Universidade Rovuma
Faculdade de Ciências Económicas e Empresarial
Curso em Licenciatura em Contabilidade e Auditoria
1º Trabalho de Contabilidade Internacional
Nome: Belson Graciano Lopes
a) Os indicadores utilizados para avaliar um país em desenvolvimento são:
Baixo nível de produtividade
Baixo nível de vida
Alta taxa de crescimento populacional e dependência de encargos
Alta taxa de desemprego e subemprego
b) Baixo nível de padrão de vida causada pela política doméstica. Crescimento
populacional
Baixo nível de padrão de vida causada pela política Internacional. Comercio
Internacional Ex: EMATUM conhecido como dívidas ocultas, o governo fez um
empréstimo de um valor alto para aplicação na área de pesca, o governo contraiu
dívidas sem autorização do parlamento, na sua responsabilização esta arcar com os
custos do endividamento e a população, cortes no orçamento do estado em gastos
públicos estão afectar áreas básicas.
a) Segundo Riai-Belkaoui (1994) podem configurar seus sistemas de contabilidade em 4
principais abordagens que são:
Abordagem evolucionária
Abordagem de transferência de tecnologia
Adopção das normas internacionais de contabilidade
Estratégia situacionista
b) Adoção das normas internacionais de contabilidade
Adoção das IAS envolve juntar os órgãos de Contabilidade e Auditoria, nomeadamente,
o IASC e o IFAC adoção completa das suas normas de contabilidade e de auditoria ex:
Paraguai e Paquistão utilizam esta estratégia. Visando na minimização do custo de
produção das normas de contabilidade e auditoria.
Estratégia situacionista
A estratégia situacionista consiste no desenvolvimento em que uma analise dos
princípios de contabilidade e de praticas dos países desenvolvidos, mas tendo em
consideração a prevalência do ambiente político social e económico.
Contrariamente abordagem da adoção das normas internacionais, esta estratégia
considera a incorporação dos efeitos dos factores ambientais nos países em
desenvolvimento no estabelecimento das normas.
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A economia do desenvolvimento, uma área das ciências económicas, lida com
ferramentas económicas, sociais para causar mudanças no desenvolvimento dos países
em desenvolvimento, ela discute as formas de económica, social e institucionalmente
trazer aos países um decente padrão de vida.
Factores que suportam e sustentam correlação entre o sistema contabilístico o
desenvolvimento económico nacional:
A qualidade da contabilidade e da informação financeira para as instituições
financeiras
Transparência e accountability protegem os pais da corrupção e levam a boa
governação
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A diferença existe entre harmonização e convergência das normas internacionais de
contabilidade é:
A harmonização contabilística implica um processo gradual de conciliação de praticas
contabilísticas e definido do seu grau de variação, deve ser distinguida da normalização
que pressupõe a total uniformização das regras enquanto que a convergência das normas
internacionais de contabilidade consiste em possibilitar e objectivar uma maior
comparação e compreensão das informações disponibilizadas pelos diferentes países
tanto na contabilidade aplicada ao sector publico como no sector privado, tendo em
conta a descrição da maior competitividade tornando os mercados cada vez mais
próximo com transacções de mercadorias, serviços, acções e recursos.
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Após a independência, a evolução normativa da contabilidade em Moçambique
conheceu três fases distintas que são:
A primeira fase consistiu na aprovação, pelo governo do primeiro PGC em
1986.
A segunda, aprovação do segundo PGC e
A terceira, a aprovação do terceiro PGC-NIRF que corresponde a adoção das
normas internacionais de contabilidade.
Primeiro plano Geral de Contabilidade-PGC Em 14 de Dezembro de 1984, Decreto
Governamental 13/84 introduziu o Plano Geral de Contabilidade (PGC) para uso
obrigatório a partir de 1986, constitui dessa forma o primeiro marco da profissão do
ponto de vista oficial no país, o principal objectivo do PGC era “a padronização da
contabilidade empresarial para assegurar a homogeneidade do sistema de informação
necessário para o planeamento central, direcção e controle da economia nacional”
(Macuácua, 2003)
Contudo, a partir de 1986, várias mudanças foram ocorrendo. Moçambique reformulou
os seus sistemas políticos, legais e económicos, para os princípios neoliberais, com o
suporte das Instituições de Instituições de Brenton Woods (IBW´s), algumas das
principais reformas ocorridas foram:
Mudança do sistema monopartidário para multipartidário;
Privatização das empresas estatais;
Reformulação e liberalização do sistema financeiro;
Estabelecimento do primeiro mercado;
Aumento de investimento directo estrangeiro (IDE) e
Reforma do sistema legal e fiscal e Reforma da Administração Pública;
A segunda fase da normatização contábil começa com a aprovação do Decreto no
36/2006 de 25 Julho.
A aprovação deste decreto visava acolher as diversas transformações e reformas
económicas ocorridas, aliadas ao processo de internacionalização das actividades
económicas, inovações tecnológicas de informação e comunicação e do mercado
financeiro. O PGC 2006 era aplicável a todos os empresários comerciais, com excepção
dos que exerciam a actividade bancária e de seguros e as unidades de reduzida dimensão
económica nos termos do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas
Colectivas (CIRPC) (Decreto nº 36/ 2006 de 25 de Julho).
A terceira e actual fase da normatização contabilística são marcadas pela aprovação
das NIRF´s Decreto no 70/2009 de 22 de Dezembro, que cria o Sistema de
Contabilidade para Sector Empresarial (SCE), baseado nas Normas Internacionais de
Relato Financeiro do IASB. O normativo se aplica para empresas de grande dimensão a
partir de 01 de Janeiro de 2010 e para as empresas de média e pequena dimensão a
partir de Janeiro de 2011 (Decreto nº 36/ 2006 de 25 de Julho). Esta fase consiste num
importante marco da mudança da contabilidade. Pois, entra em vigor num momento em
que as regras estabelecidas no primeiro PGC (1984-2006) já estavam enraizadas na
prática e no ensino, e as do segundo PGC (2006-2009) em fase de consolidação e
aperfeiçoamento por se tratar de uma actualização do primeiro.