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Abduzida: O Encontro de Roselyne Cole

Rose C., uma jovem mãe francesa, relata ter sido abduzida por extraterrestres em 1952. Ela diz ter encontrado três humanóides gigantes que pediram livros e falaram sobre a Terra ter sido usada no passado como planeta prisão. Rose ficou assustada, mas recusou a oferta deles para deixar a Terra. No dia seguinte, ela encontrou sinais do encontro, incluindo livros que sumiram. Sua história foi publicada, mas estudiosos a classificaram como uma "impostura genial".

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Lygia Cabus
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Abduzida: O Encontro de Roselyne Cole

Rose C., uma jovem mãe francesa, relata ter sido abduzida por extraterrestres em 1952. Ela diz ter encontrado três humanóides gigantes que pediram livros e falaram sobre a Terra ter sido usada no passado como planeta prisão. Rose ficou assustada, mas recusou a oferta deles para deixar a Terra. No dia seguinte, ela encontrou sinais do encontro, incluindo livros que sumiram. Sua história foi publicada, mas estudiosos a classificaram como uma "impostura genial".

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Há milhares de anos atrás, o bucólico planeta azul, era o lugar mais temido da

galáxia...

TERRA, PLANETA PRISÃO


O CASO DE ROSELYNE COLE

Aconteceu em 10 de abril 1952. Em Nimes, na época, uma cidade pequena do sul da


França, Rose C... (Roselyne Colle) 24 anos, deixou os filhos com os pais e saiu.
Ela ia até uma uma velha casa da família, uma herdade abandonada na paisagem do
cerrado mediterrâneo, repleta de formações rochosas e pequenas árvores e arbustos,
perdida no meio do nada.

Pretendia recolher ali o enchimento de lã um colchão velho, que agora seria útil.
Estava acompanhada por dois cães, uma precaução para o caso de ser surpreendida por
algum bandido que rondasse a região. O lugar, um tanto distante, aconselhava que
Rose dormisse lá mesmo para não ser apanhada pelo anoitecer no caminho de volta. E
ela dormiu. Porém, no meio da noite, despertou com os latidos intermitentes dos
cães.

Armou-se, então, com um bastão encontrado às pressas apenas por via das dúvidas.
Levava também uma lanterna.

Ela acreditava que eram apenas coelhos atraindo o interesse dos dos cachorros mas,
saindo da casa, logo percebeu que havia um homem espreitando o lugar. Vendo-se
descoberto, ele deu uma explicação, no mínimo, muito estranha: estava ali apenas
guiando dois curiosos turistas interestelares.

Rose não compreendeu e começou a sentir muito medo. Neste momento, foi agarrada por
trás e suspensa no ar pelo pescoço viu que seu captor usava uma bizarra vestimenta
verde que lembrava uma roupa de mergulho. Ele aparentava ter uns 60 anos,
extremamente alto, devia ter cerca de 2 metros e meio, e sua mão enorme enlaçava
facilmente o pescoço da jovem.

O intruso explicou que aquele gigante, seu companheiro de viagem, estava tão
assustado com ela quanto ela estava assustada com ele. Mas não era necessário
temer, eles estavam ali apenas para recolher alguns livros. Seu objetivo era apenas
estudar a evolução dessa curiosa espécie que são os seres humanos.

Ela não podia acreditar. Surgiu então um terceiro humanóide, um pouco mais baixo
mas que tinha uma atitude de chefe do grupo. Em sua testa, havia um objeto
brilhante, como uma jóia; e para provar a veracidade de TAIS AFIRMAÇÕES, fez
flutuar algumas rochas.

Uma das pedras foi arremessada violentamente contra a porta da casa mas... deteve-
se antes do choque e desmaterializou-se, desfez-se no ar, sem causar danos. Neste
momento, Rose percebeu, levitando a poucos metros dela uma estrutura aparentemente
feita de aço - uma nave cilíndrica. Não teve mais dúvidas: estava diante de
extraterrestres.

Ela conseguia apenas balbuciar um pedido de explicação. O homem, disse - ENTÃO -


que tinha sido abduzido aos 25 anos pelos alienígenas. Desde então, vinte anos
haviam passado e não envelhecera nem um só dia. Eram visitantes - pesquisadores.
Queriam saber até onde os homens podiam chegar em sua marcha de destruição do
planeta, especialmente depois das explosões das bombas no Japão, em Hiroshima e
Nagasaki.

E disse mais: há muitas eras atrás, aqueles alienígenas tinham escolhido a Terra
para servir de exílio, uma espécie de globo de isolamento para onde enviavam seus
criminosos.
Aqui, neste planeta, os marginais eram abandonados à sua própria sorte, tinham de
cuidar de si mesmos desprovidos de qualquer recurso tecnológico. Seu
desenvolvimento, ou melhor - sua involução, depois de longo tempo, tinha resultado
na espécie humana que habitava o globo naquele momento.

Como se não bastasse, o intruso fez, ainda outras surpreendentes revelações: a Lua
seria, na verdade, um satélite implantado, um corpo celeste capturado pelos pelos
gigantes em outro ponto do espaço e por eles colocado na órbita da Terra com um
propósito meramente ecológico; segundo o monitoramento dos extraterrestres, a cada
12 mil anos a Terra sofria um cataclismo causado pela estupidez dos Homens (a essa
altura, eu - Lady Lee ficaria desconfiada dessa conversa mole satanista).

Rose estava perplexa. Finalmente, o homem, que agia como espécie de guia ou
embaixador do outro mundo, ofereceu a ela a oportunidade de deixar a Terra e seguir
com os alienígenas em sua viagem de volta ao planeta de origem.

Diante da oferta inesperada, ela pensou nos filhos, nos pais e foi assim que os
visitantes demonstraram que tinham capacidade telepática: pediram ao guia
perguntasse que eram aquelas pessoas na mente dela, as crianças e os velhos.

Ela ficou. Eles se foram. Na manhã seguinte, Rose acordou desejando que tudo
tivesse sido apenas um sonho mau. Mas os vestígios diante de seus olhos diziam o
oposto. Na biblioteca, as estantes estavam vazias. Todos os livros tinham
desaparecido.

Os cães, com o rabo entre as pernas e as orelhas baixas, pareciam paralisados


próximos ao lugar onde a nave tinha estado estacionada. Enfim, olhando as próprias
mãos, ela percebeu com horror que o contato físico com os extraterrestres tinha
deixado uma marca: um de seus dedos, o anular, tinha crescido, fato que ela
registrou em uma fotografia tirada pouco depois do insólito incidente.

* Roselyne Colle publicou um livro sobre sua experiência. C. Rose. "Rencontre avec
les Extra-terrestres". France: Editions du Rocher, 1979. Sua história foi
contestada por estudiosos que classificaram a narrativa como uma "impostura
genial".

SE VOCÊ OUVIU MAIS QUE VIU ESTE RELATO ATÉ O FIM, SE CHEGOU ATÉ AQUI - SAIBA QUE O
OBJETIVO DESTA SÉRIE É CONTAR HISTÓRIAS, DISPONIBILIZAR AUDIOBOOKS, LONGOS OU NÃO.
O PROPÓSITO É PROPORCIONAR À SUA MENTE UM REPOUSO EM MEIO AOS RUÍDOS PERTURBADORES
DAS NOTÍCIAS HORROROSAS DO DIA A DIA. VOCÊ PODE DORMIR OUVINDO ESTE AUDIO E SE ISSO
ACONTECER SERÁ UM RESULTADO EXCELENTE. AS IMAGENS DESTA PEÇA SÃO MERAMENTE
ASSESSÓRIAS. VOCÊ PODE ASSISTIR OU NÃO. MAIS QUE UM PRODUTO, A NOVA PLAYLIST DE
AUDIOS SOFA DA SALA - REALIDADE FANTÁSTICA, PRETENDE SER UM SERVIÇO OFERECIDO A
TODOS AQUELES QUE PRESTIGIAM ESTE PEQUENO CANAL. SE VOCÊ AINDA NÃO SABE, MEU NOME,
GERALMENTE, É LYGIA CABUS, é O QUE CONSTA NO RG MAS , EVENTUALMENTE, EU POSSO SER
JACK, ADRIAN, LADY LEE, MEU COELHO DE PELÚCIA OU QUALQUER OUTRA PERSONA QUE AFLORE
DURANTE UM TRABALHO. AFINAL, ALÉM DE ESCRITORA E JORNALISTA, ANTES DE TUDO EU SOU
UMA ATRIZ, APOSENTADA MAS SEMPRE ATRIZ.
O TEXTO DA REPORTAGEM ORIGINAL COM TODAS AS SUAS FONTES TRADUZIDAS DE UM ARQUIVO
FRANCÊS QUE NÃO EXISTE MAIS, VOCÊ ENCONTRA NO BLOG SOFADASALA. OBRIGADA PELA SUA
AUDIÊNCIA E ATÉ A PRÓXIMA.

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O caso Rose C: a grande farsa.

Aos 24, Rose C. é uma jovem mãe divorciada de uma menina de 4 anos que mora com o
pai em um bairro tranquilo nos subúrbios de Nîmes. Na noite de 10 ou 11 de abril de
1952, Rose C. se viu no meio do cerrado, no labirinto da família, onde viera buscar
algumas coisas que lhe permitissem dar à sua filha em crescimento uma "cama de
ampla". Sua história foi publicada no Rencontre avec les extraterrestres, publicado
em 1979 pela Editions du Rocher.

O caso Rose C: a grande farsa. RoseCover1

Rose é acordada pelos rosnados de seus cachorros. Empolgados com alguma coisa lá
fora, eles arranham a porta, querem sair. Rose abre uma fresta, os deixa ir então,
não os vendo voltar, decide segui-los. É à procura deles que ficará deslumbrada com
"um lampejo de luz branca". Após o "flash", ela se surpreende ao encontrar um homem
na sua frente que fala com ela. A este primeiro encontro será adicionado aquele com
três "gigantes" de cerca de 2,35 metros. Todos os quatro pedem livros a ele.
Quaisquer livros ... Ela lhes dará livros e jornais antigos, alguns espécimes de
moedas e notas contemporâneas. Assustada, Rose ainda fica curiosa diante desses
visitantes e eles a informam que vêm das estrelas. Ela também vê uma enorme
embarcação cinza fosca,

Ao longo da discussão, a pessoa de tamanho normal revela a ele que na verdade ele
seria o único terráqueo no grupo. Ele até teria nacionalidade francesa, mas viveu
com extraterrestres por 20 anos. Além disso, em seu mundo, o tempo não passaria de
maneira semelhante ao do nosso planeta. Quando ele convida Rose C. a seguir o mesmo
caminho que ele, ela se recusa, pensando na família que seria obrigada a abandonar.

Informam também que vieram à Terra para coletar amostras de plantas, rochas e
outros materiais com o objetivo de estudar as consequências das explosões atômicas
no meio ambiente planetário. Eles parecem muito preocupados com o nosso futuro,
visto que “Tudo o que você tem na Terra, nós também temos”: tudo teria sido trazido
por seus ancestrais distantes [1]. É assim que aprendemos que a Terra foi
terraformada [2] e que a vida foi introduzida nela por essas entidades. Os homens
de hoje também descendem deles, mas, "ao longo das gerações, tudo encolheu" no
nosso planeta. Podemos notar de passagem que a evolução humana parece provar o
contrário: somos maiores do que nossos ancestrais distantes, cujos vestígios
encontramos na forma de um esqueleto, por exemplo.

Rose C. também aprendeu os motivos da terraformação do globo: os extraterrestres


precisariam de um planeta penitenciário para deportar para lá, após amputação de
parte de seus conhecimentos, criminosos de toda espécie. Seríamos, portanto, como
muitos australianos, descendentes de prisioneiros. Pelo menos um outro mundo
habitado existiria nas estrelas. Seria povoado por "homenzinhos" especialistas em
miniaturização! Os alienígenas de Rose C. também não parecem desprovidos de todo
talento no reino da tecnologia. Ela diz que teria assistido, sem sempre entender o
motivo, a demonstrações de telecinesia, teletransporte ou "perda de tempo" [3].
Finalmente, quando o "disco" decola, percebe-se um mínimo de ruído, um pouco como o
zumbido de uma ventoinha.

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Algumas das informações podem parecer vagamente perturbadoras. Os visitantes, ao


longo da conversa, demonstram um grande respeito pela vida em todas as suas formas
(mesmo a dos ratos que invadiam o armário onde os livros e revistas estavam
guardados). Rose C. é assim avisada: “A cada 12.000 anos mais ou menos, vocês
(terráqueos) desencadeiam um cataclismo com suas experiências! Esta é uma tentativa
de aviso? Esta frase se junta às teorias desenvolvidas em meados da década de 1990
por Graham Hancock em "The Footprint of the Gods". Ele também remonta a este
período, a última grande destruição que a humanidade teria que sofrer.

Rose C. costumava negar qualquer ideia de que, após essa experiência, ela se sentiu
missionária de alguma forma. No entanto, a história que ela contará de sua vida
deixa algumas dúvidas. No dia seguinte à sua observação, ao cortar lilases para
trazê-los de volta para sua casa no subúrbio, ela "sente" as flores se revoltarem
contra esse "maltrato" que está prestes a infligir-lhes e abandona seu projeto.
Esse sentimento, essa percepção extraordinária, teria nascido do ensinamento
transmitido por um dos gigantes. Aqui, novamente, podemos nos surpreender com o
fato de que os EBEs haviam anteriormente colhido amostras de plantas ...

O mundo parece mais bonito para Rose depois dessa visita. Tudo se parece muito com
um conto filosófico de Paul Coelho. Encontramos elementos do culto ctônico, o culto
de Pachamama, a Deusa Mãe, a Terra. Rose C. relata: “Ajoelhei-me um pouco como quem
se ajoelha para orar e acariciei a terra com as mãos. Ela estava seca. No cerrado é
sempre assim ... Molhei os dedos com saliva e passando-os no chão os trouxe de
volta à boca. Eu provei a Terra ... Eu estava lá como um bebê tendo algumas gotas
do leite materno na língua ... Como ele eu provei o sabor desse leite que minha Mãe
Terra me ofereceu ... De repente meus olhos turvaram e lágrimas rolaram pelo meu
rosto . Estava nas garras de uma emoção nunca sentida com tanta intensidade! "E
mais: “Eu amei a Terra e tudo o que ela continha. "

Este testemunho, esta informação é o resultado do trabalho de uma equipa da


VERONICA e em particular de Charles Gouiran que muito rapidamente assumiu o caso e
lhe deu especial atenção. As palavras de Rose C. foram meticulosamente coletadas
antes de serem publicadas.

Robert Lascols ingressou na VERONICA em 1974, quando a associação acabava de


nascer. Fazendo questão de privilegiar sempre o aspecto material e concreto do
fenômeno, acompanhou de perto o trabalho realizado sobre a observação de Rosa C. e
até participou ativamente dele.

Ele lembra que surgiu uma briga dentro da associação quando se tratou da publicação
dos resultados do trabalho realizado sobre Rose C. Um membro da associação, Jean-
Pierre Monteil, manifestou o desejo de 'escrever um livro sobre a história de Rose
C., Charles Gouiran disse a ele que ele era apenas um escritor e que este trabalho
exigiria alguém em uma escala maior. A partir daí, os dois trabalharam para
desacreditar um ao outro até que, finalmente, C. Gouiran ganhou e publicou o livro.

Este episódio é particularmente revelador das tensões que poderiam existir dentro
da associação naquele momento.

Robert Lascols há muito é o guardião dos arquivos VERONICA. Certas informações


foram mantidas lá que não foram incluídas no trabalho de Charles Gouiran sobre Rose
C.

Os investigadores do grupo puderam interrogar uma jovem testemunha, uma criança com
menos de 10 anos que vivia nos anos 1950 em Arrigas, a oeste de Vigan, ainda no
departamento de Gard, mas a apenas dois quilômetros de Hérault, que lhes contava
uma história muito estranha em que se tratava de uma "mamée" saindo de uma máquina
extraterrestre. Na linguagem do sul, uma "vovó" é uma vovó, uma senhora idosa, uma
avó ...

Segundo o depoimento de Rose C., a "vovó" era ela. Há algo que questiona certos
elementos da história do famoso contatado. Na verdade, Rose C. tinha então… 20
anos! Como uma criança, mesmo fragilizada e perturbada pela visão de uma
experiência extraordinária, poderia confundir um jovem, mal saído da adolescência,
com uma "vovó"? Claro, as crianças naturalmente acham difícil avaliar a idade dos
adultos, mas será que elas podem realmente confundir juventude com velhice?

Esta informação não é encontrada em nenhum lugar da obra de Charles Gouiran. Como
presidente da VERONICA, é improvável que este aspecto da investigação tenha
escapado dele, mas continua sendo possível. Ainda assim, este testemunho lança um
véu sobre a credibilidade da história, conforme foi dada por Rose C.

Robert Lascols, que conheceu Rose C. em 1979, desenvolveu pessoalmente uma teoria
que se ajusta aos fatos. O testemunho da criança apresentaria a avó de Rose C. Ela
realmente teria testemunhado uma experiência semelhante à da história de Rose C.
Sua neta teria então se apropriado da história de sua avó. Assim, sem questionar a
existência de um fenômeno desencadeador, a autenticidade do depoimento de Rose C.
parece menos óbvia. Infelizmente, hoje é impossível questionar a avó, que já havia
morrido quando o caso foi levado ao conhecimento da mídia.

Outros membros da VERÔNICA duvidaram da versão da história defendida por Charles


Gouiran. Entre estes, Michel Guichard, cabeleireiro de Nîmes falecido há vinte
anos, cujo trabalho como investigador se revelou essencial, pois foi ele quem
permitiu conhecer a existência da jovem testemunha e encontrar os seus vestígios.
Ou Robert Asencio, que ingressou na ufologia em 1960 e foi um dos primeiros a
denunciar, com Alain Esterle, a impostura do caso Cergy-Pontoise [5]. No caso Rose
C., ele atribui um papel importante a um grande homem dos primórdios da ufologia
francesa, Henri René Guieu, mais conhecido pelo nome de Jimmy Guieu.

Nascido em Aix-en-Provence em 19 de março de 1926, Jimmy Guieu foi um dos primeiros


franceses a estudar a questão dos objetos voadores não identificados [6]. Até sua
morte em 2 de janeiro de 2000, Jimmy Guieu alternou entre histórias de ficção
científica e ufologia. Lembraremos em particular seu compromisso com a veracidade
do caso Cergy-Pontoise.

É como amigo de Charles Gouiran e chefe de uma editora que Jimmy Guieu intervém no
dossier Rose C. Mas o Sr. Asencio também vê nele uma pessoa que "fez contatados".
De acordo com seu testemunho, Jimmy Guieu introduziu memórias de uma simples
observação e, assim, fez o mundo da publicação funcionar. Henri Asencio não hesita
em declarar que Jimmy Guieu está na origem da maioria dos casos de contatados da
época, incluindo o de Jean Miguères [7]. Assim, se muitos dos casos conhecidos
seriam histórias editadas de raiz para fins comerciais, não se põe, no entanto, em
causa a possibilidade da existência de verdadeiros contactados.

De qualquer forma, os ex-membros da VERÔNICA que concordaram em ser entrevistados


[8] concordam que a publicação do livro Encontro com os Extraterrestres também foi
sobre dinheiro.

Charles Gouiran, que alguns membros da VERONICA criticaram nos anos 1970 por ter
trabalhado muito rápido e publicado muito cedo, era conhecido por ter dificuldade
em aceitar críticas a seus métodos de trabalho [9]. Os depoimentos recebidos pelo
autor parecem indicar que ele ficou inflamado ao saber da história de Rose C. e que
não conseguiu ser objetivo depois disso.

Em todo caso, é a partir dessa história que as dissensões cresceram dentro da


associação. Células foram criadas, informações foram compartimentadas por medo de
que algumas pudessem ser filtradas para Jimmy Guieu. A confiança não era mais
necessária.

[1] “Encontro com extraterrestres”, Editions du Rocher, 1979, página 39.

[2] Processo que consiste em transformar um ambiente para torná-lo viável.

[3] Tempo perdido.

[5] Lembre-se que se tratou de um falso caso de sequestro, do qual os protagonistas


acabaram confessando que se tratava de uma farsa. Leia sobre o assunto Contatos
ovni Cergy-Pontoise, de J. Guieu, éditions du Rocher, 1980.
[6] Leitura obrigatória, seu primeiro trabalho de ufologia, Les Soucoupes Volantes
comes from Another World, publicado por Fleuve Noir, 1954.

[7] Veja, entre outros, eu era a cobaia dos extraterrestres, de Jean Miguères,
1977, Promazur Edições -RG, coleção “Knowledge of Strange”.

[8] Apenas um recusou.

[9] Ainda de acordo com o depoimento dos entrevistados.

[Link]

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Dom, 01 de abril de 2012, 12h25


O caso de Rose C. (1952)

Rose C. relatou seu incrível contato do 3º tipo em seu livro: "Encontro com
Extraterrestres".

Vários ufólogos, impressionados pela aparente sinceridade da jovem e pelos traços


físicos que ela engendrou, investigaram este caso excepcional. A síntese de
documentos sobre um caso de mais de 50 anos!

Encontro com entidades desconhecidas

Foi no dia 11 de abril de 1952 que Rose C., então com 24 anos, teve sua primeira
experiência de contato com seres estranhos ao nosso planeta.

Naquele dia, ela havia ido de bicicleta, acompanhada de seus cães, à cabana isolada
de sua família no meio do cerrado, a poucos quilômetros de Nîmes. Pouco depois da
meia-noite, ela foi despertada de seu sono pelo arranhar da pata de um dos cães
contra a porta do galpão. Ele conseguiu levantar o trinco e abrir a porta, após o
que ele disparou silenciosamente para fora. O outro cachorro fez o mesmo e, sem um
único latido, os dois desapareceram na escuridão. Ainda meio adormecida, Rose se
levantou, vestiu a capa de chuva, pegou a lanterna e saiu do galpão. Ela havia
acabado de atravessar alguns metros na direção do outro galpão, aquele que continha
apenas alguns livros velhos comidos por vermes, quando foi ofuscada por uma
violenta luz branca, como uma espécie de flash.

" O que você está fazendo aqui ? "

" E você? Ela

respondeu, dirigindo-se ao jovem que estava diante dela, depois de apontar o facho
de sua lanterna para o rosto deste. Este indivíduo, medindo aproximadamente 1m75,
não parecia apresentar qualquer agressão em relação a ela. Ela declarou que estava
lá em suas terras e que gostaria de saber o que estava acontecendo ali neste
momento. Ela perguntou onde seus cães estiveram. Eles reapareceram quando ela fez a
pergunta! Ela ouviu um leve ruído atrás dela, que a fez se virar e gritar de medo.
Um ser de 2m30 a 2m40 de altura se aproximou dela e a agarrou pelo pescoço com mãos
enormes…

[Link]

Os gigantes e seu intérprete humano…

Eram 2 “gigantes”: o maior dos 2 dirigia-se ao jovem que estava com eles numa
linguagem incompreensível. Esta última disse a Rose que não tinha nada a temer
deles, que eram pacíficos e que suas amigas só queriam saber se ela tinha alguns
livros para lhes dar. Enquanto os 4 caminhavam em direção ao outro galpão (onde
estavam os livros antigos), um terceiro gigante apareceu. Estranhamente, os cães
vieram ao seu encontro como se o conhecessem bem. À pergunta feita por Rose sobre a
origem dos visitantes, o homem respondeu, erguendo os olhos para o céu, que eles
vinham “de lá de cima”, mas não da Lua, nem de Marte. Ela então perguntou como eles
tinham vindo para a Terra; o indivíduo então iluminou por um curto período o feixe
de um aparelho em um canto do solo que de repente se iluminou como em plena luz do
dia. Rosa viu então um enorme objeto circular, um tapete cinza, cor de ardósia, que
tinha a forma de um enorme velejador e que parecia suspenso no ar a cerca de 1 m do
solo, sem suporte ou ancoragem em terra firme. Ela abriu a porta do cubículo e os 3
gigantes a seguiram. Esses gigantes eram lindos, tinham pele escura e se pareciam
um pouco com os hindus. Eles estavam vestidos com um macacão metálico transparente
e equipados com algum tipo de pernalta. Pareceu a Rose que eles deviam usar pelo
menos 60! Aquele que parecia ser o líder usava um objeto brilhante no topo de sua
testa que lembrava uma grande pedra preciosa hemisférica ligeiramente alongada. Em
volta do pescoço passava uma tira na qual era pendurada na altura do estômago uma
caixa preta equipada com botões. O homem, que falava francês perfeitamente, serviu,
portanto, como intérprete para os Três Gigantes. Este último explicou que eles
vieram de outro mundo. À parte sua estatura, eles poderiam ter passado, como acabei
de especificar, pelos hindus. 2 deles eram atletas de primeira linha, enquanto o
terceiro, que parecia ser o líder, parecia significativamente mais velho. Ele usava
na testa o hemisfério "mencionado acima, que se assemelhava a" uma bola de vidro
preto cortada ao meio "... O homem-intérprete especificou a Rose que ele havia sido
contatado por essas criaturas 20 anos antes, quando era professor e 25 anos de
idade. Rose disse a ele que ele não parecia ter sua idade,

[Link]

Um estudo científico e sociológico da Terra

O intérprete o presenteou com uma grande bolsa carregada por um dos gigantes; ele
abriu uma fresta para mostrar seu conteúdo: tocos de oliveiras, amendoeiras,
tomilho, vários objetos de valor e algumas pedras. Rose tendo objetado que não
havia nada nesta bolsa que justificasse uma viagem tão longa, seu interlocutor
respondeu que eles estavam coletando amostras em vários lugares do planeta, o que
lhes permitiu avaliar os danos causados pelas bombas que explodiram no Japão. A
professora explicou então, com amostras de apoio, que estavam ali para colher
amostras de minerais e plantas, a fim de avaliar a gravidade das consequências das
explosões atômicas. Foi para ele a ocasião de denunciar o comportamento destrutivo
e irrefletido do Homem, seu comportamento insano em relação não apenas aos seus
contemporâneos, mas também as gerações futuras. Ele também declarou algumas
verdades sobre certos grandes homens, cuja grandeza foi construída em massacres
imensos e misérias sem fim. Quando Rose perguntou por que os alienígenas não
estavam intervindo, a professora explicou a ela que toda vez que eles tentavam
fazer isso, nada de bom havia acontecido. Durante este encontro particular, Rose
deu-lhes um exemplar do "Conde de Monte-Cristo" (de Alexandre Dumas), revistas
antiquíssimas de uma associação de medalhistas militares, assim como o jornal de
moda de onde veio para comprar. Rose perguntou a seu interlocutor humano se ele não
tinha pensado em sua família quando partiu com os visitantes do Espaço; ele
respondeu que não tinha parentes próximos, que ninguém se preocupou com ele, além
de alguns de seus alunos. À pergunta: "Você nunca se arrependeu de deixar a Terra?"
», Ele respondeu:« Pelo contrário, ganhamos muito ao abandoná-lo ». O jovem
perguntou a Rose se ela queria ir com eles. Ela temia que os gigantes a removessem
de sua máquina. Ela pensou em seu pai idoso e em sua filha que ela amava
profundamente. Ela respondeu que queria ficar na Terra. Naquele momento, o gigante
com a pedra na testa dirigiu-se ao professor que traduziu sua pergunta. Ele queria
saber quem eram esse velho e essa criança que ele via na mente de Rose. Foi neste
momento que este percebeu que o gigante era telepático. O jovem perguntou a Rose se
ela queria ir com eles. Ela temia que os gigantes a removessem de sua máquina. Ela
pensou em seu pai idoso e em sua filha que ela amava profundamente. Ela respondeu
que queria ficar na Terra. Naquele momento, o gigante com a pedra na testa dirigiu-
se ao professor que traduziu sua pergunta. Ele queria saber quem eram esse velho e
essa criança que ele via na mente de Rose. Foi nesse momento que este percebeu que
o gigante era telepático. O jovem perguntou a Rose se ela queria ir com eles. Ela
temia que os gigantes a removessem de sua máquina. Ela pensou em seu pai idoso e em
sua filha que ela amava profundamente. Ela respondeu que queria ficar na Terra.
Naquele momento, o gigante com a pedra na testa dirigiu-se ao professor que
traduziu sua pergunta. Ele queria saber quem eram esse velho e essa criança que ele
via na mente de Rose. Foi nesse momento que este percebeu que o gigante era
telepático. o gigante com a pedra na testa dirigiu-se ao professor que traduziu sua
pergunta. Ele queria saber quem eram esse velho e essa criança que ele via na mente
de Rose. Foi neste momento que este percebeu que o gigante era telepático. o
gigante com a pedra na testa dirigiu-se ao professor, que traduziu a sua pergunta.
Ele queria saber quem eram esse velho e essa criança que ele via na mente de Rose.
Foi nesse momento que este percebeu que o gigante era telepático.

De ancestrais distantes!

Ela deu detalhes sobre sua família. Depois de alguns minutos, ela percebeu que os
cães haviam se acomodado suavemente aos pés dos gigantes. Rose inocentemente
perguntou se eles tinham cachorros. Disseram a ele que eles tinham tudo o que temos
na Terra e que seus ancestrais nos trouxeram a este planeta. A única diferença é
que tudo é maior neles: seus gatos parecem pequenos tigres e suas árvores são
enormes. Disseram a ele que os humanos descendem desses seres e, ao longo das
gerações, tudo encolheu. A sociedade de onde vêm os gigantes teria, portanto,
criado um planeta para os renegados, que foram deportados para a Terra. A
professora explicou a Rose que há milhares de anos, os extraterrestres tomaram
posse da Terra para fazer uma espécie de prisão para aqueles que haviam cometido
vários crimes. Portanto, a humanidade de hoje descenderia desses exilados! Esses
seres também lhe disseram para ter trazido nosso satélite, a Lua! Eles o
encontraram em outra constelação e o transportaram para o nosso sistema solar,
colocando-o em uma órbita artificial ao redor da Terra. O líder visitante deu a
Rose uma demonstração de levitação e teletransporte. Enquanto eles estavam lá
dentro, o líder dos gigantes apertou os botões da “caixa” que carregava,
desmaterializando uma pedra que acabou saindo do prédio, sem que a porta tivesse
sido aberta! Da mesma forma, ele então ergueu à distância grandes pedras que
flutuaram no ar como balões. A jovem disse que grande sabedoria emanava desta
criatura impressionante. Ela também aprendeu que a Lua do mundo desses ancestrais
visitantes é 3 vezes maior que a nossa, e foi revelado a ela que a cada 12.000 anos
ou mais a Terra passa por um cataclismo provocado pela estupidez dos homens. Ele
disse isso a Rose em 9405 AC. AD, a Terra foi devastada por um cataclismo causado
por humanos. Observe que esta data corresponde muito bem ao tempo da última
destruição da Atlântida, as datas fornecidas pela maioria das fontes "canalizadas",
em particular, girando em torno de 9.000 a 10.000 aC. Além disso, se os humanos da
época estiveram na origem do desaparecimento de sua civilização,

Traços físicos e psicológicos do encontro próximo

Sendo a estada na Terra desgastante para o seu organismo, as entidades prepararam-


se para partir: entraram na nave, que arrancou e desapareceu com um ruído
ensurdecedor, criando uma zona de forte turbulência. Após esse encontro, Rose teve
a sensação de contato psíquico repetido com os personagens que conheceu. Ela
percebeu que à noite ela tinha flashes em seu cérebro, várias inscrições aparecendo
em um fundo roxo. Ela também teve premonições de catástrofes, que de fato ocorreram
logo depois. Várias pessoas, entre elas Charles Gouiran, observaram em Rose, em
meados da década de 1970, a realidade dos fenômenos de precognição ou percepção
extra-sensorial. Note-se que esta testemunha privilegiada guardou durante a sua
vida um traço tangível e indelével desta aventura: imediatamente após este encontro
do 3º tipo, Rose deu por si a massagear instintivamente o dedo anular direito.
Algum tempo depois, olhando para este dedo, descobriu com espanto que era tão
comprido quanto o dedo médio! Ela comparou com a mão esquerda e chegou à conclusão
de que, como resultado desse contato, seu dedo anular direito havia crescido,
provavelmente 8 ou 9 milímetros! Esse dedo anular direito havia crescido a ponto de
atingir o tamanho de seu dedo médio em poucas semanas! Durante os 48 anos que se
seguiram ao seu contato, muitas testemunhas confirmaram que Rose na verdade agora
tinha 2 adultos em sua mão direita. Além disso, havia, no centro da palma da mesma
mão, uma cicatriz de cerca de 1 cm a 1,5 cm. Essa cicatriz protuberante não
desapareceu com o passar dos anos. Em relação ao alongamento do dedo de uma mão, é
necessário fazer a conexão com outros casos semelhantes. O primeiro caso, relatado
por Joël Mesnard, ocorreu por volta de abril de 1969, em Balizac (Gironde). Quando
ela tinha cerca de 17 anos, Catherine foi interrompida uma noite em seu sono. Ela
guarda uma vaga memória de pequenas figuras, de cor clara, perto da lareira. Ela se
escondeu embaixo das cobertas. Na manhã seguinte, ela teve um terrível ferimento
preto no tornozelo esquerdo. Vários médicos notaram a existência desta ferida. Esta
ferida cicatrizou muito lentamente, o processo de cicatrização durou cerca de um
ano e meio. Joël Mesnard tendo mencionado o caso de Rose C., Catherine estendeu a
mão direita: o dedo anelar tinha, como no caso de Rose, um comprimento anormal.
Ela, portanto, apresentava a mesma anomalia que Rose C., no mesmo dedo.

Saia do corpo e das pirâmides mágicas

Pouco depois de seu encontro, Rose experimentou um novo episódio paranormal. Um


dia, ela sentiu que algo agarrou sua nuca; ao mesmo tempo, ela experimentou uma
paralisia que gradualmente tomou conta de seu corpo e ela se viu "ao ar livre".
Era, portanto, uma saída do corpo. Ela viu a estátua da Grande Esfinge à sua
frente. Era marrom-avermelhado. Ela também viu duas grandes pirâmides brilhantes
que pareciam estar cobertas de neve prateada. Rose então conheceu um personagem
estranho com uma aparência majestosa e uma aparência severa. Era BELMO, ser que
seus compatriotas apelidaram de MERI-MEROAN, que pode ser traduzido como “o
Supremo” ou mesmo “o Valoroso”. Depois de afundar no solo dentro de um cilindro de
vidro, eles se encontraram em uma sala escavada no granito. BELMO então fez 3
perguntas a Rose, e ela deu as respostas corretas. Ela foi então capaz de descobrir
uma sala inteiramente feita de ouro: paredes, pisos, enormes cubos de ouro, objetos
bizarros ... Objetos deixados por alguns sábios atlantes para servir de testemunho
às gerações futuras. Havia em particular:

A Grande Obra: assume a forma de pequenos grãos avermelhados. Este pó é capaz de


transmutar qualquer material em ouro puro.

O Grande Separador: este é um elixir de longa vida que iria parar de envelhecer.

O Grande Órgão: é uma máquina feita de tubos emaranhados e retorcidos, usada para
fazer cair a chuva. A máquina orgone de W. Reich exibia essas mesmas
características.

Le Grand Sens: Rose ficou na frente dessa máquina e na tela apareceu sua imagem
cercada por um "halo colorido e brilhante, feito do que parecia ser faíscas azuis e
verdes". É, portanto, um dispositivo para revelar a aura humana.

O Grande Estimulador: um dispositivo destinado a encontrar "conhecimentos


perdidos".

O Grande Revelador: permite conhecer as imagens do passado.

Revelations on the Sphinx


BELMO então propôs a Rose fazer alguns testes:

A Barca do Conhecimento: este teste consistia em passar 3 dias inteiros em um barco


de ágata.

La Passe de la Grande Confusion: BELMO propôs a Rose isentá-la deste teste que
acontece em um lugar "onde você não pesa mais nada, onde você pode até andar nas
paredes e no teto" ...

La Grande Porte: isso só pode ser feito no final dos testes anteriores. Nada será
conhecido sobre o Salão da Grande Tradição, após a recusa de Rose em fazer o teste
da Barca.

BELMO também mencionou a Biblioteca dos Sábios:

Ele se referiu aos livros sagrados de THOT (o deus escriba egípcio) e à estrela
SIRIUS. BELMO também fez Rose descobrir os vários planos, inicialmente concebidos,
da Esfinge de Gizé: o primeiro desses planos representava uma Esfinge com 2
cabeças. Estes, um dos quais era mais alto que o outro, estavam de costas para o
lado.

O 2º plano mostrava a Esfinge tal como a conhecemos hoje, mas intacta e com as
patas dianteiras muito mais curtas do que as que se podem ver “nos postais que
representam o enigmático monumento”. Rose foi informada de que durante a construção
da Esfinge um pedaço de rocha explodiu, privando a Esfinge de uma de suas cabeças.
O segredo da Esfinge é: o corpo é animal, a cabeça é espírito. O terceiro plano
representava a Esfinge semi-submersa. No peito que emergia da água estava o número
666. Víamos, na cabeça, vários espinhos ou pontas. Rose foi informada de que esses
pontos representam as "bandeiras enroladas" de 10 nações. Isso significa que,
quando esses banners forem juntos, o “Fim dos Tempos” estará próximo.

O número 666 representa um "obstáculo, uma oposição à evolução natural", uma imensa
catástrofe para a humanidade. Quanto ao nariz danificado da Esfinge, Rose foi
informada de que não foi um soldado que fez isso, mas a âncora de um enorme navio.
Naquela época, de fato, a Esfinge estava submersa. A companheira de Rose revelou a
ela que a Esfinge foi construída durante o reinado do primeiro rei egípcio: “RAAI”,
este último tendo vivido quase… 40.000 anos atrás!

Segredos de Gizé!

Observe que a data de 40.000 anos, se for consistente com a ideia de uma
antiguidade da Esfinge muito maior do que a admitida pelos círculos oficiais, é, no
entanto, consistente com a dada pelo vidente americano Edgar Cayce. Quanto à Grande
Pirâmide, esta tinha dado, como lembra Joel Baran, a seguinte data de construção:
10.490 a 10.390 antes da nossa era. O que obviamente nada tem a ver com a data
fornecida pelos egiptólogos (e batida na mídia e nos livros escolares): durante a
4ª Dinastia (2600-2500 aC). Quanto à Esfinge, foi construída, de acordo com
arqueólogos / egiptólogos, por Khephren por volta de 2500 AC. No entanto, seja a
Esfinge ou a Grande Pirâmide, várias contribuições de pesquisadores relatam
datações muito mais consistentes com aquelas fornecidas por fontes paranormais.
Observe que, segundo Edgar Cayce, a figura da Esfinge representa o retrato de
Asriario, conselheiro do rei (e não, como pensam alguns egiptólogos, o rosto de
Quéfren, ou mesmo de Quéops). Isso - e outras coisas - pode ser descoberto, disse
Cayce, "na base da pata dianteira esquerda". Ainda segundo Cayce, Ax-Ten-Tna, 1º
curador dos arquivos atlantes, colocou-os em salas que ficam a meio caminho entre a
Esfinge e a Pirâmide dos Arquivos (não exumadas). Ele também especificou que a
Grande Pirâmide foi construída, disse Cayce, "pelo uso das forças da Natureza que
permitem que o ferro flutue". As pedras foram então movidas através do espaço
aéreo.

Referência:

O mundo do desconhecido
[Link]
[Link]
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