Embolada
Sobrenome: Embolada
AKAs: Coco-de-embolada, Coco-de-desafio, Coco de repente
Parents: Coco
Descrição curta: A fast-speaking form of [Genre21724] that draws heavily from [Genre38953]
Focuses on the prosody of singers, who speak-sing measured stanzas in fast tempos in 2/4
time accompanied by sparse percussion. Commonly performed by buskers in fairs and public
places.
Fontes:
[Link]
[Link]
repentes-1.770621
[Link]
Travassos, E. (2010). Palavras que consomem: contribuição à análise dos cocos-de-embolada .
Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (51), 13-40. [Link]
901X.v0i51p13-40
VACCARI, Pedro Razzante. José Siqueira e o coco de embolada erudito: por uma performance
etnomusicológica contemporânea. 2013. 96 f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual
Paulista, Instituto de Artes, 2013. Disponível em: <[Link]
SOUZA SANTOS, Eurides de; SANTOS BARBOSA, Katiusca Lamara dos. “Canta quem sabe
cantar”: processos performativos na arte da embolada. Música em Perspectiva, [S.l.], v. 7, n. 2,
dez. 2014. ISSN 2236-2126. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 09 jul. 2021.
doi:[Link]
MARINHO, Vanildo Mousinho. Emboladas da Paraíba: buscando uma caracterização dessa
manifestação musical. 2005. Available at:
<[Link]
MARINHO, Vanildo Mousinho. Performance musical da embolada na Paraíba. 190 f. il. 2016.
Tese (Doutorado em música - Área de concentração: Etnomusicologia) – Programa de Pós-
Graduação em Música, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2016. Available at:
<[Link]
Possivelmente ver o uso mais amplo do verbo embolar: [Link]
Frases:
Três “tipos” de embolada:
“tradicional”, muito parecida com os outros tipos de coco, a mudança está em estrofes
rimadas e compridas;
“diluída”, a versão gravada nos primeiros anos, desde a década de 20. Influenciada pelas
convenções da época, menos pop e menos coco;
“repente”, a versão que permanece mais, cantada em pares, mais improvisada, mais similar ao
Desafio;
Embolada tem dois coqueiros, enquanto o coco normal só tem um que se alterna com um
coro.
Versos “doidos”, sem sentido ou vulgares, comparado com o repente, eles preocupam-se com
manter o fluxo rápido muito mais que rimas ricas
“A segunda parte é constituída pela embolada: o cantador sente-se à
vontade para improvisar e utilizar seus trava-línguas e destreza retórica, abusando dos
fonemas repetidos, as aliterações; nesta parte a prioridade é o canto, e não a dança.”
Já nos primórdios da produção fonográfica no Brasil se gravavam emboladas. Elas eram
populares devido à propensão para o humor, e o foco era na dicção veloz e ritmada.
Carmen Miranda levou o gênero aos holofotes internacionais com Rebola bola.
(Mencionar Jararaca e Manezinho Araújo). Estes exemplares eram gravados com
trejeitos da música brasileira da época, e muitas vezes por artistas do Sudeste, com
diversos instrumentos, perdendo um bocado da “pureza”. Na década de 70 que houve
um resgate da música folclórica que havia ficado descolada do popular, e ali foi buscado
gravar finalmente a embolada que corria pelos caminhos populares do Nordeste.
Vídeos de embolada
Tipo 1: [Link]
v=attlci1NVc0&list=PLaIwU7JZ2BkrrQoCd_nxOoSnTOIeXIptS&index=30
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Tipo 2: [Link]
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Tipo 3: [Link]
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Dentre os emboladores paraibanos podemos citar: Cachimbinho4 e Geraldo Mouzinho5 ,
Antônio da Mulatinha e Dedé da Mulatinha, Lindalva, Pedro Embolador, Mané de Bia, Zezinho
da Borborema, Frank e Nazar do Pandeiro, Manoel Batista, Zezinho Batista6