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Matemática: Fundamentos e Aplicações

O documento apresenta os principais conceitos e simbologia utilizados em conjuntos, incluindo pertinência, inclusão, união, interseção e diferença. Explica como interpretar a linguagem de conjuntos e fornece exemplos para ilustrar cada conceito.
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Matemática: Fundamentos e Aplicações

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Matemática

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dos conceitos.
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9.610/1998 e punido pelo art. 184
do Código Penal.
Sumário

Capítulo 1 – Conjuntos, 9
1. Simbologia, 9
2. Triângulo de Pascal, 11
3. Triângulo de Pascal – Aplicações, 12
4. Triângulo de Pascal e Análise Combinatória, 13
5. Triângulo de Pascal – Números Figurados, 14
6. Sequência de Fibonacci, 16
7. Diagramas de Venn, 18
8. Diagramas – Dicas de Resolução, 22
9. Conjuntos – Resolução por Exclusão ou Inclusão, 23
10. Conjunto – Resolução por Sistemas Lineares, 25
11. Princípio das Gavetas de Dirichlet, 26

Capítulo 2 – Conjuntos Numéricos, 28


1. Conjuntos Numéricos, 28
2. Números Naturais, 29
3. Contagem de Algarismos, 30
4. Quantas Vezes o Número 1 Aparece de 1 a 1.000?, 31
5. Operações e Propriedades dos Números Naturais, 31
6. Quadro Posicional, 32
7. Sudoku, 33
8. Números Inteiros, 34
9. Operações de Números Inteiros, 35
10. Múltiplos de um Número, 36
11. Divisibilidade, 38
12. Divisibilidade e Aplicação, 39
13. Divisibilidade por 11 e 13, 41
14. Divisibilidade – Questões de Prova, 42
15. Números, 43
16. Números Primos, 44
17. MMC e MDC – Conceito, 45
18. Definição de MMC e MDC, 46
19. MMC e MDC – Resolução de Questões, 47
20. Números Racionais, 48
21. Dízimas Periódicas, 50
22. Números Racionais: Dica Útil, 51
23. Potenciação – I, 53
24. Potenciação – II, 54
25. Radiciação, 55

Capítulo 3 – Sistema Legal de Medidas, 57


1. Nomenclatura do Sistema Legal de Medidas, 57
2. Unidades de Medidas, 58
3. Unidades de Medidas – Aplicação, 59

Capítulo 4 – Matemática Comercial, 61


1 Razão, 61
2. Velocidade Relativa, 63
3. Conceito de Escala, 64
4. Proporção – Sistemas de Cotas, 65
5. Cotas x Juros, 66
6. Sistema de Cotas e Fracionários, 67
7. Grandeza Diretamente e Inversamente Proporcional, 68
8. Resolução de Questões – Grandezas, 70
9. Regra de Três, 70
10. Problema das Torneiras, 72
11. Porcentagem e Conceitos Básicos, 73
12. Aumento e Descontos Sucessíveis, 74
13. Resolução de Questões – Porcentagem, 75
14. Custo e Venda, 78
15. Parcelas Iguais – Com ou Sem Entrada, 79
16. Taxas, Reajustes e Índices Inflacionários, 79
17. Porcentagem – II, 81
18. Juros Simples, 81
Capítulo 5 – Matemática Financeira, 83
1. Rendas Certas e Anuidades – Aspectos Introdutórios, 83
2. Valor Atual das Rendas, 85
3. Valor Atual das Rendas – Antecipada, 86
4. Valor Atual das Rendas – Diferida, 87
5. Montante de Renda, 88
6. Rendas Certas e Anuidades – Questões, 89
7. Amortizações – Aspectos Introdutórios, 90
8. Sistema de Amortização Francês – SAF, 92
9. Sistema de Amortização Constante – SAC, 93
10. Sistema Price, 94
11. Sistema de Amortização Americano – SAA, 95
12. Amortizações – Questão I, 95
13. Amortizações – Questão II, 96
14. Taxa Interna de Retorno, 96
15. Introdução aos Juros Compostos, 98
16. Montante, 99
17. Questões de Concurso, 100
18. Questões de Concurso – Continuação, 100
19. Taxas Equivalentes, 101
20. Taxas Equivalentes – Questões de Concurso, 102
21. Taxas Equivalentes – Fórmulas, 102
22. Taxas Nominal e Efetiva, 103
23. Taxas Nominal e Efetiva – Exercícios, 104
24. Taxas Nominal, Equivalente e Efetiva, 104
25. Convenção Linear e Exponencial, 104
26. Questões de Juros Compostos e Valor Atual, 105
27. Desconto Composto – Racional, 106
28. Desconto Composto – Comercial, 107
29. Equivalência de Capitais e Juros Compostos, 108
30. Exercícios de Juros Compostos, 109
31. Taxa Efetiva e Exercícios, 109

Capítulo 6 – Sistemas e Equações de 1º e 2º Graus, 111


1. Equações de 1º e 2º Graus – Parte I, 111
2. Equações de 1º e 2º graus – Parte II, 112
3. Equações de 1º e 2º graus – Parte III, 114

Capítulo 7 – Função, 117


1. Função – I – Conceito, 117
2. Função – II, 120
3. Função – III, 121
4. Função – IV, 122
5. Função Composta – Aplicação, 124
6. Análise de Gráficos – I, 125
7. Análise de Gráficos – II, 127
8. Gráficos e Valores Numéricos, 130
9. Domínio e Imagem de uma Função, 132
10. Função Inversa, 133
11. Translação e Rotação de Eixos – I, 135
12. Translação e Rotação de Eixos – II, 138
13. Translação e Rotação Simultânea, 139
14. Função Modular, 142
15. Equação Modular, 143
16. Função do 1º Grau, 145
17. Função do 1º Grau no Cotidiano, 147
18. Função do 1º Grau – Alternativa de Investimento e Outro, 148
19. Função do 1º Grau – Gráficos, 149
20. Inequações do 1º Grau, 150
21. Função do 2º Grau, 152
22. Função do 2º Grau – Relação entre os Coeficientes, 153
23. Função do 2º Grau – Gráficos (Propriedades), 154
24. Função do 2º Grau – Gráficos (Aplicações), 157
25. Função do 2º Grau – Questões Envolvendo Vértice e Imagem, 159
26. Função do 2º Grau – Maximização e Minimização, 160
27. Inequação de 1º e 2º Graus – Produto e Quociente, 161

Capítulo 8 – Equação Exponencial, 164


1. Função Exponencial, 164
2. Expressão Independente da Variável, 166
3. Valor Numérico, Crescimento e Decrescimento, 166
4. Equações e Inequações Exponenciais, 168
5. Equações Exponenciais Usando Substituição, 170

Capítulo 9 – Logaritmo, 172


1. Logaritmos – Definição, 172
2. Consequências da Definição de Logaritmos, 174
3. Propriedades dos Logaritmos, 175
4. Mudança de Base do Logaritmo, 176
5. Logaritmo Decimal e Neperiano, 176
6. Equações Logaritmas, 178
7. Função Logaritma, 179

Capítulo 10 – Sequências, 181


1. Sequências Alfabéticas e Geométricas, 181
2. Sequências Lógicas, 182
3. Sequências Categóricas, 183
4. Sequências Numéricas, 185
Capítulo 11 – Estatística, 188
1. Estatística – Introdução, 188
2. Séries Estatísticas, 190
3. Gráficos Estatísticos, 192
4. Organização de Dados, 197
5. Gráficos de Colunas e Setores – Questões de Concurso, 199
6. Distribuição de Frequências, 201
7. Média Aritmética e suas Propriedades, 203
8. Dica de Ouro e Mediana, 204
9. Média Harmônica, 205
10. Média e suas Aplicações, 206
11. Médias de Dispersão, 207

Capítulo 12 – Geometria, 209


1. Noções dos Teoremas da Geometria, 209
2. Ângulos e Teorema de Tales, 211
3. Triângulos Propriedades, 213
4. Triângulos Área, 216
5. Quadrado e Retângulo, 218
6. Losango e Trapézio, 219
7. Circunferência, 221
8. Cubo, 222
9. Paralelepípedo, 223
10. Cilindro, 224
11. Pirâmides, 226
12. Cone, 227
13. Esfera, 229

Gabarito, 230
Capítulo 1

Conjuntos

1. Simbologia
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a simbologia de conjuntos – problemas


envolvendo conjuntos, diagramas, parte simbólica e questões relaciona-
das a percentuais.

1.2 Síntese
Simbologia de conjunto: interpretar a linguagem corrente:
– Pertinência: Pertence (∈) / Não Pertence (∉).
– Inclusão (Está contido (⊂) / não está contido (⊄), contém (⊃) e não
contém (⊅).
10
Exemplo – Questão Fundep:
Seja o conjunto A = {1, 2, 3, {4}}, então:
1 ∈ A (1 pertence ao conjunto A).
2 ∈ A (2 pertence ao conjunto A).
4 ∉ A (4 não pertence ao conjunto A, pois 4 não está separado por vírgula),
mas:
{4} ∈ A (conjunto 4 pertence ao conjunto A, pois o conjunto {4} está sepa-
rado por vírgula).
Podemos dizer que:
{1,2} ⊂ A (Subconjunto {1,2} está contido em A).
A ⊃ {2,3} (A contém {2,3}).
{3,4} ⊄ A (Subconjunto {3,4} não está contido em A), assim como:
A ⊅ {4} (A não contém {4}), mas:
A É {{4}} (A contém um conjunto cujo elemento é o {{4}}).
Nota: Importante saber diferenciar um conjunto de um elemento.
Outras simbologias utilizadas:
União (∪)
Interseção (∩)
Diferença ( – )
Exemplo:
Conjunto A ou B (União) = (A ∪ B)
Conjunto A e B (interseção) = (A ∩ B)
Exceto B (diferença) = A – B; Não B = jamais B = (A – B)
Outra simbologia bastante utilizada é também conhecida como: Subcon-
junto de um conjunto.
Exemplo:
A
B

  Sejam os conjuntos A e B, onde os elementos de B estão contidos em A,


então dizemos que B está contido em A ou que A contém B.
A expressão se dá por: 2n, onde n = número de elementos desse conjunto.
Exemplo:
Matemática

A = {1,2,3}.
Nesse caso: 2n = 23 = 8 (8 subconjuntos de A = 0, {1}, {2}, {3}, {1,2}, {1,3},
{2,3}, {1,2,3}).
11
Exercício
1. Um conjunto passa a possuir 512 subconjuntos depois de retirarmos
três elementos de um outro conjunto. Quantos subconjuntos tinha o
primeiro conjunto?

2. Triângulo de Pascal
2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o Triângulo de Pascal.

2.2 Síntese
O Triângulo de Pascal é um triângulo aritmético formado por números que
têm diversas relações entre si. Ele é infinito, composto por linhas e colunas,
começando por zero (0).
Veja a seguinte tabela, com a distribuição entre linhas e colunas:
N=0 1
N=1 1 1
N=2 1 +  2 1
=
N=3 1 3 +  3 1

N=4 1 4 6 4 1
N=5 1 5 10 10 5 1
N=6 1 6 15 20 15 6 1
N=7 1 7 21 35 35 21 7 1
N=8 1 8 28 56 70 56 28 8 1
P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5 P=6 P=7 P=8

Propriedades importantes do triângulo:


– toda linha começa e termina com o número 1;
– as linhas são simétricas quando chega ao meio da tabela (Ex.: N = 3: 1 3 3 1); e
– a soma dos elementos de cada linha equivale a 2n.
(Ex.: N = 3: 23 = 8, sendo igual a: 1+3+3+1 = 8).
(Ex.: N = 6: 26 = 64, sendo igual a: 1+6+15+20+15+6+1 = 64).
Sendo assim, através da interpretação da tabela, é possível visualizar que
Matemática

cada elemento da linha retrata cada subconjunto existente.


Exemplo:
A = {1,2,3} = 3 elementos.
12
Visualizando na tabela: N = 3
N=3 1 3 3 1
P=0 P=1 P=2 P=3
Temos:
– 1 subconjunto com 0 elemento {0}.
– 3 subconjuntos com 1 elemento {1},{2},{3}.
– 3 subconjuntos com 2 elementos {1,2}, {1,3}, {2,3}.
– 1 subconjunto com 3 elementos {1,2,3}.

3. Triângulo de Pascal – Aplicações


3.1 Apresentação

Nesta Unidade, faremos uma análise do Triângulo de Pascal e suas apli-


cações e curiosidades.

3.2 Síntese
A possibilidade de trabalhar com agrupamentos de informações lembra a
matéria chamada Genética, quando se trata da combinação de tipos sanguí-
neos, com assuntos relacionados a gene recessivo e dominante.
Ex.: Aa x Bb = AB (AB) / Ab (A) / aB (B) / ab (O).
Trabalhando com a cor da pele humana (raça branca (recessivo) x raça ne-
gra (dominante)). A quantidade de fenótipos se dá pela expressão: 2n + 1, onde
n = número de gametas existentes no cruzamento, ou seja:
2 x 2 (raças) + 1 = 5 (negro, mulato escuro, mulato médio, mulato claro e
branco).
Em Biologia, estuda-se com a seguinte tabela:
Gametas NB Nb nB nb
NB NNBB NNBb NnBB NnBb
Nb NNBb NNbb NnBb Nnbb
nB NnBB NnBb nnBB nnBb
Matemática

nb NnBb Nnbb nnBb nnbb


13
Exercício
2. Qual a probabilidade de se nascer uma criança mulato médio?
3. No desenvolvimento de (a+b)6, qual é o termo central?

4. Triângulo de Pascal e Análise


Combinatória
4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação do Triângulo de Pascal na aná-


lise combinatória.

4.2 Síntese
Cada linha do Triângulo de Pascal retrata um agrupamento, ou seja, uma
combinação. Podemos dizer que, agrupar números de dois em dois é o mesmo
que formar duplas.

Exercícios
4. Formam-se comissões de três professores escolhidos entre os sete de
uma escola. O número de comissões distintas que podem, assim, ser
formadas é:
a) 35.
b) 45.
c) 210.
d) 73.
5. (UnB) Suponha que uma distribuidora de filmes tenha seis filmes de
animação e cinco de comédia para distribuição. Nesse caso, é superior
a 140 e inferior a 160 o número de formas distintas pelas quais quatro
desses filmes podem ser distribuídos, de modo que dois sejam comé-
dia e dois sejam de animação.
6. (BB) Considere sete tarefas que devam ser distribuídas entre três fun-
cionárias de uma repartição, de modo que o funcionário mais recen-
temente contratado receba três tarefas e os demais, duas tarefas cada
Matemática

um. Nessa situação, sabendo-se que a mesma tarefa não será atribuída
a mais de um funcionário, é correto concluir que o chefe da repartição
dispõe de menos de 120 maneiras diferentes para atribuir essas tarefas?
14
7. (TRT) Em um tribunal, os julgamentos dos processos são feitos em
comissões compostas de três desembargadores de uma turma de cinco
desembargadores. Nessa situação, a quantidade de maneiras diferen-
tes de se constituírem essas comissões é superior a 12?
8. (Funiversa) A cela da delegacia de D1 tem capacidade para abrigar,
em caráter provisório, seis detentos. Na noite em que foram captura-
dos quatro homens e cinco mulheres, três pessoas tiveram de ser trans-
portadas para a cela de outra delegacia. De quantas maneiras distintas
puderam ser selecionados os seis que ficariam na cela, de acordo com
as normas dessa delegacia? O número de homens não pode exceder o
número de mulheres naquela cela.
a) 44.
b) 54.
c) 64.
d) 74.
e) 84.

5. Triângulo de Pascal – Números Figurados


5.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos os números figurados.

5.2 Síntese
Números figurados significam figuras geométricas.
   
1+2=3+3=6+4=10+5=15+6=21+7=28+8=36+9=45+10=55 
Matemática

 
15
Relembrando a construção geral do triângulo:
Números triangulares, também chamados de números figurados, é um nú-
mero que pode ser representado na forma de um triângulo equilátero. Tais
números são calculados através de duas fórmulas:
T(n) = 1 + 2 + 3 +...+ n que é o mesmo que: Tn = [n(n+1)]/2
Ou como no teorema: O quadrado de todo número inteiro maior que um
é a soma de dois números triangulares consecutivos.
T(1) = 1T(n+1) = T(n) + (n+1).

Exercícios
9. (Analista/CEAL/05/2005) Um número que pode ser representado
pelo padrão abaixo é chamado número triangular. A soma dos oito
primeiros números triangulares é:
a) 110.
b) 120.
c) 140.
d) 130.
e) 150.
10. (Fundep) “No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no
meio do caminho.” Carlos Drummond de Andrade
Suponha que Ronando passa por esse caminho todo dia. Suponha
ainda que, no caminho de Ronando, uma nova pedra se soma às ante-
riores a cada dia. Assim sendo, é CORRETO afirmar que, no final de
100 dias, Ronando terá tido em seu caminho:
a) 100 pedras.
b) 5.050 pedras.
c) 6.250 pedras.
d) 8.850 pedras.
11. (FCC) Números figurados são assim chamados por estarem associa-
dos a padrões geométricos. Veja os exemplos:
Matemática

 
16
A tabela abaixo traz algumas sequências de números figurados:
Números triangulares 1 3 6 10 ?
Números quadrados 1 4 9 16 ?
Números pentagonais 1 5 12 22 ?
Números hexagonais 1 6 15 28 ?
Observando os padrões, os elementos da quinta coluna, respeitando a
ordem da tabela, devem ser:
a) 20, 30, 40, 50.
b) 18, 28, 45, 50.
c) 16, 36, 46, 56.
d) 15, 25, 40, 50.
e) 15, 25, 35, 45.

6. Sequência de Fibonacci
6.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre a Sequência de Fibonacci.

6.2 Síntese
Sequência de Fibonacci é uma continuidade de números naturais, em que
os primeiros dois termos são 0 e 1, na qual somando os dois antecessores resul-
tam no número sucessor.
Relação entre o Triângulo de Pascal e a Sequência de Fibonacci: a soma das
diagonais do triângulo representa a Sequência de Fibonacci. Siga os exemplos:
Matemática

 
17
Olhando o triângulo original:

Outro exemplo: A planta (Carnaúba) cresce na sequência de Fibonacci,


que trabalha na sequência natural dos seres. Em analogia, podemos citar tam-
bém os marinhos Nautilus, que também crescem na sequência de Fibonacci,
como no exemplo do espiral abaixo:

5 + 3 = 

8 + 5 =

= 1 + 1 
3 + 2 = 
2 + 1 = 

  Exemplo de Prova: Fibonacci usou a reprodução do coelho para exempli-


ficar sua sequência. Utilizando um casal de coelhos, colocando-os isolados em
um lugar totalmente fechado. Considerando a seguinte sequência de meses,
temos:
Número do mês 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Número de casais 0 1 1 2 3 5 8 13 21 34 55
Após isso, Fibonacci trabalhou com a Razão Áurea (número de ouro): divi-
dir um número da sequência pelo seu antecessor, obtendo, assim, o chamado
número Fi (  ) = razão dos números da sequência, que tem o valor aproxima-
do de 1,61803, caracterizado pela seguinte expressão:
Matemática

√5 � �

2
18
Algumas comparações relacionando à Razão Áurea:
– Aparelho dentário: a distância entre os dentes deve ser 1,618.
– Razão da carta de baralho: dividindo comprimento x largura = 1,618.
– Razão entre as diversas configurações de uma borboleta, a razão entre
os ossos de cada membro do nosso corpo, as simetrias dos animais e plantas, a
simetria do nosso rosto, movimentos de frequência na física, entre outros.

Exercício
12. Como descobrir a sequência de Fibonacci?

7. Diagramas de Venn
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os Diagramas de Venn.

7.2 Síntese
Utilização do Diagrama de Venn em Conjuntos. Sabendo esboçar a ideia
de conjunto, é possível visualizar todas as operações simbólicas do mesmo.
Relembrando:
INTERSEÇÃO: Se dois conjuntos quaisquer possuem elementos em co-
mum, estes formam a INTERSEÇÃO desses conjuntos. A ∩ B = {x / x ∈ A
e x ∈ B}
Exemplos: Propriedades
1) A  A  = A    

1) A  A = A
2) A 1)
=A  A = A1) A  A = A

2) A  = 
2)BA
3) A  B = A = 2) A  = 


UNIÃO: Dados dois conjuntos quaisquer, a UNIÃO desses conjuntos é


agrupar em um só conjunto os elementos de ambos os conjuntos. A ∪ B =
 
{x / x ∈ A ou x ∈ B}
Matemática

 
19
Exemplos:  
Propriedades

1) A  A = A   

1) A  A = A 1) A  A =
2) A  = A

2) A  = A 2) A 
3) A  B = B  A 

3) A  B = B  A  3) A  B =

    DIFERENÇA: Dados dois conjuntos quaisquer, a DIFERENÇA entre eles


é tirar do primeiro os elementos comuns aos dois. A – B = { x / x ∈ A e x ∈ B }

Exemplos: Observação
B  A então (A –AB)
B  é o (A – B) é o
então
B  A então (A – B) é o
conjunto complementar
conjunto complementar
conjunto complementar
de B em relação a [Link]ção a A.
de B em
de B em relação a A.

C AB = A ‐CB,AB com
= A  ‐ B, com 
C AB = A ‐ B,   com   
BA BA BA
     

Exercícios
13. (FCC – 2010 – SJCDH – BA – Agente Penitenciário) Em relação
às pessoas presentes em uma festa, foi feito o diagrama abaixo, qual
temos:

 
Onde:
P: conjunto das pessoas presentes nessa festa;
M: conjunto dos presentes nessa festa que são do sexo masculino; e
Matemática

C: conjunto das crianças presentes na festa.


Assinale o diagrama em que o conjunto dos presentes da festa, que são
do sexo feminino, está representado em cinza.
20
a)

 
b)

 
c)

 
d)

e)  
e)

 
14. (FCC – 2010 – Bahiagás – Técnico Processos Organizacionais –
Adm.) Admita as frases seguintes como verdadeiras:
I – Existem futebolistas (F) que surfam (S) e alguns desses futebolistas
Matemática

também são tenistas (T).


II – Alguns tenistas e futebolistas também jogam vôlei (V).
III – Nenhum jogador de vôlei surfa.
21
A representação que admite a veracidade das frases é:
a)

a)
b)

 
c)

 
d)

 
e)

 
15. Olhando o conjunto abaixo (A, B, C), a parte rasurada do desenho é:


///// 
/////  C 
Matemática

 
22
16. Olhando conjunto abaixo (A,B,C), a parte rasurada (apenas A,B,C) é:
B  Resolução: Tem apenas uma
///// 
/////  letra (C). 

/////  ///// 
/////  ///// 

 
17. Em uma universidade são lidos dois jornais, A e B; exatamente 80%
dos alunos leem o jornal A e 60%, o jornal B. Sabendo que todo aluno
é leitor de pelo menos um dos jornais, determine o percentual de
alunos que leem ambos?

8. Diagramas – Dicas de Resolução


8.1 Apresentação

Nesta unidade, serão apresentadas dicas de resolução de questões com


conjuntos.

8.2 Síntese
O segredo é sempre começar pela interseção. A recomendação é sempre
iniciar pela interseção maior, abrindo para a interseção menor, retirando a in-
terseção que excedeu o total.

Exercícios
18. (Upenet – 2010 – Seres – PE – Agente Penitenciário) Uma pesquisa
de opinião envolvendo, apenas, dois candidatos (A e B) determinou
que 57% das pessoas eram favoráveis ao candidato A e que 61% eram
favoráveis ao candidato B. Sabendo-se que 23% eram favoráveis tanto
ao candidato A quanto ao B, é CORRETO afirmar que:
a) A pesquisa não é válida, pois o total das preferências, considerando
o candidato A e o candidato B, é de 118%, o que não é, logicamen-
Matemática

te, possível.
b) Exatamente 5% das pessoas entrevistadas não são favoráveis a ne-
nhum dos dois candidatos.
23
c) Exatamente 4% das pessoas entrevistadas são favoráveis ao candi-
dato A, mas não ao candidato B.
d) Exatamente 4% das pessoas entrevistadas são favoráveis ao candi-
dato B, mas não ao candidato A.
e) Exatamente 38% das pessoas entrevistadas são favoráveis ao candi-
dato A e indiferentes ao candidato B.
19. Numa escola de 870 alunos, 450 deles estudam Finanças, 320 estu-
dam Lógica e 110 deles estudam as duas matérias (Finanças e Lógica).
Pergunta-se:
a) Quantos alunos estudam APENAS Finanças?
b) Quantos alunos estudam APENAS Lógica?
c) Quantos alunos estudam Finanças ou Lógica?
d) Quantos alunos estudam nenhuma das duas disciplinas?
20. (Fundep) Numa pesquisa de mercado, foram entrevistadas várias pes-
soas acerca de suas preferências em relação a três produtos: A, B e C.
Os resultados das pesquisas indicaram que:
– 210 pessoas compram o produto A.
– 210 pessoas compram o produto B.
– 250 pessoas compram o produto C.
– 20 pessoas compram os três produtos.
– 100 pessoas não compram nenhum dos três.
– 60 pessoas compram os produtos A e B.
– 70 pessoas compram os produtos A e C.
– 50 pessoas compram os produtos B e C.
Quantas pessoas foram entrevistadas?
a) 670.
b) 970.
c) 870.
d) 610.

9. Conjuntos – Resolução por Exclusão ou


Inclusão
9.1 Apresentação

Nesta Unidade, abordaremos a resolução de conjuntos por exclusão e


Matemática

inclusão.
24
9.2 Síntese
Trabalhando a resolução de conjuntos por exclusão ou inclusão, ou seja, só
existem dois valores: certo ou errado; gosto ou não gosto; verdade ou mentira
etc.

Exercícios
21. (Fundep) Uma escola realizou uma pesquisa sobre os hábitos alimen-
tares de seus alunos.
Alguns resultados dessa pesquisa foram:
• 82% do total de entrevistados gostam de chocolate.
• 78% do total de entrevistados gostam de pizza.
• 75% do total de entrevistados gostam de batata frita.
Então, é CORRETO afirmar que, no total de alunos entrevistados,
a porcentagem dos que gostam, ao mesmo tempo, de chocolate, de
pizza e de batata frita é, pelo menos:
a) 25%.
b) 30%.
c) 35%.
d) 40%.
22. Uma pesquisa foi feita no melhor curso do Brasil, IOB, contando-se
1.000 alunos, em que 800 são mulheres, 850 prestarão prova em Cam-
pinas, 750 usarão caneta azul e 700 levarão garrafinha de água. Qual
o número mínimo de alunos que apresentam, ao mesmo tempo, todas
as características citadas?
a) 50.
b) 100.
c) 150.
d) 200.
23. (Férias do Prof. Délio em Cabo Frio) No último verão, o professor
Délio passou, com sua família, alguns dias na praia. Houve sol pela
manhã em 7 dias e sol à tarde em 12 dias. Em 11 dias houve chuva
e se chovia pela manhã, não chovia à tarde. Quantos dias o professor
Délio passou na praia?
a) 11.
b) 12.
Matemática

c) 13.
d) 14.
e) 15.
25
10. Conjunto – Resolução por Sistemas
Lineares
10.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos como resolver questões importantes de con-


juntos que utilizam sistemas lineares na solução.

10.2 Síntese
Operação linear: é uma operação que não muda a dimensão da questão.
Exemplo: X + Y = 10 (se todos estiverem em metros (m), a dimensão é
mantida).

Exercícios
24. (Fundep) Uma pesquisa foi feita com um grupo de pessoas que fre-
quentam, pelo menos, uma das três livrarias (A,B,C). Foram obtidos
os seguintes dados:
• das 90 pessoas que frequentam a Livraria A, 28 não frequentam as
demais;
• das 84 pessoas que frequentam a Livraria B, 26 não frequentam as
demais;
• das 86 pessoas que frequentam a Livraria C, 24 não frequentam as
demais e
• 8 pessoas frequentam as três livrarias.
a) Determine o número de pessoas que frequentam apenas uma das
livrarias.
b) Determine o número de pessoas que frequentam, pelo menos,
duas livrarias.
c) Determine o número total de pessoas ouvidas.
25. Na compra de equipamentos para um grupo de técnicos, foram gastos
R$ 1.040,00 em quatro arquivos, três cavaletes e dois walkie-talkies;
logo depois foram gastos R$ 1.000,00 na compra de dois arquivos, três
Matemática

cavaletes e quatro walkie- talkies. Para adquirir um objeto de cada, ou


seja, um arquivo, um cavalete e um walkie-talkie serão necessários:
a) R$ 324,00.
26
b) R$ 360,00.
c) R$ 280,00.
d) R$ 340,00.
e) R$ 420,00.

11. Princípio das Gavetas de Dirichlet


11.1 Apresentação

Nesta Unidade, será abordado o Princípio das Gavetas de Dirichlet.

11.2 Síntese
Esse princípio é também conhecido como Teoria dos Pombos. Isso quer
dizer que se o número de elementos de um conjunto finito A é maior do que o
número de elementos de outro conjunto B, então uma função de A em B não
pode ser injetiva.
Exemplo: Quantas pessoas são necessárias para se ter certeza que há, pelo
menos duas delas, fazendo aniversário no mesmo mês?
Resolução: 13 pessoas. Pelo princípio da casa dos pombos se houver mais
pessoas (13) do que meses (12) é certo que pelos menos duas pessoas terão
nascido no mesmo mês.

Exercícios
26. Se n objetos forem colocados em, no máximo, n- 1 gavetas, então pelo
menos uma delas conterá pelo menos dois objetos.
27. Uma prova de concurso possui 10 questões de múltipla escolha, com
cinco alternativas cada. Qual é o menor número de candidatos para o
qual podemos garantir que pelo menos dois candidatos deram exata-
mente as mesmas respostas para todas as questões?
28. Ricardo Erse veste-se e calcula que tem 13 pares de meias brancas, 11
pares de meias cinzas, 17 pares de meias azuis e 7 pares de meias pretas.
Todas estão misturadas e ele resolve pegar certo número de meias no
Matemática

escuro e, chegando no carro, irá escolher duas que tenham cor igual
para calçar. Qual é o menor número de meias que Ricardo Erse poderá
pegar para ter certeza de que pelo menos duas são da mesma cor?
27
a) 12.
b) 10.
c) 8.
d) 6.
e) 5.
29. Em uma urna há 18 esferas: 5 azuis, 6 brancas e 7 amarelas. Não dá
para saber a cor delas sem tirá-las da urna; também não se pode dis-
tingui-las, a não ser pela cor. N esferas são retiradas simultaneamente
dessa urna. Qual o menor valor de N para que se possa garantir que
duas sejam da mesma cor?
a) 2.
b) 3.
c) 4.
d) 7.
e) 8.
30. Qual o menor valor de N para que se possa garantir que entre as esfe-
ras retiradas haverá duas com cores diferentes?
a) 2.
b) 3.
c) 4.
d) 7.
e) 8.

Matemática
Capítulo 2

Conjuntos Numéricos

1. Conjuntos Numéricos
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos noções básicas de conjuntos numéricos –


naturais, inteiros, racionais e irracionais e reais.

Exercício
31. Testando seus conhecimentos: Julgue os itens a seguir se V (Verdadei-
ro) ou F (Falso):
1. Se x < y, então: x2 < y2.
2. x 2  x , x ∈ R
3. Todo número natural é divisível por ele mesmo.
4. O conjunto dos múltiplos de um número natural é infinito.
29
5. ( 3)  ( 27)  ( 3)  ( 27)  81  9
6. Se x2 = 25 \ x = ± 5, assim 25  5
7. Se o que já passou são 3/5 do que falta, então agora são 14 horas e
24 min.
8. Pai e filho moram juntos e trabalham na mesma fábrica. O filho
vai da casa até à fábrica em 20 minutos, e o pai vai em 30 minutos.
Então, se o pai sair de casa 5 minutos antes do filho, este levará 10
minutos para alcançar o pai.
9. Número primo é todo número que divide apenas por um e ele
mesmo.
10. Se Amanda recebe 50% a mais que Carla e Beatriz recebe 25% a
mais que Carla, então Amanda ganha 20% a mais que Beatriz.

2. Números Naturais
2.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos que o primeiro conceito de números naturais é


a decomposição.

2.2 Síntese
Relembrando os números naturais:
N = 0,1,2,3,4.....
N* = 1,2,3,4....(onde * significa que não têm o zero).
Quando se fala em números naturais, fala-se também do sistema de nume-
ração decimal (pois se usa 10 algarismos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9)).
Decompor um número: Exemplo: 547 = 500 + 40 + 7
1.234 = 1.000 + 200 + 30 +4, ou seja: 1.234 unidades ou 123 dezenas e 4
unidades ou 12 centenas e 34 unidades ou 1 milhar e 234 unidades.
Decompor um número: Exemplo: XYZ = 100X + 10Y + 1Z
QVL = Quadro Valor de Lugar ou Quadro Posicional.

Exercícios
Matemática

32. (Fundep) Em relação aos números naturais, a única afirmativa falsa é:


a) Todo número divisível pelo produto de dois outros é divisível por
qualquer um deles.
30
b) Se um número divide o produto de dois outros, ele divide um
deles.
c) Um divisor comum de dois números divide a soma deles.
d) Se um número divide dois outros, ele divide o máximo divisor co-
mum deles.
e) Se um número é múltiplo de dois outros, ele é múltiplo do míni-
mo múltiplo comum deles.
33. Considere um número de dois algarismos tal, que a soma desses alga-
rismos seja 13. Adicionando-se 9 ao número, obteremos outro número
formado com os algarismos dispostos em ordem inversa. O novo nú-
mero é:
a) menor que 49.
b) maior que 50 e menor que 60.
c) maior que 61 e menor que 77.
d) maior que 78 e menor que 86.

3. Contagem de Algarismos
3.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos tópicos relacionados à questão do tipo:


Quantas vezes aparece o número 2 na contagem de 1 até 100?

Exercícios
34. (UFRJ/TEC./MAPA/2005) Sabemos que o número 4 é escrito com
um algarismo, o número 27 com dois algarismos e o número 123 com
três algarismos. O total de algarismos escritos para enumerar as pági-
nas de um livro com 150 páginas é um número:
a) Menor que 300.
b) Entre 300 e 349.
c) Entre 350 e 399.
d) Entre 400 e 449.
e) Maior que 450.
Matemática

35. (TRT) Um técnico, responsável pela montagem de um livro, obser-


vou que na numeração de suas páginas haviam sido usados 321 alga-
rismos. O número de páginas desse livro era:
31
a) 137.
b) 139.
c) 141.
d) 143.
e) 146.
36. Quantas vezes o número 1 aparece ou se repete entre 1 e 1.111?

4. Quantas Vezes o Número 1 Aparece de 1 a


1.000?
4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a melhor forma de resolver a seguinte ques-


tão: Quantas vezes o número 1 aparece de 1 a 1.000?

Exercícios
37. Quantas vezes escrevemos o algarismo 2 quando escrevemos de 1
até 789?
38. Quantas vezes aparece o número 1 de 1 a 1.111?

5. Operações e Propriedades dos Números


Naturais
5.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos operações básicas dos números naturais –


adição, subtração, multiplicação e divisão.

Exercícios
Matemática

39. (Fundep) Considere a sequência de operações aritméticas na qual


cada uma atua sobre o resultado anterior: Comece com um núme-
ro X, subtraia 2; multiplique por 3/5; some 1; multiplique por 2;
32
subtraia 1 e finalmente multiplique por 3 para obter o número 21.
O número x pertence ao conjunto:
a) {1, 2, 3, 4}.
b) {-3, -2, -1, 0}.
c) {5, 6, 7, 8}.
d) {-7, -6, -5, -4}.
40. José decidiu nadar, regularmente, de quatro em quatro dias. Come-
çou a fazê-lo em um sábado; nadou pela segunda vez na quarta-feira
seguinte e assim por diante. Nesse caso, na centésima vez em que José
for nadar será:
a) Terça-feira.
b) Quarta-feira.
c) Quinta-feira.
d) Sexta-feira.
e) Sábado.
41. Considerando hoje: 31/03 = quarta-feira, que dia da semana será em
15/10?7.

6. Quadro Posicional
6.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre quadro posicional.

6.2 Síntese
O quadro posicional é utilizado sempre quando inverte-se as posições: cen-
tena com dezena, dezena com unidade etc.

Exercícios
42. Se M é um número de três algarismos e N é obtido de M, permu-
tando-se os algarismos das unidades e das centenas, ou seja, trocar
centena por unidade, então: M – N = será sempre um múltiplo de:
a) 2.
b) 7.
Matemática

c) 11.
d) 13.
e) 15.
33
43. Um número inteiro, de dois dígitos, é k vezes a soma dos seus dois
dígitos. Trocando-se a posição desses dígitos, a soma dos dígitos desse
novo número fica multiplicada por:
a) 9 – k.
b) 9 + k.
c) 11 + k.
d) 11 – k.
44. Qual o menor valor do algarismo a para que o número natural M =
3.104 + a.103 + 7.102 + 6.10 + 5 seja divisível por 15?
a) 0.
b) 1.
c) 2.
d) 3.
e) 4.

7. Sudoku
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre Sudoku.

7.2 Síntese
Sudoku é considerado um jogo de raciocínio e lógica.

Exercícios
45. (UnB/Escrit./BB-NE/2007) Julgue o item a seguir: O quadro abaixo
pode ser completamente preenchido com algarismos de 1 a 6, de modo
que cada linha e cada coluna tenham sempre algarismos diferentes.
Matemática

 
34
46. Um quebra-cabeças que se tornou bastante popular é o chamado SU-
DOKU. Para preenchê-lo, basta um pouco de raciocínio lógico. Na
tabela abaixo, que ilustra esse jogo, cada célula é identificada por uma
letra, que se refere à coluna, e por um algarismo, que se refere à res-
pectiva linha. Após preencher as células em branco com os algarismos
de 1 a 9, de modo que cada algarismo apareça uma única vez em cada
linha e em cada coluna, julgue os itens a seguir:
A B C D E F G H I
1 3 9 8 6 7 1
2 8 2 1 3 4 6
3 6 7 4 9 8 2
4 3 7 5 6 1 4
5 9 4 8 1 2 5
6 8 5 3 2 6 9
7 1 2 4 8 6 7
8 7 9 6 2 5 3 8
9 8 7 3 9 2
a) Está correto preencher com o algarismo 4 na célula B6.
b) Os algarismos 5 e 6 são os que preenchem as células B9 e D9,
respectivamente.

8. Números Inteiros
8.1 Apresentação

Nesta unidade, trabalharemos os números inteiros. Todos os naturais +


a parte negativa.

8.2 Síntese
Números Inteiros (Z):
Z = {..., –3 , –2, –1, 0, 1, 2, 3, ...}
Z * = {..., –3, –2, –1, 1, 2, 3, ...} → lembrando que * significa que não têm
Matemática

o zero.
Z+ = {0, 1, 2, 3, ...} → Inteiros não negativos.
Z– = {..., –3, –2, –1, 0} → Inteiros não positivos.
35
Z*+ = {1, 2, 3, ...} → Inteiros positivos.
Z*– = {..., -3, –2, –1} → Inteiros negativos.
Valor Absoluto: É o valor que está enxergando. É o que realmente vale o
número. Exemplo: Numeral
123 = valor absoluto: 1 2 3
Porém, em se tratando de valor relativo (posição que ocupa): 1 = 100, 2 =
20 e 3 = 3.
Em relação a números inteiros, o valor absoluto tem a ver com módulo,
onde o mesmo é sempre positivo (módulo = distância). A representação do valor
absoluto de um número n é |n|. (Lê-se “valor absoluto de n” ou “módulo de n”).
Definição: | x | = a onde a ≥ 0
Aplicação em Provas:
1) Aplicando propriedade de módulo.
2) Usando a definição de módulo.
Exemplo (Fundep) Qual o valor da equação:: ∜x2 + ∛x + √x2  ?
Se x ≥ 0 = é possível cortar todos os expoentes, resultando em: x + x + x = 3x
Se x < 0 = (-x) + x + (-x) = – x
Se x ∈ R = | x | + x + | x | = 2| x | + x

Exercício
47. O valor de 2  5  3  5    é:
é:
 
a)a )5  5– ‐ 2 5
b)ba ))5    55+  +‐  22 55
c)cb ))5    55 + 2 5
d)c )1  5
d 1  
d )  1  
9. Operações de Números Inteiros
9.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos todas as operações que envolvem números


inteiros.

9.2 Síntese
Matemática

Algumas definições:
–3 e 3 são simétricos (ou opostos) pois (–3) + (3) = 0.
4 e –4 são simétricos (ou opostos) pois (4) + (–4) = 0.
36
– Adição/Subtração/Multiplicação de dois números inteiros, ou seja, pro-
priedade de fechamento (Ex.: inteiro + inteiro = inteiro).
– Adição e Subtração com números inteiros: pode-se simplificar se forem
simétricos, assim como agrupar os positivos com os negativos.
Exemplo: (10 – 7 – 9 + 15 – 3 + 4) = (10 + 15 + 4 = 29) (–7 – 9 – 3 = –19)
= 29 – 19 = 10 (positivo).
Outra operação importante: Divisão = quando se faz uma divisão pelo mé-
todo euclidiano significa: dividendo, divisor, cociente e resto.
Dividendo: é o produto do divisor pelo cociente adicionado ao resto, no
qual o maior resto possível é um a menos que o divisor.

Exercícios
ܽଵ ൌ ʹ
48. (Cesgranrio) ቐ ܽଶ ൌ ͵
ܽ௡ ൌ ܽ௡ିଵ െ ܽ௡ିଶ

Qual é o 70º termo da sequência de números (an) definida acima?


a) 2
b) 1
c) -1
d) -2
e) -3
49. Sejam x e y dois números inteiros positivos, dividindo-se x por y, o
quociente é 5 e o resto o maior possível. Dividindo-se x pelo dobro de
y, o quociente é 2 e o resto 45. Qual o valor de x + y?
a) 160.
b) 170.
c) 172.
d) 178.
e) 179.

10. Múltiplos de um Número


10.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos múltiplos de um número.


37
10.2 Síntese
Múltiplo de um número inteiro é o produto deste número por um inteiro
qualquer (tanto positivo quanto negativo).
Todo número inteiro não nulo tem infinitos múltiplos. Assim, sendo n um
número inteiro positivo qualquer, podemos indicar o conjunto dos múltiplos
de m por:
M(n) = {0, ± 1n, ±2n, ± 3n, ± 4n, ± 5n, ± 6n, ± 7n, ± 8n,....}.
– Qualquer número inteiro é um múltiplo de 1:
M(n) = {0, ± 1, ± 2, ± 3, ± 4, ± 5, ...}.
– Somente o próprio zero é múltiplo de zero: M(0) = {0}.
– O zero é múltiplo de todos os números inteiros (zero é o múltiplo
universal).
Divisor de um número inteiro a é qualquer inteiro de tal que a = d x n para
algum inteiro n. Deste modo, podemos indicar o conjunto dos divisores de um
inteiro a por:
D(a) = {d ∈ Z / $ n ∈ Z, d x n = a}.
• Quando d é um divisor de n diz-se que n é divisível por d.
• O menor divisor positivo de um inteiro n qualquer é 1.
• O maior divisor de um inteiro n qualquer é |n|.
• O número 1 é divisor de todos os números inteiros (1 é o divisor universal).
• O zero não pode ser divisor de qualquer número inteiro.
Lembre-se: múltiplo de um número assim como seu divisor, nos números
naturais considera a parte positiva mais o zero. Números inteiros deve-se consi-
derar a parte negativa, a parte positiva e o zero.

Exercício
50. (TRE/Cargo: Técnico Judiciário – Administrativa) Considere que:
A = {1, 2, 3, 4, 5} e B = {(x, y) ∈ A × A : 2|(x – y)}, ou seja, B é o subcon-
junto de pares ordenados (x, y) ∈ A × A, tais que x – y seja múltiplo de
2. Nessa situação, a quantidade de elementos do conjunto B é igual a:
a) 0.
b) 2.
c) 5.
d) 13.
e) 25.
Matemática
38
11. Divisibilidade
11.1 Apresentação

Esta unidade abordará a divisibilidade.

11.2 Síntese
Um critério de divisibilidade é uma regra que permite decidir se uma divi-
são é exata ou não, sem que seja preciso executar a divisão.
Exemplos:
– Um número é divisível por 2 quando ele é par.
– Um número é divisível por 3 quando a soma de seus algarismos é divi-
sível por 3.
– Um número é divisível por 5 quando termina em 0 ou 5.
– Um número é divisível por 6 quando é divisível por 2 e por 3 ao mesmo
tempo.
Algumas metodologias:
– a divisibilidade por 2,4,8 tem a ver com as potências de 2, ou seja, tem a
ver com os últimos, penúltimos e três últimos algarismos do número.
Assim, a divisibilidade de 2n tem a ver com os n últimos algarismos.
Deve-se observar se o número for divisível por:
– 2: último algarismo;
– 4: dois últimos algarismos (Ex.: 2596 = 96 é divisível por 4); Ano bissex-
to: todo ano em que a terminação é divisível por 4 (Ex.: 2008 e 2012);
– 8: três últimos algarismos (Ex.: 135800 = 800 é divisível por 8);
– 16: quatro últimos algarismos (Ex.: 1330016 = 0016 é divisível por 16);
– 10: quando o número terminar com um zero;
– 100: quando o número terminar com dois zeros;
– 25: 25 + 25 = 50 + 25 = 75 + 25 = 100, então todo número que termi-
nar em 00, 25, 50 ou 75 é divisível por 25 (Ex.: 17475; 854325; 79000;
123459).
Dica: qualquer número terminado em 52 deve acabar com 25. Para isso,
deve-se isolar o 5 e o primeiro número restante multiplica-se pelo próximo
número, como nos exemplos abaixo:
– 152 = isolando o 52 = 1 x 2 = 225.
Matemática

– 252 = isolando o 52 = 2 x 3 = 625


– 352 = isolando o 52 = 3 x 4 = 1225
– 452 = isolando o 52 = 4 x 5 = 2025
39
– 75 = isolando o 5 = 7 x 8 = 5625
2 2

– 1052 = isolando o 52 = 10 x 11 = 11025.


Método Geométrico: a multiplicação é oriunda da geometria. Exemplo:
21 x 32 = 672.
Isolando as casas decimais em: 2 1 e 3 2

2 interseções
6 interseções  = 672 

7 interseções 

12. Divisibilidade
 
e Aplicação
12.1 Apresentação

Nesta unidade, lembraremos a divisibilidade e estudaremos algumas das


suas aplicações.

12.2 Síntese
Relembrando:
– Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos dos
algarismos do número é divisível por 3. Exemplo: O número 74022 é
divisível por 3, pois: 7 + 4 + 0 + 2 + 2 = 15 (divisível por 3).
– divisível por 9: Exemplo: O número 8514 é divisível por 9, pois: 8 + 5 +
1 + 4 = 18 (divisível por 9).
– divisível por 6: quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.
– divisível por 12: quando for divisível por 3 e 4 ao mesmo tempo.
Na verdade, a divisibilidade de qualquer número está ligada a sua fatura-
ção. Porém, os números primos têm sua regra específica: só possuem 2 diviso-
res: o número 1 e ele mesmo.
Matemática

Para saber a regra da divisibilidade de qualquer número composto, basta


fatorar o número e separar em fatores primos.
Isso pode ser feito para qualquer número.
40
Exemplo:
Então: todo número divisível por 2, 3, 5 e 7 também é divisível por 210.
– Divisibilidade por 7: Um número é divisível por 7 quando a diferença
entre as suas dezenas e o dobro do valor do seu algarismo das unidades
é divisível por 7. Exemplo número 343 (isolando o número 3):

34  3  
– 6   dobrando o 3 = 6 
28  é divisível por 7 

Outro exemplo: 819


  (isolando o número 9):
 81  9  
‐18    dobrando o 9 = 18 
63   é divisível por 7 

 
Exercício
51. (Bacen/2010) Existe uma regra prática de divisibilidade por 7 com o
seguinte procedimento: Separa-se o último algarismo da direita. Mul-
tiplica-se esse algarismo por 2 e tal resultado é subtraído do número
que restou sem o algarismo à direita. Procede-se assim, sucessivamen-
te, até se ficar com um número múltiplo de 7, mesmo que seja zero.
Veja os exemplos a seguir:
1º) 23.457 é múltiplo de 7

 
2º) 2.596 não é múltiplo de 7
Matemática

 
41
Seja a um algarismo no número a13.477.307. O valor de a para que
este número seja divisível por 7 é:
a) 1.
b) 3.
c) 5.
d) 7.
e) 9.

13. Divisibilidade por 11 e 13


13.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos questões relacionadas à divisibilidade por


11 e 13.

13.2 Síntese
Um número é divisível por 11 quando a diferença entre a soma dos valores
absolutos dos algarismos de ordem ímpar (a partir das unidades) e a soma dos
valores absolutos dos algarismos de ordem par é um múltiplo de 11.
Exemplo: No número 23.859, ((2(I)3(P)8(I)5(P)9(I)) os algarismos de or-
dem ímpar, a partir das unidades são 9, 8 e 2 cuja soma resulta 9 + 8 + 2 = 19.
Os algarismos de ordem par são 5 e 3 cuja soma nos dá 5 + 3 = 8. Como a di-
ferença entre essas duas somas é 19 – 8 = 11 (divisível por 11). Então o número
23.859 será divisível por 11.
Em matemática comercial, normalmente as taxas não são aplicadas com
valores “picados”, porém, 11% é uma taxa bastante usada.
Exemplo: Capital de R$ 1.000,00 aplica-se durante 5 meses a 10%a.m. em
juros compostos:
1.000 x 10% = 110 = taxa unitária = 1,15
Multiplicando 1,15:
= 11 x 11 x 11 x 11 x 11.
= 121.x.11 = 1331.
= 1331.x.11 = 14641.
= 14641.x.11 = 161051.

Exercício
Matemática

52. (Cesgranrio/CEF) Quantos números múltiplos de 7 ou de 11 há entre


1 e 1.000?
42
a) 90.
b) 142.
c) 220.
d) 229.
e) 232.
Divisibilidade por 13: Um número é divisível por 13 quando a soma
das suas dezenas com o quádruplo do valor do seu algarismo das uni-
dades é divisível por 13. Exemplo: 338.
33|8
+32
6|5
+20
26 = é divisível por 13, então 338 também é divisível por 13.

14. Divisibilidade – Questões de Prova

Exercícios
53. Considere um número N com exatamente dois algarismos diferentes
de zero, e seja P o conjunto de todos os números distintos de dois
algarismos formados com os algarismos de N, incluindo o próprio N.
A soma de todos os números do conjunto P, qualquer que seja N, é
divisível por:
a) 2.
b) 3.
c) 5.
d) 7.
e) 11.
54. Seja n = 235ab um número natural, cujos 5 algarismos são 2,3,5, a e
b. Sabe-se que n é ímpar e que n é divisível por 5 e por 9. A diferença
b – a é igual a:
a) 2.
b) 3.
c) 5.
d) 7.
e) 8.
55. O algarismo da unidade da potência 31475 é:
a) 1.
Matemática

b) 3.
c) 7.
d) 9.
43
56. (Bacen/2010) Considerando-se N um número inteiro e positivo, ana-
lise as afirmações seguintes, qualquer que seja o valor de N:
I – N2 + N + 1 é um número ímpar;
II – N ⋅ (N + 1) ⋅ (N + 2) é um número múltiplo de 3;
III – N2 tem uma quantidade par de divisores;
IV – N + (N + 1) + (N + 2) é um número múltiplo de 6.
A quantidade de afirmações verdadeiras é:
a) 1.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
e) 0.

15. Números
15.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos, questões de prova envolvendo números.

Exercícios
57. Em uma disputa, há 34 pessoas: 20 homens e 14 mulheres. A cada
etapa da competição, 3 concorrentes são eliminados, sendo sempre 2
homens e 1 mulher. O número de homens igualar-se-á ao número de
mulheres após a eliminação de número:
a) 7.
b) 6.
c) 5.
d) 4.
e) 3.
58. (FCC/TRT/2004) Em uma nota fiscal, o valor pago na compra de
45 blocos de papel apareceria como R$ _8,7_, faltando o primeiro e
o último algarismos do número que, evidentemente, representava o
preço total dos blocos. Sabendo que este valor é maior que R$ 50,00,
Matemática

cada bloco foi vendido por:


a) R$ 1,20.
b) R$ 1,25.
44
c) R$ 1,50.
d) R$ 1,75.
e) R$ 1,80.
59. (UnB) Considere os itens a seguir, os quais contêm o resultado de
uma operação realizada a partir de dois números irracionais positivos
X e Y. Número irracional é todo número que não pode ser escrito em
forma de fração (raízes não exatas).
É correto afirmar que, independentemente dos valores de X e Y, o
resultado da operação é sempre um número irracional?
a) X + Y
b) X – Y
c) X . Y
d) X ÷ Y
e) XY
60. (UnB) Considere que MN seja um número natural de dois algarismos
onde M é o algarismo das dezenas e N é o algarismos das unidades.
Sabe-se que 4M é igual a 3N e que a soma MN + NM = 154. Nesse
caso, é correto afirmar que a diferença entre N-M é:

16. Números Primos


16.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os números primos.

16.2 Síntese
Números Primos: Aquele que possui apenas 2 divisores (consequentemente
1 e ele mesmo).
Número Composto: aquele que tem mais de 2 divisores.
Números Primos: (2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 21, 29, 31, 37 ...).
Decomposição de números em fatores primos, por exemplo, número 120:
120 / 2 = 60 /2 = 30/2 = 15/3 = 5/5 = 1
Então, na forma fatorada: 23 x 3 x 5
Conceito: dois números são primos entre si quando possuem apenas o nu-
Matemática

mero 1 como divisor comum, exemplos: (3 e 5) e (4 e 9).


Quantos divisores tem um número? Por exemplo, o número 120: (1, 2, 4,
8, 3, 6, 12, 24, 5, 10, 20, 40, 15, 30, 60, 120).
45
Dica para não fatorar todos os números e achar a quantidade total de divisores:
120 = 23 x 31 x 51
Retirando os expoentes e somando + 1: 3 + (1) x 1 + (1) x 1 + (1) = 4 x 2 x
2 = 16 números.

Exercícios
61. O número de divisores positivos que possui o número M = 1 . 2 . 3 . 4 .
5 . 6 . 7 . 8 . 9 . 10 é:
a) 512.
b) 1024.
c) 256.
d) 270.
62. O número 2a.3.6.20 tem 48 divisores, então o valor de a é:
a) 2.
b) 3.
c) 4.
d) 5.

17. MMC e MDC – Conceito


17.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre MMC e MDC, abordando também


seus conceitos.

17.2 Síntese
MMC (Mínimo Múltiplo Comum) e MDC (Máximo Divisor Comum).
MMC: é o menor número positivo que é múltiplo de todos os números
em questão.
MDC: encontra todos os divisores comuns do mesmo número e utiliza o
maior que é comum a todos eles.
Exemplos: 120, 150 e 180.
Olhando para os três números, todos terminam com 0 (zero). Então, para
Matemática

facilitar, divide tudo por 10, assim:


46

120 150 180 10


12 15 18 3
4 5 6 2 4, 5 e 6 são números consecutivos (primos entre si)

2 5 3 2 Assim, sabe-se que os números 2, 5 e 3 virão na sequência abaixo

1 5 3 3
1 5 1 5 Multiplicando: 10 x 3 x 2 x 2 x 3 x 5 = 1800 é o MMC de 120, 150 e 180
1 1 1

MDC: 10 e 3 dividiram todos os números, portanto: 10 x 3 = 30 é o MDC.


Algumas propriedades importantes:
– O máximo divisor de dois números é 1.
– Qual é o máximo divisor comum de 3 e 5? Resp.: 1.
– Qual é o máximo divisor comum de 4 e 9? Resp.: 1.
– Qual é o máximo divisor comum entre 25 e 36? Resp.: 1 (são primos
entre si).
MMC (a, n x a) é o múltiplo de A. O MMC será o maior e o MDC será o
menor. Exemplo: o MMC de 15 e 30 é 30 e o MDC é 15 pois é divisor de 30.
Regra fundamental: o MMC de dois números x o MDC de dois números
será o produto entre eles. Exemplo: 84 x 90 = 7560 (MMC x MDC = 7560).
Exemplos:
– MMC de 6 e 8: 24.
– MMC de 60 e 80: 240.

18. Definição de MMC e MDC


18.1 Apresentação

Definição de MMC (Mínimo múltiplo comum) e MDC (Máximo divi-


sor comum).

Exercícios
63. (Fumarc) A partir das 7 horas, as saídas de ônibus de Belo Horizonte
para Itabira, Barbacena e Patos de Minas obedecem o seguinte horário:
Matemática

Para Itabira, de 20 em 20 minutos.


Para Barbacena, de 30 em 30 minutos.
Para Patos de Minas, de 50 em 50 minutos.
47
Depois de quanto tempo, após as 7 horas, saem simultaneamente,
pela primeira vez os três ônibus?
64. (Fundep) Três fios têm comprimentos de 36 m, 48 m e 72 m. Deseja-
-se cortá-los em pedaços menores, cujos comprimentos sejam iguais,
expressos em um número inteiro de metros e sem que haja perda de
material. O menor número total possível de pedaços é:
65. Ao cercar um terreno de sua chácara, a professora Roberta tentou dei-
xar todas as estacas da cerca igualmente espaçadas, mas ao tentar colo-
car essas estacas ela percebeu que, quando colocava: de 2 em 2 metros
sobrava 1 metro; de 3 em 3 metros sobravam 2 metros; de 4 em 4 me-
tros sobravam 3 metros; de 5 em 5 metros sobravam 6 metros e de 7 em
7 metros também sobravam 6 metros. Sabendo que o comprimento
total da cerca é menor que 500, qual é o comprimento da cerca?
66. (Fundep) Os restos das divisões de 247 e 315 por x são 7 e 3, respectiva-
mente. Os restos das divisões de 167 e 213 por y são 5 e 3, respecti-
vamente. O maior valor possível para a soma x + y é:

19. MMC e MDC – Resolução de Questões


19.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos sobre resolução de questões.

19.2 Síntese
Resolução de questão de MMC (Mínimo Múltiplo Comum) e MDC (Má-
ximo Divisor Comum).

Exercícios
67. (Fundep) Entre algumas famílias de um bairro, foi distribuído um
total de 144 cadernos, 192 lápis e 216 borrachas. Essa distribuição foi
feita de modo que o maior número possível de famílias fosse contem-
plado e todas recebessem o mesmo número de cadernos, o mesmo
Matemática

número de lápis e o mesmo número de borrachas, sem haver sobra


de qualquer material. Nesse caso, o número de cadernos que cada
família ganhou foi:
48
a) 4.
b) 6.
c) 8.
d) 9.
e) 12.
68. (Fundep) Duas fazendas de 1.122 hectares e 680 hectares, respecti-
vamente, foram redivididas e distribuídas entre os herdeiros, de modo
que, todos receberam a mesma área e a maior possível.
69. (UnB/2008) Após a realização de um grande simpósio em um centro
de convenções contou-se com a participação de professores e pesqui-
sadores de diversas universidades brasileiras. Os motoristas Carlos e
Manoel foram encarregados dos transportes dos convidados do hotel
para o aeroporto. Carlos faz cada viagem de ida e volta em 35 minutos
e Manoel faz em 45 minutos. Supondo que na primeira viagem, am-
bos saíram do hotel juntos às 12h00min e desprezando o tempo que
eles gastam pegando e deixando os passageiros, é correto afirmar que
A próxima vez que eles se encontrarão no hotel, isso vai acontecer a
que horas?
70. (TRT/2004) Todos os domingos Murilo almoça em certo restaurante.
Saulo almoça no mesmo lugar a cada 15 dias. Se no dia 07 de Março
de 2004, um domingo, os dois almoçaram juntos nesse restaurante,
em qual das seguintes datas eles almoçarão juntos novamente?

20. Números Racionais


20.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os números racionais e suas aplicações.

20.2 Síntese
a
Número Racional é todo número que pode ser escrito na forma de fração:  
b

Dados dois números inteiros a e b, com b ≠ 0, denomina-se número racional a


a a
todo número x =  , tal que x . b = a. x =  ↔ x . b = a (com a ∈b e b ∈ Z*).
b b
Matemática

Subconjuntos Importantes
Q* (conjunto dos números racionais não nulos):
49
Q* = {x ∈ Q / x ≠ ≠ 0}
Q* + (conjunto dos números racionais positivos):
Q* + = {x ∈ Q / x > 0}
Q+ = (conjunto dos números racionais não negativos):
Q+ = {x ∈ Q / x ≥ 0}
Q* – = (conjunto dos números racionais negativos):
Q* – = {x ∈Q / x < 0}
Q– = (conjunto dos números racionais não positivos):
Q– = {x ∈ Q / x ≤ 0}
Dízima Periódica: Número decimal infinito, porém, periódico.
Número Decimal Infinito Não Periódico: Número Irracional (Ex.: √2 e √3).
Todo Número racional é real.
Todo Número Natural é inteiro.
Todo Número Inteiro é racional.
Propriedades:
– A soma de dois números racionais quaisquer é um número racional:
Racional + Racional = Racional.
– A diferença entre dois números racionais quaisquer é um número racio-
nal: Racional – Racional = Racional.
– O produto de dois números racionais quaisquer é um número racional:
Racional x Racional = Racional.

Exercícios
71. Considerando-se o conjunto dos números racionais, é CORRETO
afirmar que:
a) A soma de dois números racionais é sempre um número racional,
existindo apenas uma exceção.
b) As dízimas decimais periódicas contêm um número infinito de
casas decimais e, por isso, não são números racionais.
c) 5(n!) se anula apenas para um único valor natural de n.
d) A raiz de índice par de um número racional positivo nem sempre
é um número racional.
72. Certo dia, um funcionário foi incumbido de digitar certo número de
páginas de um texto. Ele executou essa tarefa em 45 minutos, adotan-
do o seguinte procedimento:
– nos primeiros 15 minutos, digitou a metade do total das páginas e
Matemática

mais meia página;


– nos 15 minutos seguintes, a metade do número de páginas restantes
e mais meia página;
50
– nos últimos 15 minutos, a metade do número de páginas restantes e
mais meia página. Se, dessa forma, ele completou a tarefa, o total de
páginas do texto era um número compreendido entre:
a) 5 e 8.
b) 8 e 11.
c) 11 e 14.
d) 14 e 17.

21. Dízimas Periódicas


21.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a determinação de uma dízima periódica.

21.2 Síntese
Denominamos representação fracionária ou simplesmente fração à expres-
são de um número racional na forma a  .
b

Exemplos de dízima periódica:


1/3 = 0,333.
2/7 = 0,285714285714.
Conceito de Geratriz da Dízima: É a fração que gerou a dízima. Como
determinar ?
Exemplos:
= 0,4444....número que repete é o 4, então é o numerador. Quantos alga-
4
rismos têm o número 4: apenas 1, então:  
9

= 0,1717....número que repete é o 17, então é o numerador. Quantos alga-


rismos têm o número 17: apenas 2, então: 17 
99

= 0,285714....número que repete é o 285714, então é o numerador. Quan-


285714
tos algarismos têm o número 285714: apenas 6, então:  
999999

Porém, e as dízimas que não se repetem (periódicas compostas = uma parte


decimal e o restante é dízima)?
Matemática

Exemplos:
= 0,2111...número que se repete é o 1, porém, o 0,2 inicial não faz parte da
dízima, com isso faz-se necessário separar:
51
ଶ ଵ
= 0,2 = +  . Porém, como o número 1 “afastou” da vírgula 1 casa, a
ଵ଴ ଽ
resultante é:
ଶ ଵ 19
+   (acrescenta o zero no denominador), resultando em =   90
ଵ଴ ଽ଴

Exercício
73. (Fundep) Considere x, y e z números naturais. Na divisão de x por y,
obtém-se quociente z e resto 8. Sabe-se que a representação decimal é
a dízima periódica 7,363636... Então, o valor de x + y + z é:
a) 190.
b) 193.
c) 191.
d) 192.

22. Números Racionais: Dica Útil


22.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos algumas dicas para resolução de problemas com


números racionais.

22.2 Síntese
Como saber se é uma dízima ou não?
– Sabemos que nosso sistema é decimal (base 10); se fatorarmos o núme-
ro 10 ou um de seus múltiplos a fatoração será do tipo: 2n.5m. Qualquer
número fracionário onde o denominador é do tipo 2n.5m, será um nú-
mero decimal finito e se dentre seus fatores primos estiver um número
que não seja uma potência de 2 ou de 5, esta fração será uma dízima
periódica.

1 1 
 
20 2 2 .5

1 1 
 2 2  são números decimais finitos  
100 2 .5 
Matemática

1 1 
 3 3
1000 2 .5 
52

1 1 
 
6 2 .3

1 1 
 2  são números decimais infinitos  
90 2.3 .5 
1 1 
 4
240 2 .3.5 
Dica para resolução rápida:
1 
 0,5 
2

1
 0,25 
4 
 Dividir por uma potência de 2, tem que dar uma potência de 5  
1
 0,125 
8 
1 
 0,0625
16 

E vice-versa, dividir por uma potência de 5 o resultado decimal será uma


potência de 2:
1
 0,2
5
1
 0,04
25
 
1
 0,008
125
1
 0,0016
625

Exercício
74. Calcule:
a)
 1  1  1   1 
1  1  1  ...1   
 2  3  4   100 

 3   4   5   101 
       ...  
 2   3   4   100 

 
b)  1  1  1   1 
1  1  1  ...1  
 2  3  4   1000   
Matemática

 1   1   1   999 
 . . ... 
 2   3   4   1000   

 
53
23. Potenciação – I
23.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos conceitos, regras e exemplos de potenciação.

23.2 Síntese
É uma maneira de reduzir a escrita.
Exemplo: [Link].[Link] = 28
Base = 2 e Expoente = 8
Regras:
Seja a um número inteiro qualquer e n um número inteiro positivo,
definem-se:
I. a0 = 1 (com a ¹ 0)
II. an = a . an – 1
Para simplificar expressões envolvendo potências é útil conhecermos as se-
guintes propriedades:
1. an × am = an + m
2. an ÷ am = an – m
3. (an)m = an x m
4. (a x b)n = an x bn
5. (a ÷ b)n = an ÷ bn
Não existe propriedade com soma ou subtração de potência.
O resultado de uma potenciação só é negativo em um único caso: Quando
a base é negativa e o expoente é ímpar.
Exemplos:
(+2)4 = +16 (+2)5 = +32
(–2)4 = + 16 (–2)5 = –32 ← base negativa e expoente ímpar.
Cuidado!
Não confunda (-2)4 = +16 enquanto que –24 = -16
Vejamos por que o resultado da segunda expressão é negativo:
-24 = -1 x 24 = -1 x 16 = -16
como se vê no desenvolvimento da expressão, o sinal negativo não é base,
mas, sim, um indicativo do número –1 que multiplica a potência toda.
Da mesma forma também teremos:
Matemática

(-3)2 = +9 enquanto –32 = -1 x 32 = -9


(-10)4 = +10.000 enquanto –104 = -1 x 104 = -10.000
54
Exercícios
30
75. O valor de 33 é:
9915
76. Em relação aos números reais, a alternativa CORRETA é:
2
a) 35 : 35  35

b) 33  9 9
 33
3

c) 8 6
102  102
4

2
83
d)  86
83
e) 78 + 77 = 1415

24. Potenciação – II
24.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos potenciação e o uso dos parênteses.

24.2 Síntese
Os parênteses são extremamente necessários em uma potenciação.
Exemplos:
23 ≠ (23)2 = 29 ≠ 26
–24 ≠ (-2)4 = –16 ≠ +16

Exercício 20
n
n2
 
77. Se n ∈N > 1, a expressão 4  2 2 n  2 é:
a) 4
n
1
b)
4 n 2n
c)
1
2n
Matemática

d) 1
2
55
Regras de sinais nas potenciações
O sinal da potência depende sempre do sinal da base (+ ou -) e da paridade
do expoente (par ou ímpar). O resultado de uma potenciação só é negativo em
um único caso: quando a base é negativa e o expoente é ímpar.
Um número natural n (n > 1) que tem como divisores naturais apenas o 1
(um) e o próprio n é chamado número natural primo. Os primeiros naturais
primos são 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, ...
Todo natural primo diferente de 2 pode ser escrito, de forma única, como
a diferença dos quadrados de dois números naturais consecutivos. Exemplo:
7 = 42 – 32
Represente, dessa forma, os números naturais primos 3, 11 e 19.
Resoluções:
3 = 22 – 12
11 = 62 – 52
19 = 102 – 92

25. Radiciação
25.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos radiciação, suas propriedades operatórias e


restrições.

25.2 Síntese
É a operação inversa da potência. Ex: √ab = ab/c
Restrições: Seja a um número inteiro qualquer e n um número inteiro po-
sitivo, define-se a raiz enésima aritmética de a como sendo o número x = n a  ,
tal que:
I. n a   = x, quando xn = a e n for ímpar;
II. n a   = |x|, quando xn = a e n for par.
Propriedades operatórias:
1. 1. n
a . n
b = n a.b
 
2. 2. n
a  n
b = n a b
Matemática

 
3. 3.  a
n
m
 n
am  
56

4. 4. n m
a  n.m

5. 5. n
am  n.m an.m  
n
d
6. 6. a d  an  

Radical de Radical:
p q r p .q .r
a  a
 
3 5
7  2 .3 .5
7 30
7
Exercícios:

= 
3

x 2 . x  6 x , com x  0

=   x  =
6 7 6
x 7  = x7‐1 =   x . = x
6 6

 
6
x  x1
Exemplo (Regra  do Apartamento (entra e sai)). Para sair e entrar você pre-
cisa da chave do apartamento, da portaria, da garagem etc. Ou seja, o melhor
caminho é tentar simplificar ao máximo as raízes. Veja os exemplos:
p q p .q .r
a br c  c .b r .a q .r

2 2 2 4 2
 

2 2 2  8 2.2 2 .2 4  8 2 7

x 1 x x 

Exercício
78. Resolva: x x 1 x x  =  8 x1 x 2 .x 4  8 x 1
 
Matemática
Capítulo 3

Sistema Legal de Medidas

1. Nomenclatura do Sistema Legal de


Medidas
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a nomenclatura do sistema legal de medidas


(Sistema MKS). Transformação de medidas de área, comprimento e volume.

1.2 Síntese
M = metro.
K = kilograma.
S = segundo.
Exemplos: Número 254,36. Se quiser andar com a vírgula quatro casas para
a direita = 2.543.600. Ou se quiser andar com a vírgula duas casas para a
esquerda = 2,5436.
58
Potência de 10:
2,37x102 = 237. Como aumentou duas casas decimais, diminui o expoente
da potência, resultando em: 102-2 ou 100 = 237.
254,36 = andar duas casas para a esquerda (aumenta a potência) = 2,5436 x 102.
Notação científica: se andar com a vírgula para a direta aumenta o número
(diminui a potência). Se andar com a vírgula para esquerda diminui o número
(aumenta a potência). Exemplo: 3.200 não se escreve em notação científica. O
correto é escrever 3,2. Diminuindo as casas demais, aumenta a potência = 103.
Outros exemplos:
583.000.000 = 583 x 106 = 5,83 x 108.
34,56 x 108 = 345,6 x 107 (andando para a direita) ou 3,456 x 109 (andando
para a esquerda).
0,0028 x 1015 = (não é correto usar em notação científica), então se anda
com a vírgula até 2,8 x 1012.
5438,25 x 10-12 = em notação científica (número inteiro não nulo antes da
vírgula): 5,438 x 10-12+3 = 5,438 x 10-9.
0,000037 x 10-20 = 3,7 x 10-20-5 = 3,7 x 10-25.
Resumindo a regra básica: Diminui a base e aumenta o expoente. Aumenta
a base e diminui o expoente.

2. Unidades de Medidas
2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação das principais unidades de me-


didase como transformá-las.

2.1 Síntese
Três tipos são necessários: comprimento x superfície (áreas) x volume.
Unidades:
Unidades de Comprimento
km hm dam m dm Cm mm
Cada “pulo” arrasta a vírgula 1x
Unidades de Superfície (área)
Matemática

km2 hm2 dam2 m2 dm2 cm2 mm2


Cada “pulo” arrasta a vírgula 2x
59
Unidades de Volume
km 3
hm 3
dam3 m3 dm3 cm3 mm3
Cada “pulo” arrasta a vírgula 3x
Medidas de Volume (litro)

kℓ hℓ daℓ ℓ dℓ cℓ mℓ
Cada “pulo” arrasta a vírgula 1x
Unidades de Massa
kg hg dag g dg cg mg
Dica para transformar medidas:
– Se elevado a 1 = “pula” 1 casa.
– Se elevado a 2 = “pula” 2 casas.
– Se elevado a 3 = “pula” 3 casas.
Medidas padrões:
1 dm3 = 1 litro.
1 m3 = 1000 litros.
1 tonelada = 1000 kg.
1 arroba = aprox. 13 kg (porém, o sistema é regional, então varia conforme
a região).
1 hectare = 10.000 m2.

Exercícios
79. Em uma fotografia aérea, um trecho retilíneo de uma estrada que
mede 15 km possui 5 cm; nessa mesma fotografia, aparece um desma-
tamento de 9 cm2. O valor real do desmatamento, em km2, é de:
a) 3.
b) 9.
c) 27.
d) 81.
80. (Fundep) Uma maquete de um prédio, feita na escala 1:1000, a pisci-
na, com a forma de um cilindro circula reto, tem a capacidade de 0,6
cm3. O volume, em litros, dessa piscina será:

3. Unidades de Medidas – Aplicação


3.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, veremos a aplicação das unidades de medidas em exercícios.


60
Exercícios
81. Um barril cheio de água pesa 1.160 g e com água até metade de sua
capacidade , 6,5 hg . O peso do barril vazio, em kg, é:
a) 0,07.
b) 0,12.
c) 0,14.
d) 0,25.
82. (Fundep) Ao reformar-se o assoalho de uma sala, suas 49 tábuas cor-
ridas foram substituídas por tacos. As tábuas medem 3 m de compri-
mento por 15 cm de largura e os tacos medem 20 cm por 7,5 cm. O
número de tacos necessários para essa substituição foi:
a) 1.029.
b) 1.050.
c) 1.470.
d) 1.500.
83. Um paciente está recebendo, por via intravenosa, em um período de 6
horas, um frasco de 2.400 cm3 de soro fisiológico. O aparelho de apli-
cação do soro tem um fluxo constante, medido em gotas por minuto.
Se 1 cm3 equivale a 18 gotas, pode-se estimar que o fluxo do aparelho,
em gotas por minuto, é:
a) 120.
b) 140.
c) 160.
d) 180.
84. Uma casa tem dez janelas, cada uma com quatro vidros retangulares
e iguais, de 0,45 m de comprimento e 0,40 m de largura. Cada vidro
custa R$ 0,25 o dm2 e a mão de obra para colocá-lo, R$ 4,00 por jane-
la. A importância a ser gasta para colocar os vidros nessas janelas é:
a) R$ 44,50.
b) R$ 220,00.
c) R$ 225,00.
d) R$ 445,00.
e) R$ 450,00.
85. Uma senhora comprou 4 m de fazenda a R$ 12,00 o metro. No en-
tanto, o metro do lojista media 2 cm a mais. A quantia que o lojista
deixou de ganhar pelo tecido vendido é:
a) R$ 0,81.
b) R$ 0,96.
Matemática

c) R$ 1,08.
d) R$ 1,20.
Capítulo 4

Matemática Comercial

1. Razão
1.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos que a razão é uma divisão (quociente) entre dois
números.

1.2 Síntese
Exemplos: razão entre homens e mulheres / candidatos por vaga / por-
centagem.
Algumas razões possuem cálculos matemáticos:
– densidade (química) = massa / volume.
– densidade (geográfica) = população / área.
– velocidade média = distância total percorrida / tempo total gasto.
62
– distância = velocidade x tempo (d = v.t).
– variação da velocidade.
– variação do tempo.

Exercícios
86. Um motorista dirige seu carro da cidade X até a cidade Y, distantes en-
tre si 100 km, a uma velocidade média na ida, de 30 km/h e na volta,
pelo mesmo percurso, a velocidade média é de 60 km/h. Nesse caso,
é correto afirmar que a velocidade média desenvolvida pelo motorista
em todo o percurso é de:
a) 40 km/h.
b) 45 km/h.
c) 47,5 km/h.
d) 50 km/h.
Em matemática se usa a média harmônica = harmoniza o ambiente
(se não está submetido às mesmas condições físicas, caso contrário,
se usa a média aritmética comum). Fórmula = quantidade de coisas
envolvidas sob suas medidas.
n
Mh 
1 1
  ...
n1 n2  
Assim, utilizando o exemplo anterior:
ଵାଵ ଶ
ൌ  భశభ భశభ ൌ మ మ = 40 km/h
ା ା
యబ లబ యబ లబ

87.  Em uma viagem Rio-São Paulo, metade da distância foi percorrida
com um rendimento de 11 km/l de combustível, e a outra metade,
com rendimento de 9 km/l. O rendimento da viagem toda foi de:
a) 9,8 km/l.
b) 9,9 km/l.
c) 10 km/l.
d) 10,1 km/l.
e) 10,2 km/l.
Matemática
63
2. Velocidade Relativa
2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre definição e aplicação da velocidade


relativa.

2.2 Síntese
Considerem-se duas partículas A e B, movendo-se em uma mesma tra-
jetória e com velocidades escalares, em duas situações distintas: movendo-se
no mesmo sentido e em sentidos opostos. A velocidade escalar que uma das
partículas possui em relação à outra (tomada como referência) é chamada de
velocidade relativa.
Exemplos:
– Um carro está na estrada a 80 km/h e outro carro no sentido oposto
passa a 100 km/h. Um carro passa pelo outro a 180 km/h.
– Uma pessoa corre a 7 km/h e na sua frente outra pessoa corre a 6 km/h.
Isso quer dizer que a cada hora se aproximam 1 km.

Exercícios
88. Maurício e Julinho brincam com seu cachorro numa praia. Estão ini-
cialmente separados por uma distância de 100 metros e começaram
a caminhar cada um em direção ao outro, um deles com velocidade
de 2 m/s e o outro com velocidade de 3 m/s. Neste mesmo instante o
cachorro, que estava junto de um deles, começa a correr em direção
ao outro e chegando, volta imediatamente ao primeiro recomeçando
tudo outra vez até que Julinho e Maurício se encontrem. Quantos me-
tros, ao todo, terá percorrido o cachorro se mantiver uma velocidade
de 8 m/s?
a) 100 metros.
b) 120 metros.
c) 140 metros.
d) 160 metros.
Matemática

e) 180 metros.
89. Um coelho está 80 metros à frente de uma raposa que o persegue.
Enquanto o coelho percorre 19 metros, a raposa percorre 21 metros.
64
Quantos metros a raposa deverá percorrer para alcançar o coelho?
a) 760 m.
b) 840 m.
c) 441 m.
d) 560 m.
90. (Fundep) Uma pessoa que está indo para a rodoviária pega um trânsi-
to e chega 5 minutos atrasada para pegar o ônibus. Chama um táxi e
pede para alcançar o ônibus. Dados: O ônibus saiu a 80 km/h e o táxi
corre a 100 km/h. Em quanto tempo a pessoa alcança o ônibus? Qual
a distância aproximada que percorreu para alcançar o ônibus?

3. Conceito de Escala
3.1 Apresentação

Conceito de escala (mapas, maquetes, projetos).

3.2 Síntese
Tamanhoobjeto
Definição: E   
Tamanhoreal
Se a escala é 1:1.000, para cada 1 pedaço do objeto, tenho 1.000 pedaços
reais (razão).
Relembrando algumas medidas:
1 m3 = 1.000 litros (Ex.: caixa d’água padrão).
1 dc3 = 1 litro / 1 cm3 = 1 ml / 1t = 1.000 kg.

Exercícios
91. (Fundep) Numa maquete de um condomínio a escala utilizada é de
1:1000 e uma piscina cilíndrica possui 0,6 cm3 de volume. Determi-
ne, em litros, a capacidade da piscina:
a) 600 l.
b) 6.000 l.
c) 60.000 l.
Matemática

d) 600.000 l.
92. Um tijolo pesa 4,8 kg, uma miniatura 4 vezes menor, feita do mesmo
material, pesará quantos gramas?
65
a) 1.200 g.
b) 300 g.
c) 75 g.
d) 750 g.
93. (Fundep) Em um mapa na escala 1:10.000.000, a distância entre dois
pontos é de 2,5 cm. Assim sendo, no terreno, a distância entre esses
pontos é de:
a) 5 km.
b) 100 km.
c) 250 km.
d) 1.000 km.
94. O número de aeronaves entre 4 empresas brasileiras é distribuído da
seguinte maneira:
– TAM: 1/3 da frota brasileira.
– GOL: 1/3 do restante.
– TRIP: 1/3 do restante.
– AZUL: 80 aeronaves.
O total de aeronaves desse grupo brasileiro é:
a) 270 aeronaves.
b) 300 aeronaves.
c) 360 aeronaves.
d) 540 aeronaves.

4. Proporção – Sistemas de Cotas


4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a igualdade de duas razões.

4.2 Síntese
Proporção: Igualdade entre duas razões. A está para B assim como C está
para D (grandezas proporcionais nessa ordem). O produto dos meios é igual ao
produto dos extremos.
Propriedade Importante: todas as operações realizadas no numerador
Matemática

devem também ser feitas no denominador.


66
Exercícios
95. Um tijolo pesa 1 kg mais meio tijolo, quanto pesa um tijolo mais meio
tijolo?
96. A soma de dois números é 90 e a razão entre eles é 4/6. Quais são os
números?
97. O montante de uma aplicação é diretamente proporcional ao capital
investido. Três investidores aplicaram respectivamente, capitais de R$
2.000,00, R$ 3.000,00 e R$ 4.000,00. Se o montante total recebido
pelos três foi de R$ 10.800,00, quanto desse montante cabe a cada um
deles?

5. Cotas x Juros
5.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a diferenciação entre cotas e juros.

5.2 Síntese
Podem-se usar cotas nos problemas envolvendo juros simples. Os mesmos
podem ser trabalhados como cotas, porque é um juros linear onde o crescimen-
to é proporcional.

Exercícios
98. Os juros de uma aplicação devem ser diretamente proporcionais
ao capital investido e a taxa de juros da aplicação. Três investidores
aplicaram, durante o mesmo período, seus capitais de R$ 200,00, R$
300,00 e R$ 500,00 a taxas de juros mensais de 4%, 3% e 2%, respec-
tivamente. Sabendo que o total de juros das três aplicações foi de R$
270,00, determine que parte desse total cabe a cada investidor.
99. Dois sócios, A e B, abriram uma empresa com os capitais de R$
4.000,00 e R$ 5.000,00, respectivamente. Quando a sociedade com-
pletou o seu quinto mês de existência, A investiu mais R$ 1.000,00 na
Matemática

empresa. Dois meses depois dessa data, B aumentou sua participação


para R$ 6.000,00. Ao fim de um ano de atividades, verificou-se um
lucro de R$ 2.400,00. Que parte desse lucro coube ao sócio A?
67
100. (UnB) Uma empresa tem em seu quadro pessoal 84 empregados, e a
razão entre o número de homens e mulheres é, nessa ordem, igual
a 4/3. A propósito dessa situação, julgue os itens a seguir:
( ) O número de mulheres no quadro de pessoal dessa empresa é
superior a 38.
( ) Ao se somar 2/3 do número de mulheres a 75% do número de
homens dessa empresa, obtém-se um número racional não inteiro.

6. Sistema de Cotas e Fracionários


6.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos problemas envolvendo sistema de cotas e fracionários.

Exercícios
101. (Fundep) Um avicultor afirmou que 2/5 dos ovos de sua granja eram
do tipo “extragrande”, sendo o restante do tipo “grande”. Posterior-
mente, verificou-se que um em cada oito ovos classificados como
“extragrandes” era, na verdade, “grande” e que um em cada oito ovos
classificados como “grandes” era, na verdade, “extragrande”. Do to-
tal de ovos que este avicultor produzia, a porcentagem de ovos “ex-
tragrandes” era de:
a) 42,5%.
b) 45%.
c) 55%.
d) 57,5%.
102. (Fundep) Para calcular o comprimento do segmento AB, usam-se
duas unidades de medida. Representadas por U e V, essas unidades
correspondem a 1/5 e 1/6 de AB, respectivamente. Considere um
ponto F sobre AB. Se a medida de AF com a unidade U é 2, então a
medida de AF com a unidade V é:
a) 0,1.
b) 1,2.
c) 1.
Matemática

d) 2,4.
103. Três sócios: Miguel, Pedro e João, lucraram juntos R$ 38.000,00. Mi-
guel investiu R$ 5.000,00 durante 1 ano; Pedro investiu R$ 4.000,00
68
durante 6 meses e João investiu R$ 6.000,00 durante 5 meses. A
parte do lucro que Pedro recebeu foi de:
a) R$ 20.000,00.
b) R$ 10.000,00.
c) R$ 8.000,00.
d) R$ 6.000,00.
104. Uma empresa decidiu agraciar os empregados Antônio, Pedro e João,
que tiveram a menor quantidade de faltas ao serviço durante o ano
passado, com 42 cotas de determinado título de capitalização. An-
tônio, Pedro e João registraram, respectivamente, 3, 5 e 6 faltas, e
a empresa destinará a cada um deles uma quantidade de cotas in-
versamente proporcional ao número de suas faltas. Dessa forma, o
número de cotas destinadas a Antônio será igual a:
a) 07.
b) 10.
c) 12.
d) 14.
e) 20.

7. Grandeza Diretamente e Inversamente


Proporcional
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos grandezas diretamente e inversamente


proporcionais, usando o sistema de cotas.

7.2 Síntese
Relembrando o sistema de cotas: Se em um determinado lugar tiver 3 ho-
mens para cada 5 mulheres. Os homens e as mulheres serão representados por
cotas. Logo, existem 3 cotas de homens e 5 cotas de mulheres, totalizando
8 cotas. Em um local com 120 pessoas e existindo 8 cotas = 15 pessoas por cota.
Assim: 15 x 3 homens = 45 homens / 15 x 5 = 75 mulheres.

Exercícios
Matemática

105. (Fundep) Um biólogo capturou 60 araras de uma mata e colocou um


anel de identificação em cada uma delas. Em seguida, soltou-as na
69
mesma mata. Alguns dias depois, o biólogo capturou novamente 60
araras dessa mata e somente 15 tinham o anel de identificação. As-
sim, é correto afirmar que, nessa mata deve haver aproximadamente:
a) 180 araras.
b) 240 araras.
c) 280 araras.
d) 320 araras.
106. (Fundep) O governo dispõe de uma verba de R$ 140.000.000,00
para equipar a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombei-
ros. Esse valor deverá ser dividido entre essas corporações em partes
respectivamente proporcionais a . Nesse caso, o valor a ser alocado
ao Corpo de Bombeiros será de:
a) R$ 80.000.000,00.
b) R$ 90.000.000,00.
c) R$ 92.000.000,00.
d) R$ 95.000.000,00.
107. (TRT) Três funcionários A, B e C decidem dividir entre si a tarefa
de conferir o preenchimento de 420 formulários. A divisão deverá
ser feita na razão inversa de seus respectivos tempos de serviço no
Tribunal. Se A, B e C trabalham no Tribunal há 3, 5 e 6 anos, res-
pectivamente, o número de formulários que B deverá conferir é:
a) 100.
b) 120.
c) 200.
d) 240.
e) 250.
108. O montante de uma aplicação é diretamente proporcional ao capital
investido. Três investidores aplicaram, respectivamente, capitais de R$
2.000,00, R$ 3.000,00 e R$ 4.000,00. Se o montante total recebido pelos
três foi de R$ 10.800,00, quanto desse montante cabe a cada um deles?
109. Julgue os itens abaixo:
a) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais, quando uma
delas aumenta a outra também aumenta na mesma proporção.
b) Dadas duas grandezas diretamente proporcionais, quando uma
delas diminui a outra aumenta na mesma proporção.
c) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais, quando
uma delas aumenta a outra diminui na mesma proporção.
d) Dadas duas grandezas inversamente proporcionais, quando uma
delas diminui a outra também diminui na mesma proporção.
Matemática

e) O número de ganhadores de um único prêmio de uma loteria


e a quantia recebida por cada ganhador são grandezas inversa-
mente proporcionais.
70
8. Resolução de Questões – Grandezas
8.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos questões envolvendo grandezas e regra de três.

8.2 Síntese
Dicas para resolução de problemas com regra de três:
1) Escrever a pergunta e depois os demais dados: 1º DADO, 2º DADO e
3º DADO.
2) Comparar cada dado com a pergunta, separadamente: Se aumentaram
ambos os lados = diretamente / Se aumentou um lado e diminuiu outro
lado = inversamente.
3) Inverte quem é inversamente e multiplica cruzado.

Exercícios
110. 20 operários cavam 400 metros de um poço em 15 dias de 8 horas.
Em quantos dias de 9 horas, 15 operários, cuja capacidade de traba-
lho é três vezes a dos primeiros, poderão fazer 900 metros de outro
poço, cuja dificuldade de cavar seja 3/5 da do primeiro?
111. Um gato e meio come um rato e meio em um minuto e meio, em
quanto tempo 100 gatos comerão 200 ratos?

9. Regra de Três
9.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a regra de três.

9.2 Síntese
Matemática

A regra de três é o processo de cálculo utilizado para resolver problemas


que envolvam duas ou mais grandezas direta ou inversamente proporcionais.
71
Exercícios
112. (Fundep) A faz uma peça em 9 dias. B é 50% mais eficiente que A.
Então, o número de dias que B deverá demorar para fazer a mesma
peça é:
a) 3.
b) 4.
c) 9/2.
d) 6.
113. Certo trabalho pode ser realizado por 16 digitadores em 20 dias, tra-
balhando 6 horas diárias. Para executar metade desse trabalho em 16
dias, 12 digitadores teriam de trabalhar diariamente:
a) 4 horas.
b) 5 horas.
c) 6 horas.
d) 7 horas.
114. Uma impressora trabalhando continuamente emite todos os boletos
de pagamento de uma empresa em 3 horas. Havendo um aumento
de 50% no total de boletos a serem emitidos, três impressoras, iguais à
primeira, trabalhando juntas poderão realizar o trabalho em 1 hora e:
a) 30 minutos.
b) 35 minutos.
c) 40 minutos.
d) 45 minutos.
e) 50 minutos.
115. Hoje, Filomena gastou 3 horas de trabalho ininterrupto para digitar
3/5 do total de páginas de um texto e, amanhã, Gertrudes deverá
digitar as páginas restantes. Considerando que a capacidade opera-
cional de Gertrudes é 80% da capacidade de Filomena, então, o
esperado é que Gertrudes digite a sua parte em:
a) 2 horas.
b) 2 horas e 30 minutos.
c) 3 horas.
d) 3 horas e 30 minutos.
e) 4 horas.
116. Um automóvel poderia rodar 6 horas consecutivas, sem ser reabasteci-
do, se partisse com um tanque de gasolina completo. Entretanto, ten-
Matemática

do partido com um vazamento no tanque, rodou somente por 4 horas,


logo após ter completado o tanque. Quanto tempo foi necessário para
que 1/20 da gasolina do tanque fosse perdido pelo vazamento?
72
10. Problema das Torneiras
10.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos problemas envolvendo torneiras. Qualquer


problema semelhante se resolve utilizando média harmônica.

Exercícios
117. Uma torneira enche um tanque sozinha em 10 horas. Outra torneira
enche o mesmo tanque sozinha em 15 horas. Se abrir as duas tornei-
ras simultaneamente, em quantas horas encherão o tanque?
118. Um tanque tem três torneiras. A duas primeiras o enchem sozinhas,
respectivamente em 4h e 6h. A terceira o esvazia em 3h. Quantas ho-
ras serão necessárias para enchê-lo se as três torneiras ficarem abertas
e o tanque já estiver cheio com ¾ de sua capacidade?
119. Paulo demora 5 dias a mais do que Pedro para fazer um serviço. Se
juntos fazem o serviço em 6 dias, em quanto tempo cada um faz o
serviço individualmente?
a) 3 e 10.
b) 10 e15.
c) 3 e 8.
d) 9 e 14.
120. Operando ininterruptamente, uma máquina é capaz de tirar X có-
pias de um texto em 6 horas, enquanto que, nas mesmas condições,
outra copiadora executaria o mesmo serviço em 4 horas. Se essas
duas máquinas operassem juntas, que fração de X cópias elas tirariam
após 2 horas de funcionamento ininterrupto?
a) 5/12.
b) 1/2.
c) 7/12.
d) 2/3.
e) 5/6.
121. Julgue os itens abaixo:
a) A velocidade desenvolvida por um automóvel e o tempo gasto
para percorrer certa distância são grandezas diretamente propor-
Matemática

cionais.
b) Um reservatório possui duas torneiras. A primeira o enche sozinha
em 5 horas. A segunda gasta 4 horas para enchê-lo sozinha. Se
73
abrirmos a segunda torneira uma hora após a primeira, o tempo
total gasto para enchê-lo corresponderá a 2 horas, 46 min e 40s.

11. Porcentagem e Conceitos Básicos


11.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre porcentagens e seus conceitos básicos.

11.2 Síntese
As frações que apresentam denominadores iguais a 100 são chamadas tam-
bém de razões centesimais e podem ser representadas pelo símbolo %.
Problemas de porcentagem: é necessário trabalhar a ideia de referencial e
conceitos básicos de porcentagem, onde:
i = taxa proporcional.
i/100 = taxa unitária.
Exemplo: 20% = 20/100 = 0,2.
Referencial: 100%.
– se tiver lucro, é em cima dos 100% + a taxa;
– se é inflação, é 100% + a taxa inflacionária;
– se é juros, é 100% + taxa de juros;
– se é desconto, é 100% – taxa do desconto;
– se é deflação, é 100% – taxa de deflação;
– se é desvalorização, é 100% – taxa.
Exemplos:
de Lucro/juros/inflação Prejuízo/desvalorização/desconto
20% x 0,20 + 1,20 x 0,80
5% x 0,05 + 1,05 x 0,95
25% x 0,25 + 1,25 x 0,75

Exercícios
122. Uma pessoa chega em uma loja onde está escrito Promoção. Se com-
prar à vista, tem desconto de 10%. Se preferir parcelar, dará uma entrada
Matemática

e outra parcela para 30 dias. Qual é a taxa mensal realmente cobrada?


a) 0%.
b) 10%.
74
c) 15%.
d) 20%.
e) 25%.
123. Se seu salário subiu 32% e os preços subiram 10%, no mesmo perío-
do, em quanto aumentou o seu poder de compra?

12. Aumento e Descontos Sucessíveis


12.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos questões envolvendo aumento e descontos sucessíveis.

12.2 Síntese
Exemplo: Calcular 20% de 30% das pessoas que estão presentes. 20% dos
30% dos candidatos que estão fazendo concurso moram em capitais. Calcular
20% de 30% que equivale a 6% do total de pessoas que vão prestar concurso
moram em capitais.

Exercícios
124. (Fundep) De todos os empregados de uma grande empresa, 30%
optaram por realizar um curso de especialização. Essa empresa tem
uma matriz localizada na capital. Possui também duas filiais, uma
em Ouro Preto e outra em Montes Claros. Na matriz trabalham 45%
dos empregados e na filial de Ouro Preto 20% dos empregados. Sa-
bendo que 20% dos empregados da capital optaram pela realização
do curso e que 35% dos empregados da filial de Ouro Preto também
o fizeram. A porcentagem dos empregados da filial de Montes
Claros que não optaram pelo curso é?
a) 60%.
b) 40%.
c) 35%.
d) 21%.
125. Uma mercadoria sofre aumento de 20% e logo depois, a título de
Matemática

promoção, um desconto de 30%.De quanto será o prejuízo?


126. As ações de uma certa empresa subiram 20% ao mês durante dois me-
ses consecutivos e baixaram 20% ao mês em cada um dos dois meses
75
seguintes. Com relação à variação sofrida por essas ações durante
esses quatro meses é correto afirmar que:
a) O valor das ações permaneceu inalterado.
b) As ações desvalorizaram 7,84%.
c) As ações valorizaram 7,84%.
d) As ações desvalorizaram 8,48%.
127. (TRT) O preço de um objeto foi aumentado em 20% de seu valor.
Como as vendas diminuíram, o novo preço foi reduzido em 10% de
seu valor. Em relação ao preço inicial, o preço final apresenta: 
a) Uma diminuição de 10%.
b) Uma diminuição de 2%.
c) Um aumento de 2%.
d) Um aumento de 8%.
e) Um aumento de 10%.
128. (TRT) Dos funcionários de uma empresa sabe-se que o número de
mulheres está para o número de homens, assim como 12 está para 13.
Relativamente ao total de funcionários dessa empresa, é correto afir-
mar que o número de funcionários do sexo feminino corresponde a:
a) 40%.
b) 42%.
c) 45%.
d) 46%.
e) 48%.

13. Resolução de Questões – Porcentagem


13.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos questões envolvendo porcentagem e estatística.

Exercícios
129. Antônio ganha 30% a mais que Beatriz e Carlos 20% a menos que
Antônio. Se a diferença entre os salários de Antônio e de Carlos é de
R$ 130,00, qual é o salário de Beatriz?
Matemática

130. (Cespe – INSS) A falta de informações dos micros e pequenos em-


presários ainda é o principal motivo para a baixa adesão ao SIM-
PLES – o sistema simplificado de pagamento de impostos e contri-
76
buições federais. Segundo pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro
de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) junto a 1.312 em-
presas, entre 19 e 31 de março, a adesão ao SIMPLES apresentou o
resultado mostrado no gráfico abaixo.
Vão aderir. (19%)

Não podem aderir. (17%)

Ainda não decidiram. (22%) Não pretendem aderir. (3%)

Já aderiram. (39%)

 
Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem:
a) O número de empresas consultadas que ainda não decidiram
aderir ao SIMPLES é inferior a 280.
b) Mais de 260 empresas consultadas não podem ou não preten-
dem aderir ao SIMPLES.
c) Entre as empresas consultadas, a porcentagem das que já se de-
cidiram em relação ao SIMPLES é superior a 74%.
d) Entre as empresas consultadas que podem aderir ao SIMPLES,
mais de 25% ainda não se decidiram.
131. (Cespe – BB) IPCA e INPC têm nova fórmula:
A partir de agosto deste ano, a apuração do Índice de Preços ao
Consumidor Amplo (IPCA) e do Índice Nacional de Preços ao Con-
sumidor (INPC) tem novas estruturas e ponderação. Com base na
Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 1996, a equipe do depar-
tamento de índices do IBGE repassou os hábitos de consumo e esta-
beleceu nova relação entre a quantidade, o preço e a participação de
cada um dos produtos que compõem a lista de itens pesquisados no
orçamento das famílias brasileiras. Veja, nos gráficos abaixo, a evolu-
ção da participação percentual de cada item na apuração do IPCA.
Matemática
77
Até julho de 1999

A partir de agosto de 1999


 

 
Com base nas informações acima, julgue os itens que se seguem,
relativos ao cálculo do IPCA.
I – A partir de agosto, o item “Saúde e cuidados pessoais” passou a ter
maior participação do que tinha até julho de 1999.
II – A partir de agosto, o item “Vestuário” passou a ter menos da
metade da participação que tinha até julho de 1999.
III – Até julho, a participação atribuída ao conjunto dos itens “Trans-
Matemática

porte”, “Alimentação e bebidas”, “Comunicação” e “Educação” era


maior que a participação atribuída a esse mesmo conjunto a partir
de agosto de 1999.
78
IV – A partir de agosto, a participação do item “Comunicação”
aumentou mais de 90% com relação à que tinha até julho de 1999.
A quantidade de itens certos é igual a:
a) 0.
b) 1.
c) 2.
d) 3.
e) 4.

14. Custo e Venda


14.1 Apresentação

Nesta unidade, esrudaremos sobre operações com mercadorias e questões


envolvendo preço de custo e venda.

14.2 Síntese
Referencial sempre 100%. Se há lucro é (+), se há prejuízo é (-).
Operações com Mercadorias
Sobre o Preço de Custo Sobre o Preço de Venda
Lucro Prejuízo Lucro Prejuízo
(juros) (desconto) (juros) (desconto)
C 100% C 100% V 100% V 100%
V 100 + i V 100 – i C 100 – i C 100 + i
Onde i = taxa percentual.

Exercícios
132. Uma mercadoria foi comprada por R$ 200,00. Qual o preço de ven-
da e se tem lucro de 20% sobre o custo?
133. Paulo comprou um aparelho de som e o revendeu com um lucro de
20% sobre o preço de venda. Nesse caso, o lucro que Paulo obteve
sobre o preço de compra é de:
a) 10%.
Matemática

b) 20%.
c) 25%.
d) 40%.
79
134. Um lucro de 25% sobre o preço de custo de uma mercadoria cor-
respondente a quantos por cento se for calculado sobre o preço de
venda?
135. Um prejuízo de 50% sobre o preço custo de uma mercadoria corres-
ponde a quantos por cento do preço de venda?

15. Parcelas Iguais – Com ou Sem Entrada


15.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as parcelas iguais.

15.2 Síntese
Aplicação das parcelas iguais com ou sem entrada.

Exercícios
136. Um objeto custa à vista R$ 430,00 e será parcelado em duas vezes
iguais, sendo uma entrada e mais 30 dias, com uma taxa de juros
mensal de 15%. Qual será o valor de cada parcela?
137. (Fundep) Pedro comprou uma geladeira – cujo preço à vista é de
R$ 780,00 – em duas prestações, que foram pagas em 30 e 60 dias da
data da compra. A loja cobrou juros de 6% ao mês. A primeira parcela
paga foi de R$ 400,00. Então, o valor da segunda parcela foi de:
a) R$ 426,80.
b) R$ 447,60.
c) R$ 450,60.
d) R$ 452,40.

16. Taxas, Reajustes e Índices Inflacionários


16.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, veremos como trabalhar com questões envolvendo taxas,


reajustes e índices inflacionários.
80
Exercícios
138. Campanha Antifumo
A porcentagem de fumantes em uma cidade era de 32% dos ha-
bitantes. Uma campanha antifumo conseguiu que 3 em cada 11
fumantes deixassem de fumar. O número de fumantes após a cam-
panha passou a ser 25.600. O número de habitantes da cidade, em
milhares é:
139. A empresa “X-Tudo” precisa dispensar 15% de seus funcionários para
que possa dar o aumento salarial exigido pelo sindicato. Com isso,
sua folha de pagamento sofrerá um aumento de 10,5%. Podemos
concluir que o aumento médio salarial foi de:
a) 5,5%.
b) 30%.
c) 25,5%.
d) 57,5%.
140. Um cliente obteve do comerciante desconto de 20% no preço da
mercadoria. Sabendo-se que o preço da venda, sem desconto, é su-
perior em 20% ao do custo, pode-se afirmar que houve por parte do
comerciante um:
a) Lucro de 5%.
b) Prejuízo de 4%.
c) Lucro de 4%.
d) Prejuízo de 2%.
e) Lucro de 2%.
141. Um trabalhador gastava 30% do seu salário com aluguel. Após certo
período seu aluguel havia aumentado 700%, enquanto seu salário
reajustado em 500%. Então, a porcentagem do salário que ele pas-
sou a gastar com aluguel foi:
a) 34%.
b) 38%.
c) 40%.
d) 42%.
e) 45%.
142. A renda nacional de um país aumentou cerca de 110% em um ano
em termos nominais. Neste mesmo período, a taxa de inflação foi de
Matemática

100%. Qual é o crescimento da renda real?


81
17. Porcentagem – II
17.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação dos juros simples.

17.2 Síntese
Referencial é a principal referência (100%).
Ganho: 100 + i.
Perda/prejuízo: 100 – i.

Exercícios
143. Um comerciante vendeu um produto por R$ 1.980,00, tendo um lu-
cro de 10%. No dia seguinte, vendeu outro produto por R$ 1.980,00
e perdeu 10%. Com os dois negócios, ele teve um:
a) Prejuízo de R$ 40,00.
b) Prejuízo de R$ 80,00.
c) Lucro de R$ 180,00.
d) Prejuízo de R$ 220,00.
144. (TRT) Julgue o item:
Se um capital aplicado a juros simples durante seis meses à taxa
mensal de 5% gera, nesse período, um montante de R$ 3.250,00,
então o capital aplicado é menor que R$ 2.600,00.
145. Os capitais de R$ 2.500,00, R$ 3.500,00, R$ 4.000,00 e R$ 3.000,00
são aplicados a juros simples durante o mesmo prazo, a taxas men-
sais de 6%, 4%, 3% e 1,5%, respectivamente. Obtenha a taxa mensal
de aplicação desses capitais.

18. Juros Simples


18.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos sobre juros simples e taxas interligadas a


juros simples.
82
18.2 Síntese
Juros simples é diretamente proporcional ao capital, ao tempo e à taxa.

Exercícios
146. (TRT) Considere que a cesta básica tenha seu preço majorado a
cada mês, de acordo com a inflação mensal. Se, em dois meses con-
secutivos, a inflação foi de 5% e 10%, então a cesta básica nesse
período foi majorada em exatamente 15%.
147. Suponha que uma pessoa aplique R$ 2.000,00 por dois meses a juros
compostos com uma determinada taxa mensal e obtenha um ren-
dimento igual a R$ 420,00, proveniente dos juros. Se essa mesma
pessoa aplicar o mesmo valor por dois meses a juros simples, com a
mesma taxa anterior, ela terá, no final desse período, um montante
de R$ 2.400,00.
148. Um funcionário recebia R$ 850,00 por mês e passou a receber R$
952,00; então, ele teve um aumento inferior a 13%.
149. Um banco oferece a seus clientes um tipo de aplicação financeira
com as seguintes características:
– prazo: 4 meses.
– remuneração: juros simples à taxa de 1,5% ao mês.
– imposto de renda: 20% dos juros pagos no final da aplicação.
Um cliente pagou R$ 36,00 de imposto de renda. Seu montante
líquido (montante-IR) foi de quanto?
Matemática
Capítulo 5

Matemática Financeira

1. Rendas Certas e Anuidades – Aspectos


Introdutórios
1.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos introdução a rendas certas e anuidades.

1.2 Síntese
Tanto pessoas físicas quanto jurídicas envolvem-se com pagamentos (ou re-
cebimentos) sucessivos, para saldar ou receber financiamentos. Esta sequência
de pagamentos são chamamos de rendas certas ou anuidades.
Conceitos:
– T1, T2, T3 = renda certa (representam os termos de cada renda);
– T1, T2, T3 = representam as épocas;
84
– Renda certa possui um número finito de termos (renda certa temporária);
Caso contrário, será chamada de renda certa perpétua (ou perpetuidade);
– Se os termos da renda certa foram todos iguais = renda certa de termo
constante (ou renda uniforme); Caso contrário, será chamada de renda
certa de termo variável;
– Quando as datas correspondentes aos termos das rendas certas estive-
rem defasadas pelo mesmo intervalo de tempo = renda certa periódica.
Caso contrário = não periódica;
– Renda certa: periódica, mensal, trimestral, anual;
– Período constante entre dois termos consecutivos = renda certa periódica;
– Rendas certas temporárias = número finito de termos;
– Rendas certas uniformes = termos são todos iguais;
– Rendas certas periódicas = intervalo de tempo entre dois termos conse-
cutivos é sempre o mesmo.
As rendas certas (ou anuidades) periódicas se classificam em:
a) Postecipadas: são chamadas de rendas certas (ou anuidades) periódicas
postecipadas quando os pagamentos dos termos ocorrem no fim de cada
período respectivo. Logo, nesse caso, não há pagamento na época de
origem da transação.
Exemplo Fluxo de Caixa:
T1  T2  T3  Tn‐1  Tn 

0  1  2  3  ......  n‐1  n 
Onde:
– Entrada  no caixa = seta para cima.
– Saída do caixa = seta para baixo.
– n = número de termos (renda temporária).
b) Antecipadas: são chamadas de rendas certas (ou anuidades) periódicas
antecipadas, quando os pagamentos dos termos ocorrem no início de
cada período respectivo. Nesse caso, há pagamento na data de origem.
Exemplo Fluxo de Caixa:
T  T  T  T  T 

0  1  2  3  ......  n‐1  n 
Matemática

Onde:  
– Época zero = termo t.
– Época 1 = segundo termo t.
85
– Época 2 – terceiro termo t.
– Época n-1 = último termo.
c) Diferida: são chamadas de rendas certas (ou anuidades) periódicas dife-
ridas, de m períodos.
Exemplo Fluxo de Caixa:

T1  T2  Tm+n‐1  Tm+n 


... 
0 1  2 ... m  m+1  m+2  ...  m+(n‐1)  m+n

Onde:
– Primeiro termo ocorre no final do período m+1.
– Durante os m períodos não houve termos.

2. Valor Atual das Rendas


2.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos a aplicação do valor atual das rendas.

2.2 Síntese
Revisão:
– Renda temporária = possui número finito de elementos.
– Renda Uniforme = todos os termos são constantes.
– Renda Periódica = cada termo está defasado sempre no mesmo interva-
lo de tempo.
– Renda = conjunto de capitais.
Considera-se o Valor Atual (V) da Renda certa (ou anuidade) a soma dos va-
lores atuais de cada um dos seus termos. Onde soma dos valores atuais = valor
atual do conjunto (valor atual da renda), representado pela seguinte fórmula:
ሺͳ ൅ ݅ሻ୬ െ ͳ
ܸ ൌ ܶǤ  
݅Ǥ ሺͳ ൅ ݅ሻ୬
Essa fórmula ainda pode ser representada de outra maneira:
ͳ െ ሺͳ ൅ ݅ሻି୬
Matemática

ܸ ൌ ܶǤ  
݅
V = [Link]-i Onde an-i = fator de valor atual (valor tabelado) / T = termo.
86
TABELA II – DE VALOR ATUAL DE UMA SÉRIE DE
PAGAMENTOS IGUAIS

Exercício
 
150. Um carro é vendido a prazo em quatro pagamentos iguais e mensais de
R$ 1.000,00, vencendo a primeira prestação um mês após a compra.
– Número finito de pagamentos = temporária.
– Termos iguais = uniforme.
– Mensais = periódica.
Se a loja opera a uma taxa de juros de 8% a.m., qual o preço à vista
desse carro? (Considerar tabela da Esaf).

3. Valor Atual das Rendas – Antecipada


3.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos como calcular o valor atual de uma renda


antecipada.

3.2 Síntese
Trazer todos os termos T para a época Zero.
O valor atual (V) na época Zero será representado pela seguinte fórmula:
ሺͳ ൅ ݅ሻ௡ିଵ െ ͳ
ܸ ൌ ܶ ൅ ܶǤ  
݅Ǥ ሺͳ ൅ ݅ሻ௡ିଵ

Então:
Matemática

V = T + [Link]-1. i
87
Exercício
151. Um carro é vendido a prazo em quatro pagamentos mensais e iguais
de R$ 1.000,00, vencendo a primeira prestação no ato da compra. Se
a loja opera a uma taxa de juros de 8% a.m., qual o preçoà vista desse
carro? (Considerar tabela II Esaf).

4. Valor Atual das Rendas – Diferida


4.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos como calcular o valor atual de uma renda dife-
rida de m períodos.

4.2 Síntese
– Primeiro termo = final do período m + 1.
– Segundo termo = final do período m + 2.
– Terceiro termo = final do período m + 3.
– T = m + n.
O valor atual (V) na época Zero será representado por:
ሺͳ ൅ ݅ሻ୬ െ ͳ
ܸ ൌ ܶǤ  
݅Ǥ ሺͳ ൅ ݅ሻ௠ି௡

Onde m = número de termos.


Simplificando:
V = T . an.i ou V = T (am-n.i – am.i)
(1+i) m

Onde:
– an.i = tabela II.
– (1+i)m = tabela I.

Exercício
152. Um carro é vendido a prazo em quatro pagamentos e iguais de R$
Matemática

1.000,00, vencendo a primeira prestação três meses após a compra.


Se a loja opera a uma taxa de juros de 8% a.m., qual o preço à vista
desse carro? (Considerar tabela Esaf).
88
5. Montante de Renda
5.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre aplicações em montante de uma renda.

5.2 Síntese
Rendas Certas, Periódicas e Temporárias: Deseja-se saber qual é o valor do
montante de uma renda certa temporária, periódica e uniforme no instante
após o n-ésimo depósito.
O valor do montante, no instante imediatamente após o n-ésimo depósito
será representado por:
T. (1 – i)n – 1
M=
i
Considere a seguinte notação:
(1 – i)n – 1
Sn-i =
i
Onde:
Sn-i = é chamado de fator de acumulação de capital de uma série de paga-
mentos e encontra-se na tabela III (abaixo):

Assim, pode-se escrever a fórmula da seguinte maneira:


M = T. Sn-i

Exercício
Matemática

153. Uma pessoa aplica mensalmente R$ 100,00 em um fundo que ofe-


rece remuneração mensal à taxa de juro composto de 10% a.m. Se
89
a pessoa fizer cinco aplicações mensais, qual será o montante no
momento da última aplicação? (Considerar tabela ESAF).
Considere os dados abaixo para resolver as próximas questões. Fator
de valor atual de uma série de pagamentos:
(1 + i)n – 1
i (1 + i)n

(1 + 3%)5 – 1 (1 + 8%)6 – 1
= 4,5797 = 4,6228
3% (1 + 3%)5 8% (1 + 8%)6

(1+3%)4 – 1 (1+8%)5 – 1
= 3,7171 = 3,9927.
3% (1+3%)4 8%(1+8%)5

Fator de acumulação de uma série de pagamentos:


(1 + i)n – 1
i

(1+10%)5 – 1 (1+2%)5 – 1
= 6,1051 = 5,2040.
10% 2%
154. Um imóvel é vendido a prazo em cinco pagamentos mensais e iguais
de R$ 100.000,00, vencendo a primeira prestação um mês após a
compra. Se a loja opera a um taxa de juros compostos de 3% a.m.,
qual o preço à vista do imóvel?

6. Rendas Certas e Anuidades – Questões


6.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos questões envolvendo rendas certas e anuidades.

6.2 Síntese

Dados para as próximas questões:


(1 + 3%)5 – 1 (1 + 8%)6 – 1
= 4,5797 = 4,6228.
3% (1 + 3%)5 8% (1 + 8%)6
Matemática

(1+3%)4 – 1 (1+8%)5 – 1
= 3,7171 = 3,9927.
3% (1+3%) 4
8%(1+8%)5
90
(1+10%)5 – 1 (1+2%)5 – 1
= 6,1051 = 5,2040.
10% 2%

Exercícios
155. Um imóvel é vendido a prazo em cinco pagamentos mensais e iguais
de R$ 100.000,00, vencendo a primeira prestação no ato da compra.
Se a loja opera a uma taxa de juros compostos de 3% a.m., qual o
preço à vista do imóvel?
156. Uma pessoa aplica mensalmente R$ 10.000,00 em um fundo que
oferece remuneração mensal à taxa de juros compostos de 10% a.m.
Se a pessoa fizer cinco aplicações mensais, qual será o montante no
instante após a última aplicação?
157. Um investimento consiste na realização de 12 depósitos mensais de
R$ 100,00, sendo o primeiro deles feito um após o início da transa-
ção. Se a taxa de remuneração do investimento é de 2% a.m., no
regime de juros compostos, o valor do resgate, em reais, será:
Dado: (1,02)12 = 1,2684.
a) 1.200,00.
b) 1.224,00.
c) 1.241,21.
d) 1.368,03.
e) 2.128,81.

7. Amortizações – Aspectos Introdutórios


7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos métodos de como utilizar a amortização –


conceitos introdutórios.

7.2 Síntese
Quando uma dívida é contraída, o pagamento dela corresponde à quantia
emprestada “principal”, como também os juros, que é função do principal e
Matemática

o período de tempo do empréstimo. No empréstimo, o valor da prestação é


decomposto em duas partes: parcela da dívida + valor dos juros sobre o saldo
devedor, ou seja: Prestação = amortização + juros.
91
A amortização de uma dívida igualmente é pactuada entre as partes envol-
vidas podendo, assim, existir infinitos métodos de amortização.
Quadro de amortização é uma planilha que mostra a evolução da dívida.
Como é combinado o pagamento, isso significa que = método de amortização.
Porém, o mais comum é considerar o regime de capitalização composta e
os métodos que veremos a seguir:

Exercício
158. Joselias tomou um empréstimo de R$ 1.000,00, a uma taxa de ju-
ros compostos de 10% a.m., para ser amortizado em quatro meses
em 20%, 20%, 30% e 30% do valor da dívida. Faça o quadro de
amortização.
Quadro de Amortização:
Coluna 1 Coluna 2 Coluna 3 Coluna 4 Coluna 5
Saldo
n Prestação Amortização Juros
Devedor
Linha 1 0 1.000,00 --- --- ---
Linha 2 1 800,00 300,00 200,00 100,00
Linha 3 2 600,00 280,00 200,00 80,00
Linha 4 3 300,00 360,00 300,00 60,00
Linha 5 4 300,00 330,00 300,00 30,00
Linha 6 TOTAL 0 1.270,00 1.000,00 270,00
Memorial de Cálculo:
– a tabela é composta pelas linhas representadas pelo n (número de par-
celas), Saldo devedor, Prestação, Amortização e Juros.
– Inicia-se pela coluna n (número de parcelas). Nesse caso = 4
1º passo: saldo devedor = R$ 1.000,00 (coluna 2 linha 1).
2º passo: amortização de 20% de 1.000,00 = 200,00 (coluna 4 linha 2).
3º passo: amortização de 20% de 1.000,00 = 200,00 (coluna 4 linha 3).
4º passo: amortização de 30% de 1.000,00 = 300,00 (coluna 4 linha 4).
5º passo: amortização de 30% de 1.000,00 = 300,00 (coluna 4 linha 5).
6º passo: 10% de juros do saldo devedor (R$ 1.000,00) = 100,00 (coluna 5
Matemática

linha 2).
7º passo: prestação = amortização + juros (200,00 + 100,00) = 300,00 (co-
luna 3 linha 2).
92
8º passo: saldo devedor – amortização (1.000,00 – 200,00) = 800,00 (coluna
2 linha 2).
9º passo: 10% de juros do saldo devedor (R$ 800,00) = 80,00 (coluna 5
linha 3).
10º passo: prestação = amortização + juros (200,00 + 80,00) = 280,00 (co-
luna 3 linha 3).
11º passo: saldo devedor – amortização (800,00 – 200,00) = 600,00 (coluna
2 linha 3).
12º passo: 10% de juros do saldo devedor (R$ 600,00) = 60,00 (coluna 5
linha 4).
13º passo: prestação = amortização + juros (300,00 + 60,00) = 360,00 (co-
luna 3 linha 4).
14º passo: saldo devedor – amortização (600,00 – 300,00) = 300,00 (coluna
2 linha 4).
15º passo: 10% de juros do saldo devedor (R$ 300,00) = 30,00 (coluna 5
linha 5).
16º passo: prestação = amortização + juros (300,00 + 30,00) = 330,00 (co-
luna 3 linha 5).
17º passo: saldo devedor – amortização (300,00 – 300,00) = 0 (coluna 2
linha 6).

8. Sistema de Amortização Francês – SAF


8.1 Apresentação

Apresentação do Sistema Francês de Amortização – SAF.

8.2 Síntese
O método francês estipula que o devedor irá saldar a dívida através de pres-
tações constantes efetuadas periodicamente. Característica principal: presta-
ções constantes, iguais e periódicas.
Exemplo: Suponhamos que um capital V seja emprestado, à taxa de juros
composta i, e que a dívida será amortizada por uma sucessão de n prestações
periódicas e iguais a T. Suponha, ainda, que o período a que se refere a taxa
coincida com o período de pagamento das prestações, então teremos, do ponto
Matemática

de visto do credor:
93

T T T T T T

0 1 2 3 4 ...... n-1 n

V
– Renda postecipada. Assim, o valor da prestação será dado pela relação:
V = T . an—i

Exercícios
159. Um indivíduo contrai uma dívida de R$ 4.355,26 que deverá ser
amortizada pelo método francês, com seis prestações anuais, à taxa
de 10% a.a. Faça o quadro de amortização.
160. Compra de um apartamento pelo SAF para pagar em 20 anos. Presta-
ções constantes. Está na metade do financiamento. Você deve mais do
que a metade, menos da metade ou exatamente a metade?

9. Sistema de Amortização Constante – SAC


9.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a apresentação do Sistema de Amortização


Constante – SAC.

9.2 Síntese
Nesse sistema, os pagamentos das prestações são periódicos, sendo que a
amortização é constante. Pode ser representada por:
V
a1 = a2 = a3 = ... = an =
n

Exercícios
161. Joselias tomou um empréstimo de R$ 1.000,00, a uma taxa de juros
compostos de 10% a.m., para ser quitado em cinco meses pelo Siste-
Matemática

ma de Amortização Constante (SAC). Faça o quadro de amortização.


162. Se você está no meio do financiamento, deve-se a metade do aparta-
mento, mais que a metade ou menos que a metade?
94
10. Sistema Price
10.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o sistema PRICE de amortização.

10.2 Síntese
É um caso particular do sistema de amortização francês com as seguintes
características:
a) Os pagamentos são mensais;
b) A taxa de juros compostos é dada em um período anual; e
c) Utilização da taxa efetiva como sendo a taxa proporcional à taxa anual
dada.
Sistema de Amortização Misto – SAM
É o sistema que considera as prestações como sendo a média aritmética
entre o sistema francês e o sistema de amortização constante.

Exercícios
163. Um indivíduo efetuou uma dívida de R$ 200.000,00, sabendo que
a taxa de juros cobrada pela instituição é de 12% a.a., e que a dívida
deve ser saldada em seis meses. Calcule o valor das prestações pelo
Sistema PRICE.
164. Um plano de pagamentos referente à aquisição de um imóvel foi
elaborado com base no sistema de amortização misto (SAM) e cor-
responde a um empréstimo no valor de R$ 120.000,00, a uma taxa
de 2% a.m., a ser liquidado em 60 prestações mensais, vencendo a
primeira prestação um mês após a data do empréstimo. O valor da
30º (trigésima) prestação é igual a:
Número de períodos FRC Dados
10 0,111 Fator de Recuperação de
20 0,061 Capital (FRC) para a taxa
30 0,045 de juros compostos de 2%
ao período.
40 0,037
Matemática

50 0,032 FRC x Valor Atual = Valor


60 0,029 da Prestação
95
11. Sistema de Amortização Americano – SAA
11.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a apresentação do Sistema de Amortização


Americano (SAA).

11.2 Síntese
Nesse sistema, as prestações são apenas os juros do capital emprestado, sen-
do que o principal somente é restituído no momento da última prestação.
Geralmente, o devedor quer evitar um desembolso de todo o capital no
fim do prazo, podendo, então, formar um fundo de amortização de tal maneira
que na época da última prestação, o saldo desse fundo seja igual ao principal a
pagar. Este fundo chama-se SINKING FUND. Prestações = juros do principal.

Exercício
165. Um indivíduo toma emprestado R$ 500.000,00 pelo prazo de quatro
meses, à taxa de 8% a.m. A instituição opera com SAA. Sendo assim,
cria-se um SINKING FUND com depósitos mensais de 6% a.m.
Efetue a planilha de amortização e a SINKING FUND.

12. Amortizações – Questão I


12.1 Apresentação

Nesta unidade, será abordada questão envolvendo mortização.

Exercício
166. (TRE) Uma dívida correspondente à aquisição de um imóvel deve-
Matemática

rá ser liquidada por meio de 80 prestações mensais e consecutivas,


vencendo a primeira um mês após a data da contração da dívida.
O sistema de amortização utilizado foi o Sistema de Amortização
96
Constante (SAC) a uma taxa de 2% a.m. Se a última prestação apre-
sentou o valor de R$ 1.479,00, então o valor da primeira prestação
foi igual a, em R$:
a) 3.640,00.
b) 3.705,00.
c) 3.723,00.
d) 3.770,00.
e) 3.835,00.

13. Amortizações – Questão II


13.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos o estudo sobre questão envolvendo


amortização.

Exercício
167. (TRE) Uma pessoa adquiriu um imóvel no valor de R$ 200.000,00.
As economias feitas em três anos possibilitaram que ela desse uma
entrada de R$ 80.000,00. Para pagar o saldo devedor, contratou
com uma instituição financeira um financiamento com Sistema de
Amortização Constante (SAC). Sabendo que o financiamento será
pago em 10 anos, com prestações mensais, vencendo a primeira um
mês após a data de contratação da dívida, e que a taxa de juros cobra-
da pela instituição foi de 1% a.m., os valores da segunda e da terceira
prestações foram, respectivamente, em R$:
a) 1.000 e 1.000.
b) 1.200 e 1.190.
c) 2.190 e 2.180.
d) 2.180 e 2.170.
e) 2.200 e 2.190.

14. Taxa Interna de Retorno


14.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos os conceitos relacionados à Taxa Interna de


Retorno (TIR).
97
14.2 Síntese
É a taxa (i) que torna o fluxo de caixa igual a zero. É a taxa que anula o
VPL.
Valor Presente Líquido (VPL) ou (NPV): É o valor de todo o fluxo na época
0, onde entrada é (+) e desembolso é (-). Assim, pode ser representado pela
seguinte fórmula:
V + N1 N2 N3 + (...)
VPL = + + = 0.
(1 + i)1 (1 + i)2 (1 + i)3

Exercícios
168. Uma pessoa pretende investir em um projeto que possibilita o se-
guinte fluxo de caixa:
Ano Fluxo de Caixa (R$)
0 –5.000
1 1.000
2 6.000
A taxa anual de retorno i, onde i > 0, correspondente a esse fluxo, é
igual a:
a) 12%.
b) 14%.
c) 15%.
d) 18%.
e) 20%.
169. Considere o seguinte fluxo de caixa, cuja taxa interna de retorno é
igual a 10% ao ano.
Ano Fluxo de Caixa (R$)
0 –25.000
1 0,00
2 X
3 17.303,00
O valor de X é igual a:
a) R$ 11.000,00.
b) R$ 11.550,00.
Matemática

c) R$ 13.310,00.
d) R$ 13.915,00.
e) R$ 14.520,00.
98
170. Julgue a assertiva: A Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo finan-
ceiro de um projeto:
a) É o único indicador relevante para decidir pela sua realização
ou não.
b) É menor que a taxa de juros de mercado.
c) Anula o Valor Presente Líquido desse fluxo financeiro.
d) Aumenta com o prazo médio do projeto.
e) Aumenta com o volume de capital investido no projeto.

15. Introdução aos Juros Compostos


15.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos uma apresentação de juros compostos.

15.2 Síntese
Regime de Capitalização:
– Simples (Juros Simples)
– Composto (Juros Compostos)
Assuntos abordados:
– Taxa nominal;
– Taxa efetiva;
– Amortização e
– Rendas.
Revisão Juros Simples:
C = Capital investido.
i = Taxa de juros.
J = Valor dos juros.
n = Prazo de aplicação.
M = Montante.
Fórmulas:
J = C.i.n
M=C+J
Matemática

M = C (1 + i.n).
Juros Compostos: Regime em que a taxa de juros incide sempre sobre o
montante do período anterior para gerar juros no período atual.
99
Exemplo:
Montante no final do primeiro período:
M1 = C + Ci
M1 = C (1 + i)
Montante no final do segundo período:
M2 = M1 + M1.i
M2 = M1 (1 + i)
Montante no final do terceiro período:
M3 = M2 + M2.i
M3 = M2 (1 + i)
Então:
M3 = C(1 + i)2.(1 + i)
M3 = C (1 + i)3
Generalizando:
M = C (1 + i)n (Montante no Regime de Juros Compostos), onde:
O elemento (1 + i)n: Fator de capitalização – Valor tabelado.

16. Montante
16.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos uma introdução do montante em juros compostos.

16.2 Síntese
Revisão de Juros Compostos:
M = C (1 + i)n , onde: O elemento (1 + i)n: Fator de capitalização – Valor
tabelado.
Exemplos:
= (1 + 10%)2 = (1 + 5%)2
= (1 + 0,10)2 = (1 + 0,05)2
= (1,10)2 = (1,05)2
= 1,21000 = 1,1025
Dados tabelados para questões de juros compostos:
(1,02)4 = 1,0824 (1,02)6 = 1,1262.
Matemática

(1,03) = 1,0609
2
(1,03)5 = 1,1593.
(1,03) = 1,4258
12
(1,04)6 = 1,2653.
(1,10) = 1,2100
2
(1,24)2 = 1,5376.
100
Exercício
171. Um capital de R$ 1.000.000,00 é aplicado a juros compostos duran-
te três meses à taxa de 10% a.m. Qual o montante e quais os juros
totais auferidos?

17. Questões de Concurso


17.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos questões envolvendo juros compostos.

Exercícios
172. Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a juros compostos durante
quatro anos à taxa de 2% a.a. Qual o montante e quais os juros totais
auferidos?
173. Durante quanto tempo um capital de R$ 1.000,00 deve ser aplicado
a juros compostos, à taxa de 3% a.a., para que produza um montante
de R$ 1.159,30?

18. Questões de Concurso – Continuação


18.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos com as questões envolvendo juros compostos.

Exercícios
174. Durante quanto tempo um capital de R$ 200,00 deve ser aplicado a
juros compostos, à taxa de 4% a.m., para que produza um montante
de R$ 253,06?
Matemática

175. Uma pessoa aplica 40% de seu capital, na data de hoje, a uma taxa
de juros simples de 30% a.a., durante seis meses. Aplica o restante,
na mesma data, à taxa de juros compostos de 10% ao trimestre,
101
durante um semestre. Sabendo-se que a soma dos montantes obtidos
através dessas duas operações é igual a R$ 65.230,00, tem-se que o
valor do capital inicial total que esta pessoa possui na data de hoje é:
a) R$ 50.000,00.
b) R$ 52.500,00.
c) R$ 55.000,00.
d) R$ 57.500,00.
e) R$ 60.000,00.

19. Taxas Equivalentes


19.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre aplicação das taxas equivalentes em


juros compostos.

19.2 Síntese
Conceito: Duas taxas são equivalentes se aplicadas a um mesmo capital
durante o mesmo intervalo de tempo, produzindo os mesmos juros.
Fórmulas Aplicadas:
M=C+J
M = C + C.i
M = C (1 + i)
M = C (1 + ik)k onde k = período de tempo.
Nesse caso, i e ik são equivalentes, então:
C (1 + i) = C (1 + ik)k, simplificando:
(1 + i) = (1 + ik)k, onde:
i = taxa do período maior.
ik = taxa do período menor.
k = número de períodos que foi dividido.

Exercício
176. Calcule a taxa equivalente a juros compostos:
a) 2% a.m. = __% a.s.
Matemática

i = ? (período de tempo maior = semestre).


ik = ? (período de tempo menor = mês = 2%).
k = 1 semestre = 6 meses.
102
20. Taxas Equivalentes – Questões de Concurso
20.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos aplicação de exercícios envolvendo taxa equivalente.

Exercícios
177. Calcule a taxa equivalente a juros compostos:
b) 3% a.m. = __% a.a.
i = ? (período de tempo maior = ano).
ik = ? (período de tempo menor = mês = 3%).
k = 1 ano = 12 meses.
178.
c) 4% a.m. = __% a.s.
i = ? (período de tempo maior = semestre).
ik = ? (período de tempo menor = mês = 4%).
k = 1 semestre = 6 meses.
179.
d) 21% a.a. = __% a.s.
i = ? (período de tempo maior = ano = 21%).
ik = ? (período de tempo menor = semestre).
k = 1 ano = 2 meses.

21. Taxas Equivalentes – Fórmulas


21.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos com a aplicação de taxas equivalentes em


juros compostos.

21.2 Síntese
Matemática

Fórmulas aplicáveis em Juros Compostos:


– (1 + i) = (1 + ik)k (relação para que duas taxas sejam equivalentes em juros
compostos);
103
– (i = (1 +.ik) – 1) x 100 (encontrar taxa i (período maior) em %);
k

– ik = (√1+ik – 1) x 100 (encontrar taxa ik (período menor) em %) ou


– ik = ((1 + i)1/k – 1) x 100 (encontrar taxa ik (período menor) em %).

Exercício
180. Calcule a taxa equivalente:
6,09% a.a. = __% a.s.
i = ? (período de tempo maior = ano = 6,09%).
ik = ? (período de tempo menor = semestre).
k = 1 ano = 2 semestres.

22. Taxas Nominal e Efetiva


22.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o conceito de taxa nominal e efetiva em juros


compostos.

22.2 Síntese
Taxa Nominal: Quando o período a que ela se refere não coincide com o
período de capitalização. Não é usada para fazer cálculos.
Taxa Efetiva: Quando a taxa está no período de capitalização. Aplicam-se
cálculos. É calculado como sendo proporcional à taxa nominal no período de
capitalização.
M = C (1 + i)n.
Taxa Proporcional: Utilizada para transformar taxa nominal em taxa efetiva.
Atenção: A capitalização na poupança é mensal. Exemplo: A taxa de pou-
pança é 6% a.a. = taxa nominal. Assim, a taxa efetiva da poupança é 6/12 =
0,5% a.m.

Exercício
Matemática

181. Um capital de R$ 1.000,00 foi aplicado a juros compostos durante


um ano, à taxa de 35% a.a., com capitalização mensal. Qual o mon-
tante dessa aplicação?
104
23. Taxas Nominal e Efetiva – Exercícios
23.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos questões envolvendo as taxas nominal e efetiva.

Exercícios
182. Um capital de R$ 1.000,00 foi aplicado a juros compostos durante
24 meses, à taxa de 2% a.m., com capitalização anual. Qual o mon-
tante dessa aplicação?
183. Qual o montante de uma aplicação de R$ 100.000,00 durante seis
meses, à taxa de 48% a.a., capitalizados mensalmente?

24. Taxas Nominal, Equivalente e Efetiva


24.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos vendo questão envolvendo as Taxas Nominal,


Equivalente e Efetiva.

Exercício
184. A taxa efetiva trimestral referente a uma aplicação foi igual a 12%. A
correspondente taxa de juros nominal (i) ao ano, com capitalização
mensal, poderá ser encontrada calculando:
a) i = 4. {(1,12)1/3 – 1}.
b) i = 12. {(1,12)1/4 – 1}.
c) i = 12. {(1,12)1/3 – 1}.
d) i = (1,04)12 – 1.
e) i = 12. {(0,04) – 3}.

25. Convenção Linear e Exponencial


25.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos a convenção linear e a exponencial em juros


compostos.
105
25.2 Síntese
A capitalização é anual e se capitaliza sempre no final de cada ano. Se
houver aplicação de um número de períodos que não seja inteiro, nessa parte
não haverá rendimentos.
Convenção Linear: para remunerar a parte fracionária de períodos. O ren-
dimento a juros compostos será durante a parte inteira, e na parte fracionária, o
rendimento será a juros simples.

Exercício
185. Qual o montante de um capital de R$ 2.000.000,00 durante 2,5
anos, à taxa de juros compostos de 10% a.a.?
Dado: (1,1)2,5 = 1,2690.
a) Segundo a convenção linear.
b) Segundo a convenção exponencial.
Dica: É evidente que a convenção linear será de valor maior que a convenção
exponencial.
Convenção Exponencial:
M = C (1 + i)n
Convenção Linear:
M = C (1 + i)n = parte inteira (juros compostos).
M = C (1 + i.n) = parte fracionária (juros simples).

26. Questões de Juros Compostos e Valor Atual


26.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos questões envolvendo juros compostos e valor


atual.

26.2 Síntese
Valor Atual (ou Presente): Representado pela letra V ou PV.
É o valor do título em qualquer data anterior ao seu vencimento.
N
Fórmula:
Matemática

(1 + i)n
Valor Nominal: Representado pela letra N.
É o valor do título na data do vencimento.
106
Exercícios
186. (TRE) Uma pessoa deposita em um banco uma certa quantia e ve-
rifica que, após dois anos da data da realização do depósito, o valor
dos juros foi igual a R$ 2.080,00. Sabe-se que o banco remunera os
depósitos de seus clientes a uma taxa de juros compostos de 8% ao
ano. O valor do montante, correspondente a este depósito é, em R$:
a) 13.500,00.
b) 14.080,00.
c) 14.580,00.
d) 15.080,00.
e) 15.680,00.
187. O valor nominal de um título é de R$ 2.662,00, sendo que seu ven-
cimento ocorrerá daqui a três anos. Se a taxa de juros compostos de
mercado é de 10% a.a., determine o valor atual do título hoje.

27. Desconto Composto – Racional


27.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação de desconto composto (racional)


em juros compostos.

27.2 Síntese
Desconto Racional Composto (desconto por dentro): O valor do título na
data do vencimento é o valor nominal. O valor descontado será o valor atual.
N
Valor descontado V =
(1 + i)n
Desconto: DR = N – V
Onde:
V = Valor Atual / Valor Descontado / Valor de Resgate.
DR = Valor do desconto racional.

Exercícios
188. Um título de valor nominal de R$ 10.000,00 é resgatado cinco meses
Matemática

antes do seu vencimento, à taxa de desconto racional composto de


2% a.m. Qual o valor descontado racional composto e qual o valor
do desconto racional?
107
189. Um título de valor nominal de R$ 1.000,00 é resgatado 10 meses
antes do seu vencimento, à taxa de desconto por dentro composto de
36% a.a., capitalizados mensalmente. Qual o valor descontado por
dentro composto e qual o valor do desconto por dentro?

28. Desconto Composto – Comercial


28.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação de desconto composto comercial em


juros compostos.

28.2 Síntese
Desconto Comercial Composto (desconto por fora): O valor do título na
data do vencimento é o valor nominal. O valor descontado será o de desconto
comercial (d).
Valor descontado Comercial VC = N(1–d)n
Desconto:
DC = N – VC
DC = N – N (1-d)n
DC = N {1 – (1-d)n}

Exercícios
190. Um título de valor nominal de R$ 10.000,00 é resgatado dois meses
antes do seu vencimento, à taxa de desconto comercial composto de
2% a.m. Qual o valor descontado comercial composto e qual o valor
do desconto comercial?
191. Um título foi descontado por R$ 840,00 quatro meses antes do seu
vencimento. Calcule o desconto obtido, considerando um desconto
racional composto a uma taxa de 3% a.m.
a) R$ 140,00.
b) R$ 104,89.
c) R$ 93,67.
Matemática

d) R$ 105,43.
e) R$ 168,00.
108
29. Equivalência de Capitais e Juros
Compostos
29.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos aplicação de exercícios em equivalência de capi-


tais e juros compostos.

Exercícios
192. Uma instituição financeira capta investimentos oferecendo a taxa
interna de retorno de 5% a.m. Se, ao investir determinada quantia,
um investidor fez duas retiradas, uma no valor de R$ 10.500,00 um
mês após a data do depósito, e outra, no valor de R$ 11.025,00 dois
meses após o depósito, então o valor investido foi igual a:
a) R$ 18.000,00.
b) R$ 18.500,00.
c) R$ 19.000,00.
d) R$ 19.500,00.
e) R$ 20.000,00.
193. Uma empresa deverá escolher um entre dois projetos, X e Y, mutua-
mente excludentes, que apresentam os seguintes fluxos de caixa:
Ano Projeto X (R$) Projeto Y (R$)
0 –D – 40.000,00
1 10.800,00 16.200,00
2 11.664,00 17.496,00
A taxa mínima de atratividade é de 8% a.a. (capitalização anual)
e verifica-se que os valores atuais líquidos referentes aos dois pro-
jetos são iguais. Então, o desembolso D referente ao projeto X é
igual a:
a) R$ 30.000,00.
b) R$ 40.000,00.
c) R$ 45.000,00.
d) R$ 50.000,00.
Matemática

e) R$ 60.000,00.
109
30. Exercícios de Juros Compostos
30.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos exercícios sobre juros compostos.

Exercícios
194. Considere o seguinte fluxo de caixa cuja taxa interna de retorno é
igual a 10% a.a:
Ano Fluxo de Caixa (R$)
0 –25.000,00
1 0,00
2 X
3 17.303,00
O Valor de X é igual a:
a) R$ 11.000,00.
b) 11.550,00.
c) R$ 13.310,00.
d) R$ 13.915,00.
e) R$ 14.520,00.
195. (TRE) Uma pessoa obteve no Banco Cobra Tudo um empréstimo
para ser pago em 12 parcelas mensais, iguais e consecutivas, de R$
106,09. Após nove meses, quis quitar sua dívida. Sabendo que a taxa
de juros composto cobrado pelo banco foi de 3% a.m., para pagar as
três últimas prestações na data do vencimento da prestação número
10, essa pessoa desembolsou (utilizando quatro casas decimais para
a taxa de juros) a quantia, em reais, de:
a) R$ 318,27.
b) R$ 309,09.
c) R$ 308,72.
d) R$ 306,09.
e) R$ 299,17.

31. Taxa Efetiva e Exercícios


31.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, faremos exercícios envolvendo taxa efetiva e juros compostos.


110
Exercícios
196. (TRE) Para uma empresa obter um empréstimo de R$ 10.000,00,
a instituição financeira cobrou R$ 400,00 de taxa de abertura de
crédito e R$ 163,27 referente a outras taxas. Este empréstimo vence
em dois meses e o principal e os juros serão pagados no vencimento.
Sabendo que a taxa de juros compostos cobrada pelo banco foi de
2% a.m., a taxa de juros efetiva mensal da operação foi de:
a) 2%.
b) 4%.
c) 4,70%.
d) 5%.
e) 5,13%.
197. Um capital foi aplicado a juros simples, a uma taxa de 24% a.a.,
durante 20 meses. Um outro capital, de valor igual ao dobro do ante-
rior, foi aplicado a juros compostos, a uma taxa de 10% a.a., durante
dois anos. Se a soma dos juros auferidos pelas duas aplicações foi
igual a R$ 16.400,00, então, a soma dos respectivos montantes foi
igual a:
a) R$ 64.800,00.
b) R$ 66.400,00.
c) R$ 72.600,00.
d) R$ 76.400,00.
e) R$ 84.000,00.
Matemática
Capítulo 6

Sistemas e Equações de 1º e 2º
Graus

1. Equações de 1º e 2º Graus – Parte I


1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as equações de 1º e 2º graus.

1.2 Síntese
Uma tradução da linguagem corrente para a linguagem matemática.
– Precisa.
– Formal.
– Logicamente Analisável.
112
Solução de Problemas:
Exemplo com 1 incógnita:
Sentença com palavras Sentença Matemática
2 melancias de peso igual juntas
2 melancias + 2kg = 14 kg
com mais 2 kg totalizam 14 kg.
Variável 

Equação: 2x + 2 = 14 2 º termo 

1º termo 
Exemplos com 2 incógnitas:
1 caderno + 2 canetas.
1x + 2y  
1 salgado + 1 refrigerante.
1x + 2y
Valor – (1 salgado + 1 refrigerante) = Troco.
V – (1x + 1y) = T
Exemplo:
2x + 4 + 28 + 6y (simplificando tudo por 2):
X + 2 = 14 + 3y
14x (10 x 4) = 16 + 20y (simplificando por 2 os termos fora dos parênteses):
7x (10 x 4) = 8 + 10y
ou (simplificando por 2 os termos dentro dos parênteses):
14x (5 x 2) = 8 + 10y
Nota-se que, independente das opções, teremos as mesmas resultantes:
70x + 28 = 8 + 10y

Exercício
198. A soma das idades de André e Carlos é 22 anos. Descubra as idades
de cada um deles, sabendo que André é quatro anos mais novo do
que Carlos.

2. Equações de 1º e 2º graus – Parte II


2.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos a aplicação das equações de 1º e 2º grau.


113
2.2 Síntese
Desigualdades de 1º Grau: relacionadas com as equações do 1º grau, exis-
tem as desigualdades de 1º grau, também conhecidas como inequações. São
expressões matemáticas onde os termos estão ligados por um dos quatro sinais
(<, >, ≥, ≤). O objetivo é obter um conjunto de todos os possíveis valores que
podem assumir uma ou mais incógnitas na equação proposta.

Exercício
199. Determinar todos os números inteiros positivos para os quais vale a
desigualdade:
2x + 2 < 14

Desigualdades com duas ou mais incógnitas:


A.x + B.y < C
Exemplo: Para obter todos os pares ordenados de números reais para os
quais:
2x + 3y < 0
Nesse caso, há infinitos pares ordenados, como: S = {0,0}, {1,0}, {0,1},
{–1,1}, {1,–1}.
Então, utiliza-se uma opção para representar geometricamente:
2x + 3y > 0
2x + 3y – 2x > 0 – 2x
3y > – 2x
Isolando y:
y > – 2x
3
Importante: Se é necessário multiplicar todos os membros da desigualdade
por (-1), o sinal da desigualdade deve ser invertido.
Exemplo:
– 3x > 2y (multiplicando tudo por -1):
3x > -2y (ERRADO)
3x < -2y (CERTO)
Sistemas Lineares
Equação de 1º Grau = todas as incógnitas estão elevadas à potência 1, po-
dendo ter mais do que uma incógnita.
Matemática
114
Exercício
200. Seja o sistema de duas equações:
2x + 3y = 38 (I).
3x – 2y = 18 (II).
Para resolver essa equação, os valores de x e y devem satisfazer simul-
taneamente ambas as equações.

3. Equações de 1º e 2º graus – Parte III


3.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos o estudo sobre aplicação das equações de


2º grau.

3.2 Síntese
Denomina-se equação de 2º grau toda e qualquer equação que esteja na
forma de ax2 + bx + c, onde os números reais a, b e c são chamados coeficientes
da equação de 2º grau.
– “a” é sempre coeficiente de x2;
– “b” é sempre coeficiente de x; e
– “c” é o coeficiente independente/constante.
Observações:
– “a” é sempre diferente de zero, pois caso contrário (a = zero), a anularia
o x2 e a equação voltaria a ser de 1º grau.
– os coeficientes “b” e “c” podem ser eventualmente nulos. Dessa forma,
a equação se diz completa. Exemplos:
2x2 – 4x + 2 = 0.
y2 – 3y + 4 = 0.
– 3t2 + 4t + 3 = 0.
Exemplos de equação incompleta:
x2 – 5 = 0.
t2 + 2t = 0.
10x2 = 0.
Matemática

Quando b = 0 considere a equação de 2º grau incompleta do tipo ax2 + c = 0.


Quando b e c forem zero = 2x2 = 0 (solução sempre será igual a zero).
115
Resolução das Equações Completas: Utiliza-se a fórmula de Báskara:

�� � √� � � ���
��  
��
Onde:
√� � � ��� = Delta (∆), então:
∆ = b2 – 4ac
 
Exercício
201. Calcular a raiz da seguinte equação: 3x2 – 7x + 2 = 0.

– Quando ∆ > 0 teremos duas raízes diferentes;


– Quando ∆ = 0 teremos duas raízes reais e iguais; e
– Quando ∆ < 0 não existe raiz.
Qualquer número positivo e diferente de 0 tem duas raízes de sinais
contrários.
Exemplo: (2 x 2 = 4) e (–2 x -2 = 4), logo 4 tem duas raízes reais (2 e –2).
Quando ∆ = 0 teremos apenas uma raiz, pois só existe um número que
multiplicado por ele mesmo resulta em zero, que é o próprio zero.
Exemplo: (6 + 0 / 2 = 3) e (6 – 0 / 2 = 3).
Quando ∆ = Valor negativo, não tem soluções.
Para representar graficamente uma equação de 2º grau, deve-se partir dos
coeficientes da equação. Dicas:
– calcular o valor da equação quando se tem x = 0 (nesse caso, y sempre
será igual a c).
Exemplo:
y = x2 – 12x + 20.
y = 02 – 12.0 + 20.
y = 20.
A equação de 2º grau representada graficamente será sempre uma parábola
(simétrica em relação ao eixo vertical).
O valor de x que indica onde esse eixo passa é dado pela expressão calcula-
da em função aos coeficientes “a e b” da equação de 2º grau. Esse valor é dado
por –b / 2.a.
Quando o coeficiente b = 0 (equação incompleta) o eixo da parábola vai
coincidir com o eixo y, que tem como valor representativo de seus pontos, sem-
Matemática

pre a coordenada x= 0.
Quando a equação não tem raízes, significa que a parábola não se sobrepõe
ao eixo x, ficando integralmente para cima ou para baixo desse eixo.
116
Exemplo: y = x2 – 2x + 60.
Toda parábola tem um ponto de máximo ou mínimo, correspondendo ao
seu eixo, dependendo do coeficiente de a ser positivo ou negativo.
Quando a = positivo = concavidade para cima (ponto de mínimo).
Quando a = negativo = concavidade para baixo (ponto de máximo).
Para se calcular o valor da equação no ponto de máximo ou mínimo, basta
substituir x pela expressão equivalente à posição do eixo.
Exemplo: y = x2 – 12x + 20
x = –b / 2.a
x = – (–12) / 2.1
x = 6 (ponto de máximo).
Substituindo:
y = x2 – 12x + 20.
y = 62 – 12.6 + 20.
y = – 16 (ponto de mínimo).
Construção das Equações de 2º grau: Para se construir a partir de duas
raízes fornecidas R1 e R2:
a.x – R1.x – R2
R1 + R2 = – b / a
R1.R2 = c / a
Outra forma: A equação de 2º grau é numericamente igual a:
a.x2 – a.R1 + R2.x + a.R1.R2
Resolução das Equações Fracionárias de 2º grau: As equações fracionárias
são aquelas que representam incógnitas no denominador.
4/x + x/2 =3 onde x é diferente de zero.
MMC dos denominadores:
4.2 + x2 3.2.x
= =
2x 2x
= 8 + x2 = 6x
= x2 – 6x + 8 = 0
Aplicando Báskara:
�� � √� � � ���
��
2�
����� � ������ � �.1.�
��
2.1
��2
��
2
Matemática

x = (2 ; 4)

 
Capítulo 7

Função

1. Função – I – Conceito
1.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos as definições sobre função.

1.2 Síntese
Função é a relação entre dois conjuntos de A em B. Não necessariamente
está em f(x), podendo ser f(y), em função do tempo, velocidade, volume, tem-
peratura, entre outros.
Para trabalhar a função é necessário entender se o gráfico é ou não uma
função. O ponto de referência é o plano cartesiano.
118
Plano Cartesiano:

2º quadrante (‐x,+y)  1º quadrante (+x,+y) 

(X,Y) 

Origem (0,0) 

3º quadrante (‐x,‐y)  4º quadrante (+x,‐y) 

– Abscissa é o nome da variável X;


  – Ordenada é o nome da variável Y e
– Bissetriz é a reta que passa exatamente no eixo, sendo no primeiro qua-
drante considerada a primeira bissetriz e no quadrante par a segunda
bissetriz. Cada ponto localizado na bissetriz é equidistante dos lados.
1º quadrante: Y = X (função identidade).
2º quadrante: Y = – X.

Exercícios
202. Qual dos gráficos abaixo, representa uma função?
a)

b)

c)
Matemática

 
119
d)

e)

f)

g)

h)

 
203. Dos gráficos, o único que representa uma função de imagem:
Considerando: {y ∈ IR : 1 ≤ y ≤ 4} e domínio {x ∈ IR : 0 ≤ x < 3} é:
a)
Matemática

 
120
b)

c)

d)

e)

2. Função – II
2.1 Apresentação

Nesta unidade, falaremos sobre a construção de uma função.

2.2 Síntese
Uma função é uma relação entre dois conjuntos onde podemos considerar
como: Uma ordem que deve ser cumprida, assim como no exemplo:

Exercícios
Matemática

204. A função f, definida para todo x ∈ R+ é tal que f(mx) = f(m) + f(x) e
f(xm) = mf(x), com m > 0. Se f(2) = 0,2 e f(3) = 0,5, o valor de f(96) é:
a) 0,5.
121
b) 1,0.
c) 1,5.
d) 2,0.
e) 2,5.
205. (UFPA) Sejam os conjuntos A = {1, 2} e B = {0, 1, 2}. Qual das afir-
mativas abaixo é verdadeira?
a) f: x → 2 x é uma função de A em B.
b) f: x → x + 1 é uma função de A em B.
c) f: x → x2 – 3x + 2 é uma função de A em B.
d) f: x → x2 – x é uma função de B em A.
e) f: x → x – 1 é uma função de B em A.
206. Seja f:R → R e g:N → N funções satisfazendo f(x – 2) = x3 e
g (0)  1
 . 
g (n ) . Então f(3) – g(3) é igual a:
g (n  1)  2
a) 11.
b) 16.
c) 93.
d) 109.
e) 125.

3. Função – III
3.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a apresentação do valor numérico em funções.

3.2 Síntese
É a substituição de um número, pois a função é um número “disfarçado”.
O gráfico cartesiano de uma função f : IR → IR é apresentado abaixo:
Matemática

 
122
Analisando o gráfico, determine:
a) f(–2) = 0.
b) f(0) = 1.
c) f(1) = 0.
d) f(3) = 2.
e) f(f(0)) = f(0) = 1, então f(1) = 0.
f) f(f(3)) = f(3) = 2, então f(2) = –1.

Exercícios
207. Sejam f(x) = 3x e n ∈ N. Então a afirmativa falsa é:
a) f(-0,5) f(1) = √3
b) f(x) f(y) = f(x + y)
c) f(nx) = (f(x))n
d) f(x):f(y) = f(x – y)
e) (f(x))n = f(xn)
208. (Copeve) Considere-se a função definida por:
x 2 se x é racional
f (x )    
1  x se x é irracional
O valor de f(2) +a)2f( 2 )  – 4f(1/2) é:
a) 4 – 2
b) 5 – 2 2
c) 2 2
d) 3 2
e) 7
209. A função f:R → IR associa a cada número real x o menor inteiro
maior do que 2x. O valor de f ( 2)  f   1   f  1    é:
 5 2
a) –4.
b) –3.
c) –2.
d) –1.
e) 0.

4. Função – IV
4.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, será feita a apresentação da função composta.


123
4.2 Síntese
Função composta tem essa denominação, pois uma compõe a outra.

Exercícios
3 x se  1  x  1
210. Considere a função definida por f ( x )  5 se 1  x  4  
x  4 se x  4

Pode-se afirmar que o valor de f(f(f(2))) é:
a) 1/3.
b) 1.
c) 3.
d) 5.
e) 9.
211. Duas funções f e g são tais que f(x) = 2x + 3 e f[g(x)] = 5 – 2x. O valor
g(–1) é igual a:
a) 2.
b) 3.
c) 4.
d) 5.
e) 6.
212. Seja b um número positivo. Considere a função f : IR → IR dada
 3
por: f (x)  
x b se x  b b
. Se f (f ( ))  97, o valor de b é:
2
x 2  3
 se x  b 2

a) 1.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
e) 5.
213. Para um número real fixo a, a função f(x) = ax – 2 é tal que f(f(1)) =
–3. O valor de a é:
a) 1.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
Matemática
124
5. Função Composta – Aplicação
5.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a função composta e suas aplicações.

5.2 Síntese
Relembrando: A função composta nada mais é que substituir uma função
na outra.
Exemplo:
f(x) = x2
g(x) = x3
f(g(x)) = (x3)2 = x6 (função composta).
ou
f(x3) = x6 (função composta).

Exercícios
214. (Mcampos) Se f(2x – 1) = 4x + 3, então f(0) é igual a:
a) 5.
b) 0.
c) 3.
d) 4.
e) 6.
215. (UFMG) Seja f:R → R uma função tal que f(x + 1) = 2f(x) –5 e f(0)
= 6. O valor de f(2) é:
a) 0.
b) 3.
c) 8.
d) 9.
e) 12.
216. (FEI-SP) Se f(2x + 3) = 4x2 + 6x + 1, para todo x real, então f(1 – x)
vale:
a) 2 – x2.
b) 2 + x2.
c) x2 + 2x – 4.
Matemática

d) 3x2 – 2x + 4.
e) x2 + x – 1.
125
6. Análise de Gráficos – I
6.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos como analisar graficamente as funções.

Exercícios
217. O gráfico de barras abaixo indica o número de dias de chuva, em
cada mês do ano, numa certa cidade. Analise-o e responda:

a) Em quais meses ocorreram mais dias de chuva?


b) Em quais meses ocorreram menos dias de chuva?
c) Quantos dias de chuva ocorreram no 1º trimestre do ano?
d) Sem efetuar cálculos, faça uma estimativa da média mensal de
dias de chuva naquele ano. Em seguida, calcule a média e con-
firme sua estimativa.
218. O gráfico a seguir representa o nível da água armazenada em uma
barragem, ao longo de um ano.
Matemática
126
a) Qual foi o nível máximo atingido pela barragem?
b) E o nível mínimo?
c) Quantas vezes no ano o nível atingiu 54 m?
d) Qual foi a taxa de variação média mensal do nível da água da
barragem no 1º semestre? E no 2º semestre? E no ano?
219. Uma torneira alimenta um reservatório d’água. O volume da água,
em função da altura que o nível da água atinge, é registrado por um
cientista. Com os dados obtidos, ele constrói o gráfico abaixo.

Qual é o percentual de aumento do volume de água nesse reservató-


rio quando o nível da água varia de 6 cm para 10 cm?
220. (UFMG) Observe o gráfico, em que o segmento AB é paralelo ao
eixo das abscissas.
ABSORÇÃO (mg/dia)

A B
18

20 INGESTÃO (mg/dia)

Esse gráfico representa a relação entre a ingestão de certo composto,


em mg/dia, e sua absorção pelo organismo, também em mg/dia. A
única afirmativa FALSA relativa ao gráfico é:
a) A absorção resultante da ingestão de mais de 20 mg/dia é igual à
Matemática

absorção resultante da ingestão de 20 mg/dia.


b) Para ingestões acima de 20 mg/dia, quanto maior a ingestão,
menor a porcentagem absorvida do composto ingerido.
127
c) A razão entre a quantidade absorvida e a quantidade ingerida é
constante.
d) Para ingestões de até 20 mg/dia, a absorção é proporcional à
quantidade ingerida.

7. Análise de Gráficos – II
7.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a análise de gráficos em Física.

Exercícios
221. Chama-se espaço de frenagem de um automóvel a distância média
que ele percorre desde o momento do acionamento do freio até pa-
rar. O espaço de frenagem depende de sua velocidade no momento
em que o freio é acionado. Observe o gráfico.

a) Quantos metros o carro percorre até parar, quando é freado a 20


km/h?
b) Se o veículo percorreu 60 metros após freado, qual era então sua
Matemática

velocidade?
c) Estime a distância aproximada que o carro percorre até parar,
quando freado a 70 km/h.
128
222. O gráfico cartesiano abaixo representa a velocidade v (em km/h) de
um automóvel em função do tempo t (em s).

Determine:
a) O valor de v para t = 2 s.
b) A velocidade máxima atingida pelo automóvel.
c) O instante em que ele atingiu tal velocidade.
d) Os instantes em que sua velocidade era de 30 km/h.
e) Os instantes em que ele estava em repouso.
223. Os gráficos que aparecem nas atividades 167, 168 e 169 mostram,
em três situações distintas, a posição x (em metros) de um corpo
em movimento retilíneo em função do tempo t (em segundos). Em
movimentos retilíneos, a taxa de variação média da posição de um
corpo num dado intervalo de tempo é, por definição, a velocidade
média do corpo naquele intervalo:
x
Velocidade média =
t
A partir dessas informações, responda às perguntas relativas a cada
um dos gráficos.
Matemática
129
a) Qual é a velocidade média de 0s a 3s? E de 3s a 6s? E de 6s a 9s?
b) O que ocorre com as taxas de variação de uma função nos vários
intervalos, quando seu gráfico é uma linha reta?
224.

a) Qual é a velocidade média de 0s a 3s? E de 3s a 6s? E de 6s a 9s?


b) O que ocorre com as taxas de variação de uma função nos vários
intervalos, quando seu gráfico é uma linha reta?
225.

a) Qual é a velocidade média de 0s a 3s? E de 3s a 6s? E de 6s a 9s?


b) Nesse caso, o que ocorreu com as taxas de variação da função
com o passar do tempo?
226. O gráfico a seguir mostra a variação da velocidade de um automóvel
em função do tempo, em um movimento retilíneo, com duração de 28
segundos.
Matemática
130

a) Qual é o domínio da função?


b) Em que intervalo de tempo a velocidade foi crescente? E cons-
tante? E decrescente?
c) Qual foi a velocidade máxima atingida pelo automóvel? Em que
instante(s) ela ocorreu?
d) Qual foi a velocidade mínima atingida pelo automóvel? Em que
instante(s) ela ocorreu?

8. Gráficos e Valores Numéricos


8.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a relação existente entre gráficos e valores


numéricos.

Exercícios
227. Observe o gráfico:
y

1
Matemática

-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 x
-1
131
Essa figura contém o gráfico da função y = f(x) definida em A =
{x ∈ IR : –7 ≤ x ≤ 8}. Todas as alternativas sobre a figura são corretas,
EXCETO:
a) A soma de todas as raízes distintas de f(x) é negativa.
b) f(–5) < f(6).
c) f(–4) + f(2) > 1.
d) A soma de todos os valores distintos de x, x ∈ A, tais que f(x) = 3
é um número positivo.
e) f(3) – f(–2) < 0.
228. Observe a figura:
y

y = f(x)
3a
y = g(x)
2a

a 2a 3a 4a x

Nessa figura, estão representados os gráficos das funções f e g.


Se h( x)  f (2 x)  g ( 2 x  a ) , então o valor de h(a) é:
f ( g ( x))
a) 1 + a.
b) 1 + 3ª.
c) 4/3.
d) 2.
e) 5/2.
229. Observe o gráfico:
y

f(x)

g(x)

h(x)
Matemática

a b c x
132
Nessa figura, estão esboçados os gráficos das funções f(x), g(x) e h(x).
A única afirmativa FALSA é:
a) Para todo x tal que x ≤ a tem-se g(x) ≥ f(x).
b) Para todo x tal que b ≤ x ≤ c tem-se h(x) ≥ g(x).
c) Para todo x tal que a ≤ x ≤ c tem-se h(x) ≥ f(x).
d) Para todo x tal que x ≥ c tem-se g(x) ≥ h(x).

9. Domínio e Imagem de uma Função


9.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os conceitos de domínio e imagem de uma


função.

9.2 Síntese
Domínio e imagem de uma função é f(x), onde x é o domínio e y é a imagem.
a)
Exemplo: Determinar o domínio das funções:
a) f(x) = 3x2 + 7.
5
b) y = √x3 + 5.
b)
c) y = 3x – 2 / x + 7.
d) y = 1 / x2 – 25.
e) y = 3x / √2 – x.
Dicas para resolução:
– Tem fração?
– Tem radical com índice par no denominador? Se sim, lá dentro o número
tem de ser > 0. Se não, o denominador tem de ser diferente de 0.
Resolvendo:
a) Domínio é pertencente aos Reais. D = R
b) Domínio é pertencente aos Reais. D = R
c) x + 7 tem de ser diferente de 0, então x não pode ser –7. Assim, o domí-
nio será qualquer número real de –1 até –7.
d) x2 – 25 tem de ser diferente de 0, então x2 – 25 será um número diferen-
te de zero, ou seja, ± 5.
e) 2 – x tem de ser > 0, então x tem de ser > 2.
Matemática
133
Exercícios
3
230. Determine o domínio da função: √ x2 – 3x
231. Considere o gráfico e responda:

a) O domínio.
b) O conjunto imagem.
c) O(s) intervalo(s) em que é crescente.
d) O(s) intervalo(s)em que é decrescente.
e) O máximo e o mínimo, (se houver).
f) As raízes.
g) Os valores de x tais que g(x) < 0.
h) Os valores de x tais que g(x) > 0.
i) g[g(-2)] + g[g(4)].

10. Função Inversa


10.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a definição de função inversa.

10.2 Síntese
Função Inversa é a inversão do papel do domínio com a imagem.
Quando se trabalha a função inversa, tem-se como exemplo: f(x) = 3x – 2.
– Substituir x por y e y por x;
– Isolar y (novo valor é a nova função inversa).
Matemática

Assim: y = 3x – 2. Trocando o x pelo y:


x = 3y – 2, então: y = x + 2 (inversa da função).
3
134
Observe as funções, cujos diagramas estão representados a seguir.

Em todos eles temos funções de A em B. Se pensarmos nas relações de


B em A, ou seja, nas relações inversas que eles determinam, verificamos que:
– no caso do diagrama I, a relação inversa não determina uma função,
pois o elemento 5 → B, tem duas imagens, 2 e 3.
– para o diagrama II, a relação inversa também não determina uma fun-
ção, pois o elemento 7 → B, não tem imagem.
– já no caso do diagrama III, a relação inversa determina uma função,
pois todo elemento de B tem uma única imagem em A.
Veremos, a partir de agora, as condições para uma função ser inversa.
Seja f: A → B uma função bijetora. Chama-se inversa de f e representa-se
por f – 1 à função f – 1: B → A tal que, f(x) = y → f – 1 (y) = x.
Gráfico:

Invertendo em torno da bissetriz

Gráfico:
A função inversa da Exponnencial e a função Logarítmica!!!
Matemática

 
135
Observações:
– trabalha-se a ideia de rodar em torno do eixo, seja ele qual for. O motivo
é que se troca o domínio pela imagem.
– para encontrar a inversa de uma função é necessário substituir o x por y
e y por x.
– gráfico de inversa tem de ser bijetora: inverte-se domínio pela imagem,
rodando em torno da primeira bissetriz.

Exercício
232. (Copeve): A função inversa de f (–∞, 0] → [0, +∞) tal que f(x) = x2
é a função g:[0, +∞) → (–∞, 0] definida por:
a) g(x) = x .
b) g(x) = – x .
c) g(x) = x2.
d) g(x) = – x2.
e) g(x) = |x|

11. Translação e Rotação de Eixos – I


11.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos a aplicação da translação e rotação de eixos


nos gráficos.

11.2 Síntese
Analisando os gráficos:
– Reta: y = ax.
– Parábola: y = ax2.
– Exponencial: y = ax, com a diferente de 1 maior que 0.
– Logarítmica: y = logx, com x e a maiores que 0 e diferente de 1.
Transladar funções (rotacionar) é o mesmo que mover a função em razão
do plano cartesiano.
Matemática

Seja f(x): R→R e k ≥ 0, então se desejarmos :


a) f( -x ): Giramos a f(x) em torno do eixo oy.
b) –f( x ): Giramos a f(x) em torno do eixo ox.
136
Se o coeficiente a é negativo, a situação é, de certa maneira, semelhante.
Examinemos inicialmente o caso em que a = –1. O gráfico de y = –x2 é a refle-
xão do gráfico de y = x2 com relação ao eixo horizontal. Por quê?

Exercício
233. Sendo o gráfico ao lado de f(x), o gráfico de f(– x) será:
Matemática

 
137
a)

b)

 
 
c)

d)

 
e)

 
Exemplos:
Reflexão em torno do eixo x e reflexão em torno do eixo y.
–f(x) inverte em relação ao eixo x.
Matemática

 
138

 
f(-x) inverte em relação ao eixo y.

 
f(-x) inverte em relação ao eixo y.

12. Translação e Rotação de Eixos – II


12.1 Apresentação

Nesta unidade, continuaremos o estudo da aplicação de translação e


rotação de eixos.
Matemática

12.2 Síntese
Relembrando: Rotacionar um gráfico é rodar em torno do eixo x, y ou bissetriz.
139
Observação: Movimentar para a direita ou para a esquerda é o mesmo que
aumentar ou diminuir o eixo X.
O X do lado esquerdo é negativo e do lado direito é positivo.
Gráficos de funções – Translação e rotação de eixos:
Seja f(x) : R→R e k ≥ 0, então se desejarmos :
a) f( x ) + k: Deslocamos a f(x) para cima k unidades.
b) f( x ) – k: Deslocamos a f(x) para baixo k unidades.
c) f( x + k ): Deslocamos a f(x) para a esquerda k unidades.
d) f( x – k ): Deslocamos a f(x) para a direita k unidades.
Vértice: Deslocar uma parábola.
Exemplo: Dada uma função de 2º grau normal: y = ax2 + bx + c, cujo vér-
tice é 2 e 3, e passa pelos pontos 1 e 4. Determine a + b + c.
Resolução:
Função original da parábola: ax2
Se desloca para o ponto 2 e 3, significa que: x = 2 e y = 3.
Assim, a parábola fica:
y = ax2 + 3.
Deslocando para a direita:
y = a.(x – 2)2 + 3.
Quando x = 1, y = 4, substituindo:
y = a.(x – 2)2 + 3.
4 = a.(1 – 2)2 + 3.
4 = a + 3.
a = 1.
Assim:
y = a.(x – 2)2 + 3.
y = 1.(x – 2)2 + 3.
y = x2 – 4x + 4 + 7.

13. Translação e Rotação Simultânea


13.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a introdução à translação e rotação simul-


tânea.
Matemática
140
13.2 Síntese
Relembrando gráficos de funções: Translação e rotação de eixos:
Seja f(x): R→R e k ≥ 0, então se desejarmos:
a) f(x) + k: Deslocamos a f( x ) para cima k unidades.
b) f(x) – k: Deslocamos a f( x ) para baixo k unidades.
c) f(x + k): Deslocamos a f( x ) para a esquerda k unidades.
d) f(x – k): Deslocamos a f( x ) para a direita k unidades.

Exercícios
234. Observe a figura:
y

-2 -1 1 2 3 x

-1

 
Nessa figura, está esboçado o gráfico da função f(x) definida no inter-
valo [–2, 3]. O gráfico de g(x) = f (x + 1) é:
a) y

-2 -1 1 2 3 x

-1

-2
 
y
b) 2

1
Matemática

-2 -1 1 2 3 x

 
141
c) y

-3 -2 -1 1 2 x

-1

y
d)

-3 -2 -1 1 2 x

-1

235.

 
Sendo a função de F, definida em (–2,2), representada no gráfico
acima, pode-se afirmar que a função:
a) g(x) = f(x) + 1 é positiva em todo o domínio.
b) h(x) = f(x) – 1 é negativa em todo o domínio.
c) s(x) = –f(x) é positiva entre –1 e 0.
d) s(x) = –f(x) é negativa entre 0 e 1.
e) m(x) = | f(x) | é negativa quando f(x) é negativa.
Matemática
142
14. Função Modular
14.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os conceitos e aplicações de função modular.

14.2 Síntese
Definição de Módulo: deve ser sempre positivo, pois representa a distância
do número até a origem. Exemplo: | 3 | = 3 e | –3 | = 3.
Definição de Modular: Chamamos de função modular à função f:R → R
definida por:
�� ����� � �
���� � |�| � � �
��� ���� � �
Como já vimos, |x|³ 0 para todo x real, logo lm(f) = R*.
Função Modular: O segredo é pegar o que está na parte negativa e dobrar
para a parte positiva.
Gráfico: De acordo com a definição de função modular, seu gráfico é for-
mado pela parte do gráfico da reta y = x para o qual x ≥ 0 e pela parte do gráfico
de y = –x para o qual x < 0.
Exemplos:
a) f(x) = |x – 2|

b) f(x) = |x2 – 2x – 3|
40

Com o módulo, o meio círculo sobe. 
Matemática

41

 
143
f ( x)  x  3  5
c) f(x) = | x – 3 | + 5

42

 
Equações Modulares: Para resolver uma equação modular, use as proprie-
dades:
a) Se a > 0, |f(x)| = a ↔ f(x) = a ou f(x) = –a
b) |f(x)| = |g(x)| ↔ f(x) = g(x) ou f(x) = –g(x)
c) |f(x)| = f(x) ↔ f(x) ≥ 0
d) |f(x)| = –f(x) ↔ f(x) ≤ 0
Exemplo:
| 3x – 5 | = 6.
3x – 5 = 6 ou 3x -5 = –6.
3x = 11 3x = –11.
x = 11/3 x = –1/3.
Exemplo:
Seja g. R → R
x → | x |2 – 4 | x | + 3.
Considerando g(x) = f(|x|), onde f(x) = x2 – 4x + 3 ou x2 + 4x + 3.
Exemplo: Seja a função: f(x) = | x-1 | e g(x) = (x2 + 4x – 4). Calcule:
a) f(g(x)) = | (x2 + 4x – 4) –1 | = | x2 + 4x – 5. |
b) f(g(x)) = 0 = | x2 + 4x – 5 | = 0 = x2 + 4x – 5 = 0.
Gerando duas raízes para essa equação: X = – 5 e X = 1.

15. Equação Modular


15.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos sobre aplicação da equação modular.


144
15.2 Síntese
Exemplo: Sejam a e b números reais e que: x = √(a – b)2.
a) x = a – b, se a for igual ou maior que b.
x = b – a, se a for menor que b.
Resolução:
x = | a – b | = a – b, a ≥ b.
= b – a, a < b.
Exemplo: Seja a função:
f(x) = | x | + x → se | x | ≥ 0 = 2.
x → se x < 0 = 0.
Exemplo: O conjunto solução da equação | 3x – 2 | = 3x – 2:
3x – 2 = 3x – 2 ou 3x – 2 = –3x – 2.
x = 0 6x = 4, então x = 2/3.
Então, x ≥ 2/3. A solução é que seja igual a 2/3.
Inequação Modular:
| 3x + 5 | > 5.
3x + 5 > 5 ou 3x + 5 < –5.
Isolando:
3x > 0 3x < –10.
x > x = –10/3.

Exercícios
236. O valor de x na equação | | | x – 1 | – 3 | – 2 | = 0 , podemos afirmar
que:
a) Ela não admite solução real.
b) A soma de todas as suas soluções é 6.
c) Ela admite apenas soluções positivas.
d) A soma de todas as soluções é 4.
e) Ela admite apenas duas soluções reais.
237. O desenho abaixo representa o gráfico de y = f(x).
Matemática

 
145
O gráfico que representa a função de y = | f(x) | é:
a)

b)

c)

d)

  
e)

16. Função do 1º Grau


16.1 Apresentação

 
Nesta unidade, veremos as definições de função de 1º grau.
Matemática
146
16.2 Síntese
Conceito:
– Reta.
– Função afim.
– Tudo que é Proporcional.
– Escalar.
Exemplo de Sistema de Equação do 1º Grau:
3 = x
4 y
x + y = 28.
Utilizando proporção e sistemas de cotas, teremos que: (12,16).
Y = AX + B
Onde:
A = coeficiente angular.
B = coeficiente linear.
Exemplo:
Equação da Reta: f(x) = ax + b
1ª Maneira: (pontos X = 2 e 3 e Y = 3 e 4).
f(2) = 3 → 2a + b = 3 → a = 1.
f(3) = 4 → 3a + b = 4 → b = 1.
Resolvendo esse sistema: y = 1x + 1.
2ª Maneira:
2 3.
x y.
3 4.
x – 2 = y – 3.
3–2 4 – 3.
y = x + 1.

Exercício
238. O número de seus sapatos tem a ver com o comprimento do seu pé.
A numeração de sapatos varia de um país para outro. No Brasil, o
número n dos sapatos de uma pessoa, em função do comprimento c
do pé em centímetros, é, em valores aproximados, dado pela função:
5c  28
n  
Matemática

4
a) Qual é o número dos sapatos de uma pessoa cujo pé mede 24
cm?
147
b) Quanto mede, aproximadamente, o pé de uma pessoa que
calça 43?
c) Verifique se aquela fórmula funciona para o seu caso.
d) Para que medidas do pé, em centímetros, a numeração dos sapa-
tos fornece valor exato?

17. Função do 1º Grau no Cotidiano


17.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação de exercícios envolvendo função


de 1º grau no cotidiano.

Exercícios
239. A pressão da água do mar varia com a profundidade. Sabe-se que a
pressão da água no nível do mar é de 1 atmosfera e que, a cada 10 m
de profundidade, a pressão sofre um acréscimo de 1 atmosfera.
a) Encontre a expressão que fornece a pressão (p), em atmosferas
(atm), em função da profundidade (h), em metros (m).
b) Qual é a pressão da água do mar a uma profundidade de 50 m?
c) Em que profundidade do oceano a pressão da água é de 4,5
atmosferas?
d) Por que um mergulhador, ao atingir grandes profundidades do
oceano, tem de usar equipamentos especiais?
240. (PUC-MG) O custo C de uma corrida de táxi é dado pela função
linear C(x) = b + mx, em que b é o valor inicial (bandeirada), m é o
preço pago por quilômetro e x o número de quilômetros percorridos.
Sabendo-se que foram pagos R$ 9,80 por uma corrida de 4,2 km e
que, por uma corrida de 2,6 km, a quantia cobrada foi de R$ 7,40,
pode-se afirmar que o valor de b + m é:
a) R$ 5,00.
b) R$ 6,00.
c) R$ 7,00.
Matemática

d) R$ 8,00.
241. (UEG) A prefeitura de uma cidade concede benefícios fiscais às in-
dústrias que lá se instalam. Para obter os benefícios, o número de
148
empregados que reside na cidade deve ser, no mínimo, o dobro mais
5% do número de empregados que não residem nela. Uma indústria
que contratou 80 funcionários que residem fora da cidade deve con-
tratar, entre os moradores da cidade, um número mínimo de:
a) 160 funcionários.
b) 166 funcionários.
c) 176 funcionários.
d) 164 funcionários.
e) 178 funcionários.
242. Um tanque com capacidade para 300 litros está, inicialmente, cheio
de água. Abre-se um orifício, no fundo, por onde escoam 5 litros de
água por minuto.
a) Qual é a taxa de variação do volume de água no tanque? Ela é
positiva ou negativa? Por quê?
b) Qual é a expressão do volume V de água no tanque, em litros,
t minutos após a abertura do orifício?

18. Função do 1º Grau – Alternativa de


Investimento e Outro
18.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a relação entre função do 1º grau e alternativa


de investimento.

Exercícios
243. Um vídeo-clube propõe a seus clientes três opções de pagamento:
Opção I: R$ 40,00 de taxa de adesão anual, mais R$ 1,20 por DVD
alugado.
Opção II: R$ 20,00 de taxa de adesão anual, mais R$ 2,00 por DVD
alugado.
Opção III: R$ 3,00 por DVD alugado, sem taxa de adesão.
Um cliente escolheu a opção II e gastou R$ 56,00 no ano. Esse
cliente escolheu a melhor opção de pagamento para o seu caso? Jus-
Matemática

tifique sua resposta.


244. O número do telefone residencial de Rebeca é 9374182 e do comer-
cial é tal que:
149
x, se x  7
f (x )    
x  1, se x  7
onde x é algarismo do telefone residencial. Dessa forma, a soma dos algarismos
que compõem o telefone comercial será:
a) 29.
b) 28.
c) 27.
d) 30.
e) 26.

19. Função do 1º Grau – Gráficos


19.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação de gráficos em função de 1º


grau.

Exercícios
245. Uma operadora de celular oferece dois planos no sistema pós-pago.
No plano A, paga-se uma assinatura de R$ 50,00 e cada minuto em
ligações locais custa R$ 0,25. No plano B, paga-se um valor fixo de
R$ 40,00 para até 50 minutos em ligações locais e, a partir de 50
minutos, o custo de cada minuto em ligações locais é de R$ 1,50.
a) Calcule o valor da conta em cada plano para um consumo men-
sal de 30 minutos em ligações locais.
b) Determine a partir de quantos minutos, em ligações locais, o
plano B deixa de ser mais vantajoso do que o plano A.
246. O gráfico representa a função y = f(x) ax + b.
Matemática

 
150
a) Calcule a e b.
b) Determine as coordenadas dos pontos A e B, em que a reta corta
os eixos coordenados.
c) Calcule f(f(15)).

20. Inequações do 1º Grau


20.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos as aplicações das inequações do 1º grau.

20.2 Síntese
Conceito: Solução é o conjunto de valores que satisfazem ao mesmo tempo
todas as inequações do sistema.
Resolução – Sistema
Exemplo:
1) 3x + 1 ≥ x – 1
2x ≥ –2
x ≥ 1
2) x + 1 > 3x – 1 + 1
3 2
2x + 2 > 9x – 3 + 6
–1 > 7x
7x < –1
x < –1/7
Porém, em ambos os casos os valores de X não satisfazem as inequações.
Intervalos Lineares:
__________________________
a  b 
x < a  x > b 
[ – ∞, a ]  a ≤ x < b  ] b,∞ [ 
[a,b[ 
Matemática

Nomenclaturas:
Se intervalo aberto: ≤
 
Se intervalo fechado: >
151
Intervalo fechado: [ ]
Intervalo aberto: ] [
União de dois intervalos: tudo que pertence à “a” e tudo que pertence à
“b”. – Intervalo Fechado.
Se houver intersecção entre dois intervalos, apenas a parte que se repete –
Intervalo Aberto.
Diferença de Intervalos (a-b) ; (b-a).
Domínio de Funções Reais
Para achar o domínio da função:
– deve ter fração, denominador com índice par, que deve ser > 0.
Se denominador com índice par, deve ser diferente de 0.
– se a função não tem fração, deve-se ter radical com índice par.
Se for, deve ser ≥ 0.
Se não for, o domínio é real.
Exemplos:
1) y  3x  4 =

–3x + 4 ≥ 0
x ≤ 4/3
  x 1
2) f ( x)  x
2

x+1–1≥0
2
x + 1 – 2x ≥ 0
–x≥–1
x≤1
 
Exercício
247. Uma indústria química produz uma determinada substância. Men-
salmente, ela tem uma despesa fixa de R$ 2.700,00, independente
da quantidade produzida. Além disso, o custo de produção de uma
tonelada é R$ 300,00. Toda a produção mensal é vendida a R$
450,00 a tonelada.
a) Expresse, em função da quantidade x de toneladas produzidas
no mês, os valores da despesa mensal D, da receita mensal R e
Matemática

do lucro mensal L.
b) Qual é o número mínimo de toneladas a ser produzido e vendido
no mês para que não haja prejuízo?
152
21. Função do 2º Grau
21.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a apresentação da função do 2º grau.

21.2 Síntese
Parábola: é o gráfico da função de 2º grau.
Y = ax2 + bx + c.
Onde “a” indica a concavidade da parábola (boca para cima ou para baixo)
e jamais será igual a zero.
Exemplo: 3y + 3x2 + 5x + 7.
Onde: a = 3 / b = 5 / c = 7.
Raízes
1º Cálculo: cálculo do discriminante (∆) = b2 – 4ac.
Onde:
∆ > ou = 0 → duas raízes reais diferentes.
∆ > = 0 → duas raízes iguais e reais.
∆ < = 0 → raízes complexas.
Definições:
– Vértice: o valor que está exatamente no meio da parábola.
Raízes:
∆ = b2 – 4.a.c
�� � √� � � ���
��
��
 
Exemplo: Ache o valor de x na equação 32x – 10.3x + 9 = 0.
Resolução:
Considerando que 3x = y, transforma-se em uma equação de 2º grau.
y2 – 10y + 9 = 0.
∆ = b2 – 4.a.c
∆ = 1002 – 4.1.9
∆ = 100 – 36.
∆ = 64.
y = 10 ± 8 y = 9 e y’= 1.
2
Matemática

Igualando a 3x:
9 = 3x = 2.
1 = 3x = 0.
153
Exercício
15
248. A soma das raízes da equação x2  9   8  é:
a) –4. x2  9
b) –3.
c) 0.
d) 3.
e) 4.

22. Função do 2º Grau – Relação entre os


Coeficientes
22.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a relação entre os coeficientes em função de


2º grau.

22.2 Síntese
Exemplo: ax2 + bx + c
Igualando: ax2 + bx +c = 0 (para encontrar as raízes, utiliza-se a equação
do ∆ (delta)):
∆ = b2 – 4ac
Dicas para resolução rápida das equações:
Se a ≠ 1 → aplica-se delta e báskara:
∆ = b2 – 4ac
�� � √� � � ���
��  
��

Se a = 1 → encontrar dois números que multiplicados serão iguais a C e


encontrar dois números que somados serão iguais a b. Exemplo:
x2 – 5x + 6 = 0 (os dois números serão: 2 e 3, pois 2 x 3 = 6 (c) e 2 + 3 = 5 (b)).
x2 – 8x + 15 = 0 (os dois números serão: 3 e 5, pois 3 x 5 = 15 (c) e 3 + 5 = 8(b)).
x2 – 3x + 2 = 0 (os dois números serão: 1 e 2, pois 1 x 2 = 2 (c) e 1 + 2 = 3(b)).
Matemática

Se a = 1 (quando as raízes forem negativas), exemplo:


x2 + 5x + 4 = 0 (os dois números serão: –1 e –4, pois 1 x 4 = 4 (c) e (–1) +
(–4) = 5 (b)).
154
x2 +6x + 9 = 0 (os dois números serão: –3 e –3, pois 3 x 3 = 9 (c) e (–3) +
(–3) = 6 (b)).
Se a = 1 (quando uma raiz positiva e outra negativa = Quando c < 0).
Dica: A menor em módulo tem o mesmo sinal de b. Exemplos:
x2 – x – 6 = 0 (os dois números serão: –2 e 3, pois -2 x 3 = –6 (c) e (–2) + (3)
= 1 (b)).
x2 + 2x – 15 = 0 (os dois números serão: 3 e –5, pois 3 x -5 = –15 (c) e (3) +
(–5) = 2 (b)).
Outras dicas (Interpretação dos Gráficos):
– Se na questão aparecer: “duas raízes reais diferentes” / “dois cortes no
eixo X” / “dois cortes no eixo das abscissas” → ∆ > 0.
– Se na questão aparecer: “uma única raiz” / “uma única solução” / “um
ponto de intercessão” / “tangencia o eixo das abscissas” → ∆ = 0.
– Se na questão aparecer: “não corte o eixo das abscissas” / “não tem
intercessão” / “não tem solução” → ∆ < 0.
– Se na questão aparecer: “as raízes são simétricas” → b = 0.
– Se na questão aparecer: “raiz nula” → c = 0.
– Se na questão aparecer: “raízes inversas” → a = c.
– Se não aparecer nada, aplica-se as fórmulas de soma (–b/a) e de produto
(c/a).

Exercícios
249. A soma das raízes da equação f(x) = 2x2 + 4x – 30 . (3x – 1):
a) 3/5.
b) –3/5.
c) 5/3.
d) –5/3.
250. Qual o valor de “m” para que o vértice tenha abscissa 1 (y = 2x2 – (m-
3) x + 5)?

23. Função do 2º Grau – Gráficos


(Propriedades)
23.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos as propriedades dos gráficos nas funções de


2º grau.
155
23.2 Síntese
A análise do gráfico de uma função quadrática também nos permite de-
terminar os intervalos onde a função é CRESCENTE ou DECRESCENTE.
y = ax2 + bx + c = 0.
Onde:
a = 0 (concavidade da parábola voltada para cima).
a < 0 (concavidade da parábola voltada para baixo).
∆ = discriminante (quantas raízes a função têm).
∆ > 0 = 2 cortes no eixo X.
∆ = 0 = tangencia o eixo X.
∆ < 0 = não intercepta o eixo X.
c = corte o eixo y.
b = como a parábola passa pelo eixo y.
Veja os exemplos nos gráficos abaixo:

a>0

xv

x < xy  f(x) decrescente x < xy  f(x) crescente

a<0

xv

x < xy  f(x) crescente x > x y  f(x) decrescente

 
Exemplo:
– Parábola virada para cima passando pela origem.
Matemática

– Vértice: (2;–1).
– Corta o eixo x no ponto 4.
Qual a equação/gráfico desta função?
156
Resolução:
Informações importantes:
– passa pelo (0;0).
– passa pelo ponto (4;0).
– corta o eixo x nos pontos (0;4) = raízes.
– passa pelo vértice (2;–1).
Utilizando a equação de 2º grau na forma fatorada:
y = a.(x – x’) . (x – x”).
Onde o gráfico cortar o eixo das abscissas (x) serão as raízes da equação.
Assim:
x’ = 0 e x” = 4.
V = (2, –1), quando x = 2, y = –1.
Aplicando a equação:
y = a.(x – 0) . (x – 4).
y = a.(2 – 0) . (2 – 4).
–1 = 2a. –2.
–1 = –4a
a=¼
Voltando na equação para encontrar a equação de y:
y = a.(x – 0) . (x – 4).
y = ¼(x –0) . (x –4).
x2
y= – 1x
2
Aplicando rotação e translação de eixos:
Exemplo:

3  4 

y = ax2 + bx + c.
  Não corta o eixo x, então ∆ < 0.
Matemática

ax2 + 2.
y = a.(x – 3)2 + 2.
Ponto (4;3).
157
3 = a(1) + 2.
2

a = 1, então:
y = a.(x – 3)2 + 2.
y = (x-3)2 + 2.
y = x2 – 6x + 11.

Exercício
251. (Fundep): y

5
0 x

-5
 
Nessa figura, está representada a parábola de vértice V, gráfico na
função de segundo grau cuja expressão é:
a) x2
y  2x
5
b) Y = x2 – 10x
c) Y = x2 + 10x
x2
d) y  10 x
5
x2
e) y  10 x
5

24. Função do 2º Grau – Gráficos (Aplicações)


24.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as aplicações dos gráficos em função de 2º grau.

Exercícios
252.
Matemática

– 5  5 
‐4  1

 
158
Informações:
– túnel de 10 m.
– supondo que o carro passou 1m (cada lado) para dentro do túnel.
Qual a altura máxima desse túnel?
253. O centro de uma bola de basquete, quando esta é arremessada, segue
1 8 14
uma trajetória plana vertical de equação y   x 2  x   , em que
5 5 5
x e y são dados em metros. A altura máxima atingida pelo centro da
bola, em metros, é:
a) 6,0.
b) 6,5.
c) 7,0.
d) 7,5.
e) 8,0.
254. Sob determinadas condições, a concentração, em mg, de certa subs-
tância no organismo de uma cobaia é dada no instante t≥0, em mi-
nutos, pela função C(t) = –2t2 + 12t + 110. O instante t, em minutos,
para que a concentração seja de 30 mg é:
a) 3.
b) 10.
c) 11.
d) 19.
255. y

 
0 6 x

Um menino está à distância 6 de um muro de altura 3 e chuta uma


bola que vai bater exatamente sobre o muro. Se a equação da traje-
tória da bola em relação ao sistema de coordenadas indicado pela
figura é y = ax2 + (1 – 4a)x, a altura máxima atingida pela bola é:
a) 5.
b) 4,5.
c) 4.
d) 3,5.
e) 3.
Matemática
159
25. Função do 2º Grau – Questões Envolvendo
Vértice e Imagem
25.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos questões envolvendo vértice e imagem – fun-


ção de 2º grau.

25.2 Síntese
Relembrando conceitos básicos:
Vértice: –b/2.a e –∆/4.a

Exercícios
256. O ponto de coordenadas (3, 4) pertence à parábola de equação y =
ax2 + bx + 4. A abscissa do vértice dessa parábola é:
a) 1/2.
b) 1.
c) 3/2.
d) 2.
257. A função do 2º grau, y = f(x), cujo gráfico passa pelo ponto (–1, 3) e
tangencia o eixo das abscissas no ponto (–2, 0), é:
a) f(x) = x2 + 7x + 10.
b) f(x) = -x2 + 4.
c) f(x) = 3x2 + 12x + 12.
d) f(x) = x2 + 6x + 8.
e) f(x) = –3/2x2 – 3/2x + 3.
258. Considere a desigualdade ax2 + bx + c > 0, em que a, b e c são nú-
62 7
meros reais. Sabe-se que x  e x   satisfazem essa desigualdade;
7 25
26
e x  42 e x   não a satisfazem. Assim sendo, é CORRETO
25

afirmar que:
a) b > 0.
Matemática

b) ∆ > 0.
c) c < 0.
d) a > 0.
160

259. Seja f : IR → IR uma função dada por f ( x )  2  x 2  1 .  Pode-se


afirmar que o conjunto imagem de f é:
a) {y ∈ IR : y ≥ –1}.
b) {y ∈ IR : y ≥ 0}.
c) {y ∈ IR : y ≥ 2}.
d) {y ∈ IR : y ≥ 3}.
e) IR.

26. Função do 2º Grau – Maximização e


Minimização
26.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos sobre maximização e minimização de uma


função.

Exercícios
260. Um terreno retangular, com área de 800 m2 e frente maior que a
lateral, foi cercado com um muro. O custo da obra era de R$ 12,00
por metro linear construído na frente, e de R$ 8,00 por metro linear
construído nas laterais e no fundo. Se forem gastos R$ 1.040,00 para
cercar o terreno, o comprimento total do muro construído, em
metros é:
a) 114.
b) 120.
c) 132.
d) 180.
261. Considere a figura:
y
Matemática

x
 
161

Nessa figura, estão representados os gráficos das funções f (x ) 


x2
 
e g(x) = 3x – 5. 2
Considere os segmentos paralelos ao eixo y, com uma das extremida-
des sobre o gráfico da função f e a outra extremidade sobre o gráfico
da função g. Entre esses segmentos, seja S o que tem o menor com-
primento. Assim sendo, o comprimento do segmento S é:
a) 3/4.
b) 1.
c) 5/4.
d) 1/2.
262. O conjunto de todos os valores reais de m para os quais o conjunto
1
imagem de: f (x )  x 2  mx   
2

Seja B = {y ∈ IR : y ≤ 2} é:
a) {0}.
b) {2, –2}.
c) {– 5 , 5 }.
d) {– 6 , 6 }.
e) {– 10 , 10 }.

263. (Envolvendo reta e parábola):


Reta: y = x.
Parábola: y = x2 – 2x.
Com base nessas informações, pode-se afirmar que a equação da reta
x à equação da parábola é > 0 se:
a) x(x2 – 2x) > 0 se x < 0 ou x > 2.
b) < 0 e > 3.
c) Negativa entre 0 e 3.
d) x > x2 – 2x se estiver entre 0 e 3.
e) Reta é menor que a parábola, antes e depois de 2.

27. Inequação de 1º e 2º Graus – Produto e


Quociente
27.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, veremos a aplicação das inequações de 1º e 2º graus em


produto e quociente.
162
27.2 Síntese
Exemplo:
x2 – 5x + 6 ≥ 0
+  +
2  ‐  3 
Exemplo: O conjunto da solução da inequação: -3x2 + a > 7 é x < 2:
Resolução:
–3x + a > 7.
–3x > 7 – a.
3x < a – 7.
x<a–7
3
Sendo x < 2.
a–7=2
2
a = 11.
Ex.: O conjunto de todos os valores de x que satisfazem a desigualdade:
x2 + 4x – 5 ≥ 0
x–1
Resolução:
Inequação do 1º Grau: isolar o X.
Inequação do 2º Grau: achar as raízes e observar na reta onde é positivo e
negativo.
Raízes de a: 1 e -5.
Raiz de b: 1.
S = x R | x ≥5, x < 1, x > 1.
Exemplo envolvendo produto: (x–1)3.(x–2)4.(x–3)5 ≥ 0.
Resolução:
– Estudo de sinal (regra básica de potência):
Número positivo elevado a expoente par, é positivo.
Número positivo elevado a expoente ímpar, é positivo.
Nesse caso, (x – 2)4 sempre será positivo. Fazendo o quadro de sinais:
1 2 3
A - + + +
B + + + +
Matemática

C - - - +
ABC - - - +
163
Assim: x ≤ 1 e x ≥ 3.
Resolução: 3 < 2
x–5
Igualando a zero:
_3_ – 2 = 0.
x-5
3 – 2x + 10 < 0.
x-5
–2x + 13 < 0.
x–5
a = –2x + 13.
b = x – 5.
Na reta real:

3  3/2 

 
A + + -
B - + +
A/B - + -
Conclusão: x < 5 e x > 13/2.

Exercício
264. (Fundep) Se a = x R | x2 – 5x + 6 ≤ 0 e b = x2 – 7x + 10 ≥ 0, qual é a
interseção entre a e b?
Matemática
Capítulo 8

Equação Exponencial

1. Função Exponencial
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos gráficos de função, equações e inequações


de uma exponencial.

1.2 Síntese
Revisão de Potência:
– todo número elevado a 0 é 1, desde que não seja 0.
– qualquer número elevado a 1 é ele mesmo.
– multiplicação da mesma base, conserva-se a base e somam-se os ex-
poentes.
– divisão da mesma base, conserva-se a base e subtrai os expoentes.
165
– potência de uma potência: conserva-se e multiplicam os expoentes.
– quando o expoente for negativo: a sua função é inverter a base.
– quando o expoente for fracionário: deve-se praticar o radical.
Exemplos:
(√3)0 = 1 (todo número elevado a zero é = 1).
3–1 = 1/3 (expoente negativo = inverte a base).
(2/3)1 = 2/3 (todo número elevado a 1 é ele mesmo).
(–3)4 = 81 (número negativo com expoente par = número positivo).
52 = 25.
5–2 = 1/25.
(3/2)2 = 9/4.
(3/2)–2 = 4/9.
(–5/4)–1 = – 4/5.
90,5 =90,591/2
= 9=1/2
√9
= √9 = =3.3
-0,2 –2/10 5 
32 32= 32
–0,2 = 32-2/10 -1/5
= =3232–1/5 == 1/ √32 ==½1/2.
80,666  = 80,6 = 86/9 (para cada número que repete pode inserir o número 9 no
denominador) = (23)2/3 = 22 = 4.
-3/2 -2 -3/2
¼1/4 = (2
–3/2
= (2 = 2=3 2=3 8= 8.
) –2)–3/2

2/32/3
(√2)
(√2) ==221/21/2xx2/3
2/3
= 21/3
1/3
= √2 .
  Propriedades de Potência:
– Na multiplicação de mesma base deve-se conservar a base e somar os
expoentes: 26 x 23 x 2–1 x 20 = 26+3+(–1)+0 = 28.
– 35 x 3-2
= 35+(-2)-2-1 = 30 = 3.
32 x 31
– Na divisão de mesma base deve-se conservar a base e subtrair os expoentes:
(a2)4 . (a2)4 a8 . a16 a24
= = = a19
a3 / a-2 a3-(-2) a5

2x-1 . 2x+1 22x


= = 2-x
(2x)3 23x

(ax)x-3 . (ax)2
= ax2 – 3x+2x–1 = ax2–x–1
a

√2 21/2
= = 2–1/2
2 2
ඥଷξଷ 4  4 
= √31 . 32 = √33 = 33/4
Matemática

210 + 210 = 2.(210) = 211

 
166
2. Expressão Independente da Variável
2.1 Apresentação

Nesta unidade, serão abordados potências e exercícios que envolvem


expoentes com variáveis.

2.2 Síntese
Propriedade distributiva de potência:
6x = (2.3)x = 2x . 3x
4 22x
=
25 52x
Questões:
3x+1 – 3x 3x . 31 – 3x 3x.(3 – 1) 2 1
1) = = = =
7.3 – 3
x x+1
7.3 – 3 .3
x x 1
3 .(7 – 3)
x
4 2

2) 2x+2 – 2x = 2x.22 – 2x = 2x.(4-1) = 3 = 1


6.2x+1 6.2x.21 12.2x 12 4

3) (2n + 2n+1) . (3n + 3n+1) (2n + 2n . 21) . (3n + 3n . 31) 3.4 12


= = = = 2
6 n+1
6 .6
n 1
6 6

Exercício
265. Se a população de determinado país cresce 2% ao ano, ela fica mul-
tiplicada, a cada ano, por 1,02 (que é a soma de 100%, que é igual
a 1, e os 2% que é igual a 0,02). Sabe-se que os valores aproximados
de 1,0235 é igual a 2. Então, o que vai ocorrer com a população desse
país em 35 anos? E em 70 anos? E em 350 anos?

3. Valor Numérico, Crescimento e


Decrescimento
3.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos valor numérico, crescimento e decrescimento


de uma função exponencial.
167
3.2 Síntese
Definição: Uma função exponencial é do tipo ax, onde a tem de ser > 0 e
≠ 1 (f(x) = ax).
Em qualquer função exponencial, o gráfico deve estar na forma crescente
ou decrescente. Se multiplicar por um número > 1, o gráfico está crescendo.
Caso, contrário (< 1), o gráfico está decrescendo.
Para a função ser crescente, o exponencial será crescente quando sua base
for maior que 1. Se a base estiver entre 0 e 1, a função será decrescente.
Além disso, a função exponencial é definida como r (função real). A ima-
gem será real e positiva.
Vale lembrar que a função inversa de qualquer função é girá-la em torno
da 1ª bissetriz. A inversa de uma exponencial é a função logarítmica, ou seja,
se rodar uma função exponencial em torno da 1ª bissetriz será exatamente a
função logarítmica.
Valor Numérico (trabalhar com a ideia de substituição). Exemplos:
f(x) = 2x.
f(3) = 23 = 8.
g(x) = 5x.
g(-2) = 5-2 = 1/25.
g(0) = 50 = 1.
f(g(1)) = g(1) = 5 e f(5) = 32.
Função Crescente: quando a > 0 e ≠ 1.
Função Decrescente: quando o a estiver entre 0 e 1.
Exemplos:
4x → crescente.
0,3x → decrescente.
0,3–x → f(x) = (0,3)-x = (3/10)-x = (10/3)x → crescente.
(3–2)x → decrescente.
2-x → decrescente.
Observe a figura (y = ax + b).


Matemática

 
168
y = ax + b y = ax + b
a0 + b = 0 a1 + b = 2
1 + b = 0 a=3
b = –1

Exercício
266. Observe a figura:

y
12

3
2

-3 0 x
 
Nessa figura, está representado o gráfico f( ) = ka , sendo k e a constante
x x

positivas. O valor de f(2) é:


a) 3/8.
b) 1/2.
c) 3/4.
d) 1.

4. Equações e Inequações Exponenciais


4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as aplicações das equações e inequações ex-


ponenciais.
Matemática

4.2 Síntese
É importante saber a aplicação das propriedades de potência e fatorar.
169
Exemplos:
Exemplos:

1) 11 .. 33xx== √9
1)
  Fatorando o 9: 3 = 3 , assim: x = 2/3
x 2/3

2) 4 = 1/32
x–3

Fatorando o 4: 22
Fatorando o 32: 25
Assim: 22 (x-3) = 1/25
2x – 6 = – 5
2x = 1
x = 1/2
3) 2/3x2 – 12 = 81/16x
Fatorando o 81: 34
Fatorando o 16: 24
Assim: 2/3x2 – 12 = 34 / 24(x)
2/3x2 – 12 = 2/3-4x
x2 –12 = –4x
x2 + 4x – 12 = 0
Achando as raízes: (2;-6)
4) 32x – 12.3x + 27 = 0
Considerando que 3x = y
y2 – 12y + 27 = 0.
Achando as raízes: (3,9)
3x = 3 3x = 9
x = 1 x=2
5) 2x+1 + 2x-2 + 2x-3 = 38
2x . 2 + 2x + 2x = 38
22 23
Considerando que 2x = y
2y + y + y = 38
4 8
y = 16
Então: 2x = 16
Assim: x = 4
6) 8x . 4y = 1/4
4x . 2–y = 2
Arrumando o sistema:
23x . 22y = 2-2
Matemática

22x . 2–y = 21
3x + 2y = –2
2x – y = 1
170
Achando as raízes: (0,–4)
Inequação Exponencial:
Base > 1 = mantém o sinal.
Base < 1 = inverte o sinal.
Exemplo:
4x > 1/32
22x > 2–5
Base > 1 = 2x > – 5, então x > – 5/2
1/3x2 – 5x ≥ 81
1/3x2 – 5x ≥ 1/3-4
Base < 1 = x2 – 5x ≤ – 4, então: x2 – 5x + 4 ≤ 0
Achando as raízes: (1,4) = S | R = x ≥1 e x ≤ 4

5. Equações Exponenciais Usando


Substituição
5.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação das equações exponenciais


usando substituição.

Exercício
267. A evolução de uma população de micro-organismos é descrita pela
relação:
P = 32000 . 1 – 20,1.t, onde P = número de micro-organismos e t = em
t dias após o instante 0.
a) Qual era a população inicial?
b) Em quanto tempo a população será de 16000 micro-organis-
mos?
c) Em quanto tempo a população ultrapassa 24000 micro-organis-
mos?
d) Essa população vai atingir 32000 micro-organismos?
Exemplo:
3x + 1 = 4.√3
Matemática

3x 3
171
Considerando 3 = y x

y + 1 = 4.√3
y 3
3y + 3 = 4.√3
2

3y2 – 4.√3 + 3 = 0
∆ = 48 – 36 = 12
y = 4.√3 ± 2. √3 = √3 e √3 / 3
6
y = 3x
3x = √33x = √3 / 3
x = 1/2x = – 1/2
S = –1/4
Exemplo:
23x+2 – 23x+1 + 23x-1 = 50x
23x . 22 – 23x . 21 + 23x / 2 = 2x . 52x
23x . (4 – 2 + ½) = 2x . 52x
5 2x . 52x
=
2 23x

5 52x
= = x = 1/2
2 2
Exemplo: O valor de x na equação: (√3 – √2)x + (√3 + √2)x = 2.
Determine os possíveis valores de x.
1 . (√3 + √2) √3 + √2 √3 + √2
= =
√3 – √2 √3 + √2 3–2
Assim, podemos considerar que: (√3+√2)x = y.
1/y + y = 2
y2 = 2y + 1 = 0
y=1
Sabendo que: (√3 + √2)x = y
(√3 + √2)x = 1
(√3 + √2)0 = 1
x=0
Matemática
Capítulo 9

Logaritmo

1. Logaritmos – Definição
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a definição de logaritmo.

1.2 Síntese
Definição: O gráfico de logarítmica é exatamente o inverso do gráfico de
exponencial.
É uma operação que foi utilizada como artifício, isto é, quando as bases não
eram iguais, ou ainda em trabalhos de interpretação de gráficos.
O logaritmo também ajuda nos cálculos de intensidade de luz de uma
estrela, intensidade de um terremoto e até mesmo para calcular quantas caixas
de som serão necessárias para uma boate.
173
Foi descoberto como sendo uma ferramenta de trabalho (artifício).
Exemplo:
A∆B=C
1ª Operação: 3 ∆ = 27
3x = 27
33 = 27, então x = 3
2ª Operação: 32 ∆ x = 64
32x = 64
25x = 26, então x = 6/5
3ª Operação: 125 ∆ x = 25
125x = 25
53 = 52, então x = 2/3
4ª Operação: 0,001x = 100
10–3x = 102
X = -2/3
5ª Operação: 1/81 ∆ x = 243
3–4x = 35
x = –5/4
A ∆ B = C, significa que:
AB = C.
B é um número que eleva o A para que ele se iguale ao C.
Logaritmo de C na base A é igual a B.
B é o exponente que vai elevar a base para encontrar o logaritmando.

Logb a = c

Eleva 
c
b =a
Exemplo: 1/81 ∆ x = 243
Significa que: log1/81 243 = X
Exemplo:  
Log3 (x + 2) = 3
x + 23 = 27
x = 25

Exercícios
Matemática

268. A soma das raízes da equação: Log10 (x–15)2 = 2 é:


a) 0.
b) 25.
174
c) 30.
d) 50.
269. O valor de x na equação é:
log4 ( 1 ) 1
=
logx 4 2

2. Consequências da Definição de Logaritmos


2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as consequências da definição de logaritmos.

2.2 Síntese
Exemplo:
Log0,01 1000 = log
Fatorando:
log(10)–2 103 = igualando as bases = 3/–2
log0 1 = 0
log√5 1 = 0
log3 3 = 1
loga an = n
loga(n) ap = p/n
log32 64 = x
32x = 64
25x = 26
x = 6/5
Fatorando esse mesmo exemplo:
log32 64 = log2(5) 26 = 6/5
alog(a)b = b (por definição).
loga b = x
ax = b

Exercícios
270. Sabemos que loga2 = x e que logb2-3= y.
Matemática

Se b = a2, podemos afirmar que:


a) x = – 2/3y.
b) x = – 3/2y.
175
c) x = – 6y.
d) x = – 3y.
e) x = – 1/6y.
271. A soma das raízes da equação: log2 2x2 – 3x + 5 = 3.
272. Calcule
3 32
log4 + log3 9 + log2(log
 
81 )  (log
+ log0,8   16
)

3. Propriedades dos Logaritmos


 
3.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a apresentação das propriedades dos logaritmos.

3.2 Síntese
Conceito:
Logaritmo do produto é a soma dos logaritmos.
Logaritmo do quociente é a diferença dos logaritmos.
Exemplos:
log2 (a.b.c) = loga + logb + logc
log (a2 b3) = 2loga + 3logb – logc
c

log (a2 b3) = 2loga + 3logb – 5logc


c5

Exercícios
273. Para todos os números reais quaisquer A e B, pode-se afirmar que:
a) log a2 = 2loga – Se a > 0.
b) log (1+a)2 = 2log (1+a)2 – número positivo elevado ao quadrado
é positivo.
c) log (a.b) = loga + logb – Se a e b > 0.
d) log a/b = loga – logb – Se a e b > 0.
Matemática

e) log a1/2 = √loga.


274. (Fundep) O valor de x que satisfaz a equação: 2logx + logb – log3 =
log (9b/x4), onde log representa o logaritmo decimal.
176
275. A grandeza M de uma estrela é definida pela fórmula M = -2,5 log10
(K.I.), sendo K uma constante positiva e I a intensidade de luz da
estrela. Sirius, a estrela mais brilhante, tem uma grandeza de -1,6
e a estrela Betelgeuse tem uma grandeza de 0,9. A razão entre as
intensidades de luz de Sirius e de Betelgeuse, nessa ordem, é:
a) – 16/9.
b) 16/9.
c) 5.
d) 10.

4. Mudança de Base do Logaritmo


4.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação da mudança de base de um logaritmo.

Exercícios
276. A intensidade de um terremoto na escala Richter é definida por
2 E
I  log10   ,  em que E é a energia liberada pelo terremoto, em
3  E0 
quilowatt-hora (kwh), e E0 = 10–3 kwh. A cada aumento de uma
unidade no valor de I, o valor de E fica multiplicado por:
a) 10.
b) 20/3.
c) 103/2.
d) 101/2.
277. Se loga + b = log a + log b, então o valor de 1/a e 1/b é igual a?
278. Uma determinada colônia de bactérias é aumentada em 20% por
dia. Em quantos dias seu número será 400 vezes maior?
279. Calcule: log5 3 x log7 25 x log9 49.

5. Logaritmo Decimal e Neperiano


5.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, faremos uma introdução ao logaritmo decimal e neperiano.


177
5.2 Síntese
Definições:
– Logaritmo Decimal: quando a base é 10.
Observação: quando não aparecer nenhum valor na base é considerado
como sendo 10. Exemplo: log10 3 = log 3
– Logaritmo Neperiano: Logaritmo Natural = base e (número de Nepério
= equivale a aproximadamente 2,71). Exemplos: loge 3 = ln 3 / loge 10 = log
10 / loge e = ln e.

Exercícios
280. Sabe-se que log8 = 0,903 e log70 = 1,845. Qual o valor de log14?
a) 1,146.
b) 1,164.
c) 1,182.
d) 1,190.
e) 1,208.
281. Se log10 5 = a e log10 7 = b, então log10(122,5) é igual a:
a) a + b.
b) a + b + 1.
c) a + b – 1.
d) 2a + 2b.
e) 2a + 2b – 1.
1 3v  15 
282. Sob certas condições, a função  t  log e   , em que e é
30  v 5 

um número > 2, nos fornece o tempo gasto, em segundos, por um


paraquedista, contado a partir da abertura de seu paraquedas, para
atingir a velocidade de queda v, em m/s. A velocidade, em m/s, do
paraquedista no instante da abertura de seu paraquedas é:
283. A solução da equação 23x = 32x+1 é:
In 3
a)
a) 3 In 2  In 3  
In 2
b)
b) 3 In 2  In 3  
In 3
c)
c) 3 In 2  2 In 3  
Matemática

In 2
d)
d) 3 In 3  
178
6. Equações Logaritmas
6.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos a aplicação de exercícios em equações logaritmas.

6.2 Síntese
→ Aplicação das três propriedades:
– Propriedade do Produto;
– Propriedade do Quociente; e
– Propriedade da Potência.
→ Aplicação da Mudança de Base.

Exercícios
284. Determine o valor de x ao lado que satisfaz a equação:
log(x+5) + log(x–6) = 1 + log(x–4)
285. Número real x que satisfaz a equação: log2 (12–2x) = 2x.
286. Se logx representa o logaritmo decimal do número positivo x, a soma
das raízes de: log2 x – log x2 = 0 é:
287. O conjunto de todos os valores reais de x que satisfazem a equação
 11
2log10 x  1  log10 x     é:
 10

a) {–1, 11}.
b) {5, 6}.
c) {10}.
d) {11}.
288. A soma das raízes da equação 4xlog2x = x3 é:
a) 0.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
e) 6.
Matemática
179
7. Função Logaritma
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os gráficos e aplicações dentro da função


logaritma.

7.2 Síntese
Condições de Existência:
f(x) = loga x
onde x > 0 e a > 0 e ± 1
Gráfico da Função Logaritma: é o inverso da função exponencial.
f : R  R,  definida por f(x) = logax
– Domínio e imagem.
D(f) = e Im(f) = R
– se a > 1, f(x) = logax é crescente;
– se 0 < a < 1, f(x) = logax é decrescente;
– se a função f(x) = logax intercepta o eixo das abscissas no ponto (1; 0) e
– a função f(x) = logax não intercepta o eixo das ordenadas.
Exemplos:

Exercícios
289. Os valores de x que satisfazem a equação logx (ax+b) = 2 são 2 e 3.
Quais os valores de a e b?
Matemática
180
290. Observe a figura:

 
Nessa figura está representado o gráfico da função f(x) = log2 1 .
Então, f(1) é igual a: ax  b
a) – 3.
b) – 2.
c) – 1.
d) – 1/2.
e) – 1/3.
291. Nessa figura, os pontos B e C estão sobre o gráfico de y = logx 2. Nos
pontos A e D têm abscissas iguais a 8/3 e 12, respectivamente. E os
segmentos AB e CD são paralelos ao eixo y. Qual é a área do trapézio
ABCD?

A=8/3  D=12 

 
Matemática
Capítulo 10

Sequências

1. Sequências Alfabéticas e Geométricas


1.1 Apresentação

Nessa unidade, estudaremos a aplicação da lógica geométrica e sequencial.

1.2 Síntese
Definições: Algumas aplicações podem ser citadas nesse tipo de conceito:
No triângulo de Pascal, por exemplo, há a sequência dos números naturais;
dentro do triângulo, há sequências triangulares, tetraédricos, entre outros. Há,
ainda, progressões aritméticas e progressões geométricas.
Exemplo: Mantendo um padrão, a próxima sequência (F5) será de quanto?
F1 F2 F3 F4 F5
3x3 5x5 7x7 9x9 11x11
182
Exercícios
292. O desenho seguinte mostra a planificação de um cubo que apresenta
um número pintado em cada face, como é mostrado na figura abai-
xo. Dobrando a planificação, qual cubo será formado?
2
1  3  5 6 

Dados:
– Atrás da face 3 é a face 6.
– Atrás da face 1 é a face 5.
– Atrás da face 2 é a face 4.
293. Observe que há uma relação entre os dois primeiros grupos de letras
apresentadas abaixo. A mesma relação deve existir entre o terceiro e
  o quarto grupo que estão faltando.
DFGJ : HJLO :: MOPS ::: ??
Considerando que as letras K, Y e W não pertencem ao alfabeto
oficial usado, o grupo de letras que substituiria corretamente o ponto
de interrogação é:
a) OQRU.
b) QSTV.
c) QSTX.
d) RTUX.
e) RTUZ.

2. Sequências Lógicas
2.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação de outros tipos de sequências lógicas.

Exercícios
Matemática

294. Os termos da sequência (2,5,8,4,8,12,6,11,16,...) são obtidos através


de uma lei de formação. Segundo essa lei, qual será a soma do 10º e
12º termos dessa sequência?
183
295. Na sentença abaixo, falta a última palavra. Procure nas alternativas
a palavra que melhor completa essa sentença: “Estava no portão de
entrada do quartel, em frente à guarita; se estivesse fardado, seria
tomado por”:
a) Comandante.
b) Ordenança.
c) Guardião.
d) Porteiro.
e) Sentinela.
296. Das 30 moedas que estão no caixa de uma padaria, sabe-se que to-
das têm apenas um dos três valores: 5 centavos, 10 centavos e 25
centavos. Se as quantidades de moedas de cada valor são iguais, de
quantos modos poderão ser dados troco de 1 real ao cliente, usando-
-se exatamente 12 dessas moedas?
a) Três moedas.
b) Quatro moedas.
c) Cinco moedas.
d) Seis moedas.
e) Sete moedas.

3. Sequências Categóricas
3.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação das sequências categóricas – separação


por classes e categorias.

Exercícios
297. Considere as seguintes figuras geométricas:
a) Triângulo.
b) Retângulo.
c) Círculo.
d) Quadrado.
Matemática

e) Losango.
A única dessas figuras que não apresenta uma característica comum
às demais é:
184
298. Na sucessão das figuras seguintes, as letras do alfabeto oficial foram
dispostas segundo determinado padrão. Considerando que o alfabe-
to oficial exclui as letras K, Y e W, então, para que o padrão seja
mantido, a figura que deve substituir aquela que tem os pontos de
interrogação é:
A C E ? I L N
Z V T ? P N L
299. Observe as seguintes sequências de números:
a) (1,0,0,1).
b) (4,3,3,4).
c) (5,4,4,5).
d) (6,7,7,6).
e) (9,8,8,9).
A sequência que não apresenta as mesmas características das demais
é:
300. Qual o melhor complemento para a sequência: “O mel está para a
abelha assim como a pérola está para....?”
a) O colar.
b) A ostra.
c) O mar.
d) A vaidade.
e) O peixe.
301. Os números no interior do círculo representado na figura abaixo
foram colocados a partir do número 2 e no sentido horário, obe-
decendo a um determinado critério. Qual o próximo número da
sequência?

??  2

30  6 
a) 42
b) 44 20  12

c) 46
  a) 42.
b) 44.
Matemática

c) 46.
d) 50.
e) 52.
185
302. Observe que há uma relação entre as duas primeiras figuras repre-
sentadas abaixo. A mesma relação deve existir entre a terceira e a
quarta, então qual símbolo está faltando?

está para

 
303. A figura abaixo mostra um triângulo composto por letras do alfabeto
e por alguns espaços vazios, nos quais algumas letras deixaram de ser
colocadas. Considerando que a ordem alfabética é a oficial e exclui
as letras K, W e Y, então, se as letras foram dispostas obedecendo a
determinado critério, a letra que deveria ocupar o lugar do ponto de
interrogação é:
A
__ L
B C D
__ __ _?_ P
E F G H I
  a) J.
b) L.
c) M.
d) N.
e) O.

4. Sequências Numéricas
4.1 Apresentação

Nesta unidade, faremos estudo sobre a aplicação das sequências numéri-


cas e padronizadas.

4.2 Síntese
Matemática

Sequência Numérica Padronizada:


– Padrão Fixo = Progressão Aritmética.
– Multiplicação pelo mesmo número = Progressão Geométrica.
186
Exercícios
304. Observe a sucessão de igualdades:
13 = 12
13 + 23 = (1+2)2
13 + 23 + 33 = (1+2+3)2
13 + 23 + 33 + 43 = (1+2+3+4)2
A soma dos cubos dos 20 primeiros números inteiros positivos é um
número N, tal que:
a) 0 < N < 10.000.
b) 10.000 < N < 20.000.
c) 20.000 < N < 30.0000.
d) 30.000 < N < 40.000.
e) N > 40.000.
305. Observe que, no esquema abaixo, as letras que compõem os dois
primeiros grupos foram dispostos segundo determinado padrão. Esse
mesmo padrão deve existir entre o terceiro e o quarto grupo que está
faltando.
ZUVX: TQRS :: HEFG :: ??
Considerando que a ordem alfabética adotada, que é a oficial, exclui
as letras K, W e Y, o grupo de letras que substitui corretamente o
ponto de interrogação é:
a) QNOP.
b) BCDA.
c) IFGH.
d) DABC.
e) FCDE.
306. Observe a seguinte sucessão de multiplicações:
5 x 5 = 25.
35 x 35 = 1.225.
335 x 335 = 112.225.
3.335 x 3.335 = 11.122.225.
A análise dos produtos obtidos em cada linha permite que se conclua
corretamente que, efetuando 33.333.335 x 33.333.335, obtém-se um
número cuja soma dos algarismos é igual a:
a) 28.
b) 29.
Matemática

c) 31.
d) 34.
e) 35.
187
307. Note que em cada um dos dois primeiros pares de palavras dadas, a
palavra da direita foi formada a partir da palavra da esquerda, segun-
do um determinado critério:
Acatei = teia
Assumir = iras
Moradia = ?
Se o mesmo critério for usado para completar a terceira linha, a pala-
vra que substituirá corretamente o ponto de interrogação é:
a) Adia.
b) Ramo.
c) Rima.
d) Mora.
e) Amor.

Matemática
Capítulo 11

Estatística

1. Estatística – Introdução
1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os conceitos básicos de estatística.

1.2 Síntese
Definição: É a ciência que estuda o que está acontecendo, podendo fazer
previsão ou cálculo de probabilidade para determinada situação.
Exemplo – Gripe Suína: faz-se um estudo verificando os focos da gripe,
examinam, coletam números, valores, idades, sexo, e assim, todos os dados
serão registrados e organizados. Análise de dados (estudo de média e mediana),
formatação de gráficos, entre outros. Todas as informações servem como base
para análise de dados estatísticos.
189
Exemplo – CENSO: é a maior coleta de dados que existe no Brasil. Entre-
vista famílias com o objetivo de saber os bens que cada uma possui. Organiza
dados e estuda a situação atual do país (PIB, taxa de desenvolvimento, taxa de
natalidade e mortalidade, economia, política, entre outros).
Conceitos:
– População é um conjunto de pessoas, de coisas, de objetos, de itens que
têm uma característica própria: todos os alunos de uma escola; todos os
funcionários com mais de cinco anos de experiência; todas as garrafas de
vinho; todos os carros produzidos por uma fábrica, e assim por diante.
– Experimento aleatório: os experimentos aleatórios são aqueles cujos
resultados não são sempre os mesmos, apesar de se repetirem, várias
vezes, em condições semelhantes. Exemplo: lançamento de dados (re-
petição das faces) e moeda (cara/coroa).
– Atributo: é o nome que se dá a uma variável. O atributo é “tudo aquilo que
se diz ou é próprio de um ser, podendo ser qualitativo ou quantitativo”.
– Dados qualitativos: representam a informação que identifica alguma
qualidade, categoria ou característica, não suscetível de medida, mas
de classificação, assumindo várias modalidades. Exemplo: estado civil
(solteiro/casado/viúvo).
– Dados quantitativos: representam a informação resultante de caracte-
rísticas suscetíveis de serem medidas, apresentando-se com diferentes
intensidades, que podem ser de natureza discreta (descontínua) – dados
discretos, ou dados contínuos. Exemplo: Consideremos uma amostra
constituída pelo número de irmãos de 10 alunos de uma determinada
turma: 3, 4, 1, 1, 3, 1, 0, 2, 1, 2. Esses dados são de natureza discreta. Se
para os mesmos alunos considerarmos as alturas (cm): 153, 157, 161,
160, 158, 155, 162, 156, 152, 159, obteremos dados do tipo contínuo.
– Recenseamento: o termo está, em regra geral, associado à contagem
oficial e periódica dos indivíduos de um país, ou parte de um país. Ele
abrange, no entanto, um leque mais vasto de situações. Assim, pode
definir-se recenseamento do seguinte modo: estudo científico de um
universo de pessoas, instituições ou objetos físicos com o propósito de
adquirir conhecimentos, observando todos os seus elementos, e fazer
juízos quantitativos acerca de características importantes desse univer-
so. Exemplo: coleta de dados de todos os indivíduos de uma população.
– Dados discretos: são enumeráveis, podendo separar por vírgulas. Exem-
plo: número de irmãos, 0,1,2,3. São dados enumerados e cada linha da
tabela será para cada lado.
Matemática

Exemplo: Consideremos a amostra constituída pelo número de irmãos dos


20 alunos de uma determinada turma: 1, 1, 2, 1, 0, 3, 4, 2, 3, 1, 0, 2, 1, 1, 0, 1,
1, 0, 3, 2. Após esses dados, podemos organizar da seguinte forma:
190

Classes Freq. abs. Freq. rel. Onde:


Frequência Absoluta de um valor
0 4 0,20
é o número de vezes em que uma
1 8 0,40 determinada variável assume um
valor.
2 4 0,20
Frequência Relativa: definida
3 3 0,15 como a razão entre a frequência
4 1 0,05 absoluta e o número total de ob-
servações.
Total 20 1,00
Amostra: é uma parte ou uma porção de algo que se deseja estudar.
Atributo Qualitativo: Cor dos olhos.
Atributo Quantitativo: Índice de liquidez.
Discreto e Contínuo: Produção de café, por exemplo, pois cada safra é di-
ferente.
Um dado por ser:
Discreto = consegue enumerar.
Contínuo = não consegue enumerar.
Qualitativo = qualidade.
Quantitativo = quantidade.
Uma frequência pode ser:
Absoluta = sai diretamente da pesquisa.
Relativa = é absoluta em termos percentuais.

2. Séries Estatísticas
2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação dos tipos de séries estatísticas.

2.2 Síntese
Conceitos:
Tabela Estatística: é o quadro que resume o conjunto de dados dispostos em
linhas e colunas, sempre no mesmo sistema. De acordo com a Resolução nº
Matemática

886 do IBGE, nas casas ou células da tabela devemos colocar:


1) um traço horizontal (–) quando o valor é zero;
2) três pontos (...) quando não temos os dados;
191
3) zero (0) quando o valor é muito pequeno para ser expresso pela unidade
utilizada;
4) um ponto de interrogação (?) quando temos dúvida quanto à exatidão
de determinado valor.
Obs.: Tanto o lado direito como o esquerdo de uma tabela oficial deve ser
aberto.
Série Estatística: é qualquer tabela que apresenta a distribuição de um con-
junto de dados estatísticos em função da época, do local ou da espécie.
Tipos de Séries:
– Homógradas: são aquelas em que a variável descrita apresenta variação
discreta ou descontínua. Podem ser do tipo temporal, geográfica ou es-
pecífica.
– Temporal ou Cronológica: identifica-se pelo caráter variável do fator
cronológico. O local e a espécie (fenômeno) são elementos fixos. Esta
série também é chamada de histórica ou evolutiva.
– Geográfica: apresenta como elemento variável o fator geográfico. A
época e o fato (espécie) são elementos fixos. Também é chamada de
espacial, territorial ou de localização.
– Específica: o caráter variável é apenas o fato ou espécie. Também é
chamada de série categórica.
– Mista: mistura e coloca em uma única tabela, contendo pelo menos
dois tipos de séries.
– Conjugadas: também chamadas de tabelas de dupla entrada. São apro-
priadas à apresentação de duas ou mais séries de maneira conjugada,
havendo duas ordens de classificação: uma horizontal e outra vertical.
Normas para Apresentação Tabular dos Dados:
Elementos obrigatórios em uma tabela:
1 . Título.
2 . Corpo.
3 . Cabeçalho.
4 . Coluna Indicadora.
Título: é a indicação contida na parte superior da tabela, onde deve estar de-
finido o fato observado, com a especificação de local e época referentes ao fato.
Corpo: é constituído por linhas e colunas, que fornecem o conteúdo das
informações prestadas.
Cabeçalho: é a parte da tabela que apresenta a natureza do que contém
cada coluna (conteúdo das colunas).
Coluna Indicadora: indica o que contém nas linhas.
Elementos que completam a tabela:
Matemática

1) Fonte: designação da entidade que forneceu os dados estatísticos.


2) Notas: esclarecimentos de natureza geral.
3) Chamadas: esclarecimentos de natureza específica.
192
Exercício
308. A tabela abaixo, apresenta a distribuição de um grupo de 200 estu-
dantes segundo o curso que fazem (Estatística ou Matemática) e o
sexo (homem ou mulher).
H M TOTAL
Estatística 40 20 60
Matemática 80 60 140
TOTAL 120 80
A única afirmação incorreta é:
a) 40% dos homens estudam matemática.
b) 75% das mulheres fazem o curso de matemática.
c) Dois em cada três estudantes de estatística são homens.

3. Gráficos Estatísticos
3.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a representação dos gráficos estatísticos.

3.2 Síntese
Objetivo principal: interpretar os gráficos da mesma forma que as tabelas.
O gráfico deve ser simples, de maneira clara e verídica.
Gráficos de Informação:
São gráficos destinados principalmente ao público em geral, objetivando
proporcionar uma visualização rápida e clara. São gráficos tipicamente exposi-
tivos, dispensando comentários explicativos adicionais. As legendas podem ser
omitidas, desde que as informações desejadas estejam presentes.
Classificação dos Gráficos:
• Diagramas.
• Estereogramas.
• Pictogramas.
• Cartogramas.
Matemática

→ Diagramas: são gráficos geométricos dispostos em duas dimensões (2D).


Gráficos em barras na horizontal: geralmente são cronológicos ou geográficos,
possui legendas breves e apresenta-se em barras horizontais.
193
Gráficos em barras na vertical: também denominados gráficos em colunas,
são retângulos com alturas proporcionais aos valores. A base se localiza no eixo
das abscissas e os valores no eixo das ordenadas.
Exemplo de Gráfico em Barras Compostas:

 
Esse gráfico representa os rendimentos de uma clínica no decorrer do mês.
O Gráfico de barras é muito útil para introduzir na comparação um parâme-
tro não quantitativo, como diferentes países (a relação alunos/professor em cada
um deles, por exemplo), faixas de renda ou pesquisas realizadas anteriormente.

Esse gráfico representa o total de vendas por estado, com uma  fácil visuali-
zação indicando quais os percentuais por região.
Gráficos em colunas superpostas: eles se diferem dos gráficos em barras ou
colunas convencionais apenas pelo fato de apresentarem cada barra ou coluna
segmentada em partes componentes. Servem para representar comparativa-
mente dois ou mais atributos.
Matemática

 
194
Esse gráfico representa mais de um gráfico quando comparados.
Gráficos em linhas ou lineares: são frequentemente usados para represen-
tação de séries cronológicas com um grande número de períodos de tempo.
As linhas são mais eficientes do que as colunas, quando existem intensas flu-
tuações nas séries ou quando há necessidade de se representarem várias séries
em um mesmo gráfico. Quando representamos, em um mesmo sistema de
coordenadas, a variação de dois fenômenos, a parte interna da figura formada
pelos gráficos desses fenômenos é denominada de área de excesso.
Gráfico de linha é o mais indicado para representar a correlação entre duas
variáveis, por exemplo, entre a inflação e o déficit público, ou entre o consumo
de proteínas e o quociente de inteligência (QI). O mais comum é tomar o
próprio tempo (horas, dias, meses, anos etc.) como uma variável, para dar uma
imagem da evolução de outra variável, como o consumo de energia elétrica.
Observe que quando o tempo é uma das variáveis, ele deve ser expresso no eixo
horizontal.

 
Esse gráfico representa uma correlação entre variáveis (meses/ano e preço).
Matemática

 
195
Esse gráfico representa uma correlação entre variáveis (países e investimento).
Gráficos em setores: este gráfico é construído com base em um círculo, e é
empregado sempre que desejamos ressaltar a participação do dado no total. O
total é representado pelo círculo, que fica dividido em tantos setores quantas
são as partes. Os setores são tais que suas áreas são respectivamente proporcio-
nais aos dados da série. O gráfico em setores só deve ser empregado quando há,
no máximo, sete dados.

 
Esse gráfico (pizza) representa círculo total dividido em partes.
→ Estereogramas: são gráficos geométricos dispostos em três dimensões,
pois representam volume. São usados nas representações gráficas das tabelas
de dupla entrada. Em alguns casos, esse tipo de gráfico fica difícil de ser inter-
pretado dada a pequena precisão que oferecem.

 
Gráfico 3D representando volume.
Matemática

→ Pictogramas: são construídos a partir de figuras representativas da inten-


sidade do fenômeno. Este tipo de gráfico tem a vantagem de despertar a aten-
ção do público leigo, pois sua forma é atraente e sugestiva. Os símbolos devem
196
ser autoexplicativos. A desvantagem dos pictogramas é que apenas mostram
uma visão geral do fenômeno, e não de detalhes minuciosos.

 
Gráficos com figuras representativas da intensidade do fenômeno.

 
→ Cartogramas: são ilustrações relativas a cartas geográficas (mapas). O ob-
jetivo desse gráfico é o de figurar os dados estatísticos diretamente relacionados
com áreas geográficas ou políticas.
Matemática

 
Gráficos representam cartas geográficas (mapas).
197
4. Organização de Dados
4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a organização de dados em tabelas e gráficos.

4.2 Síntese
Definições:
– Dados discretos: são aqueles que são enumeráveis.
– Dados contínuos: são aqueles que não se consegue separar por vírgula,
então, se utiliza o intervalo.
Histograma: também conhecido como Distribuição de Frequências ou
Diagrama das Frequências, é uma representação gráfica na qual um conjunto
de dados é agrupado em classes uniformes, representado por um retângulo
cuja base horizontal são as classes e seu intervalo e a altura vertical representa
a frequência com que os valores desta classe estão presentes no conjunto de
dados.
Tipos: contínuos e têm distribuições simétricas ou assimétricas.
Distribuições simétricas
A distribuição das frequências faz-se de forma aproximadamente simétrica,
relativamente a uma classe média:

 
Distribuições enviesadas
A distribuição das frequências faz-se de forma acentuadamente assimétrica,
apresentando valores substancialmente menores em um dos lados, relativa-
mente ao outro: 

 
Distribuições com “caudas” longas
Matemática

A distribuição das frequências faz-se de tal forma que existe um grande


número de classes nos extremos, cujas frequências são pequenas, relativamente
às classes centrais:
198

 
Distribuições com vários “picos” ou modas
A distribuição das frequências apresenta dois ou mais “picos” a que chama-
mos modas, sugerindo que os dados são constituídos por vários grupos distintos:

 
Exemplo: um gráfico representando a quantidade de irmãos, por pessoa:
000,111,22222,33,44
A moda é ter 2 irmãos, pois têm a maior frequência.
Porém, se o gráfico estivesse representado por:
000,111,22222,33,44, 55555
Seria considerado como Bimodal (2 e 5 irmãos).

Exercícios
309. O gráfico a seguir indica o consumo mensal de energia elétrica, em
KWh, em uma certa residência:

Em relação a esses dados, é correto afirmar que:


Matemática

a) O gráfico mostra uma tendência de queda no consumo;


b) O mês de junho foi o de menor consumo.c) De junho em diante,
a cada mês, o consumo aumentou em relação ao mês anterior.
199
d) Após uma forte alta dos primeiros quatro meses, o consumo se
estabilizou.
e) O primeiro semestre mostra uma tendência de queda no consu-
mo mensal e o segundo uma tendência de aumento.
310. A tabela a seguir mostra a distribuição percentual dos habitantes de
um lugarejo de acordo com o local do nascimento:
1) Nascidos no local 62,5%
2) Nascidos em outras cidades do mesmo estado 22,3%
3) Nascidos nos estados 10,8%
4) Estrangeiros 4,4%
Assinale o gráfico que melhor represente esses dados:

5. Gráficos de Colunas e Setores – Questões


de Concurso
5.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação dos gráficos de colunas e setores.

Exercícios
311. Em um curso de iniciação em informática, a distribuição das idades
e do sexo é dada pelo seguinte:
Matemática

 
200
Com base nos dados do gráfico, pode-se afirmar que:
a) O número de meninas com, no máximo, 16 anos é maior que o
número de meninos nesse mesmo intervalo de idade.
b) O número total de alunos é 19.
c) A média de idade das meninas é 15 anos.
d) O número de meninos é igual ao número de meninas.
312. IPCA e INPC têm nova fórmula:
A partir de agosto deste ano, a apuração do Índice de Preços ao
Consumidor Amplo (IPCA) e do Índice Nacional de Preços ao Con-
sumidor (INPC) tem novas estruturas e ponderação. Com base na
Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 1996, a equipe do depar-
tamento de índices do IBGE repassou os hábitos de consumo e esta-
beleceu nova relação entre a quantidade, o preço e a participação de
cada um dos produtos que compõem a lista de itens pesquisados no
orçamento das famílias brasileiras.
Até julho de 1999.

A partir de agosto de 1999


Matemática

 
201
Com base nas informações acima, julgue os itens que se seguem,
relativos ao cálculo do IPCA.
I – A partir de agosto, o item “Saúde e cuidados pessoais” passou a ter
maior participação do que tinha até julho de 1999.
II – A partir de agosto, o item “Vestuário” passou a ter menos da
metade da participação que tinha até julho de 1999.
III – Até julho, a participação atribuída ao conjunto dos itens “Trans-
porte”, “Alimentação e bebidas”, “Comunicação” e “Educação” era
maior que a participação atribuída a esse mesmo conjunto a partir
de agosto de 1999.
IV – A partir de agosto, a participação do item “Comunicação” au-
mentou mais de 90% com relação à que tinha até julho de 1999.
A quantidade de itens certos é igual a:
a) 0.
b) 1.
c) 2.
d) 3.
e) 4.

6. Distribuição de Frequências
6.1 Apresentação

Nesta unidade, veremos a aplicação da distribuição de frequências.

6.2 Síntese
Definição: É um tipo de tabela que condensa uma coleção de dados con-
forme as frequências (repetições de seus valores).
Dados brutos: É uma tabela ou relação de elementos que não foram nume-
ricamente organizados. É difícil formarmos uma ideia exata do comportamen-
to do grupo como um todo, a partir de dados não ordenados.
Ex.: 45, 41, 42, 41, 42 43, 44, 41, 50, 46, 50, 46, 60, 54, 52, 58, 57, 58, 60, 51
ROL (Organização dos Dados Brutos)
É a tabela obtida após a ordenação dos dados (crescente ou decrescente):
Ex.: 41, 41, 41, 42, 42 43, 44, 45, 46, 46, 50, 50, 51, 52, 54, 57, 58, 58, 60, 60
Distribuição de frequências em Intervalos de Classe:
Matemática

É a simples condensação dos dados conforme as repetições de seus valores.


Para um ROL de tamanho razoável esta distribuição de frequência é inconve-
niente, já que exige muito espaço.
202
São 20 dados compreendidos entre os números 41 e 60, assim: 60 – 41 = 19.
19/5 = 5 (diferença entre as classes):

�Definição de Classe
 
São os intervalos de variação da variável e é simbolizada por i e o número
total de classes simbolizada por k. Exemplo: na tabela anterior k = 5 e 49 |------–
53 é a 3ª classe, onde i = 3.
Definição de Limite de Classe
São os extremos de cada classe. O menor número é o limite inferior de
classe (li) e o maior número, limite superior de classe (Li). Exemplo: em 49 |-----–
53, ... l3 = 49 e L3 = 53. O símbolo |------– representa um intervalo fechado à
esquerda e aberto à direita. O dado 53 do ROL não pertence à classe 3 e sim
à classe 4, representada por 53 |------– 57.
Amplitude do Intervalo de Classe
É obtida através da diferença entre o limite superior e inferior da classe e
é simbolizada por hi = Li – li. Exemplo: na tabela anterior hi = 53 – 49 = 4.
Obs.: Na distribuição de frequência com classe o hi será igual em todas as
classes.
Amplitude Total da Distribuição
É a diferença entre o limite superior da última classe e o limite inferior da
primeira classe. AT = L(max) – l(min).
Exemplo: na tabela anterior AT = 61 – 41= 20.
Amplitude Total da Amostra (ROL)
É a diferença entre o valor máximo e o valor mínimo da amostra (ROL).
Onde AA = Xmax – Xmin. Exemplo: AA = 60 – 41 = 19.
Obs.: AT sempre será maior que AA.
Ponto Médio de Classe
Matemática

É o ponto que divide o intervalo de classe em duas partes iguais.


Exemplo: em 49 |------– 53 o ponto médio x3 = (53 + 49)/2 = 51, ou seja:
x3 = (l3 + L3)/2.
203
7. Média Aritmética e suas Propriedades
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação da média aritmética e suas pro-


priedades.

7.2 Síntese
Média Aritmética:
A Média é a primeira e mais importante das Medidas de Posição. Quando
os dados forem discretos, soma-se tudo e divide-se pela quantidade.
– Cálculo da Média para o Rol:

Exemplo: Sejam os valores 5,7,8,10,15. Como são dados separados por vír-
gula, é possível somar tudo e dividir pela quantidade, assim:
X  = 5 + 7 + 8 + 10 + 15 = 9
5
Outros valores: 4,7,11,15,20,21
X  = 4 + 7 + 11 + 15 + 20 + 21 = 13
6
Exemplo: Uma certa variável X assume os valores:
5,8,10,12,14,14,16,16,18,18,18,20,20,22,25,27,29,30,33 e 38.
X  = 5+8+10+12+14+14+16+16+18+18+18+20+20+22+25+27+29+30+33+38 = 19,5
20
Obs.: Vejamos um caso em que temos uma distribuição de frequências por
intervalos, como na tabela abaixo:
Números de Pontos Frequência
0 ├ 20 10
20 ├ 40 30
40 ├ 60 30
60 ├ 80 20
Matemática

80 ├ 100 10
TOTAL 100
204
Para determinarmos as medidas de dispersão, acharemos os pontos médios
dos intervalos:
Número de Pontos Ponto Médio Frequência
0 – 20 10 10
20 – 40 30 30
40 – 60 50 30
60 – 80 70 20
80 – 100 90 10
TOTAL 100
Teremos para a média o seguinte valor:
M = 10.10 + 30.30 + 30.50 + 20.70 + 10.90 = 48
100
Propriedades da Média Aritmética:
→ Da Soma e Subtração: Se a cada elemento de um conjunto numérico
qualquer somarmos ou subtrairmos uma constante, a média ficará acrescida ou
subtraída desta constante.
Exemplo: 3,4,5,8
X  = 3 + 4 + 5 + 8 = 5
4
Somando +2 em todos os valores:
X  = 5 + 6 + 7 + 10 = 7
4
→ Do Produto e Divisão: Se cada elemento de um conjunto numérico
qualquer for multiplicado ou dividido por uma constante, a média ficará mul-
tiplicada ou dividida por esta constante.
Dica Importante:
I – Se a distribuição de frequências é simétrica, e tem um número ímpar de
classes, a Média será o Ponto Médio da classe intermediária.
II – Se a distribuição de frequências é simétrica, e tem um número par de
classes, a Média será o limite superior da primeira classe intermediária, que é
igual ao limite inferior da segunda classe intermediária.

8. Dica de Ouro e Mediana


8.1 Apresentação
Matemática

Nesta unidade, estudaremos dica de ouro da média aritmética e conceito


de mediana.
205
8.2 Síntese
Relembrando:
I – Se a distribuição de frequências é simétrica, e tem um número ímpar de
classes, a Média será o Ponto Médio da classe intermediária.
II – Se a distribuição de frequências é simétrica, e tem um número par de
classes, a Média será o limite superior da primeira classe intermediária, que é
igual ao limite inferior da segunda classe intermediária.

Exercícios
313. Um pesquisador calculou a média amostral de 25 observações e ob-
teve 20. Mais tarde ele percebeu que havia se enganado em relação
a uma das medidas cujo valor correto era 10 ao invés de 30.
Calcule o valor correto da média.
314. Determine a mediana da variável aleatória que assume os valores
2,5,10,9,6,8,4.
315. Defina a mediana dessa variável X, cujos valores são: 1,4,5,6,8,10,12,
14,15,__,__,__,__e__.
316. Determine a média aritmética, a mediana e a moda da seguinte se-
quência: 2,2,5,6,7,9,9,9,10,10,11,12,14,15,17,18.
317. Determine a moda do conjunto de valores: 2,2,2,5,6,7,9,9,9,10,10.
318. Determine a moda do conjunto de valores: 2,4,5,5,6,7,8,9,9,10.
319. Reunindo-se 30 funcionários da empresa K, encontramos os seus res-
pectivos tempos de ciclo: 2,3,3,3,3,5,6,6,7,7,8,8,8,10,10,12,12,14,14,
14,14,14,15,16,17,19,22,23,23,24.
Determine o tempo modal, mediano e o tempo médio.

9. Média Harmônica
9.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação da média aritmética e média


harmônica.
Matemática
206
Exercícios
320. Na empresa K, há cinco níveis salariais onde envolvem 10%, 20%,
40%, 20% e 10%, respectivamente, dos funcionários da empresa. Os
funcionários receberam neste mês reajustes de: 2,0%, 2,5%, 3,0%,
2,0% e 1,0% em cada nível, respectivamente. O reajuste médio dado
será de:
321. Em uma sala há seis alunos. A idade média desses seis alunos é 21
anos. Com a chegada do professor, a idade média passou a ser 25
anos. Qual é a idade do professor?
322. Uma torneira enche um tanque sozinha em 10 horas, e outra tornei-
ra enche o mesmo tanque sozinha em 15 horas. Se abrir as torneiras,
qual o tempo médio que ambas encherão o tanque sozinhas?
323. Uma pessoa viaja de BH para RJ a uma velocidade média de 80
km/h, e do RJ para BH, na mesma rodovia a uma velocidade média
de 100 km/h. Qual foi a velocidade média em sua rodovia?

10. Média e suas Aplicações


10.1 Apresentação

Nesta unidade, abordaremos questões envolvendo média e suas aplicações.

Exercícios
324. Define-se a média aritmética de n dados como resultado da divisão
por n da soma dos n números de dados. Sabe-se que 3,6 é a média
aritmética de 2,7;1,4,5,2 e X. O número X é igual a:
a) 2,325.
b) 3,1.
c) 3,6.
d) 5,1.
325. Uma prova foi aplicada em duas turmas distintas. Na primeira, com
30 anos, a média aritmética das notas foi 6,40. Na segunda, com 50
Matemática

alunos, foi 5,20. A média aritmética das notas dos 80 alunos foi:
a) 5,65.
b) 5,70.
207
c) 5,75.
d) 5,80.
326. Sabe-se que a média aritmética de 5 números inteiros distintos, estri-
tamente positivos é 16. O maior valor que um desses inteiros pode
assumir é:
a) 20.
b) 50.
c) 70.
d) 100.
327. Uma prova continha cinco questões, cada uma valendo 2 pontos.
Em sua correção, foram atribuídas a cada questão apenas as notas
0 e 2, caso a resposta estivesse, respectivamente, errada ou certa. A
soma dos pontos obtidos em cada questão forneceu a nota da prova
de cada aluno. Ao final da correção, produziu-se a seguinte tabela,
contendo a porcentagem de acertos em cada questão:
Questão 1 2 3 4 5
Acertos 30% 10% 60% 80% 40%
Logo, a média das notas da prova foi:
a) 3,0.
b) 4,0.
c) 4,2.
d) 4,4.
e) 4,6.
328. Para que a média aritmética das notas de uma turma de 20 alunos
aumentasse em 0,1, alterou-se uma dessas notas para 7,5. Antes da
alteração, tal nota era:
a) 5,5.
b) 6,0.
c) 7,4.
d) 7,6.

11. Médias de Dispersão


11.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a aplicação das medidas de dispersão.


Matemática
208
11.2 Síntese
Definições:
– Média Aritmética: soma tudo e divide pela quantidade.
– Mediana: é o termo central. 50% para cada lado em ordem crescente.
– Moda: é a maior frequência.
Exemplo: Seja a distribuição: 2,3,7,8,10
X  = 2 + 3 + 7 + 8 + 10 = 6
5
Mediana = 7 (termo central).
Moda = Distribuição Amodal (não há repetição de valores).
Desvio = quanto a variável está longe da média:
• 2 em relação à média 6, está abaixo (–4);
• 3 em relação à média 6, está abaixo (–3);
• 7 em relação à média 6, está acima (+1);
• 8 em relação à média 6, está acima (+2); e
• 10 em relação à média 6, está acima (+4).
Desvio médio: somar todos em forma de módulo.
Assim: 4 + 3 + 1 + 2 + 4 = 2,8
5
Variância: cálculo que leva ao desvio padrão.
Definição: s2 = utiliza cada desvio, eleva ao quadrado e calcula a média.
Assim, no exemplo anterior:
s2 = 16 + 9 + 1 + 4 + 16 = 9,2
5
Desvio Padrão S = √s2
Assim: S = √9,2 = Aprox. 3,01
Gabarito e Resoluções
Matemática
Capítulo 12

Geometria

1. Noções dos Teoremas da Geometria


1.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as noções dos teoremas da geometria e os


axiomas.

1.2 Síntese
Conceitos primitivos
A definição dos conceitos primitivos ponto, reta e plano é quase impossível,
pois o que se sabe muito bem e aqui será o mais importante é sua representação
geométrica e espacial.
Representação (notação):
– pontos serão representados por letras latinas maiúsculas; ex.: A, B, C,...;
– retas serão representados por letras latinas minúsculas; ex.: a, b, c,...;
– planos serão representados por letras gregas minúsculas.
210
Exemplo:
Representação gráfica

Postulados ou Axioma
Postulados primitivos da geometria: qualquer postulado ou axioma é aceito
sem que seja necessária a prova, contanto que não exista a contraprova.
Os principais são:
– axioma (incidência): dados dois pontos distintos, existe uma única reta
que os contém;
– axioma (distinção da reta e do ponto): toda reta possui pelo menos dois
pontos distintos;
– axioma (distinção da reta e do plano): existem pelo menos três pontos
não colineares;
– axioma acima garante que “plano é mais do que uma reta”. Também
pode ser enunciado como “dado uma reta, existe pelo menos um ponto
não pertencente à reta”;
Matemática

– axioma (existência e unicidade dos paralelos). Dado uma reta e um


ponto fora dela, existe uma única reta paralela à reta dada, passando
pelo ponto dado.
211
2. Ângulos e Teorema de Tales

2.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os ângulos e o Teorema de Tales.

2.2 Síntese
Definição
Ângulo é o nome da região formada por duas semirretas de mesma origem.

AÔB ou ângulo α  

Ângulo agudo
É aquele cuja medida é menor que a de um ângulo reto.

Ângulo obtuso
É aquele cuja medida é maior que a de um ângulo reto e menor que a de
um raso.

 
Ângulos complementares: â + ê = 90°
O complemento de um ângulo â é: 90 – â
Matemática

Ângulos suplementares: â + ê = 180°


O suplemento de um ângulo â: é 180º -â
212
Ângulos opostos pelo vértice

α e γ são opostos pelo vértice.


θ e β são opostos pelo vértice.
Dois ângulos opostos pelo vértice têm medidas iguais, ou seja, são con-
gruentes.
Ângulos formados por duas retas paralelas interceptadas por uma transversal.
Duas retas paralelas r e s, interceptadas por uma transversal, determinam
oito ângulos, assim denominados:

Ângulos correspondentes são congruentes, ou seja, são iguais.


Conclusão: a = α, b = β, c = γ, d = θ
Ângulos opostos pelos vértices são congruentes, ou seja, são iguais.
Conclusão: a = c, b = d, α = γ , β = θ
Ângulos alternos são congruentes, ou seja, são iguais.
Alternos internos: c = α, d = β
Alternos externos: a = γ, b = θ
Ângulos colaterais:
Ângulos colaterais internos: c + β = 180°, d + α =180º
Ângulos colaterais externos: a + θ = 180°, b + γ = 180°
O Teorema de Tales pode ser determinado pela seguinte lei de correspon-
dência:
“Feixes de retas paralelas cortadas ou intersectadas por segmentos transver-
Matemática

sais formam segmentos de retas proporcionalmente correspondentes.”


Para compreender melhor o Teorema, observe o esquema representativo
a seguir:
213

Pela proporcionalidade existente no Teorema, temos a seguinte situação:

Exercício

329. Aplicando a proporcionalidade existente no Teorema de Tales, de-


termine o valor de x.

3. Triângulos Propriedades
3.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os triângulos propriedades.


Matemática

3.2 Síntese
Os triângulos são polígonos de três lados.
214
Relações do triângulo:

Lados:
Dica: Qualquer lado é menor que a soma dos outros lados.
A < b +c
B<a+c
c<a+b
Ângulos:
* A soma dos ângulos internos é igual a 180º
Classificação de acordo com os lados:

Equilátero – todos os lados iguais


l2 3
Área =
4

l 3
h= (altura do triângulo equilátero)
2
Isósceles – dois lados iguais
Escaleno – todos os lados diferentes
Classificação de acordo com ângulos:
Acutângulo – um ângulo agudo
Obtusângulo – um ângulo obtuso
Retângulo – um ângulo reto
Matemática
215
Dica:
No triângulo retângulo, temos a seguinte relação:

 
Área = a metade do produto dos catetos.
ab
A=
2
a² = b² + c² (Teorema de Pitágoras)

Exercícios
330. Duas estradas retas se cruzam formando um ângulo de 90 graus uma
com a outra. Qual é o valor mais próximo da distância cartesiana
entre um carro que se encontra na primeira estrada, a 3 km do cru-
zamento e outro que se encontra na outra estrada a 4 km do mesmo
cruzamento?
a) 3 km.
b) 4 km.
c) 5 km.
d) 6 km.
e) 7 km.
331. Para que um poste de 10 m de comprimento fique bem firme, é
necessário que 10% de seu comprimento sejam fincados perpendi-
cularmente ao solo. Após um vendaval, esse poste quebrou a exatos
quatro metros de altura do solo, conforme indicado na figura.

 
Matemática

O valor da distância X, em metros, indicada no desenho, é de:


a) 3,0.
b) 3,5.
216
c) 4,0.
d) 4,5.
e) 5,0.

4. Triângulos Área
4.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos os triângulos área.

4.2 Síntese
É uma figura de 3 lados.

 
base x altura
A=
2

Dica:
No triângulo retângulo, temos a seguinte relação:

A = a metade do produto dos catetos


ab
A=
2
No triângulo equilátero (todos os lados iguais)
Matemática

l2 3
A=
4
217
l 3
h= (altura do triângulo equilátero)
2
Fórmula de Heron (em função dos lados)
A = p (p – a)(p – b)(p – c), sendo
a+b+c
p=
2
Em função do seno de dois lados

 
Considerando o ângulo Â, iremos utilizar o sen  e os lados b e c.
b . c . sen Â
A=
2

Exercício
332. (TJSP – Vunesp 2011) A figura compara as alturas, medidas em me-
tros, de dois painéis decorativos triangulares, fixados em uma parede,
que simulam árvores de Natal. Sabendo-se que a soma das medidas
das alturas dos dois painéis é igual a 4 m, e que em cada painel foram
instaladas 200 lampadazinhas coloridas por metro quadrado, pode-se
concluir que o número de lâmpadas instaladas no painel de maior
altura foi igual a:

 
a) 200.
b) 250.
Matemática

c) 275.
d) 300.
e) 325.
218
5. Quadrado e Retângulo
5.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o quadrado e o retângulo.

5.2 Síntese
Quadrado
É uma figura que possui 4 lados iguais e lados opostos paralelos.

 
L = lado.
A = Ll²
Perímetro = 4L
Retângulo
É uma figura que possui 4 lados e os lados opostos são iguais.

 
A= a.b
Perímetro = 2a + 2b

Exercícios
333. Em um terreno de 800 m², será construída uma casa que ocupará
uma área retangular de 25 m de comprimento por 15 m de largura.
A área livre do terreno, em m², será de:
Matemática

a) 575.
b) 525.
c) 475.
219
d) 425.
e) 375.
334. Um terreno quadrado, com área total de 196 m², foi dividido em 2
regiões quadradas e 2 regiões retangulares para efeito de construção,
como mostra a figura, cujas dimensões estão em metros. A soma das
áreas das duas regiões retangulares, destinadas à garagem e ao jar-
dim, é igual a:

 
a) 40 m².
b) 60 m².
c) 70 m².
d) 80 m².
e) 90 m².

6. Losango e Trapézio
6.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o losango e o trapézio.

6.2 Síntese
Trapézio
É um figura que possui 4 lados e um par de lados opostos paralelos (bases
do trapézio).
Matemática

 
220
(b + B).h
A=
2
Losango
Um losango é todo paralelogramo (quadrilátero convexo que possui dois
pares de lados paralelos) que possui os seus quatro lados congruentes entre si
(os lados têm medidas iguais).

 
Área: D.d/2

Exercício
335. A figura acima mostra uma peça de metal de espessura constante.
Todos os ângulos são retos, e as medidas em centímetros são: AB =
12, BC = 3 e AF = FE = 8. Essa peça deverá ser cortada na linha
tracejada AP de forma que as duas partes da peça tenham a mesma
área. A medida, em centímetros, do segmento EP da figura é:
a) 1,0.
b) 1,5.
c) 2,0.
d) 2,5.
e) 3,0.
Matemática
221
7. Circunferência
7.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos a circunferência.

7.2 Síntese
Circunferência
É um conjunto de pontos equidistantes a um ponto central. Este ponto
central é chamado de centro da circunferência.

D = diâmetro
r = raio
C = comprimento da circunferência (é a medida da linha que forma a
circunferência)
 = 3,14159....
Relação:
D = 2r
C = 2r.
Comentário: não existe área da circunferência.
Área do círculo:

A = r².

Exercício
Matemática

336. O comitê olímpico brasileiro dispõe de uma pista circular utilizada


para a prática de treinamentos e competições de ciclismo e pati-
222
nação. Sabendo que essa pista tem 250 metros de comprimento,
calcule o raio da circunferência da pista. Utilize  = 3,14.

8. Cubo
8.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o cubo.

8.2 Síntese
Cubo
Um paralelepípedo retângulo com todas as arestas congruentes (a = b = c)
recebe o nome de cubo. Dessa forma, as seis faces são quadradas.

 
Área da base = l² (A base é um quadrado)
Área lateral: AL = 4a² (são 4 quadrados laterais)
Área total: 6a²
Volume: V= a. a. a = a³
Treinamento

Exercícios
337. Um peso de papel, feito de madeira maciça, tem a forma de um
cubo cuja aresta mede 0,8 dm. Considerando que a densidade da
madeira é 0,93 g/cm³, quantos gramas de madeira foram usados na
confecção desse peso de papel?
a) 494,18.
b) 476,16.
Matemática

c) 458,18.
d) 49,418.
e) 47,616.
223
338. O volume de um paralelepípedo cuja largura é o dobro do compri-
mento e a altura é o triplo da largura, sabendo-se que a largura tem a
mesma medida da aresta de um cubo cujo volume é igual a 216 cm³,
é em cm³:
a) 162.
b) 216.
c) 432.
d) 324.

9. Paralelepípedo
9.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o paralelepípedo.

9.2 Síntese
Paralelepípedo
Paralelepípedo retângulo
Seja o paralelepípedo retângulo de dimensões a, b e c da figura:

 
Temos quatro arestas de medida a, quatro arestas de medida b e quatro ares-
tas de medida c; as arestas indicadas pela mesma letra são paralelas.
Área lateral: sendo AL a área lateral de um paralelepípedo retângulo, temos:

 
AL = ac + bc + ac + bc = 2ac + 2bc = AL = 2 (ac + bc)
Matemática

Área total: AT = 2 (ab + ac + bc)


Volume: a. b. c
Obs.: c = h (altura do paralelepípedo)
224
Então, o volume de um paralelepípedo retângulo de dimensões a, b e c é
dado por:
V = abc

Exercícios
339. (Cespe) Considere uma sala na forma de um paralelepípedo retân-
gulo, com altura igual a 3 m e julgue o seguinte item:
Se as medidas dos lados do retângulo da base são 3 m e 5 m, então,
o volume da sala é superior a 44 m³.
340. (Cespe) Considere uma sala na forma de um paralelepípedo retân-
gulo, com altura igual a 3 m e julgue o seguinte item:
Se as medidas dos lados do retângulo da base são 4 m e 5 m, então, a
área total do paralelepípedo é inferior a 93 m².
341. (Cespe) Considere uma sala na forma de um paralelepípedo retân-
gulo, com altura igual a 3 m e julgue o seguinte item:
Se as medidas dos lados do retângulo da base são 6 m e 8 m, então, a
medida da diagonal desse retângulo é inferior a 9 m.
342. (Cespe) Considere uma sala na forma de um paralelepípedo retân-
gulo, com altura igual a 3 m e julgue o seguinte item:
Se as medidas dos lados do retângulo da base são 3 m e 4 m, então, a
medida da diagonal do paralelepípedo é inferior a 6 m.

10. Cilindro
10.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o cilindro.

10.2 Síntese
Definição: objeto tridimensional composto pela sobreposição de infinitos
círculos de mesmo diâmetro. É também definido como o objeto que resulta
da rotação de um paralelogramo em torno de um dos seus lados ou, ainda, o
cilindro pode ser visto como um “prisma” de base circular.
Matemática
225

Áreas
Num cilindro, consideramos as seguintes áreas:
a) área lateral (AL): podemos observar a área lateral de um cilindro fazendo
a sua planificação:

 
Assim, a área lateral do cilindro reto cuja altura é h e cujos raios dos círcu-
los das bases são r é um retângulo de dimensões: Al = 2.. r. h
b) área da base (AB): área do círculo de raio r : Ab = .r2
c) área total (AT): soma da área lateral com as áreas das bases
AT = Al + 2AB = 2..r. h + 2 .r2 = = 2..r ( h + r)
Volume: V = Ab. h = r2h

Exercício
343. A figura mostra os retângulos A e B, que representam, respectiva-
mente, as planificações das superfícies laterais dos cilindros circula-
res retos A e B, ambos de mesma altura.

Em relação aos volumes dos dois cilindros, é correto afirmar que o


volume do cilindro
Matemática

a) B supera em 390/ cm³ o volume do cilindro A.


b) B supera em 156/ cm³ o volume do cilindro A.
c) A supera em 144/ cm³ o volume do cilindro B.
226
d) A supera em 250/ cm³ o volume do cilindro B.
e) A supera em 360/ cm³ o volume do cilindro B.

11. Pirâmides
11.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as pirâmides.

11.2 Síntese
Dados um polígono convexo R, contido em um plano α, e um ponto V
(vértice) fora de α, chamamos de pirâmide o conjunto de todos os segmentos
VP, P  R.

Classificação  

Áreas
Numa pirâmide, temos as seguintes áreas:
a) área lateral (AL): reunião das áreas das faces laterais
Matemática

b) área da base (AB): área do polígono convexo (base da pirâmide)


c) área total (AT): união da área lateral com a área da base
AT = AL +AB
227
Dica: Tetraedro
a23
Área total: St = 4. St = a23
4
Volume
O princípio de Cavalieri assegura que um cone e uma pirâmide equivalen-
tes possuem volumes iguais:
1
. ab. h
3
Ab = área da base
H = altura
Dica: Volume do Tetraedro
a32
V=
12

12. Cone
12.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos o cone.

12.2 Síntese
Cone
Cone circular
Dado um círculo C, contido num plano α, e um ponto V (vértice) fora de
α, chamamos de cone circular o conjunto de todos os segmentos VP, P  C.

 
Cone reto
Matemática

Todo cone cujo eixo de rotação é perpendicular à base é chamado cone


reto, também denominado cone de revolução. Ele pode ser gerado pela rotação
completa de um triângulo retângulo em torno de um de seus catetos.
228

 
A figura, e pelo Teorema de Pitágoras, temos a seguinte relação: g² = h² + R²
Áreas
Desenvolvendo a superfície lateral de um cone circular reto, obtemos um
setor circular de raio g e comprimento l = 2  R:

Assim, temos de considerar as seguintes áreas:


a) área lateral (AL): área do setor circular
gl g.2R
AL = = ⇒ AL = Rg
2 2
b) área da base (AB): área do circulo do raio R
AB = R2
c) área total (AT): soma da área lateral com a área da base
AT = AL + AB =  Rg +  R2 ⇒ AT = R(g + R)
1
Volume: VCone = . r².  . h
3
Volume do tronco de cone:

Exercício
344. Suponha que os potes de queijo tenham a forma de um tronco de
cone de 7 cm de altura, em que o raio da base maior meça 4 cm e o
da base menor, 3 cm. Nesse caso, tomando 3,14 como valor aproxi-
Matemática

mado para  é correto afirmar que essas embalagens têm capacidade


para, no máximo, 250 ml.
( ) Certo ( ) Errado
229
13. Esfera
13.1 Apresentação

Nesta unidade, estudaremos as esferas.

13.2 Síntese
Definição:
Chamamos de esfera de centro O e raio R o conjunto de pontos do espaço
cuja distância ao centro é menor ou igual ao raio R.
Dica: A esfera é um sólido de revolução, pois é obtida pela rotação de um
semicírculo.

Fórmulas:
Área total: 4  r²
4r3
Volume:
3

Exercício
345. O volume de uma esfera de raio r é 43 ��� � . Se um balão esférico é
inflado até que o seu raio seja quadruplicado, então, o seu volume
é aumentado pelo fator:
a) 1024.
b) 256.
c) 64.
Matemática

d) 164.
230
Gabarito

1. Resolução:
2n = tem de ser 512.
Fatorando 512 : 512/2 = 256/2 = 128/2 = 64/2 = 32/2 = 16/2 = 8/4 = 2/2 = 1.
Sendo assim: 2n = 29.
Como a expressão é uma igualdade, onde: 2 = 2, então n = 9.
Ao retirarmos os 3 elementos, conforme descrito no problema, sobram 9
elementos: 9 + 3 = antes eu teria 12 (2n = 212 = 4096 subconjuntos – pri-
meiro conjunto).
2. Resolução: (NNbb, nnBB ou NnBb) – 2 genes efetivos e 2 não efetivos.
Há no total 16 possibilidades, então: 6 / 16 = 37,5%.
Porém, o triângulo de pascal pode substituir a tabela acima, utilizada
na Genética, sendo assim, é possível resolver esse problema da seguinte
forma:
Procurando a linha 4 do triângulo de pascal: 1 4 6 4 1 = Gametas.
Procurando na coluna 4 do triângulo: 0 1 2 3 4 = Genes recessivos.
Matemática

Probabilidades:
– 1 negro em 16.
– 4 mulatos escuros em 16.
231
– 6 mulatos médios em 16 = 37,5%.
– 4 mulatos claros em 16.
– 1 branco em 16.
Outra curiosidade: usa-se o Triângulo de Pascal na matéria produto no-
tável (a + b)2, onde: (a + b)2 = (a + b).(a + b) = (a.a + a.b) + (b.a + b.b) =
(a2 + 2.a.b + b2).
Porém, pode-se fazer esse cálculo também utilizando o triângulo:
Outros exemplos:
(a + b)² = 1a² + 2ab + 1b² (n = 2).
(a + b)³ = 1a³ + 3a²b + 3ab² + 1b³ (n = 3).
(a + b)4 = 1a4 + 4a3b1 + 6a2 b2 + 4a1b3 + 1b4 (n = 4).
3. Resolução:
Olhando a linha 6 do triângulo:
N=6 1 6 15 20 15 6 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5 P=6


Assim:
1a6b0 + 6a5b1 + 15a4b2 + 20a3b3 + 15a2b4 + 6a1b5 + 1a0b6.
Com isso, o termo central é: 20a3b3.
4. Alternativa A.
Resolução: Por meio do Triângulo de Pascal, é possível resolver esse pro-
blema sem usar Análise Combinatória.
Existem 7 professores à disposição, sendo assim, procura-se no triângulo
N = 7:
N=7 1 7 21 35 35 21 7 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5 P=6 P=7


Para formar a comissão de três professores, é necessário 3 elementos do
total de 7. Então, olhando na coluna 3: 35 é o número de comissões dis-
tintas que podem ser formadas.
5. Resolução:
6 = Animação e 5 = Comédia.
Sendo a expressão:
6A/2 x 5C/2; onde 2 é número desejado de filmes. Olhando no Triângulo
de Pascal:
N=6eP=2
N=6 1 6 15 20 15 6 1
Matemática

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5 P=6


N=5eP=2
232
N=5 1 5 10 10 5 1

P =0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5


Sendo assim: 15 x 10 = 150. Conclui-se que a afirmação é verdadeira,
onde 140>150<160.
6. Resolução:
É necessário distribuir três tarefas para o primeiro e duas tarefas para o
segundo e o terceiro, então, podemos considerar a seguinte expressão:
3/1º e 2/2º e 2/3º
Das 7 tarefas, é necessário escolher 3, então: 7/3. No triângulo, N = 7 e
P = 3:
N=7 1 7 21 35 35 21 7 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5 P=6 P=7


Das 7 tarefas, como já foram escolhidas 3, sobram 4, então: 4/2. No triân-
gulo, N = 4 e P = 2.
N=4 1 4 6 4 1
P=0 P=1 P=2 P=3 P=4
Das 7 tarefas, como já foram escolhidas 5, sobram 2, então: 2/2. No triân-
gulo, N = 2 e P = 2.
N=2 1 2 1

P=0 P=1 P=2


Sendo assim: 35 x 6 x 1 = 210 maneiras de distribuir as tarefas.
Resposta: É incorreto afirmar que o chefe da repartição dispõe de menos
de 120 maneiras diferentes de atribuir as tarefas, pois 210>120.
7. Resolução: É necessário escolher três desembargadores entre cinco.
Olhando no triângulo: N = 5 e P = 3:
N=5 1 5 10 10 5 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5


Resposta: 10 comissões compostas de três desembargadores.
8. Alternativa D.
Resolução: 4H e 5M.
Como na cela o número máximo de detentos é 6 e, o número de homens
não pode exceder o número de mulheres, temos as seguintes possibilidades:
1H5M ou 2H4M ou 3H3M.
Escolhendo-se 1H no meio de 4H, no triângulo temos: 4
N=4 1 4 6 4 1
Matemática

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4


Escolhendo-se 5M no meio de 5M temos: 1
233
N=5 1 5 10 10 5 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5

Escolhendo-se 2H no meio de 4H, no triângulo temos: 6


N=4 1 4 6 4 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4

Escolhendo-se 4M no meio de 5M temos: 5


N=5 1 5 10 10 5 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5

Escolhendo-se 3H no meio de 4H, no triângulo temos: 4


N=4 1 4 6 4 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4

Escolhendo-se 3M no meio de 5M temos: 10


N=5 1 5 10 10 5 1

P=0 P=1 P=2 P=3 P=4 P=5

Sendo assim:
1H5M ou 2H4M ou 3H3M.
4.1 + 6.5 + 4.10 = 74 é o número de maneiras distintas.
9. Alternativa B.
Resolução: Começa com: 1 + 2 = 3 + 3 = 6 + 4 = 10 + 5 = 15 + 6 = 21 +
7 = 28 + 8 = 36.
Sendo assim, somando as resultantes: 1 + 3 + 6 + 10 + 15 + 21 + 28 + 36
= 120.
10. Alternativa B.
Resolução: Pela propriedade de Pascal em números triangulares: se o ob-
jetivo é somar até o número N, é possível utilizar a seguinte fórmula:
n(n + 1)
n=
2

100.(101)
Assim: n= = 5.050 pedras.
2
Números Figurados: cada número forma uma figura geométrica.
Matemática
234
11. Alternativa E.
Resolução:
Sequência Lógica

Números triangulares 1 3 6 10 +5 15
Números quadrados 1 4 9 16 5 2
25
Números pentagonais 1 5 12 22 +13 35
Números hexagonais 1 6 15 28 +17 45
Resposta: 15, 25, 35, 45
12. Apenas somando os dois antecessores resultando no sucessor.
13. Alternativa A. Para encontrar o diagrama onde o conjunto dos presentes
que são do sexo feminino está em cinza, é necessário verificar todo o con-
junto, menos o círculo demarcado como M. Nesse caso, temos todo esse
conjunto representado pelo sexo feminino.
14. Alternativa A.
15. O conjunto B está em união com C. O restante que sobrou é exatamente
a parte rasurada em A, então: A – (B U C).
16. Tem apenas uma das características (A, B, C) – letra “C”.
17. 80% (jornal A) + 60% (jornal B) = 140%. Porém, o máximo possível é
100%. Nesse caso, a parte que excede (interseção) é 40%. Então, 40% dos
estudantes leem ambos os jornais (A e B).
18. Alternativa B.
Resolução:
100%

57% (A) – 23% = 34% 23% 38% = 61% (B) – 23%

5% = 34% + 23% + 38% = 95% – 100% (total)

19. Resolução
a) 450 -110 = 340 estudam apenas finanças.
b) 320 -110 = 210 estudam apenas lógica.
c) 340 + 210 + 110 = 660 estudam finanças ou lógica.
d) 870 (total) – 660 = 210 não estudam nem finanças nem lógica (fora
do diagrama).
Finanças Lógica

450 110 320


Matemática
235
20. Alternativa D. Somando: 100 + 50 + 40 + 20 + 120 + 30 + 150 + 100 =
610 pessoas entrevistadas.
Resolução:
Resolução:

A B
100 40 120
20
50 30

150 100
C

21. Resolução 1: Somando: 82% + 78% + 75% = 235%, ou seja, passam 135%
de um todo (100%) que é o equivalente às interseções (flor do centro).
Assim, 135% – 100% = 35% (Alternativa C).
Resolução 2 (por exclusão): 82% (chocolate) – 100% = 18% (não gostam
de chocolate); 78% (pizza) – 100 = 22% (não gostam de pizza); 75% (ba-
tata frita) – 100 = 25% (não gostam de batata).
Somando (que não gostam de algo) = 18% + 22% + 25% = 65% (Máximo
possível que não gostam de alguma coisa). Então, 100% – 65% = 35%
(Mínimo necessário para satisfazer a questão do problema).
22. Alternativa B.
Resolução: Total 1.000 alunos:
– 800 = mulheres / 1.000 – 800 = 200 não são mulheres.
– 850 = prestarão prova em Campinas / 1.000 – 850 = 150 não farão prova
em Campinas.
– 750 = usarão caneta azul / 1.000 – 750 = 250 não usarão caneta azul.
– 700 = levarão garrafinha de água / 1.000 – 700 = 300 não levarão garra-
finha de água.
Somando: 200 + 150 + 250 + 300 = 900 – 1.000 (total) = 100 – é o
mínimo necessário para, ao mesmo tempo, possuir todas as características
citadas.
Utilizando o princípio da Inclusão:
– 800 + 850 = 1.650 – 1.000 (total) = 650 alunos que são mulheres e farão
a prova em Campinas.
– 750 + 700 = 1.450 – 1.000 (total) = 450 alunos que usarão caneta azul
Matemática

e levarão garrafinha de água.


Assim: 650 + 450 = 900 – 1.000 (total) = 100 alunos que são mulheres,
farão prova em Campinas, levarão caneta azul e garrafinha de água.
236
23. Alternativa E.
Resolução:
– 7 dias com sol pela manhã e 12 dias com sol à tarde = 19 dias, sendo 11
dias com chuva (há interseção).
– Sol pela manhã = 7-x; onde x = variável.
– Sol à tarde = 12-x
Assim:
= (7 – x) + (12 – x);
x = 4, portanto:
= (7– 4) + (12 – 4) = 3 + 8 = 11 dias + 4 dias (sol o dia todo) = 15 dias.
Outra dica para este estilo de problema: Soma tudo e divide por 2 = 7 +
12 + 11 = 30/2 = 15 dias.
24. Resolução

90 (A) 84 (B)
X + Y + 8 + 28 = 90 (A)
X + Y = 90 – 28 – 8 = 54
X
28 26
X + Z + 8 + 26 = 84 (B)
Y
X + Z = 84 – 26 – 8 = 50

24 Y + Z + 8 + 24 = 86 (C)
86 (C) Y + Z = 86 – 24 – 8 = 54

Nesse caso: X + Y = 54 e Y + Z = 54, significa que X = Z, então:


X + Z = 50 / 2X + Z = 50 / X= 25 e Z=25
Assim: Y + Z = 54 / Y + 25 = 54 / Y = 29
Resolvendo as questões:
a) 28 + 26 + 24 = 78 pessoas.
b) X + Y + Z + 8 = 25 + 29 + 25 + 8 = 87 pessoas.
c) Somando tudo: 28 + 26 + 24 + 25 + 29 + 25 + 8 = 165 pessoas.
Porém, pode-se resolver as questões utilizando a ideia de sistemas, onde:
Somando:
X + Y = 54 (A).
X + Z = 50 (B).
Y + Z = 54 (C).
Matemática

2X + 2Y + 2Z = 158.
Simplificando por 2 = 79; Assim: Z = 25 / Y = 29 / X = 25 (mesmos valores
encontrados quando utilizado o sistema de conjuntos).
237
25. Alternativa D.
Resolução:
4A + 3C + 2W = 1.040
2A + 3C + 4W = 1.000
Somando tudo (3 variáveis).
6A + 6C + 6W = 2.040
Simplificando por 6: A + C + W = 340.
26. Uma maneira um pouco mais formal de dizer o mesmo é: se o número
de elementos de um conjunto finito A é maior do que o número de ele-
mentos de outro conjunto B, então, uma função de A em B não pode ser
injetiva.
27. Marcando a 1ª opção, temos 5 opções. Marcando a 2ª opção também
teremos cinco opções e assim por diante. Sendo 10 questões: 510 questões
diferentes = 9.765.625 questões diferentes + 1 = 9.765.626 candidatos
para garantir que os dois responderão a mesma coisa.
28. Alternativa E.
Resolução:
13 pares de meias brancas = 26 pés.
11 pares de meias cinzas = 22 pés.
17 pares de meias azuis = 34 pés.
7 pares de meias pretas = 14 pés.
Retirando a primeira, se pega a meia branca. A segunda é cinza, a terceira é
azul e a quarta é preta. A quinta irá repetir uma das cores que já pegou, en-
tão, a resolução é: número total de meias (4) + (1) para se repetir, ou seja: 5.
29. Alternativa C. Há 3 cores diferentes, então se forem retiradas 4 bolas, uma
das cores vai se repetir.
30. Alternativa E.
Resolução: O maior número de esferas a serem retiradas da mesma cor é
7. Assim, deve-se retirar 8 esferas.
Para garantir que terei 2 bolas amarelas: Na pior das hipóteses, inicialmen-
te serão retiradas todas as azuis (5) e depois todas as brancas (6). Somando
5 + 6 = 11. Após isso, só sobrarão bolas amarelas. Assim, será necessário
retirar pelo menos + 2 bolas para garantir que serão amarelas, então: 11
+ 2 = 13.
31. 1) Falso, pois na reta real o que é maior positivamente é menor negativa-
mente. Exemplo: – 3 < – 2 = 9 < 4 (afirmação errada);
Matemática

2) Falso. Em matemática não é possível cortar o “elevado a 2”. Nesse caso,


o correto é utilizar a seguinte expressão: x2 | = x |; onde | x | = módulo
(sempre será positivo);
238
3) Falso. Nem todo número natural é divisível por ele mesmo. Exemplo:
Número 0 (zero) não é divisível por ele mesmo. O correto, nesse caso,
seria dizer que: todo número natural, diferente de 0 (zero), é divisível por
ele mesmo;
4) Falso. Exemplo: Múltiplo de zero é ele mesmo. O correto é: o conjunto
dos múltiplos de um número natural, diferente de 0 (zero), é infinito;
5) Falso. Não existe raiz quadrada de número negativo em números reais
e no campo “imaginário” a resposta seria – 9;
6) Falso. O correto é: 25 = 5;
7) Falso. Nesse caso, não é possível saber que horas são exatamente, então
consideremos X como sendo as horas que já se passaram e 24-X as horas
que ainda faltam. Então, a expressão correta é:
X = 3/5.(24-X)
5X = 72 – 3X
8X = 72
X = 9 horas.
8) Verdadeiro. O pai andou durante 15min (5min antes + 10min para
alcançar), então está na metade do caminho. Se o filho andou 10min e
gasta 20min para chegar, ele também está na metade do caminho, alcan-
çando, assim, o pai;
9) Falso. Pois o menor número primo é dois e o mesmo é considerado
como sendo aquele que tem apenas dois divisores;
10) Verdadeiro.
Exemplo prático: (suponha que Carla (C) receba R$ 100,00, então,
Amanda (A) receberá R$ 150,00 (50% a mais que Carla). Assim, Beatriz
(B) receberá R$ 125,00 (25% a mais que Carla). Na razão:
A 150
= = 1,2 = 120% = 20%
B 125
32. Alternativa B. Exemplo: 6 divide 12 (menor para o maior), ou seja, 12 é
divisível por 6. Porém, 3 x 4 = 12 e 6 não é divisível por 3 nem 4. Então 6
divide o produto de 3 x 4 = 12.
33. Alternativa C.
Resolução: Quais os números onde a soma é igual a 13:
4 e 9 = 49 Invertendo: 94
5 e 8 = 58 Invertendo: 85
6 e 7 = 67 Invertendo: 76
Matemática

Mas, considerando a possibilidade de serem mais algarismos, o melhor


caminho é usar o QVL (Quadro Valor de Lugar), ou seja, decompor um
número:
239
1º passo) x + y = 13
10x + 1y + 9 = 10y + x
2º passo) x + y = 13
9x – 9y = – 9
3º passo) x + y = 13
x–y=–1
4º passo) x = 6 e y = 7
34. Alternativa B.
Resolução: 1 até 9 = 9 algarismos.
10 até 99 = 2 (algarismos) x 90 (dezenas) = 180 algarismos.
100 até 150 = 3 (algarismos) x 51 (50 dezenas + o número 100) = 153
algarismos.
Então: 9 + 180 + 153 = 342 algarismos.
35. Alternativa D.
Resolução:
1 até 9 = 9 algarismos.
10 até 99 = 2 (algarismos) x 90 (dezenas) = 180 algarismos.
Então: 1 até 99 = 9 + 180 = 189 algarismos.
No problema haviam sido usados 321 algarismos, então: 321 – 189 = 132
algarismos.
Nesse caso, utilizaremos 3 centenas, então: 132 / 3 = 44
Como já havia sido utilizado 99 páginas: 99 + 44 = 143 páginas no total.
36. Utiliza-se o princípio básico do QVL (Quadro Valor de Lugar).
Relembrando: 1.234 = 1.000 + 200 + 30 + 4 (123 dezenas + 4 unidades
ou 12 centenas + 34 unidades ou 1 milhar + 234 unidades).
Quando representamos no QVL, cada vez que contamos 10 unidades ,
amarramos e ela vai para a casa das dezenas; a cada 10 dezenas amarra-
mos e ela vai para a casa das centenas e assim por diante.
Assim, cada vez que amarramos 10 unidades cada algarismo aparece uma
única vez por serem unidades;
Cada vez que amarramos 10 dezenas, o algarismo em questão aparece 10
vezes por serem dezenas; cada vez que amarramos 10 centenas o algaris-
mo parece 100 vezes por serem centenas, e assim por diante...
Por exemplo, quantas vezes escrevemos o algarismo 5 quando escrevemos
de 1 até 1.234?
Matemática

1.234 = são 123 dezenas mais 4 unidades;


1.234 = 12 centenas mais 34 unidades;
1.234 = 1 milhar mais 234 unidades.
240
Milhar Centenas Dezenas Unidades

0.1000 + 0 1. 100 + 0 12 . 10 + 0 123 . 1 + 0

0 100 120 123


Total: 100 + 120 + 123 = 343 vezes.
37. 789.
Resolução:
Centena Dezena Unidade

0 x 100 + 100 (centena) 7 x 10 + 10 (dezena) 78 x 1 + 1 (unidade)


= 100 = 80 = 79
Assim: 100 + 80 + 79 = 259 vezes escrevemos o algarismo 2 (de 1 até 789).
38. 1.111.
Resolução:
Milhares Centena Dezena Unidade

112 1 x 100 + 12 = 112 11 x 10 + 2 = 112 111 + 1 = 112


Assim = 112 + 112 + 112 + 112 = 448 vezes escrevemos o algarismo 1 (de
1 até 1.111).
39. Alternativa C.
Resolução:
3
���� � ��. � ��� . � � �� . 3 � �� 
5

Invertendo toda a equação:


21 / 3 = 7 + 1 = 8 / 2 = 4 – 1 = 3 / 3/5 = 3 x 5/3 = 5 + 2 = 7
40. Alternativa B.
Resolução:
Sáb. Dom. Seg. Ter. Qua. Qui. Sex.

1º 3º 5º 7º 2º 4º 6º
De 7 em 7 nadadas repetem-se os dias da semana, assim, no total = 100
nadadas.
Então, 100 / 7 = 14 dias, porém, sobram 2 nadadas. Portanto, a 100ª nada-
da é no mesmo dia da 2ª nadada = Quarta-feira.
41. Resolução:
Abril = 30 dias.
Matemática

Maio = 31 dias.
Junho = 30 dias.
Julho = 31 dias.
241
Agosto = 31 dias.
Setembro = 30 dias.
Outubro = 15 dias.
TOTAL = 198 dias.
Como 1 semana = 7 dias, o ciclo se repete, então: 198 / 7 = 28 semanas
+ 2 dias
Assim, a resposta é: Sexta-feira.
42. Alternativa C.
Resolução:
M = a b c decompondo: M = 100a + 10b + c
N = c b a decompondo: N = 100c + 10b + a
Assim: M – N = 99a – 99c = 99 . (a-c)
Então: 99 é múltiplo de 11
43. Alternativa D.
Resolução considerando um exemplo qualquer (número 42):
Exemplo de um k vezes a soma de seus dois dígitos:
42 = 7 x 6, onde os dígitos de 42 são 4 e 2, então 4 + 2 = 6
Um número inteiro é 7 vezes a soma de seus dois números inteiros = 7 x
6 = 42. Trocando essa posição = 24
Assim: X vezes 4 + 2, qual o valor de X?
Nesse caso, o X será 4. A relação entre 4 e 7 será = 7
Considerando as alternativas: letra d = 11 – K = 11 – 7 = 4.
Resolução considerando a ideia do quadro posicional (invertendo a ordem):
Considera-se um numero qualquer:
ab = K (a + b)
10ab = K (a + b) (equação 1)
Invertendo:
ba = M (a + b)
10b + a = M (a + b) (equação 1)
Relacionando as equações 1 e 2:
11a + 11b = (a + b) . (K + M)
11.(a + b) = (a + b) . (K + M)
11 = K + M
M = K – 11
44. Alternativa A.
Resolução: Um número é divisível por 15 quando ele divide por 3 e por
5 ao mesmo tempo.
Matemática

3.104 = 3a765, somando: 3 + a + 7 + 6 + 5 = 21 + a


Considerando a como sendo os números divisíveis por 3: 0,3,6,9
Como a questão pede o menor algarismo de 0, a alternativa correta é a A.
242
45. Ok, é possível completar o quadro sem repetir os números.

46. Completando toda a tabela:


A B C D E F G H I
1 3 4 9 8 6 2 5 7 1
2 5 8 2 1 3 7 4 9 6
3 6 7 1 4 5 9 8 2 3
4 2 3 7 5 9 6 1 4 8
5 9 6 4 7 8 1 2 3 5
6 8 1 5 3 2 4 7 6 9
7 1 2 3 9 4 8 6 5 7
8 7 9 6 2 1 5 3 8 4
9 4 5 8 6 7 3 9 1 2
a) Errado. O correto é algarismo 1; b) Certo.
47. Alternativa D.
Como as duas expressões envolvem módulo, os valores têm de sair núme-
ros positivos, então é possível inverter a posição dos números: | 2 – 5 | + |
3 – 5 | = 5 – 2 + 3 – 5 = 2,236 – 2 + 3 – 2,236 = 1
48. Alternativa D.
Resolução:
a3 = a2 – a1 = 3 – 2 = 1
a4 = a3 – a2 = 1 – 3 = -2
a5 = a4 – a3 = –2 – 1 = -3
a6 = a5 – a4 = –3 – (–2) = –1
a7 = a6 – a5 = –1 – (-3) = 2
a8 = a7 – a6 = 2 – (–1) = 3
Matemática

Escrevendo a sequência: 2,3,1, –2, –3, –1,2,3....(repete-se de 6 em 6):


Como o número solicitado é 70 = 70 / 6 = 11 e sobram 4 (significa o 4º
termo da sequência = –2).
243
49. Alternativa A.
Resolução: Utiliza-se a regra da divisão:
Dividendo divisor

resto quociente

X Y

Y-1 5
Dividindo-se X pelo dobro de Y:
X 2Y

45 2
Sistemas:
X = 5Y + Y – 1
X = 6Y – 1 (1ª equação)
X = 4Y + 45 (2ª equação)
Igualando as duas equações:
6Y – 1 = 4Y + 45
2Y = 46
Y = 23
Substituindo Y na 1ª equação:
X = 6Y – 1
X = 6.23 – 1
X = 137
Assim: X + Y = 137 + 23 = 160
50. Alternativa D.
Resolução:
A = {1, 2, 3, 4, 5}
A×A=
{1,1},{1,2},{1,3},{1,4},{1,5}
{2,1},{2,2},{2,3},{2,4},{2,5}
{3,1},{3,2},{3,3},{3,4},{3,5}
{4,1},{4,2},{4,3},{4,4},{4,5}
{5,1},{5,2},{5,3},{5,4},{5,5}
Nesse caso, é necessário fazer apenas para aqueles onde a diferença for
múltiplo de 2.
Assim, a quantidade de elementos do conjunto B é igual a A = 13.
51. Alternativa C.
Matemática

Resolução utilizando a regra do 7:


a1347730|7
14
244
a134771|6
12
a13475|9
18
a1345|7
14
a133|1
2
a13|1
2
a1|1
2
a–1 –2 = tem de ser um número divisível por 7 (a = 5).
52. Alternativa C.
Resolução: aplica-se a regra da divisibilidade:
– múltiplo de 7: 1.000/7 = 142 (inteiros).
– múltiplo de 11: 1.000/11 = 90 (inteiros).
– múltiplo de 77 (7 e 11 ao mesmo tempo): 1.000/77 = 12 (inteiros).
Múltiplos de 7 = 142 Múltiplos de 11 = 90

130 12 78

Assim: 130 + 12 + 78 = 220


Divisibilidade por 13: Um número é divisível por 13 quando a soma das
suas dezenas com o quádruplo do valor do seu algarismo das unidades é
divisível por 13. Exemplo: 338.
Exemplo:
33|8
+32
6|5
+20
26 = é divisível por 13, então, 338 também é divisível por 13.
53. Alternativa E.
Resolução: Considerando os números:
35 = x y = 10x + y
Matemática

53 = y x = 10y + x
33 = x x = 10x + x
55 = y y (não considera, pois é a mesma ideia do x x).
245
Somando: 22x + 11y
Isolando o 11 = 11(22x + y) = Assim, é possível saber que é um número
múltiplo de 11.
54. Alternativa A.
Resolução: 235ab
1) b = 5 (pois é o último algarismo das unidades, é ímpar e divisível por 5);
2) 235a5 = 2 + 3 + 5 + a + 5 = 15 + a (15 + qual valor será divisível por
9? Nesse caso, o número é 3, então: a = 3). Assim, a diferença de b (5) – a
(3) = 2.
55. Alternativa C.
Resolução:
31 = 3
32 = 9
33 = 27
34 = 81
35 = 243
36 = 729
Nesse caso, nota-se uma sequência lógica de repetições, com intervalos
de 4x (3,9,7,1). Assim, esse ciclo se repetirá por 1.475x. Dividindo 1.475
por 4 = 368 sobrando + 33. Ou seja, a sequência irá terminar conforme a
3ª repetição = 7.
56. Alternativa B (duas alternativas Verdadeiras I e II).
Resolução:
I – Par + par = par / ímpar + ímpar = par / par + ímpar = ímpar (OK, N2
+ N + 1 é um número ímpar) (V).
II – Ou soma 1 ou soma 2, sempre terá um número múltiplo de 3. (V).
III – Não, somente se ele for número primo (F).
IV – 3N + 3 = 9, então não é múltiplo de 6, (F).
57. Alternativa B.
Resolução:
H: 20 – 2E (eliminados).
M: 14 – 1E (eliminada).
Igualando H e M:
14 – 1E = 20 – 2E
2E – 1E = 20 – 14
E=6
Matemática

58. Alternativa D.
Resolução:
Números divisíveis por 45: divisíveis por 5 e 9 ao mesmo tempo.
246
Divisível por 5: há duas possibilidades:
a) _875 = (8 + 7 + 5 = 20 +??(núm. divisível por 9 = 7) = 7.875.
b) _870 = (8.+.7.+.0 = 15 +??(núm. divisível por 9 = 3) = 3.870.
Porém, como no enunciado do exercício fiz que este valor é maior que
R$ 50,00, a única alternativa é a possibilidade (a) = 7.875 / 45 blocos =
R$ 1,75.
59. Alternativa 5.
Resolução:
1) X + Y = √2 + √2 = 0 (item errado, pois 0 não é irracional).
2) X – Y = √2 - √2 = 0 (item errado, pois 0 não é irracional).
3) X.Y = √3 . √3 = √9 = 3 (item errado, pois 3 não é irracional).
4) X÷Y = √3 ÷ √3 = 1 (item errado, pois 3 não é irracional).
5) XY = potência sempre será um número irracional (alternativa correta).
60. Resolução: Sabemos que: 4M = 3N (1) e MN + NM = 154 (2), decom-
pondo:
= 10M + N + 10N + M = 154
= 11M + 11N = 154 (dividindo todo o sistema por 11).
= M + N = 14 (isolando M).
= M = 14 – N
Substituindo na equação (1):
= 4.(14 – N) = 3N.
= 56 – 4N = 3N.
56 = 7N.
N = 8, então: M = 14 – N = M = 6.
Assim, N – M = 8 – 6 = 2.
61. Alternativa D.
Resolução: Fatorando: [Link].[Link].[Link].[Link]
Bases: 2 (9 possibilidades) / 3 (5 possibilidades) / 5 (3 possibilidades) / 7 (2
possibilidades) = 9 x 5 x 3 x 2 possibilidades = 270.
62. Alternativa C.
Resolução: Fatorando 2a.3.6.20 = 2a.[Link].5
Juntando os fatores em comum: = 23+a.32.51
Somando +1 aos expoentes: = (3+a+1).(2+1).(1+1) = a + 4.6
Como o enunciado fala que o número 2a.3.6.20 tem 48 divisores, então:
= (a+4).6 = 48
= 6a + 24 = 48
Matemática

6a = 48 – 24
6a = 24
a=4
247
63. Resolução
20 em 20 = múltiplo de 20.
30 em 30 = múltiplo de 30.
50 em 50 = múltiplo de 50.
MMC de 20, 30 e 50 = 300. De 300 em 300 minutos eles vão sair ao
mesmo tempo da rodoviária. Ou seja, 300min = 5 horas, então, se
todos saíram juntos às 07h00, só voltarão a sair juntos novamente às
12h00.
64. Resolução: Se a ideia é dividi-los em partes iguais: Divisor Comum =
MDC (achar o máximo divisor comum de 36,48 e 72). Dividindo todos
ao mesmo tempo por 6: 36/6 = 6 / 48/6 = 8 / 72/6 = 12. Dividindo todos ao
mesmo tempo por 2: 6/2 = 3 / 8/2 = 4 / 12/2 = 6. Assim, o MDC comum
é 6 x 2 = 12.
Isso significa que, dividindo um fio de 36 m em pedaços de 12 m, totali-
zará em 3 pedaços.
Dessa forma: 36/12 = 3 / 48/12 = 4 pedaços / 72/12 = 06 pedaços.
Então: 3 + 4 + 6 = 13 pedaços com 12 metros cada.
65. Resolução: MMC de 2,3,4,5,6 e 7 = 420. Porém, como sobraram algumas
pontas (sempre 1 a menos do que foi colocado). Assim, 420 – 1 = 419
metros é o comprimento da cerca.
66. Resolução
Dividendo = divisor x cociente + restos (Lei de Euclides).
247 / 2 = resto 7
315 / x = resto 3
Se não tivesse o resto, a divisão seria exata, então:
247 – 7 = 240 /x = resto 0
315 – 3 = 312 / x = resto 0
X =MDC de 240 e 312 = 24
167 / y = resto 5
213 / y = resto 3
Tirando o resto:
167 – 5 = 162 / y = resto 0
213 – 3 = 210 / y = resto 0
Y = MDC de 162 e 210 = 6
Assim, x + y = 24 + 6 = 30
Matemática
248
67. Alternativa B.
Resolução: Divisão/distribuição comum = MDC (144,192, 216).
144 192 216 2

72 96 108 2

36 48 54 2

18 24 27 3

6 8 9 24 famílias
Assim a divisão será entre 24 famílias que receberão: 6 cadernos, 8 lápis
e 9 borrachas.
68. Resolução: Divisor comum = MDC (1.122, 680).
1.122 680 2

561 340 17

33 20

34 hectares

Assim:
– 1ª fazenda: 33 herdeiros recebendo 34 hectares cada.
– 2ª fazenda: 20 herdeiros recebendo 34 hectares cada.
– Total: 53 herdeiros.
69. Resolução: MMC = 35 e 45
35 45 5

7 9 7

1 1 9

315 minutos

Assim: 315 = 5h15min. Se saíram juntos às 12h00, os motoristas irão se


encontrar novamente às 17h15min.
70. Resolução: de 7 em 7 dias e de 15 em 15 dias: MMC de 7 e 15: 105
Então, como 7 de Março de 2004 (domingo): de 7 de Março até 6 de Abril
Matemática

= 30 dias + 30 dias = 6 de Maio + 30 dias = 5 de Junho (até o momento se


passaram 90 dias). Então, 90 dias para 105 dias faltam 15 dias. Com isso,
eles se encontrarão novamente em 20 de Junho de 2004.
249
71. 3 3
Alternativa D. Exemplo: = (Número Irracional).
4 2
72. Alternativa A.
Resolução:
– primeiros 15 minutos digitou 4 páginas (metade de 7 = 3,5 + 0,5 página
= 4 páginas). 7 – 4 = 3 páginas.
– + 15 minutos digitou 2 páginas (metade de 3 = 1,5 + 0,5 página = 2
páginas). 3 – 2 = 1 página.
– +15 minutos digitou 1 página (metade de 1 = 0,5 + 0,5 página = 1
página).
Assim, 4 + 2 + 1 = 7 páginas.
73. Alternativa C.
Resolução:
XY
8Z
X
Na representação decimal: = 7,363636...
Y
A parte inteira é o quociente, então z = 7
resto 8
A parte decimal é o resto / divisor = = = 0,363636
divisor Y

8 36
Resolvendo: = Multiplicando em X, temos Y = 22.
Y 99
Assim:
X = 7.22 + 8 = 162
Resposta: X + Y + Z = 162 + 22 + 7 = 191.
74. a) 101/2; b) 1/1000.
75. 330 . 1130
Fatorando: = 1115
(32)15.1115
76. Alternativa D.
832 89
Resolução: = = 86
83 83
77. Alternativa D.

n
20 n
20 n
1 1
4 n  2  2 2 n  2  =  4 m.4 2  4 m.2 2 = 4 m =  2 . 
 
Matemática

78. A resposta é:
8
x-1
250
79. Alternativa D.
Resolução: Para cada 15 km possui 5 cm = Cada 1 cm = 3 km. Se a área
desmatada é 9 cm2 (elevado ao quadro = 2 dimensões). Então: 9 x 3 (1ª
dimensão) x 3 (2ª dimensão) = 81 km2.
80. 0,6 x 1.000 x 1.000 x 1.000 = 600.000.000 cm3. Transformando = 600.000
litros.
81. Alternativa C.
Resolução: 1.160 g = até a tampa / 6,5 hg = até a metade = 650 g.
Portanto, a diferença resulta na metade do barril: 1.160 g – 650 g = 510
g x 2 = 1.020 g.
Como o barril pesa 1.160, a diferença: 1.160 – 1.020 = 140 g = 0,14 kg.
82. Alternativa C.
Resolução: A área ocupada pelo taco deve ser a mesma ocupada pelas
tábuas (3 m (300 cm) x 15 cm). Área da sala / tamanho taco = número de
tacos. Como cada taco mede 20 cm x 7,5 cm, então:
49 x 300 x 15
x= = 1.470 tacos
20 x 7,5
83. Alternativa A.
Resolução: 2.400 / 6 = 400 cm3 / por hora.
Cada cm3 = 18 gotas. Assim, 400 cm3 / por hora x 18 horas = 7.200 gotas
por hora. Transformando em minutos = 7.200 / 60 min. = 120 gotas/min.
84. Alternativa B.
Resolução: Dez janelas x R$ 4,00 (por janela) = R$ 40,00 (instalação).
Cada vidro = 0,45 m (4,5 dm) x 0,40 m (4,0 dm) = 0,18 m (18 dm) x 10
janelas x R$ 0,25 = R$ 180,00.
Assim: R$ 180,00 (vidro) + R$ 40,00 (instalação) = R$ 220,00.
85. Alternativa B.
Resolução: 4 m de fazenda x R$ 12,00 m = R$ 48,00 por metro.
2 cm = 0,02 m (metragem que o lojista está perdendo) x 48 m = R$ 0,96.
86. Alternativa A.
Resolução: distância entre cidades: 100 km.
Velocidade média na ida: 30 km/h.
Velocidade média na volta: 60 km/h.
d (distância) = v (velocidade) x t (tempo).
Matemática

Então: v = 40km/h
251
87. Alternativa B.
Resolução: Se a resolução fosse com média aritmética, a resposta seria
simples: 11 + 2 / 2 = 10 km/l. Porém, nesse caso, o correto é utilizar a
média harmônica, então:
= = 9,9km/l

88. Alternativa D.
Resolução: Questão de Velocidade Relativa (um em relação ao outro) = 2
m/s + 3 m/s = 5 m/s. Então, a distância de 100 m será percorrida em 5 m/s.
Assim, 100 / 5 = 20s (Maurício e Julinho vão se encontrar). Então, o ca-
chorro vai correr durante 20s, com velocidade de 8 m/s = 160 metros.
89. Alternativa B.
Resolução: distância entre eles = 80 metros. Diferença entre eles: 2 me-
tros. Então: 80 / 2 = 40 é a razão que a raposa vai precisar para alcançar
o coelho.
Como a raposa percorre 21s = 21 x 40 = 840 m/s.
Como o coelho percorre 19s = 19 x 40 = 760 m/s.
Tirando a prova: 840 – 760 = 80 m (distância entre eles).
90. Resolução:
[Link] = [Link]
onde: Vo = velocidade ônibus / To = tempo do ônibus / Vt = velocidade
do táxi / Tt = tempo do táxi. Assim:
80.(x+5) = 100.x
80x + 400 = 100x
x = 20 min. (para alcançar o ônibus). Assim, a distância que percorreu é: d
= 100 x 1/3 da hora que equivale a 20 min. = Aprox. 34 km.
91. Alternativa D.
Resolução: 0,6 x 1.000 = 600 cm3 = 600 ml (pois 1 cm3 = 1 ml).
Volume = 3 dimensões (largura x altura x espessura).
A escala é uma medida linear, mede em uma dimensão. Em resumo:
comprimento tem uma dimensão, então se usa a escala 1x.
área tem duas dimensões, então se usa a escala 2x.
volume tem três dimensões, então se usa a escala 3x.
Assim: 0,6 x 1.000 x 1.000 x 1.000 = 600.000.000 cm3. Como 1 cm3 =
1 ml, então = 600.000.000 ml. Como 1 litro = 1.000 ml a resposta será
600.00 litros.
92. Alternativa D.
Resolução:
Matemática

4,8 kg = 4.800 g (porém, massa ocupa volume, tem altura, largura e espes-
sura = 3 dimensões).
Assim: 480 /4 = 1.200/4 = 300/4 = 75 gramas.
252
93. Alternativa C.
2,5 cm x 10.000.000 = 25.000.000 cm = 250 km.
94. Alternativa A.
Resolução:
1/3= TAM
1/3 = GOL
FROTA
2/3 = Rest
1/3 = TRIP
2/3 = Rest

2/3 = AZUL
80 aviões

2 2 2
de de da frota = 80
3 3 3
2.2.2
x = 80 ∴ x = 270
3 3 3

Para o mesmo exercício, com esse tipo de resolução, é possível responder


a outras perguntas e definir exatamente quantas aeronaves há em cada
companhia:
A frota tem 270 aeronaves, sendo 1/3 da TAM = 90 aeronaves;
270 – 90 = 180 aeronaves, onde 1/3 é da GOL = 60 aeronaves;
180 – 60 = 120 aeronaves, onde 1/3 é da TRIP = 40 aeronaves.
80 aeronaves pertencem à AZUL.
95. Resolução:
½ ½ +½
1 kg 1 kg 1 kg
Total = 3 kg.
Resolvendo em forma de variável:
1 + x/2 = x
2 + x = 2x
X = 2 kg (peso de cada tijolo). Ou seja, 1 tijolo e meio vai pesar 3 kg.
96. Resolução por sistemas de cotas:
X = 4 / Y = 6 (total de cotas: 4 + 6 = 10).
Assim, 10 cotas = 90, então, 1 cota = 9.
Sendo X = 4, as cotas para X serão: 4 x 9 = 36.
Sendo Y = 6, as cotas para Y serão: 6 x 9 = 54.
Questão de Prova: Dividir 360 em partes proporcionais em 3,4 e 5.
Resolução por sistemas de cotas:
Matemática

X = 3 / Y = 4 / Z = 5 (total de cotas = 3 + 4 + 5 = 12).


Assim: 360 / 12 = 30 cotas (valor de cada cota).
Sendo X = 3, as cotas para X serão: 3 x 30 = 90.
253
Sendo Y = 4, as cotas para Y serão: 4 x 30 = 120.
Sendo Z = 5, as cotas para X serão: 5 x 30 = 150.
Conclusão: Dividir 360 em partes proporcionais a 3,4, e 5 é o mesmo que
dividir por 90, 120 e 150.
97. Resolução por sistema de cotas:
A = 2.000 (simplificando: A = 2 cotas).
B = 3.000 (simplificando: B = 3 cotas).
C = 4.000 (simplificando: C = 4 cotas).
Total = 9 cotas = R$ 10.800,00, então, 1 cota = R$ 1.200,00.
Assim:
A = 2 x 1.200 = R$ 2.400,00.
B = 3 x 1.200 = R$ 3.600,00.
C = 4 x 1.200 = R$ 4.800,00.
98. Resolução:
Informações importantes: diretamente proporcional ao capital e à taxa.
A = 200 (simplificando: A = 2) x 4% = 8 cotas.
B = 300 (simplificando: B = 3) x 3% = 9 cotas.
C = 500 (simplificando: C = 5) x 2% = 10 cotas.
Total = 27 cotas equivale a uma taxa de juros que resulta em R$ 270,00.
Ou seja, cada cota custa R$ 10,00, assim:
A = 8 x 10 = R$ 80,00.
B = 9 x 10 = R$ 90,00.
C = 10 x 10 = R$ 100,00.
99. Resolução: deve-se trabalhar ao mesmo tempo considerando A e B (desco-
brir as cotas referentes a cada investidor e fazer a equivalência entre elas).
A = 4.000 x 5 (meses) + (4.000 + 1.000 = 5.000) x 7 (meses que faltam
para 1 ano).
B = 5.000 x 7 (meses) + 6.000 x 5 (meses que faltam para 1 ano).
Simplificando:
A = 4 x 5 + 5 x 7 = 55 cotas (simplificando: 55 / 5 = 11).
B = 5 x 7 + 6 x 5 = 65 cotas (simplificando: 65 / 5 = 13).
Se 24 cotas = R$ 2.400,00 (lucro), cada cota = R$ 100,00.
Como o sócio A = 11 cotas x 100 = R$ 1.110,00.
100. Resolução:
H = 4 cotas.
M = 3 cotas.
Total = 7 cotas = 84 empregados, com isso: Cada cota = 12.
Assim:
Matemática

H = 4 x 12 = 48 empregados.
M = 3 x 12 = 36 empregados.( ) O número de mulheres no quadro de
pessoal dessa empresa é superior a 38.
254
Resposta: Errado, pois o número de mulheres é 36.
( ) Ao se somar 2/3 do número de mulheres a 75% do número de homens
dessa empresa, obtém-se um número racional não inteiro.
Resposta: Errado, pois:
2/3 de 36 = 24 / 75% (3/4) de 48 = 36.
Então: 36 + 24 = 60 (número racional inteiro).
101. Alternativa A.
Resolução:
2/5 = extragrande, porém, 1/8 = grande, então: 7/8 eram extragrande.
3/5 = grande, porém, 1/8 = extragrande, então: 7/8 = grande.
Considerando apenas as condições extragrandes:
de + de

= = 42,5% dos ovos são extragrandes.

102. Alternativa D.
Resolução:
V
= = 5V = 12 então V = 2,5.

103. Alternativa C.
Resolução:
M = 5.000 (simplificando M = 5) x 12 meses = 60 cotas / 6 = 10 cotas.
P = 4.000 (simplificando M = 4) x 6 meses = 24 cotas / 6 = 4 cotas.
J = 6.000 (simplificando M = 6) x 5 meses = 30 cotas / 6 = 5 cotas..
Total = 19 cotas. Assim, como o lucro foi de R$ 38.000,00, cada cota =
R$ 2.000,00.
Conclusão: Como Pedro tem 4 cotas x R$ 2.000,00, sua parte equivale a
R$ 8.000,00.
104. Alternativa E.
Resolução: Atenção: Inversamente proporcional ao número de faltas.
42 ações – inversamente proporcionais a:
A = 3 cotas = 1/3.
P = 5 cotas = 1/5.
J = 6 cotas = 1/6.
Assim:
1 1 1
.
3 5 6 30
Matemática

A = 10 cotas.
P = 6 cotas.
J = 6 cotas.
255
Total = 21 cotas. Assim, como 42 é o total de cotas: 42 / 21 = 2 ações =
1 cota.
Conclusão: Antônio tem 10 cotas, então, 10 x 2 = 20 ações.
105. Alternativa B.
Resolução: = Assim, o biólogo capturou na mata ¼ das
TOTAL

araras, o equivalente a 240 araras.


Utilizando a mesma questão, supondo-se que o biólogo volte à mata e
capture mais 60 araras e 20 delas têm o anel:
Resolução: Nesse caso, o biólogo capturou na mata 1/3 das ara-

ras, o equivalente a 180 araras.


106. Alternativa B.
Resolução: tirando o MMC de , , = = 14 cotas. Assim,

140.000.000,00 / 14 cotas = 10.000.000,00. Simplificando, temos: 2 cotas


para a Polícia Militar / 2 cotas para a Polícia Civil e 9 cotas para o Corpo
de Bombeiros.
Como os bombeiros têm 9 cotas = 10.000.000,00 x 9 = 90.000.000,00.
107. Alternativa B.
Resolução: problema inversamente proporcional. Como A = 3 / B = 5 /
C=6
Invertendo: A = 1/3 / B = 1/5 / C = 1/6 / MMC = 30
Assim: A = 10 / B = 6 / C = 5 / TOTAL = 21 cotas em um total de 420 for-
mulários: 1 cota equivale a 20 formulários. Como B = 6, então ele deverá
conferir 6 x 20 = 120 formulários.
108. Como o problema é diretamente proporcional, o primeiro investidor tem
2 cotas, o segundo tem 3 cotas e o terceiro tem 4 cotas, totalizando 9
cotas. Considerando que o montante total recebido foi de R$ 10.800,00,
então: 10.800,00 / 9 = 1.200,00 por cota.
Conclusão:
Primeiro investidor: 1.200,00 x 2 = R$ 2.400,00.
Segundo investidor: 1.200,00 x 3 = R$ 3.600,00.
Terceiro investidor: 1.200,00 x 4 = R$ 4.800,00.
109. a) Correto; b) Errado; c) Correto; d) Errado; e) Correto.
110. Resolução: – quanto maior o número de operários, menos tempo levará
para concluir a obra (Inver).
– quanto maior a metragem para cavar, mais dias levará para cavar (Di-
Matemática

retamente).
– quanto maior a quantidade de horas trabalhadas, menos dias serão gastos
(Invers).
256
– quanto maior a capacidade de trabalho, menos dias serão gastos (Invers).
– quanto maior a dificuldade de cavar, mais dias serão necessários (Dire-
tamente).
Inversam. Diretam. Inversam. Inversam. Diretam.

Dias Operários Metros Horas Capacidade Dificuldade

15 20 400 8 1 1

X 15 900 9 3(x) 3/5


Invertendo os números inversamente proporcionais:
Inversam. Diretam. Inversam. Inversam. Diretam.

Dias Operários Metros Horas Capacidade Dificuldade

15 15 400 9 3 1

X 20 900 8 1 3/5
Assim:
= 8 dias.
111. Resolução:
Inversamente Diretamente

Minutos Gatos Ratos

1,5 1,5 1,5

X 100 200
Invertendo os números inversamente proporcionais:
Inversamente Diretamente

Minutos Gatos Ratos

1,5 100 1,5

X 1,5 200
Assim: = 3 minutos.

112. Alternativa D.
Resolução:

Solução: Inversa
Dias Eficiência
9 100%
x 150%
Matemática

9 - 100
x= =6
150
257
113. Alternativa B.
Resolução:
Inversamente Inversamente Diretamente

Horas Digitadores Dias Trabalho

6 16 20 1

X 12 16 ½

Tudo que é inversamente proporcional, inverte na tabela:


Inversamente Inversamente Diretamente

Horas Digitadores Dias Trabalho

6 12 16 1

X 16 20 ½

1
Assim, multiplicando cruzado: 2 .
114. Alternativa A.
Resolução:
Inversamente Diretamente

Horas Impressoras Trabalho

3 1 100%

X 3 150%

Tudo que é inversamente proporcional, inverte na tabela:


Inversamente Diretamente

Horas Impressoras Trabalho

3 3 100%

X 1 150%

Assim, multiplicando cruzado: .


115. Alternativa B.
Resolução:
Diretamente Inversamente

Horas Trabalho Capacidade


Matemática

3 3/5 100%

X 2/5 80%
258
Tudo que é inversamente proporcional, inverte na tabela:
Diretamente Inversamente

Horas Trabalho Capacidade

3 3/5 80%

X 2/5 100%
2
5
Assim, multiplicando cruzado: 3
.

116. Resolução: 5

Tanque cheio: rodaria 6 horas / Tanque furado: 4 horas / Portanto, vaza-


ram 2 horas.
Ou seja, 1/3 vazou durante um período de 4 horas, que foi o tempo que
ele rodou.
Assim, teremos:
Tempo (minutos) Vazamento
240 1/3

X 1/20

X = 36 minutos

117. Resolução:
Relembrando a média harmônica:
1 1 1 1 1 1
+ + + ... - - - ... =
T1 T2 T3 R1 R2 Juntas

Assim:
1 1 1
+ =
10 15 J (trabalho)

118. Em uma hora elas farão:


1 1 1 1
+ - =
4 6 3 x
3x + 2 x - 4 x
= 12
12 x

X = 12 horas.
Matemática

Porém, o tanque tem ¾ da sua capacidade, então, serão necessárias 3


horas.
259
119. Alternativa B.
Resolução:
1 1 1
+ =
X X +5 6
6( X + 5) + 6 X
= X ( X + 5)
6 X ( X + 5)

6X + 30 + 6X = X2 + 5X
12X + 30 = X2 + 5X
12X – 5X + 30 = X2
X2 – 7X – 30 = 0
Assim: X = 10 e X= -3
Nesse caso, o correto é usar X = 10. Como a diferença é de 5 dias, Paulo
irá demorar 10 dias e Pedro 15 dias.
120. Alternativa E.
Resolução:
1 1 1
+ =
4 6 x
3x + 2x = 12
x = 2,4 horas.
Em fração:
2, 4 --------- 1
2 --------- X
X = 2 / 2,4 = 5/6.
121. a) Errado, pois quanto maior a velocidade menor o tempo; b) Correto,
conforme cálculo abaixo:
1 1 1
+ =
4 5 x
5x + 4x = 20.
x = 20/9. Porém, a segunda torneira ficou 1 hora enchendo o tanque,
então representa 1/5. Assim, ainda faltam 4/5 (T = 5 horas).
4 20 16
Então: x = = 2 horas,46 min 40 s
5 9 9
122. Alternativa E.
Resolução:
Supondo que o objeto custe R$ 100,00. Assim, o preço à vista ficaria R$
90,00 ou (2x) de R$ 50,00. Porém, como a pessoa só tinha R$ 50,00 e
Matemática

pagou essa quantia à loja, faltando assim R$ 40,00. Consequentemente,


é cobrado juros sobre o que se deve, ou seja, R$ 40,00 + R$ 10,00 (juros).
Como R$ 10,00 nesse caso representa ¼, o total de juros é de 25% ao mês.
260
123. Resolução: Nesse caso, a inflação incide sobre o salário. Exemplo: se você
tem despesas de R$ 1.000,00, 10% de inflação resultará em um gasto de
R$ 1.100,00. Para que o poder de compra seja maior, seu salário deverá
ser pelo menos igual ao valor das despesas (poder de compra x índice
inflacionário = salário).
Compra x Inflação = Salário.
Compra x 110% = 132%.
Compra = 132 / 110.
Compra = 1,2 = 120% = 20% (aumento do poder de compra).
Conclusão: Descontos ou aumentos sucessivos:
20% de 30% de 40% é o mesmo que :
0,2 x 0,3 x 0,4 = 0,024 x 100% = 2,4% do total.
124. Alternativa A.
Resolução:
Optaram pelo Não Optaram
Empregados
Curso (Resultante)

Matriz 45% 20% 80%

Ouro Preto 20% 35% 65%

Montes Claros 35% - X

Sabendo que 30% do total de empregados optaram pelo curso, então,


considerando os 70% que não optaram, teremos:
80% de 45% + 65% de 20% + X de 35% = 70%.
0,8 x 45 + 0,65 x 20 + 0,35X = 70.
36 + 13 + 0,35X = 70.
X = 60%.
125. Resolução:
– se sofreu um aumento de 20% = 120%.
– se sofreu um desconto de 30% = 70%.
Assim: 70% de 120% = 0,7 x 1,2 = 0,84 = 84%. Pode-se concluir que o co-
merciante está tendo um prejuízo de 16%, pois a mercadoria está saindo
por 84% no total.
126. Alternativa B.
Resolução:
= 80% de 80% de 120% de 120%.
Matemática

= 0,8 x 0,8 x 1,2 x 1,2


= 0,9216
= 92,16%, ou seja: estão tendo uma queda de 7,84%.
261
127. Alternativa D.
Resolução:
= aumento de 20% e redução de 10%:
= 1,2 x 0,9
= 1,08 = 108%, ou seja: essa mercadoria sofreu um aumento de 8%.
128. Alternativa E.
Resolução: A razão entre mulheres e homens pode ser representada da
seguinte forma:
M M
= 0,48 = 48% de mulheres, então homens = 52%.
H T

129. Resolução:
Antônio = 130% de Beatriz / Carlos = 80% de Antônio.
Então, pode-se resolver da seguinte forma:
20% de 1,3B = 130,00.
0,2 x 1,3B = 130,00.
0,26B = 130,00 / B = R$ 500,00.
130. a) Errado.
Número de empresas que ainda não decidiram = 22%.
Total de empresas = 1.312.
Calculando: 0,22 x 1.312 = Aprox. 288 pessoas.
b) Certo.
Números de empresas que não podem: 17%.
Números de empresas que não pretendem aderir: 3%.
Somando = 20%.
Total de empresas = 1.312.
Calculando: 0,20 x 1.312 = Aprox. 262 pessoas.
c) Certo.
Número de empresas que ainda não decidiram = 22%.
As demais já tomaram algum tipo de decisão, então: 100% – 22% = 78%.
d) Certo.
Números de empresas que NÃO PODEM aderir ao SIMPLES: 17%.
Então, as demais PODEM, representando assim 83%.
Ainda não se decidiram = 22%.
22% de 83% = Aprox. 26%, ou seja, a porcentagem é maior que 25%.
131. Alternativa E.
I – Certo, pois até Julho de 1999 o item representava 8,8% e a partir de
Matemática

Agosto o item representava 10,46%.


II – Certo. Até Julho: 13,24% / A partir de Julho: 6,54% (6,54 x 2 = 13,08%
< 13,24%).
262
III – Certo (49,53% > 41,19%).
– Transporte até Julho: 16,87% / Transporte a partir de Agosto: 10,10%.
– Alimentação e Bebidas até Julho: 27,72% / Alimentação e Bebidas a
partir de Agosto: 24,15%.
– Comunicação até Julho: 1,08% / Comunicação a partir de Agosto:
2,10%.
– Educação até Julho: 3,86% / Educação a partir de Agosto: 4,84%.
Total até Julho: 49,53% / Total a partir de Agosto: 41,19%.
IV – Certo.
– Até Julho: 1,08% / A partir de Agosto: 2,10% (aumento de 1,02 sobre
1,08 > 90%).
132. Resolução: Sobre o custo = 100% / Venda = 100 + i; então, fazendo a
regra de três:
C -------- 100
V -------- 100 + i
200 ------- 100
V -------- 100 + 20
V = R$ 240,00.
Se o lucro fosse de apenas 20% sobre a venda:
V -------- 100
C -------- 100 - i
V -------- 100
200 -------- 80
V = R$ 250,00.
133. Alternativa C.
Resolução:
V -------- 100
C -------- 100 - i
Supondo que C = R$ 100,00.
V -------- 100
100 -------- 80
V = R$ 125,00. Portanto, o lucro é de R$ 25,00. Se o preço de custo foi R$
100,00, então: 25/100 = 25%.
134. Resolução:
C -------- 100
V -------- 100 + i
Supondo que C = R$ 100,00.
Matemática

100 -------- 100


V -------- 125
V = R$ 125,00. Portanto, Lucro/Venda = 25/125 = 25%.
263
135. Resolução:
C -------- 100
V -------- 100 - i
Supondo que C = R$ 100,00.
100 -------- 100
V -------- 50
V = R$ 50,00. Como Prejuízo/Venda = 50/50, então o prejuízo sobre o
preço de custo (R$ 100,00) foi de 100%.
136. Resolução:
Na entrada não se pode cobrar juros, então: (430 – entrada (X)) = saldo
devedor. Porém, deve-se multiplicar pela taxa de juros (15%), assim:
(430 – X) x 1,15 = X (equação de 1º grau).
494,50 – 1,15X = X.
X = R$ 230,00.
Aplicação Fluxo de Caixa:
ENTRADA
Valor à Parte de cima tem que ser igual à parte
vista p p p p de baixo
0 1 2 3 4
- Para frente (multiplica 1+i)
menos
- Para trás (divide 1+i)
x (1 + i) SAÍDA

(Valor à vista – P1) = saldo devedor.


Saldo devedor x ( 1 + i ) = novo SD.
Novo SD – P2 = novo SD.
E assim por diante...
Considerando a mesma questão acima, mas com condição de pagamento
de 30 e 60 dias. A entrada será zero mais 2 prestações:
430
(430 x 1,15 – X) x 1,15 – X = 0
- 1 2
X X

137. Alternativa D.
Resolução:
x 1,06 x 1,06
780

30 30
400 X
Matemática

(780 x 1,06) = 826,80 (dívida do primeiro mês).


826,80 – 400 = 426,80 (saldo devedor).
426,80 x 1,06 = 452,40 (valor da segunda parcela).
264
138. Resolução:

Assim, Fac = 35.200


Nesse caso, 35.200 equivale a 32% da população, fazendo assim regra de
três:

Y = 110.000 habitantes.
139. Alternativa B.
Resolução:
Número de funcionários x salário = folha de pagamento.
(100 – 15) x salário = 110,5 (aumento de 10,5%).
85 x salário = 110,5.
Salário = 1,3 = 130%, ou seja, aumento de 30%.
140. Alternativa B. 80% de 120% = 0,8 x 1,2 = 0,96 (prejuízo de 0,04 = 4%.
141. Alternativa C.
Resolução:
Um reajuste de 50% significa que o trabalhador passou a ganhar 150%.
Simulando um salário de R$ 100,00. Se gasta 30% no aluguel = R$ 30,00.
Aluguel aumentado em 700% = 30 + 700% = 30 x 7 = R$ 210,00.
Salário aumentado em 500% = 100 + 500% = 100 + 500 = R$ 600,00.
Assim, a relação Aluguel / Salário: (210 + 30) / 600 = 40%.
142. Resolução:
Renda nacional = 100 + 110 210%.
Inflação = 100 + 100 = 200%.
Crescimento Nacional = (1+R) x (1+I) = 1 + RN.
CR x 200 = 210.
CR = 210 / 200 = 1,05 = Crescimento de 5%.
143. Alternativa A.
Resolução:
Matemática

1980 (venda) ------- 110% (lucro).


C ------- 100%.
C = R$ 1.800,00.
265
1980 ------- 90% (prejuízo de 10%).
C ------- 100%
C = R$ 2.200,00.
Dica para resolução mais simples:
1980 / 1,1 (lucro) = 1.800,00.
1980 / 0,9 (prejuízo) = 2.200,00.
Assim, o custo total foi: R$ 1.800,00 + R$ 2.200,00 = R$ 4.000,00.
Ambos foram vendidos por R$ 1.980,00, então: R$ 1.980,00 x 2 = R$
3.960,00.
Concluindo: R$ 4.000,00 – R$ 3.960,00 = R$ 40,00 (prejuízo).
144. Correto.
Resolução: 5% de 6 meses = 30%.
Então: R$ 3.250,00 equivale a 130%.
Assim: 3.250 / 1,3 = R$ 2.500,00 < R$ 2.600,00.
Comentários: Juros simples é um cálculo linear, pois é calculado propor-
cionalmente:
J = C.i.n / Onde: (J = juros, C = Capital, i = taxa, n = período).
M = c + j / Onde: (M = Montante, c = capital, j = juros).

Triângulo utilizado para facilitar


J a interpretação do problema
envolvendo juros
C i n

Ano = 360 dias / Mês = 30 dias.


Juros exatos: calcula exatamente os dias passados, levando em considera-
ção os dias exatos de cada mês.
145. Resolução:
C1 = R$ 2.500,00 (i = 6%).
C2 = R$ 3.500,00 (i = 4%).
C3 = R$ 4.000,00 (i = 3%).
C4 = R$ 3.000,00 (i = 1,5%).
Para facilitar, simplifica-se os valores:
∑J
= = = 3,5%

146. Resolução: Afirmação errada.


Matemática

Aumento de 105% = 1,05


Aumento de 110% = 1,1
Assim: 1,05 x 1,1 = 1,155 ou seja, 115,5% = Inflação de 15,5% majorada.
266
147. Correta.
Comentário: juros compostos = composto por vários juros simples.
2.400 x (1 + i) x (1 + i) = 2.420.
(1 + i)2 = 1,21
(1 + i) = 112
Assim, i = 0,1 = 10%.
Se aplicar o mesmo valor por 2 meses: 20% a juros simples = 120% = 1,2
Então: 2.000 x 1,2 = R$ 2.400,00.
148. Correta. Comentário: 952 / 850 = 1,12 = aumento de 12%. (inferior a
13%).
149. Resolução:
Juros: 1,5% ao mês em 4 meses = 6%.
20% de 6% do capital = R$ 36,00.
0,2 x 0,06xC = 36.
C = R$ 3.000,00.
Assim: Juros = 3.000 x 0,06 = 180,00.
Como Montante = Capital + Juros – IR.
3.000 + 180 – 36 = R$ 3.144,00.
150. Resolução:
M = 4 parcelas.
T = R$ 1.000,00.
Valor à vista (época zero) = valor atual da renda.
Na época zero não há pagamento, então = postecipada.
Taxa: 8% a.m.
V = [Link]-i
V = 1.000 x a4-8%
Na tabela II: a4-8% (coluna 8% linha 4) = 3,312127
V = 1.000 x 3,312127
V = R$ 3,312,13 (valor atual de uma renda postecipada).
151. Resolução:
Renda temporária = 4 pagamentos.
Renda periódica = mensais.
Renda uniforme = iguais.
Vencida primeira prestação no ato da compra = antecipada.
T = R$ 1.000,00.
Matemática

M = 4 meses.
i = 8% a.m.
Na época zero há um termo = renda antecipada.
267
Assim:
V = T + [Link]-1. i
V = 1.000 + 1.000 x a3-8%
Na tabela II: a3-8% (coluna 8% linha 3) = 2,577097
V = 1.000 + 1.000 x 2,577097
V = R$ 3.577,10 (valor atual de uma renda antecipada).
Se a pergunta fosse: Qual o valor financiado do carro?
Atenção: Não é o valor à vista!!
Entrada = R$ 1.000,00.
Prestações = R$ 3.577,10.
Valor Financiado = R$ 2.577,10.
152. Resolução:
– 1ª prestação = 3º mês após a compra.
– 2ª prestação = 4º mês após a compra.
– 3ª prestação = 5º mês após a compra.
– 4ª prestação = 6º mês após a compra.
– T = R$ 1.000,00.
– n = 4 meses.
– i = 8% a.m.
– M + 1 = 3 / M = 2 (diferida com valor de M = 2).
Utilizando a fórmula:
V = T . an.i
(1+i)m
V = 1.000 . a4-8% / (1+8%)2
Na tabela II: a4-8% (coluna 8% linha 4) = 3,312127
V = 1.000 . 3,312127 / 1,082
V = 3312,13 / 1,1664
V = R$ 2.839,61 (valor atual de uma renda diferida).
Utilizando a fórmula: V = T (am-n.i – am.i)
V = T.{am-n.i – am.i}.
V = 1.000 . {a6-8% - a2-8%}.
Na tabela II: a6-8% (coluna 8% linha 6) = 4,622879.
Na tabela II: a2-8% (coluna 8% linha 2) = 1,783265.
V = 1.000 . {4,622879 - 1,783265}.
V = 1.000 . {2,839614}.
V = R$ 2.839,61 (valor atual de uma renda diferida).
153. Resolução:
Matemática

T = R$ 100,00.
n = 5 aplicações mensais.
i = 10% a.m.
268
Assim:
M = [Link]-1
M = T.S5-10%
Na tabela II: S5-10% (coluna 10% linha 5) = 6,105100.
M = 100 x 6,105100.
M = R$ 610,51.
154. Resolução:
T = R$ 100.000,00.
n = 5 pagamentos.
i = 3% a.m.
Época zero não há termo = renda postecipada.
V = [Link]-i ou
V = T . (1+i)n - 1
i(1+i)n
V = 100.000 . (1+3%)5 – 1
3%(1+3%)5
Porém, o termo a seguir já foi dado no problema:
(1 + 3%)5 – 1 = 4,5797
3% (1 + 3%)5
Então:
V = 100.000 x 4,5797
V = R$ 457.970,00.
155. Resolução:
T = 100.000,00.
n=5
i = 3% a.m.
Primeira prestação no ato da compra = renda antecipada.
V = T + [Link]-1—i ou
V = T + T. (1+i)n-1 – 1
i (1+i)n-1
V = 100.000 + 100.000 . (1+3%)4 – 1
3%(1+3%)4
Porém, o termo a seguir já foi dado no problema:
(1+3%)4 – 1 = 3,7171
3% (1+3%)4
Então:
Matemática

V = 100.000 + 100.000 . (3,7171)


V = 100.000 + 371.710,00.
V = R$ 471.710,00.
269
156. Resolução:
T = R$ 10.000,00.
n=5
i = 10%a.m.
M=?
M = [Link]-1 ou
M = T . (1+i)n - 1
i
M = 10.000 (1+10%)5 – 1
10%
Porém, o termo a seguir já foi dado no problema:
(1+10%)5 – 1 = 6,1051
10%
Então:
M = 10.000 . 6,1051
M = R$ 61.051,00.
157. Alternativa D.
Resolução:
M=?
T = R$ 100,00.
n = 12
i = 2% a.m.
M = [Link]-1 ou
M = T . (1+i)n - 1
I
M = 100 (1+2%)12 – 1
2%
M = 100 . 1,0212 - 1
2%
M = 100 . 1,2684 – 1
0,02
M = R$ 1.342,00 é o montante após o 12º depósito. Então, 1 mês após o
resgate será:
M = 1.342.(1+2%)1
M = 1.342 . 1,02
M = R$ 1.368,03 (aprox.).
158. Resolução:
V = R$ 1.000,00.
Matemática

n = 4 parcelas.
i = 10% a.m.
Amortização: 20%, 20%, 30% e 30% do valor da dívida.
270
159. Resolução:
V = R$ 4.355,26 (postecipada).
n = 6 prestações.
i = 10%a.a.
V = T . an—i
4.355,26 = T . a6—10%
Na tabela II, a6—10% = 4,3552601
Então:
4.355,26 = T . 4,3552601
T = R$ 1.000,00 (prestação constante = SAF).
Tabela de Amortização:
n. Saldo Devedor Prestação Amortização Juros
0 4.355,26 --- --- ---
1 3.790,78 1.000,00 564,48 435,52
2 3.169,86 1.000,00 620,92 379,08
3 2.486,85 1.000,00 683,01 316,99
4 1.735,54 1.000,00 751,31 248,69
5 909,10 1.000,00 826,45 173,55
6 0 1.000,00 909,10 90,91
TOTAL 6.000,00 4.355,26 1664,74

160. Deve mais da metade, pois as amortizações são crescentes, e, portanto, as


últimas são maiores que as primeiras. A maior parte será amortizada no
final.
161. Resolução:
V = R$ 1.000,00.
n = 5 amortizações constantes.
i = 10%a.m.
a1 = a2 = a3 = ... = an = V = 1.000 = 200, então a = R$ 200,00.
n 5
162. Pelo SAF, deve-se a metade do valor do apartamento.
163. Resolução:
– Taxa ano / 12 = taxa mês.
V = R$ 200.000,00.
n = 5 prestações mensais.
i = 12% a.a. (taxa nominal) = 1% a.m. (taxa efetiva).
Matemática

Calculando a prestação:
V = [Link]—i
V = T.a6—1
271
Na tabela II a6—1 = 5,79548
200.000 = T. 5,79548
T = R$ 34.509,65 (valor da prestação no sistema PRICE).
164. Resolução:
T = V x FRC
T = 120.000 x 0,029 (valor conforme tabela acima = 60 prestações).
T = R$ 3.480,00 (valor da prestação pelo sistema SAF).
Tabela de Amortização pelo Sistema SAC:
n. Saldo Devedor Prestação Amortização Juros

1 2.000,00

2 2.000,00

(...) 2.000,00

29 62.000,00 2.000,00

30 60.000,00 3.240,00 2.000,00 1.240,00

(...) 2.000,00
O valor da 30ª (trigésima) prestação pelo SAC é R$ 3.240,00.
Porém, pelo SAM (média aritmética entre SAF e SAC):
SAM = 3.480 + 3.240 = R$ 3.360,00.

2
165. Resolução:
V = R$ 500.000,00.
i = 8% a.m.
n = 4 meses.
Pelo SAA: Prestação = Juros, então: R$ 500.000,00 x 8% = R$ 40.000,00.
Quadro de Amortização:
n Saldo Devedor Prestação Amortização Juros

0 500.000,00 --- --- ---

1 500.000,00 40.000,00 --- 40.000,00

2 500.000,00 40.000,00 --- 40.000,00

3 500.000,00 40.000,00 --- 40.000,00

4 0 540.000,00 500.000,00 40.000,00

TOTAL 500.000,00
Quadro de Amortização do Fundo:
Matemática

Aplicando a fórmula do montante após o último depósito:


M = T . Sn-i
500.000 = T . S4-6%
272
Na tabela III = S4-6% = 4,37462
Assim:
500.000 = T . 4,37462
T = R$ 114.295,64.
n Saldo Devedor Saldo
0 --- ---
1 114.295,64 114.295,64
2 114.295,64 235.449,02 114.295,64 x 6% + Saldo Devedor.

3 114.295,64 363.871,60 235.449,02 x 6% + Saldo Devedor.


4 114.295,64 500.000,00 363.871,60 x 6% + Saldo Devedor.

166. Alternativa D.
Resolução:
SAC
n = 80 prestações / i = 2% a.m.
V=?
Simulando o Quadro de Amortização com as informações do problema:
n Saldo Devedor Prestação Amortização Juros
0 V=? --- --- ---
1 A
2 A
3 A
(...) (...)
79 A A
80 0 1.479,00 A 2% de A
Amortização (A):
A + 2%.A = 1.479
A + 0,02.A = 1.479
1,02.A = 1.479
A = 1.450,00.
Após encontrar a Amortização, completa-se o Quadro:
n Saldo Devedor Prestação Amortização Juros
0 V=? --- --- ---
1 1.450,00
2 1.450,00
3 1.450,00
(...) 1.450,00
Matemática

79 A 1.450,00
80 0 1.479,00 1.450,00 2% de A
273
Encontrando o Valor da dívida (V):
V = 80 x 1.450.
V = R$ 116.000,00.
Encontrando os Juros (i):
i = 2% x 116.000.
i = R$ 2.320,00.
Assim, o valor da primeira prestação (P1):
P1 = 1.450 (amortização) + 2.320 (juros).
P1 = R$ 3.770,00.
167. Alternativa C.
Resolução:
V = R$ 120.000,00.
n = 10 anos = 120 meses.
i = 1% a.m.
Sistemas SAC:
120.000 / 120 = R$ 1.000,00.
Quadro de Amortização:
n Saldo Devedor Prestação Amortização Juros

0 120.000,00 --- --- ---

1 119.000,00 2.200,00 1.000,00 1.200,00

2 118.000,00 2.190,00 1.000,00 1.190,00

3 117.000,00 2.180,00 1.000,00 1.180,00

(...) 1.000,00
Assim:
2ª prestação = R$ 2.190,00.
3ª prestação = R$ 2.180,00.
TAXA INTERNA DE RETORNO (TIR): É a taxa que anula o valor pre-
sente líquido. Seja V o valor atual do fluxo de caixa abaixo:
N1 N2 N3

0 1 2 n

Valor Presente Líquido (VPL) ou (NPV): É o valor de todo o fluxo na épo-


ca 0, onde Entrada é (+) e Desembolso é (-). Assim, pode ser representado
Matemática

pela seguinte fórmula:


VPL = V + N1 + N2 + N3 + (...) = 0
(1+i)1 (1+i)2 (1+i)3
274
Se VPL>0 = é viável.
Se VPL<0 = é inviável.
Se VPL=0 = é indiferente.
168. Alternativa E.
Resolução:
1000 6000

0
1 2

5000

Assim:
VPL = –5000 + 1000 + 6000 = 0
(1+i)1 (1+i)2
–5000 + 1000 + 6000 = 0
(1+i)1 (1+i)2
Simplificando e considerando como (1+i) = x
–5 + 1 + 6 = 0
(x)1 (x)2
Multiplicando a equação por –x2:
5x2 – x – 6 = 0
a = 5 b = –1 c = –6
Assim:
∆ = b2 – 4ac
∆ = (–1)2 – 4.5.(-6)
∆ = 1 + 120
∆ = 121 (>0), então, a equação possui duas raízes R e distintas. Utilizando
Báskara:

√121
2.5

= X’ = 1,2 / X’’ = –1 (não pode ser valor negativo), então x = 1,2.


Assim:
Matemática

1 + i = x
1 + i = 1,2
i = 0,2 = 20% a.a.
275
169. Alternativa E.
Resolução:
X 17303

0
1 2

-25000

VPL = –25.000 + 0 + __X__ + _17.303_ = 0


(1+10%)2 (1+10%)3
–25.000 + __X__ + 17.303 = 0
(1,102) (1,103)
–25.000 + _X_ + 17.303 = 0
(1,21) (1,331)
–25.000 + _X_ + 13.000 = 0
(1,21)
–12.000 + X = 0
(1,21)
X = R$ 14.520,00.
170. a) Errado. Existem outras ferramentas específicas para decidir se o projeto
é viável ou não; b) Errado. A taxa de juros de mercado é variável; c) Cor-
reto. É a taxa que anula o VPL; d) ; e).
171. Resolução:
C = R$ 1.000.000,00.
i = 10% a.m.
n = 3 meses.
Aplicando a fórmula de juros compostos:
M = C(1+i)n
M = 1.000.000,00.(1+10%)3
M = 1.000.000,00.(1,10)3
M = 1.000.000,00.(1,331)
M = R$ 1.331.000,00.
Aplicando a fórmula de Juros:
J = M-C.
J = 1.331.000,00 – 1.000.000,00.
J = R$ 331.000,00.
172. Resolução:
Matemática

C = R$ 2.000,00.
i = 2% a.a.
n = 4 anos.
276
Aplicando a fórmula de juros compostos:
M = C(1+i)n
M = 2.000,00.(1+2%)4
M = 2.000,00.(1,02)4
Na tabela do fator de capitalização (1,02)4 = 1,0824, assim:
M = 2.000,00 x 1,0824.
M = R$ 2.164,80.
Aplicando a fórmula de Juros:
J = M-C.
J = 2.164,80 – 2.000,00.
J = R$ 164,80.
173. Resolução:
C = R$ 1.000,00.
n=?
M = R$ 1.159,30.
i = 3% a.a.
M = C(1+i)n
1.159,30 = 1.000,00.(1+3%)n
1.000,00.(1+3%)n = 1.159,30.
(1+3%)n = 1.159,30 / 1.000,00.
(1+3%)n = 1,1593.
(1,03)n = 1,1593.
Em geral, nas provas de concursos é fornecido algum tipo de informação
detalhada. Nesse caso, se considerarmos a tabela do fator de capitaliza-
ção, temos:
(1,03)5 = 1,1593.
Então, o n = 5 anos.
174. Resolução:
C = R$ 200,00.
i = 4% a.m.
M = R$ 253,06.
Aplicando a fórmula de juros compostos:
M = C(1+i)n
253,06 = 200,00.(1+4%)n
200,00.(1+4%)n = 253,06.
(1+4%)n = 253,06 / 200,00.
(1+4%)n = 1,2653.
(1,04)n = 1,2653.
Matemática

Em geral, nas provas de concursos é fornecido algum tipo de informação


detalhada. Nesse caso, se considerarmos a tabela do fator de capitaliza-
ção, temos:
277
(1,02) = 1,2653.
6

Então, o n = 6 meses.
175. Alternativa C.
Resolução:
1ª aplicação: 40%.
i = 30% a.a. (juros simples) / Convertendo para meses: 30/12 = 6 meses.
n = 6 meses.
2ª aplicação: 60%.
i = 30% a.t. (juros compostos).
n = 1 semestre / Convertendo para trimestre: n = 2 trimestres.
1ª aplicação (juros simples):
M = C(1+i.n).
40% de C.(1+30%) x 6 meses.
12
2ª aplicação (juros compostos):
M = C(1+i)n
60% de C.(1+10%)2
Juntando as duas aplicações e igualando ao Capital:
40% de C.(1+30% x 6 meses) + 60% de C.(1+10%)2 = 65230
12
40%C.(1,15) + 60%C.(1,21) = 65230
46%C + 72,6%C = 65230
118,6%C = 65230
1,186C = 65230
C = R$ 55.000,00.
176. a) Aplicando a fórmula:
(1+i) = (1+ik)k
(1+i) = (1+2%)6
i = (1+2%)6 – 1
i = (1,02)6 – 1
Buscando na tabela (ver capítulo 5 – item 16) o valor de (1,02)6 = 1,1262
i = 1,1262 – 1
i = 0,1262
i = 12,62% a.s.
177. b) Aplicando a fórmula:
(1+i) = (1+ik)k
Matemática

(1+i) = (1+3%)12
i = (1+3%)12 – 1
i = (1,03)12 – 1
278
Buscando na tabela (ver capítulo 5 – item 16) o valor de (1,03)12 = 1,4258
i = 1,4258 – 1
i = 0,4258
i = 42,58% a.a.
178. c) Aplicando a fórmula:
(1+i) = (1+ik)k
(1+i) = (1+4%)6
i = (1+4%)6 – 1
i = (1,04)6 – 1
Buscando na tabela (ver capítulo 5 – item 16) o valor de (1,04)6 = 1,2653
i = 1,2653 – 1
i = 0,2653
i = 26,53% a.s.
179. d) Aplicando a fórmula:
(1+i) = (1+ik)k
(1+21%) = (1+ ik)2
1,21 = (1+ ik)2
(1+ ik)2 = 1,21
Qual é o número que elevado a 2 é igual a 1,21? Buscando na tabela (ver
capítulo 5 – item 16) o valor de (1,10)2 = 1,2100. Assim:
1+ ik = 1,10
ik = 1,10 – 1
ik = 0,10
ik = 10% a.s.
Outra forma de resolver essa questão:
(1 + ik)2 = 1,21
1 + ik = √ 1,21
1 + ik = 1,1
ik = 1,1 – 1
ik = 0,10
ik = 10% a.s.
180. Aplicando a fórmula:
(1+i) = (1+ik)k
(1+6,09%) = (1+ik)2
1,0609 = (1+ik)2
(1+ik)2 = 1,0609
Qual é o número que elevado a 2 é igual a 1,0609? Buscando na tabela
Matemática

(ver capítulo 5 – item 16) o valor de (1,03)2 = 1,0609. Assim:


1+ik = 1,03
ik = 1,03 – 1
279
ik = 0,03
ik = 3% a.s.
Outra forma de resolver essa questão:
(1+ik)2 = 1,0609
1+ik = √ 1,0609
1+ik = 1,103
ik = 1,03 – 1
ik = 0,03 / ik = 3% a.s.
181. Resolução:
C = R$ 1.000,00.
n = 1 ano.
i = 36% a.a.
(taxa é a.a. e capitalização é mensal) = taxa nominal. Então, aplica-se a
taxa efetiva:
i = 36% a.a. = 36/12 = 3% a.m. (taxa efetiva).
n = 12 meses.
Aplicando a fórmula de Montante:
M = C(1+i)n
M = 1.000,00 (1+3%)12
M = 1.000,00 (1+0,03)12
M = 1.000,00 (1,03)12
Na tabela (ver capítulo 05 – unidade 16) = (1,03)12 = 1,4258
Assim:
M = 1.000,00 x 1,4258
M = R$ 1.425,80.
182. Resolução:
C = R$ 1.000,00.
i = 2% a.m.
n = 24 meses.
(taxa é a.m. e capitalização é anual) = taxa nominal. Então, aplica-se a
taxa efetiva:
i = 2% a.m. = 2 x 12 = 24% a.a. (taxa efetiva).
n = 24 meses = 2 anos.
M = C(1+i)n
M = 1.000,00(1+24%)2
M = 1.000,00(1,24)2
Matemática

Na tabela (ver capítulo 05 – unidade 16) = (1,24)2 = 1,5376


M = 1.000,00 x 1,5376
M = R$ 1.537,60.
280
183. Resolução:
C = 100.000,00.
n = 6 meses.
i = 48% a.a.
(taxa é a.a. e capitalização é mensal) = taxa nominal. Então, aplica-se a
taxa efetiva:
i = 48% a.a. = 48/12 = 4% a.m. (taxa efetiva).
n = 6 meses.
M = C(1+i)n
M = 100.000,00 (1+4%)6
M = 100.000,00 (1,04)6
Na tabela (ver capítulo 05 – unidade 16) = (1,04)6 = 1,2653
M = 100.000,00 x 1,2653
M = R$ 126.530,00.
184. Alternativa C.
Resolução:
i = 12% a.t. (taxa efetiva).
i = __% a.a. (taxa nominal).
Capitalização Mensal
Conversões:
– de taxas nominais para taxas efetivas = utiliza-se taxas proporcionais.
– de taxas efetivas para continuar taxas efetivas = utiliza-se taxas equiva-
lentes.
i = ? (período de tempo maior = trimestre = 12%).
ik = ? (período de tempo menor = mês).
k = 1 trimestre = 3 meses.
Aplicando a fórmula:
ik = ((1+i)1/k – 1).
ik = ((1+12%)1/3 – 1) = taxa efetiva.
ik = ((1,12)1/3 – 1) = ao mês.
Convertendo taxa efetiva para taxa nominal = aplica-se taxa proporcional.
Logo, multiplica-se por 12 para transformar ao ano:
ik = i = 12. {(1,12) 1/3 – 1} = taxa nominal ao ano.
185. Resolução:
C = R$ 2.000.000,00.
n = 2,5 anos.
i = 10% a.a.
Matemática

Usando a convenção linear:


Parte inteira (2 anos) = Aplicação de juros compostos.
M = C(1+i)n
281
M = 2.000.000,00(1+10%) 2

M = 2.000.000,00(1,10)2
Na tabela (ver capítulo 05 – unidade 16) = (1,10)2 = 1,2100
M = 2.000.000,00 x 1,2100
M = R$ 2.420.000,00.
Parte fracionária (0,5 anos) = Aplicação de juros simples.
M = C(1+i.n).
M = 2.420.000,00 (1+10%.0,5)
M = 2.420.000,00 (1,05)
M = R$ 2.541.000,00
Resposta: a) O montante segundo a convenção linear será de R$
2.541.000,00.
Usando a convenção exponencial:
M = C(1+i)n
M = 2.000.000,00 (1+10%)2,5
M = 2.000.000,00 (1,10)2,5
Conforme dado no exercício: (1,1)2,5 = 1,2690
M = 2.000.000,00 x 1,2690
M = R$ 2.538.000,00.
Resposta: b) O montante segundo a convenção linear será de R$
2.538.000,00.
186. Alternativa C.
Resolução:
C=?
J = R$ 2.080,00.
i = 8% a.a.
M=C+J
M = C(1+i)n
Igualando as duas equações de M:
C(1+i)n = C + J
C(1+8%)2 = C + 2.080
C(1,08)2 = C + 2.080
C(1,1664) = C + 2.080
C1,1664 – C = 2.080
0,1664C = 2.080
C = R$ 12.500,00.
Assim:
Matemática

M=C+J
M = 12.500,00 + 2.080,00
M = R$ 14.580,00.
282
187. Resolução:
N = R$ 2.662,00.
i = 10% a.a.
n = 3 anos de antecipação.
V = N = 2.662,00 = 2.662,00 = 2 .662,00 = R$ 2.000,00.
(1+i)n (1+10%)3 (1,10)3 1,331
188. Resolução:
N = R$ 10.000,00.
n = 5 meses de antecipação.
i = 2% a.m.
V= N = 10.000,00 = 10.000,00 = 10.000,00 = R$ 9.057,15.
(1+i)n (1+2%)5 (1,02)5 1,1041
Assim:
DR = N – V.
DR = 10.000,00 – 9.057,15.
DR = R$ 942,85.
189. Resolução:
N = R$ 1.000,00.
n = 10 meses de antecipação.
i = 36% a.a. (taxa nominal).
Capitalização Mensal
i = 36/12 = 3% a.m. (taxa efetiva).
V = N = 1.000,00 = 1.000,00 = 1.000,00 = R$ 744,10.
(1+i)n (1+3%)10 (1,03)10 1,3439
Assim:
DR = 1.000,00 – 744,10.
DR = R$ 255,90.
190. Resolução:
N = R$ 10.000,00.
d = 2% a.m.
n = 2 meses de antecipação.
VC = N(1-d)n
VC = 10.000,00 (1-2%)2
VC = 10.000,00 (0,98)2
VC = 10.000,00 x 0,9604
VC = R$ 9.604,00.
Assim:
Matemática

DC = N – VC
DC = 10.000,00 – 9.604,00.
DC = R$ 396,00.
283
191. Alternativa D.
Resolução:
VC = R$ 84,00.
n = 4 meses de antecipação.
i = 3% a.m.
Sabemos que: DR = N – V.
V = __N__ = V.(1+i)n = N.
(1+i)n
Substituindo V:
DR = N – V.
DR = V.(1+i)n – V.
DR = V.{(1+i)n – 1}.
DR = 840.{(1+3%)4 – 1}.
DR = 840.{(1,03)4 – 1}.
DR = 840.(1,1255 – 1).
DR = 840.(0,1255).
DR = R$ 105,43.
192. Alternativa E.
Resolução:
i = 5% a.m.
V=?
V= N = 10.500,00 + 1 1.025,00 (levando o valor a data zero) = 10.000 + 10.000
(1+i)n (1,05)1 (1,05)2
Total = R$ 20.000,00.
193. Alternativa A.
Resolução:
PROJETO X PROJETO Y

11664 17496
10800 16200

D 40000

Trazendo tudo para a época Zero:


D + 10800 + 11664 = –40000 + 16200 + 17496
(1,08)1 (1,08)2 (1,08)1 (1,08)2
D + 10000 + 10000 = -40000 + 15000 + 15000
Matemática

D + 20000 = -10000
20000 + 10000 = D
D = R$ 30.000,00.
284
194. Resolução:
17303
X

1 2 3

25000
Trazendo tudo para a época Zero:
0 + __X__ + 17303 = 25000
(1,10)2 (1,10)3
__X__ + 17303 = 25000
(1,21) (1,331)
__X__ + 13000 = 25000
(1,21)
__X__ = 12000
(1,21)
195. Alternativa B.
Resolução:
Trazendo tudo (3 últimas parcelas) para a época Zero:
V = 106,09 + 106,09 + 106,09
(1,03)1 (1,03)2
V = 106,09 + 103 + 100
V = R$ 309,09.
196. Alternativa D.
Resolução:
M = C(1+i)n
M = 10.000,00 (1+2%)2
M = 10.000,00 (1,02)2
M = R$ 10.404,00.
Porém, na hora do empréstimo, a empresa não recebeu o total de R$
10.000,00, pois foi cobrado R$ 400,00 (taxa de abertura de crédito) e R$
163,27 (outras taxas). Assim:
R$ 10.000,00 – 400,00 – 163,27 = R$ 9.436,73 (capital efetivo). Então:
M = C(1+i)n
10.404,00 = 9.436,73.(1+i)2
(1+i)2 = 10.404,00
9.436,73
(1+i)2 = 1,1025
1 + i = √ 1,1025
Matemática

1 + i = 1,05
i = 1,05 – 1
i = 0,05 = 5% a.m.
285
197. Alternativa D.
Resolução:
1ª Aplicação: 2ª Aplicação:
C 2C
i = 24% a.a. = 24/12 = 2% a.m. i = 10% a.a.
n = 20 meses n = 2 anos
Juros Simples Juros Compostos
Soma dos juros das duas aplicações = R$ 16.400,00.
C + J1 = 2C + J2
3C + J1 + J2 = C(1+2%.20) + 2C(1+10%)2
3C + 16400 = 1,4C + 2,42C
16400 = 1,4C + 2,42C – 3C
16400 = 0,82C
C = R$ 20.000,00.
Resposta:
M=C+J
M = 20.000,00 x 3(3x aplicação do capital) + 16.400,00.
M = 60.000,00 + 16.400,00.
M = R$ 76.400,00.
198. Resolução:
C = idade de Carlos.
A = idade de André.
Notações:
A = C – 4 anos.
C + A = 22 anos.
Substituindo:
C + (C-4) = 22
2C – 4 = 22
2C = 22 + 4
2C = 26
C = 13 anos.
Substituindo a incógnita C na equação:
A = C – 4 anos.
A = 13 – 4.
A = 9 anos.
199. Elimina o número 2 (ambos os membros) para ficar só com o 2x, assim:
2x + 2 – 2 < 14 – 2
2x < 12
Matemática

x<6
Conclui-se que o conjunto solução formado por todos os números inteiros
positivos menores do que 6: S = {1,2,3,4,5}.
286
200. Resolução:
Método de substituição para resolução de sistemas:
2x + 3y = 38
2x + 3y – 3y = 38 – 3y
2x = 38 – 3y
x = 38 – 3y/2
x = 19 – 3y/2
Substituindo na equação (II):
3x – 2y = 18
3.(19 – 3y/2) – 2y = 18
57 – 9y/2 – 2y = 18 (multiplicando por 2 para eliminar os denominadores):
114 – 9y – 4y = 36
114 – 13y = 36
114 – 36 = 13y
78 = 13y
y=6
Substituindo y na equação I:
2x + 3y = 38
2x + 3.(6) = 38
2x + 18 = 38
2x = 38 – 18
2x = 20
x = 10
201. Resolução:
a = 3b = –7c = 2
Aplicando ∆:
∆ = b2 – 4ac
∆ = –72 – 4.3.2
∆ = 49 – 24
∆ = 25
Substituindo na fórmula de Báskara:

√25
2.3

6
Matemática

V = (1/3 ; 2)

V = (1/3 ; 2).
287
202. a) é função; b) não é função; c) não é função; d) é função; e) não é função;
f) é função; g) não é função; h) é função.
203. Alternativa C.
204. Alternativa C.
Resolução:
f(mx) = f(m) + f(x)
f(xm) = mf(x)
Fatorando o número 96: f(3.25)
Assim:
= f(3) + f(25)
= f(3) + 5(f2)
= 0,5 + 5(0,2)
= 1,5
205. Alternativa C.
206. Alternativa D.
Resolução:
1) f(3) = x5 = 125
x–2=3
x=5
2) g(3) = n + 1 = 3
n = 2, então: 23(2) = 16
g(2) = n + 1 = 2
n = 1, então: 22(1) = 4
g(1) = 21(1) = 2
Substituindo f(3) – g(3):
125 – 16 = 109
207. a) Correto: 3-05 . 3 = 1/√3 . 3 = √3/3 . 3 = √3;
b) Correto: 3x . 3y = 3x + y = f(x+y);
c) Correto: 3nx = (3x)n = f(x))n;
d) Correto: 3x / 3y = 3x-y = f(x – y);
e) Incorreto: (3x)n = (3)xn.
208. Alternativa B.
Resolução:
f(2) é racional, então, substituindo: 22 = 4
2f(√2) é irracional, então, substituindo: 2.(1–√2) – 4.1/4
Matemática

Assim:
4 + 2 – 2√2 – 1
Ou seja: 5 – 2√2
288
209. Alternativa D.
Resolução:
Dobro de – 2 = –4
Maior inteiro menor que – 4 = –3
Dobro de –1/5 = –2/5
Menor inteiro maior que –2/5 = 0
Dobro de 1/2 = 1
Menor inteiro maior que 1 = 2
Assim: –3 + 0 + 2 = –1
210. Alternativa C.
Resolução:
f(2) é um número entre 1 e 4, então f(2) = 5
Assim: f(5) é um número maior que 4, então, considera-se x – 4, assim:
5–4=1
F(1) = 31 = 3
Questão envolvendo Valor Numérico:
f(x) = x2 – 3x + 5
g(x) = 2x – 1
h(x) = f(g(x)) = fog(x)
h(x) = (2x -1)2 – 3(2x – 1) + 5
f(x) = 4x2 – 10x + 9
Mas e se, g(f(x)) = 2(x2 – 3x + 5) –1
Assim: g(f(x)) = 2x2 – 6x + 9
Mas e se, g(g(x)) = 4x – 3
211. Alternativa A.
Resolução:
f(x) = 2x + 3
f[g(x)] = 5 – 2x
Calculando g(x) dentro de f(x):
[Link] + 3 = 5 – 2x
g(x) = 5 –2x – 3
2
g(–1) = 5 – 2(–1) – 3
2
g(–1) = 2
212. Alternativa E.
Resolução:
Matemática

b/2 = menor que b, substituindo x na primeira equação:


b + 3b = 2b
2 2
289
Então, f(2b) = 97
Porém, 2b é > b, então substituindo x na segunda equação:
2b2 – 3 = 97
b=5
213. Alternativa A.
Resolução:
f(1) = a – 2
f(a – 2) = –3
a(a-2) – 2 = –3
a2 – 2a – 2 = –3
a2 – 2ª + 1 = 0
Assim, a = 1
214. Alternativa A.
Resolução:
2x –1 = 0
x = 1/2
Para calcular f(0), é necessário que x = 1/2. Então, substituindo:
f(2.1/2 -1) = 4.1/2 + 3
f(0) = 5
215. Alternativa D.
Resolução:
f(2) = x + 1 = 2 / x = 1
f(2) = 2.f(1) - 5
f(1) = x + 1 = 1 / x = 0
f(1) = 2.f(0) – 5, sendo f(0) = 6
f(1) = 2.6 – 5
f(1) = 7
Assim: 2 x 7 = 14 – 5 = 9
216. Alternativa E.
Resolução: Primeiro passo: mudar o nome da variável x (considerar como
sendo a):
2x + 3 = 1 – a
2x = –2 – a
x = –2 – a
2
Assim, substituindo x:
f(2 . –2 – a + 3) = 4.(–2 – a)2 + 6.(–2 – a) + 1
2 2 2
Matemática

Simplificando:
f(1-a) = a2 + 4a + 4 – 6 – 3a + 1
f(1–a) = a2 + a – 1
290
Substituindo a por x:
f(1–x) = x2 + x – 1
217. a) Maio; b) Fevereiro e Novembro; c) Jan + Fev + Março = 19 dias; d)
Visualmente pelo gráfico: Aprox. 7 dias por ano.
218. a) 70 m; b) 10 m; c) 4 vezes; d) 1º semestre = início do ano (70 m) + meio
do ano (60 m) / 6 = 21,67 m. 2º semestre = meio do ano (60 m) + fim do
ano (70 m) / 6 = 21,67 m. Ano = 70 (início do ano) + 70 (fim do ano) / 12
meses = 11,67 m.
Observação: Nesse caso, a média ao longo dos 1º e 2º semestres foi o mes-
mo, porém, ao longo do tempo o comportamento do nível da água variou
de acordo com o gráfico.
219. Resolução:
Em 6 cm = 143,20 L
Em 10 cm = 179,00 L
O aumento de 6 cm para 10 cm = 143,20 – 179,00 = Aprox. 35,8 cm
(aumento do que já tinha antes). Assim: 35,8 cm em 143,20 cm = 25%.
220. a) Incorreto. Quanto mais ingere a absorção é a mesma. Nesse caso, não
é constante; b) Correto. Existe uma constância de proporcionalidade à
quantidade ingerida.
221. a) 4 metros; b) 80 km/h; c) Aprox. 48 metros.
Essa função é crescente e quanto maior a velocidade maior o espaço de
frenagem. Graficamente, pode-se concluir que a curva é “quase” uma
meia parábola.
222. a) 20 km/h; b) 40 km/h; c) 8s; d) 4s e 12s; e) 0s e 14s.
223. a) de 0s a 3s = deslocamento de 15 m, assim, a razão 15/3 = 5 m/s.
de 3s a 6s = deslocamento de 15 m, assim, a razão 15/3 = 5 m/s.
de 6s a 9s = deslocamento de 15 m, assim, a razão 15/3 = 5 m/s.
Obs.: em todos os casos foi considerado como sendo uma reta constante.
b) Quando um gráfico é em linha reta a taxa de variação é a mesma e a
velocidade se mantém em movimento uniforme.
224. a) de 0s a 3s = 30/3 = 10 m/s.
de 3s a 6s = 15/3 = 5 m/s.
de 6s a 9s = 6/3 = 2 m/s.
b) As taxas de variação estão diminuindo em um movimento uniforme-
mente variado, pois não está na mesma proporção.
225. a) de 0s a 3s = 9/3 = 3 m/s.
de 3s a 6s = 15/3 = 5 m/s.
Matemática

de 6s a 9s = 30/3 = 10 m/s.
b) Nesse caso, as taxas de variação estão aumentando, pois há uma acele-
ração em relação ao tempo.
291
226. a) V(m/s) e t(s). Varia de 0 a 28 segundos;
b) Velocidade crescente: de 0s a 8s.
Velocidade constante: de 8s a 20s.
Velocidade decrescente: de 20s a 28s.
c) Velocidade Máxima: 8m/s quando 8  t  20.
d) Velocidade Mínima: 0m/s (parado) em 28s.
227. a) Correto: Raiz corta o eixo X. Somando os valores positivos e negativos o
produto será negativo; b) Correto: Observando graficamente quando f(-5)
< f(6); c) Correto: f(-4) = 1/2 e f(2) = 1,5, pois 0,5 + 1,5 = 2,0; d) Correto:
f(x) = 3 quando y = 3. Em todos os pontos no gráfico onde y = 3 os valores
serão positivos; e) Incorreto. f(3) = 4 e f(-2) = 2, pois 4 -2 = 2 (valor positivo
> 0).
228. Alternativa D.
Substituindo x por a:
f (2a) + g (3a )
h( a ) =
f ( g (a))

No gráfico:
f(2a) = a / g(3a) = a / g(a) = 2a / f(2a) = a
Então:

h( a ) = a + a
a =
h(a) = 2a / a = 2
229. Alternativa C.
Resolução:
Antes de A: f(x) é maior que g(x) e h(x);
Entre A e B = h(x) é maior que f(x) e g(x);
Entre B e C = f(x) é maior que h(x) e g(x);
Após C = f(x) é maior que g(x) e h(x).
230. Como não tem fração nem raiz de índice par, o domínio será Real, D = R.
231. a) [–∞ até 6]; b) [–∞ até 4]; c) [–∞ até –2] e do [2 até o 6]; d) do [–2 até o
2]; e) quase 4 / Mínimo: –∞; f) Onde corta o eixo X [–5, 0 e 4]; g) Valores
negativos (y < 0) = [–∞ até 5] e de [0 até 4]; h) –5 até 0 e de 4 até 6; i) g(–2)
= 2 / g(2) = –1 / g(4) = 0 / g(0) = 0.
232. Alternativa B.
Resolução:
Matemática

y = x2, trocando y por x:


x = y2, isolando y:
y = –√x
292
233. Alternativa E.
Resolução: f(x) é a função. O (x) era positivo, porém, passa a ser negativo,
então: f(–x). Gira-se em torno do eixo y.
234. a) Incorreto, pois, nesse caso: f(x) – 1; b) Incorreto, pois, nesse caso: f(x+1)
+ 1; c) Incorreto, pois, nesse caso: f(x) + 1; d) Correto, pois, nesse caso:
f(x+1) a imagem permanece de -1 até 1.
235. a) Incorreto; b) Incorreto; c) Correto, pois a linha está acima do eixo; d)
Incorreto; e) Incorreto.
236. Alternativa D, pois: 6 + (–4) + 0 + 2 = 4.
237. Alternativa A, pois visualmente nota-se que o gráfico girou em torno do
eixo X, fechando as curvas.
238. a) n = (5.24) + 28 = 37 cm
4
b) 43 = (5.c) + 28 → 43.4 = 5.c + 28 → 172 = 5c + 28 → 144 = 5c → c = 28,8 cm.
4
c) A medida do antebraço é prox. à medida do pé.
d) n = 5c + 28
4
4n – 28 = 5c
5c = 4.(n – 7)
C = 4.(n – 7)
5
239. a) H P
Nível do mar = 1 atm
Desce 10 m = 2 atm
Desce 20 m = 3 atm
Fazendo a proporção: 10 = 1
H – 0 P – 1
Assim:
H = 10P – 10
P = H – 10 P = 0,1H + 1
10
b) P = 0,1H + 1
P = 0,1.50 + 1
P = 6 m.
c) 4,5 = 0,1H + 1
4,5 – 1 = 0,1H
Matemática

3,5 = 0,1H
H = 35 m.
d) Devido ao grande aumento da pressão externa.
293
240. Resolução:
C x
R$ 9,80 – 4,2 km
R$ 7,40 – 2,6 km
C(x) = b + mx
7,40 – 9,80 = 2,6 – 4,2
C – 9,80 x – 4,2
Ou, pode-se resolver da seguinte forma:
9,80 = 4,2 m + b
7,40 = 2,6 m + b
2,40 = 1,6 m
m = 1,50
Assim, b + m = R$ 5,00 (Alternativa A).
Sendo b = 3,5 e m = 1,5.
241. Alternativa D.
Resolução:
x = 2 x 80 + 5% de 80
x = (160) + (4) = 164 pessoas da cidade.
242. a) 5 litros/min. Taxa de variação negativa, pois o tanque está se esvazian-
do; b) V = -5t + 300.
243. Opção I: C = 40 + 1,2.X
Opção II: C = 20 + 2,0.X
Opção III: C = 3.X
Cliente optou pela opção II:
C = 20 + 2.X
56 = 20 + 2.X
X = 18 DVD’s.
Considerando a opção III: C = 3.X / C = 3.18 / C = R$ 54,00.
Considerando a opção I: C = 40 + 1,2.X / C = 40 + 1,2.18 / C = R$ 61,60.
Conclusão: De acordo com os cálculos, a melhor opção seria a III, pois
pagaria a quantia de R$ 54,00.
244. Alternativa A.
C = 9 (>7, então mantém) 3 (<7, então 3 – 1 =2 ) 7 (= 7, então 7 – 1 = 6)
4 (<7, então 4 -1 = 3) 1 (< 7, então 1 - 1 = 0) 8 (> 7, então mantém) e 2
(<7, então 2 -1 = 1).
Assim: 9 + 2 + 6 + 3 + 0 + 8 + 1 = 29 (Alternativa A).
245. a) Plano A = R$ 50,00 (fixo) + R$ 0,25 por minuto.
Matemática

Plano A = 30 min x R$ 0,25 = R$ 7,50 + R$ 50,00 (fixo) = R$ 57,50.


Plano B = R$ 40,00 (fixo) para até 50 min + R$ 1,50 (a partir de 50 min).
Plano B = R$ 40,00.
294
b) CA = 50 + 0,25X
CB = 40 + 1,50 (X – 50).
Então: CB > CA
40 + 1,50 (X – 50) > 50 + 0,25X
X > 68 min. (tem de falar mais que 68 min. para que o plano B seja pior
que o plano A).
246. a) Resposta:
10 20
70 50 = 0
X Y
10 20
10 x 50 + 70 x Y + 20 x X – 70 x 20 – 50 x X – 10 x Y = 0
500 + 70Y + 20X – 1400 – 50X – 10Y = 0
50 + 7Y + 2X – 140 – 5X – 1Y = 0
–90 + 6Y – 3X = 0 (simplificando por 3):
–30 + 2Y – X
Y = X + 30 a = 1/2 e b = 15
2
b) Resposta:
Onde a reta corta o eixo X, Y = 0
0 = X + 30 X = –30
2
Onde a reta corta o eixo Y, X = 0
Y = 0 + 30 A = 15 2
Assim, A(0, 15) e B(–30, 0).
c) 26,25 (no ponto – 30, não é nem positiva nem negativa).
247. a) Resposta:
C(t) = 2.700 + 300.t
V(t) = 450 (t)
L = Vt - Ct
L = 450.t – 2.700 – 300.t
L = 150.t – 2.700
b) Resposta:
Lucro: ≥ 0
150.t – 2.700 ≥ 0
t ≥ 18
248. Alternativa C.
Resolução: Considerando que √ x2 + 9 = y
Matemática

Substituindo:
y + 15/y = 8
y2 – 8y + 15 = 0
295
Assim, teremos duas raízes reais: 3 e 5
Igualando na equação:
√ x2 + 9 = 3 ou √ x2 + 9 = 5
x + 9 = 9
2
x2 + 9 = 25
x = 0 x2 = 16
x=±4
Concluindo, a soma das raízes dessa equação é: 0 +4 – 4 = 0
249. Alternativa D.
Resolução:
a . b = 0, nesse caso ou a = 0 ou b = 0.
2x2 + 4x – 30 = 0 ou 3x – 1 = 0 x = 1/3.
Aplicando a fórmula de soma de raízes:
S = –b / a = –4 / 2 = –2
Assim, somando tudo:
–2 + 1/3 = –5/3.
250. Resolução:
V=b/a
m–3–1→m=5
2
251. Alternativa A.
Resolução:
Aplicando a equação de 2º grau na forma fatorada:
y = a.(x – x’) . (x – x”)
y = a.(x – 0) . (x – 10)
-5 = a.(5 – 0) . (5 – 10)
-5 = -25a
a = 1/5.
Assim:
y = a.(x – x’) . (x – x”)
y = 1/5.(x – x’) . (x – 10)
y = x 2 – 2x
5
252. Resolução:
y = –a.(x+5).(x–5)
Sendo a = 1
Matemática

y = – (1+5).(1–5)
y = –6.( –4)
y = 24 m (altura máxima permitida).
296
253. Alternativa A.
Resolução:
1 2 8 14
y =- x + x+
5 5 5

Negativo significa que a parábola é com a boca para baixo, então a altura
máxima é no vértice da parábola. Assim:
Xv = –8/5
2.(–1/5)
Xv = 4 metros.
Para saber a altura máxima, calcular o ∆ = b2 – 4.a.c
y = 16/5 + 32/5 + 14/5
y = 6 metros.
Conclusão: quando a bola de basquete estiver a 4 m de onde foi lançada,
ela estará na altura de 6 m a partir do seu centro.
254. Alternativa B.
Resolução:
C(t) = –2t2 + 12t + 110
30 = –2t2 + 12t + 110
2t2 – 12t – 80 = 0
Simplificando:
t2 – 6t – 40 = 0
Dica:
O produto é 40 e a soma é – 6.
Utilizando regra dos coeficientes: A maior é positiva e a menor tem o
mesmo sinal de b.
Assim: x’ = –4 e x” = 10.
Então, após 10 min. o corpo atinge a concentração de 30mg.
255. Alternativa B.
Resolução:
y = ax2 + (1 – 4a)x
3 = a.62 + (1 – 4a).6
3 = 36a + 6 – 24a
3 = 12a + 6
a = –1/2.
Subsituindo:
y = (1 – 4a)x
y = (1 – 4.(-1/2)).x
y = -1/2.x2 + 3x
Matemática

Altura máxima no X do vértice:


Xv = –b = –3 =3
2a 2.(–1/2)
297
y = –1/2.(3) + 3.3
2

y = –1/2.9 + 9
y = 4,5 metros.
256. Alternativa C.
Resolução:
y = ax2 + bx + 4.
Substituindo os pontos (3,4):
4 = a.32 + b.3 + 4
4 = 9a + 3b + 4
9a + 3b = 0
Isolando 3b = - 9a
b = - 9a/3 b = - 3a
Sabendo que Xv = -b/2.a = 3a/2a = 3/2
257. Alternativa C.
Resolução:
x’ = –2
Tangencia em (-2,0)
x” = –2
y = a(x+2).(x+2)
Como passa pelo ponto (–1,3)
3 = a(1).(1)
a=3
y = a(x+2).(x+2)
y = 3.(x+2)2
y = 3x2 +12x + 12
258. Alternativa B.
Resolução:
- + + -

-42 -62/7 7/25 26/25


Com essa configuração, podemos concluir que sempre teremos duas raí-
zes reais (∆ > 0).
259. Alternativa D.
Resolução:
X Y
0 3
–1 2+√2
1 2+√2
Matemática

2 2+√5
–2 2+√5
298
Nesse caso, a imagem é refletiva como sendo um número > 3, então a
função é: {y Î IR : y ≥ 3}.
260. Alternativa A.
Resolução:

x>y
x.y = 800
12x + 8x + 8.2y = 1.040
x.y = 800
12x + 8x + 8.2y = 1.040 }
Resolvendo o sistema, o perímetro será igual a 114 metros.
261. Alternativa D.
Resolução:
S = Equação da parábola – Equação da Reta
S = (x2 / 2) – (3x – 5)
Xv = 3/1 = 3
Substituindo:
S = (32 / 2) – (3.3 – 5)
S = 1/2.
262. Alternativa E.
Resolução:
Y do vértice é a Imagem = 2
Assim:
–∆ / 4a = 2
–∆ = 8a
–∆ = 8.( –1)
∆=8
m2 – 2 = 8
m = ± √10
263. Alternativa D.
Resolução:
Reta e parábola cruzam no ponto 3.
Matemática

Antes do 0 = parábola maior que a reta.


Entre 0 e 3 = reta é maior que a parábola.
Depois do 3 = parábola maior que a reta.
299
264. Resolução:
x2 – 5x + 6 ≤ 0
+ +
2 - 3

x2 – 7x + 10
+ +
2 - 5

Na reta real: A interseção B = (Conjunto Vazio).


265. Resolução:
1º ano = 100 habitantes.
2º ano = 100 x 1,02 (2% de crescimento) = 102 habitantes.
Considerando a informação que: 1,0235 = 2, então, após 35 anos a popu-
lação irá dobrar.
Após 70 anos: 1,0270 = (1,0235)2. Como 1,0235 = 2, então: (2)2 = 4. Assim,
daqui a 70 anos a população irá quadruplicar.
Após 350 anos: 1,02350 = (1,0235)10 = (2)10 = 1024. Então, após 350 anos, a
população será multiplicada por 1.024.
Concluindo:
Hoje = 100 habitantes.
Daqui 35 anos = 200 habitantes.
Daqui 70 anos = 400 habitantes.
Daqui 350 anos = 102.400 habitantes.
266. Alternativa A.
Resolução:
(–3,12) = k.a-3= 12
(0,3/2) = k.a0 = 3/2 = k = 3/2
Substituindo:
k.a-3= 12
_3_ . _1_ = 12
2 a3
24a = 3
3

a3 = 3/24 = 1/8
a = 3 1/8
a = 1/2.
Assim, substituindo na equação f(x):
f(x) = 3/2 . (1/2)x
Matemática

f(2) = 3/2 . (1/2)2


f(2) = 3/2 . 1/4
f(2) = 3/8
300
267. a) t = 0, assim: 32000 x 0 = 0
b) P=16000
16000 = 32000 . 1 – 2–0,1.t
16/32 = 1 – 1 – 2–0,1.t
1/2 = 1 – 2–0,1.t
2–0,1.t = ½
2–0,1.t = 2-1
0,1.t = 1
t = 10 dias.
c) 32.000 . 1 – 2–0,1.t > 24.000
1 – 2–0,1.t > 24/32
1 – 2–0,1.t > ¾
1 – 2/3 > 2–0,1.t
2 – 2 > 2–0,1.t
–0,1.t < –2
t < 20 (a partir do 20º dia, a população será superior a 24.000).
d) P = 32.000 . 1 – 20,1.t
32.000 = 32.000 . 1 – 20,1.t
1 = 1 – 20,1.t
20,1.t = 0 (Essa função não se anula, então, nunca essa população chegará
a 32.000).
268. Alternativa C.
Resolução:
(x-15)2 = 102
(x-15)2 = 100
x2 – 30x + 225 – 100 = 0
x2 – 30x + 125 = 0
Achando a raízes: (5,25) = 30.
269. Resolução:
__1__ = 41/2
logx 4
__1__ = √4 = 2
logx 4
__1__ = 2
logx 4
__1__ = logx 4
2
Matemática

x =4
1/2

(√x)2 = (4)2
x = 16
301
270. Alternativa A.
Resolução:
Aplicando a definição:
loga2 = x → ax = 2
b = a2
logb2–3= y → by = 2-3 → by = (ay)-3 → (a2)y = (ax)-3 → a2y = a-3x
x = –2y/3.
271. Resolução:
x2 - 3x + 5 = 3
x2 - 3x + 2 = 0
Achando as raízes (1,2)
272. Resolução:
log4 2 + log2 ¼ + log0,8 5/4
log2 22 + log2 2-2 + log4/5 (4/5)-1
1/2 + (–2) + (–1) = –5/2.
273. a) Errado; b) Certo, número positivo elevado ao quadrado é positivo; c)
Errado; d) Errado; e) Errado.
274. Resolução:
log (x2 . b) = log (9b)
3 x4
Simplificando:
x2 = 9 → x6 = 27 → x = √27
6 = 33 → = √3
3 x 4

275. Alternativa E.
Resolução:
M = –2,5 log10 ([Link]) M = –2,5 log10 ([Link])
–1,6 = –2,5 log10 ([Link]) -0,9 = –2,5 log10 ([Link])
–1,6 / –2,5 = log10 ([Link]) -0,9 / –2,5 = log10 ([Link])
([Link]) = log10 16/25 ([Link]) = log10 -9/25
Assim: I S = 10 16/25 → 1016/25 – (-9/25) → 101
IB 10 -9/25

(Sirius é 10 vezes mais brilhante que Betelgeuse).


276. Alternativa C.
Resolução:
Supondo que a intensidade:
em I0 = 0
2 E
0 = I  log10  
Matemática

3  E0 
0 = log10 (E / E0) = 0
E / E0 = 1 ou E = E0
302
Assim, igualando a 1:
2 E
10 == I  log10  
3  E0 
log10 (E / E0) = 3/2
E / E0 = 103/2 ou E = 103/2. E0
277. Resolução:
a + b = a.b (pois log a.b = log a + log b)
Calculando o MMC:
a + b = porém, sabe-se que a + b = a.b, então temos: a.b / a.b = 1
a.b
278. Resolução:
Considerando P0 = 1.000.
Pi = 1.000 x 1,2n = 400.000.
1,2n = 400.
Aplicando a opção de Logaritmar:
log 1,2n = log 400
nlog1,2 = log 400
n = log 400
log 1,2
n = log4 + log 100
log 12 – log 10
como log 4 = 2log2
e log2 = 0,30 e log2 10 = 2 e log12 = 22.3 e log3 = 0,47, então, substituindo:
n= 2.0,30 – 2 = 31,5 dias.
2.0,30+0,47 - 1
Mudança de Base:
logb a = log c / log c
log2 3 = log10 3 / log10 2
log7 2 = log3 2 / log3 7
279. Resolução:
Mudança de todas as bases para base = 10.
log 3 x 2log5 x 2log7
log 5 log7 2log3
Simplificando: Resposta = 2
280. Alternativa A.
Resolução:
Matemática

Fatorando os valores:  
-  log8 = log23 = 3log2 = 0,903, então log2 = 0,903 / 3 = 0,301
- log70 = 1og (7 . 10) = log7 + log10 10
303
Então:
log7 + 1 = 1,845
log7 = 0,845
- log14= log (2 . 7) = log2 + log7
Somando log2 + log7 = 0,301 + 0,845 = 1,146
281. Alternativa E.
Resolução:
log10(122,5) = log 1225 / 10
log1225 – log10 (=1)
Fatorando 1225 = 2log5 + 2log7
log5 = a e log7 = b, então:
2a + 2b – 1
282. Resolução:
t =_–1_ loge (3v – 15)
30 v+5
0 = _–1_ loge (3v – 15)
30 v+5
e0 = (3v – 15)
v+5
1 = (3v – 15)
v+5
3v – 15 = v + 5
v = 10 m/s.
283. Alternativa C.
Resolução:
Utilizando ln:
Ln(23x) = ln(32x+1)
3x.(ln2) = 2x + 1.(ln3)
3x ln2 = 2x ln3 + ln3
3x ln2 – 2x ln3 = ln3
x = ____ln3____
3ln2 – 2ln3
284. Resolução:
Como 1 = log10 10
log(x+5).(x-6) = log 10 (x–4)
x2 – x – 30 = 10x – 40
Matemática

x2 – 11x + 10 = 0
Calculando as raízes: (1,10)
Solução = (1,10)
304
285. Resolução:
22x = 12 – 2x
22x + 2x – 12 = 0
Considerando 2x = y
y2 + y – 12 = 0
Calculando as raízes de y: (3,–4), assim:
2x = 3
log 2x = log 3
x = log 3 / log 2
x = log2 3
286. Resolução:
Considerando que log x = y
y2 – 2y = 0
Calculando as raízes: (0,2)
Se y = 0 → log0 x =1
Se y = 2 → log2 x =100
Assim, a soma das raízes será 101.
287. Alternativa D.
Resolução:
log10 x2 = log 10 (x + 11/10)
x2 – 10x – 11 = 0
Calculando as raízes: (–1,11)
Como o valor de x não pode ser negativo, a solução desse problema é
S = {11}.
288. Alternativa E.
Resolução:
Considerando log2x = y (2y = x)
4xy = x3
4.(2y)y = (2y)3
22 y2 = 23y
2y (2+2) = 23y
y2 – 3y + 2 = 0
Calculando os valores de y: (1,2)
log2 x = 1 log2 x = 2
x = 2 x=4
Então, a soma de 2 e 4 = 6.
289. Resolução:
Matemática

Substituindo 2 na equação:
Log2 (a2+b) = 2
2a + b = 4
305
Substituindo 3 na equação:
Log3 (a3+b) = 2
3a + b = 9
Resolvendo o sistema: a = 5, assim:
3a + b = 9
3.(5) + b = 9
15 + b = 9
b = –6
Assim, o valor de a = 5 e b = –6.
290. Alternativa B.
Resolução:
f(x) = log2 __1__
ax + b
Analisando o gráfico, temos:
f(0) = 0
f(5) = - 4
Substituindo:
log2 __1__ = 0 → 20 = 1 / b, então b = 1
0+b
log2 __1__ = -4 → 2-4 = 1 / 5a+1, então a = 3
5a + 1
Assim:
f(1) = log2 1 / 3.1 + 1
f(1) = log2 ¼
f(1) = - 2.
291. Resolução:
Área do trapézio:
A = (B + b) . h
2
Então, interpretando o gráfico, temos:
A = AB + CD . AD
2
AD = 12 = 8/3 = 28/3
AB = f(a)
CD = f(b)
Assim, Substituindo na equação: y = logx 2:
AB = log2 8/3
CD = log2 12
Matemática

S = (log2 8/3 + log2 12).28/3


2
306
S = (log2 8/3 . 12) . 28/3
2
S = log2 32 . 14/3
S = 5 . 14/3
S = 70/3.
292.
2

3 5

293. Alternativa C.
Resolução:
Imaginando que:
D_FG_ _J / H_JL_ _O / M_OP_ _ S
Dica: A letra J repete (na primeira sequência = última letra) e na segunda
sequência = segunda letra. Então a letra S deverá ser a segunda letra da
próxima sequência a ser escolhida.
Assim, deve-se escolher uma sequência onde: pula 1 letra, não pula ne-
nhuma e pulam 2 letras. Então, a próxima sequência pode ser definida
como: QSTX.
294. Resolução:
Primeira conclusão:
– não há sequência consecutiva.
– aplicar método de pular os números da sequência:
+3 +3 +3

2 5 8 4 8 12 6 11 16 8 14 20

+2 +2 +2

+4 +4 +4

Assim, a soma do 10º (8) e do 12º (20) = 28.


295. Alternativa E, interpretação analítica.
Matemática
307
296. Resolução:
Montando uma tabela com as probabilidades possíveis de troco:
5 centavos 10 centavos 25 centavos Total de Moedas

0 0 4 4

1 2 3 6

3 1 3 7

5 0 3 8

0 5 2 7

2 4 2 8

4 3 2 9

6 2 2 10

8 1 2 11

10 0 2 12

1 7 1 9

3 6 1 10

5 5 1 11

7 4 1 12

9 3 1 13

11 2 1 13

13 1 1 15

0 10 0 10

2 9 0 11

4 8 0 12

6 7 0 13

8 6 0 14

10 5 0 15

12 4 0 16

Assim, conclui-se que o troco de 1 real poderá ser dado de três modos
diferentes.
Matemática

297. Alternativa C. Pois todas as demais podem ser consideradas como sendo
um polígono.
308
298. Alternativa E.
Resolução:
Na primeira linha pode-se considerar:
A pula B, C pula D, E pula F, G pula H, I pula K, L pula M, N.
Na segunda linha pode-se considerar (de trás para frente):
L pula M, N pula O, P pula Q, R pula S, T pula U, V pula X, Z.
Resposta:
G

299. Alternativa D.
A única que não diminuiu os valores em relação aos valores das extremi-
dades foi a sequência (6,7,7,6).
300. Alternativa B. Questão de lógica.
301. Alternativa A.
Resolução:
2 para 6 = 4
6 para 12 = 6
12 para 20 = 8
20 para 30 = 10
30 para 42 = 12
O número faltante no círculo é 42.
302. Alternativa C.
303. Alternativa E, letra O.
Resposta:
1ª linha: A.
3ª linha: B C D.
5ª linha: E F G H I.
2ª linha: J.
4ª linha: MNOP.
304. Alternativa E.
Resolução:
(1+2+3+4.....+20)2
Relembrando dica:
= n.(n+1)
2
Matemática

=20.(21)2 = 44100
2
= N > 40.000.
309
305. Alternativa D.
Observando a sequência, a mesma está decrescendo. Porém, todas man-
tém uma sequência lógica.

ZUVX TQRS HEFG DABC

Assim, podemos concluir que a próxima sequência é: DABC.


306. Alternativa A.
Resolução:
Há uma sequência lógica de resultados (o número de repetição dos alga-
rismos está aumentando).
= 33.333.335 x 33.333.335
= 1111111222222225
= 1111111 (7x) 22222222 (8x) 5 = 7 + 16 + 5 = 28 algarismos.
307. Alternativa E, amor.
Resolução:
Acatei = teia (3 últimas letras e a primeira letra).
Assumir = iras (duas últimas letras e as duas primeiras letras).
Moradia = amor (última letra e três primeiras letras).
308. Alternativa A.
a) Errado, H / M = 80 / 120 = 66,67%; b) Correto, M / M = 60 / 80 = 75%;
c) Correto, H / E = 40 / 60 = 2 / 3.
309. Alternativa C, a partir do 2º semestre, o consumo aumentou em relação
ao anterior.
310. Alternativa 1.
311. a) Errado, meninas = 4 e meninos = 7; b) Errado, total de alunos = 20; c) Er-
rado, pois a média de idade das meninas é: (1x14+2x15+1x16+3x17+3x18)
= 165 / 10 = 16,5; d) Correto, pois no total existem 10 meninos e 10 me-
ninas.
312. Alternativa E.
I – Certo.
Até Julho de 1999: 8,8%.
A partir de Agosto de 1999: 10,48%.
II – Certo.
Até Julho de 1999: 8,8%.
A partir de Agosto de 1999: 10,48%.
Matemática

III – Certo.
Até Julho de 1999: Transporte (16,87%) + Alimentação (27,72%) + Co-
municação (1,08%) + Educação (3,86%) = 49,53%.
310
A partir de Agosto de 1999: Transporte: (10,10%) + Alimentação (24,15%)
+ Comunicação (2,10%) + Educação (4,84%) = 41,19%.
IV – Certo.
Até Julho de 1999: 1,08%.
A partir de Agosto de 1999: 2,10%.
313. Resolução:
Soma de 25 observações = média de 20.
1ª forma de resolver: 25 x 20 = 500 – 30 = 470 + 10 (deveria somar) = 480
(novo somatório) / 25 (observações) = 19,2.
2ª forma de resolver: 25 observações que teve como média = 20.10 para
3 significa que são 20 a mais, então a proporção: 20 / 25 = 0,8 (a mais).
Nesse caso, 20 – 0,8 = 19,2.
314. Colocando o conjunto em ordem crescente: 2,4,5,6,8,9,10. Assim a me-
diana será = 6.
315. No total, são 14 elementos: 14 / 2 = 7, assim, calcula-se a média do 7º e 8º
termos.
= 12 + 14 = 26 / 2 = 13 (mediana).
316. Resolução:
= 2+2+5+6+7+9+9+9+10+10+11+12+14+15+17+18 = 9,75
16
Mediana = Termo central: 9 e 10, então 9 + 10 = 19 / 2 = 8,5.
Moda = Termo que mais ocorreu = 9.
317. Termos que mais aparecem = 2 (3x) e 9 (3x), então é uma distribuição
bimodal.
318. Termos que mais aparecem = 5 (2x) e 9 (2x), então é uma distribuição
bimodal.
319. Média = 11,57 / Mediana = 10 + 12 = 22 / 2 = 11 / Moda = 14.
320. Resolução:
= (10x2)+(20x2,5)+(40x3,0)+(20x2,0)+(10x1,0) = 2,40% (reajuste médio).
10+20+40+20+10
321. Resolução:
Antes: 6 x 21 = 126
Depois: 6 + Professor = X = 25 → 6 x 25 = 175
Assim, a diferença 175 – 126 = 49 (idade do professor).
Conceito de Média Harmônica:
Se quer dados isolados, será n dividido pelo somatório do inverso dos valores:
Matemática

n
Mh =
1 1
+ + ...
n1 n2
311
Portanto, a média harmônica de 3,4,6 e 10 é:
4 = 4,71
1/3+1/4+1/6+1/10
322. Resolução:
_2_ + _2_ = 3 horas.
1/10 1/15
323. Nesse caso, não é possível aplicar a média aritmética.
Aplica-se a média harmônica.
2 (ida e volta) = 88,89km/h
1/80 + 1/100.
324. Alternativa D.
Resolução: 2,7+1,4+5,2+X = 3,6
4
Isolando, X = 5,1.
325. Alternativa A.
Resolução: 30 x 6,4 + 50 x 5,20 = 5,65
80
326. Alternativa C.
Resolução:
A+B+C+D+E = 16
5
A+B+C+D+E = 80
Se A+B+C+D+E for a menor soma possível = serão os primeiros inteiros
positivos:
1 + 2 + 3 + 4 = 10
Assim, 10 + E = 80
Então, E tem de ser no máximo = 70.
327. Alternativa D.
Resolução: (30x2)+(10x2)+(60x2)+(80x2)+(40x2) = 4,4
100
328. Alternativa A.
Resolução: Aumentar em 0,1 a 20 termos significa o mesmo que somar
20 vezes 0,1.
Somando 2 pontos para aumentar em 7,5, a média anterior era 5,5.
329. X = 4.
330. Letra C.
Matemática

331. Letra A.
332. Letra B.
312
333. Letra D.
334. Letra D.
335. Letra B.
336. 39,81 metros.
337. Letra B.
338. Letra D.
339. Certo.
340. Errado.
341. Errado.
342. Certo.
343. Letra E.
344. Errado.
345. Letra C.
Matemática

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