Critérios para Redes Subterrâneas de Distribuição
Critérios para Redes Subterrâneas de Distribuição
NTC-35
Revisão 2
ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO 1
2. OBJETIVO 2
3. CAMPO DE APLICAÇÃO 3
4. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4
5. TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 6
6. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 13
6.1 Regulamentação 13
6.2 Tensões de Fornecimento 13
6.3 Tensões Secundárias para Transformador Particular 14
6.4 Limites de Fornecimento 14
7. PROJETO DA REDE SECUNDÁRIA 15
7.1 Concepção Básica 15
7.2 Configurações da Rede Secundária 17
7.3 Localização de Transformadores 18
7.4 Ramal de Ligação Subterrâneo 18
7.5 Cabos Padronizados para a Rede Secundária 19
7.6 Dimensionamento dos Circuitos Secundários 20
7.7 Estimativa de Carga dos Circuitos Secundários e do Transformador 20
7.8 Transformadores Padronizados 20
7.9 Quadro de Distribuição em Pedestal (QDP) 20
7.10 Saídas Secundárias de Transformadores 21
7.11 Iluminação Pública 21
8. PROJETO DA REDE PRIMÁRIA 22
8.1 Concepção Básica 22
8.2 Configurações da Rede Primária 23
8.3 Cabos Padronizados para a Rede Primária 24
8.4 Dimensionamento dos Circuitos Primários 24
8.5 Estrutura de Transição Aéreo/Subterrâneo 24
8.6 Critérios de Utilização de Acessórios Desconectáveis 25
8.7 Critérios de Utilização de Chaves de Manobra 26
8.8 Indicadores de Defeito 26
8.9 Alimentação de Unidades Consumidoras em Média Tensão 27
9. PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES 28
9.1 Proteção em Baixa Tensão 28
Esta norma poderá ser parcial ou totalmente alterada por razões de ordem técnica,
sem prévia comunicação, motivo pelo qual os interessados deverão periodicamente
consultar a CELG D quanto às eventuais modificações.
Esta norma tem por objetivo estabelecer as diretrizes técnicas para o projeto e
execução de redes de distribuição subterrâneas destinadas ao fornecimento de energia
elétrica em tensão primária e secundária, sistemas primários dos tipos radial simples,
radial com recurso ou primário seletivo (dupla alimentação); bem como determina os
requisitos técnicos mínimos indispensáveis a que devem satisfazer essas instalações.
Na elaboração dos projetos, bem como para toda terminologia adotada, deverão ser
seguidas as prescrições das seguintes normas, em suas últimas revisões.
SIS 05 5900 Pictorial surface preparation standard for painting steel surfaces.
Alimentador de Distribuição
Banco de Dutos
Cabine
Caixa de Passagem
Câmara Subterrânea
Compartimento composto por seis faces, construído com materiais resistentes ao fogo
e à explosão, totalmente enterrado, destinado à instalação de equipamentos
subterrâneos, acessível somente a pessoas qualificadas.
Carga Instalada
Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade consumidora que
após concluídos os trabalhos de instalação, estejam em condições de entrar em
funcionamento, expressa em kW.
Centro de Manobra
Chave Seccionadora NH
Chave Submersível
Consumidor
Cubículo
Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela
parcela da carga instalada, em operação na unidade consumidora, durante um
intervalo de tempo especificado.
Duto
Entrada de Serviço
Linha de Dutos
Loteamento
Padrão de Entrada
Poço de Inspeção
Ponto de Entrega
São aqueles que visam promover alterações em uma rede existente, seja para adequá-
la a novas situações de carga, seja por motivo de segurança, obsoletismo, melhoria
nas condições de fornecimento ou adequação das instalações ao meio ambiente.
Ramal de Entrada
Rede Primária
Rede Secundária
Sistema de Aterramento
Subanel
Subestação
Transformador de Pedestal
Transformador Submersível
Unidade Consumidora
Via Pública
Vistoria
Acessório projetado para conectar três (BTX) ou quatro (BQX) cabos elétricos,
através de acessórios isolados desconectáveis, destinado a estabelecer uma ou mais
derivações.
Acessório projetado para conectar dois cabos elétricos através de acessórios isolados
desconectáveis, que podem ser dois TDCs, dois TDRs ou um TDC e um TDR.
Acessório projetado para conexão em uma bucha com cavidade de inserção de forma
a permitir a derivação de um circuito e ao mesmo tempo a ligação direta de um
equipamento.
6.1 Regulamentação
e) Caso haja a necessidade de obras para atendimento da nova ligação, elas serão
tratadas nos termos da legislação vigente, resoluções da ANEEL e contrato de
concessão da CELG D.
f) Toda edificação de uso coletivo ou individual, será atendida através de uma única
entrada de serviço em um só ponto de entrega, pré-definido em projeto, a partir da
rede de distribuição subterrânea.
Potências superiores podem ser atendidas em baixa tensão, desde que seja definida
pela CELG D a viabilidade deste atendimento com base em estudo técnico-
econômico. Entretanto, para a adoção de limites diferentes deverá ser observado o
que prescrevem as resoluções da ANEEL.
Os secundários devem ser trifásicos a 4 fios, com 3 fases e neutro. O neutro deve ter o
mesmo tipo de isolação e a mesma seção dos condutores fase.
O número de circuitos por transformador deve ser estabelecido em função das cargas
a serem atendidas, do limite de queda de tensão e da capacidade de condução de
corrente dos cabos padronizados.
Devem ser deixadas, no interior de todas as caixas de passagem e junto aos QDPs e
transformadores, visando futuras manutenções e conexões de unidades consumidoras,
sobras de, aproximadamente, um metro nos cabos.
Os cabos deverão ser identificados utilizando fita plástica isolante, colorida, nas
seguintes cores:
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 15
- fase A: vermelha;
- fase B: branca;
- fase C: marrom;
- neutro: azul clara.
As derivações dos ramais de ligação devem ser feitas nas caixas de passagem dos
circuitos secundários, situadas nos passeios públicos.
Não poderão ser plantadas árvores ao longo do caminhamento das redes. Deverá ser
mantido um afastamento lateral mínimo de 2 metros entre árvores e redes de dutos,
sendo que estas deverão ser de porte baixo e não terem raízes profundas, que se
espalhem lateralmente e possam atingir a rede de dutos.
Este tipo de arranjo é normalmente utilizado para a ligação de cargas para as quais há
algum impedimento de atendimento pela rede aérea de distribuição devido a
necessidades estéticas, posturas municipais ou por opção da própria CELG D e para
atendimento a locais com baixa densidade de carga, através de uma única câmara
transformadora ou transformador em pedestal.
Nos casos em que possam estar sujeitos ao abalroamento por veículos prever
proteção adequada, por intermédio de estacas de concreto armado fincadas em volta
deles.
g) O ramal de ligação subterrâneo deve ser tão retilíneo quanto possível, evitando-se
cortar os passeios e pistas de rolamentos em sentido diagonal.
h) A linha de dutos deverá apresentar uma inclinação mínima de 0,5% no sentido dos
poços, caixas ou câmaras da rede, de tal forma que quando for executada a
drenagem das caixas, poços ou câmaras não haja acúmulo de água nos dutos.
i) Visando futuras manutenções e facilitar as conexões dos ramais de ligação deve ser
prevista uma folga de 1 a 2 m do cabo do ramal de ligação na caixa de passagem
onde for efetuada a derivação.
l) Ao longo das linhas de dutos devem ser instaladas fitas plásticas de advertência de
acordo com as orientações dos Desenhos 8 a 15.
Além dos requisitos gerais, os cabos da rede subterrânea de baixa tensão devem
atender ainda às seguintes exigências:
Nos circuitos secundários deve ser prevista proteção contra sobrecorrentes por meio
de chaves seccionadoras, abertura sob carga, providas de fusíveis do tipo NH,
instalados em linha, na vertical.
Devem ser instalados em base de concreto padronizada, conforme Desenho 29, com
cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.
Nos casos onde for necessário utilizar um QPD exclusivo para alimentar os circuitos
de iluminação pública, o transformador pedestal utilizado deverá possuir uma
potência mínima de 75 kVA.
A rede de IP é responsabilidade das prefeituras a cargo das quais ficará todo o ônus
relativo à manutenção e consumo de energia elétrica.
O condutor de proteção deve ser de cobre nu, seção conforme item 11, instalado
diretamente enterrado, fora do duto, acompanhando todo o traçado da rede primária.
Onde houver mais de um alimentador ao longo de um mesmo percurso a seção do
condutor de aterramento deve ser reavaliada em função da carga total.
Para uma melhor confiabilidade, nos casos de opção por sistemas do tipo radial com
recurso ou primário seletivo a alternativa de alimentação deve ser, preferencialmente,
por alimentadores de subestações diferentes. Caso esta alternativa não seja viável
prever, pelo menos, o atendimento por meio de alimentadores de barramentos
diferentes de uma mesma SE.
Os cabos deverão ser identificados utilizando fita plástica isolante, colorida, nas
seguintes cores:
- fase A: vermelha;
- fase B: branca;
- fase C: marrom.
Esta identificação deverá ser feita em todas as caixas de passagem, nos poços de
inspeção, nas extremidades dos ramais, nos centros de transformação e nas descidas
nos postes de transição de rede aérea para subterrânea.
Cada circuito deve ainda ser identificado com a respectiva numeração, com anilhas
plásticas, conforme item 7.1, e nela deve constar: código da SE, número do
dispositivo de manobra, número do circuito e respectivas fases.
Os cabos devem ser lançados em banco de dutos, com diâmetro mínimo do duto de
125 mm.
Este tipo de arranjo é normalmente utilizado para a ligação de cargas para as quais
não se exige grau de confiabilidade muito alto, para atendimento a locais com baixa
densidade de carga, através de um único circuito, que pode atender a um ou vários
transformadores.
O arranjo primário em anel deve ser normalmente utilizado para áreas urbanas com
média densidade de carga.
A opção por este tipo de arranjo deve ser para o atendimento a regiões com cargas
concentradas, onde é necessária uma grande confiabilidade e uma maior flexibilidade
de operação, permitindo o rápido restabelecimento do fornecimento às regiões não
afetadas.
O primário seletivo pode ser dos tipos dedicado ou generalizado, o primeiro destina-
se ao atendimento, com alimentadores expressos, de cargas concentradas e de grande
vulto, e o segundo cargas distribuídas e de menor envergadura.
Além dos requisitos gerais constantes da ABNT NBR 7287, os cabos da rede
subterrânea de média tensão devem atender às seções padronizadas, constantes da
Tabela 3.
As características dos cabos das redes de média tensão são aquelas constantes da
norma NTC-34 e do item 12.7.2.
Nos circuitos radiais simples os condutores devem ser dimensionados para assumir
toda a carga do circuito.
Nos circuitos radiais com recurso e primário seletivo deve ser levado em conta, no
dimensionamento, que cada alimentador deve suportar toda a carga do anel, em caso
de contingência, permitindo a transferência de toda a carga de um deles, em caso de
falha, para o outro.
A derivação de rede aérea para subterrânea deve ser feita em estruturas de transição,
conforme padrão constante da norma NTC-17.
A proteção contra sobretensões deve ser provida por para-raios, poliméricos, ZnO,
tensão nominal 12 kV, MCOV 10,2 kV, corrente nominal de descarga de 10 kA que
devem ser instalados no ponto de derivação da rede aérea, o mais próximo possível
dos terminais de média tensão do cabo da rede subterrânea.
Devem ser previstos indicadores de defeito nos seguintes pontos do circuito primário:
NTC-35 / DT - SETOR DE NORMATIZAÇÃO TÉCNICA 26
- nos alimentadores, a jusante dos dispositivos de manobra;
- ao longo dos alimentadores após pontos de derivação do sistema;
- em caixas de passagem e/ou poços de inspeção indicados pela CELG D;
- na derivação;
- nos cabos de entrada e saída dos transformadores.
Unidades consumidoras com demanda acima de 75 kVA devem ser ligadas em média
tensão, ressalvado o disposto no item 6.4.
As derivações em média tensão podem ser feitas tanto por meio de acessórios
desconectáveis quanto chaves de derivação.
Para derivações de transformadores com potência até 300 kVA, em sistemas radiais,
pode-se utilizar acessórios desconectáveis, instalados em caixas de passagem do tipo
CP3, para potências superiores utilizar chave de manobra.
As chaves de derivação podem ser instaladas tanto em via pública quanto na cabine
da unidade consumidora, em função de conveniência técnica.
Os dispositivos de proteção devem estar dispostos de forma que seja fácil reconhecer
os respectivos circuitos protegidos.
A proteção do transformador em pedestal deve ser feita por fusíveis tipo baioneta em
série com fusíveis limitadores de corrente, instalados internamente aos
transformadores.
Nas transições de rede aérea para subterrânea devem ser instalados para-raios
poliméricos de ZnO, características conforme item 12.5.
Nas malhas de aterramento devem ser utilizadas hastes cobreadas, com espessura
mínima da camada de cobre de 254 m, diâmetro e comprimento mínimo de 16 mm
e 2400 mm, respectivamente tendo em vista garantir a durabilidade do sistema de
aterramento e evitar variações sazonais do valor de resistência em função das
condições do solo.
O condutor de aterramento deverá ser de cobre nu seção mínima 50 mm2 (para para-
raios, chaves e disjuntores) e 16 mm2 para as partes condutoras normalmente sem
tensão (grades, janelas, ferragens, etc.). Para as partes removíveis ou móveis, utilizar
cordoalha de cobre de seção equivalente.
Os condutores de aterramento devem ser contínuos, isto é, não devem ter em série
nenhuma parte metálica da instalação.
A ligação dos condutores ao sistema de aterramento deve ser feita com conectores
apropriados ou solda tipo exotérmica, conforme indicado nos desenhos relativos a
cada estrutura.
Quando o neutro da rede da CELG D estiver disponível, este deverá ser conectado à
malha de terra da instalação consumidora.
12.1 Generalidades
12.2 Transformadores
Deve ser prevista, em todas as situações, proteção contra sobretensões, por meio de
para-raios desconectáveis, tipo cotovelo características conforme item 12.5.
A entrada e a saída dos cabos deve ser subterrânea, pela parte frontal da base do
transformador.
A conexão dos cabos de média tensão nos transformadores deve ser por intermédio de
terminais desconectáveis cotovelo (TDCs).
A conexão dos cabos de média tensão nos transformadores deve ser por intermédio de
terminais desconectáveis cotovelo (TDCs).
Pintura Externa:
Tinta de fundo: base anti-ferruginosa à base de epóxi alcatrão, na cor marrom, com
espessura seca mínima de 200 m.
Tinta de acabamento: epóxi alcatrão, na cor preta, com espessura seca mínima de
200 m.
As chaves devem ser do tipo para abertura sob carga, interrupção a vácuo e isolação a
ar ou em SF6.
Devem ser equipadas com fusíveis limitadores de corrente em todas as fases ou relés
do tipo microprocessado.
As chaves com isolação em SF6 devem ser equipadas com manômetro indicativo da
pressão de gás, com contatos de alarme e desligamento.
O tanque deve ser confeccionado em aço inoxidável e possuir visores que permitam
verificar de forma segura a posição dos contatos.
Devem ser equipadas com dispositivo que permita operação do lado externo da
câmara, mesmo que esta esteja totalmente inundada.
Intertravamentos:
Características elétricas:
Próprios para instalação sobre base de concreto, conforme Desenho 29, devendo
atender à padronização CELG D constante da NTC-54.
Em todos os QDPs deve ser prevista uma chave reserva, cuja corrente nominal deve
ser igual à da maior chave projetada, bem como espaço de reserva para, no mínimo,
mais uma seccionadora NH.
Os QDPs devem ser fabricados em aço carbono ABNT 1020, espessura mínima 12
USG, com os seguintes tamanhos padronizados:
Devem possuir grau de proteção mínimo IP44, sistema de ventilação natural com
proteção das aletas por meio de tela de aço inox, porta-fusível de reserva e plaquetas
de identificação dos circuitos.
Os QDPs devem ser pintados na cor verde Munsell 2.5 G3/4, o sistema de pintura
deve ser próprio para instalação ao tempo e obedecer ao padrão da norma NTC-54.
12.5 Para-raios
12.6 Desconectáveis
Os acessórios desconectáveis devem ser do tipo para operação sem carga, atender aos
requisitos elétricos indicados na NTC-33 e na ABNT NBR 11835, correspondentes às
faixas de tensão máxima de operação iguais a 8,7/15 kV e às correntes nominais
permanentes de 200 e 600 A.
Devem ser previstos pontos de teste nos acessórios tipos TDC e TDR de acordo com
as prescrições da NTC-33 e ABNT NBR 11835.
Devem ser previstos "olhais de operação" nos acessórios tipos TDC e TDR, de acordo
com as prescrições da ABNT NBR 11835, de forma a possibilitar a desconexão por
meio de bastão de manobra.
12.7 Cabos
Os cabos de baixa e média tensão devem obedecer aos requisitos das normas NTC-34
Cabos de Potência com Isolação de XLPE Tensões 1 kV a 35 kV – Especificação,
ABNT NBR 7287 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de polietileno
reticulado (XLPE) para tensões de 1 até 35 kV, com cobertura – Especificação e
ABNT NBR 7286 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de borracha
etilenopropileno (EPR, HEPR ou EPR 105) para tensões de 1 a 35 kV - Requisitos de
desempenho.
12.9 Fusíveis
Os fusíveis devem ser classe de tensão 600 V, adequados para operação em sistemas
com tensão secundária de 380/220 V, frequência 60 Hz, neutro multi-aterrado, operar
totalmente submersos, diretamente conectados aos cabos da rede subterrânea.
12.9.2 Fusíveis NH
Os fusíveis devem estar de acordo com a ABNT NBR IEC 60269-1 e as correntes
nominais máximas, dependendo da seção do cabo, estão dimensionadas conforme
Tabela 7.
12.10 Ferragens
Todas as ferragens destinadas à montagem das redes e entradas de serviço devem ser
padronizadas, confeccionadas conforme respectivos desenhos, zincadas por imersão a
quente e atender às exigências da norma ABNT NBR 6323.
Indicação de falta para um mínimo de 100 A di/dt dentro de 100 ms, seguida de uma
queda de tensão abaixo de 80% da tensão nominal.
A condição de falta deve ser indicada por LED pulsante de alta intensidade, auto-
alimentado por bateria de lítio, longa-vida, mínimo 800 horas de sinalização.
O indicador de falta deve ser equipado com dispositivo que o torne imune às
correntes de falta nas outras fases.
Deve ser provido de ponto de teste que indique o seu correto funcionamento.
Características Elétricas:
12.12 Conexões
Devem ser instaladas duas fita de advertência, de polietileno de baixa densidade, com
largura de 100 mm, zebradas, nas cores amarela/preta, uma 200 mm abaixo do nível
do solo, outra 200 mm acima da rede de dutos, com os dizeres: Perigo Energia
Elétrica.
Nota:
Nos envelopamentos deve ser utilizado concreto com fck = 15 MPa e espessura
mínima da camada de 100 mm.
Quando nos bancos de dutos existirem circuitos primários, estes devem ser instalados
no nível mais profundo, a seguir, em um nível superior, os circuitos secundários e os
de IP e a seguir os de telecomunicações, considerando o disposto no Desenho 15.
Devem ser instalados circuitos completos em cada duto, tanto primários quanto
secundários.
As emendas entre dutos, deve ser por meio de conexões adequadas de PEAD,
devidamente vedadas com fita de vedação ou mastique, recoberto por fita de proteção
ou filme de PVC, de maneira a garantir a estanqueidade da emenda.
Os dutos devem ser instalados com arame guia galvanizado, revestido de PVC, com
carga de ruptura mínima de 50 daN, destinado ao puxamento do cabo guia de
lançamento dos cabos.
Durante a instalação dos dutos e para que seja mantida a retilinidade e o espaçamento
entre os dutos do banco, devem ser utilizados espaçadores, tendo em vista que o
alinhamento das linhas de dutos é de fundamental importância para o lançamento dos
cabos.
Nos bancos de dutos, entre as caixas de passagem e poços de inspeção, não pode
haver curvas.
Ao longo do caminhamento das redes a disposição das linhas de dutos deve ser
idêntica.
Nos cruzamento com essas mesmas linhas deve ser considerada uma distância
mínima de 500 mm.
As linhas de dutos devem ser totalmente separadas por níveis, isto é, a rede primária
deve ser a mais profunda, instalada no 1º nível (1.000 mm ou 1.200 mm) seguida da
rede secundária (600 mm ou 800 mm) que poderá ter um ou mais níveis, e da rede de
IP, e em seguida, a linha de dutos para telecomunicações.
A escavação das valas deve ser feita mecanicamente e os seus fundos e reaterro
regularizados.
As dimensões das valas são em função do tipo de banco de dutos a ser implantado.
Caso haja afloramento de água no fundo da vala os dutos devem ser lançados sobre
uma camada de brita seguida de outra de areia.
A camada de base das valas (200 mm acima do último nível de duto) será
confeccionada e compactada manualmente e a camada superior das valas deverá ser
compactada mecanicamente com placa vibratória.
Após o fechamento das valas, para verificar se não houve obstrução ou curvas fora de
especificação, nas linhas de dutos, estes devem ser inspecionados por intermédio da
passagem de mandril de madeira ou borracha. As dimensões dos mandris estão
indicadas na Tabela 9.
Se o grau de umidade da terra que vai recompor a vala for muito baixo umedecê-la, a
cada camada a ser compactada, de maneira que a compactação seja feita de forma
adequada.
O reaterro e a compactação devem ser feitos em camadas de, no máximo, 200 mm,
com a utilização de compactadores mecânicos.
No dimensionamento das caixas de passagem prever que elas possam ser instaladas
em leitos carroçáveis ou nas calçadas, locais estes sujeitos à passagem de veículos
pesados.
Devem ser providas de tampas de ferro fundido com resistência mecânica mínima de
12750 daN, conforme padrão dos Desenhos 40, 41 e 42.
As caixas de passagem da rede de média tensão devem ser exclusivas e nelas não
podem passar cabos da rede de baixa tensão.
No fundo das caixas deve ser deixado um lastro de brita nº 1, com, no mínimo, 100
mm de espessura. Nas dos tipos CP2 e CP3 deve existir um dreno com diâmetro de
250 mm e profundidade de 600 mm, também preenchido com brita.
Na sua chegada nas caixas os dutos devem receber acabamento do tipo "boca de
sino" e com terminal apropriado de PEAD.
Nas caixas tipo CP2 poderão passar, no máximo, dois circuitos secundários e nas do
tipo CP3, exceto nas saídas secundárias de transformadores em pedestal, até três
circuitos. No número de circuitos não devem ser considerados os de IP.
Os cabos devem ser instalados, ao longo das paredes dos poços de inspeção, em leitos
apropriados, confeccionados em aço zincado por imersão a quente, adequadamente
dimensionados em função da quantidade de cabos que deverão acomodar.
Deve ser executada com cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.
Deve ser construída, ao redor do QDP, calçada de concreto com, no mínimo, 600 mm
de largura e caimento adequado de modo a evitar o empoçamento de águas pluviais.
Deve ser executada com cota positiva de 100 mm em relação ao piso acabado.
- endereço;
- demanda provável;
- nome do pretendente à ligação;
- endereço e telefone para contato;
- croqui com a localização, com indicação das coordenadas UTM.
Notas:
1) A CELG D só aceitará materiais e equipamentos novos, de marcas por
ela cadastradas e de acordo com as respectivas especificações técnicas
(CELG D/ABNT).
2) Transformadores, chaves e QDPs deverão ter os seus desenhos de
fabricação submetidos a aprovação prévia da CELG D.
e) Desenhos
Os desenhos das plantas, cortes e vistas, deverão ser feitos em folhas de formato
A1 ou A0, padronizados pela norma ABNT NBR 10068, devidamente plotados,
devendo ser reservado espaço para carimbo de liberação pela CELG D, devendo
ainda ser entregue uma cópia de todo o projeto em meio digital (CD ROM) em
extensão "dwg".
h) Diagrama unifilar
k) Simbologia
l) Legenda
A legenda deverá obedecer aos critérios definidos na ABNT NBR 10068, e ficar
no canto inferior direito do desenho.
m) Responsabilidade Técnica
Notas:
1) O projeto deverá ser apresentado em duas vias de igual teor, das quais
uma será devolvida ao interessado, após análise e liberação.
2) Somente após a apresentação de todos os elementos solicitados a CELG D
analisará o projeto.
As obras somente poderão ser iniciadas após aprovação dos respectivos projetos e
comunicação prévia à CELG D, para que esta possa providenciar o respectivo
acompanhamento pela fiscalização.
Antes do início das obras deve ser encaminhada à CELG D uma cópia das ARTs de
execução, devidamente autenticadas pelo CREA-GO, em nome da empresa
responsável pelas obras e onde constem os profissionais responsáveis, e uma
descrição resumida de todo o serviço a ser realizado, tanto elétrico quanto civil.
Alterações de projeto somente poderão ser efetuadas mediante consulta prévia e após
aprovação pelo setor competente da CELG D.
Caso surjam obstáculos ou situações não previstas em projeto, a fiscalização deve ser
imediatamente comunicada, a solução e todas as providências devidamente
documentadas as quais somente devem ser tomadas em conjunto com o projetista.
As situações não previstas em norma e/ou projeto devem ser resolvidas em conjunto
com as áreas de projeto, construção, operação e manutenção.
Os resultados dos rompimentos dos corpos de prova devem ser repassados à CELG D
para serem analisados e anexados ao processo de recebimento da obra.
Também deve ser feita a medição da resistência de aterramento das malhas de todos
os transformadores e estruturas de transição, a qual deve situar-se dentro dos padrões
estabelecidos nesta norma.
Quando da abertura da ODEX devem ser anexadas ao processo cópias das notas
fiscais de todos os materiais e equipamentos empregados, bem como a respectiva
relação, incluindo quantitativos e preços.
TABELA 1
TABELA 2
Resistência
Capacidade
Ôhmica máx.
Seção de condução de Rca XL
em cc a 20°C
(mm2) corrente (Ω/km) (Ω/km)
(Ω/km)
(A)
70 178 0,268 0,32 0,10
120 240 0,153 0,19 0,10
185 304 0,0991 0,12 0,094
240 351 0,0754 0,094 0,098
TABELA 3
Resistência
Capacidade
Ôhmica máx.
Seção de condução de Rca XL
em cc a 20°C
(mm2) corrente (Ω/km) (Ω/km)
(Ω/km)
(A)
35 140 0,524 0,670 0,162
70 204 0,268 0,343 0,145
120 280 0,153 0,198 0,134
300 465 0,0601 0,0819 0,117
TABELA 5
TABELA 6
TABELA 7
Demanda a ser
Área do lote
considerada
(m2)
(kVA/lote)
Até 600 3,5
601 a 900 5,5
901 a 1200 7
1201 a 2000 10
Maior que 2000 14
Nota:
No dimensionamento dos circuitos secundários considerar 1 kVA adicional em
relação ao considerado no dimensionamento dos transformadores.
TABELA 9
DIMENSÕES DO MANDRIL
6
5
6
4 5
1
6
2
5
QDP
SIMBOLOGIA
1
2
3
4 Barramento de BT
5
6
5
5
6
6 4
5
6 5
4 5
6
1
6
2
5
5
3 3
QDP
Ver nota
SIMBOLOGIA
1
2
3
4 Barramento de BT
5
6
NOTA:
Trechos da rede de dutos, vazios, entre caixas de passagem de circuitos de transformadores diferentes, com possibilidade de
12
13
10
12
3 7
6
SE 1 2
13
9
8 12
4
5 5 13
11
SIMBOLOGIA
1
2
3 Terminal de AT
4
5 Aterramento
6
7
8
9
10 Barramento de BT
11
12
13
2 2
3 8 7 8 8 7 8 3
SE 6 6 6
SE
1 1
4 8 8 4
5 5
8 8
9 5 5 9
10 10
12 12
11 11
13 13 13 13 13 13
14 14 14 14 14 14
SIMBOLOGIA
1
2 Chave faca
3 Terminal de MT
4
5 Aterramento
6
7 Barramento Triplex (BTX)
8
9
10
11 Barramento de BT
12
13
14
7
2 3 2 2
SE 1
8
5
4 7
2
1 7
7
2
8
5
4 7
SIMBOLOGIA
1
2
3 Barramento triplex (BTX)
4
5 Barramento de BT
6
7
8
SE SE
1 1
2
3 3
SIMBOLOGIA
1
2
3 TDC ou TDR
4
5
6
7
SE SE
2
3 3
3
1 1
6 6 6 6
7 7 7 7
2
3 3
6 6 6 6
7 7 7 7
SIMBOLOGIA
1 OBS.:
2 cialmente de SEs diferentes, ou derivados de
barramentos diferentes de uma mesma SE.
3 TDC ou TDR
4
5
6
7
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
625 + h
400
100
50 125 50 125 50
125
400
BT = 1 X 2
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
625 + h
400
100
800
BT = 1 X 3
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
625 + h
400
100
800
BT = 1 X 4
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
850 + h
100
50 125 50 125 50
125
100
50 125 50 125 50
125
400
BT = 2 X 2
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
850 + h
100
125
100 162 125 50 125 50 125 163
800
BT = 2 X 3
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
850 + h
100
800
BT = 2 X 4
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
1075 + h
100
800
BT = 3 X 3
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
400
1075 + h
100
800
BT = 3 X 4
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
1056 + h
800
100
156 19 156 50 156 19
CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11
400
AT = 1 X 2
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
1056 + h
800
100
CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
156
CONFORME ITEM 11
800
AT = 1 X 3
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
800
1312 + h
100
19 156 50 156 19
156
100
19 156 50 156 19
156
CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11
400
AT = 2 X 2
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
PISO ACABADO
h
COLOCAR A 200 mm
DO PISO ACABADO
800
100
TELECOM
1731 + h
100
BT + IP
100
CONDUTOR DE ATERRAMENTO,
CONFORME ITEM 11
800
BT = 4 X n
NOTAS:
e compactado.
e compactar.
Detalhe
2 1
Fase B
Fase A Fase C
1 1
4 3 4
Detalhe
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 9
3 9 Dispositivo de aterramento
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
4 3
Detalhe
Ver Desenho 19
Brita 1
Caixa de
aterramento
CORTE A.A
1 2 2 1
3
6
4
Detalhe A
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6 Dispositivo de aterramento
2 6
3 3
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
4 2
5 12
6 6 Canaleta perfurada 19x38x2400 mm, galvanizada a fogo
7 3 Cantoneira de abas iguais 3/16"x2", galvanizada a fogo
11
1
3 3
4 5
2
2
6
10
7
7
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 9
3 6
4 3
5 3
6 3 Dispositivo de aterramento
7 9 Adaptador para cabo
8 21
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
9 2
10
3 4 3
1
1
5
2 9
2
6
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 6 Dispositivo de aterramento
3 6
4 3
5 6
6 6 Adaptador para cabo
7 18
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
8 2
1 1
3 3
2
7
4
4
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 9
3 6
4 9 Adaptador para cabo
5 18
11
1 3 4
5
7 7
6
10
2
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 3
2 6 Adaptador para cabo
3 3
4 3
5 3
6 3 Dispositivo de aterramento
7 6
8 15
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
9 6
3 3
1
1
5
2 4
2 8
Lista de materiais
Item Quantidade Material
1 6
2 6 Dispositivo de aterramento
3 6
4 3 Adaptador para cabo
5 3
6 12
Conector parafuso fendido para condutor de cobre
7 6
A A
L
Vista Superior
150
V1
Paredes da caixa, em
concreto ou caixa
P
Rebaixo para passagem V2
dos bancos de dutos, nas
quatro faces verticais
Brita
Corte A.A
Notas:
6) A caixa de passagem CP-1 dispensa rebaixo para passagem dos bancos de dutos desde que sejam
CAIXA DE PASSAGEM
DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 79
DESENHO 26
A A
L
Vista Superior
da pista
2
3
1
9
Corte A.A
Notas:
CAIXA DE PASSAGEM EM
DIM.: mm DES.: DT-SNT APROV.:
PISTA DE ROLAMENTO
ESC.: s / esc. VISTO: DATA: DEZ/16
ELAB.: DT-SNT SUBST.: NORMA: NTC-35 REF.: 80
DESENHO 27
A A
2500
1000
Vista Superior
2500
Grelha
Brita 1
2500
Dreno
400 x 400 x 500
Corte A.A
A A
2500
1000
Vista Superior
pista Aro
500
2500
Grelha
Brita 1
2500
Dreno
Corte A.A 400 x 400 x 500
h = 1300
1500
Brita 1
Base 1 Base 1
Vista Frontal Vista lateral
QDP - 1
785 x 320 x h
310
630
QDP - 2
1115 x 320 x h
775
1125
Base 1
Vista Superior
QDP
1445 x 320 x h
310
630
Base 2
Vista Frontal
1105
1455
Base 2 Base 2
Vista Frontal Vista Superior
350
1150
1200
1750
1450
CELG CELG
CELG CELG
AT AT Tampas em AT AT
ferro fundido
Ver Desenho 43
1450 1450
Sentido de
tampas em grelha
Tampas em placas
de concreto
Sentido de
tampas em grelha
A
B
Ver Desenho 36
Detalhe B
5500
Ver Desenho 35
Detalhe A
2200
400x400x500
tampa grelha
Dreno com
A
B
2900
Trilho TR 37
1600
650
700
1717
Trilho TR 37
Duas tampas em grelha
1100x933x100
Ver Desenho 37
500
Detalhe C
122
200 400
717
200
100
800
600
Escada de
acesso
1600
2650
933
2
6, 7 e 8
3, 4 e 5
600
Detalhe A
Legenda:
4) Arruela lisa.
5) Porca sextavada.
7) Arruela lisa.
300
2
210
1 R 300
Detalhe B
Notas:
1 2, 3 e 4
5 5 5
7, 8 e 9
11
22 6
2 6
Detalhe C
3) Arruela lisa.
4) Porca sextavada.
8) Arruela lisa.
700
3
TRAFO
PEDESTAL
A A
QDP
Min. 1000
2
PASSEIO
2000 mm
800
CP3
Meio fio
Notas
X2
X1
X0
350
294
CELG
350
294
BT
580
280
Trava
580
280
Tampa em ferro
fundido
Aro
Notas:
norma EN124:1994.
o peso da mesma.
870
814
CELG
870
814
BT
1100
800
Trava 1100
800
Aro
Notas:
norma EN124:1994.
o peso da mesma.
1070
1014
CELG
870
814
"AT" ou "BT"
1300
1000
Sistema de
da tampa
1100
800
Aro
Tampa em
ferro fundido
Notas:
norma EN 124:1994.
1220
582 582
CELG CELG
614
670
AT AT
1450
1150
600
900
AT AT
Sistema de
das
tampas
Tampas em
ferro fundido
Notas:
norma EN 124:1994.
1350
1150
Tempo em Aro
ferro fundido
CELG
A A
AT
Cavidade para
Vista Superior
Vista Superior
7
1000
Corte A.A
Notas:
3) A tampa deve ter suportabilidade para carga de 12.750 kg, conforme norma EN 124:1994.
da mesma.
52
12 9 10 9 12
12 9 10 9 12 NO FUNDO
A A
52
N1
PLANTA
PLANTA
C=127
C/15 C=66
10 5
C/15
45
50
46
12
10
FURO N3 N1
N2
2X11
4X3
CORTE A-A
5 45
FORMAS
ESC. 1:25
2X2 N1 C/15 C=117
CORTE A-A
ESC. 1:25
TABELA DE FERROS
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 34 9
Peso Total 50 = 9 kg
PAR1 12X122
12
7,5
12X122
12X122
9 40 40 9
3 3
A A
65
10
PAR3
PAR4
7,5
12
PAR2 12X122
PLANTA
50
110
40
20
10
12
12
FURO
CORTE A-A
FORMAS
ESC. 1:25
6
6 6 N2 6
C/15 C=110
6 N1
6 N2
6 N1
C/15 C=98
6
DE FUNDO
ESC. 1:25
FERRO POSITIVO
FERRO NEGATIVO
N4
10
116
110
16
12
6
CORTE B.B
10 N1
98
20
20
10
45
51
6
98
36
12 23
29
6
20
20
10
98
CORTE A.A
A B
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
4X
51
FURO
12
FUNDO A B
TABELA DE FERROS
50 1 6.3 12 98 1176
50 2 6.3 12 110 1320
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 10 8 138 1322
50 2 8 8 138 1322
50 3 6.3 16 116 1856
50 4 6.3 36 118 4248
50 5 6.3 16 84 1344
50 6 6.3 36 36 1296
50 7 6.3 8 258 2064
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 128 32
50 8 11 4
50 10 11 7
Peso Total 50 = 43 kg
PAR1 12X142
12
7,5
12X142
12X142
9 50 50 9
3 3
A A
65
10
PAR3
PAR4
7,5
12
PAR2 12X142
PLANTA
50
130
60
10
20
12
12
FURO
CORTE A.A
FORMAS
ESC. 1:25
6
6 N2
6 C/15 C=130 6
7 N1
7 N2
6 N1
C/15 C=118
6
DE FUNDO
ESC. 1:25
FERRO POSITIVO
FERRO NEGATIVO
A B
51
10.5 10.5
12 59 12
56
23
FURO
N2
12
A B
PAR3=PAR4 2X
12X142
N4
VISTA LATERAL
(Esc. 1:25)
10
130
136
26
12
6
98
10
20
20
10 N1
CORTE B.B
45
51
6
98
56
23
29
12
6
20
20
10
98
CORTE A.A
A B
51
12 20.5 59 20.5 12
56
23
FURO
12
A B N2
PAR1=PAR2 2X
12X142
VISTA LATERAL
N4
(Esc. 1:25)
10
130
136
26
12 6
118 10 N1
10
20
20
CORTE B.B
45
51
6
118
56
23
29
12
6
20
20
10
118
CORTE A.A
TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 185 46
50 8 13 5
50 10 13 8
Peso Total 50 = 59 kg
112.5
PLANTA
90
ESTACA
CORTE A.A
FORMAS
BASE 1
ESC. 1:25
145.5
66
PLANTA
90
ESTACA
CORTE A.A
FORMAS
BASE 1
ESC. 1:25
100
N1
150
30
ESTACAS
2X
ESC. 1:25
TABELA DE FERROS
50 1 8 22 204 4488
50 2 8 28 80 2240
50 3 8 28 --VAR- 4004
ESTACAS (X2)
50 1 8 12 100 1200
60 2 5 14 90 1260
50 3 8 8 80 640
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
60 5 13 2
50 8 126 50
Peso Total 60 = 2 kg
Peso Total 50 = 50 kg
B
C=204
11
C/15 C=VAR
10
C/15
A A
VAR
83
N1
N3
10
2x7
PLANTA
B
4x7
CORTE B.B
C=204
11
C=80
10
C/15
C/15
83
60
N1
N2
10
2x4
4x7
CORTE A.A
ESC. 1:25
159
20
20
10
105
114
159
15
9
20
20
10
159
PAR2 15X120
(Esc. 1:25)
169
20
20
10
VAR
VAR
169
15
9
10
20
20
169
PAR3=PAR4 15X130 2X
(Esc. 1:25)
100
N1
200
30
ESTACAS 4X
DETALHE "Y"
ESC. 1:25
159
20
20
10
20
95
159
124
15
9
10
20
20
159
PAR1 15X130
(Esc. 1:25)
9
10 N3
9 158 9
(145)
C=186
(135)
C/15
168
9 N4
168
9 N4
9 10 N3 C/15 C=176 9
158
9
9
LAJE DE FUNDO
14
(95)
C=137
7 N5 C/15 C=187
14 159 (165) 14
C=89
C/15
11 N6
89
C/15
7 N2 C/15 C=159
11 N1
20
14
TAMPA
ESC. 1:25
FERRO POSITIVO
FERRO NEGATIVO
TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)
50 1 8 11 137 1507
50 2 8 7 159 1113
50 3 8 20 176 3520
50 4 8 18 186 3348
50 5 8 7 187 1309
50 6 8 11 89 979
CANTO (X4)
50 2 10 16 114 1824
50 3 8 48 99 4752
ESTACAS (X4)
50 1 8 24 100 2400
60 2 5 28 90 2520
50 3 8 16 80 1280
PAR1
50 1 10 2 199 398
50 2 8 2 199 398
50 3 8 9 280 2520
50 4 8 14 179 2506
PAR2
50 1 10 2 199 398
50 2 8 2 199 398
50 3 8 9 260 2340
50 4 8 12 179 2148
PAR3=PAR4 (X2)
50 1 10 4 209 836
50 2 8 4 209 836
50 3 8 20 --VAR- 5600
50 4 8 28 189 5292
VIGA
50 1 6.3 10 94 940
50 2 8 5 179 895
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
60 5 25 4
50 6.3 9 2
50 8 431 173
50 10 35 22
Peso Total 60 = 4 kg
Peso Total 50 = 197 kg
VIGA "1"
(Esc. 1:25)
159 CANTO 4X
5 N2 C=179 (Esc. 1:25)
10
10
5
15
PAR4
15
PAR2
15
45
9
10 45
N2
22
25
12
10
15
10 N1 C/15 C=94
55
PAR1 15X130
15
25
30
15X120
15X120
5 15
VIGA "1"
15X30
10 5 135 5 10
PAR3
PAR4
70
10 5
PAR2 15X120
PLANTA BAIXA
VER DESENHO 43
15 5 10
20
VIGA "1"
95
15
CORTE A.A
CANTO CANTO
15
PAR1 15X280
25
15 25 200 25 15
15X280
15X280
R
50
15
200
PAR4
PAR3
125 125
A A
25
15
PAR2 15X280
CANTO CANTO
PLANTA
PISTA DE ROLAMENTO
VER DESENHO 44
50
DETALHE 1
15
15 100 15
PAR3
250
PAR1 PAR4
15 15
LASTRO DE CONCRETO
5
MAGRO C15
50
CORTE A.A
ESC. 1:50
9
2 N1
9 9
(25)
196
9
9
(200)
(25) (25)
(200)
C=294
C=214
C/12
C/20
2 N1
DE FUNDO (NEGATIVA)
196
276
196
ESC. 1:25
N2
2 N1
17
9 17 N2 C/12 C=294 9
276
9
9
(25)
9 2 N1 9
196
9
9
(25)
2 N1
9 195 9
9
9
(200)
(25) (25)
10 N2 C/20 C=293
9
C=213
275 9
C=293
C/20
2 N1
DE FUNDO (POSITIVA)
195
195
ESC. 1:25
C/20
275
2 N1
N2
(200)
10
9
(25)
9
2 N1
9 195 9
9
PAR4
C=148
PAR2
50
C/20
59
N1
55
9
55
19
15
CANTO 4X
(Esc. 1:25)
DETALHE 1
ESC. 1:10
274
20
20
15
10
250
274
274
10
15
9
30
30
274
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
(Esc. 1:25) 15X280 4X
9
9
9
(100)
7 N2
5 N1
9 273 9
(75)
(75)
5 N1
273
20
=1
C
(100)
(100)
3
N
8
2X
9 9 9 7 N2 9
7 N2
C=291
C/15
9
273
(75)
5 N1
7 N2
9
9
9
TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)
50 1 8 8 214 1712
50 2 8 34 294 9996
50 1 8 8 213 1704
50 2 8 20 293 5860
50 1 8 20 291 5820
50 2 8 28 --VAR- 8176
50 3 8 16 120 1920
CANTO 50 2 10 16 274 4384
X4 50 3 8 112 99 11088
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 12.5 12 334 4008
50 2 10 8 314 2512
50 3 8 52 580 30160
50 4 8 96 294 28224
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 8 1047 419
50 10 69 43
50 12.5 40 40
Peso Total 50 = 502 kg
CANTO CANTO
15
PAR1 15X280
25
15 25 200 25 15
15X280
15X280
R
50
15
200
PAR4
PAR3
125 125
A A
25
15
PAR2 15X280
CANTO CANTO
PLANTA
PISTA DE ROLAMENTO
VER DESENHO 44
50
DETALHE 1
15
15 100 15
PAR3
250
PAR1 PAR4
15 15
LASTRO DE CONCRETO
5
MAGRO C15
50
CORTE A.A
ESC. 1:50
9
2 N1
9 9
(25)
196
9
9
(200)
(25) (25)
(200)
C=294
C=214
C/12
C/20
2 N1
DE FUNDO (NEGATIVA)
196
276
196
ESC. 1:25
N2
2 N1
17
9 17 N2 C/12 C=294 9
276
9
9
(25)
9 2 N1 9
196
9
9
(25)
2 N1
9 195 9
9
9
(200)
(25) (25)
10 N2 C/20 C=293
9
C=213
275 9
C=293
C/20
2 N1
DE FUNDO (POSITIVA)
195
195
ESC. 1:25
C/20
275
2 N1
N2
(200)
10
9
(25)
9
2 N1
9 195 9
9
PAR4
C=148
PAR2
50
C/20
59
N1
55
9
55
19
15
CANTO 4X
(Esc. 1:25)
DETALHE 1
ESC. 1:10
274
20
20
15
10
250
274
274
10
15
9
30
30
274
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4
(Esc. 1:25) 15X280 4X
9
9
9
(100)
273
9
9 5 N1
7 N2
(75)
(75)
5 N1
273
9
(100)
(100)
DA TAMPA
9 ESC. 1:25
9 7 N2 9 7 N2 9
C=291
C/15
9
273
(100)
273
7 N2
9 5 N1 9
(75)
9
9
9
TABELA DE FERROS
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
(cm) (cm)
50 1 8 8 214 1712
50 2 8 34 294 9996
50 1 8 8 213 1704
50 2 8 20 293 5860
50 1 8 20 291 5820
50 2 8 28 --VAR- 8176
CANTO 50 2 10 16 274 4384
X4 50 3 8 112 99 11088
DETALHE 1
50 1 6.3 19 148 2812
50 2 8 32 400 12800
PAR1=PAR2=PAR3=PAR4 (X4)
50 1 12.5 12 334 4008
50 2 10 8 314 2512
50 3 8 52 580 30160
50 4 8 96 294 28224
COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
50 6.3 28 7
50 8 1155 462
50 10 69 43
50 12.5 40 40
Peso Total 50 = 553 kg
9
9 9
(25)
9
9
(238)
(55)
(115)
243
9 12 N4 C/20 C=341 9
40 40
231
2 N1
C=536
2 N1
C/20
518
4 N6
C=591
(25) (25)
2 N3
9
9
9 C/20
573
9
9
9
(223)
7 N2
243
9 12 N4 C/20 C=341 9
40 40
C=249
2 N1
C/20
231
(55)
2 N1
(115)
(25)
9
(25)
9
3 N5
(25)
9
9 164 9
(25)
3 N3 C/10 C=182
9
9
(238)
(25) (25)
(170)
2 N1 (55)
2 N1
232
232
244 9
9
24 N4 C/10 C=262
9
9
9 164 9
(25)
3 N3 C/10 C=182
9
9
C=537
C=592
(223)
(25) (25)
C/20
C/20
519
574
C=250
4 N6
7 N2
2 N1
C/20
232
232
(170)
2 N1
(55)
9 244 9
24 N4 C/10 C=262
9
9
9
(25)
9 C/10 C=182 9
3 N5
9
9
299
2X
PAR3=PAR4
(Esc. 1:25)
15X305
20 30
290
15
244
244
20 30
10
10
244
9
299
2X
PAR1=PAR2
(Esc. 1:25)
15X305
20 30
290 15
564
564
10
10
20 30
564
15
15
PAR1 15X305
25
25
15
15X305
40
15X305
40 15 207.5 25 237.5 25
15 15
15
170
220
100
550
PAR3
PAR4
A 25 A
25
15
15
PAR2 15X305
Detalhe "K" Detalhe "K"
PLANTA DA LAJE DE FUNDO
ESC. 1:50
15 85 52 52 52 52 52 52 52 85 15
2 2 2 2 2 2 2 2
290
DETALHE "Z"
35
CORTE A.A
ESC. 1:50
15
(Esc:1/25)
6
A
POS. QUANT. COMPRIMENTO
(mm) UNIT. TOTAL
DIM.:
ESC.:
(cm) (cm)
2x3
6
mm
N2
15
50 1 8 8 250 2000
s / esc.
50 2 8 7 592 4144
ELAB.: DT-SNT
50 3 8 6 182 1092
40
50 4 8 48 262 12576
61
N2
15 50 15 40 15 50 5 8 3 182 546
(Esc. 1:25)
PLANTA
50 6 8 4 537 2148
C/20
DETALHE "Z"
CORTE A.A
15
VISTO:
50 1 8 8 249 1992
SUBST.:
50 2 8 7 591 4137
C=151
50 3 8 4 181 724
50 4 8 24 341 8184
DES.: DT-SNT
50 5 8 3 126 378
50 6 8 4 536 2144
4X9 N3 C/20 C=76
A
DETALHE "K" (X4)
7 7 50 1 8 60 99 5940
62 50 2 10 16 299 4784
50 3 10 148 109 16132
APROV.:
DETALHE "Z"
50 1 8 12 141 1692
50 2 8 6 151 906
DATA: DEZ/16
50 3 8 36 76 2736
PAR1=PAR2 (X2)
PAR2
DESENHO 73
55
55
50 2 10 4 604 2416
50 3 8 108 630 68040
(Esc. 1:25)
PAR4 50 4 10 144 584 84096
NORMA:
PAR3=PAR4 (X2)
DETALHE "K"
4X
50 1 12.5 6 304 1824
9 50 2 10 4 284 1136
45 50 3 8 22 630 13860
NTC-35
50 4 8 72 264 19008
45 PLACAS (X7)
50 1 6.3 42 275 11550
50 2 6.3 98 48 4704
REF.:
(270) COMPR. PESO
(mm) (m) (kg)
14 N2
50 6.3 163 41
(52)
7X
C/ 20 C=48
265 50 10 1086 684
50 12.5 56 56
127
DESENHO 74
NOTAS:
1) JUNTAS DE CONCRETAGEM
2) PLANO DE CONCRETAGEM
Geral : 3,0 cm
4) CONCRETO
SUBST.:
DES.: DT-SNT
APROV.:
A
DATA: DEZ/16
Notas:
Furo
DESENHO 75
NORMA:
A
NTC-35
DUTO (mm) MANDRIL (mm)
D
REF.:
129
DESENHO 76
Barramentos para os
condutores das fases
Ver detalhe 1
Vista Superior
barramentos
os ramais
Vista Lateral
Barramento Isolado
Existente Projetado
Transformador em Pedestal
CH-250 A CH-250 A
NH-100 A NH-100 A
Existente Projetado
Emenda Reta 15 kV
Indicador de defeito
Aterramento
Para-raios em poste
2 2
FONTE CARGA FONTE CARGA
3,3 3,3
3 3
FONTE CARGA FONTE CARGA
Indica RETIRAR
Indica INSTALAR