DPS
Dispositivos de Proteção contra Surtos
Introdução
Com a evolução dos eletrônicos sua sensibilidade a surtos elétricos
(raios) é muito maior, necessitando cuidados especiais nas
instalações elétricas.
DPS contra danos nos eletrônicos
A solução existe – os eletrônicos não precisam ser desligados das
tomadas para não “queimar” durante as tempestades.
O uso de DPS pode eliminar o dano causado por “raios” nos
eletrônicos e, em média, custará 4% ou menos do valor do aparelho
ou do prejuízo causado pela sua indisponibilidade.
O que é DPS?
Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) é o
dispositivo destinado a limitar sobretensões transitórias e
desviar correntes de surto. [ABNT NBR IEC 61643-1:2007]
Obrigatoriedade de uso de DPS
No item [Link].2., da norma técnica ABNT NBR 5410:2004,
está previsto:
“A proteção contra sobretensões requerida em [Link].1
deve ser provida:
a) por dispositivos de proteção contra surtos (DPS),
conforme [Link]; ou
b) por outros meios que garantam uma atenuação das
sobretensões no mínimo equivalente àquela obtida
conforme a alínea anterior).”
Princípio de funcionamento dos DPS
Tempo de duração
Evento Duração
Tempo de desarmamento 0,010s = 10x10-3s = 10ms
de um disjuntor termomagnético 100 vezes menor que 1 segundo
Duração de um surto 0,000020s = 20x10-6s = 20µs
induzido por um raio 1 milhonésimo de 20 segundos
Tempo de resposta de um 0,000000025s = 25x10-9s = 25ns
varistor de óxido de zinco 1 bilhonésimo de 25 segundos
Tempo de resposta de um 0,0000000001s = 100x10-12s = 100ps
diodo de avalanche de silício 1 trilhonésimo de 100 segundos
Onde são previstos os dispositivos elétricos
A norma ABNT NBR
5410:2004 – Instalações
elétricas de baixa tensão – é
a norma que determina os
requisitos de instalação dos
DPS.
É a principal referência das
instalações elétricas entre
50V e 1000V.
Os fiscais do MTE estão cobrando a NR-
NR-10
10!!
A norma NBR 5410:2004 possui requisitos e diretrizes que
garantem a segurança das instalações e dos seus usuários.
Esses requisitos possuem caráter apenas orientativo nessa
norma, porém são regulamentados
pela norma NR-10, do Ministério
do Trabalho e Emprego (MTE).
Toda e qualquer atividade
realizada em sistemas
elétricos deve seguir os padrões
regulamentados por esta norma.
Onde são previstos os ensaios dos DPS
A norma ABNT NBR IEC
61643-1:2007 determina
todos os padrões de
desempenho, testes e
parâmetros de especificação
de um DPS.
Todo DPS de qualidade
deve ensaiado de acordo
com esta norma.
Distúrbios em sistemas elétricos
Surto ou sobretensão
sobretensão?
?
Sobretensão
Também conhecida como sobretensão permanente ou semi-
permanente, é uma tensão cujo o valor de crista é maior que o valor
correspondente à tensão de operação máxima de um sistema ou
equipamento elétrico.
O DPS não deve atuar nesse tipo de distúrbio.
Surto
É uma sobretensão transitória caracterizada por uma elevação
brusca de tensão e de curtíssima duração. Ela é muito maior e mais
rápida que a sobretensão prmanente ou semi-permanente.
O DPS deve atuar nesse tipo de distúrbio.
Causas (mais conhecidas) dos surtos elétricos
Descargas atmosféricas Chaveamentos
(raios) e apagões
Causas (muito comuns) dos surtos elétricos
Em industrias ocorrem milhares Esses surtos podem não
de surtos em uma hora devido queimar os equipamentos,
ao acionamento de cargas como porém podem reduzir sua vida
motores, máquinas de solda, útil.
elevadores, etc.
Raios
Os surtos (efeitos dos raios) podem chegar aos aparelhos,
conectados às redes elétricas e de sinal (telefonia e tv a cabo), de
duas formas:
Descarga direta Descarga indireta
Raios
• 150 milhões de descargas por
ano no Brasil. Destas, 50
milhões atingem o solo.
• Cerca de 100 mortes e 400
pessoas feridas por ano em
acidentes causados por raios.
• Prejuízos anuais da ordem de
1 bilhão de reais.
• 275 kA é a maior corrente de
raio medida no mundo (no
Brasil).
Corrente no cabo do
Pára-raios (I)
Probabilidade de
ocorrência
Tensão induzida Vp
(circuito aberto)
Corrente Induzida Ip
(circuito fechado)
20kA 50% 3.680V 0,1kA
60kA 15% 11.040V 0,2kA
100kA 5% 18.400V 0,3kA
175kA 1% 32.200V 0,6kA
Estudo de caso (na África do Sul)
Valores típicos de surtos no Brasil
Valores máximos Valores típicos
Grandezas
em uma casa de surtos induzidos
Tensão
127 V (fase/neutro) 4.000 V (4kV)
(voltagem)
Corrente
60 A 1.200 A (1,2kA)
(amperagem)
Frequência 60 Hz 20.000 Hz (20kHz)
Tempo Permanente 0,00002 s (20µs)
Fonte: UFMG
Onde podemos ver raios em tempo real?
O site da Clamper possui matérias técnicas sobre proteção contra
surtos, link de acesso ao INPE, fichas técnicas, catálogos de
produtos e mais informações úteis.
Como saber aonde os raios cairão?
A homepage Clamper oferece o serviço de previsão do tempo
disponibilizado pelo CLIMATEMPO para que se possa saber onde
ocorrerão as chuvas, e conseqüentemente os raios.
Pára--raios externo (SPDA)
Pára
Projetados para proteger a estrutura
física do imóvel e, em parte, as
pessoas que nele estão.
A função é escoar a energia do raio
para a terra.
A instalação de SPDA deve seguir,
rigorosamente a norma técnica e ser
executada por técnicos especializados
e com ART.
O pára-raios externo não protege os
aparelhos eletroeletrônicos, pois não
elimina os surtos elétricos.
Protegendo (?) seus equipamentos
Filtros de linha e estabilizadores não
oferecem proteção contra surtos
elétricos.
Estabilizadores apenas mantém
a tensão em um valor fixo
sem oscilações e
filtros de linha apenas
atenuam ruídos causados
por interferência eletromagnética e
radiofrequencia.
Tecnologias de proteção
Centelhador a gás Spark Gap
Varistor de óxido metálico Diodo de avalanche
Centelhador a gás
Fail-safe
Bipolar
Tripolar
Varistor: construção e gráficos
Curva tensão x corrente
Varistor: construção e gráficos
Varistor: construção e gráficos
Curva de degradação
Diodo de Avalanche: gráfico
Onde instalar
zonas de proteção
DPS Classe I e Classe I,II
SCL GCL VCL Slim
DPS Classe II
VCL Slim VCL NEMA VCL Plugável
DPS Classe III
e-CLAMPER Tel e-CLAMPER Cabo
Como definir quantos DPS utilizar?
Instalação
Fácil de fixar no quadro IEC
Fixação em trilho de 35mm (padrão DIN) – muito comum nos
“quadros da linha branca” (IEC).
Fácil de fixar no quadro NEMA
Fixação com garras tipo unha – muito comuns nos “quadros da
linha preta” (NEMA)
Esquema de conexão 1 (linha sem neutro)
Quadro primário Quadro secundário
42
Esquema de conexão 1 (linha com neutro)
Esquema de aterramento TNC Esquema de aterramento TNC-S
43
Esquema de conexão 2
Esquema de aterramento TN-S
44
Esquema de conexão 3
Esquema de aterramento TN-S
45
Compatibilidade com dispositivo DR
Nenhuma falha do DPS ainda que eventual,
deve comprometer a efetividade da
proteção contra choques provida a um
circuito ou à instalação.
Quando os DPS forem instalados junto ao
ponto de entrada da linha elétrica na
edificação ou no quadro de distribuição
principal, o mais próximo possível do ponto
de entrada, e a instalação for aí dotada de
um ou mais dispositivos DR, os DPS podem
ser posicionados a montante ou a jusante
do(s) dispositivo(s) DR, respeitadas as
seguintes condições:
46
Compatibilidade com dispositivo DR
Quando a instalação for TT e os DPS
forem posicionados a montante
(antes) do(s) dispositivo(s) DR, os
DPS devem ser conectados conforme
o esquema de conexão 3.
Quando os DPS forem posicionados a
jusante (depois) do(s) dispositivo(s)
DR, estes DR, sejam eles
instantâneos ou temporizados, devem
possuir uma imunidade a correntes de
surto de no mínimo 3 kA (8/20µs).
47
Coordenação de DPS - Proteção em cascata
Mesmo com a instalação de DPS, existe uma pequena parcela da
corrente de surto que chega ao equipamento. Essa parcela pode ser
suportada pelo equipamento dependendo da sua suportabilidade a
surtos.
Coordenação de DPS - Proteção em cascata
Ao instalar DPS secundários esse desvio de corrente para o
equipamento será menor, aumentando a confiabilidade da proteção.
Infraestrutura:: condutor PE (aterramento)
Infraestrutura
É a ligação elétrica intencional com a terra através de um
condutor de proteção (popularmente conhecido como fio terra)
e hastes metálicas cravadas no solo.
50
Infraestrutura:: condutor PE (aterramento)
Infraestrutura
A função principal do aterramento é a de proteger as pessoas
contra choque elétrico. Por norma a resistência de aterramento
deve ser menor que 10 ohms.
A resistência de aterramento não possui influência na
atuação dos DPS!
51
Infraestrutura: equalização de potencial
Em instalações onde existam equipamentos de
tecnologia da informação (ETI), uma adequada
equalização de potenciais é necessária e em alguns
casos é a única alternativa para proteção de
equipamentos e operadores.
Para maior compreensão vamos analisar um
equivalente físico:
52
Exemplo de Barramento de
Equipotencialização Principal (BEP)
55
Exemplo de Barramento de
Equipotencialização Principal (BEP)
Fonte: Termotécnica
Tudo deve ser conectado ao BEP
ABNT NBR 5410:2004
Vista do detalhe A e conexão no quadro geral
Conexão de elementos que estão longe do BEP
Comprimento dos cabos, conforme NBR 5410
O comprimento máximo dos condutores de interligação do
DPS, tanto da fase (a) quanto ao BEP ou barra PE (b) deve ser
de 50 cm.
60
Dimensionamento dos cabos, conforme NBR 5410
A seção nominal mínima dos condutores no ramal do DPS será
de 4mm² para DPS classe II. Quando o DPS for destinado à
proteção contra descargas diretas (classe I), a seção mínima é
16mm².
61
Falha do DPS e proteção contra sobrecorrentes
A possibilidade de falha interna, fazendo com que o DPS entre
em curto-circuito, impõe a necessidade de Dispositivo de
Proteção contra sobrecorrentes (DP), para eliminar tal curto-
circuito.
62
Quando se faz necessário instalar DP
Quando a suportabilidade a
correntes de curto-circuito do
DPS, provida pelo DP que o
integra, for inferior à corrente de
curto-circuito presumida no ponto
em que se pretende instalá-lo.
Exemplo: A Icc do aqui
apresentado é maior que 5kA.
63
Quando não se faz necessário instalar DP
O DP destinado a eliminar um curto-
circuito que ocorra por falha do
DPS, seja ele um DP
especificamente previsto para tal
(como o DP do próximo slide), seja
ele o próprio DP do circuito ao qual
está conectado o DPS (o disjuntor
geral) deve possuir corrente
nominal inferior ou no máximo igual
à indicada pelo fabricante do DPS,
ou ainda quando o DPS, possuir ele
próprio esta capacidade
(exemplo: VCL Slim possui Icc= 5kA)
.
64
Dispositivo de Proteção contra sobrecorrentes (DP),
também conhecido, popularmente com “fusível backup”
Se Icc > 5 kA no ponto de instalação do DPS, utilizar DP (fusível backup):
• de 63 a 100 A, associado à VCL Slim (monobloco)
• de 63 a 125 A, associado à VCL SP (plugável)
Obs.: fusíveis NH ou Diazed, tipo gL/gG.
65
Roteamento de cabos dos ETI
Segregação dos cabos de entrada e saída dos DPS
Certo ou errado?
CERTO!
DPS instalado após o disjuntor
geral;
Comprimento dos cabos é menor
que 50 cm;
Cabos “limpos” não se misturam
com’ cabos “sujos” ou e “terra”.
Certo ou errado?
ERRADO!
O comprimento dos cabos de aterramento
é maior que 50 cm
Cabos limpos se misturam com cabos
sujos;
Certo ou errado?
ERRADO!
Cabos limpos se misturam
com cabos sujos;
O comprimento dos cabos de
aterramento é maior que 50
cm
Certo ou errado?
CERTO!
Comprimento dos cabos é menor que 50
cm;
Cabos “limpos” não se misturam com cabos
sujos.
Neutro e terra são equalizados no
barramento de equipotencialização local
(BEL)
Certo ou errado?
ERRADO!
Os cabos de energia dão voltas em torno
do painel, criando uma bobina.
O condutor neutro não está
equipotencializado com o terra (estão
aterrados em pontos diferentes).
I
Critérios de seleção (TEÓRICO)
Corrente nominal de descarga (In) e corrente de impulso (Iimp)
Simultaneamente,
Apenas por descargas Apenas transmitidas
provocadas por
Características dos DPS para destinação em proteção contra diretas sobre a pela linha externa de
descargas diretas e
sobretensões: edificação ou em suas alimentação ou de
transmitidas pela linha
proximidades manobra
externa
In X X
Corrente aplicada nos DPS
Iimp X X
Iimp =12,5 kA,
Capacidade mínima de corrente do DPS usado entre fase e Iimp =12,5 kA,
6,25 As (10/350) e In =5 kA (8/20)
neutro ou entre fase e terra 6,25 kA (10/350)
In =5 kA (8/20)
Iimp =25 kA
Iimp =25 kA,
12,5 As (10/350) e In =10 kA (8/20)
monofásico 12,5 kA(10/350)
Capacidade mínima de corrente do DPS In =10 kA (8/20)
usado entre neutro e PE no esquema de
conexão 3 Iimp =50 kA
25 As (10/350) e I =50 kA, In =20 kA (8/20)
trifásico 25imp
kA (10/350)
In =20 kA (8/20)
Classe I e II,
Classe de acordo com a IEC 61.643-11 Classe I Classe II
simultaneamente
Critérios de seleção (PRÁTICO) – VCL Slim
Exemplos de aplicação
Que modelo de VCL seria
aplicado para casas e
apartamentos apresentados
nessa foto? (a tensão é
127/220V)
VCL 275V 20 kA Slim
Alternativa
VCL 275V 45 kA Slim
A escolha de um modelo de capacidade maior
apenas proporcionará maior vida útil da
proteção!
Exemplos de aplicação
Que modelo de VCL seria
aplicado para casas
apresentadas nessa foto?
Obs.: a tensão é 127/220V.
VCL 275V 12,5/60 kA
Slim
Exemplos de aplicação
Que modelo de VCL seria
aplicado na entrada (após a
medição) ou QGBT das
construções apresentadas?
Obs.: a tensão é 127/220V.
VCL 275V 12,5/60 kA
Slim
Guia Prático de PROTEÇÃO RESIDENCIAL
Oferecemos, em nossa homepage, um software que auxilia
na especificação dos DPS necessários para proteger todos
os aparelhos de uma casa.
Conhecendo cada característica do DPS
Máxima tensão de operação contínua
Corrente de descarga máxima
Corrente de descarga nominal
Nível de proteção
Uc = Máxima tensão de operação contínua
Onda 8/20
Simula um surto induzido, ou seja já amortecido ou
causado por uma descarga indireta.
t1
t2
Imáx (8/20
20)) = Corrente de descarga máxima
Significa quanta corrente
de surto (raio) o DPS
pode suportar uma única
vez.
In (8/20
20)) = Corrente de descarga nominal
Significa quanta corrente
de surto (raio) o DPS
pode suportar por vinte
vezes.
Onda 10/350
Simula a corrente do raio (descarga direta).
Iimp (10
10//350
350)) = Corrente de impulso
Significa quanta corrente
de raio o DPS pode
suportar uma única vez.
Só é informada quando o
DPS for Classe I (NBR
IEC 61.643).
Comparativo de formas de onda
Up = Nível de proteção
Significa quanta tensão
residual o DPS vai
“deixar passar” para o
aparelho protegido,
quando estiver
circulando a In (corrente
de descarga nominal).
Afinal, quanto surto os aparelhos suportam?
Suportabilidade a impulso exigível dos componentes da instalação.
Fonte: NBR 5410:2004
Nível de proteção
Graficamente pode-se entender melhor por que o DPS
garante os aparelhos eletroeletrônicos.
zonas de proteção
Características técnicas do VCL Slim
Corrente de Corrente de
Corrente de Nível de Tensão
VCL Slim Classe IEC descarga descarga
impulso proteção residual
Monobloco 61643 nominal máxima
(10/350) (In) (5 kA)
(8/20) (8/20)
Modelo In Imax Iimp Up Ures
VCL 275V 12kA Slim II 5 kA 12 kA não aplicável 0,9 kV 0,9 kV
VCL 275V 15kA Slim II 5 kA 15 kA não aplicável 0,95 kV 0,95 kV
VCL 275V 20kA Slim II 10 kA 20 kA não aplicável 1,5 kV 1,1 kV
VCL 275V 30kA Slim II 10 kA 30 kA não aplicável 1,3 kV 1,0 kV
VCL 275V 45kA Slim II 20 kA 45 kA não aplicável 1,5 kV 1,0 kV
VCL 275V 12,5/60kA Slim I, II 30 kA 60 kA 12,5 kA 1,5 kV 0,8 kV
Nota1: Os modelos de 275V podem ser aplicados tanto em 127V (fase/neutro) quanto em 220V
(fase / neutro).
Nota 2: Os modelos 175V e 460V deverão ser aplicados, conforme a conveniência técnica e
orientação profissional.
Outros tipos de DPS
E-CLAMPER Cabo e TEL Computer Protector
DPS híbridos que utilizam o sistema DPS com plugue e 4 tomadas NBR 14136,
exclusivo Clamper Signal Line Full nas cores preto e Bege.
Protection (SLFP), que garante a proteção Possui filtro EMI/RFI e sinalização de status
completa da linha de sinal através a de operação com LED verde.
utilização do condutor de proteção ou Equipado com chave liga-desliga de 10
neutro aterrado a tomada elétrica de 2 ou 3 ampères e fusíveis internos.
pinos.
Outros tipos de DPS
Série 700 DCL Slim PRBT
DPS classe II, III composto por DPS classe II composto por DPS classe II composto por
1 ou 2 estágios (Faster). diodo de avalanche (SAD). Varistor e Óxido de Zinco
(MOV) voltado para
É utilizado na alimentação de Extremamente rápido e
proteção d equipamentos de
Fontes de PLC´s, Relógios de possui corrente máxima de
distribuição, como
ponto, portão eletrônico e descarga de 10 ou 20kA.
transformadores e
câmeras de CFTV.
disjuntores religadores.
Outros tipos de DPS
Série 800 Módulos de proteção Série 900
DPS aplicados nas linhas de Esses módulos são DPS utilizados na proteção
sinal para proteção de utilizados no distribuidor de equipamentos de
equipamentos de telefonia e geral (DG) para proteção de instrumentação e controle
comunicação de dados e centrais telefônicas contra de processos contra surtos
circuitos fechados de TV. surtos provenientes das provenientes das linhas de
Existem modelos com linhas tronco ou ramais. sinal de campo. Existem
conexões por bornes, coaxial protetores voltados para
BNC, F, N e conexões jack RJ- linhas de sinais analógicos e
45 e RJ-11. digitais.
Série 900 (instrumentação
(instrumentação e controle
controle))
Esquema de conexão
Entrada Saída
Sinal Sinal
PE
I
Ligação conversor de vazão
MUITO OBRIGADO
Suporte técnico ao cliente
suporte@[Link]
0800 70 30 555
Perda de neutro em circuito monofásico
Perda de neutro em circuito monofásico
Perda de neutro em circuito trifásico
I
Perda de neutro em circuito trifásico
I
DPS em Linhas de Sinal (Telefonia
Telefonia))
Tronco Ramais
DG DG
Proteção elétrica
I
DPS em Linhas de Sinal (CFTV)
Energia
Vídeo
Comando
I
DPS em Linhas de Sinal (CFTV)
Energia
Vídeo
Comando
I
Esquema de conexão
I
Exemplos de aplicação
Proteção de um circuito de portão eletrônico de uma residência em uma
região urbana. A tensão do circuito é 220 volts (fase-fase) e o sistema
de aterramento é TNC e a corrente do circuito é menor que 10 A.
01 VCL 275V 20 kA Slim por fase no QDC.
01 DPS 722.B.010.127 Faster próximo ao circuito do portão.
Placa do
portão eletr.
I
Classe I, II: VCL Slim
Sinalização remota
Equipamento
Classe I, II: VCL Slim
Supervisório
EQUIPAMENTO
PLC
I
Linha Plugue & Use: Computer Protector
Computer Protector PRO G
I
PRBT Clamper
Modelo para rede convencional Modelo para rede isolada
Disponíveis em modelos de 10 e 20 kA com tensões de 280V e 440 V
I
PRBT Clamper
I
Cuidados na instalação de DPS em
linhas de energia
VCL 460V 12,5/60 kA (classe I,II)
VCL N/PE (classe II) padrão NEMA
Tensão de alimentação 127 V
Conexão de neutro
I
Especificação dos DPS
Corrente de Descarga Máxima
Corrente máxima (Imax) é o valor de crista de uma corrente através do
DPS com uma forma de onda 8/20 (classe II). Imax é maior que In.
t1
t2
Especificação dos DPS
Máxima tensão de operação contínua
É a tensão de serviço do DPS.
Esse valor deve ser superior à tensão
do circuito.
I
Especificação dos DPS
Corrente de Descarga Nominal
Corrente Nominal (In) é o valor de crista da corrente pelo DPS, com
uma forma de onda de corrente 8/20. (Classe II)
I
Especificação dos DPS
Atenção para os equipamentos!!
Durante o surto, os DPS limitam o surto elétrico a uma tensão chamada
nível de proteção (Up) ou tensão residual (clamping)
SE:
U P Vimpulso do aparelho Aparelho protegido
I
175kA 1% 32.200 Volts 621 A
100kA 5% 18.400 Volts 355 A
60kA 15% 11.040 Volts 213 A
20kA 50% 3.680 Volts 71 A
Tópicos
Introdução
Descargas atmosféricas
DPS - Funcionamento e tecnologias
Classes de proteção
Modelos de DPS classe I/II (SCL, GCL e VCL)
Especificação de DPS
Instalação de DPS em linhas de energia
Cuidados na instalação de DPS em linhas de energia
Série 700 e coordenação com VCL
Linha Plugue e Use
PRBT
DCL Slim
DPS em linhas de sinal
Série 800
Módulos de Proteção
Série 900