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Identificação de Pleonasmos Viciosos

Este documento contém um questionário com 12 questões sobre vícios de linguagem, recursos expressivos na linguagem literária e adequação do uso de expressões. As questões abordam temas como pleonasmo, ambiguidade, estrangeirismo e adequação do registro de linguagem.

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Identificação de Pleonasmos Viciosos

Este documento contém um questionário com 12 questões sobre vícios de linguagem, recursos expressivos na linguagem literária e adequação do uso de expressões. As questões abordam temas como pleonasmo, ambiguidade, estrangeirismo e adequação do registro de linguagem.

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Questionário

1. (FEI-SP) Identifique a alternativa em que ocorre um pleonasmo vicioso:

a) Ouvi com meus próprios ouvidos.


b) A casa, já não há quem a limpe.
c) Para abrir a embalagem, levante a alavanca para cima.
d) Bondade excessiva, não a tenho.
e) N.D.A.

2. Diante dos enunciados que seguem, analise-os, apontando qual o vício de


linguagem predominante nestes:

a – Peguei o ônibus correndo.


b – Por estar inconsciente, não entendi o que realmente quis dizer. Contudo,
possivelmente conversaremos depois. 
c – Aquele ambiente é bastante aconchegante, que tal fazermos um happy-
hour, ou talvez um breakfast?
d – Na geladeira há sanduiches de mortandela, coloque-os na bandeija e sirva
aos convidados.
e – Durante o evento, não vi ela nem um instante.
f – Suba lá em cima e pegue as encomendas para mim.

Resposta:
a) ambiguidade
b) eco
c) estrangeirismo
d) barbarismo
e) cacofonia
f) pleonasmo vicioso

3. (UFOP-MG) Qual o vício de linguagem que se observa na frase: “Eu não vi


ele faz muito tempo”.

a) solecismo
b) cacófato
c) arcaísmo
d) barbarismo
e) colisão

4. Partindo da premissa de que a linguagem literária se utiliza de inúmeros


recursos expressivos, comente a ocorrência de alguns vícios linguísticos.

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Resposta: Como a linguagem literária se perfaz do sentido conotativo, o uso de
determinados recursos linguísticos tem por finalidade conferir uma ênfase
maior ao discurso, sendo permitido, portanto, o uso de alguns “desvios”.

5. Elimine o termo ou expressão redundante.

a) O principal protagonista do livro Dom Casmurro é Bentinho.

Resposta: O protagonista do livro Dom Casmurro é Bentinho.

b) Nossa primeira prioridade é exterminar o desperdício.

Resposta: Nossa prioridade é exterminar o desperdício.

c) Ela chegou como a brisa matinal da manhã.

Resposta: Ela chegou como a brisa matinal.

6. (UNAERP – MODELO ENEM) – Algumas vezes encontramos dificuldades


ao usar algumas expressões da "moda", principalmente, por ouvirmos seu
emprego de forma inadequada.

Assinale a opção que traz a expressão usada de forma adequada:

a) Você pensa como eu, logo suas ações vão de encontro com as minhas.

b) Vamos vender esse produto a nível de Brasil.

c) Há dez anos atrás, eu o reencontrei.

d) Referia-se ao livro cujo o autor acaba de morrer.

e) Ao invés de falar o que sabia, calou-se.

7. PUC-PR (2018) […] O menino ouviu a narrativa de um arqueiro que passou


anos e anos treinando a arte do arco e flecha, até se tornar um especialista. Ao
chegar a uma reunião com outros arqueiros, encontrou uma extensa parede
com inúmeros alvos – e flechas cravadas bem no centro deles. O arqueiro ficou
impressionado. Não acreditava que uma única pessoa havia feito aquilo. Era
uma proeza. Uma multidão de flechas milimetricamente no centro dos alvos,
quem realizou aquele feito? Havia um garotinho perto dos alvos e o arqueiro
perguntou:

“Você sabe quem lançou essas flechas?”. E o garoto disse: “Sim, fui eu”. O
arqueiro não conseguia acreditar. Como assim? Aquele garotinho era o
responsável por tamanha façanha? Então o menino contou como fez aquilo:
“Primeiro eu jogo a flecha e depois pinto o alvo ao redor”. […]

Disponível em: <[Link]


Acesso em: 13/06/17. (Excerto).
Os ditados populares e provérbios têm a propriedade de sintetizar
interpretações sobre fatos da vida cotidiana, geralmente ilustrados por
narrativas que contêm quebras de expectativa. Considerando essas
informações, o possível provérbio que melhor sintetiza o texto é:

a) não adianta chorar sobre o leite derramado

b) água mole em pedra dura tanto bate até que fura

c) cada macaco no seu galho

d) quem com ferro fere, com ferro será ferido

e) em terra de cego, quem tem um olho é rei

8. FAMERP (2018) […] dia desses, uma equipe de reportagem de um canal por
assinatura veio até minha casa para me entrevistar sobre a Era Vargas. O
repórter que conduziria a conversa advertiu-me, antes de o operador ligar a
câmera: “Pense que nosso telespectador típico é aquele sujeito esparramado
no sofá, com uma lata de cerveja numa mão e o controle remoto na outra, que
esbarrou na nossa reportagem por acaso, durante o intervalo de um filme de
ação”, detalhou. “É para esse cara que você vai falar; pense nele como alguém
com a idade mental de 14 anos.”

Sou cortês, mas tenho meus limites. Quase enxotei o colega porta afora, aos
pontapés. Respirei fundo e procurei ser didático, sem me esforçar para parecer
que estava falando com o Homer Simpson postado ali do outro lado da lente.
Afinal, como pai de duas crianças, acredito que há uma enorme distância entre
o didatismo e o discurso toleirão, entre a clareza e a parvoíce.

(“A TV virou um dinossauro”. Folha de [Link], 09.07.2017.)

Segundo o repórter, o telespectador típico

a) tem dificuldade para entender a Era Vargas

b) é imaturo

c) é capaz de entender qualquer explicação

d) evita mudar de canal

e) busca informações históricas ao acaso

9. FUVEST (2018)
Examine o cartum:

O efeito de humor presente no cartum decorre, principalmente, da

a) semelhança entre a língua de origem e a local

b) falha de comunicação causada pelo uso do aparelho eletrônico

c) falta de habilidade da personagem em operar o localizador geográfico

d) discrepância entre situar-se geograficamente e dominar o idioma local

e) incerteza sobre o nome do ponto turístico onde as personagens se


encontram

10. UNIFESP (2017) Enquanto fugia de caçadores, uma raposa viu um


lenhador e lhe pediu que a escondesse. Ele sugeriu que ela entrasse em sua
cabana e se ocultasse lá dentro. Não muito tempo depois, vieram os caçadores
e perguntaram ao lenhador se ele tinha visto uma raposa passar por ali. Em
voz alta ele negou tê-la visto, mas com a mão fez gestos indicando onde ela
estava escondida.

Entretanto, como eles não prestaram atenção nos seus gestos, deram crédito
às suas palavras. Ao constatar que eles já estavam longe, a raposa saiu em
silêncio e foi indo embora. E o lenhador se pôs a repreendê-la, pois ela, salva
por ele, não lhe dera nem uma palavra de gratidão. A raposa respondeu: “Mas
eu seria grata, se os gestos de sua mão fossem condizentes com suas
palavras.”

(Fábulas completas, 2013.)

A moral mais apropriada para fechar a fábula seria:

a) esta fábula pode ser dita a propósito de homens desventurados que, quando
estão em situações embaraçosas, rezam para encontrar uma saída, mas assim
que encontram procuram evitá-las

b) desta fábula pode servir-se uma pessoa a propósito daqueles homens que
nitidamente proclamam ações nobres, mas na prática realizam atos vis
c) esta fábula mostra que os homens desatentos prestam atenção nas coisas
de que esperam tirar proveito, mas permanecem apáticos em relação àquelas
que não lhes agradam

d) assim, alguns homens se entregam a tarefas arriscadas, na esperança de


obter ganhos, mas se arruínam antes mesmo de chegar perto do que almejam

e) desta fábula pode servir-se uma pessoa a propósito de um homem frouxo


que reclama de ínfimas desgraças, enquanto ela própria suporta, sem
dificuldade, desgraças enormes

11. (Enem – 2013) – Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe
nos chegou após uma série de contágios entre línguas. Partiu da Itália em 1743
a epidemia de gripe que disseminou pela Europa, além do vírus propriamente
dito, dois vocábulos virais: o italiano influenza e o francês grippe. O primeiro
era um termo derivado do latim medieval influentia, que significava “influência
dos astros sobre os homens”. O segundo era apenas a forma nominal do verbo
gripper, isto é, “agarrar”. Supõe-se que fizesse referência ao modo violento
como o vírus se apossa do organismo infectado. 

RODRIGUES. S. Sobre palavras. Veja, São Paulo, 30 nov. 2011.

Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor
reconheça a ligação entre seus elementos. Nesse texto, a coesão é construída
predominantemente pela retomada de um termo por outro e pelo uso da elipse.
O fragmento do texto em que há coesão por elipse do sujeito é:

a) “[…] a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas.”

b) “Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe […]”.

c) “O primeiro era um termo derivado do latim medieval influentia, que


significava ‘influência dos astros sobre os homens’.”

d) “O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper […]”.

e) “Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa


do organismo infectado.”

12. (ENEM – 2014) Há qualquer coisa de especial nisso de botar a cara na


janela em crônica de jornal ‒ eu não fazia isso há muitos anos, enquanto me
escondia em poesia e ficção. Crônica algumas vezes também é feita,
intencionalmente, para provocar. Além do mais, em certos dias mesmo o
escritor mais escolado não está lá grande coisa. Tem os que mostram sua cara
escrevendo para reclamar: moderna demais, antiquada demais.

Alguns discorrem sobre o assunto, e é gostoso compartilhar ideias. Há os


textos que parecem passar despercebidos, outros rendem um montão de
recados: “Você escreveu exatamente o que eu sinto”, “Isso é exatamente o que
falo com meus pacientes”, “É isso que digo para meus pais”, “Comentei com
minha namorada”. Os estímulos são valiosos pra quem nesses tempos andava
meio assim: é como me botarem no colo ‒ também eu preciso. Na verdade,
nunca fui tão posta no colo por leitores como na janela do jornal. De modo que
está sendo ótima, essa brincadeira séria, com alguns textos que iam acabar
neste livro, outros espalhados por aí. Porque eu levo a sério ser sério… mesmo
quando parece que estou brincando: essa é uma das maravilhas de escrever.
Como escrevi há muitos anos e continua sendo a minha verdade: palavras são
meu jeito mais secreto de calar.

LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de janeiro: Record, 2004.

Os textos fazem uso constante de recurso que permitem a articulação entre


suas partes. Quanto à construção do fragmento, o elemento

a) “nisso” introduz o fragmento “botar a cara na janela em crônica de jornal”.

b) “assim” é uma paráfrase de “é como me botarem no colo”.

c) “isso” remete a “escondia em poesia e ficção”.

d) “alguns” antecipa a informação “É isso que digo para meus pais”.

e) “essa” recupera a informação anterior “janela do jornal”.

13. (ENEM – 2010) – O Flamengo começou a partida no ataque, enquanto o


Botafogo procurava fazer uma forte marcação no meio campo e tentar
lançamentos para Victor Simões, isolado entre os zagueiros rubro-negros.
Mesmo com mais posse de bola, o time dirigido por Cuca tinha grande
dificuldade de chegar à área alvinegra por causa do bloqueio montado pelo
Botafogo na frente da sua área.

No entanto, na primeira chance rubro-negra, saiu o gol. Após cruzamento da


direita de Ibson, a zaga alvinegra rebateu a bola de cabeça para o meio da
área. Kléberson apareceu na jogada e cabeceou por cima do goleiro Renan.
Ronaldo Angelim apareceu nas costas da defesa e empurrou para o fundo da
rede quase que em cima da linha: Flamengo 1 a 0.

Disponível em: [Link] (adaptado).

O texto, que narra uma parte do jogo final do Campeonato Carioca de futebol,
realizado em 2009, contém vários conectivos, sendo que

a) após é conectivo de causa, já que apresenta o motivo de a zaga alvinegra


ter rebatido a bola de cabeça.

b) enquanto tem um significado alternativo, porque conecta duas opções


possíveis para serem aplicadas no jogo.

c) no entanto tem significado de tempo, porque ordena os fatos observados no


jogo em ordem cronológica de ocorrência.
d) mesmo traz ideia de concessão, já que “com mais posse de bola”, ter
dificuldade não é algo naturalmente esperado.

e) por causa de indica consequência, porque as tentativas de ataque do


Flamengo motivaram o Botafogo a fazer um bloqueio.

14. Sobre os tipos de coerência textual, assinale a alternativa correta:

I. Tipo de coerência que diz respeito à adequação entre os elementos que


compõem a frase, como a ordem como eles são dispostos, seleção
lexical, coesão e regras de concordância e de regência. Sua principal função é
eliminar estruturas ambíguas, assim como o uso inadequado dos conectivos,
elementos indispensáveis para a coesão textual.

II. Com exceção das inserções explicativas, como citações e paráfrases, todos
os enunciados de um texto precisam ser coerentes e relevantes para o tema.
Para que se consiga esse tipo de coerência, frases que em nada contribuem
para a sequência lógica dos argumentos devem ser evitadas.

III. Tipo de coerência que acontece quando as condições do contexto são


favoráveis aos atos de fala dos interlocutores. Por exemplo, quando fazemos
uma pergunta para um interlocutor, espera-se dele uma resposta, dando
sequência então aos atos de fala e à comunicação.

IV. Tipo de coerência que é estabelecida entre os significados dos elementos


do texto. Quando as frases em sequência aparecem desprovidas de sentido,
dizemos que se trata de ideias contraditórias.

V. Tipo de coerência que exige que um único tipo de linguagem seja mantido
ao longo de um texto: se a linguagem formal for contemplada, ela deverá ser
preservada até o final da composição, o mesmo servirá para a linguagem
coloquial.

a) estilística, semântica, pragmática, temática, sintática.

b) sintática, temática, pragmática, semântica, estilística.

c) sintática, pragmática, temática, estilística, semântica.

d) semântica, temática, pragmática, sintática, estilística.

e) pragmática, estilística, sintática, semântica, temática.

15. Observe a tirinha Calvin e Haroldo, de Bill Watterson, e responda à


questão:
Para cada situação interativa existe uma variedade de língua adequada. O
falante pode optar pela variedade padrão ou pela variedade não padrão

Sobre o nível de linguagem adotado por Calvin, podemos afirmar que se trata,
em relação aos tipos de coerência, de uma

a) incoerência pragmática.

b) incoerência genérica.

c) incoerência estilística.

d) incoerência temática.

e) incoerência semântica.

16. Observe a tirinha de Garfield, de Jim Davis:


O discurso incoerente da personagem é o elemento linguístico que confere o
efeito de humor da tirinha

As histórias em quadrinhos têm como característica a construção de um


discurso permeado pelo humor. Podemos afirmar que, na tirinha de Garfield, o
elemento que confere humor ao texto surge de uma incoerência:

a) sintática

b) pragmática

c) estilística

d) genérica

e) semântica

17. Observe a tirinha Hagar, o Horrível, de Chris Browne:

Elementos como o uso inadequado de conectores e de pronomes anafóricos


podem provocar a incoerência sintática em um texto

Pode-se dizer que a incoerência sintática ocorreu em razão da

a) ambiguidade.

b) polissemia.

c) cacofonia.

d) polifonia.
18. (ENEM – 2009) Manuel Bandeira Filho de engenheiro, Manuel Bandeira foi
obrigado a abandonar os estudos de arquitetura por causa da tuberculose. Mas
a iminência da morte não marcou de forma lúgubre sua obra, embora em seu
humor lírico haja sempre um toque de funda melancolia, e na sua poesia haja
sempre um certo toque de morbidez, até no erotismo. Tradutor de autores
como Marcel Proust e William Shakespeare, esse nosso Manuel traduziu
mesmo foi a nostalgia do paraíso cotidiano mal idealizado por nós, brasileiros,
órfãos de um país imaginário, nossa Cocanha perdida, Pasárgada.
Descrever seu retrato em palavras é uma tarefa impossível, depois que ele
mesmo já o fez tão bem em versos.

Revista Língua Portuguesa, n° 40, fev. 20


A coesão do texto é construída principalmente a partir do (a):
a) repetição de palavras e expressões que entrelaçam as informações
apresentadas no texto.
b) substituição de palavras por sinônimos como “lúgubre” e “morbidez”,
“melancolia” e “nostalgia”.
c) emprego de pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos: “sua”, “seu”,
“esse”, “nosso”, “ele”.
d) emprego de diversas conjunções subordinativas que articulam as orações e
períodos que compõem o texto.
e) emprego de expressões que indicam sequência, progressividade, como
“iminência”, “sempre”, “depois”.

19. (ENEM – 2004) No trecho “Montes Claros cresceu tanto,/ (…),/ que já tem
cinco favelas”, a palavra que contribui para estabelecer uma relação de
consequência.
Dos seguintes versos, todos de Carlos Drummond de Andrade, apresentam
esse mesmo tipo de relação:

a) “Meu Deus, por que me abandonaste / se sabias que eu não era Deus / se
sabias que eu era fraco.”

b) “No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu / a ninar nos longes da
senzala – e nunca se esqueceu / chamava para o café.”

c) “Teus ombros suportam o mundo / e ele não pesa mais que a mão de uma
criança.”

d) “A ausência é um estar em mim. / E sinto-a, branca, tão pegada,


aconchegada nos meus braços, / que rio e danço e invento exclamações
alegres.”

e) “Penetra surdamente no reino das palavras. / Lá estão os poemas que


esperam ser escritos.”
20. (ENEM-2001)
O mundo é grande
O mundo é grande e cabe

Nesta janela sobre o mar.


O mar é grande e cabe
Na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
No breve espaço de beijar.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova
Aguilar, 1983.

Neste poema, o poeta realizou uma opção estilística: a reiteração de


determinadas construções e expressões linguísticas, como o uso da mesma
conjunção para estabelecer a relação entre as frases. Essa conjunção
estabelece, entre as ideias relacionadas, um sentido de:

a) oposição.
b) comparação.

c) conclusão.

d) alternância.

e) finalidade.

Questionário
1. (FEI-SP) Identifique a alternativa em que ocorre um pleonasmo vicioso:
a) Ouvi com meus próprios ouvidos.
b)
Resposta: Como a linguagem literária se perfaz do sentido conotativo, o uso de
determinados  recursos  linguísticos  tem  por
Os  ditados  populares  e  provérbios  têm  a  propriedade  de  sintetizar
interpretações  sobre  fatos  da  vida  cotidiana,
Examine o cartum:
O efeito de humor presente no cartum decorre, principalmente, da
a) semelhança entre a língua de origem e a
c) esta fábula mostra que os homens desatentos prestam atenção nas coisas
de que esperam tirar proveito, mas permanecem apáti
minha namorada”. Os estímulos são valiosos pra quem nesses tempos andava
meio assim: é como me botarem no colo ‒ também eu pr
d)  mesmo traz ideia de concessão, já que “com mais posse de bola”, ter
dificuldade não é algo naturalmente esperado.
e) por
Para cada situação interativa existe uma variedade de língua adequada. O
falante pode optar pela variedade padrão ou pela var
O discurso incoerente da personagem é o elemento linguístico que confere o
efeito de humor da tirinha
As  histórias  em  quad
18.  (ENEM – 2009) Manuel Bandeira (https://exerciciosweb.com.br/literatura/questoes-de-literatura-sobre-manuel-bandeira/) Fi

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