AS 5 FASES
DO TRANSE
LIVRO ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL
E MEDIUNIDADE CAP 1
PERGUNTA N°12
O ANIMISMO ESTÁ PRESENTE
NOS MÉDIUNS QUE FIZERAM O
CURSO DE MÉDIUNS?
MINUTO ALIANÇA
Resposta - Sim. Até por que é dificil separar o fenômeno anímico
do mediúnico, em especial quanto à incorporação ou psicofonia.
Não sendo mecânico ou inconsciente, o médium acaba por ser
intérprete do pensamento do Espírito comunicante, contribuindo
com seus próprios recursos para a transmissão da ideia. O objetivo
do CM não é retirar o animismo do aluno, o que seria impossível. E,
sim, propiciar a ele o autoconhecimento, o treino para distinguir
seus pensamentos daqueles que não são seus, e orientá-lo ao
aprimoramento para que cada vez mais
seja digno da confiança dos Espíritos Benfeitores.
MINUTO Hermínio Miranda, em DaC, diz que,
ALIANÇA "em verdade, não há fenômeno espírita puro, de vez que a
manifestação de seres desencar-
nados, em nosso contexto terreno, precisa do médium encarnado, ou
seja, precisa do veículo das faculdades da alma (Espírito encarnado)
e, portanto, anímicas."
AS CINCO FASES DO TRANSE
1) Percepção de fluidos;
2) a aproximação;
3) o contato;
4) o envolvimento
5) a manifestação
Esta cinco fases preenche em todas as necessidades de
desenvolvimento primário e serve também de base os demais
porque são fundamentais para todos os casos na aplicação
deste processo, para que haja êxito, o trabalho deve ser
executado rigorosamente em pleno acordo com plano espiritual
mediante o entendimento anteriormente feito.
1° Fase
Percepção de fluidos;
Os instrutores espirituais estudam o organismo dos médiuns
anota os pontos sensíveis medem a sensibilidade de cada um,
quando o dirigente encarnado pede o seu concurso eles
projetam jatos de fluidos sobre esses pontos e os médiuns
devem forçosamente sentir a projeção por que eles agiram nos
pontos certos e fizeram a projeção de acordo com a
sensibilidade de cada um.
2° Fase
A aproximação
Normalmente, na vida comum, aproximam-se dos médiuns
Espíritos encarnados e desencarnados das mais diversas
categorias: amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos,
sofredores, obsessores, credores, agentes de resgates,
mistificadores, etc., porque a condição de médiuns de prova é
atrativo para todos os casos.
Mas, em trabalhos espirituais, devidamente resguardados,sobretudo quando
realizados de comum acordo entre os dois
planos como, por exemplo, este de desenvolvimento mediúnico,
somente podem se aproximar dos médiuns, Espíritos
destinados a cooperar duma forma ou doutra, e isto pela simples
razão de que é o próprio Plano Espiritual que regula e disciplina
essas aproximações.
2° Fase
A aproximação
O instrutor espiritual que, na primeira fase
lançara sobre o médium, de pequena distância,
um jato de fluido, para verificar e medir sua sensibilidade
agora dele se aproxima para fazer-se pessoalmente sentido;
o médium deve, portanto, sentir, perceber a aproximação ou
no mínimo sua presença.
3° Fase
O contato
Nesta fase os operadores espirituais, já aproximado,
estabelecem contato com o perispírito dos médiuns, de forma
a serem realmente sentidos, agindo indiretamente sobre os
chacras, ou diretamente sobre os plexos do corpo denso ou
nos seus pontos de sensibilidade.
Se agir sobre os chacras, o médium sentirá uma
momentânea manifestação de sua mediunidade, porque a ação
do instrutor se realiza no corpo etéreo; se a ação for nos plexos,
haverão manifestações reflexas como repuxamentos, tremores,
etc., na área enervada pelos nervos ligados àquele plexo; e, finalmente, se for nos
"pontos de sensibilidade", a percepção
3° Fase
O contato
será muito mais acentuada e localizada que nas fases anteriores
e esta circunstância justamente distingue bem uma fase da outra.
Para esses contatos os instrutores espirituais são, às vezes,
obrigados a operar fortes rebaixamentos vibratórios nos seus
próprios perispíritos.
Esse contato pode ser feito com as mãos ou, em maior
área, com interpenetrações do perispírito, quando for muito
baixa a sensibilidade do médium.
4° Fase
O envolvimento
O instrutor espiritual, por si mesmo ou através de uma
terceira entidade, procurará assenhorear-se primeiramente da
mente do médium envolvendo em seguida, caso possível, todo o
perispírito, conforme o grau de afinidade que existir entre ambos.
Este passo deve ser mais demorado, dando tempo a que
os instrutores espirituais procedam ao envolvimento, graduando-
o segundo as necessidades.
5° Fase A Manifestação
Esta fase é o remate do processo, a manifestação
propriamente dita e direta do agente espiritual em nosso plano,
Pode ser verbal ou escrita, inconsciente ou telepática,
conforme a natureza da faculdade que o médium possuir.
Esta última fase só deverá ser efetivada após treinamento
subconsciente do médium e naturais emoções.
Sendo numerosa a turma de médiuns de incorporação,
nesta última fase não se deve permitir que os médiuns falem
porque, então, haveria balbúrdia; mesmo que se estabelecesse
a regra de cada um falar à sua vez, tal coisa seria inútil porque
não haveria tempo suficiente para todos falarem, o que, de certa
forma, prejudicaria o objetivo do processo, que é o
exercitamento intensivo de todos, no menor tempo possível:
exercitamento prático, com oportunidades imediatas e
constantes para todos.
5° Fase A Manifestação
Nestas condições, para contornar a dificuldade,
idealizamos um processo muito simples, conquanto inédito,
que é o seguinte:
a) Levar os médiuns até a fase de envolvimento,
guardando todos completo silêncio;
b) Anunciar que se vai passar à fase final
da manifestação
todos, pois, devendo se concentrar para
receber, explicando porém, que a manifestação não é livre e
que os Espíritos comunicantes se limitarão a uma saudação
rápida, em duas palavras como, por exemplo: Graças a Deus,
Paz a todos, Deus abençoe a todos ou qualquer outra,
desligando-se, imediatamente, em seguida."
TEMA N°3
O que me leva
a agressividade?