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Regimento Interno do Residencial Santos Dumont

Este documento apresenta o Regimento Interno do Residencial Santos Dumont, definindo regras para assegurar o uso exclusivamente residencial das unidades, a tranquilidade dos condôminos e a responsabilidade civil e criminal por atos no condomínio. Estabelece direitos como uso das áreas comuns e deveres como pagamento de taxas e respeito às normas internas.

Enviado por

Joao Amorim
Direitos autorais
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Regimento Interno do Residencial Santos Dumont

Este documento apresenta o Regimento Interno do Residencial Santos Dumont, definindo regras para assegurar o uso exclusivamente residencial das unidades, a tranquilidade dos condôminos e a responsabilidade civil e criminal por atos no condomínio. Estabelece direitos como uso das áreas comuns e deveres como pagamento de taxas e respeito às normas internas.

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REGIMENTO INTERNO – RESIDENCIAL SANTOS DUMONT

CAPÍTULO I - DA FINALIDADE

Art 1. Este Regimento Interno tem a finalidade de complementar a legislação vigente e a Convenção do
Condomínio SANTOS DUMONT, no que diz respeito à sua gestão, bem como servir como instrumento norteador
para uma convivência harmônica entre os condôminos, funcionários e colaboradores.

Art 2. Garantir que as unidades autônomas tenham destinação exclusivamente residencial, não sendo
permitindo sua utilização para quaisquer outras atividades, sejam exercidas pelo próprio proprietário, seus
herdeiros e sucessores ou eventuais locatários, e cessionários a qualquer título, vedando-se, também a
utilização de forma nociva ou perigosa ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais condôminos e
terceiros.

Art 3. Assegurar a tranquilidade do uso e gozo do Condomínio, limitando os abusos que possam
prejudicar o bom nome, segurança, higiene do Condomínio e o conforto dos condôminos, ficando os casos
omissos a serem resolvidos pelo Síndico em conjunto com o Conselho Consultivo.

Art 4. O Condômino será civil e criminalmente responsável pelos atos praticados no interior do
Condomínio, nas áreas comuns e de lazer, respondendo por si, seus familiares, empregados e demais ocupantes
que, direta ou indiretamente, sob sua autorização frequentam o Condomínio, mesmo que sejam meros
visitantes, ficando estes condôminos obrigados a ressarcir ao Condomínio ou a terceiros o que de direito ficar
apurado.

Art 5. O Condomínio não se responsabiliza por qualquer dano, furto, roubo ou extravio de bens e coisas,
causados pelos condôminos ou por terceiros à propriedade ou bens dos próprios condôminos, moradores ou
visitantes, cabendo a cada um cuidar do que lhe pertence.

Art 6. Reger-se-á o Condomínio, para todos os efeitos, pela convenção aprovada em Assembléia Geral e
pelo Regimento Interno, o qual integra a citada convenção, competindo ao Síndico praticar os atos previstos em
convenção, Regimento Interno e o que mais for determinado pela Assembléia Geral.

CAPÍTULO II - DOS DIREITOS DOS CONDÔMINOS

Art 7. Usar, usufruir e dispor de sua respectiva unidade autônoma e respectiva vaga de garagem,
observadas as condições previstas na convenção e no presente regimento, devendo ser respeitadas as normas
de boa conduta e de bom comportamento e relacionamento de vizinhança, não comprometendo a segurança,
higiene, o bem estar e o bom nome do Condomínio.

Art 8. Usar e desfrutar das partes e coisas comuns e de lazer do Condomínio, desde que não impeça
idêntico uso por parte dos demais condôminos e pessoas, observados as disposições da convenção e do
presente Regimento Interno.
Art 9. Examinar, a qualquer tempo, livros, papéis, balanços e os arquivos que dizem respeito ao
Condomínio, propor modificação na convenção e nas disposições do presente Regimento Interno, desde que em
dia com suas obrigações, e solicitar esclarecimento ao Síndico ou ao administrador.

Art 10. Comparecer às Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias, discutir as matérias propostas,
votar e ser votado desde que em dia com seus encargos e obrigações.

Art 11. Denunciar ao Síndico ou ao Conselho Consultivo, por escrito, qualquer irregularidade no
cumprimento das disposições que regulam o uso do Condomínio.

Art 12. Será permitido dentro dos apartamentos animais domésticos, desde que não perturbem o
sossego dos outros moradores, sendo obrigação do proprietário mantê-los adequadamente limpos, saudáveis e
vacinados. A entrada e saída dos mesmos são permitidas em ambos os elevadores, observando-se a
prioridadede quem já estiver utilizando.

a) É expressamente proibido aos condôminos, levar seus animais para fazerem as necessidades
fisiológicas em qualquer área comum, garagens e calçadas, exceto PET PLACE. Caso eventualmente ocorra,
deverá o condômino providenciar de imediato a limpeza, sob pena de multa.

b) O animal poderá ser conduzido no chão somente com guia, e animais de grande porte adicionalmente
com focinheira, sendo expressamente proibido qualquer animal andar solto pelas áreas comuns do condomínio.

Art 13. Usar os carrinhos de compras ou bagagens exclusivamente destinados para estas finalidades e de
forma a evitar excesso de peso que possa danificá-los devendo o condômino, após o uso, devolvê-lo
imediatamente ao local adequado.

Art 14. Ser convidado ou convocado previamente, na forma estipulada pela convenção, a comparecer às
Assembléias Gerais de condôminos, a fim de que as decisões tomadas expressem realmente a vontade
condominial.

CAPÍTULO III - DOS DEVERES DOS CONDÔMINOS

Art 15. Todos, sem exceção alguma, que ocupam, transitam, circulam, usam ou de qualquer maneira
desfrutam do Condomínio, obrigam-se a respeitar, cumprir e fazer cumprir as regras de interesse comum ora
estabelecidas. O Condômino que desrespeitar as normas de conduta ditadas pelo presente Regimento Interno,
ainda que por seus prepostos ou convidados, sujeitar-se-á às penalidades correspondentes.

Art 16. Contribuir para as despesas do Condomínio na proporção de suas frações ideais, inclusive com
eventual multa que por desobediência ao presente regimento tenha sido aplicada.

Art 17. Não realizar obras que comprometam a segurança da edificação.

a) Qualquer obra realizada nas unidades autônomas deverá ser precedida de alvará junto ao órgão
competente sempre que necessário e de autorização do Condomínio.

Art 18. Não alterar a forma e a cor da fachada, das paredes e esquadrias externas.
Art 19. Dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira
prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos condôminosou aos bons costumes.

Art 20. Tratar com cordialidade e respeito os funcionários e colaboradores do Condomínio.

Art 21. Fazer constar, na eventualidade de locação das unidades, como parte integrante e indissociável
dos contratos de locação, exemplar deste Regimento Interno e da convenção do Condomínio.

Art 22. Cumprir e fazer cumprir as regras do presente Regimento Interno, bem como as demais
disposições regulamentadas na convenção do Condomínio registrada.

Art 23. Prestigiar, respeitar e acatar as decisões do Conselho Consultivo, seus prepostos e das
Assembléias Gerais, identificando-se aos responsáveis pela administração e segurança sempre que lhes for
solicitado.

Art 24. Observar dentro do Condomínio as normas dos bons costumes, moralidade, decência e respeito
devendo encaminhar quaisquer queixas e sugestões ao Conselho Consultivo ou administrador.

Art 25. Quando promover reformas em sua unidade autônoma, o condômino deverá:

a) Comunicar ao Conselho Consultivo ou administrador, por escrito, sobre a natureza dos serviços que
pretende executar, bem como o tempo aproximado de sua duração, solicitando, no mesmo comunicado,
autorização para sua execução. Reformas estruturais só poderão ser realizadas com autorização prévia do
Síndico oudo Conselho Consultivo, a qual somente será concedida após aprovação do projeto pelos órgãos
públicos competentes. A autorização concedida não exime o proprietário quanto à responsabilidade de sua
execução e nem tão pouco substitui as autorizações do poder público, bem como não transfere ao Condomínio
qualquer responsabilidade pelas obras que se realizar. O proprietário fica diretamente responsável pela
remoção de todos os materiais e detritos de sua obra, devendo providenciar imediatamente a limpeza das áreas
que utilizou.

b) Informar por escrito, ao administrador, o nome das pessoas que trabalharão na execução dos
serviços, bem como dos responsáveis pelas obras. O não atendimento a esta determinação impedirá o acesso de
tais pessoas às dependências do Condomínio. Apresentar a ART correspondente de profissional habilitado.

c) Executá-las com obediência aos seguintes horários:

I – Segunda a Sexta-Feira – das 08:00h às 12:00h e das 13:00h às 17:00h;

II – Expressamente proibido aos sábados, domingos e feriados;

d) Os entulhos deverão ser sempre ensacados, bem acondicionados e transportados pelos elevadores,
devendo o condômino solicitar ao zelador a colocação de proteção, respeitando-se a prioridades de uso dos
moradores, bem como respeitar o limite do peso que o mesmo suporta, retirando-os do Condomínio de
imediato, sempre no horário das 08:00h às 12:00h e das 13:00h às 17:00h, e de segunda à sexta-feira, não sendo
permitido a retirada aos sábados, domingos e feriados e sua remoção será por conta do proprietário ou seus
prepostos, sendo vedado a colocação de quaisquer materiais nas garagens, áreas comuns e de lazer do
condomínio.

e) Caso o condômino ou seus prepostos, em razão da obra, venham a sujar o elevador ou outras áreas
de uso comum e de lazer do Condomínio, pelo transporte ou uso de quaisquer materiais que tenha utilizado,
deverá ele providenciar a limpeza e conserto de imediato a cada final de dia de trabalho.

f) Todo e qualquer dano gerado pelos serviços de reforma, seja ele nas dependências do Condomínio ou
bens de terceiros, será de inteira responsabilidade do proprietário da unidade em reforma, valendo tais regras
também para o transporte de mudanças de móveis e utensílios.

g) Os danos causados deverão ser ressarcidos pelo condômino no boleto da taxa condominial
subseqüente.

Art 26. Realizar simples transporte de móveis e utensílios, sem a intenção de mudança, com exceção aos
de pequeno porte, das 08:00h – 12h e das 13:00 – 17h de segunda a sexta-feira, e aos sábados das 08:00h às
12:00h, não sendo permitido aos domingos e feriados.

a) O Síndico poderá autorizar tais serviços desde que seja inequivocamente comprovada a necessidade
de executá-los fora dos dias e horários aqui estabelecidos.

Art 27. Ao condômino caberão, as suas expensas, os reparos nas instalações internas de: eletricidade,
TV, internet e telefonia de sua unidade, até atingir as linhas de tronco imediato, assim como deverá cuidar de
sua manutenção permanente.

Art 28. Reparar de imediato e a seu custo exclusivo, os danos que ocasionar às partes comuns e a do
lazer do Condomínio.

Art 29. Zelar pela limpeza e segurança do prédio:

a) Obedecer ao horário pré-estabelecido para a coleta de lixo e resíduos indicados pela administradora,
sendo que os mesmos devem estar devidamente acondicionados em sacos plásticos resistentes e devem ser
depositados nos locais indicados e devidamente postos nos recipientes de reciclagem.

b) Não deixar o lixo e resíduos de limpeza no hall dos andares, garagem e/ou escadarias das saídas de
emergência.

c) Acondicionar em recipientes adequados, vidros quebrados ou materiais que possam ferir ou


contaminar a pessoa que os coletar ou transportar.

Art 30. Manter a conservação e limpeza dos elevadores respeitando sempre acapacidade de peso
suportada conforme indicação do fabricante.

Art 31. Comunicar à administração do Condomínio com antecedência mínima de 10 (dez) dias, a
celebração de contrato de locação, cessão ou empréstimo da unidade autônoma a terceiros, sela qual for o
prazo. Tal preceito serve também alienações e cessão de direitos. Em qualquer hipótese o condômino
obrigatoriamente deverá dar ciência da presente convenção e do Regimento Interno a terceiros, ficando
solidariamente responsável por eventuais débitos ou danos causados ao Condomínio.

Art 32. Informar ao Síndico ou á administradora o endereço completo, inclusive telefones, e-mail, e o
que mais necessário for, para efeito de correspondência ou comunicados de ocorrências do interesse de todos,
mantende-o sempre utilizado. Manter seu cadastro sempre atualizado junto a administração do condomínio.

Art 33. A título de ampla colaboração, as unidades autônomas objeto de regular locação e
independentemente do prazo de permanência, deve-se deixar no seu interior e em lugar visível uma cópia do
presente Regimento Interno, para que assim o inquilino ou o ocupante não alegue ignorância do mesmo.

Art 34. Comunicar ao Síndico qualquer moléstia epidêmica, para fins de providências junto à Saúde
Pública.

Art 35. Antes de usar a piscina os condôminos deverão obrigatoriamente banhar-se no chuveiro.

Art 36. Os banhistas, antes de acessarem o elevador, deverão se enxugar, para evitar o acúmulo de água
no piso do mesmo, evitando assim possíveis acidentes e depreciação do bem imóvel.

Parágrafo Primeiro. A piscina é de uso exclusivo dos condôminos, não podendo estender seu uso a
visitantes e/ou convidados.

Parágrafo Segundo. É PROIBIDO TRANSITAR PELO CONDOMÍNIO COM TRAJES DE BANHO, o mesmo deve
ser somente na área da piscina.

CAPÍTULO IV – DAS PROIBIÇÕES AOS CONDÔMINOS

Art 37. É proibida a prática de qualquer tipo de atentado ao pudor público, gesto ou ato obsceno nas
áreas comuns do Condomínio.

a) O condômino, seus familiares ou convidados que forem flagrados descumprindo este artigo, pagará
uma multa referente a 10 (dez) salários mínimos e terá o seu direito para utilização das áreas comuns suspenso
durante um período de 01 (um) ano.

b) Os infratores deste Artigo não estão isentos de responderem civil e criminalmente perante aos órgãos
públicos competentes.

Art 38. É proibido pisar ou brincar nas partes que compõem o jardim, bem como nele intervir
adicionando ou removendo plantas ou mudando sua disposição.

Art 39. É proibido alienar, emprestar ou alugar vagas de garagens a não residentes no Condomínio.

Parágrafo Único: Permitir-se-á o uso de vaga privativa por visitante quando da indisponibilidade e/ou
decurso de prazo de vaga específica.
Art 40. É proibido depositar objetos ou outros materiais em quaisquer das áreas de uso comum, a
exemplo das entradas, passagens, sacadas, elevadores, halls, espaços específicos e garagens, corredores,
escadarias, vias de acesso, bem como, deixar depositar produtos a granel em áreas comuns do Condomínio.

Art 41. É proibido utilizar, com volume superior aos permitidos pela lei municipal, aparelhagem de som,
aparelho de televisão ou quaisquer outros instrumentos ou equipamentos que emitam sons ou ruídos que
perturbem a tranquilidade alheia no período compreendido entre as 22:00h e as 08:00h.

Art 42. É proibido realizar quaisquer serviços, nos apartamentos ou nas áreas de uso comum, que
acionem furadeiras, parafusadeiras, lixadeiras ou qualquer máquina ou ferramenta que emita ruído, de
segundas às sextas-feiras no período compreendido entre 17:00h às 08:00h e entre as 12:00h às 13:00h, aos
sábados antes das 8:00h e após 12:00h, domingos e feriados em qualquer horário, salvo nos casos emergenciais,
desde que comunicado e autorizado previamente pelo Síndico.

Art 43. É proibido fazer ou permitir o uso por parte de seus dependentes, hóspedes ou visitantes, das
coisas do Condomínio, para fins diversos dos quais se destinam, obstando assim seu funcionamento normal ou
contribuindo para sua deterioração, desgaste, anormal ou prematuro, ou ainda impossibilitando ou dificultando
livre acesso e circulação dos demais condôminos.

Art 44. É proibido permanecer nas escadarias do Condomínio, pelo fato destas servirem como saídas de
emergência das edificações em casos de incêndios e outros sinistros.

Art 45. É proibido estender, pendurar, depositar ou bater tapetes, roupas, vasos e utensílios em janelas
e sacadas.

Parágrafo Único: Em caso de plantas, as folhagens poderão ultrapassar o gradil, sendo que os vasos
deverão permanecer abaixo do mesmo.

Art 46. É proibido fazer em sua unidade autônoma qualquer instalação que importe em sobrecarga para
o Condomínio sem o conhecimento e autorização do Síndico, quando procedente.

Art 47. É proibido manter, ainda que temporariamente, animais que causem incômodos, danos ou
prejuízos aos moradores ou as instalações do Condomínio, sendo possível a criação dos mesmos desde que não
causem transtornos aos demais condomínios.

Art 48. É proibido fazer uso de fogão que não seja a gás ou elétrico nos apartamentos, devendo o
condômino utilizar-se sempre do gás encanado.

Art 49. É proibido promover festividades ou reuniões no seu apartamento, que prejudiquem o sossego
dos demais condôminos, devendo atender-se o que determinaa legislação do Municipal do silêncio.

Art 50. É proibido queimar fogos de artificio em qualquer das áreas do Condomínio, seja de uso
privativo, a fim de evitar incêndios, queimaduras ou danos ao patrimônio.

Art 51. É proibido fazer velório na sua unidade autônoma ou em áreas do Condomínio.
Art 52. É proibido instalar caixas adicionais de ar condicionado além dos locais já existentes, devendo
seguir as regras consolidadas no memorial descritivo.

Art 53. É proibido proceder à alteração das partes externas do Condomínio a que venham interferir no
aspecto externo e fachada, devendo, para isso, ser convocada Assembléia Geral extraordinária específica para
discutir e, se for o caso, aprovado assunto, caso haja concordância mínima 2/3 (dois terços) dos condôminos.

Art 54. É proibido modificar a pintura de varanda/sacada de cada apartamento cuja cor deverá
permanecer na tonalidade original, ou por deliberação, quanto à mudança da cor aprovada por um quórum
qualificado de 2/3 (dois terços) dos condôminos em Assembléia Geral especifica para tal finalidade.

Art 55. É proibido sobrecarregar a estrutura das lajes do Condomínio com peso superior ao máximo
aprovado no projeto originário, ou ainda as instalações elétricas, hidráulicas, telefônicas, de intercomunicação e
sinal de televisão de sua unidade autônoma, com uso indevido de equipamentos não dimensionados em
projeto, de maneira que possa comprometer a segurança ou o perfeito funcionamento das coisas, utilidades ou
serviços comuns.

Art 56. É proibido permitir o trânsito de operários no Condomínio, nas áreas comuns, sendo permitido
somente no trajeto portaria/apartamento e vice-versa, nos dias e horários estabelecidos neste Regimento
Interno e quando devidamente identificados na portaria.

a) Não se aplicará o previsto neste sub item se a pessoa estiver acompanhada do condômino.

Art 57. É proibido deixar os carrinhos de compras, de propriedades do Condomínio, fora dos locais
destinados aos mesmos.

Art 58. É proibido utilizar churrasqueiras portáteis nas áreas destinadas a festas e áreas comuns.

Art 59. É proibido fumar nas áreas sociais, piscina, guarita, sala de administração, centrais do gás, salões
de festa e jogos, cinema, academia, sauna, quiosques, sanitários de uso comum ou de funcionários, copa dos
funcionários, e demais dependências onde houver crianças.

Art 60. É vedado alterar a forma externa da fachada do prédio, ou decorar as partes e esquadrias
externas com tonalidades ou cores diversas das empregadas no conjunto da edificação e executar obras que
comprometem a segurança do Condomínio.

Art 61. É proibido colocar nos vidros das janelas e portas papel, adesivo, películas, anúncios ou
propaganda, plásticos ou similares de quaisquer tipos, exceto placa de aluga-se ou vende-se. A proibição se
estende também as áreas comuns.

a) O Condomínio reserva-se ao direito de criar espaços publicitários em locais específicos, para a


veiculação de informações interessantes aos condôminos.

Art 62. É proibido destinar as unidades autônomas, garagens, edifícios, áreas comuns e de lazer,
inclusive dependências de empregados e de serviços, para finalidades que não sejam próprias de conjunto
residencial ora estabelecido, ou, usá-los de forma a perturbar o sossego, ou colocar em risco a segurança e a
salubridade dos demais condôminos e pessoas. Usar, ceder ou alugar as unidades para fins incompatíveis com
os fins a que se destinam à decência e ao sossego do Condomínio ou permitir sua utilização por pessoas que, de
qualquer forma ou modo, possam prejudicar a boa ordem ou afetar a reputação do Condomínio.

Art 63. É proibido dificultar o uso das partes comuns e de lazer pelos demais condôminos e pessoas
autorizadas.

Art 64. É proibido alugar vaga de garagem para terceiros que não sejam efetivamente proprietários ou
autorizados por estes. A troca de uso de garagem é permitida, ainda que a permuta não seja oficialmente
regularizada, devendo, entretanto, ambas as partes, respeitar as regras aqui ditadas.

Art 65. É proibido remover pó e outras impurezas de tapetes, cortinas, cobertores, toalhas, roupa, etc.
pela parte externa das unidades autônomas tais como: portas, janelas, peitoris e vidraças, inclusive em outras
áreas comuns.

Art 66. É proibido transitar em trajes de banho, molhados ou sujos pelos corredores, halls, elevadores e
demais áreas comuns.

Parágrafo Único: As crianças até 12 (doze) anos será permitido transitar em trajes de banho, desde que
secos e limpos.

Art 67. É proibido promover, sem o conhecimento e a anuência prévia do Síndico, festas, reuniões,
ensaios ou comemorações dentro da unidade autônoma ou partes comuns do Condomínio, utilizando-se de
orquestras, conjuntos ou bandas, instrumentos musicais, sons mecânicos e eletrônicos, de modo que ultrapasse
o limite tolerado pela legislação vigente.

Art 68. É proibido utilizar-se de rádios transmissores ou receptores e quaisquer outros tipos de
aparelhos que possam causar interferência nos demais aparelhos eletrônicos existentes no Condomínio.

Art 69. É proibido jogar ou depositar detritos em locais não apropriados, mesmo que estejam
acondicionados, jogar no vaso sanitário alimentos, papéis ou objetos que possam entupi-los.

Art 70. É proibido gritar, conversar ou discutir em voz alta e ainda pronunciar palavras de baixo calão,
impróprias ou impropérios nas dependências do Condomínio e que possam comprometer o bom nome do
mesmo.

Art 71. É proibido utilizar empregados do Condomínio para serviços particulares, estranhos às atividades
e obrigações dos mesmos, quando eles estiverem cumprindo jornada de trabalho.

Art 72. É proibido guardar substâncias, acondicionar explosivos, e inflamáveis nas unidades autônomas e
suas dependências, ter ou usar instalações de materiais que, de qualquer forma, possam afetar a saúde,
segurança e integridade física de quaisquer dos demais ocupantes do Condomínio, inclusive visitantes.

Art 73. É proibido obstruir as entradas, passagens, áreas comuns e elevadores ainda que em caráter
provisório.
Art 74. É proibida a prática de jogos e esportes de qualquer tipo, com ou sem materiais e objetos
esportivos e de qualquer modalidade, salvo se praticados nos locais apropriados no Condomínio.

Art 75. É proibido utilizar bicicletas, skates, patins ou similares nas garagens, halls, escadas, e nas áreas
comuns do Condomínio.

Art 76. São proibidas as brincadeiras e os jogos no interior e âmbito da garagem.

Art 77. São proibidos jogos de bola nos halls, nas garagens e áreas comuns do Condomínio.

Art 78. É proibido utilizar a vaga de garagem, áreas de uso comum e de lazer para efetivar pinturas,
consertos ou reparos em veículos ou qualquer outro instrumentos e utensílios.

Art 79. É proibida a lavagem e a limpeza de qualquer tipo de veículo motorizado ou não, ou ainda,
qualquer outro utensílio, nas dependências do Condomínio.

Art 80. É proibido depositar ferramentas, pneus, peças, entulhos e materiais de qualquer espécie,
inclusive pranchas, caiaque, móveis e utensílios nas vagas de garagens e áreas de uso comum e de lazer do
Condomínio, mesmo que simples guardados.

Art 81. É proibido delimitar ou separar a vaga de garagens utilizando-se paredes ou outros elementos
divisórios.

Art 82. É proibido danificar, alterar ou colher qualquer elemento natural que compõe a flora do
Condomínio.

Art 83. É proibido brincar nos corredores, halls, elevadores e garagens, assim como fazer ruídos
excessivos, inclusive no interior das unidades autônomas, sujar as paredes ou espelhos, perturbar a
tranquilidade dos demais moradores ou danificar qualquer parte do Condomínio ou
instrumentos/equipamentos de uso comum.

Parágrafo Único: Crianças menores de 10 (dez) anos deverão estar acompanhadas pelos pais ou
responsáveis nas áreas comuns do condomínio.

Art 84. É proibido colocar antenas de TV, ou para outros fins, em locais não autorizados, as quais
obrigatoriamente só poderão ser colocadas nas coberturas do prédio, nas partes de uso comum, sempre
previamente indicado pelo e autorizado pelo Síndico.

Art 85. É proibido ao administrador ou qualquer outro empregado do Condomínio, emprestar as chaves
ou controle remoto dos portões de garagens, portões e portas de entrada do Condomínio, a quem quer que
seja, salvo autorização expressa do responsável.

Art 86. É proibido ao proprietário emprestar as chaves de sua unidade autônoma, sem comunicar ao
Síndico ou administrador por escrito, sob pena deste impedir a entrada de terceiros ou pessoas desconhecidas,
ainda que parentes.

Art 87. É proibido xingar, gerar confusões, tumultos nas áreas comuns.
Art 88. É proibida a entrada de animais de visitantes no Condomínio.

CAPÍTULO V – DOS HORÁRIOS

Art 89. No período das 22h às 08:00h, cumpre aos moradores guardar silêncio, evitando a produção de
ruídos e sons que possam perturbar ao sossego e o bem-estar dos demais moradores do Condomínio, de acordo
com os parâmetros estabelecidos pela legislação municipal.

Art 90. Em qualquer horário, o uso de aparelhos que produzem sons, ou instrumentos musicais, deve ser
feito de modo a não perturbar os vizinhos, e fica proibido a utilização de sons nas sacadas, salvo em som
moderado (baixo), e ainda que observadas as disposições da legislação municipal vigente.

Art 91. As áreas sociais e comuns terão sua iluminação reduzida às 22:00h e algumas ficarão totalmente
apagadas, sendo acionadas por sensor de movimento, exceto se as mesmas estiverem sendo utilizadas com
autorização da Administração do Condomínio.

Art 92. Cada morador é responsável por transportar o lixo de sua unidade às caçambas coletoras
dispostas por todo o condomínio.

a) O condomínio realiza coleta seletiva, sendo cada morador responsável por separar seu lixo e
depositá-lo nos locais indicados de acordo com sua natureza.

b) É permitido o transporte do lixo em ambos os elevadores, respeitando quem já o está utilizando,


devendo o morador limpar imediatamente o elevador caso eventualmente o tenha sujado.

CAPÍTULO VI – DO USO DAS COISAS COMUNS

SECÃO I – GERAL

Art 93. Os moradores poderão fazer uso das áreas comuns do Condomínio com cordialidade e civilidade,
sempre respeitando o uso pelos demais condôminos e visitantes.

Art 94. Todo e qualquer problema que venha a ser causado por crianças ou adolescentes será de total
responsabilidade de seus responsáveis, ficando estes obrigados a comparecer perante a administração e
respectivos conselhos, quando solicitado. Os eventuais danos causados ao Condomínio ou a qualquer
condômino deverão ser obrigatoriamente suportados pelos responsáveis.

Art 95. É terminantemente vedado a colocação de anúncios, placas, avisos ou letreiros de qualquer
espécie nas dependências internas do Condomínio, salvo quando disseram respeito ao próprio Condomínio ou
por exigência legal.

Art 96. Não será permitido o plantio de qualquer tipo de planta nas áreas comuns do Condomínio, sem a
prévia autorização do Síndico.

Art 97. Os jardins e gramados das áreas comuns se destinam para fins paisagísticos, devendo assim ser
preservados.
Art 98. É proibido o uso das áreas comuns do Condomínio para execução de quaisquer serviços
particulares.

Art 99. Fica estabelecido o limite máximo de 20 km/h (vinte quilômetros por hora) para todos os
veículos e/ou assemelhados nas dependências do Condomínio. Fica vedado o uso de buzina e/ou assemelhados,
salvo situação de perigo e/ou alerta.

Parágrafo Primeiro: É obrigatório o acionamento dos faróis quando do tráfego nas áreas internas do
condomínio.

Parágrafo Segundo: Aplicam-se, no que couberem, as regras do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) nas
vias condominiais.

Art 100. Nada que descaracterize a fachada do prédio será permitido, e qualquer mudança na
padronização do Condomínio deve ser aprovada em Assembléia Geral de condôminos.

Art 101. A gestão da área verde e o eventual manejo de espécies vegetais obedecerão às diretrizes
aprovadas pela Assembléia Geral, especificamente convocada para este fim.

SEÇÃO II – DAS GARAGENS

Art 102. As garagens do Condomínio destinam-se à guarda de tão somente veículos pertencentes aos
seus moradores das respectivas vagas.

Art 103. Cada condômino terá direito ao número de vagas na garagem que esteja especificado em seu
título de propriedade.

Art 104. Não é permitida a guarda dentro da garagem de carros de altura superior a dois metros e que
tenham largura ou comprimento que excedam os limites de cada unidade privativa de garagem.

Art 105. Deve ser observada a velocidade máxima de 20 (vinte) km/h nas áreas de circulação interna,
sendo que ao sair da garagem do Condomínio para a rua, a preferência será de quem estiver entrando.

Art 106. Recomenda-se, além da velocidade indicada, o uso de farol alto por ocasião de entrada e saída
da garagem, atentando-se para a circulação de crianças e adultos na calçada e nos vários pontos de
movimentação.

Art 107. Compete a cada usuário das dependências da garagem, ao entrar ou sair, aguardar a completa
abertura e fechamento do portão eletrônico para fins de segurança dos demais moradores.

Art 108. Fica proibido o uso da garagem para a execução de qualquer serviço tais como: montagem e
reforma de móveis, equipamentos, utensílios e assemelhados, mesmo que este seja feito nos limites da
respectiva vaga do condômino.

Parágrafo Único: Em casos de extrema necessidade e desde que autorizado pela administração, é
permitido realizar reparos em veículos na garagem, devendo ocondômino deixar o local limpo após o referido
reparo.
Art 109. Por questões de segurança é expressamente proibida a permanência de crianças na área das
garagens, bem como é proibido o uso de qualquer brinquedo e/ou equipamento de locomoção nas garagens,
tais como: bicicleta, patinete, skate e similares.

Art 110. Serão de responsabilidade do condômino os danos causados ao Condomínio pelo ingresso na
garagem de automóveis que apresentem anormalidades tais como queima e vazamento de óleo, freios com
defeito, descarga aberta, entre outros a serem considerados.

Art 111. Não é permitido o uso da vaga para abrigar veículos de transporte coletivo e lotações.

Art 112. Os funcionários do Condomínio, durante o seu horário de serviço, deverão exercer a máxima
vigilância no sentido de observar possíveis avarias nos veículos, devendo de imediato participar ao Síndico ou à
administração quaisquer ocorrências havidas nas garagens. Citando sempre que possível o nome do(s)
causador(es) das mesmas, de modo a possibilitar o entendimento entre os condôminos, relativos aos prejuízos
respectivos.

Art 113. É proibida a entrada nas dependências das garagens de veículos não pertencentes a moradores,
tais como taxis, veículos de carga de qualquer categoria, de visitantes e de fornecedores, salvo casos
excepcionais devidamente autorizados pela administração.

Art 114. Os casos omissos e não previstos neste Regimento Interno relativos, a desentendimentos ou
ocorrências nas garagens, serão resolvidos pelo Síndico, assessorado pelo Conselho Consultivo, “ad referendum”
das Assembléias Gerais de condôminos, que soberanamente.

Art 115. Os danos pessoais ou materiais causados por veículos em razão de manobra ou mera
circulação, a terceiros ou a bens do Condomínio, são de exclusiva responsabilidade dos seus proprietários ou
condutores. Devendo o mesmo ressarcir o prejuízo na melhor forma acordada entre envolvidos.

Parágrafo Único: Fica o condômino proprietário da vaga correspondente a sua unidade autônoma
diretamente responsável pelos danos causados por seus inquilinos, familiares e visitantes.

Art 116. O Condomínio não se responsabiliza pela falta de objetos ou acessórios deixados dentro dos
veículos, ainda que decorrente de furto ou roubo. Os condôminos e demais ocupantes proprietários de veículos
ou condutores, ao deixarem seus veículos estacionados deverão obrigatoriamente trancá-los e fechar todos os
vidros, acionando seus dispositivos de segurança caso tiverem, evitando deixar à vista objetos que possam,
direta ou indiretamente, facilitar a prática criminosa.

Art 117. O condomínio dispõe de cinco vagas de garagens localizadas no pavimento térreo do edifício
destinado ao uso exclusivo de visitantes, sendo vedado seu uso por moradores. As duas vagas externas são
destinadas para identificação de visitantes, serviços de entrega e taxi/aplicativo.

a) O uso das vagas de visitante não poderá ultrapassar o período de 24 horas, sendo a infração objeto de
multa por parte do condomínio, salvo quando autorizado pela administração.
b) O controle de tempo e apartamento usuário será aferido pela guarita, sendo esta a única autorizada a
franquear o acesso às vagas de visitantes, salvo interferência da administração para dirimir e mitigar possíveis
confusões.

c) Tendo em vista a necessidade de revezamento de utilização deste espaço, em caso de concorrência


de unidades no uso das vagas, será dada preferência à unidade que não usou a vaga há mais tempo.

Art 118. O Uso das vagas de garagens seguirá os critérios abaixo:

I – É terminantemente proibido passar com o veículo, mesmo não motorizado tais como: bicicletas,
patinetes, motocas, skates e similares, por sobre as calçadas e passagens destinadas aos pedestres, áreas de
lazer, sobre grama e jardins;

II – Não será permitido, em hipótese alguma, o estacionamento de veículos de qualquer espécie nas
rampas, no corredor de circulação do Condomínio, exceção feita aos veículos quando autorizados para carga e
descarga ou em caso de emergência;

III – É proibida a utilização da vaga de garagem de outra unidade, salvo se o proprietário da mesma
autorizar por escrito;

IV – Qualquer funcionário do Condomínio não tem dever ou obrigação de abrir portas de veículos ou
prestar-se a serviços;

V – O usuário de garagem deverá respeitar as demarcações de sua vaga ao estacionar seu veículo,
sempre objetivando facilitar o uso da vaga do vizinho;

VI – É proibido deixar qualquer tipo de chave na portaria, tais como: chaves deveículos, chave das
unidades, etc...

SEÇÃO III – DA ACADEMIA DE GINÁSTICA

Art 119. O uso da sala de ginástica é 24h, e é privativo dos condôminos respeitando a lotação razoável.

Art 120. É proibido nas suas dependências:

a) Promover algazarra de qualquer espécie, de modo a perturbar os demais usuários;

b) Ingressar com animais;

c) Usar bebidas alcoólicas;

d) Atirar papéis ou quaisquer objetos no chão;

e) Abandonar sobre aparelhos e instalações, abrigos ou toalhas, bem como largá-los pelo chão do salão
de ginástica;

f) Ser freqüentado por menores de 14 anos; com idade entre 14 e 18 anos o acesso fica condicionado à
autorização por escrito e/ou companhia dos pais ou responsáveis;
g) Fumar;

h) Ingressar sem o uso de uma toalha;

i) Ingressar no local molhado e/ou usar quaisquer aparelhos nessas condições;

j) Usar trajes de banho ou sem camisa.

Art 121. O calçado a ser utilizado no salão de ginástica deve ser do tipo de tênis e os usuários deverão
estar devidamente trajados com camisa, calção ou malhas apropriadas, não sendo permitido o uso de traje de
banho.

Art 122. Havendo muitos usuários num mesmo horário, e objetivando que todos os condôminos possam
utilizar os equipamentos, o tempo de uso individual de cada um deles nos equipamentos aeróbicos (esteira e
bicicleta) fica limitado ao tempo de 30 (trinta) minutos, com exceção feita às atividades coletivas de ginástica.

Art 123. Para utilizar a sala de ginástica, o usuário deverá se utilizar de sua “senha pessoal” (até quatro
por unidade) e intransferível, possibilitando desta forma ocontrole de permanência.

Art 124. As dependências existentes para a prática de ginástica e musculação são de uso exclusivo dos
moradores e seus dependentes.

Parágrafo Primeiro: Todos os danos causados nas dependências da sala de ginástica e/ou equipamentos
que a integram - tais como televisão, ar condicionado, esteiras, bicicletas, etc. - ou que resultar do desrespeito a
essas regras serão imediatamente cobradas do proprietário/condômino na primeira taxa condominial
subsequente à ocorrência, sem prejuízo das demais penalidades previstas nas normas internas.

Parágrafo Segundo. Os equipamentos são de propriedade de todos os condôminos, que se obrigam a


zelar pela sua conservação e manutenção.

Art 125. Será admitida à presença de personal trainer para acompanhar, em caráter de exclusividade, o
condômino que utilizar dos serviços desse profissional, mediante comunicado prévio à administração do
condomínio, firmado pelo condomínio interessado.

Art 126. Sendo a sala de ginástica um local de acesso livre, cabe a cada usuário o discernimento quanto
ao risco da prática de ginástica sem uma prévia avaliação médica, não cabendo ao Condomínio qualquer
responsabilidade quanto às consequências que possam advir da inobservância de tais precauções.

Art 127. Os equipamentos presentes não poderão ser removidos de seus lugares e nem utilizados para
fins diversos aos quais se destinam.

Art 128. Pessoas que apresentam problemas de saúde devem utilizar a sala de ginástica sob orientação
médica.

Art 129. O Condomínio não se responsabiliza por eventuais lesões e/ou danos de qualquer natureza
sofridos por uso inadequado ou não dos equipamentos disponíveis;
Art 130. Além das penalidades previstas na Convenção e neste Regimento Interno, a desobediência
reiterada das regras aqui previstas, faz com que o proprietário/condômino fique impedido de usar a sala de
ginástica por um prazo de 30 dias, seu acesso através da sua senha ficará suspenso.

SEÇÃO IV – PET PLACE

Art 131. O espaço animal destina-se ao uso exclusivo de animais dos moradores do Condomínio e o seu
uso é permitido 24 horas.

Art 132. O trajeto pelas áreas comuns internas, bem como, nas áreas comuns externas do condomínio
entre as unidades e o espaço, deverá ser feito com o animal no chão exclusivamente com guia, ou no colo.

Art 133. Cada condômino deve recolher os dejetos que por ventura seu animal venha a fazer no espaço,
devendo descartá-lo em local apropriado.

Art 134. É proibidor deixar o animal do espaço sem acompanhante.

SECÃO V – DA PISCINA

Art 135. A piscina é de uso exclusivo dos condôminos NÃO podendo ser utilizada por convidados e/ou
visitantes.

Art 136. A piscina funcionará de terça-feira a domingo das 07:00h às 22:00h, obedecendo silêncio
moderado e a lei do silêncio a partir das 22:00h. O referido horário poderá, por exceção, ser alterado em caso de
limpeza ou motivo de força maior. Tal, porém, deverá ser comunicado pela administração antecipadamente.

Parágrafo Único: Segunda-feira, não sendo feriado, à piscina permanecerá fechada para a limpeza,
manutenção e tratamento de água.

Art 137. É vedada a frequência ou permanência no recinto da piscina por menores 12 (doze) anos
quando desacompanhados de seus pais ou responsáveis.

Art 138. As babás e cuidadores poderão permanecer no recinto da piscina em companhia das crianças,
não podendo, todavia entrar na piscina, executando-se os casos autorizados pelos pais ou responsáveis, tendo
em vista a segurança da criança.

Parágrafo Único: Por questões de segurança fica proibida criança de colo ficar perto da piscina.

Art 139. É expressamente proibido:

a) Entrar nas piscinas após uso de óleos e loções bronzeadores, cremes de cabelo e corporal ou
similares, não adequados para utilização em piscinas, devendo o usuário antes de entrar na piscina, sempre
fazer uso da ducha, retirando por completo o produto.

b) Ingressar na área da piscina levando consigo quaisquer objetos quebráveis que possam por em risco a
integridade física, atentar contra a segurança dos demais frequentadores. Demais recipientes de plásticos e
embalagens descartáveis poderão ser utilizados, devendo depois de usados serem acondicionados em sacos
plásticos e depositados na lixeira mais próxima. O usuário que deixar detritos na piscina, de qualquer espécie ou
origem, será convocado por seus pares a removê-los, sob pena de multa pecuniária.

c) Jogar detritos de qualquer espécie, areia ou pedras na piscina;

d) Entrar na piscina em dias em que esteja sendo tratada;

e) Entrar na piscina com os pés ou outra parte do corpo suja;

f) Prática de top less, ou exposição de qualquer parte intima do corpo humano.

g) Banhar-se na piscina sem trajes apropriados para banho.

Art 140. No deck circunda a piscina é proibido:

a) Permitir ou manter animais, mesmo nos braços e ainda com coleira;

b) Portar copos, garrafas, pratos. E outros vasilhames ou objetos de vidro ou de louça, bem assim
talheres e outros objetos cortantes;

c) Transitar com pratos de alimentos;

d) Jogar lixo de qualquer espécie fora dos cestos coletores;

e) Fazer esporte coletivo que utilize bola ou similares;

Art 141. O usuário da piscina deverá banhar-se nas duchas antes de entrar na água, evitando-se assim
que a mesma fique com algum tipo de impureza.

Art 142. A administração tem plenos poderes para tomar as medidas que julgar convenientes para
manter a boa ordem quando do uso da piscina.

Art 143. É de responsabilidade do Condomínio a manutenção da qualidade da água e da limpeza da


piscina.

SEÇÃO VI – DO SALÃO DE JOGOS ADULTO E INFANTIL

Art 144. O uso da sala de jogos é privativo dos condôminos e seus familiares comprovados e que fazem
parte da lotação razoável e limite que a unidade autônoma permite, podendo ser utilizada por convidados desde
que acompanhado pelo condômino ou familiar, responsabilizando-se pelas atitudes e danos que os mesmos
causarem ao Condomínio.

a) Não é permitida a utilização do salão de jogos adulto e infantil pelos convidados de eventos realizados
nos salões de festas.

Art 145. O horário de uso do espaço será definido pela Administração do Condomínio, prezando pela
maior disponibilidade e flexibilização de reservas.
Art 146. A solicitação de qualquer material para jogos deverá ser feita na portaria, devendo o morador,
no ato da requisição, registrar no livro próprio o número do apartamento, ficando responsável pela devolução
do material requisitado, no mesmo estado de conservação que o recebeu.

Art 147. O condômino ficará responsável pelos danos materiais provocados pelo uso inadequado de
qualquer objeto pertencente ao salão de jogos.

Art 148. Não é permitido fumar no recinto da sala de jogos.

SEÇÃO VII – DO PARQUE INFANTIL PLAYGROUND

Art 149. O uso do parque infantil e do espaço criança privativo dos condôminos e seus familiares
comprovados e que fazem parte da lotação razoável e limite que a unidade autônoma permite, podendo ser
utilizada por convidados, responsabilizando-se pelas atitudes e danos que os mesmos causarem ao Condomínio,
desde que acompanhado pelo condômino ou familiar.

Art 150. De segunda-feira a domingo as brincadeiras infantis deverão ser praticadas nos locais
designados, obedecendo ao horário das 08:00 às 22:00h.

Art 151. O parque infantil só poderá ser utilizado por crianças de até 12 (doze) anos de idade.

Paragrafo Único: Nos casos de crianças especiais não há limite de idade.

Art 152. É de responsabilidade dos pais ou responsáveis o acompanhamento das crianças no recinto do
parque infantil.

Art 153. Não será permitido o uso de copos e garrafas de vidro no recinto do parque infantil.

Art 154. Não será permitido: fumar, nem consumir bebida alcoólica no recinto do parque infantil.

Art 155. Todo e qualquer dano causado aos brinquedos do parque infantil, obrigarão os infratores ou
responsáveis a substituição do material ou o pagamento do valor orçado pelo Condomínio.

SEÇÃO VIII – SAUNA

Art 156. A sauna é de uso dos condôminos, sendo proibido a pessoas estranhas que não sejam
condôminos.

Art 157. O horário de funcionamento da sauna será definido pela Administração do Condomínio.

Art 158. É terminantemente proibida a presença de menores de 14 (quatorze) anos, quando


desacompanhados dos seus pais ou responsáveis. Ficando o Condomínio isento de qualquer responsabilidade.

Art 159. As cadeiras, mesas, espreguiçadeiras e demais móveis e utensílios não poderão ser retirados de
seus lugares, nem utilizados para fins diversos aos que se destinam.

Art 160. É proibido fumar, ensaboar-se e consumir bebidas alcoólicas no interior da sauna.
Art 161. A aplicação de essência aromática deverá ser sempre feita utilizando-se vaporizador ambiental.

Art. 162. É permitido uso de aparelho musical na sauna, desde que não atrapalhe os demais
condôminos.

SEÇÃO IX – DO SALÃO DE FESTAS

Art 163. O uso do salão de festas é privativo dos condôminos e seus familiares comprovados e que
fazem parte da lotação razoável e limite que a unidade autônoma permite, podendo ser utilizado por
convidados desde que acompanhado pelo condômino ou familiar, responsabilizando-se pelas atitudes e danos
que os mesmos causarem ao Condomínio.

Art 164. O horário de uso dos espaços será definido pela Administração do Condomínio, devendo
observar o disposto nesse Regimento Interno e a lei do silêncio.

Art 165. O Condomínio possui salões de festas de uso exclusivo dos moradores, destinado à promoção
de pequenas atividades sociais, festas, recepções e aniversários, bem como reuniões e Assembléias Gerais
Ordinárias e extraordinárias do Condomínio, sendo vedada à cessão dos espaços para atividades político
partidárias, religiosas, mercantis e jogos de “azar” pela legislação pertinente.

Art 166. A reserva para utilização dos espaços deverá ser feita sempre diretamente a administração ou
por outro meio que a administração venha dispor aos condôminos, com no máximo 90 dias de antecedência do
evento.

Parágrafo Segundo: As chaves deverão ser retiradas pelo condômino até as 10:00h do dia da reserva,
momento em que assinará a autorização de débito, termo de responsabilidade de uso e checklist/vistoria, sendo
que se o espaço não tiver sido utilizado no dia anterior, as mesmas poderão ser retiradas com 24 horas de
antecedência ao evento.

Parágrafo Terceiro: A devolução das chaves deverá ser feita até as 07:00h do dia subsequente à reserva.
Caso não haja à devolução, vistoria/checklist será realizada apenas por pessoa designada pelo síndico, a qual
avaliará eventuais danos e ou falta de utensílios e objetos pertencentes ao espaço.

Art 167. A cessão dos espaços, em regra, não é permitida nas datas especiais (natal, carnaval, páscoa,
dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, ano novo). Nestas datas o espaço será preferencialmente destinado
ao uso coletivo de eventos promovidos pelo Condomínio.

Parágrafo Único: Caso o condomínio não reserve os espaços para eventos coletivos nas datas citadas no
caput, deverá comunicar com 30 dias de antecedência da data do evento, sendo que o espaço poderá ser
utilizado pelos condôminos, no qual será realizado sorteio, caso haja mais de um condômino interessado.

Art 168. A cessão dos espaços está condicionada à prévia assinatura, por parte do requisitante, de um
termo de responsabilidade, onde ficará expressamente consignado haver recebido as referidas dependências e
utensílios em perfeitas condições, assumindo integralmente o ônus de quaisquer danos que venham a registrar
desde a entrega do salão de festas, inclusive causados por familiares, convidados, prepostos, pessoal contratado
e empregados.

Art 169. O condômino usuário de um dos espaços deverá orientar seus convidados no sentido de que
não utilizem áreas comuns de Condomínio, que evidentemente não fazem parte do salão. O condômino usuário
deverá também cuidar para que não haja aglomeração de pessoas na frente do edifício durante o período de
uso do Salão de Festas.

Art 170. O requisitante assumirá, para todos os efeitos legais, a responsabilidade pela manutenção do
respeito e das boas normas de conduta e convivência social no decorrer das atividades, comprometendo-se, na
medida do possível, a reprimir abusos e excessos e afastar pessoas cuja presença seja considerada
inconveniente.

Art 171. Ao término da festa e, caso impossível, no dia seguinte, o morador, em conjunto com um
funcionário do Condomínio, para tal designado, efetuará uma conferência das peças decorativas, utensílios e
móveis, vistoria das áreas utilizadas e adjacentes.

Art 172. A avaliação dos prejuízos eventualmente causados no Condomínio, para efeito de
ressarcimento por parte do requisitante, será feita através de coleta de preços entre as firmas habilitadas à
execução dos serviços de reparo ou reposição das instalações danificadas.

Art 173. A recusa no pagamento, sua demora ou silêncio por mais de 5 (cinco) dias corridos, a partir da
ciência da notificação, para ressarcimento das despesas havidas com a reparação dos danos causados,
autorizará sua inclusão automática na taxa condominial do mês subsequente.

Art 174. Para uso dos espaços será cobrado por cada local à importância a ser definida pela
administração, a título de pagamento de utilização e das despesas de conservação das dependências
requisitadas. O valor arrecadado com esta contribuição deverá ser revertido para a manutenção e melhoria do
espaço.

Parágrafo Único. Os valores referentes às reservas serão cobrados nos boletos bancários referentes às
cobranças de Taxas de Condomínio, no mesmo mês ou no mês posterior ao evento ou ainda em boleto
específico emitido para essa finalidade.

Art 175. O cancelamento ou alteração da data do evento somente será considerado se avisado com
antecedência mínima de 15 dias corridos para os salões 1, 2 e Kids, e antecedência mínima de 30 dias corridos
para o salão 3, caso contrário, o evento ter-se-á como havido.

Art 176. A capacidade máxima em cada local deverá ser rigorosamente observada.

Art 177. As mesas, cadeiras e demais moveis e utensílios não poderão ser retirados do Salão de Festas,
permutados de um espaço para outro, nem utilizados para fins diversos aos que se destinam.

Art 178. Por ocasião do uso dos espaços, não poderão ser utilizadas as demais áreas comuns,
executando-se a área contígua ao mesmo.
Art 179. Os responsáveis pelos eventos deverão obrigatoriamente fornecer à administração –
pessoalmente ou pelo portal/site do condomínio – uma lista com o nome dos convidados, com no mínimo vinte
e quatro horas de antecedência, para que a mesma auxilie no controle de entrada na portaria.

Art 180. A limpeza do salão de festas é de responsabilidade do Condomínio.

a) O condômino deverá recolher todo lixo produzido durante a festa, acondicionar em sacos e deixar
separado no próprio recinto utilizado.

SEÇÃO X – DOS INTERFONES

Art 181. Os interfones de uso exclusivo dos moradores podem ser utilizados para comunicação entre os
condôminos, desde que observadas as normas estabelecidas pela empresa prestadora de serviço.

Parágrafo Único: A reposição das peças dos interfones localizados nas unidades residenciais será de
responsabilidade única e exclusiva dos respectivos condôminos, cabendo ao Condomínio, através de serviços,
com a qual mantém contrato, mão-de-obra.

SEÇÃO XI - DA QUADRA POLIESPORTIVA

Art. 182. O uso da quadra poliesportiva será permitido por visitantes e/ou convidados, desde que
acompanhado por condômino.

Art. 183. O uso da quadra é limitado das 09:00 às 12:00 horas e das 13:00 as 20:00 horas todos os dias
da semana.

Art. 184. Não será permitido fazer reserva para o uso da quadra, a mesma deverá ser utilizada pelos
condôminos com bom senso, caso haja diferença de idade entre os condôminos, caberá a administração decidir
a melhor forma para que todos utilizem.

Art. 185. O condomínio que usar o local será responsável pelos danos que eventualmente venham a
ocorrer.

Art. 186. O uso da quadra é exclusivo para prática de esportes em geral, não sendo permitido para uso
de bicicleta, skate e similares.

SEÇÃO XII – DAS CHURRASQUEIRAS EXTERNAS

Art. 187. O uso do das churrasqueiras é privativo dos condôminos e seus familiares comprovados e que
fazem parte da lotação razoável e limite que a unidade autônoma permite, responsabilizando-se pelas atitudes e
danos que os mesmos causarem ao Condomínio.

Art 188. O horário de uso dos espaços será definido pela Administração do Condomínio, devendo
observar o disposto nesse Regimento Interno e a lei do silêncio.

Art 189. A reserva para utilização dos espaços deverá ser feita sempre diretamente à administração ou
por outro meio que a administração venha dispor aos condôminos.
SEÇÃO XIII – DO HALL SOCIAL

Art 190. Não será permitido o uso do Hall Social das unidades para qualquer finalidade alheia a este
regimento e ao estatuto.

Art 191. Qualquer dano será suportado pelo condômino responsável.

CAPÍTULO VII – DA SEGURANÇA

Art 192. Não é permitido guardar ou depositar em qualquer parte do Condomínio explosivos,
inflamáveis, ou quaisquer outros agentes químicos suscetíveis de afetar a saúde, a segurança ou a tranquilidade
dos moradores.

Art 193. A administração, por intermédio dos seus prepostos ou funcionários do Condomínio, poderá,
quando necessário, tomar providências que digam respeito à segurança do prédio e dos moradores.

Art 194. É expressamente proibido qualquer proprietário ou morador adentrar ou manipular


equipamentos, nas instalações que guarnecem o Condomínio tais como: casa de máquinas dos elevadores,
bombas de água, caldeiras de água quente, motor, gerador, medidores de força, depósitos de gás e máquinas da
piscina. Em caso de necessidade, será permitido o acesso apenas de pessoas autorizadas pelo Síndico ou pela
Administração.

Art 195. Visando à segurança geral e a ordem, higiene e limpeza das partes comuns, fica proibido atirar:
papéis, água, fósforo, pontas de cigarro, cotonetes, palitos, cascas de frutas, detritos, ou qualquer outro objeto
ou resíduos para rua, garagens e demais dependências do Condomínio, pelas portas, janelas e área de serviço,
ou nos elevadores, corredores, escadas e demais áreas comuns, bem como o uso de churrasqueiras nas
varandas das unidades autônomas, salvo aquelas que já estão construídas pela construtora.

Art 196. Em nenhuma hipótese, o Condomínio será responsável por furtos, tanto nas suas unidades
autônomas, quanto nas partes comuns, exceto se comprovada a negligência da segurança do mesmo.

Art 197. Em virtude da tecnologia adotada na construção do Condomínio, é terminantemente proibido


efetuar quaisquer alterações nas estruturas internas dos apartamentos, sob pena de comprometimento da
segurança dos prédios e dos moradores.

Art 198. Por motivos de segurança das instalações e do próprio Condomínio como um todo, fica vedada
a execução, nas unidades autônomas, de quaisquer instalações que resultem em sobrecarga mecânica,
hidráulica e/ou elétrica para o Condomínio.

Art 199. Ações Específicas de Segurança serão realizadas em conformidade com a legislação vigente.

CAPÍTULO VIII – DA INDENIZAÇÃO POR DANOS CAUSADOS

Art. 200 Todo e qualquer dano ou estrago provocado por um morador, dependentes, empregados
particulares ou por convidados dos condôminos em qualquer área comum do Condomínio, deverá ser
inteiramente indenizado pelo condômino implicado na ocorrência.
Parágrafo Único: Para colaborar com a manutenção do bom ambiente de convivência espera-se que o
próprio condômino implicado, de imediato, relate a irregularidade à administração ou a Síndico para que sejam
tomadas as devidas providências.

Art 201. Caso não seja identificado de imediato o causador dos danos, o Síndico designará uma comissão
composta por 03 (três) condôminos que apurarão os fatos até identificar a autoria do mesmo.

CAPÍTULO IX – DAS MUDANÇAS

Art 202. As mudanças em geral (entende-se como mudança também móveis planejados), para dentro ou
fora do Condomínio devem ser programadas pelo site/portal do condomínio, conforme datas disponíveis, com o
mínimo de 72 horas de antecedência.

Parágrafo Primeiro: Não será possível fazer a mudança e entregas sem que o proprietário(a) esteja
presente para que ocorra a vistoria “in loco” e, para assinatura de “termo de responsabilidade pelos danos
causados”, conforme previsto em convenção, bem como a entrega da chave a outra pessoa ou na portaria, pois
já é cediço ser estritamente proibido a sua permanência junto a mesma;

Parágrafo Segundo: O responsável pela mudança/obra é responsável pela reparação de danos causados
durante mudança/obra providenciado imediatamente os reparos, ou, em caso contrário, autorizando o síndico a
promover os reparos e o respectivo débito das despesas em sua taxa de condomínio;

Parágrafo Terceiro. Poderá ser feito 2 (duas) mudanças por dia em blocos diferentes;

Paragrafo Quarto. O horário de mudanças é somente das 8h às 12h e das 13:00 às 17:00h de segunda a
sexta-feira.

Parágrafo Quinto. Todos os funcionários de obras e mudanças deverão ser cadastrados previamente no
portal do condomínio e estão sujeitos a todas as normas e procedimentos da segurança condominial.

Parágrafo Sexto. O condômino antes de efetuar qualquer alteração na sua unidade deve informar ao
Síndico com os devidos documentos exigidos por lei.

Art 203. O transporte poderá ser feito no carrinho plataforma e nos elevadores que estejam com capa
protetora, respeitando, porém, o movimento normal do serviço dos funcionários do Condomínio e
fornecedores.

a) É permitido a entrada de veículos utilitários/caminhonete até a vaga do próprio morador, desde que
previamente informado e identificado na portaria, sendo o condômino responsável por qualquer dano causado,
ficando terminantemente proibida a entrada de caminhões.

Art 204. O morador ou proprietário do apartamento interessado na mudança é o responsável por todo e
qualquer dano ocasionado ao Condomínio, como, arranhões, quebras ou manchas nas paredes, elevadores,
soleiras, muros, portas, e outras, seja na pintura ou no envernizamento. Da mesma forma, será ainda
responsável no que se referir a inutilização ou quebra total ou parcial de qualquer peça, móveis, utensílios,
acessórios, máquinas, lustres, lâmpadas, vidros, passadeiras, ferros, canos, plantas dentre outros utensílios e
equipamentos comuns do Condomínio.

Parágrafo Único: Em caso de qualquer desses danos, o administrador comunicará imediatamente ao


condômino responsável pela mudança, informando ao Síndico para as providências de ressarcimento dos
prejuízos.

Art 205. O transporte de carga que possa afetar o funcionamento dos elevadores, por seu excessivo
peso (cofres, arquivos etc.), deverá ser previamente autorizado pela firma encarregada da conservação dos
elevadores.

Art 206. Quando o transporte tiver que ser pelo lado externo, o condômino responsabilizar-se-á pelos
danos a qualquer uma das unidades autônoma por onde transitar a mudança (fachada, manchas nas paredes,
escadas, peitoris, portas, etc.).

Art 207. Antes de iniciado o serviço, o porteiro dará ciência ao encarregado sobre a mudança, que por
sua vez poderá acompanhar e informar os termos deste Regimento Interno.

Art 208. O Condomínio não assume qualquer responsabilidade resultante de acidentes ou roubos que
possam ocorrer durante a mudança.

Art 209. Os demais condôminos ou moradores que tenham sofrido qualquer dano ou prejuízo
ocasionado por uma mudança deverão apresentar, no prazo de 72 (setenta e duas) horas suas reclamações à
administração ou ao Síndico para as devidas providências. Fora desse prazo as reclamações não serão tomadas
em consideração. O prazo a que se refere este dispositivo contar-se-á da efetiva ciência do fato por parte do
condômino ou morador prejudicado.

CAPÍTULO X – DOS FUNCIONÁRIOS

Art 210. Entendem-se, por funcionários do Condomínio os indivíduos que servem ao mesmo sejam eles
contratados diretamente pelo Condomínio ou por empresa contratada para exercer a administração, asseio,
limpeza, manutenção, reforma, construção ou segurança do Condomínio.

Art 211. Para efeito deste regimento é indiferente a natureza da contratação do funcionário pelo
condomínio, se diretamente ou por intermédio de empresa prestadora de serviços.

Art 212. Compete à administração do Condomínio coordenar e fiscalizar a atuação dos funcionários
fazendo com que o serviço seja executado com a qualidade determinada.

Art 213. Os funcionários em serviço não poderão ajudar os condôminos arealizar qualquer atividade
alheia à sua função.

Art 214. Os funcionários do Condomínio não poderão realizar serviços particulares para os condôminos
durante horário de sua jornada de trabalho, ordinário, ficando o empregado infrator sujeito à advertência
verbal, por escrito, suspensão e em última instância, ter seu contrato de trabalho rescindido.
Art 215. Nenhum funcionário do Condomínio está autorizado a receber chaves de qualquer
apartamento em nome do Condomínio.

Art 216. É expressamente proibido aos funcionários do Condomínio ingerir bebidas alcoólicas ou drogas
ilícitas e lícitas durante os turnos de trabalho, bem como se apresentar embriagado ou sob efeito de qualquer
substância entorpecente ou que prejudique a realização de suas tarefas habituais, sob pena de demissão por
justa causa.

Art 217. É proibida a utilização do W.C. ou das dependências privativas dos funcionários do Condomínio
por estranhos.

Art 218. Compete aos Porteiros, além da eventual relação contratual com ocondomínio ou empresa
preposta:

a) Tomar conhecimento, cumprir e fazer as determinações da convenção de Condomínio, deste


Regimento Interno, avisos e normas do Condomínio, porventura existentes;

b) Manter na portaria e à disposição dos moradores, exemplar da convenção de Condomínio, deste


Regimento Interno e dos avisos e normas do Condomínio, além do livro de ocorrência de moradores para
sugestões e reclamações, solicitações das instalações, equipamentos e acessórios de esporte;

c) Os entregadores de produtos delivery solicitados pelo morador somente terão seu acesso franqueado
ao condomínio mediante acompanhamento pessoal pelo condômino interessado;

d) Receber correspondências e encomendas destinadas ao condômino ou morador colocando-os nas


caixas postais ou distribuindo-as, de imediato, aos seus destinatários; sendo que no caso de entregas registradas
e delivery (pizzas, alimentos, remédios, flores e outros) o porteiro deve comunicar ao morador, que deverá
recebê-los pessoalmente, na portaria.

Art 219. Compete aos zeladores, Auxiliares e demais Funcionários, além de eventual relação contratual
com o condomínio ou empresa preposta:

a) Tomar conhecimento, cumprir e fazer cumprir as determinações da convenção de Condomínio, deste


Regimento Interno, ávidos e normas do Condomínio por ventura existentes;

b) Os funcionários do Condomínio devem executar as instruções do Síndico, da administração e


substituir nas emergências o porteiro;

c) Manter o serviço permanente do seu setor e exercer a vigilância constante das áreas e acessos ao
Condomínio;

d) Reduzir o uso de lâmpadas nas áreas de serviços social ou playground das áreas comuns ociosas;

e) Comunicar, ao porteiro, ao Síndico ou à administração, quaisquer irregularidades havidas no


Condomínio ou na utilização pelos moradores, bem como qualquer ocorrência que lhe pareça anormal.
CAPÍTULO XI – DO USO PRIVATIVO DO MORADOR

SEÇÃO I - GERAL

Art 220. As unidades autônomas do Condomínio, conforme convenção de Condomínio destina-se


exclusivamente ao uso residencial e são estritamente familiares, devendo ser guardados o recato e a dignidade
compatíveis com a moralidade e o renome dos moradores.

SEÇÃO II – DA UTILIZAÇÃO DAS UNIDADES AUTÔNOMAS

Art 221. É proibido ao condômino dar destinação não residencial ou comercial à unidade autônoma.

Art 222. É proibido mudar a forma da fachada correspondente a cada unidade autônoma, decorar as
paredes e esquadrias externas, ou pinta-las em cores ou tonalidades diferentes das usadas no conjunto do
Condomínio, salvo modificações aprovadas em Assembleia Geral de condomínios.

Art 223. Visando preservar a estética da fachada do Condomínio não épermitido o uso de toldos,
antenas individuais de TV (SKY, DIRECTV, NET, parabólicas e assemelhadas), blindex, gradil de alumínio, dentre
outros na área externa da unidade autônoma, salvo aprovação em Assembleia Geral de condôminos.

Art 224. Quanto à proteção das varandas e janelas é permitida a instalação de rede de nylon, apenas na
cor branca, devendo os parafusos e suportes de fixação ser inoxidáveis e colocados na parte interna da unidade
autônoma.

Art 225. Fica definido, desde já, que todas as luminárias, paredes, tinta das varandas deverão seguir
padrão do projeto original de construção do prédio, ou outro aprovado em Assembleia Geral de condôminos.

Art 226. Os moradores devem permitir o ingresso, em suas unidades autônomas, à Administração ou
seus prepostos, quando se torne indispensável à inspeção ou realização de trabalhos relativos à estrutura geral
do Condomínio, sua segurança e solidez, ou a realização de revisões em instalações, bem como serviço sem
tubulações nas unidades vizinhas.

Art 227. Os moradores que se ausentaram deverão indicar o endereço onde a administração poderá
dispor das chaves para ter acesso a sua respectiva unidade em circunstâncias de urgência devidamente
comprovada. Caso contrário, a administração está autorizada a tomar as devidas providências para ingressar na
unidade autônoma no caso de incêndio, vazamento de água, gás ou eventuais sinistros.

Art 228. É proibido atirar restos ou quaisquer objetos nos aparelhos sanitários, pias ou ralos dos
apartamentos, respondendo o condômino responsável pelo entupimento de tubulações e demais danos
decorrentes.

CAPÍTULO XII – DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS

Art 229. É permitido que condôminos ou seus familiares mantenham nas suas unidades autônomas no
máximo 02 (dois) animais domésticos de pequeno porte da espécie canina, felina ou aves, sabidamente dóceis,
desde que não incomodem os demais condôminos e atendam as determinações do serviço sanitário, ficando
vedada a criação de animais exóticos e silvestres protegidos por lei.

Art 230. É expressamente proibida a permanência de qualquer animal doméstico nas áreas comuns do
Condomínio, ficando vedado, sob qualquer pretexto, o seu acesso principalmente nas dependências sociais do
Condomínio, salvo o espaço para animais de estimação.

Art 231. O trânsito de animais nas áreas comuns do Condomínio dar-se-á somente para entrada e saída
do Condomínio ou transporte para o espaço animais.

Art 232. Caso os animais sujem alguma das áreas de circulação, o acompanhante do animal deve,
imediatamente, providenciar a limpeza.

Art 233. O condômino dono do animal se responsabilizará integralmente por eventuais danos causados.

CAPÍTULO XIII – TAXA DE CONDOMÍNIO, GÁS E ÁGUA

Art 234. Após o vencimento consecutivo de terceira taxa de Condomínio a administração deverá
requerer judicialmente a cobrança do valor devido.

CAPÍTULO XIV – DAS PENALIDADES

Art 235. A Administração tem, não só a faculdade como o dever, de aplicar as sanções previstas na
convenção, e as aplicará sem nenhum favorecimento, em defesa dos interesses coletivos.

Art 236. O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito à correção monetária, aos juros
moratórios de 01 (um) por cento ao mês pro rata dia e multa de 02 (dois) por cento sobre o débito além do
pagamento de honorários de cobrança judicial e/ou extrajudicial no importe de 20% (vinte por cento) sobre o
montante devido.

Art 237. O condômino que não cumprir reiteradamente com os seus deveres perante o Condomínio ou
praticar conduta antissocial pagará, por deliberação de ¾ dos condôminos restantes, multa de 10 (dez) vezes do
valor da taxa condominial, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e
danos que se apurem.

Art 238. Pela transgressão de normas ou falha ao cumprimento de obrigações previstas neste
Regimento Interno, o condômino faltoso será punido com a pena secundária que lhe será imposta pela
administração, a qual dosará a gravidade da falta, indo esta até o valor estipulado pela Convenção do
Condomínio ou Regimento Interno.

Art 239. Se houver necessidade de procedimentos judiciais, todas as despesas correspondentes às


custas judiciais e aos honorários advocatícios correrão por conta do condômino responsável, ficando o mesmo,
também, obrigado a efetuar reparos necessários ou reembolsar o Condomínio das despesas em que este tiver
incorrido com a reposição das partes ou objetos danificados.
Art 240. A falta de cumprimento ou inobservância de qualquer das estipulações estabelecidas neste
Regimento Interno, tornar-se-á o condômino infrator passível de multa de 10% (dez por cento) do valor do
salário mínimo mensal em vigor, dobrando-se em cada caso de reincidência, até o limite de cinco vezes do valor
da mencionada cota, a ser arbitrada por deliberação do Síndico em conjunto com o Conselho Consultivo.
(ARTIGO ATUALIZADO CONFORME CONVENÇÃO)

Art 241. Os condôminos que violarem a disposições legais, bem como as contidas na convenção e neste
Regimento Interno, além da multa referida, deverá reparar às suas custas os danos que causar ao Condomínio.
Eventual pagamento da indenização não exime o infrator a responder em juízo por excessos porventura
apurados.

Art 242. O síndico, o Conselho Consultivo e os demais membros da administração eleitos em assembleia
ficam autorizados a avaliar e determinar a aplicação da multa, que deverá ser paga juntamente com o
recolhimento da cota condominial subsequente à aplicação desta.

Art 243. O não recolhimento da multa implica na ocorrência de inadimplênciado condômino, sujeitando-
se à cobrança judicial, ainda que o mesmo esteja em dia com as demais obrigações.

Art 244. Antes da aplicação da multa e/ou ressarcimento de prejuízos ao condomínio, o infrator será
notificado para oferecer defesa no prazo improrrogável de 10 (dez) dias. Em caso de oferecimento de defesa,
esta será apreciada pelo conselho consultivo no prazo de 10 (dez) dias. Caso as razões de defesa não sejam
acatadas pelo conselho consultivo, haverá aplicação da multa e cobrança dos danos, os quais serão incluídos na
taxa condominial do mês subsequente à decisão do conselho.

Parágrafo Único: O conselho Consultivo, dependendo da gravidade e complexidade do caso, poderá


convocar uma Assembleia Extraordinária para solucionar a questão.

Art 245. É dever dos condôminos e funcionários do Condomínio fiscalizar o fiel cumprimento de todas as
normas condominiais, comunicando ao Síndico ou administrador as irregularidades verificadas para as
providencias cabíveis, sob pena de responsabilidade trabalhista, no caso de funcionários. Dita comunicação
poderá ser feita por escrito ou de forma verbal diretamente ao Conselho Consultivo ou à administradora, que se
encarregará de transmiti-la a quem de direito.

CAPÍTULO XV – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art 246. Quaisquer reclamações deverão ser dirigidas ao Síndico ou à administração por escrito, em livro
próprio que se encontra na portaria.

Art 247. Serão realizados balancetes mensais e uma prestação de contas anual do Condomínio.

Art 248. Este Regimento Interno é considerado como parte de qualquer contrato, convenção ou ato
jurídico relativo às unidades autônomas, não sendo lícito aos condôminos e seus dependentes, ou aos que neles
transitem alegar o desconhecimento de quaisquer das suas disposições.
Art 249. Passam a integrar este Regimento Interno, como se aqui estivessem transcritas, as normas de
segurança emanadas das autoridades competentes.

Art 250. Fica o Síndico ou administrador obrigado e autorizado a promover através dos canais
competentes, cobrança judicial das cotas condominiais ou multas definitivamente aplicadas, atrasadas por mais
de 90 (noventa) dias.

Art 251. Fica reservado a todos os condôminos o direito à denúncia, por escrito, de qualquer
irregularidade cometida pelos moradores, funcionários, visitas, empreiteiros, bem como pelo Conselho
Consultivo e demais integrantes da administração que resultem em danos ao Condomínio.

Art 252. Deverá ser permitido o acesso às unidades autônomas individuais, ao Conselho Consultivo e ou
administrador e das pessoas que os acompanha, quando necessário para a execução de serviço de interesse
comum do Condomínio, por questões de segurança ou de emergência.

Art 253. Ao administrador é dado o direito de coibir quaisquer abusos.

Art 254. Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos pelo Síndico e/ou administração,
ressalvadas os de competência do Conselho Consultivo e da Assembleia Geral do Condomínio e o direito de
recurso dos condôminos à Assembleia Geral.

Art 255. Os membros eleitos e que respondem pela administração, bem como seus prepostos, eximem-
se de quaisquer responsabilidades sobre eventuais acidentes que por ventura venham a ocorrer com as crianças
e demais usuários das áreas comuns e de lazer do Condomínio. E, bem assim, de problemas de caráter pessoal
que possam ocorrer entre os condôminos e demais usuários, para os quais não tenham concorrido de forma
alguma.

Art 256. Os condôminos do Condomínio Santos Dumont sito a Rua Francisco Pedro Machado 555,
Barreiros, São José, Santa Catarina, reunidos em Assembleia Geral de Condôminos, votaram e outorgaram o
presente Regimento Interno, que obriga a todos os proprietários e moradores, promitentes compradores e
cessionários a qualquer título, locatários, empregados, dependentes e visitantes, por si, seus familiares e
acompanhantes o seu estrito cumprimento, passando a vigorar apartir dessa data.

Art 257. Fica eleito o foro desta Comarca e Circunscrição Imobiliária para dirimir quaisquer duvida ou
questões oriundas das disposições objeto do presente Regimento Interno, com renúncia de outro qualquer por
mais privilegiado que seja.

São José/SC, 29 janeiro de 2021.

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