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Supervisão e Qualidade de Vida no Trabalho

O documento discute a importância do planejamento do trabalho e da qualidade de vida no trabalho para equipes. Também define os papéis de líderes, gerentes, supervisores e coordenadores, e destaca as vantagens da estrutura por equipes, como focalização no cliente, comunicações diretas e autogestão.
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Supervisão e Qualidade de Vida no Trabalho

O documento discute a importância do planejamento do trabalho e da qualidade de vida no trabalho para equipes. Também define os papéis de líderes, gerentes, supervisores e coordenadores, e destaca as vantagens da estrutura por equipes, como focalização no cliente, comunicações diretas e autogestão.
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1.

CONHECER A IMPORTÂNCIA E O PAPEL DO SUPERVISOR DE EQUIPAS


DE TRABALHO

1.1 PLANEAR O TRABALHO

Planeamento é uma palavra que significa o acto ou efeito de planear, criar um plano para
optimizar o alcance de um determinado objectivo. Esta palavra pode abranger muitas áreas
diferentes.

O planeamento consiste em uma importante tarefa de gestão e administração, que está


relacionada com a preparação, organização e estruturação de um determinado objectivo. É
essencial na tomada de decisões e execução dessas mesmas tarefas. Posteriormente, o
planeamento também pode-se considerar como a confirmação se as decisões tomadas foram
acertadas (feedback).
Um indivíduo que utiliza o planeamento como uma ferramenta no seu trabalho demonstra um
interesse em prever e organizar acções e processos que vão acontecer no futuro, aumentando a
sua racionalidade e eficácia.

Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) é uma diretriz recomendável e humanista com relação a
como organizar o trabalho, isto é, nova filosofia que considera o bem estar dos colaboradores
dentro das organizações, procurando mante‐los saudáveis, com menos estresse e exaustão,
motivados, produtivos e com satisfação no trabalho

1.2 Qualidade de Vida no Trabalho


O que é Qualidade de Vida no Trabalho (QVT)?

É desenvolver e manter uma satisfação, ou seja, uma “sensação de bem estar” no trabalho, o que
não significa apenas salários mais altos, mas também questões de qualidade de vida, tais como:
tempo com a família, saúde, razoabilidade quanto às horas de trabalho e cargas de trabalho,
controle sobre a carreira e sensação de segurança do emprego (Rossi, 2008), a partir do
comprometimento mútuo entre colaboradores e organizações, para que a satisfação ocorra nos
dois sentidos. Corresponde a uma área de competência relevante para as organizações, nas quais
um conjunto de programas e acções, que interferem no ambiente organizacional, deve ser
implantado, tendo, como público alvo, o cliente interno.

O papel do gestor em seu ambiente de trabalho

O papel do gestor em seu ambiente de trabalho é proporcionar aos seus companheiros um


ambiente harmonioso sabendo articular suas funções que não são poucas, onde enfrenta vários
desafios para executar.

Um dos primeiros desafios que um gestor enfrenta é conseguir envolver toda a equipe de
trabalho com os objectivos a ser alcançados. Há varias diversidade dentro do ambiente, pois é
necessário estar atento sobre isso a maneira de se relacionar com as pessoas, é necessário ouvir
muito; promover aos elementos da equipa oportunidades de discussão, deixá-los colocar as suas
idéias e acatá-las, chegando a um objectivo comum, é muito importante a confiança transmitida
aos demais, isso facilitará o trabalho dos mesmos. Vê se dentro do corpo do trabalho qual o tipo
do supervisor que actualmente encaixa com essa responsabilidade dentro do ambiente de
trabalho, pois cada uma dessas responsabilidades é necessária ser executada.
Muito tem se falado sobre trabalho colectivo e gestão democrática, o que sugere uma
participação mais integrada, principalmente da chamada equipe de trabalho de uma actividade
profissional.
Mais do que em outros tempos, o trabalho colectivo e integrado entre a supervisão e a equipa de
trabalho se faz presente.
2.2 Supervisores

Líder e supervisor são designações normalmente utilizadas para os que chefiam grupos formados
por funcionários operacionais, responsáveis pela realização de tarefas que fornecem produtos e
serviços aos clientes. Os funcionários operacionais podem ser cientistas, operários especializados
ou trabalhadores sem especialização. Tudo depende da natureza do trabalho, dos conhecimentos
exigidos e do tamanho da organização. Há tantos tipos de supervisores quantas são as
possibilidades de trabalho operacional.

No passado, os supervisores eram chamados de capatazes que dirigiam e controlavam as


atividades dos trabalhadores operacionais. Em essência, os capatazes transmitiam ordens e
asseguravam que elas fossem cumpridas. Com o advento das técnicas da administração
participativa, os supervisores transformaram-se em facilitadores que ajudam os grupos a tomar
decisões por conta própria.
Em certos casos, não há supervisores. Seu papel é substituído pela autogestão dos grupos
de trabalho.

Diferença entre chefe, líder, gerente, supervisor e coordenador na estrutura


organizacional

O papel do gestor em seu ambiente de trabalho

O papel do gestor em seu ambiente de trabalho é proporcionar aos seus companheiros um


ambiente harmonioso sabendo articular suas funções que não são poucas, onde enfrenta vários
desafios para executar.

Um dos primeiros desafios que um gestor enfrenta é conseguir envolver toda a equipe de
trabalho com os objectivos a ser alcançados. Há varias diversidade dentro do ambiente, pois é
necessário estar atento sobre isso a maneira de se relacionar com as pessoas, é necessário ouvir
muito; promover aos elementos da equipa oportunidades de discussão, deixá-los colocar as suas
idéias e acatá-las, chegando a um objectivo comum, é muito importante a confiança transmitida
aos demais, isso facilitará o trabalho dos mesmos. Vê se dentro do corpo do trabalho qual o tipo
do supervisor que actualmente encaixa com essa responsabilidade dentro do ambiente de
trabalho, pois cada uma dessas responsabilidades é necessária ser executada.
Muito tem se falado sobre trabalho colectivo e gestão democrática, o que sugere uma
participação mais integrada, principalmente da chamada equipe de trabalho de uma actividade
profissional.
Mais do que em outros tempos, o trabalho colectivo e integrado entre a supervisão e a equipa de
trabalho se faz presente.

Chefe
Ele gerencia pessoas. Na maioria dos casos, são centralizadores de poder, esperam obediência e
impõem ordens, pois se veem um uma posição superior no nível hierárquico.

Por terem o direito de tomar decisões, é muito difícil um chefe se preocupar com o que pensa sua
equipe. Isso porque chefes focam-se neles mesmos e a única preocupação é fazer com que um
trabalho seja feito. E ponto final.

Líder

Totalmente oposto de um chefe..

Um líder busca inspirar e engajar a equipe. A preocupação dele é em fazer com que cada um do
seu time entenda a importância do seu papel. Ele mostra o quão essencial são seus liderados para
manterem a engrenagem da empresa funcionando.

Gerente

1. Define objetivos para o grupo e decide qual trabalho precisa ser feito para atingir essas
metas.
2. Divide o trabalho em atividades gerenciáveis e seleciona pessoas para realizar as tarefas
que precisam ser executadas.
3. Estabelece metas e critérios adequados e analisa, avalia e interpreta o desempenho.
4. Desenvolve pessoas
5. Motiva e comunica.

Pela definição de Drucker, um gerente é como um líder. Existem vários gerentes em uma
empresa – como o gerente financeiro, administrativo, comercial etc. – e a função de cada um é a
de utilizar as competências na área em que atua para executar projetos.

2.2 Supervisores
No passado, os supervisores eram chamados de capatazes que dirigiam e controlavam as
atividades dos trabalhadores operacionais. Em essência, os capatazes transmitiam ordens e
asseguravam que elas fossem cumpridas. Com o advento das técnicas da administração
participativa, os supervisores transformaram-se em facilitadores que ajudam os grupos a tomar
decisões por conta própria.
Em certos casos, não há supervisores. Seu papel é substituído pela autogestão dos grupos
de trabalho

Como o nome sugere, um supervisor é o responsável por supervisionar o trabalho de um grupo


de pessoas. Basicamente, é o profissional que avalia se as metas estão sendo cumpridas e como
andam os indicadores de desempenho.
Por estar directamente em contacto com sua equipe, é o supervisor que possui o papel de
solucionar emergências, identificar problemas no trabalho, lidar com absenteísmo, entre outras
funções. Portanto, basicamente um supervisor lida com pessoas e tarefas.

Coordenador

Coordenadores buscam manter os membros da equipe organizados e focados no projecto e nos


objectivos. Como diz o próprio nome da função, um coordenador coordena os processos e
detalhes de como uma equipe alcança uma meta. Exercem um papel tático.

Líder e supervisor são designações normalmente utilizadas para os que chefiam grupos formados
por funcionários operacionais, responsáveis pela realização de tarefas que fornecem produtos e
serviços aos clientes. Os funcionários operacionais podem ser cientistas, operários especializados
ou trabalhadores sem especialização. Tudo depende da natureza do trabalho, dos conhecimentos
exigidos e do tamanho da organização. Há tantos tipos de supervisores quantas são as
possibilidades de trabalho operacional.

Vantagens da estrutura por equipes

A organização por equipes apresenta as seguintes vantagens:

• Focalização externa: O objectivo da unidade organizacional é atingir o cliente directamente, e


não ao seu superior hierárquico imediato, ou seja, visa-se ao cliente na horizontal, e não o chefe
na vertical.
• Comunicações directas: Devido ao procedimento de focalização externa descrito anteriormente,
todas as comunicações são feitas por via directa, evitando o trânsito de informações no sentido
vertical. Isso implica em maior agilidade do processo, pois o cliente pode fazer encomendas
directamente com uma determinada unidade organizacional, e esta tem poder decisório sobre o
pedido.
• Autogestão: Neste procedimento a própria equipe desempenha a sua gestão através de seus
membros, o que possibilita um maior envolvimento e satisfação destes com o trabalho.
• Auto-suficiência: Para desenvolver bem os processos de comunicação directa, é necessário o
desenvolvimento da auto-suficiência da unidade organizacional, que só é alcançada através da
composição da equipe de trabalho por pessoas que tenham uma visão global do processo em
questão, ou seja, que possuam, por exemplo, em uma indústria, conhecimentos da área de
vendas, compras, engenharia, manufatura, recursos humanos, etc.
• Agilidade: Com maior autonomia das equipes, os ciclos de processo se tornam reduzidos, o que
agiliza o processo como um todo.
• Menores custos administrativos: Com maior dinamicidade, existe um “enxugamento” no
quadro de funcionários necessários ao processo, o que reduz custos directos em folha e
administrativos necessários para integração das equipes.
• Engajamento das pessoas: A horizontalização possibilita ao funcionário ter conhecimento de
todas as etapas do processo e a entender a importância do seu trabalho para o sucesso da equipe,
visando sempre ao cliente como meta para seu esforço pessoal.

Desvantagens da estrutura por equipes


Entre as desvantagens que se pode listar sobre as estruturas por equipe estão:

• Necessidade de nova mentalidade das pessoas: A reengenharia de equipes exige uma mudança
na mentalidade das pessoas, que é alcançada através de uma profunda alteração da cultura
organizacional. Tal modificação consome tempo e investimento, buscando maior treinamento do
funcionariado, bem como maior remuneração, avaliação de desempenho, etc.
• Necessidade de suporte de staff: As equipes funcionam mais eficientemente se são capazes de
se autogerir, o que só é alcançado através da composição de equipes multi-especializadas, nas
quais existem membros que possuem diversas competências. Para tal é necessária uma equipe de
especialistas funcionais para dar suporte às outras equipes formadas.
• Dupla subordinação: Em geral as equipes possuem um líder e são também compostas por
membros de outros departamentos, como no caso da equipe de especialistas funcionais descrita
acima. Logo, os colaboradores passam a reportar para dois chefes, o que caracteriza uma dupla
subordinação.
Trabalhar em equipa poderá ser uma tarefa bastante exigente, pelo que as seguintes dicas serão
muito úteis para uma equipa de sucesso:
· Uma equipa de sucesso é orientada por quatro princípios básicos: união, disciplina, trabalho e
profissionalismo;
· O número de elementos considerado como óptimo para um grupo de trabalho eficiente é de 5 a
7 elementos, sendo que grupos ímpares (5 ou 7 elementos), oferecem mais probabilidade de
sucesso do que os pares (4 ou 6 elementos), pois no caso de ter que haver consenso para a
decisão final, a resolução é bastante mais fácil;
· Idealmente os grupos deverão ser relativamente homogéneos: idade, sexo, competências, anos
de experiência, vizinhança e estatuto;
· Comunicação autêntica: capacidade de ouvir e aceitar todas as opiniões;
Reuniões com a equipa de trabalho
Antes das reuniões
Leituras relacionadas com o tema da reunião
Anotar as questões a perguntar
Confirmar se todos concluíram as suas tarefas
Durante as reuniões :Disponibilidade para ouvir coisas novas; Anotar toda a informação útil;
Esclarecer todas as dúvidas na reunião; Contribuir para a discussão de idéias; Distribuição de
tarefas; Após as reuniões; Rever as notas tiradas na reunião; Executar todas as tarefas atribuídas
Fazer uma planificação do que ainda falta fazer
· A tarefa deve estar claramente definida para todos os elementos, nomeadamente nos seguintes
aspectos: objectivos, benefícios e estratégias a utilizar em caso de conflito;
· Assumir responsabilidades pelos actos e não “empurrar” trabalho para os outros elementos do
grupo; Partilha de informação; Todos os membros da equipa deverão ter um pensamento
positivo, pois pessoas oportunistas, egoístas e derrotistas poderão inviabilizar todo o trabalho e
esforço da equipa; Todos os membros da equipa deverão ter uma autoconfiança equilibrada, pois
caso contrário os outros elementos da equipa poderão não ser respeitados; Todo o grupo deverá
estar atento a distrações e consequentemente, a falhas de produtividade;Desdramatização de
situações difíceis; Motivação para o sucesso; Forte coesão.
O trabalho em equipa deverá ser considerado como uma possibilidade de troca de ideias, de
adquirir conhecimentos e de fazer amizades, ajudando o indivíduo a crescer enquanto
profissional, mas também enquanto pessoa.
“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a
victória.”

Director de Obra, garantido a boa execução de todos os trabalhos dentro dos prazos e custos
estipulados.

SUPERVISOR É DIFERENTE DE GERENTE

Planear, executar, liderar, ouvir e melhorar são verbos comuns às duas funções, ambas
essenciais para o desenvolvimento económico saudável de uma empresa.

Directores, gerentes, técnicos, supervisores. Existem alguns termos em recursos humanos


bastante comuns no dia-a-dia de trabalho, os quais nomeiam posições e cargos. No entanto,
muitas pessoas não sabem o significado e a posição ideal que cada profissional deve ocupar
dentro de uma empresa.

No livro O Supervisor – a dimensão supervisional na empresa - recém-lançado pela All Print


Editora, o consultor Antonio Gordilho aponta as principais diferenças entre as duas funções com
intuito de ampliar a valorização do profissional de supervisão no mercado de trabalho actual.

“Um gerente tem como principal função planear e desenvolver estratégias e processos. Já o
supervisor conduz no dia a dia os processos traçados pelo gerente e ainda é responsável pela
motivação e treinamento da equipe como forma de garantir os resultados”, destaca Gordilho.

 Quem deseja ser gerente, por exemplo, pode começar a carreira como supervisor. Os
profissionais que actuam nessa área trabalham directamente com a gerência e têm a oportunidade
de aprender de perto as atribuições gerenciais. No entanto, para se tornar um bom supervisor é
preciso empenho e dedicação a carreira. 

O gerente administra, planeia e calcula cada acção dentro de uma empresa. É papel dele, entre
outras coisas, conhecer o funcionamento e a operacionalização de métodos, técnicas, materiais e
processos do seu campo de actuação, assim como estudar formas de melhorar os processos de
trabalho a fim de ampliar o desempenho e seguir planos estabelecidos. Ele deve ainda conhecer e
atender a organização, seu pessoal e as normas administrativas. 
Controlar e reduzir os custos também faz parte de seu esforço, assim como, ter habilidade para
transformar e inovar, ser receptivo às modificações e ter independência de julgamento. Também
é tarefa deste profissional transmitir todos os anseios da empresa aos supervisores que, por sua
vez, orientam os executores do processo com intuito de garantir a qualidade e a eficácia do
trabalho.

Entre as atribuições do supervisor estão o aumento do profissionalismo e do sentimento de


equipe, o gerenciamento de conflitos, além de promover a transparência nas responsabilidades,
tarefas e objectivos. Outro ponto de trabalho para o supervisor é o de acompanhar processos de
recolocação de pessoas em postos de trabalho adequados ao perfil de cada um e ajudar a
desenvolver uma relação mais profunda com o cliente.

Entre as atribuições do supervisor estão:

O aumento do profissionalismo e do sentimento de equipa;

O gerenciamento de conflitos, além de promover a transparência nas responsabilidades,


tarefas e objectivos. Outro ponto de trabalho para o supervisor é o de acompanhar
processos de recolocação de pessoas em postos de trabalho adequados ao perfil de cada um
e ajudar a desenvolver uma relação mais profunda com o cliente.

Mercado de trabalho

Actualmente, empresas nos mais diversos segmentos e sectores buscam por profissionais
qualificados na área de supervisão, entre elas a administrativa, comercial, vendas, engenharia,
logística, suprimentos, recursos humanos etc.

O Supervisor – a dimensão supervisional na empresa - está dividido em três partes.

A primeira, “Fundamentos do gerenciamento e supervisão nas organizações”, é a mais


conceitual, pois explica os conceitos que envolvem a função do supervisor, como processo,
planeamento, controle.

 Na segunda parte, “Dimensões do planeamento e operação do processo”, Gordilho expõe com
mais detalhes os objectivos, os recursos tecnológicos e o modo de operar de um supervisor,
lembrando sempre a diferença entre este profissional e o gerente, cuja principal função é planear.

 Na terceira e última parte, o dia a dia se um supervisor nas organizações é descrito com detalhes.
Como lidar com o cliente, como treinar os funcionários e a melhor forma de se realizar o
trabalho, são informações importantes para administradores, engenheiros e todos os que pensam
em ocupar o cargo.
O que é trabalho em equipa:

Trabalho em equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar um esforço colectivo
para resolver um problema. O trabalho em equipe pode ser descrito como um conjunto ou
grupo de pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa ou determinado trabalho, por obrigação,
ou não.

O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de


metas e objectivos compartilhados, uma vez que optimiza o tempo de cada pessoa e ainda
contribui para conhecer outros indivíduos e aprender novas tarefas.

Saber trabalhar em equipe é outro factor importante, e uma característica essencial para
profissionais e estudantes, as empresas valorizam muito pessoas que não pensam apenas na sua
própria tarefa, e sim naqueles que pensam nos colegas e na empresa em si.

Trabalho em equipa nas empresas

O trabalho em equipe é essencial no contexto empresarial. Quase todos os projectos apresentam


melhores resultados quando são desenvolvidos por uma equipa e não apenas por um indivíduo.

Pessoas diferentes pensam de formas diferentes, o que é essencial para estabelecer diferentes
soluções para problemas. Algumas técnicas como o brainstorming são muito usuais no âmbito do
trabalho em equipe. Além disso, as empresas aplicam diferentes dinâmicas de grupo para
potenciar o trabalho em equipe.

O que faz um Supervisor de Manutenção Elétrica


O Supervisor de Manutenção Eléctrica é o profissional responsável por supervisionar tarefas
de caráter técnico sobre o projecto, produção e aperfeiçoamento de instalações eléctricas.
Um Supervisor de Manutenção Elétrica actuará no sector de manutenção eléctrica, automação
e eletrónica, executando a manutenção preventiva e correctiva, verificando o bom funcionamento
das máquinas e equipamentos eléctricos.
Está sob as responsabilidades de um Supervisor de Manutenção Eléctrica supervisionar a área
de manutenção eléctrica, na execução de projectos eléctricos, gerenciando as equipes, actuando
em automação industrial da fábrica e electro pneumática, realizar a programação de paradas de
máquinas para manutenção preventiva e correctiva, visando minimizar o tempo não produtivo,
supervisionar a equipe de manutenção eléctrica, fazendo a distribuição de tarefa, acompanhando,
elaborando o relatório da área, coordenar e orientar sobre a execução das actividades de
manutenção eléctrica e electrónica dos equipamentos, acompanhando a implantação e a
manutenção de sistema, se responsabilizar pelo planeamento e cumprimento dos programas de
manutenção preventiva, preditiva e correctiva electroelectrónica de todos os equipamentos e
instalações da unidade, ser responsável pelo desenvolvimento e instalação de novos projectos
visando obter sempre melhor performance geral, seja pela melhoria de eficiência através do
aumento de velocidade das máquinas, pela diminuição de refugo e economia de energia, manter
os custos de manutenção sempre dentro dos valores estabelecidos, responder pela selecção de
terceiros para concertos em equipamentos, mediante avaliação técnica, pesquisa mercado e
análise da relação custo e benefício do trabalho, dentre outras actividades.
Para que o profissional tenha um bom desempenho como Supervisor de Manutenção Elétrica
além da graduação é essencial que possua conhecimento em requisito da normas e regulamentos
sobre empreitadas das instalações eléctricas.

2.3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Organização

Conceitos

É a ordenação e o agrupamento de actividades e recursos, visando ao alcance de objetivos e


resultados estabelecidos.

Conceitos Básicos:

Estrutura organizacional
É o conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades
organizacionais de uma empresa.

EstruturaFormal
Objecto de grande parte de estudo das organizações empresarias, é aquela deliberadamente
planeada e formalmente representada, em alguns de seus aspectos, pelo organograma.

Estrutura Informal
É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida pela estrutura formal.
Surge da interação social das pessoas, o que significa que se desenvolve espontâneamente
quando as pessoas se reúnem. Portanto, apresenta relações que, usualmente, não aparecem no
organograma.

O que é Comunicação empresarial:

Comunicação empresarial é uma ferramenta estratégica de planeamento usada no âmbito


de uma empresa com o objectivo de melhorar a imagem da empresa e os resultados obtidos.

Este conceito tem vindo a sofrer alterações nos últimos anos, causadas por mudanças nos
públicos-alvo, na concorrência cada vez mais forte, e na existência das novas tecnologias.
Muitas vezes, a comunicação empresarial é vista como um meio que divulga notícias favoráveis
a respeito da empresa e controla as notícias desfavoráveis. No entanto, essa é uma visão
extremamente redutora, porque a comunicação empresarial abrange uma área muito maior, e
está relacionada com a sua capacidade de competir dentro do mercado e consequentemente à
sua sobrevivência.

Além disso, algumas pessoas acreditam que a comunicação empresarial está direccionada para o
lucro da própria empresa, enquanto que a comunicação organizacional pode ser aplicada a
empresas sem fins lucrativos, e está relacionada com as vertentes internas e externas de uma
instituição, e com o favorecimento de pessoas que estão fora dela.

GESTÃO

A gestão é um conjunto de processos que asseguram o funcionamento da empresa num mundo


estático. A liderança é o que cria aqueles processos ou que altera para aproveitar novas
oportunidades e que se torna imprescindível num mundo em constante mudança. Hoje, as
empresas precisam de liderança.

A liderança tem sido objecto de estudo e, vários são os conceitos formulados por diferentes
autores:
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores, de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79).
“Consiste em saber a onde quer que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da
equipa para que esta o siga nessa direcção” (PEELING, 2007: pag.46).

“A liderança tem a ver com a coragem e a capacidade necessária para levar uma empresa em
frente e em progressão, apesar de todas as dificuldades que possam juncar no caminho”
(ADAIR, 1993: pag.12).

A liderança como factor de sucesso empresarial

“É um conjunto de actividades de um indivíduo que ocupa uma posição hierarquicamente


superior, dirigidas para a condução e orientação das actividades dos outros membros com o
objectivo, de atingir eficazmente o objectivo do grupo” (SYROIT apud REGO, 1998: pag.23).
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79). “Consiste em saber aonde quer
que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da equipa para que esta o siga nessa
direcção” (PEELING, 2007: pag.46).
Só poderemos alcançar resultados, controlando o ambiente, adequando instalações,
implementando procedimentos organizacionais de controle e informando e
educando os trabalhadores para que desenvolvam uma consciência da importância
da qualidade das suas atitudes. Antes de tudo, eles devem ter motivação pela
Segurança !!!

PRINCÍPIOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO EMPRESARIAL


Conceitos
O problema fundamental das empresas aCtualmente é o faCto de não distinguirem entre planear
e "estartegizar". Planear tem que ver com programar, não com descobrir. Planear é para
tecnocratas, não para sonhadores.

Analisando alguns conceitos elaborados por diversos autores em épocas diferentes pode-se
chegar a uma definição de planeamento estratégico abrangente.

É preciso que haja planos para que a organização tenha seus objectivos e para que se estabeleça a
melhor maneira de alcançá-los. Além disso, os planos permitem que:

1 a organização consiga e aplique os recursos necessários para a consecução de seus objectivos;

2 os membros da organização executem actividades compatíveis com os objectivos e os métodos


escolhidos;

3 o progresso feito rumo aos objectivos seja acompanhado e medido, para que se possam tomar
medidas correctivas se o ritmo do progresso for insatisfatório.

Os primeiros passos do Planeamento envolvem a seleção de objectivos para a organização.


Depois, estabelecem-se objectivos para as subunidades da organização - suas divisões, seus
departamentos, e assim por diante. Uma vez determinados os objectivos, estabelecem-se
programas para sua consecução de maneira sistemática. É claro que, na selecção dos objectivos e
no estabelecimento dos programas, o administrador leva em conta sua viabilidade e se eles
poderão ser aceitos pelos administradores e pelos empregados da organização.

Os planos elaborados pela direção para a organização como um todo podem ser para prazos que
podem ir de cinco a dez anos. Numa grande organização, como uma empresa multinacional,
estes planos podem envolver compromissos de bilhões de dólares. O Planeamento em níveis
mais baixos, pelos administradores intermediários, ou de primeira linha, abarca prazos muito
mais curtos. Tais planos podem ser para o trabalho do dia seguinte, por exemplo, ou para uma
reunião de duas horas a ser feita dentro de uma semana.

O que é Estratégia ?
Estratégia é o programa geral para a consecução dos objectivos de uma organização e, portanto,
para o desempenho de sua missão.

O que é Estratégia Empresarial ?

Estratégia Empresarial pode ser caracterizada pela conjugação produto/mercado, isto é, a


especificação dos produtos com os quais a empresa pretende atingir seus objetivos e dos
mercados onde ela pretende operar para colocá-los ou vendê-los.

Também pode-se entender a Estratégia Empresarial pela escolha dos vectores de crescimento que
indicam qual direcção a empresa seguirá, tendo por base sua conjugação produto/mercado
escolhida, ou sua "vantagem competitiva", ou seja, o perfil de competência da empresa em
relação aos seus concorrentes.

Portanto se Estratégia é a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global, visando


atingir objectivos a longo prazo, Estratégia Empresarial é o conjunto dos objectivos, finalidades,
metas, directrizes fundamentais e os planos para atingir esses objectivos, postulados de forma a
definir em que actividades se encontra a empresa (negócio) que tipo de empresa ele é ou deseja
ser (missão).

que é Planeamento Estratégico ?

Planeamento estratégico é o processo através do qual a empresa se mobiliza para atingir o


sucesso e construir o seu futuro, por meio de um comportamento proativo, considerando seu
ambiente actual e futuro.

ORGANIZAÇÃO LABORAL

VISÃO

Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer
para chegar a seu destino. Com as grandes empresas acontece a mesma coisa: elas têm visão. É
isso que lhes permite administrar a continuidade e a mudança simultaneamente.

As empresas realmente grandes compreendem a diferença entre o que nunca deve ser mudado e
o que deve ser aberto a mudanças. Essa rara capacidade de administrar continuidade e mudança –
que exige disciplina consciente – está vinculada à capacidade de desenvolver uma visão. É a
visão que indica que princípios básicos devem ser preservados e para qual futuro se deve
progredir.

A visão, concebida de forma correcta, compreende dois componentes principais: ideologia


central e visualização do futuro. A ideologia básica, o yin de nosso esquema, define o que
defendemos e o porquê de nossa existência..
Toda a organização tem três partes básicas: pessoas, tarefas e administração. A administração
inclui o planeamento, organização, liderança e controle do desempenho das pessoas,
organizadas para a tarefa. Outro ponto fundamental sobre as organizações é que elas existem
dentro de um meio ambiente. Todas operam dentro de um ambiente que inclui fornecedores,
clientes e concorrentes, bem como uma grande variedade de condições legais, económicas,
sociais e tecnológicas.

MISSÃO

"Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua
missão. Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna
possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa."

A partir dos planeamentos estratégicos, temos o planeamento empresarial que sugere a


maneira de ter definição de três características: Formulação- missão, visão, análise;
Implementação- objetivos anuais, políticas, motivação dos funcionários; Avaliação-
revisões externas e internas, avaliação de desempenho.

Também para Teixeira (2005, p. 101) a estrutura organizacional, Corresponde ao conjunto de


relações formais entre os grupos e os indivíduos que constituem a organização. Define as
funções de cada unidade da organização e os modos de colaboração entre as diversas unidades e
é normalmente representada num diagrama chamado organigrama (ou organograma).
Segundo Carvalho (2009, p. 133) existem quatro fases determinantes para a construção da
estrutura da organização:
1. Definir por escrito os objectivos desejados para a empresa;
2. Determinar as grandes actividades necessárias para atingir os objectivos;
3. Reagrupar as actividades em grandes funções estreitamente ligadas (produção,
aprovisionamento, comercial, financeira, etc.), numa hierarquia de responsabilidades e de
funções directas e precisas;
4. Unificar sistematicamente as grandes funções com um único responsável por actividade,
nomeando as pessoas para os respectivos cargos.
A estrutura organizacional é então representada graficamente no organograma, o qual consiste na
representação gráfica de determinados aspetos da estrutura organizacional, nomeadamente “a
localização das diversas funções e uma visão geral do sistema de relações internas que se
estabelecem entre essas funções” (Carvalho, 2009, p.
134).
Na figura seguinte encontramos um exemplo dum organograma

D E

H K P

A empreitada é a forma de contrato em que uma das partes se obriga em relação à outra a realizar
certa obra, mediante um certo preço. Na administração directa, a obra é executada pelo próprio
dono, isto é, utilizando mão-de-obra pertencente aos seus quadros, embora podendo também
recorrer a subempreiteiros para a execução de trabalhos especializados.

O objectivo geral é obtido transformando o problema em objectivo.

Objectivos específicos ( os objectivos específicos são a transformação dos seus sub capítulos

NB: melhor os objectivos conforme o texto


Pequenos empreendedores individuais (mestres de obra, pedreiros, pintores, eletricistas,
encanadores) e empreiteiras de mão de obra de construção civil não são obrigados a ter registro
no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, pois são actividades que não
exigem um responsável técnico. O registo deve ser solicitado apenas quando a empresa possui,
directa ou indirectamente, em seu ramo de actividades serviços especializados nas áreas de
engenharia, arquitetura ou agronomia (escritórios de projectos de engenharia e arquitetura,
consultorias especializadas, fornecedoras de andaimes, etc.).

Qual o papel dos mestres-de-obras eletricistas?


Quando se está a fazer uma obra é importante termos conhecimento dos profissionais contratados, bem
como dos seus papéis e funções na mesma. Por isso se vai fazer alguma obra fique a saber qual o papel
dos mestres-de-obras eletricistas para saber com o que contar.

Numa construção, os mestres-de-obras eletricistas são mais do que os responsáveis por toda a
instalação eléctrica: o seu papel é zelar pelo trabalho de todos os outros profissionais, acompanhar os
electricistas mais inexperientes e fazer com que todos se sintam focados e motivados para trabalhar.

Os mestres-de-obras electricistas têm também de garantir que as regras de segurança estão a ser seguidas
à risca para evitar acidentes, bem como assegurar-se de que a sua equipa está a realizar um trabalho de
qualidade, dentro dos prazos e do orçamento planeado.

Aqui fica uma lista das funções e responsabilidades dos mestres-de-obras eletricistas:

Funções de supervisão
Foto Master Electrician in Toronto

Os mestres-de-obras eletricistas supervisionam os outros eletricistas na instalação e manutenção de


sistemas elétricos.

Eles atribuem tarefas a outros trabalhadores e fiscalizam os projetos, o que exige capacidade de liderança
e a qualidade de saber ouvir.

Para além disso, é necessário terem conhecimento de todos os aspetos de trabalhos elétricos.

Desta forma assumem os seguintes papéis:

 Os mestres-de-obras eletricistas têm de garantir a execução dos pedidos realizados por quem
encomenda a obra e, por vezes, levar o material para que seja possível realizar o trabalho.
 Sendo responsáveis por uma equipa com diferentes níveis de experiência e habilidade, os
mestres-de-obras eletricistas têm de assegurar um bom trabalho dos mais inexperientes e garantir
o ritmo de trabalho, através de registos.
 São os mestres-de-obras eletricistas que têm a responsabilidade de escolher os trabalhadores e
planear a melhor estratégia para concluir o serviço contratado.
 Os mestres-de-obras eletricistas têm também de garantir que a sua equipa é licenciada e
experiente.

Funções de segurança

Foto Quality Facilities Management


Trabalhar com eletricidade é uma atividade perigosa. Os mestres-de-obras eletricistas têm de
garantir o cumprimento de todas as normas de segurança e promover condições de trabalho
seguras, certificando-se que a sua equipa segue todas as medidas, tais como o uso de luvas e
cobertores de isolamento para instalações com equipamentos de alta voltagem, por exemplo.

Têm também de ter conhecimentos de primeiros socorros, nomeadamente treino de reanimação


cardiopulmonar, garantindo que os equipamentos necessários estejam disponíveis em caso de
choques elétricos.

Funções de estimativa

Foto Quality Facilities Management

O mestre-de-obras eletricistas têm de estimar o preço dos trabalhos eléctricos e preparar uma
lista de equipamentos e peças necessários para cada um deles.

Com efeito, para realizar o trabalho elcétrico numa obra, é necessário trabalhar com diferentes
ferramentas, nomeadamente ferramentas manuais e controladores elétricos, sendo essencial
medidores para testar equipamentos defeituosos para saber como arranjá-los. Os mestres-de-
obras eletricistas têm de garantir o bom funcionamento de todo este material.

Por seu turno, é trabalho dos mestres-de-obras eletricistas ler as plantas de um projeto e ser capaz
de entender e encomendar e negociar as peças para a obra, garantido que é seguido o plano do
projeto para saber onde passar os fios, onde estão as instalações e os interruptores para conectar
os fios ao painel de circuito central, etc.

Por fim, os mestres-de-obras eletricistas devem determinar a mão-de-obra necessária para


concluir cada taref
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Organização

Conceitos

É a ordenação e o agrupamento de actividades e recursos, visando ao alcance de objetivos e


resultados estabelecidos.

Conceitos Básicos:

Estrutura organizacional
É o conjunto ordenado de responsabilidades, autoridades, comunicações e decisões das unidades
organizacionais de uma empresa.

EstruturaFormal
Objecto de grande parte de estudo das organizações empresarias, é aquela deliberadamente
planeada e formalmente representada, em alguns de seus aspectos, pelo organograma.

Estrutura Informal
É a rede de relações sociais e pessoais que não é estabelecida ou requerida pela estrutura formal.
Surge da interação social das pessoas, o que significa que se desenvolve espontâneamente
quando as pessoas se reúnem. Portanto, apresenta relações que, usualmente, não aparecem no
organograma.

O que é Comunicação empresarial:

Comunicação empresarial é uma ferramenta estratégica de planeamento usada no âmbito


de uma empresa com o objectivo de melhorar a imagem da empresa e os resultados obtidos.

Este conceito tem vindo a sofrer alterações nos últimos anos, causadas por mudanças nos
públicos-alvo, na concorrência cada vez mais forte, e na existência das novas tecnologias.

Muitas vezes, a comunicação empresarial é vista como um meio que divulga notícias favoráveis
a respeito da empresa e controla as notícias desfavoráveis. No entanto, essa é uma visão
extremamente redutora, porque a comunicação empresarial abrange uma área muito maior, e
está relacionada com a sua capacidade de competir dentro do mercado e consequentemente à
sua sobrevivência.

Além disso, algumas pessoas acreditam que a comunicação empresarial está direccionada para o
lucro da própria empresa, enquanto que a comunicação organizacional pode ser aplicada a
empresas sem fins lucrativos, e está relacionada com as vertentes internas e externas de uma
instituição, e com o favorecimento de pessoas que estão fora dela.

GESTÃO

A gestão é um conjunto de processos que asseguram o funcionamento da empresa num mundo


estático. A liderança é o que cria aqueles processos ou que altera para aproveitar novas
oportunidades e que se torna imprescindível num mundo em constante mudança. Hoje, as
empresas precisam de liderança.

A liderança tem sido objecto de estudo e, vários são os conceitos formulados por diferentes
autores:
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores, de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79).
“Consiste em saber a onde quer que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da
equipa para que esta o siga nessa direcção” (PEELING, 2007: pag.46).

“A liderança tem a ver com a coragem e a capacidade necessária para levar uma empresa em
frente e em progressão, apesar de todas as dificuldades que possam juncar no caminho”
(ADAIR, 1993: pag.12).

A liderança como factor de sucesso empresarial

“É um conjunto de actividades de um indivíduo que ocupa uma posição hierarquicamente


superior, dirigidas para a condução e orientação das actividades dos outros membros com o
objectivo, de atingir eficazmente o objectivo do grupo” (SYROIT apud REGO, 1998: pag.23).
“É a capacidade de mobilizar indivíduos livres, colaboradores de suscitar a sua participação
voluntária para o alcance de objectivos” (DULUC, 2000: pag.79). “Consiste em saber aonde quer
que a equipa chegue e, em ter influência suficiente junto da equipa para que esta o siga nessa
direcção” (PEELING, 2007: pag.46).
Só poderemos alcançar resultados, controlando o ambiente, adequando instalações,
implementando procedimentos organizacionais de controle e informando e
educando os trabalhadores para que desenvolvam uma consciência da importância
da qualidade das suas atitudes. Antes de tudo, eles devem ter motivação pela
Segurança !!!
PRINCÍPIOS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO EMPRESARIAL

Conceitos: O problema fundamental das empresas actualmente é o facto de não distinguirem


entre planear e "estartegizar". Planear tem que ver com programar, não com descobrir. Planear é
para tecnocratas, não para sonhadores.

Analisando alguns conceitos elaborados por diversos autores em épocas diferentes pode-se
chegar a uma definição de planeamento estratégico abrangente.

É preciso que haja planos para que a organização tenha seus objectivos e para que se estabeleça a
melhor maneira de alcançá-los. Além disso, os planos permitem que:

1 a organização consiga e aplique os recursos necessários para a consecução de seus objectivos;

2 os membros da organização executem actividades compatíveis com os objectivos e os métodos


escolhidos;

3 o progresso feito rumo aos objectivos seja acompanhado e medido, para que se possam tomar
medidas correctivas se o ritmo do progresso for insatisfatório.

Os primeiros passos do Planeamento envolvem a seleção de objectivos para a organização.


Depois, estabelecem-se objectivos para as subunidades da organização - suas divisões, seus
departamentos, e assim por diante. Uma vez determinados os objectivos, estabelecem-se
programas para sua consecução de maneira sistemática. É claro que, na selecção dos objectivos e
no estabelecimento dos programas, o administrador leva em conta sua viabilidade e se eles
poderão ser aceitos pelos administradores e pelos empregados da organização.

Os planos elaborados pela direção para a organização como um todo podem ser para prazos que
podem ir de cinco a dez anos. Numa grande organização, como uma empresa multinacional,
estes planos podem envolver compromissos de bilhões de dólares. O Planeamento em níveis
mais baixos, pelos administradores intermediários, ou de primeira linha, abarca prazos muito
mais curtos. Tais planos podem ser para o trabalho do dia seguinte, por exemplo, ou para uma
reunião de duas horas a ser feita dentro de uma semana.

O que é Estratégia ?

Estratégia é o programa geral para a consecução dos objectivos de uma organização e, portanto,
para o desempenho de sua missão.

O que é Estratégia Empresarial ?


Estratégia Empresarial pode ser caracterizada pela conjugação produto/mercado, isto é, a
especificação dos produtos com os quais a empresa pretende atingir seus objetivos e dos
mercados onde ela pretende operar para colocá-los ou vendê-los.

Também pode-se entender a Estratégia Empresarial pela escolha dos vectores de crescimento que
indicam qual direcção a empresa seguirá, tendo por base sua conjugação produto/mercado
escolhida, ou sua "vantagem competitiva", ou seja, o perfil de competência da empresa em
relação aos seus concorrentes.

Portanto se Estratégia é a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global, visando


atingir objectivos a longo prazo, Estratégia Empresarial é o conjunto dos objectivos, finalidades,
metas, directrizes fundamentais e os planos para atingir esses objectivos, postulados de forma a
definir em que actividades se encontra a empresa (negócio) que tipo de empresa ele é ou deseja
ser (missão).

que é Planeamento Estratégico ?

Planeamento estratégico é o processo através do qual a empresa se mobiliza para atingir o


sucesso e construir o seu futuro, por meio de um comportamento proativo, considerando seu
ambiente actual e futuro.

ORGANIZAÇÃO LABORAL

VISÃO

Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer
para chegar a seu destino. Com as grandes empresas acontece a mesma coisa: elas têm visão. É
isso que lhes permite administrar a continuidade e a mudança simultaneamente.

As empresas realmente grandes compreendem a diferença entre o que nunca deve ser mudado e
o que deve ser aberto a mudanças. Essa rara capacidade de administrar continuidade e mudança –
que exige disciplina consciente – está vinculada à capacidade de desenvolver uma visão. É a
visão que indica que princípios básicos devem ser preservados e para qual futuro se deve
progredir.

A visão, concebida de forma correcta, compreende dois componentes principais: ideologia


central e visualização do futuro. A ideologia básica, o yin de nosso esquema, define o que
defendemos e o porquê de nossa existência..

Toda a organização tem três partes básicas: pessoas, tarefas e administração. A administração
inclui o planeamento, organização, liderança e controle do desempenho das pessoas,
organizadas para a tarefa. Outro ponto fundamental sobre as organizações é que elas existem
dentro de um meio ambiente. Todas operam dentro de um ambiente que inclui fornecedores,
clientes e concorrentes, bem como uma grande variedade de condições legais, económicas,
sociais e tecnológicas.

MISSÃO

"Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua
missão. Somente uma definição clara da missão é razão de existir da organização e torna
possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa."

A partir dos planeamentos estratégicos, temos o planeamento empresarial que sugere a


maneira de ter definição de três características: Formulação- missão, visão, análise;
Implementação- objetivos anuais, políticas, motivação dos funcionários; Avaliação-
revisões externas e internas, avaliação de desempenho.

Também para Teixeira (2005, p. 101) a estrutura organizacional, Corresponde ao conjunto de


relações formais entre os grupos e os indivíduos que constituem a organização. Define as
funções de cada unidade da organização e os modos de colaboração entre as diversas unidades e
é normalmente representada num diagrama chamado organigrama (ou organograma).
Segundo Carvalho (2009, p. 133) existem quatro fases determinantes para a construção da
estrutura da organização:
1. Definir por escrito os objectivos desejados para a empresa;
2. Determinar as grandes actividades necessárias para atingir os objectivos;
3. Reagrupar as actividades em grandes funções estreitamente ligadas (produção,
aprovisionamento, comercial, financeira, etc.), numa hierarquia de responsabilidades e de
funções directas e precisas;
4. Unificar sistematicamente as grandes funções com um único responsável por actividade,
nomeando as pessoas para os respectivos cargos.
A estrutura organizacional é então representada graficamente no organograma, o qual consiste na
representação gráfica de determinados aspetos da estrutura organizacional, nomeadamente “a
localização das diversas funções e uma visão geral do sistema de relações internas que se
estabelecem entre essas funções” (Carvalho, 2009, p.
134)

A empreitada é a forma de contrato em que uma das partes se obriga em relação à outra a realizar
certa obra, mediante um certo preço. Na administração directa, a obra é executada pelo próprio
dono, isto é, utilizando mão-de-obra pertencente aos seus quadros, embora podendo também
recorrer a subempreiteiros para a execução de trabalhos especializados.

O objectivo geral é obtido transformando o problema em objectivo.

Objectivos específicos ( os objectivos específicos são a transformação dos seus sub capítulos
NB: melhor os objectivos conforme o texto

Fonte: Internet: [Link]

CASO SIMULADO

O Instituto Industrial e Comercial de Nampula é uma instituição pública funciona com dois sistemas:
Clássico e modular, ministra cursos de sistemas eléctricos, técnico de contas, mecânica auto, electricidade
industrial, construção de edifício, mecânica industrial, mecânica de reparação de automóveis, mecânica
geral e cursos da curta duração, tendo para efeito uma instalação composta por oficinas correspondentes a
cursos ministrados.

O processo de ensino e aprendizagem no curso de electricidade industrial é composto por 120 formandos
e é asegurado por 11 formadores. O instituto tem cinco oficinas para curso de electricidade,
nomeadamente: controlo digital, electrónica básica, máquinas eléctricas, instrumentação e automação e
instalações eléctricas.

Por causa do seu grande potencial em termo de equipamento moderno oficinal, ele é visto como uma
oportunidade para resolver os problemas locais (formação dos jovens com tecnologia de ponta e com a
extinção do nível básico podem-se formar nos cursos de curta duração), para o seu auto sustento. Por isso,
a população e os agentes empregadores estão dispostos a colaborarem com a escola no âmbito do
enquadramento dos formandos nos estágios profissionais. Mas mesmo assim, os formandos têm
dificuldades na inserção no mercado de trabalho após a sua conclusão do nível.

De salientar que o equipamento antigo ainda é utilizado. Dos seis motores que se encontram nas oficinas
de instalações eléctricas, apenas dois estão operacionais, uma vez que existem módulos com conteúdos
relacionados com motores, isso de certa forma cria constrangimentos no processo de aprendizagem. Os
quatro motores que estão fora de funcionamento devido à avaria todos eles são recuperáveis.

Número maior de elementos da equipa de trabalho nas aulas de prática devido a insuficiência de motores
tem como conseqüência a fraca participação dos elementos do grupo implicando assim, o fraco domínio
no saber fazer.

O instituto funciona sob financiamento do governo moçambicano.

Presume-se que o problema da avaria dos motores deve-se a falta de manutenção por parte da equipa de
manutenção e dos utilizadores.
1. Faca uma análise FOFA
2. Indique o problema e a solução clarificando os objectivos ( geral e específicos), recursos
materiais, financeiros e padrões de referencia.

Guião de correcção

Forças:
Grande potencial de equipamento ( equipamento moderno)
E uma instituição pública funcionando com dois sistemas
Oficinas apetrechadas;
Formadores qualificados;
Cursos de curta duração;

Oportunidades
Enquadramento dos formandos nos estágios profissionais;
Os empregadores estão dispostos a colaborarem com a escola;
Formação em cursos de curta duração para o auto sustento dos jovens;
Formação de jovens com tecnologias de ponta

Fraquezas
Faltade manutenção;
Constrangimentos no processo de aprendizagem;
Fraca participação dos elementos do grupo;
Fraco domínio no saber fazer

Ameaças

Dificuldade de inserção dos formandos no mercado de emprego após a conclusão do nível;


O instituto funciona sob finaciamento do governo
Identificação do problema:
Problema: Avaria dos motores
Objectivo geral: Reparar a avaria
Objectivos específicos:
Identificar a avaria;
Indicar os materiais necessários
Orcamentar;
Comprar o material e devidir tarefas de acordo com as avarias específicas
Reparar o equipamento
Ensaiar o equipamento
Padrões de referência:
Técnico qualificado;
Peças de boa qualidade
Nenhuma peca deve restar no acto da montagem.

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