Manual de Atendimento e Vendas na Restauração
Manual de Atendimento e Vendas na Restauração
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Índice:
Objetivos do manual......................................................................................................................................4
Objetivos Pedagógicos...................................................................................................................................5
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Objetivos gerais:........................................................................................................................................5
Objetivos específicos:................................................................................................................................5
Conteúdos programáticos..............................................................................................................................6
Introdução......................................................................................................................................................8
1. Normas técnicas e protocolares do atendimento de clientes...................................................................10
1.1. Regras de protocolo..........................................................................................................................10
1.2. Cooperação e articulação entre serviços...........................................................................................10
2. Comunicação no atendimento..................................................................................................................11
3. Processo de atendimento ao cliente.........................................................................................................17
4. Técnicas de venda no decurso do serviço................................................................................................21
4.1. Técnicas de negociação e venda.......................................................................................................21
4.2. Etapas de venda´...............................................................................................................................21
4.3. Controlo de venda.............................................................................................................................21
5. Gestão de reclamações.............................................................................................................................22
5.1. Técnicas de resolução de reclamações..............................................................................................22
5.2. Procedimentos...................................................................................................................................22
5.3. Encaminhamento de reclamações.....................................................................................................22
6. Normas de higiene e segurança...............................................................................................................23
Conclusão.....................................................................................................................................................24
Bibliografia:.................................................................................................................................................25
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||ENQUADRAMENTO||
Objetivos do manual
O presente manual de apoio à aprendizagem tem por objetivo constituir um complemento aos 2
O acesso a este manual por parte do formando constitui um benefício que lhe é atribuído pela
inscrição e frequência do curso.
Objetivos Pedagógicos
Objetivos gerais:
Objetivos específicos:
||INTRODUÇÃO||
Introdução
||DESENVOLVIMENTO||
1. Normas técnicas e protocolares do atendimento de clientes
Comunicar implica uma troca de ideias, sentimentos e experiências entre pessoas que conhecem
o significado daquilo que se diz e do que se faz. 2
Quando o cliente entra na nossa empresa, mesmo antes de dialogar connosco já criou uma
imagem nossa, da organização e da marca através de comportamentos e ambiente que observou
e das experiências anteriores que possui.
Para isso é necessário:
Manter a postura ideal para que o impacto seja positivo
Dirija-se ao cliente sem precipitações, se possível, coloque-se de preferência do seu lado
direito. Olhe-o nos olhos e mantenha contacto visual permanente com o cliente sempre que
fala de forma a demonstrar segurança, disponibilidade e escuta ativa.
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Manter sempre a postura vertical, neste contexto, o corpo “fala” e diz muito, mantenha
as costas direitas, utilize gestos suaves e mantenha uma fisionomia alegre.
ASSERTIVIDADE:
A comunicação assertiva é o estilo de comunicação que permite ao indivíduo ser mais
construtivo na relação com os outros. A assertividade não é uma caraterística inata ou um traço
de personalidade que alguns possuem e outros não. É uma aptidão que pode ser aprendida, que
cada um pode desenvolver mediante um treino sistemático e estruturado. E, a maioria das
pessoas não é assertiva em todas as situações. Por exemplo, pode-se comunicar assertivamente 2
Técnica dos 5 EU
EU sinto – Permite a expressão do que realmente se está a sentir. Trata-se de uma emoção
específica.
EU quero – Quem fala quer sempre algo, no mínimo mostrar satisfação, desagrado ou outra
emoção, por palavras ou atos, que o afetam e em que o interlocutor interveio.
EU pretendo – Quer-se exprimir, a finalidade dos atos e dos sentimentos, de modo a que o
interlocutor veja só o que está no diálogo.
Linguagem corporal:
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deixar de comunicar, porque todo o seu comportamento tem uma dimensão comunicativa.
Esta pode não ser consciente nem mesmo intencional, mas conhecer o seu valor e a sua
importância para nós e para os outros, é essencial para evitar as ruturas ou os bloqueios da
comunicação.
Consoante o modo e o tom com que é pronunciada e também os gestos que a acompanham,
pode ter vários significados.
Normalmente, temos tendência para confiar mais nas pessoas cujas mensagens não verbais se
adequam e reforçam as suas mensagens verbais. Já o contrário costuma provocar desconfiança.
3. Processo de atendimento ao cliente
Por essa razão, comunicar não é algo que acontece pura e simplesmente; requer atenção quanto
ao conteúdo da mensagem e, mais importante, à forma como é apresentada, para que possa
chegar a ser corretamente recebida e compreendida. Caso contrário, nem vale a pena começar a
comunicar.
Saber onde é que o processo de comunicação pode correr mal, é um importante ponto de
partida, quando se procura uma boa comunicação. O Atendimento, mais do que uma transação,
é uma forma de comunicação, de troca de ideias e de relação com as pessoas a partir das coisas.
- As pessoas que todos os dias procuram a Instituição são os seus clientes preferenciais.
- Os colaboradores que atendem o público na Instituição são o rosto da mesma.
- A Instituição é a imagem que os seus colaboradores transmitem, por isso a instituição
tem de criar em cada situação de atendimento um momento de excelência.
Não podemos ignorar que o público é constituído por seres humanos, com problemas, ideias,
desejos, necessidades, sentimentos e emoções, que como tal exigem ser bem tratados.
No domínio do relacionamento humano não há fórmulas milagrosas (“receitas”), portanto:
Familiarize-se com a empresa.
Conheça bem os produtos e/ou serviços, os departamentos, os circuitos e, na medida do
possível, as pessoas.
Mantenha a calma. Seja refletido(a) independentemente da dificuldade de cada situação
e atitude do interlocutor.
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Organize o seu posto de trabalho. Procure ter à mão todos os documentos, impressos e
informações necessárias.
Interesse-se pela empresa e pelos problemas correntes. Mantenha-se informado(a). Não
se transforme numa “ilha”.
Procure raciocinar rapidamente, mas com frieza.
Mantenha a discrição em todas as situações.
Seja humilde. Admita que o erro pode ser seu ou da sua organização (cuidado).
Trate o interlocutor pelo nome. Sempre que possível.
Faça sentir a quem espera que não está esquecido. Mantenha o contato.
Quando não puder atender prontamente, dê um minuto de atenção a quem chega.
Utilize uma linguagem correta, adequada.
Use a empatia. Escute. Tente compreender o ponto de vista do interlocutor.
Sorria. Use a simpatia.
Clientes Internos
- São os colegas de trabalho com quem todos os dias falamos e trabalhamos e que
devemos tratar da mesma forma que o público.
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Sem público não há organizações. A satisfação do público é primordial, é ele que julga o
serviço e decide o futuro da Instituição. Uma forma de fidelizar o público é ouvir as suas
sugestões e críticas e você tem aqui um papel essencial...
Porque...
Objetivos da instituição:
Em relação ao público:
- Todas as pessoas têm os seus objetivos próprios, no entanto, todas elas ao procurarem
a instituição pretendem estabelecer contatos frutíferos.
- Atender de forma excelente o público.
- Atender todas as pessoas para que nenhuma se esqueça do atendimento prestado na
Instituição e no futuro volte a procurá-la.
Em relação ao Colaborador/Atendedor:
- Atuar de acordo com os objetivos da Organização ou Instituição.
- Atuar de acordo com a imagem que a Instituição tem.
- Guardar os segredos da Instituição.
- Defender os interesses da Instituição.
Objetivos do Público:
Em relação à Instituição:
- Satisfazer de forma rápida e eficaz as suas necessidades.
- Ser tratado com consideração e que a Instituição mostre interesse pelo seu caso e suas
necessidades.
Em relação ao Atendedor:
- Você é o representante da Instituição e, por isso, para todas as pessoas você é a própria
Instituição, aquela que o público espera:
- A possibilidade de exigir um sorriso.
- A satisfação de sentir o seu pedido bem entregue.
- A certeza de ser tratado com respeito.
- A garantia de ser compreendido.
- A certeza de ser escutado. 2
O bom Atendedor é aquele que consegue que a Instituição e o público concretizem os seus
objetivos:
Prestação do serviço
Satisfação com a relação de Atendimento.
4. Técnicas de venda no decurso do serviço
Para que o processo de atendimento ao consumidor ocorra de forma eficiente, é necessário ter
em conta algumas premissas essenciais, nomeadamente, no que se prende com as características 2
Concorrência:
De uma forma simples, o concorrente de um produto é tudo o que o possa substituir, total ou
parcialmente.
Por exemplo: O consumo de Coca Cola pode ser substituído pelo da Pepsi ou pelo consumo de
uma outra qualquer marca de cola, mas também por produtos de uma outra qualquer marca de
cola, mas também por produtos muito diferentes como sumos de fruta, água mineral ou mesmo
água natural.
O espaço concorrencial de um produto ou de uma marca pode ser analisado em 3 níveis:
1.º Concorrência inter-produtos: Os concorrentes são definidos aqui como os que
oferecem produtos completamente semelhantes, por exemplo: O Polo da Volkswagen é
concorrente do Clio da Renault.
2.º Concorrência inter-segmentos: São todos aqueles que apesar de não serem
produtos semelhantes, fazem parte do mesmo segmento de mercado, por exemplo:
Coca-Cola e o Vinho, são produtos do sector alimentar, das bebidas, mas não fazem
parte do mesmo género de produto, no entanto, podem ser concorrentes, pois um pode
substituir o outro.
3.º Concorrência Genérica: Qualquer produto que possa alterar o hábito de compra e
que não faça parte da mesma categoria de produto.
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Consumidor:
No ato de venda é necessário ter em conta que todos somos diferentes tendo em conta:
• Necessidades
• Expectativas
• Rendimentos
• Personalidades
• Agregados 2
• Culturas
• Educação
• Localização Geográfica
A estratégia de vendas deverá ser definida segundo as características particulares de cada cliente
e por isso um bom comercial terá de as conhecer o melhor possível, para atuar da forma ideal.
A decisão de compra:
As vendas devem ser baseadas nas forças psicológicas e sociais que influenciam o
comportamento do cliente. Assim, na base do processo de decisão dos consumidores estão estas
duas forças fundamentais:
Fatores individuais: (necessidades, perceções, atitudes, personalidade, características
demográficas e estilo de vida)
O meio envolvente: cultura (normas de sociedade e influencias éticas ou regionais),
classes sociais (grupo social a que o consumidor pertence), pequenos grupos (amigos,
família, grupos de referência).
Tipo de compra:
Alto envolvimento: São as compras mais complexas, e requerem do cliente um tipo de
preocupação elevado, pois estão associados a custos mais elevado. Exemplo deste tipo
de compras: produtos de elevado preço, produtos associados a risco de utilização, como
serviços médicos e automóveis, produtos complexos, como computadores, produtos
associados ao ego como, cosméticos e vestuário.
Baixo envolvimento: São as compras que não requerem grande esforço, não existe a
necessidade de um grande esforço em decidir o que comprar, ou qual comprar. A maior
parte das compras são de baixo envolvimento. Este tipo de decisão de compra exige um
processo de aprendizagem passiva porque não há procura de informação. Um novo
estímulo é suficiente para provocar uma nova escolha, normalmente, resultam de
compras não planeadas.
Motivações e Travões:
Em termos simples as motivações são as razões que levam as pessoas a comprar determinado
produto ou serviço. E podem agrupar-se em 3 categorias:
1º Motivação de carácter hedonista: são os prazeres ou sentimentos agradáveis que
um indivíduo espera do consumo, posse ou compra de um produto, como por exemplo:
o prazer de beber café, o prazer estético de ter em frente dos olhos um belo objeto, o
desejo de conforto, a valorização social, é uma motivação de compra para produtos
como os carros, o mobiliário, o vestuário, entre outros.
2º Motivações de carácter racional ou utilitário: a utilidade que os produtos ou
serviços prestam aos clientes como: a compra de combustível, a compra de pilhas, entre
outros.
3º Motivações éticas: correspondem aos sentimentos de dever que podem levar um
consumidor a comprar determinado produto por exemplo: um consumidor pode
comprar produtos verdes ou detergentes sem fosfato para contribuir para a proteção do
meio ambiente.
Personalidade
O estabelecimento de uma tipologia das personalidades consiste num esforço de classificação
dos indivíduos em algumas categorias ou tipos. Karen Horney propõe distinguir os indivíduos
em função da sua atitude perante os outros, classificando-os em 3 tipos:
As pessoas que se orientam positivamente relativamente aos outros;
As pessoas que se orientam de modo agressivo relativamente aos outros;
As pessoas que são desligadas dos outros.
Para um vendedor é importante prever este tipo de personalidades para lidar com elas de uma
forma adequada e correta de forma a ser eficaz no ato comercial.
Na difusão da inovação é necessário ter em conta os tipos de clientes
Assim que a inovação de um determinado produto ou serviço é necessário espalhá-la, difundi-la
desde o inovador até aos restantes consumidores. A difusão é influenciada pela natureza dos
seus potenciais que podem ser de 3 tipos:
Pioneiros: são os primeiros utilizadores da inovação, são mais propensos ao risco, é
sobre estes que devem recair as fases de desenvolvimento e teste de novos produtos, ou
serviços;
Maioria final: os clientes deste grupo são mais resistentes à mudança do que os
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pioneiros e têm que ser convencidos com argumentos racionais e emocionais de modo a
alterarem os seus comportamentos de compra;
Retardatários: são os clientes mais tradicionais e mais resistentes à mudança,
geralmente da idade mais avançada, menor educação e rendimentos mais baixos. Por
norma têm pouco acesso à informação.
Identificação do Consumidor:
Quem compra? Segmentação
O que compra? Posicionamento
Necessidade
Porque compra? Qualidade
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Preço
Inovação
Fidelização
Pós - venda
Como compra? Distribuição
Venda Directa
Quando compra? Fidelização
Espontaneidade
Medos do cliente:
Financeiro - que o resultado prejudique financeiramente o consumidor
Desempenho – que o produto não apresente o desempenho esperado
Físico – que o produto prejudique fisicamente o utilizador
Psicológico – que o produto diminua a imagem que o consumidor tem de si mesmo
Social – que os amigos ou o grupo de pertença menospreze a compra
Homem Mulher
Compra em menos tempo Comprar = Feminino
Não pergunta por perguntar Mais tempo nas compras e mais compras
Passa menos tempo a ver o produto Compra conjunta, gosta de companhia
Compra à medida que se desloca no ponto de Mais paciente e mais crítica
venda
2
Se não encontra o que procura desiste Reage mais à moda (comenta, critica, prova)
Quando compra roupa a única coisa que o Exige mais do ambiente da loja: preferem
impede de levar é não servir ambientes onde possam passar algum tempo e
se sintam confortáveis
72% Olha para o preço Prova, prova e prova
Têm ansiedade em sair dos pontos de venda,
por isso é sempre mais fácil dizer que sim
Tipos de Serviços:
Diagrama A:
O Frigorifico: Reflete uma atuação fraca tanto no plano pessoal como no
processual. Esta forma gélida de prestar serviços, transmite ao cliente a ideia de -
«estamo-nos nas tintas.»
Diagrama B:
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A Máquina: Representa uma metodologia de serviço eficiente mas débil na
dimensão humana. Esta forma mecânica de prestar serviços transmite ao cliente a ideia
de - «O senhor é um número. Estamos aqui para o processar».
Diagrama C:
Diagrama D:
Qualidade no serviço ao cliente: Representa o SERVIÇO AO CLIENTE,
caracteriza-se pelo facto de ter bom método e bom atendimento. Transmite ao cliente a
ideia de - «Empenhamo-nos no que fazemos e fazemos bem».
Simpático
Gentil
Boa aparência
Disponível
Discreto
Humilde
Atento
Olhar olhos-nos-olhos
Cuidado com a linguagem
Cuidado com as situações
Saber escutar
Respeitar o espaço do cliente
Ter modos
Capacidade de se colocar no lugar do cliente
O atendedor tem como funções, auxiliar o cliente nas suas dúvidas e transmitir-lhe através dos
seus atos que se encontra no local certo para resolver o seu problema, seja ele qual for.
Quando o cliente:
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Fica feliz, para quantas pessoas fala bem?
Fica triste, para quantas pessoas fala mal?
Boca em boca:
A Propaganda boca em boca é a melhor forma de comunicação
É a mais barata
Em cinco anos perde-se metade dos clientes, gasta-se 5-6 vezes mais a conquistar novos
clientes,
Cliente insatisfeito comenta com 11 pessoas e Cliente satisfeito comenta com 5 pessoas.
CONQUISTAR
Algumas empresas despreza um cliente pequeno de uma compra, e não se apercebe do valor do
cliente durante o tempo em que ele poderá comprar durante a vida toda - RVP – Renda Vitalícia
Permanente.
Será possível reduzir a desistência do cliente?
Plano de prevenção:
O quebra-cabeças da fidelização:
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Uma cultura de serviços institui um sistema de valores para o cliente (customer service). A sua
solução (produtos e serviços) tem uma filosofia de customer service: quando há criação de
serviços percebidos e entendidos pelos seus clientes, e do interesse deles, que agreguem valor e
ganham preferência.
A estratégia de serviços é uma fórmula clara e definida para atender ao cliente; é um conjunto
de táticas baseadas numa premissa bem escolhida de benefícios que valham a pena para o
cliente e que criem uma forte vantagem competitiva. Uma boa estratégia de serviços ajuda a
empresa de três maneiras:
Instrumental de serviço é simbolizado pela mala de ferramentas da empresa, especialmente
preparada para encantar o cliente. Começa com a sua capacidade de alinhar o front (vendas,
logística, áreas de implantação do serviço, cobrança e faturação) e a retaguarda (áreas de apoio).
A quarta dimensão – profissionais preparados - inclui nós, o vendedor, e todos os seus colegas
de empresa.
Ou seja, a fidelização acontece quando o resultado que o cliente recebe excede a expectativa
que ele tem. 2
Quando fechamos uma venda, o produto final entregue ao cliente são sentimentos.
5. Gestão de reclamações
||CONCLUSÃO||
Conclusão
(…)
2
Para além disso, este manual não dispensa a presença nas sessões de formação, pois os aspetos
mencionados serão explicados e exemplificados em sala de formação, de modo à sua melhor
compreensão e captação dos conteúdos.
Bibliografia: