UNIVERSIDADE ZAMBEZE
FACULDADE DE ENGENHARIA AMBIENTAL E DE RECURSOS NATURAIS
ENGENHARIA AGRÍCOLA AMBIENTAL - PL
2º Ano
Cultivo do milho (Zea mays) em diferentes espaçamentos
Anabela Natália Nunes Felizardo
Projecto submetido à Faculdade de Engenharia Ambiental e
dos Recursos Naturais, no curso de Engenharia Agrícola
Ambienta, disciplina de Métodos de Investigação Cientifica
para fins avaliativos.
Docente: ENG. Tivane MSc
Chimoio, Maio de 2021
Índice
Introdução ....................................................................................................................................... 1
Justificativa ..................................................................................................................................... 2
Problema ......................................................................................................................................... 2
Hipotese .......................................................................................................................................... 2
Objetivos: ........................................................................................................................................ 3
Revisão bibliográfica ...................................................................................................................... 4
Aspectos gerais da cultura de Milho ............................................................................................... 4
Contribuição da Biotecnologia para o desenvolvimento de novas variedades de Milho ............... 4
Classificação botânica do Milho ..................................................................................................... 5
Semente ........................................................................................................................................... 5
Sistema radicular do milho ............................................................................................................. 6
Necessidade e ciclo de desenvolvimento do milho (Zea may L.)................................................... 7
ÉPOCA DE SEMEADURA ........................................................................................................... 7
FACTORES QUE INFLUENCIAM O RENDIMENTO DE GRAOS .......................................... 7
SELEÇÃO DA ÁREA PARA A LAVOURA DE MILHO ........................................................... 9
CONTROLE DE EROSÃO .......................................................................................................... 10
CORREÇÃO DO SOLO............................................................................................................... 10
PRAGAS ....................................................................................................................................... 10
DOENÇAS .................................................................................................................................... 10
COLHEITA................................................................................................................................... 11
SECAGEM E ARMAZENAMENTO .......................................................................................... 11
Metodologia .................................................................................................................................. 12
Cronograma................................................................................................................................... 12
Orçamento ..................................................................................................................................... 12
Resultados esperados .................................................................................................................... 13
Referencias bibliográfica .............................................................................................................. 14
Introdução
Milho é a semente da planta da espécie Zea mays. O cereal e um dos alimentos mais consumidos
em todo mundo ( segunda maior cultra), tanto na alimentação humana quanto na animal. E um dos
grãos mas assistidos de tecnologias de plantios e colheita , e cosmopolita e sua produção em 2004
chegou 600 milhoes de toneladas em todo o mundo. Dentre os factores que podem ser alterados
visando elevar a produtividade do milho destaca se o espacamento entre plantas, podendo
proporcionar melhor uso do ambiente pelos genótipos actuais.
Segundo Molin, (2000), alguns híbridos com potenciais diferentes tem apresentado produtividade
media de grãos semelhantes.
Argeta et al., (2001) , Recomendam que e necessário reavaliar as densidades de sementeira da
cultura de milho devido as modificações colocadas nos genótipos, tais como: a precocidade ,
resistência a pragas a menor esterilidade das plantas. Contudo o estudo recomendado por Argenta
(2001) , a melhor densidade ou espacamento entre plantas em diferentes condições de sementeiras,
podem ser considerado como um dos principais factores para boa produtividade desta cultura.
Um dos factores que deve ser melhor estudo e o desenvolvimento da cultura do milho ao diferente
arranjo na área, as plantas podem ser distribuídas , na área , de varias maneiras, sendo a variação
do espacamento entre linhas e entre plantas na linha ( RESENDE 2003).
A produtividade do milho vem aumentando, em consequência das pesquisas de melhor
adaptalidade das variedades, que atendem aos diferentes sistemas de produção predominantes na
região desenvolvidas (MATOS , 2006).
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Justificativa
A pratica das actividades agrícolas em Mocambique e ainda considerada de riscos o que faz com
que muitos empresários temem em investir nessa área,tornando o insustentável. A falta de
conhecimentos técnicos cientifico por parte dos agricultores constituem uma problemática devido
ao fraco rendimentode grãos alcançados na cultura.
Segundo Almeida et al., (2000) um dos factores tecnológicos para se obter maiores rendimentos e
a escolha de densidade optima de cada hibrido. Em função disso e que procura avaliar o
comportamento dos híbridos, PANN-53 e PANN-4M-21 em diferentes espacamentos , afim de
determinar o que proporciona melhor a produtividade de grãos.
Demodo geral a baixa produtividade da cultura constitui uma problemática , devido a uma
densidade não adequada , e aos factores ligados a fertilidade dos solos , condições , agroecologica
da região ( FANCELLI e DOURADO NETO, 2000).
Problema
Os problema que podem afectar na cultura de milho são a falta de agua doenças e pragas. Das
doenças podem se destacar tais como a ferrugem polissora, a ferrugem tropical, a ferrugem
comum, a mancha branca, a cercosporiose, as podridões de colmo e o grãos ardidos, a
helmintosporiose e os enfezamentos pálido e vermelho estão entre as principais doenças da cultura
do milho pos elas reduzir a produtividade. As pragas tambem e um dos problemas que podem
influenciar na redução da produtividade dentre as pragas podem se destacar Larga-elasmo, Larva-
alfinete, vaquinha ou Brasileirinho, Percevejo-castanho, Larga-do-cartucho, larga- militar ou
lagarta-da-espiga e pulgão de milho.
Hipotese
A avaliação do espacamento entre plantas não provoca variação nas características de
produtividade nos híbridos.
A alteração do espassamento entre plantas provoca variação nas características de produtividades
dos híbridos.
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Objetivos:
Geral
Avaliar a influencia de diferentes espassamentos entre plantas nos híbridos PAN 53 e
PANN-4M-21 no rendimento de grãos.
Especificos
Comparar o rendimento dos grãos de milho gerados em diferentes tratamentos.
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Revisão bibliográfica
Aspectos gerais da cultura de Milho
Milho é a semente da planta da espécie Zea mays. O cereal e um dos alimentos mais consumidos
em todo mundo (segunda maior cultra), tanto na alimentação humana quanto na animal. E um dos
grãos mas assistidos de tecnologias de plantios e colheita , e cosmopolita e sua produção em 2004
chegou 600 milhoes de toneladas em todo o mundo. Dentre os factores que podem ser alterados
visando elevar a produtividade do milho destaca se o espacamento entre plantas, podendo
proporcionar melhor uso do ambiente pelos genótipos actuais.
Para Magalhaes et al., (2002), o milho e produzido em regiões cuja precipitação varia de 300 a
700mm, anuais porque a quantidade de agua consumida por uma planta , durante o seu ciclo , esta
em torno de 600mm, apresentando uma extrema sensibilidade na fase produtiva. Estudos feitos
revelam que dois dias de stress hídricos na fase de florescimentoprovoca a diminuição de
rendimento de grãos em mais de 20%, e quanto a 8 dias no estadio de enchimento de grãos
diminuem em mais de 50%.
Em 1909, o botânico e geneticista Norte-Americano GEORGE HARRISON SHULL criou o
primero esquema para a produção de sementes hibridas de Milho, ele mostrou que , ao fecundar a
planta com o próprio pólen (auto fecundação), eram produzidos descendentes menos vigorosos.
Repetindo a espécie na seis ou oito gerações seguintes, os descendentes fixavam características
agronómicas e económicas importante por meio de seleccao, esses descendentes tornavam se
semelhantes (MATOS , 2006).
As sementes que geravam filhos geneticamente semelhantes iguai as mães , passaram a ser
chamada de linha pura, SHULL notou que para as linhas puras ao serem cruzadas entre si
produzim descendentes com grandes vigores , chamado de vigor hibrido, dando a origem ao milho
hibrido.
Contribuição da Biotecnologia para o desenvolvimento de novas variedades de Milho
Apos da descoberta da abertura dqa molécula básica da vida o ADN e a revelação de que o código
genético correspondente e universal, os pesquisadores começaram a trabalhar , a partir da década
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de 70 com a possibilidades de adicionar características especificas para outra. Assim , uma planta
pode ter a qualidade nutritiva apimorada ou adquirir a resistência a uma praga, a tolerância a um
herbicida ou a resistência a seca.
Classificação botânica do Milho
Botanicamente o milho pertence a divisão Magnoliophyta, classe Liliopsyda , subclasse
Commelidae, ordem Poales , família Poaceae, subfamília Panicoideae, tribo Andropogonea,
género Zea, sendo o nome cientifico da espécie Zea mays (L.). (GOODMAN e SMITH, 1980;
BRESOLIN e PONS, 1983; FORNASIER FILHO, 1992).”
Semente
A semente de milho e classificada botanicamente como cariopse, apresenta três partes: o
pericarpo, o endosperma e o embrião. O pericarpo e uma camada fina e resistente, quem constitui
uma parte externa da semente. O endosperma e a parte da semente que envolve o pericarpo e que
apresenta maior volume , constituída por amido e outros carbohidratos. A parte mais externa do
endosperma esta em contacto com o pericarpo e denomina se de camada de abumen, a qual e rica
em proteínas. O embrião encontra se ao lado do endosperma, possuindo todos os órgãos da planta,
ou seja , não e mais do que a própria planta em miniatura (MATOS, 2006).
Quando as condições da temperatura e humidade são favoráveis, a semente do milho germina em
5 ou 6 dias. Para a germinação das sementes, a temperatura do solo deve ser superior a 10°C, sendo
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a optima temperatura de 15°C. Na fase de desenvolvimento vegetativo e floração as temperaturas
optimas variam de 24 a 30°C, sendo as superiores a 40°C, prejudiciais a cultura (TOLEDO, 1980).
Segundo Toledo, (1980) o milho e uma planta monoica , porque apresenta flores masculinas em
peliculas apicais e flores femininas nas espigas laterais. Essa carracteristica de monoicia evoluiu
através dos desequilíbrios ambientais e factores genéticos , podendo assim ocorrer um retrocesso
ou anomalidade , no caso concreto de hermafroditismos (FORNASIREI FILHO, 1992).
Sistema radicular do milho
Segundo Fornasieri (1992) o milho apresenta sistema radicular das gramíneas, do tipo fasciculado
e advertência que auxiliam na sustentação da planta e pode ajudar na absorção de utrientes o que
pode explicar sua reduzida tolerância a deficiência hídrica e pode atingir 15 a 30 cm de
profundidade no sentido vertical. A seguir surgem as raízes secundarias , as quais apresentam uma
grande capacidade de ramificação e a raiz primaria desintegra se , posteriormente surgem as raízes
advertência.
A monocia cria uma polinização cruzada na planta permitindo uma inflortescencia. A duração do
período fisiológico depende de factores , climático da região assim em dias longos nas regiões
temperados pode atingir 120 dias para o florescimento apos a grminacao (GOODMAN e SMITH,
1980).
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Necessidade e ciclo de desenvolvimento do milho (Zea may L.)
Lozada e Angelocci (1999), afirmam que para um bom desenvolvimento a cultura do milho
necessita de um calor e humidade. Em regiões de clima subtropical , os factores ambientais são os
que determina a produtividade , as variações nas disponibilidade termina (calor) e de radiação solar
(luz), exercem grande influencia sobre o desenvolvimento fenológico do milho. A temperatura do
ar e o elemento meteorológico que melhor explica a duração dos período no desenvolvimento desta
cultura, havendo relação linear entre a duração destes períodos e o desenvolvimento da planta.
E uma planta de ciclo vegetativo que variado de 100 a 180 dias em função da caracterização dos
genótipos (superior preoce , precoce e tardio), período esse compreendido entre a sementeira ate a
colheita.
ÉPOCA DE SEMEADURA
Safra “ normal” ou de “ verão ”: outubro a dezembro; "Safrinha" : 01 de fevereiro a 15 de março.
FACTORES QUE INFLUENCIAM O RENDIMENTO DE GRAOS
Espaçamento entre plantas e densidade populacional Segundo Molin (2000), o acréscimo na
densidade na planta e redução do espaçamento entre linhas na sementeira aperfeiçoa a eficiência
da interceptacao de luz pelo aumento de índice foliar, mesmo nos estádios fonológicos iniciais ,
melhorando o aproveitamento de agua e nutrientes , reduzindo a competição por esses factores ,
aumentando a matéria seca e a produção de grãos.
Para Silva et al.,(2006) dizem que uma piquena alteração no espaçamento implicação
modificação relativamente grande no rendimento do grão no final. Essa resposta esta associada de
que o facto e que o milho não possui mecanismos de compessacao de espaços tao eficientes de
espécies que partilham e apresentam limitada capacidade de expansão foliar, proficidade e
estrutura florialmonoica. No entanto, o uso de densidade muito elevada pode reduzir a actividade
fotossinetica da cultura e a eficiência da conversão de fato assimilados em produção de grãos.
Plantas invasoras na cultura do milho
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Segundo Jannink et al.,(2000), a competitividade de plantas daninhas com as
culturas tem dois aspectos aserem considerados, a tolerância das plantas daninhas
,ou seja , a capacidade de manter alto rendimentos, apesar de competição entre elas
e habilidades supressiva ou seja , a capacidade de reduzir o crescimento através da
competição.
A invasão das plantas indesejada sobre a cultura do milho constitui um conjunto de
accoes sofridas pela população da planta produtiva , como consequência da
presença da planta daninhas no ambiente comum. A interferência pode ser direta ,
envolvendo a competicaopelos recursos do meio, a alopatia e o parisitismo ou
indireta , envolvendo prejuízos a colheita e tratos culturais ou actuando como
hospedeiras intermediarias de pragas , doenças (PITLLI, 1985).
O período em que a louvoura necessitar mantida livre da infestação de invasoras,
sob ameaca de comprometimento da produtividade, e conhecida como período
critico de prevenção a interferência PCPI. A determinação do período critico pode
ser feita considerando se os estados fenológicos dos genótipos ou em período de
tempo (AMADOR-RAMIRES, 2002).
Potencialidade do hibrido Os híbridos são obtidosaparti de cruzamentos, sendo o
hibrido simples restante do cruzamento entre duas linhas puras. As linhas puras são
obtidas por auto fecundações suscessivas e a seleção das linhas puras e realizada
com base na produtividade ou no comportamento, com o cruzamento de duas linhas
puras pretende se obter se um descendente com grande vigor de híbridos simples
(MATOS 2006).
Stress de hibrido na cultura de milho
Conidera se que o milho e limitado pelas condições de stress comuns em regiões
tropicais , incluindo solos secos e scidos, Maia et al.,(2007), relataram que o cultivo
na região semi-arida deve levar em consideração , entre outros factores , a limitação
de qualidade de agua durante o ano, o que permite gerar estratégias para obter
redimentos economicamente viáveis e com maior eficiência no uso da agua.
O stress pela baixa sensibilidade hídrica e um dos principais problemas da
agricultura e abilidade das plantas para resistir a tal estress e de suma importância
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para o desenvolvimento do agro-negocio de qualquer pais . estudo de tolerância a
seca envolvendo o milho podem treazer melhorias no crescimento e na melhoria no
crescimento e no rendimento da cultura em regiões com limitação hídrica , já que
o milho e conhecida pela sua alta sensibilidade a estress(SHAO et al.,2008).
Alteracao metabólica em milho submetidas a stress hídrico
Larcher,(2004) diz que o stress resultantew do défice hídrico, que ocorre durante o
ciclo de uma cultura dependendo da sua intensidade , promove maiores ou menores
alterações no seu desenvolvimento . Este facto pode levar a planta a desenvolver
mecanismos de adaptação a seca, quew poderam ser de natureza morfológica ,
fisiológica e anatómica.
Segundo Mittler, (2004) plantas submetidas a situações de stress sofrem alterações
morfológicas e bioquímicas , como exploração oxidativa com a formação de
espécies rewactivas de oxigénio. Em condições de stress hídrico , principalmente
ocorre o acumulo de enzimas na parte aérea das plantas , como um dos mecanismos
reguladores de mudanças fisiológicas na planta, levando consequentemente ao
desenvolvimento de processos oxidativos desta forma , as plantas dezenvolveram
sistema de defesa antioxidante, que incluiem compostos não enzimáticos e
enzimáticos.
SELEÇÃO DA ÁREA PARA A LAVOURA DE MILHO
Na escolha da área para o cultivo de milho devem ser observadas as características de textura e
drenagem do solo. A cultura requer solos com mais de 15% de argila e boa drenagem, sendo os
mais recomendados, os de textura média, com teores de argila entre 30 e 35%.
Solos excessivamente arenosos devem ser evitados, pois possuem baixa capacidade de
armazenamento de água e nutrientes, têm alta susceptibilidade à erosão, apresentam intensa
lixiviação, perdem mais água por ev aporação e são geralmente mais secos. Por outro lado, solos
com má drenagem não são recomendados porque o sistema radicular do milho requer boa aeração,
o que não ocorre nesses tipos de solo.
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CONTROLE DE EROSÃO
Para se evitar os danosos efeitos da erosão sobre uma lavoura de milho, recomenda-se a construção
de terraços para a contenção das águas das chuvas, principalmente se a declividade da área for
superior a 2%. Terraço s de base larga devem ser utilizados para áreas com pequena declividade
(até 5%) e os de base média para declividades maiores. Em áreas com menos que 2% de
declividade e sem problemas de dificuldades de infiltração de água, recomenda-se o plantio com
as linhas da cultura interceptando o sentido da declividade.
CORREÇÃO DO SOLO
O trabalho de correção do solo se inicia com a coleta de amostras de solo na área a ser plantada e
análise das mesmas em laboratório capacitado. A partir da interpretação dos resultados da análise
do solo será determinada a quantidade de corretivos a serem aplicados ao solo.
O produto mais utilizado como corretivo de solos é o calcário e, a sua aplicação, a calagem é uma
prática recomendada quando o pH do solo for menor que 5,5 e deve ser realizada com antecedência
mínima de três meses da semeadura.
PRAGAS
As pragas ocorrentes em uma lavoura - aqui conceituadas como insetos prejudiciais à cultura -
podem afetar signifi cativamente o seu potencial pr odutivo. Quando atacam a planta em sua fase
inicial, reduzem a população de uma área, danificando e/ou matando a semente logo após a
semeadura ou a plântula antes ou após a emergência. Esses insetos são de hábitos subterrâneos ou
superficiais e na maioria das vezes passam despercebidos. Os danos causados pelas pragas da fase
vegetativa e/ou reprodutiva do milho variam de acordo com o estádio fenológico da planta,
condições edafoclimáticas, sistemas de cultivo e fatores bióticos localizados.
DOENÇAS
Diversas são as doenças ocorrentes na cultura do milho. Dentre elas, destacam-se ferrugens e
manchas foliares; podridões do colmo e das raízes e doenças de espigas e grãos. Os agentes
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causadores são fungos, bactérias e vírus. A incidência e a severidade de cada doença variam de
acordo com o genótipo utilizado, o sistema de produção utilizado e as condições ambientais,
principalmente temperatura e umidade.
COLHEITA
De uma maneira geral, a colheita da lavoura de milho é realizada entre 125 e 160 dias após a
emergência, dependendo do ciclo da cultivar utilizada e da época de semeadura. Teoricamente, o
milho pode ser colhido a par tir da maturação fisiológica dos grãos (momento em que o grão se
apresenta com uma camada escura na inserção com o sabugo), entretanto, recomenda-se colher a
lavoura quando os grãos estiverem com percentuais de umidade entre 15 e 25, observando-se que,
para umidades acima de 18 %, tornar-se-á necessário, a posterior secagem dos grãos.
A colheitadeira deve ser regulada no campo antes de se iniciar a colheita. O cilindro adequado
para a debulha do milho é o de barras e a distância entre este e o côncavo é regulada de acordo
com o diâmetro médio das espigas. A distância deve ser tal que a espiga seja debulhada sem ser
quebrada e o sabugo saia inteiro ou, no máximo, quebrado em grandes pedaços. A rotação do
cilindro debulhador é regulada conforme o teor de umidade dos grãos, ou seja, quanto mais úmidos,
maior será a dificuldade de debulhá-los, exigindo maior rotação do cilindro batedor.
SECAGEM E ARMAZENAMENTO
A secagem do milho deve ser levada a efeito em secadores com corr ente de ar natural ou aquecida,
com sistema de controle de umidade e temperatura para se evitar uma secagem deficiente ou
ainda, a secagem excessiva (super secagem). No final do processo, a umidade deverá estar
estabilizada em 13%. Produções em menor escala poderão ser secadas em terreiros ou lonas. Nesse
caso, observa-se na prática a umidade ideal, quando os grãos apresentarem-se firmes e resistentes
à pressão com a unha (13% de umidade).
Para se armazenar o milho em espiga ou debulhado, deve-se promover o seu tratamento com
produtos específicos (polvilhamento e/ ou expurgo). O armazenamento deve ser feito em local
seco, fresco e livre de roedores. Observa-se que, para o armazenamento de pequenas quantidades
de milho, pode-se usar folhas de nim (Azadiracta indica ) ou de Eucaliptus citriodora como
repelentes de insetos.
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Metodologia
O presente projecto será com base nas entrevistas, palestras e alguns manuais, usarei materiais
como: enchadas, Xaruas, sementes, Regador e transportes.
Cronograma
Actividades local Periodo
Planificacao para projecto Chimoio 15 a 20⁄04⁄2021
de pesquisa
Planificacao do projecto de Chimoio 22 a 28⁄04⁄2021
pesquisa-accao
Organizacao de materiais e Chimoio 30 a 31⁄04⁄2021
fundos munitarios
Realizacao da pesquisa , Chimoio 02 a 04⁄05⁄2021
consulta de documentos e
entrevista
Discussao de dados com Chimoio 06 a 08⁄05⁄2021
actividades locais
Orçamento
Materiais quantidade Preco unitarioS Subtotal
Enxadas e Xarua 10 enxadas e 2 Xaruas 500.00 6000.00
Semente de milho 20 pacotes de semete 100.00 2000.00
de milho de
variedades diferentes
Regador 10 100.00 1000.00
Adubos 200g 100.00 20.000.00
Fertilizantes 10 200.00 2000.00
Transporte 2 500.000.00 1000,000,00
Total: 1031.000
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Resultados esperados
No presente projecto espero alcançar uma boa produtividade e mostrar a comunidade outras
técnicas de produção do Milho de forma eficais e eficiente.
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Referencias bibliográfica
1. GOODMAN,M,M.:SMITH,J.S.C. Botanica. In : Melhoramento e producao do milho no
Brasil. Campinas ; fundação cargil ,.p.32-70,1980.
2. MOLIN,R. espacamento entre linhas
3. Colheita mecânica, secagem e armazenamento do milho . Série Técnica, n 0 2, (Fundação
Cargill. Campinas, SP. 1989). 35p. il.
4. Controle das plantas invasoras na cultura. Série Técnica, n 0 5, (Fundação Cargill.
Campinas, SP. nov/1991). 46p.
5. Milho safrinha. Época de semeadura e ciclo de cultivares. Comunicado Técnico n.21.
(EMPAER. Campo Grande, MS. Fev/1996). 06p.
6. Milho: informações técnicas. Dourados, 1997. (EMBRAPA - CPAO. Circular Técnica, 5).
222p.
7. Anuário brasileiro do milho 2007 . Santa Cruz do Sul, RS. 2007 (Ed. Gazeta Santa Cruz)
136p. il.
8. Milho safrinha : rumo a estabilidade: anais do 90 Seminário Nacional de Milho Safrinha,
2007: Dourados, MS. (EMBRAPA - CPAO. Documentos n. 89). 483p. il.
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