Sistema de Cabeamento Estruturado Furukawa
Sistema de Cabeamento Estruturado Furukawa
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Por que Furukawa?
Nuvem
Disponibilidade da
informação
Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado
Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da rede
Processamento e
armazenamento
distribuído
A comunicação de dados passou a ser uma parte fundamental da computação a partir da década de 70, quando a
integração de recursos de processamento, memória e periféricos potencializou o uso de computadores de forma
integrada, até então, nunca vista. A partir disso, a tecnologia vem evoluindo em ritmo acelerado, principalmente nas
últimas décadas.
Com tendências, tais como hiper conectividade, o BigData, acesso em nuvem, mobilidade e Internet das coisas , a
infraestrutura deve estar preparada para suportar esse tráfego nas empresas, nas residências, e em qualquer lugar.
Os sistemas e seus componentes, agora tem que ser mais rápido e mais eficiente.
A “Internet das Coisas” é uma revolução tecnológica, que vem conectando a internet aparelhos eletrônicos do dia-a-
dia, tais como aparelhos eletrodomésticos, máquinas industriais e meios de transporte, cujo desenvolvimento
depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.
Ao invés de centralizar todo o processamento dos computadores em um único mainframe, a rede distribuída utiliza
vários computadores menores para obter os mesmos resultados de processamento.
A medida que as redes evoluíram a organização da rede tornou-se imprescindível, exigindo mais do cabeamento.
O cabeamento estruturado define um conjunto de padronizações para a infraestrutura de rede, meios de transmissão,
além de técnicas e regras de boas praticas de instalação e manutenção, com o objetivo de organizar a infraestrutura
de rede, promovendo um sistema de cabeamento flexível e confiável, capaz de ser utilizado por diferentes
equipamentos produzidos por diversos fabricantes, oferecendo facilidades de remanejamento de pontos de trabalho,
bem como a substituição de equipamentos ativos, sem que seja necessário um novo lançamento de cabos.
A operação em nuvem, utiliza o processamento de serviços virtualizados em aplicações de alto desempenho e grandes
volumes de dados, resultando na disponibilidade em qualquer lugar utilizando sistemas paralelos e distribuídos para
alto desempenho em sistemas multiprocessados.
Evolução do modelo de comunicação
Nuvem
Disponibilidade da informação – Alta
capacidade de armazenamento e
processamento
Solução Residencial
Conectividade de confiabilidade
FTTx
Conexão externa em alta velocidade
Laserway
Alta velocidade na rede corporativa
Velocidade de conexão, velocidade de processamento e armazenamento de dados, é uma necessidade em todos os
segmentos. Tanto as redes residenciais quanto as redes corporativas acessam as informações em nuvem e
necessitam de alta disponibilidade.
A demanda por serviços em banda larga aumenta dia a dia e a Furukawa antecipa tecnologias aplicadas às mais
modernas soluções para infraestrutura de comunicação. Está sempre pronta para atender as tendências de mercado
e oferece diversificado portfólio para construção de redes à prova de futuro, com custo total de propriedade (TCO)
reduzido e soluções dedicadas à geração de receita.
Por isso surgem tecnologias cada vez mais rápidas no acesso a nuvem. Uma dessas tecnologias que tem
revolucionado o mercado de Telecomunicações é a tecnologia PON – Passive Optical Lan. As soluções PON são
consideradas à prova de futuro! Por serem totalmente passivas, não necessitam de repetidores ou fontes de energia
intermediárias para transmitir dados. Desta forma, se torna uma solução mais simples, eficiente, econômica e
sustentável.
A Furukawa possui um completo portfólio de Soluções de Infraestrutura de Comunicação para redes internas e
externas, desenvolvidas com inovações sustentáveis para fornecer aos seus clientes o que há de mais inovador em
conectividade, através de três sistemas de soluções: FCS – Furukawa Connectivity System, FBS – Furukawa
Broadband System e FIS – Furukawa Industrial System.
Com a sua linha de produtos FBS – Furukawa Broadband System – disponibiliza equipamentos, cabos, acessórios e
mais recentemente adquiriu um portfólio de tecnologias em Rádios Digitais. Todos esses produtos com a mais alta
tecnologia em transporte, distribuição e processamento de dados, para implementar serviços sobre redes ópticas nas
tecnologias DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) e PON (Passive Optical Network) que garantem os
serviços de triple play (dados, voz e vídeo) apropriados a cada necessidade e provendo o melhor custo-benefício em
qualquer arquitetura de rede (Centralizada, Convergente e Distribuída), seja ela por fusão, conectorizada e pré-
conectorizada.
A Furukawa possui engenharias de produtos, aplicação e suporte voltadas exclusivamente para analisar e atender as
necessidades de seus clientes nos segmentos de operadoras de telecomunicações, ISPs (Internet Service Providers),
construtoras e operadoras de condomínios horizontais e verticais de alto padrão, superando as mais diferentes
necessidades de topologias como FTTH (Fiber-To-The-Home) e MDU/FTTA (Multi-Dwelling Units).
Já a solução Laserway da Furukawa foi criada para atender o segmento de mercado Enterprise com uma solução
inovadora de infraestrutura de Redes de Áreas Locais (LAN). A solução é baseada na tecnologia GPON (Gigabit
Passive Optical Network), que conceitualmente é uma rede baseada em fibras monomodo com topologia ponto-
multiponto, sendo que entre um único equipamento de agregação da rede (Core) e os equipamentos presentes nas
áreas de trabalho (work areas) existem apenas elementos ópticos passivos.
Sistema genérico de comunicação
Fonte Destino
da Transmissor CANAL Receptor da
Informação Informação
• O canal é o meio físico por onde o sinal é transmitido e cada um deles (cobre,
fibra óptica ou wireless) possui características de transmissão e suscetibilidade a
interferências que necessitam ser adequadas para que a informação possa ser
transportada. O desempenho do canal é diretamente afetado pelo ruído e como
resultado a informação recebida sempre será afetada por ele.
• Fonte da Informação: equipamento onde a informação se origina;
• Canal (Meio): meio físico utilizado para transportar a informação, podendo ser cabo de
par trançado (blindado ou não – sinal elétrico), cabo coaxial, cabo óptico (sinal óptico) e
rede sem fio (sinal eletromagnético);
Extensão CAN
PAN geográfica
WAN
LAN
Uma rede é um sistema composto por um arranjo de componentes, que são: cabeamento, hardware e software. Como
todo sistema, para uma rede operar de modo eficiente, deve haver uma correta integração entre os diversos
componentes envolvidos na sua implantação.
As redes de comunicação podem ser classificadas por diferentes aspectos, tais como: pela sua extensão geográfica,
topologia de conexão, meio físico utilizado, tecnologia de comunicação, entre outros.
A rede PAN cobre uma área próxima ao usuário, com distâncias inferiores a 10m. Entre os dispositivos a serem
interconectados estão incluídos PDAs (Personal Digital Assistants), telefones celulares, outros computadores e
dispositivos de controle. São utilizados sistemas de transmissão apropriados a essas pequenas distâncias, como
Wireless PAN (WPAN), Bluetooth, infravermelho, Ultrawideband (UWB), USB (Universal Serial Bus) e FireWire.
Também existe um sistema chamado de Skimplex, que utiliza as características capacitivas da pele humana como uma
antena, com alcance de 1 m. Já está sendo utilizado para controle de acesso e funções de automação em carros, e
como identificação no controle de acesso (abertura de portas).
LAN (Local Area Network)
Uma rede LAN, por definição, é um ambiente de rede resultante de uma combinação de hardware, software e mídia de
transmissão, que conecta pontos dentro de um prédio, considerando pavimentos e salas.
Dentro dos pavimentos e salas as distâncias não devem ultrapassar 100m entre os segmentos. O cabeamento de par
trançado predomina neste tipo de rede, embora também sejam utilizados meios wireless e fibras ópticas.
A rede CAN possibilita a interligação de redes locais (LAN) entre prédios próximos ou vizinhos, como ocorre, por
exemplo, em campus universitários, bases militares e parques industriais.
Cabos de fibra óptica e sistemas wireless são os meios mais empregados e a distância de referência não ultrapassa 3
km, que é a distância máxima permitida por norma para o cabeamento estruturado utilizando fibras SM, porém este
conceito vem mudando no mercado devido as novas tecnologias empregadas, como por exemplo a tecnologia
Laserway.
WAN (Wide Area Network)
O conceito de rede WAN, por sua abrangência, se mistura com os conceitos de MAN (Metropolitan Area Network) e
GAN (Global Area Network).
A rede MAN, por definição, é aquela que interliga diversas LAN e CAN dentro da região metropolitana de uma mesma
cidade. O termo GAN, veio da iniciativa do Consórcio Inmarsat em criar o Broadband Global Area Network (BGAN), um
sistema de comunicação via satélite que proporcionaria a conectividade em qualquer local da superfície da Terra.
Uma WAN é uma rede que conecta LANs, CANs e MANs de diferentes localidades com enormes distâncias entre si,
provendo conectividade em âmbito nacional ou mundial. É a mais complexa das redes, pois além das dificuldades em
vencer longas distâncias, possui uma variedade muito grande de tecnologias de transmissão. A sua estrutura original é
baseada nos meios de transmissão digital, instalados para atender as necessidades das concessionárias de
telecomunicações. Assim, tecnologias ligadas à rede telefônica, como modems e Digital Subscriber Lines (DSL), bem
como as redes de TV a Cabo, com cable modems, são enquadradas nesta categoria.
Atualmente quase toda estrutura de backbone das redes WAN é baseada em aplicações em fibras ópticas, provendo
redes de altíssimo velocidade.
Classificação das redes
Topologia de conexão
Barramento
Estrela
Anel
São as formas de interligação entre sistemas de computadores. Cabe ressaltar que podem ser: lógicas (a maneira pela
qual os dados trafegam segue determinado arranjo) ou físicas (a forma como os cabos são conectados). Então,
podemos ter um tipo de topologia associando os computadores fisicamente e, outra, logicamente.
Barramento - A topologia em barramento é uma topologia de rede em que todos os equipamentos da Rede são
ligados em um mesmo barramento físico de dados.
Na rede em barramento, os terminais estão ligados à barra de transporte e os sinais são enviados por broadcasting
(radiodifusão), sendo que a mensagem vai em todas as direções e o terminal de destino se encarrega de interpretá-la.
Anel - Na topologia em anel, os computadores são ligados entre si formando um círculo, ou anel, onde os dados
trafegam de forma unidirecional. Ao passar por cada nó, o sinal é regenerado, retransmitido e monitorado, e então, o
terminal interessado apanha a sua informação.
No início, eram utilizados os Hubs, que atualmente foram substituídos pelos Switches. O Hub também podia ser
utilizado para a implementação de topologia em barramento, assim, era possível implementar uma ligação física em
estrela, mas a ligação lógica era em barramento.
Os meios físicos comumente utilizados são o ar para redes wireless (sem fio), cabos de cobre de par trançado e cabos
de fibras ópticas. Algumas redes no mercado, principalmente voltadas a serviços de CATV (Circuito Aberto de TV) e
CFTV (Circuito Fechado de TV), ainda utilizam cabos coaxiais.
Tecnologias para rede LAN
Roseta
TR TR
Roseta
ER ER
CORE
Metálico SWITCH
Fibra Ótica
OLT
WAN
Diversas tecnologias foram desenvolvidas para implementação das redes locais ao longo das últimas décadas. Cada
uma refere-se a diferentes padrões, que especificam:
O padrão Ethernet foi desenvolvido pela Xerox, DEC e Intel em meados de 1972, com a largura de banda de 3 Mbps,
utilizando cabos coaxiais e o controle de acesso Carrier Sense Multiple Access/Collision Detect (CSMA/CD), sendo,
posteriormente, padronizado a 10 Mbps pelo IEEE. Foi baseado na topologia em barramento, utilizando como método
de acesso ao meio físico o protocolo CSMA-CD e a sinalização digital Manchester.
Nas redes locais, os dispositivos recebem duas denominações: Data Terminal Equipment (DTE) e Data Communication
Equipment (DCE). O primeiro é a origem e o destino de dados para os computadores, servidores, impressoras, etc. O
segundo representa os dispositivos que recebem e encaminham os dados ao longo da rede, formada pelos roteadores,
switches, etc.
Neste padrão, foi estabelecida uma nomenclatura específica para a definição da camada física, na qual são
apresentados a velocidade de transmissão, o tipo de modulação e o meio físico.
PON – Passive Optical Network
Uma rede óptica passiva (PON) é uma rede ponto-multiponto, onde a fibra chega até a rede do usuário final.
A rede PON é composta de divisores ópticos passivos (splitter) que permitem que uma única fibra, atenda a diversos
usuários finais, variando entre 32 a 128. Uma configuração PON reduz a quantidade de fibras e equipamentos na
central quando comparadas com as arquiteturas ponto a ponto, porque possui equipamentos ativos somente na
central e em suas terminações.
As redes ópticas passivas (PON) utilizam tecnologias padronizadas, pelos institutos ITU e IEEE.
A implantação da rede PON resulta em salas de telecomunicações menores, consequentemente menor necessidade de
refrigeração e consumo de energia, a tecnologia promove maior capacidade de pontos e controle centralizado da rede.
Equipamentos de comunicação
➢ REPETIDOR
➢ HUB
➢ SWITCH
➢ OLT
➢ ROTEADOR
REPETIDOR
Um repetidor tem o papel de estender o sinal de transmissão de um devido equipamento por exemplo, redes wireless,
WiMAX e telefonia móvel.
O repetidor atua na camada física do modelo OSI, sendo assim ao receber o sinal ele não realiza qualquer tipo de
verificação, apenas recebe os sinais das redes que interliga e os repete, sem realizar qualquer tipo de tratamento.
HUB
É um equipamento concentrador que tem o papel de interligar vários nós em uma rede.
Este dispositivo trabalha na camada física do modelo OSI, sendo assim ele funciona de forma simples recebendo o sinal
e encaminhando para todos os dispositivos conectados a ele, durante a transmissão do sinal nenhum outro dispositivo
pode enviar sinal na rede podendo causar colisões acarretando em perda das informações.
SWITCH
Dispositivos da camada de enlace do modelo OSI, que operam em alta velocidade de transmissão, capazes de
gerenciar e encaminhar o tráfego de informações através de suas portas.
O Switch segmenta o tráfego da rede, onde cada placa de rede terá o seu caminho próprio e serão interligados através
de um controle central (switch fabric) de acordo com as suas necessidades de transmissão.
Equipamento utilizado na concentração e distribuição de uma rede óptica FTTx ou PON LAN.
A transmissão neste equipamento é baseado em redes PON (Passive Optical Network) desta forma a rede de
interligação dos nós é totalmente passiva, utilizando de elementos chamados Splitters para realizar a divisão do sinal
que será entregue aos nós.
ROTEADOR
Os roteadores são equipamentos que pertencem a Camada de Rede do modelo OSI, capazes de encaminhar pacotes
pela rede, compatibilizando protocolos e oferecendo conectividade entre LANs e WANs.
Equipamentos de comunicação
CORE SWITCH
DISTRIBUTION SWITCH
DISTRIBUTION SWITCH
Roteadores: Equipamentos que fornecem interconectividade entre redes locais e entre LAN e WAN, estendem os
limites das LANs para MANs e WANs interligação entre redes com protocolos diferentes. Suportam vários dispositivos
de redes locais e podem empregar uma variedade de protocolos entre redes;
Switches: são dispositivos que segmentam o tráfego do sistema em Rede com base em endereços MAC (físicos),
através de hardware (circuitos internos).
Tranceiver: Um transceptor óptico é um circuito integrado (IC) que transmite e recebe dados por fibra óptica em vez
de cabos elétricos. Um SFP (small form-factor pluggable) é um módulo de interface de rede compacto e hot-pluggable
usado para aplicações de telecomunicações e comunicação de dados em redes ópticas.
Evolução das Redes
Redes Anteriores Redes Atuais
Gargalo Gargalo
Gargalo Gargalo
Gargalo
Gargalo
Gargalo Gargal
o
Fluxo de
Fluxo de Dados Dados
Um data center suporta dois tipos de tráfego: o tráfego que entra e sai do data center e o tráfego que é gerado e flui
apenas internamente ao data center. Normalmente, os dois tipos de tráfego são gerados pelas aplicações com algumas
especificidades dependendo da aplicação. Por exemplo, em aplicações de busca (searching) o tráfego interno domina
devido à necessidade de realizar indexações e sincronizações.
Por outro lado, em aplicações de vídeo sob-demanda, o tráfego externo prevalece. Atualmente um rede de alta
capacidade e alta velocidade é usada especialmente dentro do ambiente do Data Center. Este tipo de rede tem
demanda crescente por causa da do grande uso de virtualização e também uso de “Cloud Computing”.
Conceito de
cabeamento estruturado
Neste capítulo o treinando conhecerá os
principais conceitos de cabeamento
estruturado
Cabeamento estruturado
O cabeamento em edifícios corporativos era constituído por vários tipos de cabos incompatíveis entre si, sendo cada um
deles adequado a apenas uma aplicação específica, como: transmissão de voz, dados, imagem, sistemas de automação e
controle, sistemas de segurança, etc.
Cabeamento dedicado, sistemas proprietários, processamento centralizado e novas tecnologias de cabeamento estruturado
levaram os fabricantes e órgãos internacionais a desenvolver normas e padrões para o setor, para que houvesse a
adequação às novas e futuras aplicações.
As normas nacionais e internacionais, como a TIA 568 e seus adendos – estabelecem os requisitos elétricos e mecânicos
para os componentes presentes em toda a infraestrutura.
De acordo com a norma ABNT14565 – Cabeamento estruturado para edifícios comerciais e data centers – “Entende-se por
rede interna estruturada aquela que é projetada de modo a prover uma infraestrutura que permita a evolução e
flexibilidade para serviços de telecomunicações, sejam de voz, dados, imagem, sonorização, controle de iluminação,
sensores de fumaça, controle de acesso, sistemas de segurança, controles ambientais (ar condicionado e ventilação) entre
outros”, ou seja, o sistema de cabeamento estruturado é responsável por ser a base da infraestrutura de rede local,
encaminhando por todo empreendimento, pacotes de dados enviados pelos equipamentos ativos, conectados a este
sistema.
Para que a implantação do sistema de cabeamento em um edifício comercial seja feita de maneira adequada, é
imprescindível analisar a integração dos sistemas e a definição das rotas. Quanto antes o planejamento inicial for
feito, maior será a flexibilidade e a vida útil dos sistemas. Para escolher a melhor tecnologia a ser instalada, é preciso
analisar os serviços oferecidos atualmente e a expansão futura, optando entre um cabeamento óptico, metálico ou
misto (óptico + cobre).
Os sistemas de cabeamento em edifícios corporativos são compostos por até três subsistemas: backbone de campus,
backbone de edifício e cabeamento horizontal. Os subsistemas são interconectados para formar um sistema de
cabeamento.
Sistema de cabeamento estruturado
Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)
Backbone Cabling
Interliga os telecommunications rooms do prédio e dos prédios vizinhos.
[Link]
Toda esta infraestrutura foi padronizada
através de normas, para:
TIA 570
• permitir a interoperabilidade entre os
diversos fabricantes desta solução;
TIA 1005
• orientar o projeto de novas instalação
e adequação das já existentes;
TIA 942
Há uma grande variedade de padrões definidos para cabeamento estruturado. As entidades americanas TIA
(Telecommunications Industry Association) e ANSI (American National Standards Institute) definiram o padrão
ANSI/TIA-568 que especifica como projetar, implementar e gerenciar um sistema de cabeamento estruturado (SCE),
sendo na atualidade a norma mais difundida nessa área.
Na Europa, Ásia e África, existe também padrões definidos pela ISO (International Organization for Standardization)
e IEC (International Engineering Consortium). A norma ISO/IEC 11801, estabelece características genéricas de
cabeamento para atender às necessidades dos consumidores.
Os materiais de treinamento da Furukawa, estão geralmente baseados na ANSI/TIA e nos manuais de boas práticas
da BICSI.
ANSI/TIA-568
Define os principais conceitos do cabeamento estruturado, seus elementos, a topologia, tipos de cabos e tomadas,
distâncias, testes de certificação.
ANSI/TIA-569
Define a área ocupada pelos elementos do cabeamento estruturado, as dimensões e taxa de ocupação dos
encaminhamentos e demais informações construtivas.
ANSI/TIA-606
Especifica técnicas e métodos para identificar e gerenciar a infraestrutura de telecomunicações.
ANSI/TIA-570
Aplica-se aos sistemas de cabeamento e respectivos espaço e caminhos para prédios residenciais multiusuários, bem
como casas individuais. Ela especifica os sistemas de cabeamento na intenção de suportar uma larga faixa de
aplicações de telecomunicações em ambiente residenciais.
ANSI/TIA 1005
As normas ANSI/TIA 1005 – Telecommunication Infrastruture Standard for Industrial Premises e a norma europeia
ISO/IEC 24702 Information Technology – Generic Cabling – Industrial Premises, especificam o cabeamento
estruturado quanto a projeto e as práticas de construção para ambientes industriais abordando requisitos,
distâncias, configurações e topologias que suplementam a norma geral de Edificações Comerciais (EIA-TIA 568,
ISO/IEC 11801 ou NBR 14565).
ANSI/TIA-942
Define a infraestrutura, a topologia e os elementos para o projeto de um data center, relacionado aos campos afins
como o cabeamento estruturado, proteção contra incêndio, segurança, construção civil, requisitos de controle
ambiental e de qualidade de energia.
Topologia do cabeamento estruturado
Elementos funcionais que compõem um sistema de cabeamento genérico.
2 2 2 2 2 2
1 1
HC HC HC DA DA DA
1 1
1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 1
CP CP HCP CP HCP CP CP CP HCP CP HCP CP
TO TO TO EO TO TO TO TO TO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
O Backbone ou cabeamento vertical deve ser instalado na configuração estrela com hierarquia, não sendo permitido
mais de dois níveis hierárquicos de cross-connect no Backbone, para reduzir a degradação dos sinais e simplificar o
gerenciamento do sistema de cabeamento estruturado instalado.
O cabeamento horizontal é especificado como uma topologia estrela, com que cada tomada de trabalho (ponto) é
conectada ao TR (Telecommunication Room).
Topologia do cabeamento estruturado
MC
2
2
1 1 1
1 1 1
CP CP HCP CP HCP CP
TO TO TO EO TO TO TO TO TO
Pontos de Distribuição do Cabeamento
As siglas MC, IC e HC representam pontos de distribuição do cabeamento da rede, ou seja, são os equipamentos
passivos (patch panels). O MC (Main Cross-Connect), também denominado Distribuidor C, é utilizado na agregação
do backbone de prédios distintos em ambientes de área campus (três níveis), conforme ilustrado na figura abaixo. O
IC (Intermediate Cross-Connect), também denominado Distribuidor B, é utilizado na distribuição do cabeamento de
backbone no mesmo edifício.
Não deverá existir mais do que 2 níveis de hierarquia de cross connect dentro do Backbone. A partir do horizontal
cross connect até o main cross connect não deverá existir mais do que um intermediate cross connect, formando
assim dois níveis hierárquicos. Um nível hierárquico é o main cross connect e o outro é o intermediate cross connect.
Uma observação importante é que em ambientes menores, por exemplo onde existe um único prédio, não é
necessário que existam ambos os pontos MC e IC. Nesse caso, o MC fica responsável por distribuir o cabeamento de
backbone diretamente até os pontos HC. Uma última observação é que as linhas pontilhadas (figura acima)
representam ligações opcionais.
Em um projeto de cabeamento estruturado zoneado consiste em cabos horizontais que vão da conexão cruzada
horizontal na sala de telecomunicações (TR) para caixas de zona usadas para hospedar as conexões BAS (Building
Automation System) em pontos de conexão horizontal (HCPs) e conexões de dados e voz em pontos de consolidação
(CPs) . Os cabos são então continuados da caixa de zona para as saídas do equipamento e da área de trabalho.
Elementos do cabeamento estruturado
Subsistema de Cabeamento Genérico
Os distribuidores (CD, BD e FD) são peças de hardware de conexão de onde partem cabos de telecomunicações
(cobre ou fibra ótica), que são neles fixados de maneira “permanente”, usualmente pela parte posterior. Tais peças
também possuem entradas, geralmente frontais, para a conexão de cabos de manobras (patch cords), representados
como “X” dentro dos distribuidores na Figura. Normalmente esses distribuidores são formados por patch panels ou
distribuidores óticos (DIO) e fixados em racks ou sobre paredes recobertas com pranchas de madeira.
As tomadas de telecomunicações (TO) são compostas por conectores modulares de oito posições, popularmente
conhecidos como “jack RJ-45”. São fixadas em caixas embutidas ou de superfície, ou em mobiliário. Patch cords
devem ser utilizados para a conexão com os equipamentos terminais, como computadores, telefones e impressoras
Introdução ao
cabeamento de cobre
Neste capítulo o treinando conhecerá os
conceitos, características e aplicações
dos cabos de cobre.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Um cabo de par-trançado é formado por 4 pares de condutores de cobre, que podem ser
constituídos por fios rígidos ou flexíveis, e quanto maior o número de torções (binagem)
por centímetro de cada par, melhor a qualidade do cabo e menor a interferência entre os
pares.
1 Condutor sólido de
cobre de 23 AWG 1 - Condutor onde o sinal é
transportado
O par-trançado consiste em dois fios de cobre isolados, que são trançados (binados) entre si para produzir a redução
do acoplamento entre os pares devido à indutância mútua e ao desbalanceamento capacitivo, minimizando os
efeitos da diafonia e do ruído. Este trançamento também aumenta o balanceamento entre os condutores,
maximizando o efeito de cancelamento de correntes, o que protege o par de interferências externas.
Os pares são agrupados e revestidos com camadas isolantes ou metálicas, em número que venha atender a
aplicação a que se destina. Para comunicação de dados os cabos com 4 pares são os mais utilizados.
Os cabos podem ser construídos com fio rígido (um condutor formado por um fio de cobre) ou flexível (um condutor
formado por 7 filamentos de cobre). Os cabos construídos com fios rígidos, também chamados de cabos rígidos, são
utilizados na conexão entre tomadas e patch panels e os cabos construídos com os fios flexíveis, também chamados
de cabos flexíveis, são utilizados para a construção dos cordões de manobra (patch cords). Além da diferença de
características mecânicas, a atenuação do cabo flexível é 20% maior do que a do cabo rígido.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
Este sistema cria uma barreira eletromagnética, protegendo as transmissões de interferências externas, sem a
necessidade de usar uma camada de blindagem.
Este sistema sutil de proteção contrasta com a “força bruta” usada nos cabos coaxiais, onde o condutor central é
protegido de interferências externas por uma malha metálica.
Quanto mais apertado for o passo de trancamento mais próximos serão os valores das correntes induzidas nas duas
espiras adjacentes, produzindo a neutralização da influência dos campos magnéticos.
Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• O campo eletromagnético gerado por um fio é anulado pelo campo do outro fio.
• Os dois fios são enrolados um ao outro, o que aumenta a proteção eletromagnética.
• Os fios são agrupados de dois em dois e enrolados.
• Trançamento Primário: É o trançamento VARIÁVEL entre cada par num cabo multipar.
• Trançamento Secundário: Trançamento aplicado a todos os pares de um cabo.
Além do tipo de material e técnicas de fabricação, diversos fatores influenciam na qualidade e desempenho do meio
físico:
• Quantidade de Passos
• Comprimento
• Espessura dos condutores
• Passos diferentes implicam em comprimentos diferentes
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Os cabos par trançado são geralmente classificados pela norma ANSI/TIA (American National
Standards Institute / Telecommunications Industry Association) ou pela norma ISO/IEC
(International Organization for Standardization and International Eletrotechnical Comission), de
acordo com as suas características construtivas (blindagem), capacidade de transmissão e
conforme sua resistência a flamabilidade.
• Os cabos xTP são vendidos originalmente em caixas de 305 m, ou seja 1000 pés.
• Além das características definidas por normas, os cabos devem atender também a diretiva
RoHS.
Diretiva RoHS
A diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances) é uma diretiva Europeia, em vigor desde 1º de Julho de
2006, que tem como objetivos principais reduzir a quantidade de resíduos industriais e a periculosidade dos
componentes, ou seja, restringir a utilização de determinadas substâncias nocivas, fomentar a reutilização dos
equipamentos e a valorização de seus resíduos e determinar uma gestão adequada, tratando de melhorar a eficácia
da proteção ambiental.
Esta diretiva divide em 10 categorias os tipos de aparelhos elétricos ou eletrônicos e todos os fabricantes de produtos
eletrônicos que se enquadram nestas categorias tiveram que adaptar o projeto de seus produtos para restringir o
uso de Chumbo, Mercúrio, Cádmio, Cromo Hexavalente, Polibromobifenilos ou Polibromobifeniléteres.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• A norma ANSI/TIA, classifica os cabos de par trançado, tanto blindado como sem blindagem, por
Categorias, de acordo com a sua capacidade de transmissão. Hoje no mercado encontramos os
cabos Categoria 3, 5e, 6 , 6A e 8, atendendo taxas de transmissão de até 40 Gbps.
TIA - Categoria CAT. 3 CAT. 5e CAT. 6 CAT. 6A CAT. 7* CAT. 7A* CAT 8 CAT 8.2*
ISO - Classe C D E EA F FA I II
Largura de Banda
16 MHz 100 MHz 250 MHz 500 MHz 600 MHz 1.000 MHz 2000 MHz 2000 Mhz
do Cabo
Não utiliza o Não utiliza o Não utiliza o
padrão RJ-45 padrão RJ-45 Solução para padrão RJ-45
e não é e não é Data Centers e não é
Padrão
Suporta Soluções normatizado normatizado até 40 Gbps, normatizado
mínimo para
Uso Telefonia 10 Gbps com para Data pela TIA 568. pela TIA 568. com limite de pela TIA 568.
cabeamento
restrições Centers Conectores Conectores distância de Conectores
de dados
possíveis: possíveis: 30 metros de possíveis:
TERA TERA canal TERA
GG45 GG45 GG45
Os cabos U/UTP, normalmente com 4 ou 25 pares, possuem impedância de 100 ohms, tendo os seus condutores a
bitola de 22 AWG a 28 AWG. São revestidos por uma camada protetora de material isolante e o passo de
trancamento (binagem) dos condutores é diferente para reduzir o acoplamento.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
GIGALAN AUGMENTED CAT.6A F/UTP CM/CMR GIGALAN AUGMENTED CAT.6A U/UTP CM/CMR
Cabos par trançado Blindados
• A diferença básica entre os cabos para rede local blindado e não blindado é a proteção contra a interferência
eletromagnética (EMI) que os cabos blindados possuem.
• A blindagem em fita é mais efetiva para altas frequências ou interferências eletromagnética por radio
frequência (RFI).
• Malha de fio cobre estanhado: É o tipo de blindagem mais efetivo para baixas frequências ou interferências
eletromagnéticas (EMI). Neste caso, quanto maior a cobertura da malha, melhor a efetividade da blindagem.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
Existem cabos de rede com fios sólidos – rígidos - e também cabos stranded – flexíveis - (de várias fibras, também
chamados de patch), onde os 8 fios internos são compostos por fios mais finos.
Os cabos sólidos são os mais comuns e são para uso geral, pois oferecem uma menor atenuação do sinal.
Já os cabos flexíveis são usados em Patch Cord, que são cabos de manobra ou de interconexão usados em
cabeamento estruturado no arranjo físico de conexão (crossconnect entre patch panels interconexão patch panel e
switches) e/ou na área de trabalho para ligação entre equipamentos e tomada de rede.
Nesse sentido, a Anatel regulamentou na resolução 242 que os Patch Cords comercializados a partir de 30 de
novembro de 2007 devem ser flexíveis.
Conectores dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
CONECTOR FÊMEA MULTILAN CAT.5e 90°/180° CONECTOR FÊMEA GIGALAN CAT.6 90°/180°
ATERRAMENTO: Não é simples aterrar cabos blindados de forma adequada, especialmente se quiser usar hubs de
fiação antigos não projetados para STP. Neste caso, se a blindagem não for aterrada em uma das extremidades, ela
se transformará em uma antena multiplicando os problemas de interferência.
Um cabo blindado possui um fio de aço para aterramento, por isso o conector RJ45 a ser utilizado é diferente. Nele
deve “vinculado” este fio, para que os equipamentos conectados possuam o mesmo potencial elétrico.
Cabos LAN com alumínio cladeado em cobre (CCA)
OXIDAÇÃO DO ALUMÍNIO
Pontos de exposição do óxido de
alumínio no ponto de crimpagem do
condutor no RJ 45
Em áreas litorâneas, a oxidação ocorre em um processo muito mais rápido e com maiores consequências, pois o
alumínio sofre ação em maiores proporções e o cobre fragiliza por não ter massa o suficiente para inibir a ação da
névoa salina causada pela maresia.
Em instalações que exigem o reconhecimento ao atendimento das normas norte-americano TIA-568, a norma
internacional ISO/IEC 11801 e a europeia BS EN 50173-1, seja por implicação direta às nomenclaturas das normas
referenciadas ou por associação através dos órgãos locais, os cabos com condutores CCA também não podem ser
utilizados.
LINK -
[Link]
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
Nos meios de transmissão metálicos xTP, as características elétricas estão diretamente
relacionadas com o desempenho dos cabos de par-trançado e sua Categoria, pois a
transmissão dos sinais de dados irá depender, basicamente, dos parâmetros elétricos dos
cabos. Assim, a qualidade de um cabo é determinada pelos seguintes parâmetros:
• Impedância;
• Atenuação;
• Paradiafonia (NEXT);
• FEXT/ PS-FEXT/ACR-F.
• Impedância – É a influência da resistência, condutância, indutância, capacitância na sua transmissão, o valor
padrão é de 100 Ohm..
• Atenuação (Perda de inserção - Insertion Loss) – perda de potência do sinal elétrico ao passar pelo cabo UTP. A
atenuação é medida em decibéis (dB) e quanto menor for o valor da atenuação, melhor será o desempenho do
cabo;
• Paradiafonia (NEXT) – nível de interferência eletromagnética entre 2 pares de condutores de um mesmo cabo,
medida em decibéis (dB). Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;
• ACR-N (Atenuation to Crosstalk Ratio) – relação entre o valor da atenuação do cabo e a paradiafonia ou NEXT do
mesmo, sendo expressa em dB’s. Quanto maior o seu valor, melhor será o desempenho do cabo;
• Powersum NEXT – considera a soma da interferência dos demais pares do cabo sobre o par que está sendo
avaliado, expressa em dBs. Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;
• Perda de Retorno (Return Loss) – diferença entre a potência do sinal transmitido e a potência dos sinais refletidos,
medida em dBs. Quanto maior o valor, melhor o desempenho do cabo;
• Velocidade Nominal de Propragação (NVP)– tempo que o sinal elétrico leva para se propagar pelo condutor,
dependente do tempo nominal de propagação do cabo (NVP), da frequência e do seu comprimento. Quanto menor
o seu valor, melhor o desempenho do cabo. A diferença entre o par com menor atraso e o par de maior atraso é
definida como DELAY SKEW;
• FEXT / PS-FEXT / ACR-F – o parâmetro FEXT (Far-End Crosstalk) determina a interferência de sinais a partir de
transmissores operando na outra extremidade do link. Medido em dBs, quanto maior o seu valor, melhor o
desempenho do cabo. A soma de todos os FEXT incidentes num cabo recebe o nome de PS-FEXT (Power Sum Far-
End Crosstalk). Ao compararmos o FEXT com a atenuação incidentes (FEXT - Atenuação), nasce um novo parâmetro
denominado ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Classificação dos Cabo par trançado (xTP – Twisted-Pair)
• Os testes de certificação da rede, avaliam os parâmetros do sistema de cabeamento, e
garantem que todas as características originais do produto, foram mantidas durante a
instalação. Tais testes devem ser realizados antes da entrega da rede, pois necessitam que
os equipamentos ativos estejam desconectados no trecho a ser medido. Os pontos que não
forem aprovados na certificação da rede deverão ser refeitos.
Efetua apenas o mapeamento dos condutores indicando falhas de mal contato, pares divididos, rompimento entre
outros.
Este equipamento não certifica a rede sendo utilizado apenas para verificação e troubleshooting.
Estes equipamentos portáteis realizam testes rigorosos baseado em normas para certificar que aquele segmento de
rede está apto a trabalhar com determinado tipo de tráfego de dados.
ANALISADOR DE REDE
São equipamentos ou softwares que servem exclusivamente para interceptar e registrar tráfego de rede.
Utilizado para monitoramento da rede, gerenciamento e diagnóstico de ambiente de rede. Este equipamento não
certifica a rede.
• um novo parâmetro denominado ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Componentes do cabeamento metálico
Extensão Metálica
Cabo
Patch Panel
Patch Cord
Conector Fêmea
Conector Fêmea
Patch Cord
Patch Panel
São painéis de conexão utilizados para a manobra de interligação entre os pontos da rede e os equipamentos
concentradores. São constituídos de um painel frontal (onde estão localizados os conectores fêmeas) e de uma parte
traseira (onde estão localizados os conectores do tipo “110 IDC”). Os cabos de par trançado que chegam dos pontos
da rede são ligados na parte traseira, enquanto na parte frontal são ligados os patch cord, que fazem a conexão
entre os equipamentos da rede (switches, entre outros) e o patch panel.
Os conectores fêmea são empregados na conexões de terminações de cabos UTP de condutores sólidos com bitolas
de 22 a 26 AWG, através de um sistema de travamento mecânico chamado 110 IDC que fixa o contato com os
condutores do cabo.
São comumente empregados nas áreas de trabalho e nos patch panels descarregados.
Extensão Metálica
A extensão metálica é constituída de cabo sólido, plugado em uma extremidade com conector tipo "RJ-45" e livre na
outra extremidade para conexão em conectores fêmeas ou patch panel. É comumente utilizada em ponto de
consolidação ou para configuração em cross conexão (espelhamento de equipamentos).
Patch Cord
Utilizados na interligação entre equipamentos e acessórios de rede, os Patch Cords proporcionam flexibilidade de
alterações logicas de layout dos pontos de rede. Basicamente são constituídos de cabos U/UTP ou F/UTP com
terminação em plug tipo “RJ-45”.
Introdução a Fibras
Ópticas
Neste capítulo o treinando conhecerá
os conceitos, características e tipos de
fibras ópticas comumente utilizados no
mercado
Introdução a Fibra Óptica
• A Fibra Óptica é um filamento de vidro com alta capacidade de transmitir raios de luz.
• Cada Fibra que constitui um cabo óptico é formada basicamente por um núcleo central de
vidro, por onde ocorre a transmissão da luz e uma casca que reflete a luz de volta ao núcleo.
Núcleo (core)
• Conduz os sinais de luz 8 – 62.5µm
245 µm 125 µm
• Composição: sílica e dopante
Casca (cladding)
• Mantém a luz confinada no núcleo
• Composição: sílica pura
Revestimento (coating)
• Protege o vidro
• Composição: acrilato
A combinação do laser e da fibra óptica deu origem a uma revolução no mundo das telecomunicações, que viu a luz
ganhar cada vez mais terreno em relação aos meios tradicionais de transmissão de informação (correntes elétricas e
ondas eletromagnéticas). A alta capacidade e a segurança na transmissão de dados por meio dos cabos de fibra
óptica fazem dela um elemento de extrema importância no atual mundo das comunicações.
A fibra óptica consiste em um fino fio de vidro flexível capaz de guiar a luz com baixíssimo índice de perda, graças ao
fenômeno da reflexão total. A estrutura dos condutores de fibra óptica é formada por duas partes essenciais, o
núcleo (core) e a casca (cladding). A relação entre os diâmetros de cada um deles e a dos seus índices de refração é
de grande importância para o comportamento da fibra óptica. O núcleo deve ter um índice de refração maior que a
casca para que se possa dar a reflexão total. Como proteção adicional, costuma-se cobrir o conjunto com um
revestimento (coating).
Desde o processo de fabricação, a casca nunca se separa do núcleo e o ato de decapar a fibra óptica, significa
remover o revestimento.
Por que usar Fibra Óptica?
INFRA-
MANUTENÇÃO DISTÂNCIAS
ESTRUTURA SEGURANÇA
REDUZIDA MAIORES
REDUZIDA
Maior largura de banda – Por se tratar de uma transmissão através da luz a fibra óptica nos proporciona maior
largura de banda do que o cabo de cobre, com velocidades que podem chegar até Tbps (Terabits por segundo).
Imunidade a interferência eletromagnética – Como vimos no capitulo anterior os cabos de cobre são sensíveis a
interferências eletromagnéticas, que podem ser causadas por diversos fatores, já a sinal da fibra óptica por sua vez,
não se degrada ou desaparece com essas interferências, por que seus dados são transmitidos através da luz em um
meio dielétrico como o vidro e não de correntes elétricas em meio a condutores de cobre.
Vida útil – As redes ópticas são chamadas future-proof ou à prova de futuro. Todas as aplicações existentes ou em
desenvolvimento no mundo são suportadas pelas redes de fibra óptica. A capacidade de transmissão de uma fibra
está na ordem de Tbps (Terabits por segundo), portanto hoje o limitante das aplicações está no equipamento e não
no meio.
Economia de espaço e energia – Com a utilização das topologia passivas (PON) tivemos uma grande melhoria nas
utilizações dos espaços, por não utilizarmos equipamento ativos no meio da rede, as salas técnicas puderam ser
trocadas por pequenos distribuidores (DIO), sem necessidade de refrigeração ou qualquer tipo de alimentação
elétrica.
Infraestrutura reduzida – As fibras tem dimensões menores que as dos cabos de cobre, dessa forma podemos levar
os mesmos serviços com uma redução significativa de volume de cabos, permitindo assim reduzir a infraestrutura
que comporta as instalações.
Manutenção reduzida – Soluções em fibra óptica permitem maiores distância e redução no número de ativos que é
o elemento que mais causa manutenção em uma rede
Distâncias Maiores – As aplicações em fibra óptica nos permite distâncias na casa de dezenas de quilômetros sem a
necessidade de repetidores sinal isso ocorre pois o efeito da atenuação na fibra é muito menos em comparação com
os outros canais de transmissão.
Segurança – Para se capturar um sinal que está sendo transmitido por uma fibra óptica é necessário o rompimento
da mesma, dessa forma a detecção da ação fica muito mais evidente, já nos cabos de cobre existem métodos menos
invasivos para captura desta informação, como emendas através de conectores ou até mesmo captura do campo
eletromagnético gerado pela transmissão.
Tipos de Fibras Ópticas
São tipos de fibras ópticas com dimensões de núcleo consideradas pequenas (9 µm) em relação ao diâmetro da
casca (125 µm), permitindo a incidência de raios de luz em um único ângulo, fazendo os raios luminosos percorrerem
o núcleo da fibra em apenas um modo e se propagarem simultaneamente em seu interior.
São tipos de fibras ópticas com dimensões de núcleo consideradas grandes (50 ou 62,5 µm) em relação ao diâmetro
da casca (125 µm), por isso permitem que raios de luz, em vários ângulos, percorram o núcleo da fibra em vários
modos que se propagam simultaneamente em seu interior.
As fontes de luz utilizadas nas fibras MMF são o LED em instalações de 10 e 100 Mbps (em Ethernet) e o VCSEL em
instalações de 100 Mbps, 1 e 10 Gbps.
“Discovery Channel – Segredo das Coisas Como se
Fabrica Fibra Óptica”.
[Link]
Cabo óptico é a união de várias fibras ópticas, revestidas de materiais que facilitam o manuseio e proporcionam
proteção contra esforços mecânicos, umidade e ambientes extremos. Os cabos ópticos são classificados de acordo
com seu uso, tipo e instalação.
Quanto a construção, os cabos podem ser Tight (cabos para uso interno), Loose (cabos para uso externo), Groove
(possui um elemento organizador em estrela) e/ou Ribbon (neste cabo as fibras estão organizadas em formato de
fitas, como por exemplo nos cabos MPO utilizados comumente em data center).
É importante esclarecer que alguns cabos Tight possuem proteções que permitem também o uso em lance externo.
Construção do Cabo Óptico
Tight Buffer
Elemento de Tração
Rip Cord
Capa
Externa
Componentes dos cabos ópticos
Elemento Central / Sustentação
É um elemento dielétrico sob o qual os cabos são montados, que proporciona sustentação mecânica e
estabilidade térmica do cabo.
Unidade Básica UB
A unidade básica é um tubo plástico tipo “loose tube”, que abriga fibras ópticas com revestimento primário.
A capa (revestimento) externa do cabo óptico tem a função de proporcionar resistência mecânica
e proteção à agressividade do ambiente (umidade, chuva, calor, raios UV, entre outros).
Conectores ópticos
Carcaça
Capa ou bota
Face polida
Ferrolho
Conector LC
Conector MPO
Conector SC
Conectores Ópticos
Há vários tipos de conectores ópticos no mercado, cada um voltado a uma aplicação, variando no formato e no
modelo de fixação. Geralmente os conectores são machos, ou seja, os ferrolhos são estruturas cilíndricas ou cônicas
que são inseridos em adaptadores ópticos.
Os principais conectores utilizados atualmente, são os conectores tipo SC, LC, MPO e FC.
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os
componentes de mesmas cores.
SC-APC
(SMF/
MMF)
SC-PC
SC-SPC
SC-UPC
(SMF)
SC-PC
(MMF)
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os componentes de mesmas cores.
UPC - UPC
APC - APC
CONECTORES com polimento UPC X APC
Uma coisa que deve ser notada é que os conectores APC e UPC não podem e não devem ser acoplados.
Isso não apenas causa um desempenho ruim, já que os núcleos de fibra não se tocam, mas também pode destruir
os dois conectores.
A última coisa que você quer fazer é causar danos permanentes ao transmissor, especialmente com equipamentos
monomodo de custo mais alto.
Conectores e adaptadores ópticos tipo SC
• É importante lembrar que sempre devemos conectar os componentes de mesmas cores.
APC - UPC
Os conectores são conectados por meio de alinhadores, e a cor indica o tipo de polimento da face que é importante
na hora de configurar os equipamentos. Sempre conecte os conectores de cores iguais por compatibilidade dos
alinhamentos.
PC e UPC: APC:
São conectores ópticos de face polida de São conectores ópticos de contato físico
modo a permitir o contato físico com angular.
outro conector. ▪ Têm de 5º a 15º de inclinação de modo a
minimizar o retorno de luz e diminuir a perda de
▪ UPC é compatível com PC inserção
▪ Perda típica de até 0,5 dB ▪ APC NÃO é compatível com PC/UPC (a
▪ Em equipamentos OTDR o padrão conexão incorreta gera perda de 4 dB).
em geral é UPC ▪ Usualmente na cor verde
▪ Usualmente na cor ▪ Perda típica de 0,3
azul dB
SC - UPC SC - APC
Os 4 inimigos da conexão óptica são:
Poeira
Sujeira
Conector BOM
Umidade
Riscos
Conector SUJO
Conector com
gordura das mãos
Limpeza dos Conectores Ópticos
▪ Limpeza mista
▪ Lenços livres de fiapos +
álcool isopropílico
Limpeza dos Conectores Ópticos
COMO?
COMO?
▪ Gire o conector meia volta no sentido horário
▪ e meia volta em sentido anti-horário.
▪ Inspecione.
▪ Caso necessário, repita o processo
de limpeza e inspeção.
Ferramentas de limpeza
[Link]
Vídeo: Ferramenta de Limpeza Óptica
✓ SC
✓ ST ✓ MPO/MTP
✓ LC
✓ FC ✓ MT-RJ
✓ E2000
▪ Desenho ergonômico.
▪ Permitem mais de 500 limpezas.
▪ Compatíveis com conectores machos e fêmeas.
▪ Compatíveis com polimentos PC e APC.
Conector sujo Conector limpo
FCP Fibra Óptica
[Link]
Classificação de
Flamabilidade dos cabos
metálicos e ópticos
Neste capítulo o treinando
conhecerá os conceitos de
características de flamabilidade
Critérios de segurança para cabeamento interno
• Uma das primeiras normas que tratou sobre este assunto foi o NFPA 70 (NEC -
National Electrical Code), editado pela National Fire Protection Association
(NFPA), nos Estados Unidos. Baseado no NEC a UL (Underwriters Laboratories)
desenvolveu testes de flamabilidade e propagação a chamas.
Critérios de segurança para cabeamento interno
Parâmetros Significado
Flamabilidade Trata-se de como a chama se propaga no cabo
Geração de Fumaça Refere-se à quantidade de fumaça gerada
Gases Tóxicos Produzidos Refere-se ao grau de toxidade da fumaça
Corrosividade da Fumaça Refere-se ao poder de corrosão da fumaça
• UL - Estados Unidos
• IEC – Internacional
CABOS “LSZH”
São cabos que apresentam baixa emissão de fumaça e sem Câmara Teste Plenum – NFPA 272
Câmara UL 1685 (UL 1581 Vertical tray) a presença de halogênios (por ex. cloro, bromo) em sua
queima.
Classificação frente à chama para cabos
Metálico Óptico Descrição
COG - PVC
Cabos de Cobre
Este capítulo apresenta as principais soluções
de cabos de cobre da Furukawa
MultiLan
CAT. 5e
[Link]
detalhes/catalogo-de-solucoes-%7C-fcs
MultiLan
CAT. 5e CAT. 5e
U/UTP Dupla
F/UTP Capa
25P
CAT. 5e
Indoor/
CAT. 5e
Outdoor
UV Outdoor
GigaLan
CAT. 6
CAT. 6
CAT. 6 F/UTP
U/UTP com fita
WB
CAT. 6A
Taxa de transmissão
10Gbps → Backbone
100m
Limite de desempenho
500 Mhz Data Centers
GigaLan Augmented
CAT. 6A CAT. 6A
U/UTP F/UTP
Diâmetro
8,6 mm 7,5 mm
Peso
80 kg/km 57 kg/km
PS ANEXT
40
50 EIA/TIA
60
U/UTP
Desempenho AlienXtalk 70
80 F/UTP
dB
10dB de margem 90
100
110
120
130
0 100 200 300 400 500 600
Freq MHz
• Os cabos GigaLan Augmented CAT.6A F/UTP (blindado), além de suportar os variados tipos de PoE no limite mais
alto e rigoroso de número de feixe de cabos, também operam altas taxas de transmissão para aplicações até
10GBASE-T e HDBaseT.
• Um ótimo exemplo de aplicação que exigirá mais do cabeamento é o tão falado Wifi-6 (802.11ax). Essa nova
tecnologia de redes wireless irá demandar taxas de transmissão de 10Gbps no cabeamento horizontal e
consequentemente os Access Points necessitarão um nível maior de alimentação PoE para garantir seu
funcionamento.
• Por isso o CAT.6A sempre é a melhor escolha para o cabeamento horizontal das novas redes, já que trata-se do
único padrão de cabeamento que pode dar sustentação (tanto em taxa de transmissão quanto de alimentação)
para aplicações que irão dominar cada vez mais o mercado Enterprise.
Cabeamento Categoria 7/7A*
Custo
elevado Não há norma definida
CAT. 8
Extensão Metálica
Cabo
Patch Panel
Patch Cord
Conector Fêmea
Conector Fêmea
Patch Cord
Patch cord CAT.6A F/UTP
[Link]
detalhes/patch-cord-futp-gigalan-augmented-cat6a2
[Link]
detalhes/conector-femea-blindado-gigalan-augmented-cat6a
[Link]
Conector fêmea CAT.6A UTP
[Link]
detalhes/conector-femea-gigalan-augmented-cat6a2601
Cabo U/UTP
Cabo F/UTP
LINK – [Link]
LINK - [Link]
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP
[Link]
detalhes/extensao-solida-futp-gigalan-augmented-cat6a
Cabo pré-conectorizado CAT.6A F/UTP
[Link]
A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os conectores fêmea CAT.6A
U/UTP e/ou F/UTP.
Patch panel descarregado
A linha GigaLan Augmented utiliza os patch panels descarregados com os conectores fêmea CAT.6A
U/UTP e/ou F/UTP.
[Link]
resultado?q=patch%20panel%20descarregado
Novas Tecnologias
Nuvem
Disponibilidade da
informação
Mainframes
Processamento e
armazenamento
centralizado
Cabeamento
Rede Estruturado
Distribuída Organização da rede
Processamento e
armazenamento
distribuído
A comunicação de dados passou a ser uma parte fundamental da computação a partir da década de 70, quando a
integração de recursos de processamento, memória e periféricos potencializou o uso de computadores de forma
integrada, até então, nunca vista. A partir disso, a tecnologia vem evoluindo em ritmo acelerado, principalmente nas
últimas décadas.
Com tendências, tais como hiper conectividade, o BigData, acesso em nuvem, mobilidade e Internet das coisas , a
infraestrutura deve estar preparada para suportar esse tráfego nas empresas, nas residências, e em qualquer lugar.
Os sistemas e seus componentes, agora tem que ser mais rápido e mais eficiente.
A “Internet das Coisas” é uma revolução tecnológica, que vem conectando a internet aparelhos eletrônicos do dia-a-
dia, tais como aparelhos eletrodomésticos, máquinas industriais e meios de transporte, cujo desenvolvimento
depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.
Ao invés de centralizar todo o processamento dos computadores em um único mainframe, a rede distribuída utiliza
vários computadores menores para obter os mesmos resultados de processamento.
A medida que as redes evoluíram a organização da rede tornou-se imprescindível, exigindo mais do cabeamento.
• Controle de acesso;
• Prevenção de incêndio;
• Energia e iluminação;
• HVAC (heating, ventilating and air conditioning);
• Arquitetura e infraestrutura;
• Redundância;
• Cabeamento estruturado.
Segurança e confiabilidade onde você mais precisa
Todos nós podemos citar algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo, como Google, Amazon, Microsoft,
Apple e Facebook. Estas empresas desenvolveram tecnologias que milhões, às vezes bilhões, de pessoas acessam
diariamente.
Além destas, outras milhões de empresas diariamente necessitam retroalimentar as informações mantendo as
velocidades e confiabilidade necessárias e exigidas pela vida no Século XXI.
No centro destas empresas está o Data Center, instalação que abriga sistemas de computadores e componentes
relacionados, como sistemas de armazenamento e telecomunicações. O tamanho da sua empresa e o tamanho do
seu poder de computação determinam o tamanho ou a quantidade de Data Centers necessários.
Diante deste cenário, os requisitos tecnológicos dos sistemas de telecom de um Data Center são críticos e além dos
hardwares, o cabeamento precisa ser capaz de suportar as novas tecnologias e serviços futuros, e não somente o
cumprimento da demanda presente da rede.
Os Data Centers são estruturas complexas onde as operações em nuvem efetivamente acontecem de forma
virtualizada, gerenciadas por softwares extremamente sofisticados. A enorme dependência deles exige que sejam os
mais disponíveis possíveis.
Dentro do Data Center também há uma estrutura de vários servidores, storages e equipamentos de comutação e
controle, que estão conectados por uma malha de cabeamento capaz de levar sinais a velocidades altíssimas. Os
equipamentos nesses ambientes trafegam informações em taxas de 10Gb/s até 40Gb/s ou 100Gb/s e processam
dados em níveis que seriam impossíveis de se imaginar pouco tempo atrás.
A conectividade física desses ambientes é igualmente importante para a computação em nuvem e deve estar
preparada para os próximos degraus de 400Gb/s até 1Tb/s.
Data Center
O aumento do tráfego na rede e a nova era dos dispositivos IP (BYOD) estão obrigando as empresas a investirem em
infraestrutura. O segmento de IaaS (Infraestrutura como Serviço) é a área que mais cresce dentro do Cloud
Computing.
Diante deste cenário, os requisitos tecnológicos dos sistemas de telecom de um Data Center são críticos e além dos
hardwares, o cabeamento precisa ser capaz de suportar as novas tecnologias e serviços futuros, e não somente o
cumprimento da demanda presente da rede. Por isso, ao se projetar um data center deve-se levar em consideração
os seguintes itens:
1. Optar por uma solução que ofereça o melhor benefício a longo prazo pois a construção física de um Data Center só
se dá uma única vez;
2. Estudar antecipadamente as performances dos produtos, se os mesmos possuem certificações em laboratórios
independentes e a compatibilidade com os demais acessórios e equipamentos da rede;
3. Estar seguro de que a tecnologia selecionada está prevista na norma, para que esteja bem informado em caso de
mudanças nos parâmetros de desempenho.
Confira as vantagens de contar com a qualidade da Furukawa na solução ITMAX para Data Center
• Alta Disponibilidade: Canais de comunicação testados em fábrica para garantir disponibilidade e em diversas
topologias, e comprovados através de laboratórios de terceira parte - o que reduz quaisquer potenciais pontos de
falha e minimiza os riscos de downtime.
• Modularidade: É possível ampliar redes ópticas sem a necessidade de fusões ópticas e com alta densidade,
reduzindo o tempo de instalação e a possibilidade de falhas de comunicações.
• Performance: Sistemas que garantam uma transmissão com Zero Bit Error são primordiais, seja no cabeamento
em cobre de categorias 6A e 8, seja em links ópticos que atendam 10/40/100 Gbps e as futuras velocidades de
transmissão de 200/400 Gbps.
• Gerenciamento de Camada Física: Este sistema garante a atualização automática da documentação nas áreas de
cross-conexões de rede, também facilita a localização física dos dispositivos conectados na rede, tornando a gestão
de infraestrutura mais ágil e segura.
• Segurança: Através da implementação de um sistema de gerenciamento de camada física é possível administrar o
ponto físico da rede e mapeá-lo em uma plataforma de software, de forma que o Gestor de TI possa ter certeza do
que está interconectado. Qualquer movimentação não autorizada nos patch panels e/ou distribuidores ópticos irão
gerar alarmes, assim a equipe de TI consegue identificar as falhas instantaneamente.
• Alta Densidade: Soluções que permitam ampliações de atendimento às demandas futuras de forma ágil e que não
comprometam o desempenho dos canais de comunicação – sem a necessidade de expansão física, valorizando o
metro quadrado do Data Center.
• Eficiência Operacional: Uma infraestrutura de cabling projetada para tirar o máximo proveito do projeto civil, dos
sistemas de refrigeração e de energia (racks abertos, acessórios de cabling adequados para layout - corredores
quentes e frios, etc).
Rede ópticas passivas (PON)
[Link]
Laserway
FTTx
[Link]
FTTx (Fiber To The anywhere) é um termo genérico para designar arquiteturas de redes de transmissão de alto
desempenho, baseadas em tecnologia totalmente óptica. São redes passivas, também designadas por PON.
Esta tecnologia permite levar a fibra até a casa do assinante (FTTH), apartamento (FTTA), ou entrada do prédio
(FTTB).
A solução Laserway foi criada com base na tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network) para atender o
segmento de mercado Enterprise, com uma solução inovadora de infraestrutura de Redes LAN.
Conceitualmente, tratasse de uma rede baseada em fibras monomodo (SMF) com topologia ponto
multiponto, sendo que entre um único equipamento de agregação da rede (Core) e os equipamentos presentes nas
áreas de trabalho existem apenas elementos ópticos passivos..
VÍDEO - [Link]
VÍDEO - [Link]
FTTx (Fiber to the anywhere)
Cabeamento
Horizontal
Switch
Workgroup
DIO
Ponto de Energia e Ponto de Ponto de
Consolidação Refrigeração Consolidação Consolidação
ONTs
Switch
Workgroup
DIO
Energia e
Refrigeração
DIO DIO
CORE
SPLITTER PASSIVO
SWITCH ▪ Salas de Comunicação Menores
Metálico ▪ Menor Necessidade de Refrigeração
Fibra Óptica SWITCH
Distribuição OLT ▪ Menor Necessidade de Energia
▪ Maior Capacidade de Pontos
WAN
▪ Controle Centralizado
A topologia de um cabeamento PON LAN é semelhante àquelas já empregadas para o cabeamento estruturado
convencional.
Na solução Laserway, a transmissão dos dados ocorre entre um equipamento chamado OLT (Optical
Line Termination), localizado na sala de equipamentos e a ONT (Optical Network Termination) localizados nas áreas
de trabalho. As ONTs fornecem conectividade a partir de patch cords metálicos a quaisquer dispositivos finais com
tecnologia Ethernet 10/100/1000BaseT, tais como, computadores, telefones IP, access points, impressoras, câmeras
de vigilância IP, sistemas de automação, controle de acesso, etc. Além da conectividade com equipamentos IP,
também podem ser ofertados serviços como telefonia analógica e vídeo analógico.
Entre OLT e ONTs está a rede de distribuição óptica ODN (Optical Distribution Network). Nesta rede estão presentes
as fibras ópticas do tipo monomodo (SMF) e os splitters ópticos, que são do que divisores de sinais ópticos. Os
splitters são componentes passivos, ou seja, que não requerem alimentação por energia elétrica e nem
refrigeração, e que tem por função dividir o sinal óptico de entrada, advindo de uma fibra da OLT, em múltiplas
saídas para as fibras que se conectarão às ONTs presentes nas áreas de trabalho.
Laserway
Benefícios de uma rede Laserway
Infraestrutura simplificada: com a diminuição de salas técnicas, eletrocalhas e dutos devido ao fato de que cada
fibra pode distribuir informação de vários usuários para cada porta óptica da OLT.
Redução do consumo de energia: devido à diminuição do número de salas técnicas necessárias para a rede local,
também diminui a necessidade de equipamentos para refrigeração e alimentação elétrica das salas. Além deste
fator, os equipamentos da solução Laserway apresentam um baixo consumo de energia por transmitirem dados por
um meio óptico.
Melhor controle de banda: como na solução Laserway os equipamentos OLT e ONTs estão localizados somente nas
terminações da rede óptica, o controle da banda utilizada em cada uma das ONTs se torna facilitado. Esta
característica de ter o equipamento centralizador da comutação do tráfego em um ponto central da rede também se
encaixa perfeitamente com o perfil de tráfego das redes locais atuais.
Rede à prova de futuro: a rede de distribuição da solução Laserway, formada por fibra óptica, splitters e acessórios
ópticos, tem uma capacidade de transmissão na ordem de Terabps (Terabits por segundo). É sabido que os
equipamentos ativos, com o passar do tempo, têm aumentos significativos em suas taxas de transmissão de dados. A
infraestrutura da solução implantada hoje já estaria pronta para suportar tais taxas.
Rede para edificações Green Building: muitas das características da solução Laserway são essenciais para atender
aos programas de incentivo ao uso de recursos eficientes, pois contribuem com a diminuição do consumo de energia,
dos sistemas de refrigeração e da quantidade de material usada no cabeamento.
Economia de investimentos: A solução Laserway traz importantes reduções em investimentos CAPEX (custos dos
materiais) e OPEX (custos de operação). CAPEX: com uma redução significativa de ocupação de espaço – cada porta
de equipamento pode atender até 64 diferentes serviços, pode-se prever salas técnicas menores e sem infraestrutura
exclusiva para sistemas de ar condicionado, energia estabilizada e periféricos. Em casos extremos, podem ser
reduzidas a um armário óptico. OPEX: a operação e manutenção da rede são simplificados por conta das salas
técnicas menores, menos ativo e consequentemente menor quantidade de pontos de falha, controle de todos os
pontos atendidos a partir de um único equipamento. Porém, o maior impacto está na redução do consumo de
energia, podendo chegar em até 70%.
Wireless Enterprise
• Apesar do cabeamento de cobre e óptico ser a base das redes de comunicação, em alguns pontos de
nossa rede é necessário uma conectividade sem fio e neste ponto temos que nos preocupar ainda mais,
pois a maior suscetibilidade a ruídos e maior exposição faz que tenhamos maiores cuidados com as redes
wireless.
• A solução Wireless Enterprise da Furukawa apresenta uma controladora robusta e multifuncional e Access
Points que equalizam o sinal entre diferentes dispositivos.
Controladora Wireless
Access Point
[Link]
detalhes/folder-wireless-laserway
Indústria 4.0
• Inteligência de Produção
• Produção Personalizável
• Flexibilidade
• Conectividade Total
• Alta Criticidade de Rede
• Redução de Custos
• Redução de Desperdícios
• Aumento de Produtividade
Indústria 4.0 é a quarta revolução industrial integrando as tecnologias digitais e a internet das coisas (IoT) porem
não é uma simples compra de tecnologia ou robotização é a digitalização e automação completa, atendendo
pedidos personalizados dos clientes e interligando cadeias de suprimento e distribuição.
LINK - [Link]
Indústria 4.0
[Link]
Indústria 4.0
[Link]
O seu objetivo era prover um sistema de cabeamento flexível e confiável, capaz de ser utilizado por diferentes
equipamentos produzidos por diversos fabricantes, além de oferecer facilidades de remanejamento de pontos de
trabalho, bem como a substituição de equipamentos ativos, sem que seja necessário um novo lançamento de cabos
pelo prédio ou prédios em substituição aquele já instalado.
Topologia do sistema de cabeamento estruturado genérico
MC
DC Main Cross-Conect
3 3
IC
DB DB Intermediate
Cross-Conect
2 2 2
HC
1
DA DA DA Horizontal
1 Cross-Conect
1 1 1 1 1 1 1
1
CP CP HCP CP HCP CP
EO EO EO EO EO EO EO EO EO
Norma ABNT
Main Cross-Connect (MC)
É o ponto de conexão entre os equipamentos, o cabeamento de entrada e o cabeamento de backbone (interno e
externo). Este é o ponto principal de conexão da rede de cabeamento estruturado.
Tem a função de encaminhar o sinal entre os Distribuidores A (DA), B (DB) ou C (DC) e o Equipment Outlet (EO).
Patch Panel
Patch Panel
Cabo sólido Patch Cord
Cabo sólido
Aplicação correta Extensão Sólida (cabo sólido) feito em fábrica
Não deve aplicar patch cord flexível porque:
• Patch cord é cabo flexível, pode não ser compatível com conexão RJ 45 fêmea (salvo
exceções registradas na especificação técnica do patch panels ou nos Keystone Jacks). Tomada Fêmea
(M8V)
Interconnection (Interconexão)
Trata-se de um arranjo físico por meio de patch cables, que realiza uma conexão direta do hardware (switch, PABX,
entre outros) com o cabeamento horizontal ou backbone.
Trata-se de um arranjo físico de conexão, realizado por patch panels, blocos 110 e DIOs, que permite, por meio de
cordões de manobra (patch cables) ou jumpers, mudar o tipo de serviço a ser disponibilizado para o cabeamento
horizontal ou para o backbone.
Interconnection e Cross-connection
CROSS-CRONNECT
Switch
Patch Panel
Patch Cord
Patch Panel
Cabo sólido
Aplicação correta Extensão Sólida (cabo sólido) feito em fábrica
Não deve aplicar patch cord flexível porque:
• Patch cord é cabo flexível, pode não ser compatível com conexão RJ 45 fêmea (salvo
exceções registradas na especificação técnica do patch panels ou nos Keystone Jacks). Tomada Fêmea
(M8V)
MUTOA
Equipment
Cords
Equipment Outlets
Equipment
Laptop Computer
IXI Equipment Cords
Cabling Distributor A
Subsystem 1
Cable Cabling
Subsystem 2 or 3 Cable
MUTOA
Telephone Distributor Room
Equipment Outlet Space
Conceito Cabeamento Escritórios Abertos
Esse conceito nasceu da premissa de que nem sempre e possível preservar o cabeamento instalado, diante das
constantes mudanças de layout que existem no dia a dia. Por isso, ele e amplamente utilizado em locais com
divisórias ou moveis modulares e em áreas com previsão de ocupação futura. A principal vantagem desse sistema e
que no caso de uma mudança de layout, o lance de cabeamento a ser alterado e bem menor, facilitando as
mudanças e aumentando a flexibilidade. Fisicamente o “zone-cabling” pode ser implementado por meio de um bloco
110IDC ou por uma caixa de superfície.
LINK - [Link]
LINK - [Link]
posicoes-expansivel
MUTOA
Onde:
C = máximo valor do cabo da WA, cabo de equipamento e patch cable
H = comprimento total do cabeamento horizontal
(C+H ≤ 100 m )
D = fator relativo à dimensão do patch cord
(0,2 para 24 AWG U/UTP ou SF/UTP e
0,5 para 26 AWG SF/UTP)
W = comprimento máximo do cabo da área de
trabalho
T = tamanho total de patch cords e cordões de equipamento na TR.
ABNT 14565
Ponto de consolidação
Cabling Equipment
Laptop Computer Subsystem 1 Cable
IXI
Telephone
Equipment Outlet Space Equipment Cords
Cabling
Subsystem 1 Cable
Cabling Distributor A
Subsystem 1 Cabling
Cable Subsystem 2 or 3 Cable
CP
Distributor Room
Laptop Computer
É um ponto de interconexão no cabeamento horizontal, visando facilitar o remanejamento das áreas de trabalho.
Para locais que necessitem de remanejamentos frequentes, recomenda-se o uso de tomadas de telecomunicação
multiusuário.
O Ponto de Consolidação deve estar em uma localização fixa que atenda as áreas de trabalho quando estiverem
sendo remanejadas. Em um lance horizontal (cabo) só poderá existir um ponto de consolidação, que poderá ser
combinado com um MUTOA.
Ponto de consolidação
Cabo
Patch Cord
Patch Panel
Ponto de Consolidação
Extensão Metálica
Ponto de Consolidação (CP)
É importante lembrar, que o canal horizontal, do patch panel
a tomada da área de trabalho, deve ser feito com cabo
rígido e pode ter até 90 m.
Patch Cord
Ponto de consolidação x MUTOA
Patch cord
Patch cord
Cabo Rígido
Patch cord
Patch cord
• A distância do Rack a tomada de telecomunicações é de • O patch cord da área de trabalho pode ter até 22
até 90 metros sempre com cabo rígido; metros feito com cabo flexível, conforme tabela
• A somatória dos patch cords pode ser no máximo 10 anterior.
metros, feito com cabo flexível.
Cabos reconhecidos
A norma TIA-568.0-E reconhece cabos par trançado CAT.5e ou superior, cabos de fibras ópticas
do tipo multimodo (MMF) ou monomodo (SMF), bem como, cabos coaxiais.
CAT.5e CAT.5e CAT.6 CAT.6A CAT.8 MMF SMF Coaxial
25p 4p 4p 4p 4p
Edifícios Comerciais 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-568.1-E) 6 e 11)
Edifícios Comerciais 75 Ω
Backbone Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-568.1-E) 6 e 11)
Data Center OM3
Cabeamento Horizontal 75 Ω
(TIA-942-A) Não Não Sim Sim Sim OM4 Sim (734 e 735)
OM5
Data Center OM3
Backbone 75 Ω
(TIA-942-A) Sim Sim Sim Sim Sim OM4 Sim (734 e 735)
OM5
Residencial 75 Ω
Cabeamento Horizontal Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim (Série
(TIA-570-C) 6, 11 e 59)
Residencial 75 Ω
Backbone (Série
Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim
(TIA-570-C) 6, 11 e 59)
Norma TIA-568.1-E
Requisitos para
Cabeamento Estruturado
Backbone cabling
Horizontal cabling (HC)
Backbone Cabling
Interliga os telecommunications rooms do prédio e dos prédios vizinhos.
WA WA TE
IXI
HC
TR HC WA
HC
TR
AP
MC IC
ES ER ER WA WA
Telecommunications
Outlet/Connectors
TR (Splice or Innerconnect) WA
TR WA
Legend:
Equipment
ER Equipment Room
TR Telecommunications Room
TE Telecommunications Enclosure
IXI WA Work Area
Telecommunications Outlet
Backbone Cable
Centralized Cross -Connect ER Horizontal Cable
Terminologia Tia-568 e ISO/IEC-11801
Topologia do sistema de cabeamento estruturado em Topologia do sistema de cabeamento estruturado
edifícios comerciais genérico
Norma TIA-568 Norma ISO/IEC-11801-2
MC
CD
2 2
3 3
IC IC
BD BD
2 2 2
2 2 2
1
HC HC HC
1 1
FD FD FD
1
1 1 1 1 1 1 1
1
1 1 1 1 1 1 1
CP CP HCP CP HCP CP 1
CP CP CP CP CP
TO TO TO EO TO TO TO TO TO
EO EO EO EO EO EO EO EO EO EO
• A Entrance Facility (EF) consiste no encaminhamento, espaços, equipamentos de proteção e outros que
são usados para conectar a infraestrutura de telecomunicação para acesso ao Provedor de Acesso,
Backbone Inter-Building e a infraestrutura do Campus.
Equipment Room (TIA-568.1-E)
• Equipment room (ER´s) possui um conceito diferente de TR´s e TE´s, devido aos equipamentos
existente nessa sala.
• O acesso a ER deve ser controlado e não pode servir como caminho de passagem a outras
áreas.
Equipment Room (TIA-568.1-E)
Espaço da TR
Área Servida m2 (ft2) Tamanho mínimo m (ft)
1.000 (10.000) 3 x 3,4 (10 x 11)
800 (8.000) 3 x 2,8 (10 x 9)
500 (5.000) 3 x 2,2 (10 x 7)
Backbone Cabling (TIA-568.1-E)
(Cabling Subsystem 2 e 3)
WA WA
Cabos reconhecidos:
TO Itens Descrição
WA CP IXI HC
CP Consolidation Point
WA Work Area
Legend:
TO Telecommunications Outlet MUTOA Multi User Telecommunication
WA Work Area Outlet Assembly
HC IXI Horizontal Cross-Connect
TO CP Consolidation Point
Horizontal Cable
WA
• O cabeamento horizontal deve ser construído sempre na topologia estrela com comprimento máximo de 90 m.
• No mínimo dois permanents links devem ser providenciados para cada WA.
• O cabo par trançado (xTP) deve possuir a impedância de 100 ohms, conforme ANSI/TIA-568-D.2.
Work Area (TIA-568.1-E)
ANSI/TIA-568.1-E
Para os cabos UTP de 4 pares, a norma faz referência aos parâmetros mecânicos, modelo de conexão, código
de cores utilizados nos conectores e parâmetros de transmissão.
[Link]
detalhes/tipos-de-pinagem-para-canal-t568a-ou-t568b
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Raio de curvatura
• Cabo UTP Raio = 4x o diâmetro
Pinagem padrão
T568A
Construção
• 4 pares trançados de 26 AWG a 22 AWG.
Cabos e Cords
Cordão da área de trabalho ................................................ A
Ponto de consolidação opcional do cabeamento ................ B
Cabeamento Horizontal ...................................................... C
Patch Cord or Jumper Cable .............................................. D
Cordão do equipamento na Sala de Telecomunicações...... E
24 m
B
Cabos e Cords
Cabeamento Horizontal............... B
Comprimento Máximo
Permanent under test B................................................... 24 m (79 ft)
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para canal até Categoria 6A
Canal em teste
Equipamento A B C D E
Equipamento
de de
teste teste
TO CP C1 C2
Permanente link em teste
Connecting Hardware
Tomada de telecomunicações/Connector............... TO
Ponto de consolidação opcional/Connector............ CP
Horizontal Cross-Connect or Interconnect......... C1,C2
Parâmetros mecânicos (TIA-568.2-D)
Especificação para canal para Categoria 8
30m
24m 3m
3m
Channel Link (Link do canal)
Canal em teste
Equipamento A B C
Equipamento
de de
teste teste
TO CP C1
Permanente link em teste
Connecting Hardware
Tomada de telecomunicações/Connector................ TO
Ponto de consolidação opcional/Connector............. CP
Horizontal Cross-Connect or Interconnect............... C1
Permanent Link
Esta especificação de medição em campo, foi definida na TIA-568.2-D e na ISO 11801-2, e inclui todo o cabeamento,
desde a conexão no patch panel até a tomada fêmea na outra extremidade do link. O teste de “permanent link” é
usado para se verificar a performance do cabeamento permanente.
Esta especificação de medição em campo, foi definida na TIA-568.2-D e inclui todo o cabeamento, desde a conexão
no patch panel até a tomada fêmea na outra extremidade do link. O teste de “permanent link” é usado para se
verificar a performance do cabeamento permanente assim como no teste anterior, porém para Categoria 8 o limite
de comprimento do enlace é de 24 metros.
Channel Link
Esse segmento do cabeamento compreende o link permanente mais os patch cords, ou cordões de manobra.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
▪ Com a proliferação de plugues terminados em campo e com a possibilidade de uma terminação insatisfatória,
organismos de normalização reconheceram a necessidade de um procedimento de teste que incluísse a
conexão com plugue na extremidade.
Tal método é benéfico ao se lidar com múltiplos estágios de amplificação ou atenuação, quando um minúsculo sinal
do éter é amplificando e processando de tal forma que possamos ouvi-lo num alto falante. Ao invés de multiplicar e
dividir os valores em cada estágio – frequentemente com sinais extremamente fracos e com vários zeros após o
ponto decimal – nós podemos considerar todos os valores em dB e obter o ganho ou perda total de um sistema de
uma maneira simplificada.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Os parâmetros de transmissão, com relação aos valores medidos para o link permanente e o link do
canal, são definidos pela norma TIA-568.2-D de acordo com a Categoria e aplicação do cabo.
Diferença entre a potência do sinal transmitido e a potência dos sinais refletidos, medida em dBs. Quanto maior o
valor, melhor o desempenho do cabo;
Atenuação
Perda de potência do sinal elétrico ao passar pelo cabo UTP. A atenuação é medida em decibéis (dB) e quanto menor
for o valor da atenuação, melhor será o desempenho do cabo;
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
PROPAGATION DELAY
Quando um sinal elétrico trafega por um condutor, gera ao redor deste, um campo elétrico. Diafonia ou Crosstalk é a
medida da interferência elétrica gerada em um par pelo sinal que está trafegando num par adjacente dentro do
mesmo cabo. Uma menor interferência acarreta um melhor desempenho.
Assim, a diafonia entre dois pares em um cabo U/UTP ou F/UTP depende de vários fatores, entre eles os aspetos
construtivos do cabo, como bitola dos condutores, passo de torção (relação de trançamento do par), material
empregado no isolante e simetria entre os pares.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
NEXT (Paradiafonia)
• NEXT é a interferência eletromagnética medida a partir
da diferença de intensidade do sinal entre um par
perturbador e um par perturbado, medida próximo
(NEAR) a fonte do par perturbador, ocasionado por
ruídos. NEXT
FEXT (Telediafonia)
FEXT
• FEXT é a medida da diferença de intensidade do sinal
entre um par perturbador e um par perturbado, medida
distante (FAR) a fonte do par perturbador, ocasionado
por ruídos.
• Não é estabelecido para cabeamentos horizontais.
Paradiafonia (NEXT)
Nível de interferência eletromagnética entre 2 pares de condutores de um mesmo cabo, operando na extremidade
onde o sinal é injetado, medida em decibéis (dB). Quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo;
Telediafonia (FEXT)
O parâmetro FEXT (Far-End Crosstalk) determina a interferência de sinais a partir de transmissores, operando na
outra extremidade do link. Medido em dBs, quanto maior o seu valor, melhor o desempenho do cabo.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
NEXT
FEXT
O NEXT (Near-End CrossTalk) ou paradiafonia diz respeito à interferência entre pares de fios na mesma extremidade
de um mesmo cabo. É um parâmetro bastante sensível e os valores mais altos indicam menor ruído (interferência).
Na realidade os resultados dos valores medidos é negativo, mas os equipamentos que fazem a medição não
mostram esse sinal negativo. Por isso um resultado de 30dB (-30dB) indica menos interferência do que um resultado
de 10dB (-10dB).
O FEXT (Far-End CrossTalk) ou telediafonia diz respeito à interferência entre pares de fios em extremidades opostas
de um mesmo cabo. O FEXT não é um problema tão sério quanto o NEXT porque a diafonia que ocorre longe do
emissor gera menos ruído.
O PS-NEXT é uma medida de crosstalk mais rigorosa que inclui a soma total de todas as interferências que podem
ocorrer entre um par e todos os pares adjacentes de um cabo.
PS-FEXT – A soma de todos os FEXT incidentes num cabo recebe o nome de PS-FEXT (Power Sum Far-End Crosstalk).
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
Relação entre o valor da atenuação do cabo e a paradiafonia ou NEXT do mesmo, sendo expressa em dBs. Quanto
maior o seu valor, melhor será o desempenho do cabo;
O ACR (ACR-N) nada mais é do que a diferença entre o NEXT e a atenuação em uma frequência e indica o quanto o
sinal está mais forte que a interferência causada pelo NEXT;
Devido à atenuação o sinal já chega mais fraco ao receptor, tendo como agravante o efeito NEXT atuando mais
intensamente no sinal próximo ao receptor;
O ACR é utilizado como critério para determinar a banda passante disponível no cabo.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
ACR-N (Attenuation to crosstalk ratio, Near-end)
VEJA a Fluke explicando o parâmetro:
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
• Considera-se a somatória de interferências do sinal aplicado em três pares sobre o quarto par
distante menos a Atenuação, e é calculado através da formula: PSACR-F = PSFEXT PIOR VALOR
– IL (Atenuação).
PS-ACR-F
Ao compararmos o PS-FEXT com a atenuação incidentes (FEXT - Atenuação), nasce um novo parâmetro denominado
PS-ACR-F, muito útil em considerações com o ACR e relações SINAL-RUÍDO.
Parâmetros de transmissão (TIA-568.2-D)
• A NVP é expressa como uma porcentagem da velocidade da luz. Ela pode ser medida em campo ou fornecida
pelo fabricante, variando de 60% a 80% conforme a norma TIA-568-D.2.
• A NVP deve ser configurada de acordo com as especificações do fabricante ou medida em campo, antes da
certificação dos parâmetros de rede.
• Cabos da Furukawa tem NVP de 68%.
Velocidade de Propagação nominal
Tempo que o sinal elétrico leva para se propagar pelo condutor, dependente do tempo nominal de propagação do
cabo (NVP), da frequência e do seu comprimento. Quanto menor o seu valor, melhor o desempenho do cabo. A
diferença entre o par com menor atraso e o par de maior atraso é definida como DELAY SKEW.
Alien Crosstalk – ANext (TIA-568.2-D)
• Alien Crosstalk ou ANext Está relacionado com a interferência entre os cabos que estão agrupados
dentro de dutos, eletrocalhas ou racks.
• Para minimizar os efeitos da Allien Crosstalk deve-se agrupar os cabos para lançamento em feixes de
no máximo 6 cabos.
Alien CrossTalk
O AXT (Alien CrossTalk) diz respeito à incidência de interferência entre pares de fios de cabos distintos que
passam pelo mesmo conduíte, por exemplo, quando submetidos à pressão excessiva.
PoE (Power over Ethernet)
• Power over Ethernet (PoE) é a tecnologia que permite a transmissão de dados juntamente com energia elétrica
por meio de um cabo de rede (LAN), do tipo par-trançado (UTP) de quatro pares, oferecendo ao mesmo tempo
alimentação e dados a dispositivos remotos.
• Esta aplicação tem alterado de forma significativa as redes de infraestrutura de cabeamento, já que proporciona,
obviamente, considerável redução de custos de instalação.
• Do ponto de vista do PoE, o ideal é que seja escolhido para o projeto a categoria de cabo mais adequada à
aplicação em utilização, avaliando sempre o nível de PoE necessário, prevendo o aumento de temperatura no
cabo de forma garantir a performance de transmissão de dados e a entrega de potência mínima necessária ao
dispositivo.
LINK - [Link]
PoE (Power over Ethernet)
Dispositivos PoE:
• O PSE - Power Sourcing Equipment é o dispositivo que fornece ou injeta energia em uma rede PoE. Existem dois
tipos de PSE: o endspan e o midspan. O primeiro está localizado na extremidade de um link, enquanto um
midspan fica no meio do link.
• Um injetor PoE midspan é tipicamente um dispositivo de duas portas que injeta energia em um ponto ao longo
do cabeamento UTP. Midspans são usados para alimentar PDs que estão conectados a switches que não
fornecem PoE. O midspan injeta energia CC no cabo e os dados passam via injetor de forma transparente. Na
maioria desses dispositivos, o limite de distância de 100 metros se aplica em toda extensão – desde o switch até
o PD.
PoE (Power over Ethernet)
-25% -30%
Norma TIA-569-E
(Telecommunications Pathways and Spaces)
Elementos de Infraestrutura para o
Cabeamento Estruturado
Deve ser utilizado como uma referência para preparatórios e ocupantes de edifícios em especificações de projetos e
instalação visando facilitar a construção de contratos e compras de serviços;
Deve servir de um guia prático para arquitetos, engenheiros e para a indústria de construção em como projetar e
construir uma infraestrutura que seja adaptável a mudanças dentro da vida útil de um edifício;
Os dutos deverão ser desenhados para acomodação de todos os tipos de cabos de telecomunicações (voz, dados,
imagem, etc).
Dimensionamento e taxa de ocupação
da eletrocalha
Diâmetro Eletrocalhas - Ocupação 50% ( altura x largura mm)
Categoria Tipo do Cabo
(mm) 50 x 75 50 x 150 75 x 75 75 x 150 75 x 200 75 x 250
F/UTP 8,1 36 73 55 109 146 182
CAT.6A
U/UTP 8,6 32 65 48 97 129 161
F/UTP 7 49 97 72 146 195 244
F/UTP Indoor / Outdoor 7,2 46 92 69 138 184 230
CAT.6
U/UTP 6 66 122 99 199 25 332
U/UTP Indoor / Outdoor 6,1 64 128 96 192 257 321
F/UTP 6,2 62 124 93 186 348 311
F/UTP Indoor / Outdoor 5,4 82 164 123 246 327 409
CAT.5e
U/UTP 4,8 104 207 155 311 414 518
U/UTP Indoor / Outdoor 6,3 60 120 90 190 241 301
São utilizados para prover infraestrutura dos meios de transmissão a partir do TR até a tomada de telecomunicações
na área de trabalho. A infraestrutura pode ser composta de diversos meios, incluindo esteiras suspensas,
eletrodutos, malha de distribuição de piso, malha de distribuição de teto, pisos falsos e canaletas aparentes.
- A quantidade e tamanho dos cabos, incluindo estimativa para crescimentos futuros, deverão ser considerados,
quando se determinar o tamanho do duto.
Os cabos de dados sem blindagem, sofrem interferência eletromagnética quando expostos a campos elétricos
provenientes de fontes de energia, tais como os condutores elétricos. Para minimizar os problemas de interferência
a norma ANSI/TIA-569, recomenda a utilização, quando necessário, de cabos de dados e/ou elétricos blindados, e
manter o distanciamento entre eles. Os cabos elétricos ou de dados devem ser acomodados em duto ou eletrocalha
fechada, metálica e aterrada.
Malha de distribuição de teto
Áreas de teto (forro) também podem ser usadas para encaminhamento de cabos de telecomunicações.
Deve-se considerar o uso de cabos do tipo plenum (não propagante a chamas) se a passagem de cabos através do
forro ou teto também for utilizada para a distribuição ou retorno de ar condicionado sem dutos (sistemas plenum de
ar).
Os elementos de suporte dos encaminhamentos de teto deverão permitir a fixação a uma altura mínima de 75 mm
acima de eventuais tetos falsos.
Eletrodutos
21 (3/4) 6 5 4 3 2 2 1 0
O lançamento de 27 (1) 8 8 7 6 3 3 2 1
cabos em dutos
35 (1 1/4) 16 14 12 13 6 4 3 1
com sua taxa de
41 (1 1/2) 20 18 16 15 7 6 4 2
ocupação
53 (2) 30 26 22 20 14 12 7 4
máxima atingida
pode ocasionar 63 (2 1/2) 45 40 36 30 17 14 12 6
no dobramento 78 (3) 70 60 50 40 20 20 17 7
do cabo no 91 (3 1/2) # # # # # # 22 12
A partir da década de 90, devido à intensa evolução tecnológica, as empresas passaram a implementar redes locais
(networking) em seus ambientes de trabalho. Estas se mostraram uma ferramenta de grande utilidade, uma
inovação que passou a ser indispensável para o bom desenvolvimento dos trabalhos em qualquer empresa. Para
obtermos o máximo aproveitamento e dinamismo das redes locais, é necessária infraestrutura adequada e flexível.
O sistema de piso elevado é composto de painéis modulares apoiados em pedestais com ou sem suporte lateral, e
hoje pode ser aplicado em salas de equipamentos ou em áreas de escritório. Encontramos disponíveis no mercado,
dois tipos de piso elevado, o piso convencional, mais adequado ao uso em CPD, e o piso de baixo perfil aplicado em
ambientes de escritório.
Com um ambiente de trabalho em constante mudança, empresas de diversos segmentos passaram a buscar os pisos
elevados utilizados pela área de informática e processamento de dados como solução para estas necessidades.
Então, de acordo com as necessidades tecnológicas surgem os pisos elevados de baixo perfil, constituído por um piso
elevado mais leve e adequado a todos os ambientes de trabalho.
Percursos Verticais ou Backbone
•Dimensão de 4“
Sleeve •5 sleeves mín. por cada
4000 m²
Slot
•1 sleeve por cada 4000 m²
•40 cm² por cada 4000 m²
Shaft • Não instalar em shafts de
Duto de elevadores
Elevadores • Instalar em lugares secos.
Normalmente são formados por uma estrutura vertical e/ou horizontal de TR com interligações entre si, por meio de
sleeves, que são aberturas circulares nas paredes, tetos ou pisos, permitindo a passagem de cabos entre os espaços
adjacentes. Um slot é o mesmo que um sleeve, exceto pelo fato de que a furação é retangular.
Para dutos de passagem (sleeves), deve ser dimensionada uma furação de 4" ou 100 mm para cada 5.000 m² de
área útil servida; a norma recomenda no mínimo 2 dutos de 4” de reserva, além dos calculados.
Canaletas
• Devemos seguir as
recomendações dos
encaminhadores já vistos, como
taxa de ocupação e utilização dos
acessórios.
As canaletas são normalmente retangulares e em perfil, com uma cobertura removível para facilitar o acesso, e
podem ser metálicas ou não.
São instaladas apoiadas na superfície das paredes, encaixadas em reentrâncias feitas nas paredes ou moldadas para
confundir-se com elementos de decoração da sala (substituir o rodapé por uma canaleta).
FCP MASTER
[Link]
TIA-606-C Parâmetros
Gerais de Identificação
Neste capítulo o treinando conhecerá o modelo
de identificação reconhecido pela norma TIA-
606-C para edifícios comerciais.
TIA-606-C
• A administração do Sistema pode ser realizada por meio de identificação por códigos
ou cores, de modo manual ou por sistemas computadorizados. Nessa administração
podemos incluir cabos, patch panels, blocos 110, TR, eletrodutos, etc., porém, não
compreende a administração de ativos conectados aos outlets.
NORMA ANSI/TIA/EIA 606-C
Administration Standard for the Telecommunications Infrastructure of Commercial Buildings.
Padrões de Administração de Infraestrutura de Telecomunicações em Prédios Comerciais.
O objetivo da norma é prover um esquema de administração padronizado independente da aplicação, produto ou
plataforma, que possa ser alterado diversas vezes ao longo da vida do edifício.
Identificação de todos os componentes de forma a permitir uma correta documentação e administração da rede
como um todo.
A codificação para cabeamento obedece à regra de identificar a origem e o destino. - A identificação deve existir em
ambos os extremos dos cabos, nas tomadas e nos pontos de concentração.
TIA-606-C
Patch Panel
❑ Identificado por uma letra;
❑ Porta identificadas pela letra, mais sequência numérica. Ex.: A01
Cabo
❑ Identificado nas duas extremidades do cabo.
Identificação no espelho
PT ADM.02.01
TR ADM.2A.1.28-01
Identificação do sistema de cabeamento
Identificação Obrigatória !
Identificação Obrigatória !
As etiquetas de terminação, que identificam as duas pontas do mesmo cabo, precisam ser da
mesma cor. A cor identifica o tipo de serviços e conexões cruzadas são feitas genericamente
entre campos de terminação de duas cores diferentes.
Violeta Terminação de cabos originada de equipamentos comuns (PABX, computadores, LANs e multiplex)
Branco Identifica o primeiro nível do backbone (da conexão cruzada principal para a conexão cruzada
intermediária ou ao armário de telecomunicações)
Cinza Segundo nível da terminação do backbone (da conexão cruzada intermediária ao armário de
telecomunicações)
Terminação da mídia da estação de telecomunicações; exigido somente no TC e sala de
Azul equipamentos ao final do cabo e não no outlet de telecomunicações
Marrom Terminações do cabo do backbone interedifícios ou campus (conexão cruzada principal à conexão
cruzada intermediária remota)
Amarelo Terminação de circuitos auxiliares, alarmes, manutenção, segurança e outros circuitos menores
• A primeira versão do “As-Built” vem do projeto da rede, e deve ser atualizado de acordo com
alterações de instalações e mudanças ocorridas durante a vida útil do projeto.
1. Capacete
Capacete de segurança para proteção contra
impactos de objetos sobre o crânio;
capacete de segurança para proteção contra
choques elétricos;
2. Óculos
Óculos de segurança para proteção dos olhos
contra impactos de partículas volantes;
3. Protetor Auditivo
Protetor Auricular descartável ou não, para
proteção de ruídos;
4. Protetor Respiratório
Máscara descartável para proteção de resíduos
em suspensão no ar.
Segurança do Trabalho
5. Luva
Luva de segurança para proteção das mãos contra
agentes cortantes e perfurantes;
Luva de segurança para proteção das mãos contra
choques elétricos;
6. Uniforme
Para proteção de braços / pernas
7. Cinto de Segurança e Dispositivo Trava queda
Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do
usuário contra quedas em operações com movimentação
vertical ou horizontal, utilizado com cinta de segurança
para proteção contra quedas.
8. Calçado de Segurança
Para proteção dos pés,
9. Detector de fase
Conhecido como chave teste, verifica se as partes
metálicas próximas ao trabalhador estão energizadas.
Imprescindível nas instalações em postes com rede
elétrica
Instalação de redes de
Cabeamento de Cobre
Este capítulo apresentará os conceitos de
instalações em redes de cabeamento de cobre
Instalação de redes de cabos de cobre
Antes de realizar uma instalação, é necessário seguir alguns critérios para evitar contratempos durante
a realização do serviço.
Separamos este tema em cinco etapas, desde quando você recebe o projeto até a montagem da rede.
• Verificar normas existentes no local de trabalho quanto ao estacionamento e tráfego de veículos, trajes,
crachás e exigências quanto a EPIs e EPCs, local para alimentação, horário de trabalho, autorizações
necessárias, procedimentos de carga e descarga, equipamentos necessários, entre outros.
Local da Instalação
• Limpar e organizar o Local de trabalho;
• Verificar onde se encontram os quadros de energia, tomadas elétricas, a tensão e corrente dessas tomadas e se
podem ser utilizadas;
• Iniciar a montagem da infraestrutura seca, isto é, a montagem de conduites, eletrocalhas, pisos elevados, etc...
Ferramentas básicas
1. Alicate de Corte 6. Ferramenta de Crimpagem Rápida 11. Estilete
1
2 3 4 5
6 7 8 10
9
11 12 13
Lançamento do Cabo
• Jamais poderão ser feitas emendas nos cabos xTP, com o risco de provocar um
ponto de oxidação e provocar falhas de comunicação.
Classificação de flamabilidade
Tipo
Fabricante
Lançamento do Cabo
3. Posicionar - Em um dos lados do conector, posicionar os dois pares dos condutores nos
terminais ordenadamente segundo a correspondência de cores.
4. Inserir os condutores com a ferramenta “110 Punch Down Tool” na posição de baixo impacto,
perpendicular ao conector, apoiando-o contra uma base firme e com o auxílio do suporte que
acompanha o produto. Com o uso da ferramenta “110 Pucnh Down Tool” as sobras dos fios são
automaticamente cortadas.
Notas: Cuidados: O raio de curvatura do cabo não deve ser inferior a 4 vezes o diâmetro do mesmo e evitar que o
comprimento dos pares destorcidos ultrapasse 13 mm.
Conectorização
2. Posicionar os pares de condutores lado a lado, com o cuidado de não misturar os fios entre si,
seguindo a orientação T568A ou T568B.
4. Cortar as pontas dos condutores expostos de forma que os condutores fiquem paralelos entre si.
Para categoria 5e o destrançamento máximo é de 13mm.
Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a crimpagem,
certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam alicates especiais,
não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do plug macho (RJ45)
5. Inserir o cabo no conector com a trava voltada para baixo. Certificar que os condutores
estão nas posições corretas e totalmente inseridos no conector nas respectivas ranhuras.
6. A capa externa do cabo U/UTP deve ser inserida até a entrada dos condutores nas cavidades dos contatos.
Notas:
Conector pode ser crimpado somente uma vez, não permitindo uma segunda tentativa. Após a
crimpagem, certifique-se os condutores estão bem crimpados e a capa do cabo esteja presa firmemente.
Os conectores macho dos cabos categoria 6 ou superior, são compostos por três peças e utilizam
alicates especiais, não podendo ser crimpado em campo, somente em fábrica.
Montagem do patch panel
1. Decapar a capa externa do cabo U/UTP aproximadamente 50 mm com o cuidado de
não danificar os condutores. Segurar firmemente o cabo na remoção da capa externa.
Evitar que o comprimento máximo dos pares destrançados ultrapasse o valor de 13
mm.
2. Posicionar os pares de acordo com as instruções indicadas na parte traseira do patch panel.
3. Conectar os condutores individualmente usando a ferramenta 110 Punch Down Tool na posição de baixo
impacto, obedecendo a correspondência entre as cores dos condutores e dos terminais. Os cabos deverão ser
instalados e crimpados partindo do centro do painel e distribuídos em direção às duas laterais, dividindo os
cabos em duas partes.
Montagem do patch panel
5. Agrupar ordenadamente e fixar os cabos entre si por velcro na parte traseira do patch panel.
7. Conectar o fio de aterramento, quando existir. Exemplo da montagem de um modelo de Patch Panel:
[Link]
Mottainai
2018 2 Bilhões
TONELADAS DE RESÍDUOS
+70%
PROGRAMA GREEN IT
Destino final
A Furukawa ainda subsidia seus integradores com incentivos comerciais para fomentar o Green IT.
Processo de trituração
Processo de separação do cobre
Processo de separação do cobre
Programa Green IT
Confira as vantagens
PROGRAMA GREEN IT
Como participar?
Cliente solicita Furukawa envia Cliente envia o Furukawa recebe Cliente recebe o
o Programa. embalagens material e a nota o material e envia Cheque Verde e
apropriadas. fiscal da venda. o Cheque Verde. solicita o certificado.
PROGRAMA GREEN IT
1. Como aderir
Bag 1 Bag 2
Capacidade: 20 a 25 kg Capacidade: 75 kg
Dimensões: Dimensões:
40 x 53 x 40 cm – LAP 60 x 60 x 60 cm – LAP
Emissão Retorno
Natureza da Operação Venda 5949 (Paraná) e 6949 (Demais estados) Retorno empréstimo sem
Natureza da Operação contrato de comodato (CFOP:
5909/6909)
Frete FOB (por conta da Furukawa)
Produto Saco Prog. Green IT (tamanho
Empresa do Paraná – Deferido (dispensado o
ICMS referente a bag)
destaque do ICMS)
Demais Estados – 12%
Valor unitário O valor deve ser aquele que
consta na nota das bags
Furukawa Electric LatAm S.A.
Destino CNPJ 51.775.690/0001-91
Insc. Est. 101.36.200-04 Unidade de medida Unidades
Valor unitário R$ 5,60 por quilo
Razão Social Furukawa Electric LatAm S.A.
Vencimento À vista (encontro de contas)
3. Coleta das bags
greenit@[Link]
notasfiscais@[Link]
Após confirmação será
realizado o agendamento
junto a transportadora.
PROGRAMA GREEN IT
4. Bonificação – Cheque Verde
–50 kg
Diminuição de materiais pesados
depositados em aterro.
100 kg
de material –9,5 ton
proporciona a Redução na extração de minério
economia de de cobre.
recursos naturais
–956 kWh
A redução do consumo de energia pode abastecer
mais de 7 residências de classe média durante 1 mês.
Contatos
Central de serviços
Contato
(Seg-Sex das 08:00 às 15:00)
(41) 3341-7325
0800 701 0041
greenit@[Link] distribuidores@[Link]
PROGRAMA GREEN IT
Normas Brasileiras de
Cabeamento Estrutado
Neste capítulo vamos traçar um comparativo
entre as normas NBR e TIA.
Normas Brasileiras
[Link]
Hoje no brasil contamos com diversas normas de cabeamento estruturado para os mais diversos
ambientes.
Estas normas foram escritas com base nos conceitos das normas ISO/IEC.
O objetivo era implementar um padrão genérico de cabeamento de telecomunicações a ser seguido pelos diversos
fornecedores, porque até então, o cabeamento era definido pela empresa que o instalava, e cada empresa tinha o
seu modelo e muitas vezes incompatíveis com outros fabricantes.
O Brasil, também com intuito de padronizar o cabeamento de redes, publicou sua própria norma, que foi a ABNT
14565:2000, porém, esta norma se tornou obsoleta, porque veio a ser atualizada somente em 2007.
A ABNT NBR 14565 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03) pela Comissão de Estudo de
Cabeamento de Telecomunicações (CE-03:046.05). Apesar de termos uma norma própria, o conjunto de normas
comumente utilizado no Brasil é a norma americana ANSI/TIA, devido a maioria dos fabricantes desenvolverem seus
produtos baseados nesta norma. A norma ABNT 14565:2007, ABNT 14565:2013 e a ABNT 14565:2019 foram
baseadas na ISO/IEC 11801.
LINK - [Link]
Comparativo ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568 - Topologia
ABNT NBR TIA
Subsistema de Cabeamento Horizontal Cabling Subsystem 1
Subsistema de Cabeamento Backbone Edifício Cabling Subsystem 2
Subsistema de Cabeamento Backbone de Campus Cabling Subsystem 3
TO – Tomada de Telecom
CP – Consolidation Point
FD – Distribuidor de piso
BD – Distribuidor de Edifício
CD – Distribuidor de Campus
Na figura anterior podemos ver uma instalação entre edifícios onde a interligação do edifício A é realizada a partir
do seu BD (distribuidor de edifício) para o FD (distribuidor de piso) através do Backbone de edifício, culminando na
TO (Tomada de telecom) através do cabeamento horizontal.
Na interligação entre edifício A e B temos a saída do cabeamento através do CD (distribuidor de campus) para o BD
(distribuidor de edifício) do edifício B através do Backbone de campus, onde será distribuído localmente da mesma
forma que ocorre no edifício A.
Comparativo ABNT NBR 14565:2019 x TIA-568
Horizontal Cross-Connect Equipment Outlet
Cabeamento EO
Armário de HC Horizontal Área de trabalho
Telecomunicações FD (WA) TO
(TR) Tomada de telecomunicações
Distribuidor de piso
MUTO(A)
Tomada Multiusuário
Backbone
Óptico ou Cobre CP
Ponto de Consolidação
WAN LEGENDA
Tomada de telecomunicações
• A primeira tomada, deve ser obrigatoriamente UTP;
• A segunda tomada, pode ser óptica ou metálica.
TO
Patch cords
• Não ultrapassar 5 m do FD (Distribuidor de Piso);
• No caso de MUTO não ultrapassar 20 m para cabos UTP 24 AWG na área de trabalho;
• No caso de MUTO não ultrapassar 15 m para cabos UTP 26 AWG na área de trabalho.
Ponto de consolidação:
• Pode atender até 12 áreas de trabalho no máximo;
• No mínimo a 15 m do FD (Distribuidor de Piso).
NBR 14565:2019 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
ABNT NBR TIA Lagura de banda
Classe A - 100 kHz
Classe B - 1 MHz
Classe C/Categoria 3 Categoria 3 16 MHz
Classe D/Categoria 5e Categoria 5e 100 MHz
Classe E/Categoria 6 Categoria 6 250 MHz
Classe EA/Categoria 6A Categoria 6A 500 MHz
Classe F/Categoria 7 - 600 MHz
Classe FA/Categoria 7A - 1000 MHz
Categoria 8 * Categoria 8 2000 MHz Tabela 2
Tabela 1
* Verificar tabela 2
Os canais de devem oferecer desempenho mínimo de transmissão para suportar a aplicação, sendo assim um canal
Classe C/Categoria 5e deve oferecer um desempenho mínimo de sua largura de banda que é 100 MHz e assim deve
ocorrer para as demais Classes/Categorias.
O canais, enlaces permanentes no cabeamento horizontal devem ser instalados para oferecer um desempenho
mínimo de Classe D/Categoria 5e.
NBR 14565:2019 x TIA-568 – Desempenho de transmissão
Classificação de Fibras Ópticas:
• A abertura da porta da sala de equipamentos deve ser do tamanho adequado para permitir a
passagem e instalação dos equipamentos;
Sala de equipamentos
Sala de telecomunicações
Área de Trabalho
Certificação:
Este processo de certificação deve ser realizado antes do sistema em rede ser ativado.
Equipamentos de teste:
Nível IIe:
Testes nível I e nível II, ACR-F, Return Loss, Propagation
Delay e Skew Delay
Nível III:
Testes nível IIe, até a frequência de 250 MHz
Nível IV:
Testes nível III, até a frequência de 600 MHz
Nível V:
Testes nível IV, até a frequência de 1000 MHz
Nível VI
Testes nível V, até a frequência de 2000 MHz
Certificação em redes de cobre
• Para os pontos que não passarem na certificação, informar o encarregado da instalação os dados necessários para
reparar o erro;
• Terminada a bateria de testes, descarregar os relatórios e realizar uma leitura procurando valores com pouca
margem, mesmo nos testes aprovados;
• 10GBASE-T;
Malha OK Fio 3 aberto Fios 1 e 2 em curto Na linha Fluke DTX verifica a continuidade
da blindagem.
SCANNERS FLUKE
Quando o equipamento estiver setado para a Norma TIA
- Não é fornecido um PASS/FAIL (PASSA/FALHA).
- Somente um “i” , informação somente, ao lado do
parâmetro.
Length (Comprimento)
SCANNERS FLUKE:
Quando o equipamento estiver setado para a Norma ISO, não
é fornecido um PASS/FAIL (PASSA/FALHA), somente um “i” ,
informação somente, ao lado do parâmetro.
Propagation Delay (Retardo de Propagação)
NEXT Excesso de conexões no link Cuidado com aplicações simultâneas de voz e dados
RETURN
HDTDR LOSS +/-0,8 % +/-3 %
Exercícios Fluke









