ENGENHARIA DE AUTOMAÇÃO
REDES INDUSTRIAIS
AS-INTERFACE
Professor: Antonio de Pádua Martins da Silva
Recife – 2021.2
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
✓ A partir da Revolução Industrial, surgiu a necessidade de
ter um controle centralizado, flexível barato e automático
✓ Para automatizar as linhas de processos contínuos (
indústria de processo) e as linhas de processos discretos (
indústria de manufatura), surgiram os Controladores
Lógicos Programáveis e as redes de chão de fábrica, ou
fildbuses.
✓ Cada tipo de rede industrial possui a sua particularidade e
suas características específicas para o controle das
informações industriais
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
✓ As redes industriais surgiram para dar mais flexibilidade
ao processo de controle industrial, permitindo expansões
futuras e tornando-o mais acessível se comparado ao
sistema centralizado (com PLC)
✓ Atualmente, existe alguns padrões diferentes de redes
industriais no mercado como:
• AS-I;
• DeviceNet
• PROFIBUS
• FieldBus Foundation
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
✓ Dentre as redes existentes, a AS-I (Actuador Sensor-
Interface) é a de menor custo para ser instalada e uma
das mais simples de ser operada e programada pelo
usuário.
Redes Industriais : AS-I
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
As redes industriais possuem muitas vantagens sobre o
sistema convencional, principalmente no nível físico, o que
resulta em baixo custo de implantação e manutenção.
• Menor quantidade de material: Cabos, canaletas,
suportes.
• Menor mão de obra: hora/homem ( instalação e
manutenção)
• Menor número de dispositivos: módulos de entradas e
saída
• Maior capacidade de I/Os: número de pontos por porta no
PLC.
• Maior flexibilidade para expansões futuras.
• Maior interconectividade: Pode-se conectar a outras redes
por meio de conversores de rede (gateway).
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Geralmente a rede AS-I é interligada a outra rede de nível
hierárquico superior para aumentar a quantidade e a
velocidade das informações trafegadas no sistema.
A figura ilustra a pirâmide da automação, comparando os
diferentes tipos de redes industriais e suas ligações.
Redes Industriais : AS-I
INTRODUÇÃO:
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
A rede AS-I tem como característica principal trafegar
informações de natureza discreta, ou seja, dados
provenientes de sensores e de atuadores ON/OFF.
Nesta rede industrial o mestre faz a varredura das
informações de entrada, executa o software de aplicação do
usuário e atualiza as informações de saída.
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
As principais características dessa rede são:
A alimentação e a comunicação são trafegadas no mesmo
par de fios, uma sobreposta a outra.
Permite derivações a qualquer momento, inclusive com a
rede energizada.
Permite montagem em varias topologias (Topologia de rede:
modo de ligar, fisicamente, os diversos elementos da rede)
como estrela, linear ou árvore.
Permite, no máximo, quatro bits de informações de I/O,
podendo ser bidirecionais ( quatro entradas + quatro saídas)
Opera com taxa de transmissão (velocidade em que a rede
atualiza as suas informações no barramento) fixa, em 167,5
kbps;
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
Possui três versões distintas: versão 1 ( chamada de AS-I
2.0), versão 2 (chamada AS-I 2.1) e versão 3 (chamada de
AS-I 3.0).
A impedância da rede AS-I varia entre 70 ohms e 140 ohms
para a taxa de transmissão de 167,5 kbps.
O tempo de resposta máximo pode chegar a 5 ms (para a
versão 2.0), 10 ms (para versão 2.1) e 20 ms (para a versão
3.0), caso a rede esteja com todos os escravos sendo
utilizados.
O comprimento máximo da rede é de 100 metros por trecho,
independente da versão em que está operando
Redes Industriais : AS-I
Tecnologia AS-Interface:
Pode consumir em toda a rede no máximo 4 A, em função da
queda de tensão, que deve ser no máximo de 4 Vdc.
É possível instalar até dois repetidores para aumentar a
distância e chegar até 300 metros de cabo.
Existem terminadores ( casadores de impedância )para a
rede AS-I que podem alcançar distância de até 600 metros,
utilizando os repetidores ( ou extensores ).
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Tecnologia AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Elementos da AS-Interface:
A rede AS-I é, composta por:
✓ Controladores (mestres), contendo software de
configuração e programação da rede;
✓ Escravos ( sensores, atuadores e módulos de I/O);
✓ Cabo AS-I;
✓ Fonte AS-I.
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Elementos da AS-Interface:
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Elementos da AS-Interface:
Há itens que podem ser inseridos dependendo da
necessidade da aplicação do usuário, como:
✓ Conversores de protocolos (gateways);
✓ Repetidores;
✓ Terminadores (Ou casadores de impedância);
✓ Derivadores
✓ Expansores de fonte ( quando a fonte não é legítima para
a rede AS-I).
Redes Industriais : AS-I
Benefícios e Limitações do AS-Interface:
A rede AS-I possui algumas vantagens:
✓ Economia de hardware ( somente um cabo na rede);
✓ Um mestre em lugar de vários cartões de I/O;
✓ Instalações simples e segura com menos conexões ( a
alimentação trafega junto com a comunicação);
✓ Baixo tempo de manutenção;
✓ Fácil operação e monitoramento;
✓ Menor custo na instalação
✓ Único cabo na rede
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Benefícios e Limitações do AS-Interface:
A rede AS-I possui algumas vantagens:
✓ Padrão internacional aberto – norma europeia EM 50295
ou internacional IEC 62026-2).
Redes Industriais : AS-I
Benefícios e Limitações do AS-Interface:
As limitações do AS-Interface são:
✓ As informações trafegadas na rede AS-I são limitadas a
quatro bits de entrada e/ou quatro bits de saída por
escravo, que podem ser trafegados a cada ciclo de
varredura.
✓ Máximo de 31 escravos para a versão 2.0, 62 para a
versão 2.1 e 62 para a versão 3.0.
✓ A transferência de informações dos escravos pode ser
feita via mestre da rede;
✓ Comprimento limitado até 100 metros sem repetidor, 300
metros com repetidor e 600 metros com terminador
repetidor;
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Mestre AS-Interface:
O mestre AS-I é o dispositivo que gerencia a rede, que pode
ser uma placa para PC, um módulo Scanner ( cartão para
PLC) ou Mini-PLC.
Ele possui vários recursos, como:
Monitoração dos escravos;
Endereçamento automático e manual dos escravos;
Detecção de erro com alarme;
Interpretação de mensagem de erro.
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Mestre AS-Interface:
O programa aplicativo permanece armazenado no mestre e é
editado em um software gerenciador de rede.
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Gateway AS-Interface:
O gateway é um adaptador de protocolos e serve para ligar a
rede AS-I a redes de nível mais alto do tipo DeviceNet ou
PROFIBUS DP.
Esse dispositivo é um nó da rede de maior nível.
Redes Industriais : AS-I
Endereçamento no AS-Interface:
Os escravos da rede AS-I devem ser endereçados entre 1 e
31 (ou entre 1A e 31B nas versões 2.1 e 3.0)
Esse endereçamento pode ser feito de três maneiras, endo
pelo mestre de rede ( quando houver tal opção), pelo
software de gerenciamento e programação da rede ou por
um endereçador externo.
O endereçador externo é um dispositivo que permite alterar
os endereços dos escravos na rede AS-I de forma manual.
O endereçador é conhecido popularmente como multímetro
ou alicate para rede AS-I
Redes Industriais : AS-I
Endereçamento no AS-Interface:
Seus principais comandos estão listados a seguir:
Lesen/Ein (Adr): Liga, faz a leitura do endereço do escravo.
Adresse (+): Incrementa o endereço.
Andresse (-): Decrementa o endereço
Programmieren (Prg): Grava o endereço escolhido
Adr + Prg: Grava o endereço 0.
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Endereçamento no AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Endereçamento no AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Escravo AS-Interface:
O escravo é um dispositivo que transfere suas informações
de entrada para o mestre e por si só não tem autonomia para
alterar os estados de saída, tornando-se dependente da rede
para acioná-las.
Os escravos podem ser:
Sensores
Atuadores
Módulos de Entrada
Módulo de saída
Módulos de entrada e saída
Redes Industriais : AS-I
Escravo AS-Interface:
O escravo possui internamente um microcontrolador ( chip
AS-I ), que é alimentado pelo mesmo par de fios da
comunicação e possui 8 bits de informação.
Permite transferir uma informação proveniente de uma
entrada de sensor ou acionar um relé para acionamento de
uma solenoide.
O chip AS-I é alimentado com 30,5 Vdc e regula 24 Vdc para
os periféricos.
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Escravo AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Escravo AS-Interface:
O escravo AS-I possui uma memória não volátil, EEPROM,
que armazena informações permanentes dos dispositivos,
como endereçamento, configurações e parametrizações.
No momento em que o escravo é ligado à rede, o mestre
verifica se as informações que estão na EEPROM são iguais
às do programa aplicativo. Se não forem, o mestre acusa um
erro de configuração.
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Escravo AS-Interface:
O endereço é um código de acesso que identifica o escravo
dentro da rede. Ele é gravado na memória EEPROM com “00”
( default) e pode ser alterado pelo mestre, pelo programa
aplicativo ou pelo endereçador manual.
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Escravo AS-Interface:
O endereço é um código de acesso que identifica o escravo
dentro da rede. Ele é gravado na memória EEPROM com “00”
( default) e pode ser alterado pelo mestre, pelo programa
aplicativo ou pelo endereçador manual.
Redes Industriais : AS-I
Fonte de Alimentação para AS-Interface:
A fonte deve ser regulada com valores e tensão entre 26,5
Vdc e 31,6 Vdc, sendo protegida contra sobrecargas e curto-
circuito.
Ela pode ser instalada em qualquer parte da rede, mas de
preferência próximo ao ponto de maior consumo de corrente
para evitar queda de tensão na linha.
Acoplado à saída da fonte de alimentação deve-se ter um
conjunto de indutores com função de isolar a fonte do sinal
de comunicação e assim preservar a integridade do sinal
trafegado pela rede.
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Fonte de Alimentação para AS-Interface:
A figura ilustra o esquema de ligação da fonte AS-I de modo
genérico e, em seguida, utilizando um expansor de fonte
externo à fonte de alimentação comum de 30,5 Vdc.
Expansor de Fonte: Elemento passivo na rede AS-I( não faz
parte da rede) que apenas interliga uma fonte normal à rede
AS-I.
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Fonte de Alimentação para AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Fonte de Alimentação para AS-Interface:
Redes Industriais : AS-I
Fonte de Alimentação para AS-Interface:
Existem duas opções de fonte disponíveis e normalizadas
pela Associação AS-I. São elas:
A fonte legítima para a rede AS-I, cujos indutores estão
internamente montados da fonte. Geralmente, essa fonte
específica possui menor amperagem do que uma fonte
comum ( até 3 A de fornecimento).
Fonte comum com um expansor de fonte separado. O
expansor de fonte é um elemento que serve apenas para
desacoplar o sinal AC do DC na rede ( isolação) , sendo um
elemento passivo ( sem endereço), separado da rede.
Internamente, possui apenas as bobinas de desacoplamento
do sinal.
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Fonte de Alimentação para AS-Interface:
Essa opção, normalmente, provê mais corrente do que a
primeira ( com fonte legítima AS-I), geralmente até 8ª,
porém é necessário ter dois elementos separados na rede (
fonte e expansor), o que pode encarecer o custo de
instalação da rede e possíveis problemas de manutenção
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Cabeamento AS-Interface:
O barramento de comunicação da rede AS-I é um cabo
perfilado ( contra inversão de polaridade), não blindado com
dois fios, o qual trafega as informações e a alimentação para
os escravos da rede.
Pode ser utilizado no formato de cabo redondo ou Flat (
amarelo ou yellow cable), dispensando malha de
aterramento.
O cabo flat é de borracha regenerativa para furos e tem
formato especial que evita a inversão de polaridade,
possuindo classe de proteção IP-65.
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Cabeamento AS-Interface:
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Cabeamento AS-Interface:
O cabo AS-I possui as seguintes características elétricas:
resistividade menor que 0,09 ohms/metro, indutância entre
400 nH/metro e 1300 nH/metro, capacitância menor do que
80 pF/metro e impedância entre 70 ohms e 140 ohms, para
a taxa de transmissão de 167,5 Kpbs.
Área de seção transversal: 2 x 1,5 mm2
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Comunicação:
A comunicação é a transferência de informações, a partir do
meio físico ( cabo, de parâmetros e de sinais de controle
provenientes do mestre para os escravos e do escravo para o
mestre.
A rede AS-I é muito rápida se comparada com as demais,
pois seu tempo de resposta com os 31 escravos é de
aproximadamente 5 ms (e 10 ms para a versão 2.1).
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Comunicação:
O método de acesso entre mestre-escravo é do tipo Cyclic
Polling, que consiste em um chamado do mestre, uma pausa,
a resposta do escravo e uma nova pausa.
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Comunicação:
O método de acesso entre mestre-escravo é do tipo cíclico,
ou seja, o mestre transmite ciclicamente suas informações e
o escravo irá recebe-las somente quando tiver a permissão (
ou token).
A comunicação e a alimentação trafegam pelo mesmo par de
fios. Isso é possível devido ao fato de o sinal de comunicação
ser sobreposto ao de alimentação por meio da modulação
Manchester.
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Comunicação:
Redes Industriais : AS-I
Comunicação:
A modulação é uma adaptação do sinal ao meio em que será
transmitido, sendo necessária também a demodulação na
parte receptora.
A informação digital sofre três processos antes de ser
transmitida:
✓ Montagem do telegrama;
✓ Codificação Manchester;
✓ Modulação APM ( Alternating Pulse |Modulation)
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Comunicação:
O telegrama é um pacote de informações que possui duas
formas e varia de acordo com o sentido de transmissão (
sentido mestre-escravo ou escravo-mestre).
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Comunicação:
Redes Industriais : AS-I
Comunicação:
Redes Industriais : AS-I
Comunicação:
A codificação Manchester é um código de linha que tenta
manter a integridade da informação. Evita uma sequência
longa do mesmo bit, coibindo a perda de sincronismo da
rede.
Consiste em substituir o sinal gerado pela fonte geradora o
bit ‘0’ por ‘10’ e ‘1’ por’01’.
O sinal codificado é modulado em amplitude (APM), em que
o sinal é convertido em variações de fase de um sinal
analógico.
O sinal analógico é concentrado em uma banda estreita para
evitar interferências eletromagnéticas
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Comunicação:
Redes Industriais : AS-I
Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
Atualmente, a versão 2.0 da rede AS-I esta em desuso.
Com a necessidade de aumentar o número de escravos da
rede, surgiu a versão 2.1.
Essa versão (lançada comercialmente em 2004) aumenta o
número de escravos de 31 para 62 ( tendo escravos com
endereços decimais e variando em A e B).
Para isso, houve a necessidade de aumentar o tempo de ciclo
da rede e retirar um bit de saída para fazer a distinção entre
A e B.
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Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
Recentemente foi lançada a versão ASI-5 ( quarta versão da
rede AS-I)
O termo ASI-5 será utilizado para não confundir a versão
mais nova da rede com o concito de indústria 4.0.
Essa versão possui algumas características especiais, tais
como:
✓ Aumento do número de escravos na rede
✓ Aumento da quantidade de I/Os por escravo na rede
✓ Possibilidade de conexão de I/Os analógicos na rede
✓ Tempo de varredura menor ( rede mais rápida)
✓ Possibilidade de configuração dos I/Os de forma remota.
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Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
A versão ASI-5 pode conectar até 96 dispositivos escravos
distintos na rede, possui tempo de ciclo de 1,27 ms e a
possibilidade de conexão de sensores analógicos.
A estrutura física da rede ( fonte de alimentação, cabos,
conectores, derivadores, entre outros) não se altera em
relação às versões anteriores, sendo totalmente compatível.
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Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
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Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
Redes Industriais : AS-I
Versões 2.0, 2.1 e 3.0:
Obrigado!