são enviados através de linhas que transmitem sinais analógicos.
Essa tecnologia é usada (ainda) por empresas de telecomunicações (como as operadoras telefônicas)
para permitir a ligação com centrais e usuários longe dos centros, onde tecnologias como ATM ou ADSL
não podem chegar – como em áreas rurais, por exemplo.
As operadoras que fornecem o serviço de Frame Relay o vendem em várias velocidades, desde 56
Kbps a 1,5 Mbps (para usuários finais) até as taxas de transmissão mais altas, usadas para grandes
clientes e interligação entre centrais da própria operadora (até 100 Mbps). Mas essa tecnologia está
caindo em desuso graças ao ATM e a outras tecnologias novas para WAN.

WiMAX (IEEE 802.16)


WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access ou Interoperabilidade Mundial para Acesso
por Micro-ondas) é uma tecnologia de transmissão de dados para redes de computadores de área
metropolitana (MAN) sem fio. Daí o nome de WMAN (Wireless MAN – MAN sem fio).
O padrão 802.16 foi totalmente homologado em 2002 e hoje já é realidade em algumas cidades do
mundo (incluindo algumas aqui no Brasil, a exemplo de Belo Horizonte e Rio de Janeiro).
Através do WiMAX, uma antena é colocada em um determinado ponto da cidade, e esta cria uma área
de cerca de 50 km de raio. A velocidade praticada por essa tecnologia chega a 70 Mbps (pouco mais que
as redes Wi-Fi “a” e “g” e menos que a “n”).
O WiMAX usa uma faixa de frequência de 2,3 a 2,5 GHz e, em alguns países, de 3,3 GHz. Futuras
aplicações dessa tecnologia darão conta de uso de outras faixas de frequência (algumas superiores a 10
GHz).
WiMAX é uma tecnologia para redes MAN (metropolitanas) e um uso interessante para essa tecnologia
é o fornecimento de Internet em banda larga para locais onde as operadoras telefônicas e de TV a cabo
não podem ir para fornecer alta velocidade no acesso à Internet.

IEEE 802 – Redes de computadores


O IEEE (Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos) é um órgão que “dita as regras” acerca de
quase todos os equipamentos de informática e telecomunicações atualmente, como já sabemos. Algumas
poucas são exceções ao “jugo” do IEEE.
Como vimos exaustivamente, o IEEE também escreveu padrões (documentos de padronização) para
quase todos os tipos de tecnologias de redes de computadores atualmente vigentes. Esse conjunto de
normas (feito especialmente para determinar os padrões relacionados com as redes de computadores) é
chamado de Projeto 802.
O Projeto IEEE 802 é dividido em diversos WG (Working Groups – Grupos de Trabalho) e cada um
desses grupos atua em um cenário diferente dentro do vasto mundo das redes de computadores.

Equipamentos Usados nas Redes

Para que ocorra a comunicação entre computadores é necessário o uso de alguns equipamentos, que
serão explicados a seguir.

Placa de rede (ou adaptador de rede)


É o equipamento que deve existir em cada computador para que eles possam se conectar a uma rede
local (LAN). A placa de rede (ou NIC – Network Interface Card, – Placa de Interface de Rede, ou ainda
Adaptador de Rede) é um periférico normalmente instalado no interior do gabinete do computador,
diretamente em um dos slots da placa-mãe (normalmente um slot PCI).
Também é possível que a placa de rede já seja fabricada na própria placa-mãe (prática, aliás, muito
comum hoje em dia) tanto nos notebooks quanto nos micros de mesa (desktops).
Uma placa de rede é fabricada para se comunicar com um tipo específico de arquitetura, ou seja, com
um determinado tipo de protocolo, cabeamento também específico entre outras coisas. Logo, há vários
tipos de placas de rede disponíveis no mercado, pois há vários tipos de arquiteturas de redes. (As duas
mais usadas são a Ethernet e a Wi-Fi.)

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Um computador pode ter mais de uma placa de rede de mesma arquitetura. Um exemplo bem simples
são os notebooks vendidos atualmente: todos eles saem das fábricas com duas placas on-board – uma
placa Ethernet e outra placa Wi-Fi.
Veja dois exemplos de placas de rede conectáveis ao barramento PCI das placas-mãe dos micros
desktop (micros de mesa).

Placa de rede Ethernet (conector RJ45).

Placa de rede Wi-Fi (possui antena) – Assim como a Ethernet ela deve ser encaixada no barramento PCI da placa mãe.

Em um micro portátil, praticamente todas as placas são instaladas na própria placa-mãe, ou seja, são
todas on-board. Em alguns casos, pode-se comprar placas especiais de expansão que encaixam na
interface PCMCIA (Card Bus) – que hoje é menos comum – ou pequenos adaptadores que são plugados
em qualquer porta USB, como o visto a seguir.

Adaptador Wi-Fi USB.

Endereço MAC (Endereço físico)


Cada placa de rede que é fabricada recebe um número único, que a diferencia de qualquer outra placa.
Esse número é conhecido como MAC Address (Endereço MAC) ou Endereço Físico.
O endereço MAC é uma espécie de “número de chassi” da placa de rede, pois cada fabricante coloca
o endereço no momento da montagem da placa e esse endereço não será usado por nenhuma outra
placa de rede no mundo.
O endereço MAC é formado por 48 bits (48 “zeros e uns”). Isso significa que o endereço MAC é, na
verdade:
100001100001101111011110001001111100001000110110

Mas normalmente, o endereço MAC de uma placa de rede é representado (e visto por nós, humanos)
como um conjunto de seis duplas de dígitos hexadecimais. Eis o mesmo endereço MAC, desta vez em
hexadecimal:
86:1B:DE:27:C2:36

Como os endereços MAC são gravados nas memórias ROM das placas de rede, eles não podem ser
alterados e estão, para sempre, associados àquela placa de rede em si (àquele exato equipamento).
O endereço MAC é composto por 48 bits, dos quais, os 24 iniciais representam a identificação do
fabricante. Ou seja, duas placas de fabricantes diferentes já apresentam, de imediato, os conjuntos de 24
primeiros bits diferentes.
Se duas placas são de fabricantes diferentes, elas já têm o início dos seus endereços MAC diferentes.
E se duas placas são do mesmo fabricante, ele vai ter condições de controlar que não fará duas placas
com o mesmo final.

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Repetidor
É um equipamento usado para regenerar o sinal elétrico (ou mesmo o luminoso) para que este possa
ser transportado por uma distância maior.
Os cabos usados nas conexões de rede convencionais possuem uma limitação de distância (cada tipo
de cabo tem a sua), o que causa a atenuação (enfraquecimento) do sinal. Por isso, usamos repetidores
para regenerar (gerar novamente) o sinal que se perderia pelo cabo.
Há repetidores para qualquer tipo de rede, mesmo para aquelas que não usam fios e, para essas, é
apenas um ponto com antenas que retransmitem o sinal recebido.
Atualmente, não é muito comum encontrar um equipamento repetidor (apenas repetidor) no mercado.
O mais comum é encontrar equipamentos diversos que acumulam a função de repetidores (como os hubs
e switches atuais, que também servem como repetidores, regenerando os sinais que por ele passam).

Exemplo do funcionamento de um Repetidor.

O repetidor é um equipamento que pertence à camada 1 (chamada de camada física) do modelo OSI.

Hub
Um hub é um equipamento que serve como “centro” de uma rede Ethernet. Um hub é um equipamento
simplório, que recebe os fios vindos dos micros (cabos de par trançado) e os conecta (conectores RJ-45)
em sua estrutura.

Hub.

Internamente o hub é apenas um barramento (uma conexão em topologia barra), o que explica seu
funcionamento limitado e pouco inteligente. (Ele só funciona através de broadcast – ou seja, transmitindo
para todos os demais micros). O hub Ethernet não faz nenhum tipo de filtro ou seleção sobre os dados
que passam por ele. O hub sequer entende o que passa por ele. Os dados que são transmitidos passam
pelo hub e, então, são imediatamente enviados a todos os demais computadores.

Hub funcionando como broadcast.

O hub não tem como trabalhar de outra forma, a não ser por broadcast, porque, internamente, ele é
só um barramento (fios). Esse barramento conduz os sinais elétricos para todas as demais estações.

Ponte
É um equipamento criado, originalmente, para interligar segmentos de rede de arquiteturas diferentes
e permitir que eles se comuniquem normalmente. A ponte (bridge) é instalada entre um segmento de rede
Ethernet e um segmento de rede Token Ring, por exemplo, e permite que os quadros (quadros de dados)
passem de uma para a outra, caso seja necessário.
Devido à heterogeneidade de algumas redes locais, que podem apresentar variadas arquiteturas,
como pedaços que usam Ethernet e outros que usam Token Ring, por exemplo, é necessário ligar esses
“pedaços” para que se comuniquem. Mas há um “empecilho” para essa “união”.

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Tomando o exemplo anterior, em que analisamos uma rede formada por uma parte dos computadores
ligados a um segmento Ethernet e os demais ligados a um anel na rede Token Ring, a ligação direta entre
esses dois segmentos “mutuamente estrangeiros” não é possível.
Regras diferentes, protocolos de acesso diferentes. Em suma, linguagens diferentes. Esses dois
segmentos não conseguem se comunicar diretamente sem o intermédio de um “intérprete”.

Ponte fazendo a ligação entre uma rede Ethernet e um rede anel.

A ponte servirá como tradutora dos quadros Ethernet, por exemplo, para quadros Token Ring e vice-
versa. Isso permite que os quadros no formato Ethernet sejam convertidos em quadros que podem ser
entendidos e retransmitidos na rede Token Ring.
Uma ponte pode ser usada, em alguns casos, para ligar dois segmentos de rede de mesma arquitetura
(especialmente Ethernet).
Se uma ponte for colocada em um ponto estratégico da rede, ela consegue analisar quais quadros
devem passar por ela (para o outro lado) e quais não devem.
Com esse tipo de filtro, quadros vindos de um setor de uma empresa, por exemplo, e endereçados
para aquele mesmo setor não atravessariam toda a rede, mas seriam “bloqueados” pela ponte que
saberia que eles não deviam passar.
O uso da ponte ligando partes de uma mesma arquitetura de rede, portanto, a transforma num
dispositivo segmentador, mas não requer nenhum uso de sua função tradutora. Com a rede Ethernet
dividida em segmentos bem definidos pela ponte, o número de colisões na rede diminui bruscamente,
visto que agora o broadcast não atingirá necessariamente toda a rede.

Um quadro enviado para um computador que pertence ao mesmo seguimento não precisa passar pela ponte.

Quando uma ponte é colocada em uma rede Ethernet para separar a rede, chamamos cada “parte”
resultante de Segmento de Rede, ou Domínio de Colisão. Um domínio de colisão é, portanto, uma área
da rede de computadores onde quadros (ou pacotes) colidem se, duas estações tentarem acesso ao meio
simultaneamente.
Se o micro “A” mandar um quadro para o micro “B” (eles estão no mesmo segmento, que chamaremos
de segmento 1) e o micro “C” mandar um quadro para o micro “D” (ambos no outro segmento – o
segmento 2), os dois quadros serão transmitidos perfeitamente (e ao mesmo tempo) porque eles não irão
colidir.
O quadro enviado por “A” não passará para o segmento 2 (porque a ponte o cortará) e o quadro
transmitido por “C” não passará para o segmento 1 (pelo mesmo motivo).

Switch
É que um equipamento externamente semelhante a um hub (várias conexões para vários micros), mas
que internamente possui a capacidade de chaveamento ou comutação (switching), ou seja, consegue
enviar um pacote (um quadro, mais precisamente) exatamente para o segmento de destino.
Cada cabo (e micro) ligado ao switch está, necessariamente, em um segmento diferente, e não em um
único barramento, como acontece no caso do hub.
Em outras palavras, o switch divide a rede em diversos segmentos, mais ou menos como a ponte. (A
ponte só faz a segmentação da rede Ethernet em dois segmentos.) Além disso, a ponte faz o seu serviço

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por meio de software (programa) e o switch realiza essa segmentação diretamente no hardware (seus
circuitos foram construídos para isso).

Switch.

Devido às capacidades de chaveamento do switch, seu uso em uma rede Ethernet faz as colisões
diminuírem bastante (em matéria de quantidade).
Há diversos switches para várias tecnologias de redes de computadores diferentes, como Ethernet,
ATM entre outras. Vamos focar, claro, nos switches Ethernet, que são os mais comuns atualmente.
(Devido ao fato de que essa tecnologia é a mais usada nos nossos dias).
O switch, como já foi dito, tem condições de ler os quadros que por ele trafegam. Essa leitura é possível
porque o switch possui processador e memória para realizar tais operações (ou seja, ele não é somente
“uma caixa com um conjunto de fios” como o hub).
Depois de ler o endereço MAC, o switch é capaz de enviar aquele quadro exatamente para o segmento
em que o micro cujo MAC é igual àquele está localizado, não é? ”
O switch lê o quadro e, identificando o endereço MAC do destino, envia o quadro para o segmento
exato. Para isso, é necessário que o switch saiba previamente os endereços MAC dos micros ligados a
ele.

Ponto de acesso (Access point)


Como já foi visto rapidamente, para que uma rede de computadores Wi-Fi seja montada em modo
conhecido como infraestrutura, é necessária a presença de um equipamento que centraliza todas as
comunicações desta rede. Esse equipamento é conhecido como ponto de acesso Wi-Fi ou simplesmente
ponto de acesso. (Alguns livros não traduzem o termo do inglês, portanto se referem a ele como AP –
Access Point).

Ponto de acesso Wi-Fi.

Cabe ao ponto de acesso (e das placas de rede Wi-Fi) tratar de questões como evitar as colisões
(CSMA/CA), criptografar e descriptografar os quadros que se encontram em redes que usam segurança
(WEP ou WPA), entre outras tarefas.
O ponto de acesso é, assim como ponte, placa de rede e switch, um equipamento da camada 2
(camada de enlace).

Roteador
Roteador (ou router) é o nome dado a um equipamento capaz de rotear! Rotear significa definir a rota.
Um roteador é um equipamento que, em suma, define a rota a ser percorrida pelos pacotes da origem ao
destino.
O roteador é um equipamento descrito como pertencente à camada 3 (camada de redes) – ou seja,
ele é mais “especializado” que o switch, a ponte e o ponto de acesso.
Em que consiste essa especialização? No que ele se diferencia dos equipamentos já vistos?
É simples, o roteador não serve para interligar computadores ou segmentos dentro de uma mesma
rede. O roteador serve para interligar redes distintas, ou seja, ele não liga dois ou três micros em uma
rede, liga duas ou três redes em uma estrutura conhecida como inter-redes (ou Inter-net).

Roteador.

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A figura a seguir mostra um exemplo de Inter-net (ou Inter-networking, que traduzindo seria “estrutura
de ligação entre redes”).

Exemplo de um roteador ligando três redes distintas.

Algo interessante aqui é: o endereço MAC não é o mais importante nas comunicações entre redes. O
endereço MAC de cada placa de rede é imprescindível nas comunicações que se processam em uma
única rede. (Quando uma placa de rede quer se comunicar com outra na mesma rede). Em redes
diferentes, surge uma nova forma de localização e identificação de origem e destino: o endereço lógico.
O endereço MAC é chamado de endereço físico, pois está contido em cada placa de rede em sua
memória ROM. Esse endereço é usado nas comunicações que acontecem dentro de uma única rede
(sem ter de passar pelo roteador). Mas, quando há necessidade de comunicação com computadores em
outras redes (ou seja, a mensagem tem de passar pelo roteador da rede), o endereço MAC perde, em
muito, a sua importância, pois o roteador lê, a prioridade de um endereço de maior abrangência, chamado
de endereço lógico (que, na Internet, é chamado de endereço IP).
O roteador lê endereços MAC, pois ele vai precisar disso para enviar os pacotes na forma de quadros
na rede de destino.
A questão do roteador é que, para o desempenho de sua função, o endereço IP é mais importante que
o endereço MAC. E é conhecendo o endereço IP do micro de destino que se descobre o seu endereço
MAC.

Conectores
As fontes possuem vários conectores que alimentam os diversos componentes internos do
computador. São os seguintes:
Conector principal: é o maior dos conectores da fonte de alimentação, serve para energizar a placa
mãe. Placas mãe mais antigas utilizavam um plugue de 20 pinos (ATX ou ATX 12V 1.x), as mais recentes
utilizam um plugue de 24 pinos (ATX 12V 2.x), neste caso a fonte pode ser utilizada no padrão antigo
ignorando os 4 pinos extras, sem que isso cause danos ao funcionamento do computador.

Conector 20 pinos + 4 (Fonte: Tecmundo).

O nome ATX é referente tanto ao tamanho da placa mãe (e não do plugue) quanto à sua conexão
elétrica.

Conector de alimentação na placa mãe (Fonte Clube do Hardware).

Conector AT: em fontes antigas, o conector de alimentação da fonte utilizava dois plugues de 6 pinos
cada, que demandavam um certo cuidado, pois podiam ser encaixados de maneira incorreta na placa
mãe. Eram encaixados cada um com seus respectivos fios da cor preta junto ao centro do conector.

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Conector AT e seu respectivo encaixe na placa mãe.

Conector ATX 12V ou EPS12V: o conector ATX 12V é interligado à placa mãe com a função de
energizar o processador. O conector EPS12V tem a mesma função, só que possui 8 pinos, contra 4 do
ATX 12V, fornecendo mais energia. Nem todas as placas mãe ou fontes possuem este padrão.

Conector ATX 12V com seu respectivo encaixe na placa mãe.

Conector EPS12V com seu respectivo encaixe na placa mãe.

Observação: nas fontes antigas, encontrávamos um conector auxiliar de 6 pinos, lançado com as
placas ATX 12V 1x, que poucas placas mãe faziam uso.

Conector auxiliar ATX12v 1x.

Conectores PEG (PCI Express Graphics): consiste em um conector auxiliar de alimentação às


placas de vídeo PCI Express, quando as mesmas demandarem mais energia. Composta de 6 ou 8 pinos
(na maioria dos casos utilizam somente o conector de 6 pinos, ficando o auxiliar com mais 2 para placas
de vídeo topo de linha, que podem demandar ainda o uso de um segundo cabo auxiliar).

Conector PEG 6 Pinos + 2 extras, podendo ser transformado em um de 8 pinos e seu respectivo encaixe na placa de vídeo.

Conectores SATA: plugues que energizam dispositivos SATA (Serial ATA), como discos rígidos e
drives ópticos. Possuem formato achatado e 15 pinos.

Conector de alimentação SATA com seu respectivo conector no disco rígido.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Conector de drives e periféricos: padrão por vários anos, este conector de 4 pinos era utilizado para
energizar drives ópticos e discos rígidos do padrão IDE (Integrated Drive Electronic) ou ATA (Advanced
Tecnology Attachment) – um padrão substituído pelo SATA, além de coolers (ventoinhas), sistemas de
iluminação, etc.

Conector de alimentação ATA/IDE com seu respectivo encaixe em um drive óptico.

Conector de disquete (Floppy Drive): conector utilizado para energizar drives de disquete 1.44.
Apesar de ser um dispositivo defasado, ainda é comum encontrarmos este conector presente nas fontes.

Conector do drive de disquete e seu respectivo conector.

Modelo de Camadas ISO/OSI

O modelo OSI é composto por sete camadas diferentes e é um marco da padronização de redes de
computadores. Na prática, ele não é seguido à risca pelas empresas que atualmente trabalham com
tecnologias de redes, mas é a partir desse modelo que novos modelos são criados. Por esse motivo, o
modelo OSI é chamado Modelo de Referência ISO/OSI.
As sete camadas do modelo de redes OSI são:

Camada 1 – Camada física


Descreve os equipamentos físicos usados na transmissão dos sinais brutos (elétricos, luminosos ou
eletromagnéticos) e os meios de transmissão. São integrantes desta camada os cabos (UTP, fibra óptica,
coaxial), os repetidores, os conectores (RJ-45, BNC), as ondas de RF, as ondas infravermelhas e os
hubs.
A preocupação desta camada não é com o significado dos dados transmitidos (pacotes, mensagens),
mas sim com a forma física de sua transmissão (voltagem correta para determinar os bits 0 e 1 elétricos,
corrente elétrica, frequência de transmissão, duração do bit), ou seja, a forma “bruta” dos sinais que
transmitem dados.
O hub pertence à camada 1 porque ele não consegue entender nada além de sinais elétricos. Nesse
sentido, o hub é tão “inteligente” quanto um fio, afinal, ele é somente um conjunto de fios.
Se qualquer equipamento da camada 1 (hubs, fios, repetidores) pudesse “dizer o que está vendo”,
diria que por ele estão passando somente vários 001001010100101010101.

Camada 2 – Camada de enlace (ou enlace de dados)


Esta camada é responsável por “reunir” os sinais brutos (zeros e uns) e “entendê-los” como quadros,
identificando suas origens e destinos (endereços MAC) e corrigindo possíveis erros ocorridos durante a
transmissão pelos meios físicos.
Como os dispositivos da camada 1 são apenas “fios” (ou seja, transmitem sinais brutos, sem nenhum
grau de “inteligência”), torna-se responsabilidade dos dispositivos da camada 2 detectarem (e, se
possível, corrigirem) as besteiras que a camada 1 venha a cometer.
Como vemos, qualquer dispositivo que consiga entender os quadros e ler os endereços MAC,
permitindo, assim, a comunicação dentro de uma única rede (ou seja, qualquer comunicação que não
“atravesse” um roteador) está automaticamente classificado como pertencente à camada 2. Os
equipamentos físicos que merecem pertencer à camada 2 são a placa de rede, a ponte, o ponto de acesso
e o switch.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Os protocolos CSMA/CD, CSMA/CA e as diversas tecnologias de rede (Ethernet, FDDI, Token Ring,
ATM, IEEE 802.11 etc.) também são descritos como pertencentes a essa camada, pois regulam,
justamente, a comunicação entre computadores dentro de uma única rede. Ou seja, na camada 2 não
existem apenas componentes físicos, mas lógicos (protocolos) também.
Quando uma comunicação é realizada entre duas redes diferentes, ela necessita de um equipamento
roteador e passará a ser efetuada usando os endereços lógicos (que conheceremos como endereços IP).
Isso já é responsabilidade da camada 3 (camada de rede), na qual estão inseridos o roteador e o endereço
IP.
Qualquer equipamento que seja responsável por estabelecer, realizar e encerrar a comunicação entre
duas estações dentro de uma mesma rede (um mesmo “enlace”), sendo capaz, para isso, de ler e
interpretar os endereços MAC presentes nos quadros é, sem dúvidas, pertencente à camada 2 (camada
de enlace).
Não são somente os equipamentos, protocolos de acesso ao meio e arquiteturas de LANs, MANs e
WANs também são considerados itens da camada 2.
Falou-se em quadros (frames), falou-se em camada de enlace (camada 2). Falou-se em endereços
físicos (endereços que estão presentes nas próprias interfaces de rede – as placas de rede), como os
endereços MAC, falou-se em camada 2 também.

Camada 3 – Camada de rede


É a camada em que se localizam os equipamentos e protocolos responsáveis por interligar diversas
redes. Os equipamentos (e protocolos) que criam e mantêm um ambiente inter-redes (inter-net), como o
roteador, por exemplo, são pertencentes à camada 3. Vamos a um comparativo entre a camada 2 e a
camada 3.
Quando a comunicação se dá dentro de uma única rede, como vimos, as estações (computadores)
envolvidas reconhecem-se mutuamente pelos seus endereços MAC (endereços físicos). Toda a
comunicação é feita por meio de pequenos pedaços de informação chamados quadros (frames)
devidamente identificados com o endereço MAC da origem e o endereço MAC do destino.
Tudo isso é ambiente “de camada 2”. Todos os envolvidos (placas de rede, switches, pontes,
CSMA/CD, passagem de token, etc.) são pertencentes à camada 2.
Porém, quando a comunicação “extrapola” uma rede, “transborda” para outras redes (ou seja, quando
uma mensagem tem de sair da rede em que o micro de origem está para chegar a outra rede, onde o
destino se encontra), é necessário que “entrem em ação” equipamentos e protocolos diferentes, capazes
de “se virar” (ter “jogo de cintura”) para propiciar a comunicação nesse ambiente.
Para começo de conversa, em uma comunicação inter-redes (entre redes distintas), não se usa, a
priori, o endereço MAC (endereço físico), mas outro endereço, válido para a estrutura de Internet inteira,
chamado endereço IP (é o mais usado hoje).
Roteadores leem endereços IP e é por isso que podem encaminhar (rotear) um pacote entre uma rede
e outra. Portanto, os roteadores (e todos os protocolos, como o IP) são descritos na camada 3 (camada
de redes) porque possibilitam a comunicação entre redes distintas.
Na camada 3 chamamos de pacotes. A principal diferença é que um quadro pode ser transportado
apenas por um único enlace físico (uma única rede), pois o endereço que dá identificação de origem e
destino para os quadros (endereço MAC) só tem “competência” dentro de uma única rede. Um pacote
pode ser enviado entre redes diferentes, porque usa, como identificador, um endereço que atua em um
“cenário” mais abrangente, envolvendo diversas redes diferentes (esse endereço é o endereço IP – ou
endereço lógico).
Então, resumindo: falou-se em “camada 3”, então pense, imediatamente, em equipamentos e
protocolos (regras) para a comunicação entre redes distintas. Falou em endereço IP, em vez de endereço
MAC, é camada 3. Qualquer equipamento (roteador, por exemplo) que consiga ler endereços IP pertence
à camada 3.

Camada 4 – Camada de transporte


Até agora, vimos camadas muito próximas ao hardware, ou seja, muito próximas à comunicação entre
as máquinas, os roteadores (camada 3) e as placas em uma única rede (camada 2); ou ainda a
comunicação pura no fio (camada 1).
Chegou a hora de analisar a comunicação sob outra óptica (e é essa a diferença entre as camadas –
apenas a óptica sob a qual se veem as mensagens durante a comunicação – mas isso é assunto para
mais adiante). Enfim, chegou a hora de analisar a comunicação sob a óptica da mensagem e não da troca
de pacotes e/ou quadros.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Uma mensagem é qualquer bloco fechado de informações que se deseja transmitir, como um e-mail,
um arquivo PDF, uma foto, uma página da Internet, uma música em MP3, qualquer arquivo que se deseja
transmitir pela estrutura das redes.
Dependendo da estrutura das redes envolvidas, a mensagem (inteira) não pode ser transmitida sem
que antes seja dividida em pequenos pedaços (os pacotes – quando analisados sob a óptica da camada
3 – ou quadros – quando vistos na camada 2).
Não importa qual o tamanho do pacote ou quais as características do quadro daquela tecnologia de
rede em si, as mensagens originalmente escritas em bom português serão transmitidas, pelos fios, da
maneira como sempre foram: 001001010010101001010101 (pulsos físicos que significam “0” e “1”).
Então, uma mensagem escrita em português segue um longo caminho desde o momento em que é
digitada pelo usuário até o momento em que começa a trafegar pelos fios. E a participação da camada 4
é vital para o funcionamento desses processos.
A camada 4 (camada de transporte) tem como responsabilidade oferecer meios de controle da
transmissão: métodos e técnicas que permitam a perfeita conversa entre origem e destino, de modo que
a mensagem inteira que saiu consiga chegar perfeitamente, mesmo que isso leve centenas de pacotes
que passarão por dezenas de redes distintas.
Uma mensagem (e-mail, por exemplo) é uma entidade única. Ninguém envia 1/2 e-mail. Sempre
enviamos um e-mail (inteiro), não importa seu tamanho ou a quantidade de anexos que ele possui (essa
característica influencia diretamente no tamanho do e-mail). Então, se eu envio um e-mail, quero que
esse e-mail, inteiro, chegue ao destino, não é mesmo?
Mas para que isso ocorra, esse e-mail tem de ser dividido em diversos pedaços para atravessar a
Internet (pacotes) e, em cada rede por onde ele passar, deverá adequar-se à tecnologia daquela rede
sendo colocado em quadros.
Como sabemos que a mensagem será dividida, é interessante ter uma camada que faça a divisão de
maneira adequada (separe as mensagens) no emissor, atribua-lhe números de controle (como “pacote 1
de 15”, “pacote 2 de 15”, “pacote 3 de 15” etc.) e, quando estes chegarem ao micro de destino, a mesma
camada naquele micro possa unir os pacotes enviados em ordem correta, resultando, assim, na
montagem perfeita da mensagem original.
Essa camada “separadora”, “conferente” e “juntadora” é a camada de transporte. A camada 4 não se
responsabiliza por mandar os pacotes de roteador em roteador, tão pouco é responsabilidade dela mexer
com os quadros, enviando-os entre as estações numa rede. Esses são trabalhos das camadas inferiores.
A camada de transporte é responsável pela comunicação fim a fim (origem-destino). Ela é responsável
pela perfeita troca de mensagens entre o emissor (que as separa em pedaços, atribuindo uma ordem a
eles) e o receptor (que recebe tais pedaços e os junta ordenadamente). É a camada de transporte que
também detecta e corrige possíveis erros em pacotes. Também é a camada de transporte que detecta se
algum pacote estiver faltando.
Na camada de transporte não existem equipamentos (quer dizer que historicamente não há
equipamentos – dispositivos físicos – que mereçam ser classificados como pertencentes a essa camada).
Mas há protocolos. Os mais importantes são o TCP e o UDP (usados na Internet isso quando analisamos
o modelo de camadas usado na Internet – que não é o OSI), mas também há outros, como o SPX, para
as redes Novell Netware.

Camada 5 – Camada de sessão


Esta camada não saiu do papel (hoje em dia, são usados modelos que não utilizam essa camada),
mas, como ela está descrita no OSI, precisa ser explicada.
Segundo o modelo OSI, dois computadores que desejam se comunicar precisam, antes de qualquer
outra coisa, estabelecer, entre eles, um “acordo de transação”, ou seja, antes de transmitirem entre si o
primeiro pacote, os micros envolvidos devem iniciar um “cenário”, um “ambiente”, um “momento” oficial
de comunicação ininterrupta. Esse momento é chamado de sessão.
Fazendo uma comparação bem oportuna: quando vamos ligar (pelo telefone mesmo) para alguém
conhecido a fim de contar uma novidade, é necessário que haja, antes da primeira palavra trocada entre
os dois envolvidos, o estabelecimento da conexão telefônica, não é? Essa ligação é uma sessão
telefônica que só será interrompida quando o “ligador” desligar seu telefone.
Sessão é, portanto, uma relação ininterrupta de comunicação, uma transação, um procedimento que
tem início e fim.
A camada de sessão determina as regras e “burocracias” para o estabelecimento de tais sessões. Em
suma, a função dessa camada é gerenciar o estabelecimento de sessões de comunicação. Ou seja, todas
as regras, exigências e determinações presentes na camada de sessão (até mesmo quanto ao seu
simples objetivo) são apenas “teoria”, já que ela nunca foi posta em prática.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
A camada de sessão está descrita e especificada no modelo de camadas ISO/OSI, e somente aí.
Portanto, como o modelo OSI é apenas teoria (não é usado, na prática, em lugar algum), a camada de
sessão também é apenas teoria.

Camada 6 – Camada de apresentação


Esta camada, assim como a de sessão, é descrita apenas no modelo OSI e em mais nenhum modelo
de camadas prático.
A que se propõe a camada de apresentação? Basicamente em conversão.
A camada de apresentação tem a árdua tarefa de se comunicar com a camada de aplicação (que está
intimamente ligada aos usuários). Da camada de aplicação (camada 7), provêm os mais variados tipos
de informação (e-mail, páginas, arquivos PDF, arquivos MP3) que precisam ser transformados (digamos
“traduzidos”) para um formato geral, um formato que isentasse a camada de transporte de problemas
para separar os pacotes.
Esse processo de transformar as mensagens de formato variado em um formato genérico único, que
servirá para facilitar todo o processo de transmissão que se segue, inclui procedimentos como criptografia
(reescrita embaralhada das informações) e compactação.
A camada de apresentação traduz as mensagens vindas da camada de aplicação para um formato
genérico antes de serem transmitidas. Além disso, criptografia e compactação também são tarefas
desempenhadas por essa camada.

Camada 7 – Camada de aplicação


O mais alto nível da pilha OSI é a camada de aplicação, que entra em contato diretamente com o
mundo exterior, ou seja, nós, os usuários.
Nessa camada são descritos protocolos que realizam diretamente as tarefas a que temos acesso,
como e-mails, navegação na Web, transferência de arquivos, bate-papo etc. Esses protocolos são
chamados protocolos de aplicação.
Os próprios serviços que podemos desempenhar (como o envio e recebimento de mensagens de e-
mail e a navegação em páginas Web) são descritos como pertencentes a essa camada.
Então, é fácil lembrar: os protocolos e serviços (tarefas) a que os usuários têm acesso são
componentes da camada de aplicação. Essa camada recebe a mensagem pura, escrita diretamente pelo
usuário, e manda para as camadas mais baixas (claro que, diretamente, para a camada de apresentação).

Modelo OSI.

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Relação modelo OSI.

Modelo de Camadas TCP/IP

TCP/IP é o nome dado a um conjunto de protocolos (ou “pilha” de protocolos). Sua importância é
incontestável. A Internet baseia sua comunicação nessa pilha de protocolos. Ou seja, todos os
computadores da Internet “falam” os protocolos contidos na pilha TCP/IP.
É fácil entender também que, para se tornar padrão, o funcionamento da Internet (incluindo seu
conjunto de protocolos) precisou ser padronizado, esquematizado, normatizado.
O modelo de camadas TCP/IP, que, inclusive, foi proposto e aprovado antes do OSI (o OSI foi uma
tentativa de “unificar” todos os modelos de camadas até então existentes).
O nome TCP/IP é formado pelo nome dos dois mais importantes protocolos deste conjunto: o TCP
(Transmission Control Protocol – Protocolo de Controle da Transmissão – pertencente à camada de
transporte) e o IP (Internet Protocol – Protocolo de Inter-redes – localizado na camada de rede).
Apesar de ser semelhante ao ISO/OSI, o modelo TCP/IP não é derivado deste e, portanto, camadas
homônimas nos dois modelos podem, sim, apresentar objetivos e características diferentes entre si, o
que torna o estudo do modelo TCP/IP relativamente desligado do estudo do OSI.
Eis os modelos TCP/IP de cinco e quatro camadas:

Modelo de camadas TCP/IP.

Note três características semelhantes nos dois modelos em relação ao modelo OSI:
a) As camadas de apresentação e sessão desapareceram. As funções que, no modelo OSI, são
responsabilidade dessas duas camadas foram assimiladas pela camada de aplicação. Portanto, lembre-

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
se de que nas comunicações da Internet, o estabelecimento de sessões e a tradução da mensagem
(como criptografia e compactação) são responsabilidade da camada de aplicação;
b) A camada de redes (camada 3 no OSI) passou a se chamar Camada de Inter-redes. Isso é bom
porque explicita o objetivo dessa camada: a ligação entre redes distintas;
c) A camada de enlace (camada 2 no OSI) passou a ser chamada de Camada de Interface de Redes.

A principal diferença entre os modelos é que os defensores de quatro camadas apenas “interpretam”
que as camadas 1 e 2 são uma só. Ou seja, esses autores definem que não há a camada física e a
camada de interface de redes, mas apenas uma que acumula a função das duas.
Essa “possibilidade” de interpretação em duas formas tão distintas se deve ao fato de, na verdade, o
modelo TCP/IP só definir a existência e o funcionamento de componentes nas três camadas superiores.
O TCP/IP é um conjunto de protocolos (e protocolos são programas). Em um modelo de camadas que
se baseia na estrutura de um conjunto de protocolos, ou seja, em um conjunto de programas, a definição
ou exigência quanto a componentes físicos (camadas física e de interface de rede) não seriam muito
adequadas.
O modelo TCP/IP só estabelece padrões e definições nas três camadas superiores. Isso quer dizer
que o modelo de camadas TCP/IP “não se importa” com o que existe nas camadas física (1) e de interface
de rede (2).
Com isso, chegamos a uma característica forte e importante na Internet: não importa quais são as
estruturas físicas de rede que ligam os computadores em uma rede. Se essa rede possuir os mesmos
protocolos das camadas superiores (inter-redes, transporte e aplicação), ela poderá se ligar à Internet.

As camadas do modelo TCP/IP


Camada 5 – Aplicação: nesta camada estão os protocolos de mais alto nível, aqueles que realizam
tarefas diretamente em contato com os usuários: FTP, SMTP, HTTP, POP, IMAP, DNS, TELNET, NNTP,
etc.
Esses protocolos estão intimamente ligados às diversas tarefas (serviços) que podemos utilizar na
Internet. (Normalmente, cada protocolo está associado a um serviço diferente).
Camada 4 – Transporte: estão localizados, nesta camada, os protocolos responsáveis pela
comunicação fim a fim entre as máquinas envolvidas. Os protocolos da camada de transporte são: TCP
e UDP.
Os protocolos da camada de aplicação precisam dos protocolos da camada de transporte. Algumas
aplicações (programas) usam o UDP, mas a grande maioria dos protocolos localizados na camada 5 usa
o TCP como protocolo de transporte.
Camada 3 – Rede (ou inter-redes): apresenta protocolos que realizam processos de roteamento e
tradução de endereços para que a conexão entre os dois computadores seja efetuada. Fazem parte desta
camada os protocolos IP, ICMP, IGMP, ARP e RARP.
Desses vários protocolos, o mais importante (considerando todas as camadas da pilha) é, sem
dúvidas, o IP. Todos os protocolos das camadas superiores precisam do IP, que é o responsável direto
pelo endereçamento dos micros e pelo roteamento dos pacotes através da estrutura das redes.
Sem IP, não há comunicação.
Camada 2 – Enlace (ou interface de rede): o modelo TCP/IP não se “mete” com ela, porque não se
“importa” com o tipo da arquitetura da rede (ou seja, para o TCP/IP, não há necessidade de saber se a
rede é Ethernet ou Token Ring.). O termo mais “polido” para esse caso é o modelo TCP/IP que não
especifica padrões de equipamentos nem protocolos para a camada de enlace.
Camada 1 – Física: o modelo TCP/IP também não especifica padrões para a camada física. Em outras
palavras, a rede pode ser montada com qualquer tipo de cabo, fio, fibra etc., o TCP/IP não se “importa”
com isso.

Endereço IP

Endereço IP é o endereço numérico que identifica qualquer conexão feita a uma estrutura de inter-
redes baseada em TCP/IP. Ou seja, endereço IP é o endereço usado na camada 3 (inter-redes) do
modelo de camadas TCP/IP.
O IP não identifica uma máquina. Se um computador, por exemplo, possuir duas placas de rede ligadas
simultaneamente a uma mesma rede, cada uma delas possuirá um endereço IP associado. Portanto, a
máquina em si teria dois endereços IP.
Como a Internet que conhecemos é baseada no modelo de camadas TCP/IP, e, consequentemente,
em seus protocolos, então o endereço IP é a forma oficial de endereçamento na Internet.

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O endereço IP é um número binário (aliás, como tudo na comunicação digital) formado por 32 bits. Em
suma, um endereço IP é exatamente assim:
11001000111110010000110111101100

Os endereços IP não são representados no seu formato puro. Usa-se uma forma de notação em que
se divide o endereço IP em 4 grupos de 8 bits (1 byte cada, ou, como costumamos chamar, 1 octeto.)
11001000.11111001.00001101.11101100

Esses pontos não existem nos endereços IP de verdade. São simplesmente para demonstrar a
separação.
Depois de separarmos os grupos de octetos, convertemos esses octetos para números decimais,
resultando em algo assim:
[Link]

Essa forma de “representação” é chamada notação decimal separada por pontos.


Através de um processo simples de conversão de binário (zeros e uns) para decimal (base numérica
que usamos em nossa matemática) convertemos os números para uma notação decimal.
Cada octeto é representado por um número decimal, que poderá variar entre 0 (que em binário seria
00000000) e 255 (que é 11111111). Então, podemos dizer por dedução, que o endereço IP é um endereço
numérico binário representado de forma decimal por quatro números, separados por pontos, que podem,
cada um, assumir qualquer valor entre 0 e 255.
Um computador que vai se ligar à Internet, ou mesmo apenas a uma rede local que usa TCP/IP como
pilha de protocolos, precisa ter endereço IP. Se um computador não possuir endereço IP, não poderá
enviar nem receber pacotes. Estará, portanto, ilhado. Não conseguirá se conectar à rede.
Para que o seu computador seja encontrado e possa fazer parte da rede mundial de computadores,
necessita ter um endereço único. O mesmo vale para websites: este fica em um servidor, que por sua vez
precisa ter um endereço para ser localizado na internet. Isto é feito pelo endereço IP (IP Address), recurso
que também é utilizado para redes locais, como a existente na empresa que você trabalha, por exemplo.
O endereço IP é uma sequência de números composta de 32 bits. Esse valor consiste em um conjunto
de quatro sequências de 8 bits. Cada uma destas é separada por um ponto e recebe o nome de octeto
ou simplesmente byte, já que um byte é formado por 8 bits. O número [Link] é um exemplo.
Repare que cada octeto é formado por números que podem ir de 0 a 255, não mais do que isso.

A divisão de um IP em quatro partes facilita a organização da rede, da mesma forma que a divisão do
seu endereço em cidade, bairro, CEP, número, etc., torna possível a organização das casas da região
onde você mora. Neste sentido, os dois primeiros octetos de um endereço IP podem ser utilizados para
identificar a rede, por exemplo. Em uma escola que tem, por exemplo, uma rede para alunos e outra para
professores, pode-se ter 172.31.x.x para uma rede e 172.32.x.x para a outra, sendo que os dois últimos
octetos são usados na identificação de computadores.

Classes de endereços IP
Neste ponto, você já sabe que os endereços IP podem ser utilizados tanto para identificar o seu
computador dentro de uma rede, quanto para identificá-lo na internet.
Se na rede da empresa onde você trabalha o seu computador tem, como exemplo, IP [Link],
uma máquina em outra rede pode ter este mesmo número, afinal, ambas as redes são distintas e não se
comunicam, sequer sabem da existência da outra. Mas, como a internet é uma rede global, cada
dispositivo conectado nela precisa ter um endereço único. O mesmo vale para uma rede local: nesta,
cada dispositivo conectado deve receber um endereço único. Se duas ou mais máquinas tiverem o
mesmo IP, tem-se então um problema chamado "conflito de IP", que dificulta a comunicação destes
dispositivos e pode inclusive atrapalhar toda a rede.
Para que seja possível termos tanto IPs para uso em redes locais quanto para utilização na internet,
contamos com um esquema de distribuição estabelecido pelas entidades IANA (Internet Assigned

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Numbers Authority) e ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) que, basicamente,
divide os endereços em três classes principais e mais duas complementares. São elas:
Classe A: [Link] até [Link] - permite até 128 redes, cada uma com até 16.777.214
dispositivos conectados;
Classe B: [Link] até [Link] - permite até 16.384 redes, cada uma com até 65.536
dispositivos;
Classe C: [Link] até [Link] - permite até 2.097.152 redes, cada uma com até 254
dispositivos;
Classe D: [Link] até [Link] - multicast;
Classe E: [Link] até [Link] - multicast reservado.

As três primeiras classes são assim divididas para atender às seguintes necessidades:
- Os endereços IP da classe A são usados em locais onde são necessárias poucas redes, mas uma
grande quantidade de máquinas nelas. Para isso, o primeiro byte é utilizado como identificador da rede e
os demais servem como identificador dos dispositivos conectados (PCs, impressoras, etc.);
- Os endereços IP da classe B são usados nos casos onde a quantidade de redes é equivalente ou
semelhante à quantidade de dispositivos. Para isso, usam-se os dois primeiros bytes do endereço IP para
identificar a rede e os restantes para identificar os dispositivos;
- Os endereços IP da classe C são usados em locais que requerem grande quantidade de redes, mas
com poucos dispositivos em cada uma. Assim, os três primeiros bytes são usados para identificar a rede
e o último é utilizado para identificar as máquinas.
Quanto às classes D e E, elas existem por motivos especiais: a primeira é usada para a propagação
de pacotes especiais para a comunicação entre os computadores, enquanto que a segunda está
reservada para aplicações futuras ou experimentais.
Vale frisar que há vários blocos de endereços reservados para fins especiais. Por exemplo, quando o
endereço começa com 127, geralmente indica uma rede "falsa", isto é, inexistente, utilizada para testes.
No caso do endereço [Link], este sempre se refere à própria máquina, ou seja, ao próprio host, razão
esta que o leva a ser chamado de local host. Já o endereço [Link] é utilizado para propagar
mensagens para todos os hosts de uma rede de maneira simultânea.

Endereços IP privados
Há conjuntos de endereços das classes A, B e C que são privados. Isto significa que eles não podem
ser utilizados na internet, sendo reservados para aplicações locais. São, essencialmente, estes:
-Classe A: [Link] à [Link];
-Classe B: [Link] à [Link];
-Classe C: [Link] à [Link].

Suponha então que você tenha que gerenciar uma rede com cerca de 50 computadores. Você pode
alocar para estas máquinas endereços de [Link] até [Link], por exemplo. Todas elas
precisam de acesso à internet. O que fazer? Adicionar mais um IP para cada uma delas? Não. Na
verdade, basta conectá-las a um servidor ou equipamento de rede - como um roteador - que receba a
conexão à internet e a compartilhe com todos os dispositivos conectados a ele. Com isso, somente este
equipamento precisará de um endereço IP para acesso à rede mundial de computadores.

Máscara de sub-rede
As classes IP ajudam na organização deste tipo de endereçamento, mas podem também representar
desperdício. Uma solução bastante interessante para isso atende pelo nome de máscara de sub-rede,
recurso onde parte dos números que um octeto destinado a identificar dispositivos conectados (hosts) é
"trocado" para aumentar a capacidade da rede. Para compreender melhor, vamos enxergar as classes A,
B e C da seguinte forma:
- A: N.H.H.H;
- B: N.N.H.H;
- C: N.N.N.H.

N significa Network (rede) e H indica Host. Com o uso de máscaras, podemos fazer uma rede do
N.N.H.H se "transformar" em N.N.N.H. Em outras palavras, as máscaras de sub-rede permitem
determinar quantos octetos e bits são destinados para a identificação da rede e quantos são utilizados
para identificar os dispositivos.

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Para isso, utiliza-se, basicamente, o seguinte esquema: se um octeto é usado para identificação da
rede, este receberá a máscara de sub-rede 255. Mas, se um octeto é aplicado para os dispositivos, seu
valor na máscara de sub-rede será 0 (zero). A tabela a seguir mostra um exemplo desta relação:

Classe Endereço IP Identificador da rede Identificador do computador Máscara de sub-rede


A [Link] 10 2.68.12 [Link]
B [Link] 172.31 101.25 [Link]
C [Link] 192.168.0 10 [Link]

Você percebe então que podemos ter redes com máscara [Link], [Link] e [Link],
cada uma indicando uma classe. Mas, como já informado, ainda pode haver situações onde há
desperdício. Por exemplo, suponha que uma faculdade tenha que criar uma rede para cada um de seus
cinco cursos. Cada curso possui 20 computadores. A solução seria então criar cinco redes classe C?
Pode ser melhor do que utilizar classes B, mas ainda haverá desperdício. Uma forma de contornar este
problema é criar uma rede classe C dividida em cinco sub-redes. Para isso, as máscaras novamente
entram em ação.
Nós utilizamos números de 0 a 255 nos octetos, mas estes, na verdade, representam bytes (linguagem
binária). 255 em binário é 11111111. O número zero, por sua vez, é 00000000. Assim, a máscara de um
endereço classe C, [Link], é:
11111111.11111111.11111111.00000000

Perceba então que, aqui, temos uma máscara formada por 24 bits 1: 11111111 + 11111111 +
11111111. Para criarmos as nossas sub-redes, temos que ter um esquema com 25, 26 ou mais bits,
conforme a necessidade e as possibilidades. Em outras palavras, precisamos trocar alguns zeros do
último octeto por 1.
Suponha que trocamos os três primeiros bits do último octeto (sempre trocamos da esquerda para a
direita), resultando em:
11111111.11111111.11111111.11100000

Se fizermos o número 2 elevado pela quantidade de bits "trocados", teremos a quantidade possível de
sub-redes. Em nosso caso, temos 2^3 = 8. Temos então a possibilidade de criar até oito sub-redes.
Sobrou cinco bits para o endereçamento do host. Fazemos a mesma conta: 2^5 = 32. Assim, temos 32
dispositivos em cada sub-rede (estamos fazendo estes cálculos sem considerar limitações que possam
impedir o uso de todos os hosts e sub-redes).
11100000 corresponde a 224, logo, a máscara resultante é [Link].
Perceba que esse esquema de "trocar" bits pode ser empregado também em endereços classes A e
B, conforme a necessidade. Vale ressaltar também que não é possível utilizar [Link] ou [Link]
como máscara.
A máscara de sub-rede também é, a exemplo do endereço IP, uma informação binária de 32 bits (32
“zeros” e “uns”). A máscara de sub-rede também pode ser representada como um conjunto de quatro
octetos decimais separados por pontos, como o próprio endereço IP.
Porém, existe uma coisa muito peculiar na máscara de sub-rede: ela é formada por 32 bits, sendo que
inicia com um bloco ininterrupto de 1 (uns) seguido de um bloco ininterrupto de 0 (zeros). Sem alternância.
Ou seja, isto aqui é uma máscara:
11111111111111111111000000000000

E isto aqui não é uma máscara (mas poderia ser um endereço IP de algum micro):
11001100111100010101011101011110

A máscara de sub-rede, quando apresentada em sua forma pura (binária), é representada como uma
sequência de uns seguida de uma sequência de zeros, como vimos, e isso limita o formato decimal da
máscara para alguns valores.
Só podem ser octetos em uma máscara em decimal os números:
255 – porque é 11111111 em binário;
0 – porque é 00000000;

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Então, a máscara
11111111111111111111111100000000
11111111.11111111.11111111.00000000

Dividida fica:
11111111.11111111.11111111.00000000

E isso significa:
[Link]

IP estático e IP dinâmico
IP estático (ou fixo) é um endereço IP dado permanentemente a um dispositivo, ou seja, seu número
não muda, exceto se tal ação for executada manualmente. Como exemplo, há casos de assinaturas de
acesso à internet via ADSL onde o provedor atribui um IP estático aos seus assinantes. Assim, sempre
que um cliente se conectar, usará o mesmo IP.
O IP dinâmico, por sua vez, é um endereço que é dado a um computador quando este se conecta à
rede, mas que muda toda vez que há conexão. Por exemplo, suponha que você conectou seu computador
à internet hoje. Quando você conectá-lo amanhã, lhe será dado outro IP. Para entender melhor, imagine
a seguinte situação: uma empresa tem 80 computadores ligados em rede. Usando IPs dinâmicos, a
empresa disponibiliza 90 endereços IP para tais máquinas. Como nenhum IP é fixo, um computador
receberá, quando se conectar, um endereço IP destes 90 que não estiver sendo utilizado. É mais ou
menos assim que os provedores de internet trabalham.
O método mais utilizado na distribuição de IPs dinâmicos é o protocolo DHCP (Dynamic Host
Configuration Protocol).

IP nos sites
Você já sabe que os sites na Web também necessitam de um IP. Mas, se você digitar em seu
navegador [Link], por exemplo, como é que o seu computador sabe qual o IP deste site
ao ponto de conseguir encontrá-lo?
Quando você digitar um endereço qualquer de um site, um servidor de DNS (Domain Name System)
é consultado. Ele é quem informa qual IP está associado a cada site. O sistema DNS possui uma
hierarquia interessante, semelhante a uma árvore (termo conhecido por programadores). Se, por
exemplo, o site [Link] é requisitado, o sistema envia a solicitação a um servidor
responsável por terminações ".com". Esse servidor localizará qual o IP do endereço e responderá à
solicitação. Se o site solicitado termina com ".br", um servidor responsável por esta terminação é
consultado e assim por diante.

IPv4
Significa Protocol version 4, ou versão 4 de protocolos. É a tecnologia que permite que nossos
aparelhos conectem na Internet, seja qual for o tipo de gadget – pode ser PC, Mac, smartphones ou outros
aparelhos. Cada um que estiver online terá um código único, como [Link] por exemplo, para
enviar e receber dados de outros que estiverem conectados37.
Ele transfere endereços de protocolos de 32 bits. Sustenta aproximadamente 4,29 bilhões de IPs pelo
mundo todo, o que nos fez chegar na crise atual: O sistema não suportará mais endereços do que isso.
Talvez você já tenha visto em algum lugar a notícia de que os endereços da internet estão acabando.
Trata-se de uma meia-verdade: o que acontece é que os últimos blocos de endereços IPv4 da Internet já
foram alocados — aqui no Brasil, isso aconteceu já há alguns anos.
Por muito tempo, os 32 bits no campo de endereço do IPv4 foram suficientes para cobrir todos os
dispositivos conectados à rede: com 232 números IP no total.
Parece muito, porém com o avanço dos dispositivos móveis e o advento de tecnologias como a Internet
das Coisas, a demanda por novos endereços ficou cada vez maior. Foi essa necessidade que fez surgir
o padrão IPv6, que não só oferece muito mais endereços numéricos, mas também simplifica as
atribuições de endereços e os recursos adicionais de segurança de rede.

IPv6
O mundo está cada vez mais conectado. Se, em um passado não muito distante, você conectava
apenas o PC da sua casa à internet, hoje o faz com o celular, com o seu notebook em um serviço de

37
[Link]

186
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
acesso Wi-Fi no aeroporto e assim por diante. Somando este aspecto ao fato de cada vez mais pessoas
acessarem a internet no mundo inteiro, nos deparamos com um grande problema: o número de IPs
disponíveis deixa de ser suficiente para toda as (futuras) aplicações.
A solução para este grande problema (grande mesmo, afinal, a internet não pode parar de crescer!)
atende pelo nome de IPv6, uma nova especificação capaz de suportar até - respire fundo -
[Link].[Link].[Link].456 de endereços, um número absurdamente alto!

O IPv6 não consiste, necessariamente, apenas no aumento da quantidade de octetos. Um endereço


do tipo pode ser, por exemplo:
FEDC:2D9D:DC28:7654:3210:FC57:D4C8:1FFF

Com o surgimento do IPv6, tem-se a impressão de que a especificação tratada neste texto, o IPv4, vai
sumir do mapa. Isso até deve acontecer, mas vai demorar bastante. Durante essa fase, que podemos
considerar de transição, o que veremos é a "convivência" entre ambos os padrões. Não por menos,
praticamente todos os sistemas operacionais atuais e a maioria dos dispositivos de rede estão aptos a
lidar tanto com um quanto com o outro. Por isso, se você é ou pretende ser um profissional que trabalha
com redes ou simplesmente quer conhecer mais o assunto, procure se aprofundar nas duas
especificações.
A esta altura, você também deve estar querendo descobrir qual o seu IP. Cada sistema operacional
tem uma forma de mostrar isso. Se você é usuário de Windows, por exemplo, pode fazê-lo digitando cmd
em um campo do Menu Iniciar e, na janela que surgir, informar ipconfig/all e apertar Enter. Em ambientes
Linux, o comando é ifconfig.

Perceba, no entanto, que se você estiver conectado a partir de uma rede local - tal como uma rede
wireless - visualizará o IP que está disponibiliza à sua conexão. Para saber o endereço IP do acesso à
internet em uso pela rede, você pode visitar sites como [Link].

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Parâmetros IP
Para que um computador ligado a uma rede que usa TCP/IP seja capaz de se conectar a uma rede a
fim de trocar informações com outros computadores, é necessário que ele conheça duas informações
básicas:
a) Seu próprio endereço IP;
b) A máscara de sub-rede da rede da qual ele faz parte.
Essas duas informações permitem que o micro se ligue a outros em uma só rede. Se você quiser que
o micro se ligue na Internet (ou seja, com várias redes distintas), ele deverá conhecer uma terceira
informação:
c) O endereço IP do gateway padrão (ou seja, do roteador) da sua rede.
Essas informações são genericamente conhecidas como parâmetros IP e são necessárias para que
qualquer computador se ligue à Internet.

Parâmetros IP no Windows Vista.

Endereço IP do próprio micro


Quanto ao endereço IP do próprio computador, não há o que discutir, não é? Quero dizer: se você não
soubesse qual é o seu nome, quando alguém gritasse por você, não atenderia porque não identificaria o
chamado, não é?

Endereço IP do gateway padrão


É apenas o endereço IP do roteador daquela rede. Todo computador precisa saber qual é o endereço
do roteador que o serve. Isso é necessário porque quando um computador perceber que vai transmitir um
pacote para outra rede (não para a rede da qual ele faz parte), ele enviará o pacote àquele que poderá
enviá-lo a outras redes: o roteador.
Para que um micro consiga se comunicar na Internet, ele tem de saber o endereço IP do seu roteador
(gateway padrão ou “portão padrão”). Caso um micro não saiba essa informação, mas saiba seu próprio
IP e a máscara de sub-rede, ele conseguirá se comunicar internamente (com outros micros na mesma
rede), mas não na Internet.

ID da rede e ID do host
Um endereço IP não serve apenas para identificar uma estação em si (ou uma conexão à Internet).
Inerente ao endereço IP, existe uma informação que identifica a rede da qual aquela estação faz parte.
É que o endereço IP pode ser visto como um “nome completo” ou pelo menos daqueles nomes que se
encontram em passagens de ônibus e avião: Carvalho/João ou Silva/Eduardo.
Então, o endereço [Link] não serve para identificar somente um micro. Nesse endereço há
a identificação de duas coisas: do micro em si (ID do host, ou ID da estação) e da rede (ID da rede). Resta
saber qual é o ID da rede e qual é o ID do host dentro do endereço IP.

Atenção: ID vem de Identificador.

Que tal se perguntássemos assim: no endereço [Link], quais octetos representam a rede e
quais octetos representam o micro em si? Seria o mesmo que perguntar: no nome João Antonio César
Carvalho, quais os nomes que representam a família e quais os nomes que representam o indivíduo?
Difícil saber.
A máscara faz isso. A máscara atua como a / (barra) em Carvalho/João Antonio, permitindo que se
possa determinar quem é família (Carvalho) e quem é indivíduo (João Antonio). Só que a máscara faz
isso com endereços IP.

188
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Vamos aplicar uma máscara em um endereço IP usando a notação de decimais separados por pontos.
Para isso, porém, é bom que se saiba que só será possível fazer os cálculos com três máscaras apenas
(aquelas que usam os octetos completamente preenchidos ou por 1, ou por 0). Seriam elas:
- [Link] (máscara dos endereços Classe A);
- [Link] (máscara dos endereços Classe B);
- [Link] (máscara dos endereços Classe C).

Para todas as demais máscaras de sub-rede possíveis, o cálculo que vamos aprender agora só será
possível se convertermos as máscaras e os endereços IP para binário.

Analisando a máscara classe C


Endereço IP [Link] e máscara de sub-rede [Link]. O que posso fazer com esses
dados? Analise-os verticalmente (um em cima do outro).
- [Link]
- [Link]

Aqueles octetos do endereço IP que coincidirem, em posição, com os octetos 255 da máscara são os
que representam a rede. Por sua vez, os octetos do endereço IP que coincidirem com os octetos 0 da
máscara representam o micro (o indivíduo).

Analisando o IP [Link] na máscara [Link] – Classe C.

Então, o nosso computador mostrado na figura pode ser identificado como o micro 123, pertencente à
rede cujo “prefixo” é 192.168.214. Ou seja, em uma máscara classe C, os três primeiros octetos
representam o ID da rede e apenas o último octeto representa o ID do micro.
Se outro micro qualquer possuir a mesma máscara e os mesmos três primeiros octetos, esse outro
micro pertence à mesma rede que o micro do nosso exemplo:
[Link]
[Link]
[Link]
[Link] (máscara de sub-rede)

Todos esses micros acima fazem parte da mesma rede. E lembre-se de que todos os micros da mesma
rede têm de ter a mesma máscara de sub-rede definida. Observe que os octetos do ID da rede são sempre
os mesmos para todos os micros naquela rede, o que obriga que, de um micro para outro, só varie o
último octeto.
Ao que eu pergunto: quantos micros são possíveis em uma rede qualquer cuja máscara de sub-rede
é [Link] (classe C)?
256 micros, pois como quem varia de um micro para o outro é apenas o último octeto, e ele pode variar
de 0 (zero) a 255, são 256 combinações possíveis.
Mais ou menos, dois endereços são proibidos – o primeiro e o último.

Endereço IP da rede e endereço IP de broadcast


Quando a estrutura de endereçamento de uma rede (ou seja, sua máscara de sub-rede e seu prefixo)
é definida, dois endereços nunca (nunca mesmo) poderão ser usados para identificar um micro.
O primeiro endereço possível de se construir (usando os dados do nosso exemplo, seria
[Link]) não é usado para identificar micros porque é usado para identificar a rede em si. É um
endereço hipotético que não tem função para a comunicação na rede, mas que a representa.
Portanto, o micro [Link] não pertence à rede 192.168.214. Dizemos que ele pertence à rede
[Link]. Logo, o primeiro endereço em uma rede é o endereço da rede em si.
O outro endereço que não pode ser usado para identificar micros na rede é o último possível, ou seja,
[Link], tomando como base o nosso exemplo. O último endereço é chamado endereço de
broadcast e serve para enviar uma mensagem a todas as estações daquela rede (ou seja, a todas as
estações que comecem seus IPs por 192.168.214).

189
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Portanto, em uma rede classe C (esse termo “classe C” significa que a rede usa a máscara
[Link]), podemos ter até 254 computadores conectados porque podemos dar até 254 endereços
IP (256 combinações possíveis menos 2 proibidos).

Analisando a máscara classe B


Uma máscara de sub-rede de classe B tem os dois primeiros octetos representando a rede e os dois
últimos octetos representando o micro (ou seja, [Link]).
[Link] (endereço IP do micro que analisaremos)
[Link] (máscara de sub-rede classe B)

Podemos dizer que esse é o micro “3.129” (“três ponto cento e vinte e nove” e não “três mil cento e
vinte e nove”, como você poderia ler) dentro da rede cujo prefixo é “203.140”.

Exemplo Classe B.

O primeiro endereço é sempre aquele que representa a rede. Portanto, a rede cujo prefixo é 203.140
e cuja máscara é [Link] é chamada de rede [Link] (logo se percebe que esse endereço não
pode ser usado para micros, pois é o primeiro). Mas cadê o último?
Seria [Link], porque os dois octetos finais variam de micro para micro?”
É exatamente isso. O último endereço (que vai servir como endereço de broadcast) de uma rede classe
B tem os dois últimos octetos como sendo 255.
Note que, usando a máscara [Link], os endereços pertencem à mesma rede (e são válidos para
serem usados em micros, pois não são nem o primeiro nem o último endereços da rede).
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]

Quantos micros são possíveis em uma rede com essa máscara de sub-rede?
Como os dois primeiros octetos serão sempre os mesmos em todos os micros da rede, então somente
os dois últimos octetos podem variar de micro para micro. Como cada octeto é independente um do outro
e pode variar 256 vezes, isso vai dar 256 x 256 possibilidades de combinação, ou seja, 65.536
combinações. Sem o ‘0.0’ e o ‘255.255’, são 65.534 endereços para computadores possíveis em uma
rede classe B.

Analisando a máscara classe A


A máscara de sub-rede classe A é aquela (dentre as três que vimos) que permite as maiores redes de
computadores, pois apenas o primeiro octeto representa o ID da rede e os outros três octetos representam
o ID do host (ou seja, [Link]).
[Link] (Endereço IP do micro que estamos analisando)
[Link] (Máscara de sub-rede classe A)

Sem dúvidas, podemos concluir que este seria o micro “3.7.45” dentro da rede “105”.

Exemplo Classe A.

O primeiro endereço (que será usado como “endereço da rede”) é [Link] e que o último endereço
(que será usado como endereço de broadcast) é [Link].
Veja alguns computadores pertencentes à mesma rede classe A do nosso exemplo:
[Link]

190
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[Link]
[Link]
[Link]

Em uma rede classe A, apenas o primeiro octeto representa a rede, portanto, apenas ele ficará fixo
(idêntico) em todos os micros da rede. Os três octetos finais podem variar. Como são três números que
podem ir de 0 a 255, são 256 x 256 x 256 possibilidades. Ou seja, 16.777.216 combinações possíveis,
menos os dois endereços proibidos (o primeiro – que é o endereço da rede – e o último – que é o do
broadcast). Portanto, uma rede classe A pode ter até 16.777.214 micros.
Para auxiliar segue abaixo uma tabela com base no primeiro octeto para identificar classe de rede.

Protocolos de Transporte

A camada de transporte do modelo TCP/IP é composta, originalmente, por apenas dois protocolos,
cuja responsabilidade, como citado anteriormente, é estabelecer uma conexão fim a fim entre os dois
hosts (computadores) envolvidos na comunicação.
Os protocolos da camada de transporte não se preocupam como a mensagem vai trafegar pela Internet
(o IP se preocupa com isso) nem tampouco com a transmissão da mensagem dentro de uma mesma
rede (o protocolo da camada de interface de rede faz isso). Em vez desses dois motivos de preocupação,
os protocolos de transporte simplesmente se preocupam com a “quebra” da mensagem em vários
segmentos (na origem) e a reunificação de tais segmentos no destino.
É responsabilidade dos protocolos da camada de transporte criar mecanismos (incluir informações no
cabeçalho dos segmentos) que permitam que a reunificação aconteça de forma perfeita e, com isso, que
a mensagem chegue ao seu destino inteira (ou quase).
Os protocolos que formam essa camada são:
- TCP;
- UDP.

Protocolo TCP
O protocolo TCP (Transmission Control Protocol – Protocolo de Controle de Transmissão) é um
protocolo de transporte orientado a conexão. Seu funcionamento é bem simples e ao mesmo tempo bem
estruturado para garantir a transmissão dos pacotes entre os computadores envolvidos na comunicação.
Em poucas palavras, quer dizer que o protocolo TCP faz com que o emissor só comece a transmitir
seus dados se tiver certeza de que o receptor está pronto para ouvi-los. Ou seja, toda a transmissão se
orienta pelo estabelecimento de uma conexão prévia entre os dois envolvidos. Não há transmissão sem
que haja uma conexão estabelecida entre eles.
Por ser orientado a conexão, o TCP traz uma série de características que são consequência disso:
É confiável: garante a entrega de todos os dados no destino sem defeito ou perda;
Garante a sequência dos segmentos: os segmentos que saem do emissor são numerados e
reunidos na mesma ordem no micro de destino;
Reconhecimento: o receptor envia um segmento de confirmação (reconhecimento) para cada
segmento de dados que receber, informando ao emissor que ele já poderá transmitir o próximo segmento
da sequência;
Retransmissão: se um segmento se perder (por causa de problemas de transmissão nas demais
camadas), o TCP do receptor solicitará ao TCP do emissor o reenvio do segmento faltoso;
Detecção de duplicidade: o TCP reconhece se um segmento chegou em duplicidade no receptor e
automaticamente descarta o segmento duplicado;

191
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Controle de fluxo: o emissor não vai enviar mais segmentos do que a quantidade que o receptor for
capaz de processar (mesmo porque o emissor só transmitirá quando o receptor informar que ele pode
fazê-lo);
Controle de congestionamento: o TCP ajusta-se automaticamente às quedas de desempenho da
rede provocadas por congestionamento (nos roteadores e servidores, por exemplo);
Estabelece sessões: o TCP trabalha por meio do estabelecimento de sessões de comunicação, em
que várias transmissões são feitas em bloco e consideradas parte de uma sessão só;
Troca informações de estado (status): os dois hosts ligados em TCP trocam entre si constantemente
informações de apresentam o status da conexão entre eles;
Baixa velocidade: devido à grande quantidade de informações, recursos e itens que garantem a
integridade das transmissões via TCP, é fácil deduzir que o protocolo TCP não é tão rápido quanto seu
“irmão inconsequente”.

Protocolo UDP
O protocolo UDP (User Datagram Protocol – Protocolo de Datagrama de Usuário) é um protocolo de
transporte sem conexão que fornece uma entrega rápida, mas não confiável, dos pacotes. Esse protocolo
é uma opção em relação ao TCP e usado em menos casos.
Por ser um protocolo não confiável, ele não fornece o controle de fluxo necessário, nem tão pouco
exige uma confirmação do receptor, o que pode fazer com que a perda de um pacote aconteça sem a
devida correção. Por isso ele é usado em aplicações nas quais a velocidade é mais importante que a
integridade dos dados (como vídeos e música pela Internet).
Pelo fato de não exigir confirmação do receptor quanto à chegada dos pacotes, o protocolo UDP não
sobrecarrega a rede tanto quanto o TCP (afinal, cada confirmação de recebimento é um pacote sendo
transmitido), mas também por causa disso, não é confiável.
O serviço de DNS, por exemplo, que veremos depois, usa UDP como protocolo de transporte, porque
deseja velocidade. O protocolo TFTP (FTP Trivial) também usa UDP. Serviços que permitem ouvir
músicas e assistir a vídeos diretamente pela Internet também foram desenvolvidos para usar o UDP em
vez do TCP.

Resumo TCP versus UDP


Segue um pequeno resumo que poderá ajudar quando esses conceitos forem exigidos em uma prova
qualquer:

Protocolos de Aplicação

São os protocolos descritos da última camada do modelo, que entram em contato com o usuário,
permitindo que este possa se comunicar com os demais componentes do seu computador e enviar suas
mensagens pela rede até outros computadores. Os protocolos dessa camada estão associados
diretamente aos principais serviços usados pelo usuário na rede: e-mail, Web, bate-papo etc. Os
principais protocolos de aplicação são:

SMTP
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol – Protocolo de Transferência Simples de Correio) é o protocolo
usado para o envio de mensagens de correio eletrônico (e-mail). Esse protocolo usa a porta 25 do
protocolo TCP.
Esse protocolo é usado no ato do envio do correio eletrônico. Não só no envio que acontece entre
usuário remetente e servidor de correio, mas também entre servidor de envio e servidor de recebimento.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
POP
POP (Post Office Protocol – Protocolo de Agência de Correio) é usado para realizar o recebimento das
mensagens de correio eletrônico. Com esse protocolo, as mensagens armazenadas na caixa postal do
usuário são trazidas para o computador do usuário e retiradas do servidor (a rigor, visto que se pode
selecionar que as mensagens fiquem em cópia no servidor de e-mails). Esse protocolo usa a porta 110
do protocolo TCP. Atualmente encontra-se em sua terceira versão, daí o nome POP3.

IMAP
IMAP (Internet Message Access Protocol – Protocolo de Acesso a Mensagens na Internet) é usado
em opção ao POP porque facilita o acesso aos dados nas caixas postais sem a necessidade de “baixá-
los” para o computador cliente. Através do IMAP, é possível realizar um acesso on-line aos dados na
caixa postal localizada no servidor sem que isso signifique trazer as mensagens ao micro do usuário.
É uma opção interessante para aqueles que pegam suas mensagens de e-mail de vários
computadores diferentes. Todo acesso é feito através de aplicações que acessam a caixa postal, leem
seu conteúdo e o mostram ao usuário. As caixas postais dos “webmails” (Gmail, Yahoo, Hotmail entre
outros) usam o IMAP, pois os usuários têm acesso através de uma página Web, que mostra as
mensagens e dá direitos de lê-las, apagá-las, respondê-las e tudo mais. O protocolo IMAP usa a porta
143.

HTTP
HTTP (Hyper Text Transfer Protocol – Protocolo de Transferência de Hiper Texto) é o protocolo usado
para realizar a transferência das páginas Web para nossos computadores. O HTTP é usado para trazer
o conteúdo das páginas (documentos feitos com a linguagem HTML) para nossos programas
navegadores (Browsers). O protocolo HTTP utiliza a porta 80 do protocolo de transporte TCP.
Há uma variação do HTTP, que se chama HTTPS (HTTP Seguro), e é usado para realizar o acesso a
páginas com transferência criptografada de dados (através de um algoritmo de criptografia chamado
SSL). Esse protocolo é comumente usado nos acessos aos sites de bancos e lojas virtuais onde se
informam números de cartão de crédito, por exemplo.
O HTTPS é, na verdade, a junção do HTTP, usado para transferir páginas, com o SSL (Secure Socket
Layer), um protocolo de segurança, criado para fornecer criptografia aos protocolos que naturalmente não
fazem uso dela.
O protocolo HTTPS não é 100% seguro, ou seja, ele não evita completamente a ameaça de
interceptação das mensagens entre usuário e site, mas oferece um nível de segurança que minimiza
bastante esse risco. O protocolo HTTPS é usado sobre a porta 443.

FTP
FTP (File Transfer Protocol – Protocolo de Transferência de Arquivos) é usado para realizar a
transferência de arquivos entre dois computadores através da Internet. O protocolo FTP exige o
estabelecimento de uma sessão (com o uso de login e senha).
O protocolo FTP utiliza duas portas no protocolo TCP: a porta 21 (da qual muitos se lembram) é usada
para os comandos da conexão, como os que solicitam a listagem de diretórios, a cópia de arquivos e o
apagamento deles etc., porém, a transferência dos dados propriamente ditos acontece pela porta TCP
20. Portanto, para a conclusão da transferência de um arquivo pelo FTP, são usadas duas conexões
(sockets) diferentes.
Um parente próximo do protocolo FTP é o TFTP (FTP Trivial), que realiza a transferência de arquivos
através do protocolo UDP e não do TCP, como seu irmão mais conhecido, o que permite uma
transferência de arquivos com mais velocidade e sem uma série de recursos que o FTP oferece. O TFTP
usa a porta 69.
Além de transferir arquivos, o protocolo FTP permite que o usuário realize uma gama enorme de
operações com o micro a que se conectou. O FTP permite que pastas e arquivos sejam criados, excluídos,
renomeados, movidos e copiados no servidor. Ou seja, basicamente tudo aquilo que se pode fazer no
seu micro por meio do Windows Explorer é possível fazer em um servidor remoto por meio de FTP.
Claro que vale lembrar que o micro a ser controlado deve ter um programa aplicativo servidor de FTP
atuando e que o login e a senha do usuário deem a ele o direito de fazer tais operações.

Telnet
TELNET (Terminal Emulator – Emulador de Terminal) é um protocolo que realiza a conexão entre dois
computadores para que um deles “finja” ser terminal do outro. Isso significa que qualquer comando
executado no computador “terminal” será realizado, na verdade, no computador-alvo: o servidor.

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Esse sistema era muito utilizado nos primórdios das redes de computadores, quando não se tinha
dinheiro para fazer redes com computadores individuais interligados. A estrutura de “rede” normalmente
consistia em um único computador central (o “console” ou “mainframe”), e os demais “computadores”
eram apenas teclados e monitores ligados a esses (chamados terminais ou “terminais burros”). Todos os
comandos executados nos terminais são realizados na CPU e na RAM do console.
Ou seja, um terminal não é um micro. Um terminal é apenas um “braço” de um computador. Não tem
RAM, CPU, HD, etc. Um terminal é apenas um teclado e um monitor.
Na verdade, os dois computadores envolvidos pela conexão do Telnet são microcomputadores, como
os nossos; apenas um deles “finge” ser um terminal (o cliente), enquanto o outro “finge” ser um console
central (o servidor). Todos os comandos digitados no teclado do “terminal” são realizados, na verdade,
pela CPU e pela memória do computador central. O Telnet utiliza a porta 23 do protocolo TCP.

NNTP
NNTP (Network News Transfer Protocol – Protocolo de Transferência de Notícias em Rede) é usado
no serviço conhecido como News (Notícias), que reúne vários usuários em torno de newsgroups (grupos
de notícias). Esse serviço é bastante semelhante a um serviço conhecido como Fórum. O protocolo NNTP
utiliza a porta 119 do protocolo TCP.

DNS
DNS (Domain Name Service – Serviço de Nome de Domínio) é um serviço usado para realizar a
tradução dos nomes de domínios (URLs) em endereços IP. Ou seja, quando digitamos, em nosso
navegador, “[Link]”, esse endereço é enviado para um servidor que trabalha com o
protocolo DNS, e que, por sua vez, devolve ao computador que requisitou o endereço IP associado ao
domínio desejado. O serviço de DNS utiliza a porta 53 no protocolo UDP.
É o DNS que estabelece a estrutura hierárquica e organizada dos domínios como conhecemos
atualmente na Internet.

WINS38
O WINS (Windows Internet Name Service) é um serviço para resolução de nomes. Além do DNS, o
Windows 2000 Server (a exemplo do Windows Server 2003 e do NT Server 4.0) também fornece mais
um serviço para resolução de nomes, o WINS.
O WINS tem muitas diferenças em relação ao DNS. A primeira e fundamental delas é que o WINS não
forma um espaço de nomes hierárquico como o DNS. O espaço de nomes do WINS é plano (flat).
Em uma base de dados WINS fica registrado apenas o nome NetBios do computador e o respectivo
número IP. Poderíamos até dizer que o WINS está para a resolução de nomes NetBios, assim como o
DNS está para a resolução de nomes FQDN.
O que acontece é que até o NT Server 4.0, o WINS era o serviço de resolução de nomes mais utilizado
e o suporte ao DNS só era obrigatório se algum serviço dependesse do DNS. Na época do NT Server
4.0, com a maioria dos clientes baseados em Windows 95/98 (ou até mesmo Windows 3.11), o WINS era
o serviço de nomes mais utilizado. Porém a partir do Windows 2000 Server, com o Active Directory, o
DNS passou a ser o serviço preferencial para a resolução de nomes (e obrigatório para o caso do Active
Directory).
Porém, da mudança do WINS para o DNS, obviamente que existe um período de transição. É
exatamente este período que estamos vivendo, ou seja, com clientes (Windows 95/98/Me) e aplicativos
que ainda dependem do WINS.
Com o WINS, sempre que um cliente configurado para utilizar um servidor WINS, é inicializado, o
cliente, automaticamente, registra o seu nome NetBios e o respectivo endereço IP, na base de dados do
servidor configurado como Wins Primário, nas propriedades do TCP/IP do cliente. Os nomes NetBios
podem ter até 15 caracteres. Na verdade, são 16 caracteres, mas o décimo sexto é reservado para uso
do sistema operacional. O Windows 2000 Server registra, para um mesmo computador, o nome NetBios
mais de uma vez, apenas mudando o décimo sexto caractere. Este caractere indica um serviço específico
no computador.

DHCP
DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol – Protocolo de Configuração Dinâmica de Estação) é um
protocolo que fornece as informações IP necessárias para as estações poderem se ligar na rede.

38
[Link]

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Funciona de forma semelhante ao RARP (Reverse Address Resolution Protocol - Protocolo de
Resolução Reversa de Endereços): uma estação, ao se conectar à rede, envia uma solicitação a todos
os micros da rede (essa mensagem é chamada de DHCP Discover – ou Descobrimento DHCP). Na
verdade, sem muito romantismo, é um pacote simplesmente enviado ao endereço de broadcast da rede.
A mensagem poderá chegar a vários servidores DHCP (computadores com capacidade de fornecer
as informações IP às demais estações), visto que nessa rede pode haver vários servidores. Os servidores
DHCP então enviam um pacote chamado DHCP Offer (ou Oferecimento DHCP), que contém um
endereço IP disponível para aquele micro.
Sim, aquele micro que gritou pedindo um endereço IP poderá receber vários como resposta. É aí que
ele faz a seleção. Esse micro escolhe um dos IP oferecidos e responde ao servidor que ofereceu endereço
IP escolhido com uma mensagem chamada DHCP Request (Solicitação DHCP) que visa requisitar a
confirmação da configuração que aquele servidor havia oferecido.
Por fim, o servidor responde ao micro requisitante com uma mensagem DHCP Ack (Confirmação
Positiva DCHP), e o vínculo está estabelecido, ou seja, aquele micro, daquele momento em diante, passa
a ser conhecido pelo endereço IP que o servidor lhe forneceu.

SNMP
SNMP (Simple Network Management Protocol – Protocolo de Gerenciamento Simples de Rede) é um
protocolo que permite o gerenciamento da situação dos nós da rede. O SNMP não está preso ao conjunto
TCP/IP, e pode ser usado para controlar qualquer tipo de equipamento de rede como roteadores,
servidores, estações, pontos de acesso etc. desde que estes possuam suporte a esse protocolo.
Através do SNMP, podemos enviar comandos a vários tipos de equipamentos de redes para que eles
se desliguem, ou reiniciem, ou realizem essa ou aquela tarefa. É um protocolo que permite o “controle
remoto” de vários dispositivos da rede.

RTP e RTCP
O RTP (Real Time Protocol – Protocolo de Tempo Real) e o RTCP (Real-Time Control Protocol –
Protocolo de Controle em Tempo Real) são usados para serviços que transferem grandes fluxos de dados
em tempo real (ou seja, enquanto remetente e destinatário estão realmente se comunicando).
Alguns dos serviços que fazem uso desses dois protocolos são a transferência de música e vídeo pela
Internet e o VoIP (Voz sobre IP) – que é a “telefonia” pela Internet.
Os protocolos da pilha TCP/IP são os mais usados da atualidade porque, é óbvio, são os protocolos
usados na Internet (a maior conexão entre redes do mundo). Esse padrão foi estabelecido como sendo o
padrão de protocolos usados nesse ambiente ainda quando a Internet era apenas uma pequena conexão
entre universidades americanas.
Mas outros protocolos existem e são citados em concursos públicos. Esses protocolos serão
mostrados agora.

Outros protocolos conhecidos


Dentre os protocolos não pertencentes ao conjunto TCP/IP, podemos citar alguns outros:
Netbeui: protocolo criado pela IBM para redes locais de computadores. Esse protocolo admite até 255
computadores em uma rede. Mas sua característica mais forte é que ele não é roteável.
Ser roteável significa que um protocolo pode ser lido por roteadores, e, portanto, pode ser usado em
estruturas inter-redes (ou seja, em ligações entre redes). Já que essa não é uma das características do
Netbeui, podemos concluir que ele não pode ser usado em inter-redes (consequentemente, na própria
Internet).
Onde usamos o Netbeui? Nas “redes Windows”, ou seja, nas redes locais em que só se utiliza o
sistema operacional Windows. O sistema Windows tem como principal protocolo de redes locais o
Netbeui. Mas uma rede de computadores locais com Windows pode utilizar o Netbeui concomitantemente
ao TCP/IP, o que permite que a referida LAN possa se conectar com a Internet (por causa do TCP/IP,
não do Netbeui).
IPX/SPX: é um conjunto de protocolos (assim como o TCP/IP) usado em redes de computadores
Netware, da empresa Novell. As redes Netware são, na verdade, redes de computadores cujo servidor
utiliza um sistema operacional chamado Netware, desenvolvido pela empresa Novell.
As redes Novell eram muito comuns, mas com o advento do Windows NT e seus sucessores, bem
como do Linux como sistema operacional de servidores, o sistema Netware e a própria Novell vem,
gradativamente, perdendo espaço.
O IPX é um protocolo roteável localizado na camada de rede e é equivalente ao IP na pilha TCP/IP. O
SPX é um protocolo da camada de transporte, equivalente ao TCP na pilha TCP/IP.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Proxy Cache e Reverso39

Ele possui várias funções que, se trabalhadas junto com o firewall, podem trazer ótimos resultados em
relação ao compartilhamento, controle e segurança de acesso à internet.

Proxy cache
Proxy é um servidor que atende a requisições repassando os dados do cliente à frente: um usuário
(cliente) conecta-se a um servidor proxy, requisitando algum serviço, como um arquivo, conexão, página
web, ou outro recurso disponível no outro servidor.
Quando acessamos uma página, fazemos uma requisição ao servidor Web que armazena o conteúdo.
Após a solicitação ser processada, a nossa máquina começa a fazer download da página solicitada. O
cache nada mais é do que um depósito dos sites acessados pela rede.
Uma máquina da rede solicita acessar um site, obviamente com o proxy instalado em um servidor.
Esta requisição primeiramente passará pelo proxy, que por sua vez, verificará no diretório de cache se tal
página está armazenada. Estando, ele devolve a página armazenada para o cliente local, caso contrário,
irá buscar esta página, fará o download, entregará a solicitação para o usuário e guardará a página em
cache.
Existe um limite dado pelo administrador da Rede para que ele não armazene tudo.
Delimitando o tamanho, o servidor trabalha sozinho. Ele guarda as informações mais recentes e,
quando o diretório estiver cheio, ele apagará os documentos mais antigos, ou seja, aqueles que raramente
são acessados, deixando, assim, os sites mais visitados.
Outra função interessante são suas políticas de controle de acesso, conhecidas por ACL (Acces
Control List).
Elas permitem especificar endereços de origem ou destino, domínio, horários, usuários, portas ou
métodos de conexão ao proxy, que serão utilizados para permitir ou negar acessos.
A vantagem disso tudo, é que, uma empresa que quer ter controle sob o que seus empregados estão
acessando, e na realidade, o que eles podem ou não acessar.
Em resumo, algumas vantagens são:
1- É possível impor restrições de acesso com base no horário, login, endereço IP da máquina e outras
informações, além de bloquear páginas com conteúdo indesejado. É por isso que quase todos os
softwares de filtro de conteúdo envolvem o uso de algum tipo de proxy, muitas vezes o próprio Squid (já
que, como o software é aberto, você pode incluí-lo dentro de outros aplicativos, desde que respeitando
os termos da GPL);
2- O proxy funciona como um cache de páginas e arquivos, armazenando informações já acessadas.
Quando alguém acessa uma página que já foi carregada, o proxy envia os dados que guardou no cache,
sem precisar acessar a mesma página repetidamente. Isso acaba economizando bastante banda,
tornando o acesso mais rápido;
3- Uma terceira vantagem de usar um proxy é que ele loga todos os acessos realizados através dele.
Você pode visualizar os acessos posteriormente usando o Sarg, um gerador de relatórios que transforma
as longas listas de acessos dos logs em arquivos HTML bem organizados.

Proxy reverso
Um proxy reverso é um servidor de rede geralmente instalado para ficar na frente de um servidor Web.
Todas as conexões originadas externamente são endereçadas para um dos servidores Web através de
um roteamento feito pelo servidor proxy, que pode tratar ele mesmo a requisição ou, encaminhar a
requisição toda ou parcialmente a um servidor Web que tratará a requisição.

39
[Link]

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Um proxy reverso repassa o tráfego de rede recebido para um conjunto de servidores, tornando-o a
única interface para as requisições externas. Por exemplo, um proxy reverso pode ser usado para
balancear a carga de um cluster de servidores Web. O que é exatamente o oposto de um proxy
convencional que age como um despachante para o tráfego de saída de uma rede, representando as
requisições dos clientes internos para os servidores externos a rede a qual o servidor proxy atende.
Proxy Reverso nada mais é do que um servidor que apenas recebe requisições e delega as mesmas
ou então faz algo simples, como devolver uma página pré-processada, mas ele é não sabe executar
aquela requisição por completo, ele é um proxy não é o servidor de verdade.

Em poucas palavras, o Proxy Reverso é o servidor que irá receber as requisições para aplicações de
clientes da internet e entregá-las a rede local ou uma DMZ.
Algumas de suas vantagens são:
Segurança: se você tem uma camada antes de chegar ao seu servidor, você pode incluir um firewall
ou algo do gênero para verificar se tal requisição é ou não segura o suficiente para chegar ao ser web
server. Outro benefício é que o seu proxy reverso é isolado do seu web server, assegurando que a
requisição não sabe para onde ela vai a seguir;
Balanceamento de Carga: um proxy reverso é inteligente o suficiente para fazer o que chamamos de
Balanceamento de Carga. Imagine que você possui diversos web servers rodando a mesma aplicação e
você deseja distribuir as requisições para aquele servidor web que não está ocupado. Um proxy reverso
fica responsável por essa delegação. Ou seja, uma requisição chega ao Proxy Reverso e ele sabe para
qual servidor enviar ela;
Cache: você pode colocar um cache no seu proxy reverso, para que, caso a requisição que ele devolva
não necessite de nenhum processamento no web server, o próprio proxy já devolva a resposta,
aumentando a performance da sua aplicação;
Criptografia SSL: a criptografia SSL pode ser delegada ao próprio servidor proxy, ao invés dos
servidores Web. Neste caso, o servidor proxy pode ser dotado de aceleradores criptográficos de alta
performance;
Compressão: um servidor proxy pode otimizar e comprimir o conteúdo tornando o acesso mais rápido.

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Ativos/Equipamentos de Rede40

Hubs e switches
Os Hubs são dispositivos utilizados para conectar os equipamentos que compõem uma LAN.
Com o Hub, as conexões da rede são concentradas (por isto também é chamado de concentrador)
ficando cada equipamento num segmento próprio. O gerenciamento da rede é favorecido e a solução de
problemas facilitada, uma vez que o defeito fica isolado no segmento de rede.

A finalidade de um Hub é gerar e retemporizar os sinais da rede novamente. Isso é feito no nível de bit
para um grande número de computadores (por exemplo, 4, 8 ou mesmo 24) usando um processo
conhecido como concentração. Você vai observar que essa definição é muito similar com a definição dos
repetidores, por essa razão um Hub é também conhecido como repetidor multiportas.
A diferença é o número de cabos que se conectam ao dispositivo. Os motivos para se usar os Hubs é
criar um ponto de conexão central para os meios de cabeamento e aumentar a confiabilidade da rede.
Aumenta-se a confiabilidade da rede permitindo qualquer cabo único a falhar sem afetar toda a rede.
Os Hubs são considerados dispositivos da camada 1 porque apenas geram novamente o sinal e o
transmite para suas portas (conexões da rede).
Existem diferentes classificações dos Hubs na rede. A primeira classificação é dizer se os Hubs são
ativos ou passivos. A maioria dos Hubs modernos é ativo. Eles obtêm energia de uma fonte de
alimentação para gerar novamente os sinais da rede. Alguns Hubs são denominados dispositivos
passivos porque simplesmente repartem o sinal entre vários usuários, como usando um fio "Y" em um
CD Player para usar mais de fone de ouvido. Os Hubs passivos não geram novamente os bits, ou seja,
não estendem o comprimento de um cabo, apenas permitem um ou mais hosts se conectarem ao mesmo
segmento de cabo.
Outra classificação é se os Hubs são inteligentes ou não. Os Hubs inteligentes têm portas de
comunicação serial no console, o que significa que podem ser programados para gerenciar o tráfego da
rede. Os Hubs não inteligentes simplesmente aceitam um sinal da rede de entrada e o repete em todas
as portas sem a habilidade de realizar qualquer gerenciamento.
O Switch é um dispositivo de rede (Hardware) dotado de múltiplas portas para a conexão de comutação
(Switching), ou seja, recebe dados de uma estação ou do próprio roteador conectado ao mundo externo
(WAN) e os envia para as estações locais (LANs), conforme o endereço do destinatário. A taxa de
transmissão é personalizada para cada usuário, até a capacidade total da banda do switch. O dispositivo
é usado para conectar LANs entre si ou segmentar LANs, atuando normalmente na camada 2 (enlace de
dados) do modelo OSI.
Quando se usa um Hub, as estações se comunicam pelo mesmo canal físico. Assim, existe a
possibilidade de congestionamento e perda de tempo na retransmissão das informações. O Switch
comutador corrige esse problema. Se, numa rede, um Hub dispõe de 10 Mbps para dividir entre todos os
micros, um Switch com a mesma velocidade permite que cada equipamento se comunique com a
velocidade (capacidade) total.

Hubs inteligentes

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Módulo de introdução às redes de computadores – Ing. M. Sc. ANIBAL D.A. MIRANDA

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Além dos Hubs comuns, que apenas distribuem os sinais da rede para os demais micros conectados
a ele, existe uma categoria especial de Hubs, chamados de Smart Hubs, ou Hubs inteligentes.
Este tipo de Hub incorpora um processador e softwares de diagnóstico, sendo capaz de detectar e se
preciso desconectar da rede estações com problemas, evitando que uma estação faladora prejudique o
tráfego ou mesmo derrube a rede inteira; detectar pontos de congestionamento na rede, fazendo o
possível para normalizar o tráfego; detectar e impedir tentativas de invasão ou acesso não autorizado à
rede e outros problemas em potencial entre outras funções, que variam de acordo com a sofisticação do
Hub. O SuperStak II da 3Com por exemplo, traz um software que baseado em informações recebidas do
Hub, mostra um gráfico da rede, mostrando as estações que estão ou não funcionando, pontos de tráfego
intenso, etc.
Usando um Hub inteligente a manutenção da rede torna-se bem mais simples, pois o Hub fará a maior
parte do trabalho. Isto é especialmente necessário em redes médias e grandes.

- Conectando hubs
A maioria dos Hubs possuem apenas 8 portas, alguns permitem a conexão de mais computadores,
mas sempre existe um limite. E se este limite não for suficiente para conectar todos os micros de sua
rede?
Para quebrar esta limitação, existe a possibilidade de conectar dois ou mais Hubs entre si. Quase
todos os Hubs possuem uma porta chamada “Up Link” que se destina justamente a esta conexão. Para
tal propósito é só conectar as portas de Up Link de ambos os Hubs, usando um cabo de rede normal para
que os Hubs passem a se enxergar.
Como para toda a regra existe uma exceção, alguns Hubs mais baratos não possuem a porta Up Link,
mas nem tudo está perdido, lembre-se do cabo Cross-over que serve para ligar diretamente dois micros
sem usar um Hub? Ele também serve para conectar dois Hubs. A única diferença neste caso é que ao
invés de usar as portas Up Link, usaremos duas portas comuns.
Note que caso você esteja interligando Hubs passivos, a distância total entre dois micros da rede,
incluindo o trecho entre os Hubs, não poderá ser maior que 100 metros, o que é bem pouco no caso de
uma rede LAN de porte considerável. Neste caso, seria mais recomendável usar Hubs ativos, que
amplificam o sinal.

Caso você precise unir dois Hubs que estejam muito distantes, você poderá usar um repetidor. Se
você tem, por exemplo, dois Hubs distantes 150 metros um do outro, um repetidor estrategicamente
colocado no meio do caminho servirá para viabilizar a comunicação entre eles.

Bridges (Pontes)
Uma Bridge é um dispositivo da camada 2 (do modelo OSI) projetada para conectar dois ou mais
segmentos de uma rede LAN. A finalidade de uma Bridge é filtrar o tráfego em uma LAN, para manter
local o tráfego local e, ainda assim, permitir a conectividade com outras partes (segmentos) da LAN para
o tráfego para elas direcionado. Quando dois ou mais segmentos são conectados por uma bridge o tráfego
flui entre esses segmentos da LAN somente quando for necessário.
Portanto, é possível observar que uma característica muito útil das Bridges é a de segmentar uma rede
LAN em vários segmentos (sub-redes), e com isto conseguem diminuir o fluxo de dados da rede. A
aparência das Bridges varia muito dependendo do tipo. Embora tanto os roteadores assim como os
Switches tenham assumido muitas das funções das bridges, elas ainda continuam importantes em muitas
redes. Para entender a comutação e o roteamento, é importante primeiro entender o funcionamento das
Bridges.
O que realmente define uma Bridge é a filtragem de quadros na camada 2, isto é, no nível de enlace
de dados (Data Link). As Bridges também (em certas circunstancias) poderiam converter padrões, como
por exemplo, de Ethernet para Token-Ring. Uma bridge conecta os segmentos da rede e deve tomar

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
decisões inteligentes sobre passar ou não sinais para o próximo segmento. Uma bridge pode melhorar o
desempenho da rede, eliminando tráfego desnecessário e minimizando as chances de colisões. A Bridge
divide o tráfego em segmentos e o filtra com base na estação ou no endereço MAC.
As bridges não são dispositivos complicados. Elas analisam quadros sendo recebidos, tomam
decisões de encaminhamento com base nas informações contidas nos quadros e encaminham os
quadros para o destino. As Bridges estão preocupadas apenas com a passagem ou não dos pacotes,
com base em seus endereços MAC de destino. As bridges frequentemente passam os quadros entre as
redes, operando em diferentes protocolos da camada 2.
As bridges manipulam pacotes, não retransmitindo ruídos, erros, e por isso não retransmitem quadros
malformados.

Funções das bridges


- Ler o endereço MAC dos quadros e retransmiti-los.
- Filtrar quadros, de modo que quadros com erros não sejam retransmitidos.
- Armazenam os quadros quando o tráfego for muito grande.

Em resumo, pode-se concluir que as Bridges são mais inteligentes que os Hubs. Analisa os quadros
que chegam e os encaminha ou ignora baseado em informações de endereçamento físico (MAC
Address). Coleta e repassa quadros entre segmentos de rede, mantém tabelas (temporárias) de
endereços MAC.

Existem dois tipos diferentes de Bridges:


1. As Bridges transparentes: Este tipo de ponte pode ser utilizado sem alterar a configuração dos nós.
Normalmente esses dispositivos não precisam nenhum tipo de configuração previa atuando como
dispositivos do tipo plug & play. O funcionamento básico de uma ponte transparente é em modo
promiscuo, isto é, capturando (e anotando) todos os quadros que se enviam por cada una das redes às
que está conectado, independente de qual seja o endereço de destino.
2. As Bridges rota a partir da origem: Estes dispositivos foram muito utilizados principalmente pelas
antigas redes LAN Token- Ring proprietária da IBM.

Roteadores
Estes dispositivos têm como finalidade escolher o melhor caminho para o tráfego de informações. Este
caminho é decidido através de uma tabela interna que contém informações sobre a rede. Existem
algoritmos que decidem sobre qual caminho deve ser tomado seguindo critérios que são conhecidos
como "Métrica de Roteamento". Os roteadores são também os nodos de uma rede, e são os responsáveis
de concatenar diferentes tipos de redes LAN para formar uma WAN, portanto, são dispositivos muito
importantes dentro da arquitetura e topologia de qualquer rede.

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Entre as principais características temos:
- Grande memória interna;
- Armazenam grande quantidade de informação;
- Dispositivos para facilitar e controlar comunicação;
- Sistema de interrupção;
- Sistema de I/O assíncrono;
- Geralmente possuem um sofisticado Sistema Operacional;
- Software para controle de comunicação;
- Características de multiprogramação e esquemas de prioridade;
- Compartilhamento de recursos (processamento, programas, equipamento periférico, etc.);
- Define os tipos de interconexões, sistema operacional, tipos de protocolos, e até os aplicativos a
serem usados na rede.

Os roteadores trabalham na camada de rede (nível 3) do modelo OSI. Trabalhar na camada 3 permite
ao roteador tomar decisões com base nos grupos de endereços de rede (endereços lógicos), ao contrário
dos endereços (físicos) MAC individuais da camada 2.
Os roteadores também podem conectar diferentes tecnologias da camada 2, como Ethernet, Token-
ring e FDDI. No entanto, devido à sua habilidade de rotear pacotes, com base nas informações da camada
3 (nível de rede), os roteadores se tornaram o Backbone da Internet, executando o protocolo IP (Internet
Protocol).
A principal finalidade dos roteadores é examinar os endereços dos pacotes de entrada, escolher o
melhor caminho para eles através da rede e depois comutar os pacotes para a porta de saída apropriada.
Os roteadores são os dispositivos de controle de tráfego mais importantes nas grandes redes. Eles
permitem que praticamente qualquer tipo de computador se comunique com qualquer outro computador
em qualquer parte do mundo.

Funcionamento dos roteadores


Os roteadores iniciam e fazem a manutenção de tabelas de rotas executando processos e protocolos
de atualização de rotas, especificando os endereços e domínios de roteamento, atribuindo e controlando
métricas de roteamento. O administrador pode fazer a configuração estática das rotas para a propagação
dos pacotes ou através de processos dinâmicos executando nas redes.
Os roteadores passam adiante os pacotes baseando-se nas informações contidas na tabela de
roteamento. O problema da configuração das rotas estáticas é que, toda vez que houver alteração na
rede que possa vir a afetar essa rota, o administrador deve refazer a configuração manualmente. Já o
conhecimento de rotas dinâmicas é diferente. Depois que o administrador fizer a configuração através de
comandos para iniciar o roteamento dinâmico, o conhecimento das rotas será automaticamente
atualizado sempre que novas informações forem recebidas através da rede. Essa atualização é feita
através da troca de conhecimento entre os roteadores da rede.

Protocolos de roteamento
São protocolos que servem para trocar informações de construção de uma tabela de roteamento. É
importante ressaltar a diferença entre protocolo de roteamento e protocolo roteável. Protocolo roteável é
aquele que fornece informação adequada em seu endereçamento de rede para que seus pacotes sejam
roteados, como por exemplo o IP (próprio da Internet) e o IPX (das redes Netware).

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Um Protocolo de roteamento possui mecanismos para o compartilhamento de informações de rotas
entre os diversos roteadores de uma rede, permitindo o roteamento dos pacotes de um protocolo roteável.
Entre os mais importantes protocolos de roteamento temos os seguintes:
- RIP v.1 e v.2 (Routing Information Protocol),
- OSPF (Open Shortest Path First),
- IGRP (Interior Gateway Routing Protocol),
- BGP (Border Gateway Protocol)
- EGP (Exterior Gateway Protocol), etc.

Placas de rede
Uma placa de rede é um circuito impresso que se encaixa em um dos vários slots de expansão, com
um determinado barramento (ISA, PCI, AGP, SCSI, etc.), na placa mãe do computador ou em um
dispositivo periférico.

Sua função é adaptar o computador ao meio da rede. Cada placa de rede em todo o mundo transporta
um código exclusivo, conhecido como o endereço físico ou Media Access Control (MAC). Esse endereço
é usado para controlar as comunicações de dados do host na rede.

Modems
A palavra Modem vem da conjunção das palavras MODulador DEModulador, é um dispositivo
eletrônico que transforma (modula) um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela
linha telefônica, e que no lado do receptor o sinal analógico e retransformado (demodulado) para o formato
digital original. Utilizado para conexão com a Internet, sistemas BBS (Bulletin Board System), ou
simplesmente para se conectar a outro computador.
Mesmo com o crescente aumento de conexões em banda larga, o modem do tipo "discado", que realiza
uma chamada telefônica para se conectar ao provedor de Internet a 56 Kbps, ainda é muito usado.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação digital para
analógico. Quando o sinal é recebido pelo modem de recepção o processo é revertido (chamado
demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que
especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão em bps (bits por segundo), bauds, no nível
do algoritmo de compressão de dados, tipo de protocolo de comunicação serial, etc. O prefixo Fax, na
palavra Fax-Modem, se deve ao fato de que o dispositivo pode também ser utilizado para receber e enviar
Fax.
Para transmitir os diversos tons pela linha telefônica é necessário convertê-los eletronicamente em um
sinal analógico que varia gradualmente de frequência e potência. Os modems são utilizados para a
transmissão de dados via uma linha telefônica de uma rede de comutação pública PSTN (Public Switched
Telephone Network).
Basicamente, existem modems para acesso discado e banda larga. Os modems para acesso discado
geralmente são instalados internamente em slots PCI da placa mãe do computador ou ligados
externamente através de uma conexão serial, enquanto os modems para acesso em banda larga podem
ser conectados através de portas USB ou placa de rede Ethernet utilizando cabo ou sem fio do tipo Wi-Fi
(Wireless Fidelity).
Os modems ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line) diferem dos modems para acesso discado
porque não precisam converter o sinal de digital para analógico e de analógico para digital devido a que
o sinal transmitido já é digital.

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- Conexão e funcionamento dos modems (conexão discada)
Quando você configura seu modem para entrar em contato com o provedor de Internet, ocorre todo
um processo de estabelecimento de comunicação entre seu computador e os servidores do provedor.
Seu modem, após a discagem, emite uma série de barulhos para que a comunicação seja feita. Quando
você usa algum software (como o Dial-Up no Windows e o kppp no Linux) para tentar se conectar à
Internet, esse programa envia um sinal chamado DTR (Data Terminal Ready) para o modem instalado
em seu computador. O modem "responde" enviando um sinal chamado DSR (Data Set Ready), que avisa
o computador "que está tudo OK" para que uma conexão seja tentada.
O próximo passo é dado pelo software que gerencia a conexão, que envia ao modem uma instrução
chamada TDL (Trasmit Data Line), que faz o modem abrir uma conexão com a linha telefônica. É um
procedimento parecido com aquele quando retiramos o fone do gancho para fazer uma ligação. O
software, após realizar esta ação, envia ao modem informações que indicam o número telefônico a ser
discado e dados extras referentes à conexão com a Internet.
Quando o modem está estabelecendo uma conexão, um outro equipamento "responde": trata-se de
um modem especial, ligado aos servidores do provedor de Internet. É neste instante que ocorre aquela
série de ruídos, chamada de Handshaking (algo como "aperto de mãos"). Quando a conexão finalmente
é estabelecida, o modem envia ao software gerenciador um sinal chamado de detecção de portadora CD
(Carrier Detect), que permite ao computador enviar dados ao modem para que este os transmita.
Durante o Handshaking, uma série de "acordos" são estabelecidos: os dois modems (o do seu
computador e o do provedor) determinam qual será a velocidade de transmissão de dados, qual a
quantidade de bits por pacote, quantos bits serão usados para representar o início e fim de cada pacote,
se um sistema de detecção de erros será usado, entre outros parâmetros necessários. Caso essas
questões não sejam tratadas, a conexão pode ficar seriamente comprometida, já que um modem pode
enviar dados mais rapidamente que o outro, a definição acerca dos pacotes de dados pode ter diferenças
(e estas necessitam serem iguais), além de outros problemas, tais como, a finalização da conexão pelo
modem do provedor.

Velocidade dos modems


A baixa velocidade de transmissão de dados dos modems de conexão discada é uma das principais
razões que levam uma pessoa ou uma empresa a utilizar uma conexão de banda larga. No entanto, os
primeiros modems eram bem mais lentos que os atuais modems de 56 Kbps e naquela época, eram
considerados verdadeiras revoluções da comunicação. Os primeiros modelos trabalhavam a 300 bauds
(bauds é a unidade de medida que indica quantas vezes a frequência da transmissão varia durante um
segundo, termo esse substituído por "Kbps").
A melhora na taxa de transferência teve alguns fatores importantes, dentre os quais o uso de linhas
telefônicas equipadas com o sistema de tons ao invés do sistema de pulsos. Esse último tinha uma série
de limitações e no caso da conexão com a Internet, era preciso aguardar que um sinal chegasse até um
modem para que o outro emitisse pacotes de dados. Esse problema já não ocorre mais.

Concentradores e multiplexadores
O alto custo das linhas de comunicações é um dos maiores problemas na implementação de uma rede
de comunicação de dados. Se cada terminal estiver ligado a um computador central através de um elo de
comunicação independente, a atividade média em cada um desses elos será excessivamente baixa. O
modo como os terminais são usados pode variar bastante e algumas linhas podem ficar inativas durante
longos períodos de tempo, com nenhum ou pouquíssimo fluxo de informação entre o terminal e o
computador. Se os períodos ativos das várias linhas nunca coincidem, é possível comutar uma única linha
para atender a vários terminais.

203
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Esta é uma forma de multiplexação de mensagens. Porém, pode não ser sempre possível assegurar
que somente um terminal esteja ativo em um dado instante de tempo, e se, nenhuma restrição é colocada
no comportamento dos terminais conectados ao comutador, há necessidade de proporcionar uma linha
saindo do comutador com uma capacidade maior do que a de qualquer linha de entrada. Se a capacidade
da linha de saída excede a soma das capacidades de todas as linhas de entrada, o comutador executa a
função de multiplexador.
A multiplexação pode ser efetivada dividindo-se a banda de frequência do canal de maior velocidade
em várias bandas mais estreitas e alocando cada uma delas a um dos terminais. Essa forma de
multiplexação (já estudada anteriormente) é conhecida como FDM (Frequency Division Multiplexing).
Uma forma mais sofisticada consiste em amostrar cada linha oriunda de um terminal, sequencialmente,
enviando o sinal recebido por um canal de alta velocidade. Essa forma é conhecida como TDM (Time
Division Multiplexing), neste caso do TDM, a velocidade de transmissão oriunda de cada terminal não
pode exceder a capacidade do canal que lhe foi alocado.
Outra modalidade de comutador de linha envolve o armazenamento das mensagens recebidas dos
terminais para posterior envio ao computador central. Ele passa, então, a ser denominado concentrador,
que é um dispositivo com buffer de armazenamento que altera a velocidade de transmissão de uma
mensagem. Os concentradores geralmente são dotados de capacidade de processamento local, e sua
velocidade é suficientemente rápida para que possam aceitar mensagens simultaneamente de vários
terminais de baixa velocidade ou que possuam um fator de demanda baixo.

O concentrador atua como um coletor de mensagens dos usuários em uma área fisicamente próxima.
As mensagens são montadas no buffer do concentrador até que este receba do usuário um delimitador.
Juntamente com a mensagem é enviada a identificação do terminal. Sendo programáveis os
concentradores remotos oferecem alta flexibilidade, permitindo acomodar interfaces para terminais
especiais, proporcionando maior taxa de concentração, possibilitando atender a mudanças nas
velocidades de transmissão nos formatos, nos códigos, nos protocolos de transmissão e no número de
equipamentos terminais conectados.
Portanto, os concentradores chegam a ser outra modalidade de comutadores de linha, são
multiplexadores inteligentes, possuem processador e um buffer de armazenamento onde armazenam os
dados oriundos dos terminais para envio posterior ao servidor (aonde é enviada a identificação do
terminal), o que altera a velocidade de transmissão de dados. Possuem capacidade de processamento
local, e aceitam mensagens simultaneamente de vários terminais de baixa velocidade. Os concentradores
incluem um software de controle, com isso um grande número de linhas (de baixa velocidade) pode
compartilhar um pequeno número de linhas de alta velocidade, como são dispositivos programáveis
oferecem:
- Alta flexibilidade, pois permitem interfaces para terminais especiais;
- Proporcionam maior taxa de concentração, possibilitando atender mudanças na velocidade, nos
formatos, nos códigos, nos protocolos de transmissão e no número de terminais conectados.
Por exemplo, um tipo de concentrador é o processador do tipo Front-End, conhecido simplesmente
como FEP (Front-End Processor), que executa as tarefas de processamento de comunicação e requisição
de serviços, gerenciando a interface entre o servidor, geralmente um Mainframe, e os terminais clientes.
Com isso é possível conseguir aumentar a disponibilidade do servidor para um processamento
exclusivamente de dados.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Gateways
Um Gateway é uma máquina intermediária geralmente destinada a interligar redes, separar domínios
de colisão, ou mesmo traduzir protocolos entre redes de arquiteturas diferentes.
Exemplos de Gateway podem ser os routers (ou roteadores) e Firewalls, já que ambos servem de
intermediários entre o usuário e a rede. Um Proxy também pode ser interpretado como um Gateway
(embora em outro nível, aquele da camada em que opera), já que serve de intermediário também.
Portanto, um Gateway permite que os usuários da rede LAN tenham um acesso ao exterior por meio
de linhas de transmissão de maior taxa de transferência, com o único objetivo de evitar possíveis
congestionamentos entre a rede exterior e a rede local. Estas linhas de comunicações de alto
desempenho se conectam nas portas WAN do Gateway. E, neste ponto de vista, estará dotado também
de medidas de segurança contra invasões externas, como a utilização de protocolos codificados.
Cabe igualmente ao Gateway traduzir e adaptar os pacotes originários da rede local para que estes
possam atingir o destinatário, mas também traduzir as respostas e devolvê-las ao par local da
comunicação. Assim, é frequente a utilização de protocolos de tradução de endereços, como o NAT
(Network Address Translation) que é uma das implementações de Gateway mais simples.

Regra para identificar o tipo de gateway


Uma regra simples diz que se os pacotes entrantes em um Gateway só atingem a camada de rede
(nível 3 do modelo OSI) então esses Gateways são simples roteadores da Internet, portanto, é
praticamente comum se ouvir falar de Gateways para se referir aos típicos roteadores que interconectam
diferentes tipos de redes LAN, não é muito correto, mas o jargão de redes o permite. Porém, se os pacotes
entrantes no Gateway vão além do nível 3 de rede chegando até as camadas superiores de aplicação, o
que significa que os pacotes estão experimentando um processo de tradução de protocolos de uma rede
com determinada arquitetura (por exemplo, a Internet) para outro(s) protocolo(s) de rede com uma
arquitetura muito diferente da primeira (por exemplo, a rede de telefonia celular ou fixa), portanto, quando
ocorre isto, o dispositivo que realiza essa tradução é um Gateway verdadeiro.

Portanto, o conceito real de Gateway se dá aos equipamentos de comunicações eletrônicas que são
utilizados para permitir a comunicação entre duas redes com arquiteturas diferentes.
Evidentemente, a comunicação entre redes com arquiteturas diferentes pode gerar os mais diversos
problemas, tais como:
- Tamanho máximo de pacotes;
- Forma de endereçamento;
- Técnicas de roteamento;
- Controle de acesso, etc.

205
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Questões

01. (CONRERP 2ª Região - Analista de Relações Públicas - Quadrix/2019) Julgue o item, relativo
ao Microsoft Word 2013, ao sistema operacional Windows 8 e aos conceitos de redes de computadores.
Cabo de par trançado, cabo coaxial e cabo de fibra óptica são exemplos de meios de transmissão
utilizados em redes de computadores.
( ) Certo ( ) Errado

02. (CREA/GO - Assistente Administrativo - Quadrix/2019) Julgue o item quanto ao sistema


operacional Windows 8 e aos conceitos de redes de computadores.
O IP (Internet Protocol) é considerado como o principal protocolo da camada de rede da Internet.
( ) Certo ( ) Errado

03. (SESACRE - Agente Administrativo - IBFC/2019) Uma Rede de computadores é formada por um
_____ de máquinas eletrônicas com processadores capazes de trocar informações e _____ recursos,
interligados por um subsistema de comunicação, ou seja, é quando há pelo menos dois ou mais
computadores, e outros dispositivos interligados entre si de modo a poderem compartilhar recursos
_____, estes podem ser do tipo: dados, impressoras, mensagens (e-mails), entre outros.
(A) único nó / pequenos / isolados
(B) banco / representar / seguros
(C) nó / adequar / não confiáveis
(D) conjunto / compartilhar / físicos e lógicos

04. (IF/PR - Tradutor e intérprete de linguagem de Sinais - FAU/2019) Assinale a alternativa


INCORRETA sobre Redes de Computadores:
(A) Host é o nome dado aos computadores que acessam recursos fornecidos por um servidor e
compartilham na rede.
(B) Na topologia de Barramento, todos os nós se conectam através de uma barra ou cabo de dados e
quando uma mensagem é enviada, todos os nós recebem.
(C) Em uma intranet podemos ter duas máquinas com o mesmo endereço IP, pois é somente o
endereço físico (MAC) que é enviado no cabeçalho da mensagem enviada na rede.
(D) Uma das diferenças entre a comunicação serial da comunicação paralela para transmissão de
dados em uma rede de computadores é a quantidade de canais utilizada na transmissão.
(E) Um equipamento switch é semelhante ao hub, também conhecido como hub inteligente, pois ele
recebe uma mensagem e envia apenas para o computador de destino.

05. (Prefeitura de Fortaleza dos Nogueiras/MA - Engenheiro Civil - IMA/2019) Sobre os


conhecimentos de Redes de Computadores julgue as afirmativas abaixo:
I. Uma rede LAN é normalmente utilizada dentro de um único prédio ou prédios vizinhos, ou seja, de
extensão pequena.
II. Em uma transmissão Síncrona os dados são enviados de maneira sincronizada com o
funcionamento da rede.
III. No topologia em barra (barramento), se uma das estações falhar a rede deixa de funcionar e
prejudica toda a ligação.
(A) Todos os itens estão corretos
(B) Apenas os itens I e II estão corretos.
(C) Apenas os itens I e III estão corretos.
(D) Todos os itens estão incorretos.

06. (Prefeitura de Resende/RJ - Engenheiro Civil - CONSULPAM/2019) Podemos dizer que internet
é um conjunto de redes interligadas através de Backbones que é o termo principal utilizado para:
(A) Interpretar as páginas da web.
(B) Enviar mensagens instantâneas pelos sites.
(C) Solicitar informação em qualquer lugar do mundo por meio de sites.
(D) Identificar a rede principal pela qual os dados de todos os clientes da Internet passam.

07. (UFES - Jornalista - UFES/2019) No contexto de redes de computadores, os protocolos são as


regras ou padrões que controlam e possibilitam a conexão, a comunicação e a transferência de dados
entre computadores. Sobre protocolos, é INCORRETO afirmar:

206
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
(A) POP3 e IMAP são utilizados para o gerenciamento de e-mails em um servidor.
(B) HTTP é utilizado para a navegação em páginas de websites.
(C) FTP é utilizado para a transferência de arquivos.
(D) SSH é utilizado para a atribuição de endereço IP a computadores.
(E) SMTP é utilizado para o envio de e-mails.

08. (UFRPE - Administrador - SUGEP - UFRPE/2019) Assinale a alternativa que apresenta protocolos
da camada de aplicação, camada de transporte e camada de rede, respectivamente.
(A) HTTP, TCP, IP
(B) SMTP, BGP, FTP
(C) DNS, P2P, TCP
(D) SNMP, IMAP, CDMA
(E) TCP, POP3, TFTP

09. (IDAM - Assistente Técnico - IBFC/2019) Tanto para a Internet como para a Intranet, quando
existe a necessidade de transferir dados e arquivos, utiliza-se basicamente do protocolo:
(A) TCP
(B) FTP
(C) HTTP
(D) SMTP

10. (DETRAN/CE - Agente de Trânsito e Transporte - UECE - CEV/2018) Topologia de redes é a


forma como os dispositivos de uma rede estão conectados. São exemplos de topologia de redes:
(A) anel, barramento, híbrida e colar.
(B) estrela, anel, barramento e árvore.
(C) híbrida, malha, trançada e colar.
(D) árvore, malha, estrela, trançada.

11. (TJ/BA - Técnico Judiciário - FGV) A implementação física de uma rede de computadores é feita
com o auxílio de equipamentos de interconexão. Cada um desses equipamentos possui características
que determinam quando é adequado utilizá-lo na elaboração de um projeto de uma rede de
computadores.
Relacione cada um dos dispositivos de rede com as características apresentadas a seguir.
1. Hub
2. Switch
3. Bridge (ponte)
4. Roteador

( ) filtra e encaminha pacotes entre segmentos de redes locais, operando na camada de enlace
(camada 2) do modelo OSI;
( ) ao receber o pacote de dados de uma porta, ele distribui por todas as outras - opera na camada de
física (camada 1) do modelo OSI;
( ) o pacote de dados é enviado unicamente para o destinatário de acordo com o endereço MAC (media
access control) - opera na camada de enlace (camada 2) do modelo OSI;
( ) o pacote de dados é enviado unicamente para o destinatário de acordo com o endereço de rede
(IP) - opera na camada de rede (camada 3) do modelo OSI.

A relação correta, de cima para baixo, é:


(A) 1, 2, 3 e 4;
(B) 1, 2, 4 e 3;
(C) 2, 1, 3 e 4;
(D) 2, 1, 4 e 3;
(E) 4, 3, 1 e 2.

12. (Câmara de Chapecó/SC - Analista de Informática - OBJETIVA) Sobre o switch, equipamento


essencial para o funcionamento da conectividade de uma rede de computadores, analisar os itens abaixo:
I - Os switches são semelhantes a hubs pelo fato de ambos basearem a conexão por intermédio de
bits.
II - Os switches normalmente operam na camada 4 do modelo OSI.

207
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
III - Os quadros recebidos em um switch, em vez de serem propagados para todas as portas, são
enviados apenas para a porta correspondente ao destino.

Está (ão) CORRETO(S):


(A) Somente os itens I e II.
(B) Somente os itens I e III.
(C) Somente o item II.
(D) Somente o item III.

Gabarito

[Link] / [Link] / 03. D / 04.C / 05.B / 06.D / 07.D / 08.A / 09.B / 10.B / 11.C / 12.D

Comentários

01. Resposta: Certo


Para que haja transmissão de dados entre quaisquer dois componentes (computadores, por exemplo),
é necessário que haja meios por onde os sinais de dados (eletricidade, som, luz) possam passar.
Dentre esses meios, destacamos: cabo de par trançado, cabo coaxial e fibra óptica.

02. Resposta: Certo


Correto, pois ele fica na camada 3 do modelo OSI, camada de rede, e é o protocolo utilizado para
rotear os pacotes que circulam na Internet.

03. Resposta: D
Uma Rede de computadores é formada por um CONJUNTO de máquinas eletrônicas com
processadores capazes de trocar informações e COMPARTILHAR recursos, interligados por um
subsistema de comunicação, ou seja, é quando há pelo menos dois ou mais computadores, e outros
dispositivos interligados entre si de modo a poderem compartilhar recursos FÍSICOS E LÓGICOS, estes
podem ser do tipo: dados, impressoras, mensagens (e-mails), entre outros.

04. Resposta: C
O endereço IP é a forma que os computadores usam para se comunicar em uma rede, seja ela a
Internet aberta ou uma rede local. O termo se refere a um número específico que o dispositivo tem e é
usado para que os dados saibam para qual deles deve ser enviado. Normalmente, em uma rede
doméstica, o endereço IP é gerenciado pelo roteador, através do servidor de DHCP, que é responsável
por ceder os valores para os dispositivos e evitar que eles sejam iguais.

05. Resposta: B
Topologia barramento: os computadores estão ligados à rede (que é o barramento). Havendo
problema na estação, somente na estação, e não havendo problema na rede (no barramento), a rede
continuará operando.
Topologia anel: na topologia de rede, conhecida como anel, ocorre interrupção no funcionamento da
rede quando há falha de comunicação com uma estação de trabalho.

06. Resposta: D
Backbone significa “espinha dorsal”, e é o termo utilizado para identificar a rede principal pela qual os
dados de todos os clientes da Internet passam. É a espinha dorsal da Internet. Esta rede também é a
responsável por enviar e receber dados entre as cidades brasileiras ou para países de fora.

07. Resposta: D
(A) Correta. POP3 e IMAP são utilizados para o gerenciamento de e-mails em um servidor.
IMAP e POP são protocolos padrão da Internet para recebimento de e-mail. A grande diferença entre
eles é que uma conta POP3 baixa os e-mails para o seu dispositivo (são deletados do servidor). Uma
conta IMAP é configurada para sincronizar os e-mails do dispositivo com o servidor, sem necessariamente
baixá-los.
(B) Correta. HTTP é utilizado para a navegação em páginas de websites.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
HTTP é o Protocolo de Transferência de Hipertexto, utilizado para navegação na Internet. Utiliza a
porta 80/TCP. Já o HTTPS utiliza uma camada adicional de criptografia (TLS ou SSL). A porta TCP usada
pelo HTTPS é a 443/TCP.
(C) Correta. FTP é utilizado para a transferência de arquivos.
Lembrando que é umas das exceções que trabalham com duas portas (portas TCP 20 e 21, para
transferência de dados e controle, respectivamente)
(D) Errada. SSH é utilizado para a atribuição de endereço IP a computadores.
SSH é um protocolo de acesso remoto de forma segura. A definição dada na questão é do DHCP, que
distribui automaticamente endereços IP a computadores, em uma rede.
(E) Correta. SMTP é utilizado para o envio de e-mails.
É por padrão utilizado para envio de e-mails. Mas é válido lembrar que, quando configurado, também
permite receber.

08. Resposta: A
(A) HTTP (Aplicação), TCP (Transporte), IP (Rede).
(B) SMTP (Aplicação), BGP (Rede), FTP (Aplicação).
(C) DNS (Aplicação), P2P (não é protocolo, e sim arquitetura), TCP (Transporte).
(D) SNMP (Aplicação), IMAP (Aplicação), CDMA (Enlace na ISO ou Host na TCP/IP).
(E) TCP (Transporte), POP3 (Aplicação), TFTP (Aplicação).

09. Resposta: B
FTP (Protocolo de transferência de arquivos): no processo de transferência e de recebimento de
arquivos pela internet, ele funciona de duas maneiras, para o cliente e para o servidor.
TCP (Protocolo de Controle de Transmissão): protocolo da camada de transporte da camada
TCP/IP.
HTTP (Protocolo de transferência de Hipertextos): protocolo utilizado para transferência de páginas
HTML do computador para internet.
SMTP (Protocolo de transferência de correio simples): é referente apenas ao envio de e-mails.

10. Resposta: B
Segue uma dica para lembrar das topologias de redes: HEBAMA.
H: Híbrida
E: Estrela
B: Barramento
A: Anel
M: Malha
A: Árvore

11. Resposta: C
Switch: filtra e encaminha pacotes entre segmentos de redes locais, operando na camada de enlace
(camada 2) do modelo OSI;
Hub: ao receber o pacote de dados de uma porta, ele distribui por todas as outras - opera na camada
de física (camada 1) do modelo OSI;
Bridge (ponte): o pacote de dados é enviado unicamente para o destinatário de acordo com o
endereço MAC (media access control) - opera na camada de enlace (camada 2) do modelo OSI;
Roteador: o pacote de dados é enviado unicamente para o destinatário de acordo com o endereço de
rede (IP) - opera na camada de rede (camada 3) do modelo OSI.

12. Resposta: D
Como estudado anteriormente, o meio físico mais usado em redes locais (LAN) é o cabeamento
estruturado. Para conexão dos dispositivos, é usado um concentrador, equipamento responsável pela
interligação de cada segmento cabeado, que possibilita o funcionamento das camadas da rede. O mais
utilizado é o switch (chaveador), fazendo a ligação física entre as portas de origem e destino, conforme a
demanda da rede.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Switch – concentrador de cabeamento em par trançado.

CONCEITO DE REDE41

É um conjunto de computadores (Desktop e ou Servidores) interconectados com finalidade de


compartilhar recursos para os usuários. Em seu nível mais simples, uma rede consiste em dois
computadores conectado um ao outro por um cabo para que possam compartilhar dados.

Ambiente Autônomo.

Os computadores pessoais são ferramentas de trabalho ótimas para produzir dados, planilhas, gráficos
e outros tipos de informação, mas não possibilitam que você compartilhe rapidamente os dados que criou.
Sem uma rede, os documentos devem ser impressos para que outras pessoas possam modifica-los ou
utiliza-los. Na melhor das hipóteses, você entrega os arquivos em pen drive para outras pessoas copiem
em seus computadores.

Uma Rede Simples.

Os computadores que fazem parte de uma rede podem compartilhar:

- Dados;
- Mensagens;
- Gráficos;
- Impressoras;
- Aparelho de fax;
- Modem;
- Outros recursos de hardware.

Esta lista está sempre crescendo conforme são encontrados novas formas de compartilhar e se
comunicar através do computador.

Redes Locais (Lan, Local Area Network).

Este tipo de rede deveria estar em um único andar de um prédio ou em uma empresa pequena.
Atualmente, para empresas muito pequenas, essa configuração ainda é adequada.
Esse tipo de rede está dentro de uma área limitada.
LAN (Local Area Newtork) é um grupo de computadores e dispositivos associados que dividem uma
mesma linha de comunicação e, normalmente, os recursos de um único processador ou servidor em uma
pequena área geográfica.

41
[Link]

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
O servidor normalmente tem aplicação e armazenamentos de dados compartilhados por vários
usuários, em diferentes computadores, ou seja, é o que chamamos de uma Rede Local (computadores
próximos, altas taxas de transmissão dados 10Mbps a um Gbps, meios de transmissão privativos).
Um servidor de rede local pode ser até mesmo utilizado como servidor Web desde que tomem as
medidas adotadas de segurança para proteger as aplicações internas e os dados de acesso externo.

1. Características das LANs42.

- Operam dentro de uma área geográfica limitada;


- Permitem o acesso múltiplo a meios físicos com uma grande largura de banda (altas taxas);
- Controle privativo da rede, sob administração local;
- Fornece conectividade ininterrupta aos serviços locais;
- Conecta dispositivos fisicamente adjacentes.

2. Principais Dispositivos.

- Hub.

- Switch Ethernet.

- Roteador.

- Bridge (Ponte).

42
[Link]

211
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Repetidor.

3. Principais Tecnologias.

- Ethernet (IEEE802.3);
- Wi-Fi (IEE802.11).

O padrão (modelo) 80243.

Os padrões IEE802 são referentes a redes locais e metropolitanas, definem padrões para o nível físico
e de dados do modelo OSI. Definindo três níveis: o físico, o MAC (Controle de acesso ao meio) e LLC
(Controle do link lógico). Subdivide a camada de enlace de dados do modelo OSI em duas outras, sendo
essas a MAC e LLC.
Diferentes meios de acesso estão a cargo de vários grupos de trabalho que são identificados por
sufixos numéricos.
O padrão 802 trabalha nas camadas 1 e 2 do modelo OSI, permitindo que os protocolos TCP/IP,
OPX/SPX e NetBeui, coexistam sem problemas.

- IEE 802.1: Especifica a interação entre os padrões IEE e o modelo OSI.


- IEE 802.2: Especifica o funcionamento da camada de controle do link lógico (LLC).
- IEE 802.3: Desse em diante, são especificados a forma que opera a camada de controle de acesso
ao meio (MAC) e a camada física.

Padrões IEEE 802.3 E IEEE 802.11.

- IEEE 802.3: Padroniza a rede local e é chamado frequentemente de ETHERNET. Compartilha um


mesmo meio de transmissão. Usa o conceito CSMA/CD. Só pode enviar dados se o cabo estiver livre,
caso haja alguma colisão na rede, os computadores transmissores param de transmitir e recomeçam
novamente depois de um período aleatório de tempo. As velocidades típicas vão de 10 a 1000 mbps.
- IEEE 802.11: Especifica o uso de redes sem fio, opera com uma estação base ou não.

Questões:

01. (UPE - Analista de Sistemas – Infraestrutura - UPENET/IAUPE/2017). O protocolo de Rede


Local mais usado atualmente é:

(A) Token Ring.


(B) Token Bus.
(C) Ethernet.
(D) PIM-SM.
(E) IGMP.

02. (TRT - 21ª Região (RN) - Técnico Judiciário - Área Administrativa – FCC). NÃO é uma
característica de uma rede de computadores local:

(A) utilizar hub.


(B) exigir o uso de modem.
(C) ter arquitetura cliente/servidor.
(D) ter arquitetura ponto-a-ponto.
(E) possuir servidor dedicado.

43
[Link]

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03. (TCE-PA - Técnico de Informática – AOCP). Uma rede local (LAN) é:

(A) um conjunto de hardware e software que permite a comunicação e o compartilhamento de


informações e recursos entre computadores.
(B) uma tecnologia de interconexão de computadores baseada no envio e recebimento de pacotes.
(C) um meio de transporte de dados utilizando a Ethernet ou o Wireless, operando a velocidades que
variam de 10 a 10000 Mbps.
(D) é uma tecnologia de rede formada por nós muito próximos uns dos outros, não mais de uma dezena
de metros.
(E) um conjunto de servidores que servem como depósito para que os usuários armazenem os seus
arquivos em um local reconhecido.

04. (EBSERH - Analista de Tecnologia da Informação – IADES). Existem vários padrões Ethernet
em uso, que são utilizados pela maioria das tecnologias de rede local. Estes padrões permitem que
produtos de diferentes fabricantes funcionem em conjunto. Qual das alternativas diz respeito ao padrão
802.11?

(A) Redes cabeadas.


(B) Redes Wi-Fi.
(C) Redes Bluetooth.
(D) Redes WIMAX.
(E) Redes Token Ring.

Respostas:

01. Resposta: C.

Ethernet é o protocolo de rede local mais usado. O protocolo foi projetado pela Xerox, em 1973, com
uma velocidade de dados de 10 Mbps e topologia de barramento.

02. Resposta: B.

A pegadinha da questão se encontra no verbo exigir, indicando uma obrigatoriedade, como se fosse
um dever de todas as redes de computadores possuírem um modem, coisa que sabemos que não é
verdade.

03. Resposta: A.

Em computação, rede de área local (acrônimo de Local Area Network - LAN), ou ainda rede local, é
uma rede de computadores utilizada na interconexão de equipamentos processadores com a finalidade
de troca de dados. Um conceito mais preciso seria: é um conjunto de hardware e software que permite a
computadores individuais estabelecerem comunicação entre si, trocando e compartilhando informações
e recursos. Tais redes são denominadas locais por cobrirem apenas uma área limitada (1 km no máximo,
além do que passam a ser denominadas MANs).

04. Resposta: B.

Seguem os padrões correspondentes as tecnologias de redes citadas na questão.

Redes Cabeadas (Ethernet) = 802.3.


Redes Bluetooth = Padrão 802.15.
Redes WiMAX = Padrão 802.16.
Redes Token Ring = Padrão 802.5.

Ethernet é um padrão que está dentro da norma 802 estabelecida pelo IEEE (Institute of Electrical and
Electronics Engineers).

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4. Noções de escrita e editoração de texto utilizando LibreOffice-Writer (versão
5.0.6 ou superior).

WRITER

Writer é o componente de processamento de textos do LibreOffice. Além dos recursos usuais de um


processador de textos (verificação ortográfica, dicionário de sinônimos, hifenização, autocorreção,
localizar e substituir, geração automática de sumários e índices, mala direta e outros), o Writer fornece
essas características importantes:
- Modelos e estilos;
- Métodos de layout de página, incluindo quadros, colunas e tabelas;
- Incorporação ou vinculação de gráficos, planilhas e outros objetos;
- Ferramentas de desenho incluídas;
- Documentos mestre para agrupar uma coleção de documentos em um único documento;
- Controle de alterações durante as revisões;
- Integração de banco de dados, incluindo bancos de dados bibliográficos;
- Exportação para PDF, incluindo marcadores e muito mais.

Com o LibreOffice Writer você pode:


- Produzir documentos de texto contendo figuras, tabelas ou gráficos. Você pode então salvar o
documento em uma variedade de formatos, incluindo o padrão OpenDocument (ODF), o formato .doc do
Microsoft Word ou HTML. Você também pode exportar seu documento para o formato Portable Document
Format (PDF)
- Criar documentos básicos, como memorandos, faxes, cartas, currículos e malas diretas, bem como
documentos longos, complexos ou divididos em várias partes, acrescidos de bibliografia, tabelas de
referência e índices.
- Utilizar recursos úteis como um verificador ortográfico, um dicionário de sinônimos, a Autocorreção,
e a hifenização bem como uma variedade de modelos para quase todas as finalidades. Você também
pode criar seu próprios modelos utilizando os assistentes.
- Acessar diversas opções para criar documentos. Utilize a janela Estilos e formatação para criar,
atribuir e modificar estilos para parágrafos, caracteres individuais, quadros e páginas. Além disso, o
Navegador lhe ajudará a mover-se rapidamente pelos documentos, permitirá ver o documento em uma
exibição de estrutura de tópicos e acompanhar os objetos inseridos no documento.
- Você também pode criar vários índices e sumários em documentos de texto. Você pode definir a
estrutura e a aparência dos índices e sumários de acordo com suas necessidades. Os hiperlinks e
marcadores ativos permitem saltar diretamente para os itens correspondentes no texto.
- A realização da função de cálculo integrada que o ajudará a executar cálculos sofisticados ou vínculos
lógicos. Você pode facilmente criar uma tabela em um documento de texto para executar cálculos.
- Criar desenhos, figuras, legendas e outros tipos de desenhos diretamente em documentos de texto.
- Inserir figuras de diferentes formatos em seu documento de texto, incluindo figuras em formato JPG
ou GIF. Além disso, a Galeria fornece uma coleção de cliparts e a Galeria do Fontwork permite criar
efeitos de fontes notáveis.
- Configurá-la de acordo com as suas preferências, incluindo a personalização de ícones e de menus.
Você pode posicionar várias janelas de programas, como por exemplo, Estilos e formatação ou
Navegador, como janelas flutuantes em qualquer ponto da tela. Você também pode encaixar algumas
janelas na borda do espaço de trabalho.
- Utilizando o recurso arrastar e soltar lhe permite trabalhar de forma rápida e eficiente com documentos
de texto no LibreOffice. Por exemplo, você pode arrastar e soltar objetos, como figuras da Galeria, de um
local para o outro no mesmo documento ou entre documentos abertos do LibreOffice.
- Utilizar sistema de Ajuda on-line como uma referência completa para os aplicativos do LibreOffice
incluindo as instruções para tarefas simples e complexas.

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Tela Inicial do Libre Office Writer 5.

A Interface do Writer

O ambiente de trabalho principal do Writer é mostrado na figura abaixo.

Espaço de trabalho principal do Writer na visão Layout de Página.

Barra de Status
A Barra de Status do Writer oferece informações sobre o documento e atalhos convenientes para
rapidamente alterar alguns recursos.

Número da Página.

Mostra o número da página atual, o número sequencial da página atual (se diferente) e o número total
de páginas de um documento. Por exemplo. Se você reiniciou a numeração de página na terceira página
para 1, o número da página será 1 e o número da sequência será 3.
Se houver qualquer marcador definido no documento, um clique com o botão direito neste campo abre
uma lista dos marcadores existentes. Clique no desejado.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para ir à uma página específica no documento dê um clique duplo neste campo. O Navegador se abre.
Clique no campo de Número da Página e digite o número sequencial da página desejada. Após um breve
intervalo a visualização pula para a página indicada.

Estilos de Página
Mostra o estilo utilizado na página atual. Para alterar o estilo de página clique com o botão direito neste
campo. Uma lista dos estilos de página disponíveis será mostrada. Escolha um estilo diferente clicando
nele.
Para editar o estilo atual dê um clique duplo neste campo. A caixa de diálogo de Estilos de Página se
abre.

Idioma
Mostra o idioma atual para o texto selecionado.
Clique para abrir um menu onde você pode escolher outro idioma para o texto selecionado ou para o
parágrafo onde o cursor se encontra. Você também pode escolher Nenhum (Não verificar ortografia) para
excluir o texto da verificação ortográfica ou escolher Mais... para abrir a caixa de diálogo Caractere.

Modo de Inserção
Clique para alternar entre o modo Inserir e Sobrescrever enquanto digita.

Modo de Seleção
Clique para alternar entre modos de seleção PADRÃO, EXT (Estendido), ADIC (Adição) ou BLOCO.
O modo EXT é uma alternativa ao Shift+click ao selecionar um texto.

Alterações Não Salvas


Um ícone com um ponto de exclamação aparece aqui quando há alterações não salvas no
documento.

Assinatura Digital.

Se o documento foi digitalmente assinado, um ícone aparece aqui. Um clique duplo no ícone
mostra o certificado.

Informação da Seção ou Objeto


Quando o cursor está em uma seção, cabeçalho ou item de lista, ou quando um objeto (como uma
figura ou uma tabela) for selecionado, aparecerá neste campo uma informação sobre este item. Um clique
duplo nesta área abre a caixa de diálogo correspondente

Exibir Layout
Clique em um dos ícones para alternar entre página única, lado a lado ou modo livreto. Você pode
editar o documento em qualquer modo de exibição.

Visão de layout: página única, lado a lado, livreto.

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Zoom
Para alterar o tamanho de exibição, deslize a barra de Zoom, clique nos sinais de + ou – ou clique com
o botão direito no percentual para abrir uma lista de valores de Zoom para serem escolhidos. A ferramenta
Zoom interage com o layout de exibição selecionado para determinar quantas páginas estarão visíveis na
janela de documento.

Alterando a Visualização de Documentos


O Writer possui várias maneiras de visualizar um documento: Layout de impressão, Layout da Web e
Tela inteira. Para acessar estas e outras opções vá até o menu Exibir e clique na visualização desejada.
(Quando estiver em modo de Tela inteira, pressione a tecla Esc para retornar ao modo de exibição de
impressão ou Web).
No layout de impressão você pode usar o Zoom deslizante e os ícones do modo de exibição na Barra
de Status. No layout da Web você pode usar o Zoom deslizante.
Você também pode escolher Exibir → Zoom... através da barra de menus para exibir a caixa de diálogo
Zoom e visualização do layout, onde você pode ter acesso às mesmas configurações da barra de status.
No modo Layout da Web a maioria das opções não está disponível.

Escolhendo opções de Zoom e visualização do layout.

Movendo-se Rapidamente pelo Documento


Além dos recursos de navegação da Barra de status (descritos acima) você pode usar a janela principal
do Navegador e a ferramenta Navegador. No Writer você também pode exibir a barra de Navegação
clicando no pequeno ícone Navegação próximo ao canto inferior direito da janela, logo abaixo da barra
de rolagem vertical.

Ícones de navegação.

A barra de Navegação exibe ícones para todos os tipos de objetos mostrados no Navegador, além de
alguns extras (por exemplo, o comando Repetir pesquisa).

Barra de Navegação.

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Clique em um ícone para selecionar um tipo de objeto. Agora, os ícones Próximo e Anterior (no próprio
Navegador, na Barra de Ferramentas Navegação e na barra de rolagem) pularão para o próximo objeto
do tipo selecionado. Isto é particularmente útil para encontrar itens como entradas de índice, as quais
podem ser difíceis de ver no texto. Os nomes dos ícones (mostrados na dica de contexto) muda para
corresponder à categoria selecionada; por exemplo, Próximo gráfico, Próximo marcador, ou Continuar
pesquisa para frente.

Barra de Menu

A janela contendo o documento que você deseja trabalhar deve estar selecionada para que seja
possível utilizar os comandos de menu. Da mesma forma, será necessário selecionar um objeto no
documento para poder utilizar os comandos de menu associados ao objeto.
Os menus são contextuais, o que significa que os itens de menu disponíveis são aqueles que são
relevantes ao trabalho que está sendo realizado no momento. Se o cursor estiver localizado em um texto,
todos os itens de menu necessários à edição do texto estarão disponíveis. Se houver figuras selecionadas
em um documento, você verá todos os itens de menu que podem ser utilizados para a edição de figuras.

Arquivo
Esses comandos se aplicam ao documento atual, abre um novo documento ou fecha o aplicativo.

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Editar
Este menu contém comandos para editar o conteúdo do documento atual.

Exibir
Este menu contém comandos para controlar a exibição do documento na tela.

Inserir
O menu Inserir contém os comandos necessários para inserir novos elementos no seu documento.
Isso inclui seções, notas de rodapé, anotações, caracteres especiais, figuras e objetos de outros
aplicativos.

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Formatar
Contém comandos para formatar o layout e o conteúdo de seu documento.

Estilos
Contém comandos para definir, criar, editar, atualizar, carregar e gerenciar os estilos em um
documento de texto.

Tabela
Mostra comandos para inserir, editar e excluir uma tabela dentro de um documento de texto.

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Ferramentas
Contém ferramentas de verificação ortográfica, uma galeria de objetos artísticos que podem ser
adicionados ao documento, bem como ferramentas para configurar menus e definir preferências do
programa.

Janela
Contém comandos para manipulação e exibição de janelas de documentos.

Ajuda
O menu da Ajuda permite iniciar e controlar o sistema de Ajuda do LibreOffice.

Bordas

Clique no ícone Bordas para abrir a barra de ferramentas de mesmo nome. Nela você pode modificar
a borda de uma área da planilha ou de um objeto.
Este objeto pode ser a borda de um quadro de texto, uma figura ou uma tabela. O ícone só estará
visível se houver uma figura, tabela, objeto ou quadro selecionado.

Define Opções de Borda para os Objetos Selecionados em Writer ou Calc


Pode-se definir a posição, tamanho e estilo da borda no Writer e no Calc. When in Writer: No
LibreOffice Writer, você pode adicionar bordas em páginas, quadros, gráficos, tabelas, parágrafos,
caracteres e objetos incorporados.
Todas as opções apenas no Writer ou Calc:
- Escolha a guia Formatar - Parágrafo – Bordas.
- Escolha a guia Formatar - Figura – Bordas.
- Escolha a guia Formatar - Página – Bordas.
- Escolha a guia Formatar - Caractere – Bordas.
- Escolha Exibir - Estilos e formatação - abra o menu de contexto de uma entrada e escolha a guia
Modificar/Novo – Bordas.
- Escolha o botão Formatar - Página - Cabeçalho – Mais.
- Escolha o botão Formatar - Página – Rodapé – Mais.

Você pode aplicar vários tipos diferentes de bordas às células selecionadas em uma tabela do Writer
e em toda a tabela. Outros objetos nos documentos de texto também podem ter as bordas definidas pelo
usuário. Por exemplo, você pode atribuir bordas para estilos de página, quadros e figuras ou gráficos
inseridos.
- Selecione a célula ou um bloco de células em uma tabela do Writer.
- Escolha Tabela->Propriedades.
- Na caixa de diálogo, clique na guia Bordas.
- Escolha as opções de borda que deseja aplicar e clique em OK.
- As opções na área Disposição de linhas podem ser usadas para aplicar vários estilos de borda.

Salvando como Arquivo do Microsoft Word

Se você precisa trocar arquivos com usuários do Microsoft Word, talvez eles não saibam como abrir e
salvar [Link]. O Microsoft Word, a partir do 2007 com Service Pack 2 (SP2) é capaz de fazer isso.

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Usuários do Word 2003, XP, e 2000 podem comprar um plug-in da Oracle Corp ou pesquisar na Web
pelo plug-in gratuito para OpenDocument Format (ODF), da Sun Microsystems.
Alguns usuários do Microsoft Word podem não desejar ou não serem capazes de receber arquivos
*.odt (Seus empregadores podem não permitir que eles instalem o plug-in.) Nesse caso, você pode salvar
um documento como um arquivo Microsoft Word.
Importante — Primeiro salve o documento no formato de arquivo usado pelo LibreOffice (.odt). Sem
isso, qualquer mudança que você tenha feito desde a última vez que você salvou o documento, somente
aparecerá na versão Microsoft Word do documento.
Então escolha Arquivo → Salvar como. No diálogo Salvar como, no menu da lista suspensa Tipo de
arquivo (ou Salvar como tipo), selecione o tipo de formato Word que você precisa. Clique em Salvar.

Salvando um arquivo no formato Microsoft Word.

Desse ponto em diante, todas as mudanças feitas no documento ocorrerão somente no novo
documento. Você mudou o nome e tipo de arquivo do seu documento. Se você quiser voltar atrás para
trabalhar com a versão .odt do seu documento, você precisa abrí-lo novamente.

Trabalhando com Texto

Trabalhar com texto (selecionar, copiar, colar, mover) no Writer é similar a trabalhar com texto em
qualquer outro programa. O LibreOffice também tem algumas maneiras convenientes de selecionar itens
que não estão próximos um do outro, selecionar um bloco de texto vertical, e colar texto não formatado.

Selecionando Itens Não Consecutivos


Para selecionar itens não consecutivos usando o mouse:
- Selecione o primeiro pedaço do texto.
- Pressione a tecla Ctrl e use o mouse para selecionar o próximo pedaço de texto. 3) Repita tantas
vezes quanto necessário.

Agora você pode trabalhar com o texto selecionado (copie-o, apague-o, mude o estilo, ou outra coisa).

Selecionando itens que não estão próximos um do outro.

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Para selecionar itens não consecutivos usando o teclado:
- Selecione o primeiro pedaço de texto. (Para mais informações sobre seleção de texto pelo teclado,
veja o tópico “Navegar e selecionar com o teclado” na Ajuda).
- Pressione Shift+F8. Isto coloca o Writer no modo “Adicionar”. A palavra ADIC aparece na barra de
status.
- Use as teclas de direção para mover para o início do próximo pedaço de texto a ser selecionado.
Pressione a tecla Shift e selecione o próximo pedaço de texto.
- Repita tantas vezes quanto necessário.
- Agora você pode trabalhar com o texto selecionado.
- Pressione Esc para sair desse modo.

Selecionando um Bloco de Texto Vertical


Você pode selecionar um bloco vertical ou “coluna” do texto que está separada por espaços ou marcas
de tabulação (como você pode ver no texto colado de e-mails, listas de programas, ou outras fontes),
usando o modo de seleção de bloco do LibreOffice. Para mudar para o modo de seleção de bloco, use
Editar → Modo de seleção → Bloco, ou clique algumas vezes na barra de status em padrão até que este
mude para BLOCO.

Selecionando um bloco de texto vertical.

Cortando, Copiando e Colando Texto


Cortar e copiar texto no Writer é semelhante a cortar e copiar texto em outras aplicações. Você pode
usar o mouse ou o teclado para essas operações. Você pode copiar ou mover texto dentro de um
documento, ou entre documentos, arrastando o texto ou usando seleções de menu, ícones, ou atalhos
de teclados. Você também pode copiar texto de outras fontes como páginas Web e colar em um
documento do Writer.
Para mover (cortar e colar) o texto selecionado usando o mouse, arraste-o para o novo local e solte.
Para copiar o texto selecionado, segure pressionada a tecla Ctrl enquanto arrasta. O texto retém a
formatação dada antes de arrastá-lo.
Quando você cola um texto, o resultado depende da fonte do texto e como você o colou. Se você clicar
no ícone Colar, toda formatação que o texto tem (tal como negrito ou itálico) é mantida. Texto colado de
páginas Web e outras fontes podem também ser colocados em quadros ou tabelas. Se você não gostar
dos resultados, clique no ícone Desfazer ou pressione Ctrl+ Z.
Para fazer o texto colado assumir o formato do texto em volta do ponto onde ele está sendo colado,
escolha uma dessas opções:
- Editar → Colar especial, ou
- Clique no triângulo à direita do ícone Colar, ou
- Clique no ícone Colar sem soltar o botão esquerdo do mouse.
- Então selecione Texto sem formatação do menu que aparece.

A variedade de escolhas no menu Colar especial muda dependendo da origem e formatação do texto
(ou outro objeto) a ser colado. Veja Figura 11 para um exemplo com texto na Área de transferência.

Menu Colar especial.

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Localizando e Substituindo Texto e Formatando
O Writer possui duas maneiras de localizar texto dentro de um documento: a barra de ferramentas
Localizar para busca rápida e o diálogo Localizar e substituir. No diálogo, você pode:
- Localizar e substituir palavras ou frases.
- Use coringas e expressões regulares para ajustar a busca.
- Localizar e substituir uma formatação específica.
- Localizar e substituir estilos de parágrafos.

Se a barra de ferramentas Localizar não estiver visível, você pode mostrá-la usando Exibir → Barras
de ferramentas → Pesquisar.

Para mostrar o diálogo Localizar e substituir, use a tecla de atalho Ctrl+F ou selecione Editar. Localizar
e substituir a partir da barra de menu.

Diálogo Localizar e substituir expandido.

Digite o texto que você quer localizar na caixa Localizar.


Para substituir um texto por outro texto, digite o novo texto na caixa Substituir por.
Você pode selecionar várias opções tais como diferenciar maiúsculas de minúsculas, somente
palavras inteiras, ou fazer uma busca por palavras similares.
Quando você tiver configurado sua busca, clique em Localizar. Para substituir texto, clique em
Substituir.

Inserindo Caracteres Especiais


Um caractere especial é aquele que não é encontrado em um teclado padrão. Por exemplo, © ¾ æ ç
ñ ö ø ¢ são todos caracteres especiais. Para inserir um caractere especial:
- Posicione o cursor aonde você quer que o caractere apareça.
- Selecione Inserir → Caractere especial para abrir o diálogo Caracteres especiais.
- Selecione os caracteres (de qualquer fonte ou combinação de fontes) que você deseja inserir, em
ordem, então clique em OK. Os caracteres selecionados são mostrados no canto inferior esquerdo do
diálogo. Enquanto você seleciona o caractere, ele é mostrado no lado direito, junto com seu código
numérico.

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O diálogo Caracteres especiais, onde você pode inserir caracteres especiais.

Inserindo Traços, Espaços Fixos e Hifens


Para prevenir que duas palavras sejam separadas ao fim da linha, pressione Ctrl+Shift+spacebar
depois da primeira palavra para inserir um espaço fixo.
Nos casos em que você não quiser que o hífen apareça no fim da linha, por exemplo em um número
tal como 123-4567, você pode pressionar Ctrl+Shift+sinal de menos para inserir um hífen fixo.
Para entrar com traço médio (“–“) e travessão (“—“) você pode usar a opção Substituir traços na aba
Opções a partir de Ferramentas → Opções de autocorreção. Esta opção substitui dois hifens, sob certas
condições, com o traço correspondente.
– é um traço médio. Digite pelo menos um caractere, um espaço, um ou mais hifens, outro espaço, e
pelo menos uma letra, depois um espaço. Um ou dois hifens serão substituídos por um traço médio.
— é um travessão. Digite pelo menos um caractere, dois hifens, pelo menos mais um caractere, depois
um espaço. Os dois hifens serão substituídos por um travessão.

Configurando Tabulações e Recuos


A régua horizontal mostra a tabulação padrão e qualquer outra tabulação que você tenha definido.
Configurações de tabulação afetam o recuo de todo o parágrafo (usando os ícones Aumentar recuo e
Diminuir recuo na barra de ferramentas Formatação) bem como o recuo de partes de um parágrafo
(pressionando a tecla Tab no teclado).
Usar o espaçamento de tabulação padrão pode causar problemas de formatação se você compartilha
documentos com outras pessoas. Se você usa a tabulação padrão e então envia o documento para
alguém que selecionou uma tabulação diferente, o material tabulado mudará para se adaptar às
configurações de tabulação da outra pessoa. Isto pode causar grandes problemas de formatação. Ao
invés de usar as definições padrão, defina suas próprias configurações de tabulação, como descrito nessa
seção.
Para definir recuos e configurações de tabulação para um ou mais parágrafos selecionados, clique
duas vezes em uma parte da régua que não esteja entre os ícones de recuo esquerdo e direito, para abrir
a página Recuos e espaçamento do diálogo Parágrafo. Clique duas vezes em qualquer lugar entre os
ícones de recuo esquerdo e direito na régua para abrir a página Tabulações no diálogo Parágrafo.
Uma estratégia melhor é definir tabulações para o estilo de parágrafo. Veja os capítulos 6 e 7 no Guia
do Writer para mais informações.

Mudando o Intervalo Padrão de Tabulação


Para configurar a unidade de medida e o espaçamento das paradas de tabulação padrão, selecione
Ferramentas → Opções → LibreOffice Writer → Geral.

Selecionando uma parada de tabulação padrão.

Você pode também configurar ou mudar a unidade de medida para as réguas no documento corrente
clicando com o botão direito na régua para abrir a lista de unidades. Clique em uma delas para mudar a
régua para aquela unidade. A configuração selecionada aplica-se somente para aquela régua.

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Mudando a unidade de medida para uma régua.

Verificando Ortografia e Gramática


O Writer fornece um verificador ortográfico, que pode ser usado de duas maneiras.
A verificação automática verifica cada palavra como ela foi digitada e mostra uma linha ondulada
vermelha sob qualquer palavra com erros ortográficos. Quando a palavra é corrigida, a linha
desparece.
Para efetuar uma verificação ortográfica separada no documento (ou numa seleção de texto)
clique no botão Ortografia e gramática. Isto verifica o documento ou seleção e abre o diálogo
Ortografia e gramática se alguma palavra com erro de ortografia é encontrada.
Eis aqui mais algumas características do verificador ortográfico:
Você pode clicar com o botão direito em uma palavra com uma onda sublinhada para abrir o menu de
contexto. Se você selecionar palavras sugeridas no menu, a seleção substituirá a palavra com erro de
ortografia no texto. Outras opções de menu são discutidas abaixo.
Você pode mudar o idioma do dicionário (por exemplo, espanhol, francês, ou alemão) no diálogo
Ortografia e gramática.
Você pode adicionar uma palavra ao dicionário. Clique em Adicionar no diálogo Ortografia e gramática
e selecione o dicionário para o qual adicionar a palavra.
Clique no botão Opções no diálogo Ortografia e gramática para abir um diálogo semelhante àquele em
Ferramentas → Opções → Configurações de idioma →
Recursos para redação. Lá você pode escolher se verifica palavras com letras maiúsculas e palavras
com números, e você pode gerenciar dicionários customizados, ou seja, adicionar ou apagar dicionários
e adicionar ou apagar palavras em um dicionário.
Na aba Fonte no diálogo Estilos de parágrafo, você pode configurar parágrafos para serem verificados
em um idioma específico (diferente do idioma do resto do documento).
O Writer não inclui um verificador gramatical, mas você pode instalar uma extensão como a Ferramenta
de idioma e acessá-la de Ferramentas → Ortografia e gramática.
A Ferramenta de idioma adiciona um novo item de menu e submenu ao menu de Ferramentas, a partir
do qual você pode configurar a ferramenta e verificar/reverificar o documento.

Usando Ferramentas de Idioma Embutidas


O Writer fornece algumas ferramentas que tornam seu trabalho mais fácil se você mistura múltiplos
idiomas no mesmo documento ou se você escreve documentos em várias línguas.
A principal vantagem de mudar de idioma é que você pode usar os dicionários corretos para verificar
a ortografia e aplicar as versões locais das regras de autocorreção para tabelas, léxico, e hifenização.
Você também pode configurar o idioma para um parágrafo ou grupo de caracteres como Nenhum. Esta
opção é especialmente útil quando você insere textos tais como endereços web ou fragmentos de
linguagens de programação que você não quer que sejam verificados quanto à ortografia.
Especificar o idioma nos estilos de parágrafo e caractere é o método preferido, porque estilos permitem
um alto nível de controle e tornam as mudanças de idioma muito mais fáceis. Na aba Fonte, do diálogo
Estilos de parágrafo, você pode especificar que certos parágrafos sejam verificados em um idioma
diferente do idioma do resto do documento.
Você pode estabelecer o idioma para todo o documento, para parágrafos individuais, ou mesmo para
palavras ou caracteres individuais, tudo a partir de Ferramentas → Idioma na barra de menu.
Outra forma de mudar o idioma de todo um documento é usar Ferramentas → Opções →
Configurações de idioma → Idiomas. Na seção Idiomas padrão para documentos no diálogo Opções,
você pode escolher um idioma diferente para todo o texto.
O verificador ortográfico funciona somente para aquelas linguagens da lista que têm o símbolo
próximo a elas. Se você não observar este símbolo perto da sua linguagem preferida, você pode instalar
o novo dicionário usando Ferramentas → Idioma → Mais dicionários online.

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O idioma usado para verificação ortográfica é também mostrado na barra de status, próximo do estilo
de página em uso.

Usando a Autocorreção
A função Autocorreção do Writer possui uma longa lista de erros de ortografia e de digitação, que são
corrigidos automaticamente. Por exemplo, “qeu” será mudado para “que”.
Selecione Ferramentas → Opções da autocorreção para abrir o diálogo Autocorreção. Lá você pode
definir quais sequências de caracteres de texto são corrigidas e como. Na maioria dos casos, as
definições padrão são adequadas.
A Autocorreção é ligada quando o Writer é instalado. Para desligá-la, desmarque Formatar →
Autocorreção → Ao digitar.
Para fazer o Writer parar de substituir um trecho específico de texto, vá na aba Substituir, ilumine a(s)
palavra(s) desejada(s), e clique em Excluir.
Para adicionar uma nova grafia para a lista, digite-a dentro das caixas Substituir e Por na aba Substituir,
e clique em Novo.
As diferentes abas do diálogo incorporam grande variedade de opções disponíveis para ajustar as
opções de Autocorreção.

Usando Completar Palavras


Se Completar palavras estiver habilitado, o Writer tenta adivinhar qual palavra você está digitando e
se oferece para completar para você. Para aceitar a sugestão, pressione Enter. Caso contrário continue
digitando.
Para desligar Completar palavras, selecione Ferramentas → Opções de autocorreção → Completar
palavras e desmarque Ativar recurso de completar palavra.
Você pode customizar a opção de completar palavras da página Completar palavras a partir do diálogo
Autocorreção:
Acrescente (adicione) um espaço automaticamente depois de uma palavra aceita
Mostre a palavra sugerida como uma dica (pairando sobre a palavra) ao invés de completar o texto
enquanto você digita
Mude o número máximo de palavras lembradas no completamento de palavras e o tamanho das
menores palavras a serem lembradas
Apague entradas específicas da lista de completamento de palavras
Mude a tecla que aceita uma entrada sugerida – as opções são Seta para direita, a tecla
End, Return (Enter), uma tabulação e barra de espaço

Usando Autotexto
Use Autotexto para armazenar textos, tabelas, gráficos e outros itens para reuso e atribua-os a uma
combinação de teclas fácil de lembrar. Por exemplo, ao invés de digitar “Gerenciamento sênior” toda vez
que você usar esta frase, você pode configurar uma entrada de Autotexto para inserir aquelas palavras
quando você digita “gs” e pressiona F3.

Criando Autotexto
Para armazenar um texto como Autotexto:
- Digite o texto no seu documento.
- Selecione o texto.
- Selecione Editar → Autotexto (ou pressione Ctrl+F3).
- Na caixa de diálogo Autotexto, digite um nome para o Autotexto na caixa Nome. O Writer sugerirá
um atalho de uma letra, o qual você pode mudar.
- Na caixa maior à esquerda, selecione a categoria para a entrada de Autotexto, por exemplo Meu
Autotexto.
- Clique no botão Autotexto localizado à direita e selecione Novo (somente texto) no menu.
- Clique em Fechar para voltar ao seu documento.
Autotexto é especialmente eficaz quando atribuído a campos.

Inserindo Autotexto
Para inserir Autotexto, digite a tecla de atalho e pressione F3.

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Formatando o Texto

Usar Estilos É Recomendável


O uso de Estilos é um aspecto central no Writer. Estilos possibilitam formatar facilmente um documento
de forma consistente, e mudar o formato com um mínimo de esforço. Um estilo é um conjunto nomeado
de opções de formatação. O Writer define vários tipos de estilos, para diferentes tipos de elementos:
caracteres, parágrafos, páginas, quadros e listas.

Formatando Parágrafos
Você pode aplicar vários formatos para parágrafos usando os botões na barra de ferramentas
Formatação. A figura abaixo mostra a barra de Formatação como uma barra de ferramentas flutuante,
customizada para mostrar apenas os ícones de formatação de parágrafos. A aparência dos ícones pode
variar com seu sistema operacional e a seleção do tamanho do ícone e o estilo em Ferramentas →
Opções → LibreOffice → Exibir.

Barra de Formatação, mostrando Ícones para formatação de parágrafos.

Formatando Caracteres
Você pode aplicar vários formatos de caracteres usando os botões da barra de ferramentas
Formatação. A figura abaixo mostra a barra de ferramentas Formatação, customizada para incluir apenas
os ícones de formatação de caracteres.
A aparência dos ícones pode variar com seu sistema operacional e a seleção do tamanho dos ícones
e estilo em Ferramentas → Opções → LibreOffice → Exibir.

Barra de formatação, mostrando ícones para formatação de parágrafos.

Auto Formatação
Você pode configurar o Writer para automaticamente formatar partes do documento de acordo com
escolhas feitas na página de Opções do diálogo Autocorreção (Ferramentas → Opções da autocorreção).
Algumas mudanças de formatação não desejadas e inesperadas incluem:
- Linhas horizontais: se você digitar três ou mais hifens (---), sublinhados (___) ou sinais de igual
(===) em uma linha e pressionar Enter, o parágrafo é substituído por uma linha horizontal do tamanho da
página. A linha é na realidade a borda mais baixa do parágrafo precedente.
- Listas de Marcadores e Listas Numeradas: Uma lista de marcadores é criada quando você digita
um hífen (-), asterisco (*), ou sinal de mais (+), seguido por um espaço ou tabulação no começo do
parágrafo. Uma lista numerada é criada quando você digita um número seguido por um ponto final (.),
seguido de um espaço ou tabulação no início do parágrafo. Numeração automática só é aplicada em
parágrafos formatados com os estilos de parágrafo Padrão, Corpo de texto ou Corpo de texto recuado.

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Para ligar ou desligar a auto formatação, selecione Formatar → Autocorreção e marque ou desmarque
os itens na lista.

- Criando Listas de Marcadores e Listas Numeradas


Há várias maneiras de criar listas de marcadores e listas numeradas:
- Usando auto formatação, como descrito acima.
- Use estilos de lista (numerada), use os ícones de marcadores e numeração na barra de ferramentas
de formatação de parágrafo: selecione os parágrafos na lista, e então clique no ícone apropriado na barra
de ferramentas.

- Usando a Barra de Ferramentas Marcadores e Numeração


Você pode criar listas aninhadas (onde um ou mais itens da lista tem uma sub-lista abaixo dele, como
em um sumário) usando os botões na barra de ferramentas Marcadores e numeração. Você pode mover
itens para cima e para baixo, ou criar sub-pontos, e mesmo mudar o estilo dos marcadores. Utilize Exibir
→ Barras de ferramentas → Marcadores e numeração para ver a barra de ferramentas.
A aparência dos ícones pode variar com seu sistema operacional e a seleção do tamanho do ícone e
estilo em Ferramentas → Opções → LibreOffice → Exibir.

Barra de ferramentas - Marcadores e numeração.

Hifenização de Palavras
Você tem várias opções para fazer hifenização: deixar o Writer fazê-lo automaticamente (usando seus
dicionários de hifenização), inserir hifens condicionais manualmente quando necessário, ou não hifenizar
nada.

Hifenização Automática
Para ligar ou desligar a hifenização automática:
- Pressione F11 (z+T no Mac) para abrir a janela de Estilos e formatação.
- Na página de Estilos de Parágrafo (Figura 19), clique com o botão direito em Padrão e selecione
Modificar.
- No diálogo Estilo de parágrafo, vá para a página.
- Em Hifenização, marque ou desmarque a opção Automaticamente. Pressione OK para salvar.

Modificando um estilo.

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Habilitando a hifenização automática.

Você pode também configurar escolhas de hifenização através de Ferramentas → Opções →


Configurações de idioma → Recursos para redação. Em Opções, perto do fundo do diálogo, role para
baixo para encontrar as configurações de hifenização.

Configurando as opções de hifenização.

Para mudar o número mínimo de caracteres para hifenização, o número mínimo de caracteres antes
da quebra de linha, ou o número mínimo de caracteres depois da quebra de linha, selecione o item, depois
clique no botão Editar na seção Opções.
As opções de Hifenização configuradas no diálogo Recursos para redação são efetivas somente se a
hifenização estiver ligada nos estilos de parágrafo.

Hifenização Manual
Para hifenizar palavras manualmente não use um hífen normal, que permanecerá visível mesmo se a
palavra não está mais no fim da linha depois de você adicionar ou apagar um texto ou mudar as margens
ou o tamanho da fonte. Ao invés disso, use a hifenização condicional, que é visível somente quando
requerida.
Para inserir um hífen condicional dentro de uma palavra, clique onde você quer que o hífen apareça e
pressione Ctrl+hífen. A palavra será hifenizada nesta posição quando ela estiver no fim da linha, mesmo
se a hifenização automática para aquele parágrafo estiver desligada.

Tabelas

Para Inserir uma Tabela a partir da Barra de Ferramentas


- Posicione o cursor no documento em que deseja inserir a tabela.
- Nas barras de ferramentas Padrão ou Inserir, clique na seta junto ao ícone da Tabela.
- Na grade da tabela, arraste o ponteiro do mouse para selecionar o número de linhas e colunas
desejado e, em seguida, libere-o.
- Para cancelar, arraste o ponteiro do mouse para o outro lado até a opção Cancelar aparecer na área
de visualização da grade.

Para Inserir uma Tabela com um Comando do Menu


- Posicione o cursor no documento em que deseja inserir a tabela.
- Escolha Tabela - Inserir - Tabela.
- Na área Tamanho, insira o número de linhas e colunas.
- Selecione as opções desejadas e clique em OK.

Formatando Páginas

O Writer fornece várias maneiras de controlar layouts de página: estilos de página, colunas, quadros,
tabelas, e seções.

230
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Criando Cabeçalhos e Rodapés
Um cabeçalho é uma área que aparece no topo de uma página. Um rodapé aparece no fim da página.
Informações como números de página inseridos dentro de um cabeçalho ou rodapé são mostradas em
todas as páginas do documento com aquele estilo de página.
Para inserir um cabeçalho, selecione Inserir → Cabeçalho → Padrão (ou o estilo de página, se não for
Padrão).
Outras informações como títulos de documento e títulos de capítulo são frequentemente colocados
dentro do cabeçalho ou rodapé. Estes itens são melhor adicionados como campos. Dessa forma, se
alguma coisa mudar, os cabeçalhos e rodapés são automaticamente atualizados. Aqui está um exemplo
comum.
Para inserir o título do documento dentro do cabeçalho:
- Selecione Aquivo → Propriedades → Descrição e digite um título para seu documento.
- Adicione um cabeçalho (Inserir → Cabeçalho → Padrão).
- Posicione o cursor na parte do cabeçalho da página.
- Selecione Inserir → Campos → Título. O título deveria aparecer em um plano de fundo cinza (que
não é mostrado quando impresso e pode ser desabilitado).
- Para mudar o título do documento todo, volte em Arquivo → Propriedades → Descrição.

Estilos, no Guia do Writer

Numerando Páginas
Para numerar automaticamente páginas:
- Insira um cabeçalho ou rodapé, como descrito em “Criando cabeçalhos e rodapés”.
- Posicione o cursor no cabeçalho ou rodapé onde você deseja que o número de página apareça e
selecione Inserir → Campos → Número da página.

Incluindo o Número Total de Páginas


Para incluir o número total de páginas:
- Digite a palavra “página” e um espaço, então insira o número de página como acima.
- Pressione a barra de espaço uma vez, digite a palavra “de” e um espaço, então selecione Inserir →
Campos → Total de páginas.

Reiniciando a Numeração de Página


Frequentemente você desejará reiniciar a numeração de página a partir de 1, por exemplo em uma
página seguindo uma página de título ou um sumário. Além disso, muitos documentos têm a parte inicial
antes do corpo mesmo do texto (tal como o sumário) numerado com numerais romanos e a parte principal
do documento numerada em numerais arábicos, começando do 1.
Você pode reiniciar a numeração de página de duas maneiras.

Método 1:
- Posicione o cursor no primeiro parágrafo da nova página.
- Selecione Formatar → Parágrafo.
- Na aba Fluxo de texto do diálogo Parágrafo, selecione Quebras.
- Selecione Inserir e então Com estilo de página, especifique o estilo de página a usar.
- Especifique o número da página para iniciar, e então clique OK.

Método 2:
- Inserir → Quebra manual.
- Por padrão, Quebra de página é selecionada no diálogo Inserir quebra.
- Escolha o Estilo de página requerido.
- Selecione Mudar o número de página.
- Especifique o número de página a partir do qual começar, e então clique OK.

231
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Reiniciando a numeração da página após uma quebra manual de página.

Mudando as Margens da Página


Você pode mudar as margens da página de duas maneiras:
- Usando as réguas da página—fácil e rápido, mas sem controle preciso
- Usando o diálogo Estilo de página—pode-se especificar as margens com até dois pontos decimais

Para mudar as margens usando as réguas:


- As seções cinzas das réguas são as margens. Coloque o ponteiro do mouse sobre a linha entre as
seções cinza e branca. O ponteiro muda para uma seta dupla.
- Pressione o botão esquerdo do mouse e arraste-o para mover a margem.

Movendo as margens.

Para mudar as margens usando o diálogo de Estilo de página:


- Clique com o botão do direito em qualquer lugar da página e selecione Página do menu contexto.
- Na aba Página do diálogo, digite as distâncias requeridas nas caixas de Margens.

Adicionando Anotações em um Documento


Autores e revisores frequentemente usam anotações para trocar ideias, pedir sugestões, ou marcar
itens que precisam de atenção.
Para inserir uma anotação no texto, posicione o cursor no local ao qual a anotação se refere e selecione
Inserir → Anotação ou pressione Ctrl+Alt+N. O ponto de ancoragem da anotação é conectado por uma
linha pontilhada do lado direito da página onde pode digitar o texto da anotação. O Writer
automaticamente adiciona na parte inferior da caixa de anotação o nome do autor e a hora que a anotação
foi criada. A figura abaixo mostra um exemplo de texto com anotações de dois autores diferentes.

Exemplo de anotações.

232
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Selecione Ferramentas → Opções → Dados do usuário para configurar o nome que você quer que
apareça no campo Autor da anotação, ou mude-o.
Se mais de uma pessoa editar o documento, a cada autor é automaticamente alocada uma cor de
fundo diferente.
Clicar com o botão direito em uma anotação faz surgir um menu onde você pode apagar a anotação
corrente, todos as anotações do mesmo autor, ou todos as anotações no documento. A partir deste menu,
você também pode aplicar formatação básica ao texto da anotação. Você também pode mudar o tipo de
fonte, tamanho, e alinhamento nesse menu.
Para navegar de uma anotação para outra, abra o Navegador (F5), expanda a seção Anotações, e
clique no texto anotado para mover o cursor para o ponto de âncora da anotação no documento. Clique
com o botão direito na anotação para rapidamente editá-la ou apagá-la.
Você também pode navegar através das anotações usando o teclado. Pressione Ctrl+Alt+Seta abaixo
para mover para a próxima anotação e Ctrl+Alt+Seta acima para mover para anotação anterior.

Criando um Sumário

A funcionalidade de sumário do Writer permite que você construa uma índice automatizado de
conteúdo a partir dos títulos no seu documento. Antes de começar, tenha certeza de que os títulos estão
estilizados consistentemente. Por exemplo, você pode usar o estilo Título 1 para títulos de capítulo e os
estilos Título 2 e Título 3 para os subtítulos de um capítulo.
Embora o sumário possa ser customizado extensivamente no Writer, frequentemente as configurações
padrão são tudo que você precisa. Criar um sumário rapidamente é bem simples:
Quando criar seu documento, use os seguintes estilos de parágrafo para níveis de título diferentes (tal
como títulos de capítulo e seção): Título 1, Título 2, Título 3, e assim por diante. Estes estilos vão aparecer
no seu sumário.
- Posicione o cursor onde você quer que o índice de conteúdo seja inserido.
- Selecione Inserir → Índices →Índices e sumários.

Não mude nada no diálogo Índice / Sumário. Clique OK.


Se você adicionar ou apagar texto (de maneira que os títulos se movam para uma página diferente) ou
então adicionar, apagar, ou mudar títulos, você precisa atualizar o sumário.
Para fazer isso:
- Posicione o cursor dentro do sumário.
- Clique com o botão direito e escolha Atualizar índice/sumário no menu contexto.

Você pode customizar um sumário existente a qualquer momento. Clique com o botão direito em
qualquer lugar nele e selecione Editar índice / sumário do menu de contexto.

Gráficos (Imagens) no Documento de Texto

Quando você cria um documento de texto usando o LibreOffice (LibreOffice) Writer, você pode incluir
algumas ilustrações. Ilustrações (gráficos) são adicionados a documentos por uma ampla variedade de
razões: para apoiar a descrição fornecida no texto, como as usadas neste Guia, para fornecer uma
representação visual imediata do conteúdo, como é frequentemente encontrado em um jornal.
Os gráficos no Writer são de três tipos básicos:
- Arquivos de imagem, como fotos, desenhos e imagens digitalizadas.
- Diagramas criados usando ferramentas de desenho do LibreOffice.
- Gráficos criados usando as funcionalidades de gráficos do LibreOffice.

Adicionar uma Caixa De Texto

- Clique no ícone Texto e mova o mouse para onde deseja inserir a caixa de texto.
- Arraste uma caixa de texto até o tamanho desejado no seu documento.
- Digite ou cole seu texto na caixa de texto.
- Clique duas vezes no texto para editá-lo ou para formatar as propriedades de texto, tais como
tamanho ou cor da fonte. Clique na borda da caixa de texto para editar as propriedades do objeto, tais
como a cor da borda ou a disposição do objeto à frente ou atrás de outros objetos

233
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Teclas de Atalho para o LibreOffice Writer

Ctrl+A: selecionar tudo.


Ctrl+J: justificar.
Ctrl+D: sublinhado duplo.
Ctrl+E: centralizado.
Ctrl+H: localizar e substituir.
Ctrl+Shift+P: sobrescrito.
Ctrl+L: alinha à esquerda.
Ctrl+R: alinhar à direita.
Ctrl+Shift+B: subscrito.
Ctrl+Y: refaz a última ação.
Ctrl+0 (zero): aplica o estilo de parágrafo Padrão.
Ctrl+1: aplica o estilo de parágrafo Título 1.
Ctrl+2: aplica o estilo de parágrafo Título 2.
Ctrl+3: aplica o estilo de parágrafo Título 3.
Ctrl+4: aplica o estilo de parágrafo Título 4.
Ctrl+5: aplica o estilo de parágrafo Título 5.
Ctrl + tecla mais: calcula o texto selecionado e copia o resultado para a área de transferência.
Ctrl+Hífen(-): hifens personalizados; hifenização definida pelo usuário.
Ctrl+Shift+sinal de menos (-): traço incondicional (não utilizado na hifenização).
Ctrl+sinal de multiplicação * (somente no teclado numérico): executar campo de macro.
Ctrl+Shift+Espaço: espaços incondicionais. Esses espaços não serão usados para hifenização nem
serão expandidos se o texto estiver justificado.
Shift+Enter: quebra de linha sem mudança de parágrafo.
Ctrl+Enter: quebra manual de página.
Ctrl+Shift+Enter: quebra de coluna em textos com várias colunas.
Alt+Enter: insere um novo parágrafo sem numeração numa lista. Não funciona se o cursor estiver no
fim da lista.
Alt+Enter: insere um novo parágrafo antes ou depois de uma seção ou antes de uma tabela.
Seta para a esquerda: move o cursor para a esquerda.
Shift+Seta para a esquerda: move o cursor para a esquerda com seleção.
Ctrl+Seta para a esquerda: vai para o início da palavra.
Ctrl+Shift+Seta para a esquerda: seleciona à esquerda, uma palavra de cada vez.
Seta para a direita: move o cursor para a direita.
Shift+Seta para a direita: move o cursor para a direita com seleção.
Ctrl+Seta para a direita: vá para o início da próxima palavra.
Ctrl+Shift+Seta para a direita: seleciona à direita, uma palavra de cada vez.
Seta para cima: move o cursor uma linha acima.
Shift+Seta para cima: seleciona linhas de baixo para cima.
Ctrl+Seta para cima: move o cursor para o começo do parágrafo anterior.
Ctrl+Shift+Seta para cima: seleciona até o começo do parágrafo. Ao repetir, estende a seleção até o
início do parágrafo anterior.
Seta para baixo: move o cursor uma linha para baixo.
Shift+Seta para baixo: seleciona linhas de cima para baixo.
Ctrl+Seta para baixo: move o cursor para o começo do próximo parágrafo.
Ctrl+Shift+Seta para baixo: seleciona até o fim do parágrafo. Ao repetir, estende a seleção até o fim
do próximo parágrafo.
Home: vai até o início da linha.
Home+Shift: vai e seleciona até o início de uma linha.
End: vai até o fim da linha.
End+Shift: vai e seleciona até o fim da linha.
Ctrl+Home: vai para o início do documento.
Ctrl+Home+Shift: vai e seleciona o texto até o início do documento.
Ctrl+End: vai para o fim do documento.
Ctrl+End+Shift: vai e seleciona o texto até o fim do documento.
Ctrl+PageUp: alterna o cursor entre o texto e o cabeçalho.
Ctrl+PageDown: alterna o cursor entre o texto e o rodapé.
Insert: Ativa/Desativa modo de inserção.

234
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
PageUp: move uma página da tela para cima.
Shift+PageUp: move uma página da tela para cima com seleção.
PageDown: move uma página da tela para baixo.
Shift+PageDown: move uma página da tela para baixo com seleção.
Ctrl+Del: exclui o texto até o fim da palavra.
Ctrl+Backspace: exclui o texto até o início da palavra.
Em uma lista: exclui um parágrafo vazio na frente do parágrafo atual.
Ctrl+Del+Shift: exclui o texto até o fim da frase.
Ctrl+Shift+Backspace: exclui o texto até o início da frase.
Ctrl+Tab: próxima sugestão com Completar palavra automaticamente.
Ctrl+Shift+Tab: utiliza a sugestão anterior com Completar palavra automaticamente.
Ctrl+Alt+Shift+V: cola o conteúdo da área de transferência como texto sem formatação.
Ctrl + clique duplo ou Ctrl + Shift + F10: utilize esta combinação para encaixar ou desencaixar
rapidamente a janela do Navegador, a janela Estilos e Formatação ou outras janelas.

Teclas de Função

F2: barra de fórmulas.


Ctrl+F2: insere campos.
F3: completa o autotexto.
Ctrl+F3: edita o autotexto.
F4: abre a exibição da fonte de dados.
Shift+F4: seleciona o próximo quadro.
F5: ativar/desativar o Navegador.
Ctrl+Shift+F5: ativar Navegador, vai para número da página.
F7: verificação ortográfica.
Ctrl+F7: dicionário de sinônimos.
F8: modo de extensão.
Ctrl+F8: ativar/desativar sombreamentos de campos.
Shift+F8: modo de seleção adicional.
Ctrl+Shift+F8: modo de seleção por bloco.
F9: atualiza os campos.
Ctrl+F9: mostra os campos.
Shift+F9: calcula a tabela.
Ctrl+Shift+F9: atualiza os campos e as listas de entrada.
Ctrl+F10: ativar/desativar caracteres não imprimíveis.
F11: ativar/desativar janela Estilos e formatação.
Shift+F11: cria um estilo.
Ctrl+F11: define o foco para a caixa Aplicar estilos.
Ctrl+Shift+F11: atualiza o estilo.
F12: ativar numeração.
Ctrl+F12: insere ou edita a tabela.
Shift+F12: ativa marcadores.
Ctrl+Shift+F12: sesativa Numeração / Marcadores.

Questões

01. (CREA/GO - Assistente Administrativo - Quadrix/2019) Julgue o item acerca do conceito de


hardware e do programa de edição de textos LibreOffice Writer, versão 5.
No LibreOffice Writer 5, há um recurso que permite verificar se o documento ou o texto selecionado
possui erros de ortografia ou erros gramaticais. Uma das formas de se fazer uso desse recurso é clicar
.
( ) Certo ( ) Errado

02. (SANASA Campinas - Analista Administrativo - FCC/2019) Um Analista de TI elaborando um


documento de texto no LibreOffice Writer versão [Link] (x64), em Português, precisou inserir três níveis
de títulos para seus parágrafos, de forma que o Writer pudesse, posteriormente, controlá-los no índice do
documento, automaticamente, inclusive inserindo o número da página em que se encontra cada título.

235
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para inserir os títulos com tais características, ele acessou a Barra de Menu e utilizou, corretamente,
(A) Exibir.
(B) Ferramentas.
(C) Formatar.
(D) Inserir.
(E) Estilos.

03. (IF/MT - Técnico em Laboratório - IF/MT/2019) No LibreOffice 5.0, para que seja possível fazer
a numeração automática de um documento, iniciando sua contagem após a capa, ocultando-a nas
páginas iniciais e exibindo-a nas demais, é necessária a criação de:
(A) Hiperlinks.
(B) Nota de rodapé.
(C) Referência cruzada.
(D) Cabeçalho e rodapé.
(E) Seções.

04. (IF/MS - Pedagogo - IF/MS/2019) É muito comum nas repartições públicas da esfera federal a
utilização do pacote MS LibreOffice como forma de diminuição dos custos com aquisições de licenças
dos aplicativos proprietários.
Qual a tecla de atalho para utilizar uma fonte NEGRITO utilizando o LibreOffice Writer?
(A) CTRL + B
(B) CTRL + P
(C) CTRL + N
(D) CTRL + A
(E) CTRL + I

05. (MPE/GO - Auxiliar Administrativo - MPE/GO/2019) A extensão padrão nativa e direta do


processador de texto Open Office Writer é:
(A) .DOC
(B) .XLS
(C) .ODT
(D) .TXT
(E) .DOCX

Gabarito

[Link] / 02.E / 03.E / 04.A / 05.C

Comentários

01. Resposta: Certo


Este é o corretor ortográfico, e sua tecla de atalho é F7.

02. Resposta: E
(A) Exibir.
Marcas de formatação (Ctrl + F10), galeria, navegador, zoom, régua, barra de rolagem.
(B) Ferramentas.
Ortografia, contagem de palavras, autocorreção, autotexto, macros, assistente de mala direta.
(C) Formatar.
Texto, espaçamento, alinhar, lista, limpar formatação, clonar formatação, parágrafo, marcadores e
numeração, caractere, página de rosto, colunas, marcas d´água.
(D) Inserir.
Quebra de página e outras quebras, caixa de texto, Fontwork, hiperlink, indicador, referência, sumário,
índice, número de página.

03. Resposta: E
Para se numerar um conjunto de páginas, no Writer, segue-se o usual de fazer a numeração utilizando-
se das seções de Cabeçalho ou Rodapé. Você pode utilizar um estilo para configuração e numeração de
páginas, bem como utilizar um estilo de formatação de numeração, alterando assim o default, que é exibir

236
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
a numeração com caracteres arábicos. No caso de trabalhos acadêmicos, que, via de regra, têm a
primeira página numerada, computada, porém, não exibindo tal numeração, utiliza-se para isso de um
estilo de página pré-definido: "Primeira Página". É bastante atribuí-lo na primeira página e fazer a
numeração como de praxe, pois o estilo Primeira Página, quando descontinuado, quebrado, passa a ser
seguido pelo estilo "Padrão".
Vamos a um pequeno exercício de numeração de páginas. Crie um documento de texto novo. Invoque
o menu Formatar
--> Página. Habilite, na sua guia, o Rodapé da página. Feche o diálogo de formatação. Estando dentro
da Seção do rodapé, clique em Inserir --> Campos --> Número da Página.

04. Resposta: A
B, vem de Bold, que em português significa Negrito.

05. Resposta: C
O OpenOffice Writer, ou seus similares BrOffice Writer e LibreOffice Writer, são editores de textos com
recursos de formatação semelhantes ao Microsoft Word.
A extensão DOC é padrão do Microsoft Word, até a versão 2003. A partir da versão 2007, com a
inclusão de XML, a extensão passou a ser DOCX. A extensão TXT é texto sem formatação, que pode ser
editado pelo Bloco de Notas, um acessório do Windows. A extensão XLS é de uma pasta de trabalho com
planilhas de cálculos do Microsoft Excel.
A extensão ODT contém as iniciais de Open Document Text, e é padrão do Writer.

5. Noções de cálculo e organização de dados em planilhas eletrônicas utilizando


o LibreOffice-Calc (versão 5.0.6 ou superior).

CALC44

Pasta de Trabalho

Os editores de planilha têm uma peculiaridade quanto a seus arquivos, pois estes não são tratados
como arquivos únicos e isolados. Na verdade, dentro de um arquivo de um editor de planilhas eletrônicas
podem existir várias outras planilhas. Daí que vem o conceito de pasta de trabalho.
Dentro de uma pasta de trabalho podemos adicionar, mover, copiar, remover, renomear, mudar a cor
da guia e até ocultar uma planilha inteira.
Reconhecemos as planilhas dentro de uma pasta de trabalho como sendo pequenas guias na parte
inferior esquerda da janela. Como já dito, pode haver várias delas.

Editando o Conteúdo de uma Célula

O primeiro passo para editar um conteúdo de célula é fazer com que seja colocada no modo de edição.
Como você já deve ter percebido, o comportamento natural do cursor na planilha está definido para
movimentação. No momento em que desejamos editar um conteúdo, devemos indicar para a planilha que
ela deverá colocar a célula selecionada em modo de edição.
Para isso, podemos utilizar os seguintes caminhos:
– Simplesmente digitar o texto desejado – numa digitação normal, a planilha identificará que a digitação
de um texto qualquer indica um novo conteúdo de célula;
– Clicando duas vezes com o cursor do mouse sobre a célula – nesse caso, a célula passará a ser
editada mantendo o conteúdo anterior disponível, caso o mesmo exista;
– Teclando a tecla de função F2 – a tecla F2 também abre a célula corrente para edição;
– Clicando sobre a linha de entrada – a linha de entrada, além de exibir o conteúdo de uma célula,
serve, também, para modificação.

44
Guia de Introdução às Funções do LibreOffice Calc -
[Link]

237
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Na figura acima, o usuário está editando a célula A1 e digitando o conteúdo na linha de entrada.
Note que, ao iniciar a edição, a barra de fórmulas foi alterada, passando a incluir os botões de Cancelar
(X) e Aceitar (V). Ao final de uma edição deveremos confirmar ou cancelar o conteúdo editado. Para
aceitar, tecle em Enter ou no botão Aceitar (V). Para Cancelar, tecle em Esc ou clique no botão Cancelar
(X).

Assistente de Funções

Funções são procedimentos baseados em operações e operandos que, manipulados, retornam um


determinado resultado. Funções podem simplesmente representar a implementação de operadores,
como a função Soma, que veremos adiante, ou, de forma mais complexa, realizar cálculos de nível
avançado.

Para inserir uma função através do assistente, siga os seguintes passos:


1. selecione a célula onde será inserida a função;
2. selecione uma das opções abaixo:
(a) vá até o menu Inserir > Função ou
(b) teclar Ctrl + F2 ou
(c) clique sobre o botão Assistente de funções, na Barra de fórmulas.
3. será aberta a tela do Assistente de funções. Selecione, então, uma categoria de função na caixa
Categoria;

238
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
4. selecione o nome da função e clique no botão Próximo >>;
5. preencha os argumentos solicitados para a função;

6. clique OK. A fórmula será inserida na célula e o resultado será contabilizado.

Operadores

As tabelas abaixo apresentam os símbolos de operadores utilizados pelo LibreOffice Calc. Os


operadores podem ser utilizados em fórmulas independentemente do uso de funções.

239
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Realce de Valor

Destaca os conteúdos das células através da diferenciação da cor da fonte. Para acioná-la, vá até o
menu Exibir > Realce de valor ou clique na combinação de teclas Ctrl+F8. Textos são apresentados em
preto, números em azul e fórmulas em verde. Essa configuração de cores é padrão para qualquer
instalação do LibreOffice. Na figura abaixo, é possível identificar as três categorias. No exemplo, o
conteúdo da célula B30 é a fórmula =1+1.

Note que a célula B32, que contém uma data, é identificada em azul. De fato, o armazenamento de
datas na planilha é feito através de uma sequência numérica. Uma formatação de data é aplicada apenas
para a apresentação do valor.

Eliminação do Apóstrofo Antes de Números em Células


O Realce de valor permite ao usuário identificar os tipos de conteúdo da célula. Essa identificação é
fundamental para evitarmos erros de contabilização em fórmulas. A razão é que, eventualmente,
conteúdos de células que parecem números são, na verdade, textos. O Calc é rígido na interpretação
desses conteúdos. Por exemplo, numa fórmula de SOMA, como abaixo:

240
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
O que parece um procedimento muito comum pode gerar um resultado confuso se os conteúdos e
formatações de célula não forem aplicados da forma correta. O resultado da fórmula de soma, que deveria
ser 15, é 12.

Ao aplicarmos o Realce de valor, podemos observar que nem todos os conteúdos da lista de números
estão sendo interpretados como números. O número 3 está em preto, como se fosse um texto.

A razão pode ser variada: uma cópia de conteúdo da Web ou de alguma outra aplicação ou, também,
a aplicação equivocada de uma formatação sobre a célula.
Ao clicarmos para editar o conteúdo desta célula, observamos que o número 3 é precedido por um
apóstrofo. Na verdade, não é um erro. O apóstrofo pode ser utilizado sempre que o usuário desejar que
um conteúdo numérico seja apresentado como um número mas não seja contabilizado em fórmulas. É
um recurso existente em praticamente todos os aplicativos de planilhas eletrônicas do mercado.

A eliminação do apóstrofo corrige a interpretação do número 3 e faz com que a fórmula de soma
resulte, então, em 15.

Em geral, ocorrências isoladas do apóstrofo em conteúdos numéricos podem ser resolvidas com a
edição simples do conteúdo, como fizemos acima. No entanto, quando a correção envolve centenas de
células, o procedimento manual é impraticável. A solução é utilizarmos a função Localizar e substituir do
menu Editar. No campo “Pesquisar por” podemos inserir ^ e no campo “Substituir por” inserimos &.

241
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Devemos, também, marcar a opção Expressões regulares. Depois, basta clicar em Substituir todos para
finalizar a correção.

Séries de Preenchimento

Uma Série de preenchimento é uma forma fácil de fazer um preenchimento automático em uma área
da planilha a partir de um valor inicial.
Inicialmente, digite o valor inicial em uma célula. Com a célula selecionada, coloque o ponteiro do
mouse sobre o ponto preto no canto inferior direito, chamado Alça de preenchimento, até que este se
transforme em uma pequena cruz.

Arraste com o botão do mouse pressionado até a última célula da sequência desejada, como no passo
1 apresentado na tabela abaixo. Solte o botão do mouse e a área selecionada será preenchida com a
sequência numérica correspondente (passo 2).
Se a direção da sua seleção for horizontal para a esquerda ou vertical para cima, o Calc fará o
preenchimento com decremento 1. Se a direção da sua seleção for horizontal para a direita ou vertical
para baixo, o Calc fará o preenchimento com incremento 1.

242
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Se deseja criar uma sequência de preenchimento sem incremento algum, faça o mesmo procedimento,
no entanto, ao clicar e arrastar com a alça de preenchimento, mantenha a tecla Ctrl pressionada.

Fixação de Referências de Célula

Ao utilizarmos séries de preenchimento a partir de fórmulas com referências de célula, podemos fixar
a referência a um endereço através da combinação de teclas Shift+F4. Essa combinação alterna entre a
fixação de linhas e colunas através da inclusão de um símbolo $ antes da linha ou da coluna a ser fixada.
O endereço de célula que possuir o $ não será incrementado quando o usuário selecionar o intervalo a
ser preenchido através da alça de preenchimento.

Detetive

Para descobrirmos visualmente os operandos que compõe a fórmula em uma célula, utilizamos as
funções do Detetive, disponíveis no menu Ferramentas > Detetive.
Em Rastrear precedentes, verificamos os operandos de uma fórmula selecionada. Em Rastrear
dependentes, verificamos em qual fórmula o conteúdo selecionado funciona como um operando.
Para removermos os rastros de uma célula, basta posicionarmos sobre ela e clicarmos no item
Remover precedentes ou no item Remover dependentes. Para removermos os rastros de todas as
fórmulas, basta clicarmos em Remover todos os rastros.
Os rastros de precedentes e dependentes são apresentados na cor azul se os operandos estiverem
corretos. No exemplo abaixo, temos, na célula C6, a fórmula =B4/D4 e, na célula E8, a fórmula =C6+F6.
Sobre ambas foi aplicado o rastreamento de precedentes. Note, no entanto, que o rastreamento de
precedentes da célula E8 em relação à célula C6 está indicado em vermelho. A razão é que o resultado
da fórmula em C6 está gerando o erro apresentado na célula E8, por isso, esse operando está destacado
para identificar a origem do problema.

Se aplicarmos, sobre a célula E8, apenas o rastreamento de erros (menu Ferramentas > Detetive >
Rastrear erro) identificaremos todas as células que possuem relação com o erro na fórmula da célula.

243
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Atingir Meta

O recurso Atingir meta do LibreOffice Calc serve para descobrirmos um valor de uma variável em uma
fórmula, a partir de um resultado fornecido. Pode ter muita utilidade principalmente em cálculos
matemáticos e financeiros. Tomemos o seguinte exemplo:

Onde as células possuem o seguinte conteúdo:


A2 – Número
A3 – ="Raiz Quadrada de " & B2 & ":"
B2 – 16 (um número qualquer)
B3 – =RAIZ(B2)

Ou seja, temos uma fórmula que calcula a raiz quadrada de um determinado número. Digamos, no
entanto, que a nossa necessidade seja descobrir um número a partir da sua raiz quadrada. Sem
reescrever a fórmula ou alterar qualquer célula da planilha, podemos descobrir o resultado que queremos.
Para isso, usaremos a função Ferramentas > Atingir meta. Clicando sobre o menu, será aberto o
seguinte diálogo:

Onde temos os campos:


Célula de fórmula, que corresponde ao local onde está a fórmula cujo resultado final já sabemos e que
contém uma célula variável que queremos descobrir o valor.
Valor desejado, é o resultado final da fórmula, que já devemos conhecer.
Célula variável, é a célula que contém a variável que queremos descobrir. No nosso exemplo, é um
número do qual já sabemos a raiz quadrada.
Para o nosso exemplo, teremos, então:

Onde o campo Célula de fórmula contém a célula da fórmula da raiz quadrada (B3), o campo Valor
desejado contém o valor 4,5, que é o valor da raiz conhecida e o campo Célula variável contém o valor
da célula B2, que conterá a variável que dá origem ao resultado dessa fórmula.
Clicando em OK, o LibreOffice informará o resultado da operação e perguntará se o valor calculado
deverá ser inserido na célula:

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Clicando em Não, os valores não são atualizados.
Clicando em Sim, os valores são atualizados na planilha, como abaixo:

Temos, por fim, o valor que dá origem ao resultado desejado.

Funções de Banco de Dados

BDSOMA
A função BDSOMA tem como objetivo somar valores correspondentes dentro de um intervalo aos
critérios fornecidos pelo usuário. A sintaxe da função é:

=BDSOMA(INTERVALO_DE_PESQUISA; NOME_DA_COLUNA_DA_SOMA; CRITÉRIOS)

Onde:
INTERVALO_DE_PESQUISA é o intervalo onde será feita a avaliação dos critérios e onde está,
também, a coluna dos valores a serem somados.
NOME_DA_COLUNA_DA_SOMA é o nome da coluna, dentro do intervalo, que deverá ser somada a
partir dos critérios.
CRITÉRIOS é um intervalo de células com a mesma estrutura do INTERVALO_DE_PESQUISA,
contendo os argumentos para identificar os valores a serem somados.
Por exemplo, considere a planilha de Despesas abaixo:

Podemos utilizar a função BDSOMA para responder questões como: qual a soma dos gastos
realizados na despesa Aluguel e no dia 16/05?
O primeiro passo é construirmos a estrutura dos critérios, que será similar ao intervalo de avaliação
original:

Note que somente a despesa Aluguel e a data 16/05 foram inseridas nos critérios. A coluna Valor do
critério não possuirá preenchimento.
Depois, basta criar a função BDSOMA, indicando a coluna Valor como a coluna a ser somada:

=BDSOMA(A1:C7;”Valor”;F6:H8)

O resultado da função será 550,00 que é a soma do valor da despesa Aluguel (500,00) com o valor
gasto no dia 16/05 (50,00).

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Como você pode notar, a função BDSOMA assemelha-se muito à função SOMASE. A diferença é que
a função BDSOMA permite a inclusão de mais do que um único argumento nos critérios da fórmula.

BDCONTAR
Outra função de banco de dados muito útil é a BDCONTAR. A função é similar a função BDSOMA,
com a diferença de que, agora, é feita a contagem da quantidade de registros que obedecem ao critério
desejado.
O formato da função é:

=BDCONTAR(INTERVALO_DE_PESQUISA;NOME_DA_COLUNA_DA_CONTAGEM; CRITÉRIOS)

Se considerarmos a planilha de Despesas já apresentada, podemos utilizar a função BDCONTAR para


responder questões como: quantas vezes no período foi gasto mais do que 50,00 reais em Combustível?

Nesse caso, os critérios seriam:

A fórmula BDCONTAR seria, então:

=BDCONTAR(A4:C19;"Valor";F6:H7)

Cujo resultado é 2, correspondente aos gastos de 50,00 e 150,00 reais em combustível.

Funções de Data e Hora

ANO
Retorna o ano de uma data fornecida. O formato da função é:

=ANO(DATA)

Data é uma data qualquer entre “aspas duplas” ou um endereço de uma célula que contenha uma
data.

=ANO("19/12/1970") O resultado da fórmula acima com a função ANO será 1970.

AGORA
A função AGORA() retorna a data e a hora atual do sistema.
Se, por exemplo, hoje é o dia 08/09/2010 e, no momento, são 09:25:10, a função =AGORA() retornará
08/09/10 09:25. Toda vez que o arquivo é aberto ou que o usuário clica em F9 (função Recalcular) a
função AGORA é recalculada. O resultado da função pode ser formatado através do menu Formatar >
Células.

DIA
Retorna o dia de uma data fornecida. O formato da função é:

=DIA(DATA)

Data é uma data qualquer entre “aspas duplas” ou um endereço de uma célula que contenha uma
data. =DIA("19/12/1970") O resultado da fórmula acima com a função DIA será 19.

DIATRABALHOTOTAL
Em versões do antigo [Link], o nome da função DIATRABALHOTOTAL era
DIASÚTEISTOTAIS. A partir da versão 3.1 passou a ser utilizada a nova nomenclatura, também utilizada
no LibreOffice. O formato da função, no entanto, continuou o mesmo.

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=DIATRABALHOTOTAL(DATA_INICIAL; DATA_FINAL; FERIADOS)

Onde:
- DATA_INICIAL é a data a partir do qual os dias úteis serão contados;
- DATA_FINAL é a data até onde os dias úteis serão contados.
- FERIADOS é um intervalo de células onde serão indicadas as datas que não devem ser
contabilizadas na contagem. Ou seja, a função DIATRABALHOTOTAL conta os dias úteis entre a data
inicial e final, descontados os sábados, os domingos e os feriados indicados pelo usuário.

Um exemplo interessante da função permite encontrarmos os dias de trabalho em cada mês do ano.
Note que, inicialmente, definimos três intervalos. O intervalo de feriados, que é preenchido conforme as
datas que identificaremos previamente, o intervalo de datas de início, que corresponde ao primeiro dia de
cada mês e o intervalo dos últimos dias de cada mês, calculado a partir da fórmula

=FIMMÊS(DATA_INICIAL;0)

A coluna Dias úteis é, por fim, obtida pelo cálculo da função DIATRABALHOTOTAL com os argumentos
definidos para cada mês do ano. Ao final, podemos somar os resultados que teremos o número total de
dias trabalhados no ano.

DOMINGODEPÁSCOA
Retorna a data do domingo de páscoa a partir de um ANO inserido como argumento. O formato da
função é:

=DOMINGODEPÁSCOA(ANO)
=DOMINGODEPÁSCOA(1989) resulta em 26/03/89.

ÉANOBISSEXTO
A função ÉANOBISSEXTO apresenta como resultado o valor VERDADEIRO (1), se o ano da data
inserida como argumento for um ano bissexto, ou FALSO (0), se o ano da data inserida como argumento
não for um ano bissexto.

=ÉANOBISSEXTO (DATA)

Por exemplo:

=ÉANOBISSEXTO(C5) retorna valor 0 quando a célula C5 possuir a data 01/01/1990.


=ÉANOBISSEXTO(C5) retorna valor 1 quando a célula C5 possuir a data 01/01/1996.

FIMMÊS
A função FIMMÊS possui a seguinte sintaxe:

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=FIMMÊS(DATA_REFERÊNCIA; MESES)

Retorna a data do último dia do mês indicado pelo número de MESES a partir da DATA_REFERÊNCIA.
MESES pode ser um número negativo, se quisermos a data final N meses antes da
DATA_REFERÊNCIA, ou um número positivo, se quisermos a data final N meses depois da
DATA_REFERÊNCIA.
Por exemplo, se quisermos saber a data final do mês de fevereiro de 2008, podemos utilizar:

=FIMMÊS("01/02/2008";0)

Cujo resultado é: 29/02/08


Se quisermos saber a data do final do mês seis meses depois da data atual, usamos:

=FIMMÊS(HOJE();6)

A função HOJE() retorna a data do dia atual e 6 representa o número de meses após a data de hoje.
Outro exemplo possível é descobrirmos a data de pagamento conforme a definição a seguir: “... o
pagamento será efetuado no último dia do mês subsequente à assinatura do contrato”. Supondo que a
célula C5 contenha a data de assinatura do contrato, teríamos a data de pagamento definida pela seguinte
fórmula FIMMÊS:

=FIMMÊS(C5;1)

Considerando a data em C5 igual a 22/06/10, o resultado da função será 31/07/10.

HOJE
A função HOJE() retorna a data atual do sistema.
Se, por exemplo, hoje é o dia 08/09/2010, a função =HOJE() retornará 08/09/10.
Toda vez que o arquivo é aberto ou que o usuário clica em F9 (função Recalcular) a função HOJE é
recalculada. O resultado da função pode ser formatado através do menu Formatar > Células.

MÊS
Retorna o mês de uma data fornecida. O formato da função é:

=MÊS(DATA)

Onde Data é uma data qualquer entre “aspas duplas” ou um endereço de uma célula que contenha
uma data.

=MÊS("19/12/1970")

O resultado da fórmula acima com a função MÊS será 12.

Funções Estatísticas

DESVPAD
A função DESVPAD é bastante utilizada em cálculos estatísticos e calcula o desvio padrão de uma
amostra. Possui o formato:

=DESVPAD(ARGUMENTOS)

Onde ARGUMENTOS é uma lista de valores numéricos, células ou intervalos de células que
representa a amostra a ser calculada.
No exemplo abaixo, calculamos o valor da função DESVPAD sobre as notas obtidas pelos alunos.
O resultado final da função é 1,75.

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MAIOR
A função MAIOR retorna o maior valor na enésima posição de um intervalo de células definido.

=MAIOR(INTERVALO; POSIÇÃO)

INTERVALO é um intervalo de células válido e POSIÇÃO é a posição do valor desejado em uma


ordenação decrescente. No exemplo abaixo, obtemos os valores das três maiores notas usando a função
MAIOR:

É interessante salientar a diferença entre a função MAIOR e a função MÁXIMO. A função MAIOR
permite a flexibilidade de definirmos a posição na ordem de classificação do intervalo enquanto a função
MÁXIMO retorna apenas o maior valor do intervalo.

MÁXIMO
Retorna o valor máximo encontrado dentro de um ou mais intervalos de células definidos como
argumentos da função. Possui o formato:

=MÁXIMO(ARGUMENTOS)

No exemplo abaixo, calculamos a nota máxima do intervalo de notas da primeira avaliação. O resultado
será, para o intervalo de B11:B19, a nota 9,5.

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MÉDIA
A função MÉDIA calcula a média de um intervalo de valores. A estrutura da função MÉDIA é:

=MÉDIA (INTERVALO_DE_VALORES)

O intervalo de valores pode ser composto por intervalo de células ou números. No exemplo abaixo,
veja que a média das notas dos alunos é obtida pela fórmula =MÉDIA(B11:B19), cujo resultado será 7,32.

MENOR
A função MENOR retorna o menor valor na enésima posição de um intervalo de células definido.
=MENOR(INTERVALO; POSIÇÃO) INTERVALO é um intervalo de células válido e POSIÇÃO é a posição
do valor desejado em uma ordenação crescente. No exemplo abaixo, descobrirmos os três melhores
tempos de resposta (medidos em segundos) de uma lista de testes:

Nos casos onde há ocorrências de zero no intervalo de células que devem ser evitados na
contabilização, usamos a função [Link] com a função MENOR. Abaixo, nosso intervalo de células é
o intervalo L3:L20.

=MENOR(L3:L20;[Link](L3:L20;0)+1)

Com a função [Link], obtemos o número total de zeros existentes no intervalo. Somando uma
unidade, temos a posição do menor valor do intervalo.

MÍNIMO
Retorna o valor mínimo encontrado dentro de um ou mais intervalos de células definidos como
argumentos da função. Possui o formato:

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=MÍNIMO(ARGUMENTOS)
No exemplo abaixo, calculamos a nota mínima do intervalo de notas da primeira avaliação. O resultado
será, para o intervalo de B11:B19, a nota 4,1.

Funções de Informações

ÉERROS
Retorna VERDADEIRO caso o argumento avaliado seja um erro ou retorna FALSO caso o argumento
avaliado seja um resultado válido. Seu formato é:

=ÉERROS(ARGUMENTO)

Por exemplo, podemos avaliar o resultado de uma divisão. Imaginando um cálculo como 1/0, sabemos,
antecipadamente, que o resultado será o erro #DIV/0! (divisão por 0). Podemos utilizar esse cálculo como
argumento na função ÉERROS e verificar o resultado VERDADEIRO para a operação:

=ÉERROS(1/0) resulta em VERDADEIRO.

Da mesma forma =ÉERROS(1/1) resulta em FALSO, pois 1/1 é uma operação válida.
Vale destacar que o argumento da função também poderá ser uma referência de célula onde a
operação ou valor a ser avaliado está inserido.

É.NÃ[Link]
A função É.NÃ[Link]() possui a seguinte estrutura:

=É.NÃ[Link](VALOR)

Onde VALOR é um resultado de uma fórmula ou um endereço de célula que contém o valor a ser
avaliado. Se VALOR contém o código de erro “#N/DISP”, então a função É.NÃ[Link] retorna
VERDADEIRO. Se VALOR contém um resultado diferente do código de erro “#N/DISP”, então a função
É.NÃ[Link] retorna FALSO.
A função É.NÃ[Link] é muito utilizada para a avaliação dos resultados de fórmulas com as funções
PROCV. No caso, um resultado “#N/DISP” da função PROCV identifica que o argumento procurado não
foi encontrado. Logo, podemos desenvolver uma avaliação da seguinte maneira, considerando o exemplo
abaixo, onde fornecemos uma matrícula na célula amarela e obtemos a respectiva nota na célula azul
(através da função PROCV):

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
=SE(É.NÃ[Link](PROCV(H8;A10:D18;3;0));"Valor não encontrado";PROCV(H8;A10:D18;3;0))

No exemplo, se o conteúdo de H8 (célula da Matrícula, em amarelo) não é encontrado pela função


PROCV na primeira coluna do intervalo de A10:D18, então é retornado o valor “#N/DISP”. Por
consequência, a função É.NÃ[Link] retorna VERDADEIRO e, então, a função SE define o resultado
final como “Valor não encontrado”.
Caso o conteúdo de H8 seja encontrado pela função PROCV na primeira coluna do intervalo de
A10:D18, então é retornado o valor indicado pela coluna de índice 3 (terceiro argumento do PROCV). Por
consequência, a função É.NÃ[Link] retorna FALSO e, então, a função SE define o esultado final como
o próprio resultado da função PROCV.

Funções Lógicas

SE
Esta é uma função bastante interessante pois permite ao usuário da planilha construir expressões
condicionais, avaliando e apresentando diferentes resultados conforme uma cláusula avaliada.
A estrutura da função SE é:

=SE (CONDIÇÃO; VALOR_SE_CONDIÇÃO_VERDADEIRA; VALOR_SE_CONDIÇÃO_FALSA)

O primeiro argumento é a condição. Normalmente, avaliamos o conteúdo de uma célula em relação a


um dado parâmetro, como, por exemplo C4<100 ou A1=”APROVADO”.
Caso a condição seja verdadeira, o segundo argumento é apresentado como resultado da função.
Caso a condição seja falsa, o terceiro argumento é apresentado como resultado.
No exemplo abaixo, avaliamos o valor da nota do aluno e, caso esteja acima da média, apresentamos
o resultado “Aprovado”. Senão, apresentamos o resultado “Recuperação”.

Funções Matemáticas

ABS
Retorna como resultado o valor absoluto do número fornecido.

=ABS(NÚMERO)

Exemplos:

=ABS(120) resulta em 120.


=ABS(-92,22) resulta em 92,22.

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ALEATÓRIO
A função ALEATÓRIO retorna um número qualquer entre 0 e 1 como resultado. A função não possui
parâmetros e é utilizada na forma

=ALEATÓRIO()

É importante salientar que qualquer modificação indireta na célula pode resultar no novo cálculo da
função aleatório como, por exemplo, uma mudança de formatação ou a função Ferramentas > Recalcular
(F9).

ARRED
Arredonda um número para o valor mais próximo até uma quantidade de dígitos definida pelo usuário.

=ARRED(NÚMERO; QUANTIDADE_DE_DIGITOS)

Essa função apresenta como resultado o NÚMERO fornecido como primeiro argumento arredondado
com a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS colocada no segundo argumento, como em:

=ARRED(2,348;2) cujo resultado é 2,35. Em alguns casos, é necessário mudar o formato da célula
para ver todas as decimais. Por exemplo:

=ARRED(-32,4834;3) retorna -32,483 (com a formatação mostrando mais casas decimais). Se a


QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for omitida ou for zero, a função arredonda para o inteiro mais próximo:

=ARRED(2,348;0) retorna 2.

Se a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for negativa, a função arredonda para a dezena, centena ou milhar,


etc... mais próximo.

=ARRED(835,65;-2) retorna 800.

[Link]
Arredonda um número para baixo até uma quantidade de dígitos nas casas decimais definida pelo
usuário.

=[Link](NÚMERO; QUANTIDADE_DE_DIGITOS)

Por exemplo:

=[Link](1,234;2) retorna 1,23.

Se a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for omitida ou for zero, a função arredonda para o inteiro mais
baixo:

=[Link](45,67;0) retorna 45.

Se a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for negativa, a função arredonda para a dezena, centena ou milhar,


etc., mais baixa.

=[Link](975,65;-2) retorna 900.

[Link]
Arredonda um número para cima até uma quantidade de dígitos nas casas decimais definida pelo
usuário.

=[Link](NÚMERO; QUANTIDADE_DE_DIGITOS)

253
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Por exemplo:

=[Link](1,2345;1) retorna 1,3.

Se a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for omitida ou for zero, a função arredonda para o inteiro mais alto:

=[Link](45,67;0) retorna 46.

Se a QUANTIDADE_DE_DÍGITOS for negativa, a função arredonda para a dezena, centena ou milhar,


etc., mais alta.

=[Link](975,65;-2) retorna 1000.

CONT.NÚM
A função CONT.NÚM conta quantos valores numéricos estão entre os ARGUMENTOS da função.
Entende-se como valores numéricos: números, datas e fórmulas cujo resultado seja um número.
Células vazias ou células com conteúdo de texto não são contadas na função CONT.NÚM.
O formato da função é:

=CONT.NÚM(ARGUMENTOS)

Observe no exemplo abaixo que nem todos os alunos fizeram a primeira avaliação. Podemos usar a
função CONT.NÚM para contar as notas do intervalo B11:B19 e identificar quantos alunos de fato fizeram
a prova.
O resultado da função =CONT.NÚM(B11:B19) será 7 pois, as duas células, correspondentes aos
alunos que não fizeram a prova, estão vazias.

[Link]
A função [Link] tem como objetivo contar quantos valores obedecem a um determinado critério. A
estrutura é bastante simples:

=[Link] (INTERVALO; CONDIÇÃO)

Os valores dentro do intervalo são avaliados um a um de acordo com a condição. O valor é contado
somente se a condição for verdadeira.
No exemplo abaixo, contamos quantos alunos estão com notas acima da média estabelecida.
Note que usamos uma concatenação de texto para expressar adequadamente o critério, indicado no
segundo argumento com a expressão “>”&B6. Ou seja, concatenamos o sinal de > com o conteúdo da
célula B5.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
O resultado da função [Link] acima é de 7 alunos.
Quando o critério ou condição for de igualdade, não precisamos usar a concatenação de texto, por
exemplo:

=[Link](B10:B18;B6)

Em sua construção mais comum, a função [Link] permite apenas um argumento como critério de
contagem. No entanto, em casos específicos, é possível utilizar mais de um argumento através do uso
de expressões regulares em fórmulas.
O exemplo abaixo ilustra essa situação. A partir da tabela abaixo, desejamos obter a quantidade de
cadastros de pessoas que são dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Uma abordagem óbvia e simples seria a soma de [Link]:

=[Link](F3:F8;"RS")+[Link](F3:F8;"SC")

Uma abordagem elegante poderia utilizar expressões regulares:

=[Link](F3:F8;"RS|SC")

Onde o símbolo | (pipe) entre as siglas RS e SC representa a operação OU lógica. Logo, estamos
contando apenas os valores do intervalo de F3 até F8 que são iguais a RS ou a SC.

[Link]
A função [Link] permite contar células preenchidas com valores de texto, número ou
fórmula dentro de um intervalo.
O formato da função [Link] é:

=[Link](ARGUMENTOS)

No exemplo abaixo, o usuário deverá preencher o espaço amarelo com cinco códigos de produto.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Para contar quantas células já foram preenchidas, utilizamos a função [Link] e o intervalo
de G5:G9.
O resultado da função, no exemplo abaixo, será 3.

[Link]
[Link] conta quantas células do intervalo indicado em ARGUMENTOS estão vazias, isto é,
sem conteúdo algum.

=[Link](ARGUMENTOS)

No nosso exemplo anterior, da função [Link], calculamos quantas células do intervalo


amarelo já haviam sido preenchidas. Podemos encontrar a informação complementar (quantas células
faltam ser preenchidas) através da função [Link].

No exemplo, a função [Link] pode ser utilizada sobre o intervalo de G5:G9. O resultado da
função na célula H15 será de 2.

SINAL
A função SINAL identifica se um número fornecido como argumento é positivo ou negativo.

=SINAL(ARGUMENTO)

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Se o número for positivo, o resultado da função será o número 1. Se for negativo, o resultado da função
será -1. Caso o número testado seja 0, o resultado da função será 0.
Um exemplo do uso da função SINAL é na operação de valores contábeis. Na figura abaixo, a coluna
Operação contém a fórmula SINAL para todos os valores da coluna Transações. Conforme o tipo de
transação (entrada ou saída), o resultado da operação é 1 (valores positivos) ou -1 (valores negativos).

A partir dos resultados da coluna Operação, é possível contabilizar os totais de entradas e saídas
através de fórmulas SOMASE, respectivamente nas células D2 [fórmula
=SOMASE(D6:D17;1;C6:C17)] e D3 [fórmula =ABS(SOMASE(D6:D17;-1;C6:C17))].

Na fórmula da célula D3 utilizamos, também, a função ABS, que retorna o valor absoluto de um dado
número.

SOMASE
A função SOMASE é útil para cálculos que envolvam valores totais a partir de um determinado critério.
O formato da função é:

=SOMASE(INTERVALO_DE_AVALIAÇÃO; CRITÉRIO; INTERVALO_DE_SOMA)

Os valores do intervalo de avaliação são avaliados conforme o critério. Caso estejam de acordo com
o critério indicado, o valor correspondente no intervalo de soma é somado ao resultado.

O resultado da fórmula SOMASE acima é de R$ 70,00.

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A função SOMASE possui uma diferença significativa em relação à sua correspondente no Microsoft
Excel. No Calc, o formato do CRITÉRIO deve ser equivalente ao formato dos conteúdos as células no
INTERVALO_DE_AVALIAÇÃO. Ou seja, se os conteúdos do INTERVALO_DE_AVALIAÇÃO são textos,
então o CRITÉRIO também deverá ser um texto.
Na figura abaixo essa situação pode ser observada. Os valores correspondentes à categoria (coluna
E), apesar de serem números, foram formatados como texto e a célula que contabiliza a soma de valores
(I3), contém a função =SOMASE(E2:E5;323;F2:F5), onde o valor 323 foi inserido como número.

O resultado para a função, devido à diferença de formatos, é zero. Para resolver a questão devemos
ajustar o formato do intervalo de células E2:E5 para número, adequando o formato de célula ao tipo de
conteúdo utilizado.

SUBTOTAL
Quando quisermos contabilizar um resultado a partir de um intervalo de células com autofiltro, por
exemplo, usamos a função SUBTOTAL com o seguinte formato:

=SUBTOTAL (CÓDIGO_DA_FUNÇÃO; INTERVALO_DE_DADOS)

Onde o CÓDIGO_DA_FUNÇÃO define que função será utilizada para calcular o subtotal. A tabela
abaixo define os códigos que podemos utilizar na função:

A função SUBTOTAL calcula, então, apenas os valores de células visíveis, desconsiderando os valores
em células ocultas. Por isso, torna-se uma função interessante para ser utilizada com autofiltros.
Considere o exemplo da planilha abaixo:

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Ao aplicar o auto filtro na coluna A selecionando o critério “Padaria”, obteremos apenas a exibição das
linhas 12, 13, 14 e 20.

Posicionando o cursor na célula 22 e clicando no botão ∑ da barra de fórmulas, a função SUBTOTAL


é inserida na célula 22 com a função SOMA (código 9) e o intervalo D5:D21).

Note que, por padrão, o botão ∑ insere a função SOMA na célula selecionada. A função SUBTOTAL
só é utilizada quando o Calc identifica que a área imediatamente acima da célula selecionada possui um
autofiltro aplicado.
A função SUBTOTAL também é criada automaticamente quando o usuário faz o cálculo de subtotais
através do menu Dados > Subtotais. Nesse caso, a operação indicada pelo código da função corresponde
à escolha do usuário na lista Utilizar função.

Funções de Planilha

CORRESP
A função CORRESP responde a seguinte pergunta: qual a posição do elemento X num dado vetor de
elementos? Por exemplo: qual a posição do elemento Maçã no vetor abaixo?

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
A resposta é o número 3. Numa planilha do Calc teríamos:

Onde =CORRESP("Maçã";D4:D7;0) tem como resultado o número 3.


A função CORRESP possui a seguinte estrutura:

=CORRESP(CRITÉRIO; INTERVALO; TIPO)

Onde o resultado da função é a posição, dentro do INTERVALO, da célula cujo conteúdo é igual ao
CRITÉRIO.
TIPO é um argumento opcional que pode receber os valores -1, 0 e 1. Se o seu valor é igual a 1, a
primeira coluna do INTERVALO está em ordem crescente. Se o valor é igual a -1, a primeira coluna do
INTERVALO está em ordem decrescente. Se o valor é igual a 0 somente valores exatamente iguais ao
critério serão encontrados.
Por exemplo, na tabela abaixo:

A fórmula =CORRESP(“Abril”;A2:A13;0) retorna o valor 4, que é a posição correspondente ao critério


“Abril” dentro do intervalo de A2:A13.
Para desabilitarmos a procura por aproximação na função CORRESP, utilizamos o terceiro parâmetro
(opcional) com o valor FALSO ou 0. Nesse caso, a função só retornará valores exatos e, caso o valor não
exista, o resultado será #N/DISP (Valor não disponível). O resultado #N/DISP pode ser manipulado pela
função É.NÃ[Link]()

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DESLOC
Retorna o valor do deslocamento de um intervalo por um determinado número de linhas e colunas a
partir de um ponto de referência especificado.

=DESLOC(CÉL_REFERÊNCIA; LINHAS; COLUNAS; ALTURA; LARGURA)

A referência retornada pode ser uma única célula ou um intervalo de células. Você pode especificar o
número de linhas e de colunas a serem retornadas de forma a referenciar um intervalo.
Um exemplo interessante é o da planilha abaixo, onde usaremos a função DESLOC combinada com
a função CORRESP, vista anteriormente, e a função SOMA.

Imagine que temos um grupo de pessoas divididas em Classe (Categorias) e Sexo e desejamos saber
quantas pessoas existem em uma determinada categoria. Se a categoria desejada é a “Categoria 3” o
primeiro passo é descobrir onde ela está posicionada com a função CORRESP:

=CORRESP("Categoria 3";A2:A9; 0)

Cujo resultado é a posição 5.


Com essa informação, podemos utilizar a função DESLOC a partir da primeira célula preenchida para
localizarmos o intervalo de células que contenha os dois valores respectivos aos sexos (F/M) da
“Categoria 3”.

DESLOC(A1;CORRESP("Categoria 3";A2:A9; 0);2;2;1)

Onde:
A1 = CÉL_REFERÊNCIA do início da definição do intervalo;
CORRESP("Categoria 3";A2:A9; 0) = valor 5, que é o número de linhas a partir do qual será feito o
deslocamento.
2 = deslocamento de 2 colunas, identificando que a coluna será posicionada sobre a coluna da
Contagem.
2 = altura de 2 linhas a partir da posição do deslocamento. Essa altura seleciona os números 5 e 4 da
“Categoria 3”.
1 = largura de apenas uma coluna.
Ou seja, você pode imaginar que o primeiro parâmetro é a base para o início do deslocamento, o
segundo e o terceiro parâmetros funcionam como o deslocamento propriamente dito e o quarto e o quinto
parâmetros servem para a delimitação do tamanho do intervalo.

261
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Nosso resultado até o momento será, então, o intervalo de C6:C7. Finalizaremos o nosso cálculo com
a operação final da SOMA aplicada a esse intervalo:

=SOMA(DESLOC(A1;CORRESP("Categoria 3";A2:A9; 0);2;2;1))

O resultado da soma das contagens da “Categoria 3” será, por fim, 9, que é a soma de 5 pessoas do
sexo feminino e 4 pessoas do sexo masculino..

ESTILO
A função ESTILO aplica ou substitui um estilo de célula a célula corrente, durante um determinado
período de tempo opcional.

=ESTILO (NOME_DO_ESTILO_1; TEMPO; NOME_DO_ESTILO_2)

NOME_DO_ESTILO_1 é o estilo aplicado à célula. O nome do estilo deve ser inserido na fórmula entre
aspas duplas;
TEMPO é o intervalo em segundos após o qual o ESTILO_1 será substituído pelo ESTILO_2. Esse
parâmetro é opcional, ou seja, se não for indicado, não haverá substituição. O tempo é calculado sempre
que o arquivo for aberto ou que a função F9 (Recalcular) for acionada;
NOME_DO_ESTILO_2 também é um argumento opcional e representa o estilo que será aplicado á
célula em substituição ao ESTILO_1. O nome do estilo deverá ser inserido entre aspas duplas e, caso
seja omitido, será considerado o estilo Padrão.
No exemplo abaixo, a função ESTILO substitui o estilo “Amarelo” por “Vermelho” após 120 segundos.

=ESTILO (“Amarelo”;120, “Vermelho”)

Note que a função ESTILO é uma função de formatação e não de resultado. Por isso, seu resultado é
sempre 0. Para que esse resultado não influencie no seu cálculo, você poderá usar as seguintes
estruturas a seguir.

Exemplo da função ESTILO com conteúdos de texto:

="Texto da célula."&TEXTO(ESTILO("Padrão");"#")

Exemplo da função ESTILO com conteúdos numéricos:

=4543,22 + ESTILO("Padrão")

Outro exemplo do que pode ser feito com a função ESTILO é muito similar à estrutura de uma
formatação condicional quando considerado o valor de alguma outra célula que não a célula onde estará
a fórmula. Ou seja, testaremos um valor de uma célula de referência com a função SE e concatenaremos
o resultado condicional com a função ESTILO.
Os resultados condicionais serão obtidos dos conteúdos das células da coluna D (D2, D3 e D4), que
funcionarão como uma espécie de legenda para a planilha. Da mesma forma, as células da coluna E (E2,
E3 e E4) serão utilizadas para que sejam criados os estilos de célula Atenção, Normal e Verificar (consulte
a Ajuda do LibreOffice para saber como é possível criar um estilo novo a partir de uma célula).

262
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Na célula B6, onde vamos calcular o resultado a partir da avaliação do valor de B2, teremos a seguinte
fórmula:

=SE(B2<=40;D2&T(ESTILO("Verificar"));SE(B2<=70;D3&T(ESTILO("Atenção"));D4&T(ESTILO("Nor
mal"))))

Note que a combinação da função ESTILO com a função SE poderá ampliar as possibilidades de uso
da formatação condicional. Enquanto a formatação condicional considera apenas três condições, a função
SE pode ampliar esse número. Note, no entanto, que essa alternativa só é válida quando a avaliação é
feita a partir de uma fórmula que avalia o valor de uma outra célula e não da célula corrente.

ÍNDICE
A função ÍNDICE permite encontrar um valor dentro de um intervalo a partir das referências de linha e
coluna desejadas. Sua estrutura mais comum é:

=ÍNDICE(INTERVALO_DE_PESQUISA; LINHA; COLUNA)

Observe o exemplo abaixo:

Se desejarmos obter uma distância entre duas cidades podemos utilizar a função ÍNDICE.
Bastaria utilizarmos como INTERVALO_DE_PESQUISA o intervalo C11:E13 e os índices das cidades
desejadas, por exemplo:

=ÍNDICE(C11:E13;1;3)

Retornará a distância entre Brasília (correspondente à linha 1) e São Paulo (correspondente à coluna
3). O resultado final da função é 178.
Note ainda que você poderá descobrir os índices relativos às cidades através da função CORRESP.
Ou seja, em vez de indicar explicitamente os índices de linha e coluna dentro das fórmulas, podemos usar
a função CORRESP para descobri-los de forma mais intuitiva.
Utilizando a célula D3 com o nome da cidade de origem, podemos procurar o conteúdo de D3 no
intervalo B11:B13, que nos indicará a linha correta para a função ÍNDICE.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Utilizando a célula D4 com o nome da cidade de destino, podemos procurar o conteúdo de D4 no
intervalo C10:E10, que nos indicará a coluna correta para a função ÍNDICE.

Depois, basta referenciar os valores na função ÍNDICE da célula D6 que nos dará o resultado final:

LINHA
A função LINHA não possui argumentos e devolve como resultado o número da linha do endereço da
célula corrente.
Um dos usos mais comuns da função LINHA é o de retornar uma ordenação numérica sequencial com
base na numeração das linhas. Veja o exemplo abaixo. Note que devido aos campos da parte superior
da planilha, a ordenação da coluna Número é feita através da fórmula =LINHA()-7, onde o número sete é
a diferença exata para que a numeração inicie em 1 na célula B8.

Caso uma linha seja adicionada no meio do intervalo de registros, basta copiar a fórmula =LINHA()-7
para que a numeração seja inserida corretamente na nova linha.

PROC
O resultado da função PROC é o conteúdo da célula do intervalo do resultado, correspondente ao
conteúdo localizado no intervalo de pesquisa.
O formato da função é:

264
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
=PROCV(ARGUMENTO_DE_PESQUISA; INTERVALO_DE_PESQUISA;
INTERVALO_DO_RESULTADO)

O resultado da função é o conteúdo da célula do INTERVALO_DO_RESULTADO localizada na mesma


posição da célula que contém o ARGUMENTO_DE_PESQUISA no INTERVALO_DE_PESQUISA. É
importante salientar que os dois intervalos não precisam ser adjacentes.
Veja o exemplo abaixo:

PROCV A função PROCV é uma função de procura muito útil. Com ela podemos fazer uma busca de
um determinado valor dentro de um intervalo e retornar como resultado um valor de uma coluna adjacente.
A estrutura da função PROCV é a seguinte:

=PROCV (VALOR_PROCURADO; INTERVALO_DE_PESQUISA; ÍNDICE_DA_COLUNA; ORDEM)

O valor procurado é pesquisado dentro da primeira coluna do intervalo de pesquisa. Quando o valor é
encontrado, o resultado correspondente, indicado pelo índice da coluna, é apresentado. A ordem é um
argumento opcional que pode assumir o valor verdadeiro ou falso. Caso tenha o valor falso, a pesquisa
será realizada sempre considerando valores exatos. Por exemplo, podemos fazer uma procura por dados
de uma pessoa a partir do seu nome ou do seu número de cadastro. No exemplo abaixo, temos uma
tabela com dados de alunos e suas respectivas notas.

Para fazer uma busca pelo desempenho dos alunos na disciplina, podemos usar a função PROCV.
Procurando pelo campo de matrícula na primeira coluna do intervalo, podemos achar os demais dados
do aluno. Se desejarmos como resultado o nome do aluno cuja matrícula é 126-4, teríamos a seguinte
fórmula: =PROCV(H9;A10:D18;2;FALSO). O resultado seria o nome Éverton Brenner Oliveira. Para
chegar a esse resultado, a função procurou pela matrícula 126-4 na primeira coluna do intervalo A10:D18.
Ao encontrar o registro pesquisado, a função verificou qual o índice da coluna do intervalo A10:D18. O
índice, cujo valor é 2, indica a segunda coluna do intervalo. A intersecção entre a linha indicada pelo
número de matrícula e o índice da coluna do intervalo indicam o resultado final da fórmula.
Para evitar a pesquisa por aproximação, inserimos o quarto argumento com o valor FALSO.
Dessa forma, somente os valores existentes no intervalo retornarão resultados válidos.
Dicas:
– Sempre utilizar intervalos ordenados pela primeira coluna;
– Usar, na primeira coluna, valores únicos e não nulos.

Combinações Úteis

SE + É.NÃ[Link] + PROCV.
Leia sobre a combinação SE + É.NÃ[Link] + PROCV na página 24, função É.NÃ[Link].
SOMA e SE em fórmulas matriciais.
A combinação das funções SOMA e SE em fórmulas matriciais permite contabilizações que podem
considerar vários critérios ao mesmo tempo. Em outras palavras, é como se pudéssemos utilizar as
funções SOMASE e [Link] com vários critérios, em vez de apenas um.

265
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Os exemplos abaixo são bastante ilustrativos. Considere a seguinte tabela de despesas em um dado
mês:

Fórmula para Contagem


Uma contabilização útil seria, por exemplo, saber quantas operações foram realizadas na conta
13423 a partir do dia 15. Note que, como falamos, a função [Link] não resolve o problema pois
não permite considerarmos os dois critérios ao mesmo tempo.
A solução, portanto, é utilizarmos a combinação matricial das funções SOMA e SE, tendo a SOMA
como função mais externa, seguida de dois SEs concatenados. No SE mais interno, utilizamos 1 para
verdadeiro e 0 para falso:

{=SOMA(SE(C3:C19=13423;(SE(DIA(D3:D19)>15;1;0))))}

Essa será uma fórmula matricial. Fórmulas matriciais têm como característica básica o processamento
de intervalos de mais de uma célula para a obtenção de um resultado. No nosso exemplo, obteremos,
primeiro, todas as contas iguais a 13423. Depois, dentro desse conjunto, todos os dias a partir do dia 15.
Para os valores que obedecerem a ambos os critérios, atribuiremos o valor 1. Ao final, somamos esses
valores para obtermos o número de 9 operações realizadas na conta 13423 a partir do dia 15.
Para definir a fórmula como matricial, edite-a no Assistente de funções e marque a opção Matricial no
canto inferior esquerdo do diálogo. Outra forma de indicar que a fórmula é matricial é teclar
Ctrl+Shift+Enter ao final da digitação da fórmula. Ambos os procedimentos adicionarão chaves no início
e no final da fórmula.

{=SOMA(SE(C3:C19=13423;(SE(DIA(D3:D19)>15;1;0))))}

Note que as chaves não são digitadas. A atribuição matricial deve ser feita através de um dos dois
métodos descritos acima.

Fórmula para Soma


Imagine, agora, que nosso objetivo seja o de obter a soma de gastos realizados na conta 13423 a
partir do dia 15. A fórmula que utilizaremos é similar à anterior. No entanto, agora, colocaremos o intervalo
de E3:E19 dentro do parâmetro verdadeiro da função SE mais interna.

{=SOMA(SE(C3:C19=13423;(SE(DIA(D3:D19)>15;E3:E19;0))))}

Ou seja, faremos a avaliação das contas iguais à 13423 e dos dias maiores que 15. Somente os valores
que corresponderem a esses critérios dentro do intervalo E3:E19 serão contabilizados na soma. O
resultado será, então, 120.
Essa construção funciona como uma função SOMASE com vários critérios.

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Questões

01. (SSP/AM - Assistente Operacional - FGV) Analise o trecho de uma planilha LibreOffice Calc
mostrado a seguir.

Sabendo-se que a célula C1 foi selecionada, copiada e colada sobre as células C2 e C3, é correto
concluir que a fórmula da célula C1 é:

(A) =A1*B1
(B) =A$1*$B$1
(C) =A1*B$1
(D) =A$1*B1
(E) =A$1*B$1

02. (UFRJ - Auxiliar em Administração - PR-4 Concursos) Usando o LibreOffce Calc, um servidor
da UFRJ pretende aplicar uma formatação de uma única vez nas células C4, F8, G3. Para aplicar a
formatação desejada, esse servidor precisa selecionar as referidas células que não estão dispostas de
forma contínua. Indique a alternativa que contém a tecla que ele deverá manter pressionada, e em
seguida clicar com o botão esquerdo do mouse para selecionar essas células.

(A) TAB
(B) ALT
(C) SHIFT
(D) CTRL
(E) ENTER

03. (TJ/BA - Contabilidade - FGV) Considere uma planilha do LibreOffice Calc, contendo os dados
sobre um campeonato de futebol, ilustrada a seguir.

Sabe-se que o primeiro critério de classificação na tabela é o número de pontos, e que o número de
vitórias é um critério de desempate, do maior para o menor nos dois casos.
Para mostrar os times do primeiro para o último classificado, de cima para baixo, deve-se, no Calc,
selecionar a região A2 até C7, usar a combinação de menus “Dados Classificar” e, na tela que detalha a
ordenação, usar como Chaves de Classificação 1, 2 e 3, respectivamente:

(A) Coluna B (decrescente), Coluna C (crescente), (indefinido);


(B) (indefinido); Coluna B (decrescente), Coluna C (decrescente);
(C) Coluna B (decrescente), Coluna C (decrescente), (indefinido);
(D) Coluna B (crescente), Coluna C (decrescente), (indefinido);
(E) (indefinido); Coluna C (decrescente), Coluna B (decrescente).

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
04. (AL/GO - Analista Legislativo - CS-UFG) Observe a planilha de notas a seguir. Uma escola de
samba é sempre avaliada por quatro jurados para cada critério. Após a atribuição das quatro notas de um
critério, a menor nota não é computada no total de pontos desse critério.

Com base nesta planilha elaborada no LibreOffice Calc 4.4, as fórmulas das células F2 (nota de
descarte) e G2 (total do critério por agremiação) são, respectivamente:

(A) =MENOR(B2:E2;1) e =SOMA(B2:E2)


(B) =MENOR(B2;E2;1) e =SOMA(B2;E2)
(C) =MENOR(B2;E2;1) e =SOMA(B2;E2)-F2
(D) =MENOR(B2:E2;1) e =SOMA(B2:E2)-F2

05. (UFES - Técnico em Contabilidade - UFES) Uma nova planilha foi criada, utilizando-se o
LibreOffice Calc. Nas colunas A e B foram inseridas informações (nome e sexo) de funcionários de uma
empresa fictícia. O resultado é mostrado na figura 1 abaixo. O LibreOffice Calc oferece algumas
funcionalidades para manipulação de planilhas como, por exemplo, as descritas a seguir.
I. Classificar Dados. Exemplo: selecione as colunas A e B, clique no menu “Dados", em seguida na
opção “Classificar" e, finalmente, clique OK.
II. Autofiltro. Exemplo: selecione as colunas A e B, clique no menu “Dados", em seguida abra o
submenu “Filtro" e clique na opção “Autofiltro".
III. Filtragem. Exemplo: após criação do Autofiltro, clique sobre o botão que aparece no canto inferior
direito da célula B1, desmarque o valor “Masculino" e clique em OK.
IV. Ocultar Linhas. Exemplo: para as linhas 3, 5, 7 e 9, uma de cada vez, posicione o ponteiro do
mouse sobre a junção do cabeçalho da linha com a linha seguinte, clique e arraste para diminuir sua
altura, soltando assim que a mensagem “Ocultar" for exibida.

Figura 1 Figura 2

Dentre os recursos e exemplos descritos anteriormente, os que precisam ser usados para, a partir da
figura 1, ter como resultado a figura 2, acima, são:

(A) II e III apenas


(B) I, II e III apenas.
(C) I e IV apenas.
(D) II e IV apenas.
(E) I, II, III e IV.

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06. (Caixa Econômica Federal - Técnico Bancário Novo - CESGRANRIO) Nas suítes Microsoft
Office e Libre, a geração de gráficos pode ser feita, respectivamente, pelos aplicativos:

(A) Writer e Word


(B) Excel e Word
(C) Excel e Calc
(D) Calc e Math
(E) Base e Access

07. (MF - Assistente Técnico-administrativo - ESAF) O BrOffice é uma suíte para escritório gratuita
e de código aberto. Um dos aplicativos da suíte é o Calc, que é um programa de planilha eletrônica e
assemelha-se ao Excel da Microsoft. O Calc é destinado à criação de planilhas e tabelas, permitindo ao
usuário a inserção de equações matemáticas e auxiliando na elaboração de gráficos de acordo com os
dados presentes na planilha. O Calc utiliza como padrão o formato:

(A) XLS.
(B) ODF.
(C) XLSX.
(D) PDF.
(E) DOC.

Gabarito

01.D / 02.D / 03.C / 04.D / 05.A / 06.C / 07.B

Respostas

01. Resposta: D
O Cifrão “$”, serve para fixar uma coluna quando inserido antes da letra ou como no exemplo abaixo
a linha quando inserido antes do número, deste modo, mesmo copiando a célula os valores fixados com
o “$” serão mantidos. Veja na tabela abaixo qual o cálculo realizado em cada uma das células.

Célula Fórmula Calculo realizado Resultado


C1 = A$1 * B1 10 * 2 20
C2 = A$1 * B2 10 * 5 50
C3 = A$1 * B3 10 * 7 70

02. Resposta: D

Tecla Função
TAB Passa para a próxima célula
ALT Passa o foco para o menu
SHIFT Usado para selecionar várias linha, colunas ou ambas desde
que não haja intervalo entre elas.
CTRL Permite selecionar células que não estejam em sequência.
ENTER Usado quando terminamos de digitar um fórmula para
concluí-la, pular para a célula na linha abaixo e quando há
um conjunto de células selecionadas é possível alternar
entre as mesmas apenas pressionando Enter.

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03. Resposta: C
Devemos classificar de acordo com os critérios, senda na chave 1 o primeiro critério e na 2 o segundo,
a chave 3 fica automaticamente como indefinida, pois não iremos utiliza-la. Como se trata de uma
classificação por pontos, quem possui mais fica classificado em primeiro. Não devemos usar a coluna A
na classificação, pois ela seria utilizada apenas para ordenar por ordem alfabética.

04. Resposta: D
A função MENOR é usada para encontrar o menor valor, segundo uma posição especificada.
=MENOR(células;posição).

A função SOMA é para efetuar o somatório dos valores informados. =SOMA(células).

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
05. Resposta: A
A ferramenta de auto filtro permite classificar e selecionar valores que serão exibidos ou não na coluna.

Acesso à ferramenta.

Deixando selecionado o sexo feminino, para que sejam exibidas apenas as funcionárias.

06. Resposta: C
A tabela abaixo justifica a resposta:

Microsoft Office [Link] Função


Word (docx) Writer (odt) Processador de Texto
Excel (xlsx) Calc (ods) Cálculos – Planilha
Eletrônica
Power Point (pptx) Impress (odp) Apresentação
Access (accdb) Base (odb) Banco de Dados

O única item que contém programas respectivamente de Microsoft Office e BrOffice é o item c.

07. Resposta: B
ODF significa formato de documento aberto.

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6. Noções, como usuário, do funcionamento de computadores e de periféricos
(impressoras e digitalizadoras).

COMPUTADORES E PERIFÉRICOS

Computadores

A função de um computador é processar dados. Para processá-los é preciso movê-los até a unidade
central de processamento, armazenar resultados intermediários e finais em locais onde eles possam ser
encontrados mais tarde, para controlar as funções de transporte, armazenamento e processamento45.
Portanto, tudo que um computador faz pode ser classificado como uma destas quatro ações
elementares: mover dados, processar, armazenar, e controlar estas atividades. Vejamos a seguir:
- Mover dados: é executada através do fluxo da corrente elétrica ao longo de condutores que ligam
os pontos de origem e destino e não depende de elementos ativos.
- Controlar: são igualmente executadas através de pulsos de corrente, ou "sinais", propagados em
condutores elétricos (estes pulsos são interpretados pelos componentes ativos, fazendo-os atuar ou não
dependendo da presença ou ausência dos sinais).
Portanto estas duas funções, transporte e controle, para serem executadas só dependem da existência
de condutores elétricos (fios, cabos, filetes metálicos nas placas de circuito impresso, etc.) e não exigem
o concurso de componentes ativos.
- Processar: consiste basicamente em tomar decisões lógicas do tipo "faça isso em função daquilo".
Por exemplo: "compare dois valores e tome um curso de ação se o primeiro for maior, um curso diferente
se ambos forem iguais ou ainda um terceiro curso se o primeiro for menor". Todo e qualquer
processamento de dados, por mais complexo que seja, nada mais é que uma combinação de ações
elementares baseadas neste tipo de tomada de decisões simples. O circuito eletrônico elementar capaz
de tomar decisões é denominado "porta lógica" (logical gate), ou simplesmente "porta".
- Armazenar: consiste em manter um dado em um certo local enquanto ele for necessário, de tal forma
que ele possa ser recuperado quando o sistema precisar dele. O circuito lógico elementar capaz de
armazenar um dado (expresso sob a forma do elemento mínimo de informação, o "bit", que pode exprimir
apenas os valores numéricos "um" ou "zero" ou ainda os valores lógicos equivalentes, "verdadeiro" ou
"falso") é a célula de memória – um dispositivo capaz de assumir um dentre dois estados possíveis e
manter-se nesse estado até que alguma ação externa venha a alterá-lo (dispositivo "biestável").

Tendo isto em vista, pode-se concluir que todo computador digital, por mais complexo que seja, pode
ser concebido como uma combinação de um número finito de apenas dois dispositivos básicos, portas
lógicas e células de memória, interligados por condutores elétricos.
Veremos agora, algumas dessas funções.

Unidade de sistema
A unidade de sistema é o núcleo de um sistema de computador. Normalmente, é uma caixa retangular
colocada sobre a mesa ou embaixo dela. Dentro dessa caixa estão os componentes eletrônicos que
processam as informações.
O mais importante desses componentes é a CPU (unidade de processamento
central) ou microprocessador, que atua como o "cérebro" do computador. Outro componente é a memória
RAM, que armazena temporariamente informações utilizadas pela CPU enquanto o computador está
ligado. As informações gravadas na RAM são apagadas quando o computador é desligado.
Quase todas as outras partes do computador se conectam à unidade de sistema por meio de cabos.
Os cabos são conectados a portas, aberturas específicas, geralmente na parte traseira da unidade de
sistema. O hardware que não faz parte da unidade de sistema é chamado dispositivo periférico ou
simplesmente dispositivo.

45
[Link]

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Unidade de sistema.

Unidades de armazenamento
O computador possui uma ou mais unidades de disco, ou seja, dispositivos que armazenam
informações em um disco revestido por uma unidade de plástico ou metal. O disco preserva as
informações mesmo quando o computador está desligado. Vejamos a seguir, os tipos de unidade de
armazenamento.

Disco rígido
Esse tipo de unidade armazena informações em um disco rígido, que é um prato rígido ou pilha de
pratos com uma superfície magnética. Como os discos rígidos podem reter uma grande quantidade de
informações, normalmente eles funcionam como principal meio de armazenamento do computador,
guardando praticamente todos os programas e arquivos.
Em geral, a unidade de disco rígido fica localizada dentro da unidade de sistema.

Unidade de disco rígido.

CD e DVD
Em um passado não muito distante, a maioria dos computadores/notebooks vinham equipados com
uma unidade de CD ou DVD, geralmente localizada na frente da unidade de sistema. As unidades de CD
usam lasers para ler (recuperar) dados de um CD. Muitas delas também podem gravar dados em CDs.
Se você tiver uma unidade de disco gravável, poderá armazenar cópias de seus arquivos em CDs vazios.
A unidade de CD também serve para reproduzir música no computador/notebook.

CD.

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As unidades de DVD fazem o mesmo que as unidades de CD e também leem DVDs. Com uma unidade
de DVD, pode-se ver filmes ou imagens no computador. Muitas unidades de DVD podem gravar dados
em DVDs vazios.
CD-R (CD Recordable): CD gravável. Com capacidade para 700 MB ou 80 minutos de áudio sem
compactação. Não permite que nenhum dado seja apagado do CD. Após adicionados, os dados que lá
estão são permanentes. Se não for utilizada toda a capacidade na primeira gravação, pode-se gravar
outras sessões, até que o CD esteja completamente cheio.
CD-RW (CD Rewritable): CD regravável. Também tem a capacidade de 700 MB. Essa mídia permite
que você grave, apague os dados e grave novamente. Sua vida útil é de aproximadamente mil ciclos (1
ciclo = gravar uma vez + apagar uma vez).
Mini-CD: apesar de pouco popular, é uma boa opção para quem não gosta de carregar os CDs de
tamanho normal. Além do tamanho reduzido (8cm de diâmetro, contra os 12cm do CD normal), sua
capacidade também é bem menor: 180 MB, ou 23:30 minutos. Os tocadores e gravadores de CD que
possuem a “gaveta” são perfeitamente capazes de reproduzir e gravar mini CDs.
DVD-R: com capacidade de 4.7 GB, é o formato mais usado no Brasil. Muitas vezes as pessoas podem
se referir a esse tipo de mídia como DVD5, devido ao fato de a sua capacidade estar próxima dos 5 GB.
Também existem DVD-Rs com capacidade de 8.5 GB (também chamados de DVD9). Isso é possível
porque são usadas duas camadas diferentes no mesmo lado do disco, praticamente dobrando a
capacidade de armazenamento.
Também existem os DVDs com capacidade de gravação nos dois lados do disco, mas esse tipo é
difícil de ser encontrado, pois não se popularizou no Brasil. Sua capacidade é de até aproximadamente
15 GB.
DVD-RW: esse tipo de DVD tem a mesma capacidade do DVD-R, com a possibilidade de apagar os
dados e reutilizar o disco, assim como o CD-RW.

DVD.

Podemos dizer tranquilamente que CD e DVD são itens considerados “desatualizados”, e de pouco
uso pela maioria das pessoas. E quem responderia isso são as vendas e consumo de disco no mundo.
As fabricantes optaram por tirar este item “antigo” por estes pontos que separamos:
- Espaço útil e espessura (Uma das buscas atuais no mercado de eletrônicos é sempre por produtos
mais finos, sejam celulares, computadores portáteis, etc.);
- Peso (Os poucos gramas a mais já podem fazer da diferença na hora do fabricante tentar anunciar
que seus notebooks novos estão mais leves e finos);
- Custo (Outro ponto chave para oferecer produtos mais baratos é cortar o desnecessário (ou pouco
usado). Apesar de não ser um recurso assim tão caro, todo valor economizado na produção vai refletir
em produtos com preços reduzidos);
- Queda no consumo de discos (A queda de uso das mídias ROM (discos de CD, DVD e Blu-ray) está
sendo igual ao que foi o fim de fitas K7, discos de vinil e similares).

Disquete
Pouco encontrado nos equipamentos eletrônicos atuais, por ser considerado um periférico
ultrapassado e substituídos por novas tecnologias.
As unidades de disquete armazenam informações em discos, também chamados discos flexíveis.
Comparado a CDs e DVDs, os disquetes podem armazenar apenas uma pequena quantidade de
dados. Eles também recuperam informações de forma mais lenta e são mais vulneráveis a danos. Por
esses motivos, as unidades de disquete são cada vez menos usadas, embora ainda sejam incluídas em
alguns computadores.
Estes discos são chamados de disquetes porque o seu interior é feito de um material de vinil fino e
flexível, apesar de sua capa, parte externa, ser composta por um plástico rígido, é apenas uma capa.

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Disquete.

Pen drives
Os dispositivos que mais cresceram nos últimos anos, exclusivamente pela capacidade, facilidade e
velocidade no transporte de dados, que outrora foram limitados aos 32 MB de memória e hoje já chegam
a armazenar mais de 128 GB, sendo as mídias portáteis mais eficientes da atualidade. Em questões de
memória, ficam atrás apenas dos discos rígidos, que podem armazenar terabytes.

Pendrive.

Um pen drive de 128 GB pode ser comparado (em questões de capacidade interna) com: 28 DVDs;
187 CDs; 91 mil disquetes de 3,5 polegadas ou 109 mil disquetes de 5,25 polegadas. Um disco rígido
de 2 TB pode armazenar o conteúdo de 17 pen drives desses.
Como visto, a capacidade de armazenamento em um único dispositivo auxilia as práticas cotidianas
de arquivo ou transferência de dados.

HD externo
Outra forma de transportar/armazenar/arquivar dados de forma segura – mesmo que não tão portátil
– é através do uso de HDs externos. Eles geralmente são acoplados a gavetas externas e conectados
aos computadores através de cabos USB.

HD Externo.

Por enquanto o processo de transferência de arquivos é um pouco lento, pois a velocidade de resposta
dos USBs é limitada, mas num futuro próximo - com o surgimento de tecnologias como o Light Peak - o
processo pode ser bem mais veloz.

Cartão de memória
SD, miniSD, microSD, xD, Memory Stick e MMC. Esses são apenas alguns dos tipos de cartão de
memória que você pode encontrar por aí no dia a dia. A quantidade de formatos é imensa e, por conta
disso, é natural que você fique na dúvida na hora de adquirir um modelo para uso cotidiano.
Diferente do que acontece nos discos rígidos, em que o processo de gravação de informações é
mecânico, os cartões utilizam a chamada memória flash. Também conhecida como armazenamento
sólido, esse tipo de técnica de gravação e leitura acaba gerando equipamentos mais resistentes a
impactos, mais velozes na transferência de dados e com maior durabilidade.
A padronização de formatos não é uma das características desse segmento de mercado. Por conta
disso, existem dezenas de tipos de cartão de memória. Cada um deles tem tamanho diferenciado e
características específicas de velocidade de transferência de dados e capacidade de gravação.

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Cartões de Memória.

Blu-ray
Com o surgimento dos equipamentos com capacidade para execução de vídeos e filmes em alta
definição, era necessário desenvolver uma mídia de grande capacidade, para possibilitar assim, o
armazenamento de imagens em alta definição, que ocupam muito mais espaço. Com a Sony à frente do
projeto, foi criado então o Blu-ray, que possui esse nome justamente porque a cor do laser que faz sua
leitura e gravação é azul. A capacidade do Blu-ray é de incríveis 25 GB nas mídias com uma só camada.
Nos discos com duas camadas, o tamanho dobra, chegando aos 50 GB.

Blu-ray.

Periféricos de Computador

Chama-se periférico qualquer equipamento eletrônico susceptível de ser conectado a um computador


através de uma de suas interfaces de entrada/saída (porta série e paralela, barramento USB, barramento
firewire, interface SCSI, etc.), a maioria das vezes através de um conector46. Desta maneira, podemos
considerar os periféricos como componentes externos do computador.

Principais periféricos
Os periféricos se distinguem nas seguintes categorias:
Periféricos de visualização: dispositivos de saída que oferece ao usuário uma representação visual,
como o monitor ou a tela.
Periféricos de entrada: periféricos que só podem enviar informações para o computador, como os
dispositivos indicadores (mouse e teclado, por exemplo).
Os periféricos de entrada e saída são os únicos que podem enviar e transmitir informações entre
computadores ou dispositivos. Entre eles estão mouse, teclado, caneta ótica, scanner e impressora,
joystick, microfone e fone de ouvido, plotadora (impressora capaz de imprimir gráficos em grandes
dimensões com alta qualidade e precisão), microfilme, caixa de som etc.
Periféricos de armazenamento: são periféricos de entrada/saída, que podem armazenar as
informações de forma permanente (disco rígido, CD, CD de áudio e CD-ROM e DVD, DVD áudio e DVD-
ROM etc.).
Periféricos de captura: permitem que o computador receba informações específicas, tais como
capturas de vídeo ou imagens digitalizadas.

Vejamos a seguir, os principais dispositivos periféricos.

46
[Link]

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Mouse
Mouse é um pequeno dispositivo usado para apontar e selecionar itens na tela do computador. Embora
existam mouses de várias formas, o modelo mais comum se assemelha a um rato (como diz o nome em
inglês). Ele é pequeno e alongado, sendo conectado à unidade de sistema por um cabo comprido que faz
lembrar uma cauda. Alguns mouses mais novos são sem fio.

Mouse.

O mouse geralmente possui dois botões: um botão principal (normalmente o da esquerda) e um botão
secundário. Muitos mouses também têm uma roda entre os dois botões, que permite percorrer as telas
de informações.

Ponteiros do mouse.

À medida que você move o mouse com a mão, um ponteiro na tela se move na mesma direção, (a
aparência do ponteiro pode mudar dependendo da sua posição na tela). Quando quiser selecionar um
item, aponte para ele e clique no botão principal, ou seja, pressione-o e solte-o. Apontar e clicar com o
mouse é a principal maneira de interagir com o computador.

Teclado
A finalidade principal do teclado é digitar textos no computador. Ele possui teclas para letras e números
e símbolos, exatamente como em uma máquina de escrever.
A diferença está nas teclas especiais: as teclas de função, localizadas na linha superior, executam
funções diferentes dependendo de onde são usadas, e são representadas pelas abreviaturas F1, F2, F3...
até F12. Como o nome deixa claro, estas teclas realizam funções específicas, que mudam de acordo com
o programa ou sistema operacional utilizado. Elas também podem ser ativadas em conjunto com outras
teclas, como o “Alt”
O teclado numérico, localizado à direita na maioria dos teclados, permite inserir números rapidamente.
As teclas de navegação, como as teclas de seta, permitem mover sua posição dentro de documentos
ou páginas da Web.

Teclado.

Você também pode usar o teclado para executar muitas das mesmas tarefas que executa com um
mouse, por meio das setas direcionais.

Impressora
Impressora é um dispositivo que faz uma representação legível de gráficos, textos ou imagens em
papel ou mídia física similar.

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Uma impressora transfere dados de um computador para o papel. Você não precisa de impressora
para usar o computador, mas, se tiver uma, poderá imprimir e-mails, cartões, convites, anúncios e outros
materiais. Muitas pessoas também preferem imprimir suas fotos em casa.
Os dois principais tipos de impressora são a jato de tinta e a laser. As impressoras a jato de tinta são
as mais populares para uso doméstico. Elas podem imprimir em preto e branco ou em cores e produzem
fotos de alta qualidade quando usadas com papel especial. As impressoras a laser são mais rápidas e
mais adequadas para uso intenso.

Impressora a jato de tinta (à esquerda); impressora a laser (à direita).

A rápida atualização de e-mail internet na década de 1990 e na década de 2000 deslocou em grande
parte a necessidade de impressão como um meio de documentos em movimento.
Começando por volta de 2010, a impressão 3D tornou-se uma área de intenso interesse, permitindo a
criação de objetos físicos com o mesmo tipo de esforço como uma impressora a laser cedo necessária
para produzir uma brochura. Estes dispositivos estão em seus estágios iniciais de desenvolvimento, ainda
não se tornaram comuns, devido principalmente ao seu alto valor no mercado, o que torna pouco
acessível.
Algumas orientações precisam ser levadas em consideração com relação ao uso da impressora:
Antes de utilizar qualquer função da impressora, é importante conferir se o driver de instalação está
configurado corretamente e atualizado;
- A velocidade de impressão é medida em páginas por minuto (ppm), uma sigla muito encontrada em
descrição de impressoras laser de alta velocidade e scanners;
- A resolução das imagens é medida em DPI, do inglês, Dot Per Inch, que significa Ponto Por Polegada.
A medida desse índice sempre se refere à resolução horizontal x vertical;
- A conexão dos equipamentos é um recurso importante na hora da compra. Modelos atuais contam
com conector USB, Bluetooth e conectividade com redes, sejam cabeadas ou sem fio.
- Usar cartuchos e toners originais pode ser mais seguro. Sempre configure a impressora de acordo
com o papel a ser utilizado, não coloque mais folhas na bandeja do que o recomendado e faça uma
limpeza interna e externa periodicamente.
- Caso necessite digitalizar documentos para processo eletrônico, utilize scanners profissionais que
digitalizam frente e verso em alta velocidade, além de possuir maior compactação de arquivos gerados
comparados as multifuncionais.

Scanner
Um scanner é um aparelho de leitura ótica que permite converter imagens, fotos, ilustrações e textos
em papel, num formato digital que pode ser manipulado em computador. Por exemplo, é possível "passar"
uma capa de revista ou uma fotografia para a tela de seu PC. Existem diversos tipos de scanners no
mercado, que utilizam vários tipos de tecnologia. O mais comum é o scanner de mesa, que parece muito
com uma máquina copiadora. Outros tipos são: scanner de tambor, scanner de mão, scanner leitor código
de barras, scanner de página e scanner para cartão de visita.

Scanner de mesa.

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Todos os scanners baseiam-se no princípio da refletância da luz, que consiste em posicionar a imagem
de forma que uma luz a ilumine. Um sensor capta a luz refletida pela figura, formando assim uma imagem
digital. Os scanners mais simples usam lâmpada fluorescente para iluminar a imagem, enquanto que os
mais sofisticados usam uma lâmpada do tipo catodo-frio. No entanto, um outro fator determinante para a
qualidade de imagens escaneadas, é o sensor. Abaixo há uma descrição dos tipos de sensores mais
usados:
- Photo Multiplier Tube (PMT): usado nos scanners de tambor, que são mais sofisticados e caros.
Esse tipo de scanner é usado principalmente na indústria gráfica, para impressões de alta qualidade. Para
digitalizar a imagem, a mesma é posta num cilindro de vidro que gira em alta velocidade ao redor do
sensor PMT, que divide a luz refletida em três feixes que passam por filtros e geram a imagem digitalizada.
Devido a sua complexidade, os scanners de tambor praticamente só são usados em aplicações
profissionais;
- Charge Coupled Device (CCD): esse sensor é usado em quase todos os scanners domésticos, os
mais comuns. Seu destaque é a boa qualidade e preço baixo. O sensor CCD é usado inclusive, em
aparelhos de FAX e câmeras digitais. Esse tipo de sensor transforma a luz refletida em sinais elétricos
que por sua vez, são convertidos em bits através de um circuito denominado conversor analógico-digital.
Os scanners de mesa geralmente possuem vários sensores CCD organizados em forma de linha reta;
- Contact Image Sensor (CIS): esse tipo de sensor usa uma série de LEDs vermelhos, azuis e verdes
para produzir a luz branca e substituir os espelhos e lentes usados nos scanners com sensor CCD. Isso
permite um escaneamento mais leve e que gasta menos energia. No entanto, a qualidade da imagem
escaneada não é tão boa quanto à do CCD, mas o suficiente para aplicações simples. O preço desse tipo
de scanner é bem baixo.

Copiadoras
A fotocopiadora, como é o nome oficial da máquina de xerox, que ficou mundialmente conhecida pelo
nome de sua empresa fabricante, é um dispositivo de impressão para reprodução de documentos em
geral. A evolução do equipamento simplificou sua utilização, seja no trabalho profissional ou para os
estudos didáticos.
O funcionamento das fotocopiadoras está baseado nos princípios da física, especificamente, da
eletricidade estática.
Um cilindro fotossensível lê e fica carregado com a imagem refletida do original por meio de espelhos.
Como numa fotografia, uma imagem do original é formada na superfície do cilindro. O cilindro, por sua
vez, recebe uma boa quantidade de toner ou tonalizador, um pó que é atraído pelas cargas elétricas que
formam a imagem. O toner ajuda a fixar a imagem transferida em um papel. E assim, num processo que
inclui muito calor e pressão, a imagem cola. Não se deve retirar o papel imediatamente da xerox. Ele
precisa de um tempo para secar e não manchar com o contato manual.
Na atualidade, a imagem projetada também pode ser formada no cilindro com o uso de raios laser ou
diodos emissores de luz LED, num processo semelhante às impressoras a laser.
Para fotocopiar um documento, uma pessoa deve observar se nada está faltando na máquina –
normalmente, um dispositivo se acende apontando algo que falta para o funcionamento correto do
equipamento. Esta indicação é feita por um ícone ou uma mensagem. Também é necessário verificar se
há papel na caixa correspondente para a cópia a ser reproduzida. Há vários tipos, tamanhos e gramaturas
de papel para impressão. Sua aplicação varia de acordo com o material a ser copiado.
Verificado os itens necessários, o usuário levanta a tampa da copiadora, coloca o papel a ser
reproduzido no local indicado, de acordo com o tamanho e margens delimitadas. A superfície que precisa
ser copiada deve estar virada para baixo. Ao se apertar o botão específico, automaticamente, uma
lâmpada se acende e “varre” todo o papel.
A imagem deste documento é “fotografada” e transferida para o papel, enquanto a pessoa fica
simplesmente esperando pelo término do processo. No final, a cópia aparece na caixa de saída, uma
bandeja para o material fotocopiado.
O processo é simples e ao mesmo tempo fascinante, porque enquanto um documento fica em uma
superfície, a cópia sai rapidamente do outro lado.
Para tornar uma cópia mais funcional e utilizar menos papel nesses tempos de atenção à
sustentabilidade, é possível tirar um xerox frente e verso, utilizando assim as duas faces de uma folha de
papel.

Reparos e prevenção da copiadora


Manter a copiadora limpa pode prevenir muitos problemas e também aumentar consideravelmente a
qualidade de impressão do equipamento.

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Para começar, sempre que o equipamento estiver apresentando problemas perceptíveis, leia o visor
para encontrar alguma informação sobre obstrução ou falta de papel.
Em grande parte das copiadoras, o visor consegue dizer exatamente qual a localização do problema
e te fornece instruções passo a passo sobre como resolvê-los.
Após isso, abra as partes onde o papel está preso e retire-o cuidadosamente. Após isso, certifique-se
de limpar o local com algo que não danifique o equipamento como espanadores.
Se isso não resolver, remova as gavetas onde ficam os papéis e procure por folhas presas atrás ou
abaixo delas.
Feche todas as gavetas, cheque o visor novamente e veja se os problemas indicados sumiram. Em
caso negativo, desligue totalmente a copiadora e ligue novamente.
Este procedimento faz com que o equipamento se aqueça. Algumas vezes, os problemas indicados
no visor não existem e o sensor só precisa ser resetado.
Outras vezes, o problema pode acontecer apenas por falta de toner suficiente para realizar a
impressão. Certifique-se no visor se o nível está satisfatório e, caso não esteja reabasteça a máquina
com mais toner.
Um outro problema muito comum encontrado nestes equipamentos, é a presença de linhas e outras
marcas na impressão. Isso pode acontecer por muitos motivos. Grande parte deles se dá por sujeira
dentro da máquina, ou falta de manutenção periódica.
Muitas copiadoras, no momento da compra já vêm com um spray especial que ajuda no processo de
limpeza. Limpe os vidros e rolos e teste novamente para ver se as linhas e marcas das impressões
continuam.
Se ainda assim, estes problemas persistirem, isso pode significar que alguma parte, normalmente o
fusor, precisa ser trocado.
Nessa situação, é extremamente recomendado que os usuários do equipamento não tentem realizar
este procedimento se não possuem o conhecimento necessário.
A melhor coisa a ser fazer é chamar um técnico especializado e esperar a manutenção ser concluída.

Aparelho de fax (Fac-símile)


A utilização do fac-símile na transmissão e recepção de textos, gráficos, desenhos, fotografias, entre
outros, tornou-se muito importante em seu surgimento. Os documentos são transmitidos em sua forma
original sem precisar de manuseio ou gravação anterior. Acoplado ao telefone, o fax (como também é
conhecido) pode ser operado por qualquer pessoa em uma velocidade surpreendente. “Fax” foi como se
popularizou esse equipamento, principalmente devido a facilidade de pronunciar tal palavra. Logo, a
palavra fac-símile é usada atualmente no contexto da tecnologia das telecomunicações por fax.

Para envio de um documento por fax


- Ler as instruções do fabricante. Verifique se o aparelho está conectado a uma fonte de alimentação
e um conector de telefone antes de ligá-lo. Obtenha o número de fax para o destino do fax que você está
enviando. Organize os documentos que estão enviando em ordem.
- Preencha um cover sheet (folha de capa) para o fax, o que irá conter o nome do destinatário e o
número do fax, o nome do seu chefe ou do escritório, o número de fax para seu escritório, uma pequena
mensagem para o destinatário e o número de páginas, incluindo a cover sheet.
- Posicione os documentos virados para cima na bandeja de alimentação. Disque o número do fax do
destinatário e aguarde o sinal. Caso alguém atenda peça o sinal de fax.
- Assim que o sinal for dado (som de um bip longo e alto), pressione o botão “Enviar” ou “fax” para
enviar o documento, dependendo da máquina que você está usando.
- Você poderá colocar o fone no gancho quando a transmissão iniciar.
- Após o envio do documento, o aparelho de fax emite um sinal sonoro. Neste momento o usuário ter
a opção de imprimir o registro de envio como prova de que a transmissão foi efetuada com sucesso.

Para receber um documento por fax


- Certifique-se que há muita tinta no cartucho de toner de sua máquina e que há uma abundância de
papel, assim você pode receber um fax sem problemas. Aguarde até que o telefone toque. Há aparelhos
que são configurados para fornecer o sinal automaticamente e outros dependem do atendente conceder
o sinal de fax.
- Assim que o sinal for autorizado, a transmissão se inicia. Acompanhe o envio do documento e
aguarde até que todo o documento chegue através do fax.
-Verifique o número de páginas que você recebeu em relação ao número indicado na folha de rosto
para garantir que o documento veio completo por meio do fax.

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- Boa prática é contatar o remetente para confirmar o recebimento deste documento.
- É possível configurar o número de fax para que possa ir diretamente para um arquivo de computador
em vez de imprimir em papel

Alto-falantes
Os alto-falantes são usados para tocar som. Eles podem vir embutidos na unidade de sistema ou ser
conectados com cabos. São eles que permitem ouvir música e efeitos sonoros no computador.

Alto-falantes do computador.

Conectar um microfone, player de música ou outro dispositivo de áudio ao computador


Você pode conectar um microfone, player portátil de música ou outro dispositivo de áudio ao
computador usando um dos conectores na parte frontal, traseira ou lateral do computador. Esses
conectores se conectam diretamente à placa de som ou processador de som do computador.
A maioria dos computadores desktop têm pelo menos um conector de entrada para conectar um player
de música ou outro dispositivo de áudio e um conector de saída para conectar alto-falantes. Esses
conectores geralmente aparecem na parte traseira de um computador desktop. Muitos computadores
desktop também têm um conector de microfone, que normalmente fica na parte frontal.
A maioria dos laptops não têm conectores de entrada nem de saída, mas normalmente têm conectores
de microfone e alto-falante localizados em sua parte frontal ou lateral.

Conectores de microfone, de entrada e de saída em um computador desktop comum.

Se você não ouvir nenhum som vindo de um dispositivo de áudio que conectou a um dos conectores
do computador, verifique se o conector não está sem som.
Para isso, execute as instruções a seguir:

Para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao seu computador desktop
Após conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao conector de entrada e ligá-lo, siga
estas etapas:
- Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e
clique em Som.
- Clique na guia Gravação, em Entrada e em Propriedades.
- Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver
a seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar.
- Clique na guia “Escutar”, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK.
- Você também pode alterar o volume de entrada na guia Níveis. Selecione o controle deslizante
sob Entrada, arraste-o para a direita ou para a esquerda para aumentar ou diminuir o volume do
dispositivo de áudio e clique em OK.

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Para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao seu laptop
Se o laptop tiver um conector de entrada, siga as instruções acima para conectar um player de música
a um computador desktop. Mas para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio à maioria
dos laptops, é preciso conectá-lo a um conector de microfone. Para isso, siga estas etapas:
- Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e
clique em Som.
- Clique na guia Gravação, em Microfone e em Propriedades.
- Clique na guia “Escutar”, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em Aplicar.
- Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver
a seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar.
- Toque alguma música ou outros sons no dispositivo para testar o volume que sai dos alto-falantes do
computador. Selecione o controle deslizante sob Microfone, arraste-o para a direita ou para a esquerda
para aumentar ou diminuir o volume do dispositivo de áudio e clique em OK. Convém ajustar também o
volume do dispositivo.

Para conectar um microfone ao seu computador

Após conectar um microfone a um conector de microfone no computador e ativá-lo (se o microfone


tiver um botão liga/desliga), siga as etapas a seguir.
- Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e
clique em Som.
- Clique na guia Gravação, em Microfone e em Propriedades.
- Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver
a seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar.
- (Opcional) Para escutar sons de microfone por meio dos alto-falantes ou fones de ouvido, clique na
guia Escutar, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK.

Caixa de diálogo Propriedades de microfone mostrando som ativado.

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Modem
Para conectar o computador à Internet, você precisa de um modem, um dispositivo que envia e recebe
informações do computador por linha telefônica ou cabo de alta velocidade. Às vezes, os modems vêm
embutidos na unidade de sistema, mas os de alta velocidade normalmente são componentes separados.

Modem a cabo.

Câmera fotográfica digital47


As câmeras convencionais dependem totalmente de processos químicos e mecânicos: você nem
precisa de eletricidade para utilizá-las. Por outro lado, todas as câmeras digitais possuem um computador
embutido e todas elas registram imagens eletronicamente.
As câmeras digitais não substituíram completamente as câmeras convencionais. Mas, à medida que
a tecnologia de geração digital de imagens avança, as câmeras digitais se tornam cada vez mais
populares.
Digamos que você queira tirar uma foto e enviá-la por e-mail. Para isso, precisará que a imagem seja
representada em uma linguagem que o computador reconheça: bits e bytes.
Essencialmente, uma imagem digital é uma longa sequência de 1s e 0s que representam todos os
minúsculos pontos coloridos, ou pixels, que compõem a imagem (para informações sobre a amostragem
e representações digitais de dados, veja esta explicação da digitalização de ondas sonoras). Digitalizar
ondas de luz funciona de forma similar.
Se você quiser tirar uma foto desta forma, terá duas opções:
- Pode tirar uma fotografia usando uma câmera de filme convencional, processando o filme
quimicamente, imprimindo-o em papel fotográfico e depois usando um scanner digital para digitalizar a
impressão (gravar o padrão de luz como uma série de valores de pixels);
- Pode digitalizar diretamente a luz original refletida pelo seu objeto, decompondo imediatamente esse
padrão de luz em uma série de valores de pixels. Em outras palavras, você pode usar uma câmera digital.
Em seu nível mais básico, uma câmera digital, assim como uma câmera convencional, possui uma
série de lentes que focaliza a luz para criar a imagem de uma cena. Mas em vez de focalizar essa luz
sobre um pedaço de filme, ela o faz sobre um dispositivo semicondutor que grava a luz eletronicamente.
Um computador então decompõe essas informações eletrônicas em dados digitais. Todo o divertimento
e os recursos interessantes das câmeras digitais vêm como um resultado direto desse processo.

Resolução
A quantidade de detalhes que a câmera pode capturar é chamada de resolução e é medida em pixels.
Quanto mais pixels uma câmera possui, mais detalhes ela pode capturar e fotos maiores podem ser feitas
sem granulação ou perda de nitidez. Veja abaixo algumas resoluções.
256 x 256: encontrada em câmeras muito baratas, essa resolução é tão baixa que a qualidade da foto
quase sempre é ruim. Isso corresponde a um total de 65 mil pixels.
640 x 480: essa resolução é ideal para fotos enviadas por e-mail ou publicação de fotos em sites.
1216 x 912: este é um tamanho de imagem "megapixel": 1.109.000 pixels totais. Bom para fotos
impressas.
1600 x 1200: com quase 2 milhões de pixels, essa é uma alta resolução. Pode-se imprimir uma foto
de 10 cm x 13 cm tirada com essa resolução com a mesma qualidade obtida em um laboratório fotográfico.
2240 x 1680: encontrada em câmeras de 4 megapixels, permite fotos impressas ainda maiores, com
boa qualidade para impressões de até 40 cm x 51 cm.
4064 x 2704: uma câmera digital top de linha com 11,1 megapixels tira fotos com esta resolução.
Nessa configuração, podem-se criar fotos impressas de 35 cm x 23 cm sem perder qualidade de imagem.

47
[Link]

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Webcam48
Uma webcam é uma pequena câmera conectada a um computador que você pode usar para transmitir
áudio e vídeo pela Internet. Você pode se comunicar com outras pessoas que têm webcam e pode assistir
a um vídeo da outra pessoa enquanto conversa, ou então simplesmente tirar uma foto e já transmiti-la
por e-mail, por exemplo.
Os programas que você usa com uma webcam determinarão o que é possível fazer com ela. Por
exemplo, para realizar um bate-papo com vídeo, você precisa de um programa que ofereça suporte para
chamadas de vídeo e videoconferências, como o Windows Live Messenger, ou similares.
Outros programas de webcam incluem softwares que ajudam a usá-la como uma câmera de segurança
para monitorar sua casa ou seu escritório enquanto você estiver fora, ou programas que permitem que
você crie seus próprios vídeos para publicar na Internet, além de muitas outras coisas.
As webcams não são usadas somente em ambientes domésticos. Algumas organizações usam
webcams para transmitir vídeos ao vivo, permitindo que as pessoas acompanhem o trânsito em uma via
movimentada ou, por exemplo, visualizem um local famoso ou um ponto turístico a partir de seus
computadores.

Dois tipos: interna e externa


As webcams internas são incorporadas na estrutura de um monitor e normalmente estão localizadas
logo acima da tela. Elas são mais comuns em laptops, mas também são incorporadas em alguns
monitores autônomos e computadores multifuncionais (computadores que são integrados na carcaça do
monitor).

Muitos laptops são fornecidos com uma webcam integrada ao monitor.

As webcams internas têm uma pequena lente parecida com a fina lente da câmera de muitos telefones
celulares. Essas lentes são tão pequenas e discretas que algumas pessoas nem chegam a perceber que
há uma webcam em seu notebook.
As webcams externas são muito maiores e ficam fora do computador.

Webcam externa.

Elas devem ser conectadas ao computador com um cabo USB. A maioria das webcams externas tem
ganchos que servem para pendurá-las na borda do monitor ou um suporte de fixação em uma superfície
plana.

Central telefônica/PABX e sistemas de transferência de chamadas


Em telecomunicações, uma central telefônica é o equipamento eletrônico que realiza a ligação
(comutação) entre dois usuários ("assinantes") do serviço de telefonia.

48
[Link]

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A palavra “ramal” significa que existe um entroncamento principal de onde se originam as ramificações
ou para onde os ramos convergem.
Falando de um sistema de telefonia de uma residência por exemplo. É possível utilizar extensões ou
Ramal sem fio.
Sendo assim para uma casa/residência não há problemas em utilizar ramal sem fio, pois para uso
doméstico não influenciará no resultado final. Mas ao contrário facilitará, pois irá possibilitar o atendimento
do telefone de qualquer cômodo ou ambiente da casa.
Quando pensamos no sistema telefônico para empresas, temos que entender que a quantidade de
linhas telefônicas e pessoas para utilizar estas linhas será muito maior. Neste caso o sistema será de uso
comercial. Onde o uso de telefone sem fio de ramal não é indicado.

Uso de ramal em empresas


O ramal indicado para uso em empresas é provido por um equipamento de PABX, Central PABX ou
Central Telefônica. E normalmente sua instalação é feita através de fios. Este equipamento além de
prover os ramais, também dispõe de inúmeros recursos; como identificação de chamada no ramal,
atendimento digital, retenção de chamada em espera e outras facilidades.

Uso de PABX
PABX é a sigla para Private Automatic Branch Exchange, que quando traduzida para o português seria
algo como "Troca automática de ramais privados".
Esse sistema começou a se firmar nos anos 90, quando a indústria de telecomunicações passou por
intensas mudanças. O PABX representou a troca das centrais telefônicas eletromecânicas pelas digitais,
modificação fundamental para as operadoras de telefonia da época.
Normalmente, sistemas de telefonia privada são caros e requerem um profissional para a instalação,
já que envolvem um sistema complexo. Isso muda quando se trata do PABX: qualquer um que tenha
conhecimentos básicos de informática pode realizar a sua instalação.
O sistema PABX pode ser utilizado tanto em empresas quanto em residências, mas são mais comuns
em empreendimentos pela necessidade de atender a uma ampla rede de funcionários.
Assim, dentro de uma call center, por exemplo, o PABX se configura como uma rede de telefonia
privada. Uma vez instalado, é gratuito dentro de suas dependências, não estando associado a nenhuma
operadora telefônica: basta estar ligado a uma tomada elétrica.
O PABX, dessa forma, é um distribuidor de linhas e ramais. Várias pessoas podem usar a mesma linha
telefônica por meio do sistema PABX, montando uma rede interna de comunicação.
Em ligações dentro da empresa, basta que a pessoa selecione um código (normalmente, a tecla zero),
para assim selecionar o PABX. Além disso, ele também é capaz de realizar chamadas externas.
Já quando se trata de chamadas recebidas pela empresa, o PABX centraliza as ligações para um
ponto único, o operador, que pode transferir a chamada para o ramal desejado. Para esse tipo de ação,
geralmente se utiliza a tecla FLASH do aparelho telefônico.
Em síntese, é um equipamento centralizador de linhas e ramais, também conhecido por Central
telefônica, muitas pessoas utilizam os seus ramais em empresas, residências e diversos
empreendimentos, permite a comunicação interna (através de ramais) e facilita a comunicação externa
(linhas telefônicas fixas). Tornando a comunicação mais segura e eficiente, já que proporciona sigilo total
entre as ligações.
É por meio do sistema PABX que empresas como as call centers ou empresas de variados segmentos
podem existir e funcionar de forma eficaz e produtiva. Ele contribui para a organização de instituições,
que lidam diariamente com um volume imenso de ligações a todo momento, direcionadas a diferentes
pessoas e ramais.
Após a instalação simples do sistema PABX, é possível, além de transferir chamadas, reter, estacionar
e manter sigilo completo entre as ligações. Ele também conta com recursos, como atendimento
automático, identificação de chamadas e secretária eletrônica. Como se não bastasse, é possível também
conectar a central ao porteiro eletrônico, para que toque diretamente no telefone.

Funções
As principais funções de uma central telefônica são semelhantes desde a sua invenção:
- Atendimento;
- Recepção de Informação;
- Processamento da Informação;
- Teste de ocupado;
- Interconexão;

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- Alerta;
- Supervisão;
- Envio de informação;
- Disponibilidade maior.

Funcionamento do ramal no seu PABX


Todos os colaboradores terão um ramal próprio ou compartilhado e com uma numeração única que
pode ser personalizada de acordo com as características do equipamento e necessidades da sua
empresa.
Funcionará assim, ao ligarem para sua empresa a chamada entra no PABX será direcionada para o
ramal da telefonista, ela por sua vez ira transferir a ligação para o ramal de quem precisa atender a
ligação.
Também existe o Ramal DDR, este é disponibilizado pela operadora que fornece um tronco principal
ou número chave com uma faixa de DDR’s.
Exemplo: O número chave de sua empresa é (xx) 5555-5000 com 50 DDR. Então os ramais ficaram
5001, 5002, 5003 e assim por diante até o 5049. Permitindo que a pessoa que está ligando de fora possa
substituir apenas o sufixo do número para falar diretamente com o usuário interno daquele ramal sem
passar pela telefonista.
Sendo assim concluímos que a comutação entre transferência das ligações internas e externas,
acontece sem a intervenção de um operador ou da telefonista.
Evoluindo junto com a tecnologia, hoje temos uma grande variedade de PABXs disponíveis. Eles estão
divididos em classes, PABX Analógico, Digital, Hibrido, Voip e Virtual.
- PABX analógico: equipamentos com circuitos e componentes analógicos, projetados para receber
linhas fixas convencionais através das operadoras de telefonia fixa, seus ramais não dispõem de recursos
avançados. Sua utilização é básica, com alguns recursos como bloqueio de ligação a cobrar e senha para
ramais.
- PABX digital: está à frente em relação as centrais analógicas, pois além de melhorar
significativamente a qualidade das ligações eliminando ruídos e aumentando o volume do áudio, dispõe
de DDR (discagem direta ramal) e entroncamento E1 (tronco digital).
- PABX híbrido: agrega o melhor das tecnologias Analógica e Digital, e ainda implementa a tecnologia
voip, permitindo interligar filias a custo zero, reduzindo assim custo, já que depois de configurada ela
escolha a rota de menor custo para ligar, dependendo de cada tipo de chamada.
- PABX voip: um dos modelos de PABXs mais complexos e com mais recursos também, pois funciona
de forma parecida com um servidor Proxy. Podemos ligar inclusive linhas convencionais através de
placas, já que o “PABX IP” ou “PABX voip” funciona como servidor gerenciando permissões dos usuários.
Porém este equipamento foi projetado para funcionar com linhas de uma operadora voip.
- PABX virtual: mais moderno e sofisticado, o PABX virtual é interessante pois permite o uso de ramais
virtuais em qualquer dispositivo com acesso à internet, deixando o usuário conectado a sua rede de
ramais em qualquer lugar do mundo. Não há necessidade de instalações com fios e cabos pois o PABX
Virtual é um sistema que funciona hospedado em um provedor na internet. O PABX Virtual é utilizado
através de softwares instalados em PC, notebook, tablets, smartphones, e celulares com acesso à
internet.

Fragmentadoras
Máquinas trituradoras de papéis são essencialmente equipamentos eletromecânicos para destruição
(trituração ou corte) de materiais diversos. Também conhecidas como: fragmentador, trituradora,
picotadora, picotadeira e até mesmo por desfragmentadora, sua função é fragmentar, ou seja, cortar
(triturar) materiais em partes reduzidas, de acordo com a necessidade de cada um.
Fragmentadoras normalmente se dividem em 3 grupos:
a) Fragmentadora de Papel (documentos) de Uso Doméstico;
b) Fragmentadora de Papel de Uso Profissional ou para Escritórios;
c) Fragmentadora Industrial (para papéis, papelão, embalagens, cartões, CD-ROM).

Para as fragmentadoras de papéis e de documentos de uso profissional, que são normalmente


utilizadas em escritórios, o projeto de sua fabricação, bem como os seus componentes internos, segue
uma linha diferente das fragmentadoras de uso doméstico, e são projetadas e fabricadas buscando maior
durabilidade, confiabilidade, eficiência, economia e segurança ao operador, bem como a segurança do
ambiente onde a mesma está instalada.

286
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Dentre as principais vantagens de uma fragmentadora de papel de uso profissional em relação à
fragmentadora de uso doméstico, temos:
- Maior eficiência e economia de mão de obra dos usuários, pois seus motores elétricos são
dimensionados para trabalhar em funcionamento contínuo sem parada para resfriamento causada por
superaquecimento do motor. Isso constitui uma vantagem expressiva de economia em médio prazo, pois
otimiza o tempo gasto pelos usuários na fragmentação de papeis e documentos, permitindo que os
mesmos retornem mais rápido aos seus postos de trabalho, onde são gerados os valores da empresa.
Indicada também para fragmentação de arquivo morto.
- Maior durabilidade e menor índice de manutenção, pois possuem pentes raspadores metálicos
(separadores) que têm a vantagem de resistirem ao atrito com os papeis, bem como com o atrito de clipes
(até tamanho 2/0) e grampos metálicos (até tamanho 26/6).
Além disso possuem motores de indução magnética que têm a vantagem de serem mais silenciosos
e econômicos. Sua maior eficiência energética se dá pela ausência de atrito mecânico, pois não possuem
escovas de carvão em atrito permanente.
- Maior conforto no ambiente de trabalho, possuem baixo nível de ruído, atendendo à Lei Federal
6614/77 em conjunto com a Norma NBR 10152 e NB 95 que estabelecem o máximo de 65 decibéis (65
dBA) como nível de conforto acústico para locais de trabalho que requerem concentração.
- Vantagem de possuir abertura de inserção de papeis (boca de inserção) mínima de 240 mm, gerando
maior conforto e economia de tempo do usuário. Em fragmentadoras de uso doméstico, a abertura de
inserção de 220 mm obriga o usuário a perder tempo alinhando os papeis antes de inserir os mesmos na
fragmentadora, para que não dobrem e enrosquem nas laterais. Com uma abertura de inserção mínima
de 240mm, os papeis podem ser introduzidos, mesmo que estejam desalinhados, evitando a perda de
tempo dos usuários.
- Destruição mais segura das partículas por possuírem cilindros de corte maciços (cilindros inteiriços).
Mesmo inserindo-se uma maior quantidade de papeis, o cilindro de corte em aço maciço, por ter maior
resistência mecânica, resiste ao esforço radial imposto pelo papel e não empena, impedindo o
afastamento das arestas de corte e mantendo as partículas sempre do mesmo tamanho dentro da Norma
DIN 66399.

Uma vantagem adicional dos cilindros de corte em aço maciço é que a sua superfície de corte recebe
um tratamento de endurecimento superficial chamado de tratamento térmico de têmpera por indução
magnética. Esse é um tratamento especial que proporciona alta dureza nas arestas de corte, evitando
assim o desgaste pelo atrito com o papel, clipes (até 2/0) e grampos (até 26/6), mas mantendo maior
ductilidade no seu núcleo para absorção de choques e redução de fragilidade. Por isso que as arestas de
corte nos cilindros de corte em aço maciço permanecem afiadas por muitos anos sem perder a geometria
de corte.
Veja possíveis problemas, causas e soluções (reparos) comuns em fragmentadoras:

Problema Causa Solução


A fragmentadora não Não foi instalado Verifique o cabo de energia se foi
funciona. corretamente. conectado.
A fragmentadora parou de Atolamento de folhas. Utilize o botão (REVERSE) para parar a
puxar o papel. operação e voltar a folha.
A fragmentadora não puxa o Cesto não está encaixada no Coloque o cesto corretamente em seu
papel. lugar correto. lugar.

O botão operacional da fragmentadora é localizado no topo da fragmentadora e possui três (3) modos
operacionais:
1. Posicionando o botão operacional na posição AUTO, o processo de fragmentação é iniciado
automaticamente quando você coloca o papel no compartimento indicado. A fragmentadora irá parar
automaticamente quando o papel completar o ciclo através do compartimento de fragmentação.
2. Posicionando o botão na posição OFF (desligado) a fonte de energia é desligada. Este modo é
recomendado quando a fragmentadora não for ser usada por um prolongado espaço de tempo.
3. A posição REV. É utilizada para a remoção de papeis que venham a ficar presos no processo de
fragmentação antes de completar o ciclo, utilizando assim o botão para limpar os cortadores.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Questões

01. (IDAM - Assistente Técnico - IBFC/2019) Este tipo de dispositivo de armazenamento de dados é
o mais recente. Utiliza de uma tecnologia conhecida como memórias de estado sólido, por não possuir
partes móveis, apenas circuitos eletrônicos que não precisam se movimentar para ler ou gravar
informações:
(A) DVD
(B) SSD
(C) HDD
(D) DVR

02. (Prefeitura de Imperatriz/MA - Técnico em Informática - Prefeitura de Imperatriz/MA/2019)


São exemplos de periféricos de saídas os constantes de qual alternativa?
(A) Impressora, projetor e caixa de som;
(B) Mouse, projetor e impressora;
(C) Teclado, caixa de som e impressora;
(D) Projetor, scanner e caixa de som

03. (CREMERJ - Agente Administrativo - IDIB/2019) Acerca dos conhecimentos em periféricos de


computador, analise as seguintes afirmativas.
I. Um gabinete de computador nada mais é que a própria CPU.
II. Um chipset é um conjunto de chips que controla o funcionamento da placa-mãe.
III. Periféricos de entrada são dispositivos que enviam informações se comunicando ou armazenando
esses dados no computador.

É correto afirmar que:


(A) apenas a afirmativa I está correta.
(B) apenas as afirmativas I e II estão corretas.
(C) apenas as afirmativas II e III estão corretas.
(D) apenas as afirmativas I e III estão corretas.

04. (UFG - Técnico em Contabilidade - CS-UFG/2019) Em relação aos dispositivos periféricos dos
microcomputadores, os que contém apenas dispositivos de entrada de dados são:
(A) o teclado e o monitor de vídeo.
(B) o pen drive e a unidade de disco rígido externo.
(C) o mouse e o microfone.
(D) o par de caixas acústicas e a impressora.

05. (CRM/AC - Assistente Administrativo - Quadrix/2019) Acerca dos conceitos de hardware e de


software, do Microsoft Word 2013 e do sistema operacional Windows 8.1, julgue o item.
Os endereçamentos de memória e de periféricos, dispositivos de E/S (entrada e saída), compartilham
o mesmo barramento.
( ) Certo ( ) Errado

06. (Prefeitura de Salvador/BA - Agente de Trânsito e Transporte - FGV/2019) Considere as


unidades ópticas de 120 mm (120 mm é o tamanho padrão ou mais comum) listadas a seguir.
I. Blu-ray BD-RE.
II. CD-ROM.
III. DVD-RAM.

Com relação à capacidade de armazenamento, da maior para a menor, os dispositivos são,


respectivamente,
(A) I, II e III.
(B) I, III e II.
(C) II, I e III.
(D) II, III e I.
(E) III, II e I.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
07. (IF/PB - Técnico em Tecnologia da Informação - IDECAN/2019) Em relação à capacidade de
armazenamento de dados, o mercado disponibiliza hoje uma série de opções de mídias. Entre as mais
conhecidas estão as mídias CD, DVD e Blu-Ray. A respeito desta última, assinale a alternativa que indica
corretamente a máxima capacidade de uma mídia Blu-Ray do tipo duas camadas.
(A) 700 Mb
(B) 4.7 Gb
(C) 50 Gb
(D) 8.5 Gb
(E) 850 Mb

08. (IF/GO - Auxiliar em Administração - CS - UFG) Os dados de um computador são armazenados


internamente em um disco rígido. Para transportá-los de um computador para outro, é utilizado um Pen
Drive que pode ser facilmente inserido em uma porta:
(A) USB.
(B) SATA.
(C) IDE.
(D) SERIAL.

09. (IBGE - Agente Censitário - FGV) Observe a figura a seguir, que ilustra um dispositivo móvel
com o cabo a ser conectado em um computador utilizado por Paulo.

Para transferir dados do dispositivo móvel para o computador, Paulo deve conectar o periférico usando
a porta:
(A) DVI;
(B) HDMI;
(C) Ethernet;
(D) USB;
(E) VGA.

10. (CRQ - 19ª Região/PB - Coordenador Administrativo - EDUCA) Os periféricos são placas ou
aparelhos que recebem ou enviam informações para o computador.
Dentre eles, podemos destacar, EXCETO:
(A) Impressoras.
(B) Digitalizadores.
(C) Leitores de CD – DVD.
(D) Mouses.
(E) Firefox.

Gabarito

01.B / 02.A / 03.C / 04.C / [Link] / 06.B / 07.C / 08.A / 09.D / 10.E

Comentários

01. Resposta: B
Solid State Drive também conhecido como SSD, são drivers de memória flash semelhantes ao pen
drive, com a diferença que são de maior capacidade e se conectam por um barramento SATA ao invés
de uma porta USB, não possuindo partes móveis.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
02. Resposta: A
Os dispositivos de entrada são os que inserem informações em um computador a partir de uma fonte
externa. Exemplos incluem: teclado, mouse, microfone, scanner e telas sensíveis ao toque.
Já os dispositivos de saída são os aparelhos usados por um computador para comunicar informações.
Estas em formato utilizável ao usuário. Exemplos incluem: monitores de vídeo, alto-falantes, caixas de
som, sensores, óculos de realidade virtual e impressoras.

03. Resposta: C
I. Incorreto. O gabinete de computador, também conhecido como case, caixa, chassis, carcaça. Não
há referência com a CPU.
II. Correto. Chipset é um conjunto de componentes eletrônicos de baixa capacidade, em um circuito
integrado, que gerencia o fluxo de dados entre o processador, memória e periféricos.
III. Correto. Dispositivo de entrada são dispositivos que fornecem informação para as operações em
um programa de computador, também chamados de unidades ou periféricos de entrada. Um dispositivo
de entrada permite a comunicação do usuário com o computador.

04. Resposta: C
Mouse (entrada de comandos; nada sai);
Microfone (entrada de sua voz, também nada sai).

05. Resposta: Certo


Barramentos: permitem o tráfico de dados e instruções entre os diversos componentes do computador.
É o canal de comunicação entre o microprocessador e os periféricos e memórias e todos periféricos e
memória compartilham o mesmo canal de comunicação.

06. Resposta: B
As mídias óticas estão em desuso graças aos pen drives e armazenamento na nuvem.
Um CD possui 700MB de capacidade, um DVD possui 4.7GB e um Blu-ray 25GB.

07. Resposta: C
Blu-ray:
- Camada única: 25GB.
- Camada dupla: 50GB.

08. Resposta: A
Uma USB, do inglês Universal Serial Bus, é uma tecnologia que tornou mais fácil a tarefa de conectar
aparelhos e dispositivos periféricos ao computador (como teclados, mouse, modems, câmeras digitais)
sem a necessidade de desligar/reiniciar o computador (“Plug and Play”) e com um formato diferenciado,
universal, dispensando o uso de um tipo de conector específico para cada dispositivo.

09. Resposta: D
SCROLL: a pequena roda localizada entre os botões esquerdo e direito de um mouse padrão (ou
seja, no meio dos botões).
Esta "Rodinha" combinada às outras teclas pode ser usada para zoom e basicamente rolagem nas
interfaces de programas e janelas.

10. Resposta: E
- Periféricos de Entrada (Passam Informação para a Máquina): teclado, mouse, scanner, webcam,
microfone, touchpad, trackball, CD-ROM.
- Periféricos de Saída (Máquina para o Homem): monitor de vídeo, impressora (laser, matricial, jato
de tinta), caixa de som, gravadores.
- Periféricos de Entrada e Saída: modem, Impressora Multifuncional, monitor de vídeo touch screen,
pen drive, CD-RW, Drive de DVD.
- Firefox: navegador.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
OPERAÇÕES COM IMPRESSORAS

Instalar uma Impressora49

Existem várias maneiras de conectar uma impressora ao computador. A opção que você escolher
dependerá do dispositivo em si e se você estará em casa ou no escritório.
Sempre consulte as informações que vieram com o dispositivo para obter instruções específicas.

Impressoras Locais
A maneira mais comum de instalar uma impressora é conectá-la diretamente ao computador. Isso se
chama impressora local.
Se sua impressora for um modelo USB (barramento serial universal), o Windows deverá detectá-la
automaticamente e instalá-la quando você a conectar.
Se você estiver instalando uma impressora sem fio que se conecte ao seu computador através de uma
rede sem fio (Wi-Fi), você poderá usar o Assistente para Adicionar Dispositivo, para instalar a impressora.
Se for um modelo mais antigo, que se conecta usando a porta serial ou paralela, será preciso instalá-
la manualmente.

Para Instalar (Adicionar) uma Impressora Local


- Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique
em Dispositivos e Impressoras.
- Clique em Adicionar uma impressora.
- No assistente para Adicionar Impressora, clique em Adicionar uma impressora local.
- Na página Escolher uma porta de impressora, verifique se o botão Usar uma porta existente e a porta
de impressora recomendada estão selecionadas e clique em Avançar.
- Na página Instalar o driver de impressora, selecione o fabricante e o modelo da impressora e clique
em Avançar.
Se a sua impressora não estiver listada, clique em Windows Update e aguarde enquanto o Windows
procura drivers adicionais.
Se nenhum estiver disponível e você tiver o CD de instalação, clique em Com Disco e procure a pasta
onde o driver da impressora está localizado. (Para obter ajuda adicional, consulte o manual da
impressora.)
- Conclua as etapas adicionais no Assistente e clique em Concluir.

Impressoras de Rede
No local de trabalho, muitas impressoras são impressoras de rede. Essas impressoras são conectadas
diretamente a uma rede como dispositivos autônomos. Impressoras de rede menos dispendiosas também
são fabricadas para uso doméstico.

Para Instalar uma Impressora de Rede, Sem Fio ou Bluetooth


Se você estiver tentando adicionar uma impressora de rede no escritório, geralmente será necessário
o nome da impressora. Se não conseguir encontrá-lo, contate o administrador da rede.
- Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique
em Dispositivos e Impressoras.
- Clique em Adicionar uma impressora.
- No assistente para Adicionar Impressora, clique em Adicionar uma impressora de rede, sem fio ou
Bluetooth.
- Na lista de impressoras disponíveis, selecione a que você deseja usar e clique em Avançar. (Se o
computador estiver conectado a uma rede, apenas impressoras listadas no Active Directory do seu
domínio serão exibidas na lista).
- Se solicitado, instale o driver de impressora no computador clicando em Instalar driver. Se você for
solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou forneça a
confirmação.
- Conclua as etapas adicionais no Assistente e clique em Concluir.

49
[Link]

291
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Instalar, Exibir e Gerenciar os Dispositivos e Impressoras

Quando você quiser visualizar todos os dispositivos conectados ao seu computador, usar um deles ou
solucionar o problema de um que não esteja funcionando corretamente, abra Dispositivos e Impressoras.

Para Abrir Dispositivos e Impressoras


Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique
em Dispositivos e Impressoras.

Dispositivos e Impressoras oferece uma rápida visualização dos dispositivos conectados ao seu
computador.

O que Você Encontra em Dispositivos e Impressoras?


Os dispositivos exibidos em Dispositivos e Impressoras normalmente são dispositivos externos que
você pode conectar ou desconectar do computador através de uma porta ou conexão de rede. O seu
computador também é exibido.
Os dispositivos listados incluem:
- Dispositivos portáteis que você carrega e ocasionalmente conecta ao computador, como celulares,
players portáteis de música e câmeras digitais.
- Todos os dispositivos que você conecta a uma porta USB em seu computador, incluindo discos
rígidos USB externos, unidades flash, webcams, teclados e mouses.
- Todas as impressoras conectadas ao seu computador, incluindo impressoras conectadas através de
cabo USB, rede ou sem fio.
- Dispositivos sem fio conectados ao seu computador, incluindo dispositivos Bluetooth e USB sem fio.
- Seu computador.
- Dispositivos de rede compatíveis conectados ao seu computador, como scanners habilitados para
rede, extensores de mídia ou dispositivos NAS (armazenamento anexado à rede).

Observação: dispositivos e Impressoras só exibe os dispositivos de rede que podem se conectar ao


seu computador. Para verificar a compatibilidade de um dispositivo de rede, tente adicioná-lo ao seu
computador a partir de Dispositivos e Impressoras. Se ele não aparecer na lista de dispositivos aos quais
você pode se conectar, consulte as informações que acompanham o dispositivo ou visite o site do
fabricante.

O que Você Não Encontra em Dispositivos e Impressoras?


Dispositivos e impressoras não exibe:
- Dispositivos instalados no gabinete do computador, como unidades de disco rígido internas, unidades
de disco, placas de som, placas de vídeo (placas gráficas), memória (RAM), processadores e outros
componentes internos do computador.
- Alto-falantes conectados ao computador com fios convencionais. (Alto-falantes USB e sem fio podem
ser exibidos).

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
- Alguns dispositivos mais antigos, como teclados e mouses conectados através de PS/2 ou porta
serial.

Observação: para localizar dispositivos que estejam conectados ao seu computador, mas não estejam
listados em Dispositivos e Impressoras, procure no Gerenciador de Dispositivos. O Gerenciador de
Dispositivos lista todos os hardwares instalados dentro do seu computador, bem como dispositivos
conectados externamente. O Gerenciador de Dispositivos deve ser usado por usuários avançados e não
exibe ícones dos dispositivos. Você deverá estar conectado como um administrador para fazer alterações
nas configurações de dispositivos no Gerenciador de Dispositivos.

O que Você Pode Fazer em Dispositivos e Impressoras?


Em Dispositivos e Impressoras, você pode realizar várias tarefas que variam de acordo com o
dispositivo. Estas são as principais tarefas que você pode realizar:
- Adicionar uma impressora ou dispositivo de rede ou sem fio ao computador.
- Visualizar todos os dispositivos e impressoras externos conectados ao computador.
- Verificar se um determinado dispositivo está funcionando corretamente.
- Visualizar informações sobre os seus dispositivos, como marca, modelo e fabricante, incluindo
informações detalhadas sobre os recursos de sincronização de um celular ou outro dispositivo móvel.
- Realizar tarefas com um dispositivo.
Quando você clica com o botão direito no ícone de um dispositivo em Dispositivos e Impressoras, você
pode escolher uma tarefa em uma lista, que varia dependendo dos recursos do dispositivo. Por exemplo,
você pode ver o que está sendo impresso em uma impressora de rede, visualizar arquivos armazenados
em uma unidade flash USB ou abrir um programa do fabricante do dispositivo. Para dispositivos móveis
compatíveis com o novo recurso Device Stage do Windows, você também pode abrir recursos avançados
e específicos do dispositivo no Windows, com o menu do botão direito, como a capacidade de
sincronização com celulares ou de alteração de toques.
- Realizar etapas para corrigir dispositivos que não estejam funcionando corretamente.

Corrigir o Problema de um Dispositivo


Clique com o botão direito em um dispositivo ou computador com o ícone de aviso amarelo , clique
em Solucionar problemas, aguarde enquanto a solução de problemas tenta detectar problemas (isso pode
levar alguns minutos) e siga as instruções.

Escolhendo Opções de Impressão

Frente e verso ou somente um lado. Escala de cinza ou colorido. Paisagem ou retrato.


Essas são apenas algumas das opções disponíveis ao imprimir. Este artigo descreve opções comuns
de impressão do Windows e como selecioná-las.
Lembre-se, as opções de impressão dependem integralmente do modelo da impressora e do aplicativo
de software que você está usando. Consulte o manual fornecido com a impressora ou o programa para
obter mais detalhes.

Noções Básicas de Impressão


A impressão no Windows geralmente é tão simples quanto clicar no menu Arquivo encontrado na
maioria dos programas e quanto clicar em Imprimir.
Fazer isso abre a caixa de diálogo Imprimir. Este é o local para alterar configurações básicas, como
que impressora usar ou quantas cópias imprimir. (A caixa de diálogo exibida pode ser diferente desta
mostrada aqui, dependendo do software e da impressora).

293
1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Caixa de diálogo Imprimir no WordPad.

Resultado / Significado
Selecionar Impressora / Mostra as impressoras disponíveis no computador. Você também pode optar
por imprimir algo como um fax ou um arquivo Microsoft XPS. (consulte Documentos XPS: perguntas
frequentes).
Localizar Impressora / Ajuda a localizar impressoras na rede. Essa opção é útil em configurações de
escritório ou em redes domésticas. Para mais informações sobre como instalar impressoras de rede,
consulte Instalar uma impressora.
Imprimir em arquivo / Permite que você salve um documento como um arquivo .prn. Essa opção é útil
se você deseja imprimir algo depois, mas não funciona sempre com as impressoras USB modernas. Se
você tiver uma impressora USB, poderá imprimir para o Microsoft XPS Document Writer. Para mais
informações, consulte Imprimir no Microsoft XPS Document Writer.
Preferências / Abre a caixa de diálogo Preferências de Impressão, em que é possível escolher opções,
como tamanho de papel e layout.
Intervalo de Páginas / Informa o que o Windows deve imprimir. Clique em Seleção para imprimir
somente o texto ou o gráfico realçado. Clique em Página Atual para imprimir somente o que você vê.
Para imprimir uma parte de um documento, clique em Páginas e insira os números das páginas
separados por hifens. Por exemplo, digite 5–7 para imprimir somente as páginas de 5 a 7. Alguns
programas permitem escolher páginas que não estejam em sequência, também. Nesse caso, você pode
digitar 1, 4, 8 para imprimir somente as páginas 1, 4 e 8, por exemplo.
Número de cópias / Imprima várias cópias de um documento, arquivo ou imagem. Marque a caixa de
seleção Agrupar para imprimir todas as páginas de um documento na ordem, antes de imprimir cópias
adicionais.

Preferências vs. Propriedades


Todos os fabricantes de impressora e fornecedores de software têm seus próprios métodos de
definição de seus produtos. Impressão colorida ou frente e verso pode exigir que você clique em um botão
denominado "Preferências", "Propriedades" ou, até mesmo, "Avançado".
Dito isso, existem duas opções padrão relacionadas à impressora que você verá com
frequência: preferências de impressão epropriedades da impressora. O significado delas é descrito a
seguir.

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA
Preferências de Impressão

São as opções disponíveis na impressora.


- Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique
em Dispositivos e Impressoras.
- Clique com o botão direito do mouse na impressora que você deseja usar e clique em Preferências
de impressão.
- Faça suas opções e clique em OK.

Opções comuns que você encontrará nesta caixa de diálogo são:


- Orientação de Página ou Layout: escolha entre uma página na vertical (retrato) ou uma página na
horizontal (paisagem).
- Tamanho de Papel ou Folha: o tamanho carta, ofício, A4 ou envelope são opções comuns.
- Origem de Papel ou Saída: seleciona uma bandeja de papel. As impressoras armazenam o papel
em bandejas diferentes.
- Impressão em Frente e Verso (Duplex): imprime em um ou nos dois lados de uma folha.
- Imprimir em Cores: impressões preto e branco (escala de cinza) ou coloridas.
- Grampeamento: uma opção comum em impressoras do local de trabalho.

Propriedades da Impressora

A caixa de diálogo Propriedades da impressora geralmente está onde você encontrará opções que
controlam a própria impressora - atualização de drivers, configuração de porta e outras personalizações
relacionadas ao hardware.

Para Abrir a Caixa de Diálogo Propriedades da Impressora


- Para abrir Dispositivos e Impressoras, clique no botão Iniciar e, no menu Iniciar, clique
em Dispositivos e Impressoras.
- Clique com o botão direito do mouse na impressora que você deseja usar e clique em Propriedades
da impressora.
- Faça suas opções e clique em OK.

Digitalizar Documentos ou Arquivos


O Fax e Scanner do Windows, que acompanha esta versão do Windows, é otimizado para digitalizar,
exibir e armazenar documentos de texto. Se estiver trabalhando com imagens, você também poderá usar
a Galeria de Fotos do Windows para digitalizar documentos ou imagens e armazená-los na pasta de
imagens.
Para obter informações sobre como usar outros programas de digitalização, examine as informações
fornecidas com o seu scanner ou consulte a Ajuda do programa.

Para Digitalizar Usando o Fax e Scanner do Windows


Antes de executar estas etapas, verifique se o seu scanner (ou dispositivo multifuncional com recursos
de digitalização) está conectado ao computador e está ligado.
- Coloque um documento no scanner ou, se o scanner tiver um alimentador de documentos, coloque
uma ou mais páginas no alimentador. Se o scanner oferecer as duas opções, use a opção que preferir.
- Clique no botão Iniciar , clique em Todos os programas, e Windows Fax e Scanner.
- Para usar a exibição Scanner, na parte inferior do painel esquerdo, clique em Scanner.
- Na barra de ferramentas, clique em Nova Digitalização.
- Na caixa de diálogo Nova Digitalização, clique na lista Perfil e selecione Documentos. As
configurações padrão para digitalização de documentos, que você pode usar ou alterar, são exibidas
automaticamente.
- Para saber como será a aparência de um documento quando digitalizado, clique em Visualizar. Se
necessário, altere as configurações da digitalização e visualize o documento novamente. Repita essa
etapa até ficar satisfeito com os resultados da visualização.
- Clique em Digitalizar. Quando a digitalização estiver concluída, o Fax e Scanner do Windows exibirá
automaticamente o documento para que você possa visualizá-lo e gerenciá-lo.

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Dicas para Digitalizar Documentos ou Arquivos
Você pode cortar uma imagem antes de digitalizá-la, clicando em Visualizar na caixa de diálogo Nova
Digitalização e, na área de visualização, arrastando as alças da ferramenta de corte para alterar o
tamanho da imagem.
Se uma página a ser digitalizada contém mais de uma imagem, você pode salvar cada imagem em um
arquivo separado, marcando a caixa de seleção Visualizar ou digitalizar imagens como arquivos
separados.
Se estiver usando um scanner com alimentador de documentos, você poderá digitalizar várias páginas
de um documento e salvá-las como um único arquivo, escolhendo Imagem TIF na lista Tipo de arquivo.
Para alterar o nome de arquivo padrão para um documento digitalizado, clique com o botão direito do
mouse na exibição Scanner e selecione Renomear.
Se você digitaliza documentos ou arquivos com frequência e deseja organizá-los, crie novas pastas na
exibição Scanner. No painel esquerdo, clique com o botão direito do mouse no nome de um arquivo e
selecione Nova Pasta. Para mover ou copiar um documento digitalizado para uma pasta, clique com o
botão direito do mouse no documento, clique em Mover para Pasta e selecione a pasta para a qual deseja
movê-lo.
Os documentos digitalizados são armazenados na pasta Documentos, em Documentos Digitalizados,
em que você pode movê-los ou copiá-los como qualquer outro arquivo. Porém, se você criar uma nova
pasta dentro da pasta Documentos Digitalizados, o nome da nova pasta só aparecerá na exibição Scanner
do Fax e Scanner do Windows após fechar e abrir novamente o programa ou clicar no nome da
pasta Scanner para recolher e depois expandir a lista de pastas.
Os documentos digitalizados podem ser encaminhados automaticamente para um endereço de e-mail
ou pasta da rede. Para escolher uma opção de encaminhamento, clique em Ferramentas e
selecione Roteamento de Digitalização.

Questão

01. (DECEA - Controlador de Tráfego Aéreo - CESGRANRIO) A impressora é um dispositivo:

(A) de entrada de informações, apenas.


(B) de entrada e saída de informações.
(C) com capacidade para processar cálculos aritméticos e lógicos.
(D) com possibilidade de ser acoplado a uma entrada IDE de um PC (Personal Computer).
(E) com possibilidade de ser conectado a uma rede por meio da tecnologia wireless.

Gabarito

01. E

Comentário

01. Resposta: E
As impressoras são dispositivos de SAÍDA. Portanto, as alternativas A e B podem ser descartadas de
cara. E as multifuncionais? Multifuncionais seriam ENTRADA e SAÍDA, mas isso teria que estar explícito
na questão. Ela se refere a impressas apenas.
Como dispositivo de SAÍDA, ela não tem as capacidades descritas na alternativa C. E a alternativa D
se refere a uma entrada IDE, que é utilizada para a conexão de discos rígidos e/ou unidades de CD/DVD.
Já a letra E, sim, nós podemos conectar impressoras diretamente a redes wireless.

7. Noções, como usuário, dos sistemas operacionais Windows 10 e Linux


(Ubuntu versão 14 ou superior).

Caro(a) Candidato(a), este conteúdo já foi abordado no tópico: “1. Noções de Informática: conceitos
básicos de operação com arquivos nos sistemas operacionais Windows 10 e Linux (Ubuntu
versão 14 ou superior).”

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1630374 E-book gerado especialmente para CRISTIANA FATIMA GONZAGA DA SILVA

Common questions

Com tecnologia de IA

As extensões de arquivos são importantes porque permitem aos sistemas operacionais e aplicativos identificar o formato do conteúdo do arquivo, determinando, assim, quais aplicativos são capazes de abri-lo. Isso é vital para garantir que os dados sejam apresentados e manipulados corretamente, por exemplo, um arquivo com extensão .pdf será aberto por um leitor de PDF, enquanto um arquivo .mp3 será aberto com um reprodutor de mídia .

A função HUD no Ubuntu facilita a interação com aplicativos complexos como Gimp e Inkscape, que têm muitos itens de menu, ao permitir que o usuário use uma caixa de pesquisa para encontrar opções de menu rapidamente em vez de navegar por hierarquias complicadas de menus. Isso fornece uma experiência de usuário mais acessível, especialmente para aqueles que têm dificuldade em controlar um ponteiro de mouse precisamente .

A função PROCV é aplicada em planilhas para buscar valores dentro de uma coluna e retornar um valor de outra coluna correspondente, facilitando a análise de dados relacionados. No entanto, a função possui limitações, como a necessidade de que o valor de busca esteja na primeira coluna do intervalo de pesquisa e a incapacidade de procurar por valores em linhas. Outra limitação inclui a sensibilidade a alterações na estrutura da tabela, que podem invalidar a pesquisa .

As funções BDSOMA e BDCONTAR em planilhas servem para manipular dados de um banco de dados embutido. BDSOMA agrega valores que atendem a critérios específicos, semelhante à função SOMASE, mas com suporte a múltiplos critérios. BDCONTAR, por outro lado, conta quantos registros atendem aos critérios predispostos, facilitando a análise quantitativa em vez de aritmética. Ambas funções utilizam uma estrutura de critérios para delinear os registros que serão somados ou contados .

A Omnibox do Google Chrome melhora a eficiência de uso da web ao permitir que usuários façam buscas e navegações rapidamente. Ela oferece sugestões de histórico de navegação e favoritos enquanto se digita, além de permitir pesquisa direta. Isso elimina a necessidade de abrir um mecanismo de busca em separado, tornando a experiência de navegação mais rápida e integrado .

A organização de arquivos utilizando diferentes visões, como lista ou compacta, influencia a facilidade de acesso e manipulação. Na visão de lista, é possível classificar arquivos com base em atributos como nome, tamanho, tipo e data de modificação, proporcionando flexibilidade na busca e organização. A visão compacta, embora organize os arquivos linearmente como uma lista, não permite rearranjos manuais, o que pode limitar a flexibilidade mas torna a navegação mais eficiente em cenários com muitos arquivos .

Evitar o uso de certos caracteres nos nomes de arquivos é crucial para manter a compatibilidade e a integridade do sistema de arquivos, pois alguns caracteres como '/', '|', '*', '"' têm significados especiais e podem causar erros dentro do sistema operacional ou em softwares de terceiros. Além disso, alguns sistemas de arquivos possuem restrições adicionais, tornando ainda mais importante aderir a boas práticas de nomenclatura .

Os atributos associados a um arquivo em um sistema operacional indicam permissões de acesso, localização física do arquivo, e outras características como se é um arquivo de sistema ou se está visível aos usuários. Tais atributos ajudam o sistema operacional a controlar o acesso e manipulação dos arquivos. Entretanto, nem sempre os atributos são suficientes para exprimir todas as informações necessárias, levando usuários a empregar o nome do arquivo para representar informações adicionais, como formato ou versão .

Os principais desafios na comunicação entre redes de arquiteturas diferentes incluem diferenças no tamanho máximo de pacotes, formas de endereçamento, técnicas de roteamento, e controle de acesso. Gateways ajudam a resolver esses problemas ao traduzir protocolos entre redes, permitindo assim a comunicação eficaz. Eles atuam como intermediadores que ajustam os dados para serem compreendidos e utilizados na rede de destino, mantendo a integridade e funcionalidade das comunicações .

No uso comum, o termo Gateway é frequentemente utilizado para referir-se a roteadores simples que interconectam redes LAN. No entanto, o conceito real de Gateway envolve dispositivos que permitem a comunicação entre redes com arquiteturas diferentes, manipulando pacotes até camadas superiores e fazendo tradução de protocolos, algo que simples roteadores não fazem .

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