Pronomes e Colocação Pronominal
Pronomes e Colocação Pronominal
Aula 03
CLASSES DE PALAVRAS :
PRONOMES E COLOCAÇÃO
PRONOMINAL
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PRONOMES
Os pronomes são palavras que ou um
termo substantivo. Esses pronomes vão poder indicar
e , entre outras.
Por outro lado, o pronome “ ” é classificado como pronome , pois não está
ligado a um substantivo, mas sim “na própria posição” do substantivo “ ”, que aparece
na oração, estando apenas representado pelo pronome.
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Os pronomes indefinidos são classes variáveis que se referem à 3ª pessoa do discurso e indicam
quantidade, sempre de :
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Os sentidos originais do texto seriam alterados caso, em “...hierarquias que colocam certas
pessoas (negros, pobres e mulheres) implacavelmente debaixo da lei.”, a palavra “certas” fosse
deslocada para imediatamente após “pessoas”.
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Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática que é complexa. Do ponto de vista
naturalista, não faz sentido afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores.
A palavra “Qualquer” foi empregada no texto no sentido de
Exato. O pronome indefinido “todo” antes de um substantivo, sem artigo, tem sentido geral, de
“qualquer”.
Se inseríssemos um artigo, teríamos sentido de “completude”, “inteireza”: Toda língua tem
uma gramática complexa. (a língua inteira, por completo, tem uma gramática complexa).
Questão correta.
pessoa do discurso:
Observe que o pronome oblíquo está preso ao verbo pelo hífen, mas sua relação sintática é com
o substantivo objeto da posse ( ). Trata-se de um adjunto adnominal.
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Observe que “ ” é adjunto adnominal, pois vem junto ao nome importância e concorda com
ele no gênero feminino, apesar seu referente ser “o Português”, palavra no masculino. Percebe-
se também sua função coesiva de retomar termos anteriores.
Mesmo agora, quando já diviso a brumosa porta da casa dos setenta, um convite à viagem tem
ainda o poder de incendiar-me a fantasia.
Com relação ao trecho “incendiar-me a fantasia”, é correto interpretar a partícula “me” como o
possuidor de “fantasia”.
A partir de então, a chamada assistência judiciária praticamente evoluiu junto com o direito
pátrio. Sua importância atravessou os séculos, e ela passou a ser garantida nas cartas
constitucionais.
O pronome “Sua” delimita o significado do substantivo “importância”, funcionando, na oração
em que ocorre, como um termo acessório.
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Questão correta.
Como vimos, o pronome pode fazer referências dentro do texto. Quando um pronome retoma
, dizemos que tem função afórica. Quando anuncia ou se
refere a algo que ainda está para ser dito, tem função catafórica.
Ex: Eu só pensava n .
Nos casos acima, a referência é feita ; então, podemos dizer que o pronome tem
função . “Endo” significa “dentro”.
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Nesses casos acima, como a referência é feita no espaço e no tempo, fora do texto, dizemos que
esses pronomes estão sendo utilizados com função exofórica (fora) ou dêitica ( ).
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Por ora, vamos às regras básicas do uso dos demonstrativos para fazer remissão “dentro do
texto”.
Também podemos usar “ ” para referência ao elemento anterior mais próximo, o que faz a
oposição ao “ ” não ser tão rigorosa na prática:
Contudo, a prescrição rigorosa é que se use “ ” para se referir ao ser mais próximo, em
oposição ao “ ”, usado para o mais distante, no caso específico em que tenhamos dois
referentes já mencionados. Também devemos evitar usar “esse”/”isso” para algo que ainda vai
ser dito.
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Não confunda; essas palavras também podem ser artigos definidos ( menina caiu) ou pronomes
pessoais (encontrei- na praia).
Aproveito para ressaltar que os pronomes em geral têm essa função de retomada de elementos
anteriores (função coesiva). Então, os
se referem a outras partes do texto, substituindo informação apresentada.
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Aqui, neste escritório onde a verdade não pode ser mais do que uma cara sobreposta às infinitas
máscaras variantes, estão os costumados dicionários da língua e vocabulários, os Morais e
Aurélios, os Morenos e Torrinhas, algumas gramáticas, o Manual do Perfeito Revisor, vademeco
de ofício [...].
Na linha 1, o emprego de “neste” decorre da presença do vocábulo “Aqui”, de modo que sua
substituição por resultaria em incorreção gramatical.
O autor fala em primeira pessoa, em referência ao próprio escritório em que está, o escritório
próximo. Então, a forma correta é “neste”. O pronome “nesse” faria referência a um escritório
próximo de quem ouve. Questão correta.
Contudo, uma calamidade seria um caso de injustiça apenas se pudesse ter sido evitada, em
especial se aqueles que poderiam ter agido para tentar evitá-la tivessem deixado de .
Entre os requisitos de uma teoria da justiça inclui-se o de permitir que a razão influencie o
diagnóstico da justiça e da injustiça.
Na expressão “fazê-lo” (l.3), a forma pronominal “lo” retoma a ideia de agir para tentar evitar
uma calamidade.
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No trecho “O que faz com que a memória se torne seletiva não é o mundo atual, informatizado,
rápido e denso em informações. Ela o é por definição, já que sua porta de entrada é um funil
poderoso”, o termo “o” — em “Ela o é por definição” — remete ao elemento
A) “a memória”.
B) “seletiva”.
C) “um funil poderoso”.
D) “O que faz com que a memória se torne seletiva”.
E) “o mundo atual”.
O comentário da banca é perfeito. No texto, “esse” retoma algo já mencionado, que foi o fato
de a família ter chegado à China. Essa questão cobra a regra ‘clássica’, mas já vimos também é
que possível o “este” ter valor anafórico, basta que retome um termo anterior.
Ex: Cheguei ao policial e perguntou o que eu queria. Questão correta.
No dia seguinte, estando na repartição, recebeu Camilo este bilhete de Vilela: “Vem já, já, à
nossa casa; preciso falar-te sem demora”. Era mais de meio-dia. Camilo saiu logo; na rua,
advertiu que teria sido mais natural chamá-lo ao escritório; por que em casa?(...)
A cartomante foi à cômoda, sobre a qual estava um prato com passas, tirou um cacho destas,
começou a despencá-las e comê-las, mostrando duas fileiras de dentes que desmentiam as
unhas. (...)
Tanto em “recebeu Camilo este bilhete de Vilela” (ℓ. 1) quanto em “tirou um cacho destas” (ℓ.4),
os pronomes demonstrativos foram empregados para retomar termos antecedentes.
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O pronome demonstrativo “este” foi usado com valor catafórico, para apontar algo que viria
adiante no texto, tanto que logo em seguida vem o teor do bilhete, entre aspas.
“Destas” possui valor anafórico, pois se refere a “passas”, elemento mencionado antes.
Então, a banca pode cobrar de duas formas. 1) A teoria clássica que prega o uso “anafórico”
para “esse(a)(s)/isso” e cafórico para “este(a)(s)/isso”; 2) ou pode cobrar o uso prático
contextual, em que “este(a)(s)/isso” poderá ser anafórico, bastando que de fato seu referente
seja uma informação anteriormente mencionada. Questão incorreta.
Vejamos:
Como disse, são ferramentas para evitar a repetição. Vejamos um parágrafo escrito num mundo
pronomes relativos:
Vejam que tortura, o texto não está articulado, não usa elementos de coesão.
Agora vamos usar pronomes relativos para retomar os antecedentes e evitar toda essa repetição
de termos
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Destaco também que o pronome relativo “ ” e suas variações muitas vezes é usado para
desfazer ambiguidades. Como ele varia, a concordância em gênero e número denuncia a que
termo ele se refere:
Ex: A representante do partido, é popular, foi elogiada.
Obs: Antes do relativo “que”, devemos usar preposição monossilábica (“a, com, de, em, por;
exceto sem e sob”). Com preposições maiores (ou locuções prepositivas), usaremos os variáveis
( ).
Ex: Este é o livro que gostamos x Este é o livro o qual falamos.
A propósito, se há um nome ou verbo que peça preposição, esta deve vir obrigatoriamente
antes do pronome relativo. (gostamos de; falamos sobre). Então, a supressão dessa preposição
causa erro:
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Por regra, o pronome “cujo” deve vir entre substantivos, ligando possuidor e coisa possuída;
então, não pode ficar “solto” no texto, sem ligar esses dois elementos. Em “cuja metade”, fica a
dúvida: metade do quê? Metade de quem? Então, o pronome não está bem utilizado. Poderia
haver a leitura: metade do ano, metade dos alimentos, metade dos milhões...Questão incorreta.
Em 2016, foram registrados 16 acidentes, com 303 vítimas fatais, e o último episódio, com um
avião de passageiros de maiores proporções: a queda do Avro RJ85, operado pela empresa
LaMia, próximo de Medellín, na Colômbia. O desastre, completou um ano no último dia 28
de novembro, matou 71 pessoas, em sua maior parte atletas do time brasileiro da Chapecoense.
Com relação a aspectos linguísticos do texto, JULGUE O ITEM.
A substituição do termo “que” por prejudicaria a correção gramatical do texto.
O pronome relativo invariável “que” pode ser substituído pelos seus equivalentes variáveis,
como “o qual, a qual, os quais, as quais”. No caso, usaríamos “o qual”, para concordar no
masculino singular com “desastre”. Questão incorreta.
Ex: A pessoa de quem falei chegou. (substituição possível: “de que falei”, “da qual falei”).
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Não pode ser seguido nem precedido de artigo, mas pode ser antecedido por
preposição; (Para lembrar: nada de ...)
.
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Observa-se que a solidez dos lugares ocupados por cada uma das pessoas, nos moldes da
família nuclear, não se adéqua à realidade social do momento, as relações são
caracterizadas por sua dinamicidade e pluralidade. De acordo com o médico e psicanalista
Jurandir Freire Costa, “família nem é mais um modo de transmissão do patrimônio material; nem
de perpetuação de nomes de linhagens; nem da tradição moral ou religiosa; tampouco é a
instituição que garante a estabilidade do lugar são educadas as crianças”.
Seria mantida a correção gramatical do texto CG1A1-I se o segmento “em que”, nas linhas 2 e 5,
fosse substituído, respectivamente, por
A) onde e onde.
B) onde e que.
C) a qual e o qual.
D) no qual e onde.
E) que e no qual.
L.2: Observa-se que a solidez dos lugares ocupados por cada uma das pessoas,
não se adéqua à realidade social do momento (retoma
“momento”) as relações são caracterizadas por sua dinamicidade e pluralidade.
L.5: … tampouco e a instituição que garante a estabilidade do lugar (retoma lugar
físico) são educadas as crianças. Gabarito letra D.
Julgue a proposta de reescrita para o trecho “Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país, são
encontrados administradores públicos cujas ações em muito se assemelham às de
Nabucodonosor, rei do império babilônico”.
Muitos rincões do nosso país, ainda hoje, têm administradores públicos cujas as ações muito
assemelham-se as ações do imperador babilônico Nabucodonosor.
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A sociedade requer das organizações uma nova configuração da atividade econômica, pautada
na ética e na responsabilidade para com a sociedade e o meio ambiente, a fim de minimizar
problemas sociais como concentração de renda, precarização das relações de trabalho e falta de
direitos básicos como educação, saúde e moradia, agravados, entre outros motivos, por
propostas que concebem um Estado que seja parco em prestações sociais e a própria
sociedade se responsabilize pelos riscos de sua existência, só recorrendo ao Poder Público
subsidiariamente, na impossibilidade de autossatisfação de suas necessidades.
A substituição de “no qual” por prejudicaria a correção gramatical do texto.
Apenas usamos “aonde” se houver algum verbo que peça preposição “a”, normalmente verbos
de movimento como ir, chegar, comparecer... Não é o caso aqui, até porque “Estado” não é um
lugar físico.
Questão correta.
[...] Daí que [eu] não pudesse reduzir a alfabetização ao ensino puro da palavra, das sílabas ou
das letras. Ensino processo o alfabetizador fosse “enchendo” com suas palavras as
cabeças supostamente “vazias” dos alfabetizandos.
A expressão “em cujo” poderia ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical do
texto, pela expressão .
Ao inserir “no qual” (em+o qual) no lugar de “em cujo”, basicamente a banca está pedindo para
trocar diretamente o “cujo” por “o qual”. Sabemos que o “cujo” não pode ser trocado
diretamente por nenhum outro pronome relativo, ou há a perda da relação de posse entre
“ensino” e “processo”. Haveria prejuízo. Questão incorreta.
Observe que há um artigo após o pronome “cuja”, o que faz a questão ficar incorreta.
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Ex: A academia treino não tem aulas de MMA. (treino > academia
...
Veja que é inadequado usar o para outra referência que não seja lugar físico.
O pronome relativo é usado nos casos em que o verbo pede a preposição “ ”, com
sentido de “em direção ”. 2
Ex: Gosto da cidade onde irei.
O pronome relativo arcaico que equivale a “ onde”, é usado nos casos em que o
verbo pede a preposição “de”, com sentido de “procedência”.
Ex: O lugar você voltou é distante.
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Tem meia dúzia de atendentes, conheço dois ou três pelo nome, e o dono do lugar é
sempre simpático comigo. Sabe que gosto doc seu negócio, que, se me mudasse de novo para
lá, seria seu freguês. Mas também sei que me vê como um tipo que há vinte anos vive na capital,
que a essa altura é mais metropolitano que interiorano, um cara talvez meio esquisito, ou apenas
ridículo, que se interessa por coisas de que não precisa, coisas não entende.
A substituição da expressão “das quais” (3º parágrafo) por preservaria tanto o sentido
quanto a correção gramatical do período.
A correção seria mantida, pois “das quais” é contração de preposição “de” + “as quais”.
Entender das coisas=as coisas das quais entende…
Na reescritura, a preposição é suprimida e o pronome “as quais” é substituído por “que”:
Entender as coisas=as coisas que entende
Até aqui, tudo bem.
Contudo, ocorre uma sutil mudança de sentido:
entender de alguma coisa= dominar um conhecimento, ser um especialista, conhecer sobre
aquilo.
entender alguma coisa=saber o que algo é, ser capaz de compreender o que é alguma coisa.
Questão incorreta.
A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por tecnologias que alteram o mundo,
especialmente o meio ambiente nossas vidas dependem....
Na linha 2, o termo “de que” poderia ser substituído, sem alteração da correção gramatical e
dos sentidos do texto, por
A) no qual. B) pelo qual. C) cujas. D) dos quais. E) do qual.
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O pronome invariável “ ” tem como referente “meio ambiente”, então só poderíamos trocar
por “ ”, masculino e singular, mantendo a correção. Gabarito letra E.
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d
Vejamos o exemplo do próprio manual de redação da Presidência:
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Esses exemplos acima devem ser vistos com cautela, pois não são a regra!
Como substituem substantivos, os pronomes oblíquos poderão ser usados como complementos.
Ao unir o pronome ao verbo por hífen, há alterações na grafia:
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Um adendo: após verbos na primeira pessoa do plural (nós: amamos, bebemos, cantamos),
seguidos do pronome , :
O ano de 2017 foi o mais seguro da história da aviação comercial, de acordo com a organização
holandesa Aviation Safety Network (ASN). Foram dez acidentes — nenhum envolvendo
linhas comerciais regulares...
Com relação a aspectos linguísticos do texto, JULGUE O ITEM.
O vocábulo “deles” remete à expressão “dez acidentes”.
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COLOCAÇÃO PRONOMINAL
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(que, os quais,
cujas...)
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O que não for proibido, será aceito, simples assim. Veja abaixo construções e
No trecho “É verdade que não se poderia contar com ela para nada”, o uso da próclise justifica-
se pela presença da palavra negativa “não”.
Exatamente. As palavras negativas (não, nunca, jamais, nem…) obrigam a próclise, isto é, o
pronome oblíquo átono deve ficar antes do verbo. Questão correta.
Julgue a proposta de reescrita para o trecho “Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país, são
encontrados administradores públicos cujas ações em muito se assemelham às de
Nabucodonosor, rei do império babilônico”.
Ainda hoje, administradores públicos com ações que muito assemelham-se aquelas de
Nabucodonosor, rei do império babilônico são encontradas em muitos rincões do nosso país.
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Sim. Não há palavra atrativa, então não há obrigação para próclise. Também não há verbo no
futuro nem no particípio, de modo que não há proibição para ênclise. Além disso, o verbo está
no infinitivo, de modo que a ênclise seria facultativa. Dessa forma, tanto faz a posição do
pronome antes ou depois do verbo:
Questão correta.
Em “Mas não me deixe sentar”, a colocação do pronome “me” após a forma verbal “deixe” —
deixe-me — prejudicaria a correção gramatical do trecho.
“Não” é palavra negativa e atrai o pronome, então temos caso de próclise obrigatória. Correta.
Não se pode iniciar oração com pronome oblíquo átono; em outras palavras, a próclise é
proibida em começo de oração. Questão incorreta.
Não se pode usar pronome após verbo no particípio; este é um caso de ênclise proibida.
Questão incorreta.
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A maioria dos laboratórios acredita que o acúmulo de trabalho é o maior problema que
enfrentam, e boa parte dos pedidos de aumento no orçamento de dar
conta de tanto serviço.
No trecho “baseia-se na dificuldade”, a partícula “se” poderia ser anteposta à forma verbal
“baseia” sem prejuízo da correção gramatical do texto.
Nessa frase, não há nenhuma palavra atrativa (Conjunção subordinativa, Negativa, Advérbio,
Pronome Relativo/Indefinido/Interrogativo); tampouco há qualquer proibição para a ênclise (não
há verbo no futuro ou no particípio). Então, não há qualquer fator de obrigatoriedade ou
proibição, a posição do pronome é livre antes ou depois do verbo, tanto faz: “baseia-se ou se
baseia”. Questão correta.
De acordo com Honneth, as demandas por direitos — como aqueles que se referem à igualdade
de gênero ou relacionados à orientação sexual —, advindas de um reconhecimento
anteriormente denegado, criam conflitos práticos indispensáveis para a mobilidade social.
Na linha 2, a correção gramatical do texto seria comprometida se o termo “se” fosse
posicionado após a forma verbal “referem”, da seguinte forma: referem-se.
Seria comprometida sim, pois o “que” é pronome relativo, uma palavra atrativa, então devemos
usar próclise, não ênclise.
como aqueles se referem à igualdade de gênero. Questão correta.
Em 1988, o SUS passou a fazer parte da Constituição Federal. Nós nos tornamos o único país
com mais de 100 milhões de habitantes que ousou oferecer saúde para todos.
A correção gramatical do texto seria preservada caso se substituísse “nos tornamos” por
.
Não temos início de oração nem temos verbo no futuro ou no particípio. Logo, não há restrição
para próclise nem para ênclise, tanto faz: “Nós nos tornamos” ou “Nós tornamo-nos”. Observe
que o “s” deve ser cortado quando o verbo termina em “mos” e vai ser seguido de “nos”.
Questão correta.
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Por segurança, vamos ver aqui algumas “regrinhas” que fogem da lógica geral aplicável à
maioria das questões.
Embora a preferência da língua portuguesa seja a próclise, para e
,é a posição do pronome, ou .
:
Ex: Deus pague.
Ex: Bons ventos levem.
Entre a preposição e o verbo no gerúndio, usa-se próclise:
Ex: Em plantando tudo dá.
Ex: Em tratando de vinhos, ele é uma autoridade.
Por motivo de eufonia (boa pronúncia), usa-se próclise com formas verbais monossilábicas ou
proparoxítonas:
Ex: Eu a ontem.
Ex: Nós lhes por medo.
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Por outro lado, , uma intercalação, esse distanciamento torna possível também a
ênclise:
Ex: ...Jamais segundo pensam os economistas se fizeram tantas despesas desnecessárias.
(também caberia ênclise: fizeram-se.)
Ex: ...Ele que ao ver o cachorro brincando se emocionou muito... (também caberia
ênclise: emocionou-se.)
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e
trechos destacados do texto, julgue o item.
“deve se preocupar” por
Após verbo no infinitivo, a ênclise é permitida também, mesmo se houver palavra atrativa.
Questão correta.
O emprego das formas pronominais e
verbais se dá de modo plenamente adequado na frase:
Eles haviam resguardado-se de planejar, e os imprevistos da operação acabaram tragando-lhes.
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Resguardado é verbo no particípio e não pode haver pronome oblíquo átono após particípio.
Questão incorreta.
Está clara e correta a deste livre
comentário sobre o texto
Se lhe proviessem como um pintor lírico, caso Deus assim lhe favorecesse, o poeta Mário
Quintana disporia-se a transfigurar o real.
“Disporia” é verbo no futuro do pretérito e não cabe ênclise, o pronome não pode estar após o
verbo nesse caso. Questão incorreta.
Não entendeu? Grave que nas locuções, se o pronome vier no meio, não pode ter hífen.
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Ex: Eu lhe estou emprestando dinheiro. (o pronome está proclítico a “estou, verbo
auxiliar”)
Ex: Eu não estou emprestando dinheiro. ( porque o pronome, com hífen, estaria
em ênclise com obrigando próclise)
Portanto, é possível que algumas questões não considerem correta a colocação do pronome
antes do verbo principal. Procure a melhor resposta!
Por fim, saliento que há muitas regrinhas e divergências nesse tema, mas o que realmente é
fundamental para a prova é .
QUESTÕES COMENTADAS
“Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um
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a) Incorreto. No texto em questão, o pronome "destas" indica tempo. Enquanto "destas" indica
tempo mais próximo ao momento presente, "dessas" se refere a um tempo mais próximo do
passado. Logo, essa troca poderia ocorrer (ainda que alterasse o sentido original do texto), mas
não como menciona a alternativa.
b) Incorreto. Assim como na alternativa anterior, o erro está em afirmar que “vindo” ser
substituído por “quando vinha”. Essa substituição acontecer, mas não é obrigatória.
c) Incorreto. Mais uma vez: essa substituição acontecer, mas não é obrigatória.
d) Correto. O termo “no trem da Central” estar entre vírgulas por se tratar de um
adjunto adverbial de lugar deslocado.
e) Incorreto. O pronome “eu” ser omitido no texto, não . Gabarito letra D.
Observem que há uma relação de posse entre "calças" e "preço", logo o pronome adequado
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a) Incorreto. O pronome "este" se refere ao termo mais próximo, logo não poderia se referir a
Sergipe que possui território pequeno. Assim como "aquele" se refere ao termo mais distante,
portanto deveria retomar "Amazonas".
b) Correto. O pronome "esse" é usado para se referir a algo que está próximo de quem ouve.
c) Incorreto. O pronome "aquele" é usado para se referir a algo distante de quem fala e ouve.
d) Incorreto. O pronome correto seria "esses", uma vez que possui a função anafórica de
retomar o que já foi mencionado anteriormente (os jogos).
e) Incorreto. O pronome "aquele" é usado para indicar tempo distante no passado, logo está
emprego de forma incorreta junto ao advérbio "agora". Gabarito letra B.
Uma outra estratégia para evitar-se a repetição de palavras consiste na substituição da segunda
ocorrência da palavra por um pronome pessoal.
a) Incorreto. Quem condena, condena alguém. Trata-se de um verbo transitivo direto, por isso o
pronome correto seria "os" e não "lhes".
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“Quanto menos tempo tenho para praticar as coisas, menos curiosidade sinto de aprendê-las.”
Nessa frase, o pronome
a) retoma o termo “coisas”.
b) enfatiza com redundância um termo anterior.
c) destaca o termo mais importante da frase.
d) antecipa um termo a ser citado.
e) refere-se ao vocábulo “curiosidade” para dar coesão.
O pronome "las" substitui o termo "coisas". "Menos curiosidade sinto de aprender as coisas".
Gabarito letra A.
Observem que na letra C poderíamos substituir "nos" pelo pronome possessivo "nossa": "Ter
nascido estraga nossa saúde". Portanto, esse é nosso gabarito.
Texto 2
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Vejamos:
A) Correto. “Nós”=loja; “você”=cliente hipotético.
B) Correto. Pela regra rígida da norma culta, “isto” deve ser utilizado para o que será dito
depois, e “isso” para o que já foi dito anteriormente no texto.
C) Correto. Logo após do “isso” vem sua referência. Ah, Felipe, mas o “isso” não é catafórico
(faz referência ao que já apareceu antes)?
Cuidado, ser anafórico ou não é algo do texto: se a referência é algo que já apareceu, a palavra
é um recurso coesivo anafórico, se a palavra remete a algo ainda a ser dito, é catafórico,
independentemente de ser “isso” ou “isto. Não é o pronome que faz ser anafórico ou não, o
pronome não muda a posição da referência; o que gramática orienta é usar “isso” para o que já
foi dito e “isto” para o que virá depois, então, primeiro você observa a referência no texto,
depois usa o pronome adequadamente, não é o pronome que define. Tanto é assim que, nesse
caso, o “isso” foi usado cataforicamente. De forma contrária à orientação da norma culta? Sim,
mas não foi isso que a questão perguntou nessa alternativa. Esse raciocínio se confirma na letra
B.
D) “Vestir a camisa” pode ser entendido de duas formas: a primeira leitura é literal (denotativa) e
remete à peça de roupa propriamente dita; a segunda é figurada (conotativa) e constitui uma
figura de linguagem no sentido de “abraçar suas ideias”, “seguir seus projetos”... Gabarito letra
E.
Considere a frase: “ ”.
A reescritura que obedece à norma-padrão quanto à colocação pronominal é a seguinte:
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A substituição da expressão destacada pelo que se encontra entre colchetes está de acordo com
a norma-padrão em:
A) Jorge Amado sem açúcar. [ ]
B) Diolino gostava de .[ ]
C) Pelé porque era discreto. [ ]
D) Wando e Rô também .[ ]
E) O MiniBar por mês. [ ].
O pronome " " deve ser , porém não é o caso aqui das
letras A e C, uma vez que " "e" " são . Podemos eliminar
essas alternativas.
A construção correta é " " e não " ", uma vez que
" ". Eliminamos a letra D. Na letra E, não podemos usar o "se", uma vez
que não temos um caso de , ou seja, também .
Ficamos com a letra B, pois quando os verbos são terminados em " + ",
teremos " ". Gabarito letra B.
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b) Quando alguém apresentar-se como salvador, é bom pesquisar sobre sua história.
c) Oferecemos-lhes as melhores condições de pesquisa em nossa biblioteca.
d) É preciso estarmos atentos às notícias, pois elas têm deturpado-se.
e) Encontraremo-nos em condições de discutir a realidade, caso sejamos bons leitores.
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A norma-padrão em sua variedade formal prevê uma organização da frase em que a observância
da colocação pronominal é fundamental.
A frase em que o pronome oblíquo átono está empregado corretamente, segundo as regras da
colocação pronominal, é:
a) Ninguém ensinou-me a manter a cabeça à tona d’água.
b) O subconsciente boicota-nos a todo momento de nossa vida.
c) O ser humano que molda-se à diferentes realidades vive melhor.
d) Boicotaremo-nos todas as vezes que houver a chance de felicidade
e) Se considerar mau menino é justificar o não merecimento da felicidade.
O pronome oblíquo átono está empregado de acordo com o que prevê a variedade formal da
norma-padrão da língua em:
a) Poucos dar-lhe-iam a atenção merecida.
b) Lobo Neves nunca se afastara da vida pública.
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De acordo com as normas da linguagem padrão, a colocação pronominal está INCORRETA em:
a) Virgínia encontrava-se acamada há semanas.
b) A ferida não se curava com os remédios.
c) A benzedeira usava uma peruca que não favorecia-a.
d) Imediatamente lhe deram uma caneta-tinteiro vermelha.
e) Enquanto se rezavam Ave-Marias, a ferida era circundada.
a) Correto. Não há palavra atrativa de próclise, logo o uso da ênclise está correto.
b) Correto. A palavra "não" atrai próclise.
c) Incorreto. A palavra "não" atrai próclise (não a favorecia).
d) Correto. A palavra "imediatamente" atrai próclise.
e) Correto. A palavra "enquanto" atrai próclise.
Gabarito letra C.
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c) Quando o lixo aloja-se no meio ambiente, causa danos irreparáveis a todos os seres vivos,
assim como a toda a natureza.
d)Sempre fazem-se necessárias políticas eficazes para ressaltar a importância do saneamento,
mantendo-se as cidades mais limpas.
e) Todos os moradores do bairro mobilizaram-se ao perceber que os esforços dispensados para
manter o funcionamento dos edifícios deram bons resultados.
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No trecho “
”, o pronome relativo foi utilizado de acordo com
as exigências da norma-padrão da língua portuguesa.
Isso ocorre também em:
A) É necessário garantir respeito à diversidade em todos os espaços haja necessidade de
convívio social.
B) Todas as questões a diversidade de modelos de cidades foi analisada mostraram a
necessidade de atingir a sustentabilidade.
C) O século XXI, de acordo com as propostas da ONU, utilizará modelos inovadores o
planejamento dos espaços respeitará a diversidade.
D) Os cientistas debatem ideias se evidencia que a cidade do futuro será inadequada à
vida humana.
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.
A) O pronome "cujo" está empregado corretamente, pois está " e
" e também " " ( "
"). Correta.
B) O pronome relativo “ ” (
). Entretanto, isso não ocorre com o termo " ", ou seja, o uso correto
seria " ". Incorreta.
C) O pronome "quantas" retoma o "livrarias" e está
"por" exigida pelo verbo " ". Correta.
D) O pronome "quem" retoma o "autor" e está
"de" exigida pelo verbo " ". Correta.
E) O pronome "que" retoma o "poemas" e está
"por" exigida pelo verbo " ". Correta. Gabarito letra B.
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a) Incorreto. Devemos usar próclise, pela presença da palavra atrativa “caso”, conjunção
subordinativa condicional.
b) Incorreto. Devemos usar próclise, pela presença da palavra negativa “não”.
c) Incorreto. Devemos usar próclise, pela presença da conjunção subordinativa temporal
“quando”.
d) Correta. Devemos usar próclise, pela presença da conjunção subordinativa condicional “se”.
e) Incorreta. Devemos usar próclise, pela presença do advérbio de tempo "sempre".
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Gabarito letra D.
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RESUMO
Retos (eu, tu, ele, nós, vós, eles)>substituem sujeito: João é magro>Ele é magro.
Oblíquos (me, te, se, lhe, o, a, nos, vos) substituem complementos:
substituem somente . Já o pronome tem função
.
podem ser objetos , a depender da regência do verbo.
Ex: Já disse tudo. (disse )
Ex: Informei- de tudo. (informei de tudo)
Ex: Você agradou, mas não convenceu. (agradou )
Como substituem substantivos, os pronomes oblíquos poderão ser usados como complementos.
Ao unir o pronome ao verbo por hífen, há alterações na grafia:
Quando os verbos são terminados em + , teremos: , , , .
Não pude dissuadir a menina. (dissuadir + a > dissuadi- )
Felicitamos as aprovadas. (felicitamos + as > Felicitamo- )
Fiz isso porque quis fazer isso. (fiz + o > Fi- porque o quis)
Vamos pôr o menino de castigo. (pôr + o> pô- de castigo)
Quando os verbos são terminados em som nasal, como , , , , + , teremos
simples acréscimo de , , , .
Ex: Viram a barata e mataram- /A mesa é cara, mas compraram- na promoção.
Um adendo: após verbos na primeira pessoa do plural (nós: amamos, bebemos, cantamos),
seguidos do pronome , :
Ex: Alistamo- no quartel. Animemo- !
Pronome do verbo:
Pronome do verbo:
Pronome no dos verbos:
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O que não for proibido será aceito, simples assim. Veja abaixo construções e
Me dá um cigarro?
Darei-te um presente.
Dá-me um cigarro.
Dar-te-ei um presente.
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O verbo pode vir antes, depois ou no meio da locução. Porém, se houver palavra atrativa, o
pronome não pode estar no meio com hífen, pois isso indicaria que estaria em ênclise com o
verbo auxiliar, quando, na verdade, ele só pode estar no meio por estar em próclise ao verbo
principal.
Ex: Eu não estou emprestando dinheiro. ( porque o pronome, com hífen, estaria
em ênclise com obrigando próclise)
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São eles: .
( Dele(a)(s) não são pronomes possessivos)
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Quando um pronome retoma algo que já foi mencionado, dizemos que tem função anafórica.
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Quando anuncia ou se refere a algo que ainda está para ser dito, tem função catafórica.
Ex: . Apesar , estudei muito.
Ex: Eu só pensava .
As palavras , , , também podem ser pronomes demonstrativos, geralmente
. Veja:
Ex: Quero que está em promoção. (aquilo)
Ex: Comprei camisas que você me pediu. (aquelas)
Ex: Entre as cuecas, comprei de algodão. (aquela)
Ex: Sabia que devia estudar, mas não fiz. (isso)
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Veja que é errado usar o para outra referência que não seja lugar físico.
Em muitos casos, contudo, aparece com sentido de “lugar” figurado.
Método: Veja a função sintática daquele termo retomado; se for, por exemplo, sujeito, então o
“que” será sujeito”
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Usamos “Sua Excelência” para se referir a uma terceira pessoa e “Vossa Excelência” para nos
referirmos diretamente à autoridade.
LISTA DE QUESTÕES
Os sentidos originais do texto seriam alterados caso, em “...hierarquias que colocam certas
pessoas (negros, pobres e mulheres) implacavelmente debaixo da lei.”, a palavra “certas” fosse
deslocada para imediatamente após “pessoas”.
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática que é complexa. Do ponto de vista
naturalista, não faz sentido afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores.
A palavra “Qualquer” foi empregada no texto no sentido de
Mesmo agora, quando já diviso a brumosa porta da casa dos setenta, um convite à viagem tem
ainda o poder de incendiar-me a fantasia.
Com relação ao trecho “incendiar-me a fantasia”, é correto interpretar a partícula “me” como o
possuidor de “fantasia”
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