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Sistema de Cabeamento Estruturado Furukawa

O documento descreve a evolução das redes de comunicação de dados, desde os mainframes centralizados até as redes distribuídas atuais e a nuvem. Também discute as soluções de conectividade de alta velocidade oferecidas pela Furukawa para redes residenciais e corporativas, incluindo FTTx, Laserway e os sistemas FCS, FBS e FIS.

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Sistema de Cabeamento Estruturado Furukawa

O documento descreve a evolução das redes de comunicação de dados, desde os mainframes centralizados até as redes distribuídas atuais e a nuvem. Também discute as soluções de conectividade de alta velocidade oferecidas pela Furukawa para redes residenciais e corporativas, incluindo FTTx, Laserway e os sistemas FCS, FBS e FIS.

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Data Cabling System

Introdução ao Cabeamento Estruturado


e Certificação de Redes de Cobre
O Grupo Furukawa
Há mais de 130
anos ampliando os
relacionamentos,
encurtando as
distâncias e se
antecipando às
necessidades
tecnológicas da
sociedade.
TELECOMUNICAÇÕES METAIS ENERGIA E METAIS SERVIÇOS ELETRÔNICA E
PRODUTOS LEVES E OUTROS SISTEMAS
INDUSTRIAIS AUTOMOTIVOS
1974 1977 1984
Furukawa inicia Produção de
Fábrica de Cabos para
atividades no Cabos
Telecomunicação em Curitiba
Brasil Ópticos

1999 1998 1997 1995 1991

Loja Eletrônica - Fabricação de Fabricação de


Programa Furukawa Fibras Ópticas em
Canal com o Cabos LAN
Certified Professional - FCP Curitiba
Distribuidor
2006 2007 2008 2010
Soluções para Data Centers e Cabos Ópticos Premisses Fábrica de Cabos Projeto de Rede Óptica (FTTx) para
Indústrias Primeiro Projeto FTTx no Ópticos na Cidade Digital para o Brasil e Exterior
Brasil Argentina

2017 2016 2015 2013 2012

Agora somos um, Operação Global Produção de Cabos Premisses na Produção de Cabos OPGW no Furukawa Cabos e
com uma única E-commerce FBS Argentina Brasil Acessórios no Brasil
marca. Indústria de Acessórios na Planta de Fibra Óptica Lançamentos dos Cabos
Colômbia Fábrica de Cabos Ópticos na Ópticos Totalmente Secos
Aquisição de Tecnologias e Colômbia
Portfólio - Rádio e Equipamentos
Por que Furukawa?

Líder de mercado Centros de P&D Garantia Fabricante do 1º Fabricação de


na América Globais Estendida de 10 Cabo Óptico do Fibras Ópticas
Latina e 25 anos Mundo

Soluções Presença Global Oferta Integrada Treinamentos – Desenvolvimento Interação com a


Completas para de Soluções IFT. Mais de Socioambiental Sociedade e
Redes Internas e 70.000 Apoio à Cultura
Externas profissionais Programa Green
treinados. IT
Soluções Furukawa
Acesso ao SEO
• [Link]
Introdução a redes de
dados
Neste capítulo o treinando conhecerá os
conceitos e características da rede de
comunicação de dados
Evolução do modelo de comunicação

Nuvem
Disponibilidade da
informação

Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado

Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da rede
Processamento e
armazenamento
distribuído
A comunicação de dados passou a ser uma parte fundamental da computação a partir da década de 70, quando a
integração de recursos de processamento, memória e periféricos potencializou o uso de computadores de forma
integrada, até então, nunca vista. A partir disso, a tecnologia vem evoluindo em ritmo acelerado, principalmente nas
últimas décadas.

Com tendências, tais como hiper conectividade, o BigData, acesso em nuvem, mobilidade e Internet das coisas , a
infraestrutura deve estar preparada para suportar esse tráfego nas empresas, nas residências, e em qualquer lugar.
Os sistemas e seus componentes, agora tem que ser mais rápido e mais eficiente.

A “Internet das Coisas” é uma revolução tecnológica, que vem conectando a internet aparelhos eletrônicos do dia-a-
dia, tais como aparelhos eletrodomésticos, máquinas industriais e meios de transporte, cujo desenvolvimento
depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.

O ambiente de Mainframe possuía processamento local e com grande capacidade de armazenagem. Na


computação centralizada o mainframe fornece todo o armazenamento de dados e os recursos de processamento,
enquanto o terminal é apenas um dispositivo de entrada/saída remoto.

Quando as organizações começaram a ter necessidade de que os mainframes compartilhassem informações e


serviços com outros mainframes, as redes de computadores foram criadas.
À medida que o setor de informática se desenvolveu, computadores pessoais menores foram criados, permitindo às
pessoas controle total sobre seus próprios equipamentos. Esse poder da computação pessoal resultou em uma nova
estrutura, chamada de rede distribuída.

Ao invés de centralizar todo o processamento dos computadores em um único mainframe, a rede distribuída utiliza
vários computadores menores para obter os mesmos resultados de processamento.
A medida que as redes evoluíram a organização da rede tornou-se imprescindível, exigindo mais do cabeamento.

O cabeamento estruturado define um conjunto de padronizações para a infraestrutura de rede, meios de transmissão,
além de técnicas e regras de boas praticas de instalação e manutenção, com o objetivo de organizar a infraestrutura
de rede, promovendo um sistema de cabeamento flexível e confiável, capaz de ser utilizado por diferentes
equipamentos produzidos por diversos fabricantes, oferecendo facilidades de remanejamento de pontos de trabalho,
bem como a substituição de equipamentos ativos, sem que seja necessário um novo lançamento de cabos.

A operação em nuvem, utiliza o processamento de serviços virtualizados em aplicações de alto desempenho e grandes
volumes de dados, resultando na disponibilidade em qualquer lugar utilizando sistemas paralelos e distribuídos para
alto desempenho em sistemas multiprocessados.
Evolução do modelo de comunicação

Nuvem
Disponibilidade da informação – Alta
capacidade de armazenamento e
processamento

Solução Residencial
Conectividade de confiabilidade

FTTx
Conexão externa em alta velocidade

Laserway
Alta velocidade na rede corporativa
Velocidade de conexão, velocidade de processamento e armazenamento de dados, é uma necessidade em todos os
segmentos. Tanto as redes residenciais quanto as redes corporativas acessam as informações em nuvem e
necessitam de alta disponibilidade.

A demanda por serviços em banda larga aumenta dia a dia e a Furukawa antecipa tecnologias aplicadas às mais
modernas soluções para infraestrutura de comunicação. Está sempre pronta para atender as tendências de mercado
e oferece diversificado portfólio para construção de redes à prova de futuro, com custo total de propriedade (TCO)
reduzido e soluções dedicadas à geração de receita.

Por isso surgem tecnologias cada vez mais rápidas no acesso a nuvem. Uma dessas tecnologias que tem
revolucionado o mercado de Telecomunicações é a tecnologia PON – Passive Optical Lan. As soluções PON são
consideradas à prova de futuro! Por serem totalmente passivas, não necessitam de repetidores ou fontes de energia
intermediárias para transmitir dados. Desta forma, se torna uma solução mais simples, eficiente, econômica e
sustentável.

A Furukawa possui um completo portfólio de Soluções de Infraestrutura de Comunicação para redes internas e
externas, desenvolvidas com inovações sustentáveis para fornecer aos seus clientes o que há de mais inovador em
conectividade, através de três sistemas de soluções: FCS – Furukawa Connectivity System, FBS – Furukawa
Broadband System e FIS – Furukawa Industrial System.
Com a sua linha de produtos FBS – Furukawa Broadband System – disponibiliza equipamentos, cabos, acessórios e
mais recentemente adquiriu um portfólio de tecnologias em Rádios Digitais. Todos esses produtos com a mais alta
tecnologia em transporte, distribuição e processamento de dados, para implementar serviços sobre redes ópticas nas
tecnologias DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) e PON (Passive Optical Network) que garantem os
serviços de triple play (dados, voz e vídeo) apropriados a cada necessidade e provendo o melhor custo-benefício em
qualquer arquitetura de rede (Centralizada, Convergente e Distribuída), seja ela por fusão, conectorizada e pré-
conectorizada.

A Furukawa possui engenharias de produtos, aplicação e suporte voltadas exclusivamente para analisar e atender as
necessidades de seus clientes nos segmentos de operadoras de telecomunicações, ISPs (Internet Service Providers),
construtoras e operadoras de condomínios horizontais e verticais de alto padrão, superando as mais diferentes
necessidades de topologias como FTTH (Fiber-To-The-Home) e MDU/FTTA (Multi-Dwelling Units).

Já a solução Laserway da Furukawa foi criada para atender o segmento de mercado Enterprise com uma solução
inovadora de infraestrutura de Redes de Áreas Locais (LAN). A solução é baseada na tecnologia GPON (Gigabit
Passive Optical Network), que conceitualmente é uma rede baseada em fibras monomodo com topologia ponto-
multiponto, sendo que entre um único equipamento de agregação da rede (Core) e os equipamentos presentes nas
áreas de trabalho (work areas) existem apenas elementos ópticos passivos.
Sistema genérico de comunicação

Fonte Destino
da Transmissor CANAL Receptor da
Informação Informação

• O canal é o meio físico por onde o sinal é transmitido e cada um deles (cobre,
fibra óptica ou wireless) possui características de transmissão e suscetibilidade a
interferências que necessitam ser adequadas para que a informação possa ser
transportada. O desempenho do canal é diretamente afetado pelo ruído e como
resultado a informação recebida sempre será afetada por ele.
• Fonte da Informação: equipamento onde a informação se origina;

• Transmissor: como a informação precisa, em geral, ser convertida antes da transmissão,


isso é feito no transmissor, que pode ser a placa de rede do microcomputador;

• Canal (Meio): meio físico utilizado para transportar a informação, podendo ser cabo de
par trançado (blindado ou não – sinal elétrico), cabo coaxial, cabo óptico (sinal óptico) e
rede sem fio (sinal eletromagnético);

• Receptor: onde, a informação é convertida para o formato aceito pelo equipamento de


destino;

• Destino da informação: ponto final do processo de comunicação.


Classificação das redes

Extensão CAN
PAN geográfica

WAN
LAN
Uma rede é um sistema composto por um arranjo de componentes, que são: cabeamento, hardware e software. Como
todo sistema, para uma rede operar de modo eficiente, deve haver uma correta integração entre os diversos
componentes envolvidos na sua implantação.

As redes de comunicação podem ser classificadas por diferentes aspectos, tais como: pela sua extensão geográfica,
topologia de conexão, meio físico utilizado, tecnologia de comunicação, entre outros.

PAN (Personal Area Network)

A rede PAN cobre uma área próxima ao usuário, com distâncias inferiores a 10m. Entre os dispositivos a serem
interconectados estão incluídos PDAs (Personal Digital Assistants), telefones celulares, outros computadores e
dispositivos de controle. São utilizados sistemas de transmissão apropriados a essas pequenas distâncias, como
Wireless PAN (WPAN), Bluetooth, infravermelho, Ultrawideband (UWB), USB (Universal Serial Bus) e FireWire.

Também existe um sistema chamado de Skimplex, que utiliza as características capacitivas da pele humana como uma
antena, com alcance de 1 m. Já está sendo utilizado para controle de acesso e funções de automação em carros, e
como identificação no controle de acesso (abertura de portas).
LAN (Local Area Network)

Uma rede LAN, por definição, é um ambiente de rede resultante de uma combinação de hardware, software e mídia de
transmissão, que conecta pontos dentro de um prédio, considerando pavimentos e salas.

Dentro dos pavimentos e salas as distâncias não devem ultrapassar 100m entre os segmentos. O cabeamento de par
trançado predomina neste tipo de rede, embora também sejam utilizados meios wireless e fibras ópticas.

CAN (Campus Area Network)

A rede CAN possibilita a interligação de redes locais (LAN) entre prédios próximos ou vizinhos, como ocorre, por
exemplo, em campus universitários, bases militares e parques industriais.

Cabos de fibra óptica e sistemas wireless são os meios mais empregados e a distância de referência não ultrapassa 3
km, que é a distância máxima permitida por norma para o cabeamento estruturado utilizando fibras SM, porém este
conceito vem mudando no mercado devido as novas tecnologias empregadas, como por exemplo a tecnologia
Laserway.
WAN (Wide Area Network)

O conceito de rede WAN, por sua abrangência, se mistura com os conceitos de MAN (Metropolitan Area Network) e
GAN (Global Area Network).

A rede MAN, por definição, é aquela que interliga diversas LAN e CAN dentro da região metropolitana de uma mesma
cidade. O termo GAN, veio da iniciativa do Consórcio Inmarsat em criar o Broadband Global Area Network (BGAN), um
sistema de comunicação via satélite que proporcionaria a conectividade em qualquer local da superfície da Terra.

Uma WAN é uma rede que conecta LANs, CANs e MANs de diferentes localidades com enormes distâncias entre si,
provendo conectividade em âmbito nacional ou mundial. É a mais complexa das redes, pois além das dificuldades em
vencer longas distâncias, possui uma variedade muito grande de tecnologias de transmissão. A sua estrutura original é
baseada nos meios de transmissão digital, instalados para atender as necessidades das concessionárias de
telecomunicações. Assim, tecnologias ligadas à rede telefônica, como modems e Digital Subscriber Lines (DSL), bem
como as redes de TV a Cabo, com cable modems, são enquadradas nesta categoria.

Atualmente quase toda estrutura de backbone das redes WAN é baseada em aplicações em fibras ópticas, provendo
redes de altíssimo velocidade.
Classificação das redes

Topologia de conexão

Barramento

Estrela
Anel
São as formas de interligação entre sistemas de computadores. Cabe ressaltar que podem ser: lógicas (a maneira pela
qual os dados trafegam segue determinado arranjo) ou físicas (a forma como os cabos são conectados). Então,
podemos ter um tipo de topologia associando os computadores fisicamente e, outra, logicamente.

As topologias mais utilizadas são em barramento, em anel e em estrela.

Barramento - A topologia em barramento é uma topologia de rede em que todos os equipamentos da Rede são
ligados em um mesmo barramento físico de dados.

Na rede em barramento, os terminais estão ligados à barra de transporte e os sinais são enviados por broadcasting
(radiodifusão), sendo que a mensagem vai em todas as direções e o terminal de destino se encarrega de interpretá-la.

Anel - Na topologia em anel, os computadores são ligados entre si formando um círculo, ou anel, onde os dados
trafegam de forma unidirecional. Ao passar por cada nó, o sinal é regenerado, retransmitido e monitorado, e então, o
terminal interessado apanha a sua informação.

Essa topologia é comumente usada para obter caminhos redundantes.


Estrela - Na topologia estrela, toda a informação deve passar obrigatoriamente por um ponto central. Neste ponto é
colocada uma unidade controladora de comunicações.

No início, eram utilizados os Hubs, que atualmente foram substituídos pelos Switches. O Hub também podia ser
utilizado para a implementação de topologia em barramento, assim, era possível implementar uma ligação física em
estrela, mas a ligação lógica era em barramento.

A topologia em estrela é a topologia física mais utilizada na atualidade.


Classificação das redes

Redes de cobre Redes Wireless


(Cabos de cobre Par Trançado)
Meio físico (Canal) (sem fio)

Redes em Fibra Óptica


Como dito anteriormente, o canal é o meio físico por onde o sinal é transmitido e cada um deles possui características
de transmissão e suscetibilidade a interferências que necessitam ser adequadas para que a informação possa ser
transportada. O desempenho do canal é diretamente afetado pelo ruído e como resultado a informação recebida
sempre será afetada por ele.

Os meios físicos comumente utilizados são o ar para redes wireless (sem fio), cabos de cobre de par trançado e cabos
de fibras ópticas. Algumas redes no mercado, principalmente voltadas a serviços de CATV (Circuito Aberto de TV) e
CFTV (Circuito Fechado de TV), ainda utilizam cabos coaxiais.
Tecnologias para rede LAN

Rede Ethernet Rede PON

Roseta

TR TR

Roseta

ER ER
CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT

WAN
Diversas tecnologias foram desenvolvidas para implementação das redes locais ao longo das últimas décadas. Cada
uma refere-se a diferentes padrões, que especificam:

• A estrutura das ligações dos elementos na rede (topologia da rede);


• As características do meio físico (cabos) e dos sinais elétricos ou ópticos que nele se propagam;
• Formato de codificação da informação;
• Velocidade de comunicação;
• Estrutura de endereçamento;
• Recursos de controle e recuperação de situações de erro;
• Procedimentos de controle de fluxos de informação, entre outros.
IEEE 802.3 – Ethernet Working Group

O padrão Ethernet foi desenvolvido pela Xerox, DEC e Intel em meados de 1972, com a largura de banda de 3 Mbps,
utilizando cabos coaxiais e o controle de acesso Carrier Sense Multiple Access/Collision Detect (CSMA/CD), sendo,
posteriormente, padronizado a 10 Mbps pelo IEEE. Foi baseado na topologia em barramento, utilizando como método
de acesso ao meio físico o protocolo CSMA-CD e a sinalização digital Manchester.

Nas redes locais, os dispositivos recebem duas denominações: Data Terminal Equipment (DTE) e Data Communication
Equipment (DCE). O primeiro é a origem e o destino de dados para os computadores, servidores, impressoras, etc. O
segundo representa os dispositivos que recebem e encaminham os dados ao longo da rede, formada pelos roteadores,
switches, etc.

Neste padrão, foi estabelecida uma nomenclatura específica para a definição da camada física, na qual são
apresentados a velocidade de transmissão, o tipo de modulação e o meio físico.
PON – Passive Optical Network

Uma rede óptica passiva (PON) é uma rede ponto-multiponto, onde a fibra chega até a rede do usuário final.

A rede PON é composta de divisores ópticos passivos (splitter) que permitem que uma única fibra, atenda a diversos
usuários finais, variando entre 32 a 128. Uma configuração PON reduz a quantidade de fibras e equipamentos na
central quando comparadas com as arquiteturas ponto a ponto, porque possui equipamentos ativos somente na
central e em suas terminações.

As redes ópticas passivas (PON) utilizam tecnologias padronizadas, pelos institutos ITU e IEEE.

A implantação da rede PON resulta em salas de telecomunicações menores, consequentemente menor necessidade de
refrigeração e consumo de energia, a tecnologia promove maior capacidade de pontos e controle centralizado da rede.
Equipamentos de comunicação

➢ REPETIDOR

➢ HUB

➢ SWITCH

➢ OLT

➢ ROTEADOR
REPETIDOR

Um repetidor tem o papel de estender o sinal de transmissão de um devido equipamento por exemplo, redes wireless,
WiMAX e telefonia móvel.

O repetidor atua na camada física do modelo OSI, sendo assim ao receber o sinal ele não realiza qualquer tipo de
verificação, apenas recebe os sinais das redes que interliga e os repete, sem realizar qualquer tipo de tratamento.

HUB

É um equipamento concentrador que tem o papel de interligar vários nós em uma rede.

Este dispositivo trabalha na camada física do modelo OSI, sendo assim ele funciona de forma simples recebendo o sinal
e encaminhando para todos os dispositivos conectados a ele, durante a transmissão do sinal nenhum outro dispositivo
pode enviar sinal na rede podendo causar colisões acarretando em perda das informações.
SWITCH

Dispositivos da camada de enlace do modelo OSI, que operam em alta velocidade de transmissão, capazes de
gerenciar e encaminhar o tráfego de informações através de suas portas.

O Switch segmenta o tráfego da rede, onde cada placa de rede terá o seu caminho próprio e serão interligados através
de um controle central (switch fabric) de acordo com as suas necessidades de transmissão.

OLT (Optical Line Terminal)

Equipamento utilizado na concentração e distribuição de uma rede óptica FTTx ou PON LAN.
A transmissão neste equipamento é baseado em redes PON (Passive Optical Network) desta forma a rede de
interligação dos nós é totalmente passiva, utilizando de elementos chamados Splitters para realizar a divisão do sinal
que será entregue aos nós.

ROTEADOR

Os roteadores são equipamentos que pertencem a Camada de Rede do modelo OSI, capazes de encaminhar pacotes
pela rede, compatibilizando protocolos e oferecendo conectividade entre LANs e WANs.
Equipamentos de comunicação

CORE SWITCH

DISTRIBUTION SWITCH

ACCESS SWITCH ACCESS SWITCH

DISTRIBUTION SWITCH

ACCESS SWITCH ACCESS SWITCH


Cluster: Conjunto de servidores administrados por um software específico e interligados por um switch dedicado de
alta-velocidade.

Roteadores: Equipamentos que fornecem interconectividade entre redes locais e entre LAN e WAN, estendem os
limites das LANs para MANs e WANs interligação entre redes com protocolos diferentes. Suportam vários dispositivos
de redes locais e podem empregar uma variedade de protocolos entre redes;

Switches: são dispositivos que segmentam o tráfego do sistema em Rede com base em endereços MAC (físicos),
através de hardware (circuitos internos).

Tranceiver: Um transceptor óptico é um circuito integrado (IC) que transmite e recebe dados por fibra óptica em vez
de cabos elétricos. Um SFP (small form-factor pluggable) é um módulo de interface de rede compacto e hot-pluggable
usado para aplicações de telecomunicações e comunicação de dados em redes ópticas.
Evolução das Redes
Redes Anteriores Redes Atuais

Gargalo Gargalo

Gargalo Gargalo

Gargalo
Gargalo
Gargalo Gargal
o

Gargalo Gargalo Gargal Gargal


o o

Fluxo de
Fluxo de Dados Dados
Um data center suporta dois tipos de tráfego: o tráfego que entra e sai do data center e o tráfego que é gerado e flui
apenas internamente ao data center. Normalmente, os dois tipos de tráfego são gerados pelas aplicações com algumas
especificidades dependendo da aplicação. Por exemplo, em aplicações de busca (searching) o tráfego interno domina
devido à necessidade de realizar indexações e sincronizações.

Por outro lado, em aplicações de vídeo sob-demanda, o tráfego externo prevalece. Atualmente um rede de alta
capacidade e alta velocidade é usada especialmente dentro do ambiente do Data Center. Este tipo de rede tem
demanda crescente por causa da do grande uso de virtualização e também uso de “Cloud Computing”.
Conceito de
cabeamento estruturado
Neste capítulo o treinando conhecerá os
principais conceitos de cabeamento
estruturado
Cabeamento estruturado

O cabeamento estruturado é um sistema único de


cabeamento, capaz de transmitir dados, voz e
imagem.

Ao projetar um sistema de cabeamento


estruturado, a flexibilidade é o ponto mais
importante.

• Simplificar a instalação e administração do


sistema;

• Flexibilidade de mudanças de layout;

• Convergência de dados e sistemas multimídias.


Sistemas integrados em um só cabeamento.

O cabeamento em edifícios corporativos era constituído por vários tipos de cabos incompatíveis entre si, sendo cada um
deles adequado a apenas uma aplicação específica, como: transmissão de voz, dados, imagem, sistemas de automação e
controle, sistemas de segurança, etc.

Cabeamento dedicado, sistemas proprietários, processamento centralizado e novas tecnologias de cabeamento estruturado
levaram os fabricantes e órgãos internacionais a desenvolver normas e padrões para o setor, para que houvesse a
adequação às novas e futuras aplicações.

As normas nacionais e internacionais, como a TIA 568 e seus adendos – estabelecem os requisitos elétricos e mecânicos
para os componentes presentes em toda a infraestrutura.

De acordo com a norma ABNT14565 – Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers – “Entende-se por
rede interna estruturada aquela que é projetada de modo a prover uma infraestrutura que permita a evolução e
flexibilidade para serviços de telecomunicações, sejam de voz, dados, imagem, sonorização, controle de iluminação,
sensores de fumaça, controle de acesso, sistemas de segurança, controles ambientais (ar condicionado e ventilação) entre
outros”, ou seja, o sistema de cabeamento estruturado é responsável por ser a base da infraestrutura de rede local,
encaminhando por todo empreendimento, pacotes de dados enviados pelos equipamentos ativos, conectados a este
sistema.
Para que a implantação do sistema de cabeamento em um edifício comercial seja feita de maneira adequada, é
imprescindível analisar a integração dos sistemas e a definição das rotas. Quanto antes o planejamento inicial for
feito, maior será a flexibilidade e a vida útil dos sistemas. Para escolher a melhor tecnologia a ser instalada, é preciso
analisar os serviços oferecidos atualmente e a expansão futura, optando entre um cabeamento óptico, metálico ou
misto (óptico + cobre).

Os sistemas de cabeamento em edifícios corporativos são compostos por até três subsistemas: backbone de campus,
backbone de edifício e cabeamento horizontal. Os subsistemas são interconectados para formar um sistema de
cabeamento.
Sistema de cabeamento estruturado

Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)

Work Area (WA)


Telecommunication Room (TR)

Equipament room (ER)

Entrance Facilities (EF)


Entrance Facilities (EF)
Local onde se dá a entrada dos cabos externos, metálicos ou ópticos, das concessionárias. A EF pode ser acomodada
junto a ER.

Equipment Room (ER)


Sala que abriga os equipamentos principais de telecomunicações do prédio. A EF pode ser acomodada junto a ER.

Telecommunication Room (TR)


Sala que abriga os elementos de interconexão entre o backbone e o horizontal cabling.

Work Area (WA)


Local onde o equipamento terminal de telecomunicações é usado e contém as tomadas a que esses equipamentos
serão conectados.

Backbone Cabling
Interliga os telecommunications rooms do prédio e dos prédios vizinhos.

Horizontal Cabling (HC)


É composto pelos cabos e caminhos que ligam do telecommunication room para a work área.
Normas de cabeamento estruturado
TIA 568 / TIA 569 / TIA 606

[Link]
Toda esta infraestrutura foi padronizada
através de normas, para:
TIA 570
• permitir a interoperabilidade entre os
diversos fabricantes desta solução;
TIA 1005
• orientar o projeto de novas instalação
e adequação das já existentes;

• fornecer subsidio para os fabricantes


de equipamentos.

TIA 942
Há uma grande variedade de padrões definidos para cabeamento estruturado. As entidades americanas TIA
(Telecommunications Industry Association) e ANSI (American National Standards Institute) definiram o padrão
ANSI/TIA-568 que especifica como projetar, implementar e gerenciar um sistema de cabeamento estruturado (SCE),
sendo na atualidade a norma mais difundida nessa área.

Na Europa, Ásia e África, existe também padrões definidos pela ISO (International Organization for Standardization)
e IEC (International Engineering Consortium). A norma ISO/IEC 11801, estabelece características genéricas de
cabeamento para atender às necessidades dos consumidores.

Os materiais de treinamento da Furukawa, estão geralmente baseados na ANSI/TIA e nos manuais de boas práticas
da BICSI.

ANSI/TIA-568
Define os principais conceitos do cabeamento estruturado, seus elementos, a topologia, tipos de cabos e tomadas,
distâncias, testes de certificação.

ANSI/TIA-569
Define a área ocupada pelos elementos do cabeamento estruturado, as dimensões e taxa de ocupação dos
encaminhamentos e demais informações construtivas.
ANSI/TIA-606
Especifica técnicas e métodos para identificar e gerenciar a infraestrutura de telecomunicações.

ANSI/TIA-570
Aplica-se aos sistemas de cabeamento e respectivos espaço e caminhos para prédios residenciais multiusuários, bem
como casas individuais. Ela especifica os sistemas de cabeamento na intenção de suportar uma larga faixa de
aplicações de telecomunicações em ambiente residenciais.

ANSI/TIA 1005
As normas ANSI/TIA 1005 – Telecommunication Infrastruture Standard for Industrial Premises e a norma europeia
ISO/IEC 24702 Information Technology – Generic Cabling – Industrial Premises, especificam o cabeamento
estruturado quanto a projeto e as práticas de construção para ambientes industriais abordando requisitos,
distâncias, configurações e topologias que suplementam a norma geral de Edificações Comerciais (EIA-TIA 568,
ISO/IEC 11801 ou NBR 14565).

ANSI/TIA-942
Define a infraestrutura, a topologia e os elementos para o projeto de um data center, relacionado aos campos afins
como o cabeamento estruturado, proteção contra incêndio, segurança, construção civil, requisitos de controle
ambiental e de qualidade de energia.
Topologia do cabeamento estruturado
Elementos funcionais que compõem um sistema de cabeamento genérico.

Topologia do sistema de cabeamento Topologia do sistema de cabeamento


estruturado em edifícios comerciais estruturado genérico Nota - Os elementos
MC DC apresentados em ambas
as topologias
2 2 3 3 representam os cabos e
hardwares de conexão.
IC IC DB DB

2 2 2 2 2 2

1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP HCP CP HCP CP CP CP HCP CP HCP CP

TO TO TO EO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO

DA Distributor A 1 Cabling Subsystem 1 Cable


MC Main Cross-connect 1 Horizontal Cable
DB Distributor B 2 Cabling Subsystem 2 Cable
IC Intermediate Cross-connect
DC Distributor C
HC Horizontal Cross-connect
EO Equipment Outlet 3 Cabling Subsystem 3 Cable
TO Telecommunications Outlet 2 Backbone Cable
CP Optional Consolidation Point
HCP Horizontal connection point connector
HCP Optional horizontal connection point connector
EO Equipament Outlet
Optional Tie Cabling
CP Optional Consolidation Point
HCP Optional horizontal connection point connector
Optional Tie Cabling
As normas definem a topologia para o sistema de cabeamento estruturado sempre no modelo estrela. Uma
topologia estrela de cabos pode ser rearranjada nos pontos de cross-connects (pacth panels) para se obter uma
configuração de barramento ou anel, caso necessário.

O Backbone ou cabeamento vertical deve ser instalado na configuração estrela com hierarquia, não sendo permitido
mais de dois níveis hierárquicos de cross-connect no Backbone, para reduzir a degradação dos sinais e simplificar o
gerenciamento do sistema de cabeamento estruturado instalado.

O cabeamento horizontal é especificado como uma topologia estrela, com que cada tomada de trabalho (ponto) é
conectada ao TR (Telecommunication Room).
Topologia do cabeamento estruturado

MC

2
2

MC Main Cross-connect 1 Horizontal Cable


IC Intermediate Cross-connect
HC Horizontal Cross-connect
TO Telecommunications Outlet 2 Backbone Cable
IC IC HCP Horizontal connection point connector
EO Equipament Outlet
CP Optional Consolidation Point
HCP Optional horizontal connection point connector
Optional Tie Cabling
2 2 2

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os


cabos e hardwares de conexão.
HC HC HC

1 1 1
1 1 1

CP CP HCP CP HCP CP

TO TO TO EO TO TO TO TO TO
Pontos de Distribuição do Cabeamento

As siglas MC, IC e HC representam pontos de distribuição do cabeamento da rede, ou seja, são os equipamentos
passivos (patch panels). O MC (Main Cross-Connect), também denominado Distribuidor C, é utilizado na agregação
do backbone de prédios distintos em ambientes de área campus (três níveis), conforme ilustrado na figura abaixo. O
IC (Intermediate Cross-Connect), também denominado Distribuidor B, é utilizado na distribuição do cabeamento de
backbone no mesmo edifício.

Não deverá existir mais do que 2 níveis de hierarquia de cross connect dentro do Backbone. A partir do horizontal
cross connect até o main cross connect não deverá existir mais do que um intermediate cross connect, formando
assim dois níveis hierárquicos. Um nível hierárquico é o main cross connect e o outro é o intermediate cross connect.

O horizontal cross connect nao é considerado parte integrante do Backbone.


O ponto HC (Horizontal Cross-Connect), também denominado Distribuidor A, fica localizado nas Salas de
Telecomunicações (TR) e é utilizado na distribuição do cabeamento horizontal lançado até as tomadas de rede. As
tomadas são denominadas TO, do inglês Telecommunications Outlet.

Uma observação importante é que em ambientes menores, por exemplo onde existe um único prédio, não é
necessário que existam ambos os pontos MC e IC. Nesse caso, o MC fica responsável por distribuir o cabeamento de
backbone diretamente até os pontos HC. Uma última observação é que as linhas pontilhadas (figura acima)
representam ligações opcionais.

Em um projeto de cabeamento estruturado zoneado consiste em cabos horizontais que vão da conexão cruzada
horizontal na sala de telecomunicações (TR) para caixas de zona usadas para hospedar as conexões BAS (Building
Automation System) em pontos de conexão horizontal (HCPs) e conexões de dados e voz em pontos de consolidação
(CPs) . Os cabos são então continuados da caixa de zona para as saídas do equipamento e da área de trabalho.
Elementos do cabeamento estruturado
Subsistema de Cabeamento Genérico

Estrutura do cabeamento em edifícios corporativos.

A) Distribuidor de Campus (CD)


B) Backbone de Campus
C) Distribuidor de Edifício (BD)
D) Backbone de Edifício
E) Distribuidor de Piso (FD)
F) Cabeamento Horizontal
G) Ponto de Conexão (CP)
H) Cabo do Ponto de Conexão (Cabo do CP)
I) Tomada de Telecomunicações Multiusuário (MUTOA)
J) Tomada de Telecomunicações (TO)
Em edifícios comerciais, os elementos funcionais do cabeamento são: distribuidor de campus (CD); backbone de
campus; distribuidor de edifício (BD); backbone de edifício; distribuidor de piso (FD); cabeamento horizontal; ponto
de consolidação (CP); cabo do ponto de consolidação (cabo do CP); tomada de telecomunicações multiusuário
(MUTO); tomada de telecomunicações (TO); equipamento terminal (TE). Os sistemas de cabeamento em edifícios
comerciais contêm até três subsistemas: backbone de campus, backbone de edifício e cabeamento horizontal.

Os distribuidores (CD, BD e FD) são peças de hardware de conexão de onde partem cabos de telecomunicações
(cobre ou fibra ótica), que são neles fixados de maneira “permanente”, usualmente pela parte posterior. Tais peças
também possuem entradas, geralmente frontais, para a conexão de cabos de manobras (patch cords), representados
como “X” dentro dos distribuidores na Figura. Normalmente esses distribuidores são formados por patch panels ou
distribuidores óticos (DIO) e fixados em racks ou sobre paredes recobertas com pranchas de madeira.

As tomadas de telecomunicações (TO) são compostas por conectores modulares de oito posições, popularmente
conhecidos como “jack RJ-45”. São fixadas em caixas embutidas ou de superfície, ou em mobiliário. Patch cords
devem ser utilizados para a conexão com os equipamentos terminais, como computadores, telefones e impressoras
Introdução ao
cabeamento de cobre
Neste capítulo o treinando conhecerá os
conceitos, características e aplicações
dos cabos de cobre.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Um cabo de par-trançado é formado por 4 pares de condutores de cobre, que podem ser
constituídos por fios rígidos ou flexíveis, e quanto maior o número de torções (binagem)
por centímetro de cada par, melhor a qualidade do cabo e menor a interferência entre os
pares.

• O diâmetro do condutor de cobre é especificado em AWG (American Wire Gauge), e


representa quantas vezes o fio deve ser processado para atingir a sua bitola (diâmetro)
final. Cat.5e Cat.6 Cat.6A

AWG Diâmetro (mm)


19 0,91
22 0,64
23 0,57
24 0,51
26 0,41
28 0,32
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

1 Condutor sólido de
cobre de 23 AWG 1 - Condutor onde o sinal é
transportado

2 - Rip Cord é o cordão de


2 3 rasgamento utilizado para abertura
Rip Cord do cabo
Spline ou Crossweb
(Separador de pares) 3 - Spline garante a separação
entre pares e o trançado
secundário durante a instalação

4 4 - Par trançado afim o efeito de


Par Trançado interferência eletromagnética

Capa de PVC 5 - Capa PVC provê proteção aos


5 condutores e os une formando um
UTP único cabo
Cabo par trançado de cobre

O par-trançado consiste em dois fios de cobre isolados, que são trançados (binados) entre si para produzir a redução
do acoplamento entre os pares devido à indutância mútua e ao desbalanceamento capacitivo, minimizando os
efeitos da diafonia e do ruído. Este trançamento também aumenta o balanceamento entre os condutores,
maximizando o efeito de cancelamento de correntes, o que protege o par de interferências externas.

Os pares são agrupados e revestidos com camadas isolantes ou metálicas, em número que venha atender a
aplicação a que se destina. Para comunicação de dados os cabos com 4 pares são os mais utilizados.

Os cabos podem ser construídos com fio rígido (um condutor formado por um fio de cobre) ou flexível (um condutor
formado por 7 filamentos de cobre). Os cabos construídos com fios rígidos, também chamados de cabos rígidos, são
utilizados na conexão entre tomadas e patch panels e os cabos construídos com os fios flexíveis, também chamados
de cabos flexíveis, são utilizados para a construção dos cordões de manobra (patch cords). Além da diferença de
características mecânicas, a atenuação do cabo flexível é 20% maior do que a do cabo rígido.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

“Processo de Fabricação do Cabo de Rede (Par


Trançado).”.
[Link]

Este vídeo, feito pela Discovery Channel e publicado no


YouTube, demonstra como é fabricado o cabo de par
trançado.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

Cada condutor em um par de


cobre é capaz de atuar como
uma antena irradiando parte do
sinal que transporta.

Trançando os dois condutores que formam um


par de cobre acontece o cancelamento de suas
respectivas radiações evitando que o par cause
interferência ao meio externo.
De igual maneira o trançado diminui a
possibilidade de que o par aceite interferência
externa.
Os cabos de par trançados são compostos por 4 pares de fios de cobre que, como o nome sugere, são trançados
entre si.

Este sistema cria uma barreira eletromagnética, protegendo as transmissões de interferências externas, sem a
necessidade de usar uma camada de blindagem.

Este sistema sutil de proteção contrasta com a “força bruta” usada nos cabos coaxiais, onde o condutor central é
protegido de interferências externas por uma malha metálica.

Quanto mais apertado for o passo de trancamento mais próximos serão os valores das correntes induzidas nas duas
espiras adjacentes, produzindo a neutralização da influência dos campos magnéticos.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

Modelo de transmissão balanceado mostrando o ruído sendo


absorvido no sinal e sendo anulado no receptor
A técnica de transmissão utilizada em cabos de par trançado é chamada de transmissão balanceada, na qual o sinal
é transmitido em cada condutor com polaridade invertida, fazendo com que o ruído absorvido ao longo do percurso
seja anulado quando o sinal for recomposto.

• O campo eletromagnético gerado por um fio é anulado pelo campo do outro fio.
• Os dois fios são enrolados um ao outro, o que aumenta a proteção eletromagnética.
• Os fios são agrupados de dois em dois e enrolados.
• Trançamento Primário: É o trançamento VARIÁVEL entre cada par num cabo multipar.
• Trançamento Secundário: Trançamento aplicado a todos os pares de um cabo.

Além do tipo de material e técnicas de fabricação, diversos fatores influenciam na qualidade e desempenho do meio
físico:

• Quantidade de Passos
• Comprimento
• Espessura dos condutores
• Passos diferentes implicam em comprimentos diferentes
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

• Os cabos par trançado são geralmente classificados pela norma ANSI/TIA (American National
Standards Institute / Telecommunications Industry Association) ou pela norma ISO/IEC
(International Organization for Standardization and International Eletrotechnical Comission), de
acordo com as suas características construtivas (blindagem), capacidade de transmissão e
conforme sua resistência a flamabilidade.

• Os cabos xTP são vendidos originalmente em caixas de 305 m, ou seja 1000 pés.

• Além das características definidas por normas, os cabos devem atender também a diretiva
RoHS.
Diretiva RoHS

A diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances) é uma diretiva Europeia, em vigor desde 1º de Julho de
2006, que tem como objetivos principais reduzir a quantidade de resíduos industriais e a periculosidade dos
componentes, ou seja, restringir a utilização de determinadas substâncias nocivas, fomentar a reutilização dos
equipamentos e a valorização de seus resíduos e determinar uma gestão adequada, tratando de melhorar a eficácia
da proteção ambiental.

Esta diretiva divide em 10 categorias os tipos de aparelhos elétricos ou eletrônicos e todos os fabricantes de produtos
eletrônicos que se enquadram nestas categorias tiveram que adaptar o projeto de seus produtos para restringir o
uso de Chumbo, Mercúrio, Cádmio, Cromo Hexavalente, Polibromobifenilos ou Polibromobifeniléteres.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• A norma ANSI/TIA, classifica os cabos de par trançado, tanto blindado como sem blindagem, por
Categorias, de acordo com a sua capacidade de transmissão. Hoje no mercado encontramos os
cabos Categoria 3, 5e, 6 , 6A e 8, atendendo taxas de transmissão de até 40 Gbps.

TIA - Categoria CAT. 3 CAT. 5e CAT. 6 CAT. 6A CAT. 7* CAT. 7A* CAT 8 CAT 8.2*
ISO - Classe C D E EA F FA I II
Largura de Banda
16 MHz 100 MHz 250 MHz 500 MHz 600 MHz 1.000 MHz 2000 MHz 2000 Mhz
do Cabo
Não utiliza o Não utiliza o Não utiliza o
padrão RJ-45 padrão RJ-45 Solução para padrão RJ-45
e não é e não é Data Centers e não é
Padrão
Suporta Soluções normatizado normatizado até 40 Gbps, normatizado
mínimo para
Uso Telefonia 10 Gbps com para Data pela TIA 568. pela TIA 568. com limite de pela TIA 568.
cabeamento
restrições Centers Conectores Conectores distância de Conectores
de dados
possíveis: possíveis: 30 metros de possíveis:
TERA TERA canal TERA
GG45 GG45 GG45

Norma IEEE 802.3i 802.3u 802.3y 802.3an 802.3bz 802.3bq


Ano 1.990 1.995 1.997 2.006 2016 2016
Protocolo Ethernet 10Base-T 100Base-TX 1000Base-T 10GBase-T 2.5/5GBase-T 25/40GBase-T
Pares Utilizados 2 pares 2 pares 4 pares 4 pares 4 pares 4 pares
Banda Passante 7,5 MHz 31,25 MHz 62,5 MHz 450 MHz 100/200 MHz 2000 MHz
Codificação Manchester MLT-3 PAM-5 9D-PAM10 16-level PAM 16-level PAM
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

U/UTP F/UTP F/FTP


x / xTP
Blindagem dos Pares
Blindagem Global

S/UTP U/FTP S/FTP SF/UTP


Nas aplicações de comunicação de dados os cabos xTP são classificados quanto a suas características construtiva,
onde o x pode ser:

• U – Unshielded – cabos sem blindagem;


• F – Foilled – cabos com blindagem em folha metalizada;
• S – Screened – cabos com blindagem em malha metálica;

Os cabos U/UTP, normalmente com 4 ou 25 pares, possuem impedância de 100 ohms, tendo os seus condutores a
bitola de 22 AWG a 28 AWG. São revestidos por uma camada protetora de material isolante e o passo de
trancamento (binagem) dos condutores é diferente para reduzir o acoplamento.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

MULTILAN CAT.5e U/UTP CM GIGALAN PREMIUM CAT.6 U/UTP CMR

GIGALAN AUGMENTED CAT.6A F/UTP CM/CMR GIGALAN AUGMENTED CAT.6A U/UTP CM/CMR
Cabos par trançado Blindados
• A diferença básica entre os cabos para rede local blindado e não blindado é a proteção contra a interferência
eletromagnética (EMI) que os cabos blindados possuem.

• A blindagem em fita é mais efetiva para altas frequências ou interferências eletromagnética por radio
frequência (RFI).

• Malha de fio cobre estanhado: É o tipo de blindagem mais efetivo para baixas frequências ou interferências
eletromagnéticas (EMI). Neste caso, quanto maior a cobertura da malha, melhor a efetividade da blindagem.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

Cabos solid (rígidos) e stranded (flexíveis)


Cabos solid (rígidos) e stranded (flexíveis)

Existem cabos de rede com fios sólidos – rígidos - e também cabos stranded – flexíveis - (de várias fibras, também
chamados de patch), onde os 8 fios internos são compostos por fios mais finos.

Os cabos sólidos são os mais comuns e são para uso geral, pois oferecem uma menor atenuação do sinal.

Já os cabos flexíveis são usados em Patch Cord, que são cabos de manobra ou de interconexão usados em
cabeamento estruturado no arranjo físico de conexão (crossconnect entre patch panels interconexão patch panel e
switches) e/ou na área de trabalho para ligação entre equipamentos e tomada de rede.

Nesse sentido, a Anatel regulamentou na resolução 242 que os Patch Cords comercializados a partir de 30 de
novembro de 2007 devem ser flexíveis.
Conectores dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)

CONECTOR FÊMEA MULTILAN CAT.5e 90°/180° CONECTOR FÊMEA GIGALAN CAT.6 90°/180°

CONECTOR FÊMEA BLINDADO GIGALAN CONECTOR FÊMEA GIGALAN AUGMENTED CAT.6A


AUGMENTED CAT.6A
Existe diferenças de qualidade entre os conectores RJ-45 destinados a cabos categoria 5e e os cabos Cat 6 e Cat 6A.
No conector Cat 5e os 8 fios do cabo ficam lado a lado, formando uma linha reta.
Conector Cat 6 são dispostos em zig-zag, uma medida para reduzir o cross-talk e a perda de sinal no conector.
Conectores RJ-45 destinados a cabos Cat 6 e Cat 6A utilizam novos materiais, suportam frequências mais altas e
introduzem muito menos ruído no sinal .
Utilizando conectores RJ-45 Cat 5e, seu cabeamento é considerado Cat 5e, mesmo que sejam utilizados cabos Cat 6
ou 6A.

Conectores RJ-45 blindados


Para resultados corretos, os cabos blindados devem ser combinados com conectores RJ-45 blindados.
Eles incluem uma proteção metálica que protege a parte destrançada do cabo que vai dentro do conector, evitando
que ela se torne o elo mais fraco da cadeia.

ATERRAMENTO: Não é simples aterrar cabos blindados de forma adequada, especialmente se quiser usar hubs de
fiação antigos não projetados para STP. Neste caso, se a blindagem não for aterrada em uma das extremidades, ela
se transformará em uma antena multiplicando os problemas de interferência.

Um cabo blindado possui um fio de aço para aterramento, por isso o conector RJ45 a ser utilizado é diferente. Nele
deve “vinculado” este fio, para que os equipamentos conectados possuam o mesmo potencial elétrico.
Cabos LAN com alumínio cladeado em cobre (CCA)

OXIDAÇÃO DO ALUMÍNIO
Pontos de exposição do óxido de
alumínio no ponto de crimpagem do
condutor no RJ 45

Pontos de exposição do óxido de


alumínio pela ponta externa no
conector RJ 45

AVALIAÇÃO DO CONDUTOR NO TESTE DE NÉVOA SALINAS (SALT SPRAY)


Aluminio Condição anterior ao teste Condição posterior ao teste

Cobre Cabo CCA

Cabo de cobre sólido


De acordo com as normas internacionais aplicáveis e referenciadas pela Agência Nacional de Telecomunicações
(ANATEL) nos Requisitos I e II, o cabo com condutores CCA não atende os parâmetros mínimos quanto as
características do cobre e as características mecânicas e de performance elétrica do cabo para aplicação em
cabeamento estruturado, estando este não conforme no mercado brasileiro.

Em áreas litorâneas, a oxidação ocorre em um processo muito mais rápido e com maiores consequências, pois o
alumínio sofre ação em maiores proporções e o cobre fragiliza por não ter massa o suficiente para inibir a ação da
névoa salina causada pela maresia.

Em instalações que exigem o reconhecimento ao atendimento das normas norte-americano TIA-568, a norma
internacional ISO/IEC 11801 e a europeia BS EN 50173-1, seja por implicação direta às nomenclaturas das normas
referenciadas ou por associação através dos órgãos locais, os cabos com condutores CCA também não podem ser
utilizados.

LINK -
[Link]
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
Nos meios de transmissão metálicos xTP, as características elétricas estão diretamente
relacionadas com o desempenho dos cabos de par-trançado e sua Categoria, pois a
transmissão dos sinais de dados irá depender, basicamente, dos parâmetros elétricos dos
cabos. Assim, a qualidade de um cabo é determinada pelos seguintes parâmetros:

• Impedância;

• Atenuação;

• Paradiafonia (NEXT);

• ACR-N (Atenuation to Crosstalk Ratio);

• Power Sum NEXT;

• Return Loss (RL);

• Velocidade Nominal de Propragação (NVP);

• FEXT/ PS-FEXT/ACR-F.
• Impedância – É a influência da resistência, condutância, indutância, capacitância na sua transmissão, o valor
padrão é de 100 Ohm..

• Atenuação (Perda de inserção - Insertion Loss) – perda de potência do sinal elétrico ao passar pelo cabo UTP. A
atenuação é medida em decibéis (dB) e quanto menor for o valor da atenuação, melhor será o desempenho do
cabo;

• Paradiafonia (NEXT) – nível de interferência eletromagnética entre 2 pares de condutores de um mesmo cabo,
medida em decibéis (dB). Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;

• ACR-N (Atenuation to Crosstalk Ratio) – relação entre o valor da atenuação do cabo e a paradiafonia ou NEXT do
mesmo, sendo expressa em dB’s. Quanto maior o seu valor, melhor será o desempenho do cabo;

• Powersum NEXT – considera a soma da interferência dos demais pares do cabo sobre o par que está sendo
avaliado, expressa em dBs. Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;

• Perda de Retorno (Return Loss) – diferença entre a potência do sinal transmitido e a potência dos sinais refletidos,
medida em dBs. Quanto maior o valor, melhor o desempenho do cabo;
• Velocidade Nominal de Propragação (NVP)– tempo que o sinal elétrico leva para se propagar pelo condutor,
dependente do tempo nominal de propagação do cabo (NVP), da frequência e do seu comprimento. Quanto menor
o seu valor, melhor o desempenho do cabo. A diferença entre o par com menor atraso e o par de maior atraso é
definida como DELAY SKEW;

• FEXT / PS-FEXT / ACR-F – o parâmetro FEXT (Far-End Crosstalk) determina a interferência de sinais a partir de
transmissores operando na outra extremidade do link. Medido em dBs, quanto maior o seu valor, melhor o
desempenho do cabo. A soma de todos os FEXT incidentes num cabo recebe o nome de PS-FEXT (Power Sum Far-
End Crosstalk). Ao compararmos o FEXT com a atenuação incidentes (FEXT - Atenuação), nasce um novo parâmetro
denominado ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Os testes de certificação da rede, avaliam os parâmetros do sistema de cabeamento, e
garantem que todas as características originais do produto, foram mantidas durante a
instalação. Tais testes devem ser realizados antes da entrega da rede, pois necessitam que
os equipamentos ativos estejam desconectados no trecho a ser medido. Os pontos que não
forem aprovados na certificação da rede deverão ser refeitos.

• O teste da rede tem o objetivo de garantir a conectividade da pinagem dos conectores e os


parâmetros elétricos do cabo.

Equipamentos utilizados nos testes de redes:

• Mapeador de cabos (Cable mapper) - NÃO CERTIFICAM;

• Testador de cabos (Scanners) - CERTIFICAM;

• Analisadores de Rede - NÃO CERTIFICAM.


MAPEADOR DE CABOS

Efetua apenas o mapeamento dos condutores indicando falhas de mal contato, pares divididos, rompimento entre
outros.
Este equipamento não certifica a rede sendo utilizado apenas para verificação e troubleshooting.

TESTADOR DE CABOS (SCANNER)

Estes equipamentos portáteis realizam testes rigorosos baseado em normas para certificar que aquele segmento de
rede está apto a trabalhar com determinado tipo de tráfego de dados.

ANALISADOR DE REDE

São equipamentos ou softwares que servem exclusivamente para interceptar e registrar tráfego de rede.

Utilizado para monitoramento da rede, gerenciamento e diagnóstico de ambiente de rede. Este equipamento não
certifica a rede.

• um novo parâmetro denominado ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Componentes do cabeamento metálico

Extensão Metálica

Cabo
Patch Panel
Patch Cord

Conector Fêmea

Conector Fêmea

Patch Cord
Patch Panel

São painéis de conexão utilizados para a manobra de interligação entre os pontos da rede e os equipamentos
concentradores. São constituídos de um painel frontal (onde estão localizados os conectores fêmeas) e de uma parte
traseira (onde estão localizados os conectores do tipo “110 IDC”). Os cabos de par trançado que chegam dos pontos
da rede são ligados na parte traseira, enquanto na parte frontal são ligados os patch cord, que fazem a conexão
entre os equipamentos da rede (switches, entre outros) e o patch panel.

Conectores Fêmea - Tomada M8v

Os conectores fêmea são empregados na conexões de terminações de cabos UTP de condutores sólidos com bitolas
de 22 a 26 AWG, através de um sistema de travamento mecânico chamado 110 IDC que fixa o contato com os
condutores do cabo.

São comumente empregados nas áreas de trabalho e nos patch panels descarregados.
Extensão Metálica

A extensão metálica é constituída de cabo sólido, plugado em uma extremidade com conector tipo "RJ-45" e livre na
outra extremidade para conexão em conectores fêmeas ou patch panel. É comumente utilizada em ponto de
consolidação ou para configuração em cross conexão (espelhamento de equipamentos).

Patch Cord

Utilizados na interligação entre equipamentos e acessórios de rede, os Patch Cords proporcionam flexibilidade de
alterações logicas de layout dos pontos de rede. Basicamente são constituídos de cabos U/UTP ou F/UTP com
terminação em plug tipo “RJ-45”.
Introdução a Fibras
Ópticas
Neste capítulo o treinando conhecerá
os conceitos, características e tipos de
fibras ópticas comumente utilizados no
mercado
Introdução a Fibra Óptica
• A Fibra Óptica é um filamento de vidro com alta capacidade de transmitir raios de luz.

• Cada Fibra que constitui um cabo óptico é formada basicamente por um núcleo central de
vidro, por onde ocorre a transmissão da luz e uma casca que reflete a luz de volta ao núcleo.

Núcleo (core)
• Conduz os sinais de luz 8 – 62.5µm
245 µm 125 µm
• Composição: sílica e dopante

Casca (cladding)
• Mantém a luz confinada no núcleo
• Composição: sílica pura

Revestimento (coating)
• Protege o vidro
• Composição: acrilato
A combinação do laser e da fibra óptica deu origem a uma revolução no mundo das telecomunicações, que viu a luz
ganhar cada vez mais terreno em relação aos meios tradicionais de transmissão de informação (correntes elétricas e
ondas eletromagnéticas). A alta capacidade e a segurança na transmissão de dados por meio dos cabos de fibra
óptica fazem dela um elemento de extrema importância no atual mundo das comunicações.

A fibra óptica consiste em um fino fio de vidro flexível capaz de guiar a luz com baixíssimo índice de perda, graças ao
fenômeno da reflexão total. A estrutura dos condutores de fibra óptica é formada por duas partes essenciais, o
núcleo (core) e a casca (cladding). A relação entre os diâmetros de cada um deles e a dos seus índices de refração é
de grande importância para o comportamento da fibra óptica. O núcleo deve ter um índice de refração maior que a
casca para que se possa dar a reflexão total. Como proteção adicional, costuma-se cobrir o conjunto com um
revestimento (coating).

Desde o processo de fabricação, a casca nunca se separa do núcleo e o ato de decapar a fibra óptica, significa
remover o revestimento.
Por que usar Fibra Óptica?

VIDA ÚTIL ECONOMIA


LARGURA DE IMUNIDADE (DE PRODUTO E DE ESPAÇO E
BANDA TECNOLÓGICA) ENERGIA

INFRA-
MANUTENÇÃO DISTÂNCIAS
ESTRUTURA SEGURANÇA
REDUZIDA MAIORES
REDUZIDA
Maior largura de banda – Por se tratar de uma transmissão através da luz a fibra óptica nos proporciona maior
largura de banda do que o cabo de cobre, com velocidades que podem chegar até Tbps (Terabits por segundo).

Imunidade a interferência eletromagnética – Como vimos no capitulo anterior os cabos de cobre são sensíveis a
interferências eletromagnéticas, que podem ser causadas por diversos fatores, já a sinal da fibra óptica por sua vez,
não se degrada ou desaparece com essas interferências, por que seus dados são transmitidos através da luz em um
meio dielétrico como o vidro e não de correntes elétricas em meio a condutores de cobre.

Vida útil – As redes ópticas são chamadas future-proof ou à prova de futuro. Todas as aplicações existentes ou em
desenvolvimento no mundo são suportadas pelas redes de fibra óptica. A capacidade de transmissão de uma fibra
está na ordem de Tbps (Terabits por segundo), portanto hoje o limitante das aplicações está no equipamento e não
no meio.

Economia de espaço e energia – Com a utilização das topologia passivas (PON) tivemos uma grande melhoria nas
utilizações dos espaços, por não utilizarmos equipamento ativos no meio da rede, as salas técnicas puderam ser
trocadas por pequenos distribuidores (DIO), sem necessidade de refrigeração ou qualquer tipo de alimentação
elétrica.
Infraestrutura reduzida – As fibras tem dimensões menores que as dos cabos de cobre, dessa forma podemos levar
os mesmos serviços com uma redução significativa de volume de cabos, permitindo assim reduzir a infraestrutura
que comporta as instalações.

Manutenção reduzida – Soluções em fibra óptica permitem maiores distância e redução no número de ativos que é
o elemento que mais causa manutenção em uma rede

Distâncias Maiores – As aplicações em fibra óptica nos permite distâncias na casa de dezenas de quilômetros sem a
necessidade de repetidores sinal isso ocorre pois o efeito da atenuação na fibra é muito menos em comparação com
os outros canais de transmissão.

Segurança – Para se capturar um sinal que está sendo transmitido por uma fibra óptica é necessário o rompimento
da mesma, dessa forma a detecção da ação fica muito mais evidente, já nos cabos de cobre existem métodos menos
invasivos para captura desta informação, como emendas através de conectores ou até mesmo captura do campo
eletromagnético gerado pela transmissão.
Tipos de Fibras Ópticas

Existem dois tipos de fibras ópticas, Multimodo (MMF) e Monomodo (SMF).

Multimodo (MMF) Monomodo (SMF)


Diâmetro do núcleo: 50µm ou 62,5μm Diâmetro do núcleo: 9μm
Fibras Monomodo (SMF)

São tipos de fibras ópticas com dimensões de núcleo consideradas pequenas (9 µm) em relação ao diâmetro da
casca (125 µm), permitindo a incidência de raios de luz em um único ângulo, fazendo os raios luminosos percorrerem
o núcleo da fibra em apenas um modo e se propagarem simultaneamente em seu interior.

A fonte de luz utilizada nas fibras SMF é o ILD (LASER).

Fibras Multimodo (MMF)

São tipos de fibras ópticas com dimensões de núcleo consideradas grandes (50 ou 62,5 µm) em relação ao diâmetro
da casca (125 µm), por isso permitem que raios de luz, em vários ângulos, percorram o núcleo da fibra em vários
modos que se propagam simultaneamente em seu interior.

As fontes de luz utilizadas nas fibras MMF são o LED em instalações de 10 e 100 Mbps (em Ethernet) e o VCSEL em
instalações de 100 Mbps, 1 e 10 Gbps.
“Discovery Channel – Segredo das Coisas Como se
Fabrica Fibra Óptica”.

[Link]

Este vídeo, feito pela Discovery Channel e publicado no


YouTube, demonstra como é fabricada a fibra óptica.
FIBRAS CABOS

NÚCLEO USO TIPO INSTALAÇÃO


Monomodo Interno Geleado Diretamente
(SMF) (Tight) (G) Enterrado (DE)
ou
ou
ou Em Dutos (DD)
ou Núcleo Seco
ou
(S)
Auto-
Externo
Sustentado (AS)
(Loose) ou
ou
Totalmente
Multimodo Espinado
Seco
(MMF)
(TS)
Cabos

Cabo óptico é a união de várias fibras ópticas, revestidas de materiais que facilitam o manuseio e proporcionam
proteção contra esforços mecânicos, umidade e ambientes extremos. Os cabos ópticos são classificados de acordo
com seu uso, tipo e instalação.

Quanto a construção, os cabos podem ser Tight (cabos para uso interno), Loose (cabos para uso externo), Groove
(possui um elemento organizador em estrela) e/ou Ribbon (neste cabo as fibras estão organizadas em formato de
fitas, como por exemplo nos cabos MPO utilizados comumente em data center).

É importante esclarecer que alguns cabos Tight possuem proteções que permitem também o uso em lance externo.
Construção do Cabo Óptico

ESTRUTURA DO CABO ÓPTICO – TIGHT CABOS ÓPTICOS TIPO LOOSE


Normalmente usado em rede interna Normalmente usado em rede externa

Tight Buffer

Elemento de Tração

Rip Cord

Capa
Externa
Componentes dos cabos ópticos
Elemento Central / Sustentação

É um elemento dielétrico sob o qual os cabos são montados, que proporciona sustentação mecânica e
estabilidade térmica do cabo.

Unidade Básica UB
A unidade básica é um tubo plástico tipo “loose tube”, que abriga fibras ópticas com revestimento primário.

Código de cores segundo a TIA-568


Construção do Cabo Óptico

Depois de agrupadas as unidades básicas ao redor do elemento central, é incluso um


revestimento para a junção do cabo que depende do tipo de cabo a ser produzido.

A capa (revestimento) externa do cabo óptico tem a função de proporcionar resistência mecânica
e proteção à agressividade do ambiente (umidade, chuva, calor, raios UV, entre outros).
Conectores ópticos

• Os conectores ópticos possuem a função de conectar a


fibra óptica ao componente óptico dos equipamentos de
modo rápido e eficiente.

Carcaça

Capa ou bota

Face polida
Ferrolho

Conector LC
Conector MPO

Conector SC
Conectores Ópticos

Há vários tipos de conectores ópticos no mercado, cada um voltado a uma aplicação, variando no formato e no
modelo de fixação. Geralmente os conectores são machos, ou seja, os ferrolhos são estruturas cilíndricas ou cônicas
que são inseridos em adaptadores ópticos.

Os principais conectores utilizados atualmente, são os conectores tipo SC, LC, MPO e FC.
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os
componentes de mesmas cores.

SC-APC
(SMF/
MMF)

SC-PC
SC-SPC
SC-UPC
(SMF)

SC-PC
(MMF)
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os componentes de mesmas cores.

UPC - UPC

APC - APC
CONECTORES com polimento UPC X APC

Uma coisa que deve ser notada é que os conectores APC e UPC não podem e não devem ser acoplados.

Isso não apenas causa um desempenho ruim, já que os núcleos de fibra não se tocam, mas também pode destruir
os dois conectores.

A última coisa que você quer fazer é causar danos permanentes ao transmissor, especialmente com equipamentos
monomodo de custo mais alto.
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os componentes de mesmas cores.

APC - UPC
Os conectores são conectados por meio de alinhadores, e a cor indica o tipo de polimento da face que é importante
na hora de configurar os equipamentos. Sempre conecte os conectores de cores iguais por compatibilidade dos
alinhamentos.

Conectores de cores iguais devem ser conectados entre si.


Tipos de polimento

PC e UPC: APC:
São conectores ópticos de face polida de São conectores ópticos de contato físico
modo a permitir o contato físico com angular.
outro conector. ▪ Têm de 5º a 15º de inclinação de modo a
minimizar o retorno de luz e diminuir a perda de
▪ UPC é compatível com PC inserção
▪ Perda típica de até 0,5 dB ▪ APC NÃO é compatível com PC/UPC (a
▪ Em equipamentos OTDR o padrão conexão incorreta gera perda de 4 dB).
em geral é UPC ▪ Usualmente na cor verde
▪ Usualmente na cor ▪ Perda típica de 0,3
azul dB

SC - UPC SC - APC
Os 4 inimigos da conexão óptica são:

Poeira

Sujeira
Conector BOM

Umidade

Riscos
Conector SUJO

Conector com
gordura das mãos
Limpeza dos Conectores Ópticos

▪ Limpeza mista
▪ Lenços livres de fiapos +
álcool isopropílico
Limpeza dos Conectores Ópticos

COMO?

▪ Apóie um lenço de papel em uma superfície limpa e


plana, mantendo-o dobrado.

▪ No início da superfície de limpeza,


coloque algumas gotas de solvente.

▪ Posicione o conector com a face de modo perpendicular


(PC) ao lenço, ou com ângulo de 8° (APC), e apóie
sobre a superfície úmida.
Limpeza dos Conectores Ópticos

COMO?
▪ Gire o conector meia volta no sentido horário
▪ e meia volta em sentido anti-horário.

▪ Arraste a face do conector através do lenço,


deslocando-o da região úmida para a região seca.

▪ Inspecione.
▪ Caso necessário, repita o processo
de limpeza e inspeção.
Ferramentas de limpeza
[Link]
Vídeo: Ferramenta de Limpeza Óptica

✓ SC
✓ ST ✓ MPO/MTP
✓ LC
✓ FC ✓ MT-RJ
✓ E2000

▪ Desenho ergonômico.
▪ Permitem mais de 500 limpezas.
▪ Compatíveis com conectores machos e fêmeas.
▪ Compatíveis com polimentos PC e APC.
Conector sujo Conector limpo
FCP Fibra Óptica
[Link]
Classificação de
Flamabilidade dos cabos
metálicos e ópticos
Neste capítulo o treinando
conhecerá os conceitos de
características de flamabilidade
Critérios de segurança para cabeamento interno

• Em função da quantidade crescente de cabos internos utilizados em edifícios,


aumentou a preocupação dos fabricantes, instaladores e usuários, quanto as
características de retardância a chama destes cabos durante incêndios.

• Uma das primeiras normas que tratou sobre este assunto foi o NFPA 70 (NEC -
National Electrical Code), editado pela National Fire Protection Association
(NFPA), nos Estados Unidos. Baseado no NEC a UL (Underwriters Laboratories)
desenvolveu testes de flamabilidade e propagação a chamas.
Critérios de segurança para cabeamento interno

Em relação ao comportamento do cabo frente à


chama, temos os seguintes parâmetros:

Parâmetros Significado
Flamabilidade Trata-se de como a chama se propaga no cabo
Geração de Fumaça Refere-se à quantidade de fumaça gerada
Gases Tóxicos Produzidos Refere-se ao grau de toxidade da fumaça
Corrosividade da Fumaça Refere-se ao poder de corrosão da fumaça

Informativo técnico: Classes de Queima


Definições e classificação dos Cabos Internos quanto ao comportamento à chama
Critérios de segurança para cabeamento interno

Métodos de ensaio de comportamento de cabos frente a


queima ou chama estão definidas principalmente pelas
normas:

• UL - Estados Unidos
• IEC – Internacional

CABOS “LEAD FREE”


Cabine IEC 60332-1-2
Atende a política ambiental – RoHS (Restriction of the use of
Bandeja queima IEC 60332-3D
certain hazardous substances) que restringe o uso de
Chumbo; Cádmio; Cromo hexavalente; Mercúrio; PBB
(Polibrominados bifenilos) e PBDE (Éteres difenílicos
polibromados).

CABOS “LSZH”

São cabos que apresentam baixa emissão de fumaça e sem Câmara Teste Plenum – NFPA 272
Câmara UL 1685 (UL 1581 Vertical tray) a presença de halogênios (por ex. cloro, bromo) em sua
queima.
Classificação frente à chama para cabos
Metálico Óptico Descrição

Instalações residenciais com pouca concentração


de cabos e sem fluxo de ar forçado.
CMX - A área descoberta não deve ser superior a 3 m
(instalações residenciais).
Aplicação genérica para instalações horizontais,
CM COG (OFN) em instalações com alta ocupação, em locais
sem fluxo de ar forçado.
Indicados para instalações verticais em “shafts”
CMR COR (OFNR) prediais ou instalações que ultrapassem mais de
um andar, em locais sem fluxo de ar forçado
(RISER).
Para aplicação horizontal em locais
CMP COP (OFNP) (fechados, confinados) com ou sem fluxo de ar
forçado (PLENUM).
Classificação frente à chama para cabos
[Link]

Metálico Óptico Descrição

LSZH-1: Indicados para serem instalados em


locais com baixa concentração de cabos e em
LSZH-1 LSZH-1 dutos protegidos.
LSZH-3: Indicados para aplicações em caminhos
e espaços horizontais e verticais com ou sem
LSZH-3 LSZH-3 fluxo de ar forçado ou em locais com condições de
propagação de fogo similares a estas, em áreas
onde se constata grande afluência de público.

COG - PVC
Cabos de Cobre
Este capítulo apresenta as principais soluções
de cabos de cobre da Furukawa
MultiLan

CAT. 5e

Taxa de transmissão Residências


Limite de desempenho
1Gbps → 100m
100 Mhz Pequenos comércios

[Link]
detalhes/catalogo-de-solucoes-%7C-fcs
MultiLan

CAT. 5e CAT. 5e
U/UTP Dupla
F/UTP Capa
25P

CAT. 5e
Indoor/
CAT. 5e
Outdoor
UV Outdoor
GigaLan

CAT. 6

Taxa de transmissão Bancos


Cabeamento
1Gbps → 100m estruturado
Limite de desempenho Empresas de grande porte
250 Mhz
GigaLan GREEN

Cabo para transmissão


GIGALAN de dados GigaLan
GREEN GREEN Categoria 6 sem
LSZH blindagem, com
crossfiller, com
cobertura LSZH a base
de cana de açúcar, para
uso interno.

Taxa de transmissão Bancos


Cabeamento
1Gbps → 100m estruturado
Limite de desempenho Empresas de grande porte
250 Mhz
GigaLan

CAT. 6
CAT. 6 F/UTP
U/UTP com fita
WB

CAT. 6 Dupla GIGALAN


Capa Indoor GREEN
/Outdoor UV LSZH
GigaLan Augmented

CAT. 6A

Taxa de transmissão
10Gbps → Backbone
100m
Limite de desempenho
500 Mhz Data Centers
GigaLan Augmented
CAT. 6A CAT. 6A
U/UTP F/UTP

Diâmetro
8,6 mm 7,5 mm
Peso
80 kg/km 57 kg/km

PS ANEXT

40

50 EIA/TIA
60
U/UTP
Desempenho AlienXtalk 70

80 F/UTP

dB
10dB de margem 90

100

110

120

130
0 100 200 300 400 500 600
Freq MHz
• Os cabos GigaLan Augmented CAT.6A F/UTP (blindado), além de suportar os variados tipos de PoE no limite mais
alto e rigoroso de número de feixe de cabos, também operam altas taxas de transmissão para aplicações até
10GBASE-T e HDBaseT.

• Um ótimo exemplo de aplicação que exigirá mais do cabeamento é o tão falado Wifi-6 (802.11ax). Essa nova
tecnologia de redes wireless irá demandar taxas de transmissão de 10Gbps no cabeamento horizontal e
consequentemente os Access Points necessitarão um nível maior de alimentação PoE para garantir seu
funcionamento.

• Por isso o CAT.6A sempre é a melhor escolha para o cabeamento horizontal das novas redes, já que trata-se do
único padrão de cabeamento que pode dar sustentação (tanto em taxa de transmissão quanto de alimentação)
para aplicações que irão dominar cada vez mais o mercado Enterprise.
Cabeamento Categoria 7/7A*

Custo
elevado Não há norma definida

Conectores GG45, TERA ou ARJ45


ITMAX Categoria 8

CAT. 8

TIA Category 8 (ANSI/TIA-568.2-D)

Limite de desempenho Data Centers Taxa de transmissão


2000 Mhz RJ-45 25/40 Gbps
Canal horizontal máx. 30 metros

Link permanente máx. 24 metros

Patch cord: 2, 3 ou 4 metros


Linha GigaLan
Augmented (CAT.6A)
Este material é baseado no catálogo FCS.
Componentes do canal metálico

Extensão Metálica

Cabo
Patch Panel
Patch Cord

Conector Fêmea

Conector Fêmea
Patch Cord
Patch cord CAT.6A F/UTP

[Link]
detalhes/patch-cord-futp-gigalan-augmented-cat6a2

• Disponível nas versões LSZH e CM;

• Certificado Component verified, channel verified;

• Possui certificação ANATEL;

• Possui lingueta de travamento;

• Possui boot traseiro montado em duas partes para maior robustez.


Conector fêmea CAT.6A FTP 90/180

[Link]
detalhes/conector-femea-blindado-gigalan-augmented-cat6a

• Permite saída do cabo em 180° ou 90° com o mesmo


código;

• Fornecido com tampa frontal (Dust Cover);

• Permite a instalação de um ícone na tampa frontal;

• Compatível com ferramenta de crimpagem rápida


Premium.

[Link]
Conector fêmea CAT.6A UTP
[Link]
detalhes/conector-femea-gigalan-augmented-cat6a2601

• Design padronizado (conectores UTP);

• Permite saída do cabo em 90 e 180°;

• Fornecido com tampa frontal (Dust Cover);

• Fornecido com tampa traseira;

• Disponível em 05 cores (Branco, Bege, Azul, Vermelho e preto);

• Compatível com ferramenta de crimpagem rápida Premium.


- [Link]
Cabo eletônico par trançado 4 pares
CAT.6A U/UTP ou F/UTP
[Link]
• Tipo F/UTP ou U/UTP; detalhes/cabos-para-rede-local-lan-blindados

• Certificado ANATEL, component e channel verified para 04 conexões;

• Opções de fornecimento CM, CMR e LSZH;

• Fornecido em bobina de 305 metros;

• Disponível em varias cores.

Cabo U/UTP

Cabo F/UTP
LINK – [Link]

LINK - [Link]
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP

• Acessório para conexão em salas de telecomunicação


(espelhamento de ativos) e para distribuição de serviços no
cabeamento horizontal (Ponto de Consolidação);

• Excede os limites estabelecidos na norma TIA/EIA-568-C.2


CAT6A;
• Desempenho do canal garantido para 10 Gigabit Ethernet, para 4
conexões em canais de até 100 metros (F/UTP);
• Conector RJ-45 Blindado com garras duplas que garantem uma
melhor vinculação elétrica com as veias do cabo e proporcionam
auto desempenho frente a ruídos externos e interligação ao
sistema de aterramento;
• Suporte a solução U/UTP e F/UTP com o mesmo produto;
• Montado e testado em fábrica.

[Link]
detalhes/extensao-solida-futp-gigalan-augmented-cat6a
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP
[Link]

• Cabo pré-conectorizado formado por 06 cabos montados com conectores Fêmea ou


Macho;

• Disponível na opção CM ou LSZH;

• Montado e testado em fábrica;

• Produto certificado ANATEL;

• Instalação do tipo plug and play;

• Compatível com toda a linha de patch panels descarregados;

• Redução do tempo de montagem de um link em campo.


Patch panel descarregado

A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os conectores fêmea CAT.6A
U/UTP e/ou F/UTP.
Patch panel descarregado

A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os conectores fêmea CAT.6A
U/UTP e/ou F/UTP.

[Link]
resultado?q=patch%20panel%20descarregado
Novas Tecnologias

Neste capítulo o treinando conhecerá os


conceitos, características e novas
tecnologias computacionais
Evolução do modelo de comunicação

Nuvem
Disponibilidade da
informação

Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado

Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da rede
Processamento e
armazenamento
distribuído
A comunicação de dados passou a ser uma parte fundamental da computação a partir da década de 70, quando a
integração de recursos de processamento, memória e periféricos potencializou o uso de computadores de forma
integrada, até então, nunca vista. A partir disso, a tecnologia vem evoluindo em ritmo acelerado, principalmente nas
últimas décadas.

Com tendências, tais como hiper conectividade, o BigData, acesso em nuvem, mobilidade e Internet das coisas , a
infraestrutura deve estar preparada para suportar esse tráfego nas empresas, nas residências, e em qualquer lugar.
Os sistemas e seus componentes, agora tem que ser mais rápido e mais eficiente.

A “Internet das Coisas” é uma revolução tecnológica, que vem conectando a internet aparelhos eletrônicos do dia-a-
dia, tais como aparelhos eletrodomésticos, máquinas industriais e meios de transporte, cujo desenvolvimento
depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.

O ambiente de Mainframe possuía processamento local e com grande capacidade de armazenagem. Na


computação centralizada o mainframe fornece todo o armazenamento de dados e os recursos de processamento,
enquanto o terminal é apenas um dispositivo de entrada/saída remoto.

Quando as organizações começaram a ter necessidade de que os mainframes compartilhassem informações e


serviços com outros mainframes, as redes de computadores foram criadas.
À medida que o setor de informática se desenvolveu, computadores pessoais menores foram criados, permitindo às
pessoas controle total sobre seus próprios equipamentos. Esse poder da computação pessoal resultou em uma nova
estrutura, chamada de rede distribuída.

Ao invés de centralizar todo o processamento dos computadores em um único mainframe, a rede distribuída utiliza
vários computadores menores para obter os mesmos resultados de processamento.

A medida que as redes evoluíram a organização da rede tornou-se imprescindível, exigindo mais do cabeamento.

O cabeamento estruturado define um conjunto de padronizações para a infraestrutura de rede, meios de


transmissão, além de técnicas e regras de boas praticas de instalação e manutenção, com o objetivo de organizar a
infraestrutura de rede, promovendo um sistema de cabeamento flexível e confiável, capaz de ser utilizado por
diferentes equipamentos produzidos por diversos fabricantes, oferecendo facilidades de remanejamento de pontos
de trabalho, bem como a substituição de equipamentos ativos, sem que seja necessário um novo lançamento de
cabos.

A operação em nuvem, utiliza o processamento de serviços virtualizados em aplicações de alto desempenho e


grandes volumes de dados, resultando na disponibilidade em qualquer lugar utilizando sistemas paralelos e
distribuídos para alto desempenho em sistemas multiprocessados.
Evolução do modelo de comunicação

▪ Devido ao aumento significativo da geração de informações, aliado à velocidade de


conexão com a nuvem, processamento e armazenamento, surgem novas tecnologias
capazes de atender às novas demandas do mercado e o uso de recursos em data
centers e redes baseadas em fibras ópticas se tornam cada vez mais comuns.

“A Internet das coisas, explicada pelo [Link]”.


[Link]

Este vídeo, feito pelo [Link] e publicado no YouTube, explica o


conceito de Internet das coisas.
Data Center

É um sistema de alta disponibilidade definido como um prédio


ou parte de um prédio com a função principal de abrigar uma
sala de equipamentos e suas áreas de suporte.

Em abril de 2005 foi publicada a norma TIA-942


Telecommunications Infrastruture Standard for Data Center.

O ambiente de Data Center pode ser considerado


multidisciplinar e o seu projeto deve abranger as seguintes
áreas:

• Controle de acesso;
• Prevenção de incêndio;
• Energia e iluminação;
• HVAC (heating, ventilating and air conditioning);
• Arquitetura e infraestrutura;
• Redundância;
• Cabeamento estruturado.
Segurança e confiabilidade onde você mais precisa

Todos nós podemos citar algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, como Google, Amazon, Microsoft,
Apple e Facebook. Estas empresas desenvolveram tecnologias que milhões, às vezes bilhões, de pessoas acessam
diariamente.

Além destas, outras milhões de empresas diariamente necessitam retroalimentar as informações mantendo as
velocidades e confiabilidade necessárias e exigidas pela vida no Século XXI.

No centro destas empresas está o Data Center, instalação que abriga sistemas de computadores e componentes
relacionados, como sistemas de armazenamento e telecomunicações. O tamanho da sua empresa e o tamanho do
seu poder de computação determinam o tamanho ou a quantidade de Data Centers necessários.

Diante deste cenário, os requisitos tecnológicos dos sistemas de telecom de um Data Center são críticos e além dos
hardwares, o cabeamento precisa ser capaz de suportar as novas tecnologias e serviços futuros, e não somente o
cumprimento da demanda presente da rede.
Os Data Centers são estruturas complexas onde as operações em nuvem efetivamente acontecem de forma
virtualizada, gerenciadas por softwares extremamente sofisticados. A enorme dependência deles exige que sejam os
mais disponíveis possíveis.

Dentro do Data Center também há uma estrutura de vários servidores, storages e equipamentos de comutação e
controle, que estão conectados por uma malha de cabeamento capaz de levar sinais a velocidades altíssimas. Os
equipamentos nesses ambientes trafegam informações em taxas de 10Gb/s até 40Gb/s ou 100Gb/s e processam
dados em níveis que seriam impossíveis de se imaginar pouco tempo atrás.

A conectividade física desses ambientes é igualmente importante para a computação em nuvem e deve estar
preparada para os próximos degraus de 400Gb/s até 1Tb/s.
Data Center
O aumento do tráfego na rede e a nova era dos dispositivos IP (BYOD) estão obrigando as empresas a investirem em
infraestrutura. O segmento de IaaS (Infraestrutura como Serviço) é a área que mais cresce dentro do Cloud
Computing.

Diante deste cenário, os requisitos tecnológicos dos sistemas de telecom de um Data Center são críticos e além dos
hardwares, o cabeamento precisa ser capaz de suportar as novas tecnologias e serviços futuros, e não somente o
cumprimento da demanda presente da rede. Por isso, ao se projetar um data center deve-se levar em consideração
os seguintes itens:

1. Optar por uma solução que ofereça o melhor benefício a longo prazo pois a construção física de um Data Center só
se dá uma única vez;
2. Estudar antecipadamente as performances dos produtos, se os mesmos possuem certificações em laboratórios
independentes e a compatibilidade com os demais acessórios e equipamentos da rede;
3. Estar seguro de que a tecnologia selecionada está prevista na norma, para que esteja bem informado em caso de
mudanças nos parâmetros de desempenho.
Confira as vantagens de contar com a qualidade da Furukawa na solução ITMAX para Data Center

• Alta Disponibilidade: Canais de comunicação testados em fábrica para garantir disponibilidade e em diversas
topologias, e comprovados através de laboratórios de terceira parte - o que reduz quaisquer potenciais pontos de
falha e minimiza os riscos de downtime.

• Modularidade: É possível ampliar redes ópticas sem a necessidade de fusões ópticas e com alta densidade,
reduzindo o tempo de instalação e a possibilidade de falhas de comunicações.

• Performance: Sistemas que garantam uma transmissão com Zero Bit Error são primordiais, seja no cabeamento
em cobre de categorias 6A e 8, seja em links ópticos que atendam 10/40/100 Gbps e as futuras velocidades de
transmissão de 200/400 Gbps.

• Gerenciamento de Camada Física: Este sistema garante a atualização automática da documentação nas áreas de
cross-conexões de rede, também facilita a localização física dos dispositivos conectados na rede, tornando a gestão
de infraestrutura mais ágil e segura.
• Segurança: Através da implementação de um sistema de gerenciamento de camada física é possível administrar o
ponto físico da rede e mapeá-lo em uma plataforma de software, de forma que o Gestor de TI possa ter certeza do
que está interconectado. Qualquer movimentação não autorizada nos patch panels e/ou distribuidores ópticos irão
gerar alarmes, assim a equipe de TI consegue identificar as falhas instantaneamente.

• Alta Densidade: Soluções que permitam ampliações de atendimento às demandas futuras de forma ágil e que não
comprometam o desempenho dos canais de comunicação – sem a necessidade de expansão física, valorizando o
metro quadrado do Data Center.

• Eficiência Operacional: Uma infraestrutura de cabling projetada para tirar o máximo proveito do projeto civil, dos
sistemas de refrigeração e de energia (racks abertos, acessórios de cabling adequados para layout - corredores
quentes e frios, etc).
Rede ópticas passivas (PON)

Com o desenvolvimento das tecnologias de redes ópticas passivas


(PON) surgem soluções inovadoras, tais como, FTTx e Laserway.

[Link]
Laserway
FTTx

[Link]
FTTx (Fiber To The anywhere) é um termo genérico para designar arquiteturas de redes de transmissão de alto
desempenho, baseadas em tecnologia totalmente óptica. São redes passivas, também designadas por PON.

Esta tecnologia permite levar a fibra até a casa do assinante (FTTH), apartamento (FTTA), ou entrada do prédio
(FTTB).

A solução Laserway foi criada com base na tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network) para atender o
segmento de mercado Enterprise, com uma solução inovadora de infraestrutura de Redes LAN.

Conceitualmente, tratasse de uma rede baseada em fibras monomodo (SMF) com topologia ponto
multiponto, sendo que entre um único equipamento de agregação da rede (Core) e os equipamentos presentes nas
áreas de trabalho existem apenas elementos ópticos passivos..

VÍDEO - [Link]

VÍDEO - [Link]
FTTx (Fiber to the anywhere)

As redes ópticas passivas (PON) distribuem os serviços de dados, voz e


imagem por meio de fibras ópticas, utilizando tecnologias GPON e EPON,
ambas padronizadas pelos institutos ITU e IEEE, respectivamente.

Vantagens de uma rede totalmente óptica

• Atende a crescente demanda de banda dos usuários residenciais;


• Suporta Triple Play (Dados, Voz e Vídeo);
• Facilidade de instalação da rede e de ativação de novos clientes;
• Baixa atenuação, permitindo uma distância maior entre o provedor e o cliente
final;
• Maior qualidade e estabilidade na transmissão de informações;
• Meio físico não sofre interferências externas;
• Custos em declínio;
• Baixo custo de manutenção.
[Link]
detalhes/catalogo-de-solucoes-|-fbs
PON LAN

Rede Tradicional Laserway

Cabeamento
Horizontal

Switch
Workgroup

DIO
Ponto de Energia e Ponto de Ponto de
Consolidação Refrigeração Consolidação Consolidação

ONTs
Switch
Workgroup

DIO
Energia e
Refrigeração
DIO DIO
CORE
SPLITTER PASSIVO
SWITCH ▪ Salas de Comunicação Menores
Metálico ▪ Menor Necessidade de Refrigeração
Fibra Óptica SWITCH
Distribuição OLT ▪ Menor Necessidade de Energia
▪ Maior Capacidade de Pontos
WAN
▪ Controle Centralizado
A topologia de um cabeamento PON LAN é semelhante àquelas já empregadas para o cabeamento estruturado
convencional.

Na solução Laserway, a transmissão dos dados ocorre entre um equipamento chamado OLT (Optical
Line Termination), localizado na sala de equipamentos e a ONT (Optical Network Termination) localizados nas áreas
de trabalho. As ONTs fornecem conectividade a partir de patch cords metálicos a quaisquer dispositivos finais com
tecnologia Ethernet 10/100/1000BaseT, tais como, computadores, telefones IP, access points, impressoras, câmeras
de vigilância IP, sistemas de automação, controle de acesso, etc. Além da conectividade com equipamentos IP,
também podem ser ofertados serviços como telefonia analógica e vídeo analógico.

Entre OLT e ONTs está a rede de distribuição óptica ODN (Optical Distribution Network). Nesta rede estão presentes
as fibras ópticas do tipo monomodo (SMF) e os splitters ópticos, que são do que divisores de sinais ópticos. Os
splitters são componentes passivos, ou seja, que não requerem alimentação por energia elétrica e nem
refrigeração, e que tem por função dividir o sinal óptico de entrada, advindo de uma fibra da OLT, em múltiplas
saídas para as fibras que se conectarão às ONTs presentes nas áreas de trabalho.
Laserway
Benefícios de uma rede Laserway

Infraestrutura simplificada: com a diminuição de salas técnicas, eletrocalhas e dutos devido ao fato de que cada
fibra pode distribuir informação de vários usuários para cada porta óptica da OLT.

Redução do consumo de energia: devido à diminuição do número de salas técnicas necessárias para a rede local,
também diminui a necessidade de equipamentos para refrigeração e alimentação elétrica das salas. Além deste
fator, os equipamentos da solução Laserway apresentam um baixo consumo de energia por transmitirem dados por
um meio óptico.

Melhor controle de banda: como na solução Laserway os equipamentos OLT e ONTs estão localizados somente nas
terminações da rede óptica, o controle da banda utilizada em cada uma das ONTs se torna facilitado. Esta
característica de ter o equipamento centralizador da comutação do tráfego em um ponto central da rede também se
encaixa perfeitamente com o perfil de tráfego das redes locais atuais.

Rede à prova de futuro: a rede de distribuição da solução Laserway, formada por fibra óptica, splitters e acessórios
ópticos, tem uma capacidade de transmissão na ordem de Terabps (Terabits por segundo). É sabido que os
equipamentos ativos, com o passar do tempo, têm aumentos significativos em suas taxas de transmissão de dados. A
infraestrutura da solução implantada hoje já estaria pronta para suportar tais taxas.
Rede para edificações Green Building: muitas das características da solução Laserway são essenciais para atender
aos programas de incentivo ao uso de recursos eficientes, pois contribuem com a diminuição do consumo de energia,
dos sistemas de refrigeração e da quantidade de material usada no cabeamento.

Economia de investimentos: A solução Laserway traz importantes reduções em investimentos CAPEX (custos dos
materiais) e OPEX (custos de operação). CAPEX: com uma redução significativa de ocupação de espaço – cada porta
de equipamento pode atender até 64 diferentes serviços, pode-se prever salas técnicas menores e sem infraestrutura
exclusiva para sistemas de ar condicionado, energia estabilizada e periféricos. Em casos extremos, podem ser
reduzidas a um armário óptico. OPEX: a operação e manutenção da rede são simplificados por conta das salas
técnicas menores, menos ativo e consequentemente menor quantidade de pontos de falha, controle de todos os
pontos atendidos a partir de um único equipamento. Porém, o maior impacto está na redução do consumo de
energia, podendo chegar em até 70%.
Wireless Enterprise

• Apesar do cabeamento de cobre e óptico ser a base das redes de comunicação, em alguns pontos de
nossa rede é necessário uma conectividade sem fio e neste ponto temos que nos preocupar ainda mais,
pois a maior suscetibilidade a ruídos e maior exposição faz que tenhamos maiores cuidados com as redes
wireless.

• A solução Wireless Enterprise da Furukawa apresenta uma controladora robusta e multifuncional e Access
Points que equalizam o sinal entre diferentes dispositivos.

Controladora Wireless

Access Point
[Link]
detalhes/folder-wireless-laserway
Indústria 4.0

• Inteligência de Produção
• Produção Personalizável
• Flexibilidade
• Conectividade Total
• Alta Criticidade de Rede
• Redução de Custos
• Redução de Desperdícios
• Aumento de Produtividade
Indústria 4.0 é a quarta revolução industrial integrando as tecnologias digitais e a internet das coisas (IoT) porem
não é uma simples compra de tecnologia ou robotização é a digitalização e automação completa, atendendo
pedidos personalizados dos clientes e interligando cadeias de suprimento e distribuição.

LINK - [Link]
Indústria 4.0

ERP – Enterprise Resource Planning


MES – Manufacturing Execution System
PLM – Product Lifecycle Management
Cockpit Cloud
Digital Factory Usinagem
Realidade Virtual e Aumentada
Inteligência Cognitiva Controle de Qualidade
Reconhecimento Biométrico Facial
Gravação a Laser
Manufatura Aditiva
Montagem
Entrega Robotizada

[Link]
Indústria 4.0
[Link]

▪ Solução com grau de proteção IP68


▪ Cabos LSZH
▪ Capa TPU ou PVC 105º
▪ Produtos para instalação em trilho DIN
Norma TIA-568.0-E

Neste capítulo o treinando conhecerá os


conceitos da Norma TIA-568, e informações sobre
topologia, MUTOA, ponto de consolidação e
cabos reconhecidos pela TIA-568.0-E.
TIA-568.0-E Generic telecommunications cabling for customer premises

A norma ANSI/TIA-568 define os


principais conceitos de cabeamento
estruturado, seus elementos, topologia,
tipos de cabos e tomadas, distâncias e
testes de certificação.

No documento TIA-568.0-E, vamos


destacar a topologia da rede, os
conceitos de MUTOA (Multi User
Telecomunication Outlet Access) e ponto
de consolidação (CP), bem como os
cabos reconhecidos para o cabeamento
estruturado.
O ANSI/TIA-568, de 1991, foi o primeiro padrão americano para os sistemas de cabeamento estruturado (SCS –
Structured Cabling System).

O seu objetivo era prover um sistema de cabeamento flexível e confiável, capaz de ser utilizado por diferentes
equipamentos produzidos por diversos fabricantes, além de oferecer facilidades de remanejamento de pontos de
trabalho, bem como a substituição de equipamentos ativos, sem que seja necessário um novo lançamento de cabos
pelo prédio ou prédios em substituição aquele já instalado.
Topologia do sistema de cabeamento estruturado genérico
MC
DC Main Cross-Conect

3 3

IC
DB DB Intermediate
Cross-Conect

2 2 2

HC
1
DA DA DA Horizontal
1 Cross-Conect

1 1 1 1 1 1 1
1
CP CP HCP CP HCP CP

EO EO EO EO EO EO EO EO EO

DA Distributor A 1 Cabling Subsystem 1 Cable


DB Distributor B 2 Cabling Subsystem 2 Cable
DC Distributor C
EO Equipment Outlet 3 Cabling Subsystem 3 Cable
CP Optional Consolidation Point
HCP Optional horizontal point conector
Optional Tie Cabling

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os cabos e hardwares de conexão.

Norma ABNT
Main Cross-Connect (MC)
É o ponto de conexão entre os equipamentos, o cabeamento de entrada e o cabeamento de backbone (interno e
externo). Este é o ponto principal de conexão da rede de cabeamento estruturado.

Intermediate Cross-Connect (IC)


É um ponto de conexão opcional entre o MC e o HC. É comumente utilizado em redes CAMPUS, composta por
diversos edifícios.

Horizontal Cross-Connect (HC)


É o ponto de terminação do sistema de cabeamento estruturado, onde os serviços disponibilizados pelo backbone
cabling ou cabeamento vertical são conectados ao cabeamento horizontal.

Cabling Subsystem 1 (Subsistema de cabeamento 1)

Tem a função de encaminhar o sinal entre os Distribuidores A (DA), B (DB) ou C (DC) e o Equipment Outlet (EO).

Cabling Subsystem 2 and 3 (Subsistema de cabeamento 2 e 3)

Tem a função de encaminhar o sinal entre os Distribuidores DA, DB e DC.


Interconnection e cross-connection
INTERCONNECT CROSS-CRONNECT
Switch Switch

Patch Cord Extensão Sólida (Cabo sólido)

Patch Panel
Patch Panel
Cabo sólido Patch Cord

Tomada Fêmea Patch Panel


(M8V)

Cabo sólido
Aplicação correta Extensão Sólida (cabo sólido) feito em fábrica
Não deve aplicar patch cord flexível porque:
• Patch cord é cabo flexível, pode não ser compatível com conexão RJ 45 fêmea (salvo
exceções registradas na especificação técnica do patch panels ou nos Keystone Jacks). Tomada Fêmea
(M8V)
Interconnection (Interconexão)

Trata-se de um arranjo físico por meio de patch cables, que realiza uma conexão direta do hardware (switch, PABX,
entre outros) com o cabeamento horizontal ou backbone.

Cross-Connection (Conexão cruzada)

Trata-se de um arranjo físico de conexão, realizado por patch panels, blocos 110 e DIOs, que permite, por meio de
cordões de manobra (patch cables) ou jumpers, mudar o tipo de serviço a ser disponibilizado para o cabeamento
horizontal ou para o backbone.
Interconnection e Cross-connection
CROSS-CRONNECT
Switch

Extensão Sólida (Cabo sólido)

Patch Panel

Patch Cord

Patch Panel

Cabo sólido
Aplicação correta Extensão Sólida (cabo sólido) feito em fábrica
Não deve aplicar patch cord flexível porque:
• Patch cord é cabo flexível, pode não ser compatível com conexão RJ 45 fêmea (salvo
exceções registradas na especificação técnica do patch panels ou nos Keystone Jacks). Tomada Fêmea
(M8V)
MUTOA

• Atende no máximo 12 WA;


• Deve ser fixada em Pontos Permanentes.
• O tamanho do patch cord na área de trabalho, para links metálicos, pode ser de até 22 metros
dependendo do tamanho do horizontal cabling. Para links ópticos o total do link (patch cords +
Cabeamento Horizontal) pode ser de até 100 metros.
Patch Cords/Jumpers

Equipment
Cords
Equipment Outlets
Equipment

Laptop Computer
IXI Equipment Cords

Cabling Distributor A
Subsystem 1
Cable Cabling
Subsystem 2 or 3 Cable
MUTOA
Telephone Distributor Room
Equipment Outlet Space
Conceito Cabeamento Escritórios Abertos

Esse conceito nasceu da premissa de que nem sempre e possível preservar o cabeamento instalado, diante das
constantes mudanças de layout que existem no dia a dia. Por isso, ele e amplamente utilizado em locais com
divisórias ou moveis modulares e em áreas com previsão de ocupação futura. A principal vantagem desse sistema e
que no caso de uma mudança de layout, o lance de cabeamento a ser alterado e bem menor, facilitando as
mudanças e aumentando a flexibilidade. Fisicamente o “zone-cabling” pode ser implementado por meio de um bloco
110IDC ou por uma caixa de superfície.

Essa opção de cabeamento consiste na instalação de um painel de distribuição intermediário no cabeamento


horizontal, com o uso de MUTOA (Multi User Telecommunication Outlet Assembly) ou CP (Consolidation Point). Essa
facilidade permite aos usuários de um ambiente comercial maior capacidade de reconfiguração do cabeamento,
uma vez que os cabos de rede serão lançados do TR ate o MUTOA ou CP.

LINK - [Link]

LINK - [Link]
posicoes-expansivel
MUTOA

Comprimento dos patch cords (TIA-568.0-E – 5.10)


Máximo comprimento do Patch Cord em Canal
Link m (ft) Maximum Combined Length of Cords m (ft)
Os comprimentos dos cabos Metálicos e
D=0 D=0.2 D=0.5
Ópticos dependem da aplicação utilizada.
Permanent Link 90 m 90 (296) 12 (39) 10 (33) 8 (26)
Channel 100 m 85 (279) 17 (56) 14 (46) 11 (36)

C= (102-H)/(1+D) 80 (262) 22 (72) 18 (59) 15 (49)


75 (246) 27 (89) 22 (72) 18 (59)
W=C-T≤ 22 m
para cabos com pares de 24AWG U/UTP ou SF/UTP 70 (230) 32 (105) 27 (89) 21 (69)
W=C-T≤ 17 m Tabela A – Comprimento do patch cord
para cabos com pares de 26AWG SF/UTP

Onde:
C = máximo valor do cabo da WA, cabo de equipamento e patch cable
H = comprimento total do cabeamento horizontal
(C+H ≤ 100 m )
D = fator relativo à dimensão do patch cord
(0,2 para 24 AWG U/UTP ou SF/UTP e
0,5 para 26 AWG SF/UTP)
W = comprimento máximo do cabo da área de
trabalho
T = tamanho total de patch cords e cordões de equipamento na TR.

ABNT 14565
Ponto de consolidação

Equipment Outlets Patch Cords/Jumpers

Cabling Equipment
Laptop Computer Subsystem 1 Cable

IXI
Telephone
Equipment Outlet Space Equipment Cords

Cabling
Subsystem 1 Cable
Cabling Distributor A
Subsystem 1 Cabling
Cable Subsystem 2 or 3 Cable
CP
Distributor Room
Laptop Computer

Telephone • Cada ponto de consolidação (CP) atende no Máximo 12 WA.


Equipment Outlet Space
• Somente é permitido uma CP por Cabling Subsystem.
• Distância não deve ser inferior a 15 m do distribuidor
devido a problemas de Reflectância (Return Loss).
• Deve estar sempre fixado em Pontos Permanentes.
• O CP é opcional na interconexão do subsistema de cabeamento 1.
Ponto de Consolidação (CP)

É um ponto de interconexão no cabeamento horizontal, visando facilitar o remanejamento das áreas de trabalho.
Para locais que necessitem de remanejamentos frequentes, recomenda-se o uso de tomadas de telecomunicação
multiusuário.

O Ponto de Consolidação deve estar em uma localização fixa que atenda as áreas de trabalho quando estiverem
sendo remanejadas. Em um lance horizontal (cabo) só poderá existir um ponto de consolidação, que poderá ser
combinado com um MUTOA.
Ponto de consolidação

Cabo
Patch Cord

Patch Panel
Ponto de Consolidação

Extensão Metálica
Ponto de Consolidação (CP)
É importante lembrar, que o canal horizontal, do patch panel
a tomada da área de trabalho, deve ser feito com cabo
rígido e pode ter até 90 m.

Patch Cord
Ponto de consolidação x MUTOA

Cabo Rígido Cabo Rígido

Patch cord
Patch cord
Cabo Rígido
Patch cord

Patch cord
• A distância do Rack a tomada de telecomunicações é de • O patch cord da área de trabalho pode ter até 22
até 90 metros sempre com cabo rígido; metros feito com cabo flexível, conforme tabela
• A somatória dos patch cords pode ser no máximo 10 anterior.
metros, feito com cabo flexível.
Cabos reconhecidos
A norma TIA-568.0-E reconhece cabos par trançado CAT.5e ou superior, cabos de fibras ópticas
do tipo multimodo (MMF) ou monomodo (SMF), bem como, cabos coaxiais.
CAT.5e CAT.5e CAT.6 CAT.6A CAT.8 MMF SMF Coaxial
25p 4p 4p 4p 4p
Edifícios Comerciais 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-568.1-E) 6 e 11)
Edifícios Comerciais 75 Ω
Backbone Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-568.1-E) 6 e 11)
Data Center OM3
Cabeamento Horizontal 75 Ω
(TIA-942-A) Não Não Sim Sim Sim OM4 Sim (734 e 735)
OM5
Data Center OM3
Backbone 75 Ω
(TIA-942-A) Sim Sim Sim Sim Sim OM4 Sim (734 e 735)
OM5
Residencial 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-570-C) 6, 11 e 59)
Residencial 75 Ω
Backbone (Série
Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
(TIA-570-C) 6, 11 e 59)
Norma TIA-568.1-E
Requisitos para
Cabeamento Estruturado

Neste capítulo o treinando conhecerá os


principais requisitos desta norma para
implementação do cabeamento estruturado.
Sistema de cabeamento estruturado

Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)

Work Area (WA)


Telecommunication Room (TR)

Equipament room (ER)

Entrance Facilities (EF)


Entrance Facilities (EF)
Local onde se dá a entrada dos cabos externos, metálicos ou ópticos, das concessionárias. A EF pode ser acomodada
junto a ER.

Equipment Room (ER)


Sala que abriga os equipamentos principais de telecomunicações do prédio. A EF pode ser acomodada junto a ER.

Telecommunication Room (TR)


Sala que abriga os elementos de interconexão entre o backbone e o horizontal cabling.

Work Area (WA)


Local onde o equipamento terminal de telecomunicações é usado e contém as tomadas a que esses equipamentos
serão conectados.

Backbone Cabling
Interliga os telecommunications rooms do prédio e dos prédios vizinhos.

Horizontal Cabling (HC)


É composto pelos cabos e caminhos que ligam do telecommunication room para a work área.
Modelo de conexão
A norma TIA-568.1-E define o modelo de conexão para o cabeamento estruturado em
edifícios comerciais.
WA WA WA WA

WA WA TE

IXI
HC
TR HC WA
HC
TR
AP

MC IC
ES ER ER WA WA

Legend: Cable Legend:


AP Access Provider Campus or Inter-building Backbone
ES Entrance Room or Space Building Backbone
ER Equipment Room Horizontal Cable
MC Main Cross-Connect (Distributor C) Access Provider Cabling
IC Intermediate Cross-Connect (Distributor B)
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
HC Horizontal Cross-Connect (Distributor A)
WA Work Area
Telecommunications Outlet/Connector (Equipment Outlet)
IXI Cross Connect
Modelo de conexão
A norma TIA-568.1-E reconhece o uso de fibras ópticas lançadas diretamente da TR para a WA,
possibilitando a aplicação de soluções Laserway (PON LAN – Passive Optical Network) e FTTA
(Fiber to the Apartment).
(Splice or Innerconnect) Telecommunications
Outlet/Connectors
TE WA

Telecommunications
Outlet/Connectors

TR (Splice or Innerconnect) WA

(Pull-through Cable) Telecommunications


Outlet/Connectors

TR WA

Legend:
Equipment
ER Equipment Room
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
IXI WA Work Area
Telecommunications Outlet
Backbone Cable
Centralized Cross -Connect ER Horizontal Cable
Terminologia Tia-568 e ISO/IEC-11801
Topologia do sistema de cabeamento estruturado em Topologia do sistema de cabeamento estruturado
edifícios comerciais genérico
Norma TIA-568 Norma ISO/IEC-11801-2
MC
CD
2 2
3 3

IC IC
BD BD
2 2 2
2 2 2
1
HC HC HC
1 1
FD FD FD
1
1 1 1 1 1 1 1
1
1 1 1 1 1 1 1
CP CP HCP CP HCP CP 1
CP CP CP CP CP
TO TO TO EO TO TO TO TO TO
EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO

MC Main Cross-connect 1 Horizontal Cable


IC Intermediate Cross-connect CD Campus Distributor 3 Cabling Subsystem 3 Cable
HC Horizontal Cross-connect BD Building Distributor 2 Cabling Subsystem 2 Cable
TO Telecommunications Outlet 2 Backbone Cable FD Floor Distributor 1 Cabling Subsystem 1 Cable
HCP Horizontal connection point connector EO Equipment Outlet
EO Equipament Outlet CP Optional Consolidation Point
CP Optional Consolidation Point Optional Tier Cabling
HCP Optional horizontal connection point connector
Optional Tie Cabling

Nota - Os elementos apresentados em ambas as topologias representam os cabos e hardwares de conexão.


Entrance Facilities (TIA-568.1-E)

• A Entrance Facility (EF) consiste no encaminhamento, espaços, equipamentos de proteção e outros que
são usados para conectar a infraestrutura de telecomunicação para acesso ao Provedor de Acesso,
Backbone Inter-Building e a infraestrutura do Campus.
Equipment Room (TIA-568.1-E)

• Equipment room (ER´s) possui um conceito diferente de TR´s e TE´s, devido aos equipamentos
existente nessa sala.

• A ER pode prover qualquer ou todas as funções de uma TR ou TE.

• O MC (Main Crossconnect; Distributor C) de um prédio comercial está localizado na ER.

• O IC (Intermediate Crossconnect; Distributor B) e HC (Horizontal Crossconnect; Distributor A)


também podem estar localizados na ER.

• O acesso a ER deve ser controlado e não pode servir como caminho de passagem a outras
áreas.
Equipment Room (TIA-568.1-E)

• O Tamanho da ER deve ser proporcional a 0,07 m2


para cada 10 m2 work área, sendo que a área mínima é
de 14 m2.

• Na ER, o patch cord poderá ter o comprimento máximo


de 5 m feito com cabo flexível.

• No mínimo duas tomadas de 127 V x 20 A elétricas


devem ficar a disposição.

• As condições de umidade e temperatura devem seguir


o especificado na norma TIA-569.
Telecomunication Room (TIA-568.1-E)
• O Telecommunications Rooms (TR) e o Telecommunications Enclosures (TE) provem um ponto
de acesso entre a área de trabalho (WA) e o Backbone.

A TR ou TE deve seguir os seguintes requisitos:


• Na TR, o patch cord poderá ter o comprimento máximo de 5 m feito com cabo flexível.
• Mínimo de uma sala de telecomunicações por piso, andar ou pavimento.
• Salas adicionais deverão ser utilizadas quando:
a) A área que será atendida > 1000 m2.
b) A distância da área de trabalho a distribuição horizontal é superior a 90 m.

Espaço da TR
Área Servida m2 (ft2) Tamanho mínimo m (ft)
1.000 (10.000) 3 x 3,4 (10 x 11)
800 (8.000) 3 x 2,8 (10 x 9)
500 (5.000) 3 x 2,2 (10 x 7)
Backbone Cabling (TIA-568.1-E)
(Cabling Subsystem 2 e 3)
WA WA

Tem a função de prover as conexões entre a EF (Entrance


Facilities) com a ER (Equipment Room) e a ER (Equipment WA WA

Room) com as TRs (Telecommunication Room).


HC
TR
O cabeamento deve ser planejado para acomodar a diversidade AP

de aplicações, ampliações, manutenção e realocação dos MC


EF ER
equipamentos.

Cabos reconhecidos:

• Cabo de par trançado (TIA-568-D.2);

• Cabo de Fibra Óptica MM (TIA-568-D.3) 2 Fibras;

• Cabo de Fibra Óptica SM (TIA-568-D.3) 2 Fibras;

• Broadband coaxial cabling (TIA-568-D.4).


Horizontal Cabling (TIA-568.1-E)
(Cabling Subsystem 1)

TO Itens Descrição
WA CP IXI HC
CP Consolidation Point
WA Work Area
Legend:
TO Telecommunications Outlet MUTOA Multi User Telecommunication
WA Work Area Outlet Assembly
HC IXI Horizontal Cross-Connect
TO CP Consolidation Point
Horizontal Cable
WA

• O cabeamento horizontal deve ser construído sempre na topologia estrela com comprimento máximo de 90 m.

• No mínimo dois permanents links devem ser providenciados para cada WA.

• Os 4 pares do cabo devem ser terminados no conector.

• O cabo par trançado (xTP) deve possuir a impedância de 100 ohms, conforme ANSI/TIA-568-D.2.
Work Area (TIA-568.1-E)
ANSI/TIA-568.1-E

• Área onde o equipamento terminal de TO

telecomunicações é usado e contém as WA CP IXI HC

tomadas a que esses equipamentos serão


conectados. Legend:
TO Telecommunications Outlet
WA Work Area
Horizontal Cross-Connect
• No mínimo 2 tomadas de telecomunicações TO
IXI
CP Consolidation Point
Horizontal Cable
para um máximo de 10 m². WA

• A somatória dos patch cords (TR + WA) pode


ser no máximo 10 metros, feito com cabo
flexível.

• A norma reconhece o uso de MUTOAs (Multi


User Telecomunicatons Outllets Assembly) e CP
(Ponto de Consolidação) para atender as áreas
de trabalho com flexibilidade.
Norma TIA-568.2-D
Parâmetros Mecânicos
e de Transmissão para
Cabos xTP 4 Pares
Neste capítulo o treinando conhecerá os
principais parâmetros mecânicos e de
transmissão para cabos xTP 4 pares.
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Padrão de Cores

Para os cabos UTP de 4 pares, a norma faz referência aos parâmetros mecânicos, modelo de conexão, código
de cores utilizados nos conectores e parâmetros de transmissão.

Código de Cores do Condutor Isolado para Cabos 4 Pares


Par Código de Cores Abreviatura

Par 1 Branco-Azul (W-BL)


Azul (BL)

Par 2 Branco-Laranja (W-O)


Laranja (O)

Par 3 Branco-Verde (W-G)


Verde (G)

Par 4 Branco-Marrom (W-BR)


Marrom (BR)

[Link]
detalhes/tipos-de-pinagem-para-canal-t568a-ou-t568b
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)

Raio de curvatura
• Cabo UTP Raio = 4x o diâmetro

• Cabo S/UTP Raio = 8x o diâmetro

Pinagem padrão
T568A

Construção
• 4 pares trançados de 26 AWG a 22 AWG.

• Padrão de Pinagem T568A ou T568B.


Pinagem padrão
T568B
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para links permanentes até Categoria 6A

Permanent Link (Link permanente)

Cabos e Cords
Cordão da área de trabalho ................................................ A
Ponto de consolidação opcional do cabeamento ................ B
Cabeamento Horizontal ...................................................... C
Patch Cord or Jumper Cable .............................................. D
Cordão do equipamento na Sala de Telecomunicações...... E

Permanent under test


Maximum Length
B+C................................................... 90 m (295 ft)
A+D+E.............................................. 10 m (32.8 ft)
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para links permanentes para Categoria 8

24 m

Permanent Link (Link permanente)

B
Cabos e Cords
Cabeamento Horizontal............... B

Comprimento Máximo
Permanent under test B................................................... 24 m (79 ft)
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para canal até Categoria 6A

Channel Link (Link do canal)

Canal em teste

Equipamento A B C D E
Equipamento
de de
teste teste
TO CP C1 C2
Permanente link em teste
Connecting Hardware
Tomada de telecomunicações/Connector............... TO
Ponto de consolidação opcional/Connector............ CP
Horizontal Cross-Connect or Interconnect......... C1,C2
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para canal para Categoria 8

30m

24m 3m
3m
Channel Link (Link do canal)

Canal em teste

Equipamento A B C
Equipamento
de de
teste teste
TO CP C1
Permanente link em teste
Connecting Hardware
Tomada de telecomunicações/Connector................ TO
Ponto de consolidação opcional/Connector............. CP
Horizontal Cross-Connect or Interconnect............... C1
Permanent Link

Esta especificação de medição em campo, foi definida na TIA-568.2-D e na ISO 11801-2, e inclui todo o cabeamento,
desde a conexão no patch panel até a tomada fêmea na outra extremidade do link. O teste de “permanent link” é
usado para se verificar a performance do cabeamento permanente.

Permanent Link para Cat 8

Esta especificação de medição em campo, foi definida na TIA-568.2-D e inclui todo o cabeamento, desde a conexão
no patch panel até a tomada fêmea na outra extremidade do link. O teste de “permanent link” é usado para se
verificar a performance do cabeamento permanente assim como no teste anterior, porém para Categoria 8 o limite
de comprimento do enlace é de 24 metros.

Channel Link

Esse segmento do cabeamento compreende o link permanente mais os patch cords, ou cordões de manobra.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

MPTL em teste Cabos e cords


Cabeamento Horizontal ............................................ E1, E2
Conexão de Hardware
Interconnect ...............................................................IC
Ponto de consolidação opcional .................................D
Comprimento máximo
E1+ E2 .......................................................................90 m
Conector Terminação de plug modular
C : Cordão do equipamento de teste
B : Patch Cord
Normalmente o cabo UTP do cabeamento horizontal é conectado a uma toma M8V na Work Area (Área de trabalho)
afim de fornecer flexibilidade ao usuário, porém em alguns casos podemos temos a necessidade de levar o
cabeamento a um dispositivo diretamente conectado, como uma câmera, um dispositivo de acesso wireless então é
nesta exceção que utilizamos a conexão MPTL.

▪ MPTL: Novo procedimento de teste para a infraestrutura convergente de hoje.

▪ Com a proliferação de plugues terminados em campo e com a possibilidade de uma terminação insatisfatória,
organismos de normalização reconheceram a necessidade de um procedimento de teste que incluísse a
conexão com plugue na extremidade.

▪ Ligação de Access Point, Câmeras, Sensores...

Teste MPTL TIA 568.2-D

▪ Utilizar o adaptador de permanente link no Patch Panel

▪ Utilizar o adaptador de patch cord na extremidade do conector RJ 45


Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Tabela – Relação de valores em dB com relação de potência

Valor em dB Relação de POTSAIDA/POTENT (mW)


30 1000
20 100
10 10
6 4
3 2
0 1
-3 0,5
-6 0,25
-10 0,1
-20 0,01
-30 0,001
+10 dB equivalente a multiplicar por 10
-3 dB equivalente a dividir por 2
-10 dB equivalente a dividir por 10
Decibel é uma função logarítmica. Logaritmo é uma útil ferramenta matemática baseada em expoentes. Uma
característica importante do logaritmo é sua multiplicação, que pode ser realizada com a adição de quantidades
logarítmicas. Do mesmo modo as divisões são realizadas subtraindo-se quantidades logarítmicas.

Tal método é benéfico ao se lidar com múltiplos estágios de amplificação ou atenuação, quando um minúsculo sinal
do éter é amplificando e processando de tal forma que possamos ouvi-lo num alto falante. Ao invés de multiplicar e
dividir os valores em cada estágio – frequentemente com sinais extremamente fracos e com vários zeros após o
ponto decimal – nós podemos considerar todos os valores em dB e obter o ganho ou perda total de um sistema de
uma maneira simplificada.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Os parâmetros de transmissão, com relação aos valores medidos para o link permanente e o link do
canal, são definidos pela norma TIA-568.2-D de acordo com a Categoria e aplicação do cabo.

RETURN LOSS - RL (Perda de Retorno)

• Uma relação expressa em dB da potência do sinal de saída para a


potência do sinal refletido, com a variação da impedância sendo a
fonte principal de problemas na perda de retorno.
• O RL deve ser medido para todos os pares do DUT (Device Under
Test), de 1 MHz até a frequência máxima para a Categoria.

INSERT LOSS - IL (Perda de Inserção)

• IL é a perda da potência do sinal resultado da inserção dos elementos


na linha de transmissão, ocasionada pela atenuação do sinal devido a
resistência de transmissão do meio.
• O IL deve ser medido para todos os pares do DUT de 1 MHz até a
frequência máxima para a Categoria.
Perda de Retorno (Return Loss)

Diferença entre a potência do sinal transmitido e a potência dos sinais refletidos, medida em dBs. Quanto maior o
valor, melhor o desempenho do cabo;

Atenuação

Perda de potência do sinal elétrico ao passar pelo cabo UTP. A atenuação é medida em decibéis (dB) e quanto menor
for o valor da atenuação, melhor será o desempenho do cabo;
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

PROPAGATION DELAY

• É o tempo que o sinal leva para ir de uma ponta a outra


de um cabo.

• O valor é dado em ns (nanossegundos).

PROPAGATION DELAY SKEW

• É a diferença entre o atraso da propagação do sinal, do


par mais rápido e o par mais lento em um cabo de par
trançado.

• O valor é dado em ns (nanossegundos).

• Valores de menor Delay Skew são melhores.


Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Crosstalk ou diafonia é a medida da interferência elétrica gerada em um par pelo sinal que está trafegando num par
adjacente dentro do mesmo cabo.

Quando um sinal elétrico trafega por um condutor, gera ao redor deste, um campo elétrico. Diafonia ou Crosstalk é a
medida da interferência elétrica gerada em um par pelo sinal que está trafegando num par adjacente dentro do
mesmo cabo. Uma menor interferência acarreta um melhor desempenho.

- A diafonia é mais crítica para as frequências mais altas.


- Quanto maior o número trançamentos por metro de cabo, maior será a resistência do cabo a esse tipo de
interferência

Assim, a diafonia entre dois pares em um cabo U/UTP ou F/UTP depende de vários fatores, entre eles os aspetos
construtivos do cabo, como bitola dos condutores, passo de torção (relação de trançamento do par), material
empregado no isolante e simetria entre os pares.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
NEXT (Paradiafonia)
• NEXT é a interferência eletromagnética medida a partir
da diferença de intensidade do sinal entre um par
perturbador e um par perturbado, medida próximo
(NEAR) a fonte do par perturbador, ocasionado por
ruídos. NEXT

FEXT (Telediafonia)
FEXT
• FEXT é a medida da diferença de intensidade do sinal
entre um par perturbador e um par perturbado, medida
distante (FAR) a fonte do par perturbador, ocasionado
por ruídos.
• Não é estabelecido para cabeamentos horizontais.
Paradiafonia (NEXT)

Nível de interferência eletromagnética entre 2 pares de condutores de um mesmo cabo, operando na extremidade
onde o sinal é injetado, medida em decibéis (dB). Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;

Telediafonia (FEXT)

O parâmetro FEXT (Far-End Crosstalk) determina a interferência de sinais a partir de transmissores, operando na
outra extremidade do link. Medido em dBs, quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

NEXT

FEXT
O NEXT (Near-End CrossTalk) ou paradiafonia diz respeito à interferência entre pares de fios na mesma extremidade
de um mesmo cabo. É um parâmetro bastante sensível e os valores mais altos indicam menor ruído (interferência).
Na realidade os resultados dos valores medidos é negativo, mas os equipamentos que fazem a medição não
mostram esse sinal negativo. Por isso um resultado de 30dB (-30dB) indica menos interferência do que um resultado
de 10dB (-10dB).

O FEXT (Far-End CrossTalk) ou telediafonia diz respeito à interferência entre pares de fios em extremidades opostas
de um mesmo cabo. O FEXT não é um problema tão sério quanto o NEXT porque a diafonia que ocorre longe do
emissor gera menos ruído.

A interferência por NEXT ou FEXT é exatamente a mesma do ponto de vista elétrico.


- A única diferença é a referência em que a interferência é avaliada, ou seja, se a interferência for medida na mesma
extremidade em que se encontra o sinal interferido, ela recebe o nome de NEXT.
- Se a interferência for medida na extremidade oposta àquela em que se encontra o sinal interferente, recebe o nome
de FEXT.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

Por esse motivo


o ponto MAIS
frágil são as
pontas
(conexões).
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

PS-NEXT (Power Sum Next)

• Power Sum NEXT é um cálculo, não é uma medição.

• PS NEXT é derivada da soma dos efeitos individuais NEXT em


cada par pelos outros três pares .

• PS NEXT varia significativamente com frequência.

PS-FEXT (Power Sum Far End x-cross Talk)

• Considera-se a somatória de interferências do sinal aplicado em


três pares sobre o quarto par distante, é calculado.

• É importante nas redes que utilizam todos os quatro pares de


fios.
Powersum NEXT – considera a soma da interferência dos demais pares do cabo sobre o par que está sendo avaliado,
expressa em dBs.

O PS-NEXT é uma medida de crosstalk mais rigorosa que inclui a soma total de todas as interferências que podem
ocorrer entre um par e todos os pares adjacentes de um cabo.

Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;

PS-FEXT – A soma de todos os FEXT incidentes num cabo recebe o nome de PS-FEXT (Power Sum Far-End Crosstalk).
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

Next X PowerSum Next


Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

ACR-N (Attenuation to crosstalk ratio, Near-end)

• ACR-N deve ser calculado para todos os pares do DUT.

• ACR-N = NEXT – IL (Atenuação)

PS-ACR-N (Power Sum Attenuation to crosstalk ratio,


Near-end)

• PS-ACR-N deve ser calculado para todos os pares do


DUT.
NOTA: Imagem
• PS-ACR-N = PSNEXT PIOR VALOR – IL (Atenuação)
ilustrativa, o
equipamento
não mostra
este gráfico
ACR-N (Atenuation to Crosstalk Ratio)

Relação entre o valor da atenuação do cabo e a paradiafonia ou NEXT do mesmo, sendo expressa em dBs. Quanto
maior o seu valor, melhor será o desempenho do cabo;

O ACR (ACR-N) nada mais é do que a diferença entre o NEXT e a atenuação em uma frequência e indica o quanto o
sinal está mais forte que a interferência causada pelo NEXT;

Devido à atenuação o sinal já chega mais fraco ao receptor, tendo como agravante o efeito NEXT atuando mais
intensamente no sinal próximo ao receptor;

O ACR é utilizado como critério para determinar a banda passante disponível no cabo.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
ACR-N (Attenuation to crosstalk ratio, Near-end)
VEJA a Fluke explicando o parâmetro:
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

ACR-F (Attenuation to crosstalk ratio, Far-end)

• ACR-F deve ser calculado para todos os pares do DUT.

• É calculado através da formula, ACR-F = FEXT – IL (Atenuação), e representa o sinal recebido


na ponta distante.

PS-ACR-F (Power Sum Attenuation to crosstalk ratio, Far-end)

• Considera-se a somatória de interferências do sinal aplicado em três pares sobre o quarto par
distante menos a Atenuação, e é calculado através da formula: PSACR-F = PSFEXT PIOR VALOR
– IL (Atenuação).
PS-ACR-F

Ao compararmos o PS-FEXT com a atenuação incidentes (FEXT - Atenuação), nasce um novo parâmetro denominado
PS-ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)

NVP (Velocidade de propagação nominal)

• A NVP é expressa como uma porcentagem da velocidade da luz. Ela pode ser medida em campo ou fornecida
pelo fabricante, variando de 60% a 80% conforme a norma TIA-568-D.2.

• A NVP deve ser configurada de acordo com as especificações do fabricante ou medida em campo, antes da
certificação dos parâmetros de rede.
• Cabos da Furukawa tem NVP de 68%.
Velocidade de Propagação nominal

Tempo que o sinal elétrico leva para se propagar pelo condutor, dependente do tempo nominal de propagação do
cabo (NVP), da frequência e do seu comprimento. Quanto menor o seu valor, melhor o desempenho do cabo. A
diferença entre o par com menor atraso e o par de maior atraso é definida como DELAY SKEW.
Alien Crosstalk – ANext (TIA-568.2-D)

• Alien Crosstalk ou ANext Está relacionado com a interferência entre os cabos que estão agrupados
dentro de dutos, eletrocalhas ou racks.

• A transmissões de dados em 10 Gbps, é bi-direcional, em todos os pares de um cabo, nesta


implementação a irradiação de sinais (ruídos) ultrapassou os limites da capa do cabo, podendo
interferir nos pares internos dos cabos adjacentes.

• Para minimizar os efeitos da Allien Crosstalk deve-se agrupar os cabos para lançamento em feixes de
no máximo 6 cabos.
Alien CrossTalk

O AXT (Alien CrossTalk) diz respeito à incidência de interferência entre pares de fios de cabos distintos que
passam pelo mesmo conduíte, por exemplo, quando submetidos à pressão excessiva.
PoE (Power over Ethernet)
• Power over Ethernet (PoE) é a tecnologia que permite a transmissão de dados juntamente com energia elétrica
por meio de um cabo de rede (LAN), do tipo par-trançado (UTP) de quatro pares, oferecendo ao mesmo tempo
alimentação e dados a dispositivos remotos.

• Esta aplicação tem alterado de forma significativa as redes de infraestrutura de cabeamento, já que proporciona,
obviamente, considerável redução de custos de instalação.

• Do ponto de vista do PoE, o ideal é que seja escolhido para o projeto a categoria de cabo mais adequada à
aplicação em utilização, avaliando sempre o nível de PoE necessário, prevendo o aumento de temperatura no
cabo de forma garantir a performance de transmissão de dados e a entrega de potência mínima necessária ao
dispositivo.

LINK - [Link]
PoE (Power over Ethernet)
Dispositivos PoE:

• O PSE - Power Sourcing Equipment é o dispositivo que fornece ou injeta energia em uma rede PoE. Existem dois
tipos de PSE: o endspan e o midspan. O primeiro está localizado na extremidade de um link, enquanto um
midspan fica no meio do link.

• Um PD - Powered Device é um dispositivo que consome energia do PSE. Um exemplo de um PD é um telefone


baseado em voz sobre IP de um desktop. Um switch PoE endspan é um switch Ethernet com capacidades PoE
incorporadas de forma que os dados e a energia sejam enviados via cabo UTP.

• Um injetor PoE midspan é tipicamente um dispositivo de duas portas que injeta energia em um ponto ao longo
do cabeamento UTP. Midspans são usados para alimentar PDs que estão conectados a switches que não
fornecem PoE. O midspan injeta energia CC no cabo e os dados passam via injetor de forma transparente. Na
maioria desses dispositivos, o limite de distância de 100 metros se aplica em toda extensão – desde o switch até
o PD.
PoE (Power over Ethernet)

Recomendações para uso PoE TIA TSB-184-A

▪ Utilizar cabos Categoria 6A em novas instalações;


▪ Cabos blindados F/UTP dissipam melhor o calor;
▪ Evitar instalar cabos em feixes;
▪ Utilizar calhas abertas melhora a dissipação térmica;
▪ No caso de utilizar os cabos em feixes, separá-los em feixes menores .

-25% -30%
Norma TIA-569-E
(Telecommunications Pathways and Spaces)
Elementos de Infraestrutura para o
Cabeamento Estruturado

Neste capítulo o treinando conhecerá os


principais elementos utilizados na
construção de caminhos para o
cabeamento estruturado.
TIA-569-E - Conceito
• Commercial Building Standard for Telecommunications
Pathways and Spaces.

• A norma TIA-569-E especifica os requisitos para os caminhos


e espaços de telecomunicações.

• Neste capítulo vamos tratar dos elementos reconhecidos pela


norma para construir estes caminhos.
O propósito da ANSI/TIA/EIA 569 é de normalizar as práticas de construção e projeto dentro e entre prédios
comerciais, relativas à infraestrutura de telecomunicações.
Especifica caminhos (eletrocalhas, eletrodutos, etc.) e espaços (salas), nos quais os equipamentos e os meios de
telecomunicações serão instalados.
Dentro deste princípio ela reconhece alguns conceitos fundamentais:
Os prédios são dinâmicos;
Os sistemas de telecomunicações e os meios são dinâmicos;
Telecomunicações são mais do que voz e dados.

Deve ser utilizado como uma referência para preparatórios e ocupantes de edifícios em especificações de projetos e
instalação visando facilitar a construção de contratos e compras de serviços;
Deve servir de um guia prático para arquitetos, engenheiros e para a indústria de construção em como projetar e
construir uma infraestrutura que seja adaptável a mudanças dentro da vida útil de um edifício;
Os dutos deverão ser desenhados para acomodação de todos os tipos de cabos de telecomunicações (voz, dados,
imagem, etc).
Dimensionamento e taxa de ocupação
da eletrocalha
Diâmetro Eletrocalhas - Ocupação 50% ( altura x largura mm)
Categoria Tipo do Cabo
(mm) 50 x 75 50 x 150 75 x 75 75 x 150 75 x 200 75 x 250
F/UTP 8,1 36 73 55 109 146 182
CAT.6A
U/UTP 8,6 32 65 48 97 129 161
F/UTP 7 49 97 72 146 195 244
F/UTP Indoor / Outdoor 7,2 46 92 69 138 184 230
CAT.6
U/UTP 6 66 122 99 199 25 332
U/UTP Indoor / Outdoor 6,1 64 128 96 192 257 321
F/UTP 6,2 62 124 93 186 348 311
F/UTP Indoor / Outdoor 5,4 82 164 123 246 327 409
CAT.5e
U/UTP 4,8 104 207 155 311 414 518
U/UTP Indoor / Outdoor 6,3 60 120 90 190 241 301
São utilizados para prover infraestrutura dos meios de transmissão a partir do TR até a tomada de telecomunicações
na área de trabalho. A infraestrutura pode ser composta de diversos meios, incluindo esteiras suspensas,
eletrodutos, malha de distribuição de piso, malha de distribuição de teto, pisos falsos e canaletas aparentes.
- A quantidade e tamanho dos cabos, incluindo estimativa para crescimentos futuros, deverão ser considerados,
quando se determinar o tamanho do duto.

A norma ANSI/TIA-607, define as características de aterramento para minimizar as fontes de interferência


eletromagnética (EMI), recomendando a utilização de um sistema de vinculação e aterramento de todo o
cabeamento estruturado, quando usar estruturas metálicas, de modo a prover maior proteção da transmissão de
dados, dos equipamentos e pessoas.

Os cabos de dados sem blindagem, sofrem interferência eletromagnética quando expostos a campos elétricos
provenientes de fontes de energia, tais como os condutores elétricos. Para minimizar os problemas de interferência
a norma ANSI/TIA-569, recomenda a utilização, quando necessário, de cabos de dados e/ou elétricos blindados, e
manter o distanciamento entre eles. Os cabos elétricos ou de dados devem ser acomodados em duto ou eletrocalha
fechada, metálica e aterrada.
Malha de distribuição de teto
Áreas de teto (forro) também podem ser usadas para encaminhamento de cabos de telecomunicações.
Deve-se considerar o uso de cabos do tipo plenum (não propagante a chamas) se a passagem de cabos através do
forro ou teto também for utilizada para a distribuição ou retorno de ar condicionado sem dutos (sistemas plenum de
ar).

Os elementos de suporte dos encaminhamentos de teto deverão permitir a fixação a uma altura mínima de 75 mm
acima de eventuais tetos falsos.
Eletrodutos

São encaminhamentos normalmente de natureza tubular, mais usados em instalações


embutidas, podendo ser metálicos ou não, rígidos ou flexíveis.

• Entre duas caixas de passagem, a


distância não deve exceder 30 m, com
um máximo de 2 curvas de 90 graus
neste percurso;

• Deve ter um raio de curvatura mínimo


de 6 vezes o diâmetro interno do
eletroduto;

• Taxa de ocupação entre 40% e 60%.


Dimensionamento dos Eletrodutos

Diâmetro externo do Eletroduto - Diâmetro do Cabo (mm)


mm (polegada)
3,3 4,6 5,6 6,1 7,4 7,9 9,4 13,5
ATENÇÃO: 16 (1/2) 1 1 0 0 0 0 0 0

21 (3/4) 6 5 4 3 2 2 1 0
O lançamento de 27 (1) 8 8 7 6 3 3 2 1
cabos em dutos
35 (1 1/4) 16 14 12 13 6 4 3 1
com sua taxa de
41 (1 1/2) 20 18 16 15 7 6 4 2
ocupação
53 (2) 30 26 22 20 14 12 7 4
máxima atingida
pode ocasionar 63 (2 1/2) 45 40 36 30 17 14 12 6

no dobramento 78 (3) 70 60 50 40 20 20 17 7

do cabo no 91 (3 1/2) # # # # # # 22 12

interior do duto. 103 (4) # # # # # # 30 14


O raio interno de uma curva deve ser de no mínimo 6 vezes o diâmetro do duto. Quando este possuir um diâmetro
interno maior do que 50 mm, o raio interno da curva deverá ser de no mínimo 10 vezes o diâmetro interno do duto.
Para cabos de FO, o raio interno de uma curva deve ser de no mínimo 10 vezes o diâmetro interno do duto;
Utilizar dutos, que contenham divisão interna, se a eletricidade for um dos serviços compartilhados;
A integridade de todos os elementos fire-stopping deverá ser mantida;
Caixas para outlets não deverão ser menores do que 50 mm de largura, 100 mm de altura e 50 mm de
profundidade.
Quando utilizarmos eletrodutos, devem ser observadas as seguintes exigências:
• O comprimento do duto entre curvas ou caixas de passagem deverá ser de no máximo 30 metros;
• Recomenda-se uma caixa de passagem a cada 10m, para garantir a integridade do cabo durante o lançamento
e as atividades de manutenção;
• Utilize no mínimo dutos de 1”, e na prática evite lances com mais de duas curvas de 90 graus;
• Os dutos deverão ser desenhados para acomodação de todos os tipos de cabos de telecomunicação (voz,
dados, imagem etc.);
• Os dutos deverão ser dimensionados considerando que cada estação de trabalho será servida por até três
equipamentos (cabos) e cada Work Area ocupa 10m² de espaço útil. Portanto deverão ter capacidade para
acomodação de 3 cabos U/UTP ou S/UTP com dimensões mínimas de ¾”. Porém é recomendável o uso de
dutos de 1”.
Piso elevado

• Malha de piso falso, piso elevado ou painéis modulares


de piso suportados por pedestais .
Piso elevado

• Os pisos de baixo perfil, visam à aplicação em áreas de trabalho


proporcionando flexibilidade, alto índice de reaproveitamento, baixa
perda de pé direito e características e resistência mecânica.
Os pisos elevados surgiram há várias décadas, e foram desenvolvidos para atender a uma necessidade bastante
específica: abrigar o cabeamento e os dutos de ar-condicionado dos CPDs (centros de processamento de dados),
proporcionando fácil acesso para a manutenção.

A partir da década de 90, devido à intensa evolução tecnológica, as empresas passaram a implementar redes locais
(networking) em seus ambientes de trabalho. Estas se mostraram uma ferramenta de grande utilidade, uma
inovação que passou a ser indispensável para o bom desenvolvimento dos trabalhos em qualquer empresa. Para
obtermos o máximo aproveitamento e dinamismo das redes locais, é necessária infraestrutura adequada e flexível.

O sistema de piso elevado é composto de painéis modulares apoiados em pedestais com ou sem suporte lateral, e
hoje pode ser aplicado em salas de equipamentos ou em áreas de escritório. Encontramos disponíveis no mercado,
dois tipos de piso elevado, o piso convencional, mais adequado ao uso em CPD, e o piso de baixo perfil aplicado em
ambientes de escritório.

Com um ambiente de trabalho em constante mudança, empresas de diversos segmentos passaram a buscar os pisos
elevados utilizados pela área de informática e processamento de dados como solução para estas necessidades.

Então, de acordo com as necessidades tecnológicas surgem os pisos elevados de baixo perfil, constituído por um piso
elevado mais leve e adequado a todos os ambientes de trabalho.
Percursos Verticais ou Backbone

•Dimensão de 4“
Sleeve •5 sleeves mín. por cada
4000 m²
Slot
•1 sleeve por cada 4000 m²
•40 cm² por cada 4000 m²
Shaft • Não instalar em shafts de
Duto de elevadores
Elevadores • Instalar em lugares secos.
Normalmente são formados por uma estrutura vertical e/ou horizontal de TR com interligações entre si, por meio de
sleeves, que são aberturas circulares nas paredes, tetos ou pisos, permitindo a passagem de cabos entre os espaços
adjacentes. Um slot é o mesmo que um sleeve, exceto pelo fato de que a furação é retangular.

Alguns pontos específicos para a infra-estrutura do backbone incluem:

Para dutos de passagem (sleeves), deve ser dimensionada uma furação de 4" ou 100 mm para cada 5.000 m² de
área útil servida; a norma recomenda no mínimo 2 dutos de 4” de reserva, além dos calculados.
Canaletas

• Devemos seguir as
recomendações dos
encaminhadores já vistos, como
taxa de ocupação e utilização dos
acessórios.
As canaletas são normalmente retangulares e em perfil, com uma cobertura removível para facilitar o acesso, e
podem ser metálicas ou não.

São instaladas apoiadas na superfície das paredes, encaixadas em reentrâncias feitas nas paredes ou moldadas para
confundir-se com elementos de decoração da sala (substituir o rodapé por uma canaleta).
FCP MASTER
[Link]
TIA-606-C Parâmetros
Gerais de Identificação
Neste capítulo o treinando conhecerá o modelo
de identificação reconhecido pela norma TIA-
606-C para edifícios comerciais.
TIA-606-C

• A Norma ANSI/TIA-606-C (Administration Standard for Telecommunications


Infrastructure) possibilita a utilização de um esquema de administração padronizado,
independente de aplicação, que poderá ser alterado diversas vezes ao longo da vida
do edifício.

• A administração do Sistema pode ser realizada por meio de identificação por códigos
ou cores, de modo manual ou por sistemas computadorizados. Nessa administração
podemos incluir cabos, patch panels, blocos 110, TR, eletrodutos, etc., porém, não
compreende a administração de ativos conectados aos outlets.
NORMA ANSI/TIA/EIA 606-C
Administration Standard for the Telecommunications Infrastructure of Commercial Buildings.
Padrões de Administração de Infraestrutura de Telecomunicações em Prédios Comerciais.
O objetivo da norma é prover um esquema de administração padronizado independente da aplicação, produto ou
plataforma, que possa ser alterado diversas vezes ao longo da vida do edifício.
Identificação de todos os componentes de forma a permitir uma correta documentação e administração da rede
como um todo.
A codificação para cabeamento obedece à regra de identificar a origem e o destino. - A identificação deve existir em
ambos os extremos dos cabos, nas tomadas e nos pontos de concentração.
TIA-606-C
Patch Panel
❑ Identificado por uma letra;
❑ Porta identificadas pela letra, mais sequência numérica. Ex.: A01

Cabo
❑ Identificado nas duas extremidades do cabo.

Conectores de área de trabalho


❑ A identificação é feita no espelho onde o conector está instalado.

Identificar a sala de equipamentos


❑ Placa com identificação da sala de equipamentos.
A norma criou quatro classes de administração para acomodar os diversos graus de complexidade da
infraestrutura de telecomunicações.
São definidas de acordo com o tamanho e complexidade da organização.
Para cada classe especifica os requisitos de identificadores, informações a serem arquivadas e identificação.
Classe 1 – Prédios servidos por apenas uma sala de equipamentos, que agrega o MC/CD, HC/FD e EF;
Classe 2 – Prédio atendido por duas ou mais salas de telecomunicações e uma sala de equipamentos;
Classe 3 – Campus incluídos os prédios e o cabeamento externo;
Classe 4 – Quando é necessário integrar diversos campus em uma única infraestrutura.
Identificação do sistema de cabeamento
Identificação do rack

RACK ADM 2A.1

Identificação do cabo em ambas as Identificação do patch


extremidades panel
TR ADM.2A.1.28-01 PP ADM 2A.1.28-01

Identificação no espelho

PT ADM.02.01
TR ADM.2A.1.28-01
Identificação do sistema de cabeamento
Identificação Obrigatória !

Traseira do Patch Panel Patch Panel

Portas do Patch Panel


Identificação do sistema de cabeamento

Identificação Obrigatória !

Frontal do Espelho na WA Traseira do Espelho na WA


Identificação do sistema de cabeamento
Rack na ER e TR – frontal e traseira do rack
Identificação da terminação por código de cores

As etiquetas de terminação, que identificam as duas pontas do mesmo cabo, precisam ser da
mesma cor. A cor identifica o tipo de serviços e conexões cruzadas são feitas genericamente
entre campos de terminação de duas cores diferentes.

Cor Elemento Identificador


Laranja Ponto de demarcação (terminação do escritório central)

Verde Terminação de conexões de rede no ponto de demarcação (lado cliente)

Violeta Terminação de cabos originada de equipamentos comuns (PABX, computadores, LANs e multiplex)

Branco Identifica o primeiro nível do backbone (da conexão cruzada principal para a conexão cruzada
intermediária ou ao armário de telecomunicações)

Cinza Segundo nível da terminação do backbone (da conexão cruzada intermediária ao armário de
telecomunicações)
Terminação da mídia da estação de telecomunicações; exigido somente no TC e sala de
Azul equipamentos ao final do cabo e não no outlet de telecomunicações

Marrom Terminações do cabo do backbone interedifícios ou campus (conexão cruzada principal à conexão
cruzada intermediária remota)

Amarelo Terminação de circuitos auxiliares, alarmes, manutenção, segurança e outros circuitos menores

Vermelho Terminações telefônicas


As-Built

• O “As-Built” apresenta as informações provenientes de vários registros da infraestrutura, como


plantas, memoriais descritivos, relatórios de testes que representam exatamente a execução
da obra. Sendo a fonte inicial das informações para a administração da infraestrutura do
cabeamento.

• A primeira versão do “As-Built” vem do projeto da rede, e deve ser atualizado de acordo com
alterações de instalações e mudanças ocorridas durante a vida útil do projeto.

• As ordens de Serviços documentam operações necessárias para a implementação de


mudanças que afetam a infraestrutura. Essas informações também provém dados necessários
para alterações dos registros apropriados dentro do sistema de administração.

• Sistemas de gerenciamento de camada física, ajudam a ter arquivos atualizados das


mudanças no cabeamento.
FCP MASTER
[Link]
Segurança do trabalho
Neste capítulo o treinando conhecerá os
conceitos de Segurança do Trabalho
Segurança do Trabalho

Durante as atividades de instalação, a segurança da equipe de trabalho é de


extrema importância e cada atividade possui riscos característicos que
determinam os equipamentos de proteção a serem utilizados.

Devemos cumprir as conformidades das Normas Regulamentadoras para


proteção individual e coletiva.

• NR-06 – Equipamentos de proteção individual;


• NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
• NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
• NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
• NR-35 – Segurança no Trabalho em Altura.

EPI – Equipamento de Proteção Individual


EPC – Equipamento de Proteção Coletiva
Segurança do Trabalho

São EPIs utilizados em instalações de telecomunicações:

1. Capacete
Capacete de segurança para proteção contra
impactos de objetos sobre o crânio;
capacete de segurança para proteção contra
choques elétricos;

2. Óculos
Óculos de segurança para proteção dos olhos
contra impactos de partículas volantes;

3. Protetor Auditivo
Protetor Auricular descartável ou não, para
proteção de ruídos;

4. Protetor Respiratório
Máscara descartável para proteção de resíduos
em suspensão no ar.
Segurança do Trabalho

São EPIs utilizados em instalações de telecomunicações:

5. Luva
Luva de segurança para proteção das mãos contra
agentes cortantes e perfurantes;
Luva de segurança para proteção das mãos contra
choques elétricos;

6. Uniforme
Para proteção de braços / pernas
7. Cinto de Segurança e Dispositivo Trava queda
Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do
usuário contra quedas em operações com movimentação
vertical ou horizontal, utilizado com cinta de segurança
para proteção contra quedas.

8. Calçado de Segurança
Para proteção dos pés,
9. Detector de fase
Conhecido como chave teste, verifica se as partes
metálicas próximas ao trabalhador estão energizadas.
Imprescindível nas instalações em postes com rede
elétrica
Instalação de redes de
Cabeamento de Cobre
Este capítulo apresentará os conceitos de
instalações em redes de cabeamento de cobre
Instalação de redes de cabos de cobre
Antes de realizar uma instalação, é necessário seguir alguns critérios para evitar contratempos durante
a realização do serviço.

Separamos este tema em cinco etapas, desde quando você recebe o projeto até a montagem da rede.

De posse do projeto de instalação


• Vistoriar o local para avaliar o projeto e onde colocar os materiais;

• Verificar normas existentes no local de trabalho quanto ao estacionamento e tráfego de veículos, trajes,
crachás e exigências quanto a EPIs e EPCs, local para alimentação, horário de trabalho, autorizações
necessárias, procedimentos de carga e descarga, equipamentos necessários, entre outros.
Local da Instalação
• Limpar e organizar o Local de trabalho;

• Isolar os equipamentos que serão mantidos;

• Verificar onde se encontram os quadros de energia, tomadas elétricas, a tensão e corrente dessas tomadas e se
podem ser utilizadas;

• Iniciar a montagem da infraestrutura seca, isto é, a montagem de conduites, eletrocalhas, pisos elevados, etc...
Ferramentas básicas
1. Alicate de Corte 6. Ferramenta de Crimpagem Rápida 11. Estilete

2. Alicate de Bico 7. Chave de Fenda/Philips 12. Decapador UTP

3. Alicate Universal 8. Chave de Boca 13. Mapeador de cabos

4. Alicate de Crimpar 9. Escada

5. Ferramenta Punch Down 10. Passa Fio

1
2 3 4 5

6 7 8 10
9

11 12 13
Lançamento do Cabo

• Os cabos xTP (cabos de par trançado) devem ser


lançados ao mesmo tempo em que são retirados das
caixas ou bobinas e preferencialmente de uma só vez,
ou seja, nos trechos onde deva ser lançado mais de
um cabo em um duto, todos os cabos deverão ser
lançados de uma só vez, respeitando-se a taxa de
ocupação dos dutos.

• Os cabos xTP devem ser lançados obedecendo-se o


raio de curvatura mínimo do cabo que é de 4 vezes o
diâmetro do cabo.

• Os cabos xTP devem ser lançados obedecendo à carga de tracionamento máxima,


que não deverá ultrapassar o valor de 11,3 kgf, pois tracionamentos excessivos
podem causar o alongamento dos condutores e alterar as características elétricas e
construtivas.
Lançamento do Cabo

• Os cabos xTP não devem ser estrangulados, torcidos ou prensados, com


o risco de provocar alterações nas características originais.

• No caso de haver grandes sobras de cabos xTP, deverão ser


armazenadas preferencialmente em bobinas, devendo-se evitar o
bobinamento manual com os braços, que pode provocar torções no
cabo. Evite reutilizar cabos xTPs de outras instalações.
Lançamento do Cabo

• Todos os cabos xTP devem ser identificados, nas


duas extremidades, com materiais resistentes ao
lançamento, para serem reconhecidos e instalados
em seus respectivos pontos.

• Não utilize produtos químicos, como vaselina, sabão,


detergentes, etc., para facilitar o lançamento dos cabos xTP no
interior de dutos, pois esses produtos podem atacar a capa de
proteção dos cabos xTP, reduzindo-lhes a vida útil.

• Evite lançar cabos xTP no interior de dutos que contenham umidade


excessiva e não permita que os cabos xTP fiquem expostos a
intempéries, pois não possuem proteção para tal.
Lançamento do Cabo

• Os cabos xTP não devem ser lançados em


infraestruturas que apresentem arestas
vivas ou rebarbas tais que possam
provocar danos.

• Na fixação das eletrocalhas, as pontas


dos parafusos devem ser viradas para o
lado de fora, pois isso pode cortar a capa
do cabo.
Lançamento do Cabo

• Evitar que sejam lançados próximos a fontes de calor, pois a temperatura


máxima de operação permissível ao cabo é de 60ºC.

• Os cabos xTP devem ser decapados somente nos pontos de conectorização.

• Jamais poderão ser feitas emendas nos cabos xTP, com o risco de provocar um
ponto de oxidação e provocar falhas de comunicação.

• Observe o tipo, a classificação de flamabilidade, a Categoria e as informações


do cabo na gravação existente na capa. Categoria

Classificação de flamabilidade

Tipo
Fabricante
Lançamento do Cabo

• Se instalar os cabos U/UTP na mesma infraestrutura com cabos de


energia e/ou aterramento, deve haver uma separação física de proteção
para circuitos de 20 A e 120/240V.

• Quando a infraestrutura não for composta de materiais metálicos,


CUIDADO com fontes de energia eletromagnética.

• Após o lançamento, os cabos xTP devem ser acomodados


adequadamente de forma que os mesmos possam receber acabamentos,
isto é, amarrações e conectorizações.

• Os cabos xTP devem ser agrupados em forma


de “chicotes”, evitando-se trançamentos,
estrangulamentos e nós.
Conectorização

• No momento da conectorização, ou em qualquer


outra situação, os pares não deverão ser
destrançados mais que a medida de 13 mm.

• Sempre que for necessário, os cabos deverão ser


destrançados e/ou decapados o mínimo possível.

• No momento da conectorização, atentar para


o padrão de pinagem (T568A ou T568B) dos
conectores, tomadas e patch panels.

Tomada RJ45 Fêmea


Montagem do conector fêmea (M8v)
1. Preparar o Cabo: Decapar a capa externa cerca de 50mm com o cuidado de não danificar os
condutores.

2. Observar a posição final do conector na tomada ou espelho, efetuando a acomodação do cabo.

3. Posicionar - Em um dos lados do conector, posicionar os dois pares dos condutores nos
terminais ordenadamente segundo a correspondência de cores.

4. Inserir os condutores com a ferramenta “110 Punch Down Tool” na posição de baixo impacto,
perpendicular ao conector, apoiando-o contra uma base firme e com o auxílio do suporte que
acompanha o produto. Com o uso da ferramenta “110 Pucnh Down Tool” as sobras dos fios são
automaticamente cortadas.

5. Repetir os passos 3 e 4 com os outros 2 pares para o lado oposto do conector.

6. Acomodar o cabo convenientemente e encaixar as travas de segurança manualmente sobre os


terminais.

7. Encaixar o conector na tomada ou espelho e identificar o ponto com os ícones de identificação.


Com o conector inclinado, encaixe a trava fixa na parte inferior da abertura do espelho e empurre
até a trava flexível ficar perfeitamente encaixada.

8. Encaixar as tampas de proteção do conector que acompanham o produto.

Notas: Cuidados: O raio de curvatura do cabo não deve ser inferior a 4 vezes o diâmetro do mesmo e evitar que o
comprimento dos pares destorcidos ultrapasse 13 mm.
Conectorização

• Nas terminações, isto é, nos racks ou


brackets, evitar que o cabo fique exposto
minimizando os riscos de o mesmo ser
danificado acidentalmente.
Montagem do plug macho (RJ45)

1. Decapar a capa externa do cabo cerca de 20 mm.

2. Posicionar os pares de condutores lado a lado, com o cuidado de não misturar os fios entre si,
seguindo a orientação T568A ou T568B.

3. Destorcer os pares expostos e posicionar os condutores, conforme as cores pré-determinadas


no item anterior.

4. Cortar as pontas dos condutores expostos de forma que os condutores fiquem paralelos entre si.
Para categoria 5e o destrançamento máximo é de 13mm.

Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a crimpagem,
certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam alicates especiais,
não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do plug macho (RJ45)
5. Inserir o cabo no conector com a trava voltada para baixo. Certificar que os condutores
estão nas posições corretas e totalmente inseridos no conector nas respectivas ranhuras.

6. A capa externa do cabo U/UTP deve ser inserida até a entrada dos condutores nas cavidades dos contatos.

7. Inserir o conector no alicate de crimpar, mantendo-o devidamente posicionado e crimpar firmemente.

Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a
crimpagem, certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam
alicates especiais, não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do patch panel
1. Decapar a capa externa do cabo U/UTP aproximadamente 50 mm com o cuidado de
não danificar os condutores. Segurar firmemente o cabo na remoção da capa externa.
Evitar que o comprimento máximo dos pares destrançados ultrapasse o valor de 13
mm.

2. Posicionar os pares de acordo com as instruções indicadas na parte traseira do patch


panel.

3. Conectar os condutores individualmente usando a ferramenta 110 Punch Down Tool


na posição de baixo impacto, obedecendo a correspondência entre as cores dos
condutores e dos terminais. Os cabos deverão ser instalados e crimpados partindo do
centro do painel e distribuídos em direção às duas laterais, dividindo os cabos em duas
partes.
Montagem do patch panel
1. Decapar a capa externa do cabo U/UTP aproximadamente 50 mm com o cuidado de não danificar os
condutores. Segurar firmemente o cabo na remoção da capa externa. Evitar que o comprimento máximo dos
pares destrançados ultrapasse o valor de 13 mm.

2. Posicionar os pares de acordo com as instruções indicadas na parte traseira do patch panel.

3. Conectar os condutores individualmente usando a ferramenta 110 Punch Down Tool na posição de baixo
impacto, obedecendo a correspondência entre as cores dos condutores e dos terminais. Os cabos deverão ser
instalados e crimpados partindo do centro do painel e distribuídos em direção às duas laterais, dividindo os
cabos em duas partes.
Montagem do patch panel

5. Agrupar ordenadamente e fixar os cabos entre si por velcro na parte traseira do patch panel.

6. Inserir os protetores no patch panel.

7. Conectar o fio de aterramento, quando existir. Exemplo da montagem de um modelo de Patch Panel:
[Link]
Mottainai

Esta antiga expressão japonesa indica “pesar por desperdiçar ou usar


incorretamente algo que ainda tem valor”. Mottainai demonstra o respeito
e gratidão pelas coisas.

“O Espírito Mottainai / El Espíritu Mottainai”.


[Link]
Lixo no Mundo

2018 2 Bilhões
TONELADAS DE RESÍDUOS

+70%

2050 3,4 Bilhões


TONELADAS DE RESÍDUOS

*Segundo dados divulgados pela ONU.


PROGRAMA GREEN IT
Lixo no Mundo
Especialistas afirmam que as
necessidades básicas dos
seres humanos (água limpa e
segurança alimentar) podem
estar sob ameaça devido à
má gestão de resíduos.
Parceria Global sobre Gestão de
Resíduos (GPWM), realizado em
Osaka (Japão)

É dever de cada um de nós,


como cidadãos, buscar e
implantar as práticas para a
sustentabilidade do planeta.

PROGRAMA GREEN IT
Destino final

O material, muitas A queima do PVC libera


vezes, termina em elementos extremamente
sucateiros, ferros- tóxicos e cancerígenos.
velhos e lixo comum.
DESTINAÇÃO
IMPACTO
INCORRETA

Eles podem causar


DESCARTE deformações
genéticas, alergias,
problemas
respiratórios,
Incineram o PVC desmineralização
dos ossos e irritações
contido nos cabos. em olhos e mucosas.
Responsabilidade compartilhada

Conjunto de ações simples que reduz


significativamente a utilização de
recursos não-renováveis, economiza
energia e protege o ambiente de
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saúde humana.
que nasceu com o objetivo de
conscientizar sobre a utilização de
Os processos de tratamento de resíduos
recursos renováveis com o tratamento da Furukawa são certificados pelos
de resíduos provenientes do descarte de respectivos órgãos com
produtos de cabeamento estruturado. responsabilidade ambiental.

A Furukawa ainda subsidia seus integradores com incentivos comerciais para fomentar o Green IT.
Processo de trituração
Processo de separação do cobre
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já completaram o ciclo de vida é sustentáveis na sua
responsabilidade de todos. empresa!

Confira as vantagens

Reciclagem Diminuição do Economia de Proteção do meio Produtos


de materiais uso de recursos energia e ambiente e da novos
não-renováveis recursos naturais saúde humana

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cobre de gerações
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anteriores, seja qual for eletrônicos energia telefônicos
o fabricante, por novos
produtos Furukawa. Quaisquer outros tipos de materiais não devem ser enviados.

5 passos para um descarte consciente:

Cliente solicita Furukawa envia Cliente envia o Furukawa recebe Cliente recebe o
o Programa. embalagens material e a nota o material e envia Cheque Verde e
apropriadas. fiscal da venda. o Cheque Verde. solicita o certificado.
PROGRAMA GREEN IT
1. Como aderir

O cliente solicita sua inscrição no


Programa através de um formulário
no site, na página:
[Link]/
pt-br/responsabilidade-
socioambiental

A Furukawa entra em contato


para efetivar o processo!
2. Solicitação das embalagens
Realizado o cadastro, a Furukawa irá
providenciar a remessa das embalagens.
Importante!
Possuir no mínimo 75 kg de material para coleta.

Se o local for de difícil acesso, solicite as Bags


pequenas (25 kg).

Bag 1 Bag 2
Capacidade: 20 a 25 kg Capacidade: 75 kg
Dimensões: Dimensões:
40 x 53 x 40 cm – LAP 60 x 60 x 60 cm – LAP

Pallet: 110 x 11 x 110 cm


3. Nota Fiscal

Emissão Retorno
Natureza da Operação Venda 5949 (Paraná) e 6949 (Demais estados) Retorno empréstimo sem
Natureza da Operação contrato de comodato (CFOP:
5909/6909)
Frete FOB (por conta da Furukawa)
Produto Saco Prog. Green IT (tamanho
Empresa do Paraná – Deferido (dispensado o
ICMS referente a bag)
destaque do ICMS)
Demais Estados – 12%
Valor unitário O valor deve ser aquele que
consta na nota das bags
Furukawa Electric LatAm S.A.
Destino CNPJ 51.775.690/0001-91
Insc. Est. 101.36.200-04 Unidade de medida Unidades
Valor unitário R$ 5,60 por quilo
Razão Social Furukawa Electric LatAm S.A.
Vencimento À vista (encontro de contas)
3. Coleta das bags

Enviar o XML e o PDF para:

greenit@[Link]

notasfiscais@[Link]
Após confirmação será
realizado o agendamento
junto a transportadora.

PROGRAMA GREEN IT
4. Bonificação – Cheque Verde

O cliente receberá o Cheque Verde no


valor do peso real e deverá apresentá-
lo em qualquer Distribuidor Autorizado
no Brasil para troca por qualquer
produto Furukawa.
5. Certificado

Caso seja importante


para a sua empresa um
certificado de
participação, SOLICITE-O
e teremos o prazer de
emiti-lo de forma digital
e enviá-lo também pelos
Correios.
Impacto no Meio Ambiente

–50 kg
Diminuição de materiais pesados
depositados em aterro.

100 kg
de material –9,5 ton
proporciona a Redução na extração de minério
economia de de cobre.

recursos naturais

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A redução do consumo de energia pode abastecer
mais de 7 residências de classe média durante 1 mês.
Contatos

Central de serviços
Contato
(Seg-Sex das 08:00 às 15:00)
(41) 3341-7325
0800 701 0041
greenit@[Link] distribuidores@[Link]

PROGRAMA GREEN IT
Normas Brasileiras de
Cabeamento Estrutado
Neste capítulo vamos traçar um comparativo
entre as normas NBR e TIA.
Normas Brasileiras

[Link]
Hoje no brasil contamos com diversas normas de cabeamento estruturado para os mais diversos
ambientes.

ABNT NBR 14565:2019 - Cabeamento estruturado para edifícios comerciais;


ABNT NBR 16415:2015 - Caminhos e espaços para cabeamento estruturado;
ABNT NBR 16665:2019 - Cabeamento estruturado para data centers;
ABNT NBR 16264:2016 - Cabeamento estruturado residencial;
ABNT NBR 16421:2016 - Cabeamento estruturado industrial.

Estas normas foram escritas com base nos conceitos das normas ISO/IEC.

Neste documento apresentamos um comparativo entre as normas TIA e a norma ABNT.


Com a popularização das redes de computadores e devido à falta de padronização para o cabeamento, em 1991 a
EIA (Electronics Industries Alliance) e a TIA (Telecomunications Industry Association) desenvolveram a primeira
versão da norma de padronização de fios e cabos para telecomunicações em prédios comerciais, a EIA/TIA-568.

O objetivo era implementar um padrão genérico de cabeamento de telecomunicações a ser seguido pelos diversos
fornecedores, porque até então, o cabeamento era definido pela empresa que o instalava, e cada empresa tinha o
seu modelo e muitas vezes incompatíveis com outros fabricantes.

O Brasil, também com intuito de padronizar o cabeamento de redes, publicou sua própria norma, que foi a ABNT
14565:2000, porém, esta norma se tornou obsoleta, porque veio a ser atualizada somente em 2007.

A ABNT NBR 14565 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03) pela Comissão de Estudo de
Cabeamento de Telecomunicações (CE-03:046.05). Apesar de termos uma norma própria, o conjunto de normas
comumente utilizado no Brasil é a norma americana ANSI/TIA, devido a maioria dos fabricantes desenvolverem seus
produtos baseados nesta norma. A norma ABNT 14565:2007, ABNT 14565:2013 e a ABNT 14565:2019 foram
baseadas na ISO/IEC 11801.

LINK - [Link]
Comparativo ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568 - Topologia
ABNT NBR TIA
Subsistema de Cabeamento Horizontal Cabling Subsystem 1
Subsistema de Cabeamento Backbone Edifício Cabling Subsystem 2
Subsistema de Cabeamento Backbone de Campus Cabling Subsystem 3

CD: Distribuidor de campus;

BD: Distribuidor de edifício;

FD: Distribuidor de piso;

CP: Ponto de consolidação;

TO: Tomada de telecomunicação.


Comparativo ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568 - Topologia

TO – Tomada de Telecom

CP – Consolidation Point

FD – Distribuidor de piso

BD – Distribuidor de Edifício

CD – Distribuidor de Campus
Na figura anterior podemos ver uma instalação entre edifícios onde a interligação do edifício A é realizada a partir
do seu BD (distribuidor de edifício) para o FD (distribuidor de piso) através do Backbone de edifício, culminando na
TO (Tomada de telecom) através do cabeamento horizontal.

Na interligação entre edifício A e B temos a saída do cabeamento através do CD (distribuidor de campus) para o BD
(distribuidor de edifício) do edifício B através do Backbone de campus, onde será distribuído localmente da mesma
forma que ocorre no edifício A.
Comparativo ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568
Horizontal Cross-Connect Equipment Outlet
Cabeamento EO
Armário de HC Horizontal Área de trabalho
Telecomunicações FD (WA) TO
(TR) Tomada de telecomunicações
Distribuidor de piso
MUTO(A)
Tomada Multiusuário

Backbone
Óptico ou Cobre CP
Ponto de Consolidação

WAN LEGENDA

Main Cross-Connect TIA 568


Main Cross-Connect Sala de MC
MC Equipamentos CD Distribuidor de campus ABNT 14565
Entrada de (ER)
serviços (EF) CD
Distribuidor de campus
ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568 – Área de Trabalho

Tomada de telecomunicações
• A primeira tomada, deve ser obrigatoriamente UTP;
• A segunda tomada, pode ser óptica ou metálica.
TO

MUTO (Tomada de telecomunicações multiusuário) WA

• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;


• A distância deve ser de no mínimo 15 m do FD (Distribuidor de Piso).

Patch cords
• Não ultrapassar 5 m do FD (Distribuidor de Piso);
• No caso de MUTO não ultrapassar 20 m para cabos UTP 24 AWG na área de trabalho;
• No caso de MUTO não ultrapassar 15 m para cabos UTP 26 AWG na área de trabalho.

Ponto de consolidação:
• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;
• No mínimo a 15 m do FD (Distribuidor de Piso).
NBR 14565:2019 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
ABNT NBR TIA Lagura de banda
Classe A - 100 kHz
Classe B - 1 MHz
Classe C/Categoria 3 Categoria 3 16 MHz
Classe D/Categoria 5e Categoria 5e 100 MHz
Classe E/Categoria 6 Categoria 6 250 MHz
Classe EA/Categoria 6A Categoria 6A 500 MHz
Classe F/Categoria 7 - 600 MHz
Classe FA/Categoria 7A - 1000 MHz
Categoria 8 * Categoria 8 2000 MHz Tabela 2
Tabela 1
* Verificar tabela 2
Os canais de devem oferecer desempenho mínimo de transmissão para suportar a aplicação, sendo assim um canal
Classe C/Categoria 5e deve oferecer um desempenho mínimo de sua largura de banda que é 100 MHz e assim deve
ocorrer para as demais Classes/Categorias.

O canais, enlaces permanentes no cabeamento horizontal devem ser instalados para oferecer um desempenho
mínimo de Classe D/Categoria 5e.
NBR 14565:2019 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
Classificação de Fibras Ópticas:

Classificação 100 M/bs 1 G/bs 10 G/bs 100 G/bs


OM1 2 km 275 m 32 m -
OM2 2 km 550 m 82 m -
OM3 2 km 800 m 300 m 100 m
OM4 2 km 1.000 m 550 m 150 m

A classificação OS1 aborda


as fibras monomodo
usualmente referenciadas
como “convencional”, com
características descritas
nas ITU-T G.652.A / ITU-T
G.652.B.

A classificação OS2 aborda


as fibras monomodo
usualmente referenciadas
como “baixo pico d´água”,
com características
descritas nas ITU-T
G.652.C / ITU-T G.652.D.
NBR 14565:2019 x TIA-568 – Código de cores para fibras ópticas
• Conectores Ópticos • Cabos Ópticos

Tipo de Fibra ABNT TIA Fibra Nº ABNT TIA


SM UPC Azul Azul
1 Verde Azul
SM APC Verde Verde
MM (50) Bege ou Preto Preto 2 Amarelo Laranja
MM (62.5) Bege ou Preto Bege 3 Branco Verde
4 Azul Marrom
• Cordões Ópticos 5 Vermelho Cinza
6 Violeta Branco
Tipo de Fibra ABNT TIA
7 Marrom Vermelho
SM Azul 8 Rosa Preto
Amarela 9 Preto Amarelo
BLI Branca
OM3 e OM4 Acqua Acqua 10 Cinza Violeta
MM (50) Amarela 11 Laranja Rosa
Laranja
MM (62.5) Laranja 12 Azul claro Turquesa
NBR 16415:2015
• NBR 16415:2015 - Caminhos e espaços para
cabeamento estruturado.

• Esta norma especifica a estrutura e os requisitos


para os caminhos e espaços, dentro ou entre
edifícios, para troca de informação e cabeamento
estruturado de acordo com a ABNT 14565.
Legenda

1- Infraestrutura de entrada principal


2- Infraestrutura de entrada alternativa
3- Sala de entrada
4- Caminhos do campus
5- Caminhos do edifício
6- Sala de telecomunicações
7- Sala de equipamentos
8- Tomada de telecomunicações
9- Entrada de antena
10- Área de trabalho
NBR 16415:2015

NBR 16415:2015 - Considerações gerais:

• Iluminação de no mínimo 500 lux no ponto de terminação;

• A abertura da porta da sala de equipamentos deve ser do tamanho adequado para permitir a
passagem e instalação dos equipamentos;

• Circuitos elétricos independentes devem ser dimensionados para alimentação dos


equipamentos instalados no espaço;

• Nas sala de equipamentos e telecomunicações recomenda-se temperatura do ar entre 18ºC


e 27ºC e umidade relativa do ar de no mínimo 30% e máximo 60%;

• Para minimizar os efeitos do ruído eletromagnético recomenda-se separação do cabeamento


estruturado e cabeamento elétrico, utilizando barreiras.
NBR 16415:2015

Sala de equipamentos

• Deve ser dedicada à função de telecomunicações e redes;


• Acesso ao espaço restrito ao pessoal autorizado;
• Deve estar localizada em uma área que permita expansão futura.

Sala de telecomunicações

• Recomenda-se que esteja o mais próximo possível da área de trabalho;


• Exclusivo para instalação de equipamentos de telecomunicações.

Área de Trabalho

• Ser localizada para oferecer máxima flexibilidade (Ex:. Paredes opostas).


NBR 16415:2015
Quantidade de cabos em função do diâmetro do eletroduto
Eletrodutos

Quando houver curvas entre pontos de


acesso:
• O eletroduto não pode conter mais
que duas curvas de 90º;
• Distância máxima deve ser de 15 m
entre eles.

O eletroduto deve ser dimensionado


para uma taxa de ocupação de 40%
sendo considerado cheio quando atingir
60%.

Tabela considerando taxa de ocupação de 40%


NBR 16415:2015
Quantidade de cabos em função do diâmetro do eletrocalha
Eletrocalhas

Estruturas para o suporte de cabos e


podem estar localizadas acima ou
abaixo do forro, sob o piso elevado ou
ainda instalados verticalmente.

Tabela considerando taxa de ocupação de 40%


Medições em redes
de cobre
Neste capítulo o treinando conhecerá os
conceitos de medições em redes de cobre
baseado no equipamento Fluke DTX1800.
Certificação em redes de cobre

Certificação:

Consiste em colher parâmetros do cabeamento instalado que possibilitem demonstrar a qualidade


geral do mesmo.

Este processo de certificação deve ser realizado antes do sistema em rede ser ativado.

Equipamentos de teste:

Mapeador de cabos (Cable Mapper): NÃO CERTIFICAM;

Testador de cabos (Scanners): CERTIFICAM;

Analisadores de Rede: NÃO CERTIFICAM.


Certificação em redes de cobre
Os testadores são classificados em níveis de acordo com os testes e frequências de teste suportadas.

Nível I e Nível II:


Testes de wiremap, comprimento, atenuação e NEXT até 100MHz

Nível IIe:
Testes nível I e nível II, ACR-F, Return Loss, Propagation
Delay e Skew Delay

Nível III:
Testes nível IIe, até a frequência de 250 MHz

Nível IV:
Testes nível III, até a frequência de 600 MHz

Nível V:
Testes nível IV, até a frequência de 1000 MHz

Nível VI
Testes nível V, até a frequência de 2000 MHz
Certificação em redes de cobre

Antes de iniciar uma certificação com um equipamento Scanner, deve-se:

• Verificar a validade calibração do Scanner;


• Verificar a carga das baterias ( verificar o manual );
• Realize o ajuste de Referência, onde a unidade de leitura e a remota são interligadas e sincronizam os parâmetros
elétricos e eletrônicos para garantir a precisão das medidas;
• No Setup do equipamento, configurar:
NVP do cabo Norma Utilizada
Tipo do cabo Nomenclatura dos pontos
Categoria do Cabo Cliente
Operador Data
Tipo de Teste(Canal/Link Permanente)

• Para os pontos que não passarem na certificação, informar o encarregado da instalação os dados necessários para
reparar o erro;

• Terminada a bateria de testes, descarregar os relatórios e realizar uma leitura procurando valores com pouca
margem, mesmo nos testes aprovados;

• Preparar a documentação para entrega ao cliente, verificar o formato de entrega no contrato.


Permanent link (Link Permanente)
Chanel Link (Link de Canal)
Testador de cabo (Scanners) – Fluke Networkd DTX-1800

• Incluso adaptador de link do canal e link


permanente;

• Até 900 MHz;

• CAT.3, 5e, 6, 6A;

• Classe C, D, E, EA, F, FA;

• 10GBASE-T;

• Autoteste CAT.6 em 9s.


Wiremap (Malha Elétrica)

Efetua o teste de fio a fio mostrando o


mapeamento de interligações.

Informa também a distância onde ocorreu o


problema.

Malha OK Fio 3 aberto Fios 1 e 2 em curto Na linha Fluke DTX verifica a continuidade
da blindagem.

Na linha Fluke DSX verifica o


balanceamento dos pares e o teste mais
preciso da blindagem.

Split Pair Reversed Pair Crossed Pairs


Resistence (Resistência)

Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer


se opor à passagem de corrente elétrica mesmo quando
existe uma diferença de potencial aplicada. Seu cálculo é
dado pela Primeira Lei de Ohm, e, segundo o Sistema
Internacional de Unidades, é medida em ohms

A Norma TIA não requer o teste de Resistência de


Loop DC para conformidade, é exigido na Norma ISO.

SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a Norma TIA
- Não é fornecido um PASS/FAIL (PASSA/FALHA).
- Somente um “i” , informação somente, ao lado do
parâmetro.
Length (Comprimento)

Um cabo UTP/FTP possui pares com tamanhos superiores ao


registrado na capa, dependendo da binagem dos pares, ou
seja trança, os comprimentos dos pares são sempre maiores
do que a capa. As normas estabelecem que para medida do
comprimento do cabo, deve se considerado o par de menor
comprimento. Os limites de comprimento Ethernet são 90m
para link permanente e 100m para canal, e a precisão dos
instrumentos é de 10 %

A definição incorreta do parâmetro NVP, influência na precisão


da medida do comprimento. A Norma ISO não requer o teste
de Comprimento exigido na Norma TIA.

SCANNERS FLUKE:
Quando o equipamento estiver setado para a Norma ISO, não
é fornecido um PASS/FAIL (PASSA/FALHA), somente um “i” ,
informação somente, ao lado do parâmetro.
Propagation Delay (Retardo de Propagação)

O Propagation Delay é o tempo que o


sinal leva para percorrer o par. Para
sistemas tais como Ethernet, o sinal tem
que chegar dentro de um certo tempo
para evitar colisões na rede.

Se o Propagation Delay falha, o link está


normalmente acima do comprimento.

Neste teste todos os pares são avaliados.


Delay Skew (Desvio de Retardo)

O Delay Skew é a diferença de velocidade entre o par mais


rápido e o par mais lento. Para sistemas tais como
1000BASE-T onde o sinal é dividido em quatro, enviado
pelo cabo e reunido de volta no outro lado, o Delay Skew é
importante.

Para que o 1000BASE-T trabalhe de forma confiável, os


sinais necessitam chegar dentro de um período de tempo,
conforme definido nas normas.

Neste teste todos os pares são avaliados.

Se o Delay Skey falha, é porque o link é muito comprido ou


o fabricante do cabo utilizou materiais diferentes para cada
um dos pares do cabo.

Não é comum ver problemas de Delay Skey.


Insertion Loss – IL (Perda de Inserção)

O Insert Loss (atenuação) é a redução da potência


do sinal ao longo do cabo. Seu valor varia de acordo
com o comprimento e a frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o pior


valor de Insert Loss, a Frequência na qual ela
ocorreu e o quão distante da margem ele estava, a
menos que falhe.

O Scanner reportará então o par e a frequência na


qual falhou.
Return Loss – RL (Perda de Retorno)
O Return Loss, também conhecido como reflectância, é o
ruído que o par gera sobre ele mesmo e piora com o
aumento da frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o ponto mais


próximo da linha limite, a frequência na qual ela ocorreu e
quão distante do limite estava (margem/headroom) a partir
de cada final do link.

São realizadas 8 medições, 4 em cada direção.

O scanner reportará então a frequência na qual falhou.


Return Loss – RL (Perda de Retorno)

Todas as normas de cabeamento requerem que o


certificador de cabos ignorem a medição de Perda
de Retorno quando a perda de Inserção for menor
que 3 dB.

Vamos ver a Perda de Inserção para este Par 3,6 e


localizar onde a Perda de Inserção torna-se 2,9 dB:

• Então onde a linha limite está cinza no gráfico de


Perda de Retorno, a Perda de Inserção era
menor que 3 dB. A medição de Perda de Retorno
é então ignorada a estas frequências.

• O que acontece se o link é curto e a Perda de


Inserção nunca alcança 3 dB?
NEXT – Near End Cross Talk (Paradiafonia)

Next é o ruído entre um par e outro, que causa a diferença do


sinal injetado com o sinal recebido no par adjacente próximo a
fonte geradora do sinal. O NEXT aumenta com o aumento da
frequência.

As normas requerem que o Scanner reporte o ponto mais próximo


da linha limite, a frequência na qual ela ocorreu e quão distante
da linha limite ela estava (margem/headroom) de cada final do
link.

São realizadas 12 medições, 6 em cada direção.


FEXT – Far End Cross Talk (Telediafonia)
FEXT – Far End Cross Talk (Telediafonia)

O FEXT é o ruído entre um par e outro, que ocasiona a diferença


do sinal injetado com o sinal recebido, medido no par adjacente
Distante da fonte geradora do sinal.
O FEXT aumenta com o aumento da frequência.
PS-NEXT (Power Sum Near End Cross Talk)

O PS-NEXT piora com o aumento da frequência.

As normas requerem que o DTX reporte o


ponto mais próximo da linha limite, a
frequência na qual ela ocorreu e quão distante
da linha limite ela estava (margem/headroom)
a partir de cada final do link.

São realizados 8 cálculos, sendo 4 em cada


direção.
ACR-N (Attenuation Crosstalk Ratio Near End)

O ACR-N piora com o aumento da frequência.

O ACR-N é calculado (NEXT-IL).

Quando requerido, o DTX reporta o ponto


mais próximo da limite, a frequência na
qual ocorreu e quão distante distante do
limite ele estava (margem/headroom) de
cada final do link.

São realizados 12 cálculos, sendo 6 em


cada direção.
PS-ACR-N (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Near End)

O PS-ACR-N piora com o aumento da frequência.

O PS ACR-N é calculado a partir do ACR-N.

Quando requerido, o DTX reporta o ponto mais


próximo da linha limite, a frequência na qual ela
ocorreu e quão distante do limite ele estava
(margem/headroom) de cada ponta do link. São
realizados 8 cálculos, sendo 4 em cada direção.
ACR-F (Attenuation Crosstalk Ratio Far End)

O ACR-F piora com o aumento da frequência.

O ACR-F é calculado (FEXT-IL).

O ACR-F é calculado (FEXT-IL). O FEXT é medido por


enviando um sinal do lado remoto e medindo este no
par adjacente no lado oposto. O DTX reporta o ponto
mais próximo da linha limite, a frequência na qual ela
ocorreu e quão distante da linha ela estava
(margem/headroom) a partir de cada ponta do link.

São realizados 24 cálculos, sendo 12 em cada direção.


PS-ACR-F (Power Sum Attenuation Crosstalk Ratio Far End)

O PS ACR-F piora com o aumento da frequência.

O ACR-F é calculado (FEXT-IL).

O PS ACR-F é calculado a partir do ACR-F.


O DTX reporta o ponto mais próximo da
linha limite, a frequência na qual ela ocorreu
e quão distante do limite ele estava
(margem/headroom) de cada ponta do link.

São realizados 24 cálculos, sendo 12 em


cada direção.
.
Limite de precisão do Scanner

Resultado Individual de Teste Resumo Geral


Todos os testes PASS PASS
Alguns Testes PASS
Outros PASS* PASS

Um ou mais Testes FAIL* FAIL

Um dos testes FAIL FAIL

ANSI/TIA 1152 e IEC 61935-1


Troubleshooting de NEXT e/ou Return Loss

Parâmetro Causa Provável Ação Corretiva


NEXT Conexões Verifique se as conexões estão de acordo
RETURN LOSS e o estado das ferramentas

NEXT Excesso de conexões no link Cuidado com aplicações simultâneas de voz e dados

NEXT Patch Cord Devem ser construídos de fios flexíveis


NEXT Destrançamento Excessivo Verifique o correto destrançamento máximo dos pares (13 mm)
RETURN LOSS
Qualidade/Categoria dos elementos Verifique a qualidade dos acessórios empregados (patch panel, conectores fêmeas e
NEXT machos) que podem ser de categoria diferentes
NEXT Binagem (Trançado) Certifique-se que os pares lógicos estão trançados na mesma trança
RETURN LOSS

Equipamentos Scanners Realizar a “autocalibração” do scanner antes de iniciar os testes


Ruído Externo (alguns scanners podem Cuidado com fontes de ruído externas (no-breaks, lâmpadas fluorescentes, copiadoras,
NEXT interpretar como Next o ruído externo) elevadores e ambientes eletricamente ruidosos
NEXT Compressão excessiva _
RETURN LOSS
Impedância diferente de 100 Ohms ou _
RETURN LOSS não uniforme
Scanner Fluke – Funções Especiais

A análise da falha NEXT usando a


função HDTDX - Análise High-
definition Time Domain Crosstalk:
Mostra o perfil da diafonia
(crosstalk) medida ao longo do
comprimento do link.

A análise da falha Return Loss


pode ser feita utilizando a função
patenteada Fluke Networks High
Tecla Dados da falha (“F1”) Definition Time Domain
Reflectometer (HDTDR).
• Intuitiva, explicação completa do defeito
• Identifica a localidade HDTDR pode ser usada para
• Sugere ação corretiva localizar ou analisar o problema.
Scanner Fluke - Módulos

Módulos de Canal da Linha Fluke DTX


• CHA001, CHA002 – Canal Conector RJ45
• CHA011 – Conector TERA
• CHA012 – Conector GG45
• CHA021 – Ethernet Industrial

Módulo para Teste de Patch Cord


• PCU6 – As normas especificam uma tomada
específica para ser usada em certificação de
patch cords

Módulos de Link Permanente da Linha Fluke


DTX
• PLA001, PLA002 – Canal conector RJ45
• PLA011 – Canal Conector TERA
Exercício de medições
em redes de cobre
Os exercícios apresentados são referentes a
medições em cabeamento de cobre com o
equipamento DTX1800
Exercícios Fluke

Informações para o desenvolvimento dos exercícios


Exercícios Fluke

Informações para o desenvolvimento dos exercícios

Variação máxima Variação Máxima


Função Usar se
no CABO no CONECTOR

HDTDX NEXT +/-5 % +/-17,5 %

RETURN
HDTDR LOSS +/-0,8 % +/-3 %
Exercícios Fluke

Informações para o desenvolvimento dos exercícios


Exercícios Fluke

Informações para o desenvolvimento dos exercícios


Exercício 01

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha * – Perda de Inserção
Diagnostico HDTDR
Ação Corretiva Remover Folgas/Sobra do Cabo
Exercício 02

Padrão de Teste ISO 11801


Passou Não
Porquê Falha * – Perda de Inserção
Diagnostico HDTDR
Ação Corretiva Remover Folgas/Sobra do Cabo
Exercício 03

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – Perda de Retorno(RL) Marginal-par 1,2 Remota
Diagnostico HDTDR – Mostra cabo ruim na ultima parte do cabo
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercício 04

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – NEXT Marginal par 3,6-4,5 Remota 36,4 (1,0 dB)
Diagnostico HDTDX – Mostra conector ruim Unidade Remota Valor: -44.5
Ação Corretiva Refazer conector -> substituir conector
Exercício 05

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Principal 14.4 (-3,1 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra Cabo ruim em toda extensão do cabo
Valor: 2,1 – o limite no cabo é 0,8
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercício 06

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA*– NEXT Remota 36,8dB (0,0 dB), par 3,6-7,8
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector remoto com -66,6 o limite é 17,5
Ação Corretiva Refazer o conector Remoto -> Substituir
Exercício 07

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA*– NEXT Principal 35,4dB (0,9 dB), par 4,5-7,8
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector principal com -32,7 limite é 17,5
Ação Corretiva Refazer o conector próximo -> Substituir
Exercício 08

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê PASSA
Diagnostico Função CA ativada, Resistência não aparece
Ação Corretiva Desabilitar Mapa de fiação CA, se não tiver testando Midspan
Exercício 09

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha – NEXT Principal 33,5dB (2,0 dB), par 1,2-4,5
Diagnostico HDTDX – Mostra o conector principal com -76,7 limite é 17,5 e o remoto 33,9
Ação Corretiva Refazer o conector próximo -> testar -> refazer remoto
Exercício 10

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – RL Remota 20,1dB (0,9 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra o conector remoto com -8,1 e o limite é < 3
Ação Corretiva Refazer o conector remoto, se usar a PLA001, verifica a ponteira DSP-PM06.
Exercício 11

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Principal 4,1dB (-8,9 dB), par 1,2
Diagnostico HDTDR – Mostra o conector remoto com 3,1 e o limite é 0,8
Ação Corretiva Substituir o Cabo
Exercício 12

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Falha – de 16,4 m a 67,7 m (trecho),
RL Remota 13,3 dB (-7,7 dB), par 3,6
Diagnostico HDTDR – Mostra o trecho final do ruim com -16,4 e o limite é < 3

Ação Corretiva Substitutua o cabo, refaça o caminho ou Secar o conduite


Exercício 13

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê Passa* – RL Remota 19,1dB (0,0 dB), par 3,6
Diagnostico HDTDR – A presenta problemas no cabo inteiro, o ultimo trecho foi mal manuseado
Ação Corretiva Substituir o cabo
Exercício 14

Padrão de Teste TIA CAT 6 Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – RL Remota 10,3dB (-3,4 dB), par 7,8
Diagnostico HDTDR – não conclusivo
Ação Corretiva Substituir o cabo
Exercício 15

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA* – NEXT valor 26,1 dB (-0,9 dB)
Diagnostico HDTDX – não conclusivo
Ação Corretiva Verificar a categoria dos elementos de rede (conectores 6A)
Exercício 16

Padrão de Teste TIA CAT 6A Permanent Link


Passou Não
Porquê FALHA – NEXT valor 31,5 dB (-10.4 dB)
Diagnostico HDTDX – 14,5 % sendo o limite no cabo 5%
Ação Corretiva Substituir o Cabo

Data Cabling System
Introdução ao Cabeamento Estruturado 
e Certificação de Redes de Cobre
O Grupo Furukawa
Há mais de 130 
anos ampliando os 
relacionamentos, 
encurtando as 
distâncias e se 
antecipando às 
necessi
1974
1984
Furukawa inicia 
atividades no 
Brasil
1977
Fábrica de Cabos para 
Telecomunicação em Curitiba
Produção de 
Cabos
2010
Projeto de Rede Óptica (FTTx) para 
Cidade Digital para o Brasil e Exterior
2008
2007
Cabos Ópticos Premisses
Primeiro P
Por que Furukawa?
Centros de P&D 
Globais
Garantia 
Estendida de 10 
e 25 anos
Fabricante do 1º 
Cabo Óptico do 
Mundo
Fabric
Soluções Furukawa
• seo.furukawa.com.br (http://seo.furukawa.com.br/login/auth)
Acesso ao SEO
Introdução a redes de 
dados
Neste capítulo o treinando conhecerá os 
conceitos e características da rede de 
comunicação de
Mainframes
Processamento e 
armazenamento 
centralizado
Rede 
Distribuída
Processamento e 
armazenamento 
distribuído
Organiz

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