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Critérios para Redes Subterrâneas de Distribuição

Este documento estabelece critérios para projetos de redes de distribuição subterrâneas. Ele define termos e conceitos, especifica condições de fornecimento, e fornece diretrizes para projeto de redes secundárias e primárias, proteção, aterramento, equipamentos e acessórios, projeto civil, apresentação de projetos e execução de obras.
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Critérios para Redes Subterrâneas de Distribuição

Este documento estabelece critérios para projetos de redes de distribuição subterrâneas. Ele define termos e conceitos, especifica condições de fornecimento, e fornece diretrizes para projeto de redes secundárias e primárias, proteção, aterramento, equipamentos e acessórios, projeto civil, apresentação de projetos e execução de obras.
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NORMA TÉCNICA CELG D

Critérios de Projetos de Redes de


Distribuição Subterrâneas

NTC-35
Revisão 2
ÍNDICE

SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

1. INTRODUÇÃO 1
2. OBJETIVO 2
3. CAMPO DE APLICAÇÃO 3
4. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4
5. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 6
6. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 13
6.1 Regulamentação 13
6.2 Tensões de Fornecimento 13
6.3 Tensões Secundárias para Transformador Particular 14
6.4 Limites de Fornecimento 14
7. PROJETO DA REDE SECUNDÁRIA 15
7.1 Concepção Básica 15
7.2 Configurações da Rede Secundária 17
7.3 Localização de Transformadores 18
7.4 Ramal de Ligação Subterrâneo 18
7.5 Cabos Padronizados para a Rede Secundária 19
7.6 Dimensionamento dos Circuitos Secundários 20
7.7 Estimativa de Carga dos Circuitos Secundários e do Transformador 20
7.8 Transformadores Padronizados 20
7.9 Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP) 20
7.10 Saídas Secundárias de Transformadores 21
7.11 Iluminação Pública 21
8. PROJETO DA REDE PRIMÁRIA 22
8.1 Concepção Básica 22
8.2 Configurações da Rede Primária 23
8.3 Cabos Padronizados para a Rede Primária 24
8.4 Dimensionamento dos Circuitos Primários 24
8.5 Estrutura de Transição Aéreo/Subterrâneo 24
8.6 Critérios de Utilização de Acessórios Desconectáveis 25
8.7 Critérios de Utilização de Chaves de Manobra 26
8.8 Indicadores de Defeito 26
8.9 Alimentação de Unidades Consumidoras em Média Tensão 27
9. PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES 28
9.1 Proteção em Baixa Tensão 28

NTC-35 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA


SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

9.2 Proteção em Média Tensão 28


10. PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES 29
11. ATERRAMENTO 30
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS EQUIPAMENTOS E
12. 32
ACESSÓRIOS
12.1 Generalidades 32
12.2 Transformadores 32
12.3 Chaves de Manobra 34
12.4 Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP) 35
12.5 Para-raios 35
12.6 Desconectáveis 36
12.7 Cabos 36
12.8 Chaves Seccionadoras NH 37
12.9 Fusíveis 37
12.10 Ferragens 38
12.11 Indicadores de Defeito 38
12.12 Conexões 39
13. PROJETO CIVIL BÁSICO 40
13.1 Banco de Dutos 40
13.2 Abertura/Fechamento de Valas 42
13.3 Caixas de Passagem 43
13.4 Poços de Inspeção 44
13.5 Câmara de Transformação Subterrânea 44
13.6 Bases de Concreto 44
14. APRESENTAÇÃO DO PROJETO PARA APROVAÇÃO 46
14.1 Liberação de Carga 46
14.2 Elementos que Deverão Fazer Parte do Projeto 46
15. EXECUÇÃO E RECEBIMENTO DE OBRAS DE PARTICULARES 50
ANEXO A TABELAS 52
RAIOS MÍNIMOS DE CURVATURA DE CABOS DE BAIXA
TABELA 1 52
TENSÃO
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CABOS DE BAIXA
TABELA 2 52
TENSÃO PADRONIZADOS
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CABOS 8,7/15 kV E
TABELA 3 52
12/20 kV PADRONIZADOS
CABOS DE SAÍDA DO SECUNDÁRIO DOS TRANSFORMADORES
TABELA 4 53
TIPO PEDESTAL

NTC-35 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA


SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

TABELA 5 CONDUTORES DE ATERRAMENTO DE TRANSFORMADORES 53


DIÂMETRO DOS ELETRODUTOS DO RAMAL DE LIGAÇÃO EM
TABELA 6 53
FUNÇÃO DA SEÇÃO DOS CABOS
CORRENTE NOMINAL MÁXIMA DA PROTEÇÃO DE BT EM
TABELA 7 53
FUNÇÃO DA SEÇÃO DOS CABOS
DIMENSIONAMENTO DOS TRANSFORMADORES – DEMANDA
TABELA 8 INDIVIDUAL DIVERSIFICADA A SER CONSIDERADA EM 54
FUNÇÃO DA ÁREA DOS LOTES
TABELA 9 DIMENSÕES DO MANDRIL 54
ANEXO B DESENHOS 55
DESENHO 1 ARRANJO SECUNDÁRIO TIPO RADIAL SIMPLES 55
ARRANJO SECUNDÁRIO TIPO RADIAL COM RECURSO DE
DESENHO 2 56
INTERLIGAÇÃO PROVISÓRIA
DESENHO 3 DRS / ARRANJO RADIAL SIMPLES DERIVADO DE REDE AÉREA 57
DESENHO 4 ARRANJO RADIAL COM RECURSO ANEL PRIMÁRIO AÉREO 58
DESENHO 5 ARRANJO PRIMÁRIO RADIAL SIMPLES 59
DESENHO 6 ARRANJO PRIMÁRIO SELETIVO DEDICADO 60
DESENHO 7 ARRANJO PRIMÁRIO SELETIVO 61
DESENHO 8 REDE DE DUTOS 1x2 / 1x3 – BAIXA TENSÃO 62
DESENHO 9 REDE DE DUTOS 1x4 / 2x2 – BAIXA TENSÃO 63
DESENHO 10 REDE DE DUTOS 2x3 / 2x4 – BAIXA TENSÃO 64
DESENHO 11 REDE DE DUTOS 3x3 – BAIXA TENSÃO 65
DESENHO 12 REDE DE DUTOS 3x4 – BAIXA TENSÃO 66
DESENHO 13 REDE DE DUTOS 1x2 / 1x3 – ALTA TENSÃO 67
DESENHO 14 REDE DE DUTOS 2x2 – ALTA TENSÃO 68
DESENHO 15 REDE DE DUTOS COMPARTILHADA AT + BT + TELEFONIA 69
DESENHO 16 INSTALAÇÃO DE BTX EM CAIXA DE PASSAGEM CP-3 70
INSTALAÇÃO DE TDR EM POÇO DE INSPEÇÃO – VISTA
DESENHO 17 71
SUPERIOR
DESENHO 18 INSTALAÇÃO DE TDR EM POÇO DE INSPELÇÃO – CORTE A-A 72
DESENHO 19 DETALHE DE INSTALAÇÃO DE TDR EM POÇO DE INSPEÇÃO 73
EMENDA DESCONECTÁVEL COM DUAS DERIVAÇÕES 600/600-
DESENHO 20 74
600-200
EMENDA DESCONECTÁVEL COM DUAS DERIVAÇÕES 600/600-
DESENHO 21 75
200-200
DESENHO 22 EMENDA DESCONECTÁVEL COM DERIVAÇÃO 600/600-600 76
DESENHO 23 EMENDA DESCONECTÁVEL COM DERIVAÇÃO 600/600-200 77

NTC-35 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA


SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

EMENDA DESCONECTÁVEL COM DUAS DERIVAÇÕES 600/200-


DESENHO 24 78
200
DESENHO 25 CAIXA DE PASSAGEM EM CALÇADA 79
DESENHO 26 CAIXA DE PASSAGEM EM PISTA DE ROLAMENTO 80
DESENHO 27 POÇO DE INSPEÇÃO EM CALÇADA 81
DESENHO 28 POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO 82
INSTALAÇÃO DE QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO EM PEDESTAL
DESENHO 29 83
NA BASE
DESENHO 30 INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR PEDESTAL NA BASE 84
DESENHO 31 CÂMARA SUBTERRÂNEA – VISTA SUPERIOR EXTERNA 85
DESENHO 32 CÂMARA SUBTERRÂNEA – VISTA SUPERIOR 86
DESENHO 33 CÂMARA SUBTERRÂNEA – CORTE A-A 87
DESENHO 34 CÂMARA SUBTERRÂNEA – CORTE B-B 88
DESENHO 35 CÂMARA SUBTERRÂNEA – DETALHE A 89
DESENHO 36 CÂMARA SUBTERRÂNEA – DETALHE B 90
DESENHO 37 CÂMARA SUBTERRÂNEA – DETALHE C 91
DESENHO 38 INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR E QDP 92
DESENHO 39 INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR E QDP – CORTE A-A 93
DESENHO 40 CAIXA DE PASSAGEM CP1 – TAMPA E ARO 94
DESENHO 41 CAIXA DE PASSAGEM CP2 – TAMPA E ARO 95
DESENHO 42 CAIXA DE PASSAGEM CP3 – TAMPA E ARO 96
DESENHO 43 BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – TAMPA E ARO 97
DESENHO 44 POÇO DE INSPEÇÃO – TAMPA E ARO 98
CAIXA DE PASSAGEM CP1 – ESTRUTURAL – FORMA –
DESENHO 45 99
ARMAÇÕES – TABELA DE FERROS
DESENHO 46 CAIXA DE PASSAGEM CP2 – ESTRUTURAL E FORMAS 100
DESENHO 47 CAIXA DE PASSAGEM CP2 – ESTRUTURAL – CORTES A-A E B-B 101
CAIXA DE PASSAGEM CP2 – ESTRUTURAL – TABELA DE
DESENHO 48 102
FERROS
CAIXA DE PASSAGEM CP3 – ESTRUTURAL – PLANTA – CORTE
DESENHO 49 103
A-A
DESENHO 50 CAIXA DE PASSAGEM CP3 – ESTRUTURAL – VISTA LATERAL 104
DESENHO 51 CAIXA DE PASSAGEM CP3 – ESTRUTURAL – CORTES A-A E B-B 105
DESENHO 52 CAIXA DE PASSAGEM CP3 – ESTRUTURAL – LISTA DE FERROS 106
DESENHO 53 BASE PARA QDP – ESTRUTURAL – FORMAS 107
DESENHO 54 BASE PARA QDP – ESTRUTURAL – FORMAS – ESTACAS 108
BASE PARA QDP – ESTRUTURAL – TABELA DE FERROS – VIGA
DESENHO 55 109
– CANTO

NTC-35 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA


SEÇÃO TÍTULO PÁGINA

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – ESTRUTURAL -


DESENHO 56 110
PAREDES 2, 3 E 4
BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – ESTRUTURAL –
DESENHO 57 111
ESTACAS – PAREDE 1
BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – ESTRUTURAL –
DESENHO 58 112
ARMAÇÕES DAS LAJES
BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – ESTRUTURAL –
DESENHO 59 113
TABELA DE FERROS – VIGA – CANTOS
BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL – ESTRUTURAL –
DESENHO 60 114
FORMAS – PLANTA BAIXA – CORTE A-A
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI1 –
DESENHO 61 115
ESTRUTURAL – PLANTA – CORTE A-A
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI1 –
DESENHO 62 116
ESTRUTURAL – ARMAÇÕES DA LAJE DE FUNDO
POÇO DE INSPEÇÃO EM CALÇADA PI1 – ESTRUTURAL –
DESENHO 63 117
PAREDES
POÇO DE INSPEÇÃO EM CALÇADA PI1 – ARMAÇÕES LAJE DA
DESENHO 64 118
TAMPA – TABELA DE FERROS
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI2 –
DESENHO 65 119
ESTRUTURAL – PLANTA – CORTE A-A
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI2 –
DESENHO 66 120
ESTRUTURAL – ARMAÇÕES DA LAJE DE FUNDO
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI2 –
DESENHO 67 121
ESTRUTURAL – PAREDES
POÇO DE INSPEÇÃO EM PISTA DE ROLAMENTO PI2 –
DESENHO 68 122
ARMAÇÕES DA LAJE DA TAMPA – TABELA DE FERROS
CÂMARA SUBTERRÂNEA – ESTRUTURAL – ARMAÇÕES DA
DESENHO 69 123
LAJE DE FUNDO – POSITIVA
CÂMARA SUBTERRÂNEA – ESTRUTURAL ARMAÇÕES DA
DESENHO 70 124
LAJE DE FUNDO – NEGATIVA
DESENHO 71 CÂMARA SUBTERRÂNEA – ESTRUTURAL – PAREDES 1, 2, 3 E 4 125
CÂMARA SUBTERRÂNEA – ESTRUTURAL – FORMAS –
DESENHO 72 126
RECOMPOSIÇÃO DO SOLO
CÂMARA SUBTERRÂNEA – ESTRUTURAL – TABELA DE
DESENHO 73 127
FERROS – PLACAS – DETALHES
DESENHO 74 ESTRUTURAL – CONCRETO – NOTAS 128
DESENHO 75 INSPEÇÃO DE REDE DE DUTOS 129
DESENHO 76 INSTALAÇÃO DOS BARRAMENTOS DE DERIVAÇÃO ISOLADOS 130
DESENHO 77 SIMBOLOGIA PARA PROJETO 131
DESENHO 78 SIMBOLOGIA PARA PROJETO 132
DESENHO 79 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DOS CIRCUITOS 133
NTC-35 / DT-SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA
1. INTRODUÇÃO

As instruções desta norma foram elaboradas observando as normas da ABNT e da


CELG D e as resoluções da ANEEL pertinentes. As prescrições aqui contidas
destinam-se a prestar orientação quanto aos critérios de projetos de redes de
distribuição subterrâneas urbanas.

Esta norma aplica-se às condições normais de fornecimento. Os casos omissos e


outros com características excepcionais deverão ser previamente submetidos a
apreciação por parte da CELG D.

As instalações apresentadas são aquelas comumente utilizadas nas redes de


distribuição subterrâneas. Entretanto, outros arranjos poderão ser obtidos
considerando-se aspectos peculiares não previstos na norma, desde que previamente
aprovados pela CELG D.

A execução de todo e qualquer serviço de instalação elétrica em via pública é


privativo da CELG D, a qual poderá, a seu critério, delegar a execução a terceiros.

Esta norma poderá ser parcial ou totalmente alterada por razões de ordem técnica,
sem prévia comunicação, motivo pelo qual os interessados deverão periodicamente
consultar a CELG D quanto às eventuais modificações.

A presente norma é revisão da NTC-35, datada de setembro de 2015.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 1


2. OBJETIVO

Esta norma tem por objetivo estabelecer as diretrizes técnicas para o projeto e
execução de redes de distribuição subterrâneas destinadas ao fornecimento de energia
elétrica em tensão primária e secundária, sistemas primários dos tipos radial simples,
radial com recurso ou primário seletivo (dupla alimentação); bem como determina os
requisitos técnicos mínimos indispensáveis a que devem satisfazer essas instalações.

As normas da empresa estão disponíveis no site [Link].

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 2


3. CAMPO DE APLICAÇÃO

Esta norma aplica-se ao fornecimento de energia elétrica, através de redes de


distribuição subterrâneas, em tensão primária e secundária, a loteamentos (edificados
ou não), grandes centros urbanos, conjuntos habitacionais, iluminação pública e
quaisquer empreendimentos que necessitarem de atendimento via rede de distribuição
subterrânea, às entradas de serviço de edificações de uso individual e coletivo
(residenciais, comerciais ou industriais) situadas em áreas já servidas por redes de
distribuição subterrâneas ou com previsão de futura implantação, extensões e
reformas de redes existentes.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 3


4. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES

Na elaboração dos projetos, bem como para toda terminologia adotada, deverão ser
seguidas as prescrições das seguintes normas, em suas últimas revisões.

NTC-01 Poste de Concreto Armado para Redes de Distribuição e de Transmissão.


NTC-02 Ferragens para Redes Aéreas de Distribuição.
NTC-04 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição.
NTC-05 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição.
NTC-10 Transformadores para Redes Aéreas de Distribuição - Especificação e
Padronização.
NTD-11 Especificação para Levantamento Topográfico de Redes de Distribuição.
NTC-12 Padronização e Especificação de Chaves Fusíveis de Distribuição.
NTC-13 Para-raios de Distribuição Sem Centelhadores - Especificação e
Padronização.
NTC-14 Critérios de Projetos de Iluminação Pública.
NTC-15 Procedimentos para Uso Compartilhado de Infra-Estrutura.
NTC-17 Estruturas para Redes de Distribuição Aéreas Compactas - Classe 15 kV.
NTC-20 Religadores Automáticos Classes 15 e 36,2 kV - Especificação.
NTC-28 Transformador Tipo Pedestal - Especificação.
NTC-30 Duto Corrugado Flexível em Polietileno de Alta Densidade -
Especificação.
NTC-33 Acessórios Desconectáveis - Especificação e Padronização.
NTC-34 Cabos de Potência com Isolação de XLPE para Tensões de 1 kV a 35
kV - Especificação.
NTC-50 Relé Fotoeletrônico - Especificação e Padronização.
NTC-54 Quadros de Distribuição em Pedestal - QDP - Especificação e
Padronização.
NTC-51 Reator para Lâmpada Vapor de Sódio a Alta Pressão - Especificação.
NTC-52 Luminária Fechada para Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão -
Especificação.
NTC-53 Lâmpada Vapor de Sódio Alta Pressão - Especificação.
NTC-55 Chave Seccionadora Tripolar para Operação em Carga - Especificação.
NTC-56 Conector Tipo Perfuração - Especificação.
NTC-60 Critérios para Projetos e Procedimentos para Execuções de Aterramentos
de Redes Aéreas e Subestações de Distribuição.
NTC-72 Para-raios para Redes Secundárias de Baixa Tensão - Especificação.
NTC-76 Barramento de Derivação Isolado - Especificação.

ABNT NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão.


ABNT NBR 5460 Sistemas elétricos de potência - Terminologia.
ABNT NBR 5732 Cimento Portland comum - Especificação.
ABNT NBR 5738 Concreto - Procedimento para moldagem e cura de corpos de
prova.
ABNT NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto - Procedimento.
ABNT NBR 6251 Cabos de potência com isolação extrudada para tensões de 1 a
35 kV - Requisitos construtivos.
ABNT NBR 6323 Galvanização por imersão a quente de produtos de aço e ferro
fundido - Especificação.
ABNT NBR 7286 Cabos de potência com isolação sólida extrudada de borracha
etilenopropileno (EPR, HEPR ou EPR 105) para tensões de 1 a
35 kV - Requisitos de desempenho.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 4
ABNT NBR 7287 Cabos de potência com isolação sólida extrudada de polietileno
reticulado (XLPE) para tensões de isolamento de 1 até 35 kV -
Requisitos de desempenho.
ABNT NBR 7480 Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado
- Especificação.
ABNT NBR 9369 Transformadores Subterrâneos - Características elétricas e
mecânicas - Padronização.
ABNT NBR 9511 Cabos elétricos - Raios mínimos de curvatura para instalação e
diâmetros mínimos de núcleos de carretéis para
acondicionamento.
ABNT NBR 10068 Folha de desenho - Leiaute e dimensões - Padronização.
ABNT NBR 11835 Acessórios isolados desconectáveis para cabos de potência para
tensões de 15 e 35 kV.
ABNT NBR 14039 Instalações elétricas de média tensão de 1 a 36,2 kV.

SIS 05 5900 Pictorial surface preparation standard for painting steel surfaces.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 5


5. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES

Alimentador de Distribuição

Parte de uma rede de distribuição que alimenta, diretamente ou por intermédio de


seus ramais, os primários dos transformadores de distribuição ou unidades
consumidoras.

Arranjo de Distribuição Primário, Subterrâneo, em Anel

Sistema elétrico subterrâneo, constituído por dois alimentadores, interligados por


chave normalmente aberta, onde todas as cargas possuem chaves reversivas manuais
ou automáticas que permitem optar pela fonte de suprimento.

Arranjo de Distribuição Primário, Subterrâneo, Seletivo

Sistema elétrico subterrâneo, constituído por, pelo menos, dois alimentadores,


preferencialmente de subestações diferentes, ou de barras diferentes de uma mesma
subestação, onde todas as cargas possuem chaves reversivas manuais ou automáticas
que permitem optar pela fonte de suprimento.

Arranjo de Distribuição Radial com Recurso

Sistema ou parte de sistema de potência no qual, dependendo da operação, pode haver


fluxo de energia em dois sentidos.

Arranjo de Distribuição Radial Simples

Sistema ou parte de sistema de potência no qual, em condições normais de operação,


só pode haver fluxo de energia em um único sentido.

Banco de Dutos

É o conjunto de linhas de dutos instaladas paralelamente, numa mesma vala.

Cabine

Compartimento composto por seis faces com características construtivas de


resistência ao fogo, acessível somente a pessoas qualificadas, demais características
conforme NTC-05.

Caixa de Passagem

Caixa destinada a facilitar a passagem dos cabos.

Câmara Subterrânea

Compartimento composto por seis faces, construído com materiais resistentes ao fogo
e à explosão, totalmente enterrado, destinado à instalação de equipamentos
subterrâneos, acessível somente a pessoas qualificadas.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 6


Câmara Transformadora

Câmara na qual são instalados transformadores e os equipamentos que lhe são


diretamente associados.

Carga Instalada

Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade consumidora que
após concluídos os trabalhos de instalação, estejam em condições de entrar em
funcionamento, expressa em kW.

Centro de Manobra

Câmara de concreto, construída ao nível do solo ou subterrânea, destinada à


instalação de equipamentos de seccionamento, proteção e manobra de alimentadores
do sistema elétrico de distribuição.

Centro de Transformação em Pedestal

Transformador de distribuição, montado ao tempo, sobre pequena plataforma,


provido de invólucro com adequado grau de proteção contra contato ou aproximação
de pessoas a partes vivas e contra a penetração de corpos sólidos ou água no
equipamento.

Chave Seccionadora NH

Dispositivo de manobra e proteção, mecânico, dotado de porta fusível NH, em série


com cada um de seus pólos, que na posição aberta assegura uma distância de
isolamento e na posição fechada mantém a continuidade do circuito.

Chave Submersível

Dispositivo de manobra e/ou proteção, mecânico, capaz de funcionar normalmente,


mesmo quando imerso em água, em condições especificadas.

Consumidor

Pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada,


que solicitar à CELG D o fornecimento de energia elétrica e assumir a
responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em
normas e Regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de
fornecimento, de uso e de conexão ou de adesão, conforme cada caso.

Cubículo

Parte de um conjunto de manobra, metálico, completamente fechado, exceto quanto


às aberturas para interligações, comando ou ventilação.
Um cubículo pode ter portas e/ou outras aberturas, desde que previstas para
permanecerem fechadas quando em funcionamento.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 7


Demanda

Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela
parcela da carga instalada, em operação na unidade consumidora, durante um
intervalo de tempo especificado.

Duto

Tubo adequado para construção de condutos elétricos enterrados. Este termo é, às


vezes, utilizado como abreviação de linha de dutos.

Entrada de Serviço

Conjunto de equipamentos, cabos e acessórios instalados a partir da rede de


distribuição, abrangendo os ramais de ligação e de entrada, proteção e medição.

Estrutura de Derivação de Rede Aérea para Subterrânea

Conjunto constituído pelas combinações de poste, cruzeta, isoladores, ferragens,


equipamentos e acessórios, onde é feita a transição de rede aérea para subterrânea.

Linha de Dutos

Conduto elétrico feito com dutos emendados.

Loteamento

Subdivisão de glebas de terreno em lotes destinados à edificação, com abertura de


novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou
ampliação das vias existentes, cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela
respectiva Prefeitura Municipal.

Padrão de Entrada

Instalação de responsabilidade e propriedade do consumidor, composta de cabos,


eletrodutos, dispositivos de proteção, caixa e acessórios montados de forma
padronizada para instalação da medição.

Poço de Inspeção

Compartimento totalmente enterrado, cujas dimensões permitem que uma ou mais


pessoas trabalhem em seu interior, intercalado numa ou mais linhas de dutos
convergentes.

Ponto de Entrega

Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações da


unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do
fornecimento.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 8


Projeto de Extensão de Rede

São aqueles destinados a atender novas unidades consumidoras que implicam no


prolongamento da rede de distribuição existente.

Projeto de Rede Nova

São aqueles que visam a implantação de rede de distribuição necessária ao


fornecimento de energia elétrica a uma determinada área.

Projeto de Reforma de Rede

São aqueles que visam promover alterações em uma rede existente, seja para adequá-
la a novas situações de carga, seja por motivo de segurança, obsoletismo, melhoria
nas condições de fornecimento ou adequação das instalações ao meio ambiente.

Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP)

Quadro de baixa tensão, montado em caixa metálica, instalado sobre base de


concreto, contendo chaves NH, respectivos fusíveis, barramento de cobre,
disjuntores, etc., com as funções de proteção e manobra de circuitos secundários de
redes de distribuição subterrâneas.

Ramal de Entrada

Conjunto de cabos e acessórios que interliga o ponto de entrega ao ponto de proteção,


medição ou transformação.

Ramal de Ligação Subterrâneo

Conjunto de cabos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede de


distribuição subterrânea e o ponto de entrega.

Rede Primária

Parte de uma rede de distribuição que alimenta transformadores de distribuição e/ou


pontos de entrega sob a mesma tensão primária nominal.

Rede Secundária

Componente da rede de distribuição energizada pelos secundários de transformadores


de distribuição.

Sistema de Aterramento

Conjunto de todos os cabos e peças condutoras com as quais é constituída uma


ligação intencional com a terra.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 9


Sistema de Distribuição

Parte de um sistema de potência destinado ao transporte de energia elétrica a partir do


barramento secundário de uma subestação (onde termina a transmissão ou
subtransmissão) até os pontos de consumo.

Subanel

Disposição de cabos do sistema subterrâneo, derivados de um arranjo em anel


principal, cujas cargas possuem duas fontes de suprimento.

Subestação

Parte de um sistema de potência, concentrada em um dado local, compreendendo


primordialmente as extremidades de linhas de transmissão e/ou de distribuição, com
os respectivos dispositivos de manobra, controle e proteção, incluindo as obras civis e
estruturas de montagem, podendo incluir também transformadores, equipamentos
conversores e/ou outros equipamentos.

Transformador de Pedestal

Transformador de construção adequada para instalação em base de concreto, ao nível


do solo, exposto às intempéries, imerso em óleo mineral isolante, autoprotegido,
dotado de chave de abertura em carga do lado de MT e compartimentos blindados
para as conexões de MT e BT.

Transformador Submersível

Transformador de construção adequada para ser instalado em câmara abaixo do nível


do solo, onde haja possibilidade de submersão de qualquer natureza.

Unidade Consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos,


condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão
primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de
entrega, com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e
localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.

Via Pública

É toda parte da superfície destinada ao trânsito público, oficialmente reconhecida e


designada por um nome ou número, de acordo com a legislação em vigor.

Vistoria

Procedimento realizado pela distribuidora na unidade consumidora, previamente à


ligação, com o fim de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da
distribuidora.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 10


DESCONECTÁVEIS

Adaptador para Cabos (AC)

Acessório projetado para ser o elemento de ligação entre um cabo elétrico e o


terminal básico blindado.

Barramento Triplex (BTX) ou Quadruplex (BQX)

Acessório projetado para conectar três (BTX) ou quatro (BQX) cabos elétricos,
através de acessórios isolados desconectáveis, destinado a estabelecer uma ou mais
derivações.

Bucha com Cavidade de Inserção (BCI)

Bucha de equipamento que possui uma cavidade para inserção de um elemento


conector.

Bucha de Ligação de Equipamento (BLE)

Bucha de equipamento dotada de cavidade para inserção de um elemento conector de


um acessório isolado desconectável.

Dispositivo de Aterramento (DAT)

Acessório projetado para aterrar eletricamente a blindagem de um cabo de potência


terminado com um acessório isolado desconectável.
O DAT pode ser usado com o TDC e o TDR, quando os mesmos forem utilizados
com cabos de uso geral, os quais possuem blindagem metálica a fios ou fitas.

Módulo Isolante Blindado (MIB)

Acessório projetado para conectar dois cabos elétricos através de acessórios isolados
desconectáveis, que podem ser dois TDCs, dois TDRs ou um TDC e um TDR.

Plugue de Aterramento (PAT)

Acessório projetado para selar mecanicamente e aterrar eletricamente o condutor de


um cabo de potência terminado com um acessório desconectável.

Plugue Básico Isolante (PBI)

Acessório projetado para selar mecanicamente e isolar eletricamente um cabo de


potência terminado com um acessório isolado desconectável.

Plugue de Conexão (PC)

Acessório projetado para conectar dois cabos elétricos através de acessórios


desconectáveis.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 11


Plugue de Inserção Duplo (PDI)

Acessório projetado para conexão em uma bucha com cavidade de inserção de forma
a permitir a derivação de um circuito e ao mesmo tempo a ligação direta de um
equipamento.

Plugue Isolante Blindado (PIB)

Acessório projetado para selar mecanicamente, isolar e blindar eletricamente um cabo


de potência terminado com um acessório isolado desconectável.

Plugue de Redução (PR)

Acessório isolado desconectável destinado a estabelecer uma interface entre


acessórios desconectáveis com correntes nominais diferentes (por exemplo, a ligação
entre um TDC e um TBB).

Receptáculo Isolante Blindado (RIB)

Acessório projetado para selar mecanicamente, isolar e blindar eletricamente uma


bucha de ligação de equipamento (BLE) ou barramento triplex (BTX).

Terminal Básico Blindado (TBB)

Acessório isolado desconectável destinado a estabelecer uma ou duas derivações de


um cabo de potência, bem como possibilitar a ligação de um cabo de potência à
bucha de um equipamento, em circuitos com corrente nominal de até 600 A .

Terminal Desconectável Cotovelo (TDC)

Acessório isolado desconectável onde o eixo do cabo de potência é perpendicular ao


eixo da bucha de ligação de equipamento.

Terminal Desconectável Reto (TDR)

Acessório isolado desconectável onde o eixo do cabo de potência é axial em relação


ao eixo da bucha de ligação de equipamento.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 12


6. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

6.1 Regulamentação

a) A ligação das obras executadas por terceiros ficará condicionada ao cumprimento


das disposições desta norma e das normas complementares, aplicáveis, da ABNT e
da CELG D, bem como apresentação das ARTs de projeto e de execução da obra.

b) A liberação do projeto para execução, bem como a fiscalização e ligação da obra


na rede da CELG D, não transferem a esta a responsabilidade técnica quanto ao
projeto e sua execução.

c) O projeto, a especificação e a construção das redes de distribuição subterrâneas


deverão obedecer às normas da ABNT e da CELG D, sendo que esta última poderá
não aprovar os projetos e a execução das redes, caso estas normas não sejam
obedecidas.

d) As vistorias porventura efetuadas pela CELG D, nas instalações internas da


unidade consumidora, não implicarão em responsabilidade desta, por danos que
sobrevierem a pessoas ou bens, resultantes de seu uso.

e) Caso haja a necessidade de obras para atendimento da nova ligação, elas serão
tratadas nos termos da legislação vigente, resoluções da ANEEL e contrato de
concessão da CELG D.

f) Toda edificação de uso coletivo ou individual, será atendida através de uma única
entrada de serviço em um só ponto de entrega, pré-definido em projeto, a partir da
rede de distribuição subterrânea.

g) O fornecimento de medidores, transformadores de corrente e/ou de potencial são


de responsabilidade da CELG D.

h) Em média tensão o ponto de entrega situar-se-á no limite da propriedade com a via


pública, nesse caso, todas as obras civis necessárias ao atendimento, bem como
chaves primárias de derivação, cabos, acessórios, terminais de MT,
desconectáveis, etc., serão de responsabilidade do consumidor.

i) Todas as redes construídas na unidade consumidora, sejam elas aéreas ou


subterrâneas, em tensão primária ou secundária, deverão obedecer às normas da
ABNT e da CELG D, aplicáveis.

j) Em redes executadas por particulares, por exemplo loteamentos, somente serão


aceitos materiais e equipamentos novos, padronizados pelas respectivas normas da
CELG D e provenientes de fabricantes cadastrados e homologados para fornecê-
los.

6.2 Tensões de Fornecimento

Em tensão secundária: 380/220 V, a 2, 3 ou 4 fios.


Em tensão primária: trifásico, 13,8 kV.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 13


6.3 Tensões Secundárias para Transformador Particular

380/220 V ou 220/127 V, para transformador trifásico.

6.4 Limites de Fornecimento

O fornecimento será feito em tensão secundária de distribuição, para unidades


consumidoras com demanda igual ou inferior a 75 kVA, e em tensão primária de
distribuição quando for excedido o limite acima especificado.

Potências superiores podem ser atendidas em baixa tensão, desde que seja definida
pela CELG D a viabilidade deste atendimento com base em estudo técnico-
econômico. Entretanto, para a adoção de limites diferentes deverá ser observado o
que prescrevem as resoluções da ANEEL.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 14


7. PROJETO DA REDE SECUNDÁRIA

7.1 Concepção Básica

A CELG D deverá realizar uma análise técnico-econômica, comparando os custos e


benefícios de todos os tipos de arranjos previstos, os elementos, os custos adicionais
envolvidos e as necessidades das cargas a serem atendidas em termos de operação,
manutenção e qualidade de serviço, antes da definição de uma configuração padrão.

Os transformadores podem ser instalados em câmaras subterrâneas, em quiosques ao


nível do solo, em pedestal ou em poste. O tipo de instalação a ser adotado depende,
basicamente, das condições físicas e da disponibilidade de espaço no local de
implantação.

O centro de transformação deve ser instalado o mais próximo possível do centro de


carga de forma a minimizar a queda de tensão e as perdas técnicas. Levar em
consideração também a minimização de impactos ambientais, vandalismo e
abalroamento por veículos.

Pode ser previsto também o compartilhamento da mesma vala com empresas de


telecomunicações e TV a cabo, porém os cabos de telecomunicações não poderão ser
instalados no mesmo duto. Evitar ao máximo a interferência com redes de
distribuição de água, coleta de esgoto e de gás encanado das quais deve manter um
afastamento mínimo de 500 mm na horizontal e na vertical.

Não será permitido o compartilhamento de caixas de passagem, poços de inspeção e


câmaras de transformação com outras empresas concessionárias de serviços, sendo
expressamente vedado, nesses locais, a passagem de cabos de telecom.

Possíveis interferências da rede de distribuição subterrânea com linhas de distribuição


e transmissão de energia elétrica devem ser claramente indicadas e serão objeto de
análise por parte da CELG D.

Os secundários devem ser trifásicos a 4 fios, com 3 fases e neutro. O neutro deve ter o
mesmo tipo de isolação e a mesma seção dos condutores fase.

O comprimento máximo dos circuitos secundários deve ser de 250 m.

O número de circuitos por transformador deve ser estabelecido em função das cargas
a serem atendidas, do limite de queda de tensão e da capacidade de condução de
corrente dos cabos padronizados.

O dimensionamento dos circuitos deve seguir o disposto no item 7.6, devendo


também ser levado em consideração os fatores de correção de agrupamento e as
maneiras de instalar recomendadas pelas normas aplicáveis.

Devem ser deixadas, no interior de todas as caixas de passagem e junto aos QDPs e
transformadores, visando futuras manutenções e conexões de unidades consumidoras,
sobras de, aproximadamente, um metro nos cabos.

Os cabos deverão ser identificados utilizando fita plástica isolante, colorida, nas
seguintes cores:
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 15
- fase A: vermelha;
- fase B: branca;
- fase C: marrom;
- neutro: azul clara.

Esta identificação deverá ser feita em todas as caixas de passagem, poços de


inspeção, em câmaras subterrâneas, nos barramentos dos QDPs e em ambas as
extremidades dos ramais de ligação.

Os cabos de cada circuito, em todas as caixas de passagem, devem ainda ser


identificados, individualmente, com a respectiva numeração, utilizando marcador
confeccionado em Nylon 6.6, que suporte temperaturas de trabalho entre 0 e 85°C,
resistente à chama, com caracteres em alto relevo, com altura e largura mínimas de
11,5 mm e 8,5 mm, respectivamente, fixados a eles por meio de braçadeiras do
mesmo material. Na identificação deve constar o número do transformador, do
circuito e respectiva fase.

As derivações dos ramais de ligação devem ser feitas nas caixas de passagem dos
circuitos secundários, situadas nos passeios públicos.

Nas derivações de unidades consumidoras, a partir das caixas de passagem, devem


ser previstos barramentos de derivação isolados, conforme a NTC-76, onde o número
de saídas deve ser conforme quantidade de unidades consumidoras previstas para ser
ligadas mais uma de reserva.

Nas travessias de ruas e avenidas, visando o atendimento a unidades consumidoras


situadas do lado oposto do caminhamento das redes, deverão ser utilizados dutos
com, no mínimo, 100 mm de diâmetro e condutores de seção mínima 35 mm2, sendo
que as travessias deverão ser trifásicas.

Em todos os finais de rede e "rabichos" as extremidades dos cabos da rede secundária


devem ser vedadas por meio de capuz termocontrátil ou fita auto-fusão.

No lançamento dos cabos devem ser considerados os raios mínimos de curvatura


estabelecidos na Tabela 1, conforme norma ABNT NBR 9511.

Unidades consumidoras individuais com demanda superior a 75 kVA, podem, a


critério da CELG D, ser alimentadas em média tensão ou diretamente do quadro de
distribuição em pedestal.

Devem ser instalados circuitos completos, ou seja, 3 fases e neutro, em um único


duto, sendo que os condutores não poderão sofrer redução de seção ao longo do
percurso.

Fazer o equilíbrio de fases das cargas monofásicas e bifásicas. Indicar no projeto em


qual(is) fase(s) a unidade consumidora e a iluminação pública serão ligadas.

A cada transformador deverá corresponder um único quadro de distribuição em


pedestal.

Para as saídas de circuitos secundários, em frente ao QDP, prever caixa de passagem


do tipo CP3.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 16
Os cabos da rede tronco devem ser lançados em banco de dutos, com diâmetro
mínimo do duto de 100 mm.

Os dutos devem ser diretamente enterrados ou envelopados em concreto e, ser do tipo


corrugado de polietileno de alta densidade (PEAD).

A configuração física do banco de dutos deve ser escolhida dentre as alternativas


constantes dos Desenhos 8 a 15.

Os bancos de dutos devem ser preferencialmente instalados nas calçadas a uma


profundidade mínima de 600 mm, a partir da geratriz superior do duto mais próximo
da superfície do solo e, nas travessias de ruas e avenidas a profundidade mínima é de
800 mm.

Os dutos de reserva devem ser mantidos fechados por intermédio de tampões


apropriados de PEAD, rigidamente fixados nos mesmos. Os demais dutos que
estiverem sendo utilizados devem ser vedados por meio de espuma de poliuretano.

A formação mínima do banco de dutos da rede secundária deve ser 1x2.

Evitar a instalação de caixas de passagem em terrenos sujeitos a alagamento.

Não poderão ser plantadas árvores ao longo do caminhamento das redes. Deverá ser
mantido um afastamento lateral mínimo de 2 metros entre árvores e redes de dutos,
sendo que estas deverão ser de porte baixo e não terem raízes profundas, que se
espalhem lateralmente e possam atingir a rede de dutos.

7.2 Configurações da Rede Secundária

7.2.1 Radial Simples

Este tipo de arranjo é normalmente utilizado para a ligação de cargas para as quais há
algum impedimento de atendimento pela rede aérea de distribuição devido a
necessidades estéticas, posturas municipais ou por opção da própria CELG D e para
atendimento a locais com baixa densidade de carga, através de uma única câmara
transformadora ou transformador em pedestal.

No Desenho 1 encontra-se uma alternativa para arranjo radial simples.

7.2.2 Radial com Recurso

O arranjo consiste em um ramal subterrâneo, em forma de anel aberto, que possibilita


o atendimento alternativo das cargas por dois pontos de alimentação da rede
subterrânea secundária.

Após o isolamento de uma falha, em um trecho de cabo ou transformador do anel


subterrâneo, permite o restabelecimento da alimentação aos demais circuitos em
condições de funcionamento.

Uma alternativa prática é a interligação de caixas de passagem de diferentes circuitos,


por dutos, que permanecerão vazios e, que poderão ser usados para conectar um
circuito a outro, provisoriamente, em caso de defeito.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 17
No Desenho 2 encontra-se uma alternativa para arranjo radial com recurso.

7.2.3 Distribuição Residencial Subterrânea (DRS)

O arranjo DRS é utilizado no atendimento de loteamentos horizontais, em áreas de


baixa densidade de carga, onde o uso de redes subterrâneas é imposto por razões
estéticas ou por exigência do empreendedor.

7.3 Localização de Transformadores

Os transformadores em pedestal ou quiosque devem ser instalados em áreas que


permitam que a manutenção e a operação sejam feitas de forma segura e adequada e
para tanto deve permitir a aproximação de veículos pesados equipados com
guindauto.

Preferencialmente deve-se optar pela instalação em praças, cabeças de quadras ou em


calçadas.

Nos casos em que possam estar sujeitos ao abalroamento por veículos prever
proteção adequada, por intermédio de estacas de concreto armado fincadas em volta
deles.

Evitar instalação em locais onde o ruído próprio da operação possa incomodar a


vizinhança.

7.4 Ramal de Ligação Subterrâneo

A instalação dos ramais de ligação subterrâneos em BT é feita exclusivamente pela


CELG D, a partir de uma estrutura subterrânea da rede, por ela designada, de acordo
com as prescrições técnicas relacionadas a seguir e com o dimensionamento
estabelecido para cada tipo de edificação.

7.4.1 Requisitos Gerais para Instalação

a) Não é permitido que os cabos do ramal:

- sejam enterrados diretamente no solo;


- passem sob terreno de terceiros;
- apresentem emendas no interior de dutos e caixas de passagem.

b) Os cabos devem ser contínuos até a medição.

c) O ramal de ligação subterrâneo deve ser instalado, preferencialmente, pela frente


da edificação, respeitando-se:

- as faixas próprias de ocupação do subsolo;


- as posturas municipais, quando cruzar vias públicas.

d) No caso de edificações situadas em esquinas, é permitida a ligação por qualquer


um dos lados da propriedade.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 18


e) O comprimento máximo admitido para os ramais de baixa tensão é de 30 m,
medidos a partir do ponto de derivação da rede subterrânea (poço, caixa ou
câmara) até a medição.

f) Os cabos do ramal de ligação subterrâneo devem ser fisicamente protegidos por


dutos instalados sob as vias públicas.

g) O ramal de ligação subterrâneo deve ser tão retilíneo quanto possível, evitando-se
cortar os passeios e pistas de rolamentos em sentido diagonal.

h) A linha de dutos deverá apresentar uma inclinação mínima de 0,5% no sentido dos
poços, caixas ou câmaras da rede, de tal forma que quando for executada a
drenagem das caixas, poços ou câmaras não haja acúmulo de água nos dutos.

i) Visando futuras manutenções e facilitar as conexões dos ramais de ligação deve ser
prevista uma folga de 1 a 2 m do cabo do ramal de ligação na caixa de passagem
onde for efetuada a derivação.

j) No dimensionamento dos cabos e respectivos eletrodutos, para os diversos tipos de


fornecimento, deve ser observado o padrão das Tabelas 2 e 6.

k) Todas as derivações subterrâneas devem ser isoladas, vedadas e à prova de


infiltração de umidade. Para isso devem ser utilizados mantas ou tubos
termocontráteis, contráteis a frio ou ainda, aplicadas, sucessivamente, camadas de
fita isolante de PVC, fita autofusão, com recobrimento por uma camada final de
fita isolante de PVC.

l) Ao longo das linhas de dutos devem ser instaladas fitas plásticas de advertência de
acordo com as orientações dos Desenhos 8 a 15.

m) Os ramais de ligação subterrâneos devem ser conectados aos circuitos de baixa


tensão através dos barramentos de derivação isolados, instalados nas caixas de
passagens, conforme Desenho 76.

n) Os conectores devem obedecer ao padrão constante do item 12.12.

7.5 Cabos Padronizados para a Rede Secundária

Além dos requisitos gerais, os cabos da rede subterrânea de baixa tensão devem
atender ainda às seguintes exigências:

a) os cabos devem ser unipolares, constituídos por condutores de cobre, têmpera


mole, encordoamento classe 2, com isolação por composto termofixo de
polietileno reticulado (XLPE) ou de borracha etilenopropileno (EPR, HEPR ou
EPR 105) com capa externa de PVC ou PE, isolamento para 0,6/1 kV, conforme
NTC-34 e ABNT NBR 7286;

b) o condutor neutro deverá possuir a mesma seção e as mesmas características dos


condutores fase;

c) as características elétricas e as capacidades de condução de corrente dos


condutores padronizados estão indicadas no item 12.7.1 e na Tabela 2.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 19
7.6 Dimensionamento dos Circuitos Secundários

No dimensionamento dos circuitos deve-se levar em consideração os seguintes


parâmetros:

a) a máxima queda de tensão admissível entre o transformador e o ponto mais


desfavorável do circuito é de 3%;
b) fator de carga de 80%;
c) fator de potência de 0,85;
d) cargas trifásicas equilibradas;
e) a carga de cada circuito deve ser estimada de acordo com o item 7.7.

7.7 Estimativa de Carga dos Circuitos Secundários e do Transformador

O dimensionamento dos transformadores deve ser feito levando-se em consideração


um horizonte de projeto de 10 anos.

No dimensionamento dos transformadores de condomínios residenciais deve-se


considerar, no mínimo, uma carga de 3,5 kVA por lote e no dimensionamento dos
circuitos secundários 4,5 kVA por lote.

Os valores de demandas individuais diversificadas, a serem consideradas por lote, em


função das respectivas áreas estão na Tabela 8.

7.8 Transformadores Padronizados

As potências padronizadas para transformadores para quiosques e tipo pedestal para


alimentação das redes secundárias são as seguintes: 150, 225 e 300 kVA.

Os transformadores tipo pedestal devem estar de acordo com a norma NTC-28 –


Transformadores Tipo Pedestal – Especificação.

As potências padronizadas para transformadores submersíveis são as seguintes: 500,


750 e 1000 kVA.

Os transformadores submersíveis deverão ser especificados, ensaiados e adquiridos


conforme norma ABNT NBR 9369 - Transformadores subterrâneos características
elétricas e mecânicas - Padronização.

7.9 Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP)

Nos circuitos secundários deve ser prevista proteção contra sobrecorrentes por meio
de chaves seccionadoras, abertura sob carga, providas de fusíveis do tipo NH,
instalados em linha, na vertical.

Esta proteção deve ser instalada em quadros de distribuição em pedestal, cujas


principais características estão descritas no item 12.4.

Os quadros de distribuição em pedestal devem estar de acordo com a norma NTC-54


- Quadros de Distribuição em Pedestal - QDP - Especificação e Padronização.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 20


Os quadros de distribuição em pedestal devem ficar posicionados ao lado do
transformador a uma distância de, no máximo, 5 m deste, na parte interna do
loteamento.

Devem ser instalados em base de concreto padronizada, conforme Desenho 29, com
cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.

Nos QDPs tipos 1, 2 e 3 deverão ser projetados no máximo 3, 6 e 9 circuitos,


respectivamente, considerando neste número os circuitos reservas.

7.10 Saídas Secundárias de Transformadores

O secundário dos transformadores tipo pedestal e dos instalados em quiosques deve


ser conectado ao barramento do QDP por intermédio de cabos de cobre padronizados.

Os cabos padronizados para essas saídas, de acordo com a potência do transformador,


estão indicados na Tabela 4.

As buchas secundárias dos transformadores tipo pedestal devem seguir o disposto na


norma NTC-28, ser do tipo T2 ou T3, com 2 ou 4 furos padrão NEMA,
respectivamente.

Os condutores da rede secundária devem ser conectados às buchas dos


transformadores por intermédio de terminais de compressão, cabo-barra, de 2 furos,
padrão NEMA. Estes devem ter as suas extremidades protegidas e isoladas por meio
de uma camada de fita plástica isolante seguida por outra de fita autofusão mais uma
camada final de fita plástica isolante.

7.11 Iluminação Pública

A rede de iluminação pública deverá derivar diretamente do QDP que alimenta os


circuitos das unidades consumidoras, através de chave seccionadora NH, em circuito
exclusivo. Nos casos onde houver previsão de instalação de medição, esta deve ser
alojada em mureta de alvenaria, instalada ao lado do QDP, com proteção por
disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção mínima de 10 kA.

Nos casos onde for necessário utilizar um QPD exclusivo para alimentar os circuitos
de iluminação pública, o transformador pedestal utilizado deverá possuir uma
potência mínima de 75 kVA.

Os cabos da rede de IP deverão ser lançados em dutos de PEAD, com, no mínimo,


50 mm de diâmetro.

A rede de IP é responsabilidade das prefeituras a cargo das quais ficará todo o ônus
relativo à manutenção e consumo de energia elétrica.

Os condutores para alimentação da rede de IP deverão seguir as mesmas


características técnicas dos da rede de baixa tensão constantes do item 12.7.1.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 21


8. PROJETO DA REDE PRIMÁRIA

8.1 Concepção Básica

A CELG D deverá realizar uma análise técnico-econômico comparando os custos e


benefícios de todos os tipos de arranjos previstos, os elementos, os custos adicionais
envolvidos e as necessidades das cargas a serem atendidas em termos de operação,
manutenção e qualidade de serviço, antes da definição de uma configuração.

Os circuitos primários devem ser trifásicos a 3 fios, com 3 fases e condutor de


proteção.

O condutor de proteção deve ser de cobre nu, seção conforme item 11, instalado
diretamente enterrado, fora do duto, acompanhando todo o traçado da rede primária.
Onde houver mais de um alimentador ao longo de um mesmo percurso a seção do
condutor de aterramento deve ser reavaliada em função da carga total.

Para uma melhor confiabilidade, nos casos de opção por sistemas do tipo radial com
recurso ou primário seletivo a alternativa de alimentação deve ser, preferencialmente,
por alimentadores de subestações diferentes. Caso esta alternativa não seja viável
prever, pelo menos, o atendimento por meio de alimentadores de barramentos
diferentes de uma mesma SE.

O dimensionamento dos circuitos deve seguir o disposto no item 8.4.

Os cabos deverão ser identificados utilizando fita plástica isolante, colorida, nas
seguintes cores:

- fase A: vermelha;
- fase B: branca;
- fase C: marrom.

Esta identificação deverá ser feita em todas as caixas de passagem, nos poços de
inspeção, nas extremidades dos ramais, nos centros de transformação e nas descidas
nos postes de transição de rede aérea para subterrânea.

Cada circuito deve ainda ser identificado com a respectiva numeração, com anilhas
plásticas, conforme item 7.1, e nela deve constar: código da SE, número do
dispositivo de manobra, número do circuito e respectivas fases.

Os cabos poderão ser instalados da seguinte forma:

- circuitos completos, ou seja, 3 fases em um único duto;


- um condutor por duto.

Os condutores não poderão sofrer redução de seção ao longo do percurso.

Os cabos devem ser lançados em banco de dutos, com diâmetro mínimo do duto de
125 mm.

Os dutos devem ser diretamente enterrados, do tipo corrugado, confeccionados em


polietileno de alta densidade (PEAD).
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 22
Os bancos de dutos devem ser preferencialmente instalados nas calçadas a uma
profundidade mínima de 1000 mm, a partir da geratriz superior do duto mais próximo
da superfície do solo e, nas travessias de ruas e avenidas a profundidade mínima é de
1200 mm.

O raio mínimo de curvatura do cabo é de 12 vezes o seu diâmetro externo nominal.

8.2 Configurações da Rede Primária

8.2.1 Radial Simples

Este tipo de arranjo é normalmente utilizado para a ligação de cargas para as quais
não se exige grau de confiabilidade muito alto, para atendimento a locais com baixa
densidade de carga, através de um único circuito, que pode atender a um ou vários
transformadores.

Cada mergulho pode atender, no máximo, quatro transformadores, acima disso,


somente mediante análise prévia das condições operativas da rede e previsão de
instalação de dispositivos de manobra.

Nestes casos a rede subterrânea pode derivar também de rede aérea.

O Desenho 5 mostra uma das alternativas para arranjo radial simples.

8.2.2 Radial com Recurso

O arranjo consiste em um ramal subterrâneo, em forma de anel aberto, que possibilita


o atendimento alternativo das cargas por dois pontos de alimentação da rede
subterrânea primária.

O arranjo primário em anel deve ser normalmente utilizado para áreas urbanas com
média densidade de carga.

Este tipo de arranjo deve prever a alimentação por 2 alimentadores radiais


subterrâneos, preferencialmente de subestações diferentes, conectados por chave
normalmente aberta (NA) de maneira a permitir manobra na rede e por intermédio de
outro alimentador restabelecer a alimentação dos circuitos que estejam em condições
de funcionamento.

O Desenho 4 serve de exemplo para arranjo radial com recurso.

8.2.3 Primário Seletivo

A opção por este tipo de arranjo deve ser para o atendimento a regiões com cargas
concentradas, onde é necessária uma grande confiabilidade e uma maior flexibilidade
de operação, permitindo o rápido restabelecimento do fornecimento às regiões não
afetadas.

Basicamente o arranjo consiste em, no mínimo, dois alimentadores primários em


forma de anel aberto, preferencialmente de subestações diferentes, um dos quais
alimenta normalmente o sistema, ficando o outro como reserva e dos quais são

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 23


derivados subanéis e, eventualmente, ramais radiais. A transferência das cargas é feita
por chaves de manobra e proteção.

O primário seletivo pode ser dos tipos dedicado ou generalizado, o primeiro destina-
se ao atendimento, com alimentadores expressos, de cargas concentradas e de grande
vulto, e o segundo cargas distribuídas e de menor envergadura.

Os Desenhos 6 e 7 mostram alternativas para arranjos primários seletivos dos tipos


dedicado e generalizado, respectivamente.

8.3 Cabos Padronizados para a Rede Primária

Além dos requisitos gerais constantes da ABNT NBR 7287, os cabos da rede
subterrânea de média tensão devem atender às seções padronizadas, constantes da
Tabela 3.

As características dos cabos das redes de média tensão são aquelas constantes da
norma NTC-34 e do item 12.7.2.

8.4 Dimensionamento dos Circuitos Primários

No dimensionamento dos circuitos levar em consideração os seguintes parâmetros:

a) a máxima queda de tensão admissível entre a subestação e o ponto mais


desfavorável do circuito primário é de 3%;
b) fator de carga de 80%.

Nos circuitos radiais simples os condutores devem ser dimensionados para assumir
toda a carga do circuito.

Nos circuitos radiais com recurso e primário seletivo deve ser levado em conta, no
dimensionamento, que cada alimentador deve suportar toda a carga do anel, em caso
de contingência, permitindo a transferência de toda a carga de um deles, em caso de
falha, para o outro.

Determinadas as demandas máximas e o número de alimentadores que serão


necessários, o dimensionamento deve ser feito levando em consideração os critérios
de queda de tensão, distribuição da carga, capacidade dos equipamentos, valor dos
investimentos e custos das perdas ao final de uma análise econômica.

Para previsão de crescimento de carga prever um horizonte de projeto de 10 anos.

8.5 Estrutura de Transição Aéreo/Subterrâneo

A derivação de rede aérea para subterrânea deve ser feita em estruturas de transição,
conforme padrão constante da norma NTC-17.

É permitida apenas uma derivação em cada estrutura de transição.

As estruturas de transição devem, preferencialmente, ser instaladas na via pública,


sendo permitida somente uma transição por poste.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 24


Na transição prever a utilização de chaves fusíveis de distribuição base tipo C, para-
raios e terminais de média tensão para os cabos, com características conforme
previsto nas respectivas normas da CELG D e da ABNT.

A proteção contra sobretensões deve ser provida por para-raios, poliméricos, ZnO,
tensão nominal 12 kV, MCOV 10,2 kV, corrente nominal de descarga de 10 kA que
devem ser instalados no ponto de derivação da rede aérea, o mais próximo possível
dos terminais de média tensão do cabo da rede subterrânea.

A proteção contra sobrecorrentes será provida por fusíveis instalados no ponto de


derivação da rede aérea, coordenados com os equipamentos de proteção a montante e
a jusante. Caso não seja possível a coordenação citada ou exista a possibilidade da
ocorrência de ferroressonância entre o cabo primário e o(s) transformador(es) a
proteção deve ser provida por religadores automáticos, instalados no mesmo ponto e
ajustados para uma única operação, no ajuste da proteção do religador prever também
a operação por falta de fase.

Dependendo da potência das cargas a serem atendidas e do nível de confiabilidade


exigido, podem ser exigidas, nas derivações, chaves seccionadoras tripolares, abertura
sob carga, com ação simultânea nas três fases ou religadores automáticos.

8.6 Critérios de Utilização de Acessórios Desconectáveis

Deverão ser utilizados acessórios desconectáveis com capacidade de condução de


corrente de 200 ou 600 A e isolamento para 8,7/15 kV.

Os acessórios desconectáveis devem estar de acordo com a norma NTC-33 e com a


ABNT NBR 11835.

Na escolha das capacidades de condução de corrente dos acessórios desconectáveis


deve-se levar em consideração as contingências, em caso de perda de um alimentador,
quando um dos circuitos deve assumir toda a carga do outro.

Prever a utilização de desconectáveis nas seguintes situações:

a) nas conexões com transformadores e chaves, tanto submersíveis quanto em


pedestal;
b) nas derivações para transformadores e chaves, tanto submersíveis quanto em
pedestal;
c) em locais estratégicos, de maneira a facilitar a execução de manobras, para
isolamento de partes com defeito;
d) nas derivações de ramais primários, onde não é prevista a utilização de chaves;
e) em pontos de mudança de seção de cabos.

Os acessórios desconectáveis poderão ser instalados tanto em poços de inspeção


quanto em caixas de passagem do tipo CP3. Nas caixas tipo CP3 somente poderão ser
instalados barramentos triplex com terminais desconectáveis cotovelo, corrente
nominal de 200 A e condutor com seção de, no máximo, 70 mm2 e, indicadores de
defeito.

Em troncos de alimentadores e em redes com condutor de seção acima de 70 mm2,

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 25


onde os acessórios desconectáveis tenham corrente nominal de 600 A e em locais por
onde passam mais de dois circuitos primários, a instalação destes somente deve ser
feita em poços de inspeção.

Emendas fixas podem ser feitas em caixas de passagem do tipo CP3.

A instalação de emendas desconectáveis ou BQX somente deve ser feita em poços de


inspeção.

8.7 Critérios de Utilização de Chaves de Manobra

Nas derivações e pontos de manobra devem ser utilizadas chaves de características


conforme item 12.3, o número de vias destas pode variar, conforme condições
operativas e de projeto.

Em função da importância das cargas a serem atendidas e do nível de automação


desejado podem ser previstas chaves de manobra com operação manual, semi-
automática ou automática, a definição do tipo a ser empregado dependerá de uma
análise técnico-econômica que indicará a opção mais adequada para o sistema.

Quando da elaboração do projeto deve-se verificar outras possibilidades de


restabelecimento do fornecimento, em caso de contingência, tais como o atendimento
por ramais alternativos e a abertura dos anéis e subanéis, em pontos estratégicos,
podendo, nesses casos, ser prevista a utilização de acessórios desconectáveis.

Em linhas gerais, no estabelecimento dos locais de instalação de chaves de manobra,


tendo em vista a importância das cargas a serem conectadas aos alimentadores,
devem ser observados os seguintes critérios:

a) condomínios verticais, grandes loteamentos horizontais, unidades consumidoras


primárias importantes, devem ser considerados cargas prioritárias, devendo seu
atendimento ser sempre derivado dos alimentadores primários através de
dispositivos de transferência de carga;
b) pequenas cargas isoladas podem ser derivadas diretamente de um dos
alimentadores;
c) o número de derivações deve ser sempre o menor possível, visando à redução do
número de chaves, procurando agrupar essas cargas entre si;
d) por motivos econômicos, quando for prevista alimentação de cargas de menor
envergadura o ramal deve ser radial;
e) as chaves de transferência poderão ser manuais ou automáticas;
f) as chaves devem possuir dispositivo de bloqueio manual;
g) para alimentação de cargas de grande importância e de maior envergadura os
ramais devem, preferencialmente, ser atendidos através de transferência
automática.

8.8 Indicadores de Defeito

Visando minorar os tempos de identificação e localização de defeitos, devem ser


instalados, em pontos estratégicos do sistema, indicadores de defeito, com
características conforme item 12.11.

Devem ser previstos indicadores de defeito nos seguintes pontos do circuito primário:
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 26
- nos alimentadores, a jusante dos dispositivos de manobra;
- ao longo dos alimentadores após pontos de derivação do sistema;
- em caixas de passagem e/ou poços de inspeção indicados pela CELG D;
- na derivação;
- nos cabos de entrada e saída dos transformadores.

8.9 Alimentação de Unidades Consumidoras em Média Tensão

Unidades consumidoras com demanda acima de 75 kVA devem ser ligadas em média
tensão, ressalvado o disposto no item 6.4.

O ramal de ligação subterrâneo em média tensão deve obedecer, onde aplicável, ao


disposto no item 7.4.

As derivações em média tensão podem ser feitas tanto por meio de acessórios
desconectáveis quanto chaves de derivação.

Para derivações de transformadores com potência até 300 kVA, em sistemas radiais,
pode-se utilizar acessórios desconectáveis, instalados em caixas de passagem do tipo
CP3, para potências superiores utilizar chave de manobra.

Caso exista mais de um circuito primário disponível no local, unidades consumidoras


em média tensão que necessitem de maior confiabilidade, podem optar por derivação
com chave de três vias, instalada na via pública, em poço de inspeção, em local
determinado pela CELG D.

As chaves de derivação podem ser instaladas tanto em via pública quanto na cabine
da unidade consumidora, em função de conveniência técnica.

Quando for prevista instalação de chave de derivação em cabine de unidade


consumidora, esta somente pode ser feita em compartimento apropriado, devidamente
lacrado pela CELG D, previamente aprovado por esta.

Tanto o acesso quanto operação dessas chaves ficam restritos a funcionário ou


prepostos da CELG D, devidamente credenciados.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 27


9. PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES

9.1 Proteção em Baixa Tensão

Os dispositivos de proteção devem estar dispostos de forma que seja fácil reconhecer
os respectivos circuitos protegidos.

Para a proteção de baixa tensão devem ser considerados fusíveis limitadores de


corrente nas redes que partam dos barramentos secundários das câmaras
transformadoras ou por fusíveis NH, tamanho 1, instalados em chaves seccionadoras
abertura sob carga, quando a origem for em QDPs.

As capacidades de interrupção e estabelecimento das chaves devem ser compatíveis


com o nível de curto disponível no local da instalação.

9.2 Proteção em Média Tensão

A proteção contra sobrecorrentes deve ser feita pelos dispositivos de proteção


instalados nas SEs e nas chaves de derivação dos troncos alimentadores.

A proteção do transformador em pedestal deve ser feita por fusíveis tipo baioneta em
série com fusíveis limitadores de corrente, instalados internamente aos
transformadores.

Deve ser feita a coordenação entre os fusíveis da estrutura de transição e a proteção


interna dos transformadores tipo pedestal.

Adicionalmente a proteção contra sobrecargas no transformador tipo pedestal pode


ser feita por disjuntores ou fusíveis secundários, instalados internamente ao
compartimento de baixa tensão do transformador.

Os transformadores submersíveis devem ser protegidos por fusíveis ou relés,


instalados nas chaves de abertura em carga.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 28


10. PROTEÇÃO CONTRA SOBRETENSÕES

Nas transições de rede aérea para subterrânea devem ser instalados para-raios
poliméricos de ZnO, características conforme item 12.5.

Em todos os transformadores tipo pedestal devem ser instalados para-raios


desconectáveis, tipo cotovelo, com características elétricas conforme item 12.5.

No barramento dos QDPs devem ser instalados dispositivos de proteção contra


sobretensões transitórias (DPSs), com as seguintes características: ZnO, classe 1,
tensão nominal 275 V, frequência 60 Hz, corrente de impulso ≥ 12,5 kA (10/350s),
correntes de descarga: nominal ≥ 25 kA (8/20 s) e máxima ≥ 60 kA (8/20 s),
demais características conforme ABNT NBR IEC 61643-1.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 29


11. ATERRAMENTO

Os níveis de segurança das malhas de aterramento, quanto a valores de resistência de


terra, potenciais de passo e toque, bem como, capacidade de condução de corrente e
desempenho mecânico, devem seguir as prescrições da NTC-60.

Durante a vistoria para liberação da ligação a CELG D efetuará a medição da


resistência da malha de aterramento para verificar se ela atende as condições
especificadas na NTC-60.

Nas malhas de aterramento devem ser utilizadas hastes cobreadas, com espessura
mínima da camada de cobre de 254 m, diâmetro e comprimento mínimo de 16 mm
e 2400 mm, respectivamente tendo em vista garantir a durabilidade do sistema de
aterramento e evitar variações sazonais do valor de resistência em função das
condições do solo.

Visando prevenir corrosão galvânica, os materiais componentes do sistema de


aterramento devem ser compatíveis, ou seja, o eletrodo e o condutor de aterramento
devem ser confeccionados a partir de um mesmo tipo de material.

No ponto de conexão do condutor de aterramento com a malha de terra das unidades


consumidoras deve ser construída caixa de inspeção em alvenaria, concreto pré-
moldado ou PVC, conforme previsto na NTC-05, de maneira a permitir o acesso para
inspeção e medição.

O condutor de aterramento deverá ser de cobre nu seção mínima 50 mm2 (para para-
raios, chaves e disjuntores) e 16 mm2 para as partes condutoras normalmente sem
tensão (grades, janelas, ferragens, etc.). Para as partes removíveis ou móveis, utilizar
cordoalha de cobre de seção equivalente.

Os tanques dos transformadores e os QDPs devem ser aterrados na mesma malha de


aterramento utilizando cabos de cobre nu dimensionados conforme Tabela 5.

Os condutores de aterramento devem ser contínuos, isto é, não devem ter em série
nenhuma parte metálica da instalação.

O neutro das redes de distribuição subterrâneas deve ser multi-aterrado e comum ao


primário e secundário.

A ligação dos condutores ao sistema de aterramento deve ser feita com conectores
apropriados ou solda tipo exotérmica, conforme indicado nos desenhos relativos a
cada estrutura.

A distância mínima entre os eletrodos é o seu comprimento.

Visando a equalização dos potenciais e facilitar as conexões durante a manutenção e a


construção, prever nos aterramentos dos condutores de proteção dos transformadores
tipo pedestal, fixada na base de concreto, por intermédio de isoladores de epóxi, uma
barra de cobre eletrolítico com dimensões mínimas de 300 x 30 x 5 mm, para onde
devem convergir todos os condutores de proteção dos equipamentos.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 30


Seguindo todo o trajeto percorrido pelas redes primárias, pelo lado de fora dos dutos,
deve existir um condutor de aterramento de cobre nu, seção 50 mm2, para cabos fase
até 70 mm2, inclusive, a partir daí a seção mínima é de 70 mm2. Este condutor deve
ser aterrado a cada 200 m, aproximadamente, e conectado às malhas das estruturas de
derivação e das instalações transformadoras.

Conectar ainda ao aterramento os seguintes elementos componentes das redes


subterrâneas:

- os tanques dos transformadores, QDPs e chaves;


- o neutro do secundário em todos os finais de rede;
- as blindagens dos cabos primários (em apenas uma das extremidades);
- as blindagens dos cabos primários em todas as emendas e derivações;
- os desconectáveis;
- as partes metálicas dos barramentos tríplex e quadruplex.

Quando o neutro da rede da CELG D estiver disponível, este deverá ser conectado à
malha de terra da instalação consumidora.

É vedada a utilização de qualquer tipo de produto que possa comprometer o sistema


provocando a corrosão de hastes e condutores.

Número mínimo de eletrodos:

- estação transformadora com potência até 150 kVA (inclusive): 4 eletrodos;


- estação transformadora com potência superior a 150 kVA: 6 eletrodos.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 31


12. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS

12.1 Generalidades

Todos os materiais e equipamentos devem ser fabricados, especificados e ensaiados


de acordo com as respectivas normas da CELG D e da ABNT.

As posições de "fechado" e "aberto" dos equipamentos de manobra, devem ser


indicadas por meio de letras e cores padronizadas nas normas da ABNT, devendo ser
adotada a seguinte convenção:
- I (vermelho): contatos fechados;
- O (verde): contatos abertos.

12.2 Transformadores

Os transformadores devem ser adquiridos conforme características elétricas abaixo


especificadas:

- tensão primária nominal: 13,8 kV;


- tensões secundárias: 380/220 V;
- tensão suportável nominal à frequência industrial: 34 kV;
- tensão suportável nominal de impulso atmosférico: 95 kV;
- ligação: Dyn1;
- frequência: 60 Hz;
- tipo de resfriamento: ONAN;
- derivações: 13800/13200/12600/12000 V.

12.2.1 Transformadores Tipo Pedestal

Os transformadores devem ser adequados para operar instalados em base de concreto,


sobre o solo, expostos às intempéries.

Para este tipo de transformador não é necessário a instalação de cercas de proteção.

Deve ser prevista, em todas as situações, proteção contra sobretensões, por meio de
para-raios desconectáveis, tipo cotovelo características conforme item 12.5.

A entrada e a saída dos cabos deve ser subterrânea, pela parte frontal da base do
transformador.

A conexão dos cabos de média tensão nos transformadores deve ser por intermédio de
terminais desconectáveis cotovelo (TDCs).

Devem ser equipados, no mínimo, com os seguintes acessórios:

- termômetro do líquido isolante com ponteiro de arraste para indicar a máxima


temperatura atingida;
- indicador de nível do líquido isolante;
- válvula de alívio de pressão;
- comutador de derivações sem carga;
- chave de abertura em carga do lado de média tensão;
- dispositivo para ligação de filtro-prensa.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 32
A proteção dos transformadores deve ser por meio de fusíveis baioneta e fusíveis
limitadores de corrente instalados internamente ao tanque.

As demais características devem seguir a norma NTC-28 da CELG D.

12.2.2 Transformadores Submersíveis

Devem seguir a padronização da norma ABNT NBR 9369 – Transformadores


subterrâneos características elétricas e mecânicas - Padronização.

Os transformadores devem ser construídos para operar hermeticamente selados, em


câmaras subterrâneas, devendo ser prevista possibilidade de operação totalmente
submersos.

A conexão dos cabos de média tensão nos transformadores deve ser por intermédio de
terminais desconectáveis cotovelo (TDCs).

Devem ser equipados, no mínimo, com os seguintes acessórios:

- termômetro do líquido isolante com contatos para alarme, desligamento e


ponteiro de arraste para indicar a máxima temperatura atingida;
- indicador de nível do líquido isolante;
- manômetro;
- válvula de alívio de pressão;
- comutador de derivações sem carga, com operação externa ao tanque;
- dispositivo de retirada de amostra do líquido isolante;
- válvula para colocação de gás inerte;
- dispositivo para ligação de filtro-prensa.

Potências nominais padronizadas: 500, 750 e 1000 kVA.

Proteção Contra Corrosão:

Logo após a fabricação do tanque, as impurezas devem ser removidas através de


processo químico ou jateamento abrasivo ao metal quase branco, padrão visual Sa 2
1/2 da norma SIS-05-5900.

Pintura interna: base anti-ferruginosa à base de epóxi poliamina, na cor branca ou


vermelho óxido, que não afete e nem seja afetada pelo líquido isolante, com
espessura seca mínima de 40 m.

Pintura Externa:

Tinta de fundo: base anti-ferruginosa à base de epóxi alcatrão, na cor marrom, com
espessura seca mínima de 200 m.

Tinta de acabamento: epóxi alcatrão, na cor preta, com espessura seca mínima de
200 m.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 33


12.3 Chaves de Manobra

Dependendo do tipo de sistema adotado as chaves de manobra e proteção podem ser


dos tipos submersível, para instalação em câmaras subterrâneas ou pedestal.

As chaves devem ser do tipo para abertura sob carga, interrupção a vácuo e isolação a
ar ou em SF6.

O número de vias será em função do tipo de sistema e do nível de confiabilidade


desejado.

Devem possibilitar o uso em sistemas de distribuição radiais, radiais com recurso e


primário seletivo (dupla alimentação).

As lâminas devem permitir as seguintes posições: aberta, fechada e aterrada.

As buchas primárias devem ser adequadas para receber desconectáveis (TDCs e


TDRs) padronizados conforme norma NTC-33.

Devem ser equipadas com fusíveis limitadores de corrente em todas as fases ou relés
do tipo microprocessado.

Quando da queima de um fusível a operação da chave deve ser tripolar.

As chaves com isolação em SF6 devem ser equipadas com manômetro indicativo da
pressão de gás, com contatos de alarme e desligamento.

O tanque deve ser confeccionado em aço inoxidável e possuir visores que permitam
verificar de forma segura a posição dos contatos.

Devem ser equipadas com dispositivo que permita operação do lado externo da
câmara, mesmo que esta esteja totalmente inundada.

Todas as chaves devem estar preparadas de maneira a possibilitar telecomando e/ou


telesupervisão.

Intertravamentos:

- as chaves seccionadoras para uso em sistemas radiais com recurso e primário


seletivo, não devem permitir a troca do alimentador sem que antes passem pela
posição aberta;
- devem possuir bloqueio manual de operação e intertravamento elétrico e/ou
mecânico que impeça o paralelismo dos alimentadores;
- intertravamento que impeça o aterramento das lâminas quando a chave estiver
na posição fechada.

Características elétricas:

- tensão nominal: 13,8 kV;


- corrente nominal: 600 A;
- tensão suportável nominal à frequência industrial: 34 kV;

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 34


- tensão suportável nominal de impulso atmosférico: 95 kV;
- corrente suportável de curta duração: 10 kA/1 segundo;
- capacidade de estabelecimento em curto-circuito: 10 kA;
- frequência nominal: 60 Hz.

12.4 Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP)

São utilizados para abrigar as proteções dos circuitos secundários.

Próprios para instalação sobre base de concreto, conforme Desenho 29, devendo
atender à padronização CELG D constante da NTC-54.

Em todos os QDPs deve ser prevista uma chave reserva, cuja corrente nominal deve
ser igual à da maior chave projetada, bem como espaço de reserva para, no mínimo,
mais uma seccionadora NH.

Devem permitir a instalação de dispositivos de proteção e seccionamento.

Os dispositivos de proteção são chaves seccionadoras do tipo NH, especificadas


conforme item 12.8.

Os QDPs deverão possuir barramento interno de cobre eletrolítico, com capacidade


de condução de corrente mínima de 800 A, e capacidade para suportar uma corrente
de curto-circuito de, pelo menos, 30 kA.

As conexões dos cabos ao barramento devem ser por intermédio de terminais de


compressão cabo-barra, 1 furo.

As partes expostas dos barramentos devem ser protegidas por espelhos de


policarbonato transparente, espessura mínima 3 mm, de maneira a não deixar
nenhuma parte sujeita a contato acidental.

Os QDPs devem ser fabricados em aço carbono ABNT 1020, espessura mínima 12
USG, com os seguintes tamanhos padronizados:

- altura: 1300 mm;


- profundidade: 320 mm;
- larguras: 785; 1115 e 1445 mm.

Devem possuir grau de proteção mínimo IP44, sistema de ventilação natural com
proteção das aletas por meio de tela de aço inox, porta-fusível de reserva e plaquetas
de identificação dos circuitos.

Os QDPs devem ser pintados na cor verde Munsell 2.5 G3/4, o sistema de pintura
deve ser próprio para instalação ao tempo e obedecer ao padrão da norma NTC-54.

12.5 Para-raios

Os para-raios das derivações de redes aéreas para subterrâneas e os do tipo cotovelo,


para instalação em sistemas classe 15 kV, devem possuir as seguintes características
elétricas: óxido de zinco (ZnO) invólucro polimérico, sem centelhador, com

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 35


desligador automático, tensão nominal 12 kV, corrente nominal de descarga 10 kA,
máxima tensão de operação contínua (MCOV) 10,2 kV.

Os para-raios cotovelo devem ser do tipo "load-break" providos de bucha de ligação


de equipamento adequada para adaptação às buchas do transformador tipo pedestal
(BCI) corrente nominal de descarga 10 kA.

12.6 Desconectáveis

Os acessórios desconectáveis devem ser do tipo para operação sem carga, atender aos
requisitos elétricos indicados na NTC-33 e na ABNT NBR 11835, correspondentes às
faixas de tensão máxima de operação iguais a 8,7/15 kV e às correntes nominais
permanentes de 200 e 600 A.

A camada isolante dos plugues terminais com capa, plugues de transição e de


conexão, deve ser compatível com os materiais de borracha componentes das
interfaces dos outros acessórios desconectáveis.

As dimensões das interfaces devem ser padronizadas de acordo com a


ABNT NBR 11835, de forma a permitir o acoplamento universal entre os acessórios
desconectáveis.

Devem ser previstos pontos de teste nos acessórios tipos TDC e TDR de acordo com
as prescrições da NTC-33 e ABNT NBR 11835.

Devem ser previstos "olhais de operação" nos acessórios tipos TDC e TDR, de acordo
com as prescrições da ABNT NBR 11835, de forma a possibilitar a desconexão por
meio de bastão de manobra.

Nas derivações a partir do primário de transformadores tipo pedestal é permitida a


utilização de plugue de inserção duplo.

Os acessórios desconectáveis devem ser projetados para receber cabos de potência


constituídos de condutores de cobre de seção circular compactada, com isolação de
XLPE, EPR, HEPR ou EPR 105, com blindagem semicondutora do condutor e da
isolação, blindagem metálica por fios de cobre e cobertura de PVC ou PE.

Na instalação de barramentos triplex em caixa de passagem CP3 prever que estes


façam ângulo de 40° com a horizontal.

12.7 Cabos

Os cabos de baixa e média tensão devem obedecer aos requisitos das normas NTC-34
Cabos de Potência com Isolação de XLPE Tensões 1 kV a 35 kV – Especificação,
ABNT NBR 7287 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de polietileno
reticulado (XLPE) para tensões de 1 até 35 kV, com cobertura – Especificação e
ABNT NBR 7286 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de borracha
etilenopropileno (EPR, HEPR ou EPR 105) para tensões de 1 a 35 kV - Requisitos de
desempenho.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 36


12.7.1 Cabos da Rede Secundária

Os cabos a serem utilizados na rede secundária devem ser unipolares, com


condutores de cobre, classe de isolamento 0,6/1 kV, com encordoamento classe 2,
isolação constituída por composto termofixo de polietileno reticulado (XLPE) ou de
borracha etilenopropileno (EPR, HEPR ou EPR 105) com capa externa de PVC ou
PE, e temperatura de trabalho de 90°C em regime contínuo, temperatura de
sobrecarga de 130°C e de curto-circuito de 250°C.

12.7.2 Cabos da Rede Primária

Os cabos da rede primária devem ser unipolares, com condutores de cobre,


encordoamento classe 2, isolação constituída por composto termofixo de polietileno
reticulado (XLPE) ou de borracha etilenopropileno (EPR, HEPR ou EPR 105) com
capa externa de PVC ou PE, isolados para 8,7/15 kV, blindagem metálica por fios de
cobre com seção mínima de 9,2 mm2, a campo radial, bloqueado contra a penetração
longitudinal de umidade, temperatura de trabalho de 90°C em regime contínuo,
temperatura de sobrecarga de 130°C e de curto-circuito de 250°C.

12.8 Chaves Seccionadoras NH

Chaves seccionadoras do tipo NH, com os fusíveis dispostos na vertical, em linha,


abertura sob carga, simultânea nas três fases, corrente nominal mínima 250 A, classe
600 V, capacidade de interrupção simétrica mínima de 30 kA, próprias para
instalação de fusíveis NH tamanho 1.

As correntes nominais padronizadas para as chaves seccionadoras NH sob carga são:


250, 400 e 600 A.

12.9 Fusíveis

12.9.1 Fusíveis para Instalação em Câmaras Subterrâneas

Os fusíveis devem ser classe de tensão 600 V, adequados para operação em sistemas
com tensão secundária de 380/220 V, frequência 60 Hz, neutro multi-aterrado, operar
totalmente submersos, diretamente conectados aos cabos da rede subterrânea.

A conexão deve ser por intermédio de terminais de compressão e parafusos.

Os terminais devem ser confeccionados em liga de cobre, estanhados, próprios para


utilização com condutores de cobre ou alumínio.

Os fusíveis devem ser isolados por intermédio de cobertura termo-contrátil ou


contrátil a frio, classe de tensão 1 kV, temperatura de trabalho de 90°C, totalmente
estanque à penetração de água.

Devem ser identificados, tanto na embalagem quanto no próprio corpo com, no


mínimo, as seguintes informações:

- nome e/ou marca comercial do fabricante;


- tipo e/ou modelo;

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 37


- tensão nominal;
- capacidade de interrupção nominal;
- seção nominal do cabo ao qual se aplica.

12.9.2 Fusíveis NH

Os fusíveis devem estar de acordo com a ABNT NBR IEC 60269-1 e as correntes
nominais máximas, dependendo da seção do cabo, estão dimensionadas conforme
Tabela 7.

12.10 Ferragens

Todas as ferragens destinadas à montagem das redes e entradas de serviço devem ser
padronizadas, confeccionadas conforme respectivos desenhos, zincadas por imersão a
quente e atender às exigências da norma ABNT NBR 6323.

12.11 Indicadores de Defeito

Devem ser projetados para operar sob as seguintes condições:

- temperatura mínima: 0°C;


- temperatura máxima: 85°C;
- totalmente submersos.

Os indicadores devem ser construídos de borracha moldada semi-condutora,


resistente à corrosão, com componentes eletrônicos encapsulados dentro do
invólucro.

Devem permitir instalação no ponto de teste capacitivo, dos acessórios


desconectáveis classe 15 kV, correntes nominais de 200 e 600 A.

Devem possuir meios adequados para instalação e operação juntamente com os


desconectáveis padronizados conforme NTC-33.

Operação por variação de corrente, o indicador de defeito deve se ajustar às


condições de carga normal e detectar a elevação de corrente causada pela falta,
seguido da perda de tensão do sistema devido à operação do dispositivo de proteção.

Indicação de falta para um mínimo de 100 A di/dt dentro de 100 ms, seguida de uma
queda de tensão abaixo de 80% da tensão nominal.

Tempo de resposta de 3 ms ou menos, de maneira que o indicador de defeito possa


facilmente ser coordenado com fusíveis limitadores de corrente.

A condição de falta deve ser indicada por LED pulsante de alta intensidade, auto-
alimentado por bateria de lítio, longa-vida, mínimo 800 horas de sinalização.

Quando especificado, deve ser provido de indicador visual, remoto, de operação.

Restrição de rearme: o retorno à condição normal só deve acontecer quando a tensão


do sistema for igual ou superior a 80% da nominal, prevenindo rearme falso devido a
níveis excessivos de tensão de retorno.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 38
Deve possuir filtro passa-baixa, especificamente sintonizado, para prevenir falsa
operação devido a transientes de alta frequência, permitindo, porém, a indicação
adequada das operações de fusíveis limitadores de corrente.

Deve manter a condição de indicação de falta por um período mínimo de 4 h.

O retorno do indicador de falta à condição normal pode ser feito manualmente ou


automaticamente, assim que o sistema for restabelecido.

A condição de operação deve permanecer gravada na memória do indicador até o


restabelecimento do sistema ou seu rearme manual.

O indicador de falta deve ser equipado com dispositivo que o torne imune às
correntes de falta nas outras fases.

O indicador de defeito deve possuir característica que impeça operação indevida


devido corrente de inrush do sistema.

Deve permitir fácil instalação e retirada por intermédio de bastão de manobra.

Deve ser provido de ponto de teste que indique o seu correto funcionamento.

Características Elétricas:

- tensão de operação: 2,4 kV a 19,9 kV, nominal (fase-terra);


- alimentação do display/LED: 2,4 Ah, bateria de lítio;
- tempo de sinalização: 800 horas mínimo;
- corrente de atuação: 100 A di/dt de elevação de corrente em 100 ms;
- nível de pick-up mínimo: 300 A total (linha + corrente de carga);
- suportabilidade a corrente de falta: 25 kA, 10 ciclos.

12.12 Conexões

Nas conexões devem ser considerados os seguintes tipos de conectores:

- desconectáveis, conforme item 12.6 e NTC-33;


- emendas retas fixas de 13,8 kV, termocontráteis ou contráteis a frio;
- luvas de compressão (para, no mínimo, 3 compressões) nas emendas de cabos
de BT;
- conectores de compressão cobre, formato C, nas derivações fixas de BT;
- conectores tipo parafuso fendido, cobre estanhado, nas malhas de aterramentos;
- barramento de derivação isolado, para BT, nas derivações de unidades
consumidoras;
- conector de perfuração, para BT, nas derivações de unidades consumidoras;
- terminais de compressão cabo-barra, nas saídas secundárias dos
transformadores e nos barramentos dos QDPs.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 39


13. PROJETO CIVIL BÁSICO

13.1 Banco de Dutos

Os circuitos primários e secundários deverão ser, obrigatoriamente, instalados em


dutos de polietileno de alta densidade (PEAD) corrugado, flexível, diretamente
enterrados ou envelopados com concreto.

A necessidade ou não de envelopamento dos dutos em concreto será definida pela


CELG D, com base na análise do projeto apresentado e das condições do local de
implantação das redes.

Os dutos de PEAD e respectivos acessórios devem estar em conformidade com a


norma NTC-30.

Os diâmetros nominais internos mínimos dos dutos são os seguintes:

- média tensão: 125 mm;


- baixa tensão: 100 mm;
- ramal de ligação: 75 mm;
- iluminação pública: 50 mm.

Profundidade do banco de dutos:

- rede secundária instalada em:


- calçada: 600 mm;
- leito carroçável (ruas, avenidas): 800 mm;

- rede primária instalada em:


- calçada: 1000 mm;
- leito carroçável (ruas, avenidas): 1200 mm.

Devem ser instaladas duas fita de advertência, de polietileno de baixa densidade, com
largura de 100 mm, zebradas, nas cores amarela/preta, uma 200 mm abaixo do nível
do solo, outra 200 mm acima da rede de dutos, com os dizeres: Perigo Energia
Elétrica.

Nota:
Nos envelopamentos deve ser utilizado concreto com fck = 15 MPa e espessura
mínima da camada de 100 mm.

Os padrões de banco de dutos estão indicados nos Desenhos 8 a 15 para dutos


revestido de concreto e diretamente enterrados, respectivamente.

Quando nos bancos de dutos existirem circuitos primários, estes devem ser instalados
no nível mais profundo, a seguir, em um nível superior, os circuitos secundários e os
de IP e a seguir os de telecomunicações, considerando o disposto no Desenho 15.

Devem ser instalados circuitos completos em cada duto, tanto primários quanto
secundários.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 40


Nas instalações de circuitos primário ou secundário, os bancos de dutos devem ter
uma quantidade de dutos reserva correspondente, no mínimo, a 50% do número de
circuitos existentes, arredondado para o inteiro superior mais próximo e, a seguir,
enquadrado no padrão de formação dos bancos que deve, obrigatoriamente, ser
escolhido dentre aqueles constantes dos Desenhos 8 a 15.

Os bancos de dutos primários deverão ser instalados preferencialmente nas calçadas,


quando esta opção não for viável, instalá-los nos leitos carroçáveis de vias públicas, o
mais próximo possível da calçada.

Os dutos reserva deverão ter suas extremidades bloqueadas por intermédio de


tampões apropriados de PEAD.

Nas embocaduras das linhas de dutos em caixas de passagem, poços de inspeção e


câmaras subterrâneas deve ser feito acabamento adequado na forma de "boca de sino"
e com terminais apropriados de PEAD. Na sua chegada os dutos devem fazer ângulo
de 90° com a parede da caixa ou poço.

As emendas entre dutos, deve ser por meio de conexões adequadas de PEAD,
devidamente vedadas com fita de vedação ou mastique, recoberto por fita de proteção
ou filme de PVC, de maneira a garantir a estanqueidade da emenda.

Os dutos devem ser instalados com arame guia galvanizado, revestido de PVC, com
carga de ruptura mínima de 50 daN, destinado ao puxamento do cabo guia de
lançamento dos cabos.

Durante a instalação dos dutos e para que seja mantida a retilinidade e o espaçamento
entre os dutos do banco, devem ser utilizados espaçadores, tendo em vista que o
alinhamento das linhas de dutos é de fundamental importância para o lançamento dos
cabos.

A distância máxima entre caixas de passagem deve ser de 60 metros.

Caixas de passagem adicionais poderão ser previstas com o objetivo de facilitar o


lançamento dos cabos.

Nos bancos de dutos, entre as caixas de passagem e poços de inspeção, não pode
haver curvas.

Ao longo do caminhamento das redes a disposição das linhas de dutos deve ser
idêntica.

A distância mínima entre as redes de distribuição subterrâneas e outras redes, quando


já existentes, tais como telefone, água, etc. deve ser de, no mínimo, 500 mm.

Nos cruzamento com essas mesmas linhas deve ser considerada uma distância
mínima de 500 mm.

Os bancos de dutos serão identificados pela disposição horizontal e vertical dentro da


vala, da seguinte forma: o 1º dígito identifica a quantidade de linhas de dutos
dispostos na horizontal e o 2º a quantidade de camadas na vertical. Como exemplo

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 41


uma linha 3 x 2 significa que o banco é formado por 3 linhas dispostas
horizontalmente com duas camadas na vertical, ou seja é um banco formado, no total,
por 6 linhas de dutos.

13.2 Abertura/Fechamento de Valas

Os detalhes dos Desenhos 8 a 15 mostram as valas com as respectivas larguras e os


diversos tipos e situações de instalações das linhas de dutos.

As valas devem possuir caimento de 0,5% entre as caixas de passagem.

As instalações das linhas de dutos devem ser gabaritadas obedecendo rigorosamente


às distâncias indicadas nos detalhes de projeto e as recomendações dos fabricantes de
dutos.

As linhas de dutos devem ser totalmente separadas por níveis, isto é, a rede primária
deve ser a mais profunda, instalada no 1º nível (1.000 mm ou 1.200 mm) seguida da
rede secundária (600 mm ou 800 mm) que poderá ter um ou mais níveis, e da rede de
IP, e em seguida, a linha de dutos para telecomunicações.

A escavação das valas deve ser feita mecanicamente e os seus fundos e reaterro
regularizados.

As dimensões das valas são em função do tipo de banco de dutos a ser implantado.

Caso haja afloramento de água no fundo da vala os dutos devem ser lançados sobre
uma camada de brita seguida de outra de areia.

A camada de base das valas (200 mm acima do último nível de duto) será
confeccionada e compactada manualmente e a camada superior das valas deverá ser
compactada mecanicamente com placa vibratória.

As valas podem ser para assentamento de rede dutos com 1, 2, 3 ou 4 níveis,


conforme a indicação dos Desenhos 8 a 15.

Os dutos devem ser instalados obedecendo às distâncias indicadas em projeto e


recomendações dos fabricantes.

Durante o lançamento os dutos devem ser mantidos tamponados.

Após o fechamento das valas, para verificar se não houve obstrução ou curvas fora de
especificação, nas linhas de dutos, estes devem ser inspecionados por intermédio da
passagem de mandril de madeira ou borracha. As dimensões dos mandris estão
indicadas na Tabela 9.

Em terrenos com possibilidade de desmoronamento as paredes das valas deverão ser


convenientemente escoradas.

Os fundos das valas devem ser aplainados e apiloados.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 42


A terra utilizada para o reaterro deve ser livre de matéria orgânica, pedras, entulho de
construção, lixo, etc., caso não cumpra esses requisitos o reaterro deve ser feito com
terra trazida de outro local ou areia.

Deve-se tomar o cuidado de preencher todos os espaços vazios entre os dutos.

Se o grau de umidade da terra que vai recompor a vala for muito baixo umedecê-la, a
cada camada a ser compactada, de maneira que a compactação seja feita de forma
adequada.

O reaterro e a compactação devem ser feitos em camadas de, no máximo, 200 mm,
com a utilização de compactadores mecânicos.

13.3 Caixas de Passagem

No dimensionamento das caixas de passagem prever que elas possam ser instaladas
em leitos carroçáveis ou nas calçadas, locais estes sujeitos à passagem de veículos
pesados.

Devem ser construídas de concreto, moldado no local ou pré-moldado, obedecendo


aos padrões construtivos dos Desenhos 25 e 26, com um fck de no mínimo 30 MPa.

A profundidade das caixas de passagem será determinada em função da profundidade


do banco de dutos, condições locais e/ou necessidade específica. Nos casos onde as
profundidades das caixas serão diferentes do especificado nos Desenhos 25 e 26, esta
informação deverá constar no projeto.

Devem ser providas de tampas de ferro fundido com resistência mecânica mínima de
12750 daN, conforme padrão dos Desenhos 40, 41 e 42.

Em todas as tampas devem ser previstas as inscrições Rede AT - CELG D ou Rede


BT- CELG D, nome do fabricante e mês/ano de fabricação.

Os tipos construtivos são CP1, CP2 e CP3.

As caixas de passagem da rede de média tensão devem ser exclusivas e nelas não
podem passar cabos da rede de baixa tensão.

No fundo das caixas deve ser deixado um lastro de brita nº 1, com, no mínimo, 100
mm de espessura. Nas dos tipos CP2 e CP3 deve existir um dreno com diâmetro de
250 mm e profundidade de 600 mm, também preenchido com brita.

Na sua chegada nas caixas os dutos devem receber acabamento do tipo "boca de
sino" e com terminal apropriado de PEAD.

Nas caixas tipo CP2 poderão passar, no máximo, dois circuitos secundários e nas do
tipo CP3, exceto nas saídas secundárias de transformadores em pedestal, até três
circuitos. No número de circuitos não devem ser considerados os de IP.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 43


13.4 Poços de Inspeção

Os poços de inspeção devem ser instalados em leitos carroçáveis ou nas calçadas, em


pontos de derivação ou de mudança de direção da rede primária.

Tendo em vista que para inspeção ou manutenção será necessária a entrada/saída de


pessoal, deve ser evitada a instalação de poço de inspeção ou caixa de passagem em
frente de garagens ou locais onde interdições dos mesmos impliquem em transtornos
para os transeuntes e para o trânsito.

Devem ser construídos em concreto armado obedecendo às dimensões e ao padrão


construtivo dos Desenhos 27 e 28, com um fck de no mínimo 30 MPa, onde constam
as ferragens e as resistências do concreto à compressão, sendo que na preparação do
mesmo e na concretagem devem ser observadas as respectivas normas da ABNT.

As paredes dos poços devem ser impermeabilizadas de forma a evitar a infiltração de


água.

Os cabos devem ser instalados, ao longo das paredes dos poços de inspeção, em leitos
apropriados, confeccionados em aço zincado por imersão a quente, adequadamente
dimensionados em função da quantidade de cabos que deverão acomodar.

Prever próximo à entrada, acessível externamente, instalação de tomada industrial do


tipo 3P + T, 16 A, 380 V, com grau de proteção IP67, para ligação de bomba de
drenagem.

13.5 Câmara de Transformação Subterrânea

Devem ser construídas em concreto armado, à prova de explosão, com resistência


mínima de 30 MPa.

O padrão construtivo e o projeto estrutural devem obedecer ao disposto nos Desenhos


31 a 34.

Devem ser preferencialmente instaladas em calçadas, em caso de impossibilidade de


atendimento a este quesito poderão ser construídas sob o leito carroçável, ficando,
neste caso, o acesso de pessoal e a ventilação pela calçada.

As paredes dos poços devem ser impermeabilizadas de forma a evitar a infiltração de


água.

Os transformadores e as chaves de manobra, dentro das câmaras, devem ser


instalados sobre trilho do tipo TR 37.

Prever próximo à entrada, acessível externamente, instalação de tomada industrial do


tipo 3P + T, 16 A, 380 V, com grau de proteção IP 67, para ligação de bomba de
drenagem.

13.6 Bases de Concreto

13.6.1 Base para Transformador Tipo Pedestal

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 44


Os transformadores em pedestal devem ser instalados sobre uma base de concreto,
cujas dimensões e projeto estrutural devem obedecer ao padrão construtivo
apresentado no Desenho 30, com um fck de no mínimo 30 MPa.

Os transformadores em pedestal devem ser instalados em locais que permitam o


acesso de caminhão equipado com guindauto e com espaço suficiente para execução
da malha de aterramento, instalação do QDP e para abertura das portas dos
compartimentos do transformador e do QDP.

Na parte frontal da base do transformador deve existir um compartimento para


possibilitar a instalação dos cabos e dos barramentos triplex.

Deve ser construída, ao redor do transformador, calçada de concreto com, no mínimo,


600 mm de largura e com caimento adequado de modo a evitar o empoçamento de
águas pluviais.

Deve ser executada com cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.

13.6.2 Base para Quadro de Distribuição em Pedestal - QDP

A base de instalação de quadros de distribuição em pedestal deve ser construída em


concreto, com as dimensões básicas mostradas no Desenho 29, com um fck de no
mínimo 30 MPa.

Deve ser construída, ao redor do QDP, calçada de concreto com, no mínimo, 600 mm
de largura e caimento adequado de modo a evitar o empoçamento de águas pluviais.

Deve ser executada com cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 45


14. APRESENTAÇÃO DO PROJETO PARA APROVAÇÃO

14.1 Liberação de Carga

Antes de qualquer providência, o consumidor deverá solicitar à CELG D liberação de


carga, para tanto deverão ser anexados os seguintes dados:

- endereço;
- demanda provável;
- nome do pretendente à ligação;
- endereço e telefone para contato;
- croqui com a localização, com indicação das coordenadas UTM.

14.2 Elementos que Deverão Fazer Parte do Projeto

Após a análise da consulta preliminar e definida a viabilidade do atendimento, deve


ser apresentado à CELG D, para aprovação, o projeto elétrico do empreendimento.

O projeto deverá ser acompanhado das Anotações de Responsabilidade Técnica,


tanto da parte elétrica quanto civil, devidamente autenticada pelo CREA-GO.

Anexar documento de liberação de carga emitido pela CELG D.

Do projeto devem constar os seguintes elementos a seguir relacionados:

a) Memorial descritivo, constando: nome do proprietário, localização, município, fim


a que se destina, número de lotes, área dos lotes e, se o loteamento for edificado,
número de residências e respectivas área.
Cargas previstas para as áreas comuns e quaisquer outros serviços públicos e
complementares.
Especificação dos equipamentos e materiais, indicando detalhadamente todas as
características elétricas e/ou mecânicas de cada um deles.
Autorização de passagem, caso a rede que for atender o loteamento atravesse
terreno de terceiros.
Indicação em planta de redes e linhas que porventura atravessem o
empreendimento, neste caso o setor competente da CELG D deve ser consultado.

b) Cálculo das demandas conforme item 6.4.

c) Cálculo da queda de tensão em todos os circuitos, primários e secundários.

d) Relação de todos os materiais e equipamentos, incluindo especificação detalhada


de todos eles.

Notas:
1) A CELG D só aceitará materiais e equipamentos novos, de marcas por
ela cadastradas e de acordo com as respectivas especificações técnicas
(CELG D/ABNT).
2) Transformadores, chaves e QDPs deverão ter os seus desenhos de
fabricação submetidos a aprovação prévia da CELG D.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 46


3) Os materiais somente poderão ser empregados na obra após ensaios em
fábrica, devidamente acompanhados por inspetor da CELG D.
4) Os ensaios necessários são os definidos pelas respectivas normas da
CELG D e/ou ABNT.
5) Todas as despesas relativas ao recebimento e ensaios de materiais serão
custeadas pelo interessado.

e) Desenhos

Os desenhos das plantas, cortes e vistas, deverão ser feitos em folhas de formato
A1 ou A0, padronizados pela norma ABNT NBR 10068, devidamente plotados,
devendo ser reservado espaço para carimbo de liberação pela CELG D, devendo
ainda ser entregue uma cópia de todo o projeto em meio digital (CD ROM) em
extensão "dwg".

Planta cadastral na escala 1:1000, com indicação da largura de ruas, calçadas


praças e delimitação dos lotes.

Mapa chave da rede de MT, na escala 1:5000, incluindo: caminhamento da rede e


localização exata de todos os equipamentos (centros de transformação, chaves de
manobra, estruturas de transição, etc.).

Vistas e cortes dos centros de transformação, na escala 1:25.

Nos desenhos deve constar o caminhamento das redes primária e secundária, as


formações dos bancos de dutos com os respectivos diâmetros, as localizações e a
numeração de caixas de passagem, poços de inspeção, e câmaras de
transformação, com os respectivos tipos, as seções dos cabos e a numeração de
cada circuito. Deve-se indicar ainda as distâncias entre caixas de passagem e poços
de inspeção.

Detalhes referentes às seções transversais das linha de dutos, na escala 1:20.

Detalhes das câmaras subterrâneas, caixas de passagem, poços de inspeção, bases


de transformadores e QDPs, incluindo os respectivos projetos estruturais.

Detalhes das malhas de aterramento, indicando tipo e especificação das hastes de


aterramento, distância entre elas, tipo e seção do condutor de interligação.

As conexões entre todos os elementos do sistema de aterramento também devem


ser claramente indicadas.

h) Diagrama unifilar

Diagrama unifilar de média e baixa tensão apresentando as principais


características da instalação, a partir da rede da CELG D, incluindo numeração de
cada circuito, seção dos respectivos cabos e eletrodutos, proteções com indicação
das correntes nominais de cada chave e dos fusíveis NH, potência e tensão
nominal de cada transformador. Na média tensão indicar ainda desconectáveis,
indicadores de defeito e chaves de manobra.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 47


Os diagramas unifilares de baixa e média tensão devem ser desenhados
separadamente.

Diagrama unifilar de cada transformador, em formato A4, o qual deve ficar


disponível no porta-documentos do respectivo QDP, devidamente encapsulado em
plástico transparente.

i) Quadro de carga, constando, no mínimo:

- número de cada circuito;


- número de cada centro de transformação;
- potência do transformador;
- número do QDP;
- número de lotes/residências atendidas por circuito;
- nome das ruas que cada circuito atende;
- carga de cada circuito;
- corrente de cada circuito;
- carga total do centro de transformação;
- seção dos cabos;
- corrente nominal e tipo do dispositivo de proteção;
- corrente nominal do fusível.

j) Ajuste da proteção, feito em conjunto com a CELG D, constando, no mínimo:

- cálculo do nível de curto-circuito;


- coordenograma de atuação, com os ajustes indicados.

k) Simbologia

Todo projeto deverá ser elaborado utilizando a simbologia e/ou convenções


adotadas, pela CELG D, conforme Desenhos 75 e 76, identificando todos os
componentes.

l) Legenda

A legenda deverá obedecer aos critérios definidos na ABNT NBR 10068, e ficar
no canto inferior direito do desenho.

m) Responsabilidade Técnica

Todos os elementos do projeto, incluindo projeto civil, deverão estar assinados


pelo projetista, devidamente habilitado, e pelo proprietário. Não serão aceitas
cópias de originais previamente assinados.
O responsável técnico deverá indicar nome, título profissional, número de registro
no CREA, endereço e telefone.

Notas:
1) O projeto deverá ser apresentado em duas vias de igual teor, das quais
uma será devolvida ao interessado, após análise e liberação.
2) Somente após a apresentação de todos os elementos solicitados a CELG D
analisará o projeto.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 48


3) A validade de aprovação do projeto será de 18 meses.
4) O prazo para análise do projeto é de 30 dias corridos a partir da data de
entrega ao protocolo.
5) A elaboração de projeto de RDS, tanto para a CELG D quanto
particulares, necessita de cadastro na Categoria E3, conforme Manual de
Cadastramento de Firmas Empreiteiras de Obras e Serviços.
6) Para execução das obras a empreiteira deverá estar devidamente
cadastrada na Categoria B4
7) A CELG D fornecerá, posteriormente, uma numeração/codificação própria
que deverá ser fixada nas caixas de passagem, transformadores de
pedestal e QDPs, a qual deverá constar no “as-built”. O interessado será
responsável pela confecção e fixação das respectivas placas, no padrão
fornecido pela empresa.

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 49


15. EXECUÇÃO E RECEBIMENTO DE OBRAS DE PARTICULARES

As obras somente poderão ser iniciadas após aprovação dos respectivos projetos e
comunicação prévia à CELG D, para que esta possa providenciar o respectivo
acompanhamento pela fiscalização.

Os serviços devem ser executados por empresas devidamente habilitadas e


cadastradas pela CELG D.

Antes do início das obras deve ser encaminhada à CELG D uma cópia das ARTs de
execução, devidamente autenticadas pelo CREA-GO, em nome da empresa
responsável pelas obras e onde constem os profissionais responsáveis, e uma
descrição resumida de todo o serviço a ser realizado, tanto elétrico quanto civil.

Alterações de projeto somente poderão ser efetuadas mediante consulta prévia e após
aprovação pelo setor competente da CELG D.

As obras civis devem ser executadas observando rigorosamente o projeto aprovado e


o que estabelece o item 13 desta norma, quanto a abertura, fechamento, aplainamento
e apiloamento de valas, escavação para poços e câmaras, lançamento de dutos,
concretagem de caixas, poços de inspeção e câmaras de transformação.

Caso surjam obstáculos ou situações não previstas em projeto, a fiscalização deve ser
imediatamente comunicada, a solução e todas as providências devidamente
documentadas as quais somente devem ser tomadas em conjunto com o projetista.

As situações não previstas em norma e/ou projeto devem ser resolvidas em conjunto
com as áreas de projeto, construção, operação e manutenção.

A concretagem de caixas de passagem, poços de inspeção, câmaras subterrâneas e


bases de equipamentos deve ser feita observando o prescrito na ABNT NBR 6118,
quanto a confecção da armadura de aço, formas, transporte, lançamento e vibração do
concreto.

O cimento e os agregados utilizados na preparação do concreto devem estar de


acordo com as respectivas normas da ABNT. A água deve ser limpa e isenta de
substâncias e corpos estranhos que possam comprometer o desempenho da mistura.

A CELG D exigirá a retirada de corpos de prova do concreto, conforme respectiva


norma da ABNT, para comprovar se a sua resistência à compressão está conforme
previsto no projeto estrutural.

Os resultados dos rompimentos dos corpos de prova devem ser repassados à CELG D
para serem analisados e anexados ao processo de recebimento da obra.

Antecedendo o lançamento dos cabos todas as linhas de dutos devem ser


mandrilhadas de maneira a verificar se não ocorreram obstruções, dobras ou
amassamento, este serviço deve, obrigatoriamente, ser acompanhado pela
fiscalização da CELG D.

Transformadores, chaves de manobra e quadros de distribuição em pedestal (QDPs)


devem ter seus desenhos submetidos à aprovação prévia da CELG D.
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 50
Os serviços de lançamento de cabos, instalação de transformadores, chaves e QDPs,
somente devem ser feitos após conclusão e liberação das respectivas obras civis e
mediante acompanhamento pela fiscalização e ter seu início comunicado à CELG D
com antecedência mínima de três dias úteis.

Os transformadores devem ser encaminhados ao setor competente da CELG D para


cadastramento e pintura do número patrimonial, acompanhados de 1 cópia dos
respectivos relatórios de ensaios.

A CELG D não se responsabiliza por obras executadas de maneira inadequada, sem


fiscalização, que não atendam aos preceitos desta norma, sem liberação de carga e
sem o respectivo projeto aprovado. Caso durante a fiscalização fique constatada a
ocorrência de alguma não conformidade as obras somente terão o seu aceite após as
irregularidades terem sido sanadas e constatado que a execução esteja conforme
previsto no projeto, nesta norma e orientação dada pela fiscalização.

Concluídas as obras a CELG D, providenciará, após solicitação formal do


empreendedor, e às expensas deste, os ensaios finais em campo de todos os materiais
e equipamentos, incluindo ensaio de tensão aplicada nos cabos primários (Hi-Pot).

Também deve ser feita a medição da resistência de aterramento das malhas de todos
os transformadores e estruturas de transição, a qual deve situar-se dentro dos padrões
estabelecidos nesta norma.

Estando o empreendimento com toda a documentação exigida em ordem e em


condições técnicas de ser recebido pela CELG D, deverá ser providenciada a abertura
da respectiva ODEX e elaborada a Escritura de Doação, para que seja providenciada
a incorporação das obras ao patrimônio da empresa, conforme legislação vigente.

Quando da abertura da ODEX devem ser anexadas ao processo cópias das notas
fiscais de todos os materiais e equipamentos empregados, bem como a respectiva
relação, incluindo quantitativos e preços.

As redes só poderão ser energizadas depois de cumpridos todos os requisitos


anteriormente mencionados e apresentação de duas cópias atualizadas dos projetos
("As Built") e uma cópia em CD-ROM, extensão "dwg".

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 51


ANEXO A - TABELAS

TABELA 1

RAIOS MÍNIMOS DE CURVATURA DE


CABOS DE BAIXA TENSÃO

Espessura nominal da isolação


Diâmetro nominal do cabo (mm)
(mm)
Superior a 25 e
Igual ou inferior a
Igual ou igual ou inferior Superior a 50
Superior a 25
inferior a a 50
x Diâmetro externo nominal do cabo
- 4 4 5 6
4 8 5 6 7
8 - - 7 8

TABELA 2

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CABOS


DE BAIXA TENSÃO PADRONIZADOS

Resistência
Capacidade
Ôhmica máx.
Seção de condução de Rca XL
em cc a 20°C
(mm2) corrente (Ω/km) (Ω/km)
(Ω/km)
(A)
70 178 0,268 0,32 0,10
120 240 0,153 0,19 0,10
185 304 0,0991 0,12 0,094
240 351 0,0754 0,094 0,098

TABELA 3

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CABOS


8,7/15 kV e 12/20 kV PADRONIZADOS

Resistência
Capacidade
Ôhmica máx.
Seção de condução de Rca XL
em cc a 20°C
(mm2) corrente (Ω/km) (Ω/km)
(Ω/km)
(A)
35 140 0,524 0,670 0,162
70 204 0,268 0,343 0,145
120 280 0,153 0,198 0,134
300 465 0,0601 0,0819 0,117

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 52


TABELA 4

CABOS DE SAÍDA DO SECUNDÁRIO


DOS TRANSFORMADORES TIPO PEDESTAL

Potência do Seção do condutor de saída


transformador (kVA) (mm2)
150 120
225 1 x 240 ou 2 x 120
300 2 x 185 ou 3 x 120

TABELA 5

CONDUTORES DE ATERRAMENTO DE TRANSFORMADORES

Seção mínima do condutor de


Potência do transformador (kVA)
aterramento (mm²)
Até 150 35
225 50
300 70

TABELA 6

DIÂMETRO DOS ELETRODUTOS DO RAMAL DE LIGAÇÃO


EM FUNÇÃO DA SEÇÃO DOS CABOS

Seção do condutor do ramal de ligação Tamanho nominal mínimo do


(mm2) eletroduto (mm)
Até 35 mm2 (inclusive) 75
Acima de 35 mm2 100
Média tensão (mínimo) 125

TABELA 7

CORRENTE NOMINAL MÁXIMA DA PROTEÇÃO DE BT


EM FUNÇÃO DA SEÇÃO DOS CABOS

Corrente nominal máxima


Seção do condutor da rede tronco
do fusível NH
(mm2)
(A)
70 160
120 224
185 250
240 315

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 53


TABELA 8

DIMENSIONAMENTO DOS TRANSFORMADORES - DEMANDA


INDIVIDUAL DIVERSIFICADA A SER CONSIDERADA
EM FUNÇÃO DA ÁREA DOS LOTES

Demanda a ser
Área do lote
considerada
(m2)
(kVA/lote)
Até 600 3,5
601 a 900 5,5
901 a 1200 7
1201 a 2000 10
Maior que 2000 14

Nota:
No dimensionamento dos circuitos secundários considerar 1 kVA adicional em
relação ao considerado no dimensionamento dos transformadores.

TABELA 9

DIMENSÕES DO MANDRIL

Ø nominal do duto Comprimento


Ø mandril
do mandril
Pol. (mm) (mm)
(mm)
2 50 38
200
3 75 56
4 100 80
5 125 400 96
6 150 116
8 200 600 150

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 54


ANEXO B - DESENHOS
DESENHO 1

6
5

6
4 5

1
6
2
5

QDP

SIMBOLOGIA

1
2
3
4 Barramento de BT
5
6

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


RADIAL SIMPLES
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 55
DESENHO 2

5
5
6

6 4
5

6 5
4 5
6
1
6
2
5
5

3 3

QDP

Ver nota

SIMBOLOGIA

1
2
3
4 Barramento de BT
5
6

NOTA:
Trechos da rede de dutos, vazios, entre caixas de passagem de circuitos de transformadores diferentes, com possibilidade de

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 56
DESENHO 3

12

13

10
12
3 7
6
SE 1 2
13
9

8 12
4

5 5 13

11

SIMBOLOGIA

1
2
3 Terminal de AT
4
5 Aterramento
6
7
8
9
10 Barramento de BT
11
12
13

DRS / ARRANJO RADIAL SIMPLES


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 57
DESENHO 4

2 2
3 8 7 8 8 7 8 3
SE 6 6 6
SE
1 1

4 8 8 4

5 5

8 8
9 5 5 9

10 10

12 12

11 11

13 13 13 13 13 13

14 14 14 14 14 14

SIMBOLOGIA

1
2 Chave faca
3 Terminal de MT
4
5 Aterramento
6
7 Barramento Triplex (BTX)
8
9
10
11 Barramento de BT
12
13
14

ARRANJO RADIAL COM RECURSO


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 58
DESENHO 5

7
2 3 2 2
SE 1
8
5

4 7
2

1 7

7
2
8
5
4 7

SIMBOLOGIA

1
2
3 Barramento triplex (BTX)
4
5 Barramento de BT
6
7
8

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 59
DESENHO 6

SE SE

1 1

2
3 3

Carga (consumidor exclusivo)

SIMBOLOGIA

1
2

3 TDC ou TDR
4
5
6
7

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 60
DESENHO 7

SE SE
2
3 3

3
1 1

6 6 6 6

7 7 7 7

2
3 3

6 6 6 6

7 7 7 7

SIMBOLOGIA

1 OBS.:
2 cialmente de SEs diferentes, ou derivados de
barramentos diferentes de uma mesma SE.

3 TDC ou TDR
4
5
6
7

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 61
DESENHO 8

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO

625 + h

400
100

50 125 50 125 50
125

400

BT = 1 X 2

PISO ACABADO
h

COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
625 + h

400
100

162 125 50 125 50 125 163


125

800

BT = 1 X 3

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 1x2 / 1x3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 62
DESENHO 9

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
625 + h

400
100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125

800

BT = 1 X 4

PISO ACABADO
h

COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
850 + h

100

50 125 50 125 50
125
100

50 125 50 125 50
125

400

BT = 2 X 2
NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 1x4 / 2x2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 63
DESENHO 10 PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO

400
850 + h

100
125
100 162 125 50 125 50 125 163

162 125 50 125 50 125 163


125

800

BT = 2 X 3

PISO ACABADO
h

COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
850 + h

100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125
100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125

800

BT = 2 X 4

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 2x3 / 2x4


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 64
DESENHO 11

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO

400
1075 + h

100

162 125 50 125 50 125 163


125
100

162 125 50 125 50 125 163


125
100

162 125 50 125 50 125 163


125

800

BT = 3 X 3

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 3x3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 65
DESENHO 12

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
1075 + h

100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125
100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125
100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125

800

BT = 3 X 4

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 3x4


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 66
DESENHO 13

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO

1056 + h

800
100
156 19 156 50 156 19

CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11

400

AT = 1 X 2

PISO ACABADO
h

COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
1056 + h

800
100

116 156 50 156 50 156 116

CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
156

CONFORME ITEM 11

800

AT = 1 X 3

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 1x2 / 1x3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 67
DESENHO 14

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO

800
1312 + h

100

19 156 50 156 19
156
100

19 156 50 156 19
156

CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11

400

AT = 2 X 2

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS 2x2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 68
DESENHO 15

PISO ACABADO

h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
800
100

35 125 50 125 50 125 50 125 50 65


125

TELECOM
1731 + h

100

100 125 50 125 120 65 50 65 100


125

BT + IP
100

75 125 50 125 50 125 50 125 75


125
100

164 156 160 156 164


156

CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11
800

BT = 4 X n

NOTAS:

e compactado.

e compactar.

REDE DE DUTOS COMPARTILHADA


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
AT + BT + TELEFONIA
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 69
DESENHO 16

Detalhe

2 1
Fase B
Fase A Fase C

1 1

4 3 4

Detalhe

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 9
3 9 Dispositivo de aterramento
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
4 3

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


CAIXA DE PASSAGEM CP-3
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 70
DESENHO 17

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


VISTA SUPERIOR
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 71
DESENHO 18

Detalhe
Ver Desenho 19

Brita 1
Caixa de
aterramento

CORTE A.A

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 72
DESENHO 19

1 2 2 1
3

6
4

Detalhe A

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6 Dispositivo de aterramento
2 6
3 3
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
4 2

5 12
6 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo
7 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 73
DESENHO 20

11

1
3 3
4 5
2

2
6
10
7
7

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 9
3 6
4 3
5 3
6 3 Dispositivo de aterramento
7 9 Adaptador para cabo
8 21
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
9 2

10 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo


11 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 74
DESENHO 21

10

3 4 3

1
1
5

2 9
2
6

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 6 Dispositivo de aterramento
3 6
4 3
5 6
6 6 Adaptador para cabo
7 18
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
8 2

9 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo


10 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 75
DESENHO 22

1 1
3 3
2

7
4
4

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 9
3 6
4 9 Adaptador para cabo
5 18

Conector parafuso fendido para condutor de cobre


6 9

7 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo


8 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 76
DESENHO 23

11

1 3 4
5

7 7
6
10
2

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 6 Adaptador para cabo
3 3
4 3
5 3
6 3 Dispositivo de aterramento
7 6
8 15
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
9 6

10 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo


11 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 77
DESENHO 24

3 3
1
1
5
2 4
2 8

Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 6 Dispositivo de aterramento
3 6
4 3 Adaptador para cabo
5 3
6 12
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
7 6

8 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo


9 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 78
DESENHO 25

A A

L
Vista Superior

Moldura em Tampa Aro


concreto

150
V1

Paredes da caixa, em
concreto ou caixa

P
Rebaixo para passagem V2
dos bancos de dutos, nas
quatro faces verticais

Brita
Corte A.A

TIPOS COMPRIMENTO LARGURA PROFUNDIDADE ABERTURA ABERTURA


(C) (L) (P) (V1) (V2)

CP1 280 280 450 VER NOTA 6 VER NOTA 6


CP2 800 800 1100 650 400
CP3 1000 800 1300 650 600

Notas:

6) A caixa de passagem CP-1 dispensa rebaixo para passagem dos bancos de dutos desde que sejam

CAIXA DE PASSAGEM
DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 79
DESENHO 26

A A

L
Vista Superior

Porca parafuso M-12 Tampa


Aro

da pista

2
3
1

9
Corte A.A

Notas:

2) Concreto Fck = 28 MPa.

4) Chumbador "J" - M-12 x 150 mm.

CAIXA DE PASSAGEM EM
DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
PISTA DE ROLAMENTO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 80
DESENHO 27

A A
2500

1000

Vista Superior

Porca parafuso M-12


Tampa
Aro

2500

Grelha

Brita 1

2500
Dreno
400 x 400 x 500
Corte A.A

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 81
DESENHO 28

A A
2500

1000

Vista Superior

Porca parafuso M-12


Tampa

pista Aro

500
2500

Grelha

Brita 1

2500

Dreno
Corte A.A 400 x 400 x 500

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


DE ROLAMENTO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 82
DESENHO 29

h = 1300
1500

Brita 1

Base 1 Base 1
Vista Frontal Vista lateral

QDP - 1
785 x 320 x h

310

630
QDP - 2
1115 x 320 x h
775

1125

Base 1
Vista Superior
QDP
1445 x 320 x h
310

630

Base 2
Vista Frontal
1105

1455

Base 2 Base 2
Vista Frontal Vista Superior

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


EM PEDESTAL NA BASE
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 83
DESENHO 30

350

1150
1200

1750

1450

CELG CELG
CELG CELG

AT AT Tampas em AT AT
ferro fundido
Ver Desenho 43

1450 1450

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


PEDESTAL NA BASE
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 84
DESENHO 31

Sentido de
tampas em grelha

Tampas em placas
de concreto

Sentido de
tampas em grelha

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


VISTA SUPERIOR EXTERNA
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 85
DESENHO 32

A
B
Ver Desenho 36
Detalhe B

5500
Ver Desenho 35
Detalhe A

2200
400x400x500
tampa grelha
Dreno com

A
B

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


VISTA SUPERIOR
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 86
DESENHO 33

Deve ter comprimento igual ao


da base do equipamento
933

2900

Trilho TR 37
1600

650

700

1717

Trilho TR 37
Duas tampas em grelha
1100x933x100

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 87
DESENHO 34

Duas tampas em grelha


1100x933x100
1205

Ver Desenho 37
500

Detalhe C
122

200 400

717

200

100
800
600

Escada de
acesso
1600

2650
933

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


CORTE B-B
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 88
DESENHO 35

2
6, 7 e 8

3, 4 e 5
600

Detalhe A

Legenda:

4) Arruela lisa.
5) Porca sextavada.

7) Arruela lisa.

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


DETALHE A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 89
DESENHO 36

300
2

210

1 R 300

Detalhe B

Notas:

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


DETALHE B
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 90
DESENHO 37

1 2, 3 e 4
5 5 5

7, 8 e 9
11

22 6
2 6

Detalhe C

Detalhes das ferragens:

3) Arruela lisa.
4) Porca sextavada.

8) Arruela lisa.

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


DETALHE C
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 91
DESENHO 38

700
3

TRAFO
PEDESTAL

A A

QDP
Min. 1000
2

PASSEIO
2000 mm

800

CP3

Meio fio

Notas

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


E QDP
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 92
DESENHO 39

Entre o transformador e o QDP deve ser


X3

X2
X1

X0

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


E QDP - CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 93
DESENHO 40

350

294

CELG
350

294

BT

580

280

Trava
580

280

Tampa em ferro
fundido

Aro

Notas:

norma EN124:1994.

o peso da mesma.

CAIXA DE PASSAGEM CP1


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
TAMPA E ARO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 94
DESENHO 41

870

814

CELG

870
814
BT

1100

800

Trava 1100
800

Aro

Notas:

norma EN124:1994.

o peso da mesma.

CAIXA DE PASSAGEM CP2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
TAMPA E ARO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 95
DESENHO 42

1070

1014

CELG

870
814
"AT" ou "BT"

1300

1000

Sistema de

da tampa

1100
800

Aro

Tampa em
ferro fundido

Notas:

norma EN 124:1994.

meia o peso da mesma.

CAIXA DE PASSAGEM CP3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
TAMPA E ARO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 96
DESENHO 43

1220

582 582

CELG CELG

614

670
AT AT

1450

1150

Aro CELG CELG

600

900
AT AT

Sistema de
das
tampas

Tampas em
ferro fundido

Notas:

norma EN 124:1994.

meia o peso de cada uma.

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
TAMPA E ARO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 97
DESENHO 44

1350

1150

Tempo em Aro
ferro fundido

CELG
A A

AT

Cavidade para

Vista Superior
Vista Superior
7

1000

Corte A.A

Notas:

3) A tampa deve ter suportabilidade para carga de 12.750 kg, conforme norma EN 124:1994.

da mesma.

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


TAMPA E ARO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 98
DESENHO 45

52
12 9 10 9 12

12 9 10 9 12 NO FUNDO

A A
52

N1
PLANTA
PLANTA

C=127
C/15 C=66
10 5

C/15
45

50
46
12

10
FURO N3 N1

N2
2X11

4X3
CORTE A-A
5 45
FORMAS
ESC. 1:25
2X2 N1 C/15 C=117

CORTE A-A

ESC. 1:25

TABELA DE FERROS

POS. QUANT. COMPRIMENTO


(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 6.3 4 117 468


50 2 6.3 12 127 1524
50 3 6.3 22 66 1452

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 34 9
Peso Total 50 = 9 kg

CAIXA DE PASSAGEM - CP1


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 99
DESENHO 46

PAR1 12X122

12
7,5
12X122

12X122
9 40 40 9
3 3
A A

65
10

PAR3

PAR4

7,5
12
PAR2 12X122

PLANTA
50

110
40
20

10
12

12

FURO

CORTE A-A
FORMAS
ESC. 1:25
6

6 6 N2 6
C/15 C=110
6 N1
6 N2

6 N1
C/15 C=98
6

DE FUNDO
ESC. 1:25

FERRO POSITIVO

FERRO NEGATIVO

CAIXA DE PASSAGEM CP2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - FORMAS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 100
DESENHO 47
N2

N4

10

116
110
16

12
6

CORTE B.B
10 N1

98
20

20
10

45
51

6
98

36
12 23

29

6
20

20

10

98

CORTE A.A

A B

PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
4X
51

(Esc. 1:25) 12X122


12 59 12
10.5 10.5
36
23

FURO
12

FUNDO A B

CAIXA DE PASSAGEM CP2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - CORTES A-A E B-B
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 101
DESENHO 48

TABELA DE FERROS

POS. QUANT. COMPRIMENTO


(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 6.3 12 98 1176
50 2 6.3 12 110 1320
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 10 8 138 1322
50 2 8 8 138 1322
50 3 6.3 16 116 1856
50 4 6.3 36 118 4248
50 5 6.3 16 84 1344
50 6 6.3 36 36 1296
50 7 6.3 8 258 2064

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 128 32
50 8 11 4
50 10 11 7
Peso Total 50 = 43 kg

CAIXA DE PASSAGEM CP2


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - TABELA DE FERROS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 102
DESENHO 49

PAR1 12X142

12
7,5
12X142

12X142
9 50 50 9
3 3
A A

65
10

PAR3

PAR4

7,5
12
PAR2 12X142

PLANTA
50

130
60

10
20
12

12

FURO

CORTE A.A
FORMAS
ESC. 1:25
6

6 N2
6 C/15 C=130 6
7 N1
7 N2

6 N1
C/15 C=118
6

DE FUNDO
ESC. 1:25

FERRO POSITIVO

FERRO NEGATIVO

CAIXA DE PASSAGEM CP3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - PLANTA - CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 103
DESENHO 50

A B

51
10.5 10.5
12 59 12

56
23

FURO
N2
12

A B
PAR3=PAR4 2X
12X142

N4
VISTA LATERAL
(Esc. 1:25)

10

130

136
26

12
6
98

10
20

20

10 N1

CORTE B.B
45
51

6
98

56
23

29
12

6
20

20

10

98

CORTE A.A

CAIXA DE PASSAGEM CP3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - VISTA LATERAL
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 104
DESENHO 51

A B

51
12 20.5 59 20.5 12

56
23

FURO
12

A B N2
PAR1=PAR2 2X
12X142

VISTA LATERAL

N4
(Esc. 1:25)

10

130

136
26

12 6

118 10 N1

10
20

20

CORTE B.B
45
51

6
118

56
23

29
12

6
20

20

10

118

CORTE A.A

CAIXA DE PASSAGEM CP3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - CORTES A-A E B-B
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 105
DESENHO 52

TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 6.3 13 118 1534


50 2 6.3 13 130 1690
PAR1=PAR2
50 1 10 4 158 632
50 2 8 4 158 632
50 3 6.3 10 116 1160
50 4 6.3 16 138 2208
50 5 6.3 10 84 840
50 6 6.3 24 46 1104
50 7 6.3 8 298 2384
PAR3=PAR4
50 1 10 4 158 632
50 2 8 4 158 632
50 3 6.3 10 116 1160
50 4 6.3 16 138 2208
50 5 6.3 10 84 840
50 6 6.3 24 46 1104
50 7 6.3 8 298 2384

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 185 46
50 8 13 5
50 10 13 8
Peso Total 50 = 59 kg

CAIXA DE PASSAGEM CP3


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - LISTA DE FERROS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 106
DESENHO 53

112.5

17.5 77.5 17.5

17.5 15.5 15.5 17.5


33
A 66
A

PLANTA

90

ESTACA

CORTE A.A
FORMAS
BASE 1
ESC. 1:25

BASE PARA QDP


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - FORMAS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 107
DESENHO 54

145.5

17.5 110.5 17.5

17.5 15.5 15.5 17.5


33
A A

66

PLANTA

90

ESTACA

CORTE A.A
FORMAS
BASE 1
ESC. 1:25
100

N1
150

30

ESTACAS
2X
ESC. 1:25

BASE PARA QDP


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - FORMAS - ESTACAS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 108
DESENHO 55

TABELA DE FERROS

POS. QUANT. COMPRIMENTO


(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 8 22 204 4488
50 2 8 28 80 2240
50 3 8 28 --VAR- 4004
ESTACAS (X2)
50 1 8 12 100 1200
60 2 5 14 90 1260
50 3 8 8 80 640

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
60 5 13 2
50 8 126 50
Peso Total 60 = 2 kg
Peso Total 50 = 50 kg
B

C=204
11

C/15 C=VAR
10
C/15

A A

VAR
83

N1

N3
10
2x7

PLANTA
B

4x7

CORTE B.B
C=204

11
C=80

10
C/15

C/15
83

60
N1

N2

10
2x4

4x7

CORTE A.A

ESC. 1:25

BASE PARA QDP


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - TABELA DE FERROS - VIGA - CANTO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 109
DESENHO 56

159

20

20
10

105

114
159

15
9
20

20
10

159

PAR2 15X120
(Esc. 1:25)

169
20

20

10
VAR

VAR
169

15

9
10
20

20

169

PAR3=PAR4 15X130 2X
(Esc. 1:25)

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.: ESTRUTURAL PAREDES 2, 3 E 4
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 110
DESENHO 57

100
N1

200
30

ESTACAS 4X
DETALHE "Y"
ESC. 1:25

159
20

20

10
20
95
159

124
15

9
10
20

20

159

PAR1 15X130
(Esc. 1:25)

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - ESTACAS - PAREDE 1
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 111
DESENHO 58

9
10 N3
9 158 9

(145)

C=186
(135)

C/15
168
9 N4
168

9 N4
9 10 N3 C/15 C=176 9
158

9
9

LAJE DE FUNDO
14

(95)
C=137

7 N5 C/15 C=187
14 159 (165) 14
C=89
C/15

11 N6
89

C/15

7 N2 C/15 C=159
11 N1

20
14

TAMPA

ESC. 1:25

FERRO POSITIVO

FERRO NEGATIVO

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 112
DESENHO 59

TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 8 11 137 1507
50 2 8 7 159 1113
50 3 8 20 176 3520
50 4 8 18 186 3348
50 5 8 7 187 1309
50 6 8 11 89 979
CANTO (X4)
50 2 10 16 114 1824
50 3 8 48 99 4752
ESTACAS (X4)
50 1 8 24 100 2400
60 2 5 28 90 2520
50 3 8 16 80 1280
PAR1
50 1 10 2 199 398
50 2 8 2 199 398
50 3 8 9 280 2520
50 4 8 14 179 2506
PAR2
50 1 10 2 199 398
50 2 8 2 199 398
50 3 8 9 260 2340
50 4 8 12 179 2148
PAR3=PAR4 (X2)
50 1 10 4 209 836
50 2 8 4 209 836
50 3 8 20 --VAR- 5600
50 4 8 28 189 5292
VIGA
50 1 6.3 10 94 940
50 2 8 5 179 895

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
60 5 25 4
50 6.3 9 2
50 8 431 173
50 10 35 22
Peso Total 60 = 4 kg
Peso Total 50 = 197 kg

VIGA "1"
(Esc. 1:25)
159 CANTO 4X
5 N2 C=179 (Esc. 1:25)
10

10

5
15
PAR4
15

PAR2
15

45
9

10 45
N2
22
25

12
10

15
10 N1 C/15 C=94

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - TABELA DE FERROS - VIGA - CANTOS
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 113
DESENHO 60

55
PAR1 15X130

15
25
30
15X120

15X120
5 15
VIGA "1"

15X30
10 5 135 5 10
PAR3

PAR4
70
10 5

PAR2 15X120

PLANTA BAIXA

FORMAS ESC. 1:25

VER DESENHO 43
15 5 10
20

VIGA "1"
95

PAR1 PAR4 PAR2


85
15

15

ESTACA PARA BASE DO TRAFO


DETALHE "Y"

CORTE A.A

BASE PARA TRANSFORMADOR PEDESTAL


DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESTRUTURAL - FORMAS - PLANTA BAIXA - CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 114
DESENHO 61

CANTO CANTO

15
PAR1 15X280

25
15 25 200 25 15

15X280
15X280

R
50
15

200

PAR4
PAR3
125 125

A A

25
15
PAR2 15X280
CANTO CANTO
PLANTA

PISTA DE ROLAMENTO

VER DESENHO 44

50
DETALHE 1

15
15 100 15

PAR3
250

PAR1 PAR4
15 15

LASTRO DE CONCRETO
5

MAGRO C15
50

BRITA COMPACTADA CASCALHO COMPACTADO A 90% PN

TERRENO NATURAL PREVIAMENTE COMPACTADO


h > 60 cm

CORTE A.A

ESC. 1:50

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESTRUTURAL - PLANTA - CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 115
DESENHO 62

9
2 N1
9 9

(25)
196

9
9

(200)
(25) (25)

(200)

C=294

C=214
C/12

C/20
2 N1

DE FUNDO (NEGATIVA)
196

276

196
ESC. 1:25
N2

2 N1
17

9 17 N2 C/12 C=294 9
276

9
9

(25)

9 2 N1 9
196
9

9
(25)

2 N1
9 195 9
9

9
(200)

(25) (25)

10 N2 C/20 C=293
9
C=213

275 9
C=293

C/20
2 N1

DE FUNDO (POSITIVA)
195

195

ESC. 1:25
C/20
275

2 N1
N2

(200)
10

9
(25)
9

2 N1
9 195 9
9

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 116
DESENHO 63

PAR4

C=148
PAR2

50

C/20
59

N1
55
9
55

19
15
CANTO 4X
(Esc. 1:25)
DETALHE 1
ESC. 1:10

274
20

20
15

10
250

274
274

10
15

9
30

30

274
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
(Esc. 1:25) 15X280 4X

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESTRUTURAL - PAREDES
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 117
DESENHO 64

9
9

9
(100)

7 N2
5 N1
9 273 9

(75)
(75)

5 N1
273
20
=1
C

(100)
(100)

3
N
8
2X
9 9 9 7 N2 9
7 N2
C=291
C/15

9
273

(75)
5 N1

(100) C/15 C=VAR


5 N1
9 273 9
(75)

7 N2

9
9
9

TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 8 8 214 1712
50 2 8 34 294 9996

50 1 8 8 213 1704
50 2 8 20 293 5860

50 1 8 20 291 5820
50 2 8 28 --VAR- 8176
50 3 8 16 120 1920
CANTO 50 2 10 16 274 4384
X4 50 3 8 112 99 11088
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 12.5 12 334 4008
50 2 10 8 314 2512
50 3 8 52 580 30160
50 4 8 96 294 28224

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 8 1047 419
50 10 69 43
50 12.5 40 40
Peso Total 50 = 502 kg

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 118
DESENHO 65

CANTO CANTO

15
PAR1 15X280

25
15 25 200 25 15

15X280
15X280

R
50
15

200

PAR4
PAR3
125 125

A A

25
15
PAR2 15X280
CANTO CANTO
PLANTA

PISTA DE ROLAMENTO

VER DESENHO 44

50
DETALHE 1

15
15 100 15

PAR3
250

PAR1 PAR4
15 15

LASTRO DE CONCRETO
5

MAGRO C15
50

BRITA COMPACTADA CASCALHO COMPACTADO A 90% PN

TERRENO NATURAL PREVIAMENTE COMPACTADO


h > 60 cm

CORTE A.A

ESC. 1:50

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESTRUTURAL - PLANTA - CORTE A-A
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 119
DESENHO 66

9
2 N1
9 9

(25)
196

9
9

(200)
(25) (25)

(200)

C=294

C=214
C/12

C/20
2 N1

DE FUNDO (NEGATIVA)
196

276

196
ESC. 1:25
N2

2 N1
17

9 17 N2 C/12 C=294 9
276

9
9

(25)

9 2 N1 9
196
9

9
(25)

2 N1
9 195 9
9

9
(200)

(25) (25)

10 N2 C/20 C=293
9
C=213

275 9
C=293

C/20
2 N1

DE FUNDO (POSITIVA)
195

195

ESC. 1:25
C/20
275

2 N1
N2

(200)
10

9
(25)
9

2 N1
9 195 9
9

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 120
DESENHO 67

PAR4

C=148
PAR2

50

C/20
59

N1
55
9
55

19
15
CANTO 4X
(Esc. 1:25)
DETALHE 1
ESC. 1:10

274
20

20
15

10
250

274
274

10
15

9
30

30

274
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
(Esc. 1:25) 15X280 4X

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESTRUTURAL - PAREDES
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 121
DESENHO 68

9
9

9
(100)
273
9
9 5 N1

7 N2
(75)

(75)

5 N1
273
9
(100)

(100)
DA TAMPA
9 ESC. 1:25
9 7 N2 9 7 N2 9
C=291
C/15

9
273

C/15 C=VAR (75)


5 N1

(100)
273
7 N2

9 5 N1 9
(75)
9

9
9

TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)

50 1 8 8 214 1712
50 2 8 34 294 9996

50 1 8 8 213 1704
50 2 8 20 293 5860

50 1 8 20 291 5820
50 2 8 28 --VAR- 8176
CANTO 50 2 10 16 274 4384
X4 50 3 8 112 99 11088
DETALHE 1
50 1 6.3 19 148 2812
50 2 8 32 400 12800
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 12.5 12 334 4008
50 2 10 8 314 2512
50 3 8 52 580 30160
50 4 8 96 294 28224

COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 28 7
50 8 1155 462
50 10 69 43
50 12.5 40 40
Peso Total 50 = 553 kg

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 122
DESENHO 69

9
9 9

(25)
9

9
(238)
(55)
(115)

243
9 12 N4 C/20 C=341 9
40 40
231

2 N1
C=536
2 N1

C/20
518
4 N6

C=591
(25) (25)

2 N3

9
9

9 C/20
573
9
9

9
(223)

7 N2

243
9 12 N4 C/20 C=341 9
40 40
C=249

2 N1
C/20
231

(55)
2 N1

(115)

(25)
9

(25)
9

3 N5
(25)

9 C/20 C=126 108 9


9

ESC. 1:25 (POSITIVA)

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 123
DESENHO 70

9
9 164 9

(25)
3 N3 C/10 C=182

9
9

(238)
(25) (25)

(170)

2 N1 (55)

2 N1
232

232
244 9
9
24 N4 C/10 C=262

9
9

9 164 9
(25)

3 N3 C/10 C=182
9

9
C=537

C=592
(223)

(25) (25)
C/20

C/20
519

574
C=250

4 N6

7 N2

2 N1
C/20
232

232

(170)
2 N1

(55)

9 244 9
24 N4 C/10 C=262
9
9

9
(25)

9 C/10 C=182 9
3 N5
9

ESC. 1:25 (NEGATIVA)

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 124
DESENHO 71

9
299
2X
PAR3=PAR4

(Esc. 1:25)
15X305

20 30
290
15
244

244
20 30
10

10
244

9
299
2X
PAR1=PAR2

(Esc. 1:25)
15X305

20 30

290 15
564

564
10

10

20 30
564

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


PAREDES 1, 2, 3 E 4
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 125
DESENHO 72

Detalhe "K" Detalhe "K"

15
15
PAR1 15X305

25
25
15
15X305

40

15X305
40 15 207.5 25 237.5 25
15 15

15

170

220
100
550
PAR3

PAR4
A 25 A

25
15

15
PAR2 15X305
Detalhe "K" Detalhe "K"
PLANTA DA LAJE DE FUNDO
ESC. 1:50

VER DETALHE FOLHA XX EM CONCRETO ARMADO


10

15 85 52 52 52 52 52 52 52 85 15
2 2 2 2 2 2 2 2
290

PAR3 PAR1 PAR4


15

DETALHE "Z"
35

CORTE A.A
ESC. 1:50
15

LASTRO DE CONCRETO MAGRO - C15


BRITA COMPACTADA
15
5
15
50

TERRENO NATURAL PREVIAMENTE COMPACTADO CASCALHO COMPACTADO A 90% PN


h > 60 cm

(Esc:1/25)

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 126
4X3 N1 C/20 C=141
56

6
A
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL

DIM.:
ESC.:
(cm) (cm)

2x3
6

mm
N2
15
50 1 8 8 250 2000

s / esc.
50 2 8 7 592 4144

ELAB.: DT-SNT
50 3 8 6 182 1092

40
50 4 8 48 262 12576

61
N2
15 50 15 40 15 50 5 8 3 182 546

(Esc. 1:25)

PLANTA
50 6 8 4 537 2148

C/20
DETALHE "Z"

CORTE A.A
15

VISTO:
50 1 8 8 249 1992

SUBST.:
50 2 8 7 591 4137

C=151
50 3 8 4 181 724
50 4 8 24 341 8184

DES.: DT-SNT
50 5 8 3 126 378
50 6 8 4 536 2144
4X9 N3 C/20 C=76

A
DETALHE "K" (X4)
7 7 50 1 8 60 99 5940
62 50 2 10 16 299 4784
50 3 10 148 109 16132

APROV.:
DETALHE "Z"
50 1 8 12 141 1692
50 2 8 6 151 906

DATA: DEZ/16
50 3 8 36 76 2736
PAR1=PAR2 (X2)

PAR2
DESENHO 73

50 1 12.5 6 624 3744

55

55
50 2 10 4 604 2416
50 3 8 108 630 68040

(Esc. 1:25)
PAR4 50 4 10 144 584 84096

NORMA:
PAR3=PAR4 (X2)

DETALHE "K"

4X
50 1 12.5 6 304 1824
9 50 2 10 4 284 1136
45 50 3 8 22 630 13860

NTC-35
50 4 8 72 264 19008
45 PLACAS (X7)
50 1 6.3 42 275 11550
50 2 6.3 98 48 4704

REF.:
(270) COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)

14 N2
50 6.3 163 41
(52)
7X

5 6 N1 C/10 C=275 5 50 8 1522 609


PLACAS
(Esc. 1:25)

C/ 20 C=48
265 50 10 1086 684
50 12.5 56 56

TABELA DE FERROS - PLACAS - DETALHES


Peso Total 50 = 1389 kg

127
DESENHO 74

NOTAS:

1) JUNTAS DE CONCRETAGEM

conforme ABNT NBR 6118.

2) PLANO DE CONCRETAGEM

a) Observar as etapas de concretagem do projeto (ver juntas de concretagem).


b) Laje da Tampa.
Concretar do centro para as bordas, em etapas, seguindo o esquema caracol, de modo a evitar juntas frias.
c) Paredes.

Geral : 3,0 cm

4) CONCRETO

CLASSE: C25 (25 MPa)

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.: ESTRUTURAL - CONCRETO - NOTAS


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 128
DIM.:
ESC.:
mm
s / esc.
ELAB.: DT-SNT
VISTO:
Detalhe Mandril

SUBST.:
DES.: DT-SNT
APROV.:
A

DATA: DEZ/16
Notas:
Furo
DESENHO 75

NORMA:
A

apresentar pontas que possam danificar os dutos.

Detalhe Mandril Corte A-A

NTC-35
DUTO (mm) MANDRIL (mm)
D

REF.:
129
DESENHO 76

Barramento para o condutor


neutro

Barramentos para os
condutores das fases
Ver detalhe 1

Vista Superior

barramentos
os ramais

Vista Lateral

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL DETALHE DO SUPORTE

dos Barramentos Isolados

Barramento Isolado

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 130
DESENHO 77

Existente Projetado

Caixa de passagem CP1

Caixa de passagem CP2

Caixa de passagem CP3

Transformador em Pedestal

Chave seccionadora em pedestal

CH-250 A CH-250 A
NH-100 A NH-100 A

Barramento Triplex - BTX 200 A

Barramento Quadruplex - BQX 200 A

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.: SIMBOLOGIA PARA PROJETO


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 131
DESENHO 78

Existente Projetado

Emenda Reta 15 kV

Indicador de defeito

Aterramento

Para-raios em poste

2 2
FONTE CARGA FONTE CARGA

3,3 3,3
3 3
FONTE CARGA FONTE CARGA

dutos e o terceiro (IP) com 2 dutos.


2,4,2 2,4,2

Indica RETIRAR

Indica INSTALAR

DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.: SIMBOLOGIA PARA PROJETO


ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 132
ALTERAÇÕES NA NTC-35

Item Data Item da norma Revisão Título


01 1 Introdução
02 2 Objetivo
03 4 Normas e Documentos Complementares
04 5 Terminologia e Definições
05 6.1 Regulamentação
06 7.1 Concepção Básica
07 7.4.1 Requisitos Gerais para Instalação
08 7.7 Estimativa de Carga dos Circuitos Secundários do Transformador
09 7.9 Quadro de Distribuição em Pedestal
10 7.11 Iluminação Pública
11 8.1 Concepção Básica
12 8.2.1 Radial Simples
13 8.5 Estrutura de Transição Aéreo/Subterrâneo
14 8.8 Indicadores de Defeito
15 8.9 Alimentação de Unidades Consumidoras em Média Tensão
SET/2015 1
16 11 Aterramento
17 12.3 Chaves de Manobra
18 12.5 Para-raios
19 12.6 Desconectáveis
20 12.12 Conexões
21 13.1 Banco de Dutos
22 13.3 Caixas de Passagem
23 13.4 Poços de Inspeção
24 13.5 Câmara de Transformação Subterrânea
25 14.2 Elementos que Deverão Fazer parte do Projeto
26 Tabela 1 Raios Mínimos de Curvatura de Cabos de Baixa Tensão
27 Tabela 6 Diâmetro dos Eletrodutos do Ramal de Ligação
Dimensionamento dos Transformadores – Demanda Individual
28 Tabela 8
Diversificada a Ser Considerada em Função da Área dos Lotes
29 Tabela 9 Dimensões do Mandril

Item Data Item da norma Revisão Título


01 1 Introdução
02 2 Normas e Documentos Complementares
03 7.5 Cabos Padronizados para a Rede Secundária
04 8.1 Concepção Básica
05 DEZ/2016 12.6 2 Desconectáveis
06 12.7 Cabos
Dimensionamento dos Transformadores – Demanda Individual
07 TABELA 8
Diversificada a ser Considerada em Função da Área dos Lotes
08 DESENHO 79 Placa de Identificação dos Circuitos

NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 134

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