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Filosofia e Psicologia: Relações e Conceitos

O documento fornece um resumo sobre a filosofia e psicologia ao longo da história. Discutem-se os conceitos iniciais de filosofia e psicologia, seu surgimento e desenvolvimento nas eras antiga, medieval e moderna. Também aborda os principais temas e filósofos de cada período histórico.
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Filosofia e Psicologia: Relações e Conceitos

O documento fornece um resumo sobre a filosofia e psicologia ao longo da história. Discutem-se os conceitos iniciais de filosofia e psicologia, seu surgimento e desenvolvimento nas eras antiga, medieval e moderna. Também aborda os principais temas e filósofos de cada período histórico.
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ÍNDICE

INTRODUÇÃO........................................................................................................................1

Conceito “Filosofia”..........................................................................................................

Surgimento da Filosofia......................................................................................................

Estudo da Filosofia.............................................................................................................

Filosofia antiga....................................................................................................................

Filosofia medieval...............................................................................................................

Filosofia moderna...............................................................................................................

Filosofia Contemporânea....................................................................................................

Conceito “Psicologia”.......................................................................................................

O que é psicologia?.............................................................................................................

Origem da Psicologia..........................................................................................................

Os braços da psicologia.......................................................................................................

Etimologia de Psicologia....................................................................................................

CONCLUSÃO...........................................................................................................................9

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................................10
INTRODUÇÃO

Não se sabe ao certo se a Filosofia tem mais ou menos 2600 ou 5000 anos de tradição. Se
considerarmos a influência do pensamento egípcio sobre os povos gregos, a Filosofia pode ter
mais de 3000 anos e, se considerarmos que já havia uma produção de um tipo de pensamento
filosófico no extremo oriente, a raiz primeira da Filosofia que pode ser identificada nos
antigos ensinamentos budistas já passa dos 5.000 anos de existência.

É fato que a Filosofia é uma forma de pensamento organizado, conceitual e que tem a


capacidade de movimentar o próprio pensamento por meio da identificação e da formulação
de problemas, ou seja, a Filosofia é, por natureza, problematizadora, evitando fornecer
respostas prontas para as questões levantadas e criando novas questões, novas perguntas e
novos problemas que fazem com que o pensamento nunca cesse seu ciclo de existência.

Quanto a Psicologia é um conceito baste amplo; a mente é altamente complexa e as condições


relacionadas a ela podem ser difíceis de tratar. Os sinais físicos de alguns problemas de saúde
mental podem ser observados, como as placas que se desenvolvem com a doença de
Alzheimer. Oposto à isso, muitas teorias da psicologia são baseadas na observação do
comportamento humano.

[1]
Conceito “Filosofia”

Diversos filósofos, em diversos locais e épocas diferentes, responderam a essa pergunta, não
necessariamente de uma maneira explícita. Muitos o fizeram por meio da prática (fazendo as
suas filosofias), cada qual do seu modo.
Para os gregos pré-socráticos, a Filosofia era uma maneira racional de se investigar a origem
do universo por meio da formulação de teorias contrárias, muitas vezes, às afirmações dos
mitos. Para Sócrates, a Filosofia seria um olhar para dentro de si e uma forma de extrair as
ideias verdadeiras sobre aquilo que o próprio ser humano desenvolveu mediante a criação das
sociedades.
A filosofia não possui um conceito único. Em momentos diversos da história, muitos
pensadores tentaram responder à pergunta “o que é filosofia?”. A dificuldade de uma resposta
única surge da constatação de que essa atividade não manteve as mesmas características no
decorrer dos séculos.

É uma forma diferenciada de pensar e agir que nos conduz a questionar racionalmente a nós
mesmos e o que se constrói como resultado das ações humanas. Trata-se de ultrapassar a
opinião e construir uma resposta a um problema, a saber, aquilo que é aceito por muitos,
ou simplesmente assumido, mas que é falso ou que se mostrará incompleto ou superficial.

Surgimento da Filosofia

A atividade filosófica surgiu nas colônias gregas da Antiguidade, entre os séculos VII e V


a.C.. O raciocínio que se caracterizou posteriormente como filosófico surgiu em oposição ao
pensamento baseado nos mitos reunidos por Homero e Hesíodo. Pensadores como Xenófanes,
Heráclito, Empédocles e outros deixaram de aceitar as explicações baseadas em deuses e
heróis para investigar a natureza (o conceito em grego é physis) em busca de princípios que
explicassem o todo da realidade. A aceitação passiva de verdades não comprováveis foi,
assim, abandonada e iniciou-se uma busca por respostas com base em novas racionalizações

Foi apenas no século V que essa atividade começou a se tornar conhecida, havendo o uso do
verbo grego philosophein, que significa filosofar, para identificá-la. Fatores como o
desenvolvimento das cidades, as relações comerciais com outros povos e a importância do

[2]
debate na Atenas clássica favoreceram a ênfase no uso da razão e, consequentemente, a
atividade filosófica entre os gregos.

Estudo da Filosofia

É possível questionar tudo o que se apresenta como verdade, como algo já estabelecido? Se
sim, a atividade filosófica pode abordar qualquer assunto. Muitos dos temas com os quais
os filósofos ocuparam-se estavam relacionados a situações ou assuntos que provocavam
dúvidas ou despertavam curiosidade. Cada época teve um ou outro tema que esteve em debate
e muitos deles receberam tratamento filosófico.

Um dos questionamentos que têm ocupado os filósofos desde a Antiguidade está relacionado
à ética. Somos obrigados a ajudar as outras pessoas? Nossos valores morais são reflexos das
sociedades em que vivemos? O agir genuinamente moral e não egoísta é possível?

Igualmente, preocupações sobre o conhecimento foram e são relevantes ainda hoje: como


podemos fundamentar racionalmente o que acreditamos? Os sentidos são fonte segura de
conhecimento? Há verdades inquestionáveis?

O pensamento filosófico sempre esteve relacionado com o desenvolvimento das ciências em


geral, com a reflexão moral e as produções artísticas. O questionamento colocado não se
limita em seu aspecto negativo, um desafio àquilo que é, mas abre a possibilidade de
construção de novas compreensões. Ao se questionar sobre a vida, por exemplo, não se limita
aos aspectos biológicos ou psicológicos, mas considerando-os, visa-se à outra dimensão, a
saber, o sentido da própria existência.

Filosofia antiga

Os filósofos pré-socráticos foram os primeiros a colocar em questão a autoridade do


pensamento mítico. O que restou de seu pensamento foram apenas fragmentos ou menções
em escritos posteriores. Parmênides e Heráclito foram influentes na filosofia platônica e
outros filósofos, como Pitágoras e Demócrito, influenciaram o desenvolvimento das ciências.
Seus pensamentos são divididos nas seguintes escolas: jônica, eleata, pitagórica e os
pluralistas.

[3]
Sócrates é o filósofo mais importante desse período, mas só conhecemos suas reflexões por
meio dos diálogos escritos por Platão. As reflexões socráticas ampliaram os temas abordados
pelos filósofos anteriores, substanciando a atitude crítica que conhecemos hoje como
filosofia. É atribuída a Platão a famosa teoria das Ideias, segundo a qual o que é verdadeiro
só pode ser alcançado pelo intelecto, pois temos acesso apenas a objetos corruptíveis pelos
sentidos.

Aristóteles, discípulo de Platão, marcou o fim da era clássica da filosofia grega. Considerou
que o conhecimento verdadeiro é abstrato, mas não dependeria de um acesso para além das
coisas. Diferentemente de seu mestre, acreditava que as sensações seriam meios para alcançar
o que há de essencial na realidade. É esse filósofo que propôs um pensamento mais
sistematizado e estabeleceu as bases da lógica. A distinção entre essência e aparência é um
tema comum a todo esse período.

Filosofia medieval

Esse período ficou marcado por uma proximidade entre a religião vigente na Europa central e
a fundamentação filosófica. Iniciou-se já no 1º século e é marcado pela tentativa de defesa ou
explicação da fé cristã por meio da herança cultural greco-romana. Entre os pensadores
importantes do primeiro período, chamado Patrística, temos Clemente de Alexandria,
Tertuliano e outros, mas Agostinho de Hipona é o principal filósofo. Deus e a alma foram os
temas de maior interesse para esse filósofo e o fato de ter escrito em primeira pessoa
demonstra a importância da introspecção em sua obra.

A Escolástica, cujo auge esteve entre os séculos XI e XV, tem Tomás de Aquino como seu
principal pensador. Conhecido pelas cinco provas de existência de Deus, baseou sua filosofia
em Aristóteles e fez uma distinção importante entre essência e existência.

Filosofia moderna

O período moderno iniciou-se no século XV e representou um distanciamento das teorias e


concepções medievais. A especificação das ciências e a Reforma Protestante são elementos
culturais que indicam a importância da razão no avanço da humanidade. René
Descartes, Francis Bacon, Thomas Hobbes, John Locke e David Hume são os principais

[4]
filósofos. A fundamentação do conhecimento foi o principal tema filosófico desse período,
cujas reflexões formaram as correntes do empirismo e do racionalismo.

Filosofia Contemporânea

Classifica-se o pensamento filosófico posterior a Georg Wilhelm Hegel como sendo


contemporâneo. A partir de desdobramentos e abandonos de propostas anteriores, surgiram
inúmeras perspectivas novas. Arthur Schopenhauer valorizou a experiência estética no início
do século XIX, em O mundo como Vontade e Representação (1818), enquanto Karl
Marx apresentou suas críticas ao idealismo na segunda metade do mesmo século.

Etimologia de Filosofia

Possui referência no latim como philosophĭa, a partir do grego contemplado em philosophía,


em pró de criar uma nova forma de pensar. Sobre a desconstrução original, são abordados os
componentes gregos philo-, que indica a capacidade de amar, e o vocábulo sophia, que
refere ao saber adquirido, para desta maneira, manifestar uma atividade através da qual se
demonstra o amor pelo conhecimento.

Segundo as referências de Platão e Aristóteles, o primeiro homem que se autodenominou


filósofo foi Pitágoras de Samos no século VI a. C. Quando perguntaram a ele se considerava
um sábio, disse que não, pois na realidade era um amante da sabedoria. Com esta afirmação
sobre si mesmo, Pitágoras expressou uma ideia fundamental: o conhecimento verdadeiro
deve ser entendido como uma relação de amor entre o indivíduo e aquilo que quer conhecer.

A maioria das histórias filosóficas faz referência a um item bem específico: a


transição do mito para o logos

Em outras palavras, de que maneira e por que os primeiros filósofos gregos foram
abandonando as explicações das histórias míticas de Homero e Hesíodo e introduziram aos
poucos um pensamento racional para explicar a realidade.

[5]
Conceito “Psicologia”

Nos primórdios, haviam duas perspectivas teóricas dominantes sobre seu estudo. Um
psicólogo americano chamado William James (1842-1910) desenvolveu uma abordagem que
veio a ser conhecida como funcionalismo. Nela, argumentou que a mente está constantemente
mudando e é inútil procurar os blocos de construção da experiência. Em vez disso, o foco
deve estar em como e por que um organismo faz alguma coisa. Finalmente, foi sugerido que
os psicólogos deveriam procurar a causa subjacente do comportamento e os processos mentais
envolvidos. Essa ênfase nas causas e consequências do comportamento foi a principal
influência da psicologia contemporânea.

A segunda perspectiva foi o estruturalismo de Wilhelm Wundt. O termo se originou de


Edward Titchener, um psicólogo americano que havia sido treinado por Wundt. O
estruturalismo baseou-se na introspecção treinada. Como resultado desse método de pesquisa,
os sujeitos relatavam o que estava acontecendo em suas mentes enquanto realizavam uma
determinada tarefa. Esse provou ser um método pouco confiável, porque havia muita variação
individual nas experiências e relatos dos sujeitos da pesquisa. Apesar da falha da
introspecção, Wundt é uma figura importante na história. Foi ele quem abriu o primeiro
laboratório dedicado à psicologia em 1879. Essa abertura é geralmente vista como o início da
psicologia moderna.

Wundt foi importante também por separar essa área da filosofia, analisando o funcionamento
da mente usando procedimentos mais objetivos e padronizados. Com seu amplo escopo, a
psicologia investiga uma enorme variedade de fenômenos: aprendizagem e memória,
sensação e percepção, motivação e emoção, pensamento e linguagem, personalidade e
comportamento social, inteligência, desenvolvimento infantil, doença mental e muito mais.

O que é psicologia?

A psicologia é o estudo científico da mente e do comportamento. O estudo dessa área é


multifacetado e inclui sub-campos, como áreas de desenvolvimento humano, esportes, saúde,
comportamento clínico, social e processos cognitivos.

A palavra “psicologia” vem do Grego antigo psyque, que significa “mente”, e logos, que
significa “conhecimento ou estudo”. Como ela é uma ciência, tenta investigar as causas do
[6]
comportamento.  Consequentemente, usa procedimentos sistemáticos e objetivos de
observação, medição e análise, apoiados por interpretações teóricas, generalizações,
explicações e previsões.

Parece impossível estudar a máquina mais complexa da terra, que é a mente humana. Embora
não possamos observar diretamente a mente, tudo o que fazemos, pensamos, sentimos e
dizemos é determinado pelo funcionamento dela.

Os psicólogos tomam o comportamento humano como dados brutos para testar suas teorias
sobre como a mente funciona. Para os pacientes, isso significa compreender quais são os
processos mentais que estão desencadeando reações negativas em suas vidas. Assim, é
possível trabalhá-las de forma a mudar esses comportamentos por uma mente mais
saudável. Segundo o Conselho Federal de Psicologia, hoje são pouco mais de 310 mil
psicólogos no Brasil, sendo que 90% deles são mulheres.

Origem da Psicologia

A psicologia é uma ciência muito nova, com a maioria dos avanços acontecendo nos últimos
150 anos. No entanto, suas origens remontam à Grécia antiga, entre 400 e 500 anos a.C. A
ênfase era filosófica, com grandes pensadores como Sócrates influenciando Platão, que por
sua vez influenciaram Aristóteles.

Durante o século XVII, o filósofo francês René Descartes introduziu a ideia do dualismo. Esta
afirmava que a mente e o corpo eram duas entidades que interagiam para formar a experiência
humana. Muitas outras questões ainda debatidas por psicólogos hoje, como as contribuições
relativas da natureza versus criação, estão enraizadas nessas antigas tradições filosóficas.

Em meados do século XIX, o filósofo Wundt estava usando métodos de pesquisa científica
para investigar os tempos de reação. Seu livro foi publicado em 1874, Principles of
Physiological Psychology. Ele descreveu muitas das principais conexões entre a ciência da
fisiologia e o estudo do pensamento e comportamento humanos. 

Em adição, a fisiologia contribuiu para o surgimento eventual da psicologia como disciplina


científica. Pesquisas fisiológicas precoces sobre o cérebro e o comportamento tiveram um

[7]
impacto dramático na área. Por isso, contribuíram para a aplicação de metodologias
científicas no estudo do pensamento e comportamento.

Os braços da psicologia

Qualquer tentativa de explicar por que os seres humanos pensam e se comportam da maneira
que fazem estará ligada a um ramo da psicologia. As diferentes disciplinas são extremamente
amplas. Elas incluem:

 Psicologia clínica
 Psicologia cognitiva
 Psicologia do desenvolvimento
 Psicologia evolucionária
 Psicologia forense
 Psicologia da saúde
 Neuropsicologia
 Psicologia ocupacional
 Psicologia social

Etimologia de Psicologia

É um neologismo incorporado em 1590 nos trabalhos do teólogo alemão Felipe Melanchthon,


baseado sobre os elementos gregos: psycho-, para referir à alma, e -logía, por logos, para
determinar o estudo ou ciência. Em seu sentido mais genuíno, a psicologia é a ciência ou o
conhecimento da alma. Esta definição inicial obedece a um fato histórico, pois durante
séculos se acreditou que a alma era a entidade ou substância que dava sentido ao
entendimento e à própria vida. Com o passar do tempo, a ideia da mente ocupou o lugar da
alma.

[8]
Na atualidade a psicologia apresenta diversas áreas e está projetada em todo tipo de âmbito.
Está presente no campo da saúde mental, na sexologia, na medicina forense, na educação,
no esporte e no local de trabalho. Não devemos esquecer, por outro lado, que as campanhas
de marketing são também baseadas no conhecimento sobre as preocupações humanas.

CONCLUSÃO

Assim podemos dizer que a Filosofia é um modo de problematizar o mundo de maneira


crítica e conceitual. Ela é utilizada pelo ser humano para desbravar os confins da
racionalidade e do conhecimento. ... O que entendemos por Filosofia é um tipo de
pensamento organizado, conceitual, crítico e reflexivo.

Quanto a psicologia busca compreender o comportamento e o pensamento das pessoas que


possuem algum tipo de problema ou distúrbio psicológico. Para tanto, este profissional utiliza
métodos e processos comparativos e analíticos. O objetivo final é a saúde mental do indivíduo
para que este possa ter uma boa qualidade de vida. A resolução dos problemas psicológicos
significa uma situação melhor de relacionamento com a sociedade, família e consigo mesmo
(com seus pensamentos, desejos e sentimentos).

[9]
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[Link]

[Link]

[Link]

[Link]

[Link]

PORFíRIO, Francisco. "O que é Filosofia? "; Brasil Escola. Disponível em:


[Link] Acesso em 15 de dezembro
de 2021.

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia? Tradução de Bento Prado Jr. e Alberto
Alonso Muñoz. Rio de Janeiro: 34, 1992, p. 13.

DELEUZE, G.; PARNET, C. Diálogos. Trad. de Eloisa Araújo Ribeiro. São Paulo: Escuta,
1998, p. 11.

CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2005.

PALÁCIOS, G. A. Ensina-se a filosofar, filosofando. In: Philósophos, vol. 12, n. 1. Goiânia:


UFG, 2007, p. 79-90.

CHAUI, M. Introdução à História da Filosofia: dos Pré-socráticos a Aristóteles. 2 ed.,


revista e ampliada. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, vol. 1, p. 20.

CHAUI, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2005, p. 19.

DELEUZE, G. Nietzsche e a Filosofia. Tradução de Ruth Joffily Dias e Edmundo Fernandes


Dias. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1976, p. 87.

[10]

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