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Lofoscopia: Identificação Criminal Eficaz

Este documento discute a ciência da lofoscopia e seu uso na identificação criminal. Apresenta a história da lofoscopia, incluindo seu desenvolvimento na Índia e Argentina no século 19. Também explica os princípios por trás da lofoscopia, como a permanência e imutabilidade das impressões digitais.

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Lofoscopia: Identificação Criminal Eficaz

Este documento discute a ciência da lofoscopia e seu uso na identificação criminal. Apresenta a história da lofoscopia, incluindo seu desenvolvimento na Índia e Argentina no século 19. Também explica os princípios por trás da lofoscopia, como a permanência e imutabilidade das impressões digitais.

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CRIMINOLOGIA E REINSERÇÃO SOCIAL

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL E
CRIMINALÍSTICA

Ano letivo: 2021/2022


4º Ano
I Semestre

Zacarias Lima
Aula nº 8
Data: 04/11/2021
Sumário :
4. - Processos científicos de individualização
1. – A Lofoscopia
2. – Alguns fatos históricos relativos à lofoscopia.
3. – Princípios da Lofoscopia
4. – Vantagens do processo lofoscópico
5. – Estrutura da pele
6. – Anatomia dos dedos das mãos
7. – Pé humano e suas regiões
3- Estratégias de Investigação

3.4 - Processos científicos de individualização


3.4.1- A Lofoscopia

A ciência lofoscópica /processo lofoscópico, entre outras aplicações,


é utilizada para estabelecer a identidade das pessoas. Para tanto,
pesquisa os registros sobre a natureza dos desenhos papilares desde a
Pré-História, tendo em vista que já nesse período o homem,
instintivamente ou não, reproduzia suas impressões digitais nas
cavernas onde habitava, bem como em peças de cerâmicas produzidas
nessa época.
3- Estratégias de Investigação

Assim, os desenhos característicos encontrados na polpa digital, nas


palmas das mãos e nas plantas dos pés, foram objeto de observações ao
longo de nossa história.
O processo lofoscópico baseia-se no aproveitamento das impressões
papilares para fins de identificação.

Face às desvantagens que o processo antropométrico apresentava


em matéria de identificação para fins de investigação criminal, aliado
aos enormes avanços das ciências e das tecnologias, nos meados do
seculo XX, foi substituído pela Lofoscopia.
3- Estratégias de Investigação

A lofoscopia, auxiliado pela fotografia como forma complementar de


identificação, constituem avanços significativos para a investigação
criminal e perduram até os dias de hoje.

Etimologicamente, a Lofoscopia resulta da junção das palavras


gregas Lofos que significa cume, crista ou saliência e, Skopein que
significa examinar ou observar.
3- Estratégias de Investigação

A lofoscopia é a ciência que trata da identificação humana por meio


das papilas dérmicas ou impressões dermopapilares das extremidades
dos dedos, palmas das mãos e planta dos pés.

Papilas dérmicas são pequenas saliências de natureza


neurovascular, situadas na parte externa (superficial) da derme,
estando os seus ápices reproduzidos pelos relevos observáveis na
epiderme.
3- Estratégias de Investigação

Dactilograma- é o desenho das cristas e sulcos das extremidades dos


dedos, impresso numa superfície/suporte por meio de contato/pressão
3- Estratégias de Investigação

Impressão digital ou desenho digital é a figura formada pelas


cristas papilares da falange distal. Essa figura se projeta na parte mais
externa da pele humana e pode ser observada diretamente nos dedos.

É o desenho natural existente na pele humana, de formato


tridimensional, que serve de matriz para formação da impressão
digital.
3- Estratégias de Investigação
3- Estratégias de Investigação

A lofoscopia divide-se em três disciplinas:

- A dactiloscopia, que estuda os


desenhos formados pelas cristas
dermopapilares, designados por
impressões digitais
3- Estratégias de Investigação

- A quiroscopia que estuda


os desenhos formados pelas
cristas nas palmas das mãos
3- Estratégias de Investigação

A pelmatoscopia que estuda


os desenhos formados pelas cristas
presentes nas plantas dos pés
3- Estratégias de Investigação

3.4.2- Alguns fatos históricos relativos à Lofoscopia

- Existem relatos de registos de impressões digitais tomadas há


muitos séculos, embora não fossem tão sofisticadas quanto hoje, para
além de, já na pré-história, o homem deixava marcas das mãos nas
paredes das cavernas.

- Os antigos babilônios apertavam as pontas dos dedos em argila


para registar transações comerciais.
3- Estratégias de Investigação

- Os chineses usaram impressões digitais de tinta sobre papel para


negócios e para ajudar a identificar seus filhos.

- Embora, até o século XIX, as impressões digitais não eram usadas


como um método para identificar criminosos.

- Em 1858, um inglês chamado William Herschel trabalhava como


magistrado-chefe do distrito de Hoogly em Jungipoor, na Índia.
3- Estratégias de Investigação

Para reduzir a fraude, ele


fez os residentes registarem
suas impressões digitais ao
assinarem documentos comerciais.
3- Estratégias de Investigação

- Alguns anos mais tarde, o médico escocês Henry Faulds estava


trabalhando no Japão quando descobriu impressões digitais deixadas
por artistas em antigos pedaços de argila.
Essa descoberta o
inspirou a começar a
investigar impressões
digitais.
3- Estratégias de Investigação

- Em 1880, Faulds escreveu para seu primo, o famoso naturalista


Charles Darwin, e pediu ajuda para desenvolver um sistema de
classificação de impressões digitais. Darwin recusou, mas encaminhou a
carta para seu primo, Francis Galton.

- Galton era um eugenista que coletava medições em pessoas ao


redor do mundo para determinar como os traços eram herdados de uma
geração para a seguinte.
3- Estratégias de Investigação

Ele começou a recolher impressões digitais e, eventualmente,


reuniu cerca de 8.000 amostras diferentes para analisar.

Em 1892, ele publicou um livro chamado “Impressões Digitais”, no


qual ele esboçou um sistema de classificação de impressões digitais – o
primeiro existente.
3- Estratégias de Investigação

- Na mesma época, Juan Vucetich, um policial em Buenos Aires,


Argentina, estava desenvolvendo sua própria variação de um sistema
de impressões digitais.
Em 1892, Vucetich foi
chamado para ajudar na
investigação de dois meninos
assassinados em Necochea,
uma aldeia perto de Buenos Aires.
3- Estratégias de Investigação

A suspeita caíra inicialmente em um homem chamado Velasquez,


um interesse amoroso da mãe dos meninos, Francisca Rojas. Mas
quando Vucetich comparou as impressões digitais encontradas na cena
do crime com as de Velasquez e Rojas, elas corresponderam
exatamente às de Rojas.

Ela confessou o crime. Esta foi a primeira vez que impressões


digitais foram usadas em uma investigação criminal. Vucetich chamou
seu sistema de dactiloscopia comparativa . Ainda é usado em muitos
países de língua espanhola.
3- Estratégias de Investigação

- Em 1896 Edward Henry, comissário da Polícia Metropolitana de


Londres, logo se interessou em usar impressões digitais para prender
criminosos. Adicionou a técnica de Galton, criando seu próprio sistema
de classificação baseado na direção, fluxo, padrão e outras
características dos sulcos de atrito em impressões digitais

Os examinadores transformariam essas características em equações e


classificações que poderiam distinguir a impressão de uma pessoa da
outra.
3- Estratégias de Investigação

O Sistema de Classificação
Henry substituiu o sistema
Bertillonage como o principal
método de classificação de
impressões digitais na maior
parte do mundo
3- Estratégias de Investigação

- Em 1901, a Scotland Yard (sede central ou quartel general da


Polícia Metropolitana de Londres - Metropolitan Police Service)
estabeleceu seu primeiro Fingerprint Bureau. No ano seguinte, as
impressões digitais foram apresentadas como provas pela primeira vez
nos tribunais ingleses. Em 1903, as prisões do estado de Nova York
adotaram o uso de impressões digitais, seguidas depois pelo FBI .

- Na primeira década do séc. XX, o francês Edmond Locard, famoso


pelo seu «Princípio da Transferência ou das trocas», aborda a
poroscopia, sendo quem primeiro suscitou a necessidade de estabelecer
um número mínimo de minúcias para obter uma identificação
fidedigna.
3- Estratégias de Investigação

- Em Portugal, o médico Rodolfo Xavier da Silva, em 1911, conseguiu


o crédito de pioneiro na identificação lofoscópica de um criminoso
numa ocorrência criminal, embora, antes disso, tenha identificado um
cadáver desconhecido pela mesma via, em 1904.
- Em 1957, baseado no sistema de classificação de Vucetich,
Frederico Oloriz Aguilera (Espanhol) criou um sistema de identificação
que ficou conhecido como sistema de Oloriz, que foi adotado pela
primeira vez em Portugal pela Polícia Judiciária, e consistia num
sistema em que era efetuado o registo fotográfico do arguido, bem
como características próprias do mesmo como a cor dos olhos,
cicatrizes, tatuagens e a resenha dactiloscópica (dedos) e quiroscópica
(palmas).
3- Estratégias de Investigação

3.4.3 - Princípios da Lofoscopia

A lofoscopia assenta em três princípios:

- Princípio da perenidade que se caracteriza pelos desenhos


dermopapilares existentes na ponta dos dedos, nas palmas das mãos e
pontas dos pés não variarem no seu mais pequeno detalhe, quanto ao
número, forma, situação e direção das suas cristas aproximadamente a
partir do 6.º mês de gestação desaparecendo apenas com a putrefação
da derme;
3- Estratégias de Investigação

- Princípio da imutabilidade, pelo facto dos desenhos


dermopapilares não mudarem de forma ao longo da vida, mantendo o
número de cristas, bem como as suas formas e direções, podendo
apenas haver o desgaste das cristas quando em contacto com
superfícies ásperas, alcalinas, corrosivas, entre outras, mas que
voltarão à normalidade após algum tempo de inatividade
- Princípio da diversidade ou unicidade, pois os desenhos
dermopapilares variam de dedo para dedo, de palma para palma, de
planta do pé para planta do pé, de pessoa para pessoa, não havendo
desta forma duas impressões lofoscópicas iguais.
3- Estratégias de Investigação

Galton comprovou a perenidade e imutabilidade das impressões


papilares comparando duas
impressões do polegar direito
de Willian James Hershell,
coletadas com diferença
temporal de 28 anos.
3- Estratégias de Investigação

3.4.4- Vantagens do processo Lofoscópico

O Processo Lofoscópico possui vantagens, entre as quais podemos citar:

•EXATIDÃO - é possível afirmar categoricamente a identidade de uma


pessoa;

•BAIXO CUSTO - com apenas uma ficha de papel e tinta é possível


obter/recolher impressões papilares;
3- Estratégias de Investigação

• CLASSIFICABILIDADE - a classificação das impressões papilares,


principalmente as digitais, cria uma sequência numérica ou
alfanumérica, que possibilita buscas em arquivos com milhões de
fichas;

• AUXÍLIO NA SOLUÇÃO DE CRIMES - as impressões papilares podem


ser encontradas em locais de crime e identificadas. Tais impressões, em
conjunto com outras evidências, se constituem em um importante
elemento de prova.
3- Estratégias de Investigação

3.4.5 - Estrutura da pele

As papilas dérmicas fazem parte da estrutura da pele, por isso é


necessário conhecermos um pouco da estrutura da pele humana.

A pele é o maior órgão do corpo humano. Ela é composta de


camadas de espessuras variadas que revestem externamente todas as
partes do corpo, e exerce papel fundamental na perceção (função
sensitiva/tato), proteção contra agentes externos (função protetora),
termorregulação (função térmica) e secreção (função secretora). A
pele é composta de duas camadas: derme e epiderme.
3- Estratégias de Investigação

A Derme

A derme é a camada mais profunda da pele. Nela encontram-se as


terminações nervosas, os minúsculos vasos sanguíneos, as raízes dos
cabelos e pêlos, as glândulas sudoríparas e sebáceas e os corpúsculos
do tato (corpúsculos de Meissner).

É também na derme que encontramos as papilas dérmicas, que são


responsáveis pela formação dos desenhos papilares. Na pele estão
presentes estruturas que contribuem para a formação das impressões
papilares. São elas:
3- Estratégias de Investigação

Papilas dérmicas: são pequenas saliências em formato cônico. Estão


intimamente relacionadas com os corpúsculos do tato e os canais
sudoríparos. Projetam-se sob a epiderme, causando rugosidades
observáveis a olho nu, na região volar, conhecidas como desenhos
papilares.
Esses desenhos permitem a obtenção das impressões papilares. As
papilas dérmicas não se apresentam de forma aleatória, mas
enfileiradas, e por isso geram linhas. Essas linhas podem ser quebradas,
bifurcadas, interrompidas, desviadas, etc. Essa enorme variedade de
formatos torna único cada desenho papilar;
3- Estratégias de Investigação

b) Glândulas sudoríparas: excretam o suor, cuja finalidade é a


regulação térmica do organismo (por meio da evaporação) e purificam
o sangue, expelindo, por meio dos canais sudoríparos, as matérias
nocivas (toxinas);

c) Canais sudoríparos: iniciam-se na derme e ligam as glândulas


sudoríparas ao meio externo. Estes canais medem aproximadamente
dois milímetros (2mm) de comprimento e ficam espalhados em todo o
corpo, especialmente na testa e nas axilas;
3- Estratégias de Investigação

d) Poros: são as aberturas dos canais sudoríparos. São pequenos


orifícios exteriores situados na epiderme. Nos desenhos papilares, as
aberturas dos canais de suor estão alinhadas ao longo da crista das
elevações papilares;
e) Glândulas sebáceas: pequenas glândulas dispostas em cachos que
segregam uma substância gordurosa, cuja finalidade é dar proteção,
elasticidade e maciez à pele, sendo numerosas ao redor das orelhas, do
nariz e do peito. As secreções produzidas pelas glândulas sebáceas
contribuem para a formação das impressões digitais latentes, em razão
do contato frequente dos desenhos papilares com áreas do corpo onde
tais desenhos não estão presentes.
3- Estratégias de Investigação

Elas se encontram em número inverso ao das glândulas sudoríparas


(onde há muitas glândulas sebáceas, existem poucas glândulas
sudoríparas, e vice-versa).

A Epiderme
É a parte superficial da pele, constituída de duas faces: externa e
interna. A face externa é lisa, e nela encontramos pêlos, poros e unhas.
A face interna é delgada e recobre as papilas, provocando altos e
baixos relevos, o que resulta na visualização de vários desenhos
papilares na sua parte externa. As saliências papilares são
espessamentos permanentes da epiderme na camada celular exterior
da pele.
3- Estratégias de Investigação

Erguem-se acima do nível geral da pele criando as


saliências/cristas.

As saliências papilares variam em aspereza nas diferentes partes da


mão. Têm sua textura mais fina e macia nas pontas dos dedos e mais
áspera no resto dos dedos, sendo a palma da mão de uma textura
intermediária. Individualmente, existe certa margem de variação: há,
por exemplo, uma vaga correlação entre a largura das elevações e as
dimensões corporais. Na superfície, as saliências papilares estão
dispostas em formações paralelas, ora em séries curvas, ora retilíneas.
3- Estratégias de Investigação
3- Estratégias de Investigação
3- Estratégias de Investigação

3.4.6 - Anatomia dos


dedos da mão
3- Estratégias de Investigação

Legenda:
1 – Polegar ou primeiro quirodáctilo;
2 – Indicador ou segundo quirodáctilo;
3 – Dedo médio ou terceiro quirodáctilo;
4– Dedo anular ou anelar ou quarto quirodáctilo;
5 – Dedo mínimo ou quinto quirodáctilo.

A – 1ª falange ou falange proximal


B – 2ª falange ou falange medial
C – 3ª falange, ou falange distal
3- Estratégias de Investigação

3.4.7 - Pé humano e suas regiões


Com a finalidade de identificação a coleta de impressões plantares,
podemos dividir a planta dos pés em cinco regiões, a saber:
1 região do grande artelho (dedão);
2região do segundo ao quinto artelho;
3- região fibular (fíbula), lado externo
do pé;
4região tibial, lado interno
(arco do pé);
5 região do calcanhar.
3- Estratégias de Investigação

3.4.8 - Datiloscopia

A Datiloscopia é o processo de identificação humana por meio das


impressões digitais.

Etimologicamente, o termo datiloscopia é formado por dois


elementos gregos: daktilos = dedos e skopêin = examinar.
3- Estratégias de Investigação

[Link] - Impressões Digitais

A impressão digital é “a marca


ou sinal deixado em certas
superfícies pelos
relevos da pele dos dedos”.
3- Estratégias de Investigação

As impressões digitais que mais interessam à datiloscopia são


aquelas produzidas pela terceira falange. Isso ocorre pelas seguintes
razões:

1)as impressões dessa região apresentam desenhos que são mais fáceis
de classificar;
2) é a parte do dedo que, em geral, oferece maior facilidade de coleta
das impressões;
3) é a parte do dedo que deixa mais vestígios em locais de crime.
3- Estratégias de Investigação

As impressões digitais produzidas pelas demais partes do dedo,


primeira e segunda falanges, também são importantes. Os princípios
Lofoscópicos são igualmente aplicáveis a elas e, portanto, podem ser
perfeitamente identificadas em um exame de confronto;

Podem ser:
3- Estratégias de Investigação

- Impressão latente que resulta do contacto dos dedos com uma


superfície e que por vezes são mais difíceis de serem detetadas. Para
tal, recorre-se à instrumentos que ajudam na sua revelação e posterior
coleta

- Impressão visível, quando as cristas papilares da impressão são


cobertas por uma matéria corante como a tinta, ou sangue

- impressão moldada, que resulta da pressão sobre uma superfície


mole
3- Estratégias de Investigação

[Link] - Constituição da Impressão Digital

Na sua constituição temos cristas, sulcos, poros e acidentes.

As cristas dermopapilares apresentam espessuras e direções


variáveis, originando três sistemas de cristas, o basilar, o nuclear ou
central e o marginal em função da localização das cristas.
Os sulcos interpapilares, acompanham as cristas e refletem os seus
acidentes, sendo os acidentes provocados pela descontinuidade das
cristas, que não sendo traços contínuos, formam os pontos
característicos
3- Estratégias de Investigação
3- Estratégias de Investigação

As linhas pretas correspondem às cristas papilares, as quais variam


de dedo para dedo e de pessoa para pessoa, e cuja espessura tende a
aumentar com o crescimento do indivíduo.

As linhas brancas equivalem aos sulcos interpapilares, as quais


acompanham sempre as cristas papilares. Os pontos brancos existentes
sobre as linhas pretas denominam-se poros. A descontinuidade das
linhas pretas forma inúmeros acidentes, apelidados de pontos
característicos, com formas variadas, sendo neles que se baseia a chave
da identidade obtida através da lofoscopia.
FIM

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