Supervisão e Qualidade de Vida no Trabalho
Supervisão e Qualidade de Vida no Trabalho
Planeamento é uma palavra que significa o acto ou efeito de planear, criar um plano para
optimizar o alcance de um determinado objectivo. Esta palavra pode abranger muitas áreas
diferentes.
Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é uma diretriz recomendável e humanista com relação a
como organizar o trabalho, isto é, nova filosofia que considera o bem estar dos colaboradores
dentro das organizações, procurando mante‐los saudáveis, com menos estresse e exaustão,
motivados, produtivos e com satisfação no trabalho
É desenvolver e manter uma satisfação, ou seja, uma “sensação de bem estar” no trabalho, o que
não significa apenas salários mais altos, mas também questões de qualidade de vida, tais como:
tempo com a família, saúde, razoabilidade quanto às horas de trabalho e cargas de trabalho,
controle sobre a carreira e sensação de segurança do emprego (Rossi, 2008), a partir do
comprometimento mútuo entre colaboradores e organizações, para que a satisfação ocorra nos
dois sentidos. Corresponde a uma área de competência relevante para as organizações, nas quais
um conjunto de programas e acções, que interferem no ambiente organizacional, deve ser
implantado, tendo, como público alvo, o cliente interno.
Um dos primeiros desafios que um gestor enfrenta é conseguir envolver toda a equipe de
trabalho com os objectivos a ser alcançados. Há varias diversidade dentro do ambiente, pois é
necessário estar atento sobre isso a maneira de se relacionar com as pessoas, é necessário ouvir
muito; promover aos elementos da equipa oportunidades de discussão, deixá-los colocar as suas
idéias e acatá-las, chegando a um objectivo comum, é muito importante a confiança transmitida
aos demais, isso facilitará o trabalho dos mesmos. Vê se dentro do corpo do trabalho qual o tipo
do supervisor que actualmente encaixa com essa responsabilidade dentro do ambiente de
trabalho, pois cada uma dessas responsabilidades é necessária ser executada.
Muito tem se falado sobre trabalho colectivo e gestão democrática, o que sugere uma
participação mais integrada, principalmente da chamada equipe de trabalho de uma actividade
profissional.
Mais do que em outros tempos, o trabalho colectivo e integrado entre a supervisão e a equipa de
trabalho se faz presente.
2.2 Supervisores
Líder e supervisor são designações normalmente utilizadas para os que chefiam grupos formados
por funcionários operacionais, responsáveis pela realização de tarefas que fornecem produtos e
serviços aos clientes. Os funcionários operacionais podem ser cientistas, operários especializados
ou trabalhadores sem especialização. Tudo depende da natureza do trabalho, dos conhecimentos
exigidos e do tamanho da organização. Há tantos tipos de supervisores quantas são as
possibilidades de trabalho operacional.
Um dos primeiros desafios que um gestor enfrenta é conseguir envolver toda a equipe de
trabalho com os objectivos a ser alcançados. Há varias diversidade dentro do ambiente, pois é
necessário estar atento sobre isso a maneira de se relacionar com as pessoas, é necessário ouvir
muito; promover aos elementos da equipa oportunidades de discussão, deixá-los colocar as suas
idéias e acatá-las, chegando a um objectivo comum, é muito importante a confiança transmitida
aos demais, isso facilitará o trabalho dos mesmos. Vê se dentro do corpo do trabalho qual o tipo
do supervisor que actualmente encaixa com essa responsabilidade dentro do ambiente de
trabalho, pois cada uma dessas responsabilidades é necessária ser executada.
Muito tem se falado sobre trabalho colectivo e gestão democrática, o que sugere uma
participação mais integrada, principalmente da chamada equipe de trabalho de uma actividade
profissional.
Mais do que em outros tempos, o trabalho colectivo e integrado entre a supervisão e a equipa de
trabalho se faz presente.
Chefe
Ele gerencia pessoas. Na maioria dos casos, são centralizadores de poder, esperam obediência e
impõem ordens, pois se veem um uma posição superior no nível hierárquico.
Por terem o direito de tomar decisões, é muito difícil um chefe se preocupar com o que pensa sua
equipe. Isso porque chefes focam-se neles mesmos e a única preocupação é fazer com que um
trabalho seja feito. E ponto final.
Líder
Um líder busca inspirar e engajar a equipe. A preocupação dele é em fazer com que cada um do
seu time entenda a importância do seu papel. Ele mostra o quão essencial são seus liderados para
manterem a engrenagem da empresa funcionando.
Gerente
1. Define objetivos para o grupo e decide qual trabalho precisa ser feito para atingir essas
metas.
2. Divide o trabalho em atividades gerenciáveis e seleciona pessoas para realizar as tarefas
que precisam ser executadas.
3. Estabelece metas e critérios adequados e analisa, avalia e interpreta o desempenho.
4. Desenvolve pessoas
5. Motiva e comunica.
Pela definição de Drucker, um gerente é como um líder. Existem vários gerentes em uma
empresa – como o gerente financeiro, administrativo, comercial etc. – e a função de cada um é a
de utilizar as competências na área em que atua para executar projetos.
2.2 Supervisores
No passado, os supervisores eram chamados de capatazes que dirigiam e controlavam as
atividades dos trabalhadores operacionais. Em essência, os capatazes transmitiam ordens e
asseguravam que elas fossem cumpridas. Com o advento das técnicas da administração
participativa, os supervisores transformaram-se em facilitadores que ajudam os grupos a tomar
decisões por conta própria.
Em certos casos, não há supervisores. Seu papel é substituído pela autogestão dos grupos
de trabalho
Coordenador
Líder e supervisor são designações normalmente utilizadas para os que chefiam grupos formados
por funcionários operacionais, responsáveis pela realização de tarefas que fornecem produtos e
serviços aos clientes. Os funcionários operacionais podem ser cientistas, operários especializados
ou trabalhadores sem especialização. Tudo depende da natureza do trabalho, dos conhecimentos
exigidos e do tamanho da organização. Há tantos tipos de supervisores quantas são as
possibilidades de trabalho operacional.
• Necessidade de nova mentalidade das pessoas: A reengenharia de equipes exige uma mudança
na mentalidade das pessoas, que é alcançada através de uma profunda alteração da cultura
organizacional. Tal modificação consome tempo e investimento, buscando maior treinamento do
funcionariado, bem como maior remuneração, avaliação de desempenho, etc.
• Necessidade de suporte de staff: As equipes funcionam mais eficientemente se são capazes de
se autogerir, o que só é alcançado através da composição de equipes multi-especializadas, nas
quais existem membros que possuem diversas competências. Para tal é necessária uma equipe de
especialistas funcionais para dar suporte às outras equipes formadas.
• Dupla subordinação: Em geral as equipes possuem um líder e são também compostas por
membros de outros departamentos, como no caso da equipe de especialistas funcionais descrita
acima. Logo, os colaboradores passam a reportar para dois chefes, o que caracteriza uma dupla
subordinação.
Trabalhar em equipa poderá ser uma tarefa bastante exigente, pelo que as seguintes dicas serão
muito úteis para uma equipa de sucesso:
· Uma equipa de sucesso é orientada por quatro princípios básicos: união, disciplina, trabalho e
profissionalismo;
· O número de elementos considerado como óptimo para um grupo de trabalho eficiente é de 5 a
7 elementos, sendo que grupos ímpares (5 ou 7 elementos), oferecem mais probabilidade de
sucesso do que os pares (4 ou 6 elementos), pois no caso de ter que haver consenso para a
decisão final, a resolução é bastante mais fácil;
· Idealmente os grupos deverão ser relativamente homogéneos: idade, sexo, competências, anos
de experiência, vizinhança e estatuto;
· Comunicação autêntica: capacidade de ouvir e aceitar todas as opiniões;
Reuniões com a equipa de trabalho
Antes das reuniões
Leituras relacionadas com o tema da reunião
Anotar as questões a perguntar
Confirmar se todos concluíram as suas tarefas
Durante as reuniões :Disponibilidade para ouvir coisas novas; Anotar toda a informação útil;
Esclarecer todas as dúvidas na reunião; Contribuir para a discussão de idéias; Distribuição de
tarefas; Após as reuniões; Rever as notas tiradas na reunião; Executar todas as tarefas atribuídas
Fazer uma planificação do que ainda falta fazer
· A tarefa deve estar claramente definida para todos os elementos, nomeadamente nos seguintes
aspectos: objectivos, benefícios e estratégias a utilizar em caso de conflito;
· Assumir responsabilidades pelos actos e não “empurrar” trabalho para os outros elementos do
grupo; Partilha de informação; Todos os membros da equipa deverão ter um pensamento
positivo, pois pessoas oportunistas, egoístas e derrotistas poderão inviabilizar todo o trabalho e
esforço da equipa; Todos os membros da equipa deverão ter uma autoconfiança equilibrada, pois
caso contrário os outros elementos da equipa poderão não ser respeitados; Todo o grupo deverá
estar atento a distrações e consequentemente, a falhas de produtividade;Desdramatização de
situações difíceis; Motivação para o sucesso; Forte coesão.
O trabalho em equipa deverá ser considerado como uma possibilidade de troca de ideias, de
adquirir conhecimentos e de fazer amizades, ajudando o indivíduo a crescer enquanto
profissional, mas também enquanto pessoa.
“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a
victória.”
Director de Obra, garantido a boa execução de todos os trabalhos dentro dos prazos e custos
estipulados.
Planear, executar, liderar, ouvir e melhorar são verbos comuns às duas funções, ambas
essenciais para o desenvolvimento económico saudável de uma empresa.
“Um gerente tem como principal função planear e desenvolver estratégias e processos. Já o
supervisor conduz no dia a dia os processos traçados pelo gerente e ainda é responsável pela
motivação e treinamento da equipe como forma de garantir os resultados”, destaca Gordilho.
Quem deseja ser gerente, por exemplo, pode começar a carreira como supervisor. Os
profissionais que actuam nessa área trabalham directamente com a gerência e têm a oportunidade
de aprender de perto as atribuições gerenciais. No entanto, para se tornar um bom supervisor é
preciso empenho e dedicação a carreira.
O gerente administra, planeia e calcula cada acção dentro de uma empresa. É papel dele, entre
outras coisas, conhecer o funcionamento e a operacionalização de métodos, técnicas, materiais e
processos do seu campo de actuação, assim como estudar formas de melhorar os processos de
trabalho a fim de ampliar o desempenho e seguir planos estabelecidos. Ele deve ainda conhecer e
atender a organização, seu pessoal e as normas administrativas.
Controlar e reduzir os custos também faz parte de seu esforço, assim como, ter habilidade para
transformar e inovar, ser receptivo às modificações e ter independência de julgamento. Também
é tarefa deste profissional transmitir todos os anseios da empresa aos supervisores que, por sua
vez, orientam os executores do processo com intuito de garantir a qualidade e a eficácia do
trabalho.
Mercado de trabalho
Actualmente, empresas nos mais diversos segmentos e sectores buscam por profissionais
qualificados na área de supervisão, entre elas a administrativa, comercial, vendas, engenharia,
logística, suprimentos, recursos humanos etc.
Na segunda parte, “Dimensões do planeamento e operação do processo”, Gordilho expõe com
mais detalhes os objectivos, os recursos tecnológicos e o modo de operar de um supervisor,
lembrando sempre a diferença entre este profissional e o gerente, cuja principal função é planear.
Na terceira e última parte, o dia a dia se um supervisor nas organizações é descrito com detalhes.
Como lidar com o cliente, como treinar os funcionários e a melhor forma de se realizar o
trabalho, são informações importantes para administradores, engenheiros e todos os que pensam
em ocupar o cargo.
O que é trabalho em equipa:
Trabalho em equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar um esforço colectivo
para resolver um problema. O trabalho em equipe pode ser descrito como um conjunto ou
grupo de pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa ou determinado trabalho, por obrigação,
ou não.
Saber trabalhar em equipe é outro factor importante, e uma característica essencial para
profissionais e estudantes, as empresas valorizam muito pessoas que não pensam apenas na sua
própria tarefa, e sim naqueles que pensam nos colegas e na empresa em si.
Pessoas diferentes pensam de formas diferentes, o que é essencial para estabelecer diferentes
soluções para problemas. Algumas técnicas como o brainstorming são muito usuais no âmbito do
trabalho em equipe. Além disso, as empresas aplicam diferentes dinâmicas de grupo para
potenciar o trabalho em equipe.
Organização
Conceitos
Conceitos Básicos:
Estrutura organizacional
É o conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades
organizacionais de uma empresa.
EstruturaFormal
Objecto de grande parte de estudo das organizações empresarias, é aquela deliberadamente
planeada e formalmente representada, em alguns de seus aspectos, pelo organograma.
Estrutura Informal
É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida pela estrutura formal.
Surge da interação social das pessoas, o que significa que se desenvolve espontâneamente
quando as pessoas se reúnem. Portanto, apresenta relações que, usualmente, não aparecem no
organograma.
Este conceito tem vindo a sofrer alterações nos últimos anos, causadas por mudanças nos
públicos-alvo, na concorrência cada vez mais forte, e na existência das novas tecnologias.
Muitas vezes, a comunicação empresarial é vista como um meio que divulga notícias favoráveis
a respeito da empresa e controla as notícias desfavoráveis. No entanto, essa é uma visão
extremamente redutora, porque a comunicação empresarial abrange uma área muito maior, e
está relacionada com a sua capacidade de competir dentro do mercado e consequentemente à
sua sobrevivência.
Além disso, algumas pessoas acreditam que a comunicação empresarial está direccionada para o
lucro da própria empresa, enquanto que a comunicação organizacional pode ser aplicada a
empresas sem fins lucrativos, e está relacionada com as vertentes internas e externas de uma
instituição, e com o favorecimento de pessoas que estão fora dela.
GESTÃO
A liderança tem sido objecto de estudo e, vários são os conceitos formulados por diferentes
autores:
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores, de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79).
“Consiste em saber a onde quer que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da
equipa para que esta o siga nessa direcção” (PEELING, 2007: pag.46).
“A liderança tem a ver com a coragem e a capacidade necessária para levar uma empresa em
frente e em progressão, apesar de todas as dificuldades que possam juncar no caminho”
(ADAIR, 1993: pag.12).
Analisando alguns conceitos elaborados por diversos autores em épocas diferentes pode-se
chegar a uma definição de planeamento estratégico abrangente.
É preciso que haja planos para que a organização tenha seus objectivos e para que se estabeleça a
melhor maneira de alcançá-los. Além disso, os planos permitem que:
3 o progresso feito rumo aos objectivos seja acompanhado e medido, para que se possam tomar
medidas correctivas se o ritmo do progresso for insatisfatório.
Os planos elaborados pela direção para a organização como um todo podem ser para prazos que
podem ir de cinco a dez anos. Numa grande organização, como uma empresa multinacional,
estes planos podem envolver compromissos de bilhões de dólares. O Planeamento em níveis
mais baixos, pelos administradores intermediários, ou de primeira linha, abarca prazos muito
mais curtos. Tais planos podem ser para o trabalho do dia seguinte, por exemplo, ou para uma
reunião de duas horas a ser feita dentro de uma semana.
O que é Estratégia ?
Estratégia é o programa geral para a consecução dos objectivos de uma organização e, portanto,
para o desempenho de sua missão.
Também pode-se entender a Estratégia Empresarial pela escolha dos vectores de crescimento que
indicam qual direcção a empresa seguirá, tendo por base sua conjugação produto/mercado
escolhida, ou sua "vantagem competitiva", ou seja, o perfil de competência da empresa em
relação aos seus concorrentes.
ORGANIZAÇÃO LABORAL
VISÃO
Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer
para chegar a seu destino. Com as grandes empresas acontece a mesma coisa: elas têm visão. É
isso que lhes permite administrar a continuidade e a mudança simultaneamente.
As empresas realmente grandes compreendem a diferença entre o que nunca deve ser mudado e
o que deve ser aberto a mudanças. Essa rara capacidade de administrar continuidade e mudança –
que exige disciplina consciente – está vinculada à capacidade de desenvolver uma visão. É a
visão que indica que princípios básicos devem ser preservados e para qual futuro se deve
progredir.
MISSÃO
"Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua
missão. Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna
possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa."
D E
H K P
A empreitada é a forma de contrato em que uma das partes se obriga em relação à outra a realizar
certa obra, mediante um certo preço. Na administração directa, a obra é executada pelo próprio
dono, isto é, utilizando mão-de-obra pertencente aos seus quadros, embora podendo também
recorrer a subempreiteiros para a execução de trabalhos especializados.
Objectivos específicos ( os objectivos específicos são a transformação dos seus sub capítulos
Numa construção, os mestres-de-obras eletricistas são mais do que os responsáveis por toda a
instalação eléctrica: o seu papel é zelar pelo trabalho de todos os outros profissionais, acompanhar os
electricistas mais inexperientes e fazer com que todos se sintam focados e motivados para trabalhar.
Os mestres-de-obras electricistas têm também de garantir que as regras de segurança estão a ser seguidas
à risca para evitar acidentes, bem como assegurar-se de que a sua equipa está a realizar um trabalho de
qualidade, dentro dos prazos e do orçamento planeado.
Aqui fica uma lista das funções e responsabilidades dos mestres-de-obras eletricistas:
Funções de supervisão
Foto Master Electrician in Toronto
Eles atribuem tarefas a outros trabalhadores e fiscalizam os projetos, o que exige capacidade de liderança
e a qualidade de saber ouvir.
Para além disso, é necessário terem conhecimento de todos os aspetos de trabalhos elétricos.
Os mestres-de-obras eletricistas têm de garantir a execução dos pedidos realizados por quem
encomenda a obra e, por vezes, levar o material para que seja possível realizar o trabalho.
Sendo responsáveis por uma equipa com diferentes níveis de experiência e habilidade, os
mestres-de-obras eletricistas têm de assegurar um bom trabalho dos mais inexperientes e garantir
o ritmo de trabalho, através de registos.
São os mestres-de-obras eletricistas que têm a responsabilidade de escolher os trabalhadores e
planear a melhor estratégia para concluir o serviço contratado.
Os mestres-de-obras eletricistas têm também de garantir que a sua equipa é licenciada e
experiente.
Funções de segurança
Funções de estimativa
O mestre-de-obras eletricistas têm de estimar o preço dos trabalhos eléctricos e preparar uma
lista de equipamentos e peças necessários para cada um deles.
Com efeito, para realizar o trabalho elcétrico numa obra, é necessário trabalhar com diferentes
ferramentas, nomeadamente ferramentas manuais e controladores elétricos, sendo essencial
medidores para testar equipamentos defeituosos para saber como arranjá-los. Os mestres-de-
obras eletricistas têm de garantir o bom funcionamento de todo este material.
Por seu turno, é trabalho dos mestres-de-obras eletricistas ler as plantas de um projeto e ser capaz
de entender e encomendar e negociar as peças para a obra, garantido que é seguido o plano do
projeto para saber onde passar os fios, onde estão as instalações e os interruptores para conectar
os fios ao painel de circuito central, etc.
Organização
Conceitos
Conceitos Básicos:
Estrutura organizacional
É o conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades
organizacionais de uma empresa.
EstruturaFormal
Objecto de grande parte de estudo das organizações empresarias, é aquela deliberadamente
planeada e formalmente representada, em alguns de seus aspectos, pelo organograma.
Estrutura Informal
É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida pela estrutura formal.
Surge da interação social das pessoas, o que significa que se desenvolve espontâneamente
quando as pessoas se reúnem. Portanto, apresenta relações que, usualmente, não aparecem no
organograma.
Este conceito tem vindo a sofrer alterações nos últimos anos, causadas por mudanças nos
públicos-alvo, na concorrência cada vez mais forte, e na existência das novas tecnologias.
Muitas vezes, a comunicação empresarial é vista como um meio que divulga notícias favoráveis
a respeito da empresa e controla as notícias desfavoráveis. No entanto, essa é uma visão
extremamente redutora, porque a comunicação empresarial abrange uma área muito maior, e
está relacionada com a sua capacidade de competir dentro do mercado e consequentemente à
sua sobrevivência.
Além disso, algumas pessoas acreditam que a comunicação empresarial está direccionada para o
lucro da própria empresa, enquanto que a comunicação organizacional pode ser aplicada a
empresas sem fins lucrativos, e está relacionada com as vertentes internas e externas de uma
instituição, e com o favorecimento de pessoas que estão fora dela.
GESTÃO
A liderança tem sido objecto de estudo e, vários são os conceitos formulados por diferentes
autores:
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores, de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79).
“Consiste em saber a onde quer que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da
equipa para que esta o siga nessa direcção” (PEELING, 2007: pag.46).
“A liderança tem a ver com a coragem e a capacidade necessária para levar uma empresa em
frente e em progressão, apesar de todas as dificuldades que possam juncar no caminho”
(ADAIR, 1993: pag.12).
Analisando alguns conceitos elaborados por diversos autores em épocas diferentes pode-se
chegar a uma definição de planeamento estratégico abrangente.
É preciso que haja planos para que a organização tenha seus objectivos e para que se estabeleça a
melhor maneira de alcançá-los. Além disso, os planos permitem que:
3 o progresso feito rumo aos objectivos seja acompanhado e medido, para que se possam tomar
medidas correctivas se o ritmo do progresso for insatisfatório.
Os planos elaborados pela direção para a organização como um todo podem ser para prazos que
podem ir de cinco a dez anos. Numa grande organização, como uma empresa multinacional,
estes planos podem envolver compromissos de bilhões de dólares. O Planeamento em níveis
mais baixos, pelos administradores intermediários, ou de primeira linha, abarca prazos muito
mais curtos. Tais planos podem ser para o trabalho do dia seguinte, por exemplo, ou para uma
reunião de duas horas a ser feita dentro de uma semana.
O que é Estratégia ?
Estratégia é o programa geral para a consecução dos objectivos de uma organização e, portanto,
para o desempenho de sua missão.
Também pode-se entender a Estratégia Empresarial pela escolha dos vectores de crescimento que
indicam qual direcção a empresa seguirá, tendo por base sua conjugação produto/mercado
escolhida, ou sua "vantagem competitiva", ou seja, o perfil de competência da empresa em
relação aos seus concorrentes.
ORGANIZAÇÃO LABORAL
VISÃO
Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer
para chegar a seu destino. Com as grandes empresas acontece a mesma coisa: elas têm visão. É
isso que lhes permite administrar a continuidade e a mudança simultaneamente.
As empresas realmente grandes compreendem a diferença entre o que nunca deve ser mudado e
o que deve ser aberto a mudanças. Essa rara capacidade de administrar continuidade e mudança –
que exige disciplina consciente – está vinculada à capacidade de desenvolver uma visão. É a
visão que indica que princípios básicos devem ser preservados e para qual futuro se deve
progredir.
Toda a organização tem três partes básicas: pessoas, tarefas e administração. A administração
inclui o planeamento, organização, liderança e controle do desempenho das pessoas,
organizadas para a tarefa. Outro ponto fundamental sobre as organizações é que elas existem
dentro de um meio ambiente. Todas operam dentro de um ambiente que inclui fornecedores,
clientes e concorrentes, bem como uma grande variedade de condições legais, económicas,
sociais e tecnológicas.
MISSÃO
"Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua
missão. Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna
possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa."
A empreitada é a forma de contrato em que uma das partes se obriga em relação à outra a realizar
certa obra, mediante um certo preço. Na administração directa, a obra é executada pelo próprio
dono, isto é, utilizando mão-de-obra pertencente aos seus quadros, embora podendo também
recorrer a subempreiteiros para a execução de trabalhos especializados.
Objectivos específicos ( os objectivos específicos são a transformação dos seus sub capítulos
NB: melhor os objectivos conforme o texto
CASO SIMULADO
O Instituto Industrial e Comercial de Nampula é uma instituição pública funciona com dois sistemas:
Clássico e modular, ministra cursos de sistemas eléctricos, técnico de contas, mecânica auto, electricidade
industrial, construção de edifício, mecânica industrial, mecânica de reparação de automóveis, mecânica
geral e cursos da curta duração, tendo para efeito uma instalação composta por oficinas correspondentes a
cursos ministrados.
O processo de ensino e aprendizagem no curso de electricidade industrial é composto por 120 formandos
e é asegurado por 11 formadores. O instituto tem cinco oficinas para curso de electricidade,
nomeadamente: controlo digital, electrónica básica, máquinas eléctricas, instrumentação e automação e
instalações eléctricas.
Por causa do seu grande potencial em termo de equipamento moderno oficinal, ele é visto como uma
oportunidade para resolver os problemas locais (formação dos jovens com tecnologia de ponta e com a
extinção do nível básico podem-se formar nos cursos de curta duração), para o seu auto sustento. Por isso,
a população e os agentes empregadores estão dispostos a colaborarem com a escola no âmbito do
enquadramento dos formandos nos estágios profissionais. Mas mesmo assim, os formandos têm
dificuldades na inserção no mercado de trabalho após a sua conclusão do nível.
De salientar que o equipamento antigo ainda é utilizado. Dos seis motores que se encontram nas oficinas
de instalações eléctricas, apenas dois estão operacionais, uma vez que existem módulos com conteúdos
relacionados com motores, isso de certa forma cria constrangimentos no processo de aprendizagem. Os
quatro motores que estão fora de funcionamento devido à avaria todos eles são recuperáveis.
Número maior de elementos da equipa de trabalho nas aulas de prática devido a insuficiência de motores
tem como conseqüência a fraca participação dos elementos do grupo implicando assim, o fraco domínio
no saber fazer.
Presume-se que o problema da avaria dos motores deve-se a falta de manutenção por parte da equipa de
manutenção e dos utilizadores.
1. Faca uma análise FOFA
2. Indique o problema e a solução clarificando os objectivos ( geral e específicos), recursos
materiais, financeiros e padrões de referencia.
Guião de correcção
Forças:
Grande potencial de equipamento ( equipamento moderno)
E uma instituição pública funcionando com dois sistemas
Oficinas apetrechadas;
Formadores qualificados;
Cursos de curta duração;
Oportunidades
Enquadramento dos formandos nos estágios profissionais;
Os empregadores estão dispostos a colaborarem com a escola;
Formação em cursos de curta duração para o auto sustento dos jovens;
Formação de jovens com tecnologias de ponta
Fraquezas
Faltade manutenção;
Constrangimentos no processo de aprendizagem;
Fraca participação dos elementos do grupo;
Fraco domínio no saber fazer
Ameaças