CURSO DE NUTRIÇÃO
Disciplina: PATOLOGIA DA NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA I
Patologia da nutrição e dietoterapia nas enfermidades
endócrinas: obesidade
Profª Dra Barbara Martins Vieira
Anápolis – 2021.2
Associação Educativa Evangélica
CURSO DE NUTRIÇÃO
Disciplina: PATOLOGIA DA NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA I
Patologia da nutrição e dietoterapia nas enfermidades endócrinas:
obesidade
OBJETIVOS:
•Reconhecer a fisiopatologia da obesidade e as suas principais causas.
•Listar os cuidados nutricionais no tratamento clínico da obesidade.
•Identificar a conduta nutricional na abordagem cirúrgica da obesidade.
Associação Educativa Evangélica
CURSO DE NUTRIÇÃO
Disciplina: PATOLOGIA DA NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA I
Patologia da nutrição e dietoterapia nas enfermidades endócrinas:
obesidade
REFERÊNCIAS:
MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: alimentos, nutrição e dietoterapia. 14. ed.
São Paulo: Roca, 2005. 1242 p.
CAPÍTULO 21
Associação Educativa Evangélica
TRATAMENTO DA OBESIDADE NÃO É
SÓ
Ambiente
Psicológico Genética Nenhuma teoria é capaz de
explicar na sua totalidade
OBESIDADE todas as manifestações da
obesidade, ou ser aplicada
de forma consistente em
todos os indivíduos
Estilo de
Cultura
vida
PREVALÊNCIA
Em 2025, a estimativa é de que 2,3 bilhões de
adultos ao redor do mundo estejam acima do
peso, sendo 700 milhões de indivíduos com
obesidade, isto é, com um índice de massa
corporal (IMC) acima de 30.
No Brasil, essa doença crônica aumentou 72%
nos últimos treze anos, saindo de 11,8% em
2006 para 20,3% em 2019.
A obesidade diminui com o aumento da
escolaridade.
[Link]
Fisiopatologia e etiologia da obesidade
doença multifatorial na qual ocorre acúmulo anormal de gordura corporal – capaz
de afetar a saúde –, resultante de um desequilíbrio permanente e prolongado entre
a ingestão calórica e o gasto energético, sendo que o acúmulo de calorias se
armazena como tecido adiposo
Essa equação simples depende, no entanto, de uma complexidade de mecanismos
reguladores, que, em cada indivíduo e em cada momento, asseguram a homeostasia
energética
Fisiopatologia e etiologia da obesidade
• Mecanismos envolvem:
- vários núcleos no sistema nervoso central (especificamente, o hipotálamo)
- tubo digestivo e o tecido adiposo, ambos com capacidade de receber e
fornecer informação reguladora, sob a forma de hormônios,
neurotransmissores ou outras substâncias de ação autócrina ou parácrina
Ação autócrina pela ligação ao receptor na membrana da mesma célula que o secretou.
Ação parácrina que se liga aos receptores em uma célula-alvo muito próxima da célula produtora
Fisiopatologia e etiologia da obesidade
A complexidade e a redundância desses mecanismos reguladores, ainda não
completamente esclarecidos, constituem uma barreira ao estabelecimento
de terapias eficazes para a obesidade, fato que está ligado à grave progressão
da doença
Outro método para diagnosticar a obesidade é pela medição da gordura corpórea –
homens com mais de 25% e mulheres com mais de 30% de gordura são considerados
obesos
Aspectos fisiopatológicos da obesidade
• A gordura corporal é uma massa composta por ácidos graxos e glicerol,
formando tecidos gordurosos, que têm por função o armazenamento de
energia e o isolamento térmico.
• Existem dois tipos de tecidos gordurosos no corpo humano
- gordura branca → se concentra principalmente no tecido intramuscular,
no tecido subcutâneo e na cavidade abdominal
- Gordura marrom → bem menor e se encontra na região interescapular e
cervical posterior
Aspectos fisiopatológicos da obesidade
• Existem três tipos de obesidade segundo as células de gordura
• hipertrófica, que ocorre pelo aumento do tamanho das células e não pela
quantidade
• hiperplásica, que ocorre pelo aumento da quantidade de células
• mista, que é a forma associada das duas anteriores
Durante o primeiro ano de vida, ocorre um aumento no tamanho e na quantidade das
células de gordura (adipócitos)
Estudos recentes mostram que novas células podem se originar dos pré-adipócitos em
qualquer estágio da vida, portanto, a obesidade desenvolvida na vida adulta apresenta,
além do aumento de tamanho, elevação no número de células armazenadoras de gorduras
do tecido subcutâneo
Aspectos fisiopatológicos da obesidade
O mecanismo de controle genético, que influencia em 40%
na prevalência da obesidade, é expresso na transcrição,
tradução e expressão de hormônios envolvidos na
regulação do apetite, nas variações do metabolismo basal,
no efeito termogênico dos alimentos e na utilização
metabólica dos nutrientes energéticos
colecistocinina (CCK) e o peptídeo semelhante ao
glucagon 1 (GLP-1) → atuam promovendo a sensação de
saciedade após uma refeição
Grelina → aumenta o apetite logo antes de se alimentar
Aspectos fisiopatológicos da obesidade
Hormônios que atuam com sinais em longo prazo -
relacionados com a manutenção da quantidade normal de
estoque energético no corpo, como a insulina (secretada
pelo pâncreas) e a leptina, produzida pelos adipócitos.
Leptina → secretada de acordo com a quantidade de
gordura presente dentro do adipócito
Pessoa ingere muitas calorias → armazenamento de lipídeos →
liberação de leptina, indicando ao hipotálamo que a pessoa não
precisa se alimentar mais
Ausência de leptina → pessoa tende a se tornar obesa por
comer muito, já que a redução do apetite não ocorre com o
aumento dos adipócitos, conforme deveria
Aspectos fisiopatológicos da obesidade
A insulina interfere no metabolismo dos nutrientes que
o corpo recebe
Promove a entrada de glicose nos músculos e adipócitos
→ se liga aos receptores tirosinacinas - desencadeia
uma série de reações, como a mobilização das vesículas
intracelulares que contêm o transportador de glicose
GLUT4, fazendo-o se ligar à membrana plasmática e
permitindo que a glicose seja captada pela célula
Promove a ativação de enzimas envolvidas na glicólise,
na síntese de glicogênio e de triacilglicerol
A obesidade e suas principais causas
• Fator ambiental: hábitos familiares e populacionais como parte do aprendizado
alimentar de novas gerações
• Os fatores ambientais iniciam já na gravidez – a desnutrição no último trimestre de
gestação diminui a probabilidade de obesidade adulta, e a exposição do feto ao
ambiente diabético aumenta as chances de a criança ser obesa e desenvolver
diabetes
• A obesidade infantil é talvez o fator que mais contribui para a continuidade da
obesidade na vida adulta
• A criança ainda não se alimenta sozinha e segue os hábitos familiares - caso estes
hábitos sejam ruins, a criança pode se acostumar com eles, e uma mudança
posterior é muito difícil
• Além disso, nos primeiros anos de vida, a multiplicação dos adipócitos é
particularmente intensa
A obesidade e suas principais causas
• Fator sociocultural: a alimentação faz parte de costumes e
rituais milenares, influenciando diretamente o apetite, a
recompensa e o prazer ligados ao ato de comer
• Maus hábitos alimentares, como a ingestão de alimentos
calóricos, pode resultar no recebimento de maior energia,
pois uma grande parcela de indivíduos só para de comer
quando está saciada (que é referente ao volume de alimento
consumido)
A obesidade e suas principais causas
• Fator hormonal: fator determinante na homeostase do complexo
sistema fisiológico energético, controlando a fome e a saciedade
• A leptina é um hormônio peptídico secretado pelas células adiposas
- promove a diminuição da produção hipotalâmica de estimuladores
do apetite
- aumenta a atividade simpática que aumenta a taxa metabólica e o
gasto energético
- promove o aumento da produção de hormônio liberador da
corticotropina que diminui a ingestão alimentar e diminui a
produção de insulina pelo pâncreas (o que contribui para a
diminuição do armazenamento de lipídeos)
A obesidade e suas principais causas
• Fator genético: demonstrado por fatores inatos e não ambientais
• Os fatores genéticos provocam cerca de 20 a 25% dos casos de
obesidade e ocorrem em doenças específicas, como a síndrome de
Prader-Willi, a síndrome de Laurence-Moon-Biedl ou as mutações
no gene produtor e/ou receptor de leptina
• A diminuição de efeito deste hormônio provoca uma forma rara de
obesidade monogênica
• Outras formas de obesidade causadas por hereditariedade estão
relacionadas a modificações de neuropeptídeos relacionados com o
apetite
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• os profissionais devem dar ênfase na melhora da condição de saúde
através da perda de peso, que seja factível e possível de ser sustentada
Tratamento da obesidade objetiva:
- interrupção do ganho de peso
- obtenção e a estabilização do peso que seja capaz de trazer benefícios à saúde
de maneira geral
- controle e prevenção das comorbidades
modificações no estilo de vida que sejam toleráveis, agradáveis e permanentes
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• Tratamento multiprofissional
- Atividade física
- Dieta hipocalórica
- Acompanhamento psicológico
- Farmacoterapia – médico
- Psiquiatria
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• Uma alimentação saudável inicia com o aleitamento materno exclusivo até
os 6 meses de vida e deve ser incentivada já na infância
• Alterações gerais na postura familiar em relação a hábitos alimentares,
estilo de vida, prática de atividade física e correções do comportamento
alimentar em longo prazo
• Alimentação nutricionalmente saudável, que tenha valor
energético inferior ao gasto energético total, mas superior
ao gasto energético basal
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• Após a investigação do consumo alimentar, é possível propor, de acordo
com o diagnóstico e a pactuação de metas com o paciente, o
estabelecimento de ações que oportunizem a redução do peso no curto,
médio e longo prazos
• As modificações propostas no padrão alimentar devem ser gradativas e
individualizadas
• Maior ênfase na redução da quantidade de gorduras, açúcares e produtos
ultra processados, com maior consumo de fontes de fibras alimentares
menor densidade calórica, necessidade de mastigação por
maior tempo, permanência na cavidade oral por um tempo
maior e maior distensão volumétrica do estômago
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• Diretrizes Brasileiras de Obesidade (2016)
Dieta planejada individualmente para criar um déficit de 500 a 1.000 kcal objetivando
uma diminuição de 0,5 a 1 kg por semana, com metas realistas
Dietas com baixas calorias, com 1.000 a 1.200 kcal por dia, reduzem em média 8% do
peso corporal, em três a seis meses, com diminuição de gordura abdominal, com perda
média de 4% em três a cinco anos
Dietas de muito baixas calorias (very-low calorie diets, VLCD), com 400 a 800 kcal por
dia, produzem perda de peso maior em curto prazo, em comparação às dietas de baixas
calorias, mas, em longo prazo, no período de um ano, a perda de peso é similar
Essas dietas devem ser feitas apenas em ambiente médico adequado e sob rígida supervisão
Tratamento clínico da obesidade: abordagem nutricional
• Diretrizes Brasileiras de Obesidade (2016)
Reduzir a quantidade de gordura da dieta, em uma dieta hipocalórica, é uma maneira
prática de diminuir a ingestão calórica e induzir a perda de peso
Dietas com 1.200 a 1.500 kcal/dia para mulheres e 1.500 a 1.800 kcal/dia para homens,
independentemente da composição de macronutrientes, costumam gerar perda de peso.
Acesse as Diretrizes Brasileiras de Obesidade (p. 77 a 90) para ler sobre o assunto.
Conduta nutricional na cirurgia bariátrica
CFM
• Pessoas com IMC igual ou
superior a 45 kg/m²
apresentam diminuição da
expectativa de vida e
aumento da mortalidade por Não derivativas Derivativas
causa cardiovascular, que
pode chegar a 190%
• Cirurgia bariátrica é um Derivação gástrica com
reconstituição do
Banda gástrica
recurso consistente nos casos laparoscópica ajustável
trânsito intestinal em Y
de Roux ou by-pass
de obesidade grave com falha gástrico
documentada de tratamento
clínico Derivações
biliopancreáticas à
Gastrectomia vertical
Scopinaro e à duodenal
switch
Conduta nutricional na cirurgia bariátrica
As indicações formais para operações bariátricas são:
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
• Pré operatório:
• orientar o candidato à cirurgia
• reduzir o risco cirúrgico, induzindo a perda ponderal
• estimular uma atitude adequada do indivíduo com a sua alimentação
• Pós operatório:
• frequência do acompanhamento deve ser individualizada e baseada no
tipo de cirurgia e nas comorbidades apresentadas, se for o caso
• quanto à alimentação, a evolução dietética irá variar conforme o tipo de
intervenção cirúrgica realizada
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
• Pós operatório:
• Normalmente, inicia-se a dieta oral líquida 24 horas após o procedimento
cirúrgico, mas pode ser necessária a introdução de nutrição parenteral em
pacientes de alto risco
• A presença de fibras é obrigatória, e o consumo de proteínas deve ser em
torno de 60 a 120 g por dia
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
Atenção dietética na cirurgia bariátrica
A suplementação nutricional é fundamental para todos os pacientes e deve incluir
suplementos polivitamínicos diários que contenham, pelo menos, ferro, cálcio,
vitamina D, zinco e complexo B
A mínima suplementação deve conter um complexo multivitamínico para adultos com
suplementação mineral (contendo ácido fólico, ferro e tiamina), pelo menos 1.200 mg
de cálcio elementar, pelo menos 3.000 UI por dia de vitamina D (ou 20.000 UI por
semana) e vitamina B12 (por via intramuscular, ou por via oral, se estiver sendo
suficientemente absorvida) conforme o necessário para conservar o nível de vitamina
B12 no intervalo da normalidade
A obesidade está associada à maior causa de morbidade secundária, ao aumento da
resistência à insulina, ao diabetes, à hipertensão e às dislipidemias, condições estas que
representam cerca de 8% do total de gastos em saúde pública no Brasil.
Existem ainda custos indiretos relacionados ao afastamento do trabalho, como o
absenteísmo e as aposentadorias mais precoces dos indivíduos com obesidade. Neste
contexto, a cirurgia bariátrica é um recurso consistente nos casos de obesidade grave com
falha documentada de tratamento clínico, proporcionando aos pacientes uma redução nos
índices de mortalidade e também a melhora de comorbidades clínicas.
As indicações formais para operações bariátricas são: idade de 18 a 65 anos, IMC maior que
40 kg/m2 ou 35 kg/m2, com uma ou mais comorbidades graves relacionadas com a obesidade
(nas quais a perda de peso induzida cirurgicamente é capaz de melhorar a condição) e
documentação de que os pacientes não conseguiram perder peso ou manter a perda de
peso, apesar de cuidados médicos apropriados realizados regularmente há, pelo menos, dois
anos (dietoterapia, psicoterapia, tratamento farmacológico e atividade física).
Você é uma nutricionista clínica e trabalha em um hospital geral, especificamente com a
equipe multidisciplinar que atende os pacientes que serão submetidos à cirurgia bariátrica.
Veja o quadro clínico do paciente que fará a cirurgia amanhã.
Em quanto tempo de pós-operatório a alimentação poderá ser reintroduzida?
Normalmente, inicia-se a dieta oral líquida 24 horas após o procedimento
cirúrgico. Porém, conforme a evolução clínica do paciente, esta poderá ser
reiniciada até o terceiro dia de pós-operatório. Em alguns casos, com pacientes
de alto risco ou com complicações no peri e no pós-operatório imediato, pode
ser necessária a introdução de nutrição parenteral.
Quais orientações você daria a Augusto quanto à evolução dietética e aos
cuidados nutricionais no pós-operatório?
O protocolo de progressão da dieta alimentar depende do tipo de cirurgia realizada, mas,
como regra geral, o paciente deve realizar pequenas refeições balanceadas, diversas vezes
ao dia, sem a ingestão simultânea de líquidos. A presença de fibras é obrigatória, assim
como o consumo de proteínas — em torno de 60 a 120 g por dia (usar suplementos
proteicos para atingir as recomendações).
A suplementação nutricional é fundamental para todos os pacientes e deve incluir
suplementos polivitamínicos diários que contenham, minimamente, ferro, cálcio, vitamina
D, zinco e complexo B em sua fórmula.
A mínima suplementação deve conter um complexo multivitamínico para adultos, com
suplementação mineral (contendo ácido fólico, ferro e tiamina), com, pelo menos, 1.200 mg
de cálcio elementar e 3.000 UI por dia de vitamina D (ou 20.000 UI por semana) e também
com vitamina B12 (por via intramuscular ou por via oral, se estiver sendo suficientemente
absorvida), conforme o necessário para conservar o nível de vitamina B12 no intervalo da
normalidade.
CICLO 2
• 29/09 – Obesidade
• 06/10 – Anorexia e bulimia
• 13/10 – TGI
• 20/10 – Hepatopatias
• 27/10 – Doenças pancreáticas
• 03/11 – apresentação estudos de caso
• 10/11 – 2 VA
Estudos de caso
• 5 grupos
• Sorteio dos casos
• Entrega de trabalho escrito e apresentação
• Valor: 38 pontos
• Parte escrita: 20 p
• Apresentação: 18 p
Estudos de caso
• Grupo 1 – Obesidade (7 às 7:20h)
• Grupo 2 – Anorexia/bul (7:30 às 7:50h)
• Grupo 3 – TGI (8 às 8:20h)
• Grupo 4 – Hepatopatia (8:30 às 8:40h)
• Grupo 5 – Doença pancreática (9 às 9:20h)
ESTUDO DE CASO
• TRABALHO ESCRITO DEVE CONTER:
1. Identificação do paciente (identificação da paciente, avaliação nutricional, exame
físico, história da doença atual, história patológica pregressa, história familiar, aspectos
psicológicos, aspectos sociais, dia de admissão)
2. Interações medicamentosas
3. Exames bioquímicos
4. Hipótese diagnóstica (falar o nome de todas as doenças), teorização das doenças /
hipóteses que explicam a associação das doenças
5. 1º conduta nutricional + explicação da conduta (cálculo das necessidades nutricionais,
recomendações de macro e micronutrientes, conduta nutricional, plano alimentar
proposto – cardápio, formulário de medidas caseiras e cálculo do plano alimentar)
6. Considerações finais
DEVE SER ENTREGUE NAS NORMAS DA ABNT, IMPRESSO ATÉ O DIA 27/10
NÃO ESQUECER AS CITAÇÕES E REFERÊNCIAS
ESTUDO DE CASO
• APRESENTAÇÃO
Todos do grupo devem apresentar – cuidado com trabalho Frankstein!
Máximo 20 min de apresentação
1. Identificação do paciente
2. Interações medicamentosas
3. Exames bioquímicos
4. Hipótese diagnóstica, teorização das doenças / hipóteses que explicam a associação
das doenças
5. 1º conduta nutricional + explicação da conduta