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PGR: Gerenciamento de Riscos em Mineração

O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da empresa Rivello Recursos Humanos & Serviços LTDA - ME para o contrato com a DNA Cursos de Formação Profissional. O PGR descreve os objetivos, escopo, responsabilidades, exigências legais e etapas para identificar e controlar riscos ocupacionais. Ele também estabelece metas e cronogramas para implementar medidas preventivas visando proteger a saúde e segurança dos trabalhadores.

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PGR: Gerenciamento de Riscos em Mineração

O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da empresa Rivello Recursos Humanos & Serviços LTDA - ME para o contrato com a DNA Cursos de Formação Profissional. O PGR descreve os objetivos, escopo, responsabilidades, exigências legais e etapas para identificar e controlar riscos ocupacionais. Ele também estabelece metas e cronogramas para implementar medidas preventivas visando proteger a saúde e segurança dos trabalhadores.

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PGR PGR

Revisão 00 –
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
-1-

Rivello Recursos Humanos & Serviços LTDA - ME

PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO
DE RISCOS
Contratada: RIVELLO RECURSOS HUMANOS & Serviços LTDA – ME
Contratante: DNA CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Vigência do PGR:
Inicio:
Término:

“O documento deverá ser arquivado por um período mínimo de 20 anos. E deverá estar
disponível de modo a proporcionar o imediato acesso dos auditores fiscais do Ministério
do Trabalho e Emprego e Previdência Social, conforme NR-22 da Portaria 3.214 do
TEM e Instrução Normativa 103/2004 do INSS”.

BELÉM – PARÁ
2018
PGR PGR
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
-2-

PROCEDIMENTO DE REVISÃO DE DOCUMENTAÇÃO PGR N. 001 / 01


TÍTULO: PGR – PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

CONTRATANTE: DNA CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

N ° CONTRATO GERÊNCIA GESTOR DE CONTRATO FISCAL DO CONTRATO


4600006135 DNA ANTONIO SERRA ANTONIO SERRA

CONTROLE DE REVISÕES
Rev. DESCRIÇAO REVISADO POR: VERIFICA POR: DATA
00 Emissão Inicial 24/03/2018

Sumário
PGR PGR
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA....................................................................................4
1.1. ATIVIDADE E GRAU DE RISCO.....................................................................................4
1.2. DADOS DO CONTRATO.................................................................................................5
1.3. NÚMERO DE COLABORADORES PREVISTOS NO PICO DA OBRA.....................5
1.4. JORNADA DE TRABALHO..............................................................................................5
2. INTRODUÇÃO......................................................................................................................5
3. OBJETIVO.............................................................................................................................6
3.1. Objetivo Geral:...................................................................................................................6
3.2. Objetivos Específicos:.......................................................................................................6
4. CAMPO DE APLICAÇÃO....................................................................................................6
5. RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO PGR.....................................................................7
6. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES...................................................................7
7. Comissão Interna de Prevenção de Acidente na Mineração – CIPAMIN.................9
8. EXIGÊNCIAS LEGAIS......................................................................................................9
9. ETAPAS DO PGR...........................................................................................................16
10. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES, METAS E CRONOGRAMA..............18
11. ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE CONTROLE IMPLEMENTADAS.........26
12. IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE......................................................26
13. HIERARQUIA DE MEDIDAS DE CONTROLE.........................................................30
b) A Medida de Proteção Coletiva for insuficiente..........................................................32
14. MONITORIZARÃO DA EXPOSIÇÃO AOS FATORES DE RISCOS.........................32
15. REGISTRO, DIVULGAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS DADOS...................................33
16. AGENTE NOCIVO........................................................................................................35
17. TIPOS DE EXPOSIÇÃO..............................................................................................35
18. EFEITOS À SAÚDE......................................................................................................35
19. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PREVENTIVAS DO PGR..54
20. Articulação entre os Programas PGR, PPRA e PCMSO........................................57
21. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PGR. .57
22. ANÁLISE CRÍTICA DO PGR.......................................................................................58
23. HISTÓRICO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO DESENVOLVIMENTO DO
PGR.......................................................................................................................................59
24. CONSIDERAÇÕES FINAIS........................................................................................60
PGR PGR
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS LTCAT

1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Razão Social Rivello Recursos Humanos & Serviços LTDA - ME
Nome Fantasia RIVELLO-RH & SERVIÇOS
Descrição da Atividade Econômica 82.11-3-00 Serviços Combinados de Escritório e
Principal Apoio Administrativo.
CNPJ 09.631.949/0001-64
Endereço Avenida Dom Romualdo Coelho, nº 20, Quadra
401, Lote 20
Bairro Núcleo Urbano, CEP: 68 447 – 000
Cidade / Estado Barcarena / Pará
Telefone (91) 3754-1262 / 3754-4263
Responsável pela Empresa Wanessa de Oliveira Araújo
Responsável pela Elaboração do
Allen Monteiro
PGR
Responsável pelo Cumprimento do
PGR Programa de Gerenciamento Wanessa de Oliveira Araújo
de Riscos

1.1. ATIVIDADE E GRAU DE RISCO


Código da Atividade (CNAE) 82.11-3-00

Grau de risco da Empresa 1 Atende Grau de Risco 4 da Contratante

Grau de risco da Hydro 4

Grupo de risco C 35 – Outros Serviços

Atividade Principal Atividades Paisagísticas

1.2. DADOS DO CONTRATO


Nº do Contrato 4600006135
Contratante DNA CURSOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
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Gestor do Contrato Allen Monteiro


Flavia Rodrigues
José Carlos
Tatiane Sodré
Fiscal do Contrato José Carlos
Período do Contrato a partir da Data de Início: 24/03/2018
Autorização Contratual Data de conclusão: 24/03/2018

1.3. NÚMERO DE COLABORADORES PREVISTOS NO PICO DA OBRA


Sexo masculino: 06 Sexo feminino: 01 Total: 07

1.4. JORNADA DE TRABALHO


Administrativo 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42

2. INTRODUÇÃO
O Programa de Gerenciamento de Riscos tem como objetivo a implantação de um
programa que busca preservar a vida e evitar danos físicos e psíquicos às pessoas, como
também a necessidade de se manter sob controle todos os agentes ambientais, com
monitoramentos periódicos, levando-se em consideração a proteção do meio ambiente e
dos recursos naturais. Evitar danos à propriedade e a paralisação da produção.
Através da antecipação, identificação de fatores de risco, avaliação e consequente
controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho,
as empresas poderão estabelecer critérios de pré-seleção de quais riscos ou de quais
medidas de controle serão mais adequados e propícios para sua realidade.
O PGR objetiva o reconhecimento e a reavaliação dos riscos ambientais nos diversos
setores de trabalho da empresa, bem como o planejamento das ações prioritárias visando a
eliminação ou, pelo menos, a redução desses riscos.
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3. OBJETIVO
3.1. Objetivo Geral: 22.1.1 - O subitem mostra que é necessário passar as normas legais
que incluem o trabalho na mineração, assim trazendo organização para o ambiente de
trabalho e proporcionando saúde e segurança aos trabalhadores.

3.2. Objetivos Específicos: A primeira etapa é aquela voltada a elaboração e


implementação com a antecipação dos riscos ambientais, o que chamamos de “prevenção”
ou mesmo antevisão dos possíveis riscos a serem detectados durante uma análise
preliminar de riscos de uma determinada atividade ou processo.
A antecipação deverá então envolver a análise de projeto de novas instalações,
métodos ou processos de trabalho, ou de modificações daqueles já existentes, visando
identificar os riscos potenciais e a introduzir medidas de proteção para sua redução ou
eliminação.
A próxima etapa do programa se refere ao reconhecimento dos riscos existentes nos
locais de trabalho:
 Estabelecimento de prioridades, metas e cronograma;
 Avaliação dos fatores de risco e da exposição dos trabalhadores;
 Acompanhamento das medidas de controle implementadas;
 Monitorização da exposição aos fatores de riscos;
 Registro e manutenção dos dados por, no mínimo, vinte anos e
 Avaliação periódica do programa.

4. CAMPO DE APLICAÇÃO

22.2.1 - Sobre as tarefas para o processo de execução para cada área da mineração, a
mineração a céu aberta e subterrânea, a pesquisa de solo, até o processamento de
beneficiamento mineral.
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5. RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO PGR


Responsável pela elaboração do PGR
Allen Patrick Monteiro Rego
Flavia Rafaela Gomes Rodrigues
José Carlos Silva
Tatiane Oliveira Sodre

6. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
6.1. Empregador (Empresa): Rivello Recursos Humanos & Serviços LTDA - ME
6.2. Preposto Contrato (Gerente de Contratos): Gerencia DNA Gestor de Contrato
Antônio Serra Fiscal Do Contrato
6.3. Administrador do PGR: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

6.4 Designado da CIPAMIN: Será composta de representante do empregador e do


empregador e seus respectivos suplentes, de acordo com as proporções mínima
constante no Quadro lll, anexo
6.5. Colaboradores (Empregados): 22.4.1 - Cumpre aos trabalhadores:
a) zelar pela sua segurança e saúde ou de terceiros que possam ser afetados por suas
ações ou omissões no trabalho, colaborando com a empresa ou Permissionário de Lavra
Garimpeira e cumprindo as normas internas de segurança e saúde;
b) comunicar ao seu superior situações que considerar risco para segurança e saúde ou de
terceiros.

7. Comissão Interna de Prevenção de Acidente na Mineração – CIPAMIN

A empresar de mineração ou permissionário de lavra garimpeira que admita trabalhadores


como empregador deve organizar e manter em regular funcionário na forma prevista nesta
NR em cada estabelecimento, uma comissão interna de prevenção de acidentes CIPA
devorante denominada CIPA na mineração CIPAMIN
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8. EXIGÊNCIAS LEGAIS
O PGR tem como objetivo definir as atividades e procedimentos a serem adotados
durante a realização de atividade, serviços do PGR, com vista à prevenção de
acidentes, de modo a preservar o meio ambiente, as instalações e a segurança do
corpo funcional e das comunidades circunvizinhas na mineração.

Este programa procurou identificar, avaliar e propor medidas de controle e tratamento


para os riscos envolvidos nas instalações da Mineração RIVELLO-RH & Serviços no
contrato Nº 4600006135 junto a Hydro Paragominas, incluindo a elaboração de:

Estudo de análise de Riscos:

Plano de ação de Emergências (PAE):

Plano de Emergências individual(PEI)

8.1. Riscos Físicos, Químicos e Biológicos Neste programa são considerados:

 Riscos Físicos
Consideram-se agentes físicos, as diversas formas de energia a que possam estar
expostos os colaboradores, como ruído, vibrações, radiações ionizantes, radiações não
ionizantes, frio, calor, pressões anormais, umidade.

Ruído: decorrente da utilização de veículos.

Radiações não ionizantes: decorrentes da exposição à radiação solar, de grande


importância em minas a céu aberto.

 Riscos Químicos
Os agentes químicos são substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no
organismo pela via respiratória, digestiva ou cutânea, na forma de poeiras, fumos, névoas,
neblinas, gases, vapores.

Poeiras minerais: a de maior importância é a sílica livre, cuja ocorrência vai depender, das
condições geológicas locais. É importante destacar que o risco depende da concentração
da poeira, do diâmetro aerodinâmico das partículas de poeira, da porcentagem de sílica
livre na poeira respirável, do tempo de exposição e das condições de ventilação.
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 Riscos Biológicos
São microrganismos, fungos, vírus, bactérias, protozoários e outros parasitas causadores
de doenças com os quais pode o colaborador entrar em contato, no exercício de diversas
atividades profissionais.

8.2. Atmosferas Explosivas

Não é aplicável para o tipo de atividade a ser exercida pela RIVELLO-RH & Serviços no
contrato Nº 4600006135 junto a Hydro Paragominas, bem como o local / ambiente onde as
instalações para as atividades exercidas pelos colaboradores da RIVELLO-RH & Serviços
não possuírem áreas classificadas.

8.3. Deficiências de Oxigênio

As atividades administrativas serão desenvolvidas em Prédio Administrativo da portaria da


Hydro Paragominas e os motoristas em locais com troca ou renovação contínua de
oxigênio, não caracterizando deficiência de oxigênio.

8.4. Ventilação

As atividades administrativas serão desenvolvidas em Prédio Administrativo da portaria da


Hydro Paragominas e os motoristas em locais a céu aberto ao ar livre, com ventilação
artificial e natural. Os veículos são dotados de cabine climatizada.

8.5. Proteção Respiratória, de acordo com a Instrução Normativa Nº 1, de 11/04/94, da


Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho.

Será elaborado o PPR Programa de Proteção Respiratória, de acordo com a Instrução


Normativa Nº 01 de 11/04/94, Procedimentos da contratante e Portaria 3.214/78.

Quando os motoristas trafegarem nas dependências da Mineração Paragominas S/A MPSA


da Hydro Paragominas estando expostos a poeiras minerais em concentrações acima do
Nível de Ação, será obrigatório o uso de proteção respiratória adequada, especificada em
função do agente e da concentração do mesmo.

Os empregados deverão receber os Equipamentos de Proteção Respiratória gratuitamente,


deverão ser treinados no seu uso correto, bem como manutenção e conservação, conforme
estabelecido na NR – 06 da Portaria 3214/78.
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Os valores e as concentrações destes agentes encontrados nas avaliações, bem como as


medidas de controle a serem adotadas serão anexadas a estes documentos, após a
conclusão do levantamento/avaliação dos agentes (Reconhecimento, avaliação e Controle
dos Riscos ambientais), de acordo com o cronograma de sua execução.

Até que sejam realizadas as avaliações quantitativas, todos os empregados expostos à


poeira, fumos metálicos, gases, vapores e névoas deverão usar proteção respiratória,
conforme especificado abaixo:

Poeira – respirador semi facial sem manutenção PFF1 ou PFF2; Fumos metálicos -
respirador semi facial sem manutenção PFF2;
Gases, vapores e névoas – respirador semi facial com manutenção, com filtros químicos
especificados de acordo com o agente nocivo.

Exposição a agentes causadores de intoxicação e asfixia – proteção respiratória – ar


mandado ou sistema de respiração autônoma.

8.6. Investigação e Análise de Acidentes do Trabalho

Todo o Acidente de Trabalho ou de Trajeto independente de sua gravidade, deverá ser


comunicado de imediato a Srª. Elizete Freitas Aiezza que deverá seguir o fluxo de
Comunicação, Classificação e Investigação de acidente da Hydro Paragominas.

A investigação de acidente tem por objetivo detectar as causas e tomar medidas corretivas
para evitar a repetição de acidentes semelhantes, isto requer decisões gerenciais para
corrigir anomalias.

A investigação deverá ocorrer imediatamente após o acidente, procedendo da seguinte


maneira:

 Anotar nomes dos envolvidos;


 Testemunhas;
 Tirar fotos (se necessário);
 Convocar a equipe de investigação, todos ou os que forem possíveis no momento.

O relatório conclusivo (Investigação de Acidente) deverá ser elaborado em formulário


próprio pela equipe de investigação, com um plano de ação definido, enviando cópia aos
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executantes, para bloqueio das causas.

O relatório de Investigação de Acidentes deverá circular entre os departamentos onde


existir atividades semelhantes, como forma de informação e de prevenção de acidente.

8.7. Ergonomia e Organização do Trabalho

A Norma Regulamentadora NR-17 da Portaria 3.214/78– Ergonomia visa a estabelecer


parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características
psicofisiológicas dos colaboradores, de modo a proporcionar um máximo de conforto,
segurança e desempenho eficiente.

As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e


descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do
posto de trabalho, e à própria organização do trabalho.

Para a emissão do Laudo Ergonômico será realizado um levantamento ergonômico com a


participação dos colaboradores que respondem o questionário com sua percepção quanto a
organização do trabalho e feito o relatório fotográfico das funções por equipamento,
veículos e ferramentas de trabalho.

8.8. Riscos decorrentes do Trabalho em Altura.

- Não serão realizados serviços de trabalho em altura pelos colaboradores da RIVELLO-RH


& Serviços no contrato Nº 4600006135 junto a Hydro Paragominas

8.9. Riscos decorrentes da utilização de energia elétrica, máquinas, equipamentos,


veículos e trabalhos manuais;

 Riscos decorrentes da condução de veículos:


- Atropelamento;
- Batida contra;
- Colisão;
- Abalroamento;
- Capotamento;
- Atolamento;
- Quebra do veículo;
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- Exposição a animais peçonhentos e insetos;


- Exposição a neblina, a poeira e particulados;
- Exposição a intempéries;
- Ergonômico.

8.10. Equipamentos de Proteção Individual de uso obrigatório, observando-se no


mínimo o constante na Norma Regulamentadora N.º 6.

A RIVELLO-RH & Serviços deverá fornecer os EPI´s (Equipamentos de Proteção


Individual), necessários para o desempenho das atividades de seus colaboradores de
acordo com à NR 06 da Portaria 3.214/78, padrão definido nas Normas Básicas de
Segurança para Hydro Paragominas e book de EPI´s homologados pela MPSA.

Entretanto, cabe ressaltar, que o book é meramente informativo. A RIVELLO-RH &


Serviços poderá, a seu livre critério, adquirir EPI´s de outras marcas, desde que, possuam
certificado de aprovação (CA). Contudo, todos os EPI´s devem ser inspecionados e
aprovados pelo SESMT da MPSA, antes de serem entregues para uso.

Quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir,
mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual -
EPI, deve ser de acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a
intensidade ou característica do agente assim o exija.

Após a antecipação, reconhecimento e avaliação dos riscos ambientais existentes ou que


venha a existir no ambiente de trabalho, na fase do controle e bloqueios desses riscos,
será identificado à necessidade do uso do EPI - Equipamento de Proteção Individual, após
avaliação de medidas de engenharia, medidas administrativas nos processos e medidas de
proteção coletivas nas práticas de trabalhos existentes.

Ao se comprovar a necessidade do uso de EPI, isto é, quando as medidas de ordem geral


não forem completas, os mesmos serão fornecidos aos funcionários, gratuitamente, em
perfeito estado de conservação e funcionamento além de adequado à proteção ao risco.

Sempre priorizando as medidas de ordem geral para oferecer completa proteção contra os
riscos de acidentes e danos à saúde dos colaboradores, o EPI será utilizado para
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complementar a eficiência dessas medidas, enquanto as medidas de proteção coletiva


estiverem sendo implantadas e para atender a situações de emergência.

Na Admissão de novos colaboradores da RIVELLO-RH & Serviços serão repassadas as


ações necessárias para o correto processo de utilização de EPI´s, sua adequação aos
riscos, a entrega e a higienização, bem como quanto a obrigações e deveres do
empregador e dos colaboradores.

A RIVELLO-RH & Serviços fornecerá aos colaboradores EPI adequado, de acordo com o
Anexo I da NR-6 da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, constarão de
CA - Certificado de Aprovação e serão mantidos em estoque para pronta reposição aos
funcionários, em caso de danificados, extraviados ou insuficientes na sua finalidade. A
entrega e troca de EPI serão evidenciadas através da Ficha de Controle de Entrega de
EPI.

A não utilização correta e obrigatória de todos os EPI‘s, pelos colaboradores constitui-se


em ato faltoso, sujeito as seguintes medidas disciplinares:

 Advertência verbal;
 Advertência por escrito;
 Suspensão temporária;
 Desligamento do funcionário.

EPI’S DE USO EVENTUAL


EPI’S DE USO
FUNÇÃO (QUANDO FOR ACESSAR AS ÁREAS
OBRIGATÓRIO
OPERACIONAIS)

1. Assistente Capacete de segurança; Colete; Óculos de


Administrativo I e II Calçado de segurança; segurança; Protetor auditivo; Respirador;
2. Recepcionista Perneira.

Calçado de segurança; Luva de Segurança; Protetor Solar;


3. Motorista Capacete de segurança; Repelente; Protetor auditivo; Respirador
Óculos de segurança; Perneira.
Calçado de segurança;
4. Copeira Luva de segurança;
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Respirador.
Calçado de segurança; Luva de Segurança Protetor
5. Auxiliar de
Capacete de segurança; Solar; Repelente.
Serviços Gerais
Óculos de segurança; Protetor auditivo; Respirador Perneira

8.11. Estabilidade dos maciços

Nas atividades realizadas pelos colaboradores da RIVELLO-RH & Serviços no contrato Nº


4600006135 junto a Hydro Paragominas não se aplica situações que comprometam a
estabilidade de maciço.

8.12. Plano de emergência

Neste contrato Nº 4600006135 junto a Hydro Paragominas todo o suporte para o pronto
atendimento médico emergencial será fornecido pela área de Medicina HYDRO

A RIVELLO-RH & SERVIÇOS irá elaborar o Plano Atendimento a Emergência (PAE)


contemplando no mínimo:

 Definição de responsabilidades;
 Cenários de risco e ações mitigadoras;
 Cenários para emergências ambientais;
 Telefones de emergência externos (bombeiro e ambulância) e internos;
 Sinalização das rotas de fuga e pontos de encontro;
 Endereços e contatos de hospitais, médicos para casos de emergência ou acidente;
 Fluxo de comunicação;
 Procedimentos de ações de identificação, de comunicação e de controle em
situações de emergência relativos ao atendimento de acidentes do trabalho /
emergências.
Será firmado convênio com um hospital na região para atendimento aos colaboradores
necessitados de acompanhamento médico, seja por acidente ou por doença.

8.13. Outros resultantes de modificações e introduções de novas tecnologias

Nas atividades realizadas pelos colaboradores da RIVELLO-RH & Serviços no contrato Nº


4600006135 junto a Hydro Paragominas não identificado outros resultantes de
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modificações e nem introdução de novas tecnologias, porém no decorrer da vigência do


contrato, caso venha a surgir modificações e introduções de novas tecnologias, as mesmas
serão avaliadas e repassadas para aprovação do SESMT Hydro Paragominas.

9. ETAPAS DO PGR
O PGR deverá incluir as seguintes etapas:

a) a antecipação e a identificação dos fatores de riscos são essenciais para controlar e


eliminar os mesmos, incluindo quando houver, dados importantes sobre o mapa de risco.
b) deve-se ter uma avaliação dos fatores de riscos e do nível de exposição do trabalhador,
para poder estabelecer medidas de controle adequados.
c) estabelecimento de prioridades, metas e cronograma
d) é indispensável o acompanhamento das medidas de controle adotadas para a evolução
dos mesmos.
e) monitorar toda a exposição dos fatores de risco existente
f) deve-se além de registrar os dados coletados, monitora-los por no mínimo 20 anos.
g) ao menos uma vez ao ano deve-se ser feita uma analise crítica do PGR para monitorar e
controlar a evolução do mesmo, avaliando as medidas de controle implementados.

9.1. Antecipação e Identificação dos Fatores de Riscos


A fase de antecipação dos fatores de riscos consiste na análise das instalações, dos
métodos e processos de trabalho, bem como as possíveis modificações, visando a
identificação dos riscos, das fontes geradoras e possíveis danos à saúde relacionados aos
riscos, a caracterização das atividades e do tipo da exposição e a obtenção de dados
existentes na empresa indicativos de possível comprometimento à saúde decorrente do
trabalho. A fase de antecipação de risco permite a adequada concepção do projeto sem
colocar em risco a saúde dos colaboradores.

Sempre que houver necessidade de modificar processos e construir ou modificar


instalações físicas será realizada antecipação e identificação dos fatores de riscos através
da análise de projetos das novas instalações, métodos ou processos de trabalho, pela área
da segurança visando identificar condições de riscos potenciais e a introdução de medidas
de proteção para redução ou, se possível, eliminação dos mesmos.

Na fase de antecipação dos Fatores de Riscos conterá:


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a) Identificação;
b) Determinação e localização de possíveis fontes geradoras;
c) Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no
ambiente de trabalho;
d) A identificação das funções e determinação do número de colaboradores expostos;
e) A caracterização das atividades e do tipo de exposição;
f) A obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento
da Saúde decorrente do trabalho, principalmente os gerados pelo Programa Médico de
Saúde Ocupacional – PCMSO;
g) Os possíveis danos à Saúde relacionados aos riscos identificados, disponíveis na
literatura técnica.
h) A descrição das Medidas de Controle necessárias e as já existentes
A Identificação dos fatores de riscos será realizada de forma qualitativa, o técnico
responsável deverá utilizando o julgamento profissional estima a necessidade, ou não, da
realização das medições quantitativas.

A Identificação dos fatores de riscos foi feita através do preenchimento da planilha abaixo
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
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10. ESTABELECIMENTO DE PRIORIDADES, METAS E CRONOGRAMA

PRIORIDADES
As medidas de controles a serem implementadas neste PGR terão as seguintes
prioridades:

 Quando a situação na fase de antecipação dos fatores de riscos estiver gerando


risco grave e iminente para a segurança e saúde dos trabalhadores.
 Quando a situação na fase de avaliação quantitativa apresentar índices superiores
os limites de tolerância estabelecidos pela NR-15 da Portaria 3214/78, ou da ACGIH
na ausência destes.
A Prioridade levará em consideração as condições de risco Desprezível, Baixo, Moderado,
Alto e Muito Alto.

CRITÉRIOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE


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Severidade Potencial de Causar Dano Grau de Exposição Categoria


Quando o agente, não Não há exposição. Não
representar risco potencial de há contato com o
Desprezível danos à saúde nas condições agente. O agente é 0
usuais descritas na literatura. desprezível.
Pode causar lesão leve sem Baixa Exposição,
afastamento ao trabalho. Infrequente contato
Baixo Algum caso pode representar com o agente à baixa
1
apenas um aspecto de concentração /
desconforto e não de risco intensidade
Quando o agente representa
um risco moderado à saúde,
nas condições usuais descritas
na literatura, não causando Moderada Exposição.
efeitos agudos imediatos Frequente contato com
Moderado (ruído, calor, radiação não o agente acima do nível
2
ionizante, vibração). de ação, porém abaixo
Pode causar lesão física do limite de tolerância.
reversível ou doença
ocupacional com incapacidade
temporária para o trabalho.
Quando há exposição ao
agente ambiental com
potencial de gerar efeitos
agudos à saúde dos
trabalhadores e as práticas
operacionais ou as condições
ambientais indicam aparente
Alta exposição.
descontrole sobre a
Frequente contato com
exposição. Quando o agente
Alto o agente identificado
representa características 3
acima do limite de
irritantes, cáusticas ou
tolerância.
corrosivas aos olhos, mucosas
e pele. Pode causar lesão
física grave ou doenças
ocupacionais com
PGR PGR
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11. ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE CONTROLE IMPLEMENTADAS


O acompanhamento das Medidas de Controle Implementadas será feito através da análise
dos dados estatísticos de doenças ocupacionais e também das informações dos
trabalhadores. Assim como a avaliação da eficácia das medidas de proteção existentes e
as implantadas e se necessário estabelecer novas medidas para eliminar, neutralizar ou
minimizar os riscos ambientais.

12. IMPLANTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE

Para implantação de medidas de controle devem ser observados os níveis de ação


estabelecidos no PGR.
12.1. Para o agente físico ruído como medidas preventivas de neutralização, controle ou
eliminação podem ser adotadas:
a) Intervenção sobre a fonte emissora – com modificações ou substituições de máquina
e equipamentos, redução da propagação do som intenso por meio da alteração das
características de ressonância de painéis, da redução da amplitude das ressonâncias ou
mesmo pela redução das áreas das superfícies irradiantes, manutenção preventiva e
corretiva de máquinas e equipamentos, mudanças para técnicas menos ruidosas de
operação, entre outras;
b) Redução do nível de pressão sonora na transmissão –, com uso de barreiras,
silenciadores e enclausuramentos parciais ou completos para reduzir a energia sonora;
alteração das características acústicas do ambiente de trabalho pela introdução de
materiais absorventes, entre outras;
c) Controle da exposição através da redução do tempo de exposição do trabalhador –
reposicionamento do trabalhador em relação à fonte de níveis elevados de pressão
sonora ou do trajeto da transmissão durante etapas da jornada de trabalho,
posicionamento remoto dos controles das máquinas, enclausuramento do trabalhador
em uma cabine tratada acusticamente, diminuição do tempo de exposição durante a
jornada de trabalho, revezamento entre ambientes, postos, funções ou atividades e
aumento do número e tempo de duração das pausas.
PGR PGR
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d) Treinamento e orientações dos colaboradores quanto aos procedimentos que


assegurem a sua eficiência. Os colaboradores serão orientados sobre as Proteções
Coletivas e Individuais nos treinamentos internos e na divulgação de Ordem de Serviço
sobre Segurança e Medicina do Trabalho por função.
e) Fornecimento de EPI adequado tecnicamente ao risco a que o colaborador está
exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle
da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do colaborador usuário;

12.2. Para o agente poeira como medidas de neutralização, controle ou eliminação podem
ser adotadas:
Medidas de Controle utilizadas para Proteção Respiratória (de acordo com a Instrução
Normativa nº 1, de 11/04/94, da Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho).
Para o agente poeira como medidas de neutralização, controle ou eliminação podem ser
adotadas:
a) Enclausuramento da operação, objetivando-se, assim, a impedir a dispersão do
contaminante para todo o ambiente de trabalho. O enclausuramento pode ou não incluir
o trabalhador. Quando houver processos produtivos que gerem grandes quantidades de
contaminantes, e o trabalhador estiver inserido no enclausuramento, a ele deverá ser
obrigatoriamente fornecido equipamento adequado de proteção pessoal,
independentemente de haver ou não sistema de exaustão.
b) Segregação da operação ou processo consiste, basicamente, no isolamento da
operação, limitando seu espaço físico fora da área de produção. Normalmente se utiliza
este controle quando não se pode mudar o processo produtivo, e o agente agressivo
atinge a outros trabalhadores, contaminando-os, sem que estes participem da operação.
A adoção desse processo implica em diminuir o número de trabalhadores expostos aos
riscos, sem, contudo, deixar de levar-se em conta que os trabalhadores expostos ao
risco deverão necessariamente fazer uso de medidas de proteção individual. A
segregação pode ser feita no ESPAÇO ou no TEMPO: segregação no espaço consiste
em isolar o processo a distância; enquanto segregação no tempo significa executar uma
tarefa fora do horário normal, reduzindo igualmente o número de trabalhadores
expostos.
PGR PGR
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Exemplo: jateamento de areia fora da área produtiva (segregação no espaço de serviços


de manutenção); e reparo de alto risco realizado fora da jornada de trabalho
convencional (segregação no tempo).

c) Umidificação
É a medida mais antiga utilizada no controle da poeira. A eficiência da umidificação de
poeira depende de dois fatores: do umedecimento da poeira e de sua adequada disposição
depois de molhada. Como aplicações clássicas desse método, podemos citar a aspersão
de água sobre as vias de acessos em área de acessos as frentes de serviços nas
operações em minas a céu aberto.

d) Ventilação geral diluidora


A ventilação geral diluidora consiste na insuflação e exaustão de ar em um ambiente de
trabalho, de forma que promovam a redução de concentrações de poluentes nocivos. Tal
redução ocorre, uma vez que, ao se introduzir grandes volumes de ar puro em um ambiente
contendo uma certa massa de determinado poluente, haverá dispersão ou diluição desta
massa, reduzindo-se, assim, a concentração dos poluentes.

e) Ventilação local exaustora.


A ventilação local exaustora consiste na captação dos poluentes de uma fonte antes que
estes se dispersem no ar do ambiente de trabalho e atinjam a zona de respiração do
trabalhador.

No que se refere ao controle da poluição do ar da comunidade, a ventilação local exaustora


também tem papel importante.

Tal tipo de ventilação possui várias vantagens em relação à geral diluidora, dentre elas:
captura e controle completo do contaminante: vazões requeridas mais baixas; os
contaminantes são recolhidos em um menor volume de ar capturado, reduzindo-se também
os custos.

f) Ordem e limpeza
A ordem e a limpeza constituem medidas eficazes no controle da exposição à poeira, pois
os restos de materiais acumulados em máquina, bancada ou piso podem espalhar a poeira
no ar. Uma boa ordem e limpeza significam limpeza dos pisos, das máquinas e de
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quaisquer superfícies horizontais; previsão de depósitos para materiais nocivos e de


métodos adequados a seu transporte e emprego; disposição das operações de modo que
limite o número de operários expostos ao risco, etc. Os métodos de limpeza também
podem gerar poeira. Assim sendo, deve-se evitar o uso de vassoura, escova ou ar
comprimido, pois estes processos provocam a emanação de poeira e, muitas vezes, são
responsáveis exclusivos pela exposição do trabalhador a esse agente. Portanto, a limpeza
por meio de umidificação ou por aspiração são os métodos recomendados.

g) Limitação do tempo de exposição


A redução dos períodos de trabalho é uma importante medida de controle, quando todas as
outras medidas possíveis forem impraticáveis ou insuficientes no controle de um agente.
Assim, a limitação da exposição ao risco, dentro de critérios técnicos bem definidos, pode
tornar-se a solução mais efetiva e econômica.

h) Treinamento
Todos os operadores devem receber Treinamento sobre Procedimento Operacional com
base no manual do equipamento e normas de segurança para conscientização dos
colaboradores quanto aos riscos inerentes às operações, riscos ambientais e formas
operacionais adequadas que garantam a efetividade das medidas de controle adotadas,
deverão ter lugar sempre, independentemente da utilização de outras medidas de controle,
servindo-lhes como importante complemento.

i) Fornecimento de EPI adequado tecnicamente ao risco a que o colaborador está


exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o
controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do
colaborador usuário;

Os equipamentos de proteção individual devem ser sempre considerados como segunda


linha de defesa, após criteriosas considerações sobre todas as possíveis medidas de
controle relativas ao ambiente que possam ser tomadas e aplicadas prioritariamente.

Entretanto, há situações especiais nas quais as medidas de controle ambientais são


inaplicáveis parcial ou totalmente. Nestes casos, a única forma de proteger o trabalhador
será dotá-lo de equipamentos de proteção individual.
PGR PGR
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Nas operações em que as concentrações de poluentes são superiores ao limite de


tolerância, devem ser usados respiradores de filtro químico (gases e vapores) e mecânico
(fumos, poeira, etc.).

Nos locais onde há presença de gases e poeira, devem ser usados respiradores de filtro
combinado.

É importante esclarecer que os respiradores devem ser usados, obrigatoriamente, durante


todo o tempo de exposição. A não-utilização do protetor em curto espaço de tempo diminui
significativamente o seu fator de proteção. Outras informações a respeito dos respiradores
estão no Programa de Proteção Respiratória — PPR.

12.3. Para exposição ao sol como medidas de neutralização, controle ou eliminação é


válido citar ainda que a Norma Regulamentadora n°21, que trata sobre Trabalhos a Céu
Aberto, determina a obrigatoriedade da existência de abrigos capazes de proteger o
trabalhador contra intempéries e a adoção de medidas especiais que protejam os
trabalhadores contra a insolação excessiva, programa de reidratarão oral conforme
prescrição médica e fazer uso de creme de proteção solar, fazer uso de óculos com filtro
solar e usar camisas de mangas longas.

13. HIERARQUIA DE MEDIDAS DE CONTROLE


Neste PGR sempre que houver a necessidade de implementar medida de controle, deve
ser observada a hierarquia da tabela abaixo:
PGR PGR
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Hierarquia Tipo De Medida De


Exemplos
Recomendada Controle
• Substituição de materiais ou
equipamentos, modificação de
A Fonte processos.
Troca de um produto químico por outro
menos agressivo.
• Enclausuramento de fontes ruidosas.
• Sistemas de ventilação exaustora e
Trajetória / Meio De diluidora.
B
Propagação • Barreiras refletivas para a radiação
térmica.
Blindagem de fontes radioativas
• Limitação do tempo de exposição,
através do rodízio de
pessoas/tarefas e outras medidas
organizacionais.
• Treinamento para melhorar a percepção
do risco.
C Trabalhador
• Exames médicos periódicos.
• Implementação de programas de
controle como o Proteção Respiratória
(PPR).
Uso de EPI’ s como protetores auditivos,
respiradores, etc.

Outras Medidas de Controle, só poderão ser adotadas quando:


a) A Medida de Proteção Coletiva for tecnicamente inviável para a empresa.
A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento
e orientações dos colaboradores quanto aos procedimentos que assegurem a sua
eficiência.
PGR PGR
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14. MONITORIZARÃO DA EXPOSIÇÃO AOS FATORES DE RISCOS


Para monitorização da exposição aos fatores de riscos é necessário fazer avaliações
sistemáticas e repetitivas da exposição a um dado risco, através do acompanhamento das
ações previstas no cronograma de implantação do PGR abaixo visando a introdução ou a
modificação das medidas de controle, sempre que necessário

CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DO PGR


2017 2018
FASE JU
NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUL AGO SET OUT
N
Antecipação e P
Identificação dos
Fatores de Riscos
Avaliações P
Ambientais
Divulgação do P
Resultado das
Avaliações
Ambientais
Acompanhamento P P P P P P P P P P P P
das Medidas de
Controle
Implementadas
Legenda: P – Previsto / R – Realizado

15. REGISTRO, DIVULGAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS DADOS


15.1. Registro do PGR
O registro dos dados do PGR deverá ser mantido e estruturado de forma a constituir um
histórico técnico e administrativo do seu desenvolvimento, permitindo uma fácil
PGR PGR
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rastreabilidade dos dados.

Os riscos identificados e verificados serão informados neste documento e mantidos durante


a vigência deste contrato, se não ocorrerem mudanças no ambiente. Os colaboradores
serão informados e terão livre acesso aos dados obtidos. Este documento deverá ser
arquivado em meio eletrônico e também impresso e guardado numa pasta e mantidos sob
guarda da empresa, por um período mínimo de 20 anos. Acrescentando a estas
informações, deve-se incorporar:

- Lista de presença dos participantes em treinamento de utilização de EPI;


- Fichas de controle e entrega de EPI‘S;
- Atas de Reuniões de Segurança, Saúde e Meio Ambiente;
- Inspeções de Segurança, Saúde e Meio Ambiente.

15.2. Manutenção dos dados do PGR


A manutenção será feita através de: uma avaliação periódica para verificar o andamento
dos trabalhos e o cumprimento das metas estipuladas no cronograma; será efetuado o
monitoramento periódico para avaliar a eficácia do programa e as medidas de controle
implantadas; controle médico onde os resultados dos exames também serão instrumentos
para avaliar a eficácia do programa.

Cabe à RIVELLO-RH & Serviços estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do


PGR como atividade permanente, e efetivar a manutenção dos dados atualizados de
acordo com os fatos discutidos e avaliados.

15.3. Divulgação dos Dados do PGR:


Todos os dados estarão à disposição dos colaboradores, seus representantes legais e
órgãos competentes, em arquivo do SESMT.

A apresentação e discussão do PGR à CIPA, bem como de suas alterações e


complementações, ocorrerá sempre em uma das reuniões ordinárias mensais, a cada
gestão da Comissão, sendo sua cópia anexada e registrada em ata.

As informações referentes aos riscos ambientais que possam originar-se nos locais de
trabalho, aos meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e à proteção contra os
mesmos, serão fornecidas aos trabalhadores através de:
PGR PGR
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 Diálogos de Segurança e Saúde Ocupacional;


 Atestados de Saúde Ocupacional (ASO), emitidos em função da realização de exames
médicos admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho ou de mudança de função;
 Treinamentos de ambientação realizados nas admissões de empregados;
 Campanhas de comunicação e educação;
 Treinamentos específicos;
 Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Mineração (SIPATMIN).

Cabe às lideranças das áreas efetuarem a divulgação dos dados e informações do PGR
aos empregados, com apoio e assessoria do SESMT.

16. AGENTE NOCIVO

a) Físicos – As diversas formas de energia a que possam estar expostos os


trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas,
radiações ionizantes, radiações não-ionizantes, infra-som e ultra-som.
b) Químicos – São substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no
organismo pela via respiratória em forma de poeira, fumos, neblinas, névoas, gases ou
vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser
absorvidas pelo organismo através da pele ou por ingestão.
c) Biológicos – São micro-organismos tais como, bacilos, bactérias, fungos, parasitas,
vírus, etc.

17. TIPOS DE EXPOSIÇÃO


Habitual – Trabalho diário, com rotinas estabelecidas e sempre dentro de um padrão
normal de atividades.

Habitual e Intermitente – Não contínuo que apresenta interrupções ou suspensões durante


o horário de trabalho.

Eventual – Casual, fortuito, acidental, que acontece por acaso.


PGR PGR
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18. EFEITOS À SAÚDE

18.1. Ruído
18.1.2. Efeitos Auditivos
A Perda Auditiva Induzida por Nível de Pressão Sonora Elevada (PAINPSE) relacionada ao
trabalho, diferentemente do trauma acústico – exposição a um único som muito intenso é
uma diminuição gradual da acuidade auditiva, decorrente da exposição continuada a níveis
elevados de ruído.

A probabilidade com que um som possa danificar a audição está relacionada ao grau de
pressão sonora total, ao espectro de frequências de tal som, ao padrão temporal do ruído x
a duração da exposição, idade e a susceptibilidade individual.

As consequências diretas da exposição ao ruído ocupacional são razoavelmente


conhecidas. Campanhas de esclarecimento, informações de fonoaudiólogos e médicos e o
uso da mídia têm divulgado os perigos desse agente poluente, seguramente o mais
comum, entre os tantos encontrados na atividade industrial.

Submetido a valores críticos de níveis de ruído, o ser humano é afetado adversamente, em


seu bem-estar físico e mental (RUSSO, 1993). Os efeitos são melhores conhecidos e
quantificados quando se trata de avaliar o dano causado apenas ao aparelho auditivo. No
entanto, existem também importantes aspectos extra auditivos que merecem uma avaliação
mais apurada, a ponto de alguns autores considerarem a surdez como um mal menor frente
a outras alterações físicas e psíquicas causadas pelo ruído (COSTA, 1994).

Do ponto de vista sensorial, nota-se que as pessoas atingidas pela surdez são afastadas
das experiências sonoras, a ponto de ficarem totalmente isoladas do mundo dos sons. Já
ao nível intelectual, ficam privadas da modalidade primária no processo de
desenvolvimento das inter-relações, sofrendo frustrações e insucessos nas áreas sociais,
ocupacionais e emocionais.

A deficiência auditiva isola as pessoas de sua família, de seus pares e de sua comunidade,
sendo comum sujeitá-las a atitudes negativas por parte daqueles que não conseguem
entender a natureza dessa incapacidade (BEHRENS & LIBERGOTT, 1971).
PGR PGR
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Considere-se que essas informações têm sido especialmente relatadas nos casos de
PAINPSE que, talvez por ser uma entidade nosológica adquirida em circunstâncias
adversas, esteja a nos impor mais um motivo de agravamento dessa condição.

A sintomatologia da perda induzida por nível de pressão sonora elevada, didaticamente,


enquadra-se em sintomas auditivos e os não-auditivos.

18.1.3. Sintomas Auditivos


Perda Auditiva: o ouvido humano é extremamente vulnerável à ação do ruído, que, para
provocar uma perda auditiva, pode atuar sob a exposição aguda (trauma acústico) e a
exposição crônica (perda auditiva induzida por nível de pressão sonora elevada).

Zumbidos: podem ser considerados como uma ilusão auditiva, ou seja, uma sensação
sonora produzida na ausência de fonte externa geradora de som.

Dificuldades no entendimento da fala: comum nos casos de PAINPSE é a queixa que


envolve a habilidade de diferenciar os sons da fala. O indivíduo pode apresentar obstáculos
para entender a mensagem, mesmo quando essa é suficientemente intensa para que a
ouça.

Outros: recrutamento (desproporcional aumento da sensação sonora, frente a um


relativamente pequeno incremento da intensidade); plenitude auricular; sensação de
audição abafada.

18.1.4. Sintomas Não-Auditivos


Transtornos da Comunicação: esse fato proporciona um consequente isolamento social do
indivíduo, com sérios resultados em sua natureza interativa, acabando por ser a razão
primordial de seu handicap. As dificuldades nas interações familiares, no lazer, no trabalho
e na vida social concorrem para uma baixa qualidade de vida.

Transtornos Neurológicos: aparecimento de tremores nas mãos, diminuição da reação aos


estímulos visuais, dilatação das pupilas, motilidade e ou piora de crises de epilepsia
(COSTA, 1994).

Transtornos Vestibulares: vertigens, que podem ou não ser acompanhadas de náuseas,


vômitos e suores frios, dificuldades no equilíbrio e na marcha, nistagmos, desmaios e
PGR PGR
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dilatação das pupilas. (GÓMEZ, 1983).

Transtornos Digestivos: diminuição do peristaltismo e da secreção gástrica, com aumentos


da acidez, seguidos de enjoos, vômitos, perda do apetite, dores epigástricas, gastrites e
úlceras (BORG, 1981).

Transtornos Comportamentais: mudança na conduta e no humor, cansaço, falta de atenção


e de concentração, insônia e inapetência, cefaleia, redução da potência sexual, ansiedade,
depressão e estresse (GÓMEZ, 1983).

Alterações do Sono e outros.

A Traterra consciente de sua responsabilidade para com a saúde de seus funcionários


desenvolve Programas de Conservação Auditiva (PCA), que visa beneficiar tanto a
empresa quanto o trabalhador, através da prevenção da PAINPSE e, consequente, redução
do custo com despesas médicas e ações trabalhistas.

18.2. Produtos Químicos


Esses agentes podem reagir com os tecidos humanos, ou afetar o organismo causando
alteração em sua estrutura e ou funcionamento, podem ser encontrados na forma: Sólida,
Líquida e Gasosa.

 Vias de penetração: Respiratória, cutânea e digestiva.

Ex. – Poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e substâncias químicas em


geral. Vias de penetração dos contaminantes no organismo:

Via respiratória – As substâncias penetram pelo nariz e boca afetando a garganta e


chegando aos pulmões. Através da circulação sanguínea podem seguir para outros órgãos
onde manifestarão seus efeitos tóxicos.

Via cutânea – Diversos compostos possuem a propriedade de penetrar na pele intacta,


passando pelos poros e entrando no tecido conectivo adiposo penetrando no sistema
circulatório.

Via digestiva – É a menos frequente, e a penetração por essa forma ocorre acidentalmente,
no fato do trabalhador roer as unhas, nos casos em que o trabalhador come, bebe ou fuma
num ambiente de trabalho, contaminado.
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18.3. Poeiras Minerais


As substâncias químicas presentes no ar inalado poderão ser encontradas em forma de
partículas sólidas ou líquidas, o risco potencial depende do tamanho da partícula, bem
como da concentração em massa por causa de:

1) Efeitos do tamanho da partícula no local de deposição no interior do trato respiratório;


2) A tendência das várias doenças ocupacionais de estarem associadas com material
depositado em regiões específicas do trato respiratório.

Podemos dividir os efeitos no organismo desta forma: Pneumoconiótica: a que pode


provocar algum tipo de pneumoconiose.

Ex.: silicose, asbestose, antrocose, bissinose.

Tóxica: pode causar enfermidades tanto por inalação quanto por ingestão.

Ex.: metais como chumbo, mercúrio, arsênico, cádmio, manganês, cromo, etc.

Alérgica: a que pode causar algum tipo de processo alérgico.

Ex.: poeira de resina epóxi e algumas poeiras de madeira.

Inerte: produz enfermidades leves e reversíveis, ocasionando geralmente bronquite,


resfriados, etc.

18.4. Poeira Respirável


É a fração de material particulado suspenso no ar constituída por partículas de diâmetro
aerodinâmico menor que 10μm, capaz de penetrar além dos bronquíolos terminais e se
depositar na região de troca de gases dos pulmões, causando efeito adverso nesse local.

18.5. Radiações Não Ionizantes


As radiações são de natureza eletromagnética, sendo as principais, Radiação
Infravermelha e a Radiação Ultravioleta.

18.5.1. Radiação Ultravioleta


Presente na luz solar a radiação ultravioleta da luz solar é essencial para a síntese de
vitamina D na pele e em outros aspectos fisiológicos da vida humana. Entretanto, pode
ocasionar uma variedade de efeitos patológicos, como queimaduras, mudanças de
PGR PGR
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pigmentação da pele, alterações imunológicas e neoplasias.

A exposição excessiva é mais prejudicial para os olhos e para a pele, onde provoca uma
série de alterações. A readiação UV pode provocar desde eritema (queimadura solar) até o
aumento da incidência de câncer de pele. Nos olhos, a maior parte da radiação é absorvida
pela córnea conjuntiva e cristalino, provocando queratite e conjuntivite, que aparece
poucas horas após uma exposição excessiva e normalmente regride em um a dois dias. A
exposição prolongada pode contribuir para a formação de cataratas. A exposição
ocupacional mais importante ocorre entre os soldadores e entre os trabalhadores que
atuam na intempérie, como os trabalhadores rurais, os pescadores, os operários da
construção civil, entre outros.

18.5.2. Radiação Infravermelha


Presente na luz solar, nas lâmpadas de filamento de tungstênio e em numerosos processos
industriais que utilizam fontes de calor, como os padeiros, sopradores de vidro, operários
de altos fornos, trabalhadores de fundição e metalurgia, bombeiros, entre outros. Da
mesma forma que a radiação ultravioleta, a infravermelha é mais prejudicial para a pele e
para os olhos. Na pele, pode provocar queimaduras. Nos olhos, contudo, devido a
transparência dos meios oculares, a radiação infravermelha afeta mais a retina.

18.5.3. Radiação Infravermelha


Pode também ser encontrada da forma natural, o sol e na forma artificial na indústria,
fornos, fornalhas, metais incandescentes, materiais em fusão, solda elétrica e
oxiacetilênica, etc.

18.5.4. Radiação Ultravioleta


Pode ser encontrado na forma natural, o sol e na forma artificial, equipamentos com arco
voltaico (Solda elétrica), Operações de aluminotermia, lâmpadas ultravioletas, etc.

Os efeitos da radiação no organismo são apenas térmicos, provocando queimadura,


eritema (vermelhidão) na pele, câncer de pele, fortes irritações nos olhos, que podem levar
a inflamação (conjuntivite).
PGR PGR
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 26/11/2017
Nº 4600006135
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01 FUNÇÃO: Assistente Administrativo I e II DATA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS: 24/03/2018 SETOR: Administrativo

LOCAIS DE TRABALHO: Diariamente executa atividades administravas no prédio da portaria da Hydro Paragominas localizado na Estrada da Mineração,
a partir da BR-10, S/N Miltônia, CEP: 68625-970 Paragominas/PA.

HORÁRIO DE TRABALHO: 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42

Nº de empregados na função previsto para obra: Homens (00) / Mulheres (01)


Descrição do local de Trabalho: Prédio em alvenaria com central de ar condicionado. Mesa em madeira revestida. Cadeira com encosto. Boa iluminação
com Lâmpadas Fluorescentes em toda a extensão da sala.
Descrição das Atividades exercidas: Realiza atividades administrativas, recebe documentação dos colaboradores, efetua conferência da documentação,
emite crachá. Fazer controle e arquivamento de documentos. Solicitar documentos para admissão. Auxiliar na elaboração da folha de pagamento. Auxiliar
nos recolhimentos. Imprimir contracheque e folha de pagamento. E solicitar assinatura nos mesmos. Tirar xérox. Organizar arquivos. Organizar arquivo
inativo. Atende a solicitação da Hydro. Utilizar uniforme e EPI‘ s.
Medidas de Medidas de
Principais
Riscos Classificação Tipo de Possíveis controle controle
Fontes Trajetória
Ambientais Descrição do risco Exposição danos à saúde Coletivo já Individual já
Geradoras
existentes Existentes
Ausente

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


Físico
PGR PGR
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Químico - 34 -

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


Ausente
Biológico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente

DATAS DE ATUALIZAÇÕES:
OBS.:
PGR PGR
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02 FUNÇÃO: Aux. Produção DATA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS: 24/03/2018 SETOR: Operacional
PGR PGR
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LOCAIS DE TRABALHO: Diariamente executa atividades administravas no prédio da portaria da Hydro Paragominas localizado na Estrada da Mineração,
a partir da BR-10, S/N Miltônia, CEP: 68625-970 Paragominas/PA.

HORÁRIO DE TRABALHO: 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42

Nº de empregados na função previsto para obra: Homens (05) / Mulheres (0)

Descrição do local de Trabalho: Efetua limpeza nas dependências do prédio da portaria em salas em alvenaria com centrais de ar e mobiliário de
escritório.
Descrição das Atividades exercidas: Executar serviços nas dependências do prédio da portaria da Hydro. Varrer, lavar, desinfetar salas, áreas de
circulação comum e instalações sanitárias diariamente, mantendo-as em boas condições de higiene e limpeza. Limpar os vidros das janelas das salas.
Lavar os panos utilizados na limpeza; guardar os produtos de limpeza nos locais determinados. Fazer e servir café. Lavar as louças. Recolher o lixo uma
vez ao dia em diversos sacos plásticos conforme a coleta seletiva. Atender a outras demandas solicitadas. Usar uniforme e EPI‘S.

Medidas de
Medidas
Trajetória Tipo de Possíveis controle
Riscos Classificação Principais Fontes de controle
Descrição Exposição danos à Individual
Ambientais do risco Geradoras Coletivo já
saúde já
existentes
Existentes
Físico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


PGR PGR
Revisão 00 –
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Conforme
Produtos Contato com Dermatose
Químico

produtos
Químicos produtos Cutânea Eventual por contato NA Luva de
contidos 2
químicos de com apele. Segurança
na FISPQ
limpeza
Biológico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente

DATAS DE ATUALIZAÇÕES:
OBS.:
PGR PGR
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03 FUNÇÃO: Supervisor de contrato. DATA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS: 24/03/2018 SETOR: Operacional.

LOCAIS DE TRABALHO: Diariamente conduz veículo para o prédio da portaria e dependências da Hydro Paragominas localizado na Estrada da
Mineração, a partir da BR-10, S/N Miltônia, CEP: 68625-970 Paragominas/PA.
HORÁRIO DE TRABALHO: 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42

Nº de empregados na função previsto para obra: Homens (01) / Mulheres (0)

Descrição do local de Trabalho: Atividades realizadas em veículo leve, local a céu aberto, iluminação natural e ventilação ora natural e ora artificial (ar
condicionado)
Descrição das Atividades exercidas: Fazer inspeção diária através do preenchimento do check List do Realizar manutenção básica: Conferir níveis de
óleos, combustíveis e de água; completar nível de água. Efetuar limpezas internas do veículo. Inspecionar pneus, se necessário efetuar troca do pneu.
Inspecionar ferramentas obrigatórias. Inspecionar parte mecânica. Identificar ruídos estranhos do veículo. Inspecionar parte elétrica. Inspecionar a lataria.
Realizar manutenção preventiva. Realizar pequenos reparos no veículo. Realizar manutenção corretiva. Solicitar manutenção preventiva e corretiva,
quando necessário. Utilizar uniforme e EPI‘
Medidas de Medidas de
Principais controle
Classificação Tipo de Possíveis controle
Riscos Descrição Fontes Individual
do risco Trajetória Exposição danos à Coletivo já
Ambientais Geradoras já
saúde existentes existentes
PGR PGR
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Veículo em
Quando possível
funcioname
Contínuo \ Habitual e Perda providenciar o
nto e Protetor
Ruído Intermitente Aérea Intermitente auditiva, isolamento nas
2 transito de auditivo
Insônia fontes de ruído
veículos
Fadiga,
incapacidad Fornecimento de Vestimenta de
Físico

Trabalho a céu
Calor Fonte natural Cutânea Eventual e p/ se água trabalho cor
aberto
2 concentrar e potável. clara.
desidrataçã.
Tipo solar Protetor solar
Radiação não Trabalho a
(raios UVA e Insolaçã, Uso de Abrigos / Camisa de
ionizante céu aberto Cutânea Eventual
UVB) 2 Queimadura. Tendas manga longa
Químico

Transito de Problemas
máquinas e respiratórios Umectação de
Poeira Mineral 2 Aérea Eventual Respirador
equipamentos e alergias vias.
PGR PGR
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Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


Biológico

DATAS DE ATUALIZAÇÕES:
OBS.:
PGR PGR
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Nº 4600006135
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04 FUNÇÃO: Recepcionista APAGAR TODO DE DATA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS: 27/11/2016 SETOR: Administrativo

BAIXO

LOCAIS DE TRABALHO: Diariamente executa atividades administravas no prédio da portaria da Hydro Paragominas localizado na Estrada da
Mineração, a partir da BR-10, S/N Miltônia, CEP: 68625-970 Paragominas/PA.
HORÁRIO DE TRABALHO: 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42
Nº de empregados na função previsto para obra: Homens (0) / Mulheres (02)
Descrição do local de Trabalho: Prédio em alvenaria com central de ar condicionado. Mesa em madeira revestida. Cadeira com encosto. Boa
iluminação com Lâmpadas Fluorescentes em toda a extensão da sala.
Descrição das Atividades exercidas: Receber e orientar o público externo e colaboradores que chegam à empresa. Atender as ligações telefônicas,
repassá-las e anotar recados. Controlar as ligações diárias. Receber e distribuir correspondências. Solicitar manutenção de equipamentos utilizados pela
recepção, assim como dos demais setores. Atender a solicitação dos setores para elaborar, digitalizar, organizar e enviar documentos. Responsável por
recolher documentações e enviar via malote. Utilizar uniforme e EPI‘ s.
Riscos Descrição Classificação Principais Trajetória Tipo de Possíveis Medidas de Medidas de
Ambientais do risco Fontes Exposição danos à controle controle
Geradoras saúde Coletivo já Individual
existentes já
existentes
Físico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


PGR PGR
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Químico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


Biológico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente

DATAS DE ATUALIZAÇÕES:
OBS.:
PGR PGR
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Nº 4600006135
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05 FUNÇÃO: Auxiliar de Serviços Gerais DATA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS: 27/11/2016 SETOR: Administrativo

LOCAIS DE TRABALHO: Diariamente executa atividades administravas no prédio da portaria da Hydro Paragominas localizado na Estrada da
Mineração, a partir da BR-10, S/N Miltônia, CEP: 68625-970 Paragominas/PA.
HORÁRIO DE TRABALHO: 2ª à 6ª feira de 7h30 às 16h42
Nº de empregados na função previsto para obra: Homens (0) / Mulheres (01)
Descrição do local de Trabalho: Efetua limpeza e conservação interna e externa das instalações da Hydro.
Descrição das Atividades exercidas: Execução de limpeza e conservação interna e externa das instalações da Hydro, reposição de materiais de
higiene, copo descartáveis, galões de água e similares, recolhimento de resíduos dos coletores, preparar e servir itens alimentícios para os colaboradores
e visitantes, organização e limpeza dos utensílios de copa: micro-ondas, geladeiras, máquinas de café, armários e carrinhos de serviço.
Medidas de
Medidas de controle
Principais
Riscos Classificação Tipo de Possíveis danos à controle Individual
Fontes
Ambientais Descrição do risco Trajetória Exposição saúde Coletivo já já
Geradoras
existentes Existente
s

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente


Físico
PGR PGR
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Contato
Conforme
Químico

com Dermatose por


produtos Luva de
Produtos produtos contato com a
contidos 2 Cutânea Eventual NA Segurança
Químicos químicos de pele.
na FISPQ
limpeza
Biológico

Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente Ausente

DATAS DE ATUALIZAÇÕES:
OBS.:
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19. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS AÇÕES PREVENTIVAS DO PGR


Neste PGR, serão planejadas as metas, prioridades e ações do programa, como avaliação dos fatores de riscos, os meses previstos
para execução das recomendações propostas, a realização de cursos ou palestras.

2017 2018

TREINAMENTOS P/R CH NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT

Previsto P
1.1. Treinamento de 5S 01h00
Realizado
1.2. Divulgação do PGR, Ordem de Previsto P
06h00
Serviço e Treinamento de EPI; **. Realizado
1.3. Treinamento de Divulgação das Previsto P
FISPQ ‗ s Ficha de Informação de
Realizado 01h00
Segurança dos Produtos Químicos
1.4. Treinamento sobre Procedimento Previsto P
02h00
Operacional**. Realizado
PGR PGR
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Previsto P
1.5. Noções de Primeiros Socorros e
01h00
Combate a Incêndio Realizado

2017 2018
PALESTRAS E CAMPANHAS
P/R CH NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT
Previsto P
1.6. Palestra de DST/AIDS 01h00
Realizado
1.7. Campanha Direção Preventiva/ Previsto P
01h00
Segurança no Trânsito Realizado
Previsto P
1.8. Palestra Câncer de Mama Realizado
NA
Realizado
Previsto P
1.9. Palestra Câncer da Próstata NA
Realizado
PGR PGR
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2017 2018
AÇÕES PREVENTIVAS P/R NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT
Previsto P
1.15 Divulgação do PGR**
Realizado
Previsto P P P P
1.16 Inspeção quanto ao Uso do E.P.I.
Realizado
Previsto P
1.17 Análise Crítica do PGR
Realizado

Legenda:
P – Ações previstas; R – Ações realizadas; CH – Carga Horária; NA – Não Aplicável.

** Realizado conforme admissões de novos colaboradores


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20. Articulação entre os Programas PGR, PPRA e PCMSO

O PGR, PPRA e o PCMSO são programas de caráter permanente, coexistem nas


empresas e instituições, com as fases de implementação definidas. O PPRA depois de
pronto servirá de subsídio ao PCMSO.
Segundo o item [Link].3 da NR-22 – “Desobriga-se da exigência do PPRA as empresas
que implementarem o PGRII”.

Conforme item 7.2.4 da NR-7 – “O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base
nos riscos à saúde conforme dos trabalhadores, especialmente os identificados nas
avaliações previstas nas demais NR".

De acordo com item 9.1.3 da NR09 - "O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo
das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos
trabalhadores”, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR‘ s, em especial
com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7.

21. PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DO PGR


O PGR sofrerá uma Análise Crítica para avaliação do seu desenvolvimento, realização dos
ajustes necessários, revisão do plano de ação e cronogramas, e estabelecimento de novas
metas e prioridades, nas seguintes situações:
A cada período de 06 (seis) meses, contados a partir da data de implantação do Programa;

Ou sempre que ocorrer qualquer alteração no modo de execução de tarefas, no layout do


local de trabalho, na quantidade ou qualidade dos materiais, produtos e insumos utilizados
e nas máquinas e equipamentos, e qualquer outra modificação que possa impactar na
exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais;

Sempre que forem implantadas medidas de proteção coletiva ou medidas administrativas e


de organização do trabalho, para o controle da exposição dos trabalhadores a riscos
ambientais.

Essa análise global é realizada pelas lideranças das áreas com assessoria do setor
responsável pelos dados de Higiene Ocupacional.
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São formas de avaliação do desenvolvimento do programa:

- Consulta aos indicadores existentes no Sistema de Gestão de S&S;


- Verificação do atendimento aos parâmetros mínimos e diretrizes gerais deste
documento base;
- Visitas aos locais de trabalho e entrevistas com trabalhadores;
- Análise de reconhecimentos, resultados de avaliação e medidas de controle;
- Consulta junto ao médico coordenador do PCMSO;
- Análise crítica do atendimento ao Planejamento Anual anterior.
O desenvolvimento e a implantação do PGR são avaliados também através de auditorias
internas e externas.

Como resultado da Análise Global será elaborado um relatório técnico, cujo objetivo é
documentar os aspectos que foram levantados no desenvolvimento do programa, e este
relatório será anexado ao PGR.

22. ANÁLISE CRÍTICA DO PGR

A Análise Crítica do PRG deverá ser efetuada sempre que necessário menos uma vez ao
ano, para avaliação do seu desenvolvimento, contemplando a evolução do cronograma,
com registro das medidas de controle implantadas e programadas, e se necessário fazer
ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.
A importância da análise crítica dos programas deverá incluir sempre a gestão de questões
relativas à deficiência no local de trabalho com vistas à promoção de um local de trabalho
seguro, devendo ser executados todos os ajustes necessários nos equipamentos, posto de
trabalho e organização do trabalho com a finalidade de minimizar ou excluir possíveis riscos
ocupacionais.
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23. HISTÓRICO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO DO DESENVOLVIMENTO DO PGR


A tabela abaixo serve para o acompanhamento do desenvolvimento do PGR e das ações
previstas nos cronogramas do PGR. Além disso, é necessário fazer um histórico técnico e
administrativo com evidência da implementação do PGR através de listas de treinamentos,
atas de reuniões, check-list.

HISTÓRICO TÉCNICO E ADMINISTRTIVO DE DESENVOLVIMENTO DO PGR


Data Descrição da Ação Carga Horária Observações

24. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este documento deverá ser implementado em concordância com as normas internas da


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RIVELLO-RH & Serviços. O representante legal da empresa juntamente com o Gerente do


Contrato serão os responsáveis pela implementação visando à prevenção de acidentes e
melhoria do ambiente de trabalho.
Paragominas, 24 de Março de 2018.

______________________________
ALLEN PATRICK MONTEIRO REGO
TEC-SEGURANÇA DO TRABALHO
RG-4110828

______________________________
FLAVIA RAFAELA GOMES RODRIGUES
TEC-SEGURANÇA DO TRABALHO
RG-5389007

______________________________
JOSÉ CARLOS SILVA
TEC-SEGURANÇA DO TRABALHO
RG-4305887

______________________________
TATIANE OLIVEIRA SODRE
TEC-SEGURANÇA DO TRABALHO
RG-5511384
PGR PGR
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______________________________
Wanessa de Oliveira Araújo

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