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Eclipses: História e Tipos

Este documento discute eclipses, definindo-os como o escurecimento parcial ou total de um corpo celeste devido à interposição de outro corpo celeste. Ele descreve os tipos principais de eclipses (solar e lunar), explica como cada um ocorre e como pode ser visto, e discute brevemente o simbolismo e efeitos dos eclipses.

Enviado por

Jacinto Faustino
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Eclipses: História e Tipos

Este documento discute eclipses, definindo-os como o escurecimento parcial ou total de um corpo celeste devido à interposição de outro corpo celeste. Ele descreve os tipos principais de eclipses (solar e lunar), explica como cada um ocorre e como pode ser visto, e discute brevemente o simbolismo e efeitos dos eclipses.

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Nazário Alberto No84

10ª Classe, Turma “D”, 3º Trimestre

ECLIPSES

ESCOLA SECUNDÁRIA DA BARRAGEM

Nampula, 22/07/2016

1
Nazário Alberto No84

10ª Classe, Turma “D”, 3º Trimestre

ECLIPSES

Trabalho em individual de carácter avaliativo da


disciplina de Geografia a ser apresentado na sala de
aulas para obtenção de notas de ACS, orientado por:

Professor de Geografia:

dra. Joaquina

ESCOLA SECUNDÁRIA DA BARRAGEM

Nampula, 29/09/2016
2
Índice
Introdução..........................................................................................................................3

1. Eclipses: um pouco da história......................................................................................4

1.1. Definição de Eclipse...................................................................................................5

1.2. Tipos de Eclipses........................................................................................................5

1.3. O simbolismo de um eclipse.......................................................................................6

1.4. Efeitos do eclipse........................................................................................................6

1.5. Protecção....................................................................................................................7

Conclusão..........................................................................................................................8

Bibliografia........................................................................................................................9

3
Introdução
O eclipse é um fenómeno que verificamos ainda neste ano 2016. O presente trabalho é da
disciplina de Geografia e pretende desenvolver o tema: Eclipses. Para tal fim, aplicamos a
seguinte estratégia:
i. Primeiro apresentamos o conceito – é aqui onde explicamos o termo.
ii. A fase seguinte, trata de tipos de eclipses e as precauções.
Com este trabalho vamos desmistificar e esclarecer melhor algumas interpretações do
quotidiano, relativas a este fenómeno. Para a elaboração deste trabalho consultamos livros e,
todos os livros usados na sua elaboração estão mencionados na última página deste trabalho.
Em termos organizacionais, o trabalho está estruturado em esta introdução, daí o
desenvolvimento e a conclusão.

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1. Eclipses: um pouco da história
Há milénios os eclipses são considerados mensageiros de mudanças, crises e calamidades.
Eram temidos e rituais eram realizados para exorcizar seus “efeitos” maléficos. Os caldeus
descobriram um método de cálculo de eclipses futuros que funciona muito bem até hoje.
Dividiam os eclipses por séries, denominadas Séries Saros, sendo que cada uma detinha um
simbolismo especial e um certo tempo de duração.

As culturas antigas sustentaram diferentes crenças sobre as causas do eclipse solar e lunar.
Para muitos, eles eram ocorrências celestiais assustadoras que traziam maus presságios. Na
China antiga, acreditava-se que um dragão devorava o sol durante o eclipse solar. Crenças
similares de monstros engolindo o sol existem entre povos da África, Ásia, Europa e na
América nativa. Na tentativa de afugentar o monstro, os povos antigos reuniam-se gritando ou
batendo em instrumentos para criar ruídos altos. Entre os antigos povos gregos, chineses,
maias e árabes, lendas ligavam o eclipse lunar a terremotos, pragas e outras catástrofes.

Assim, por milhares de anos, os eclipses solar e lunar têm fascinado os humanos. Diferentes
culturas ao redor do mundo procuram entender os eventos celestiais através da criação de
histórias e rituais. Actualmente, os cientistas têm uma grande compreensão dos factores
astronómicos que causam os eclipses. Eles ocorrem por causa da mudança de posições da
Terra, sol e lua em relação uns aos outros.

Hoje em dia, os astrólogos observam principalmente se um eclipse irá activar esta ou aquela
área da carta astrológica de um país ou chefe de governo, para avaliar possíveis eventos
críticos naquele período. Do ponto de vista individual, os eclipses anunciam mudanças e
crises nos sectores em que existem soluções precárias. Assim, nas vésperas de um eclipse,
cerca de uma semana antes, ocorrem eventos que um astrólogo experiente sabe distinguir se
têm ou não relação simbólica com os fatos vividos pela pessoa.

Existem eclipses mais ou menos “importantes”, tanto do ponto de vista simbólico


(astrológico) quanto astronómico. O eclipse solar de Agosto de 1999, por exemplo, foi
considerado muito importante, em ambos os aspectos. Os eclipses do ano de 2000 já são de
menor impacto físico e simbólico.

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1.1. Definição de Eclipse
Os eclipses podem ser parciais, totais ou anulares, dependendo do grau de obscurecimento do
astro em questão. Em 1999, o eclipse solar visto pelos europeus foi total, já que o Sol ficou
coberto por 3 horas em ampla faixa visível na Europa. Na observação de um eclipse, também
é importante verificar se ele acontecerá próximo do nodo sul ou norte do ponto matemático
denominado Cabeça e Cauda do Dragão.

Eclipse é o escurecimento parcial ou total de um corpo celeste, provocado pela interposição


de um outro corpo celeste. Os eclipses mais comuns e conhecidos são o do Sol e o do Lua.

Um eclipse é um fenómeno celeste que caracteriza o ocultamento do Sol ou da Lua. Podem


existir eclipses lunares e solares. Normalmente acontece, em média, 5 ou 6 eclipses por ano.

Os Eclipses ocorrem quando há o escurecimento total ou parcial de um corpo celeste,


provocado pela interposição de outro. Os mais conhecidos são o do Sol e o da Lua e, cada um
deles, pode ser vistos de três formas distintas. Muitos povos, antigamente, acreditavam que os
eclipses eram sinais de mau agouro, simbolizando uma catástrofe natural ou alguma coisa
ruim que estaria por vir.

1.2. Tipos de Eclipses


Existem dois tipos de eclipses, a saber: eclipse Solar e eclipse da Lunar.
 O eclipse solar
Quando a Lua posiciona-se entre a Terra e o Sol, faz com que sua sombra de
aproximadamente 170 quilómetros incida sobre nosso planeta, possibilitando que os países
desta faixa de sombra visualizem o fenómeno. O eclipse total ocorre quando, dentro desta
faixa, o Sol fica completamente encoberto pela Lua, sendo possível ver apenas uma sombra.
O eclipse solar parcial é caracterizado por uma cobertura parcial do Sol pela Lua. O anular
acontece quando a Lua está distante da Terra, e a sombra não consegue cobrir o Sol
totalmente. Parte do disco solar, a fotosfera, continua visível, formando um anel bem
delineado ao redor da parte escura. Este tipo é o menos comum entre os três.
 O eclipse lunar
O eclipse lunar ocorre quando a Lua desaparece momentaneamente, ocasionado pelo
posicionamento da Terra entre o Sol e a Lua. O fenómeno ocorre em Lua cheia, mas apenas
quando os três astros encontram-se perfeitamente enfileirados. Este alinhamento é possível

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apenas duas ou três vezes ao ano. Assim como o eclipse solar, o lunar também acontece de
três diferentes formas: o total, o parcial e o penubral. O total, como o nome sugere, é quando a
Lua fica completamente oculta, não recebendo nenhuma luz do Sol. O penubral acontece
sempre que a Lua passa pela região de escuridão parcial projectada pela sombra de nosso
planeta. O brilho do satélite, nesta situação, permanece igual, sendo muito difícil a
visualização do fenómeno, que só é percebido com a utilização de aparelhos especiais,
chamados fotómetros. O eclipse parcial lunar acontece quando apenas uma parte do satélite
desaparece. É o que acontece com menor intensidade.

1.3. O simbolismo de um eclipse


Os eclipses lunares sugerem alterações necessárias na área de condicionamentos, hábitos e se
relacionam com a dimensão familiar e emocional. Os eclipses solares sugerem eventos
transformadores para quem detém o comando e o poder de uma empresa ou governo,
identificando acções que devem ser realizadas para iniciar novos ciclos de actividade. Os
eclipses lunares se reportam a assuntos do passado, enquanto os solares aos temas do futuro.
Os primeiros dizem respeito mais às mulheres e ao povo, enquanto os solares têm mais
relação com os homens e com o poder constituído.

O simbolismo de um eclipse depende do lugar em que ocorrer na carta (as casas angulares são
sempre mais importantes), além da conjunção com estrelas consideradas fortes e a
proximidade com outros planetas. O tempo de duração desse simbolismo varia de um eclipse
para outro e de um tipo para outro. Assim, um eclipse solar em signos fixos, como Leão ou
Aquário, tende a durar mais tempo, em termos de suas “consequências simbólicas”, do que
em signos cardinais, como Libra ou Câncer. Um eclipse lunar tem uma validade simbólica de
tempo em meses igual aos minutos em que durar. Nos eclipses solares, a correspondência é
entre horas e anos.

1.4. Efeitos do eclipse


No passado, muitas pessoas visualizavam esse fenómeno sem nenhum tipo de protecção para
seus olhos, atitude errada, uma vez que isso pode trazer consequências sérias para a visão,
causando lesões na retina de maneira irreversível. Quando se pretende observar tal fenómeno,
é preciso tomar algumas precauções, utilizando objectos para proteger os olhos, como folhas
de papel, telescópios, vidros fumê, entre outros.

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Olhar para o sol durante um eclipse pode levar a uma condição conhecida como “cegueira por
eclipse”.
Quando os olhos desprotegidos olham para o sol por um período prolongado de tempo, a
intensa luz visível pode danificar ou mesmo destruir células bastonetes e cone, sensíveis à luz,
dentro da retina.
Os oftalmologistas afirmam que olhar directamente para o sol vai “acabar” com a alta
resolução das imagens, e um pouco da visão das cores. Cerca de 10 minutos olhando para o
sol pode causar algum grau de cegueira permanente. Da mesma forma que as células do
cérebro, cones e bastonetes não regeneram; o tanto com que uma pessoa nasce é o tanto que
ela tem para o resto de sua vida.

1.5. Protecção
Como vínhamos dizendo anteriormente, olhar directamente para o Sol durante o fenómeno
pode ser perigoso, causando queima da retina ou outros problemas oculares. É necessário
fazer uso de óculos especialmente projectados para a visualização do eclipse. Ao contrário do
que muitos dizem, óculos de Sol comum, papel celofane, filme fotográfico ou qualquer outro
objecto, não devem ser utilizados em dias de eclipse solar para observar o fenómeno.

Para assistir a um eclipse com segurança: em primeiro lugar, absolutamente não use drogas
alucinógenas. Depois, óculos de sol não são eficientes. É melhor comprar óculos que
ofereçam protecção adequada em lojas de suprimentos de solda, alguns fabricados
especialmente para a observação solar. Ou então, fabrique você mesmo uma câmera pinhole
usando uma caixa de sapatos.

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Conclusão
A leitura e interpretação do trabalho em cabo leva a concluir que um eclipse é o
escurecimento parcial ou total de um corpo celeste, provocado pela interposição de um outro
corpo celeste. Os eclipses mais comuns e conhecidos são o do Sol e o do Lua. Um eclipse
acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro. Assim, quando a Lua entra na
sombra da Terra, acontece um Eclipse Lunar. Quando a Terra é atingida pela sombra da Lua,
acontece um Eclipse Solar. Olhar directamente para o Sol durante um eclipse pode causar
queima da retina ou outros problemas oculares sérios. Para visualizar este fenómeno é
necessário a utilização de óculos projectados especificamente para este caso.

Para terminar, agradecemos ao professor desta disciplina por orientar este trabalho, pois
permitiu uma aquisição sabia de conceitos que na comunidade são tratados como um mistério,
havendo medo por parte de uma maioria das pessoas.

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Bibliografia
1. HARRINGTON, Philip S. Eclipse: Solar e Lunar. Brasil. 1997.
2. MOURÃO, Ronaldo Rogério de Freitas. Eclipses: Astronomia, Ciências Exactas.
Unisinos. 2004.
3. PETRIN, Natália. Geografia: como correm os eclipses? Brasil. 2014
4. [Link]

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