Componentes Essenciais do Computador
Componentes Essenciais do Computador
Sabemos que estudar para concurso público não é tarefa fácil, mas acreditamos na sua
dedicação e por isso elaboramos nossa apostila com todo cuidado e nos exatos termos do
edital, para que você não estude assuntos desnecessários e nem perca tempo buscando
conteúdos faltantes. Somando sua dedicação aos nossos cuidados, esperamos que você
tenha uma ótima experiência de estudo e que consiga a tão almejada aprovação.
Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhar em e-mails separados,
pois facilita e agiliza o processo de envio para o tutor responsável, lembrando que teremos até
cinco dias úteis para respondê-lo (a).
A palavra informática é derivada do francês informatique, a partir do radical do verbo francês informer,
por analogia com mathématique, électronique, etc.
Em português, podemos considerar a união das palavras informação + automática, ou seja, a
informação sendo processada de forma automática.
Existem ainda pontos de vista que consideram "informática" união dos conceitos "informação" e
"matemática".
O conceito de Informática, apesar de ser amplo, em termos gerais, pode ser definido como a ciência
cujo objetivo é o tratamento da informação, estudando seus meios de armazenamento, transmissão e
processamento em meios digitais, tendo como seu principal instrumento realizador, o equipamento
eletrônico chamado computador, dispositivo que trata estas informações de maneira automática, que
armazena e processa essas informações.
O termo computação tem origem no vocábulo latim computatio, que permite abordar a noção de
cômputo enquanto conta, mas é geralmente usada como sinónimo de informática. Sendo assim, podemos
dizer que a computação reúne os saberes científicos e os métodos.
A informática hoje em dia se aplica a diversas áreas de atividade social, como por exemplo, aplicações
multimídia, jogos, investigação, telecomunicações, robótica de fabricação, controle de processos
industriais, gestão de negócios, etc., além de produzir um custo mais baixo nos setores de produção e o
incremento da produção de mercadorias nas grandes indústrias.
Com o surgimento das redes mundiais (internet - a rede das redes), a informação é vista cada vez
mais como um elemento de criação e de intercâmbio cultural altamente participativo.
A função de um computador é processar dados. Para processá-los é preciso movê-los até a unidade
central de processamento, armazenar resultados intermediários e finais em locais onde eles possam ser
encontrados mais tarde para controlar estas funções de transporte, armazenamento e processamento.
Portanto, tudo que um computador faz pode ser classificado como uma destas quatro ações elementares:
mover dados, processar, armazenar, e controlar estas atividades. Por mais complexas que pareçam as
ações executadas por um computador, elas nada mais são que combinações destas quatro funções
básicas:
- Mover dados: é executada através do fluxo da corrente elétrica ao longo de condutores que ligam
os pontos de origem e destino e não depende de elementos ativos.
- Controle: são igualmente executadas através de pulsos de corrente, ou "sinais", propagados em
condutores elétricos (estes pulsos são interpretados pelos componentes ativos, fazendo-os atuar ou não
dependendo da presença ou ausência dos sinais).
Portanto estas duas funções, transporte e controle, para serem executadas só dependem da existência
de condutores elétricos (fios, cabos, filetes metálicos nas placas de circuito impresso, etc.) e não exigem
o concurso de componentes ativos.
- Processar: consiste basicamente em tomar decisões lógicas do tipo "faça isso em função daquilo".
Por exemplo: "compare dois valores e tome um curso de ação se o primeiro for maior, um curso diferente
se ambos forem iguais ou ainda um terceiro curso se o primeiro for menor". Todo e qualquer
processamento de dados, por mais complexo que seja, nada mais é que uma combinação de ações
elementares baseadas neste tipo de tomada de decisões simples. O circuito eletrônico elementar capaz
de tomar decisões é denominado "porta lógica" (logical gate), ou simplesmente "porta".
- Armazenar: consiste em manter um dado em um certo local enquanto ele for necessário, de tal forma
que ele possa ser recuperado quando o sistema precisar dele. O circuito lógico elementar capaz de
armazenar um dado (expresso sob a forma do elemento mínimo de informação, o "bit", que pode exprimir
apenas os valores numéricos "um" ou "zero" ou ainda os valores lógicos equivalentes, "verdadeiro" ou
"falso") é a célula de memória – um dispositivo capaz de assumir um dentre dois estados possíveis e
manter-se nesse estado até que alguma ação externa venha a alterá-lo (dispositivo "bi-estável").
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REISSWITZ, Flavia. Análise de Sistemas: Algoritmos & Organização de Computadores. 2012.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Tendo isto em vista, pode-se concluir que todo computador digital, por mais complexo que seja, pode
ser concebido como uma combinação de um número finito de apenas dois dispositivos básicos, portas
lógicas e células de memória, interligados por condutores elétricos.
Resta ver como é possível implementar estes dispositivos usando componentes eletrônicos.
Sistema Binário
Os computadores utilizam internamente o sistema binário (sistema numérico posicional de base 2). A
característica mais notável deste sistema numérico é a utilização exclusiva dos algarismos "1" e "0", os
chamados "dígitos binários".
Através do sistema binário, todos os valores de quaisquer variáveis poderão ser expressos usando
uma combinação de um determinado número de dígitos binários, ou seja, usando apenas os algarismos
"1" e "0".
O uso do sistema binário pelos computadores decorre do fato dessas máquinas se basearem em
circuitos elétricos ou eletrônicos. Isto porque a grande maioria dos componentes de circuitos elétricos
podem assumir apenas um dentre dois estados. Por exemplo: interruptores podem estar fechados ou
abertos, capacitores carregados ou descarregados, lâmpadas acesas ou apagadas, circuitos energizados
ou desenergizados e assim por diante. Isto facilita extremamente a representação de grandezas
expressas no sistema binário usando estes componentes.
Toda e qualquer grandeza do mundo real, desde as cores e posições dos pontos que formam a imagem
da Mona Lisa, os compassos, timbres e notas musicais que compõem a Aria da Quarta Corda, o conjunto
de caracteres que consubstanciam a Divina Comédia até a sucessão ordenada de aminoácidos que
formam o DNA dos seres vivos, em suma: toda e qualquer criação humana ou da natureza, seja ela qual
for, pode ser codificada e representada (com maior ou menor precisão) sob a forma de um conjunto de
números. E estes números podem ser expressos no sistema binário. É por isso que o computador é uma
máquina tão versátil e se presta a atividades tão disparatadas como calcular, escrever, desenhar,
reproduzir músicas ou vídeo.
Os computadores interpretam impulsos elétricos, que recebem o nome de bit (binary digit), cujo
conjunto de 8 deles reunidos formam um byte. Estes impulsos podem ser positivos ou negativos,
representados por 0 e 1.
Sendo o bit representado por dois tipos de valores e o byte representando 8 bits, dois (bit) elevado a
8 (byte) = 256 números binários, número suficiente para que possamos lidar com a máquina.
Os bytes representam letras, acentos, caracteres, comandos enviados por dispositivos de entrada de
dados, instruções, etc.
A tabela ASCII - American Standard Code for Information Interchange (Código Americano Padrão para
o Intercâmbio de Informações) abrange um conjunto de valores que representam caracteres e códigos de
controle armazenados ou utilizados em computadores.
No que se refere aos bits e bytes, tem-se as seguintes medidas:
1 Byte = 8 bits
1 kilobyte (KB ou Kbytes) = 1024 bytes
1 megabyte (MB ou Mbytes) = 1024 kilobytes
1 gigabyte (GB ou Gbytes) = 1024 megabytes
1 terabyte (TB ou Tbytes) = 1024 gigabytes
1 petabyte (PB ou Pbytes) = 1024 terabytes
1 exabyte (EB ou Ebytes) = 1024 petabytes
1 zettabyte (ZB ou Zbytes) = 1024 exabytes
1 yottabyte (YB ou Ybytes) = 1024 zettabytes
É também por meio dos bytes que se determina o comprimento da palavra de um computador, ou seja,
a quantidade de bits que o dispositivo utiliza na composição das instruções internas, exemplo:
8 bits => palavra de 1 byte
16 bits => palavra de 2 bytes
32 bits => palavra de 4 bytes
Quando é feita entre dispositivos, a transmissão de dados geralmente usa medições relacionadas a
bits e não a bytes, também existindo os seguintes termos:
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1 kilobit (Kb ou Kbit) = 1024 bits
1 megabit (Mb ou Mbit) = 1024 Kilobits
1 gigabit (Gb ou Gbit) = 1024 Megabits
1 terabit (Tb ou Tbit) = 1024 Gigabits
Em relação às transmissões, a medição mais comum é dada em bits por segundo (Kb/s, Mb/s)
1 Kb/s = 1 kilobit por segundo
1 Mb/s = 1 megabit por segundo
1 Gb/s = 1 gigabit por segundo
Também é comum o uso de Kbps, Mbps ou Gbps para expressar a quantidade de bits transferidos,
com a terminação "ps" se referindo a "per second (por segundo)". No entanto, "ps" é uma sigla para
picossegundo, de acordo com o Sistema Internacional de Unidades, assim, o uso de "/s" é mais adequado
para expressar bits transferidos por segundo.
Sistema Computacional2
Necessitam de ambiente especial, tanto pelo tamanho quanto pela necessidade de refrigeração
especial.
Workstation
Estação de trabalho (do inglês Workstation) são os computadores situados entre o computador pessoal
e o computador de grande porte. Algumas destas máquinas eram vocacionadas para aplicações com
requisitos gráficos acima da média, podendo então ser referidas como Estação gráfica ou Estação gráfica
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Análise de sistemas vol. 3 por Flavia Reisswitz
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de trabalho (Graphical Workstation). Destinados principalmente a usos profissionais específicos, tais
como arquitetura, desenho industrial, criação de filmes 3D, laboratórios de física etc.
Servidor
Consiste em um sistema de computação centralizado fornecedor de serviços a uma rede de
computadores, serviços estes que podem ser de armazenamento de arquivos, de páginas de um
determinado site, de envio e de recebimento de correio eletrônico, de controle de fila de impressão, de
manipulações de informações em um banco de dados, etc.
Chamam-se Clientes os computadores que acessam este serviço e as redes que os utilizam são do
tipo Cliente-Servidor.
Um servidor não precisa necessariamente ser um computador completo, pode se resumir a uma
máquina que não seja necessariamente um computador, ou então a um software, etc.
Assim como em relação a computadores interligados em rede, a comunicação entre clientes e
servidores é feita através de protocolos, ou seja, regras do modo como se dará a comunicação entre as
partes.
Conceitualmente todos eles realizam funções internas idênticas, mas em escalas diferentes.
Desktops
Os microcomputadores mais utilizados ainda são os desktops, pois atendem a várias aplicações. São
eles o PC – Personal Computer ou computador pessoal e o Macintosh, da Apple, em diversos modelos,
com diferentes configurações.
Na maioria das vezes, é composto por: Gabinete, Monitor, Mouse, Teclado.
Todos os componentes são interligados por cabo ou ainda por transmissão via ondas de rádio (RF-
Radiofrequência) e bluetooth, no caso dos periféricos sem fio, que possuem seus respectivos receptores
normalmente no padrão USB.
All in one
São microcomputadores semelhantes a desktops, só que sem gabinete, com placas, processador,
drives, portas de comunicação todos embutidos no monitor. Estruturalmente a disposição das peças se
assemelha mais a um notebook, com tudo embutido em uma única estrutura, só que, ao contrário dos
portáteis, teclado e mouse são conectados externamente.
Nettop
São desktops em miniatura, muito compactos, que executam tarefas mais simples, que não exigem
muito processamento, como navegar na internet, executar mídias, etc. Possuem baixo consumo de
energia e são mais baratos que um desktop convencional.
NUCS
Os NUCs da Intel são igualmente compactos, mas possuem processamento superior, semelhante aos
mais avançados processadores de desktops, como os mais recentes da 5ª geração do processador Intel
Core i5-5250U.
Computadores Portáteis
Computador portátil é todo aquele que é facilmente transportado, possuindo todo o conjunto de
periféricos padrão necessários para seu funcionamento integrados ao equipamento e possui uma fonte
de energia, como uma bateria que necessita periodicamente ser recarregada.
Sua principal vantagem perante os outros tipos de computadores é em relação à sua mobilidade,
acompanhando o usuário em qualquer lugar.
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As desvantagens em relação aos desktops são o custo elevado em relação à desempenhos inferiores
e a pouca flexibilidade em relação ao hardware do equipamento, exceto pelos periféricos, onde não
podemos fazer muitos “upgrades” (atualizações), como podemos fazer em um desktop, por exemplo uma
placa gráfica de um notebook é embutida na placa mãe ou no processador (APU - Accelerated Processing
Unit), não sendo possível altera-la. Sendo assim, usuários de aplicações gráficas, tanto para manipulação
de vídeos quanto jogos, para citar alguns exemplos, devem escolher notebooks já com placa gráfica
dedicada. Apesar de limitado também em relação a seu monitor embutido, os portáteis em geral tem
saídas para conexão em televisores e monitores diversos, podendo utilizar o mesmo como monitor
principal, extensão do monitor, etc.
O recurso Wireless ou Wi-Fi, presente em praticamente todos os portáteis, torna simples o acesso à
internet em diversos ambientes, como aeroportos, restaurantes, etc., além de interligar diversos
dispositivos diferentes em um mesmo ambiente.
Um portátil deve ser pensado, principalmente, por pessoas que precisam de espaço ou mobilidade.
Notebook
O notebook, também denominado laptop ou computador portátil, é projetado para ser facilmente
transportado para diferentes lugares. Geralmente, é composto por uma tela de cristal líquido (LED),
teclado, um touchpad, dispositivo sensível ao toque que faz o papel de mouse, drive gravador de cd/dvd,
disco rígido/HD (em alguns casos até com SSD-Solid State Disk, muito mais rápidos que os HDs
convencionais), portas para conectividade via rede local e portas USB, além de conectores VGA (RGB)
e/ou HDMI para conectar-se monitores e/ou tvs.
Netbooks
São versões menores e mais baratas dos notebooks convencionais, com hardware limitado e baixa
performance. Não possuíam drive de cd/dvd em contrapartida eram mais leves e tinham maior autonomia
em relação à bateria, além de possuírem as mesmas funcionalidades padrão de um notebook.
Começaram a perder mercado com a popularização dos Tablets e o surgimento dos ultrabooks.
Tablet
Dispositivo portátil, fino, em forma de prancheta com uma tela sensível ao toque como dispositivo de
entrada (touchscreen), possuindo as mesmas funcionalidades de outros portáteis, guardadas as devidas
proporções. Podemos citar como exemplo o Ipad, da Apple, que utiliza o sistema operacional IOS e o
Samsung Galaxy Tab que, como a grande maioria dos dispositivos, utiliza o sistema operacional do
Google, o Android.
Smartphones
Etimologicamente, “smart” do inglês “esperto” e phone, telefone, consiste em um celular com funções
avançadas, graças a seus sistemas operacionais completos que possuem aplicativos (APPs), que
executam as mais diversas funcionalidades. Podem possuir hardware mais básico, com redes de dados
para acesso à internet e intercomunicação com computadores pessoais. Podem também possuir
hardware avançado, com processamento 3d para jogos avançados e possibilidade de filmar em 4k, telas
2k e até mesmo sensores de batimentos cardíacos. Os principais sistemas operacionais presentes nos
smartphones são o IOS da Apple (IPhone), o Android da Google (Samsung Galaxy S9) e o Windows
(Lumia).
O Personal Digital Assistant ou assistente pessoal digital pode ser considerado um pequeno
computador, que cumpre as funções de agenda e instrumento complementar de informática, com
interconexão a computadores e acesso a rede sem fios.
A maioria utiliza o sistema operacional Windows Mobile (baseado no Windows CE da Microsoft).
Hardware
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- Placa Mãe;
- Disco Rígido (HD - Hard Drive ou Winchester);
- Drive CD/DVD;
- Periféricos.
Software
Software é todo programa instalado no computador, inclusive o sistema operacional, que é o principal
programa instalado no computador, é ele que controla todas as funções e processos dos outros
programas que foram instalados após ele.
Podemos citar como exemplo de software: sistema operacional Windows, processador de texto (Word),
software para elaboração de planilhas eletrônicas (Excel), software para elaboração de slides e
apresentações (PowerPoint), software para gerenciamento de banco de dados (Access), software para
edição e tratamento de imagens (Photoshop), software antivírus etc.
Um software pode ser desenvolvido ou personalizado sob demanda, visando atender as necessidades
e particularidades de uma empresa ou instituição, por exemplo.
Existem diversas nomenclaturas utilizadas para caracterizar um software: programa, sistema,
aplicação, entre outros.
Consiste, portanto, em um agrupamento de comandos escritos em uma linguagem de programação.
Estes comandos, ou instruções, criam as ações dentro do programa, e permitem seu funcionamento.
Questões
02. (TRE/GO - Técnico Judiciário - CESPE) Com relação a conceitos de informática, assinale a opção
correta.
(A) A memória ROM permite leitura e escrita de informações.
(B) As impressoras jato de tinta são classificadas como unidade de entrada.
(C) O pen drive é um tipo de memória de massa que permite que os dados sejam lidos, gravados e
regravados.
(D) A memória RAM permite apenas leitura das informações.
03. (FUNPRESP-EXE - Nível Superior - IADES) Em relação aos conceitos de informática básica,
assinale a alternativa correta.
(A) Uma memória de 1 megabyte possui 1.000.000 bytes.
(B) O barramento de endereço é responsável pelo transporte de dados.
(C) Um monitor com tela touch é considerado dispositivo de saída de dados.
(D) A memória cache é a principal memória de um computador.
(E) Para conectar o computador a uma rede de dados, deve-se utilizar uma placa de rede, podendo
ser sem fio ou por cabo.
04. (BRDE - Analista de Sistemas - AOCP) Sobre Processadores, analise as assertivas e assinale a
alternativa que aponta a (s) correta(s).
I. A CPU é o 'cérebro' do computador, sua função é executar programas armazenados na memória
principal, buscando suas instruções, examinando-as e então executando-as uma após a outra.
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II. Barramentos podem ser externos à CPU, conectando-a à memória e aos dispositivos E/S, mas
também podem ser internos à CPU.
III. A CPU é composta por várias partes distintas. A unidade de controle é responsável por buscar
instruções na memória principal e determinar seu tipo.
IV. A unidade de aritmética e lógica efetua operações como adição AND (E) booleano para executar
as instruções.
(A) Apenas I.
(B) Apenas I, II e III.
(C) Apenas I, III e IV.
(D) Apenas II, III e IV.
(E) I, II, III e IV.
Gabarito
Comentários
01. Resposta: C
Hardware – é o nome que se dá para a parte FISICA do computador. É tudo que você pode tocar
(mouse, teclado, componentes em geral).
Software - é o nome que se dá a toda parte LÓGICA do computador.
02. Resposta: C
(A) Errada. Memória ROM é somente leitura, portanto não permite a escrita de novos dados.
(B) Errada. A impressora jato de tinta é um periférico de saída de dados.
(C) Correta. O pen drive é uma memória de armazenamento removível, do tipo FlashRAM, que pode
guardar informações sem 'bateria' por um determinado tempo, permitem gravações, exclusões e
regravações, até o limite de sua vida útil. A vida útil é determinada pela quantidade de escritas na
memória. OFF Por isto que um pen drive velho pode ser usado para ouvir música no USB do carro. Feita
a gravação, a leitura não vai 'gastar' as células de memória.
(D) Errada. A memória RAM permite a leitura e escrita de novos dados.
03. Resposta: E
(A) Megabyte (MB) = 1024 (milhão de bytes)
(B) Barramento (BUS) é a "estrada" por onde trafegam os dados e não o "barramento de endereço".
(C) Um monitor com tela touch é considerado dispositivo de entrada e saída de dados.
(D) A memória RAM (DRAM) é a principal memória de um computador.
04. Resposta: E
A CPU (Central Processing Unit), também conhecido como processador, é a parte de um sistema
computacional, que realiza as instruções de um programa de computador, para executar a aritmética
básica, lógica, e a entradas e saída de dados. A CPU tem um papel parecido ao do cérebro no
computador.
A CPU pode ser dividida em três partes principais:
- Unidade de Controle (UC);
- Unidade Lógica e Aritmética;
- Registradores.
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A Unidade de Controle é a parte da CPU responsável por controlar a CPU e gerenciar o
processamento. Para gerenciar os outros componentes, a UC gera pulsos elétricos de sincronização,
pulsos este chamado de clock. A velocidade de uma CPU é medida pelo clock, em Hz (hertz), ou seja,
ciclos por segundo. Um processador (CPU) de 2.5Ghz executa 2.5 bilhões (Giga) de ciclos por segundo.
A Unidade Lógica e Aritmética (ULA) é a unidade responsável por realizar as operações lógicas e
aritméticas.
Os Registradores são pequenas memórias dentro da CPU, atualmente, em torno de 64 bits, nos
processadores mais atuais. Servem para auxiliar o processamento sendo mini unidades de
armazenamento temporário dos dados.
05. Resposta: A
BIOS (Basic Input-Output System). Além do microprocessador e da memória, o computador precisa
de algumas instruções que lhe indiquem o que fazer. Essas instruções estão gravadas em um chip de
memória ROM especial chamado BIOS.
HARDWARE
Gabinete
Na maioria das vezes, constituído em aço ou alumínio, o gabinete consiste em uma caixa metálica,
onde são alojados os componentes internos de um computador.
E internamente, possuem espaço para acomodar:
- A fonte de energia, normalmente na parte superior traseira;
- As placas, que são parafusadas em sua estrutura, como a placa mãe e placas de rede e vídeo;
- Coolers (ventiladores), espalhados por sua estrutura;
- Drivers de CD/DVD ou Blu-Ray, disquetes, leitores de cartão, discos rígidos e/ou SSDs.
Curiosidade: gabinetes mais antigos tinham ainda um botão “Turbo”, assim como um led “turbo on” e
um visor que mostrava os MHz que o computador estava trabalhando (modo turbo ou não).
Tipos de gabinetes
Mini Tower: gabinetes pequenos, que ocupam pouco espaço físico. Possuem poucas baias, ideal para
computadores pessoais de pequeno porte e que não exijam muito espaço interno. Comportam placas
mãe Mini ITX.
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Mid Tower: os Mid Tower são os tipos mais comuns dentre os gabinetes montados. Pouco menores
que os Full Towers, possuem aproximadamente 18 polegadas de altura e 2 a 4 baias externas.
Full Tower: gabinetes bem grandes, usados quando há demanda de mais espaço interno, com
refrigeração superior. São geralmente utilizados em computadores voltados a jogos e também para uso
em servidores.
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Observação: grande parte dos gabinetes padrões já vem com uma fonte de energia ATX básica,
normalmente de 200/230W.
Fonte de Alimentação
PFC ou Power Factor Correction (fator de correção de força), consiste em um método de reduzir perdas
de energia, aumentando a eficiência da alimentação da fonte, gerando menos calor e demandando menor
necessidade de refrigeração, o que torna as fontes mais silenciosas, econômicas e eficientes. Uma fonte
comum (genérica) pode ter eficiência de energia entre 50% e 60%, chegando a perdas de energia de
50%.
As fontes com PFC Passivo apresentam entre 70% e 80% de eficiência e perdas de até 30%, com um
capacitor, filtra a entrada de corrente AC, corrigindo fatores de potência mais fracos. Neste caso, a fonte
possui chave seletora de voltagem.
As fontes de PFC Ativo ficam entre 95% e 99% de eficiência e no máximo 5% de perdas3, através de
um circuito corrige o fator de potência, reduzindo interferências e corrigindo automaticamente a entrada
de corrente AC, com seleção de voltagem automática.
A fonte é interligada a energia elétrica através de um cabo de força que, no Brasil tem plugues do
padrão ABNT NBR 14136:2002, que consiste em uma versão com os dois plugues redondos mais comuns
e outra versão mais recente, obrigatória desde 2010 com a adição de um pino terra.
Padrões de fonte
Os diferentes padrões de fontes são definidos tanto pelo tamanho quanto por seus conectores,
vejamos:
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Valores referentes a eficiência no fator de correção de força e não à eficiência total que, no caso de uma fonte com PFC ativo chega a 90%.
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AT: lançado pela IBM em meados de 1984, foi o modelo padrão até surgirem as fontes ATX. O cabo
de alimentação principal interligado à placa mãe se dividia em duas partes (que unidas totalizavam 12
pinos), sempre demandavam o cuidado por unir os cabos de coloração preta para correto encaixe,
apresentando, como vimos anteriormente, o conector de 12 pinos, o conector de drives, periféricos e o
conector de disquete;
ATX: lançado pela Intel em 1996, o padrão ATX introduziu placas mãe de novos formatos, exigindo
assim novos gabinetes ATX em detrimento aos gabinetes AT. As novas fontes de alimentação tinham
conectores de 20 pinos e as “tensões de standby”, que mantinham a saída sempre ligada, mesmo com o
computador desligado, o que permitia o desligamento do computador sem a necessidade de
pressionarmos o botão para desligar. Possuía conector de 20 pinos para a placa mãe, conector de drives,
periféricos e o conector de disquete;
ATX 12V v1.x: foram introduzidos conectores extras devido à demanda maior de energia por parte dos
processadores mais modernos, um de 4 pinos de 12V e um auxiliar de 6 pinos, além de introduzirem um
conector de alimentação SATA (Serial ATA);
ATX 12V v2.x: o conector da placa mãe aumenta para 24 pinos e surge o conector PEG, devido ao
lançamento do barramento PCI Express;
EPS 12V: é introduzido um novo conector de alimentação a processadores, podendo ser EP 12V e -
ATX 12V v2.x ao mesmo tempo.
Além destes, existem outros tipos que se diferem pelo tamanho, por serem destinadas a computadores
de tamanho reduzido como a CFX 12V (Compact Form Factor - Padrão Compacto) que possui formato
em L, a TFX 12V (Thin Form Factor – Padrão Fino) e a SFX 12V (Small Form Factor – Padrão Pequeno),
todas elas seguindo os padrões de conectores ATX 12V v2.x.
Ventilação
As fontes básicas ou genéricas, por padrão, possuem coolers (ventoinhas) de 80mm em sua parte
traseira, que são substituídos em alguns modelos (principalmente nos de maior potência) por um de
120mm na parte de baixo da fonte.
Processador
Características
Frequência ou velocidade do processador: capacidade do processador de processar informações
ao mesmo tempo. Medida em Hz, o clock (velocidade) interno serve para sincronizar as atividades a
serem executadas, cadenciadas por pulsos de clock, que ditam a ordem em que as tarefas serão
executadas.
Em relação as medidas, Hz indica o número de ciclos dentro de determinado tempo que neste caso
são segundos. Desta forma:
1 KHz -> 1.000 Hz
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1 MHz -> 1.000 KHz -> 1.000.000 Hz
1 GHz -> 1.000 MHz -> 1.000.000 KHz -> [Link] Hz
Por exemplo, se um processador tem frequência de 1 GHz, significa que pode chegar a trabalhar a 1
bilhão de ciclos por segundo.
Daqui saem expressões como Intel Core I5 3,4 GHz, AMD FX 6300 3,6 GHz, etc.
Modelos de processadores
Core: consiste no núcleo do processador. Antigamente, a velocidade de um computador era medida
através de seu clock interno que, ao atingir determinada frequência, tornava-se difícil o desenvolvimento
de chips mais rápidos, por limitações físicas e tecnológicas, por exemplo, o dispositivo gera mais calor à
medida que aumenta-se sua frequência, além da diferença entre a velocidade da memória e do
processador, juntamente com a estreita banda de dados que chegava a demandar 75% de uso na espera
por resultados de acesso à memória.
A principal forma de lidar com este problema foi criar núcleos multicore, ou seja, chips com 2, 4 ou
mais núcleos. Um processador multinúcleo trabalha como se existisse mais de um processador no mesmo
chip, facilitando a execução de mais de uma tarefa ao mesmo tempo, o que era possível nos
processadores com núcleo único, só que eram dados intervalos de tempo a cada processo.
Gerando, além de um dispositivo multitarefa mais eficiente, menos emissão de calor, com um núcleo
trabalhando em menor velocidade que o outro, compartilhamento de memória cache, etc.
Estes núcleos podem trabalhar ainda de maneira alternada, apesar de serem iguais tecnicamente,
além de não ser necessário a utilização de todos ao mesmo tempo, por exemplo na tecnologia Turbo
Boost, desenvolvida pela Intel, onde os núcleos que não estiverem ociosos entram em modo turbo, com
frequências aumentadas, acelerando o processo em execução. Um chip com 2 ou mais núcleos não
trabalha com uma frequência maior e sim com dois núcleos distintos. Se o processador é um dual core
2,8GHz, por exemplo, trabalha como dois núcleos individuais a 2,8GHz e não 5,6GHz.
Estes chips se tornaram o padrão do mercado hoje em dia.
Memória cache: consiste em um tipo de memória auxiliar, que diminui o tempo de transmissão entre
o processador e os outros componentes do computador. Como a evolução das memórias RAM não
acompanham a dos processadores em termos de velocidade, e a solução principal para este problema
seria utilizar um tipo de memória mais potente, como a SRAM (Static RAM), de custo muito elevado e
sem o mesmo nível de miniaturização, acabou se criando a memória cache, que consiste em uma
pequena quantidade de SRAM embutida no processador.
Quando o processador precisa se comunicar com a memória RAM, o circuito chamado de controlador
de cache, transfere blocos de dados utilizado pela RAM para a memória cache. Desta forma, o
processador faz o acesso da memória cache diretamente, agilizando o processo de dados. Se o
processador tiver que buscar os dados na memória RAM, a memória cache atuará como um intermediário,
sem que seja necessário o contato direto com a memória RAM.
O cache pode ser de dois tipos, o Cache L1 e o Cache L2. E começou a ser utilizado na época do 386
(1985), quando era opcional e integrado à placa mãe. Junto ao 486, a Intel lançou um cache integrado
diretamente ao processador, que foi batizado como cache L1, e o integrado à placa mãe passou a ser
chamado de Cache L2 (ou secundário).
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Ao ser acionado, o processador busca os dados disponíveis na seguinte ordem: Cache L1, Cache L2
e, por último, a memória. Com o passar do tempo, o cache L2 encontrado na placa mãe foi se tornando
cada vez mais ineficiente, pois operava na frequência da placa mãe, enquanto o L1 operava na frequência
do processador. Após o soquete 7, lançamento do Pentium Pro e com a introdução das memórias SDRAM
e posteriormente as DDR, a diferença para o cache passou a ser pequena em relação as memórias,
forçando a Intel a incorporar o cache L2 diretamente no processador, abandonando o L2 das placas mãe.
Com o surgimento dos processadores quad-core, a divisão entre cache L1 e L2 ganhou um terceiro
nível de cache, com 4 pequenos blocos de cache L1 e L2 (um para cada núcleo) e um grande cache L3
compartilhado entre todos.
Estas linhas de sinal contêm informações de endereçamento que descrevem a posição de memória
de onde os dados estão sendo enviados ou onde estão sendo recuperados. Cada linha carrega um único
bit de informação, o que significa que, quanto mais linhas (fios) o barramento contém, mais informação
pode endereçar.
Existem diversos tipos de barramento, como USB, Firewire, Thunderbolt, Serial, etc.
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Além do clock interno (Frequência), os processadores também possuem o clock externo ou
Barramento Frontal (Front Side Bus), que consiste em uma conexão elétrica específica que conecta o
processador à um chip conhecido como ponte norte ou northbridge (um dos chips que constituem o
chipset da placa mãe, além da southbridge). Para o correto funcionamento de um computador, o
processador deve enviar ordens e submeter partes de informação para a memória do computador.
Memória Ram
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Tipos de memória
Várias tecnologias de memórias foram (e são) criadas com o passar do tempo. É graças a isso que,
periodicamente, encontramos memórias mais rápidas, com maior capacidade e até memórias que exigem
cada vez menos energia. Eis uma breve descrição dos principais tipos de memória RAM:
FPM (Fast-Page Mode): uma das primeiras tecnologias de memória RAM. Com o FPM, a primeira
leitura da memória tem um tempo de acesso maior que as leituras seguintes. Isso porque são feitos, na
verdade, quatro operações de leitura seguidas, ao invés de apenas uma, em um esquema do tipo x-y-y-
y, por exemplo: 3-2-2-2 ou 6-3-3-3. A primeira leitura acaba sendo mais demorada, mas as três seguintes
são mais rápidas. Isso porque o controlador de memória trabalha apenas uma vez com o endereço de
uma linha (RAS) e, em seguida, trabalha com uma sequência de quatro colunas (CAS), ao invés de
trabalhar com um sinal de RAS e um de CAS para cada bit. Memórias FPM utilizavam módulos de
memória SIMM (Single In Line Memory Module) tanto de 30 quanto de 72 vias.
EDO (Extended Data Output): a sucessora da tecnologia FPM é a EDO, que possui como destaque
a capacidade de permitir que um endereço da memória seja acessado ao mesmo tempo em que uma
solicitação anterior ainda está em andamento. Esse tipo foi aplicado principalmente em módulos SIMM,
mas também chegou a ser encontrado em módulos DIMM (Double In Line Memory Module ou módulo de
memória com dupla linha de contato) de 168 vias.
Houve também uma tecnologia semelhante, chamada BEDO (Burst EDO), que trabalhava mais
rapidamente por ter tempo de acesso menor, mas quase não foi utilizada, pois tinha custo maior por ser
de propriedade da empresa Micron Technology, sendo também “ofuscada” pela chegada da tecnologia
SDRAM.
SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory): as memórias FPM e EDO são
assíncronas, o que significa que não trabalham de forma sincronizada com o processador. O problema é
que, com processadores cada vez mais rápidos, isso começou a se tornar um problema, pois muitas
vezes o processador tinha que esperar demais para ter acesso aos dados da memória. As memórias
SDRAM, por sua vez, trabalham de forma sincronizada com o processador, evitando os problemas de
atraso. A partir dessa tecnologia, passou-se a considerar a frequência com a qual a memória trabalha
para medida de velocidade. Surgiam então as memórias SDR SDRAM (Single Data Rate SDRAM), que
podiam trabalhar com 66 MHz, 100 MHz e 133 MHz (também chamadas de PC66, PC100 e PC133,
respectivamente). Muitas pessoas se referem a essa memória apenas como “memórias SDRAM” ou,
ainda, como “memórias DIMM”, por causa de seu módulo. No entanto, a denominação SDR é a mais
adequada.
Módulo de memória SDR SDRAM - Observe que neste tipo há duas divisões entre os terminais de contato.
DDR SDRAM (Double Data Rate SDRAM): as memórias DDR apresentam evolução significativa em
relação ao padrão SDR, isso porque elas são capazes de lidar com o dobro de dados em cada ciclo de
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clock (memórias SDR trabalham apenas com uma operação por ciclo). Assim, uma memória DDR que
trabalha à frequência de 100 MHz, por exemplo, acaba dobrando seu desempenho, como se trabalhasse
à taxa de 200 MHz. Visualmente, é possível identificá-las facilmente em relação aos módulos SDR, porque
este último contém duas divisões na parte inferior, onde estão seus contatos, enquanto que as memórias
DDR2 possuem apenas uma divisão.
DDR2 SDRAM: como o nome indica, as memórias DDR2 são uma evolução das memórias DDR. Sua
principal característica é a capacidade de trabalhar com quatro operações por ciclo de clock, portanto, o
dobro do padrão anterior. Os módulos DDR2 também contam com apenas uma divisão em sua parte
inferior, no entanto, essa abertura é um pouco mais deslocada para o lado.
DDR3 SDRAM: as memórias DDR3 são, obviamente, uma evolução das memórias DDR2.
Novamente, aqui dobra-se a quantidade de operações por ciclo de clock, desta vez, de oito. Uma
novidade aqui é a possibilidade de uso de Triple-Channel.
DDR4 SDRAM: A DDR4 oferece melhor desempenho, maiores capacidades DIMM, maior integridade
de dados e menor consumo de energia.
Rambus (Rambus DRAM): as memórias Rambus recebem esse nome por serem uma criação da
empresa Rambus Inc. e chegaram ao mercado com o apoio da Intel. Elas são diferentes do padrão
SDRAM, pois trabalham apenas com 16 bits por vez. Em compensação, memórias Rambus trabalham
com frequência de 400 MHz e com duas operações por ciclo de clock.
E tinham como desvantagens, no entanto, taxas de latência muito altas, aquecimento elevado e maior
custo. Memórias Rambus nunca tiveram grande aceitação no mercado, mas também não foram um total
fiasco: foram utilizadas, por exemplo, no console de jogos Nintendo 64. Curiosamente, as memórias
Rambus trabalham em pares com “módulos vazios” ou “pentes cegos”. Isso significa que, para cada
módulo Rambus instalado, um “módulo vazio” tem que ser instalado em outro slot. Essa tecnologia acabou
perdendo espaço para as memórias DDR.
Memória ROM
Diferentemente da memória RAM, as memórias ROM (Read Only Memory – Memória Somente de
Leitura) não são voláteis, mantendo os dados gravados após o desligamento do computador5. Como o
nome sugere, as primeiras ROM não permitiam a regravação de seu conteúdo. Atualmente, existem
variações que possibilitam a regravação dos dados por meio de equipamentos especiais.
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Essas memórias são utilizadas para o armazenamento do BIOS - Basic Input/Output System (Sistema
Básico de Entrada/Saída). Esse Memória ROM de sistema é o primeiro programa executado pelo
computador ao ser ligado. Sua função primária é preparar a máquina para que o sistema operacional
possa ser executado.
Na maioria dos BIOS é possível especificar em qual ordem os dispositivos de armazenamento devem
ser carregados. Desta forma, é possível, por exemplo, carregar uma distribuição do sistema operacional
Linux que funciona diretamente do CD antes do sistema operacional instalado no HD (especificando que
o CD deve ser verificado antes do HD).
Existem alguns tipos básicos de memória ROM:
PROM (Programmable Read-Only Memory): tem sua gravação feita por aparelhos especiais que
trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Os dados gravados na memória PROM
não podem ser apagados ou alterados.
EPROM (Electrically Programmable Read-Only Memory): os dados gravados na memória EPROM
podem ser apagados pelo uso de radiação ultravioleta permitindo sua reutilização. É o tipo de memória
ROM geralmente usado para armazenar a BIOS do computador.
EEPROMs (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory): tipo similar à EPROM. Seu
conteúdo pode ser apagado aplicando-se uma voltagem específica aos pinos de programação. Portanto,
pode ter seu conteúdo modificado eletricamente, mesmo quando já estiver funcionando em um circuito
eletrônico.
FlashROM: Memória flash semelhante às EEPROMs, são mais rápidas e de menor custo. É um tipo
de chip de memória para BIOS de computador que permite que esta seja atualizada através de softwares
apropriados. Essa atualização pode ser feita por disquete ou até mesmo pelo sistema operacional. Tudo
depende dos recursos que o fabricante da placa-mãe em questão disponibiliza.
CD-ROM: são discos ópticos que retêm os dados não permitindo sua alteração.
CMOS
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Placa Mãe
A placa mãe (Motherboard) é uma placa de circuito impresso e considerada como uma das peças mais
importantes do computador. Ela que interliga todos os outros dispositivos de hardware, permitindo que
eles se comuniquem entre si conforme as necessidades do sistema (internos e externos ao gabinete).
As placas mãe evoluíram bastante nos últimos vinte anos. As primeiras placas tinham poucos
componentes funcionais. E a placa mãe do primeiro IBM PC tinha somente um processador e slots. Os
usuários conectavam componentes como controladoras de discos rígidos e memória nos slots. Hoje, a
placa mãe ostenta uma variedade de itens embutidos nela, o que afeta diretamente a capacidade e
potencial de atualizações do computador.
O computador precisa ter uma placa mãe para funcionar. Sua principal função é abrigar o chip do
microprocessador do computador e permitir que tudo se conecte a ele. Tudo o que faz o computador
melhorar sua performance faz parte da placa mãe ou se conecta a ela via um slot ou porta de entrada.
O formato e o desenho de uma placa mãe é chamado de tamanho físico. O tamanho físico influi onde
os componentes devem se encaixar, junto a forma do gabinete.
Existem milhares de tamanhos físicos específicos que as placas mãe usam para que possam se
encaixar dentro dos gabinetes. De modo que o tamanho físico é somente um de muitos padrões que se
aplicam às placas mãe, ou seja, alguns outros elementos também são observados como padrões, por
exemplo:
- O soquete para o microprocessador determina que tipo de Unidade Central de Processamento (CPU)
a placa mãe utiliza;
- O chipset faz parte do sistema lógico da placa mãe e é geralmente feito de duas partes: a ponte norte
e a ponte sul. Essas duas “pontes” conectando a CPU a outras partes do computador;
- O chip da memória BIOS (Basic Input/Output System) controla a maioria das funções básicas do
computador e realiza um auto teste toda vez que você o liga. Alguns sistemas têm BIOS duplas, que
fornecem um backup no caso de um deles falhar ou no caso de erro durante a atualização;
- O chip do relógio de tempo real é um chip que funciona operado por bateria e mantém as
configurações e o tempo (data/hora) do sistema.
Slots
Sobre os slots e portas encontrados na placa mãe, incluem-se:
- PCI (Peripheral Component Interconnect): conexão para placas de vídeo, som e captura de vídeo,
assim como placas de rede;
- AGP (Accelerated Graphics Port): porta dedicada para placas de vídeo;
- IDE (Integrated Drive Electronics): interface para os discos rígidos;
- USB (Universal Serial Bus) ou FireWire: periféricos externos;
- Slots de Memória.
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Evolução tecnológica
Algumas placas mãe também tem novos avanços tecnológicos:
- RAID (Redundant Array of Independent Discs): permitem que o computador reconheça diversos
discos rígidos como sendo um único;
- PCI Express: é um novo protocolo que atua mais como uma rede do que um barramento. Ele pode
eliminar a necessidade de outras portas, incluindo a porta AGP;
- Ao invés de placas plug-ins, algumas placas mãe já vem com som, vídeo e rede embutidos ou outros
periféricos.
Soquetes e CPUs
A CPU é a primeira coisa que vêm em mente quando muitas pessoas pensam sobre a velocidade e
performance de um computador. Quanto mais rápido é o processador, mais rápido o computador
consegue “pensar”. Antigamente, todos os processadores tinham o mesmo conjunto de pinos que
conectavam a CPU à placa mãe, chamado de Pin Grid Array (PGA). Esses pinos se encaixavam em um
soquete conhecido como Soquete 7. Isso significa que qualquer processador se encaixava em qualquer
placa mãe.
Hoje, contudo, os fabricantes de CPU, Intel e ADM, usam uma variedade de PGAs, onde nenhum se
encaixa no Soquete 7. Enquanto os microprocessadores avançam, eles precisam de mais pinos para lidar
com novas características e também com o intuito de fornecer mais energia para o chip.
As configurações atuais do soquete são nomeadas de acordo com os números de pinos no PGA. Os
mais comuns são:
Soquete 478: para processadores Pentium e Celeron mais antigos;
Soquete 754: para processadores AMD Sempron e alguns processadores AMD Athlon;
Soquete 939: para processadores AMD Athlon mais recentes e mais rápidos;
Soquete AM2, AM2+, AM3, AM3+: para os mais novos processadores AMD;
Soquete A: para processadores AMD Athlon mais antigos.
A mais nova CPU da Intel não tem PGA. Ao invés disso, ela tem um LGA também conhecido como
soquete T. LGA que quer dizer Land Grid Array. Um LGA é diferente de um PGA, pois os pinos fazem
parte do soquete e não da CPU.
Qualquer pessoa que já tiver uma CPU específica em mente, deve escolher uma placa mãe baseada
naquela CPU. Por exemplo, se você quer usar um dos novos chips feitos pela Intel ou AMD, deve
selecionar uma placa mãe com o soquete correto para aqueles chips. As CPUs não vão se encaixar em
soquetes que não combinam com seus PGAs.
A CPU se comunica com outros elementos na placa mãe por meio do chipset. Veremos a seguir os
chipsets com maiores detalhes.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Chipsets
O chipset é a “cola” que conecta o microprocessador ao resto da placa mãe, e assim, ao resto do
computador. Em um PC, ele consiste em duas partes básicas, a ponte norte e a ponte sul. Todos os
diversos componentes do computador se comunicam com a CPU pelo chipset.
A ponte norte se conecta diretamente ao processador via barramento frontal (FSB - Front Side Bus),
também conhecido como barramento externo. Um controlador de memória está localizado na ponte norte,
onde a CPU consegue um acesso rápido à memória. A ponte norte também se conecta ao AGP ou ao
barramento PCI Express e à própria memória.
A ponte sul é mais lenta do que a ponte norte, e a informação da CPU tem que ir pela ponte norte
antes de chegar à ponte sul. Outros barramentos se conectam à ponte sul ao barramento PCI, às portas
USB e às conexões de disco rígido IDE ou SATA.
As seleções de chipset e CPU caminham juntas, porque os fabricantes otimizam os chipsets para
funcionarem em específicas CPUs. O chipset é uma parte integrada da placa mãe e não deve ser
removido ou atualizado. Isso significa que os soquetes das placas mãe não tem somente que se encaixar
à CPU, ou seja, tem que funcionar de forma otimizada com a CPU.
Velocidade de barramento
Um barramento é simplesmente um circuito que conecta uma parte da placa mãe à outra. Quanto mais
dados o barramento consegue manipular de uma só vez, mais rápido a informação trafega. A velocidade
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
do barramento, medida em megahertz (MHz), se refere a quantos dados podem ser passados para ele
simultaneamente.
Essa velocidade geralmente se refere à velocidade do FSB (barramento externo) que conecta a CPU
à ponte norte. A velocidade do FSB pode ser desde 66 MHz para algo acima de 800 MHz. Já que a CPU
alcança o controle de memória pela ponte norte, a velocidade do FSB pode afetar drasticamente a
performance do computador.
Aqui estão outros barramentos encontrados em uma placa mãe:
- O barramento traseiro (back side bus) conecta a CPU com o controlador de cache nível 2 (L2),
também conhecido como cache secundário ou externo. O processador determina a velocidade do
barramento traseiro;
- O barramento de memória conecta a ponte norte à memória;
- O barramento IDE ou ATA conecta a ponte sul aos controladores de discos rígidos;
- O barramento AGP conecta a placa de vídeo à memória e à CPU. A velocidade do barramento AGP
é geralmente de 66 MHz;
- O barramento PCI conecta slots PCI à ponte sul. Na maioria dos sistemas, a velocidade do
barramento PCI é de 33 MHz. O PCI Express também é compatível ao PCI. Além de ser mais rápido é
também compatível com os softwares e sistemas operacionais atuais. Esse padrão está substituindo os
barramentos PCI e AGP.
Quanto mais rápido for a velocidade do barramento, mais rápido ele irá trabalhar. Isto é válido até um
certo ponto. Um barramento rápido não terá seu potencial aproveitado por um processador ou um chipset
lento.
Periféricos
São os dispositivos que permitem que o usuário interaja com o computador. Os dispositivos de entrada
permitem que o usuário “entre com algum tipo de informação”, enquanto os dispositivos de saída retornam
com informações solicitadas pelo usuário e pelos programas, já os dispositivos conhecidos como
“híbridos”, desempenham simultaneamente as funções de entrada e saída de dados.
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Dispositivos de entrada
Teclado: este dispositivo permite que o usuário digite as informações que serão processadas pelo
computador.
Mouse: este dispositivo permite que o usuário aponte uma posição ou um objeto de software que
sofrerá uma ação ao ser clicado.
Touchpad: este dispositivo desempenha a mesma função do mouse nos notebooks e netbooks.
Webcam: este dispositivo permite capturar imagens ou vídeos do ambiente local para que seja
armazenado em um sistema local ou transmitido pela web.
Scanner: periférico semelhante a uma copiadora, porém, em vez de imprimir a imagem capturada de
um documento impresso, o scanner captura imagens e textos de documentos expostos sobre a sua
superfície permitindo que sejam armazenados no próprio computador em formato digital.
Leitor de código de barras: este dispositivo permite capturar o código de barras referente a um
produto ou objeto, para que seja identificado e processado por um sistema computacional.
Dispositivos de saída
Monitor: este dispositivo permite que o usuário visualize as informações processadas.
Plotter7: é uma impressora de alta precisão, que usa tintas especiais, geralmente em cartuchos de
tintas de grande capacidade e imprime em rolos de mídia (papéis) de vários tipos.
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Plotter HP 7550A, um dos primeiros plotters a pena com o carrossel ou disco de penas e o detalhe do recipiente de encaixe do carrossel. Abaixo, o carrossel e
a foto ampliada da pena amarela.
Os primeiros plotters utilizavam canetas, ou penas, como eram mais conhecidas. Nos anos 70, os
plotters à pena eram a única forma de obter uma impressão de alta resolução e precisão.
Por que os plotters tinham uma resolução melhor?
Um dos principais motivos da alta resolução dos primeiros plotters foi o fato de "imprimirem" ou
plotarem uma linha ou curva de uma vez só, graças à linguagem HPGL.
A empresa HP criou a HPGL-Hewlett-Packard Graphics Language que se tornaria uma linguagem
padrão para quase todos os plotters.
Espessura de linha
- Plotters atuais
Os cartuchos de tinta, que também eram o cabeçote de impressão (era ele que "jogava" o jato de tinta
no papel) teve a sua função dividida. Atualmente, o cartucho apenas armazena a tinta e a função de
impressão é feita por uma peça dedicada e especializada nisto, o cabeçote de impressão.
Com esta especialização, os cabeçotes chegam a resoluções de até 2400x2400 dpi (dots per inch -
pontos por polegada).
A especialização também ocorreu nas tintas. Quanto maior o número de cores de tinta, menor a
necessidade de combiná-las para se chegar à cor desejada. Atualmente, existem plotters fotográficos
como a linha "Z" da HP, com até 12 cores diferentes de tintas, que produzem impressões com alta
resolução e fidelidade de cores.
A HP Designjet Z3200 que tem 12 cartuchos de tinta que abastecem 6 cabeçotes de impressão. Cada cabeçote imprime 2 cores. No detalhe, um dos
cabeçotes.
Caixas de som: dispositivo essencial para quem desejar processar arquivos de áudio ou arquivos de
vídeo que contenham áudio.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Monitor touchscreen: este dispositivo, além de permitir que o usuário visualize as informações
processadas como os monitores comuns, ainda permite que o usuário aponte um objeto do sistema na
tela que sofrerá uma determinada ação do sistema (simula o click do mouse com um toque direto na tela).
Impressora multifuncional: este dispositivo, além da função de uma impressora comum, incorpora
funções diversas, como por exemplo, a função de scanner para digitalização de dados.
Questões
Estão CORRETOS:
(A) Somente os itens I e II.
(B) Somente os itens I e III.
(C) Somente os itens II e III.
(D) Todos os itens.
02. (Colégio Pedro II - Professor - Colégio Pedro II/2019) Um computador é formado por várias
partes, chamadas de hardware. Acerca delas, foram feitas as seguintes afirmativas:
I. Como exemplo de hardware de saída de dados temos o mouse e o teclado.
II. São exemplos de hardware de saída de dados o monitor e a impressora.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
III. Hardware é a parte lógica do computador.
IV. Compõem o hardware básico de um computador o gabinete, o monitor, o teclado, o sistema
operacional e o mouse.
V. O hardware pode ser classificado pela função que exerce, podendo ser de entrada ou de saída de
dados.
Estão corretas
(A) II e V.
(B) IV e V.
(C) I, II e IV.
(D) I, III e V.
04. (IF/RO - Engenheiro Civil - IBADE/2019) Um tipo de periférico computacional que serve para
capturar e digitalizar documentos, ou seja, transformar um documento em papel numa imagem digital, é
o:
(A) caneta ótica.
(B) headphone.
(C) mousepad.
(D) microfone.
(E) scanner.
05. (Prefeitura de Várzea/PB - Assistente Social - EDUCA/2019) Permite a interligação física e lógica
entre processador, memória RAM, placa de vídeo, HD (SSD também), drives ópticos e etc. Ele(a) tem
tanto controladores que são responsáveis pela comunicação de diversos dispositivos quanto slot’s onde
encaixar fisicamente cada dispositivo.
O conceito está relacionado a(o):
(A) Drive Óptico.
(B) Placa-mãe.
(C) Processador.
(D) Placa de Vídeo.
(E) Memória RAM.
06. (Prefeitura de São José/SC - Engenheiro Civil - IESES/2019) CPU é sigla inglesa de Central
Processing Unit, que, em português, significa “Unidade Central de Processamento”. Sobre CPU é
INCORRETO afirmar que:
(A) A velocidade de processamento das informações em um computador está diretamente relacionada
à velocidade do processador.
(B) Pode ser substituída por um hard drive, que ajuda na função de processamento de dados de um
computador.
(C) Tem a responsabilidade de processar todos os tipos de dados e apresentar o resultado do
processamento.
(D) Possui a memória cache, que armazena dados para o processamento.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
07. (Prefeitura de Itá/SC - Fiscal de Tributos - AMAUC/2019) Dentre as opções qual destas NÃO é
característica, definição, recurso ou funcionalidade da CPU de um dispositivo ou computador:
(A) Influenciar diretamente na velocidade do dispositivo.
(B) Principal item de hardware do computador, que também é conhecido como processador.
(C) Possuir mais de um núcleo de processamento e compatibilidade com várias placas mãe.
(D) Estrutura de sustentação e proteção dos componentes internos da máquina uma carcaça.
(E) Possuir em sua estrutura unidades de processamento aritmético e lógico.
Gabarito
01.B / 02.A / 03.E / 04.E / 05.B / 06.B / 07.D / 08.B / 09.C / 10.C
Comentários
[Link]: B
Hardware interno: processador, memória RAM...
Hardware externo: monitor, teclado...
[Link]: A
I. Errada. Mouse e Teclado são dispositivos de entrada.
II. Correta.
III. Errada. Hardware é a parte FÍSICA do computador.
IV. Errada. Sistema operacional é software.
V. Correta.
[Link]: E
Hardware pode ser definido como os componentes físicos de um computador, que permitem que
funcione. Já software são programas, baseados em lógica de programação, que permitem que o
computador operacionalize certas funções.
26
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
[Link]: E
Um scanner é um aparelho de leitura ótica que permite converter imagens, fotos, ilustrações e textos
em papel, num formato digital que pode ser manipulado em computador. Por exemplo, é possível "passar"
uma capa de revista ou uma fotografia para a tela de seu PC.
[Link]: B
A placa-mãe é a placa principal do computador, é uma placa fundamental, o próprio nome sugere isso,
sem mãe você não existiria e sem placa-mãe um computador também não existiria. Todos os outros
componentes poderiam existir, mas não teria um local para interligá-los e fazer a coisa toda funcionar.
A placa-mãe permite a interligação física e lógica entre processador, memória RAM, placa de vídeo,
HD (SSD também), drives ópticos e etc. Ela tem tanto controladores que são responsáveis pela
comunicação de diversos dispositivos quanto slots onde encaixar fisicamente cada dispositivo.
[Link]: B
Hard drive (HD) é sinônimo de disco rígido. Fica claro o erro da questão, pois: a principal função do
HD é o armazenamento de dados a longo prazo, enquanto o Processador é responsável pela entrada e
saída de dados, cálculos, velocidade (cérebro da máquina).
[Link]: D
Refere-se a um Gabinete de Computador, não a uma CPU.
[Link]: B
No computador, cada componente possui uma finalidade.
O processador é o cérebro do computador, responsável por efetuar os cálculos com as informações
que estão armazenadas na memória.
A memória RAM é o local de armazenamento temporário dos dados que estão sendo processados
pelo processador.
O processador e a memória RAM estão conectados na placa mãe, que permite a conexão entre os
diferentes componentes internos e os periféricos.
A placa mãe recebe a alimentação de energia da fonte, conectada na rede elétrica.
O hard disk, ou HD, ou disco rígido, ou popularmente chamado de unidade C, é o local de
armazenamento de massa, que mantém as informações gravadas mesmo sem o fornecimento de
energia. Os dados armazenados na memória RAM são temporários e se perdem quando o computador
é desligado. Os dados armazenados no disco rígido, são mantidos de forma permanente.
[Link]: C
O Painel de Controle (Configurações) possui os itens para configuração dos Programas (softwares) e
Dispositivos (hardware) do computador.
O hardware é a parte física do computador, formada por equipamentos e componentes.
Os componentes internos do computador são para o processamento de dados, enquanto que os
equipamentos externos são para entrada ou saída de dados.
[Link]: C
A memória cache é uma memória intermediária, situada logicamente entre o processador e a memória
RAM. Sua finalidade é reter os blocos de instruções mais utilizados próximo ao processador, diminuindo
a necessidade de acesso à memória RAM. Fisicamente, ela pode ficar dentro ou fora do processador, a
depender de seu tipo.
A memória cache tem a função de acelerar a transferência de informações entre a unidade central de
processamento e a memória principal. Partindo do princípio que a memória cache integra a memória
principal do computador, a transferência de informações entre a CPU e a memória principal é muito mais
rápida do que se existisse somente a memória RAM.
SOFTWARE
Conceito
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
softwares: sistema operacional Windows, processador de texto (Word), software para elaboração de
planilhas eletrônicas (Excel), software para elaboração de slides e apresentações (PowerPoint), software
para gerenciamento de banco de dados (Access), software para edição e tratamento de imagens
(Photoshop), software antivírus etc.
Um software pode ser desenvolvido ou personalizado sob demanda, visando atender as necessidades
e particularidades de uma empresa ou instituição por exemplo.
Diferentemente do hardware, o software é a parte lógica do computador, a manipulação, instrução de
execução, redirecionamento e execução das atividades lógicas das máquinas.
Existem diversas nomenclaturas utilizadas para caracterizar um software: programa, sistema,
aplicação, etc.
Consiste em um agrupamento de comandos escritos em uma linguagem de programação. Estes
comandos, ou instruções, criam as ações dentro do programa, e permitem seu funcionamento.
Cada ação é determinada por uma sequência, e cada sequência se agrupa para formar o programa
em si, estes comandos se unem, criando um programa complexo.
Um software, ou programa, consiste em informações que podem ser lidas pelo computador, assim
como seu conteúdo audiovisual, dados e componentes em geral. Para proteger os direitos do criador do
programa, foi criada a licença de uso. Todos estes componentes do programa fazem parte da licença.
A licença é o que garante o direito autoral do criador ou distribuidor do programa, é um grupo de regras
estipuladas pelo criador/distribuidor do programa, definindo tudo que é ou não é permitido no uso do
software em questão.
Um software pode ter várias funções, como: jogos, cálculos, criação de texto, edição de imagem,
edição de vídeo, conversão de vídeo, reprodutor de multimídia, acesso à internet, etc. Resumindo, é tudo
que pode ser executado no computador.
Tipos de Softwares
Software de Sistema ou Software Básico: é o programa considerado essencial para o
funcionamento de um computador. Sem ele o computador não funciona. É constituído pelos sistemas
operacionais (S.O.), que auxiliam o usuário a passar os comandos para o computador. Ele interpreta
nossas ações e transforma os dados em códigos binários, que podem ser processados.
Software Aplicativo: este tipo de software é basicamente os programas utilizados para aplicações
dentro do S.O., que não estejam ligados com o funcionamento do mesmo. Exemplos: Word, Excel, Paint,
Bloco de Notas, Calculadora.
Software de Programação: são softwares usados para criar outros programas, a partir de uma
linguagem de programação, como Java, PHP, Pascal, C, C++, entre outras.
Software de Tutorial: são programas que auxiliam o usuário de outro programa, ou ensina
a fazer algo sobre determinado assunto.
Software de Jogos: são softwares usados para o lazer, com vários tipos de recursos.
Software Aberto: é qualquer um dos softwares acima, que tenha o código fonte disponível para
qualquer pessoa.
Software Utilitário: é qualquer programa não obrigatório para o funcionamento do computador,
porém, é considerado extremamente útil para o seu bom funcionamento.
Todos estes tipos de software evoluem muito todos os dias. Sempre estão sendo lançados novos
sistemas operacionais, novos games, e novos aplicativos para facilitar ou entreter a vida das pessoas que
utilizam o computador. Quando um programa é desenvolvido, seus criadores escolhem um tipo de licença
de uso para esse software.
Os programas podem ser definidos como:
Freeware8: é o mesmo que gratuito. Sua utilização não necessita de cobrança e todas as funções do
programa podem ser acessadas pelo usuário, sem nenhum tipo de restrição. O tempo de uso pelo usuário
nesse tipo de licença também não possui restrições.
Shareware: nesse padrão, o software possui algumas limitações de relação ao acesso de
funcionalidades ou limite de tempo de utilização, geralmente contado em dias, a partir do momento que
o software é instalado. Para ter acesso a essas ferramentas bloqueadas ou usar por tempo indeterminado,
o usuário é obrigado a comprar o produto.
Adware: esse formato de comercialização consiste em inserir uma publicidade no programa, de forma
que o usuário é obrigado a ter contato com aquele anúncio todas as vezes que utiliza o software. A
propaganda só é retirada mediante a um pagamento por parte do cliente.
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Open Source: esses programas, além de serem totalmente gratuitos e sem nenhum tipo de restrição
aos usuários, possuem o código fonte de programação acoplada a eles. Isso significa que qualquer
pessoa pode modificar as funções do software sem a necessidade de nenhum tipo de pagamento aos
desenvolvedores.
Demo: uma simples demonstração, um software que é restrito de suas funcionalidades apenas para
teste, por exemplo, um jogo que existe 10 fases para finalizá-lo. Em um demo existe apenas 1 para você
testar.
Trial: a versão é bastante parecida com a demo, porém além de suas funcionalidades serem restritas,
não há possibilidade de se salvar o trabalho criado, e também existe um prazo máximo que pode ser
válido, sendo necessário a compra futura.
Software Livre9
Por software livre devemos entender aquele programa que respeita a liberdade e senso de comunidade
dos usuários. Isso significa que os usuários possuem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar,
mudar e melhorar o software. Assim sendo, software livre é uma questão de liberdade, não de preço. Por
vezes chamamos de “libre software” para mostrar que livre não significa grátis, pegando emprestado a
palavra em francês ou espanhol para “livre”, para reforçar o entendimento de que não nos referimos a
software como grátis.
Com essas liberdades, os usuários (tanto individualmente quanto coletivamente) controlam o programa
e o que ele faz por eles. O desenvolvedor controla o programa e, por meio dele, controla os usuários.
Um programa é software livre se ele dá aos usuários todas essas liberdades de forma adequada. Do
contrário, ele é não livre.
Em qualquer cenário, essas liberdades devem ser aplicadas em qualquer código do qual planejamos
fazer uso, ou que levamos outros a fazer uso. Por exemplo, considere um programa A que
automaticamente inicia um programa B para lidar com alguns casos. Se nós planejamos distribuir A como
está, isso significa que usuários precisarão de B, de forma que nós precisamos julgar se tanto A quanto
B são livres. Porém, se nós planejamos modificar A de forma que ele não use B, apenas A precisa ser
livre; B não é pertinente àquele planejamento.
Software livre não significa não comercial. Um programa livre deve estar disponível para uso,
desenvolvimento e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre deixou de ser
incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
Independente da forma de aquisição do software livre, tendo pago dinheiro por suas cópias, ou tendo
obtido a custo zero, você sempre terá a liberdade para copiar e mudar o software, ou até mesmo para
vender cópias.
Questões
01. (ITEP/RN - Agente de Necrópsia - INSTITUTO AOCP/2018) Assinale a alternativa que apresenta
uma definição correta de Software.
(A) São as partes concretas do computador, isto é, os componentes como: gabinete, teclado, mouse,
impressora, memória, CPU.
(B) São programas destinados a causar danos, alterações ou roubo de informações no computador
em que estão instalados.
(C) São programas instalados em um computador, os quais realizam uma ou mais tarefas.
(D) São programas feitos diretamente no hardware de computadores.
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(E) São programas leves (soft), ou seja, que não requerem alto poder de processamento de um
computador.
04. (UFF - Técnico de Laboratório - COSEAC/2017) São softwares básicos, softwares utilitários e
softwares aplicativos, respectivamente:
(A) Linux, Winrar e PowerPoint.
(B) Windows, Java e Word.
(C) Word, antivírus e Android.
(D) Sharepoint, Windows e Excel.
(E) Unix, PHP e Calc.
Gabarito
Comentários
01. Resposta: C
Software é uma sequência de instruções escritas para serem interpretadas por um computador com o
objetivo de executar tarefas específicas. Também pode ser definido como os programas que comandam
o funcionamento de um computador.
02. Resposta: B
Software gratuito ou freeware é qualquer programa de computador cuja utilização não implica no
pagamento de licenças de uso ou royalties. É importante não confundir o free de freeware com o free de
free software, pois no primeiro uso o significado é de gratuito, e no segundo de livre.
03. Resposta: C
Os sistemas operacionais são softwares de base que funcionam em conjunto dos outros softwares
chamados de drivers, que são responsáveis pelo funcionamento de cada parte do computador.
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04. Resposta: A
Software Básico: é o programa considerado essencial para o funcionamento de um computador. Sem
ele o computador não funciona.
Exemplo de Software Básico: Sistema Operacional Windows e Linux.
Software Utilitário: é qualquer programa não obrigatório para o funcionamento do computador,
porém, é considerado extremamente útil para o seu bom funcionamento.
Exemplo de Utilitário: antivírus.
Software Aplicativo: são programas que tem aplicações práticas para o usuário. Também não são
obrigatórios para o funcionamento do computador, porém, quando instalados, oferecem praticidade para
os usuários.
Exemplo de Aplicativos: Word, Excel, Power Point, navegadores e jogos.
05. Resposta: B
Softwares aplicativos são aqueles desenvolvidos para prestar auxílio aos usuários na execução de
atividades práticas de produção e processamento de informações.
COMPUTADORES E PERIFÉRICOS
Computadores
A função de um computador é processar dados. Para processá-los é preciso movê-los até a unidade
central de processamento, armazenar resultados intermediários e finais em locais onde eles possam ser
encontrados mais tarde, para controlar as funções de transporte, armazenamento e processamento10.
Portanto, tudo que um computador faz pode ser classificado como uma destas quatro ações
elementares: mover dados, processar, armazenar, e controlar estas atividades. Vejamos a seguir:
- Mover dados: é executada através do fluxo da corrente elétrica ao longo de condutores que ligam
os pontos de origem e destino e não depende de elementos ativos.
- Controlar: são igualmente executadas através de pulsos de corrente, ou "sinais", propagados em
condutores elétricos (estes pulsos são interpretados pelos componentes ativos, fazendo-os atuar ou não
dependendo da presença ou ausência dos sinais).
Portanto estas duas funções, transporte e controle, para serem executadas só dependem da existência
de condutores elétricos (fios, cabos, filetes metálicos nas placas de circuito impresso, etc.) e não exigem
o concurso de componentes ativos.
- Processar: consiste basicamente em tomar decisões lógicas do tipo "faça isso em função daquilo".
Por exemplo: "compare dois valores e tome um curso de ação se o primeiro for maior, um curso diferente
se ambos forem iguais ou ainda um terceiro curso se o primeiro for menor". Todo e qualquer
processamento de dados, por mais complexo que seja, nada mais é que uma combinação de ações
elementares baseadas neste tipo de tomada de decisões simples. O circuito eletrônico elementar capaz
de tomar decisões é denominado "porta lógica" (logical gate), ou simplesmente "porta".
- Armazenar: consiste em manter um dado em um certo local enquanto ele for necessário, de tal forma
que ele possa ser recuperado quando o sistema precisar dele. O circuito lógico elementar capaz de
armazenar um dado (expresso sob a forma do elemento mínimo de informação, o "bit", que pode exprimir
apenas os valores numéricos "um" ou "zero" ou ainda os valores lógicos equivalentes, "verdadeiro" ou
"falso") é a célula de memória – um dispositivo capaz de assumir um dentre dois estados possíveis e
manter-se nesse estado até que alguma ação externa venha a alterá-lo (dispositivo "biestável").
Tendo isto em vista, pode-se concluir que todo computador digital, por mais complexo que seja, pode
ser concebido como uma combinação de um número finito de apenas dois dispositivos básicos, portas
lógicas e células de memória, interligados por condutores elétricos.
Veremos agora, algumas dessas funções.
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Unidade de sistema
A unidade de sistema é o núcleo de um sistema de computador. Normalmente, é uma caixa retangular
colocada sobre a mesa ou embaixo dela. Dentro dessa caixa estão os componentes eletrônicos que
processam as informações.
O mais importante desses componentes é a CPU (unidade de processamento
central) ou microprocessador, que atua como o "cérebro" do computador. Outro componente é a memória
RAM, que armazena temporariamente informações utilizadas pela CPU enquanto o computador está
ligado. As informações gravadas na RAM são apagadas quando o computador é desligado.
Quase todas as outras partes do computador se conectam à unidade de sistema por meio de cabos.
Os cabos são conectados a portas, aberturas específicas, geralmente na parte traseira da unidade de
sistema. O hardware que não faz parte da unidade de sistema é chamado dispositivo periférico ou
simplesmente dispositivo.
Unidade de sistema.
Unidades de armazenamento
O computador possui uma ou mais unidades de disco, ou seja, dispositivos que armazenam
informações em um disco revestido por uma unidade de plástico ou metal. O disco preserva as
informações mesmo quando o computador está desligado. Vejamos a seguir, os tipos de unidade de
armazenamento.
Disco rígido
Esse tipo de unidade armazena informações em um disco rígido, que é um prato rígido ou pilha de
pratos com uma superfície magnética. Como os discos rígidos podem reter uma grande quantidade de
informações, normalmente eles funcionam como principal meio de armazenamento do computador,
guardando praticamente todos os programas e arquivos.
Em geral, a unidade de disco rígido fica localizada dentro da unidade de sistema.
CD e DVD
Em um passado não muito distante, a maioria dos computadores/notebooks vinham equipados com
uma unidade de CD ou DVD, geralmente localizada na frente da unidade de sistema. As unidades de CD
usam lasers para ler (recuperar) dados de um CD. Muitas delas também podem gravar dados em CDs.
Se você tiver uma unidade de disco gravável, poderá armazenar cópias de seus arquivos em CDs vazios.
A unidade de CD também serve para reproduzir música no computador/notebook.
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CD.
As unidades de DVD fazem o mesmo que as unidades de CD e também leem DVDs. Com uma unidade
de DVD, pode-se ver filmes ou imagens no computador. Muitas unidades de DVD podem gravar dados
em DVDs vazios.
CD-R (CD Recordable): CD gravável. Com capacidade para 700 MB ou 80 minutos de áudio sem
compactação. Não permite que nenhum dado seja apagado do CD. Após adicionados, os dados que lá
estão são permanentes. Se não for utilizada toda a capacidade na primeira gravação, pode-se gravar
outras sessões, até que o CD esteja completamente cheio.
CD-RW (CD Rewritable): CD regravável. Também tem a capacidade de 700 MB. Essa mídia permite
que você grave, apague os dados e grave novamente. Sua vida útil é de aproximadamente mil ciclos (1
ciclo = gravar uma vez + apagar uma vez).
Mini-CD: apesar de pouco popular, é uma boa opção para quem não gosta de carregar os CDs de
tamanho normal. Além do tamanho reduzido (8cm de diâmetro, contra os 12cm do CD normal), sua
capacidade também é bem menor: 180 MB, ou 23:30 minutos. Os tocadores e gravadores de CD que
possuem a “gaveta” são perfeitamente capazes de reproduzir e gravar mini CDs.
DVD-R: com capacidade de 4.7 GB, é o formato mais usado no Brasil. Muitas vezes as pessoas podem
se referir a esse tipo de mídia como DVD5, devido ao fato de a sua capacidade estar próxima dos 5 GB.
Também existem DVD-Rs com capacidade de 8.5 GB (também chamados de DVD9). Isso é possível
porque são usadas duas camadas diferentes no mesmo lado do disco, praticamente dobrando a
capacidade de armazenamento.
Também existem os DVDs com capacidade de gravação nos dois lados do disco, mas esse tipo é
difícil de ser encontrado, pois não se popularizou no Brasil. Sua capacidade é de até aproximadamente
15 GB.
DVD-RW: esse tipo de DVD tem a mesma capacidade do DVD-R, com a possibilidade de apagar os
dados e reutilizar o disco, assim como o CD-RW.
DVD.
Podemos dizer tranquilamente que CD e DVD são itens considerados “desatualizados”, e de pouco
uso pela maioria das pessoas. E quem responderia isso são as vendas e consumo de disco no mundo.
As fabricantes optaram por tirar este item “antigo” por estes pontos que separamos:
- Espaço útil e espessura (Uma das buscas atuais no mercado de eletrônicos é sempre por produtos
mais finos, sejam celulares, computadores portáteis, etc.);
- Peso (Os poucos gramas a mais já podem fazer da diferença na hora do fabricante tentar anunciar
que seus notebooks novos estão mais leves e finos);
- Custo (Outro ponto chave para oferecer produtos mais baratos é cortar o desnecessário (ou pouco
usado). Apesar de não ser um recurso assim tão caro, todo valor economizado na produção vai refletir
em produtos com preços reduzidos);
- Queda no consumo de discos (A queda de uso das mídias ROM (discos de CD, DVD e Blu-ray) está
sendo igual ao que foi o fim de fitas K7, discos de vinil e similares).
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Disquete
Pouco encontrado nos equipamentos eletrônicos atuais, por ser considerado um periférico
ultrapassado e substituídos por novas tecnologias.
As unidades de disquete armazenam informações em discos, também chamados discos flexíveis.
Comparado a CDs e DVDs, os disquetes podem armazenar apenas uma pequena quantidade de
dados. Eles também recuperam informações de forma mais lenta e são mais vulneráveis a danos. Por
esses motivos, as unidades de disquete são cada vez menos usadas, embora ainda sejam incluídas em
alguns computadores.
Estes discos são chamados de disquetes porque o seu interior é feito de um material de vinil fino e
flexível, apesar de sua capa, parte externa, ser composta por um plástico rígido, é apenas uma capa.
Disquete.
Pen drives
Os dispositivos que mais cresceram nos últimos anos, exclusivamente pela capacidade, facilidade e
velocidade no transporte de dados, que outrora foram limitados aos 32 MB de memória e hoje já chegam
a armazenar mais de 128 GB, sendo as mídias portáteis mais eficientes da atualidade. Em questões de
memória, ficam atrás apenas dos discos rígidos, que podem armazenar terabytes.
Pendrive.
Um pen drive de 128 GB pode ser comparado (em questões de capacidade interna) com: 28 DVDs;
187 CDs; 91 mil disquetes de 3,5 polegadas ou 109 mil disquetes de 5,25 polegadas. Um disco rígido
de 2 TB pode armazenar o conteúdo de 17 pen drives desses.
Como visto, a capacidade de armazenamento em um único dispositivo auxilia as práticas cotidianas
de arquivo ou transferência de dados.
HD externo
Outra forma de transportar/armazenar/arquivar dados de forma segura – mesmo que não tão portátil
– é através do uso de HDs externos. Eles geralmente são acoplados a gavetas externas e conectados
aos computadores através de cabos USB.
HD Externo.
Por enquanto o processo de transferência de arquivos é um pouco lento, pois a velocidade de resposta
dos USBs é limitada, mas num futuro próximo - com o surgimento de tecnologias como o Light Peak - o
processo pode ser bem mais veloz.
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Cartão de memória
SD, miniSD, microSD, xD, Memory Stick e MMC. Esses são apenas alguns dos tipos de cartão de
memória que você pode encontrar por aí no dia a dia. A quantidade de formatos é imensa e, por conta
disso, é natural que você fique na dúvida na hora de adquirir um modelo para uso cotidiano.
Diferente do que acontece nos discos rígidos, em que o processo de gravação de informações é
mecânico, os cartões utilizam a chamada memória flash. Também conhecida como armazenamento
sólido, esse tipo de técnica de gravação e leitura acaba gerando equipamentos mais resistentes a
impactos, mais velozes na transferência de dados e com maior durabilidade.
A padronização de formatos não é uma das características desse segmento de mercado. Por conta
disso, existem dezenas de tipos de cartão de memória. Cada um deles tem tamanho diferenciado e
características específicas de velocidade de transferência de dados e capacidade de gravação.
Cartões de Memória.
Blu-ray
Com o surgimento dos equipamentos com capacidade para execução de vídeos e filmes em alta
definição, era necessário desenvolver uma mídia de grande capacidade, para possibilitar assim, o
armazenamento de imagens em alta definição, que ocupam muito mais espaço. Com a Sony à frente do
projeto, foi criado então o Blu-ray, que possui esse nome justamente porque a cor do laser que faz sua
leitura e gravação é azul. A capacidade do Blu-ray é de incríveis 25 GB nas mídias com uma só camada.
Nos discos com duas camadas, o tamanho dobra, chegando aos 50 GB.
Blu-ray.
Periféricos de Computador
Principais periféricos
Os periféricos se distinguem nas seguintes categorias:
Periféricos de visualização: dispositivos de saída que oferece ao usuário uma representação visual,
como o monitor ou a tela.
Periféricos de entrada: periféricos que só podem enviar informações para o computador, como os
dispositivos indicadores (mouse e teclado, por exemplo).
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Os periféricos de entrada e saída são os únicos que podem enviar e transmitir informações entre
computadores ou dispositivos. Entre eles estão mouse, teclado, caneta ótica, scanner e impressora,
joystick, microfone e fone de ouvido, plotadora (impressora capaz de imprimir gráficos em grandes
dimensões com alta qualidade e precisão), microfilme, caixa de som etc.
Periféricos de armazenamento: são periféricos de entrada/saída, que podem armazenar as
informações de forma permanente (disco rígido, CD, CD de áudio e CD-ROM e DVD, DVD áudio e DVD-
ROM etc.).
Periféricos de captura: permitem que o computador receba informações específicas, tais como
capturas de vídeo ou imagens digitalizadas.
Mouse
Mouse é um pequeno dispositivo usado para apontar e selecionar itens na tela do computador. Embora
existam mouses de várias formas, o modelo mais comum se assemelha a um rato (como diz o nome em
inglês). Ele é pequeno e alongado, sendo conectado à unidade de sistema por um cabo comprido que faz
lembrar uma cauda. Alguns mouses mais novos são sem fio.
Mouse.
O mouse geralmente possui dois botões: um botão principal (normalmente o da esquerda) e um botão
secundário. Muitos mouses também têm uma roda entre os dois botões, que permite percorrer as telas
de informações.
Ponteiros do mouse.
À medida que você move o mouse com a mão, um ponteiro na tela se move na mesma direção, (a
aparência do ponteiro pode mudar dependendo da sua posição na tela). Quando quiser selecionar um
item, aponte para ele e clique no botão principal, ou seja, pressione-o e solte-o. Apontar e clicar com o
mouse é a principal maneira de interagir com o computador.
Teclado
A finalidade principal do teclado é digitar textos no computador. Ele possui teclas para letras e números
e símbolos, exatamente como em uma máquina de escrever.
A diferença está nas teclas especiais: as teclas de função, localizadas na linha superior, executam
funções diferentes dependendo de onde são usadas, e são representadas pelas abreviaturas F1, F2, F3...
até F12. Como o nome deixa claro, estas teclas realizam funções específicas, que mudam de acordo com
o programa ou sistema operacional utilizado. Elas também podem ser ativadas em conjunto com outras
teclas, como o “Alt”
O teclado numérico, localizado à direita na maioria dos teclados, permite inserir números rapidamente.
As teclas de navegação, como as teclas de seta, permitem mover sua posição dentro de documentos
ou páginas da Web.
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Teclado.
Você também pode usar o teclado para executar muitas das mesmas tarefas que executa com um
mouse, por meio das setas direcionais.
Impressora
Impressora é um dispositivo que faz uma representação legível de gráficos, textos ou imagens em
papel ou mídia física similar.
Uma impressora transfere dados de um computador para o papel. Você não precisa de impressora
para usar o computador, mas, se tiver uma, poderá imprimir e-mails, cartões, convites, anúncios e outros
materiais. Muitas pessoas também preferem imprimir suas fotos em casa.
Os dois principais tipos de impressora são a jato de tinta e a laser. As impressoras a jato de tinta são
as mais populares para uso doméstico. Elas podem imprimir em preto e branco ou em cores e produzem
fotos de alta qualidade quando usadas com papel especial. As impressoras a laser são mais rápidas e
mais adequadas para uso intenso.
A rápida atualização de e-mail internet na década de 1990 e na década de 2000 deslocou em grande
parte a necessidade de impressão como um meio de documentos em movimento.
Começando por volta de 2010, a impressão 3D tornou-se uma área de intenso interesse, permitindo a
criação de objetos físicos com o mesmo tipo de esforço como uma impressora a laser cedo necessária
para produzir uma brochura. Estes dispositivos estão em seus estágios iniciais de desenvolvimento, ainda
não se tornaram comuns, devido principalmente ao seu alto valor no mercado, o que torna pouco
acessível.
Algumas orientações precisam ser levadas em consideração com relação ao uso da impressora:
Antes de utilizar qualquer função da impressora, é importante conferir se o driver de instalação está
configurado corretamente e atualizado;
- A velocidade de impressão é medida em páginas por minuto (ppm), uma sigla muito encontrada em
descrição de impressoras laser de alta velocidade e scanners;
- A resolução das imagens é medida em DPI, do inglês, Dot Per Inch, que significa Ponto Por Polegada.
A medida desse índice sempre se refere à resolução horizontal x vertical;
- A conexão dos equipamentos é um recurso importante na hora da compra. Modelos atuais contam
com conector USB, Bluetooth e conectividade com redes, sejam cabeadas ou sem fio.
- Usar cartuchos e toners originais pode ser mais seguro. Sempre configure a impressora de acordo
com o papel a ser utilizado, não coloque mais folhas na bandeja do que o recomendado e faça uma
limpeza interna e externa periodicamente.
- Caso necessite digitalizar documentos para processo eletrônico, utilize scanners profissionais que
digitalizam frente e verso em alta velocidade, além de possuir maior compactação de arquivos gerados
comparados as multifuncionais.
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Scanner
Um scanner é um aparelho de leitura ótica que permite converter imagens, fotos, ilustrações e textos
em papel, num formato digital que pode ser manipulado em computador. Por exemplo, é possível "passar"
uma capa de revista ou uma fotografia para a tela de seu PC. Existem diversos tipos de scanners no
mercado, que utilizam vários tipos de tecnologia. O mais comum é o scanner de mesa, que parece muito
com uma máquina copiadora. Outros tipos são: scanner de tambor, scanner de mão, scanner leitor código
de barras, scanner de página e scanner para cartão de visita.
Scanner de mesa.
Todos os scanners baseiam-se no princípio da refletância da luz, que consiste em posicionar a imagem
de forma que uma luz a ilumine. Um sensor capta a luz refletida pela figura, formando assim uma imagem
digital. Os scanners mais simples usam lâmpada fluorescente para iluminar a imagem, enquanto que os
mais sofisticados usam uma lâmpada do tipo catodo-frio. No entanto, um outro fator determinante para a
qualidade de imagens escaneadas, é o sensor. Abaixo há uma descrição dos tipos de sensores mais
usados:
- Photo Multiplier Tube (PMT): usado nos scanners de tambor, que são mais sofisticados e caros.
Esse tipo de scanner é usado principalmente na indústria gráfica, para impressões de alta qualidade. Para
digitalizar a imagem, a mesma é posta num cilindro de vidro que gira em alta velocidade ao redor do
sensor PMT, que divide a luz refletida em três feixes que passam por filtros e geram a imagem digitalizada.
Devido a sua complexidade, os scanners de tambor praticamente só são usados em aplicações
profissionais;
- Charge Coupled Device (CCD): esse sensor é usado em quase todos os scanners domésticos, os
mais comuns. Seu destaque é a boa qualidade e preço baixo. O sensor CCD é usado inclusive, em
aparelhos de FAX e câmeras digitais. Esse tipo de sensor transforma a luz refletida em sinais elétricos
que por sua vez, são convertidos em bits através de um circuito denominado conversor analógico-digital.
Os scanners de mesa geralmente possuem vários sensores CCD organizados em forma de linha reta;
- Contact Image Sensor (CIS): esse tipo de sensor usa uma série de LEDs vermelhos, azuis e verdes
para produzir a luz branca e substituir os espelhos e lentes usados nos scanners com sensor CCD. Isso
permite um escaneamento mais leve e que gasta menos energia. No entanto, a qualidade da imagem
escaneada não é tão boa quanto à do CCD, mas o suficiente para aplicações simples. O preço desse tipo
de scanner é bem baixo.
Copiadoras
A fotocopiadora, como é o nome oficial da máquina de xerox, que ficou mundialmente conhecida pelo
nome de sua empresa fabricante, é um dispositivo de impressão para reprodução de documentos em
geral. A evolução do equipamento simplificou sua utilização, seja no trabalho profissional ou para os
estudos didáticos.
O funcionamento das fotocopiadoras está baseado nos princípios da física, especificamente, da
eletricidade estática.
Um cilindro fotossensível lê e fica carregado com a imagem refletida do original por meio de espelhos.
Como numa fotografia, uma imagem do original é formada na superfície do cilindro. O cilindro, por sua
vez, recebe uma boa quantidade de toner ou tonalizador, um pó que é atraído pelas cargas elétricas que
formam a imagem. O toner ajuda a fixar a imagem transferida em um papel. E assim, num processo que
inclui muito calor e pressão, a imagem cola. Não se deve retirar o papel imediatamente da xerox. Ele
precisa de um tempo para secar e não manchar com o contato manual.
Na atualidade, a imagem projetada também pode ser formada no cilindro com o uso de raios laser ou
diodos emissores de luz LED, num processo semelhante às impressoras a laser.
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Para fotocopiar um documento, uma pessoa deve observar se nada está faltando na máquina –
normalmente, um dispositivo se acende apontando algo que falta para o funcionamento correto do
equipamento. Esta indicação é feita por um ícone ou uma mensagem. Também é necessário verificar se
há papel na caixa correspondente para a cópia a ser reproduzida. Há vários tipos, tamanhos e gramaturas
de papel para impressão. Sua aplicação varia de acordo com o material a ser copiado.
Verificado os itens necessários, o usuário levanta a tampa da copiadora, coloca o papel a ser
reproduzido no local indicado, de acordo com o tamanho e margens delimitadas. A superfície que precisa
ser copiada deve estar virada para baixo. Ao se apertar o botão específico, automaticamente, uma
lâmpada se acende e “varre” todo o papel.
A imagem deste documento é “fotografada” e transferida para o papel, enquanto a pessoa fica
simplesmente esperando pelo término do processo. No final, a cópia aparece na caixa de saída, uma
bandeja para o material fotocopiado.
O processo é simples e ao mesmo tempo fascinante, porque enquanto um documento fica em uma
superfície, a cópia sai rapidamente do outro lado.
Para tornar uma cópia mais funcional e utilizar menos papel nesses tempos de atenção à
sustentabilidade, é possível tirar um xerox frente e verso, utilizando assim as duas faces de uma folha de
papel.
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Para envio de um documento por fax
- Ler as instruções do fabricante. Verifique se o aparelho está conectado a uma fonte de alimentação
e um conector de telefone antes de ligá-lo. Obtenha o número de fax para o destino do fax que você está
enviando. Organize os documentos que estão enviando em ordem.
- Preencha um cover sheet (folha de capa) para o fax, o que irá conter o nome do destinatário e o
número do fax, o nome do seu chefe ou do escritório, o número de fax para seu escritório, uma pequena
mensagem para o destinatário e o número de páginas, incluindo a cover sheet.
- Posicione os documentos virados para cima na bandeja de alimentação. Disque o número do fax do
destinatário e aguarde o sinal. Caso alguém atenda peça o sinal de fax.
- Assim que o sinal for dado (som de um bip longo e alto), pressione o botão “Enviar” ou “fax” para
enviar o documento, dependendo da máquina que você está usando.
- Você poderá colocar o fone no gancho quando a transmissão iniciar.
- Após o envio do documento, o aparelho de fax emite um sinal sonoro. Neste momento o usuário ter
a opção de imprimir o registro de envio como prova de que a transmissão foi efetuada com sucesso.
Alto-falantes
Os alto-falantes são usados para tocar som. Eles podem vir embutidos na unidade de sistema ou ser
conectados com cabos. São eles que permitem ouvir música e efeitos sonoros no computador.
Alto-falantes do computador.
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Conectores de microfone, de entrada e de saída em um computador desktop comum.
Se você não ouvir nenhum som vindo de um dispositivo de áudio que conectou a um dos conectores
do computador, verifique se o conector não está sem som.
Para isso, execute as instruções a seguir:
Para conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao seu computador desktop
Após conectar um player de música ou outro dispositivo de áudio ao conector de entrada e ligá-lo, siga
estas etapas:
- Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e
clique em Som.
- Clique na guia Gravação, em Entrada e em Propriedades.
- Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver
a seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar.
- Clique na guia “Escutar”, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK.
- Você também pode alterar o volume de entrada na guia Níveis. Selecione o controle deslizante
sob Entrada, arraste-o para a direita ou para a esquerda para aumentar ou diminuir o volume do
dispositivo de áudio e clique em OK.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
- Para abrir Som, clique no botão Iniciar e em Painel de Controle. Na caixa de pesquisa, digite som e
clique em Som.
- Clique na guia Gravação, em Microfone e em Propriedades.
- Clique na guia Níveis e verifique se o botão Sem som tem a seguinte aparência . Se o botão tiver
a seguinte aparência , clique nele para ativar o som para esta conexão e clique em Aplicar.
- (Opcional) Para escutar sons de microfone por meio dos alto-falantes ou fones de ouvido, clique na
guia Escutar, na caixa de seleção Escutar o dispositivo e em OK.
Modem
Para conectar o computador à Internet, você precisa de um modem, um dispositivo que envia e recebe
informações do computador por linha telefônica ou cabo de alta velocidade. Às vezes, os modems vêm
embutidos na unidade de sistema, mas os de alta velocidade normalmente são componentes separados.
Modem a cabo.
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Se você quiser tirar uma foto desta forma, terá duas opções:
- Pode tirar uma fotografia usando uma câmera de filme convencional, processando o filme
quimicamente, imprimindo-o em papel fotográfico e depois usando um scanner digital para digitalizar a
impressão (gravar o padrão de luz como uma série de valores de pixels);
- Pode digitalizar diretamente a luz original refletida pelo seu objeto, decompondo imediatamente esse
padrão de luz em uma série de valores de pixels. Em outras palavras, você pode usar uma câmera digital.
Em seu nível mais básico, uma câmera digital, assim como uma câmera convencional, possui uma
série de lentes que focaliza a luz para criar a imagem de uma cena. Mas em vez de focalizar essa luz
sobre um pedaço de filme, ela o faz sobre um dispositivo semicondutor que grava a luz eletronicamente.
Um computador então decompõe essas informações eletrônicas em dados digitais. Todo o divertimento
e os recursos interessantes das câmeras digitais vêm como um resultado direto desse processo.
Resolução
A quantidade de detalhes que a câmera pode capturar é chamada de resolução e é medida em pixels.
Quanto mais pixels uma câmera possui, mais detalhes ela pode capturar e fotos maiores podem ser feitas
sem granulação ou perda de nitidez. Veja abaixo algumas resoluções.
256 x 256: encontrada em câmeras muito baratas, essa resolução é tão baixa que a qualidade da foto
quase sempre é ruim. Isso corresponde a um total de 65 mil pixels.
640 x 480: essa resolução é ideal para fotos enviadas por e-mail ou publicação de fotos em sites.
1216 x 912: este é um tamanho de imagem "megapixel": 1.109.000 pixels totais. Bom para fotos
impressas.
1600 x 1200: com quase 2 milhões de pixels, essa é uma alta resolução. Pode-se imprimir uma foto
de 10 cm x 13 cm tirada com essa resolução com a mesma qualidade obtida em um laboratório fotográfico.
2240 x 1680: encontrada em câmeras de 4 megapixels, permite fotos impressas ainda maiores, com
boa qualidade para impressões de até 40 cm x 51 cm.
4064 x 2704: uma câmera digital top de linha com 11,1 megapixels tira fotos com esta resolução.
Nessa configuração, podem-se criar fotos impressas de 35 cm x 23 cm sem perder qualidade de imagem.
Webcam13
Uma webcam é uma pequena câmera conectada a um computador que você pode usar para transmitir
áudio e vídeo pela Internet. Você pode se comunicar com outras pessoas que têm webcam e pode assistir
a um vídeo da outra pessoa enquanto conversa, ou então simplesmente tirar uma foto e já transmiti-la
por e-mail, por exemplo.
Os programas que você usa com uma webcam determinarão o que é possível fazer com ela. Por
exemplo, para realizar um bate-papo com vídeo, você precisa de um programa que ofereça suporte para
chamadas de vídeo e videoconferências, como o Windows Live Messenger, ou similares.
Outros programas de webcam incluem softwares que ajudam a usá-la como uma câmera de segurança
para monitorar sua casa ou seu escritório enquanto você estiver fora, ou programas que permitem que
você crie seus próprios vídeos para publicar na Internet, além de muitas outras coisas.
As webcams não são usadas somente em ambientes domésticos. Algumas organizações usam
webcams para transmitir vídeos ao vivo, permitindo que as pessoas acompanhem o trânsito em uma via
movimentada ou, por exemplo, visualizem um local famoso ou um ponto turístico a partir de seus
computadores.
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Muitos laptops são fornecidos com uma webcam integrada ao monitor.
As webcams internas têm uma pequena lente parecida com a fina lente da câmera de muitos telefones
celulares. Essas lentes são tão pequenas e discretas que algumas pessoas nem chegam a perceber que
há uma webcam em seu notebook.
As webcams externas são muito maiores e ficam fora do computador.
Webcam externa.
Elas devem ser conectadas ao computador com um cabo USB. A maioria das webcams externas tem
ganchos que servem para pendurá-las na borda do monitor ou um suporte de fixação em uma superfície
plana.
Uso de PABX
PABX é a sigla para Private Automatic Branch Exchange, que quando traduzida para o português seria
algo como "Troca automática de ramais privados".
Esse sistema começou a se firmar nos anos 90, quando a indústria de telecomunicações passou por
intensas mudanças. O PABX representou a troca das centrais telefônicas eletromecânicas pelas digitais,
modificação fundamental para as operadoras de telefonia da época.
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Normalmente, sistemas de telefonia privada são caros e requerem um profissional para a instalação,
já que envolvem um sistema complexo. Isso muda quando se trata do PABX: qualquer um que tenha
conhecimentos básicos de informática pode realizar a sua instalação.
O sistema PABX pode ser utilizado tanto em empresas quanto em residências, mas são mais comuns
em empreendimentos pela necessidade de atender a uma ampla rede de funcionários.
Assim, dentro de uma call center, por exemplo, o PABX se configura como uma rede de telefonia
privada. Uma vez instalado, é gratuito dentro de suas dependências, não estando associado a nenhuma
operadora telefônica: basta estar ligado a uma tomada elétrica.
O PABX, dessa forma, é um distribuidor de linhas e ramais. Várias pessoas podem usar a mesma linha
telefônica por meio do sistema PABX, montando uma rede interna de comunicação.
Em ligações dentro da empresa, basta que a pessoa selecione um código (normalmente, a tecla zero),
para assim selecionar o PABX. Além disso, ele também é capaz de realizar chamadas externas.
Já quando se trata de chamadas recebidas pela empresa, o PABX centraliza as ligações para um
ponto único, o operador, que pode transferir a chamada para o ramal desejado. Para esse tipo de ação,
geralmente se utiliza a tecla FLASH do aparelho telefônico.
Em síntese, é um equipamento centralizador de linhas e ramais, também conhecido por Central
telefônica, muitas pessoas utilizam os seus ramais em empresas, residências e diversos
empreendimentos, permite a comunicação interna (através de ramais) e facilita a comunicação externa
(linhas telefônicas fixas). Tornando a comunicação mais segura e eficiente, já que proporciona sigilo total
entre as ligações.
É por meio do sistema PABX que empresas como as call centers ou empresas de variados segmentos
podem existir e funcionar de forma eficaz e produtiva. Ele contribui para a organização de instituições,
que lidam diariamente com um volume imenso de ligações a todo momento, direcionadas a diferentes
pessoas e ramais.
Após a instalação simples do sistema PABX, é possível, além de transferir chamadas, reter, estacionar
e manter sigilo completo entre as ligações. Ele também conta com recursos, como atendimento
automático, identificação de chamadas e secretária eletrônica. Como se não bastasse, é possível também
conectar a central ao porteiro eletrônico, para que toque diretamente no telefone.
Funções
As principais funções de uma central telefônica são semelhantes desde a sua invenção:
- Atendimento;
- Recepção de Informação;
- Processamento da Informação;
- Teste de ocupado;
- Interconexão;
- Alerta;
- Supervisão;
- Envio de informação;
- Disponibilidade maior.
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- PABX analógico: equipamentos com circuitos e componentes analógicos, projetados para receber
linhas fixas convencionais através das operadoras de telefonia fixa, seus ramais não dispõem de recursos
avançados. Sua utilização é básica, com alguns recursos como bloqueio de ligação a cobrar e senha para
ramais.
- PABX digital: está à frente em relação as centrais analógicas, pois além de melhorar
significativamente a qualidade das ligações eliminando ruídos e aumentando o volume do áudio, dispõe
de DDR (discagem direta ramal) e entroncamento E1 (tronco digital).
- PABX híbrido: agrega o melhor das tecnologias Analógica e Digital, e ainda implementa a tecnologia
voip, permitindo interligar filias a custo zero, reduzindo assim custo, já que depois de configurada ela
escolha a rota de menor custo para ligar, dependendo de cada tipo de chamada.
- PABX voip: um dos modelos de PABXs mais complexos e com mais recursos também, pois funciona
de forma parecida com um servidor Proxy. Podemos ligar inclusive linhas convencionais através de
placas, já que o “PABX IP” ou “PABX voip” funciona como servidor gerenciando permissões dos usuários.
Porém este equipamento foi projetado para funcionar com linhas de uma operadora voip.
- PABX virtual: mais moderno e sofisticado, o PABX virtual é interessante pois permite o uso de ramais
virtuais em qualquer dispositivo com acesso à internet, deixando o usuário conectado a sua rede de
ramais em qualquer lugar do mundo. Não há necessidade de instalações com fios e cabos pois o PABX
Virtual é um sistema que funciona hospedado em um provedor na internet. O PABX Virtual é utilizado
através de softwares instalados em PC, notebook, tablets, smartphones, e celulares com acesso à
internet.
Fragmentadoras
Máquinas trituradoras de papéis são essencialmente equipamentos eletromecânicos para destruição
(trituração ou corte) de materiais diversos. Também conhecidas como: fragmentador, trituradora,
picotadora, picotadeira e até mesmo por desfragmentadora, sua função é fragmentar, ou seja, cortar
(triturar) materiais em partes reduzidas, de acordo com a necessidade de cada um.
Fragmentadoras normalmente se dividem em 3 grupos:
a) Fragmentadora de Papel (documentos) de Uso Doméstico;
b) Fragmentadora de Papel de Uso Profissional ou para Escritórios;
c) Fragmentadora Industrial (para papéis, papelão, embalagens, cartões, CD-ROM).
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- Destruição mais segura das partículas por possuírem cilindros de corte maciços (cilindros inteiriços).
Mesmo inserindo-se uma maior quantidade de papeis, o cilindro de corte em aço maciço, por ter maior
resistência mecânica, resiste ao esforço radial imposto pelo papel e não empena, impedindo o
afastamento das arestas de corte e mantendo as partículas sempre do mesmo tamanho dentro da Norma
DIN 66399.
Uma vantagem adicional dos cilindros de corte em aço maciço é que a sua superfície de corte recebe
um tratamento de endurecimento superficial chamado de tratamento térmico de têmpera por indução
magnética. Esse é um tratamento especial que proporciona alta dureza nas arestas de corte, evitando
assim o desgaste pelo atrito com o papel, clipes (até 2/0) e grampos (até 26/6), mas mantendo maior
ductilidade no seu núcleo para absorção de choques e redução de fragilidade. Por isso que as arestas de
corte nos cilindros de corte em aço maciço permanecem afiadas por muitos anos sem perder a geometria
de corte.
Veja possíveis problemas, causas e soluções (reparos) comuns em fragmentadoras:
O botão operacional da fragmentadora é localizado no topo da fragmentadora e possui três (3) modos
operacionais:
1. Posicionando o botão operacional na posição AUTO, o processo de fragmentação é iniciado
automaticamente quando você coloca o papel no compartimento indicado. A fragmentadora irá parar
automaticamente quando o papel completar o ciclo através do compartimento de fragmentação.
2. Posicionando o botão na posição OFF (desligado) a fonte de energia é desligada. Este modo é
recomendado quando a fragmentadora não for ser usada por um prolongado espaço de tempo.
3. A posição REV. É utilizada para a remoção de papeis que venham a ficar presos no processo de
fragmentação antes de completar o ciclo, utilizando assim o botão para limpar os cortadores.
Questões
01. (IDAM - Assistente Técnico - IBFC/2019) Este tipo de dispositivo de armazenamento de dados é
o mais recente. Utiliza de uma tecnologia conhecida como memórias de estado sólido, por não possuir
partes móveis, apenas circuitos eletrônicos que não precisam se movimentar para ler ou gravar
informações:
(A) DVD
(B) SSD
(C) HDD
(D) DVR
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É correto afirmar que:
(A) apenas a afirmativa I está correta.
(B) apenas as afirmativas I e II estão corretas.
(C) apenas as afirmativas II e III estão corretas.
(D) apenas as afirmativas I e III estão corretas.
04. (UFG - Técnico em Contabilidade - CS-UFG/2019) Em relação aos dispositivos periféricos dos
microcomputadores, os que contém apenas dispositivos de entrada de dados são:
(A) o teclado e o monitor de vídeo.
(B) o pen drive e a unidade de disco rígido externo.
(C) o mouse e o microfone.
(D) o par de caixas acústicas e a impressora.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
09. (IBGE - Agente Censitário - FGV) Observe a figura a seguir, que ilustra um dispositivo móvel
com o cabo a ser conectado em um computador utilizado por Paulo.
Para transferir dados do dispositivo móvel para o computador, Paulo deve conectar o periférico usando
a porta:
(A) DVI;
(B) HDMI;
(C) Ethernet;
(D) USB;
(E) VGA.
10. (CRQ - 19ª Região/PB - Coordenador Administrativo - EDUCA) Os periféricos são placas ou
aparelhos que recebem ou enviam informações para o computador.
Dentre eles, podemos destacar, EXCETO:
(A) Impressoras.
(B) Digitalizadores.
(C) Leitores de CD – DVD.
(D) Mouses.
(E) Firefox.
Gabarito
01.B / 02.A / 03.C / 04.C / [Link] / 06.B / 07.C / 08.A / 09.D / 10.E
Comentários
01. Resposta: B
Solid State Drive também conhecido como SSD, são drivers de memória flash semelhantes ao pen
drive, com a diferença que são de maior capacidade e se conectam por um barramento SATA ao invés
de uma porta USB, não possuindo partes móveis.
02. Resposta: A
Os dispositivos de entrada são os que inserem informações em um computador a partir de uma fonte
externa. Exemplos incluem: teclado, mouse, microfone, scanner e telas sensíveis ao toque.
Já os dispositivos de saída são os aparelhos usados por um computador para comunicar informações.
Estas em formato utilizável ao usuário. Exemplos incluem: monitores de vídeo, alto-falantes, caixas de
som, sensores, óculos de realidade virtual e impressoras.
03. Resposta: C
I. Incorreto. O gabinete de computador, também conhecido como case, caixa, chassis, carcaça. Não
há referência com a CPU.
II. Correto. Chipset é um conjunto de componentes eletrônicos de baixa capacidade, em um circuito
integrado, que gerencia o fluxo de dados entre o processador, memória e periféricos.
III. Correto. Dispositivo de entrada são dispositivos que fornecem informação para as operações em
um programa de computador, também chamados de unidades ou periféricos de entrada. Um dispositivo
de entrada permite a comunicação do usuário com o computador.
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04. Resposta: C
Mouse (entrada de comandos; nada sai);
Microfone (entrada de sua voz, também nada sai).
06. Resposta: B
As mídias óticas estão em desuso graças aos pen drives e armazenamento na nuvem.
Um CD possui 700MB de capacidade, um DVD possui 4.7GB e um Blu-ray 25GB.
07. Resposta: C
Blu-ray:
- Camada única: 25GB.
- Camada dupla: 50GB.
08. Resposta: A
Uma USB, do inglês Universal Serial Bus, é uma tecnologia que tornou mais fácil a tarefa de conectar
aparelhos e dispositivos periféricos ao computador (como teclados, mouse, modems, câmeras digitais)
sem a necessidade de desligar/reiniciar o computador (“Plug and Play”) e com um formato diferenciado,
universal, dispensando o uso de um tipo de conector específico para cada dispositivo.
09. Resposta: D
SCROLL: a pequena roda localizada entre os botões esquerdo e direito de um mouse padrão (ou
seja, no meio dos botões).
Esta "Rodinha" combinada às outras teclas pode ser usada para zoom e basicamente rolagem nas
interfaces de programas e janelas.
10. Resposta: E
- Periféricos de Entrada (Passam Informação para a Máquina): teclado, mouse, scanner, webcam,
microfone, touchpad, trackball, CD-ROM.
- Periféricos de Saída (Máquina para o Homem): monitor de vídeo, impressora (laser, matricial, jato
de tinta), caixa de som, gravadores.
- Periféricos de Entrada e Saída: modem, Impressora Multifuncional, monitor de vídeo touch screen,
pen drive, CD-RW, Drive de DVD.
- Firefox: navegador.
Teclado
Esteja você escrevendo uma carta ou calculando dados numéricos, o teclado é o principal meio de
inserir informações no computador. Mas você sabia que também pode usá-lo para controlar o
computador? Se você aprender alguns comandos simples (instruções para o computador) do teclado,
poderá trabalhar com mais eficiência. Este artigo aborda os conceitos básicos do uso do teclado e
apresenta seus comandos.
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Teclas de digitação (alfanuméricas). Incluem as mesmas letras, números, pontuação e símbolos
encontrados em uma máquina de escrever tradicional.
Teclas de controle. São usadas sozinhas ou em combinação com outras teclas para executar
determinadas ações. As teclas de controle mais usadas são Ctrl, Alt, a tecla de logotipo do Windows e
Esc.
Teclas de função. São usadas para executar tarefas específicas. Elas foram rotuladas como F1, F2,
F3 e assim por diante até F12. A funcionalidade dessas teclas varia de programa para programa.
Teclas de navegação. Permitem editar texto e mover-se por documentos ou páginas da Web. Elas
incluem as teclas de direção, Home, End, Page Up, Page Down, Delete e Insert.
Teclado numérico. É útil para digitar números rapidamente. As teclas estão agrupadas em bloco na
mesma disposição de uma calculadora convencional.
A ilustração a seguir mostra como essas teclas estão organizadas em um teclado típico. O layout de
seu teclado pode ser diferente.
Digitando Texto
Sempre que você precisar digitar algo em programas, mensagens de email ou caixas de texto, verá
uma linha vertical intermitente ( ). É o cursor, também chamado ponto de inserção. Ele mostra onde
começará o texto que você digitar. Você pode mover o cursor clicando no local desejado com o mouse
ou usando as teclas de navegação (consulte a seção "Usando teclas de navegação" neste artigo).
Além de letras, numerais, sinais de pontuação e símbolos, as teclas de digitação também incluem Shift,
Caps Lock, Tab, Enter, Barra de Espaços e Backspace.
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Os atalhos de teclado aparecem ao lado de itens do menu.
Pressione Alt+A para abrir o menu Arquivo e pressione I para escolher o comando Imprimir
Isso funciona também em caixas de diálogo. Sempre que você vir uma letra sublinhada anexada a
uma opção em um caixa de diálogo, significa que você pode pressionar Alt mais essa letra para escolher
essa opção.
Mouse
Assim como você usa as mãos para interagir com objetos no mundo físico, pode usar o mouse para
interagir com itens na tela do computador. É possível mover objetos, abri-los, alterá-los, jogá-los fora e
executar outras ações, tudo apontando e clicando com o mouse.
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Partes Básicas
Um mouse geralmente possui dois botões: um botão principal (normalmente o da esquerda) e
um botão secundário(geralmente o da direita). Usaremos o botão principal com mais frequência. A maioria
dos mouses possui uma roda de rolagem entre os botões para ajudar você a percorrer documentos e
páginas da Web com mais facilidade. Em alguns mouses, a roda de rolagem pode ser pressionada para
funcionar como um terceiro botão. Mouses avançados podem ter botões adicionais que são capazes de
executar outras funções.
Partes de um Mouse
Pressionando e movendo o mouse
Ponteiros do Mouse
Coloque o mouse ao lado do teclado em uma superfície limpa e macia, como um mouse pad. Pressione
o mouse levemente com o dedo indicador sobre o botão principal e descanse o polegar na lateral. Para
mover o mouse, deslize-o lentamente em qualquer direção. Não o vire. Mantenha a frente do mouse na
direção oposta a você. À medida que você move o mouse, um ponteiro (veja a figura) na tela se move na
mesma direção. Se você ficar sem espaço para mover o mouse na mesa ou no mouse pad, basta levantá-
lo e trazê-lo de volta para perto de você.
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A ação de apontar para um objeto normalmente revela uma mensagem descritiva sobre ele.
A forma do ponteiro pode variar em função de para onde você está apontado. Por exemplo, quando
você aponta para um link no navegador da Web, o ponteiro muda de uma seta para uma mão com um
dedo apontando .
A maioria das ações do mouse são uma combinação de apontar com pressionar um dos botões.
Existem quatro formas básicas de usar os botões do mouse: clicar, clicar duas vezes, clicar com o botão
direito e arrastar.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Arrastar
Você pode mover itens pela tela arrastando-os. Para arrastar um objeto, aponte para ele na tela,
mantenha pressionado o botão principal, mova o objeto para outro local e solte o botão.
A ação de arrastar (às vezes chamada arrastar-e-soltar) é mais usada para mover arquivos e pastas
para um local diferente e mover janelas e ícones pela tela.
Personalizando o Mouse
Você pode alterar as configurações do mouse de acordo com as suas preferências. Por exemplo, a
aparência do ponteiro do mouse ou a velocidade com que ele se move pela tela. Se você for canhoto,
poderá fazer com que o botão principal seja o da direita.
Questões
02. (Prefeitura de Piracuruca/PI - Auxiliar Gráfico - IVIN) A tecla BACKSPACE do teclado tem a
função:
(A) Monitor
(B) Impressora
(C) Pendrive
(D) Plotter
(E) Teclado
(A) Mouse.
(B) Teclado.
(C) Monitor.
(D) Leitor Óptico.
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Gabarito
Comentários
01. Resposta: A
Quanto a função não há mudança, mas quanto ao layout podem mudar sim, por exemplo, alguns
teclados não possuem o ç, alguns não tem algumas teclas como “Pause Break”, teclas como “print screen”
ou a tecla do logotipo do Windows podem variar seu posicionamento, Etc.
02. Resposta: A
Backspace: apaga caracteres para trás, ou seja, para a esquerda.
Delete: apaga os caracteres para a direita.
03. Resposta: E
O teclado é um dispositivo de entrada de dados, plug and play (Ligar e usar), pode ser conectado via
os/2 ou USB e podem possuir recursos extras como teclas multimídia e de navegação.
04. Resposta: B
O dispositivo utilizado para promover a entrada de dados através de teclas é conhecido como teclado
EXTENSÕES DE ARQUIVOS
As extensões de arquivos são sufixos que designam seu formato e principalmente a função que
desempenham no computador14. Na plataforma Windows, todo tipo de arquivo tem sua extensão, que o
difere dos demais dentre milhões existentes em cada máquina.
Cada extensão de arquivo tem funcionamento e características próprias, portanto demanda um
software específico para trabalhar com ela. Há extensões para os mais variados propósitos, então vamos
separá-las por categorias, organizando melhor as coisas.
Extensões
EXE
Sem dúvida alguma, a principal extensão que faz o download de todos os programas e seus formatos
é o EXE. Sem ele, não haveria player de áudio instalado no computador, nem compactadores,
visualizadores de arquivo, entre outros.
A extensão significa basicamente que o arquivo é um executável. Isso dá a ele inúmeras
possibilidades, desde realizar a instalação de um programa no seu computador até mesmo executar um
vírus dentro dele. Ou seja, tenha muita atenção antes de clicar em qualquer arquivo com este formato.
Áudio
MP3: esta é atualmente a extensão para arquivos de áudio mais conhecida entre os usuários, devido
à ampla utilização dela para codificar músicas e álbuns de artistas. O grande sucesso do formato deve-
se ao fato dele reduzir o tamanho natural de uma música em até 90%, ao eliminar frequências que o
ouvido humano não percebe em sua grande maioria.
WMA: esta extensão, muito semelhante ao MP3, foi criada pela Microsoft e ganhou espaço dentro do
mundo da informática por ser o formato especial para o Windows Media Player. Ao passar músicas de
um CD de áudio para o seu computador usando o programa, todos os arquivos formados são criados em
WMA. Hoje, praticamente todos os players de música reproduzem o formato sem complicações.
AAC: sigla que significa codificação avançada de áudio, o AAC foi criado pela Apple a fim de concorrer
diretamente com o MP3 e o WMA, visando superá-los em qualidade sem aumentar demasiadamente o
tamanho dos arquivos. Menos conhecido, o formato pode ser reproduzido em iPods e similares, além de
players de mídia para computador.
OGG: um dos formatos menos conhecidos entre os usuários, é orientado para o uso em streaming,
que é a transmissão de dados diretamente da Internet para o computador, com execução em tempo real.
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[Link]
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Isso se deve ao fato do OGG não precisar ser previamente carregado pelo computador para executar as
faixas.
AC3: extensão que designa o formato Dolby Digital, amplamente utilizado em cinemas e filmes em
DVD. A grande diferença deste formato é que as trilhas criadas nele envolvem diversas saídas de áudio
com frequências bem divididas, criando a sensação de imersão que percebemos ao fazer uso de home
theaters ou quando vamos ao cinema.
WAV: abreviação de WAVE, ou ainda WAVEForm audio format, é o formato de armazenamento mais
comum adotado pelo Windows. Ele serve somente para esta função, não podendo ser tocado em players
de áudio ou aparelhos de som, por exemplo.
Vídeo
AVI: abreviação de audio vídeo interleave, menciona o formato criado pela Microsoft que combina
trilhas de áudio e vídeo, podendo ser reproduzido na maioria dos players de mídia e aparelhos de DVD,
desde que sejam compatíveis com o codec DivX.
MPEG: um dos padrões de compressão de áudio e vídeo de hoje, criado pelo Moving Picture Experts
Group, origem do nome da extensão. Atualmente, é possível encontrar diversas taxas de qualidade neste
formato, que varia de filmes para HDTV às transmissões simples.
MOV: formato de mídia especialmente desenhado para ser reproduzido no player QuickTime. Por esse
motivo, ficou conhecido através dos computadores da Apple, que utilizam o QuickTime da mesma forma
que o Windows faz uso do seu Media Player.
RMVB: RealMedia Variable Bitrate, define o formato de arquivos de vídeo desenvolvido para o Real
Player, que já foi um dos aplicativos mais famosos entre os players de mídia para computador. Embora
não seja tão utilizado, ele apresenta boa qualidade se comparado ao tamanho de seus arquivos.
Imagem
BMP: o Bitmap é um dos formatos de imagem mais conhecidos pelo usuário. Pode-se dizer que este
formato é o que apresenta a ilustração em sua forma mais crua, sem perdas e compressões. No entanto,
o tamanho das imagens geralmente é maior que em outros formatos. Nele, cada pixel da imagem é
detalhado especificamente, o que a torna ainda mais fiel.
GIF: sigla que significa Graphics Interchange Format, é um formato de imagem semelhante ao BMP,
mas amplamente utilizado pela Internet, em imagens de sites, programas de conversação e muitos outros.
O maior diferencial do GIF é ele permitir a criação de pequenas animações com imagens seguidas, o que
é muito utilizado em emoticons, blogs, fóruns e outros locais semelhantes.
MKV: esta sigla denomina o padrão de vídeo criado pela Matroska, empresa de software livre que
busca ampliar o uso do formato. Ele apresenta ótima qualidade de áudio e vídeo e já está sendo adotado
por diversos softwares, em especial os de licença livre.
JPEG (Joint Photographic Experts Group): é a origem da sigla, que é um formato de compressão
de imagens, sacrificando dados para realizar a tarefa. Enganando o olho humano, a compactação agrega
blocos de 8X8 bits, tornando o arquivo final muito mais leve que em um Bitmap.
PNG: este formato surgiu em sua época pelo fato dos algoritmos utilizados pelo GIF serem
patenteados, encarecendo a utilização dele. O PNG suporta canais alga e apresenta maior gama de
cores.
Além destes formatos, há outros menos conhecidos referentes à gráficos e ilustrações vetoriais, que
são baseadas em formas geométricas aplicadas de forma repetida na tela, evitando o desenho pixelado
feito no padrão Bitmap. Algumas delas são o CRD, do Corel, e o AI, do Adobe Ilustrator.
Compactadores
ZIP: a extensão do compactador Winzip se tornou tão famosa que já foi criado até o verbo “zipar” para
mencionar a compactação de arquivos. O programa é um dos pioneiros em sua área, sendo amplamente
usado para a tarefa desde sua criação.
RAR: este é o segundo formato mais utilizado de compactação, tido por muitos como superior ao ZIP.
O Winrar, programa que faz uso dele, é um dos aplicativos mais completos para o formato, além de
oferecer suporte ao ZIP e a muitos outros.
7z: criado pelos desenvolvedores do 7-Zip, esta extensão faz menção aos arquivos compactados
criados por ele, que são de alta qualidade e taxa de diminuição de tamanho se comparado às pastas e
arquivos originais inseridos no compactado.
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Documentos
TXT: como o próprio nome deixa indicado, a extensão de nome TXT refere-se aos arquivos simples
de texto criados com o bloco de notas do Windows. Eles são extremamente leves e podem ser executados
em praticamente qualquer versão do sistema operacional.
DOC: denomina a extensão utilizada pelo Microsoft Word, o editor de textos mais conhecido pelos
usuários. A partir da versão 2007 do Office, formato passou a se chamar DOCX, e apresenta
incompatibilidades com as versões anteriores do aplicativo, o que pode ser resolvido com uma
atualização.
XLS: a descrição deste tipo de arquivo é muito semelhante à do Word, mas refere-se ao Excel, editor
de planilhas da Microsoft.
PPT: esta extensão é exclusiva para o Microsoft PowerPoint, aplicativo que permite criar
apresentações de slides para palestrantes e situações semelhantes.
PDF: formato criado pela Adobe, atualmente é um dos padrões utilizados na informática para
documentos importantes, impressões de qualidade e outros aspectos. Pode ser visualizado no Adobe
Reader, aplicativo mais conhecido entre os usuários do formato.
Questões
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[Link]
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02. (Prefeitura de Amontada/CE - Técnico em Contabilidade - UECE - CEV) Assinale a opção que
contém extensões de arquivos de texto, de imagem e de vídeo respectivamente.
(A) .txt , .xls , .rtf
(B) .pps , .rtf , .doc
(C) .txt , .jpg , .mp4
(D) .doc , .avi , .ppt
03. (Prefeitura de Passagem Franca do Piauí/PI - Médico - Instituto Legatus) Assinale a alternativa
que apresenta a descrição INCORRETA de algumas extensões de arquivos do Windows:
(A) .bmp - Arquivo de imagem
(B) .xls - Arquivo do Microsoft Excel
(C) .txt - Arquivo de texto
(D) .rar - Arquivo de vídeo
(E) .tmp - Arquivo temporário
Gabarito
01.E / 02.C / 03.D
Comentários
01. Resposta: E
avi: vídeo
tiff: imagem
bmp: imagem
html: texto
wma: áudio
mp3: áudio
doc:texto
mpg: vídeo
gif: imagem
png: imagem
wmv: vídeo
txt: texto
wav: áudio
rtf: texto
02. Resposta: C
.txt: blocos de notas
.xls: excel
.rtf: wordpad
.pps: powerpoint (na forma de apresentação, não editável)
.doc: microsoft word
.jpg: imagem
.mp4: vídeo
.avi: vídeo
.ppt: PowerPoint (editável)
03. Resposta: D
Principais extensões:
Áudio: MP3 ,WMA,AAC.
Vídeo: MP4, AVI , MPEG, MOV, RMVB, MKV .
Imagem: BMP, GIF, JPEG, PNG.
Compactadores: ZIP, RAR , 7z.
Documentos: TXT, DOC, XLS, PPT, PDF, RT.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
GERENCIAMENTO DE PASTAS E ARQUIVOS
Arquivos
O Conceito de Arquivo
Um arquivo é basicamente um conjunto de dados armazenados em um dispositivo físico não-volátil,
com um nome ou outra referência que permita sua localização posterior. Do ponto de vista do usuário e
das aplicações, o arquivo é a unidade básica de armazenamento de informação em um dispositivo não-
volátil, pois para eles não há forma mais simples de armazenamento persistente de dados. Arquivos são
extremamente versáteis em conteúdo e capacidade: podem conter desde um texto ASCII com alguns
bytes até sequências de vídeo com dezenas de gigabytes, ou mesmo mais.
Como um dispositivo de armazenamento pode conter milhões de arquivos, estes são organizados em
estruturas hierárquicas denominadas diretórios (conforme ilustrado na Figura 1 e discutido mais
detalhadamente na Seção 3.1). A organização física e lógica dos arquivos e diretórios dentro de um
dispositivo é denominada sistema de arquivos. Um sistema de arquivos pode ser visto como uma imensa
estrutura de dados armazenada de forma persistente em um dispositivo físico. Existe um grande número
de sistemas de arquivos, dentre os quais podem ser citados o NTFS (nos sistemas Windows),
Ext2/Ext3/Ext4 (Linux), HPFS (MacOS), FFS (Solaris) e FAT (usado em pen drives USB, máquinas
fotográficas digitais e leitores MP3). A organização dos sistemas de arquivos será discutida na Seção 4.
Atributos
Conforme apresentado, um arquivo é uma unidade de armazenamento de informações que podem ser
dados, código executável, etc. Cada arquivo é caracterizado por um conjunto de atributos, que podem
variar de acordo com o sistema de arquivos utilizado. Os atributos mais usuais são:
- Nome: string de caracteres que identifica o arquivo para o usuário, como “[Link]”, “relató[Link]”,
“hello.c”, etc.;
16
[Link]
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
- Tipo: indicação do formato dos dados contidos no arquivo, como áudio, vídeo, imagem, texto, etc.
Muitos sistemas operacionais usam parte do nome do arquivo para identificar o tipo de seu conteúdo, na
forma de uma extensão: “.doc”, “.jpg”, “.mp3”, etc.;
- Tamanho: indicação do tamanho do conteúdo do arquivo, em bytes ou registros;
- Datas: para fins de gerência, é importante manter as datas mais importantes relacionadas ao arquivo,
como suas datas de criação, de último acesso e de última modificação do conteúdo;
- Proprietário: em sistemas multiusuários, cada arquivo tem um proprietário, que deve estar
corretamente identificado;
- Permissões de Acesso: indicam que usuários têm acesso àquele arquivo e que formas de acesso
são permitidas (leitura, escrita, remoção, etc.);
- Localização: indicação do dispositivo físico onde o arquivo se encontra e da posição do arquivo
dentro do mesmo;
- Outros Atributos: vários outros atributos podem ser associados a um arquivo, por exemplo para
indicar se é um arquivo de sistema, se está visível aos usuários, se tem conteúdo binário ou textual, etc.
Cada sistema de arquivos normalmente define seus próprios atributos específicos, além dos atributos
usuais.
Nem sempre os atributos oferecidos por um sistema de arquivos são suficientes para exprimir todas
as informações a respeito de um arquivo. Nesse caso, a “solução” encontrada pelos usuários é usar o
nome do arquivo para exprimir a informação desejada. Por exemplo, em muitos sistemas a parte final do
nome do arquivo (sua extensão) é usada para identificar o formato de seu conteúdo. Outra situação
frequente é usar parte do nome do arquivo para identificar diferentes versões do mesmo conteúdo: relat-
[Link], [Link], etc.
Operações
As aplicações e o sistema operacional usam arquivos para armazenar e recuperar dados. O uso dos
arquivos é feito através de um conjunto de operações, geralmente implementadas sob a forma de
chamadas de sistema e funções de bibliotecas. As operações básicas envolvendo arquivos são:
- Criar: a criação de um novo arquivo implica em alocar espaço para ele no dispositivo de
armazenamento e definir seus atributos (nome, localização, proprietário, permissões de acesso, etc.);
- Abrir: antes que uma aplicação possa ler ou escrever dados em um arquivo, ela deve solicitar ao
sistema operacional a “abertura” desse arquivo. O sistema irá então verificar se o arquivo existe, verificar
se as permissões associadas ao arquivo permitem aquele acesso, localizar seu conteúdo no dispositivo
de armazenamento e criar uma referência para ele na memória da aplicação;
- Ler: permite transferir dados presentes no arquivo para uma área de memória da aplicação;
- Escrever: permite transferir dados na memória da aplicação para o arquivo no dispositivo físico; os
novos dados podem ser adicionados no final do arquivo ou sobrescrever dados já existentes;
- Mudar atributos: para modificar outras características do arquivo, como nome, localização,
proprietário, permissões, etc.
- Fechar: ao concluir o uso do arquivo, a aplicação deve informar ao sistema operacional que o mesmo
não é mais necessário, a fim de liberar as estruturas de gerência do arquivo na memória do núcleo;
- Remover: para eliminar o arquivo do dispositivo, descartando seus dados e liberando o espaço
ocupado por ele.
Além dessas operações básicas, outras operações podem ser definidas, como truncar, copiar, mover
ou renomear arquivos. Todavia, essas operações geralmente podem ser construídas usando as
operações básicas.
Formatos
Em sua forma mais simples, um arquivo contém basicamente uma sequência de bytes, que pode estar
estruturada de diversas formas para representar diferentes tipos de informação. O formato ou estrutura
interna de um arquivo pode ser definido – e reconhecido – pelo núcleo do sistema operacional ou somente
pelas aplicações. O núcleo do sistema geralmente reconhece apenas alguns poucos formatos de
arquivos, como binários executáveis e bibliotecas. Os demais formatos de arquivos são vistos pelo núcleo
apenas como sequências de bytes sem um significado específico, cabendo às aplicações interpretá-los.
Os arquivos de dados convencionais são estruturados pelas aplicações para armazenar os mais
diversos tipos de informações, como imagens, sons e documentos. Uma aplicação pode definir um
formato próprio de armazenamento ou seguir formatos padronizados. Por exemplo, há um grande número
de formatos públicos padronizados para o armazenamento de imagens, como JPEG, GIF, PNG e TIFF,
mas também existem formatos de arquivos proprietários, definidos por algumas aplicações específicas,
como o formato PSD (do editor Adobe Photoshop) e o formato XCF (do editor gráfico GIMP). A adoção
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
de um formato proprietário ou exclusivo dificulta a ampla utilização das informações armazenadas, pois
somente aplicações que reconheçam aquele formato conseguem ler corretamente as informações
contidas no arquivo.
Arquivos de Registros
Alguns núcleos de sistemas operacionais oferecem arquivos com estruturas internas que vão além da
simples sequência de bytes. Por exemplo, o sistema OpenVMS [Rice, 2000] proporciona arquivos
baseados em registros, cujo conteúdo é visto pelas aplicações como uma sequência linear de registros
de tamanho fixo ou variável, e também arquivos indexados, nos quais podem ser armazenados pares
{chave/valor}, de forma similar a um banco de dados relacional. A Figura 2 ilustra a estrutura interna
desses dois tipos de arquivos.
Nos sistemas operacionais cujo núcleo não suporta arquivos estruturados como registros, essa
funcionalidade pode ser facilmente obtida através de bibliotecas específicas ou do suporte de execução
de algumas linguagens de programação. Por exemplo, a biblioteca Berkeley DB disponível em
plataformas UNIX oferece suporte à indexação de registros sobre arquivos UNIX convencionais.
Arquivos de Texto
Um tipo de arquivo de uso muito frequente é o arquivo de texto puro (ou plain text). Esse tipo de arquivo
é muito usado para armazenar informações textuais simples, como códigos-fonte de programas, arquivos
de configuração, páginas HTML, dados em XML, etc. Um arquivo de texto é formado por linhas de
caracteres ASCII de tamanho variável, separadas por caracteres de controle. Nos sistemas UNIX, as
linhas são separadas por um caractere New Line (ASCII 10 ou “\n”). Já nos sistemas DOS/Windows, as
linhas de um arquivo de texto são separadas por dois caracteres: o caractere Carriage Return (ASCII 13
ou “\r”) seguido do caractere New Line. Por exemplo, considere o seguinte programa em C armazenado
em um arquivo hello.c (os caracteres “” indicam espaços em branco):
Por outro lado, o mesmo arquivo hello.c seria armazenado da seguinte forma em um sistema
DOS/Windows:
Essa diferença na forma de representação da separação entre linhas pode provocar problemas em
arquivos de texto transferidos entre sistemas Windows e UNIX, caso não seja feita a devida conversão.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
CSV
Os arquivos CSV (do inglês "Character-separated values" ou "valores separados por um delimitador")
servem para armazenar dados tabulares (números e texto) em texto simples17. O "texto simples" significa
que o arquivo é uma sequência de caracteres puros, sem qualquer informação escondida que o
computador tenha que processar.
Um arquivo CSV abriga um sem número de "registros", separados por quebras de linha (cada "registro"
permanece numa linha do arquivo) e cada registro possui um ou mais "campos", separados por um
delimitador, os mais comuns sendo a vírgula (","), o ponto e vírgula (";") e o caractere "invisível" que surge
ao se pressionar a tecla "tab". Arquivos separados por vírgula e ponto e vírgula normalmente recebem a
extensão "CSV" e arquivos separados por "tab" a extensão "TSV". Há também bases de dados nesses
formatos que recebem a extensão "TXT". Arquivos CSV são simples e funcionam na maior parte das
aplicações que lidam com dados estruturados.
Fazendo uma comparação com linhas e colunas numa planilha, os "registros" de um arquivo CSV são
as linhas e os "campos" são as colunas. Os valores dos "campos" do primeiro "registro", ou seja, da
primeira linha, normalmente são os nomes das colunas. Apesar de não existir um padrão internacional
para o CSV, suas variações são simples o suficiente para que os aplicativos compatíveis possam
consertar facilmente as diferenças. Tipicamente, é assim que um arquivo CSV é exibido quando aberto
num editor de textos:
Esse arquivo possui três colunas separadas pelo delimitador ponto e vírgula (";"): Continente, País e
Capital, como descrito na primeira linha. Ao todo, são oito registros. O primeiro é a tríade África-Angola-
Luanda e o último Ásia-Japão-Tóquio. Não há limite prático para o número de linhas ou colunas em um
arquivo CSV. Esse número pode chegar a milhões ou dezenas de milhões, dependendo exclusivamente
da capacidade de processamento do computador que vai ser utilizado na consulta. Se o mesmo arquivo
CSV fosse aberto num processador de planilhas, ele seria exibido assim:
Arquivos Executáveis
Um arquivo executável é dividido internamente em várias seções, para conter código, tabelas de
símbolos (variáveis e funções), listas de dependências (bibliotecas necessárias) e outras informações de
configuração. A organização interna de um arquivo executável ou biblioteca depende do sistema
operacional para o qual foi definido. Os formatos de executáveis mais populares atualmente são [Levine,
2000]:
17
[Link]
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- ELF (Executable and Linking Format): formato de arquivo usado para programas executáveis e
bibliotecas na maior parte das plataformas UNIX modernas. É composto por um cabeçalho e várias
seções de dados, contendo código executável, tabelas de símbolos e informações de relocação de
código.
- PE (Portable Executable): é o formato usado para executáveis e bibliotecas na plataforma Windows.
Consiste basicamente em uma adaptação do antigo formato COFF usado em plataformas UNIX.
A Figura 3 ilustra a estrutura interna de um arquivo executável no formato ELF, usado tipicamente em
sistemas UNIX (Linux, Solaris, etc.). Esse arquivo é dividido em seções, que representam trechos de
código e dados sujeitos a ligação dinâmica e relocação; as seções são agrupadas em segmentos, de
forma a facilitar a carga em memória do código e o lançamento do processo.
Identificação de Conteúdo
Um problema importante relacionado aos formatos de arquivos é a correta identificação de seu
conteúdo pelos usuários e aplicações. Já que um arquivo de dados pode ser visto como uma simples
sequência de bytes, como é possível saber que tipo de informação essa sequência representa? Uma
solução simples para esse problema consiste em indicar o tipo do conteúdo como parte do nome do
arquivo: um arquivo “[Link]” provavelmente contém uma imagem em formato JPEG, enquanto um
arquivo “entrevista.mp3” contém áudio em formato MP3. Essa estratégia, amplamente utilizada em muitos
sistemas operacionais, foi introduzida nos anos 1980 pelo sistema operacional DOS. Naquele sistema,
os arquivos eram nomeados segundo uma abordagem denominada “8.3”, ou seja, 8 caracteres seguidos
de um ponto (“.”) e mais 3 caracteres de extensão, para definir o tipo do arquivo.
Outra abordagem, frequentemente usada em sistemas UNIX, é o uso de alguns bytes no início de cada
arquivo para a definição de seu tipo. Esses bytes iniciais são denominados “números mágicos” (magic
numbers), e são usados em muitos tipos de arquivos, como exemplificado na Tabela 1:
18
Livro Git Pro - Capítulo 3 Ramificação (branching) no Git
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Nos sistema UNIX, o utilitário file permite identificar o tipo de arquivo através da análise de seus bytes
iniciais e do restante de sua estrutura interna, sem levar em conta o nome do arquivo. Por isso, constitui
uma ferramenta importante para identificar arquivos desconhecidos ou com extensão errada.
Além do uso de extensões no nome do arquivo e de números mágicos, alguns sistemas operacionais
definem atributos adicionais no sistema de arquivos para indicar o conteúdo de cada arquivo. Por
exemplo, o sistema operacional MacOS 9 definia um atributo com 4 bytes para identificar o tipo de cada
arquivo (file type), e outro atributo com 4 bytes para indicar a aplicação que o criou (creator application).
Os tipos de arquivos e aplicações são definidos em uma tabela mantida pelo fabricante do sistema. Assim,
quando o usuário solicitar a abertura de um determinado arquivo, o sistema irá escolher a aplicação que
o criou, se ela estiver presente. Caso contrário, pode indicar ao usuário uma relação de aplicações aptas
a abrir aquele tipo de arquivo.
Recentemente, a necessidade de transferir arquivos através de e-mail e de páginas Web levou à
definição de um padrão de tipagem de arquivos conhecido como Tipos MIME (da sigla Multipurpose
Internet Mail Extensions) [Freed and Borenstein, 1996]. O padrão MIME define tipos de arquivos através
de uma notação uniformizada na forma “tipo/subtipo”. Alguns exemplos de tipos de arquivos definidos
segundo o padrão MIME são apresentados na Tabela 2.
O padrão MIME é usado para identificar arquivos transferidos como anexos de e-mail e conteúdos
recuperados de páginas Web. Alguns sistemas operacionais, como o BeOS e o MacOS X, definem
atributos de acordo com esse padrão para identificar o conteúdo de cada arquivo dentro do sistema de
arquivos.
Arquivos Especiais
O conceito de arquivo é ao mesmo tempo simples e poderoso, o que motivou sua utilização de forma
quase universal. Além do armazenamento de código e dados, arquivos também podem ser usados como:
Abstração de dispositivos de baixo nível: os sistemas UNIX costumam mapear as interfaces de acesso
de vários dispositivos físicos em arquivos dentro do diretório /dev (de devices), como por exemplo:
/dev/ttyS0: porta de comunicação serial COM1;
/dev/audio: placa de som;
/dev/sda1: primeira partição do primeiro disco SCSI (ou SATA).
Abstração de interfaces do núcleo: em sistemas UNIX, os diretórios /proc e /sys permitem consultar
e/ou modificar informações internas do núcleo do sistema operacional, dos processos em execução e dos
drivers de dispositivos. Por exemplo, alguns arquivos oferecidos pelo Linux:
/proc/cpuinfo: informações sobre os processadores disponíveis no sistema;
/proc/3754/maps: disposição das áreas de memória alocadas para o processo cujo identificador (PID)
é 3754 ;
/sys/block/sda/queue/scheduler: definição da política de escalonamento de disco (vide Seção ??) a ser
usada no acesso ao disco /dev/sda.
Canais de comunicação: na família de protocolos de rede TCP/IP, a metáfora de arquivo é usada como
interface para os canais de comunicação: uma conexão TCP é apresentada aos dois processos
envolvidos como um arquivo, sobre o qual eles podem escrever (enviar) e ler (receber) dados entre si.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Vários mecanismos de comunicação local entre processos de um sistema também usam a metáfora do
arquivo, como é o caso dos pipes em UNIX.
Em alguns sistemas operacionais experimentais, como o Plan 9 [Pike et al., 1993, Pike et al., 1995] e
o Inferno [Dorward et al., 1997], todos os recursos e entidades físicas e lógicas do sistema são mapeadas
sob a forma de arquivos: processos, threads, conexões de rede, usuários, sessões de usuários, janelas
gráficas, áreas de memória alocadas, etc. Assim, para finalizar um determinado processo, encerrar uma
conexão de rede ou desconectar um usuário, basta remover o arquivo correspondente.
Embora o foco deste texto esteja concentrado em arquivos convencionais, que visam o
armazenamento de informações (bytes ou registros), muitos dos conceitos aqui expostos são igualmente
aplicáveis aos arquivos não-convencionais descritos nesta seção.
Uso de Arquivos
Arquivos são usados por processos para ler e escrever dados de forma não-volátil. Para usar arquivos,
um processo tem à sua disposição uma interface de acesso, que depende da linguagem utilizada e do
sistema operacional subjacente. Essa interface normalmente é composta por uma representação lógica
de cada arquivo usado pelo processo (uma referência ao arquivo) e por um conjunto de funções (ou
métodos) para realizar operações sobre esses arquivos. Através dessa interface, os processos podem
localizar arquivos no disco, ler e modificar seu conteúdo, entre outras operações.
Na sequência desta seção serão discutidos aspectos relativos ao uso de arquivos, como a abertura do
arquivo, as formas de acesso aos seus dados, o controle de acesso e problemas associados ao
compartilhamento de arquivos entre vários processos.
Abertura de um Arquivo
Para poder ler ou escrever dados em um arquivo, cada aplicação precisa antes “abri-lo”. A abertura de
um arquivo consiste basicamente em preparar as estruturas de memória necessárias para acessar os
dados do arquivo em questão. Assim, para abrir um arquivo, o núcleo do sistema operacional deve realizar
as seguintes operações:
1) Localizar o arquivo no dispositivo físico, usando seu nome e caminho de acesso (vide Seção 3.2);
2) Verificar se a aplicação tem permissão para usar aquele arquivo da forma desejada (leitura e/ou
escrita);
3) Criar uma estrutura na memória do núcleo para representar o arquivo aberto;
4) Inserir uma referência a essa estrutura na lista de arquivos abertos mantida pelo sistema, para fins
de gerência;
5) Devolver à aplicação uma referência a essa estrutura, para ser usada nos acessos subsequentes
ao arquivo recém-aberto.
Concluída a abertura do arquivo, o processo solicitante recebe do núcleo uma referência para o arquivo
recém-aberto, que deve ser informada pelo processo em suas operações subsequentes envolvendo
aquele arquivo. Assim que o processo tiver terminado de usar um arquivo, ele deve solicitar ao núcleo o
fechamento do arquivo, que implica em concluir as operações de escrita eventualmente pendentes e
remover da memória do núcleo as estruturas de gerência criadas durante sua abertura. Normalmente, os
arquivos abertos são automaticamente fechados quando do encerramento do processo, mas pode ser
necessário fechá-los antes disso, caso seja um processo com vida longa, como um daemon servidor de
páginas Web, ou que abra muitos arquivos, como um compilador.
As referências a arquivos abertos usadas pelas aplicações dependem da linguagem de programação
utilizada para construí-las. Por exemplo, em um programa escrito na linguagem C, cada arquivo aberto é
representado por uma variável dinâmica do tipo FILE*, que é denominada um ponteiro de arquivo (file
pointer). Essa variável dinâmica é alocada no momento da abertura do arquivo e serve como uma
referência ao mesmo nas operações de acesso subsequentes. Já em Java, as referências a arquivos
abertos são objetos instanciados a partir da classe File. Na linguagem Python existem os file objects,
criados a partir da chamada open.
Por outro lado, cada sistema operacional tem sua própria convenção para a representação de arquivos
abertos. Por exemplo, em sistemas Windows os arquivos abertos por um processo são representados
pelo núcleo por referências de arquivos (filehandles), que são estruturas de dados criadas pelo núcleo
para representar cada arquivo aberto. Por outro lado, em sistemas UNIX os arquivos abertos por um
processo são representados por descritores de arquivos (file descriptors). Um descritor de arquivo aberto
é um número inteiro não-negativo, usado como índice em uma tabela que relaciona os arquivos abertos
por aquele processo, mantida pelo núcleo. Dessa forma, cabe às bibliotecas e ao suporte de execução
de cada linguagem de programação mapear a representação de arquivo aberto fornecida pelo núcleo do
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sistema operacional subjacente na referência de arquivo aberto usada por aquela linguagem. Esse
mapeamento é necessário para garantir que as aplicações que usam arquivos (ou seja, quase todas elas)
sejam portáveis entre sistemas operacionais distintos.
Formas de Acesso
Uma vez aberto um arquivo, a aplicação pode ler os dados contidos nele, modificá-los ou escrever
novos dados. Há várias formas de se ler ou escrever dados em um arquivo, que dependem da estrutura
interna do mesmo. Considerando apenas arquivos simples, vistos como uma sequência de bytes, duas
formas de acesso são usuais: o acesso sequencial e o acesso direto (ou acesso aleatório).
No acesso sequencial, os dados são sempre lidos e/ou escritos em sequência, do início ao final do
arquivo. Para cada arquivo aberto por uma aplicação é definido um ponteiro de acesso, que inicialmente
aponta para a primeira posição do arquivo. A cada leitura ou escrita, esse ponteiro é incrementado e
passa a indicar a posição da próxima leitura ou escrita. Quando esse ponteiro atinge o final do arquivo,
as leituras não são mais permitidas, mas as escritas ainda o são, permitindo acrescentar dados ao final
do mesmo. A chegada do ponteiro ao final do arquivo é normalmente sinalizada ao processo através de
um flag de fim de arquivo (EoF - End-of-File).
A Figura 4 traz um exemplo de acesso sequencial em leitura a um arquivo, mostrando a evolução do
ponteiro do arquivo durante uma sequência de leituras. A primeira leitura no arquivo traz a string “Qui
scribit bis”, a segunda leitura traz “legit”, e assim sucessivamente. O acesso sequencial é implementado
em praticamente todos os sistemas operacionais de mercado e constitui a forma mais usual de acesso a
arquivos, usada pela maioria das aplicações.
Por outro lado, no método de acesso direto (ou aleatório), pode-se indicar a posição no arquivo onde
cada leitura ou escrita deve ocorrer, sem a necessidade de um ponteiro. Assim, caso se conheça
previamente a posição de um determinado dado no arquivo, não há necessidade de percorrê-lo
sequencialmente até encontrar o dado desejado. Essa forma de acesso é muito importante em
gerenciadores de bancos de dados e aplicações congêneres, que precisam acessar rapidamente as
posições do arquivo correspondentes ao registros desejados em uma operação.
Na prática, a maioria dos sistemas operacionais usa o acesso sequencial como modo básico de
operação, mas oferece operações para mudar a posição do ponteiro do arquivo caso necessário, o que
permite então o acesso direto a qualquer registro do arquivo. Nos sistemas POSIX, o reposicionamento
do ponteiro do arquivo é efetuado através das chamadas lseek e fseek.
Uma forma particular de acesso direto ao conteúdo de um arquivo é o mapeamento em memória do
mesmo, que faz uso dos mecanismos de memória virtual (paginação). Nessa modalidade de acesso, um
arquivo é associado a um vetor de bytes (ou de registros) de mesmo tamanho na memória principal, de
forma que cada posição do vetor corresponda à sua posição equivalente no arquivo. Quando uma posição
específica do vetor ainda não acessada é lida, é gerada uma falta de página. Nesse momento, o
mecanismo de paginação da memória virtual intercepta o acesso à memória, lê o conteúdo
correspondente no arquivo e o deposita no vetor, de forma transparente à aplicação. Escritas no vetor
são transferidas para o arquivo por um procedimento similar. Caso o arquivo seja muito grande, pode-se
mapear em memória apenas partes dele. A Figura 5 ilustra essa forma de acesso.
Finalmente, alguns sistemas operacionais oferecem também a possibilidade de acesso indexado aos
dados de um arquivo, como é o caso do OpenVMS [Rice, 2000]. Esse sistema implementa arquivos cuja
estrutura interna pode ser vista como um conjunto de pares chave/valor. Os dados do arquivo são
armazenados e recuperados de acordo com suas chaves correspondentes, como em um banco de dados
relacional. Como o próprio núcleo do sistema implementa os mecanismos de acesso e indexação do
arquivo, o armazenamento e busca de dados nesse tipo de arquivo costuma ser muito rápido,
dispensando bancos de dados para a construção de aplicações mais simples.
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Figura 5: Arquivo mapeado em memória.
Controle de Acesso
Como arquivos são entidades que sobrevivem à existência do processo que as criou, é importante
definir claramente o proprietário de cada arquivo e que operações ele e outros usuários do sistema podem
efetuar sobre o mesmo. A forma mais usual de controle de acesso a arquivos consiste em associar os
seguintes atributos a cada arquivo e diretório do sistema de arquivos:
Proprietário: identifica o usuário dono do arquivo, geralmente aquele que o criou; muitos sistemas
permitem definir também um grupo proprietário do arquivo, ou seja, um grupo de usuários com acesso
diferenciado sobre o mesmo;
Permissões de acesso: define que operações cada usuário do sistema pode efetuar sobre o arquivo.
Existem muitas formas de se definir permissões de acesso a recursos em um sistema computacional;
no caso de arquivos, a mais difundida emprega listas de controle de acesso (ACL - Access Control Lists)
associadas a cada arquivo. Uma lista de controle de acesso é basicamente uma lista indicando que
usuários estão autorizados a acessar o arquivo, e como cada um pode acessá-lo. Um exemplo conceitual
de listas de controle de acesso a arquivos seria:
No entanto, essa abordagem se mostra pouco prática caso o sistema tenha muitos usuários e/ou
arquivos, pois as listas podem ficar muito extensas e difíceis de gerenciar. O UNIX usa uma abordagem
bem mais simplificada para controle de acesso, que considera basicamente três tipos de usuários e três
tipos de permissões:
Usuários: o proprietário do arquivo (User), um grupo de usuários associado ao arquivo (Group) e os
demais usuários (Others).
Permissões: ler (Read), escrever (Write) e executar (eXecute).
Dessa forma, no UNIX são necessários apenas 9 bits para definir as permissões de acesso a cada
arquivo ou diretório. Por exemplo, considerando a seguinte listagem de diretório em um sistema UNIX
(editada para facilitar sua leitura):
Nessa listagem, o arquivo hello-unix.c (linha 4) pode ser acessado em leitura e escrita por seu
proprietário (o usuário maziero, com permissões rw-), em leitura pelos usuários do grupo prof (permissões
r--) e em leitura pelos demais usuários do sistema (permissões r--). Já o arquivo hello-unix (linha 3) pode
ser acessado em leitura, escrita e execução por seu proprietário (permissões rwx), em leitura e execução
pelos usuários do grupo prof (permissões r-x) e não pode ser acessado pelos demais usuários
(permissões ---). No caso de diretórios, a permissão de leitura autoriza a listagem do diretório, a permissão
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de escrita autoriza sua modificação (criação, remoção ou renomeação de arquivos ou subdiretórios) e a
permissão de execução autoriza usar aquele diretório como diretório de trabalho ou parte de um caminho.
No mundo Windows, o sistema de arquivos NTFS implementa um controle de acesso bem mais flexível
que o do UNIX, que define permissões aos proprietários de forma similar, mas no qual permissões
complementares a usuários individuais podem ser associadas a qualquer arquivo.
É importante destacar que o controle de acesso é normalmente realizado somente durante a abertura
do arquivo, para a criação de sua referência em memória. Isso significa que, uma vez aberto um arquivo
por um processo, este terá acesso ao arquivo enquanto o mantiver aberto, mesmo que as permissões do
arquivo sejam alteradas para impedir esse acesso. O controle contínuo de acesso aos arquivos é pouco
frequentemente implementado em sistemas operacionais, porque verificar as permissões de acesso a
cada operação de leitura ou escrita em um arquivo teria um impacto negativo significativo sobre o
desempenho do sistema.
Um arquivo é um item que contém informações, por exemplo, texto, imagens ou música. Quando
aberto, um arquivo pode ser muito parecido com um documento de texto ou com uma imagem que você
poderia encontrar na mesa de alguém ou em um arquivo convencional Em seu computador, os arquivos
são representados por ícones; isso facilita o reconhecimento de um tipo de arquivo bastando olhar para
o respectivo ícone. Veja a seguir alguns ícones de arquivo comuns:
Uma pasta é um contêiner que pode ser usado para armazenar arquivos. Se você tivesse centenas de
arquivos em papel em sua mesa, seria quase impossível encontrar um arquivo específico quando você
dele precisasse. É por isso que as pessoas costumam armazenar os arquivos em papel em pastas dentro
de um arquivo convencional. As pastas no computador funcionam exatamente da mesma forma. Veja a
seguir alguns ícones de pasta comuns:
As pastas também podem ser armazenadas em outras pastas. Uma pasta dentro de uma pasta é
chamada subpasta. Você pode criar quantas subpastas quiser, e cada uma pode armazenar qualquer
quantidade de arquivos e subpastas adicionais.
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- Biblioteca Documentos: use essa biblioteca para organizar documentos de processamento de texto,
planilhas, apresentações e outros arquivos relacionados a texto. Para obter mais informações, consulte
Gerenciando seus contatos.
Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou salvos na biblioteca Documentos são armazenados na
pasta Meus Documentos.
- Biblioteca Imagens: use esta biblioteca para organizar suas imagens digitais, sejam elas obtidas da
câmera, do scanner ou de e-mails recebidos de outras pessoas. Por padrão, os arquivos movidos,
copiados ou salvos na biblioteca Imagens são armazenados na pasta Minhas Imagens.
- Biblioteca Músicas: use esta biblioteca para organizar suas músicas digitais, como as que você
cópia de um CD de áudio ou as baixadas da Internet. Por padrão, os arquivos movidos, copiados ou
salvos na biblioteca Músicas são armazenados na pasta Minhas Músicas.
- Biblioteca Vídeos: use esta biblioteca para organizar e arrumar seus vídeos, como clipes da câmera
digital ou da câmera de vídeo, ou arquivos de vídeo baixados da Internet. Por padrão, os arquivos
movidos, copiados ou salvos na biblioteca Vídeos são armazenados na pasta Meus Vídeos.
Para abrir as bibliotecas Documentos, Imagens ou Músicas, clique no botão Iniciar, em seguida, em
Documentos, Imagens ou Músicas.
Uma biblioteca reúne arquivos de diferentes locais e os exibe em uma única coleção, sem os mover
de onde estão armazenados.
Seguem algumas ações que podem ser executadas com bibliotecas:
- Criar uma Nova Biblioteca: existem quatro bibliotecas padrão (Documentos, Músicas, Imagens e
Vídeos), mas você pode criar novas bibliotecas para outras coleções.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
- Organizar Itens por Pasta, Data e Outras Propriedades: os itens em uma biblioteca podem ser
organizados de diferentes maneiras, usando o menu Organizar por, localizado no painel de bibliotecas
(acima da lista de arquivos) de qualquer biblioteca aberta. Por exemplo, você pode organizar sua
biblioteca de músicas por artista para encontrar rapidamente uma música de um determinado artista.
- Incluir ou Remover uma Pasta: as bibliotecas reúnem conteúdo a partir das pastas incluídas ou dos
locais de bibliotecas.
- Alterar o Local de Salvamento Padrão: o local de salvamento padrão determina onde um item é
armazenado quando é copiado, movido ou salvo na biblioteca.
Painel de navegação.
Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas ou até mesmo todo o
disco rígido. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas,
é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode usar a pasta Computador para pesquisar pastas
e subpastas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com o painel de navegação.
Barra de Ferramentas
Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e
pastas, copiar arquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de imagens digitais. Os botões
da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são relevantes. Por exemplo, se
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará botões diferentes daqueles que
mostraria se você clicasse em um arquivo de música.
Barra de Endereços
Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente ou voltar à anterior.
Para obter mais informações, consulte Navegar usando a barra de endereços.
Painel de Biblioteca
O painel de biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como na biblioteca
Documentos). Use o painel de biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por
propriedades distintas. Para obter mais informações, consulte Trabalhando com bibliotecas.
Títulos de Coluna
Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos são organizados. Por
exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a ordem em que os
arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos de maneiras
diversas. (Observe que os cabeçalhos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição Detalhes.
Para aprender como alternar para o modo de exibição Detalhes, consulte 'Exibindo e organizando
arquivos e pastas' mais adiante neste tópico).
Lista de Arquivos
É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você usou a caixa de pesquisa para
localizar um arquivo, somente os arquivos que correspondam a sua exibição atual (incluindo arquivos em
subpastas) serão exibidos.
A Caixa de Pesquisa
Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na pasta ou biblioteca atual.
A pesquisa inicia assim que você começa a digitar. Portanto, quando você digitar B, por exemplo, todos
os arquivos cujos nomes iniciarem com a letra B aparecerão na lista de arquivos. Para obter mais
informações, consulte Localizar um arquivo ou uma pasta.
Painel de Detalhes
Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao arquivo selecionado.
Propriedades do arquivo são informações sobre um arquivo, tais como o autor, a data da última alteração
e qualquer marca descritiva que você possa ter adicionado ao arquivo. Para obter mais informações,
consulte Adicionar marcas e outras propriedades a arquivos.
Painel de Visualização
Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. Se você selecionar uma
mensagem de e-mail, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá ver seu conteúdo sem
abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de
visualização na barra de ferramentas para ativá-lo.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
As Opções do Botão Modos de Exibição
Em bibliotecas, você pode ir além, organizando seus arquivos de diversas maneiras. Por exemplo,
digamos que você deseja organizar os arquivos na biblioteca Músicas por gênero (como Jazz e Clássico):
Clique no botão Iniciar e, em seguida, clique em Músicas.
No painel da biblioteca (acima da lista de arquivos), clique no menu próximo a Organizar por e em
Gênero.
Localizando Arquivos
Dependendo da quantidade de arquivos que você tem e de como eles estão organizados, localizar um
arquivo pode significar procurar dentre centenas de arquivos e subpastas; uma tarefa nada simples. Para
poupar tempo e esforço, use a caixa de pesquisa para localizar o arquivo.
A caixa de pesquisa.
A caixa de pesquisa está localizada na parte superior de cada janela. Para localizar um arquivo, abra
a pasta ou biblioteca mais provável como ponto de partida para sua pesquisa, clique na caixa de pesquisa
e comece a digitar. A caixa de pesquisa filtra o modo de exibição atual com base no texto que você digita.
Os arquivos serão exibidos como resultados da pesquisa se o termo de pesquisa corresponder ao nome
do arquivo, a marcas e a outras propriedades do arquivo ou até mesmo à parte do texto de um documento.
Se você estiver pesquisando um arquivo com base em uma propriedade (como o tipo do arquivo),
poderá refinar a pesquisa antes de começar a digitar. Basta clicar na caixa de pesquisa e depois em uma
das propriedades exibidas abaixo dessa caixa. Isso adicionará um filtro de pesquisa (como "tipo") ao seu
texto de pesquisa, fornecendo assim resultados mais precisos.
Caso não esteja visualizando o arquivo que está procurando, você poderá alterar todo o escopo de
uma pesquisa clicando em uma das opções na parte inferior dos resultados da pesquisa. Por exemplo,
caso pesquise um arquivo na biblioteca Documentos, mas não consiga encontrá-lo, você poderá clicar
em Bibliotecas para expandir a pesquisa às demais bibliotecas. Para obter mais informações, consulte
Localizar um arquivo ou uma pasta.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Para copiar ou mover um arquivo, arraste-o de uma janela para outra.
Ao usar o método arrastar e soltar, note que algumas vezes o arquivo ou a pasta é copiado e, outras
vezes, ele é movido. Se você estiver arrastando um item entre duas pastas que estão no mesmo disco
rígido, os itens serão movidos para que duas cópias do mesmo arquivo ou pasta não sejam criadas no
mesmo local. Se você estiver arrastando o item para um pasta que esteja em outro local (como um local
de rede) ou para uma mídia removível (como um CD), o item será copiado.
Observação: a maneira mais fácil de organizar duas janelas na área de trabalho é usar Ajustar.
Se você copiar ou mover um arquivo ou pasta para uma biblioteca, ele será armazenado no local de
salvamento padrão da biblioteca.
Outra forma de copiar ou mover um arquivo é arrastando-o da lista de arquivos para uma pasta ou
biblioteca no painel de navegação. Com isso, não será necessário abrir duas janelas distintas.
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Questões
01. (Caixa Econômica Federal - Técnico Bancário Novo - CESGRANRIO) Os sistemas operacionais
Windows, como o Windows 2008 e o Windows 7, trazem em suas versões, como padrão, um programa
cujo objetivo é gerenciar arquivos, pastas e programas.
Esse programa é denominado:
(A) Arquivos.
(B) Pastas.
(C) Programa.
(D) Área de trabalho.
04. (MPE/RS - Secretário de Diligências - CESPE) O sistema operacional Windows utiliza um sistema
de armazenamento por meio de interfaces gráficas de usuário baseado em:
(A) arquivos e pastas, contendo nestas últimas apenas tipos específicos de arquivos.
(B) arquivos e pastas, contendo nestas últimas diferentes tipos de arquivos e outras pastas adicionais.
(C) arquivos e pastas, contendo necessariamente nestas últimas outras pastas adicionais com
diferentes tipos de arquivos.
(D) arquivos, contendo diferentes tipos de pastas, tipos específicos de arquivos e outras pastas
adicionais.
(E) arquivos, contendo diferentes tipos de pastas e outros tipos específicos de arquivos com pastas
adicionais.
05. (Banco do Brasil - Escriturário - CESGRANRIO) Nos sistemas operacionais como o Windows,
as informações estão contidas em arquivos de vários formatos, que são armazenados no disco fixo ou
em outros tipos de mídias removíveis do computador, organizados em:
(A) telas.
(B) imagens.
(C) janelas.
(D) pastas.
(E) programas.
Gabarito
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Comentários
01. Resposta: E
O Windows Explorer é um aplicativo do Windows para cumprir o objetivo supracitado na questão.
02. Resposta: C
O Windows Explorer permite o gerenciamento de seus arquivos de uma forma simples e rápida.
03. Resposta: A
Grupo de dados = Arquivo
Individualização de grupos de dados de diferentes informações = leia-se => arquivos com diferentes
extensões.
04. Resposta: B
A interface gráfica permite a interação usuário-computador através de elementos gráficos, como ícones
e outros indicadores visuais.
A questão informa que o Windows possui um sistema de armazenamento que utiliza essa interface
gráfica.
Além disso, esse sistema de armazenamento do Windows é baseado em arquivos e pastas (como
podemos verificar através do Windows Explorer) e dentro dessas pastas pode existir arquivos e outras
pastas adicionais (subpastas).
05. Resposta: D
As pastas são espaços lógicos criados em uma máquina para facilitar o armazenamento e a
organização de arquivos e de outras pastas em um ambiente computacional.
BACKUP
Inicialmente devemos nos ater a alguns fatores antes da realização de um Backup dos quais veremos
a seguir:
- Escolha dos Dados: as cópias de dados devem conter apenas arquivos pessoais e confiáveis do
usuário (fotos, vídeos, músicas, documentos), arquivos do sistema operacional e de instalação de
programas não devem fazer parte do backup, pois, podem conter vírus, arquivos corrompidos e outros
problemas, lembrando que esses arquivos de são restaurados após a instalação do sistema operacional.
- Mídias Utilizadas: a escolha das mídias para realização do backup depende da relevância e tempo
que os arquivos devem ser mantidos.
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[Link]
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2. Disco Rígido Externo ou NAS?
Quando o disco está recheado de fotos, vídeos e músicas – ou seja, arquivos que consomem muito
espaço -, o ideal é partir para um disco rígido externo ou uma unidade NAS. É possível encontrar HDs
externos de boa capacidade a preços bem razoáveis. Quem pretende comprar uma unidade nova e tem
computador com interface USB 3.0 deve preferir os discos com a mesma interface para garantir maior
velocidade na transferência dos dados. Quando há vários computadores na jogada, uma unidade
centralizada é muito conveniente. Conectada à rede, ela poderá armazenar os backups dos diferentes
computadores da casa ou do escritório. Um NAS de pelo menos duas baias é mais recomendável porque
oferece recurso de redundância.
6. E o Smartphone e o Tablet?
Os dispositivos móveis guardam uma série de dados e, por isso, também merecem atenção. Nesse
caso, a solução é diferente para cada plataforma. O iOS, por exemplo, usa o serviço iCloud, que oferece
gratuitamente 5 GB. Outra opção é fazer backup pelo iTunes, guardando a cópia dos dados em um
arquivo no computador. O Android faz backup de dados de alguns aplicativos e senhas. Além disso, como
o Android sincroniza dados com o Google, fica fácil recuperar contatos, e-mails e agenda. Fora isso, há
apps que se encarregam do backup no sistema do Google.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
- Cuidado com mídias obsoletas (disquetes já foram muito usados para backups, porém, atualmente,
acessá-los têm-se se tornado cada vez mais complicado pela dificuldade em encontrar computadores
com leitores deste tipo de mídia e pela degradação natural do material);
- Assegure-se de conseguir recuperar seus backups (a realização de testes periódicos pode evitar a
péssima surpresa de descobrir que os dados estão corrompidos, em formato obsoleto ou que você não
possui mais o programa de recuperação);
- Mantenha seus backups organizados e identificados (você pode etiquetá-los ou nomeá-los com
informações que facilitem a localização, como tipo do dado armazenado e data de gravação);
- Copie dados que você considere importantes e evite aqueles que podem ser obtidos de fontes
externas confiáveis, como os referentes ao sistema operacional ou aos programas instalados;
- Nunca recupere um backup se desconfiar que ele contém dados não confiáveis.
Ao utilizar serviços de backup online há alguns cuidados adicionais que você deve tomar, como:
- Observe a disponibilidade do serviço e procure escolher um com poucas interrupções (alta
disponibilidade);
- Observe o tempo estimado de transmissão de dados (tanto para realização do backup quanto para
recuperação dos dados). Dependendo da banda disponível e da quantidade de dados a ser copiada (ou
recuperada), o backup online pode se tornar impraticável;
- Seja seletivo ao escolher o serviço. Observe critérios como suporte, tempo no mercado (há quanto
tempo o serviço é oferecido), a opinião dos demais usuários e outras referências que você possa ter;
- Leve em consideração o tempo que seus arquivos são mantidos, o espaço de armazenagem e a
política de privacidade e de segurança;
- Procure aqueles nos quais seus dados trafeguem pela rede de forma criptografada (caso não haja
esta possibilidade, procure você mesmo criptografar os dados antes de enviá-los).
Dos backups, temos dois subtipos que também são muito importantes.
Política de Backup21
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o armazenamento do “lixo digital”, ou seja, informações que não agregam valor a instituição ou ao sistema
como um todo.
Implantação
A implantação consiste na aplicação formal das regras descritas na política de backup da instituição.
A implantação deve ser realizada de forma gradativa e após o programa de divulgação e conscientização
dos funcionários.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Revisão da Política de Backup
A Política de Backup deve ser revista periodicamente, para mantê-la atualizada frente as novas
tendências e acontecimentos do mundo da segurança da informação. A Política de Backup deve ser
revista pelo menos uma vez ao ano.
Tipos de Backup22
Em organizações de todo o porte, o backup dos dados é de extrema importância uma vez que a perda
de alguma informação pode comprometer a continuidade do negócio.
O termo backup tornou-se sinônimo de proteção de dados ao longo das últimas décadas e pode ser
realizado através de vários métodos. Utilizar um tipo de backup inadequado pode resultar em grandes
janelas de backup, gasto excessivo com o trabalho operacional e alto risco da perda dos dados. Um tipo
de backup adequado é aquele que pode garantir ao máximo a segurança dos dados e adequar-se aos
objetivos da organização. Isso implica dizer que não há uma regra fixa de qual tipo de backup é melhor,
pois depende da complexidade e necessidades de cada ambiente.
Vamos explicar sobre o backup full ou completo, diferencial, incremental e incremental para sempre
ou contínuo. Conceitualmente, pode parecer simples, mas implementar uma efetiva política de backup
pode ser bastante difícil. Por isso é importante reconhecer os principais tipos de backup existentes e
algumas de suas características.
A principal vantagem de realizar um backup completo durante cada operação é que uma cópia
completa de todos os dados está disponível em um único conjunto de mídia. Isso resulta em uma
possibilidade maior recuperar os dados íntegros, menor complexidade da operação de recuperação e o
menor tempo para recuperar os dados, métrica conhecida como Recovery Time Objective (RTO).
No entanto, as principais desvantagens são que leva mais tempo para executar um backup completo
do que outros tipos (por vezes, por um fator de 10 ou mais), e requer mais espaço de armazenamento, já
que todos os dados são armazenados a cada backup realizado.
Assim, por limitações técnicas, os backups completos são normalmente executados periodicamente.
A maioria das políticas de backup empregam um backup completo em combinação com incrementais
e/ou backups diferenciais.
Backup Incremental
O backup incremental é a cópia de todos os dados que foram modificados desde o último backup de
qualquer tipo. O último backup pode ser um backup full, diferencial ou incremental. Um backup full é
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
realizado inicialmente e nos backups subsequentes são copiados apenas os dados alterados ou criados
desde o último backup.
O benefício de um backup incremental é que será copiada uma menor quantidade de dados do que
um completo. Assim, esse backup será realizado mais rápido e necessitará menos espaço de
armazenamento.
Por outro lado, a recuperação dos dados envolve um procedimento mais complexo e potencialmente
mais lento, já que o último backup “full” deve ser recuperado e, em seguida, os dados incrementais de
cada dia até o momento da falha. Isso significa, por exemplo, que, se tiver um backup “full” e três backups
incrementais do mesmo arquivo, este será recuperado quatro vezes, gerando problemas para o
administrador de backup ou o usuário lidar com essa multiplicação de arquivos desnecessários.
Backup Diferencial
A operação de backup diferencial é semelhante a um incremental na primeira vez em que é realizada,
na medida em que irá copiar todos os dados alterados desde o backup anterior. No entanto, cada vez
que é executado após o primeiro backup, serão copiados todos os dados alterados desde o backup
completo anterior e não com relação ao último backup.
O backup diferencial armazena os dados alterados desde o último backup full. Assim, ele irá armazenar
mais dados do que o incremental, embora normalmente menos do que o backup completo. Isso exigirá
mais espaço e tempo de backup que os backups incrementais. Por outro lado, a recuperação dos dados
tende a ser mais rápida do que o backup incremental já que só é necessário o último backup diferencial
e o último backup full, enquanto o incremental necessita de todos os incrementais e o último backup full.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Backup Incremental para Sempre (Progressivo)
Funciona como o backup incremental. O que faz um backup incremental para sempre diferente de um
backup incremental é a disponibilidade dos dados. Como você deve se lembrar, a recuperação de um
backup incremental requer o backup completo, e cada backup subsequente até o backup que você precisa
recuperar. A diferença do backup incremental para sempre é que ele automatiza o processo de
recuperação, de modo que você não tem que descobrir quais conjuntos de backups precisam ser
recuperados. Em essência, o processo de recuperação de dados do incremental para sempre se torna
transparente e imita o processo de recuperação de um backup completo.
A inteligência do software torna a recuperação dos dados mais rápida e inteligente que o incremental.
Além disso, pelo fato de, em teoria, esse tipo de backup só necessitar de um backup full, ao longo do
tempo, a quantidade de dados armazenados será menor que os demais tipos (full, incremental e
diferencial). Por outro lado, o tempo de recuperação tende a ser maior quando comparado ao backup
diferencial e ao backup full, já que é necessário analisar diferentes conjuntos de backups para o processo
de recuperação.
Analisando Cenários
Como mostrado acima, realizar um backup completo diariamente requer a maior quantidade de espaço
e também levará a maior quantidade de tempo. No entanto, mais cópias totais dos dados estão
disponíveis e menos conjuntos de mídia são necessários para executar uma operação de recuperação.
Como resultado, a execução desta política de backup tem maior tolerância a falhas e fornece o mínimo
de tempo para recuperar, uma vez que qualquer parte dos dados será localizada em um único conjunto
de backup.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Como alternativa, a política de backup incremental proporciona o menor tempo de backup durante a
semana e ocupa a menor quantidade de espaço de armazenamento. No entanto, o tempo de restauração
tende a ser mais longo, uma vez que pode ser necessário utilizar até seis conjuntos de mídia para
recuperar a informação necessária. Se os dados a serem recuperados forem do backup do sábado, serão
necessários os conjuntos de mídia do backup completo de domingo, mais os incrementais da segunda a
sábado. Isso pode aumentar drasticamente o tempo de recuperação e exige que cada mídia funcione
perfeitamente. Uma falha em um dos conjuntos de backup pode afetar toda a recuperação.
A política do full + incremental para sempre funcionará da mesma forma que a política full +
incremental. A diferença entre essas duas políticas está na inteligência do software, que torna a
recuperação dos dados mais rápida e inteligente que o incremental. Como a recuperação do backup
incremental necessita de intervenção humana, tende a ter um tempo maior de recuperação maior. Se os
dados a serem recuperados forem do backup da quarta-feira, o software irá apontar os conjuntos de mídia
de backup necessários para executar essa tarefa, entre domingo e quarta, e reduzirá a possibilidade de
arquivos modificados e excluídos serem recuperados. De qualquer forma, uma falha em um conjunto de
backup também pode afetar toda a recuperação.
A execução de um backup completo com diferencial proporciona resultados intermediários entre o full
e o incremental. Ou seja, mais conjuntos de mídia de backup são necessários para recuperar do que com
uma política de full, embora menos do que com uma política de incremental. Além disso, o tempo de
recuperação é inferior com relação ao incremental, porém superior ao full. A fim de recuperar os dados
de um determinado dia, são necessários, no máximo, dois conjuntos de mídia.
Agora considerando uma política de backup full + incremental + diferencial, a grande vantagem está
em seu tempo de recuperação quando comparado à política full + incremental ou full + incremental para
sempre. Caso aconteça alguma falha no sábado, será necessário recuperar os dois últimos incrementais,
o diferencial e o full. Com a política full + incremental, seria necessário restaurar todos incrementais e o
full, o que levaria a um aumento do tempo e do risco de recuperação.
O Backup e Restauração – aprimorado para o Windows 7 – cria cópias de segurança dos seus arquivos
pessoais mais importantes, para que você sempre esteja preparado para o pior.
Deixe o Windows escolher o que acrescentar ao backup ou escolha você mesmo pastas, bibliotecas e
unidades. O Windows pode fazer o backup dos arquivos no horário que você escolher - basta configurar
e ficar tranquilo.
É possível fazer backup em outra unidade ou DVD. E se estiver usando as edições Professional ou
Ultimate do Windows 7, você também terá a opção de fazer o backup dos arquivos em uma rede.
- Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e
Manutenção e em Backup e Restauração.
- No painel esquerdo, clique em Criar um novo backup completo.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Restaurar Arquivos a Partir de um Backup
Você pode restaurar versões de arquivos de backup que tenham sido perdidas, danificadas ou
alteradas acidentalmente. Você também pode restaurar arquivos individuais, grupos de arquivos ou todos
os arquivos incluídos no backup.
1. Para abrir Backup e Restauração, clique no botão Iniciar, em Painel de Controle, em Sistema e
Manutenção e em Backup e Restauração.
2. Siga um destes procedimentos:
- Para restaurar os arquivos, clique em Restaurar meus arquivos.
- Para restaurar os arquivos de todos os usuários, clique em Restaurar todos os arquivos de usuário.
Se você for solicitado a informar uma senha de administrador ou sua confirmação, digite a senha ou
forneça a confirmação.
3. Siga um destes procedimentos:
- Para navegar pelo conteúdo do backup, clique em Procurar arquivos ou Procurar pastas.
- Quando você estiver procurando por pastas, não conseguirá ver os arquivos individuais de uma pasta.
Para visualizar arquivos individuais, use a opção Procurar arquivos.
- Para pesquisar o conteúdo do backup, clique em Pesquisar, digite o nome de um arquivo inteiro ou
parte dele e depois clique em Pesquisar.
Para Localizar Arquivos que Foram Restaurados de um Backup Feito em Outro Computador
Se você estiver restaurando arquivos a partir de um backup feito em outro computador, os arquivos
serão restaurados em uma pasta sob o nome de usuário que foi usado para criar o backup. Se os nomes
de usuário forem diferentes, será preciso navegar até a pasta em que os arquivos se encontram
restaurados. Por exemplo, se o seu nome de usuário era Molly no computador em que o backup foi feito,
mas o seu nome de usuário é MollyC no computador em que o backup está sendo restaurado, os arquivos
restaurados serão salvos em uma pasta rotulada Molly. Você pode localizar os arquivos restaurados
seguindo estas etapas:
1. Para abrir Computador, clique no botão Iniciar e em Computador.
2. Clique duas vezes no ícone da unidade em que os arquivos foram salvos, por exemplo, C:\.
3. Clique duas vezes na pasta Usuários.
4. Você verá uma pasta para cada conta de usuário.
5. Clique duas vezes na pasta para o nome de usuário que foi usado para criar o backup.
Os arquivos restaurados estarão em várias pastas com base no local onde se encontravam
originalmente.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Restore
O restore é o ato de se fazer uso dos dados armazenados recuperando-os (na maioria dos casos no
próprio dispositivo original), ou seja, ação de recuperar dados de um backup previamente armazenado.
O restore de arquivos é realizado em cima do ambiente de produção das plataformas ativas.
Restauração do Sistema
Questões
01. (Prefeitura de Cristiano Otoni/MG - Psicólogo - INAZ do Pará) Realizar cópia de segurança é
uma forma de prevenir perda de informações. Qual é o Backup que só efetua a cópia dos últimos arquivos
que foram criados pelo usuário ou sistema?
02. (CRO/PR - Auxiliar de Departamento - Quadrix) Como é chamado o backup em que o sistema
não é interrompido para sua realização?
03. (DPE/SP - Agente de Defensoria - FCC) Se um programa de backup souber quando o último
backup de um arquivo foi realizado e a data da última gravação do arquivo no diretório indicar que o
arquivo não mudou desde aquela data, então o arquivo não precisa ser copiado novamente. O novo ciclo
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
pode ter seu backup gravado sobre o conjunto anterior ou em um novo conjunto de mídias de backup.
Desta forma, pode- se restaurar um disco inteiro iniciando as restaurações com o ...... e continuando com
cada um dos ...... .
As lacunas são, respectivamente, preenchidas por:
04. (SEAP/RJ - Inspetor de Segurança - CEPERJ) No que diz respeito à segurança de equipamentos,
de sistemas, de redes e da internet, dois termos se revestem de alta importância, sendo descritos a seguir:
I- Corresponde à realização de cópias de segurança, com o objetivo de garantir a integridade dos
dados manipulados pelo computador.
II- Associado à Política de Segurança da instituição, são mecanismos instalados nas redes de
computadores para impedir o acesso indesejado de hackers aos dados internos de uma organização,
normalmente implementado por meio de regras, via software.
(A) Os equipamentos para contingência e mídia de backup devem ficar a uma distância segura, para
que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal onde são processadas e
armazenadas as informações.
(B) Os procedimentos de geração de cópias de segurança devem ser feitos periodicamente, mas não
é necessário criar e manter uma documentação dos procedimentos de operação que especifique as
instruções para a execução de backup e restore.
(C) Por se tratarem de procedimentos operacionais, os backups não precisam ser planejados, desde
que sejam realizados com certa periodicidade.
(D) No ambiente Windows, backups incrementais e diferenciais não dependem de um backup inicial
das unidades, pastas ou arquivos em questão.
(E) O comando dump oferece recursos para a realização de backup apenas no Windows.
Gabarito
Comentários
01. Resposta: A
Tipos diferentes de backup que você pode utilizar:
- Backup Completo (Full): é a cópia completa de todos os arquivos.
Vantagens: possui o tempo de restauração mais demorado.
Desvantagem: é o tipo de backup mais demorado para ser executado e também o que mais ocupa
espaço em disco.
- Backup Diferencial: faz a cópia apenas das últimas modificações relativas ao último backup
completo (Full).
Vantagens: a velocidade de backup é maior que a do completo e a velocidade de restauração é maior
do que a do incremental. Utiliza menos espaço em disco do que o backup completo.
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Desvantagem: o tempo de restauração é maior do que o do backup completo. O processo de backup
é mais lento do que o incremental.
- Backup Incremental: faz a cópia das últimas alterações relativas ao último backup.
Vantagens: é o processo de backup mais rápido dos três. Requer menos espaço de armazenamento.
O tempo de restauração é o mais rápido dos 3 tipos.
02. Resposta: C
Hot Backup: backup 'quente', realizado com os bancos de dados abertos.
Cold Backup: backup 'frio', realizado com os bancos de dados fechados.
Normal, Incremental e Diferencial são as opções para realização do backup.
03. Resposta: C
O backup completo contém todas as informações necessárias para restauração completa do disco, a
base, para que posteriormente seja atualizada com o conteúdo dos backups incrementais (os novos que
foram criados posteriormente ao backup completo).
04. Resposta: B
Backup: é uma operação de copiar arquivos por segurança em um local diferente do original.
Objetivo: recuperar os arquivos caso haja perda.
Firewall: programa que cria uma barreira de proteção contra invasores;
Filtra a entrada e a saída de dados em uma rede.
05. Resposta: A
Está na norma 27002:
9.1.4 Proteção contra ameaças externas e do meio ambiente Controle Convém que sejam projetadas
e aplicadas proteção física contra incêndios, enchentes, terremotos, explosões, perturbações da ordem
pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem. Diretrizes para implementação.
Convém que sejam levadas em consideração todas as ameaças à segurança representadas por
instalações vizinhas, por exemplo, um incêndio em um edifício vizinho, vazamento de água do telhado ou
em pisos do subsolo ou uma explosão na rua. Convém que sejam levadas em consideração as
seguintes diretrizes para evitar danos causados por incêndios, enchentes, terremotos, explosões,
perturbações da ordem pública e outras formas de desastres naturais ou causados pelo homem: a) os
materiais perigosos ou combustíveis sejam armazenados a uma distância segura da área de segurança.
Suprimentos em grande volume, como materiais de papelaria, não devem ser armazenados dentro de
uma área segura; b) os equipamentos para contingência e mídia de backup fiquem a uma distância
segura, para que não sejam danificados por um desastre que afete o local principal; c) os equipamentos
apropriados de detecção e combate a incêndios sejam providenciados e posicionados corretamente.
LIXEIRA DO WINDOWS
- A lixeira: quando você exclui um arquivo ou pasta, eles na verdade não são excluídos imediatamente;
eles vão para a Lixeira. Isso é bom porque, se você mudar de ideia e precisar de um arquivo excluído,
poderá obtê-lo de volta.
Se tiver certeza de que não precisará mais dos itens excluídos, poderá esvaziar a Lixeira. Ao fazer
isso, excluirá permanentemente os itens e recuperará o espaço em disco por eles ocupados.
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AJUDA DO WINDOWS
É provável que, em algum momento, você se depare com uma tarefa ou um problema no computador
que o deixe confuso. Para resolvê-lo, você precisa saber como obter ajuda no lugar certo. Este artigo
apresenta uma visão geral das técnicas recomendadas.
Pesquisar na ajuda
A maneira mais rápida de obter ajuda é digitar uma ou duas palavras na caixa de pesquisa. Por
exemplo, para obter informações sobre rede sem fio, digite rede sem fio e pressione Enter. Será exibida
uma lista de resultados, com os mais úteis na parte superior. Clique em um dos resultados para ler o
tópico.
Pesquisar ajuda
Você pode pesquisar tópicos da Ajuda por assunto. Clique no botão Pesquisar Ajuda e, em seguida,
clique em um item na lista de títulos de assuntos que será exibida. Esses títulos podem conter tópicos da
Ajuda ou outros títulos de assuntos. Clique em um tópico da Ajuda para abri-lo ou clique em outro título
para investigar mais a fundo a lista de assuntos.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Obtendo ajuda sobre um programa
Quase todos os programas vêm com seu próprio sistema de Ajuda interno.
Para abrir o sistema de Ajuda de um programa:
- No menu Ajuda do programa, clique no primeiro item na lista, como "Exibir Ajuda", "Tópicos da Ajuda"
ou algo semelhante. (Esse texto varia.) -ou- Clique no botão Ajuda.
Observação: você também pode acessar a Ajuda ao pressionar F1. Esta tecla de função abre a Ajuda
em praticamente qualquer programa.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
5. Uso do Word for Windows: entrando e corrigindo texto, definindo formato de
páginas: margens, orientação, numeração, cabeçalho e rodapé definindo estilo
do texto: fonte, tamanho, negrito, itálico e sublinhado, impressão de
documentos: visualizando a página a ser impressa, uso do corretor ortográfico,
criação de textos em colunas, criação de tabelas, criação e inserção de figuras
no texto.
WORD 2016
Escolher um Modelo
Muitas vezes, é mais fácil criar um documento novo com base num modelo do que começar com uma
página em branco. Os modelos do Word estão prontos a usar com temas e estilos já aplicados. Só tem
de adicionar o seu próprio conteúdo.
Cada vez que iniciar o Word, pode escolher um modelo a partir da galeria, clicar numa categoria para
ver os modelos que contém ou pesquisar mais modelos online. (Se preferir não utilizar um modelo, clique
em Documento em branco).
Para obter mais detalhes sobre um modelo, selecione-o para abrir a pré-visualização.
23
[Link]
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Observação: clique em Documento em branco ou pressione ESC para começar com uma página em
branco.
Você pode procurar mais modelos em Pesquisar modelos online. Para acessar rapidamente os
modelos populares, clique numa das palavras-chave apresentadas logo abaixo da caixa de pesquisa.
Quando encontrar um modelo que goste, dê um duplo clique no mesmo para criar um documento com
base nesse modelo. Para ver melhor, clique na miniatura para ver uma pré-visualização maior. Clique nas
setas em qualquer um dos lados da janela de pré-visualização para ver modelos relacionados.
Pré-visualização de modelo.
Na janela de pré-visualização, clique duas vezes na miniatura ou clique em Criar para dar início a um
novo documento com base nesse modelo.
Se utiliza um modelo com frequência, pode fixá-lo para que esteja sempre disponível quando inicia o
Word. Clique no ícone de alfinete que surge por baixo da miniatura na lista de modelos.
Os modelos fixados nunca mostram uma pré-visualização. Faça duplo clique na miniatura do modelo
fixado para criar rapidamente um novo documento com base nesse modelo.
Se não tem por hábito abrir determinados documentos com frequência, alterar partes que estão
desatualizadas e, em seguida, salve o documento com um novo nome, considere guardar o documento
como um modelo. Isso permite que você sempre tenha um modelo atualizado pronto a usar.
Abrir um Documento
Sempre que iniciar o Word, verá uma lista dos documentos utilizados mais recentemente na coluna da
esquerda. Se o documento de que está à procura não aparecer na lista, clique em Computador, OneDrive
ou Sharepoint.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Se já estiver no Word, clique em Arquivo > Abrir e a seguir procure a localização do arquivo.
Quando abrir um documento criado em versões anteriores do Word, é apresentada a indicação Modo
de Compatibilidade na barra de título da janela do documento. Você pode trabalhar no modo de
compatibilidade ou pode atualizar o documento para utilizar as funcionalidades novas ou melhoradas do
Word 2016.
Salvar um Documento
Observação: para salvar o documento no seu computador, escolha uma pasta do Computador ou
clique em Procurar. Para salvar o documento online, escolha a localização em Locais ou Adicionar uma
Localização. Quando os arquivos estiverem online, poderá compartilhar, comentar e colaborar através
dos arquivos em tempo real.
Ler Documentos
Abra o documento em Modo de Leitura para ocultar a maioria dos botões e ferramentas e assim
concentrar-se na sua leitura sem distrações.
Modo de leitura.
Observação: alguns arquivos de texto, tais como documentos ou anexos protegidos, são
automaticamente abertos em Modo de Leitura.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Observação: clique em Modo de Exibição > Editar Documento para voltar a editar o documento.
Registar Alterações
Quando estiver a trabalhando e um documento com outras pessoas ou editá-lo sozinho, ative a opção
Controlar Alterações para ver todas as alterações. O Word assinala todas as inserções, remoções,
mudanças e alterações de formatação realizadas no documento.
- Abra o documento a ser revisto.
- Clique em Revisão e, em seguida, no botão Controlar Alterações, selecione a opção Controlar
Alterações.
Registar Alterações.
Imprimir o Documento
Imprimir.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Tela de configuração de impressão do Word.
Impressora
Neste item o usuário escolhe a impressora para o envio do documento a ser impresso.
Propriedades de Impressora
O usuário define as configurações da impressora, exemplo: Se na impressão será utilizado somente o
cartucho de tinta preto.
Configurações
Permite que o usuário configure as páginas a serem impressas, como por exemplo, impressão total do
documento, imprimir apenas páginas pares ou ímpares, imprimir um trecho do texto selecionado ou
páginas intercaladas.
Páginas
Permite definir quais páginas serão impressas, se forem páginas intercaladas essas devem ser
separadas por vírgula (por exemplo, para impressão das páginas 1 e 5, ficaria 1,5) ou então para
impressão de intervalos, ou seja, para impressão das páginas de 2 a 6 ficaria 2-6, é possível imprimir
páginas intercaladas e intervalos um exemplo seria 2,5,6-9 nesse caso serão impressas as páginas, 2, 5,
6, 7, 8 e 9.
Imprimir em um Lado
Permite-nos selecionar se a impressão irá ocorrer somente de um lado, ou dos dois lados da página.
Agrupado
É a opção onde definimos como a impressora vai agrupar as páginas impressas, por exemplo: Em um
documento onde temos três páginas e queremos que sejam impressas três cópias do mesmo, ao utilizar
o modo agrupado a impressora irá imprimir todas as páginas da primeira cópia, em seguida todas as
páginas da segunda cópia e em seguida todas as páginas da terceira cópia. Se for selecionada a opção
desagrupado a impressão seria primeiro as 3 páginas nº 1, em seguida as 3 páginas nº 2 e depois as 3
páginas nº 3.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Orientação da Página
Permite que as páginas sejam impressas em configurações e paisagem ou retrato.
Tamanho do Papel
Seleciona tamanhos de papel padrão para impressão como, por exemplo, A3, A4, Ofício, é possível
incluir um tamanho personalizado se necessário.
Configurar Página
Permite acessar configurações de impressão mais específicas.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Tela inicial Word.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Tela inicial Word.
Permite acessar opções do Word de forma ágil. Ao clicar na seta ao lado direito desta barra é possível
personalizá-la, adicionando atalhos conforme sua necessidade.
Por padrão há três atalhos disponíveis, Salvar, Desfazer, Refazer e Personalizar barra de tarefas.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Salvar
Permite gravar o documento no computador, se for a primeira vez a será iniciada a tela salvar como,
para que você nomeie o arquivo e escolha o local onde o mesmo será armazenado. Caso o documento
já tenha sido salvo esta opção apenas grava as alterações. O atalho usado para salvar é CTRL + B.
Desfazer
Desfaz a última ação realizada, por exemplo: se você apagou algo sem querer é possível recuperar
desfazendo a ação por meio deste atalho ou através do atalho CTRL + Z. Note na imagem acima que o
item 1.2 está colorido e o item 1.3 está sem cor, quando o item está colorido significa que é possível usar
este atalho, quando não está colorido a função está desabilitada é não é possível usá-la. A seta ao lado
da opção permite selecionar qual ação deve ser desfeita.
Refazer
Repete uma ação executada recentemente, quando o atalho desfazer é acionado é possível acionar o
botão refazer para deixar o documento como antes. O atalho da opção refazer é CTRL + R.
Título do Documento
Ajuda
Permite acesso a ajuda do office, que pode ser acessada através do botão F1. É possível consultar as
dúvidas digitando o assunto na caixa de pesquisa e clicar em pesquisar, a ajuda pode ser localizada
Online (abre o site da Microsoft através do navegador padrão do computador) ou Offline (pesquisa nos
arquivos de ajuda que são instalados junto com o Word).
Ajuda do Word.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Minimizar
Reduz a janela a um botão na barra de tarefas.
Maximizar
Amplia a janela até ocupar toda a área de trabalho, ao clicar novamente o tamanho da janela retornara
ao tamanho original.
Conta de Usuário
O que você obtém ao entrar no Office? Bem, você consegue trabalhar quando e onde quiser. Entrando
no Office, você pode salvar seus arquivos do Office online para acessá-los praticamente em qualquer
lugar e compartilhar com qualquer pessoa. Você também tem acesso aos seus temas e configurações de
qualquer lugar. Eles acompanham você, mesmo em dispositivos diferentes. Se você tiver sua própria
cópia do Office, provavelmente usará a conta pessoal da Microsoft (um endereço de e-mail e senha) -
talvez a uma conta do Hotmail. Mas se você não tiver uma conta pessoal, tudo bem, você poderá se
inscrever para obtê-la. Digite o endereço de e-mail que você deseja usar e clique em Entrar. Na próxima
tela de entrada, clique em Entrar agora.
Se a cópia do Office pertencer à sua empresa ou instituição de ensino, as informações da conta são
fornecidas a você pela empresa ou instituição, e ela é denominada "conta organizacional".
Cada conta permite que você acesse os serviços online da Microsoft, e esses serviços podem ser
diferentes para cada conta. Você pode ter ambas as contas. Basta entrar na conta que tem os arquivos
do Office nos quais você deseja trabalhar. É possível alternar para a outra conta a qualquer momento.
Para ver se você está conectado, basta procurar seu nome no canto superior direito de qualquer
programa do Office ou quando iniciar um desses programas. Após entrar, você poderá atualizar seu perfil
ou alternar entre contas a partir desse local a qualquer momento.
Zoom
Idioma
Permite selecionar o idioma padrão do documento, o idioma selecionar afeta como o corretor
ortográfico irá funcionar.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Revisão
Mostra os erros encontrados no texto, pode ser usado como um atalho para a revisão ortográfica.
Contador de Palavras
Permite visualizar o número de páginas que o documento tem e em qual página o usuário está no
momento. Clicando neste item é possível acessar a opção ir para que permite localizar páginas.
Quando o tamanho da janela é reduzido ou o zoom é aumentado e a página não pode ser toda exibida
na tela a barra se torna visível para que seja possível percorrer o documento na horizontal.
É onde o documento é criado, no Word é possível inserir texto, imagens, formas, gráficos...
Através das opções disponíveis em cada aba é possível formatar o documento. Seguem as abas que
estão visíveis o tempo todo no Word:
Inserir: opções para inserção de imagens, gráficos, símbolos, caixas de texto, tabelas...
Design: opções para formatação do documento, através de temas pré-definidos (cor de fundo, tipo de
fonte, etc.), através desta guia é possível adicionar marca d’água, cor da página e bordas.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Layout da Página: opções de formatação de página e organização dos objetos do documento.
Quando você e seus colegas desejarem colaborar em um documento, use a Coautoria em Tempo Real
para ver as alterações de todos durante a edição.
Em primeiro lugar, salve o documento no OneDrive ou no SharePoint Online para que as outras
pessoas possam trabalhar nele.
Em seguida, convide pessoas para editá-lo com você. Quando elas abrem e trabalham no documento
usando o Word 2016 ou o Word Online, vocês vêm as alterações uns dos outros logo que as realizam.
Salvar um documento online e convidar outras pessoas para trabalhar nele com você
Clique em Compartilhar > Salvar na nuvem, selecione o local e a pasta desejada no OneDrive ou no
SharePoint Online e clique em Salvar.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Você só precisa realizar esse procedimento uma vez para cada documento. Da próxima vez que o
abrir, ele será salvo automaticamente no mesmo local.
Observação: se você nunca salvou um documento online, clique em Adicionar um Local e entre no
serviço do OneDrive ou do SharePoint para adicioná-lo.
No painel Compartilhar, realize uma das seguintes ações:
- Para fazer com que o Word envie um link do documento para outras pessoas, digite o endereço de
e-mail delas na caixa Convidar Pessoas. Defina as permissões, como por exemplo, Pode editar, e
adicione uma mensagem, se preferir. Verifique se a caixa Compartilhar automaticamente as
alterações está definida como Perguntar ou como Sempre, e clique em Compartilhar.
- Para convidá-las você mesmo, clique em Obter um link de compartilhamento na parte inferior do
painel Compartilhar e cole esse link em um e-mail ou uma mensagem instantânea. (A opção Obter um
link de compartilhamento não estará disponível se você estiver usando o SharePoint Online e se o
administrador do site a tiver desativado).
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Começar a trabalhar em grupo em um documento
Abra e edite o documento usando o Word 2016 ou o Word Online. Não há nenhum modo especial ou
comando de coautoria ou para iniciar a coautoria.
Se estiver usando o Word 2016 e ainda não permitiu que outras pessoas vejam suas alterações,
diga Sim ao compartilhamento automático.
Quando clicam no link que você enviou, o documento é exibido na versão do Word ou no navegador
da Web (Word Online) dessas pessoas. Caso elas também usem o Word Online ou o Word 2016 e
concordam em compartilhar automaticamente as alterações, você verá o trabalho delas durante a edição.
Os sinalizadores coloridos mostram exatamente o local em que cada pessoa está trabalhando no
documento.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
O Word alerta quando as pessoas entram ou saem.
Observação: se uma pessoa que optou por não usar a Coautoria em Tempo Real estiver trabalhando
no mesmo documento em que você está, você verá a presença dela no documento, mas só verá as
alterações feitas por ela quando ela salvar o documento.
Observação: todas essas configurações afetam o Word, para além do documento no qual você está
trabalhando. Para alterá-las, vá até Arquivo > Opções > Geral e escolha a configuração desejada
em Opções de colaboração em tempo real.
Você verá uma caixa de texto na faixa de opções dos aplicativos do Office 2016 com a
mensagem Diga-me o que você deseja fazer. Este é um campo de texto no qual você insere palavras ou
frases relacionadas ao que deseja fazer e obtém rapidamente os recursos que pretende usar ou as ações
que deseja realizar. Você também pode usar o Diga-me para encontrar ajuda sobre o que está procurando
ou para usar a Pesquisa Inteligente para pesquisar ou definir o termo que você inseriu.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Além disso, o Word faz uma busca na internet para obter informações relevantes para definir palavras,
frases e conceitos. Pesquisar os resultados exibidos no painel de tarefas pode fornecer conteúdo útil para
as ideias que você estruturou nos seus documentos.
Os Editores de texto, assim como é o Microsoft Word 2016, são programas de computadores
elaborados para edição e formatação de textos, essas formatações podem ser aplicadas em cabeçalhos
e rodapés, fontes, parágrafos, tabelas, trabalhos com textos em colunas, numerações de páginas,
referências como índices, notas de rodapé e inserção de objetos.
Seu formato de gravação é DOCX e os documentos além das características básicas citadas acima
possuem a seguinte estrutura:
- Cabeçalho;
- Rodapé;
- Seção;
- Parágrafos;
- Linhas;
- Paginas;
- Números de Páginas;
- Margens;
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Menu Arquivo
- Marcar como Final: torna o documento somente leitura. Quando um documento é marcado como
final, a digitação, a edição de comandos e as marcas de revisão de texto são desabilitadas ou
desativadas, e o documento se torna somente leitura. O comando Marcar como Final o ajuda a comunicar
que você está compartilhando uma versão concluída de um documento. Ele também ajuda a impedir que
revisores ou leitores façam alterações inadvertidas no documento.
- Criptografar com Senha: define uma senha para o documento. Quando você seleciona Criptografar
com Senha, a caixa de diálogo Criptografar Documento é exibida. Na caixa Senha, digite uma senha.
- Restringir Edição: controla os tipos de alterações que podem ser feitas no documento.
- Restringir Acesso: você pode aplicar permissões ou restrições para um grupo de pessoas. Quando
você seleciona Restringir Edição, três opções são exibidas: Restrições de Formatação: reduz as opções
de formatação, preservando a aparência. Clique em Configurações para selecionar quais estilos são
permitidos. Restrições de edição: você controla como o arquivo pode ser editado ou pode desativar a
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
edição. Clique em Exceções ou Mais usuários para controlar quem pode editar. Aplicar proteção. Clique
em Sim, Aplicar Proteção para selecionar a proteção de senha ou a autenticação do usuário.
- Adicionar uma Assinatura Digital: as assinaturas digitais autenticam informações digitais, como
documentos, mensagens de e-mail e macros, usando a criptografia do computador.
Propriedades
Ainda na opção informações é possível visualizar as propriedades do documento.
As propriedades de um documento são detalhes de um arquivo que o descrevem ou identificam. As
propriedades incluem detalhes como título, nome do autor, assunto e palavras-chave que identificam o
tópico ou o conteúdo do documento.
A aba página inicial permite que você adicione texto, formate a fonte e o parágrafo, configure estilos
de formatação e permite localizar substituir ou selecionar determinadas partes do texto.
Área de Transferência
Auxilia nos procedimentos de Copiar, Recortar, Colar e na utilização do pincel de formatação.
Colar: permite adicionar ao documento uma imagem ou texto copiado do navegador de internet, de
uma planilha do Excel, de uma apresentação do Power Point ou mesmo do próprio Word. A tecla de
atalho utilizada é a combinação (CTRL + V)
Recortar: remove a seleção, adicionando-a na área de transferência, para que o conteúdo seja colado
em outro local, seja ele no mesmo documento ou em outro. A tecla de atalho utilizada é a combinação
(CTRL + X)
Copiar: Copia a seleção, adicionando-a na área de transferência, para que o conteúdo seja colado em
outro local, seja ele no mesmo documento ou em outro. A tecla de atalho utilizada é a combinação (CTRL
+ C)
Pincel de Formatação: permite que a formatação de um texto por exemplo, seja copiada, ao visualizar
determinada formatação você pode selecioná-la, clicar no pincel de formatação, neste momento o cursor
do mouse vai ficar no formato de um pincel, agora todo o texto que você selecionar receberá a mesma
formatação da seleção que foi feita anteriormente. A tecla de atalho utilizada é a combinação (CTRL +
Shift + C) para copiar e (CTRL + Shift + V) para colar.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Selecione o texto que terá a nova formatação usando o pincel.
Observação: seleção é o nome usado para definir um texto, uma imagem ou qualquer outro
componente que faça parte do documento.
Fonte
As fontes são definidas a partir de seu estilo, tipo e tamanho, o Word, trabalha com as chamadas fontes
True Type gravadas sob o formato .ttf, o local de armazenamento das fontes é no diretório Fonts dentro
da pasta Windows, essas não ficam só disponíveis para o Word, mas sim para todos os programas do
computador.
Na barra de ferramentas padrão da aba página inicial do Word, estão disponíveis em forma de ícones
todas as opções para formatações de texto, como veremos a seguir:
Nome da Fonte: os nomes das fontes estão relacionados diretamente com seus estilos, por padrão o
Word 2016 sugere a utilização das fontes Calibri e Cambria, também existe uma área onde ficam
armazenas as fontes que foram usadas recentemente, como no exemplo a seguir:
Tamanho da Fonte: ao lado da caixa onde fica definido o nome da fonte utilizada temos a caixa de
seleção dos tamanhos das fontes, exemplo: 8, 9, 10, 11 e assim por diante, se necessário, o usuário
também pode digitar um valor numérico nesta caixa e pressionar a tecla Enter para fixar o tamanho
desejado, ainda podemos utilizar os ícones aumentar ou diminuir o tamanho do texto. Há a possibilidade
de utilizar também as teclas de atalho (Ctrl + Shift + >) para aumentar o tamanho da fonte ou (Ctrl + Shift
+ <) para diminuir o tamanho da fonte.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Maiúsculas e Minúsculas: altera todo o texto selecionado de acordo com as opções a seguir:
Limpar Formatação: limpa toda a formatação do texto. Deixando-o com a formatação do estilo
Normal.
Na imagem abaixo é demonstrado um exemplo de um texto que ao utilizar a opção limpar formatação
fica formatado com as configurações padrão do estilo normal.
Ao selecionar a linha 1 e utilizar a opção de limpar a formatação o texto ficará com a formatação padrão do estilo Normal do Word na linha 2.
Negrito: torna o traço da escrita mais grosso que o comum. Pode ser aplicado ao selecionar um texto
ou palavra e clicar no atalho do grupo de opções fonte ou usando a combinação (Ctrl + N). Ex.:
O atalho usado para deixar o texto em negrito fica destacado ao selecionarmos a frase do exemplo acima.
Itálico: deixa a fonte levemente inclinada à direita. Pode ser aplicado ao selecionar um texto ou palavra
e clicar no atalho do grupo de opções fonte ou usando a combinação (Ctrl + I). Ex.:
O atalho usado para deixar o texto em itálico fica destacado ao selecionarmos a frase do exemplo acima.
Sublinhado: sublinha o texto, frase ou palavra selecionada, inserindo uma linha abaixo da mesma.
Pode ser aplicado ao selecionar um texto ou palavra e clicar no atalho do grupo de opções fonte ou
usando a combinação (Ctrl + S). Ex.:
O atalho usado para deixar o texto sublinhado fica destacado ao selecionarmos a frase do exemplo acima.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
As opções negrito, itálico e sublinhado podem ser combinadas, conforme exemplo abaixo:
O atalho usado para deixar o texto negrito, itálico e sublinhado fica destacado ao selecionarmos a frase do exemplo acima.
Ao selecionar o texto do exemplo acima o atalho usado para o comando tachado fica destacado.
Subscrito: cria letras ou números pequenos abaixo do texto. Tem como atalho a combinação de teclas
(Ctrl + =). Ex.:
H2O.
Sobrescrito: cria letras ou números pequenos acima do texto. Tem como atalho a combinação de
teclas (Ctrl + Shift + +). Ex.:
15°
Efeitos de Texto: permite adicionar efeitos ao texto como sombra, reflexo ou brilho. Ao clicar na seta
ao lado do atalho de efeitos temos algumas opções disponíveis para aplicar no texto selecionado.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Cor do Realce do Texto: faz com que o texto selecionado fique como se tivesse sido selecionado por
um marcador de texto.
Cor da Fonte: muda a cor do texto selecionado. Podemos escolher uma cor sugerida ou clicar em
mais cores para visualizar mais opções de cores, ou ainda utilizar a opção gradiente que permite escolher
uma combinação de cor para a fonte.
Formatação de Parágrafos
São utilizadas para alinhar o texto, criar recuos e espaçamentos entre parágrafos, conforme a
necessidade do usuário, veja nos exemplos a seguir cada uma dessas formatações:
1- Texto Alinhado à Esquerda: alinha todo o texto selecionado a esquerda, como no modelo abaixo:
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
2- Texto Centralizado: centraliza o texto no meio da página, como no exemplo:
Texto centralizado.
3- Texto Alinhado à Direita: faz com que o texto selecionado fique alinhado à direita, como na figura
abaixo:
4- Texto Alinhado Justificado: alinha todo o texto de forma justificada, ou seja, o texto selecionado
fica alinhado perfeitamente tanto esquerda, quanto na direita, como no modelo abaixo:
Marcadores e Numeração: é uma ferramenta fundamental para elaboração de textos seja um texto
profissional, doméstico ou acadêmico. O Word disponibiliza três tipos de marcadores que são:
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Numeração (são exibidos em forma de números e até mesmo letas).
Lista de Vários Níveis (são exibidos níveis para o marcador exemplo, 1.1 ou 2.1.3).
Níveis de Recuo: são utilizados para aumentar ou diminuir nível de recuo do parágrafo desejado.
Também é possível aumentar ou diminuir o recuo do parágrafo todo, usando as opções de aumentar
e diminuir recuo.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
1- Margem Esquerda: é o limite da impressão no papel do lado esquerdo, tudo o que ficar além do
limite não irá aparecer na impressão.
2- Recuo Deslocado: ao clicar e arrastar usando este ícone, o texto que faz parte da segunda linha
em diante terá seus valores de recuo alterados de acordo com o tanto que o objeto for deslocado, para
direita ou esquerda.
3- Recuo à Esquerda: ao clicar e arrastar usando este ícone, o texto que faz parte da segunda linha
em diante terá seus valores de recuo alterados de acordo com o tanto que o objeto for deslocado, para
direita ou esquerda. Com uma diferença da opção anterior, pois ao deslocarmos este objeto, o recuo da
primeira linha será deslocado junto, mantendo assim a mesma proporção de distância entre o texto da
primeira e das demais linhas do parágrafo.
4- Recuo da Primeira Linha: ao clicar e arrastar usando este ícone, o texto da primeira linha terá seus
valores de recuo alterados de acordo com o tanto que o objeto for deslocado, para direita ou esquerda.
5- Recuo à Direita: define o lime para o texto à direita da página.
6- Margem Direita: define o limite da área impressa do lado direito da página.
Microsoft Word
Espaçamento de 1,0 pt
Os Editores de texto, assim como é o Microsoft Word
2016, são programas de computadores elaborados para 1,0 pt
edição e formatação de textos.
Microsoft Word
Espaçamento de 1,5 pt
Os Editores de texto, assim como é o Microsoft Word
2016, são programas de computadores elaborados para 1,5 pt
edição e formatação de textos.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Texto Formatado Espaçamento utilizado
Microsoft Word
Espaçamento de 2,0 pt
2,0 pt
Os Editores de texto, assim como é o Microsoft Word
Sombreamento nos Parágrafos: realça todo o parágrafo, diferenciando do item Cor do Realce do
Texto, vejamos nos exemplos abaixo:
Sombreamento
Diferente do realce que sombreia apenas o texto selecionado, o sombreamento muda a cor da
linha toda.
Bordas: as bordas inferiores são utilizadas para criar linhas em volta do texto selecionado, basta
selecionar o texto desejado e escolher as bordas desejadas:
Estilos
Estilos são formatações e alinhamentos pré-definidos que são utilizados para poupar tempo e
proporcionar ao documento um bom aspecto, basta selecionar ou criar o seu próprio estilo e aplicar ao
texto selecionado.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Segue abaixo os exemplos de diferentes tipos de estilos.
Exemplo estilo ênfase intensa. As fontes são definidas a partir de seu estilo, tipo e tamanho,
o Word, trabalha com as chamadas fontes True Type gravadas sob o formato .ttf, o local de
armazenamento das fontes é no diretório Fonts dentro da pasta Windows, essas não ficam só
disponíveis para o Word, mas sim para todos os programas do computador.
Exemplo estilo Forte. As fontes são definidas a partir de seu estilo, tipo e tamanho, o
Word, trabalha com as chamadas fontes True Type gravadas sob o formato .ttf, o local de
armazenamento das fontes é no diretório Fonts dentro da pasta Windows, essas não ficam só
disponíveis para o Word, mas sim para todos os programas do computador.
Exemplo estilo Personalizado. As fontes são definidas a partir de seu estilo, tipo e tamanho, o Word,
trabalha com as chamadas fontes True Type gravadas sob o formato .ttf, o local de armazenamento
das fontes é no diretório Fonts dentro da pasta Windows, essas não ficam só disponíveis para o
Word, mas sim para todos os programas do computador.
Guia Inserir
As ferramentas dessa área são utilizadas para inserção de objetos nas páginas dos documentos,
estas, são divididas pelas seguintes categorias:
Página
Insere ao documento objetos como folha de rosto, página em branco ou quebra de página (envia o
texto ou cursor para a próxima página).
Tabelas
Cria no documento tabelas com o número de colunas e linhas especificado pelo usuário, nesse MENU,
também são disponibilizadas ferramentas como “desenhar tabela” (permite que o usuário fique livre para
desenhar sua tabela), “Planilha do Excel” (importa uma planilha do Excel para dentro do Documento do
Word) e “Tabelas Rápidas” (Cria modelos de tabelas pré-definidos como calendários, matrizes, etc.).
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Submenu de inserção de tabela.
No Word, sempre que inserimos algum objeto que possua configurações adicionais, ou seja que não
estão disponíveis nos sete menus iniciais, submenus são adicionados para auxiliar na formatação do
objeto, quando inserimos uma tabela por exemplo, as abas Design e Layout ficam disponíveis, pois são
abas que só aparecem quando estamos formatando uma tabela.
1- Opção Ferramentas de Tabela: traz as abas Design e Layout que são usadas para a formatação
de tabelas.
2- Aba Design: permite configurar cores, estilos de borda e sombreamento de uma tabela.
3- Aba Layout: permite configurar a disposição do texto ou imagem dentro da tabela, configurar o
tamanho das colunas e linhas e trabalhar com os dados da tabela.
Aba Layout.
Observação: quando estamos trabalhando com tabelas e desejamos apagar os dados que estão
dentro dela usamos a tecla “Delete”, a tecla Backspace é usada quando desejamos excluir linhas, colunas
ou a tabela.
Ilustrações
Permite a inserção de Imagens (arquivos de imagens do computador), ClipArt (arquivos de mídia, como
ilustrações, fotografias, sons, animações ou filmes, que são fornecidos no Microsoft Office), Formas
(Formas geométricas), SmartArts (Diagramas), Gráficos(Importa do Excel gráficos para ilustração de
dados), Instantaneo (insere uma imagem de um programa que esteja minimizado na barra de tarefas).
Opções de ilustrações.
117
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Ao inserir uma imagem temos acesso as opções de formatação de imagem, que vem através de uma
nova aba. Através dela é possivel fazer ajustes na imagem, definir estilos, organizar ela no texto e definir
seu tamanho.
Ao inserir formas também temos acesso a uma nova aba Formatar que faz parte da opção ferramentas
de Desenho. Onde é possivel escolher outras formas, colorir, definir textos para as formas, organiza-la
no documento e configurar seu tamanho.
Link
Utilizado para criar ligações com alguma página WEB ou para ativar algum cliente de e-mail ativo no
computador e também criar referência cruzada, ou seja, referência algum item do documento.
118
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Cabeçalho e Rodapé
Edita o cabeção e rodapé do documento, aplicando sua configuração a todas as páginas. Sendo que
o cabeçalho está localizado na parte de cima do documento e o rodapé na parte de baixo, conforme
demonstrado na imagem localizada no item estrutura básica dos documentos.
Número de Página
Insere uma sequência numérica às páginas, sendo no cabeçalho ou no rodapé e na esquerda ou
direita.
Textos
Caixa de Texto (insere uma caixa de texto pré-formatada), Partes Rápidas (insere trechos de textos
reutilizáveis configurados pelo usuário), WordArt (inclui um texto decorativo ao documento) e Letras
Capitular (cria uma letra maiúscula grande no início do parágrafo).
Símbolos
Utilizado para inserção de fórmulas matemáticas (já existentes no computador ou criadas pelo usuário)
ou símbolos não disponíveis no teclado.
Guia Design
Formatação do Documento
Permite aplicar diferentes formatações para o texto, definir temas para o documento, e selecionar cores
pré-definidas ou personalizadas.
Layout da Página
Nessa área ficam dispostas as opções de formatações gerais de Layout da página ou do documento
a ser trabalhado, como configurações de margens, orientações da página, colunas e tamanhos:
119
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Margens
Permite que o usuário atribua configure as margens superior, inferior, direita e esquerda da página, o
Word 2016 traz em sua configuração padrão margens pré-configuradas, porém, mas é possível incluir
suas próprias configurações, clicando em “Margens Personalizadas”.
Orientação
Altera o layout da página para retrato ou paisagem.
Tamanho
Permite que o usuário escolher um tamanho de papel para o documento, assim como em todas as
outras configurações existem tamanhos padrões, mas é possível personaliza-los.
120
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Colunas
Divide o texto da página em uma ou mais colunas. Essa opção é muito utilizada para diagramações
de livros, apostilas, revistas, etc.
Quebra de Página
Adiciona Página, seção ou quebras de coluna ao documento como mostra no exemplo a seguir:
Números de Linha
Fazer referência a linhas específicas no documento com rapidez e facilidade, usando números de linha
na margem.
Hifenização
Quando uma palavra fica sem espaço, o Word normalmente a move para a próxima linha. Quando
você ativa a hifenização, ajuda a criar um espaço mais uniforme e economiza espaço no documento.
Em sua configuração padrão, admite os seguintes tipos:
121
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Guia Referências
Sumário
Ferramenta para elaboração do Índice principal do documento, este pode ser criado a partir de Estilos
pré-estabelecidos ou por meio de inserção de itens manualmente.
Nota de Rodapé
Utilizada para referenciar algo do texto no rodapé da página, essas são numeradas automaticamente.
Citação Bibliográfica
Permite que sejam inseridas informações como autor, título, ano, cidade e editora na citação.
Legendas
Utilizada para criar legendas de tabelas e figuras, pode ser utilizado como índice de ilustrações e
tabelas.
Índice
É uma lista de palavras encontradas no documento, juntamente com o número das páginas em que
as palavras aparecem.
Índice de Autoridades
Adiciona um índice de casos, estatutos e outras autoridades citadas no documento.
Guia Correspondências
Criar
Permite criar um documento baseado em uma modelo de etiqueta ou envelope.
Visualizar Resultados
Opção usada para verificar como ficou o documento com a mala direta, podendo alternar entre a
visualização dos campos ou destinatários.
Concluir
Permite imprimir o documento para todos os destinatários.
122
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Guia Revisão
A guia revisão nos traz ferramentas de ortografia e gramática, Contador de palavras, Comentários e
etc. Todas as funcionalidades desta guia servem para a realização uma revisão geral no documento com
a finalidade de realizar buscas de erros no texto.
Aba Revisão.
A opção de Ortografia e gramatica serve para auxiliar a correção do documento, onde é possível
corrigir palavras escritas de forma errada ou corrigir a forma como determinados símbolos foram inseridos.
O Word identifica erros de ortografia e gramatica através de sublinhados, o sublinhado vermelho abaixo
de uma palavra no Word indica possíveis erros de ortografia, é uma palavra não reconhecida, onde o
usuário pode optar por corrigi-la ou adicionar esta palavra ao dicionário. Basta clicar com o botão direito
do mouse sobre a palavra para ver as sugestões. Faz parte das opções de ortografia e gramática a
sugestão de escrita da pala, que na imagem abaixo sugere que a palavra seja escrita com letra maiúscula,
podemos ignora o aviso do Word, assim o sublinhado desaparece desta palavra, podemos ignorar tudo,
para que não apareça o sublinhado todo o documento onde a palavra está escrita ou adicionar ao
dicionário para que a palavra não seja reconhecida como errada novamente em nenhum documento do
Word escrito neste computador, porém o usuário deve tomar cuidado pois ao adicionar uma palavra
escrita de forma errado no dicionário a correção ortográfica não irá sugerir correção para a mesma em
nenhum momento.
Observação: nenhum sublinhado que aparecer devido a um erro ortográfico será impresso, essas
marcas só são visíveis no computador.
Comentários
Permite que um comentário seja adicionado em uma seleção.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Exemplo de texto com comentário.
Guia Exibição
Modos de Exibição
Opções de configuração de exibição do documento.
Mostrar
Opções de exibição de ferramentas do Word.
Zoom
Opções de zoom, para aumentar ou diminuir a tela. Esta opção não aumenta o tamanho da letra ou
dos objetos que fazem parte do documento.
Janela
Opção para organizar como se comportam as janelas, quando mais de um documento sendo
visualizado ao mesmo tempo.
Macros
Exibe uma listagem de macros que podem ser utilizas no documento.
Hiperlinks
Observação: para alterar a Dica de Tela exibida quando você posiciona o ponteiro sobre o hiperlink,
clique em Dica de Tela e digite o texto desejado. Caso não especifique uma dica, o Word usa o caminho
ou o endereço do arquivo como dica.
Observação: alguns navegadores da Web e programas de e-mail podem não reconhecer a linha do
assunto.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Para alterar a Dica de Tela exibida quando você posiciona o ponteiro sobre o hiperlink, clique em Dica
de Tela e digite o texto desejado. Caso não especifique uma dica, o Word usa “mailto” seguido pelo
endereço de e-mail e pela linha do assunto como dica.
Dica: é possível estabelecer um link para uma mensagem de e-mail em branco, digitando o endereço
no documento. Por exemplo, ao digitar nome@[Link], o Word cria o hiperlink para você, a menos
que desative a formatação automática de hiperlinks.
Inserir um indicador
No documento atual, faça o seguinte:
- Escolha o texto para o qual deseja atribuir um indicador ou clique no local em que deseja inserir um
indicador.
- Na guia Inserir, no grupo Links, clique em Indicadora.
- Em Nome do indicador, digite um nome.
Os nomes dos indicadores devem começar com uma letra e podem conter números. Não é possível
incluir espaços no nome de um indicador, mas você pode usar o caractere de sublinhado para separar
palavras; por exemplo, Primeiro_título.
- Clique em Adicionar.
Adicionar o link
- Escolha o texto ou o objeto que deseja exibir como o hiperlink.
- Clique com o botão direito do mouse e clique em Hiperlink no menu de atalho.
- Em Vincular a, clique em Colocar neste Documento.
- Na lista, escolha o título ou o indicador para o qual pretende estabelecer um link.
Observação: para personalizar a Dica de Tela exibida quando você posiciona o ponteiro sobre o
hiperlink, clique em Dica de Tela e digite o texto desejado. Caso não especifique uma dica, o Word usa
“Documento atual” como dica de links para títulos. Para os links para indicadores, o Word usa o nome do
indicador.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Observação: para personalizar a Dica de Tela exibida quando você posiciona o ponteiro sobre o
hiperlink, clique em Dica de Tela e digite o texto desejado. Caso não especifique uma dica, o Word usa o
caminho para o arquivo, incluindo o nome do indicador, como dica.
Adicionar o link
- Escolha o texto ou o objeto que deseja exibir como o hiperlink.
- Clique com o botão direito do mouse e clique em Hiperlink no menu de atalho.
- Em Vincular a, clique em Colocar neste Documento.
- Na lista, escolha o título ou o indicador para o qual pretende estabelecer um link.
Observação: para personalizar a Dica de Tela exibida quando você posiciona o ponteiro sobre o
hiperlink, clique em Dica de Tela e digite o texto desejado. Caso não especifique uma dica, o Word usa
“Documento atual” como dica de links para títulos. Para os links para indicadores, o Word usa o nome do
indicador.
Dica: de documentos do Word, é possível criar links para locais específicos em arquivos salvos no
formato de arquivo do Microsoft Office Excel (.xls) ou do Microsoft Office PowerPoint (.ppt). Para
estabelecer um link para um local específico em uma pasta de trabalho do Excel, crie um nome definido
na pasta de trabalho e, em seguida, no final do nome do arquivo no hiperlink, digite # (sinal numérico)
seguido do nome definido. Para estabelecer um link para um slide específico em uma apresentação do
PowerPoint, digite # seguido do número do slide após o nome do arquivo.
Observação: não é possível arrastar objetos de desenho, como formas, para criar hiperlinks. Para
criar um hiperlink para um objeto de desenho, escolha o objeto, clique com o botão direito do mouse e
clique em Hiperlink no menu de atalho.
Observação: o texto, o elemento gráfico ou outro item escolhido é o link para o documento de destino.
126
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Criar um hiperlink copiando e colando a partir de uma planilha do Excel
Abra a planilha do Excel à qual deseja vincular e escolha uma célula ou intervalo de células para
vincular.
Clique com o botão direito do mouse e clique em Copiar no menu de atalho.
Abra o documento do Word no local em que deseja adicionar um hiperlink.
Na guia Página Inicial, no grupo Área de Transferência, clique na seta Colare clique em Colar como
Hiperlink.
Atalhos do MS Word24
24
Fonte: [Link]
127
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Modos de exibição
ALT+K, T: alternar para o modo leitura.
ALT+CTRL+P: alternar para o modo de exibição layout de impressão.
ALT+CTRL+O: alternar para o modo de exibição de estrutura de tópicos.
ALT+CTRL+N: alternar para o modo de rascunho.
Editando tabelas
Tab: selecionar o conteúdo da próxima célula.
Shift+Tab: selecionar o conteúdo da célula anterior.
Shift+Alt+Page Down: para selecionar a coluna da parte superior para a inferior.
Shift+Alt+Page Up: para selecionar a coluna da parte inferior para a superior.
Alt+Shift+End: para selecionar a linha da esquerda para a direita.
Shift+Alt+Home: para selecionar a linha da direita para a esquerda.
Ctrl+Shift+F8 e, em seguida, utilize as teclas de setas; pressione Esc para cancelar o modo de
seleção: estender uma seleção (ou um bloco).
Alt+5 no teclado numérico (com Num Lock desativado): selecionar uma tabela inteira.
128
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Teclas de função
F1: acessar a Ajuda.
F2: mover texto ou elementos gráficos.
F4: repetir a última ação.
F5: comando Ir Para.
F6: ir para o próximo painel ou quadro.
F7: escolher o comando Ortografia.
F8: estender uma seleção.
F9: atualizar campos selecionados.
F10: mostrar dicas de teclas.
F11: ir para o próximo campo.
F12: comando Salvar Como.
Shift+F1: iniciar a ajuda contextual ou revelar a formatação.
Shift+F2: copiar texto.
Shift+F3: alternar as letras entre maiúsculas e minúsculas.
Shift+F4: repetir a ação Localizar ou Ir para.
Shift+F5: ir para a última alteração.
Shift+F6: ir para o painel ou estrutura anterior (após pressionar F6).
Shift+F7: escolher o comando Dicionário de Sinônimos (guia Revisão, grupo Revisão de Texto).
Shift+F8: reduzir o tamanho de uma seleção.
Shift+F9: alternar entre o código de campo e seu resultado.
Shift+F10: exibir um menu de atalho.
Shift+F11: ir para o campo anterior.
Shift+F12: escolher o comando Salvar.
Ctrl+F1: expandir ou recolher a faixa de opções.
Ctrl+F2: escolher o comando Visualizar Impressão.
Ctrl+F3: recortar para o AutoTexto Especial.
Ctrl+F4: fechar a janela.
Ctrl+F6: ir para a próxima janela.
Ctrl+F9: inserir um campo vazio.
Ctrl+F10: maximizar a janela do documento.
Ctrl+F11: proteger um campo.
Ctrl+F12: escolher o comando Abrir.
Ctrl+Shift+F3: inserir o conteúdo do AutoTexto Especial.
Ctrl+Shift+F5: editar um indicador.
Ctrl+Shift+F6: ir para a janela anterior.
Ctrl+Shift+F7: atualizar informações vinculadas em um documento de origem do Word.
Ctrl+Shift+F8 e pressione uma tecla de setas: estender uma seleção ou um bloco.
Ctrl+Shift+F9: desvincular um campo.
Ctrl+Shift+F11: desproteger um campo.
Ctrl+Shift+F12: escolher o comando Imprimir.
ALT+F5: restaurar a janela.
ALT+F6: sair de uma caixa de diálogo aberta.
ALT+F7: localizar o próximo erro gramatical ou ortográfico.
ALT+F8: executar uma macro.
ALT+F9: alternar entre todos os códigos de campo e seus resultados.
Alt+F10: exibir o painel de tarefas de Seleção.
ALT+F11: exibir código do Visual Basic.
Questões
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
02. (SESACRE - Agente Administrativo - IBFC/2019) Luciana estava redigindo um artigo no MS
Word 2016 (versão em português, configuração padrão) e apagou indevidamente uma frase. Quanto ao
atalho de teclado, que deve ser utilizado para desfazer a exclusão, assinale a alternativa correta.
(A) Ctrl+E
(B) Ctrl+A
(C) Ctrl+Z
(D) Ctrl+I
06. (Prefeitura de Paço do Lumiar/MA - Engenheiro Civil - IMA/2019) No Microsoft Word 2016, em
português, NÃO é possível:
(A) Copiar uma tabela do Word e colá-la em uma planilha do Excel.
(B) Salvar o documento no OneDrive, para que outras pessoas possam trabalhar nele.
(C) Utilizar a tecla de atalho CTRL + C para copiar somente a formatação de um texto.
(D) Salvar o documento no formato PDF.
A aparência dessa palavra pode ser modificada ao se aplicar diferentes Estilos de Fonte ou Efeitos.
Seguem três possíveis modificações dessa palavra em relação à sua aparência original:
130
1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Essas três modificações de Estilo de Fonte ou de Efeito são denominadas, respectivamente, de:
(A) Itálico; Tachado; Subscrito.
(B) Itálico; Versalete; Sobrescrito.
(C) Negrito; Sublinhado; Sobrescrito.
(D) Negrito; Tachado; Subscrito.
(E) Negrito; Versalete; Subscrito.
08. (UFPB - Assistente em Administração - INSTITUTO AOCP/2019) O Microsoft Word versão 2016
é uma ferramenta de texto que pode ser utilizada por meio de teclas de atalho. Considerando o exposto,
relacione as teclas de atalho com sua respectiva finalidade e assinale a alternativa com a sequência
correta.
Obs.: o caractere + foi utilizado somente para interpretação.
1. CTRL + P
2. CTRL + T
3. CTRL + C
4. CTRL + V
5. CTRL + X
6. CTRL + Z
( ) Selecionar Tudo.
( ) Copiar para Área de Transferência.
( ) Colar da Área de Transferência.
( ) Desfazer uma Ação.
( ) Abrir o Gerenciador de Impressão.
( ) Recortar para Área de Transferência.
(A) 2 – 4 – 6 – 1 – 3 – 5.
(B) 2 – 3 – 4 – 6 – 1 – 5.
(C) 6 – 5 – 3 – 4 – 2 – 1.
(D) 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6.
(E) 6 – 5 – 4 – 3 – 2 – 1.
09. (UFPB - Administrador - INSTITUTO AOCP/2019) O Microsoft Office Word 2016 possui a
possibilidade de tornar textos ou elementos gráficos em um elemento “clicável”, o qual, ao ser clicado,
permite acesso a informações em outra parte do mesmo documento ou fora dele. Assinale a alternativa
que descreve o nome desse recurso.
(A) Paginação
(B) Hiperlink
(C) Citação
(D) Legenda
(E) Indicador
Gabarito
01.C / 02.C / 03.B / 04.D / 05.B / 06.C / 07.D / 08.B / 09.B / 10.E
Comentários
01. Resposta: C
Esse ícone representa o espaçamento entre parágrafos e linhas.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
02. Resposta: C
(A) Ctrl + E: centraliza o conteúdo na página.
(B) Ctrl + A: abre um arquivo já existente.
(C) Ctrl + Z: desfaz.
(D) Ctrl + l: abre a pesquisa.
03. Resposta: B
Zoom é a capacidade de variar em uma distância maior ou menor para que se possa ajustar às
necessidades dos usuários.
04. Resposta: D
Escolha entre as orientações retrato (vertical) ou paisagem (horizontal) para todo ou parte de seu
documento.
05. Resposta: B
CTRL + O: novo documento.
CTRL + A: abrir.
CTRL + W: fechar documento, mas solicita se deseja salvar.
06. Resposta: C
No caso apenas o CTRL+C vai copiar tudo, texto e formatação.
Já o CTRL+SHIFT+C vai copiar apenas a formatação.
07. Resposta: D
Na formatação de textos no Microsoft Word, o usuário poderá optar pelo uso de estilos e de efeitos.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho Ctrl+N), itálico (atalho
Ctrl+I) e sublinhado (atalho Ctrl+S).
Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (riscado simples sobre as palavras), subscrito
(como na fórmula H2O – atalho Ctrl + igual), e sobrescrito (como em km2 – atalho Ctrl+Shift+mais)
A diferença entre estilos e efeitos é que, os estilos podem ser combinados, como negrito-itálico,
itálico-sublinhado, negrito-sublinhado, negrito-itálico-sublinhado, enquanto que os efeitos são
concorrentes entre si.
Concorrentes entre si, significa que você escolhe o efeito tachado ou tachado duplo, nunca os dois
simultaneamente. O mesmo para o efeito TODAS MAIÚSCULAS e Versalete. Sobrescrito e subscrito, Sombra é
um efeito independente, que pode ser combinado com outros. Já as opções de efeitos Contorno, Relevo
e Baixo Relevo não, devem ser individuais.
Foram aplicadas as formatações de Negrito, Tachado e Subscrito.
08. Resposta: B
No Microsoft Word, assim como nos demais aplicativos do Microsoft Office, os atalhos de teclado são
em português. Quando o atalho não pode usar a letra inicial de um comando, usa a próxima letra
disponível. Alguns atalhos não são exclusivos do Microsoft Office, e vem do sistema operacional
Windows.
Ctrl+P - Print - Imprimir: atalho global, válido para todos os programas do computador. Aciona a caixa
de diálogo de Impressão.
Ctrl+T - Tudo - Selecionar Tudo: usado para selecionar todo o conteúdo do documento.
Ctrl+C - Copy - Copiar: atalho global, da Área de Transferência do Windows, que duplica o conteúdo
selecionado.
Ctrl+V - Paste - Colar: atalho global, da Área de Transferência do Windows, que insere o conteúdo
que está na memória no local atual.
Ctrl+X - Cut - Recortar: atalho global, da Área de Transferência do Windows, que remove o conteúdo
selecionado do local atual e mantém na memória.
Ctrl+Z - Undo - Desfazer: atalho global, válido para todos os programas do computador. Desfaz a
última ação realizada.
09. Resposta: B
Em um documento de texto no Microsoft Word, dois elementos são usados para a indexação de
conteúdo, Indicador e Hiperlink.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Hiperlink é sinônimo de link e significa qualquer coisa que se coloca em uma página da web e que,
quando clicada com o lado esquerdo do mouse, abre uma página diferente, ou um lugar diferente, da
internet. A página diferente pode ser do próprio site ou de outro site.
Hiperlink: onde você clica e ele te direciona para algum link ou outra parte do texto.
Indicador: é o local do texto que o link te direciona ao clicar nele.
10. Resposta: E
O WordArt é uma ferramenta que permite adicionar um toque artístico ao documento, usando uma
caixa de texto.
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1701984 E-book gerado especialmente para JOSILEILA RIBEIRO
Regular reviews of a backup policy ensure that it remains effective against new threats and adapts to changing organizational needs. This process involves evaluating current backup procedures, updating technologies used, assessing risk management strategies, and training personnel to enhance data protection and recovery capabilities .
An updated backup policy is crucial to ensure data is consistently protected against loss due to hardware failure, errors, or disasters. The policy should include periodic reviews, training for proper usage, dissemination to all users, specific backup methodologies (like full, differential, incremental), and clear recovery objectives .
The motherboard is considered the 'backbone' because it allows all parts of a computer, including the CPU, RAM, storage, and external peripherals, to communicate with each other. It routes power and data, facilitating the operational synergy necessary for a computer to function effectively .
The advantage of a full backup is the ease and speed of data restoration as all data is stored completely in one place, reducing recovery time. However, drawbacks include longer backup times and higher storage requirements, making it less feasible for frequent use in resource-constricted environments .
Hardware provides the physical components necessary for computing operations, serving as the platform for software which provides logical instructions and control. Together, they enable the smooth functioning of a computing system by allowing software to execute tasks using the hardware's processing, storage, and input/output capabilities .
The motherboard serves as the primary platform that interconnects the processor, memory RAM, video card, hard drive (including SSD), optical drives, and other components. It contains controllers for communication between various devices and slots for physically attaching each component .
A full backup involves copying all data, resulting in a complete set for easy recovery but requires more time and storage space. Incremental backup saves only data changed since the last backup, making it quicker and less storage-intensive. However, recovery is slower and more complex as it requires the last full backup and all subsequent incremental backups .
The CPU processes instructions from software, executes operations, controls data input and output, and regulates interactions with other hardware components. It acts as the computer's brain, vital for executing processes efficiently, affecting overall system speed and capability .
Software personalization allows customization to meet specific organizational requirements, enhancing efficiency by aligning the software functionalities with unique operational processes. This customization can enhance productivity and ensure the software addresses particular needs that off-the-shelf solutions may not .
Inadequate backup strategies can lead to data loss, compromising business continuity, incurring financial loss, and damaging reputation. Without effective backups, organizations may not recover crucial data after failures or cyberattacks, leading to operational paralysis and legal issues due to non-compliance with data protection regulations .