ANTIDEPRESSIVOS
ANTIDEPRESSIVOS
ANTIDEPRESSIVOS
A depressão e os transtornos de ansiedade são as
doenças mentais mais comuns, acometendo mais de 10-
15% da população em algum período de suas vidas. Tanto
a ansiedade quanto os transtornos depressivos são
tratáveis com terapia medicamentosa que tem sido
desenvolvida desde a década de 1950. Os fármacos
antidepressivos têm um efeito comprovado de elevação do
humor depressivo, porém sem interferir significativamente
com o humor normal, o que os distingue dos
psicoestimulantes, como a anfetamina. Com a descoberta
de fármacos mais seletivos e seguros, o uso de
antidepressivos e ansiolíticos mudou do domínio da
psiquiatria para outras especialidades clínicas, como o
atendimento primário.
A maioria dos fármacos antidepressivos úteis
clinicamente potencializa, direta ou indiretamente, as Medicamentos que aumentam o aporte de dopamina,
normalmente, não são utilizados, uma vez que a ativação
ações da norepinefrina e/ou da serotonina (5-HT) no excessiva de sua via de recompensa pode gerar problemas,
cérebro. Isso, juntamente com outras evidências, levou à como ocorre, por exemplo, nas drogas de abuso. Sendo assim,
teoria das aminas biogênicas, que propõe que a depressão para contornar essa situação, os fármacos atuais têm
mecanismo de ação que funciona por aumentar o aporte de
se deve às deficiências das monoaminas, como neurotransmissores na sinapse, por meio de ação no
norepinefrina e serotonina, em certos locais-chave do transportador (principal) ou pelo bloqueio de enzimas, por
cérebro. Já a mania seria causada por produção excessiva exemplo a MAO.
desses neurotransmissores. Contudo, trata-se de uma teoria muito simplista, que não explica por que os efeitos
farmacológicos de qualquer antidepressivo e antimania na neurotransmissão ocorrem imediatamente, ao passo que
a evolução temporal para a resposta terapêutica precisa de várias semanas. Isso sugere que a diminuição da
captação dos neurotransmissores é apenas o efeito inicial do fármaco, que pode não ser diretamente responsável
pelos efeitos antidepressivos.
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Regulação pré-sináptica da neurotransmissão de norepinefrina.
A norepinefrina presente na vesícula sináptica provém de
duas fontes. Em primeiro lugar, a dopamina sintetizada da tirosina
é transportada para a vesícula pelo transportador vesicular de
monoaminas (TVMA). No interior da vesícula, a dopamina é
convertida em norepinefrina pela dopamina β-hidroxilase. Em
segundo lugar, a NE reciclada é transportada do citoplasma para o
interior da vesícula, também pelo TVMA.
A neurotransmissão é iniciada por um potencial de ação
no neurônio pré-sináptico, o que acaba levando à fusão das
vesículas sinápticas com a membrana plasmática por meio de um
processo dependente de Ca2+. A NE é removida da fenda sináptica
por um transportador seletivo de norepinefrina (TNE), bem como
por transportadores não seletivos da recaptação (não ilustrados).
A NE pode estimular os autorreceptores α2-adrenérgicos, propor-
cionando retroalimentação inibitória. A NE citoplasmática que não
é sequestrada em vesículas sinápticas pelo TVMA sofre degra-
dação a DOPGAL pela MAO na membrana mitocondrial externa.
Medicamentos que aumentam o aporte de dopamina, em
geral, não são utilizados, uma vez que a ativação excessiva de sua
via de recompensa pode gerar problemas, como ocorre, por
exemplo, nas drogas de abuso. Sendo assim, para contornar essa
situação, os fármacos atuais têm mecanismo de ação que funciona
por aumentar o aporte de neurotransmissores na sinapse, por
meio de ação no transportador (principal) ou pelo bloqueio de
enzimas, por exemplo a MAO.
VIAS SEROTONINÉRGICAS
Os corpos dos neurônios serotoninérgicos localizam-se na área do tronco cerebral denominada ‘núcleo da
rafe’, o qual é o principal núcleo serotoninérgico e emitem projeções ascendentes e descendentes serotoninérgicas.
Na depressão, o ideal seria aumentar a serotonina no córtex pré-frontal e no sistema límbico; no entanto, ao fazer
isso, outras estruturas que envolvem a ação da serotonina seriam desreguladas.
• Projeções serotoninérgicas da rafe ao córtex pré-
frontal → regulação do humor
• Projeções serotoninérgicas da rafe aos gânglios da
base → ajudam a controlar os movimentos, bem
como obsessões e compulsões.
• Projeções serotoninérgicas da rafe às áreas
límbicas → envolvimento na ansiedade
• Projeções serotoninérgicas da rafe ao hipotálamo
→ regulação apetite e comportamento alimentar
• Projeções serotoninérgicas da rafe nos centros do
sono do tronco cerebral → regulam o sono. O
excesso de serotonina nessa via leva o indivíduo a
ter insônia.
Os alvos dos medicamentos mais antigos é a pré-sinapse, por meio do bloqueio de transportadores de serotonina e
noradrenalina, o que aumenta a oferta de neurotransmissor na fenda sináptica. Outra maneira, mas que também resulta no
aumento do aporte de neurotransmissor, é a ação do fármaco em aminas de degradação, como a MAO. Os medicamento mais
novos, no entanto, atuam a nível pós sináptico.
Normalmente, pacientes com depressão precisam de um aporte maior na parte comportamental e emocional (sistema
límbico e córtex pré-frontal). Ao administrar um medicamento não seletivo, há um aumento de serotonina (p. ex.) em outras
vias, o que desencadeia efeitos adversos condicionados ao próprio alvo farmacológico ou em alvos periféricos.
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DEPRESSÃO
A depressão é uma doença que afeta:
• O bem estar físico provocando cansaço, alterações no sono e mudanças de apetite.
• O bem estar mental provocando alterações de ânimo, no pensamento e no comportamento.
Os principais “gatilhos” da depressão são: Já as principais doenças relacionadas com são depressão são:
→ Morte de um cônjuge → Alcoolismo
→ Divórcio → Alterações na neurotransmissão cerebral
→ Separação conjugal → Doença de Parkinson
→ Aprisionamento → Doença de Addison
→ Morte de um amigo muito chegado → Síndrome de Cushing
→ Lesões ou doenças → Problemas cardíacos
→ Casamento → Esclerose Múltipla
→ Perda do emprego → Diabetes
→ Aposentadoria → Hipotireoidismo
→ Hipopituitarismo
DEPRESSÃO
→ A Teoria da Monoamina da Depressão foi proposta em 1965 (Schildkraut): transmissão ↓ de NA e 5HT no SNC.
→ Agentes antidepressivos conhecidos (ADTs e IMAO) facilitam a transmissão monoaminérgica.
→ Drogas como a reserpina causam depressão.
o A reserpina é um agente farmacológico que diminui a atividade noradrenérgica. Foi percebido que
pacientes, que utilizavam esse medicamento para controlar a pressão arterial, acabaram por desenvolver
depressão.
Paralelamente, acredita-se também que provavelmente quem tem depressão pode então ter uma alteração na
atividade noradrenérgica.
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AGENTES ANTIDEPRESSIVOS
→ Antidepressivos Tricíclicos (ADT)
→ Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO)
→ Inibidores da captação da 5-HT
→ Antidepressivos “Atípicos”
As sinapses noradrenérgicas alvo desses medicamentos seria as do lócus ceruleus ao córtex para aumentar a
noradrenalina enquanto na serotonina a ação seria aumentar a oferta desse neurotransmissor no sistema límbico
e no córtex.
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PRINCIPAL MECANISMO DE AÇÃO – ADTs:
Inibição da proteína de recaptura da NA e 5-HT, resultando em um aumento da concentração desses
neurotransmissores na fenda sináptica.
DEPRESSÃO MELHORA
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Todos os antidepressivos tricíclicos aumenta o aporte de neurotransmissor na fenda. Sendo assim, na hora da
escolha de qual medicamento será utilizado, deve-se atentar aos efeitos colaterais que este produz, uma vez que
eles estão intimamente relacionados com a qualidade de vida do paciente e com sua adesão ao tratamento.
Embora o mecanismo de ação exato não tenha sido totalmente elucidado, sabe-se que os ADTs promovem
agudamente aumento na eficiência da transmissão monoaminérgica, envolvendo os sistemas noradrenérgico e
serotoninérgico através do aumento na concentração sináptica de norepinefrina e serotonina por bloqueio de
recaptura. Cronicamente os ADTs dessensibilizam receptores β1 adrenérgicos, serotonérgicos 5-HT2 e,
provavelmente, 5-HT1A no sistema nervoso central. Sistemas mensageiros secundários estão envolvidos nessas
mudanças.
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MECANISMO DE AÇÃO DOS IMAO:
→ MAO A: enzima de degradação da NA e 5-HT. Local de
atuação dos antidepressivos.
→ MAO B: enzima de degradação da NA e DA. Local de atuação
dos antiparkinsonianos.
→ IMAO: inativam a enzima MAO (reversível ou
irreversivelmente). Aumentam a concentração da NA e 5-HT
no terminal sináptico e seu extravasamento para a fenda
sináptica.
O mecanismo de ação dos IMAOs foi pouco estudado e ainda não está
totalmente esclarecido. Sabe-se que a atividade da enzima
monoaminoxidase (MAO) está inibida. Os subtipos da MAO, A e B, estão
envolvidos no metabolismo de serotonina, noradrenalina e dopamina. A
redução na atividade da MAO resulta em aumento na concentração desses
neurotransmissores nos locais de armazenamento no sistema nervoso
central (SNC) e no sistema nervoso simpático. O incremento na
disponibilidade de um ou mais neurotransmissores tem sido relacionado à
ação antidepressiva dos IMAOs.
Os inibidores de MAO-A são os mais utilizados em casos em que se há necessidade de aumentar o aporte de
noradrenalina e de serotonina. Já em casos em que se deseja aumentar o aporte de dopamina, como ocorre na
Doença de Parkinson, os fármacos inibidores de MAOB são os mais recomendados. Os IMAO-B podem, também,
ser utilizados para o tratamento de transtornos depressivos; no entanto, não são os medicamentos de escolha.
A importância de ter o conhecimento sobre a reversibilidade ou irreversibilidade dos IMAO se deve a situações
onde haverá a troca de medicamentos. No uso de uma IMAO irreversível (IMAO-A) há a perda da enzima. Sendo
assim, ao retirar abruptamente esse fármaco e substituí-lo por outro de mesmo efeito, o paciente apresentará um
aporte exacerbado de noradrenalina e de serotonina, que resultará na apresentação de sintomas de hiperatividade
(como hipertensão, insônia e distúrbios cardíacos). Sendo assim, a retirada de medicamentos com mecanismos
irreversíveis deve ocorrer de maneira lenta e gradual.
No caso de o fármaco inicial ser a moclobemida (inibidor reversível de MAO-A), é possível parar de tomar
abruptamente, uma vez que não houve perda da enzima e, portanto, pode-se iniciar o tratamento com outro
medicamento.
INIBIDORES DA MAO:
→ Os IMAO inibem uma ou ambas as formas de MAO no cérebro, aumentando as reservas de NA, DA e 5-HT
→ A inibição da MAO-A correlaciona-se com a atividade antidepressiva.
→ Principais exemplos de IMAO: Fenelzina
Tranilcipromina
Iproniazida
Moclobemida
→ Ação prolongada → inibição irreversível da MAO
→ A inibição da moclobemida é reversível
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EFEITOS COLATERAIS – IMAOs:
→ Hipotensão Postural (bloqueio simpático)
→ Efeitos semelhantes a atropina (similar aos ADTs)
→ Aumento do peso corporal
→ Estimulação do SNC
→ Inquietação e insônia
→ Convulsões com superdosagem
→ Resposta hipertensiva grave a alimentos contendo tiramina ⇨ “reação do queijo”
A ingestão de alimentos ricos em tiramina (queijo, vinhos, laticínios) em indivíduo fazendo uso de IMAO provoca
um quadro conhecido como “reação do queijo”. A tiramina é um aminoácido precursor de catecolaminas e é
degradada pela MAO no intestino e no fígado. Sendo assim, indivíduos que fazem uso de IMAO (seja reversível ou
irreversível), ou seja, quando a atividade desta enzima se encontra inibida, o consumo de alimentos ricos em
tiramina faz com que ocorra uma absorção em excesso de tiramina. Esse aumento dos níveis desse aminoácido tem,
como consequência, o aumento do aporte de noradrenalina e serotonina, causando efeitos simpaticomiméticos
(como elevação acentuada da pressão arterial, cefaleia pulsátil severa e hemorragia intracraniana). Em casos muito
graves dessa elevação de tiramina, pode ocorrer uma crise hipertensiva potencialmente fatal.
Ao entrar no mercado, na década de 80, a fluoxetina veio com a promessa de ser um fármaco para utilização
no tratamento da depressão de modo mais seletivo, com intuito de minimizar os efeitos colaterais. Essa redução de
efeitos adversos, de fato, se mostrou verdadeira; no entanto, a fluoxetina é um inibidor serotoninérgico e, como
tal, tem ação tanto no sistema central quanto no periférico.
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EXEMPLOS DE INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE 5-HT (ISRS):
→ CITALOPRAM – Cipramil
→ FLUOXETINA – Eufor, Deprax, Fluxene, Nortec, Prozac, Verotina
Em altas doses perdem a seletividade e
→ NEFAZODONA – Serzone
ligam-se também aos transportadores de NE
→ PAROXETINA – Aropax, Pondera, Cebrilin
→ SERTRALINA – Zolof, Novativ, Tolrest
→ Perda da libido
→ Ejaculação retardada
→ Anorgasmia – principalmente mulheres.
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→ Distúrbios do TGI – náuseas, vômitos e diarreias
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DEPRESSÃO MELHORA
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USOS TERAPÊUTICOS – IRND:
→ Depressão maior e distimia:
o Amineptina – 100mg 2x/dia
o Bupropiona – inicialmente 150mg/dia podendo aumentar a dose até 450mg/dia
→ Antitabagismo
→ TDAH – 2ª escolha após metilfenidato
o Dose de 3 a 6 mg/Kg;
→ Aumento da libido feminina.
VANTAGEM:
» Ausência de efeitos colaterais sexuais
→ Como a dopamina está relacionada aos mecanismos de gratificação do cérebro, que são estimulados pela
nicotina, esses fármacos servem como auxiliares eficazes no abandono do tabagismo.
EFEITOS COLATERAIS:
» Dor de cabeça
» Ansiedade
» Insônia
» Sudorese
» Distúrbios Gastrointestinais
» Convulsões (dependendo da dose)
» Psicose
o Delírios
o Alucinações
o Paranoia
USOS TERAPÊUTICOS:
→ Depressão maior;
o Útil na fase aguda (4 a 6 semanas) e na prevenção de recaídas (até 12 meses);
→ Transtorno do pânico;
EFEITOS COLATERAIS:
→ Boca seca
→ Cefaleia
→ Constipação
→ Insônia
→ Sudorese
→ Tremor
→ Visão Turva
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ANASE – ANTIDEPRESSIVO NORADRENÉRGICO E SEROTONINÉRGICO / ANTAGONISTAS DE
RECEPTORES α2
→ MIRTAZAPINA – Remeron® MIRTAZAPINA: aumenta a atividade de receptores 5-HT1A
→ MIANSERINA – Tolvon® e faz o bloqueio de receptores 5-HT2A, 5-HT2C e 5-HT3.
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USOS TERAPÊUTICOS – ANASE:
→ Depressão maior;
o Mirtazapina → Administrar à noite devido aos seus efeitos sedativos
o Mianserina
→ Depressão com sintomas de ansiedade;
→ Evidências incompletas:
o Distimia;
o Transtorno de estresse pós-traumático;
o Transtorno do pânico;
o Transtorno de ansiedade generalizada;
o Depressão pós-menopausa;
NEFAZODONA - Serzone®
→ Não apresenta bloqueio de receptores H1 e, por isso, não causa sedação.
→ Além de bloquear α1, esse fármaco é capaz de reduzir a recaptura de NA, impedindo a ocorrência do priapismo.
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→ Aumento da estimulação dos autorreceptores inibitórios: inibição da exocitose de NT.
Mecanismo postulado para o atraso no início do
efeito terapêutico dos fármacos antidepressivos.
A. Antes do tratamento, os neurotransmissores são
liberados em níveis patologicamente baixos e
exercem níveis de retroalimentação auto inibitória
em estado de equilíbrio dinâmico. O efeito final
consiste em nível basal anormalmente baixo de
atividade dos receptores pós-sinápticos
(sinalização).
B. O uso a curto prazo de medicamento
antidepressivo resulta em liberação aumentada de
neurotransmissor e/ou aumento da duração da
ação do neurotransmissor na fenda sináptica.
Ambos os efeitos produzem aumento da
estimulação dos autorreceptores inibitórios, com
→ Uso crônico do antidepressivo: dessensibilização dos inibição aumentada da síntese de
autorreceptores neurotransmissores e da exocitose. O efeito final é
a redução do efeito inicial do medicamento, e a
atividade dos receptores pós sinápticos permanece
em níveis de pré tratamento.
C. O uso crônico de medicamento antidepressivo
resulta em dessensibilização dos autorreceptores
pré-sinápticos. Por conseguinte, a inibição da
síntese de neurotransmissor e da exocitose é
reduzida. Como efeito final, tem-se o aumento da
atividade dos receptores pós-sinápticos, levando a
uma resposta terapêutica.
NE = norepinefrina; 5-HT = serotonina; ATC =
antidepressivo tricíclico; ISRS = inibidor seletivo da
recaptação de serotonina; IRSN = inibidor da
recaptação de serotonina-norepinefrina.
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