Entendendo a Asma: Causas e Sintomas
Entendendo a Asma: Causas e Sintomas
A asma é uma doença crónica e heterogénea provocada por inflamação das vias aéreas. É caracterizada
pela existência de sintomas respiratórios, tais como: sibilância, falta de ar, aperto no peito e tosse, que
variam ao longo do tempo e de intensidade, associados a uma limitação do fluxo aéreo expiratório
variável (medido através de um exame que se chama espirometria). Veja mais informação em sintomas
de asma.
Causas
A asma é provocada por uma complexa relação entre factores genéticos e ambientais, tais como: infeções
víricas, alérgenos e agentes ocupacionais que influenciam não só o seu aparecimento como a sua
progressão.
Pieira infantil transitória que ocorre durante os primeiros meses de vida, mas não se prolonga além dos
três anos. Estas crianças não têm história familiar de atopia e têm um bom prognóstico;
O segundo tipo é a pieira não atópica em bébé, em idade pré-escolar, após uma infeção respiratória;
O terceiro tipo de asma na criança é a sibilância atópica persistente em crianças que continuam com
pieira após os 10 anos e têm alergias e hiperreatividade brônquica.
Muitas crianças têm uma evolução favorável com remissão espontânea na adolescência, mas pode surgir
novamente na idade adulta. Este tipo de asma no adulto é uma asma predominantemente alérgica.
Tipos de asma
A asma é uma doença heterogénea com diferentes processos subjacentes. O conjunto de características
demográficas, clínicas e/ou fisiopatológicas são frequentemente chamadas de fenótipos de asma. No
entanto, até à data, não foi estabelecida uma relação forte entre as características patológicas específicas
e os padrões clínicos específicos com a resposta ao tratamento. São necessárias mais pesquisas para que
a classificação fenotípica na asma tenha utilidade clínica.
A asma alérgica ou asma atópica é o fenótipo de asma mais facilmente reconhecido, que muitas vezes
começa na infância – (asma infantil), e está associada a história do passado e/ou familiar de doença
atópica, tal como o eczema, rinite alérgica ou alergia a alimentos ou medicamentos.
O exame da expectoração induzida desses doentes, antes do tratamento, muitas vezes, revela inflamação
eosinofílica das vias aéreas. Os doentes com este tipo da asma geralmente respondem bem ao
tratamento com corticosteróides inalados (popularmente denominados de “bomba para asma”).
Este tipo de asma também foi denominada de asma extrínseca. A divisão entre asma intrínseca e asma
extrínseca foi efectuada pela primeira vez em 1947 por Rakeman, no entanto, atualmente são termos que
caíram em desuso.
Alguns adultos têm asma que não está associada com a alergia. O perfil celular da expectoração desses
doentes pode ser neutrofílica, eosinofílica ou conter apenas algumas células inflamatórias. Os doentes
com asma não alérgica, muitas vezes, não respondem tão bem ao tratamento com corticosteróide
inalado. Este tipo de asma é também denominada asma intrínseca.
Alguns doentes com asma de longa data desenvolvem limitação fixa do fluxo aéreo, devida à inflamação
persistente e consequente “cicatrização” da parede das vias respiratórias.
Asma e obesidade
Alguns doentes obesos (excesso de peso) com asma têm sintomas respiratórios proeminentes e pouca
inflamação eosinofílica das vias aéreas.
Asma ocupacional
A asma ocupacional ou asma laboral, ou seja, adquirida no local de trabalho pode ser induzida ou (mais
frequentemente) agravada pela exposição a alérgenos ou outros agentes sensibilizadores no trabalho. A
rinite ocupacional pode preceder a asma um ano antes. Estima-se que 5-20% dos novos casos de asma de
início no adulto possa ser atribuído à exposição ocupacional. Deste modo, a asma de início na idade
adulta requer uma investigação sistemática da história profissional e exposições, incluindo hobbies.
Na asma ocupacional, os seus sintomas melhoram quando o doente está afastado do local de trabalho
(fins de semana ou férias). Isto é importante para confirmar o diagnóstico de asma ocupacional, pois pode
levar o doente a mudar a sua profissão, o que pode ter implicações legais e socioeconómicos.
Geralmente, é necessária a monitorização da função pulmonar no trabalho e afastado do mesmo para
confirmar o diagnóstico.
Asma induzida pelo exercício físico
Asma - sintomas
Mais de um sintoma (sibilos, falta de ar, tosse, aperto no peito), especialmente em adultos. Os
sibilos são popularmente denominados de “pieira”, “chiadeira”, “gatos”, “farfalheira”, entre
outros;
Os sintomas, muitas vezes, pioram à noite ou no início da manhã; daí ser muitas vezes
denominada por asma nocturna;
Os sintomas variam ao longo do tempo e de intensidade;
Os sintomas são desencadeados por infeções víricas (constipações), exercício físico, exposição a
alérgenos, mudanças no clima, risos e substâncias irritantes (fumo, poluição ou cheiros fortes).
Todavia, as características que a seguir apresentamos reduzem a probabilidade de que se tratem
de sintomas respiratórios associados à asma:
Tosse isolada, sem outros sintomas respiratórios;
Produção crónica de expectoração - a tosse asmática é caracteristicamente seca;
Falta de ar associada a tonturas, sensação de desmaio ou formigueiro nas mãos e nos pés
(parestesia). Esta situação associa-se mais a asma emocional ou crise histérica;
Dor no peito;
Dispneia induzida pelo exercício com a inspiração ruidosa (diferente da asma induzida pelo
exercício físico).
Asma - diagnóstico
Se possível, a espirometria de apoio diagnóstico de asma deve ser efetuada quando surgem os sintomas
iniciais, pois os sintomas de asma, de uma forma geral podem melhorar espontaneamente ou com
tratamento. Torna-se mais difícil confirmar o diagnóstico de asma quando o doente já iniciou o
tratamento.
A asma em idosos é de mais difícil diagnóstico devido à má percepção da limitação do fluxo aéreo. Além
disso, existe uma aceitação da dispneia como sendo “normal” na velhice, associada à redução da
atividade física. A presença de outras doenças também complica o diagnóstico, ou seja, os sintomas de
pieira, falta de ar e tosse que pioram no exercício ou à noite, podem ser causados por doença
cardiovascular ou insuficiência ventricular esquerda, que são comuns nesta faixa etária –
denominada asma cardíaca. Neste grupo etário, uma história clínica cuidadosa e um bom exame objetivo,
complementado com um Raio x (RX) de Tórax e um electrocardiograma (ECG), irão auxiliar o médico no
diagnóstico. Nesta faixa etária, a asma é muitas vezes confundida com a Doença Pulmonar Obstrutiva
crónica (DPOC).
Asma é contagiosa?
A asma não é contagiosa, ou seja, não se “pega” ou não é transmitida de pessoa para pessoa.
Embora não se verifique em todos os tipos de asma, um início de sintomas respiratórios na infância, uma
história de rinite alérgica ou eczema, ou uma história familiar de asma ou alergia, aumenta a
probabilidade de os sintomas respiratórios serem devidos a asma.
A classificação da gravidade da asma tem como base a frequência e a gravidade dos sintomas, a função
pulmonar antes de iniciar tratamento, e o nível de tratamento necessário para controlar a doença. A asma
é uma doença que quando mal medicada ou não tratada pode tornar-se muito grave em termos
sintomáticos e com um elevado risco de morte relacionado com a asma.
Perante uma asma não tratada, em que o doente já teve uma crise grave com necessidade de cuidados
intensivos, ou recorreu à urgência no último ano com agudização ou problemas psiquiátricos existe um
risco acrescido de ataque de asma fatal. Além das crises de asma as consequências de uma asma mal
controlada centram-se sobretudo na qualidade de vida, qualidade laboral, prática desportiva, no sono.
Uma das complicações da asma mal controlada por longos períodos e com múltiplas agudizações centra-
se no agravamento irreversível da função respiratória.
A asma não tem cura, apesar da asma ser uma doença crónica e poder cursar sem sintomas durante
longos períodos.
Asma - tratamento
Atualmente, o tratamento da asma é feito com base no controlo dos sintomas, necessidade de
tratamento com broncodilatadores em SOS (Beta 2 agonista de curta acção) e na melhoria da função
respiratória. Estes objetivos são atingidos quando se estabelece uma relação de equilíbrio entre a
prescrição dos fármacos pelo médico e a correção da sintomatologia e da função respiratória do doente.
Deste modo, o médico deve ajustar a terapêutica e os inaladores às preferências do doente, não devendo
o doente em caso algum automedicar-se, seguindo sempre o plano de ação efectuado pelo médico
especialista em pneumologia (pneumologista).
Nos doentes com poucos sintomas, boa função respiratória e sem risco de exacerbações, (asma leve ou
ligeira) o tratamento incide nos beta2 agonistas de curta acção em SOS.
O tratamento medicamentoso (medicamento ou remédio) com corticóides inalados em baixa dose (ICS) é
altamente eficaz na redução dos sintomas de asma, na prevenção de exacerbações, hospitalizações e
mortes relacionadas com a doença.
Nos doentes com sintomas persistentes e/ou exacerbações ainda que se esteja a efetuar tratamento com
corticoides inalados, deve tentar-se a resolução de problemas comuns, como a técnica de inalação, a
adesão ao tratamento, a exposição a alergenios persistente e comorbidades. (O refluxo
gastroesofágico pode desencadear agudizações de asma, sendo uma das causas de mau controlo da
doença. O mecanismo não está bem definido mas presume-se que a irritação da mucosa esofágica
condicione broncospasmo). Caso tal não se consiga, na asma de adultos e adolescentes, o tratamento
step-up preferido é o corticoide inalado em combinação beta2-agonista de ação prolongada (LABA). Nas
crianças 6-11 anos, o aumento da dose ICS é preferível à associação ICS/LABA.
No caso de existir um bom controlo da asma com recurso à medicação descrita anteriormente durante
cerca de 3 meses, pode tentar reduzir-se a dosagem dos medicamentos para tentar encontrar o mínimo
tratamento que controle os sintomas e as exacerbações. Por vezes, não é possível a correção de toda a
sintomatologia e o restabelecimento da função respiratória apesar da terapêutica (asma severa ou asma
grave) devendo, por isso, ser equacionados outros tipos de tratamentos.
É essencial um bom ensino no manuseamento dos inaladores (“bombas”) para que os medicamentos
sejam eficazes e identificar e tratar os fatores de risco modificáveis (por exemplo deixar de fumar).
A maior parte dos inaladores podem ser utilizados com segurança na gestação, sendo importante alertar
a grávida para o facto da asma na gravidez correr o risco de agravar (aproximadamente um terço). O
risco de uma crise asmática imediatamente após o parto é elevado.
Nas asmas alérgicas em que a evicção do alergénio é difícil pode ponderar-se o recurso a imunoterapia
(vacina para as alergias).
Existem vários sinónimos para uma asma agudizada ou agudização asmática: “ataque de asma” ou “crise
asmática”, são os mais utilizados.
As exacerbações de asma são uma causa frequente de emergência médica. Estes “ataques” ou “crises” de
asma são caracterizados por alguns sintomas como um aumento progressivo de dispneia (“falta de ar”),
tosse e pieira. Habitualmente, este agravamento decorre durante horas ou dias, mas por vezes é rápido e
requer tratamento imediato. As infeções respiratórias, especialmente virais e o contacto com alergénios
são as causas que habitualmente precipitam estas crises.
O tratamento de um “ataque ou crise de asma” tem por base a correção da causa subjacente
(eventualmente antibiótico no caso de infeção). Não devendo ser prescritos, por rotina,
broncodilatadores (?2 agonistas) e a redução da inflamação brônquica (corticosteroides). O tipo de
tratamento e a forma de o administrar vai depender da gravidade da exacerbação (endovenoso,
comprimidos, Xarope...). Apenas em situações muito graves deve ser utilizada a forma de aerossol por
nebulizadores.
Perante uma “crise de asma” o doente deve fazer o estipulado no plano de ação escrito efectuado pelo
seu médico pneumologista. Neste plano, deve constar o número de inalações de SOS e os sinais de alarme
para telefonar ou recorrer à consulta urgente.
Prevenção da asma
Sabe-se também que a exposição aos ácaros na infância se relaciona com um incremento em 5x do risco
de vir a ter asma.
A melhoria das condições de isolamento das casas contribui para um maior crescimento dos ácaros, daí
que o melhor “tratamento caseiro” ou natural, consista na construção de um ambiente o mais ”lavável” e
ventilado possível, reduzindo carpetes, bibelôs, peluches, colchas, entre outros, que não sejam passiveis
de ser lavadas a temperaturas elevadas frequentemente.
Os doentes com asma alérgica aos ácaros devem ter em conta que ambientes mais húmidos e a menor
altitude são mais favoráveis ao crescimento dos ácaros e consequentemente podem levar ao
agravamento dos sintomas.
Principais sintomas
O principal sintoma da epilepsia são as convulsões, também chamadas de crises
convulsivas, ocasionadas pela atividade anormal dos impulsos elétricos cerebrais,
que pode afetar todas as funções do corpo que são coordenadas pelo cérebro.
Geralmente, os sinais de que a pessoa vai ter ou está em crise convulsiva são:
Olhar fixo e vago, como se estivesse desligada do mundo;
Confusão mental;
Sensação de formigamento nos braços ou pernas;
Alteração na sensação de cheiros ou sabores;
Movimentos bruscos incontroláveis dos braços e pernas;
Tremores;
Rigidez no corpo;
Contrações dos músculos que pode causar mordida na língua;
Incontinência urinária;
Perda da consciência.
Normalmente, as crises convulsivas duram de 30 segundos a 5 minutos, porém
existem casos em que podem permanecer por até meia hora e nessas situações
pode ocorrer dano cerebral.
Além disso, os sintomas da crise epiléptica variam de acordo com o tipo de
convulsão, baseado em como a atividade cerebral anormal começa e, na maioria
dos casos, uma pessoa com epilepsia tende a ter o mesmo tipo de convulsão todas
as vezes. Saiba mais sobre os sintomas da epilepsia.
Tipos de epilepsia
A epilepsia pode ser classificada em alguns tipos de acordo com a área do cérebro
que tem os impulsos elétricos alterados e desencadeia a convulsão, sendo os
principais:
1. Epilepsia focal
A epilepsia focal ou parcial ocorre quando as convulsões são provocadas pela
atividade anormal em apenas uma área do cérebro, sendo chamadas de convulsões
focais ou parciais, e que podem ocorrer com ou sem perda de consciência e
provocar sintomas mais leves como sensação de formigamento da perna ou dos
braços, ou realizar movimentos repetitivos, como esfregar as mãos, mastigar, engolir
ou andar em círculos, por exemplo.
2. Epilepsia generalizada
A epilepsia generalizada provoca convulsões que ocorrem quando todas as áreas do
cérebro apresentam atividade elétrica anormal, podendo causar crise de ausência,
sendo muito comum na epilepsia infantil, e são caracterizadas por olhar fixo e vago,
ou movimentos corporais sutis, como piscar de olhos ou morder os lábios, e podem
causar uma breve perda de consciência.
Outros tipos de epilepsia generalizada são a epilepsia mioclônica, que geralmente
causa espasmos repentinos ou contrações dos braços e das pernas, e a epilepsia
tônica que causa o enrijecimento dos músculos das costas, braços e pernas e
podem fazer com que a pessoa caia no chão.
Além disso, quando a pessoa apresenta convulsões epilépticas generalizadas que
causam perda abrupta da consciência, enrijecimento do corpo, tremores
generalizados, perda do controle da bexiga ou mordida na língua, são chamadas de
epilepsia tônico-clônica e é considerada o tipo mais grave de epilepsia.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico da epilepsia é feito pelo neurologista, com base nos sintomas que a
pessoa apresentou durante uma crise convulsiva, no histórico clínico e através do
exame físico em que o médico faz testes de comportamento, habilidades motoras e
função mental.
Além disso, para determinar a causa das convulsões, o médico pode solicitar
exames de sangue para detectar a presença de infecções, doenças genéticas ou
outras condições como a diabetes, que podem estar associadas a convulsões, e
exames como eletroencefalograma, tomografia computadorizada, ressonância
magnética ou PET-CT que avaliam a atividade cerebral ou anormalidades no
cérebro.
Possíveis causas
A epilepsia pode afetar indivíduos de qualquer idade, incluindo bebês ou idosos e
pode ser causada por vários fatores como:
Fatores genéticos, pois pessoas com casos de epilepsia na família, têm
maior risco de desenvolver epilepsia também;
Traumatismo craniano após bater a cabeça em um acidentes de carro, por
exemplo;
Doenças neurológicas como Alzheimer, Síndrome de West ou Síndrome
Lennox- Gastaud;
Doenças cerebrais como AVC, cisto ou câncer no cérebro;
Baixos níveis de açúcar no sangue ou diminuição do cálcio ou magnésio;
Doenças infecciosas como a meningite, encefalite viral, neurocisticercose ou
HIV;
Lesão pré-natal, como malformação do cérebro durante a gestação ou dano
cerebral no nascimento por falta de oxigênio durante o parto;
Febre alta, principalmente em crianças.
Por vezes, a causa da epilepsia não é identificada e, neste caso, é chamada de
epilepsia idiopática e pode ser desencadeada por fatores como sons fortes, flashes
luminosos ou ficar muitas horas sem dormir, por exemplo.
Geralmente, a primeira crise convulsiva ocorre entre os 2 e os 14 anos de idade e,
no caso de crises convulsivas que ocorrem antes dos 2 anos estão relacionadas
com defeitos cerebrais, desequilíbrios químicos ou febres muito altas. Já as crises
convulsivas que começam após os 25 anos de idade são provavelmente decorrentes
de um traumatismo craniano, de um AVC ou tumor.
O que é Albinismo ?
Albinismo é o nome da doença que provoca alterações na produção de melanina, responsável
pela pigmentação e proteção da radiação solar, além de promover a pigmentação da pele,
cabelo e olhos.
As causas do Albinismo são genéticas, geralmente ocorre ausência de pigmentação, ou seja,
indivíduos muito brancos.
Quais são os Sintomas do Albinismo ?
Os Sintomas do Albinismo estão relacionados a falta de pigmentação na pele, cabelo e olhos. A
cor é determinada pela quantidade de melanina, em déficit no albinismo.
Em alguns casos, o Albinismo pode comprometer a visão, ocasionando movimentos irregulares
dos olhos, como, por exemplo, estrabismo, miopia, fotofobia, catarata, visão turva, entre outros.
Nos casos mais graves pode até mesmo desenvolver cegueira.
Albinismo tem cura ?
Albinismo não tem cura. Os Tratamentos para Albinismo são limitados, é doença genética.
Há abordagem multidisciplinar para tratar os sintomas como, oftalmologista e dermatologista que
devem acompanhar a evolução da doença.
A Rede D’Or possui hospitais espalhados por 6 estados brasileiros. Todas as instituições
possuem selos de qualidade nacionais e internacionais, como o que é oferecido pela
Organização Nacional de Acreditação (ONA), que são uma garantia de excelência no
atendimento hospitalar.
Ao todo, são mais de 80 mil médicos das mais diversas especialidades, disponíveis para auxiliar
no tratamento e no diagnóstico de condições diversas.
O que é Albinismo?
Albinismo é uma condição causada pela deficiência na produção de
melanina. Pessoas com esse problema apresentam a ausência de
pigmentação e, dependendo do grau, apresentam alterações até mesmo na
cor dos olhos e dos cabelos.
As cores da pele, dos olhos e dos cabelos são determinadas pela
quantidade de melanina produzida em nosso corpo. A melanina é um termo
genérico usado para designar toda uma classe de compostos poliméricos
que tem, como principais funções, garantir a pigmentação e a proteção da
pele contra a radiação solar. Quanto mais melanina uma pessoa tiver, mais
escura será sua pele e vice-e-versa.
Causas
O albinismo é causado por uma mutação genética. Diversos genes podem
estar envolvidos nas causas da doença, sendo que cada um destes fornece
instruções específicas para a produção de várias proteínas envolvidas na
produção de melanina.
Tipos
Os diferentes tipos de albinismo são classificados de acordo com os genes
que sofreram mutação. Eles podem incluir:
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Albinismo oculocutâneo
Este tipo de albinismo pode ser dividido em quatro subcategorias:
Síndrome Hermansky-Pudlak
A síndrome de Hermansky-Pudlak é um tipo raro albinismo, causado por
uma mutação em pelo menos um de oito genes diferentes. Curiosamente, a
doença é muito mais comum em países como Porto Rico, e é caracterizada
por sinais e sintomas muito semelhantes aos de pessoas com albinismo
oculocutâneo, mas também pode haver ocorrência de doenças pulmonares
e intestinais ou, ainda, um distúrbio hemorrágico.
Síndrome de Chediak-Higashi
A síndrome de Chediak-Higashi também é uma forma muito rara de
albinismo, associada a uma mutação no gene LYST, responsável pelo
transporte de enzimas aos lisossomos. Apresenta sinais e sintomas
semelhantes ao albinismo oculocutâneo. Além disso, o cabelo é geralmente
castanho ou loiro com um forte brilho prateado e a pele é geralmente
branca ou acinzentada. As pessoas com essa síndrome apresentam um
defeito nos glóbulos brancos do sangue, o que aumenta o risco de
infecções.
Sintomas
Sintomas de Albinismo
Os sinais e sintomas clássicos de albinismo são, geralmente, bastante
visíveis e aparentes, principalmente na pele, no cabelo e na cor dos olhos.
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Pele
Apesar de a cor da pele ser um dos fatores que mais comumente
contribuem para a identificação de uma pessoa com albinismo, ela pode
variar em diferentes tons, do branco ao marrom.
Cabelo
A cor do cabelo pode variar também, desde tons muito brancos até o
castanho – dependendo muito da quantidade de melanina produzida.
Pessoas com albinismo e que tenham ascendência africana ou asiática
podem apresentar cabelo louro, ruivo ou castanho. A cor do cabelo também
pode escurecer com o passar dos anos, conforme aumenta a produção de
melanina.
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Visão
O albinismo também costuma levar ao surgimento de sinais e sintomas
diretamente relacionados à visão, como o movimento rápido e involuntário
dos olhos, estrabismo, miopia, hipermiopia, fotofobia, astigmatismo, visão
turva e, muitas vezes, podendo levar até mesmo à cegueira.
Diagnóstico e Exames
Além, a ajuda médica é fundamental caso seu filho com albinismo também
apresenta hemorragias nasais, hematomas ou infecções crônicas. Esses
sinais podem indicar a ocorrência de casos mais raros de albinismo,
decorrentes de mutações genéticas raras.
NÃO PARE AGORA... TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE ;)
Na consulta médica
Especialistas que podem diagnosticar albinismo são:
Clínico geral
Dermatologista
Oftalmologista
Geneticista
Pediatra
O exame dos olhos incluirá uma avaliação bastante rigorosa, em que serão
procurados indícios de nistagmo, estrabismo e fotofobia. O médico também
poderá fazer uso de um dispositivo para inspecionar a retina e determinar
se existem sinais de desenvolvimento anormal.
Tratamento e Cuidados
Tratamento de Albinismo
O albinismo é uma desordem genética, por isso o tratamento é bastante
limitado. O atendimento oftalmológico adequado e o acompanhamento de
sinais na pele são úteis para detectar possíveis anormalidades que possam,
eventualmente, levar a problemas de saúde para a criança.
Além disso, o médico deverá realizar uma avaliação anual da pele para
detectar a tempo indícios do surgimento de lesões que possam levar
ao câncer de pele – uma das principais complicações do albinismo.
Convivendo (prognóstico)
Convivendo/ Prognóstico
Pacientes devem tomar uma série de medidas de autocuidado para evitar
complicações decorrentes de albinismo. Contudo, é importante ressaltar
que o uso de filtros solar é essencial para pessoas com albinismo.
Complicações possíveis
A principal complicação clínica de albinismo é o câncer de pele.
Normalmente, quanto menor a quantidade de melanina produzida pelo
corpo, mais altas são as chances de uma pessoa desenvolver este tipo de
câncer.
Prevenção
Prevenção
Por se tratar de uma doença genética e hereditária, não há métodos
conhecidos. No entanto, existem métodos de prevenir a recorrência uma
vez já diagnosticado, e o mais importante é a consulta com médico
geneticista para realização de aconselhamento genético.
Sindrme
Diagnóstico
Olhos amendoados
Rosto arredondado
Mãos menores com dedos mais curtos
Prega palmar
Orelhas pequenas
Dificuldades motoras
Língua protusa (para fora da boca)
Estatura baixa
Doenças cardíacas
Comprometimento intelectual
Você sabia?
Estima-se que existam cerca de 270 mil pessoas com Síndrome de Down no Brasil. E a
cada 700 nascimentos, 1 bebê nasce com Síndrome de Down.
Atualmente, as Casas André Luiz atende a 1.600 pacientes com deficiência intelectual
em seus vários aspectos de comprometimento: leve, moderado, grave e profundo
com ou sem deficiência física associada. As crianças com Síndrome de Down são uma
parte pequena entre nossos atendidos.
Projeto da TV Mundo Maior teve programa apresentado por pacientes com Síndrome de Down.
Rosto arredondado;
Olhos amendoados;
Baixa estatura;
Distúrbios do sono;
Obesidade;
Distúrbios da tireoide;
Doenças como leucemia, Alzheimer, doença cardíaca estrutural (cardiopatia
congênita) e diabetes;
O Dia
Internaciona
l da
Síndrome de
Down é
celebrado
em 21 de
março. Esse
dia foi criado
com o
objetivo de
conscientizar
a população
sobre
inclusão,
defesa dos
direitos e
bem-estar
dos
portadores
da síndrome.
Por Helivania Sardinha dos Santos
A Síndrome do Alcoolismo Fetal engloba uma série de defeitos inatos à criança,
que ocorre quando a mãe consome álcool durante a gestação. Essa condição pode
causar danos cerebrais e problemas de crescimento que não podem ser revertidos.
Não existe quantidade de álcool segura para o bebê durante gravidez. O consumo
de qualquer bebida alcoólica pela mãe durante a gestação coloca a criança em risco
de ter a síndrome e precisar lidar com as suas consequências durante toda a vida.
Neste artigo, você saberá mais sobre a Síndrome do Alcoolismo Fetal, seus
sintomas e como evitá-la. Continue lendo!
Quanto mais bebidas alcoólicas uma grávida consumir, maiores são os riscos para o
bebê. Entretanto, qualquer quantidade já é arriscada, inclusive nos primeiros dias de
gestação, quado a mãe pode ainda não saber sobre a gravidez. No primeiro
trimestre, o feto está desenvolvendo a sua face, coração, ossos, sistema nervoso
central e outros órgãos importantes para o funcionamento do corpo e que podem ser
prejudicados pelo álcool.
Defeitos físicos:
dificuldades na escola;
problemas de relacionamento com outras pessoas;
impulsividade;
dificuldades para planejar e trabalhar para atingir metas.
Mulheres que convivem com o alcoolismo e desejam ser mães devem buscar ajuda
médica antes da gravidez, para que sejam tratadas antes da gestação e evitem o
aparecimento da Síndrome do Alcoolismo Fetal no bebê.
Tratamento
Não existe tratamento específico. Entretanto os cuidados gerais tomados com
crianças apresentando SAF são capazes de minimizar os danos da doença. O
diagnóstico precoce é de extrema importância para que melhores resultados sejam
obtidos.
O que é:
A síndrome do alcoolismo fetal, também conhecida como síndrome alcoólica fetal,
acontece quando a mulher consome bebidas alcoólicas em excesso durante a
gravidez, resultando em atraso no desenvolvimento físico e mental no bebê.
O álcool passa pela placenta e chega até o feto causando alterações no sistema
nervoso central do bebê, que não podem ser revertidos, além de afetar gravemente
os seus órgãos, gerando consequências como os problemas físicos e emocionais,
problemas cognitivos e comportamentais.
Geralmente, os recém-nascidos com síndrome do alcoolismo fetal são pequenos
para a idade gestacional e apresentam algumas características como
microcefalia, lábio superior fino e nariz curto, além de alterações de comportamento
cognitivo e psicossocial e retardo mental.
A síndrome do alcoolismo fetal (SAF) não tem cura mas podem ser utilizados
recursos como a fisioterapia, remédios ou cirurgia para diminuir ou tratar alguns
problemas, como doenças cardíacas, hiperatividade ou falta de memória, quando
estas encontram-se presentes.