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Produto
Vetorial
Preliminares
Antes de definirmos produto vetorial de dois vetores u e Vv, faremos algumas considera-
des importantes:
a) O produto vetorial € um vetor, ao contrério do produto escalar u.¥ que é um escalar
(ntimero real).
b) Para simplicidade de célculo do produto vetorial, faremos uso de determinantes. Um
determinante de ordem 2 é definido como
x yf A oy
x yal 192 271
Por exemplo,
302
A Gl @ @)(5) - (4)(2) = 15+8 = 23
©) Algumas propriedades dos determinantes serao utilizadas nesta segao:
1) a permutacao de duas linhas inverte o sinal do determinante
Em relagao ao exemplo anterior, temos
4
= (-4)(2) - GS) = 8-15 = -23
3.2
©) se duas linhas forem constituidas de elementos proporcionais, o determinante €
zero (duas linhas iguais € um caso particular).74 Vetores e Geometria Analitica
No determinante a seguir, os elementos da segunda linha so 0 triplo dos elemen-
tos da primeira:
1 -2
3 6
cs) se uma das linhas for constitufda de zeros, 0 determinante é zero.
Por exemplo,
a 7
Joo]
= 0
00
d) Um determinante de ordem 3 pode ser dado por
abc
oY al =
X2 Y2 22
A expresso da direita é conhecida como desenvolvimento do determinante pelo
Teorema de Laplace aplicado a primeira linha. Notemos que os trés determinantes de
ordem 2 desta expressio so obtidos a partir das duas tiltimas linhas, desprezando-se ne-
las, pela ordem, a 12 coluna, a 24 coluna e a 34 coluna, trocando-se o sinal do determi-
nante intermediario.
Por exemplo,
G4 35 15 12
1305 - | fo -| la + ls
2 2 le 2 2 21
= (6-5)(3) - (2 + 10)(-2) + (1+ 6)(-4)
=3+24-28
=4
Observagao
Todas as propriedades dos determinantes acima citadas fizeram referéncia as linhas da
matriz pelo fato de, no estudo do produto vetorial, haver mengao somente a linhas. No
entanto, estas propriedades valem também para as colunas.
Definigao do Produto Vetorial
Chama-se produto vetorial de dois vetores
u
jity,j +2, k € V=X i+ yp j + 22 k, tomados nesta ordem, e se representa
por uXv, ao vetorCap. 3 Produto Vetorial 75
P a)
O produto vetorial de por v também é indicado por U A v elé-se“a vetorial v".
Observemos que a defini¢ao de u x v dada em (1) pode ser obtida do desenvolvimento
segundo 0 Teorema de Laplace (item d das Preliminares) substituindo-se a, b e c pelos vetores
mY
2 Y2|
unitérios T , J” e K,, fato que sugere a notagio
i ©
uXve|x, yy, zy Q)
2 Yo 22
O simbolo a direita de (2) nao € um determinante, pois a primeira linha contém veto-
res em vez de escalares. No entanto, usaremos esta notacdo pela facilidade de memoriza-
¢40 que ela propicia no cAlculo do produto vetorial.
Exemplo
Caleular UX V parau =514+4) 43k evsi+k
Solugao
ijk
= 4 3/= -
wxV = | > 4 3 -|¢ eel ‘Li “|
12 OL
=(4-01-6-3j7 + 0-4 kK
= 43-27 - 4k
Dispositivo pratico para o calculo de u x v
Dispoe-se os dois vetores em linha, e repete-se pela ordem, as duas primeiras colunas. As
trés componentes de u x v sao dadas pelos trés determinantes, conforme esta indicado a
seguir. A vantagem do dispositivo € que nao se corre 0 risco de esquecer a troca de sinal
do determinante intermedidrio.76 Vetores e Geometria Analitica
4
Levando-se em conta as consideragGes feitas sobre as proprieda-
des dos determinantes, concluimos de imediato que:
1°) vV X u =-(uXV), isto é, os vetores V X Ue U X V SAO Opostos
(Figura 3.1), pois a troca de ordem dos vetores no produto vetorial
u X v implica troca de sinal de todos os determinantes de ordem 2,
‘ou seja, troca de sinal de todas as suas componentes.
Por outro lado, como u X v # V X U conclui-se que o produto vetori-
al nao é comutativo (ao contrério do produto escalar: u. V = Vv. U).
Portanto, no produto vetorial a ordem dos fatores € importante.
2°) u xv =0 se, € somente se, ul, pois neste caso, todos os determinantes de ordem 2
tém suas linhas constitufdas por elementos proporcionais.
Esto af também incluidos os casos particulares: *
TD ux u = 0 (determinantes de ordem 2 com linhas iguais)
I) ux 6 = 0 determinantes de ordem 2 com uma linha de zeros)
Exemplos de produto vetorial de vetores paralelos:
a) ux@Bu)=0 d)(u-v)x (v-u)=0
b) (2u)x(-7u)=0 e)(2u +3v)x(6u +9v) = 0
c)(uxv)x(vxu) = 0 (Su)xd =0
Sabemos que um vetor esta bem definido quando conhecemos sua diregao, seu senti-
do e seu comprimento. A seguir passaremos a definir 0 vetor u x v no caso de u ¢ v
serem ndo-nulos e naio-paralelos.
Caracteristicas do Vetor u x Vv
Consideremos os vetores U = (X1,¥1521) © V =(X2+Y2+Zo)-
a) Diregdo de u x ¥
O vetor u x v €simultaneamente ortogonal a u ¢ VCap.3 Produto Vetorial 77
Tendo em vista que dois vetores sio ortogonais quando o produto escalar deles é
zero, basta mostrar que
(uxyv).
uo x 2 v
I yn zy
D222 mo 2 Y2
aie yi er
= {Xi Mo 4
X2 Ya 22
= 0 (primeira e segunda linhas iguais).
~ = S 2 uxv
Logo, ux v éortogonala u ea v. A
De forma andloga, demonstra-se que (XV). v=0,
Como 0 vetor V x u tem a mesma diregdo de uxy
(apenas seus sentidos sao opostos), também ele é ortogo-
nal tanto a u como av. A Figura 3.2 apresenta os veto- 4
Tes u X v € V X U ortogonais ao plano m determinado
poruev.
Exemplo
Dados os vetores u = (3, 1,2)e v = (-2, 2, 5), tem-se
i i,
uxv=|3 1 2|=(,-19,8)
25
(uxv).u=(, 19, 8).@, 1, 2)=3-19+16=0
(Ux). V=(1, 19, 8).(2, 2,5)=-2-38+40=078 Vetores e Geometria Analitica
b) Sentido de u x ¥
O sentido de u x v poderd ser determinado utilizando-se a “regra da mao direita”
(Figura 3.3(a)). Sendo @ o Angulo entre Ue V, suponhamos que u (1° vetor) sofra uma
rotagdo de Angulo @ até coincidir com V. Se os dedos da mao direita forem dobrados na
mesma dirego da rotaco, entdo o polegar estendido indicaré o sentido de u x v.
xv
er
v
s
2
<4
on
@ )
Figura 3.3
A Figura 3.3 (b) mostra que o produto vetorial muda de sentido quando a ordem dos veto-
res € invertida. Observemos que s6 ser possivel dobrar os dedos na diregio de v para u se
invertermos a posigao da mio, quando entio o dedo polegar estaré apontando para baixo.
Caso tenhamos diividas sobre 0 sentido de u x Vv, podemos associar estes dois veto-
res a. uma dupla de vetores unitérios escolhidos entre i, j e k. Por exemplo, associando
u Xv,com i x j etendoem vista que
ij k
ixj=|1 0 0/=@, 0, D=k
010
© sentido de k daria o sentido de u x v . Da mesma forma temos 5
jxk=i e kxisj
mt
ra.
Na Figura 3.4 apresentamos um dispositive mneménico para
lembrar os seis produtos vetoriais possiveis com estes trés vetores
unitérios que determinam o sistema cartesiano. Associando estes i
vetores a trés pontos distintos de uma circunferéncia, e adotando 0
sentido anti-horario, 0 produto vetorial de dois vetores sucessivos Figura 3.4Cap. 3 _Produto Vetorial 79
quaisquer € 0 vetor seguinte. Assim, neste dispositivo temos imediatamente i x j
(sentido anti-horério) e, conseqiientemente, j x i =-k (sentido hordrio).
A tabela de dupla entrada apresenta as seis possibilidades com produto vetorial ndo-nulo:
se
©) Comprimento de ux v
Se € 0 Angulo entre os vetores ule ¥ nao-nulos, entio
lu xv f=elullvi
| sen @ 8)
Este resultado ser4 imediato quando se conhece a Identidade de Lagrange:
WuxvP = tI? -@. 9? (4)
Como
2
axvp >: ayy | % _
Yo to Xp 2 x Yo
= (Vie2-V221)? + j29-%22))? + KY r-X2Y,)? 5)
e
WP IVP. (a. vy? = (xP +? +22)003 +} +23) - x2 +yyy9 +2129)" ©
a identidade (4) poderd ser verificada desenvolvendo-se os membros da direita de (5) e (6)
€ constatando sua igualdade (a cargo do leitor)
Tendo em vista que
u. ¥ =lallvlcos 6
a igualdade (4) pode ser escrita como
ld x vP=1uPIVP-la PIV P cos? @
=luPIVP (1 - cos? 6)
=luPIVF sen? 6
Extraindo as rafzes quadradas e notando que sen @>0 (pois 0° < @ < 180°), obtemos
lu x vi=lully sen.80 Vetores e Geometria Analitica
Interpretacao Geométrica do Médulo do Produto
Vetorial
Observando que no paralelogramo determinado pelos
vetores ndo-nulos u e v (Figura 3.5), a medida da
base é lule da altura é1v 1 sen @, a drea A deste pa-
ralelogramo é
A = (base) (altura) = 1u Iv 1 sen @
ou seja,
Figura 3.5
uxvi ”
O resultado dado em (7) poderé ser expresso por: “a drea do paralelogramo deter-
minado pelos vetores ue V & numericamente igual ao comprimento do vetor UX V ”
Vamos comprovar este resultado por meio de um exemplo particular tomando os.
vetores u=2i e v=3j . Temos, entdo
td
uxv=|2 0 = (0, 0, 6) =
0 3
oor
lu x vi=6
A Figura 3.6 mostra claramente que o paralelogramo
determinado por ue v tem 6 waa. (unidades de drea) e 0
vetor u Xv tem 6 uc. (unidades de comprimento). Quer
dizer, numericamente estas medidas sio iguais.
Para encerrar 0 estudo do produto vetorial, as con-
clusées finais:
1) O produto vetorial ndo é associativo, isto é, em geral Figura 3.6
(Uxv)x weu x(vxw)
Basta considerar, por exemplo,
|
enquanto que
ij
ix) xj)=ix0=6Cap.3 Produto Vetorial 81
2) Para quaisquer vetores u, Vv, W eo escalar &, sio validas as propriedades
TD ux(v+w)=(uxv)+(uxw)e
(U+v)x w =(uxw)+(vxw)
I) @(uxv)=(au)x v =u x(av)
ID u.(vxw)=(uxv). w
As demonstragées destas propriedades, todas ligadas a aplicagao da definigao (1) €
de propriedades dos determinantes além das citadas no texto, deixamos a cargo do leitor
como desafio,
Exemplos
1) Determinar o vetor x, tal que x seja ortogonal ao eixo dos ye u = x X v, sendo
u =(1,1,-De v =(2,-1, 1).
Solugao
Como x 1 Oy, ele é da forma x = (x, 0,2).
Entio, u= x xX v equivale a
k
oN
ou
cuja solugao é x
Portanto, x =(1, 0, 1).
2) Sejam os vetores u = (1, -1,-4)e v =(3, 2, -2). Determinar um vetor que seja
a) ortogonal a u e
b)ortogonal a u e Vv eunitério;
e tenha médulo 4;
e tenha cota igual a 7.
v5
v
c) ortogonal a ueyv
v
) ortogonal a u e82 Vetores e Geometria Analitica
Solugao
a) Sabe-se que o vetor u X v € simultaneamente ortogonal a u e V. Como multipli-
car um vetor por um ndmero real nao altera asua diregdo, todos os vetores do tipo
a @ xv ), & € R, sao também ortogonais a Ue V. Portanto, este problema tem infini-
tas solugées.
ij k
uxv=|1 -1 -4/=(0,-10, 5)
a2 2
Logo, as infinitas solugdes so
(10, -10, 5), HE R.
Observacao
Se chamarmos de x = (x, y, z) todos os vetores ortogonais a u e v, estas mesmas solu-
ges seriam obtidas resolvendo-se o sistema:
x.0 =0 aad
R20 ou 3x + 2y-22=0
b) A partir de u x V (ou de qualquer a (u X v), & #0), obtém-se dois vetores unitdrios:
221
5, = BXY 00410, 5) 24
“tuxvi 1S 3
-~ - 221
u2 =-u=(-5, <, -=).
2 1=¢ 373 >
c) Para obter um vetor de médulo 4 que seja ortogonal a u e v, basta multiplicar por 4
um vetor unitério:
7.
ae, 2, =
Opp?
ou
221
4S, =, -Z)=C5, Ge -G):
op yp yey yo
4d) Dentre as infinitas solugées (10, -10, 5) = (100, -10, 50), deseja-se aquela cuja cota
67. Entdo, 50: = 7, ou seja, 0 = Z Logo, temos a solugao
z (10, -10, 5) = (14, -14, 7).Ww
Cap. 3 _Produto Vetorial 83
3) Seja um tridngulo eqiiildtero ABC de lado 10. Calcular |AB x ACI.
Solugao
E uma aplicagdo direta da relagdo (3):
IAB x ACI=1ABIIACI sen A
Como A = 60° (Figura 3.7), vem
IAB x ACI= c1oy10y*3 = 50v3.
Observacao Figura 3.7
Este resultado representa a drea do paralelogramo determinado pelos vetores AB e AC.
Logo, a érea do triingulo da figura € a metade, ou seja, 253.
4) Dados os vetores u = (1,-1, De ¥ =(2,-3, 4), caleular
a) a érea do paralelogramo determinado por u € v;
b)a altura do paralelogramo relativa a base -definida pelo vetor u.
Solugao
a) Sabemos de (7) que a rea A é dada por
A=lu xvi
Como
aie i
uxvell 2 =(4,-2,-)
234
tem-se
A=l(-l, -2, DI = V1+441 = V6 u.a (unidades de drea).
b) A Figura 3.8 ilustra outra vez o significado geométrico
delu xv le indica a altura h que se pretende calcular.
De
= (base)(altura) = Iu. h
ver
he Allxyl
lul ful84 Vetores e Geometria Analitica
ou seja
_%6 v6 _
“aan 3
5) Determinar a distdncia do ponto P(5, 1, 2) a reta r que passa por A (3, 1, 3)eB (4, -1, 1).
2 u.c. (unidades de comprimento)
Solugao
Seja da distancia do ponto P a reta r (Figura 3.9). Os vetores AB e AP determinam um
paralelogramo cuja altura relativa & base AB é a distancia d de Pa r.
Logo, de acordo com o problema anterior, temos
IAB x API
IABI
vem
12,34) _ V4+9416 _ 29 |,
10-2, Vfisae4 = 3
6) Dados os vetores u = (2, 1,-1)e ¥ =(1, -1, a), calcular o valor de a para que a rea
d=
do paralelogramo determinado por u e v seja iguala V62.
Solugao
A Grea A do paralelogramo é dada por
A=luxvi
Deseja-se que
la x Vis ¥62
Mas
Gi ©
uxv=|2 1 -l/=(@-1,-2a-1,-3)
Tela
e
Wa-1,-2a-1, -3)| = 62
ouCap. 3 Produto Vetorial 85
Va - 1)? +(-2a - 124 (-3)?= Jor
Elevando ambos os membros ao quadrado e ordenando os termos, vern
a?-2a+14+4a?+4a414+9=62
5a°+2a-51=0
donde
7) Dados os pontos A(2, 1, 1), BG, -1, 0) e C(4, 2, -2), determinar
a) a rea do tridngulo ABC;
b)a altura do triangulo relativa ao vértice C.
Solucgao
a) A Figura 3.10 mostra que, a partir do triangulo ABC, é
possivel construir um paralelogramo ABDC, cuja area é
0 dobro da area do triangulo.
Como o paralelogramo € determinado pelos vetores
AB eAC, conclui-se que a area A do triangulo é
IAB x ACI
Figura 3.10
2 A/=(7,1,5)
1
2 1 3
Logo,
a =u, 1 9) = 5 aT =5N5 = ua.
b) A altura do triangulo indicada na figura € a mesma do paralelogramo de base AB.
Como a dea A do paralelogramo é
A= (base) (altura) = bh, vem
A_IABKACI__ 75
b TABI -2,-DI
ee86 Vetores e Geometria Analitica
Uma Aplicagao na Fisica
O produto vetorial é uma importante ferramenta matematica utilizada na Fisica. Dentre
algumas de suas aplicagdes pode-se citar 0 torque.
O torque é uma grandeza vetorial, representado port , e esta relacionada com a pos-
sibilidade de um corpo sofrer uma torgdo ou alterar seu movimento de rotagao.
A equagao para 0 cdlculo do torque é
hx
onde Ir | é a distancia do ponto de aplicagao da forca F ao eixo de rotago, ao qual o cor-
po esta vinculado.
Lembrando 0 cAlculo do médulo do produto vetorial visto em (3) tem-se
| t I=IFHFl sen @ 2
onde © € 0 angulo eutre 7 ¢ F. A
eb
Exemplo .
Caleular 0 torque sobre a barra AB (Figura 3.11), A 7 :
onde AB = r =2) (emmetros), F=107 (em
newtons) € 0 eixo de rotagao € 0 eixo z. Vr 4
Solugao
O vetor torque, para o caso desta figura, é
dado por Figura 3.11
7 =(i+2j +0k)mx(10i+0j +0K)N
ou
T
=(01+0j -20k)mN
ou
1 =(20k)mN
A intensidade (médulo) do torque pode ser calculado por
It} =17 [IF sen @ = (2m)(10N) (sen 90°) = 20mN
Vil= y(-20)? =20mN
ou porCap.3 Produto Vetorial 87
Observacao
Caso a forca F seja invertida (Figura 3.12), isto é,
F=-10i (em newtons), 0 torque € dado por
a
T=(01+2j +0K)mx(-l0i+0j +0K)N
ou
t= (20K )mN. x
Figura 3.12
Problemas Propostos
-i+K, determinar
Vv =
a)lu xul e(u-v)xw )uxveuxw
b) Q¥)xBv) f(uxv) x w p)(uxv).v
O(UXW)+(Wxu) —-g) Ux(v¥xw) K(uxv). w
d(UXV)x(VXu) hh) UX(v4w) Du. (vx w)
2) Efetuar
a) ixk )Gi).@7) )Gxj)xk
b 7 x@i) HGi)x@Qj) DGXT )xF
37) x 2k) Di-(jxiy ®ixGxj)
& 7.7 xk) hy j (7 xk) DG xk).T
3) Dados os pontos A(2, 1, -1), BG, 0, 1) e C(2, -1, -3), determinar © ponto D tal que
AD = BCxAC.
4) Determinar o vetor x tal que X . (1, 4, -3)=-7 © xx (4,-2, 1) =(3, 5, -2).
5) Resolver os sistemas
af xxj ak DixxQi
j +3k)=6
x-(4i-2) +k)=10 x.(i+2j -2k)=12
6) Dados os vetores u = (3, 1, 1), v=(-4, 1, 3)e w = (1, 2, 0), determinar x de modo
quex Lwexxus88 Vetores e Geometria Analitica
1D
8)
9)
10)
18h
12
13)
14)
15)
16)
Levando em conta a Figura 3.13, caleular
a) OF x OD d) BC x EA
b) ACx FA e) OA. (OCxOE)
©) ABx AC ) GB x AF
Sejam os vetores U = (1, -2, 1), V=(1, 1, De w'=
, 0, -1).
a) Utilizar 0 produto escalar para mostrar que os
vetores sfio, dois a dois, ortogonais.
b) Utilizar o produto vetorial para mostrar que o
produto vetorial de quaisquer dois deles é paralelo ao terceiro vetor.
c) Mostrar que u x(v x w)=0
Figura 3.13
Determinar um vetor simultaneamente ortogonal aos vetores U + 2V € Vv - U, sendo
u =(3,2,0)e v=(,-l, -2).
Obter um vetor ortogonal ao plano determinado pelos pontos A(2, 3, 1), B(1, -1, 1)e
(4, 1, -2).
Dado vi = (1, -2, 1), determinar vetores v2 € V3 de modo que os trés sejam mutua-
mente ortogonais.
Dados os vetores U = a ea v determinar
a) um vetor unitdrio simultaneamente ortogonal a uev;
b) um vetor de médulo 5 simultaneamente ortogonal a ue V.
Determinar um vetor de médulo 2 ortogonal a a= (3, 2, 2)ea v =(0, 1, 1).
Com base na Figura 3.14, calcular
a) [AB x ADI
b) IBA x BCI
c) [AB x DCI
d) (AB x CDI
e) IBD xACI
f) IBD x CDI
Sendo lul= 2V2,1v1=4 45° o angulo entre u e v, calcular Figura 3.14
a)12u x vl » |2ax 25
52
Determinar u . v, sabendo quelu x v1=12,lul=13e v éunitdrio.Cap. 3 Produto Vetorial 89
17) Dados os vetores u = (3, -1,2)e v =(-2, 2, 1), calcular
a) a drea do paralelogramo determinado por u ev:
b) a altura do paralelogramo relativa a base definida pelo vetor v .
Mostrar que 0 quadrilétero ABCD de vértices A(4, 1, 2), BGS, 0, 1), C1, 2, -2)
e D (-2, 3, -1) é um paralelogramo e calcular sua érea.
Dois vértices consecutivos de um paralelogramo sao A(2, -4, 0) e B(1, -3, -1) eo
ponto médio das diagonais é M (3, 2, -2). Calcular a area do paralelogramo.
Calcular o valor de m para que a 4rea do paralelogramo determinado por u = (m, -3, Ie
v =(1,-2, 2) seja igual a 26.
Sabendo que lu |= 6,1V1=4 e 30° 0 Angulo entre u ev, calcular
18
19)
20)
21
a) a rea do trifingulo determinado por ue cE ;
b) area do paralelogramo determinado por u €(-¥
©) a rea do paralelogramo determinado por u + Ve - V.
22) Calcular a drea do paralelogramo determinado pelos vetores u e v, sabendo que
suas diagonais so u + v =(-1,3,4)e u - v =(1,-l, 2).
23) Calcular a distancia do ponto P(4, 3, 3) A reta que passa por A(1, 2, -1) e BG, 1, 1).
24) Calcular a drea do triangulo ABC e a altura relativa ao lado BC, sendo dados
a) AC4, 1, 1), BU, 0, 1) e C(O, -1, 3)
b) AG, 2, 1), BM, 0, 1) e CCL, 2, 0)
Encontrar um vetor ortogonal ao plano determinado pelos pontos P, Qe R e calcular
a drea do triangulo PQR.
a) PG, 0, 0), QO, 3, 0), RO, 0, 2)
b) P(2, 3, 0), Q00, 2, 1), R(2, 0, 2)
26) Calcular z, sabendo-se que A (2, 0, 0), B(O, 2, 0) e C(O, 0, z) so vertices de um tri-
Angulo de drea 6.
27) Dados os pontos A(2, 1, -1) e B@, 2, 1), determinar 0 ponto C do eixo Oy de modo
que a drea do triangulo ABC seja 1,5 u.a.
Sabendo que os pontos A(4, 0, 0), B(O, 0, 2), C(O, 3, 0) e D(4, 3, -2) so coplanares,
calcular a rea do quadrilitero ABCD.
29) Os pontos médios dos lados do triangulo ABC so M(O, 1, 3), N(3, -2, 2) e P(1, 0, 2).
Determinar a 4rea do triangulo ABC.
25)
28)
Respostas de Problemas Propostos
1) ajo a6 8) (-6, -20, 1) po
b) 0 ©) 5,0, -5) b) (8, -2, 13) Ks
00 9 61,-23,-1) 9,2, 13) ve90 Vetores e Geometria Analitica
2) a)-j7 0 0
b)2k = HK pei
©) -6j 20 wo
dl hyo ni
3) D(4,-1,1)
4) x=(@,-1,2)
5) a) x=(1,-3,0)
6) Nao existe x pois u nfo € ortogonal a v.
-4, 2, -6)
3
1) a) a?,-a?, a?) ©) @,0, a°) a
b) a’, -a?, 0) 4) (-a”,-a”,-a”) 50
9) Um deles: (u + 2V) xX (¥-u) = (12, -18, 9)
10) Um deles: AB x AC = (12, -3, 10)
11) Uma das infinitas solugdes: vj = (1, -2, 1), ¥2= (1, 1, 1) € V3=C1, 0, 1)
i oaa toe
12) a) -— =, ee
as 5 5) CG BB Tan
55 5 goo 8
b)(, - 3.
CR Bs 5 ou ¢ BB S
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23) 65Cap.3 Produto Vetorial 91
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