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Cap 3

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Produto Vetorial Preliminares Antes de definirmos produto vetorial de dois vetores u e Vv, faremos algumas considera- des importantes: a) O produto vetorial € um vetor, ao contrério do produto escalar u.¥ que é um escalar (ntimero real). b) Para simplicidade de célculo do produto vetorial, faremos uso de determinantes. Um determinante de ordem 2 é definido como x yf A oy x yal 192 271 Por exemplo, 302 A Gl @ @)(5) - (4)(2) = 15+8 = 23 ©) Algumas propriedades dos determinantes serao utilizadas nesta segao: 1) a permutacao de duas linhas inverte o sinal do determinante Em relagao ao exemplo anterior, temos 4 = (-4)(2) - GS) = 8-15 = -23 3.2 ©) se duas linhas forem constituidas de elementos proporcionais, o determinante € zero (duas linhas iguais € um caso particular). 74 Vetores e Geometria Analitica No determinante a seguir, os elementos da segunda linha so 0 triplo dos elemen- tos da primeira: 1 -2 3 6 cs) se uma das linhas for constitufda de zeros, 0 determinante é zero. Por exemplo, a 7 Joo] = 0 00 d) Um determinante de ordem 3 pode ser dado por abc oY al = X2 Y2 22 A expresso da direita é conhecida como desenvolvimento do determinante pelo Teorema de Laplace aplicado a primeira linha. Notemos que os trés determinantes de ordem 2 desta expressio so obtidos a partir das duas tiltimas linhas, desprezando-se ne- las, pela ordem, a 12 coluna, a 24 coluna e a 34 coluna, trocando-se o sinal do determi- nante intermediario. Por exemplo, G4 35 15 12 1305 - | fo -| la + ls 2 2 le 2 2 21 = (6-5)(3) - (2 + 10)(-2) + (1+ 6)(-4) =3+24-28 =4 Observagao Todas as propriedades dos determinantes acima citadas fizeram referéncia as linhas da matriz pelo fato de, no estudo do produto vetorial, haver mengao somente a linhas. No entanto, estas propriedades valem também para as colunas. Definigao do Produto Vetorial Chama-se produto vetorial de dois vetores u jity,j +2, k € V=X i+ yp j + 22 k, tomados nesta ordem, e se representa por uXv, ao vetor Cap. 3 Produto Vetorial 75 P a) O produto vetorial de por v também é indicado por U A v elé-se“a vetorial v". Observemos que a defini¢ao de u x v dada em (1) pode ser obtida do desenvolvimento segundo 0 Teorema de Laplace (item d das Preliminares) substituindo-se a, b e c pelos vetores mY 2 Y2| unitérios T , J” e K,, fato que sugere a notagio i © uXve|x, yy, zy Q) 2 Yo 22 O simbolo a direita de (2) nao € um determinante, pois a primeira linha contém veto- res em vez de escalares. No entanto, usaremos esta notacdo pela facilidade de memoriza- ¢40 que ela propicia no cAlculo do produto vetorial. Exemplo Caleular UX V parau =514+4) 43k evsi+k Solugao ijk = 4 3/= - wxV = | > 4 3 -|¢ eel ‘Li “| 12 OL =(4-01-6-3j7 + 0-4 kK = 43-27 - 4k Dispositivo pratico para o calculo de u x v Dispoe-se os dois vetores em linha, e repete-se pela ordem, as duas primeiras colunas. As trés componentes de u x v sao dadas pelos trés determinantes, conforme esta indicado a seguir. A vantagem do dispositivo € que nao se corre 0 risco de esquecer a troca de sinal do determinante intermedidrio. 76 Vetores e Geometria Analitica 4 Levando-se em conta as consideragGes feitas sobre as proprieda- des dos determinantes, concluimos de imediato que: 1°) vV X u =-(uXV), isto é, os vetores V X Ue U X V SAO Opostos (Figura 3.1), pois a troca de ordem dos vetores no produto vetorial u X v implica troca de sinal de todos os determinantes de ordem 2, ‘ou seja, troca de sinal de todas as suas componentes. Por outro lado, como u X v # V X U conclui-se que o produto vetori- al nao é comutativo (ao contrério do produto escalar: u. V = Vv. U). Portanto, no produto vetorial a ordem dos fatores € importante. 2°) u xv =0 se, € somente se, ul, pois neste caso, todos os determinantes de ordem 2 tém suas linhas constitufdas por elementos proporcionais. Esto af também incluidos os casos particulares: * TD ux u = 0 (determinantes de ordem 2 com linhas iguais) I) ux 6 = 0 determinantes de ordem 2 com uma linha de zeros) Exemplos de produto vetorial de vetores paralelos: a) ux@Bu)=0 d)(u-v)x (v-u)=0 b) (2u)x(-7u)=0 e)(2u +3v)x(6u +9v) = 0 c)(uxv)x(vxu) = 0 (Su)xd =0 Sabemos que um vetor esta bem definido quando conhecemos sua diregao, seu senti- do e seu comprimento. A seguir passaremos a definir 0 vetor u x v no caso de u ¢ v serem ndo-nulos e naio-paralelos. Caracteristicas do Vetor u x Vv Consideremos os vetores U = (X1,¥1521) © V =(X2+Y2+Zo)- a) Diregdo de u x ¥ O vetor u x v €simultaneamente ortogonal a u ¢ V Cap.3 Produto Vetorial 77 Tendo em vista que dois vetores sio ortogonais quando o produto escalar deles é zero, basta mostrar que (uxyv). uo x 2 v I yn zy D222 mo 2 Y2 aie yi er = {Xi Mo 4 X2 Ya 22 = 0 (primeira e segunda linhas iguais). ~ = S 2 uxv Logo, ux v éortogonala u ea v. A De forma andloga, demonstra-se que (XV). v=0, Como 0 vetor V x u tem a mesma diregdo de uxy (apenas seus sentidos sao opostos), também ele é ortogo- nal tanto a u como av. A Figura 3.2 apresenta os veto- 4 Tes u X v € V X U ortogonais ao plano m determinado poruev. Exemplo Dados os vetores u = (3, 1,2)e v = (-2, 2, 5), tem-se i i, uxv=|3 1 2|=(,-19,8) 25 (uxv).u=(, 19, 8).@, 1, 2)=3-19+16=0 (Ux). V=(1, 19, 8).(2, 2,5)=-2-38+40=0 78 Vetores e Geometria Analitica b) Sentido de u x ¥ O sentido de u x v poderd ser determinado utilizando-se a “regra da mao direita” (Figura 3.3(a)). Sendo @ o Angulo entre Ue V, suponhamos que u (1° vetor) sofra uma rotagdo de Angulo @ até coincidir com V. Se os dedos da mao direita forem dobrados na mesma dirego da rotaco, entdo o polegar estendido indicaré o sentido de u x v. xv er v s 2 <4 on @ ) Figura 3.3 A Figura 3.3 (b) mostra que o produto vetorial muda de sentido quando a ordem dos veto- res € invertida. Observemos que s6 ser possivel dobrar os dedos na diregio de v para u se invertermos a posigao da mio, quando entio o dedo polegar estaré apontando para baixo. Caso tenhamos diividas sobre 0 sentido de u x Vv, podemos associar estes dois veto- res a. uma dupla de vetores unitérios escolhidos entre i, j e k. Por exemplo, associando u Xv,com i x j etendoem vista que ij k ixj=|1 0 0/=@, 0, D=k 010 © sentido de k daria o sentido de u x v . Da mesma forma temos 5 jxk=i e kxisj mt ra. Na Figura 3.4 apresentamos um dispositive mneménico para lembrar os seis produtos vetoriais possiveis com estes trés vetores unitérios que determinam o sistema cartesiano. Associando estes i vetores a trés pontos distintos de uma circunferéncia, e adotando 0 sentido anti-horario, 0 produto vetorial de dois vetores sucessivos Figura 3.4 Cap. 3 _Produto Vetorial 79 quaisquer € 0 vetor seguinte. Assim, neste dispositivo temos imediatamente i x j (sentido anti-horério) e, conseqiientemente, j x i =-k (sentido hordrio). A tabela de dupla entrada apresenta as seis possibilidades com produto vetorial ndo-nulo: se ©) Comprimento de ux v Se € 0 Angulo entre os vetores ule ¥ nao-nulos, entio lu xv f=elullvi | sen @ 8) Este resultado ser4 imediato quando se conhece a Identidade de Lagrange: WuxvP = tI? -@. 9? (4) Como 2 axvp >: ayy | % _ Yo to Xp 2 x Yo = (Vie2-V221)? + j29-%22))? + KY r-X2Y,)? 5) e WP IVP. (a. vy? = (xP +? +22)003 +} +23) - x2 +yyy9 +2129)" © a identidade (4) poderd ser verificada desenvolvendo-se os membros da direita de (5) e (6) € constatando sua igualdade (a cargo do leitor) Tendo em vista que u. ¥ =lallvlcos 6 a igualdade (4) pode ser escrita como ld x vP=1uPIVP-la PIV P cos? @ =luPIVP (1 - cos? 6) =luPIVF sen? 6 Extraindo as rafzes quadradas e notando que sen @>0 (pois 0° < @ < 180°), obtemos lu x vi=lully sen. 80 Vetores e Geometria Analitica Interpretacao Geométrica do Médulo do Produto Vetorial Observando que no paralelogramo determinado pelos vetores ndo-nulos u e v (Figura 3.5), a medida da base é lule da altura é1v 1 sen @, a drea A deste pa- ralelogramo é A = (base) (altura) = 1u Iv 1 sen @ ou seja, Figura 3.5 uxvi ” O resultado dado em (7) poderé ser expresso por: “a drea do paralelogramo deter- minado pelos vetores ue V & numericamente igual ao comprimento do vetor UX V ” Vamos comprovar este resultado por meio de um exemplo particular tomando os. vetores u=2i e v=3j . Temos, entdo td uxv=|2 0 = (0, 0, 6) = 0 3 oor lu x vi=6 A Figura 3.6 mostra claramente que o paralelogramo determinado por ue v tem 6 waa. (unidades de drea) e 0 vetor u Xv tem 6 uc. (unidades de comprimento). Quer dizer, numericamente estas medidas sio iguais. Para encerrar 0 estudo do produto vetorial, as con- clusées finais: 1) O produto vetorial ndo é associativo, isto é, em geral Figura 3.6 (Uxv)x weu x(vxw) Basta considerar, por exemplo, | enquanto que ij ix) xj)=ix0=6 Cap.3 Produto Vetorial 81 2) Para quaisquer vetores u, Vv, W eo escalar &, sio validas as propriedades TD ux(v+w)=(uxv)+(uxw)e (U+v)x w =(uxw)+(vxw) I) @(uxv)=(au)x v =u x(av) ID u.(vxw)=(uxv). w As demonstragées destas propriedades, todas ligadas a aplicagao da definigao (1) € de propriedades dos determinantes além das citadas no texto, deixamos a cargo do leitor como desafio, Exemplos 1) Determinar o vetor x, tal que x seja ortogonal ao eixo dos ye u = x X v, sendo u =(1,1,-De v =(2,-1, 1). Solugao Como x 1 Oy, ele é da forma x = (x, 0,2). Entio, u= x xX v equivale a k oN ou cuja solugao é x Portanto, x =(1, 0, 1). 2) Sejam os vetores u = (1, -1,-4)e v =(3, 2, -2). Determinar um vetor que seja a) ortogonal a u e b)ortogonal a u e Vv eunitério; e tenha médulo 4; e tenha cota igual a 7. v5 v c) ortogonal a ueyv v ) ortogonal a u e 82 Vetores e Geometria Analitica Solugao a) Sabe-se que o vetor u X v € simultaneamente ortogonal a u e V. Como multipli- car um vetor por um ndmero real nao altera asua diregdo, todos os vetores do tipo a @ xv ), & € R, sao também ortogonais a Ue V. Portanto, este problema tem infini- tas solugées. ij k uxv=|1 -1 -4/=(0,-10, 5) a2 2 Logo, as infinitas solugdes so (10, -10, 5), HE R. Observacao Se chamarmos de x = (x, y, z) todos os vetores ortogonais a u e v, estas mesmas solu- ges seriam obtidas resolvendo-se o sistema: x.0 =0 aad R20 ou 3x + 2y-22=0 b) A partir de u x V (ou de qualquer a (u X v), & #0), obtém-se dois vetores unitdrios: 221 5, = BXY 00410, 5) 24 “tuxvi 1S 3 -~ - 221 u2 =-u=(-5, <, -=). 2 1=¢ 373 > c) Para obter um vetor de médulo 4 que seja ortogonal a u e v, basta multiplicar por 4 um vetor unitério: 7. ae, 2, = Opp? ou 221 4S, =, -Z)=C5, Ge -G): op yp yey yo 4d) Dentre as infinitas solugées (10, -10, 5) = (100, -10, 50), deseja-se aquela cuja cota 67. Entdo, 50: = 7, ou seja, 0 = Z Logo, temos a solugao z (10, -10, 5) = (14, -14, 7). Ww Cap. 3 _Produto Vetorial 83 3) Seja um tridngulo eqiiildtero ABC de lado 10. Calcular |AB x ACI. Solugao E uma aplicagdo direta da relagdo (3): IAB x ACI=1ABIIACI sen A Como A = 60° (Figura 3.7), vem IAB x ACI= c1oy10y*3 = 50v3. Observacao Figura 3.7 Este resultado representa a drea do paralelogramo determinado pelos vetores AB e AC. Logo, a érea do triingulo da figura € a metade, ou seja, 253. 4) Dados os vetores u = (1,-1, De ¥ =(2,-3, 4), caleular a) a érea do paralelogramo determinado por u € v; b)a altura do paralelogramo relativa a base -definida pelo vetor u. Solugao a) Sabemos de (7) que a rea A é dada por A=lu xvi Como aie i uxvell 2 =(4,-2,-) 234 tem-se A=l(-l, -2, DI = V1+441 = V6 u.a (unidades de drea). b) A Figura 3.8 ilustra outra vez o significado geométrico delu xv le indica a altura h que se pretende calcular. De = (base)(altura) = Iu. h ver he Allxyl lul ful 84 Vetores e Geometria Analitica ou seja _%6 v6 _ “aan 3 5) Determinar a distdncia do ponto P(5, 1, 2) a reta r que passa por A (3, 1, 3)eB (4, -1, 1). 2 u.c. (unidades de comprimento) Solugao Seja da distancia do ponto P a reta r (Figura 3.9). Os vetores AB e AP determinam um paralelogramo cuja altura relativa & base AB é a distancia d de Pa r. Logo, de acordo com o problema anterior, temos IAB x API IABI vem 12,34) _ V4+9416 _ 29 |, 10-2, Vfisae4 = 3 6) Dados os vetores u = (2, 1,-1)e ¥ =(1, -1, a), calcular o valor de a para que a rea d= do paralelogramo determinado por u e v seja iguala V62. Solugao A Grea A do paralelogramo é dada por A=luxvi Deseja-se que la x Vis ¥62 Mas Gi © uxv=|2 1 -l/=(@-1,-2a-1,-3) Tela e Wa-1,-2a-1, -3)| = 62 ou Cap. 3 Produto Vetorial 85 Va - 1)? +(-2a - 124 (-3)?= Jor Elevando ambos os membros ao quadrado e ordenando os termos, vern a?-2a+14+4a?+4a414+9=62 5a°+2a-51=0 donde 7) Dados os pontos A(2, 1, 1), BG, -1, 0) e C(4, 2, -2), determinar a) a rea do tridngulo ABC; b)a altura do triangulo relativa ao vértice C. Solucgao a) A Figura 3.10 mostra que, a partir do triangulo ABC, é possivel construir um paralelogramo ABDC, cuja area é 0 dobro da area do triangulo. Como o paralelogramo € determinado pelos vetores AB eAC, conclui-se que a area A do triangulo é IAB x ACI Figura 3.10 2 A/=(7,1,5) 1 2 1 3 Logo, a =u, 1 9) = 5 aT =5N5 = ua. b) A altura do triangulo indicada na figura € a mesma do paralelogramo de base AB. Como a dea A do paralelogramo é A= (base) (altura) = bh, vem A_IABKACI__ 75 b TABI -2,-DI ee 86 Vetores e Geometria Analitica Uma Aplicagao na Fisica O produto vetorial é uma importante ferramenta matematica utilizada na Fisica. Dentre algumas de suas aplicagdes pode-se citar 0 torque. O torque é uma grandeza vetorial, representado port , e esta relacionada com a pos- sibilidade de um corpo sofrer uma torgdo ou alterar seu movimento de rotagao. A equagao para 0 cdlculo do torque é hx onde Ir | é a distancia do ponto de aplicagao da forca F ao eixo de rotago, ao qual o cor- po esta vinculado. Lembrando 0 cAlculo do médulo do produto vetorial visto em (3) tem-se | t I=IFHFl sen @ 2 onde © € 0 angulo eutre 7 ¢ F. A eb Exemplo . Caleular 0 torque sobre a barra AB (Figura 3.11), A 7 : onde AB = r =2) (emmetros), F=107 (em newtons) € 0 eixo de rotagao € 0 eixo z. Vr 4 Solugao O vetor torque, para o caso desta figura, é dado por Figura 3.11 7 =(i+2j +0k)mx(10i+0j +0K)N ou T =(01+0j -20k)mN ou 1 =(20k)mN A intensidade (médulo) do torque pode ser calculado por It} =17 [IF sen @ = (2m)(10N) (sen 90°) = 20mN Vil= y(-20)? =20mN ou por Cap.3 Produto Vetorial 87 Observacao Caso a forca F seja invertida (Figura 3.12), isto é, F=-10i (em newtons), 0 torque € dado por a T=(01+2j +0K)mx(-l0i+0j +0K)N ou t= (20K )mN. x Figura 3.12 Problemas Propostos -i+K, determinar Vv = a)lu xul e(u-v)xw )uxveuxw b) Q¥)xBv) f(uxv) x w p)(uxv).v O(UXW)+(Wxu) —-g) Ux(v¥xw) K(uxv). w d(UXV)x(VXu) hh) UX(v4w) Du. (vx w) 2) Efetuar a) ixk )Gi).@7) )Gxj)xk b 7 x@i) HGi)x@Qj) DGXT )xF 37) x 2k) Di-(jxiy ®ixGxj) & 7.7 xk) hy j (7 xk) DG xk).T 3) Dados os pontos A(2, 1, -1), BG, 0, 1) e C(2, -1, -3), determinar © ponto D tal que AD = BCxAC. 4) Determinar o vetor x tal que X . (1, 4, -3)=-7 © xx (4,-2, 1) =(3, 5, -2). 5) Resolver os sistemas af xxj ak DixxQi j +3k)=6 x-(4i-2) +k)=10 x.(i+2j -2k)=12 6) Dados os vetores u = (3, 1, 1), v=(-4, 1, 3)e w = (1, 2, 0), determinar x de modo quex Lwexxus 88 Vetores e Geometria Analitica 1D 8) 9) 10) 18h 12 13) 14) 15) 16) Levando em conta a Figura 3.13, caleular a) OF x OD d) BC x EA b) ACx FA e) OA. (OCxOE) ©) ABx AC ) GB x AF Sejam os vetores U = (1, -2, 1), V=(1, 1, De w'= , 0, -1). a) Utilizar 0 produto escalar para mostrar que os vetores sfio, dois a dois, ortogonais. b) Utilizar o produto vetorial para mostrar que o produto vetorial de quaisquer dois deles é paralelo ao terceiro vetor. c) Mostrar que u x(v x w)=0 Figura 3.13 Determinar um vetor simultaneamente ortogonal aos vetores U + 2V € Vv - U, sendo u =(3,2,0)e v=(,-l, -2). Obter um vetor ortogonal ao plano determinado pelos pontos A(2, 3, 1), B(1, -1, 1)e (4, 1, -2). Dado vi = (1, -2, 1), determinar vetores v2 € V3 de modo que os trés sejam mutua- mente ortogonais. Dados os vetores U = a ea v determinar a) um vetor unitdrio simultaneamente ortogonal a uev; b) um vetor de médulo 5 simultaneamente ortogonal a ue V. Determinar um vetor de médulo 2 ortogonal a a= (3, 2, 2)ea v =(0, 1, 1). Com base na Figura 3.14, calcular a) [AB x ADI b) IBA x BCI c) [AB x DCI d) (AB x CDI e) IBD xACI f) IBD x CDI Sendo lul= 2V2,1v1=4 45° o angulo entre u e v, calcular Figura 3.14 a)12u x vl » |2ax 25 52 Determinar u . v, sabendo quelu x v1=12,lul=13e v éunitdrio. Cap. 3 Produto Vetorial 89 17) Dados os vetores u = (3, -1,2)e v =(-2, 2, 1), calcular a) a drea do paralelogramo determinado por u ev: b) a altura do paralelogramo relativa a base definida pelo vetor v . Mostrar que 0 quadrilétero ABCD de vértices A(4, 1, 2), BGS, 0, 1), C1, 2, -2) e D (-2, 3, -1) é um paralelogramo e calcular sua érea. Dois vértices consecutivos de um paralelogramo sao A(2, -4, 0) e B(1, -3, -1) eo ponto médio das diagonais é M (3, 2, -2). Calcular a area do paralelogramo. Calcular o valor de m para que a 4rea do paralelogramo determinado por u = (m, -3, Ie v =(1,-2, 2) seja igual a 26. Sabendo que lu |= 6,1V1=4 e 30° 0 Angulo entre u ev, calcular 18 19) 20) 21 a) a rea do trifingulo determinado por ue cE ; b) area do paralelogramo determinado por u €(-¥ ©) a rea do paralelogramo determinado por u + Ve - V. 22) Calcular a drea do paralelogramo determinado pelos vetores u e v, sabendo que suas diagonais so u + v =(-1,3,4)e u - v =(1,-l, 2). 23) Calcular a distancia do ponto P(4, 3, 3) A reta que passa por A(1, 2, -1) e BG, 1, 1). 24) Calcular a drea do triangulo ABC e a altura relativa ao lado BC, sendo dados a) AC4, 1, 1), BU, 0, 1) e C(O, -1, 3) b) AG, 2, 1), BM, 0, 1) e CCL, 2, 0) Encontrar um vetor ortogonal ao plano determinado pelos pontos P, Qe R e calcular a drea do triangulo PQR. a) PG, 0, 0), QO, 3, 0), RO, 0, 2) b) P(2, 3, 0), Q00, 2, 1), R(2, 0, 2) 26) Calcular z, sabendo-se que A (2, 0, 0), B(O, 2, 0) e C(O, 0, z) so vertices de um tri- Angulo de drea 6. 27) Dados os pontos A(2, 1, -1) e B@, 2, 1), determinar 0 ponto C do eixo Oy de modo que a drea do triangulo ABC seja 1,5 u.a. Sabendo que os pontos A(4, 0, 0), B(O, 0, 2), C(O, 3, 0) e D(4, 3, -2) so coplanares, calcular a rea do quadrilitero ABCD. 29) Os pontos médios dos lados do triangulo ABC so M(O, 1, 3), N(3, -2, 2) e P(1, 0, 2). Determinar a 4rea do triangulo ABC. 25) 28) Respostas de Problemas Propostos 1) ajo a6 8) (-6, -20, 1) po b) 0 ©) 5,0, -5) b) (8, -2, 13) Ks 00 9 61,-23,-1) 9,2, 13) ve 90 Vetores e Geometria Analitica 2) a)-j7 0 0 b)2k = HK pei ©) -6j 20 wo dl hyo ni 3) D(4,-1,1) 4) x=(@,-1,2) 5) a) x=(1,-3,0) 6) Nao existe x pois u nfo € ortogonal a v. -4, 2, -6) 3 1) a) a?,-a?, a?) ©) @,0, a°) a b) a’, -a?, 0) 4) (-a”,-a”,-a”) 50 9) Um deles: (u + 2V) xX (¥-u) = (12, -18, 9) 10) Um deles: AB x AC = (12, -3, 10) 11) Uma das infinitas solugdes: vj = (1, -2, 1), ¥2= (1, 1, 1) € V3=C1, 0, 1) i oaa toe 12) a) -— =, ee as 5 5) CG BB Tan 55 5 goo 8 b)(, - 3. CR Bs 5 ou ¢ BB S 13) (0, V2, -v2) ou (0, -v2, V2) 14) a) 2v3 00 ©) 43 by 2V3 do fy) W3 15) a)16 we 16) Sou-5 17) a) 3Vi0 b) vi0 18) vi22 19) 274 20) 0ou2 21) a)6 b) 12 ©) 24 22) 35 23) 65 Cap.3 Produto Vetorial 91 24) a)V35 e ue FER 25) 21@2.3,teR¢ MT b)t(,4,6),teR e cay 26) 4 ou-4 27) CO,1,0) on CO, a) 28) 2/61 29) 4/2

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