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Tipos e Funcionamento de DPS

O documento discute Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS), explicando que eles protegem equipamentos eletrônicos de danos causados por surtos elétricos como raios. Também aborda onde são obrigatórios segundo normas técnicas, seu princípio de funcionamento baseado em tempo de resposta, e dicas de instalação correta.
Direitos autorais
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Tipos e Funcionamento de DPS

O documento discute Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS), explicando que eles protegem equipamentos eletrônicos de danos causados por surtos elétricos como raios. Também aborda onde são obrigatórios segundo normas técnicas, seu princípio de funcionamento baseado em tempo de resposta, e dicas de instalação correta.
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DPS

Dispositivos de Proteção contra Surtos


Introdução
Com a evolução dos eletrônicos sua sensibilidade a surtos elétricos
(raios) é muito maior, necessitando cuidados especiais nas
instalações elétricas.
DPS contra danos nos eletrônicos
A solução existe – os eletrônicos não precisam ser desligados das
tomadas para não “queimar” durante as tempestades.
O uso de DPS pode eliminar o dano causado por “raios” nos
eletrônicos e, em média, custará 4% ou menos do valor do aparelho
ou do prejuízo causado pela sua indisponibilidade.
O que é DPS?
Dispositivo de Proteção contra Surtos (DPS) é o
dispositivo destinado a limitar sobretensões transitórias e
desviar correntes de surto. [ABNT NBR IEC 61643-1:2007]
Obrigatoriedade de uso de DPS
No item [Link].2., da norma técnica ABNT NBR 5410:2004,
está previsto:
“A proteção contra sobretensões requerida em [Link].1
deve ser provida:
a) por dispositivos de proteção contra surtos (DPS),
conforme [Link]; ou
b) por outros meios que garantam uma atenuação das
sobretensões no mínimo equivalente àquela obtida
conforme a alínea anterior).”
Princípio de funcionamento dos DPS
Tempo de duração
Evento Duração
Tempo de desarmamento 0,010s = 10x10-3s = 10ms
de um disjuntor termomagnético 100 vezes menor que 1 segundo

Duração de um surto 0,000020s = 20x10-6s = 20µs


induzido por um raio 1 milhonésimo de 20 segundos

Tempo de resposta de um 0,000000025s = 25x10-9s = 25ns


varistor de óxido de zinco 1 bilhonésimo de 25 segundos
Tempo de resposta de um 0,0000000001s = 100x10-12s = 100ps
diodo de avalanche de silício 1 trilhonésimo de 100 segundos
Onde são previstos os dispositivos elétricos
A norma ABNT NBR
5410:2004 – Instalações
elétricas de baixa tensão – é
a norma que determina os
requisitos de instalação dos
DPS.
É a principal referência das
instalações elétricas entre
50V e 1000V.
Os fiscais do MTE estão cobrando a NR-
NR-10
10!!
A norma NBR 5410:2004 possui requisitos e diretrizes que
garantem a segurança das instalações e dos seus usuários.
Esses requisitos possuem caráter apenas orientativo nessa
norma, porém são regulamentados
pela norma NR-10, do Ministério
do Trabalho e Emprego (MTE).
Toda e qualquer atividade
realizada em sistemas
elétricos deve seguir os padrões
regulamentados por esta norma.
Onde são previstos os ensaios dos DPS
A norma ABNT NBR IEC
61643-1:2007 determina
todos os padrões de
desempenho, testes e
parâmetros de especificação
de um DPS.
Todo DPS de qualidade
deve ensaiado de acordo
com esta norma.
Distúrbios em sistemas elétricos
Surto ou sobretensão
sobretensão?
?
Sobretensão
Também conhecida como sobretensão permanente ou semi-
permanente, é uma tensão cujo o valor de crista é maior que o valor
correspondente à tensão de operação máxima de um sistema ou
equipamento elétrico.
O DPS não deve atuar nesse tipo de distúrbio.
Surto
É uma sobretensão transitória caracterizada por uma elevação
brusca de tensão e de curtíssima duração. Ela é muito maior e mais
rápida que a sobretensão prmanente ou semi-permanente.
O DPS deve atuar nesse tipo de distúrbio.
Causas (mais conhecidas) dos surtos elétricos
Descargas atmosféricas Chaveamentos
(raios) e apagões
Causas (muito comuns) dos surtos elétricos
Em industrias ocorrem milhares Esses surtos podem não
de surtos em uma hora devido queimar os equipamentos,
ao acionamento de cargas como porém podem reduzir sua vida
motores, máquinas de solda, útil.
elevadores, etc.
Raios
Os surtos (efeitos dos raios) podem chegar aos aparelhos,
conectados às redes elétricas e de sinal (telefonia e tv a cabo), de
duas formas:
Descarga direta Descarga indireta
Raios
• 150 milhões de descargas por
ano no Brasil. Destas, 50
milhões atingem o solo.
• Cerca de 100 mortes e 400
pessoas feridas por ano em
acidentes causados por raios.
• Prejuízos anuais da ordem de
1 bilhão de reais.
• 275 kA é a maior corrente de
raio medida no mundo (no
Brasil).
Corrente no cabo do
Pára-raios (I)

Probabilidade de
ocorrência

Tensão induzida Vp
(circuito aberto)

Corrente Induzida Ip
(circuito fechado)

20kA 50% 3.680V 0,1kA


60kA 15% 11.040V 0,2kA
100kA 5% 18.400V 0,3kA
175kA 1% 32.200V 0,6kA
Estudo de caso (na África do Sul)
Valores típicos de surtos no Brasil
Valores máximos Valores típicos
Grandezas
em uma casa de surtos induzidos

Tensão
127 V (fase/neutro) 4.000 V (4kV)
(voltagem)
Corrente
60 A 1.200 A (1,2kA)
(amperagem)
Frequência 60 Hz 20.000 Hz (20kHz)

Tempo Permanente 0,00002 s (20µs)


Fonte: UFMG
Onde podemos ver raios em tempo real?
O site da Clamper possui matérias técnicas sobre proteção contra
surtos, link de acesso ao INPE, fichas técnicas, catálogos de
produtos e mais informações úteis.
Como saber aonde os raios cairão?
A homepage Clamper oferece o serviço de previsão do tempo
disponibilizado pelo CLIMATEMPO para que se possa saber onde
ocorrerão as chuvas, e conseqüentemente os raios.
Pára--raios externo (SPDA)
Pára
Projetados para proteger a estrutura
física do imóvel e, em parte, as
pessoas que nele estão.
A função é escoar a energia do raio
para a terra.
A instalação de SPDA deve seguir,
rigorosamente a norma técnica e ser
executada por técnicos especializados
e com ART.
O pára-raios externo não protege os
aparelhos eletroeletrônicos, pois não
elimina os surtos elétricos.
Protegendo (?) seus equipamentos
Filtros de linha e estabilizadores não
oferecem proteção contra surtos
elétricos.
Estabilizadores apenas mantém
a tensão em um valor fixo
sem oscilações e
filtros de linha apenas
atenuam ruídos causados
por interferência eletromagnética e
radiofrequencia.
Tecnologias de proteção

Centelhador a gás Spark Gap

Varistor de óxido metálico Diodo de avalanche


Centelhador a gás
Fail-safe

Bipolar

Tripolar
Varistor: construção e gráficos

Curva tensão x corrente


Varistor: construção e gráficos
Varistor: construção e gráficos
Curva de degradação
Diodo de Avalanche: gráfico
Onde instalar
zonas de proteção
DPS Classe I e Classe I,II
SCL GCL VCL Slim
DPS Classe II
VCL Slim VCL NEMA VCL Plugável
DPS Classe III
e-CLAMPER Tel e-CLAMPER Cabo
Como definir quantos DPS utilizar?
Instalação
Fácil de fixar no quadro IEC
Fixação em trilho de 35mm (padrão DIN) – muito comum nos
“quadros da linha branca” (IEC).
Fácil de fixar no quadro NEMA
Fixação com garras tipo unha – muito comuns nos “quadros da
linha preta” (NEMA)
Esquema de conexão 1 (linha sem neutro)
Quadro primário Quadro secundário

42
Esquema de conexão 1 (linha com neutro)
Esquema de aterramento TNC Esquema de aterramento TNC-S

43
Esquema de conexão 2
Esquema de aterramento TN-S

44
Esquema de conexão 3
Esquema de aterramento TN-S

45
Compatibilidade com dispositivo DR
Nenhuma falha do DPS ainda que eventual,
deve comprometer a efetividade da
proteção contra choques provida a um
circuito ou à instalação.
Quando os DPS forem instalados junto ao
ponto de entrada da linha elétrica na
edificação ou no quadro de distribuição
principal, o mais próximo possível do ponto
de entrada, e a instalação for aí dotada de
um ou mais dispositivos DR, os DPS podem
ser posicionados a montante ou a jusante
do(s) dispositivo(s) DR, respeitadas as
seguintes condições:

46
Compatibilidade com dispositivo DR
Quando a instalação for TT e os DPS
forem posicionados a montante
(antes) do(s) dispositivo(s) DR, os
DPS devem ser conectados conforme
o esquema de conexão 3.
Quando os DPS forem posicionados a
jusante (depois) do(s) dispositivo(s)
DR, estes DR, sejam eles
instantâneos ou temporizados, devem
possuir uma imunidade a correntes de
surto de no mínimo 3 kA (8/20µs).

47
Coordenação de DPS - Proteção em cascata
Mesmo com a instalação de DPS, existe uma pequena parcela da
corrente de surto que chega ao equipamento. Essa parcela pode ser
suportada pelo equipamento dependendo da sua suportabilidade a
surtos.
Coordenação de DPS - Proteção em cascata
Ao instalar DPS secundários esse desvio de corrente para o
equipamento será menor, aumentando a confiabilidade da proteção.
Infraestrutura:: condutor PE (aterramento)
Infraestrutura
É a ligação elétrica intencional com a terra através de um
condutor de proteção (popularmente conhecido como fio terra)
e hastes metálicas cravadas no solo.

50
Infraestrutura:: condutor PE (aterramento)
Infraestrutura
A função principal do aterramento é a de proteger as pessoas
contra choque elétrico. Por norma a resistência de aterramento
deve ser menor que 10 ohms.
A resistência de aterramento não possui influência na
atuação dos DPS!

51
Infraestrutura: equalização de potencial
Em instalações onde existam equipamentos de
tecnologia da informação (ETI), uma adequada
equalização de potenciais é necessária e em alguns
casos é a única alternativa para proteção de
equipamentos e operadores.
Para maior compreensão vamos analisar um
equivalente físico:

52
Exemplo de Barramento de
Equipotencialização Principal (BEP)

55
Exemplo de Barramento de
Equipotencialização Principal (BEP)

Fonte: Termotécnica
Tudo deve ser conectado ao BEP

ABNT NBR 5410:2004


Vista do detalhe A e conexão no quadro geral
Conexão de elementos que estão longe do BEP
Comprimento dos cabos, conforme NBR 5410
O comprimento máximo dos condutores de interligação do
DPS, tanto da fase (a) quanto ao BEP ou barra PE (b) deve ser
de 50 cm.

60
Dimensionamento dos cabos, conforme NBR 5410
A seção nominal mínima dos condutores no ramal do DPS será
de 4mm² para DPS classe II. Quando o DPS for destinado à
proteção contra descargas diretas (classe I), a seção mínima é
16mm².

61
Falha do DPS e proteção contra sobrecorrentes
A possibilidade de falha interna, fazendo com que o DPS entre
em curto-circuito, impõe a necessidade de Dispositivo de
Proteção contra sobrecorrentes (DP), para eliminar tal curto-
circuito.

62
Quando se faz necessário instalar DP
Quando a suportabilidade a
correntes de curto-circuito do
DPS, provida pelo DP que o
integra, for inferior à corrente de
curto-circuito presumida no ponto
em que se pretende instalá-lo.
Exemplo: A Icc do aqui
apresentado é maior que 5kA.

63
Quando não se faz necessário instalar DP
O DP destinado a eliminar um curto-
circuito que ocorra por falha do
DPS, seja ele um DP
especificamente previsto para tal
(como o DP do próximo slide), seja
ele o próprio DP do circuito ao qual
está conectado o DPS (o disjuntor
geral) deve possuir corrente
nominal inferior ou no máximo igual
à indicada pelo fabricante do DPS,
ou ainda quando o DPS, possuir ele
próprio esta capacidade
(exemplo: VCL Slim possui Icc= 5kA)
.
64
Dispositivo de Proteção contra sobrecorrentes (DP),
também conhecido, popularmente com “fusível backup”
Se Icc > 5 kA no ponto de instalação do DPS, utilizar DP (fusível backup):
• de 63 a 100 A, associado à VCL Slim (monobloco)
• de 63 a 125 A, associado à VCL SP (plugável)
Obs.: fusíveis NH ou Diazed, tipo gL/gG.

65
Roteamento de cabos dos ETI
Segregação dos cabos de entrada e saída dos DPS
Certo ou errado?

CERTO!
DPS instalado após o disjuntor
geral;
Comprimento dos cabos é menor
que 50 cm;
Cabos “limpos” não se misturam
com’ cabos “sujos” ou e “terra”.
Certo ou errado?

ERRADO!
O comprimento dos cabos de aterramento
é maior que 50 cm
Cabos limpos se misturam com cabos
sujos;
Certo ou errado?

ERRADO!
Cabos limpos se misturam
com cabos sujos;
O comprimento dos cabos de
aterramento é maior que 50
cm
Certo ou errado?

CERTO!
Comprimento dos cabos é menor que 50
cm;
Cabos “limpos” não se misturam com cabos
sujos.
Neutro e terra são equalizados no
barramento de equipotencialização local
(BEL)
Certo ou errado?
ERRADO!
Os cabos de energia dão voltas em torno
do painel, criando uma bobina.
O condutor neutro não está
equipotencializado com o terra (estão
aterrados em pontos diferentes).

I
Critérios de seleção (TEÓRICO)
Corrente nominal de descarga (In) e corrente de impulso (Iimp)
Simultaneamente,
Apenas por descargas Apenas transmitidas
provocadas por
Características dos DPS para destinação em proteção contra diretas sobre a pela linha externa de
descargas diretas e
sobretensões: edificação ou em suas alimentação ou de
transmitidas pela linha
proximidades manobra
externa

In X X
Corrente aplicada nos DPS
Iimp X X

Iimp =12,5 kA,


Capacidade mínima de corrente do DPS usado entre fase e Iimp =12,5 kA,
6,25 As (10/350) e In =5 kA (8/20)
neutro ou entre fase e terra 6,25 kA (10/350)
In =5 kA (8/20)
Iimp =25 kA
Iimp =25 kA,
12,5 As (10/350) e In =10 kA (8/20)
monofásico 12,5 kA(10/350)
Capacidade mínima de corrente do DPS In =10 kA (8/20)
usado entre neutro e PE no esquema de
conexão 3 Iimp =50 kA
25 As (10/350) e I =50 kA, In =20 kA (8/20)
trifásico 25imp
kA (10/350)
In =20 kA (8/20)

Classe I e II,
Classe de acordo com a IEC 61.643-11 Classe I Classe II
simultaneamente
Critérios de seleção (PRÁTICO) – VCL Slim
Exemplos de aplicação
Que modelo de VCL seria
aplicado para casas e
apartamentos apresentados
nessa foto? (a tensão é
127/220V)
VCL 275V 20 kA Slim
Alternativa
VCL 275V 45 kA Slim
A escolha de um modelo de capacidade maior
apenas proporcionará maior vida útil da
proteção!
Exemplos de aplicação

Que modelo de VCL seria


aplicado para casas
apresentadas nessa foto?
Obs.: a tensão é 127/220V.
VCL 275V 12,5/60 kA
Slim
Exemplos de aplicação

Que modelo de VCL seria


aplicado na entrada (após a
medição) ou QGBT das
construções apresentadas?
Obs.: a tensão é 127/220V.
VCL 275V 12,5/60 kA
Slim
Guia Prático de PROTEÇÃO RESIDENCIAL
Oferecemos, em nossa homepage, um software que auxilia
na especificação dos DPS necessários para proteger todos
os aparelhos de uma casa.
Conhecendo cada característica do DPS

Máxima tensão de operação contínua


Corrente de descarga máxima
Corrente de descarga nominal
Nível de proteção
Uc = Máxima tensão de operação contínua
Onda 8/20
Simula um surto induzido, ou seja já amortecido ou
causado por uma descarga indireta.

t1

t2
Imáx (8/20
20)) = Corrente de descarga máxima

Significa quanta corrente


de surto (raio) o DPS
pode suportar uma única
vez.
In (8/20
20)) = Corrente de descarga nominal
Significa quanta corrente
de surto (raio) o DPS
pode suportar por vinte
vezes.
Onda 10/350
Simula a corrente do raio (descarga direta).
Iimp (10
10//350
350)) = Corrente de impulso
Significa quanta corrente
de raio o DPS pode
suportar uma única vez.
Só é informada quando o
DPS for Classe I (NBR
IEC 61.643).
Comparativo de formas de onda
Up = Nível de proteção
Significa quanta tensão
residual o DPS vai
“deixar passar” para o
aparelho protegido,
quando estiver
circulando a In (corrente
de descarga nominal).
Afinal, quanto surto os aparelhos suportam?
Suportabilidade a impulso exigível dos componentes da instalação.
Fonte: NBR 5410:2004
Nível de proteção
Graficamente pode-se entender melhor por que o DPS
garante os aparelhos eletroeletrônicos.
zonas de proteção
Características técnicas do VCL Slim
Corrente de Corrente de
Corrente de Nível de Tensão
VCL Slim Classe IEC descarga descarga
impulso proteção residual
Monobloco 61643 nominal máxima
(10/350) (In) (5 kA)
(8/20) (8/20)

Modelo In Imax Iimp Up Ures


VCL 275V 12kA Slim II 5 kA 12 kA não aplicável 0,9 kV 0,9 kV
VCL 275V 15kA Slim II 5 kA 15 kA não aplicável 0,95 kV 0,95 kV
VCL 275V 20kA Slim II 10 kA 20 kA não aplicável 1,5 kV 1,1 kV
VCL 275V 30kA Slim II 10 kA 30 kA não aplicável 1,3 kV 1,0 kV
VCL 275V 45kA Slim II 20 kA 45 kA não aplicável 1,5 kV 1,0 kV
VCL 275V 12,5/60kA Slim I, II 30 kA 60 kA 12,5 kA 1,5 kV 0,8 kV

Nota1: Os modelos de 275V podem ser aplicados tanto em 127V (fase/neutro) quanto em 220V
(fase / neutro).
Nota 2: Os modelos 175V e 460V deverão ser aplicados, conforme a conveniência técnica e
orientação profissional.
Outros tipos de DPS

E-CLAMPER Cabo e TEL Computer Protector


DPS híbridos que utilizam o sistema DPS com plugue e 4 tomadas NBR 14136,
exclusivo Clamper Signal Line Full nas cores preto e Bege.
Protection (SLFP), que garante a proteção Possui filtro EMI/RFI e sinalização de status
completa da linha de sinal através a de operação com LED verde.
utilização do condutor de proteção ou Equipado com chave liga-desliga de 10
neutro aterrado a tomada elétrica de 2 ou 3 ampères e fusíveis internos.
pinos.
Outros tipos de DPS

Série 700 DCL Slim PRBT


DPS classe II, III composto por DPS classe II composto por DPS classe II composto por
1 ou 2 estágios (Faster). diodo de avalanche (SAD). Varistor e Óxido de Zinco
(MOV) voltado para
É utilizado na alimentação de Extremamente rápido e
proteção d equipamentos de
Fontes de PLC´s, Relógios de possui corrente máxima de
distribuição, como
ponto, portão eletrônico e descarga de 10 ou 20kA.
transformadores e
câmeras de CFTV.
disjuntores religadores.
Outros tipos de DPS

Série 800 Módulos de proteção Série 900


DPS aplicados nas linhas de Esses módulos são DPS utilizados na proteção
sinal para proteção de utilizados no distribuidor de equipamentos de
equipamentos de telefonia e geral (DG) para proteção de instrumentação e controle
comunicação de dados e centrais telefônicas contra de processos contra surtos
circuitos fechados de TV. surtos provenientes das provenientes das linhas de
Existem modelos com linhas tronco ou ramais. sinal de campo. Existem
conexões por bornes, coaxial protetores voltados para
BNC, F, N e conexões jack RJ- linhas de sinais analógicos e
45 e RJ-11. digitais.
Série 900 (instrumentação
(instrumentação e controle
controle))
Esquema de conexão

Entrada Saída

Sinal Sinal

PE

I
Ligação conversor de vazão
MUITO OBRIGADO
Suporte técnico ao cliente
suporte@[Link]
0800 70 30 555
Perda de neutro em circuito monofásico
Perda de neutro em circuito monofásico
Perda de neutro em circuito trifásico

I
Perda de neutro em circuito trifásico

I
DPS em Linhas de Sinal (Telefonia
Telefonia))

Tronco Ramais

DG DG

Proteção elétrica

I
DPS em Linhas de Sinal (CFTV)

Energia
Vídeo
Comando

I
DPS em Linhas de Sinal (CFTV)

Energia
Vídeo
Comando

I
Esquema de conexão

I
Exemplos de aplicação

Proteção de um circuito de portão eletrônico de uma residência em uma


região urbana. A tensão do circuito é 220 volts (fase-fase) e o sistema
de aterramento é TNC e a corrente do circuito é menor que 10 A.
01 VCL 275V 20 kA Slim por fase no QDC.
01 DPS 722.B.010.127 Faster próximo ao circuito do portão.

Placa do
portão eletr.

I
Classe I, II: VCL Slim

Sinalização remota
Equipamento
Classe I, II: VCL Slim

Supervisório
EQUIPAMENTO

PLC

I
Linha Plugue & Use: Computer Protector

Computer Protector PRO G

I
PRBT Clamper

Modelo para rede convencional Modelo para rede isolada

Disponíveis em modelos de 10 e 20 kA com tensões de 280V e 440 V

I
PRBT Clamper

I
Cuidados na instalação de DPS em
linhas de energia
VCL 460V 12,5/60 kA (classe I,II)

VCL N/PE (classe II) padrão NEMA

Tensão de alimentação 127 V

Conexão de neutro

I
Especificação dos DPS

Corrente de Descarga Máxima


Corrente máxima (Imax) é o valor de crista de uma corrente através do
DPS com uma forma de onda 8/20 (classe II). Imax é maior que In.

t1

t2
Especificação dos DPS

Máxima tensão de operação contínua


É a tensão de serviço do DPS.
Esse valor deve ser superior à tensão
do circuito.

I
Especificação dos DPS

Corrente de Descarga Nominal


Corrente Nominal (In) é o valor de crista da corrente pelo DPS, com
uma forma de onda de corrente 8/20. (Classe II)

I
Especificação dos DPS

Atenção para os equipamentos!!


Durante o surto, os DPS limitam o surto elétrico a uma tensão chamada
nível de proteção (Up) ou tensão residual (clamping)
SE:

U P  Vimpulso do aparelho  Aparelho protegido

I
175kA 1% 32.200 Volts 621 A
100kA 5% 18.400 Volts 355 A
60kA 15% 11.040 Volts 213 A
20kA 50% 3.680 Volts 71 A
Tópicos
Introdução
Descargas atmosféricas
DPS - Funcionamento e tecnologias
Classes de proteção
Modelos de DPS classe I/II (SCL, GCL e VCL)
Especificação de DPS
Instalação de DPS em linhas de energia
Cuidados na instalação de DPS em linhas de energia
Série 700 e coordenação com VCL
Linha Plugue e Use
PRBT
DCL Slim
DPS em linhas de sinal
Série 800
Módulos de Proteção
Série 900

Common questions

Com tecnologia de IA

The performance of a surge protection device (SPD) is defined by several technical specifications, including the current of discharge (In), which is the peak current the SPD can handle with an 8/20µs waveform; the impulse current (Iimp), often tested at 10/350µs; and the level of protection (Up), or clamping voltage, which indicates the maximum voltage level at the output of the SPD under surge conditions. SPDs are also rated for their maximum discharge current (Imax), which is greater than In, indicating the highest current the SPD can safely divert without sustaining damage. The device's voltage rating must also be higher than the system's operating voltage .

The installation and performance of SPDs are governed by several standards and guidelines. The ABNT NBR 5410:2004 standard provides installation requirements for low-voltage electrical systems between 50V and 1000V, including SPDs. The ABNT NBR IEC 61643-1:2007 standard sets the performance tests and parameters for SPDs, ensuring devices meet specific criteria for effective surge protection. Additionally, regulatory frameworks such as NR-10 from the Ministry of Labor and Employment enforce these guidelines, ensuring operational safety and protection in electrical installations .

Maintaining specific cable lengths and configurations is critical to ensure the effectiveness of SPDs in diverting surge currents. According to the standards, the maximum length for interconnection cables should not exceed 50 cm, as longer cables can introduce inductance that impedes surge current diversion, leading to higher residual voltages that can damage equipment. Additionally, separating "clean" and "dirty" cables minimizes electromagnetic interference, enhancing overall protection integrity .

Hybrid SPDs combine multiple protection technologies, such as varistors and gas discharge tubes, to offer comprehensive protection against a range of surge events. Unlike conventional SPDs, which may rely on a single technology to manage surges, hybrid SPDs can effectively handle both high-energy surges and low-energy events, providing enhanced reliability and extended lifespan. For example, models like the E-CLAMPER integrate additional protection for communication lines, providing a full-spectrum defense unrivaled by traditional SPDs .

Series 900 SPDs are specifically designed to protect instrumentation and control processes from surges arising on signal lines, offering considerable benefits. These devices guard sensitive equipment against transients that could lead to incorrect readings or damage, maintaining process accuracy and equipment longevity. Their design is suited to integrate with existing control systems through simple connections, safeguarding against surge events while ensuring operational continuity and reducing downtime risks .

SPDs utilize a cascade protection strategy by installing multiple devices across different points in an electrical system. Primary or secondary SPDs are installed to progressively reduce the amount of surge current that reaches sensitive equipment. This method ensures that each subsequent SPD deals with lower surge levels, enhancing the reliability of surge protection. By employing this layered approach, the burden on any single SPD is minimized, allowing equipment to withstand and reject surges more effectively .

Modern electronic devices are highly sensitive to electrical surges, such as those caused by lightning, making surge protection devices (SPDs) crucial. SPDs prevent such damage by limiting transient overvoltages and diverting surge currents, which can otherwise damage or degrade the components of electronic devices. The cost of SPDs is generally low, averaging about 4% of the electronic device's value, making them a cost-effective measure to protect against potential losses due to device unavailability .

SPD failure can occur due to internal short circuits, posing risks such as damages to connected equipment and fire hazards. To mitigate these risks, SPDs are often installed with overcurrent protection devices (DPs), such as fuses or circuit breakers, which can disconnect the failed SPD from the circuit. The DP must be rated equal to or lower than the SPD's maximum fault current to ensure effective interruption. By integrating DPs, electrical systems can handle short-circuits safely without compromising the protection provided by SPDs .

Neutral connection issues, such as loss of neutral in single-phase or three-phase systems, can severely impact the effectiveness of surge protection. A faulty neutral can lead to unbalanced voltages, causing overvoltage conditions on equipment, which SPDs are not designed to handle. Properly connected and maintained neutrals ensure balanced voltages, which are critical for optimal SPD function and system protection. Ensuring a consistent and reliable neutral connection is critical for the long-term performance of surge protection systems .

The earthing or grounding system is essential for the optimal performance of SPDs, as it provides a path for the dissipation of surge currents safely into the ground. An effective earthing system must have a resistance of less than 10 ohms, allowing for efficient diversion of surge currents. However, the resistance of the earthing system does not influence the activation of the SPD itself. Correct grounding ensures the safety of operators and the reduction of risk to electronic systems by stabilizing voltages during fault conditions .

DPS
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Dispositivos de Proteção contra Surtos
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Tempo de desarmamento
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A norma ABNT NBR 
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