Normas de Suprimento de Aviação do Exército
Normas de Suprimento de Aviação do Exército
Boletim
do Exército
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO
Separata Nº 01 ao BE 49/2001
1ª PARTE
LEIS E DECRETOS
Sem alteração
2ª PARTE
ATOS ADMINISTRATIVOS
DEPARTAMENTO LOGÍSTICO
TÍTULO II – SUPRIMENTO
CAPÍTULO I - Estrutura da Cadeia de Suprimento..........................................................15
CAPÍTULO II - Determinação das Necessidades..............................................................16
CAPÍTULO III - Pedido de Material.................................................................................
...17
TÍTULO IV – CONTROLE
CAPÍTULO I - Introdução......................................................................................
...........29
CAPÍTULO II - Instrumentos de Controle.........................................................................29
CAPÍTULO III - Recebimento, Distribuição , Inclusão no Patrimônio e Escrituração......30
CAPÍTULO IV - Controle do Material em Serviço.............................................................32
CAPÍTULO V - Controle de Garantia Técnica................................................................ ...32
CAPÍTULO VI - Inspeções......................................................................
............................32
CAPÍTULO VII - Descarga, Desrelacionamento e Destino..................................................33
CAPÍTULO VIII - Transferência, Distribuição e Cessão de Material...................................33
CAPÍTULO IX - Parecer Técnico................................................................... .....................34
CAPÍTULO X - Inquérito Técnico...................................................................................... 36
CAPÍTULO XI - Material de Aviação Controlado..............................................................39
CAPÍTULO XII - Material Inservível...................................................................................39
ANEXOS
ANEXO A - Modelo de Guia de Movimentação de Material......................................41
ANEXO B - Modelo de Ordem de Serviço..................................................................43
ANEXO C - Modelo de Pedido de Garantia.................................................................44
ANEXO D - Fluxograma de Aquisição de Material.....................................................45
ANEXO E - Modelo de Parecer Técnico...............................................................
.......48
ANEXO F - Modelo de Inquérito Técnico...................................................................50
ANEXO G - Operações de Autorizadas por Nível e Escalão de Manutenção.............52
ANEXO H - Modelo de Etiquetas de Estocagem.........................................................54
GENERALIDADES
CAPÍTULO I
LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA
1. Lei n° 8666 Lei de Licitações e Contratos, de 21 Jun 93, com as atualizações da Lei n°
8883, de 08 Jul 94;
6. Instruções Gerais para Gestão de Material Inservível (IG 10-67), modificadas pelo Art. 18
da Port n° 997, de 30 Out 89 - Port Min n° 13, de 09 Jan 85;
10. Instruções Gerais para Importação Direta de Bens e Serviços (IG 10-32) - Port Min n°
625, de 02 Out 98;
11. Modelo Administrativo do Ciclo de Vida dos Materiais de Emprego Militar (IG 20-12),
Port Min n° 271, de 13 Jun 94;
12. Diretrizes para Realização das Avaliações Operacionais na Área de Material - Port n°
90-EME, de 22 Dez 82; e
c. O M de Ensino
1) Centro de Instrução de Aviação do Exército 05
d. O M de Aviação
1) 1º Esquadrão de Aviação do Exército 04
2) 2º Esquadrão de Aviação do Exército 04
3) 3º Esquadrão de Aviação do Exército 04
4) 4º Esquadrão de Aviação do Exército 04
5) Base de Aviação de Taubaté 02
6) Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército 05
e. Comissões
1) Comissão do Exército Brasileiro em Washington01
2) Comissão de Fiscalização da Manutenção de Material de Aviação no Brasil 01
3) Comissão de Fiscalização da Manutenção de Material de Aviação no Exterior 01
2. A forma deste documento, meio magnético para ser impresso em folhas amovíveis,
estabelece, desde já, o seu caráter dinâmico e evolutivo, objetivando o seu contínuo aperfeiçoamento.
3. Estas normas serão atualizadas periodicamente pela DMAvEx por meio magnético com
marcação das folhas revisadas. Cada folha terá a configuração que se segue.
a. CABEÇALHO (TODAS AS PÁGINAS DO CORPO DAS NORMAS)
NARMAvEx
NARMAvEx ANEXOS
d. RODAPÉ (ANEXOS)
e. LEGENDA
1) AAAA - ano de emissão da revisão do capítulo;
2) CC - número do capítulo;
3) RR - número da revisão, tomadas as normas como um todo. A primeira edição é a Rev 00;
4) SS - número da semana de emissão da revisão do capítulo, dentro do ano;
5) TT - número do título;
6) XX - identificação do anexo (A, B, etc); e
7) YY - número da página dentro de um capítulo ou anexo.
4. O usuário deve certificar-se da atualização correta destas normas por meio da Lista de
Validade das Páginas.
a. A lista situa-se logo após o índice e será identificada pelo grupo ano-semana de sua
emissão e pelo número da revisão, no modelo “AAAA-SS - Rev RR” conforme especificado no item 3.
b. A verificação de validade consiste na conferência da revisão de cada página com a
constante da Lista de Validade das Páginas.
CAPÍTULO V
CONCEITOS BÁSICOS
1. ‘AIRCRAFT ON GROUND’ (AOG) - traduzido como AERONAVE NO SOLO, é a
designação internacional de prioridade para o atendimento a pedidos de itens de suprimento, em caráter de
urgência, cuja falta esteja indisponibilizando aeronave, devendo o item ser entregue, em princípio, num
prazo de até 48 (ou 72) horas.
2. ATA 100 - sistema estabelecido pela ATA, de aceitação mundial e que estabelece
padrões e normas para a apresentação de dados (tais como confecção de manuais e normas) produzidos
pelos fabricantes de aeronaves, motores e componentes, necessários ao apoio a seus produtos. O sistema é
dividido em 100 (cem) capítulos, daí o seu nome.
3. ATO DE ADOÇÃO - documento expedido pelo EME, adotando determinado material
ou equipamento para uso no Exército Brasileiro. Deve ser acompanhado de documentos complementares,
determinando as providências decorrentes desta adoção.
4. AVARIA - qualquer ocorrência de natureza preditiva ou efetiva em conjunto,
componente ou equipamento que indisponibilize, contribua ou possa contribuir para a sua
indisponibilidade, causando despesa para sua reparação e/ou revisão.
5. AVARIA DE NATUREZA PREDITIVA - é aquela presumida em função da análise da
documentação, sem constatação efetiva no material. Ex: vencimento de TBO, vencimento de SLL, etc.
6. AVARIA DE NATUREZA EFETIVA - é aquela constatada pela verificação efetiva do
material. Ex: material monitorado fora do limite de utilização, dano, pane, etc.
7. BIBLIOTECA TÉCNICA - biblioteca constituída pelas coletâneas de documentação
técnica das aeronaves e equipamentos de dotação da Aviação do Exército.
8. BOLETIM DE SERVIÇO - parte da coletânea de manuais de aeronaves e de
equipamentos de aviação, de caráter técnico, que tem por finalidade orientar, informar, metodizar e fixar os
procedimentos específicos relativos à operação, manutenção, inspeção, armazenagem e modificações de
equipamentos utilizados pela AvEx.
33. ‘LEAD TIME’ - traduzido como o prazo previsto pelo fornecedor/fabricante para
realizar a entrega de determinado material, a contar da data de encomenda deste.
CAPÍTULO VI
MATERIAL DE AVIAÇÃO
SUPRIMENTO
CAPÍTULO I
OPAvEx
DMAvEx/DLog
CEBW
UAAvEx
COMÉRCIO COMÉRCIO
EXTERNO INTERNO
1 . CIEM / 1º DSup
LEGENDA:
Pedido
Fornecimento
Recursos
CAPÍTULO II
DETERMINAÇÃO DAS NECESSIDADES
1. A determinação das necessidades de suprimento de material de aviação será realizada,
considerados os seguintes parâmetros, conforme o caso:
a. complementação dos QDM;
b. substituição de itens de suprimento tornados inservíveis;
c. itens de suprimento novos incorporados às aeronaves em razão de modificações
mandatórias, recomendadas ou opcionais;
d. previsão anual de consumo, baseada em dados estatísticos;
e. outras necessidades levantadas pelas OMAvEx, pela OPAvEx, pela DMAvEx ou pelo
EME.
4. Quando se tratar de material não enquadrado como peças de reposição para aeronaves e
para os demais materiais de aviação, a OPAvEx deverá remeter os pedidos das OMAvEx ao CAvEx, que
fará sua triagem, consolidá-los-á e remetê-los-á à DMAvEx até 31 de outubro de cada ano, indicando suas
prioridades, para fins de planejamento, decisão quanto à aquisição e inserção no Programa Interno de
Trabalho (PIT) para o ano seguinte.
5. Em casos excepcionais e com as devidas justificativas, esse tipo de pedido poderá ser
enviado em datas diferentes daquela acimaindicada, caso se destine a atender a uma situação emergencial e
prioritária. Se houver saldo de recursos orçamentários ainda não aplicado ou caso sejam alocados recursos
extra-orçamentários para a DMAvEx, tais pedidos excepcionais poderão ser atendidos no mesmo ano de
sua expedição.
9. Para os pedidos de suprimento cuja aquisição for feita por intermédio de QI, a OPAvEx
seguirá o modelo previsto nas IG 10-32, acrescentando outras informaçõesconhecidas.
CAPÍTULO V
ENTREGA DE MATERIAL
1. Todo material adquirido será entregue à OPAvEx ou diretamente às OMAvEx.
2. Os procedimentos quando da entrega e fornecimento de material estão detalhados nos
fluxogramas do Anexo D, conforme a origem do material:
a. aquisição de material na área interna;
b. aquisição de material na área externa; e
c. aquisição de material pelo DEA.
CAPÍTULO VI
AVALIAÇÃO E TESTES
1. O material de aviação, instalado ou não em aeronave, deverá ser submetido a uma
avaliação ou testes, antes de sua adoção, devendo o mesmo atender a requisitos operacionais e/ou técnicos
que necessitem ser confirmados.
2. Toda e qualquer avaliação de que trata o artigo anterior, quando aplicável, seguirá as
normas contidas nas IG 20-12 (Modelo Administrativo do Ciclo de Vida dos Materiais de Emprego
Militar) e quaisquer outras que vierem a ser colocadas em uso pelo EME ou pelo DLog.
3. O material a ser avaliado deverá estar plenamente desenvolvido e certificado ou
homologado por um órgão oficial, do país ou do exterior.
CAPÍTULO VII
COMBUSTÍVEIS
1. Os procedimentos técnico-operacionais relativos a esse suprimento serão regulados nas
Instruções para os Procedimentos Contábeis de Controle deQAV e em INAvEx específicas.
2. Os procedimentos gerais para a execução da atividade de suprimento de combustível de
aviação são divididos nas seguintes fases:
a. levantamento das necessidades;
b. aquisição;
c. recebimento; e
d. controle administrativo.
Dados do fabricante da Anv Dados dos Software de catalogação do país de Dados para inclusão no
ou Eqp Mnt e Ap solo origem do material SICATEX
Software de catalogação do Ministério da
Defesa Francês (SOPRANO)
Software STODEC ou
Software de catalogação do Departamento de Banco de dados para
catálogos das Anv ou Eqp Mnt
Defesa Americano Federal Logistic (FED LOG) migração
ou Ap solo
Software de catalogação da OTAN - Nato
Master Cross Reference List (NMCRL)
b. consulta aos catálogos do fabricante;
c. consulta aos catálogos dos centros nacionais de catalogação do país de origem do
material;
d. geração da tabela para migração de dados ou digitação no SICATEX;
e. remessa dos dados pelo canal de comando à Seção de Catalogação da 4ª SCH-EME,
para fins de aprovação; e
f. encaminhamento dos dados ao Centro de Desenvolvimento de Sistemas (CDS), para
fins de migração no SICATEX.
9. Caberá ao BMntSupAvEx:
a. Fornecer à DMAvEx os dados referentes aos itens de suprimento adquiridos no
Depósito Especial Alfandegado (DEA) devendo obtê-los do Sistema de Manutenção Preventiva de
Aeronaves (MPA); e
b. Informar à DMAvEx, por ocasião da confecção dos pedidos de suprimento de material
permanente de aviação, os dados do material, sobretudo o NSN, quando houver.
10. Caberá à BAvT fornecer à DMAvEx os dados referentes aos itens adquiridos no
mercado nacional, sendo que tais dados deverão atender ao previsto no item 3 deste Capítulo e ser
lançados no formulário próprio (Boletim de Implantação de Dados), conforme o previsto nas Normas
Gerais de Catalogação do Exército (IG10-80).
11. A DMAvEX e qualquer outro órgão responsável pela aquisição de material para a
Aviação do Exército deverão fazer constar nos editais de licitação, contratos, empenhos ou qualquer outro
documento de formalização da mencionada aquisição, uma cláusula contratual de catalogação. Nessa
cláusula, deve ser estabelecida a obrigatoriedade do fornecimento de documentação, em papel ou mídia
magnética/ótica, contendo as informações necessárias à catalogação do suprimento no Sistema de
Catalogação do Exército (SICATEX), tais como: catálogos, manuais técnicos, publicações, desenhos,
projetos, etc.
12. A manutenção dos arquivos que constituem o banco de dados do SICATEX será feita,
basicamente, através do mesmo processamento utilizado para a sua constituição, ou seja, por meio da
coleta e da transmissão de dados efetuadaspela DMAvEx.
13. Os casos omissos serão regulados de acordo com o prescrito nas Normas Gerais de
Catalogação do Exército (IG10-80).
TÍTULO III
CAPÍTULO II
ESTRUTURA DE MANUTENÇÃO DE AVIAÇÃO
1. A estrutura de manutenção do material de gestão da DMAvEx se apóia nos seguintes
elementos:
a. DMAvEx - por intermédio da Seção de Manutenção;
b. CAvEx - por intermédio da 4ª Seção do Estado-Maior Geral;
c. BMntSupAvEx;
d. Esqda Mnt / OMAvEx;
e. OM de apoio logístico de aviação da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira; e
f. Organizações civis prestadoras de serviços:
1) no Brasil, as empresas civis nacionais prestadoras de serviços em material de
aviação, certificadas pela DMAvEx; e
2) no exterior, os fabricantes das aeronaves, dos conjuntos, componentes e
equipamentos, e empresas por eles certificadas, para prestação de serviço de manutenção.
CAPÍTULO III
GERENCIAMENTO
1. O planejamento de manutenção do material de AvEx é realizado dentro dos níveis de
manutenção existentes, prevendo a disponibilidade ideal mínima de 70% da frota.
2. Da competência da DMAvEx.
a. planejar, integrar, coordenar, controlar e, no seu nível, executar as ações relacionadas
às atividades de suprimento, manutenção e transporte do material de aviação e de qualquer outro
relacionado à Aviação do Exército;
b. elaborar, propor e controlar planos, alterações da legislação, manuais, instruções,
normas e pareceres técnicos relacionados à logística do material de sua gestão;
c. levantar e consolidar as necessidades de materiais e serviços relacionados à logística
do material de sua gestão;
d. propor a aquisição de materiais e de serviços relacionados à logística de aviação;
3. Da competência do BMntSupAvEx.
a. Planejar e executar a manutenção de 2º nível em aeronaves e conjuntos, componentes e
equipamentos reparáveis, de sua competência.
b. Prever meios necessários para manter a disponibilidade de 70% da frota.
c. Executar em suas oficinas especializadas a manutenção de 3º nível, quando autorizado.
d. Controlar a expedição e o recebimento do material enviado para manutenção fora de
suas oficinas.
3. O intervalo para inspeção de uma aeronave começa a ser contado a partir da data de
fabricação da aeronave, computados o potencial em tempo de funcionamento, tempo de calendário ou ciclo
já consumido e reiniciada a contagem após cada grande inspeção que traga a aeronave para a condição de
total potencial.
CAPÍTULO V
RESPONSABILIDADES E PROCEDIMENTOS
1. Das responsabilidades.
a. Do mecânico de vôo:
1) realizar parte da manutenção de 1º nível; e
2) realizar as tarefas que lhe cabem como mecânico aeronavegante, quando das
missões de vôo.
b. Da Esquadrilha de Manutenção:
1) realizar a manutenção de 1º nível e, quando autorizado, a de 2º nível; e
2) examinar e apontar as discrepâncias dos Relatórios de Vôo dos pilotos.
c. Do Esquadrão de Aviação do Exército:
1) emitir diretrizes com relação à manutenção de 1º nível; e
2) supervisionar a manutenção de 1º nível.
d. Do BMntSupAvEx:
1) realizar a manutenção de 2º nível em suas instalações ou nas instalações do
elemento apoiado por meio de equipes de apoio direto; e
2) realizar, quando autorizado, a manutenção de 3º nível em suas instalações.
e. Comuns aos elementos da AvEx:
1) sanar as deficiências encontradas nas atividades de manutenção e zelar pelo estado
de conservação do material de aviação sob sua guarda;
2) cumprir e fazer cumprir os limites e prazos estabelecidos na Diagonal de
Manutenção, com relação aos seus meios aéreos;
3) realizar a manutenção no equipamento deapoio de solo sob sua responsabilidade;
4) manter em dia e em ordem toda a documentação e controle do material AvEx sob
sua gerência;
5) realizar o efetivo controle sobre o Sistema de Garantia Técnica; e
6) realizar o efetivo controle sobre o Sistema de Documentação Técnica.
7. É classificado como de 2ª classe todo o material já usado e pronto para uso, e os que
necessitam reparos indispensáveis para ficarem em condições de uso.
CAPÍTULO VI
MANUTENÇÃO POR TERCEIROS
4. Para cada componente será aberta uma OS interna ou externa, conforme modelo
constante do Anexo B destas normas, mencionando os serviços a serem executados, grafados no idioma
português e traduzidos para o idioma estrangeiro de destino, no caso das remessas ao exterior.
TÍTULO IV
CAPÍTULO I
INTRODUÇÃO
3. O controle será exercido por todos os órgãos dos diversos escalões de comando:
OMAvEx, UAAvEx, OPAvEx, CAvEx e DMAvEx.
CAPÍTULO II
INSTRUMENTOS DE CONTROLE
1. São instrumentos normais de controle:
a. Relatório de Inspeção;
b. Parecer Técnico;
c. Inquérito Técnico;
d. Termo de Recebimento e Exame de Material;
e. Termo de Exame e Averiguação de Material;
f. Relatório de Sindicância;
CAPÍTULO III
RECEBIMENTO, DISTRIBUIÇÃO, INCLUSÃO NO PATRIMÔNIO E ESCRITURAÇÃO
8. O material da gestão da DMAvEx será mantido nas OM em uma das seguintes situações:
a. material permanente, incluído em carga;
b. material de consumo, escriturado; e
c. material descarregado, considerado inservível temporariamente de acordo com o Art.
150 destas normas, escriturado e guardado em depósito.
9. O material permanente adquirido pela DMAvEx, após ter sido publicada a sua
distribuição no BTA, fornecido pela OPAvEx e recebido pela OMAvEx, será incluído em carga pela
UAAvEx, devendo tal ato serpublicado em BI.
10. Após serem cumpridos os preceitos do R - 3, será remetida à DMAvEx uma cópia
das folhas do BI das UAAvEx onde consta a publicação da inclusão do material em carga.
11. O material permanente adquirido pela UAAvEx só deverá ser incluído em carga após
a publicação no BTA da DMAvEx.
12. A publicação em BTA servirá, quando for o caso, para retificar ou ratificar dados do
material, devendo ser transcrita no BI da UAAvEx detentora e o material registrado com as mesmas
nomenclatura e informações técnicas constantes do BTA.
CAPÍTULO IV
CONTROLE DO MATERIAL EM SERVIÇO
3. Todo material enviado para manutenção fora do âmbito da AvEx deverá ser
acompanhado de uma OS externa.
CAPÍTULO V
CONTROLE DE GARANTIA TÉCNICA
1. O controle da garantia técnica será específico para cada empresa contratada e, conforme o
caso, terá procedimentos regulados em INAvEx específicas ou estabelecidos nos contratos de aquisição de
materiais ou prestação de serviços.
CAPÍTULO VI
INSPEÇÕES
3. As inspeções de comando nas OMAvEx terão como objetivo principal verificar o estado e
controle do material de gestão DMAvEx.
4. As inspeções técnicas serão feitas de acordo com INAvEx específicas e terão como
objetivo principal verificar:
a. a documentação técnica;
b. a aplicação destas normas, das INAvEx, de Bol Tec e de BTA; e
c. a gerência técnica da manutenção e do suprimento.
5. A autoridade que determinar a descarga deverá indicar o destino a ser dado ao material
(transferir, alienar, desmontar, etc).
7. A descarga do material não controlado será realizada pela UAAvEx, devendo esta
remeter à DMAvEx cópia do BI que tiver publicado a descarga.
8. O material recolhido para manutenção não deverá ser descarregado, salvo ordem contrária
da DMAvEx.
CAPÍTULO VIII
TRANSFERÊNCIA, DISTRIBUIÇÃO E CESSÃO DE MATERIAL
CAPÍTULO IX
PARECER TÉCNICO
1. O Parecer Técnico tem por objetivo fornecer subsídios aos componentes da cadeia
logística para o planejar o apoio, permitir o tratamento estatístico, identificar problemas sistemáticos de
ordem material e permitir a tomada de medidas preventivas e corretivas.
13. Caso seja apurado que as avarias foram motivadas por causas técnicas, que poderão se
repetir, o Cmt da OMAvEx, mesmo antes da conclusão do Parecer Técnico, deverá informar diretamente à
DMAvEx, com o máximo possível de detalhes, para a adoção e divulgação de medidas preventivas.
CAPÍTULO XI
MATERIAL DE AVIAÇÃO CONTROLADO
1. São considerados materiais de aviação controlados aqueles de alto custo, de difícil
aquisição e com ciclo de aprovisionamento elevado, ou ainda, que exijam cuidados especiais para aplicação
ou funcionamento, definidos e listados em INAvEx específicas.
2. Serão listados e divididos, de acordo com INAvEx específicas, em duas categorias:
a. material permanente; e
b. material reparável.
3. A lista de material controlado será elaborada e atualizada pela DMAvEx e distribuída às
OMAvEx.
CAPÍTULO XII
MATERIAL INSERVÍVEL
1. É considerado material inservível aquele que se enquadra em uma das seguintes
situações:
a. não atenda mais às finalidades para as quais é destinado;
b. apresente condições de desempenho abaixo dos padrões mínimos requeridos;
c. seja de recuperação antieconômica ou desaconselhável;
d. considerado obsoleto; e
e. oriundo de oficinas e de outras procedências, considerado resíduos, aparas e retalhos.
2. O material inservível seguirá as normas previstas em legislação específica e os artigos
deste capítulo.
3. O material poderá ser considerado inservível temporariamente, a critério da DMAvEx,
durante o tempo necessário para que se desenvolva uma tecnologia de reparação, se para isso houver uma
perspectiva comprovada.
a. Para inclusão nessa categoria, considerar-se-á, também, o custo do material e a
dificuldade de sua aquisição.
b. Esse material deverá ser descarregado e guardado em um depósito especial,
devidamente preservado e acondicionado de modo a não ocorrer sua deterioração pela ação do tempo.
c. Durante esse período, o material não poderá ser alienado, servir como fonte de
suprimento, nem utilizado como meio auxiliar de instrução.
d. Após 05 (cinco) anos estocado como material inservível temporariamente, o material
passará à categoria de material inservível, podendo ser alienado de acordo com a legislação em vigor,
devendo tal ato ser oficializado à DMAvEx.
7. O pedido de autorização para descarga de material inservível deverá conter uma proposta
do destino a ser dado ao todo ou as suas partes componentes.
9. Após a descarga, o material poderá ser alienado, de acordo com a legislação em vigor,
segundo os seguintes tipos:
a. venda;
b. permuta;
c. doação; e
d. cessão.
10. As determinações a seguir serão aplicadas ao material nas condições do Itemanterior:
a. Quando tratar-se de material permanente ou de consumo aplicados nas aeronaves e
de material de consumo, controlado pela DMAvEx, considerar inservíveis, caberá à Diretoria definir a
forma de alienação mais conveniente ao Exército Brasileiro.
b. Quando não existir mercado para a alienação do material na localidade em que a
OMAvEx estiver localizada, esta deverá solicitar à DMAvEx instruções a respeito.
c. A alienação de material de consumo, não controlado pela DMAvEx, considerado
inservível é responsabilidade do OPAvEx.
d. Os materiais de valor histórico e cultural poderão, excepcionalmente, ser alienados,
condicionada sua utilização à preservação desses valores, e obedecidas as normas previstas na legislação
em vigor.
Conferido por: (27) Recebimento no destino: (37) Valor Total da GMM (38)
Cubagem : (30) _______________________________ m3 Peso Bruto: (32) ________ Kg
Nome: Data ___/______/_______
_________________________________ Peso Líquido: (31) ____________________________ Kg Qtde Volumes: (33) ________ Transportadora: (39)
Idt: Nr Caixas (34) Dimensões (m x m x m) (35) Peso Bruto (Kg) (36) - Sem alteração
_________________________________ Nome : _______________________
- Com as alterações consignadas no verso
Despachado por: (28) Data Embarque: _____/_____/_____
Nome: ______________________________________
Nome: Conhecimento: _________________
_________________________________ Identidade: __________________________________
Idt:
_________________________________ Visto: ______________________________________ Motorista: (40)
Nome: _______________________
Idt : _________________________
Esta via se destina : (29)
- DMAvEx para controle interno - Acompanha o material até o destino
04 • Endereço completo do destinatário do material. 05 • Local da entrega do material. 06 • Endereço completo do remetente do material.
• Marcar com "x" se o material constante da • Marcar com "x" se o material constante da • Marcar com "x" se o material constante da GMM for
07 08 09
GMM for permanente. GMM for de consumo. reparável.
• Marcar com "x" se o material constante da • Marcar com "x" se o material constante da • Marcar com "x" se o material constante da GMM for
10 11 12
GMM for utilizável. GMM estiver avariado. condenado
19 • Part Number do item de suprimento. 20 • Serial Number do item de suprimento. 21 • Quantidade por Serial Number (SN).
• Unidade de Fornecimento do Item de • Preço Unitário do item em Real (R$) ou em Dólar (U$),
22 23 • Nome padrão do item de suprimento. 24
suprimento. Marcar com um "x".
28
• Nome e Identidade do Militar que despachou o
29
• Marcar com um "x" a que se destina a via da
30 • Valor total da cubagem do material em metros cúbicos
material da GMM. GMM. (m3).
• Peso líquido total do material da GMM em • Peso bruto total do material da GMM em
31 32 33 • Quantidade total de volumes constantes da GMM.
quilogramas (Kg). quilogramas (Kg).
34 • Número de caixas constantes da GMM. 35 • Dimensões por caixa em metros (m). 36 • Peso bruto por caixa em quilogramas (Kg).
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
_______________________
___________________________
ORDEM DE SERVIÇO
Externa Interna
Emitente: Assinatura:
Autorização: Assinatura:
Material
Nomenclatura:
MPN:
Número de série:
TSN do componente:
Origem (anv/O M):
Motivo da indisponibilidade
Observação: Este documento deverá retornar ao B Mnt Sup Av Ex junto com o material
manutenido com a etiqueta amarela anexa.
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
_______________________
___________________________
DESTINATÁRIO: PG Nr:
TSN: SN da aeronave:
3) Designação do componente:
PN do componente:
SN do componente:
9) Avarias e circunstâncias:
___________________
1. Área Interna
OMAveX
Pede o material
OPAvEx
Consolida e analisa
S OPAvEx
Estoque?
OPAvEx
Pede
CAvEx
Analisa, Prioriza e
Remete à DMAvEx
DMAvEx
Repassa os recursos
UAAvEx
Adquire
OPAvEx
Recebe o material
OPAvEx
Fornece o material
OMAvEx
Recebe o material
OMAvEx OPAvEx
Pede o material Consolida e analisa
S OPAvEx
Estoque?
S N
DMAvEx
Possui recursos?
OPAvEx
Pede
N
CAvEx
Analisa, Prioriza e
Remete à DMAvEx
DMAvEx
Informa à OPAvEx
indisponibilidade e
aguarda recursos
N
DMAvEx DMAvEx
Adquirir? Informa à OPAvEx
S
DMAvEx
Recebe recursos
N DMAvEx
Aquisição em
andamento?
DMAvEx
Confecciona e remete S
Q I ao D Log
DMAvEx
Informa à OPAvEx o
material em aquisição
D Log
Analisa e remete o Q I à
CEBW
CEBW
CIEM / 1º DSup
Envia o material para OPAvEx OPAvEx
Recebe e remete o
CIEM / 1º D Sup ou Recebe o material Informa OMAvEx
material para OPAvEx
OPAvEx
CEBW
Emite P C e envia cópia
à DMAvEx
OPAvEx
Distribui o material
DMAvEx
Confere e remete o P C
à OPAvEx
OMAvEx
FIM
Recebe o material
N
OMAvEx DMAvEx DMAvEx DMAvEx
Pede o material Analisa Autoriza? Informa DEA
1
S
DEA
DEA
OPAvEx informa à OPAvEx
Solicita autorizaçào à Fim
DMAvEx
Consolida
S S
1
N S
N
OPAvEx OPAvEx DMAvEx
Tem emestoque? Pede à DMAvEx/ Repassa recursos à
DEA CEBW
CEBW
Emite Nota de
Empenho e informa à
DMAvEx
OPAvEx DEA
OPAvEx DMAvEx
Recebe o material e Fornece o material
Fornece o material Informa ao DEA
informa à DMAvEx e emite R C M
OMAvEx
Recebe e aplica o
material
OPAvEx OPAvEx N
DMAvEx DMAvEx OPAvEx
1 Consolida e Info Anual à
Analisa Recursos? Aguarda Recursos Fim
Analisa DMAvEx
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO (enquadrante)
U Ae( designação da U Ae)
1. Designação do encarregado:
(número e data do boletim, outro documento que o designou ou menção a ordem verbal de autoridade
competente)
3. Descrição do material:
a. MPN
(citar o MPN colhido diretamente no material ou na documentação do fabricante)
b. Nomenclatura
(citar a nomenclatura em inglês colhida na documentação do fabricante e, na sua ausência, a
nomenclatura traduzida para o português designando o material, citando para os subconjuntos designados
em português, o conjunto principal)
c. SN
(citar o SN colhido diretamente no material)
d. TSN
(se for o caso, citar o TSN até a data da remoção, colhido na documentação da aeronave)
e. Tipo do material e fabricante
(citar o material de aviação permanente ou o material de aviação que tenha sofrido dano e seu
fabricante)
4. Manutenção necessária
a. Avarias e nível de manutenção correspondente
(citar as avarias que determinaram a indisponibilidade do material e outras que necessitem intervenção
de manutenção, bem como o nível de manutenção responsável pela reparação e/ou revisão, procedendo de
acordo com o previsto no Art 124)
b. Avaliação dos prejuízos
(para material, o preço colhido no DEA mais a sobretaxa ou o preço DDU - “ Incoterm Delivery Duty
Unpaid” - Taubaté de empresa fornecedora; para o serviço, o preço baseado em orçamento elaborado ou
média estatística mantida pela Aviação do Exército; e justificar, no caso de impossibilidade de avaliação.)
5. Conclusão
a. Causas prováveis das avarias
(para cada avaria encontrada, citar se a avaria é decorrente de uso ou manuseio inadequado do
material, deficiência técnica do material ou outros motivos, de acordo com o Art 125)
b. Parecer
1) A recuperação é compensadora ou não
(opinar se a recuperação é técnica e economicamente compensadora, considerando o padrão do
material, seu preço de novo e sua manutenibilidade como parâmetros de referência)
2) A conveniência da desmontagem para aproveitamento de peças e conjuntos
(se for o caso, opinar quanto a esse aspecto sendo claro na proposta quanto a execução dessas
tarefas e o destino do material desmontado )
3) A alienação como sucata
(se for o caso, opinar quanto a esse aspecto, propondo seu recolhimento ao B Mnt Sup Av Ex,
de acordo com o Art 153 e/ou Art 158)
Quartel em _________________________________
Observações
1. O Parecer Técnico deverá ser remetido à DMAvEx com o competente despacho do Cmtda U Ae.
2. A finalidade da sindicância, no caso da avaria causada pelo uso ou manuseio inadequado do material
ou outra causa pessoal, é definir sobre a imputabilidade ou não dos agentes. Portanto, qualquer
documento assinado por autoridade competente que conclua quanto a esse aspecto, poderá substituir ou
instruir a solução da sindicância a ser remetida à DMAvEx.
3. O Cmt da U Ae deverá observar o prescrito no Art 128.
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO (enquadrante)
U Ae( designação da U Ae)
Fl. nº ______
Aos _____ dias do mês de _____________ do ano de ___________ iniciando o Inquérito Técnico
determinado pela Portaria nº _______ de ____________________ do Sr _____________
__________verifiquei (citar os documentos que deram origem ao Inquérito Técnico, tais como: cópia da
parte, Parecer Técnico, ou outros documentos conforme o caso), que acompanharam a citada portaria e
assim passei a proceder:
1. Inspeção
Aos _____ dias compareci ao ___________ procedendo a uma inspeção e constatei o seguinte:
a. Bens da União
1) Identificação
(enumerar todos os itens aplicáveis à identificação do objeto do Inquérito Técnico)
2) Avarias
(especificar o estado do objeto, de componentes e conjuntos e esclarecer as causas das avarias
existentes)
3) Avaliação
(avaliar os custos de manutenção para correção das avarias; opinar da conveniência ou não, da
execução de tal manutenção; e esclarecer sobre o tipo de manutenção e o nível correspondente)
b. Bens de terceiros
1) Identificação
(enumerar o que for pertinente à identificação do bem)
2) Avarias
(especificar o estado)
3) Avaliação
(avaliar custos relativos à reparação ou substituição de acordo com o caso)
2. Declarações
(Termos de Inquirição de Testemunhas, em documentos separados)
5. Conclusão
a. Parte expositiva
(sintetizar o que foi apurado no Inquérito Técnico)
b. Parte conclusiva
(de acordo com os Art. 137 e 140 das NARMAvEx)
Pelo exposto sou de parecer que as avarias foram determinadas por causas _______________ e nada
mais havendo a constar, encerro o presente Inquérito Técnico. o qual é remetido ao
_______________________ para que produza seus devidos e legais efeitos.
Quartel em _________________________________
a. FRENTE b. VERSO
OS CUMPRIDAS
Nº DE SÉRIE
FABRICANTE
IDT:
ÓRGÃO APLICAÇÃO
RUBRICA DATA
IDT:
a. FRENTE
8135 BR 175 0005
MATERIAL AVARIADO
NEB
PN
NOMENCLATURA
Nº DE SÉRIE
FABRICANTE
QUANT/UNIDADE PREÇO
ÓRGÃO APLICAÇÃO
HORAS TOTAIS
OBSERVAÇÕES
* ATENÇÃO:
GMM SÓ DESTAQUE QUANDO AUTORIZADO
ÓRGAÕ EXPEDIDOR
b. VERSO
MOTIVO DA REMOÇÃO
DATA-RUBRICA RUBRICA
a. FRENTE
MATERIAL CONDENADO
NEB
PN
NOMENCLATURA
Nº DE SÉRIE
FABRICANTE
QUANT/UNIDADE PREÇO
ÓRGÃO APLICAÇÃO
HORAS TOTAIS
OBSERVAÇÕES
* ATENÇÃO:
GMM SÓ DESTAQUE QUANDO AUTORIZADO
ÓRGAÕ EXPEDIDOR
b. VERSO
MOTIVO DA REMOÇÃO
DATA-RUBRICA RUBRICA
4ª PARTE
JUSTIÇA E DISCIPLINA
Sem alteração