Processos Estacionários em Econometria
Processos Estacionários em Econometria
Março 2011
yt = ut + dt ,
em que
1 ut e dt não são correlacionados;
Theorem
1
Modelo FAC
θ j + θ j +1 θ 1 + θ j +2 θ 2 + + θ q θ q j
MA (q ) ρj = q , j = 1, 2, . . . , q
∑j =0 θ 2j
AR (1) ρj = φj , j = 1, 2, . . . .
AR (p ) ρj = φ1 ρj 1 + φ2 ρj 2 + + φp ρj p, j = 1, 2, . . .
8 (1 +φ1 θ 1 )(φ1 +θ 1 )
>
< ρ1 = 1 +θ 21 +2φ1 θ 1
ARMA (1, 1)
>
:
ρj = φ1 ρj 1 = φj1 1 ρ1 , j > 1.
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno () Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 5 / 90
Função de Autocorrelação - FAC: continuação
A Figura 1 mostra o grá…co das observações amostrais de modelos
simulados.
FAC - AR(2) FACP - AR(2)
1.0 0.8
0.5 0.4
0.0
0.0
-0.4
-0.5 -0.8
-1.0 -1.2
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
yt = φj ,1 yt 1 + φj ,2 yt 2 + + φj ,j yt j + et , j = 1, 2, . . . ,
em que et é um erro.
Remark
Na prática, Enders (2009) sugere calcular a função de autocorrelação
parcial até j = T4 , em que T é o tamanho da amostra.
0.5 0.4
0.0
0.0
-0.4
-0.5 -0.8
-1.0 -1.2
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
n ρ2j
b
Q = T (T + 2) ∑
d
! χ2n ,
j =1 T j
d
em que ! χ2n indica convergência em distribuição.
Se uma das autocorrelações for diferente de zero, há evidência de
existência de um modelo ARMA (p, q ).
Se estimado o modelo, e os resíduos obtidos não apresentarem mais
evidência de autocorrelação usando essa estatística, o modelo estará
bem estimado.
Na prática: Identi…ca-se o modelo por meio da FAC e FACP; depois
usa-se a estatística de Ljung-Box sobre os resíduos estimados. Se a
nula é rejeitada, adicionam-se novas defasagens e repete-se o processo
de veri…cação de resíduos.
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno () Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 13 / 90
Critério de informação
Método alternativo de identi…car um ARMA(p, q ).
Para cada regressor adicional, a soma dos quadrados dos resíduos não
vai aumentar e pode diminuir. Mas, a redução se dá às custas de
mais regressores.
Idéia: balancear a redução dos erros e o aumento do número de
regressores.
O critério de informação associa uma penalidade ao aumento do
número de regressores. Se a penalidade for menor do que a
diminuição da soma de resíduos, o regressor adicional deve ser
incorporado ao modelo.
O critério de informação minimiza uma função baseada nos resíduos,
penalizada pelo número de regressores.
Além disso, é comum dois ou mais modelos possíveis gerando resíduos
cujos testes indiquem ser um ruído branco. O melhor modelo será o
mais parcimonioso. Por quê? O modelo com menor número de
parâmetros deverá gerar menos imprecisão de estimativas.
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno () Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 14 / 90
Critério de informação: continuação
b 2 ( T ) + cT ϕ ( T ) ,
C = ln σ
em que
b2 (T ) = T 1 ∑Tt=1 bε2t é a variância estimada dos resíduos;
σ
cT representa o número de parâmetros estimados;
ϕ (T ) é a ordem do processo, que penaliza a falta de parcimônia.
O número de observações, T , é invariante ao número de parâmetros
estimados, logo é necessário comparar séries com o mesmo número de
observações.
bBIC
p bHQ
p bAIC ,
p
FOC:
T
(yt c φ 1 yt 1) ∑Tt=2 yt T
b 1 ∑ t =2 t 1 .
y
[c ] : ∑ σ2
= 0 =) b
c=
T 1
φ
T 1
t =2
T
(yt c φ 1 yt 1 ) yt 1
[ φ1 ] : ∑ σ2
= 0 =)
t =2
b1 = ∑Tt=2 yt yt 1 b c ∑Tt=2 yt 1
φ .
∑Tt=2 yt2 1
T 1 T
(yt c φ1 yt 1 )2 T
bε2t
σ2 :
2σ2
+ ∑ 2σ4
b2 =
= 0 =) σ ∑T 1
.
t =2 t =2
∑T T ∑T
t =2 y t y t ∑T T
t =2 y t ∑ t =2 y t
t =2 y t ∑ t =2 y t
1 1
∑Tt=2 yt yt 1 T 1
1
T 1 (T 1 )2
= 2 = 2
=
(∑Tt=2 yt 1 ) ∑T 2
t =2 y t ∑Tt =2 y t 1
∑Tt=2 yt2 1
1
T 1 T 1 T 1
cov (yt , yt 1 )
= .
var (yt 1 )
Estimador da variância:
T
bε2t T
bε2t
b2 =
σ ∑T 1
6= ∑T 2
= s2.
t =2 t =2
Modelo estimado:
yt = µ + ut ;
ut = φut 1 + εt .
Note que o modelo pode ser sintetizado num AR (1) da seguinte forma:
yt = µ + φut 1 + εt .
Como ut 1 = yt 1 µ, tem-se:
yt = µ + φ (yt 1 µ) + εt =
= µ (1 φ) + φyt 1 + εt = c + φyt 1 + εt .
c
Como µ = 1 φ, é claro que µ (1 φ) = c.
IPCAt = 0, 613 + ut ;
(0,130 )
ut = 0, 801ut 1 + εt .
(0,049 )
σ = 0.311
yt = εt + θεt 1.
Fixam-se os valores iniciais dos erros à sua esperança incondicional:
ε0 = 0. Erros em função da variável observada:
ε1 = y1 θε0 = y1 ;
ε2 = y2 θε1 = y2 θy1 ;
ε3 = y3 θε2 = y3 θ (y2 θy1 ) ;
..
.
t 1
εt = ∑( θ )i yt i .
i =0
A função de verossimilhança condicional a maximizar:
!2
T t 1
T 1
l (Ψ) =
2
ln 2πσ2
2σ2 ∑ ∑( i
θ ) yt i
t =1 i =0
ε0 = ε 1 = =ε q +1 = 0.
e maximiza-se:
T
T ε2t
ln f (yT , yT 1 , . . . , y1 jy0 , ε0 ; Ψ) =
2
ln 2πσ2 ∑ 2.
t =1 2σ
εp = εp 1 = = εp q +1 =0
e maximiza-se:
b 1
Ψ Ψ0 N 0, (T I) ,
em que
b é o parâmetro estimado;
Ψ
Ψ0 é o verdadeiro parâmetro;
I é a matriz de informação, que pode ser estimada de duas formas
distintas.
1 ∂l (Ψ)
Jdd = T 0 .
∂Ψ∂Ψ b
Ψ=Ψ
Com isso, tem-se que
1
b b
0 ∂l (Ψ)
E Ψ Ψ0 Ψ Ψ0 ' TT 1
0 =
∂Ψ∂Ψ Ψ=Ψb
1
∂l (Ψ)
= 0 .
∂Ψ∂Ψ b
Ψ=Ψ
em que
g Ψb = ∂ ln f (yt jyt 1 ,yt 2 ,...,y 1 ;Ψ )
.
∂Ψ
Com isso, tem-se que
" # 1
0 T 0
b
E Ψ Ψ0 b
Ψ Ψ0 ' TT 1
∑ gt b
Ψ gt b
Ψ =
t =1
" # 1
T 0
= ∑ gt b
Ψ gt b
Ψ .
t =1
∂l (Ψ) T
(yt c φ1 yt 1)
[c ] : = ∑ .
∂c t =2 σ2
∂l (Ψ) T
(yt c φ1 yt 1 ) yt 1
[ φ1 ] : = ∑ .
∂φ1 t =2 σ2
2
∂l (Ψ) T 1 T
(yt c φ1 yt 1)
σ2 :
∂σ2
=
2σ 2
+ ∑ 2σ4
.
t =2
∂2 l ( Ψ )
A idéia agora em encontrar ∂Ψ∂Ψ0 . Lembrando que na amostra há T 1
observações, isto é dado por:
2 ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ )
3
∂c 2 ∂c ∂φ ∂c ∂σ2
∂l (Ψ) 6
6 ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ ) 7
7=
(T 1) Jdd = 0 = 4 ∂φ∂c ∂φ2 ∂φ∂σ2 5
∂Ψ∂Ψ b
Ψ=Ψ ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ ) ∂2 l ( Ψ )
∂σ2 ∂c ∂σ2 ∂φ ∂σ4
2 3
T 1 ∑Tt=2 yt 1 ∑Tt=2 σεt2
1 6 T ε y 7
= 4 ∑t =2 yt 1 ∑Tt=2 yt2 1 ∑Tt=2 t σt2 1 5.
σ2 εt y t ε2t
∑Tt=2 σεt2 ∑Tt=2 σ2
1 T 1
2σ2
+ ∑Tt=2 σ4
1 h bε2t 1
i0
gt = bεt bεt yt 1 .
b2
σ 2bσ2 2
Logo
T 0
(T 1) Jfoc = ∑ gt b
Ψ b
gt Ψ =
t =2
0 1
T
bεt h i
1 B bεt yt C bε2t
= 4
b
σ
∑ @ 2
bεt
1 A bεt bεt yt 1 2bσ2
1
2
=
t =2 1
2bσ2 2
0 1
bε3t bεt
bε2t bε2t yt1
T B 2bσ2 2 C
1 B bε2 y bε3t yt 1 bεt yt C
∑B
2 2
= t t 1 bεt yt 1 1
C.
σ2 2
b4
σ t =2 @ 3
bεt bε3t yt 1
2b
bε2t
2 A
bεt bεt yt 1 1
2bσ2 2 2bσ2 2 2bσ2 2
Kernel K (u )
ε2
exp 2
Gaussiana p
2π
15 2
Biponderada 16 1ε2 I (jεj < 1)
Triangular (1 jεj) I (jεj < 1)
3 ε2 p
4 1 5
Epanechnikov p
5
I j ε j < 5
Example
Na Figura 3 dos resíduos, o kernel é triangular:
1.6
1.2
0.8
0.4
0.0
-0.5 0.0 0.5 1.0 1.5
H0 : E (εst )3 = 0 ^ E (εst )4 = 3
H1 : E (εst )3 6= 0 _ E (εst )4 6= 3.
Teste:
H0 : β1 = β2 = = βh = 0
H1 : β1 6= 0, ou β2 6= 0, ou ou βh 6= 0.
tal que
d
LMh = T R 2 ! χ2h .
Teste:
H0 : β1 = β2 = = βh = 0
H1 : β1 6= 0, ou β2 6= 0, ou ou βh 6= 0.
tal que
d
ARCH LMh = T R 2 ! χ2h .
h d
RESETh = 2 ! F (h, T K h) ,
∑T
t =1 b
υt
T K h
em que K é a dimensão de xt .
Na prática, h = 1 ou 2 é su…ciente para detectar possíveis problemas
de especi…cação.
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno () Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 45 / 90
Exemplo
Em seguida, estime:
h
bεt = c + βyt 1 + ∑ ϕj ybtj +1 + υt , h = 2.
j =1
(∑148 ε2t
t =1 b ∑148 υ2t )
t =1 b
2 d
RESET2 = 2 ! F (2, 144) ;
∑148
t =1 b
υt
148 2 2
14.31838 13.76587
2
RESET2 = 13.76587
= 2, 8898.
144
A esse valor, não se rejeita a nula a 5%, mas rejeita-se a 10%, pois nesse
caso o nível de signi…cância pode ser calculado em 5.88%.
Outros testes comuns para diagnosticar resíduos são: teste de Chow para
estabilidade, análise recursiva, teste CUSUM, etc.
Exemplo de AR (1):
yt +1 = c + φyt + εt +1 .
Logo:
Et (yt +1 ) = c + φyt = yt +1 ε t +1 ;
Et (yt +2 ) = c + φEt (yt +1 ) = c + φ (c + φyt ) ;
..
.
h 1
Et (yt +h ) = c ∑ φi 1
+ φh yt .
i =1
et (1) = yt +1 Et (yt +1 ) = εt +1 ;
et (2) = yt +2 Et (yt +2 ) = c + φyt +1 + εt +2 c φEt (yt +1 ) =
= φεt +1 + εt +2 ;
et (3) = yt +3 Et (yt +3 ) = c + φyt +2 + εt +3 c φEt (yt +1 ) =
= εt +3 + φεt +2 + φ2 εt +1 ;
..
.
et (h ) = yt +h Et (yt +h ) =
= εt +h + φεt +h 1 + φ2 εt +h 2 + + φ h 1 ε t +1 .
= σ 2 1 + φ2 + φ4 + + φ 2 (h 1)
.
∑
2
c φi 1
+ φh yt 2σ 1 + φ2 + φ4 + + φ 2 (h 1)
.
i =1
Remark
Ficam fora da amostra as últimas 50 observações. Comparam-se os
resultados entre o modelo degenerado, equivocado e denotado por MA
((2)), e o MA (2) convencional.
MA ((2)) MA (2)
Dinâmico Estático Dinâmico Estático
MSE 1, 316 1, 131 1, 330 1, 094
MAE 1, 084 0, 964 1, 091 0, 908
MAPE 193, 35% 119, 96% 193, 15% 129, 11%
Remark
A cada novo recálculo de parâmetros, aumenta-se uma observação na
amostra. Uma variante do procedimento, portanto, seria manter a amostra
constante, suprimindo a última observação usada no recálculo anterior.
Nesse caso, a cada regressão usa-se o mesmo número de observações. Isto
é estime
yt = φT +s yt 1 + εt , t = s, 2, . . . , T + s
T +s
b T +s e b
e obtenha φ θ . Em seguida, obtenha a previsão h-passos a frente:
bT +s ybT +s +h
ybT +s +h = φ 1, s = 1, 2 . . . , H h.
Considere:
yj = α + βb
yj + uj , j = T + h, T + h + 1, . . . , T + H. (1)
Teste
α = 0^β = 1 α 6= 0 _ β 6= 1.
Na hipótese de existerem dois modelos alternativos em que não se rejeita o
teste de hipótese conjunta, seleciona-se aquele cuja variância dos erros é a
menor.
d
DM = q N (0; 1) .
var d
Remark
Esse teste não pode ser aplicado entre modelos que estão contidos um no
outro. Por exemplo, não se pode aplicar esse teste para distinguir um
AR (1) de um ARMA(2, 1), pois o AR (1) está contido no ARMA,
bastando para isso restringuir o segundo coe…ciente auto-regressivo e o
coe…ciente de médias móveis a zero. Se um modelo está contido no outro,
a distribuição da estatística se altera.
Essa nova variável deve ter média nula. Então, pode-se testar o
modelo regredindo zj contra uma constante.
Se a nula for rejeitada, conclui-se que a previsão deve ser feita com o
modelo B; do contrário, é melhor usar o modelo A.
Se houver correlação serial em zj , usa a matriz robusta de
Newey-West.
yt +h = ch + φh (L) yt + ω h (L) ft + εt +h ,
Pt Pt
Mês/Ano Pt rt % = 100 ln Pt 1 Rt % = 100 Pt 1 1
10/06 223
11/06 223 0, 00 0, 00
12/06 192 14, 97 13, 90
01/07 190 1, 05 1, 04
02/07 195 2, 60 2, 63
03/07 167 15, 50 14, 36
04/07 156 6, 81 6, 59
05/07 142 9, 40 8, 97
06/07 160 11, 93 12, 68
Média µ= 4, 15% R = 3, 69%
Desvio-padrão
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno ()
σ = 8, 74%
Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 65 / 90
Previsão de retornos
Example
A tabela permite calcular a média geométrica histórica e a média
aritmética:
0,0415
G 1 = eµ 1=e 1= 4, 07%;
σ2
A 1 = exp µ+ h 1= 3, 70%
2
Example
Temos 8 observações de retornos e podemos usá-las para prever os
próximos 4 meses, isto é, h = 4.
h
1+R 1 = (1 0, 0369)4 1= 13, 98%;
0,0415 4
e µh 1 = e 1= 15, 30%;
σ2
A 1 = exp µ+ h 1=
2
0, 08742
= exp 0, 0415 + 4 1= 13, 99%.
2
Example
Finalmente, pode-se usar o modelo ponderando-se as estimativas, dado
que k = 1 Th = 0, 5:
σ2
Ak G 1 k
1 = exp µh + hk 1=
2
0, 08742 1
= exp 0, 0415 4+ 4 1= 14, 65%.
2 2
800,000
700,000
600,000
500,000
400,000
300,000
200,000
100,000
95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05
Período
xt = Ct Tt .
[ Tq j ]
∑m =0 zmq +j
vj = h i , j = 1, 2, . . . , q,
T j
q + 1
T j 100 1
= = [8, 25] = 8.
q 12
T j 100 5
= = [7, 91666] = 7.
q 12
vj
vj = s q
,
q
∏ vj
j =1
ymq +j T j
smq +j = , m = 0, 1, 2, . . . , , j = 1, 2, . . . , q.
vj q
800,000
700,000
600,000
500,000
400,000
300,000
200,000
100,000
95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05
Série Original
Série Dessazonalizada
(1 α) xt 1 = α (1 α) yt 1 + α (1 α)2 yt 2 + α (1 α)3 yt 3 + α (1 α )4
xt = αyt (1 α) xt 1.
xt +1 = αyt +1 (1 α) xt =)
xt +1 = xt + α (yt +1 xt ) .
Nesse padrão:
xt +2 = xt +1 + α (yt +2 xt +1 ) =
= xt + α [(yt +2 xt +1 ) + (yt +1 xt )] .
Logo:
k 1
xt +k = xt + α ∑ (yt +j +1 xt +j ) .
j =0
Numa série estacionária, ∑kj =01 (yt +j +1 xt +j ) ' 0, mesmo para valores
baixos de k. Considerando simplesmente que xt +k = xt , para todo k > 0,
a previsão de yT +k será dada por xT .
Rodrigo De Losso da Silveira Bueno () Capítulo 3: Processos Estacionários Março 2011 78 / 90
SUAVIZAÇÃO: Previsão
Duplo EWMA
zt = αxt + (1 α) zt 1.
αk αk
prev (yT +k ) = 2+ xT 1+ zT =
1 α 1 α
αk
= (2xT zT ) + (xT zT ) ,
1 α
α
interpretando-se (2xT zT ) como intercepto e 1 α (xT zT ) como
inclinação.
800,000
700,000
600,000
α = 0,15
500,000
400,000
300,000
200,000
100,000
95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06
xt = αyt + (1 α) (xt 1 + zt 1 )
zt = β (xt xt 1 ) + (1 β) zt 1 ,
prev (yT +k ) = xT + zT k.
xt = α (yt ct q ) + (1 α) (xt 1 + zt 1)
zt = β (xt xt 1 ) + (1 β) zt 1
ct = γ (yt xt ) + (1 γ ) ct q.
Conseqüentemente:
prev (yT +k ) = xT + zT k + cT +k q.
yt = φ4 yt 4 + εt .
i
A FAC desse modeloé tal que: ρi = (φ4 ) 4 , quando 4i for um número
inteiro, exibindo assim um padrão de decaimento exponencial em
defasagens múltiplas de 4. A FACP vai apresentar correlação parcial
diferente de zero somente na defasagem 4.
Para:
yt = εt + θ 4 εt 4 ,
a FAC é truncada na defasagem 4, e a FACP tem decaimento sazonal nas
defasagens múltiplas de 4.
.6
.4
.2
.0
-.2
-.4
-.6
-.8
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24
FAC FACP
Testes de Autocorrelação
Defasagem 1 6 12 18 19 24
FAC 0, 001 0, 066 0, 406 0, 070 0, 040 0, 175
FACP 0, 001 0, 007 0, 047 0, 052 0, 009 0, 021
Q 0, 0002 308, 44 553, 52 601, 13 601, 97 646, 26
indica signi…cância a 1%
0 .4
0 .2
0 .0
-0 .2
-0 .4
-0 .6
-0 .8
-1 .0
2 4 6 8 10 12 14 16 18
FAC FACP
Testes de Autocorrelação
Defasagem 1 6 12 18 24
FAC 0, 80 0, 08 0, 02 0, 07 0, 03
FACP 0, 80 0, 04 0, 11 0, 03 0, 04
Q 100, 35 218, 21 220, 30 229, 49 242, 73
indica signi…cância a 1%
(1 φ1 L) 1 φ4 L4 yt = (1 + θ 1 L) εt =)
yt = φ1 yt 1 + φ4 yt 4 + φ1 φ4 yt 5 + εt + θ 1 εt ;
(1 φ1 L) yt = (1 + θ 4 L) 1 + θ 1 L4 εt =)
yt = φ1 yt 1 + εt + θ 1 εt + θ 4 εt 4 + θ 1 θ 4 εt 5 .
.4
.2
.0
-.2
-.4
-.6
2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28
FAC FACP