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Estratégias de Obtenção de Matéria em Biologia

Este documento descreve os processos de obtenção de matéria pelos seres vivos, incluindo heterotrofia e autotrofia. Explora as estratégias de obtenção de matéria utilizadas por seres heterotróficos, como plantas carnívoras e insetos. Discute também a estrutura e função da membrana celular, e os diferentes tipos de movimentos transmembranares, como difusão, transporte ativo e osmose. Por fim, aborda a obtenção de matéria pelos seres autotróficos atrav

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Susana Andrade
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Estratégias de Obtenção de Matéria em Biologia

Este documento descreve os processos de obtenção de matéria pelos seres vivos, incluindo heterotrofia e autotrofia. Explora as estratégias de obtenção de matéria utilizadas por seres heterotróficos, como plantas carnívoras e insetos. Discute também a estrutura e função da membrana celular, e os diferentes tipos de movimentos transmembranares, como difusão, transporte ativo e osmose. Por fim, aborda a obtenção de matéria pelos seres autotróficos atrav

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CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO

Componente de Formação Científica Disciplina de BIOLOGIA

NETXPLICA :: Ciências Naturais – Biologia e Geologia [Link]


CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO BIOLOGIA | Módulo A2 – Obtenção de Matéria

Índice

Situações Problema 03
Objectivos da Aprendizagem 04

HETEROTROFIA
Estratégias de Obtenção de Matéria 05
Dos seres unicelulares aos seres pluricelulares 06
Estrutura da membrana plasmática 07
Diversidade de movimentos transmembranares 08
Movimento da água - osmose 09
Difusão simples 10
Difusão facilitada 11
Transporte activo 12
Síntese: Movimentos transmembranares 13
Movimento da água através da membrana celular (PRÁTICA) 14
VERIFICA O QUE APRENDESTE 15
Endocitose e exocitose 19
Fagocitose - imagens 20
VERIFICA O QUE APRENDESTE 23
Ingestão, digestão e absorção 24
Digestão intracelular 25
Digestão extracelular 26
Complexidade dos animais e estrutura dos sistemas digestivos 27
VERIFICA O QUE APRENDESTE 28

AUTOTROFIA
Obtenção de matéria pelos seres autotróficos 32
Cloroplastos e pigmentos fotossintéticos 33
Observação microscópica de cloroplastos de elódea (PRÁTICA) 34
Quais os pigmentos que existem nos cloroplastos? (PRÁTICA) 35
Fotossíntese e produção de amido (PRÁTICA) 36
Relações tróficas (alimentares) nos ecossistemas 37
VERIFICA O QUE APRENDESTE 39
Relações entre autotróficos e heterotróficos 41
Debate na sala de aula 42

SÍNTESE 43
PROPOSTAS DE CORRECÇÃO 44

CRÉDITOS DAS IMAGENS 46


BIBLIOGRAFIA 47
CONDIÇÔES DE UTILIZAÇÃO 48

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Situações problema

Que estratégias utilizam os seres heterotróficos para obter matéria?

Que processos asseguram os movimentos de substâncias através das membranas


celulares?

Que tipos de digestão podem ocorrer nos seres heterotróficos?

Como obtêm a matéria os seres autotróficos?

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Objectivos

 Distinguir os conceitos de autotrofia e heterotrofia.

 Interpretar dados de natureza diversa sobre estratégias de obtenção de matéria.

 Caracterizar e comparar estratégias digestivas utilizadas por seres com diferentes


graus de complexidade.

 Desenhar e/ou legendar modelos que explicitem a organização das


biomembranas.

 Conhecer e comparar diferentes processos de transporte ao nível da membrana


celular, perspectivando respectivos efeitos ao nível da integridade celular.

 Relacionar a ultraestrutura da membrana com a natureza das substâncias que a


atravessam e o tipo de transporte.

 Interpretar dados laboratoriais/experimentais relativos a processos de transporte


ao nível da membrana.

 Planificar e executar procedimentos experimentais que permitam recolher


evidências sobre a síntese de matéria orgânica pelos seres autotróficos.

 Interpretar dados experimentais relativos à obtenção de matéria por seres


autotróficos.

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Estratégias de Obtenção de Matéria

Os seres autotróficos obtêm matéria orgânica produzindo-a através de um processo de


síntese, recorrendo a diferentes fontes de energia.
Por outro lado, os seres heterotróficos necessitam de obter matéria orgânica e não
orgânica do seu meio exterior, recorrendo para isso a estratégias diversas e específicas.

Fig. 01 (cima esquerda) – Planta carnívora. Fig. 02 (cima direita) Hidra a atacar uma dáfnia. Fig.
03 (baixo esquerda) – Pulgões a alimentarem-se de seiva. Fig. 04 (baixo direita) Joaninha a comer
um pulgão.

Os processos de captação dos alimentos ao nível dos seres heterotróficos são


extremamente diversos, dependendo das características dos organismos, do seu habitat
e do seu estilo de vida. A complexidade destas estratégias resulta de processos de
evolução.

• Recorrendo a fontes diversas, procede a uma pesquisa acerca de diferentes


estratégias utilizadas pelos seres vivos heterotróficos, para a obtenção de
matéria.

• Organiza os exemplos seleccionados por Reinos, e apresenta o trabalho em


formato Power Point, para discussão na turma.

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Dos seres unicelulares aos seres pluricelulares

Os alimentos são constituídos por moléculas complexas que, consequentemente, têm de


ser digeridas, até que as substâncias que os constituem possam ser transformadas em
substâncias mais simples, de modo a poderem ser utilizadas a nível celular.
Nos seres unicelulares, a digestão efectua-se dentro da própria célula, enquanto que nos
seres pluricelulares a digestão ocorre extracelularmente, na maioria dos casos.

sp. com Pinnularia sp. ingeridas. (30x)


Fig. 05 – Protista (ser vivo unicelular) Chilodonella
vivo pluricelular). (12x)
Fig. 06 – Tubo digestivo de Daphnia sp. (ser

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Estrutura da membrana plasmática

A vida das células depende do movimento de substâncias através da membrana celular,


pois é nelas que as substâncias resultantes da digestão vão ser utilizadas.
A membrana separa as células do meio que as rodeia, mantém a sua integridade e
assegura uma superfície de troca de substâncias, de energia e de informação entre o
meio intra-celular e extracelular.

Fig. 07 – Representação da estrutura da membrane plasmática.

Singer e Nicholson (1972) Propuseram um modelo para a estrutura da membrana,


designado por modelo de mosaico fluído, segundo o qual esta seria constituída por
uma bicamada de fosfolípidos com proteínas periféricas ou extrínsecas, dispersas à
superfície e com ligações fracas aos fosfolípidos, e proteínas integradas ou
intrínsecas, nela introduzidas de forma mais ou menos profunda.
Existem ainda hidratos de carbono na superfície exterior da membrana, ligados a
proteínas (glicoproteínas) ou ligados a lípidos (glicolípidos). Estas moléculas estão
envolvidas em mecanismos de reconhecimento de substâncias do meio envolvente.

Fig. 08 – Modelo de Singer e Nicholson.

o Consulta a Internet ou bibliografia adequada e legenda a figura 08.

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Diversidade de movimentos transmembranares

Uma das propriedades fundamentais da membrana plasmática é permitir a passagem


mais fácil de certas substâncias, dificultando ou impedindo a passagem de outras. Esta
propriedade é designada por permeabilidade selectiva da membrana.
Existem dois processos distintos através dos quais as substâncias atravessam as
membranas biológicas: processos passivos (difusão simples e difusão facilitada),
onde não ocorrem gastos de energia e processos activos (transporte activo) que
requerem gastos de energia.
Nos processos passivos, a água desloca-se do meio hipotónico para o meio hipertónico,
e o soluto desloca-se do meio hipertónico para o meio hipotónico - movimentos a favor
do gradiente de concentração.
Os termos isotónico, hipotónico e hipertónico são estritamente relativos, isto é, só
devem ser usados quando se comparam duas soluções específicas. Quando a
concentração de solutos é igual em dois meios, estes designam-se por isotónicos.
Quando dois meios possuem diferentes concentrações, designa-se por hipertónico o de
maior concentração e por hipotónico o de menor concentração.
Em alguns casos, as substâncias transpõem a membrana plasmática sem a intervenção
de moléculas transportadoras (transporte não mediado), enquanto que noutros casos
são proteínas membranares que transportam as substâncias (transporte mediado).

A B C D

Fig. 09

1. Classifica os meios A e B, C e D, de acordo com a sua concentração relativa.

2. Considerando que nos meios A e B, a membrana é impermeável ao soluto mas


permeável à água, indica o sentido do movimento da água.

3. Considerando que nos meios A e B, a membrana é permeável ao soluto mas


impermeável à água, indica o sentido do movimento do soluto.

4. Elabora um mapa de conceitos que inclua os diferentes tipos de movimentos


transmembranares referidos no texto.

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Movimento da água - osmose

A osmose é um processo de transporte passivo que consiste no movimento de


moléculas de água entre dois meios separados por uma membrana permeável à água e
menos permeável, ou por vezes impermeável, às substâncias dissolvidas (solutos).
Este processo depende, exclusivamente, das concentrações do soluto nas duas
soluções, que estão separadas por uma membrana selectivamente permeável.

Não há gasto de energia por parte da célula (transporte passivo) nem intervenção de
proteínas transportadoras (transporte não mediado).

Água

Soluto

Fig. 10 – Osmose.

1. Completa, utilizando os termos: interior / exterior, aumenta / diminui.

Quando uma célula é montada em água destilada, há um movimento de água do __A__


para o __B__ da célula.

__C__ o tamanho dos vacúolos e o volume do citoplasma.

Diz-se que a célula fica túrgida.

Quando uma célula é montada numa solução concentrada de cloreto de sódio, há um


movimento de água do __D__ para o __E__ da célula.

__F__ o tamanho dos vacúolos e o volume do citoplasma.

Diz-se que a célula fica plasmolisada.

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Difusão simples
A difusão simples é um processo através do qual as moléculas se movimentam do meio
onde a sua concentração é mais elevada para o meio onde a sua concentração é mais
baixa, até atingirem uma distribuição uniforme.
As moléculas tendem a deslocar-se ao acaso, em todas as direcções, distribuindo-se
uniformemente, fazendo com que, numa solução, a concentração de soluto seja
homogénea e se mantenha assim ao longo do tempo. Quando se adiciona um soluto a
um solvente (por exemplo, sal a água) cria-se temporariamente uma zona de maior
concentração de solutos, sendo que, rapidamente, o movimento espontâneo das
moléculas fará com que estas se desloquem do meio onde estão mais concentradas para
as zonas de concentração mais baixa, até homogeneizar a concentração da solução:
processo de difusão simples.
Devido às propriedades da bicamada fosfolipídica que forma a membrana plasmática,
apenas moléculas lipossolúveis ou moléculas de pequeno tamanho, sem carga
global resultante (como a ureia, o oxigénio e o dióxido de carbono), podem atravessar a
membrana por difusão simples.

Não há gasto de energia por parte da célula (transporte passivo) nem intervenção de
proteínas transportadoras (transporte não mediado).

Água

Soluto A

Soluto B

Fig. 11 – Difusão simples.

1. Explica o sentido do movimento dos solutos A e B.

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Difusão facilitada
Moléculas polares de dimensões consideráveis (ex: glicose) não podem atravessar a
membrana plasmática por difusão simples, mas podem fazê-lo através da acção de
proteínas transportadoras, segundo um processo designado por difusão facilitada.

Difusão facilitada - Processo de transporte de moléculas e de iões através da


membrana celular, a favor do gradiente de concentração. O transporte realiza-se do meio
de concentração mais elevada - hipertónico - para o de concentração mais baixa -
hipotónico.

Não há gasto de energia por parte da célula (transporte passivo), mas ocorre a
intervenção de proteínas transportadoras (transporte mediado).

Soluto

Água

Fig. 12 – Difusão facilitada.

1. Identifica, na figura, as proteínas transportadoras (permeases) envolvidas na difusão


facilitada.

2. Classifica os dois meios representados, em função da concentração relativa de soluto.

3. Refere em que condição é atingida a velocidade máxima de entrada ou a saída de


substâncias numa célula, por difusão facilitada.

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Transporte activo
Em muitas situações biológicas, iões ou moléculas necessitam de ser transportados,
através da membrana, de regiões onde se encontram mais concentrados para regiões
onde se encontram menos concentrados - movimento de substâncias contra o gradiente
de concentração. Este tipo de transporte denomina-se transporte activo.

Requer gasto de energia por parte da célula (transporte activo) e intervenção de


proteínas transportadoras (transporte mediado).

Água

Soluto

Fig. 13 – Transporte activo.

1. Identifica, na figura, o meio hipotónico e o meio hipertónico.

2. Justifica a afirmação: “Este movimento de substâncias ocorre contra o gradiente de


concentração”.

3. Indica, justificando, porque motivo se considera este tipo de transporte como “activo”.

4. Indica, justificando, se o transporte activo é um tipo de transporte mediado ou não


mediado.

5. As algas mantêm uma concentração do meio intracelular diferente da concentração do


meio extracelular onde vivem (água), por transporte activo. Refere o que acontece à
concentração do meio intracelular, após a sua morte.

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Síntese: Movimentos transmembranares

A tabela e a figura seguintes evidenciam os principais aspectos dos diferentes tipos de


transporte de substâncias através da membrana, estudados até ao momento.

Designação Permeases Energia Características Exemplo

Osmose A favor do gradiente de água


não concentração: do meio hipotónico
para o meio hipertónico.
Difusão mediado A favor do gradiente de gases,
simples passivo concentração: do meio hipertónico moléculas
para o meio hiportónico. lipossolúveis
Difusão A favor do gradiente de glicose,
Facilitada mediado concentração: do meio hipertónico aminoácidos
para o meio hiportónico.
Transporte Contra o gradiente de iões,
activo activo concentração: do meio hipotónico glicose,
para o meio hipertónico. aminoácidos

Fig. 14 – Alguns movimentos transmembranares.

Fig. 15 – Alguns movimentos transmembranares.

1- Difusão simples: não requer gasto de energia por parte da célula (transporte
passivo) nem intervenção de proteínas transportadoras (transporte não
mediado).
2- Difusão facilitada: não requer gasto de energia por parte da célula (transporte
passivo), mas requer a intervenção de proteínas transportadoras (transporte
mediado).
3- Transporte activo: requer gasto de energia por parte da célula - ATP (transporte
activo) e intervenção de proteínas transportadoras (transporte mediado).

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Movimento da água através da membrana celular

As células da epiderme das pétalas de flores coloridas têm um vacúolo muito


desenvolvido corado naturalmente por pigmentos solúveis na água que contêm. Quanto
maior a concentração desses pigmentos, mais intensa a tonalidade da célula, e vice-
versa. Entre o vacúolo e a parede celular localizam-se o núcleo e o citoplasma,
delimitado pela membrana plasmática.

Material:

• Microscópio óptico
• Lâminas e lamelas
• Pinça
• Conta-gotas
• Água destilada
• Solução de cloreto de sódio concentrada
• Solução de Ringer
• Flor vermelha (ex.: pelargónio)

Fig. 16 – Flor de pelargónio.

Procedimento:

1. Destaca, com a pinça, um fragmento da epiderme da página superior de uma


pétala.
2. Monta o fragmento numa gota de solução de Ringer, entre a lâmina e a lamela.
3. Observa ao microscópio e esquematiza.
4. Repete os passos 1, 2 e 3 anteriores, utilizando água destilada em substituição da
solução de Ringer.
5. Repete os passos 1, 2 e 3 anteriores, utilizando solução de cloreto de sódio
concentrada em substituição da solução de Ringer.

o Completa as afirmações, com os termos: aumentam, celular, clara, diminuem,


entra, intensa, maior, menor, parede, plasmolisadas, sai, túrgidas.

 Quando as células são montadas em água destilada, a água __A__ para


os vacúolos, que __B__ de volume. As células ficam __C__, apresentando
uma coloração mais __D__, devido à __E__ concentração dos pigmentos.

 Quando as células são montadas numa solução concentrada, a água


__F__ dos vacúolos, que __G__ de volume, sendo acompanhados pelo
citoplasma, que se retrai, desprendendo-se da __H__ __I__. As células
ficam __J__, apresentando uma coloração mais __K__, devido à __L__
concentração dos pigmentos.

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1- As células da epiderme de flores coloridas possuem, geralmente, um vacúolo muito


desenvolvido, corado naturalmente por pigmentos solúveis na água que contêm. Esses
pigmentos, quando em maior concentração, conferem uma tonalidade mais intensa à
célula e, quando em menor concentração, proporcionam-lhe uma tonalidade mais clara. A
figura 17 representa o aspecto das células da epiderme dessas plantas, quando
colocadas em dois meios, A e B, de diferentes concentrações.

de diferentes concentrações.
Fig. 17 – Pétalas coloridas em meios (A e B)

1.1- Legenda a figura.

1.2- Classifica os meios A e B, em função da sua concentração relativamente ao


conteúdo vacuolar.

1.3- Identifica o estado das células em A e B.

1.4- Nas células colocadas no meio ___ o vacúolo ___ de volume, sendo evidente uma
coloração mais intensa do conteúdo vacuolar.
Indica a letra correspondente à opção que completa correctamente a frase.
A- hipotónico [...] aumenta
B- hipotónico [...] diminui
C- hipertónico [...] aumenta
D- hipertónico [...] diminui

1.5- Numa célula ___ o conteúdo celular exerce pressão sobre a ___, que é
contrabalançada pela resistência que esta oferece, não existindo alterações significativas
do volume da célula.
Indica a letra correspondente à opção que completa correctamente a frase.
A- plasmolisada [...] parede
B- plasmolisada [...] membrana
C- túrgida [...] parede
D- túrgida [...] membrana

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2- A figura 18 representa um pêlo absorvente duma raiz de milho, observado ao


microscópio com dois meios de montagem (A e B) de concentrações diferentes.

Fig. 18 – Pêlos absorventes em dois meios (A e B) de diferentes concentrações.

2.1- Designa o estado em que se encontra a célula em B.

2.2- Classifica o meio de montagem B, relativamente ao suco vacuolar.

2.3- Admitindo que em A, a célula se encontra em equilíbrio com o meio de montagem,


indica:

Fig. 19 – Osmose.
2.3.1- qual dos gráficos anteriores traduz a variação do volume vacuolar quando esta é
colocada em meio hipotónico;

2.3.2- justificando, como varia a concentração do suco vacuolar, em consequência da


alteração do meio de montagem.

3- Foram colocadas células vegetais


numa solução salina. O gráfico mostra
a variação da concentração de cloreto
de sódio no interior das células, à
medida que o tempo vai passando.

3.1- Entre as 0 e as 2 horas, é lógico


pensar-se que (indica a opção
correcta):
A- o vacúolo das células diminuiu de
volume;
B- as células morreram;
C- entrou mais água para as células do
que saiu;
Fig. 20 – Osmose. D- as células foram sofrendo
desidratação.

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3- A tabela evidencia as concentrações de alguns iões nos vacúolos de duas algas e na


água em que essas algas vivem (mM= milimole – unidade química de concentração).

Fig. 21

Fig. 22 - Alga.

3.1- Estabelece a correspondência entre as letras das afirmações seguintes e os


valores lógicos V (verdadeiro) ou F (falso).

A- A única das algas que pode ser encontrada na barragem da Vigia é a Halicystis.
B- O processo responsável pela manutenção dos iões em concentrações diferentes no
interior e no exterior das algas é o transporte activo.
C- Quando se matam as células dessas algas, as concentrações dos iões nos meios
intra e extracelular tendem para a isotonia.
D- Se as células forem tratadas com um inibidor da síntese de ATP não acumulam iões
contra o gradiente de concentração.

3.2- Transcreve a letra da chave que classifica as afirmações 1, 2, 3 e 4 seguintes.


CHAVE:
A- Somente 1 e 2 são verdadeiras
B- Somente 1 e 3 são verdadeiras
C- Somente 1 e 4 são verdadeiras
D- Somente 2 e 3 são verdadeiras
E- Somente 2 e 4 são verdadeiras
1- O transporte activo e o transporte facilitado fazem-se com interferência de um
transportador, havendo dispêndio de energia pela célula apenas no primeiro.
2- Tanto no transporte activo como no transporte facilitado a passagem dá-se a favor do
gradiente de concentração, com dispêndio de energia apenas no primeiro.
3- Tanto o transporte activo como o transporte facilitado ocasionam gasto de ATP e
exigem interferência de transportador.
4- O transporte facilitado efectua-se a favor do gradiente de concentração e com
interferência de um transportador, enquanto que o transporte activo se efectua contra o
gradiente de concentração e com interferência de um transportador e utilização de ATP.

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4- A figura traduz as variações do volume vacuolar de uma célula de uma planta durante
40 minutos. No início da experiência, o meio em que a célula estava mergulhada era
isotónico relativamente ao conteúdo vacuolar. Esse meio foi substituído pela solução A e,
posteriormente, pela solução B. Transcreve a letra correspondente à opção correcta.

Fig. 23
4.1. O processo de transporte posto em evidência com esta experiência foi:
A- a osmose;
B- a difusão simples;
C- a difusão facilitada;
D- o transporte activo.

4.2. A célula foi colocada nas soluções A e B ao fim de, respectivamente,:


A- 5 e 15 minutos;
B- 5 e 20 minutos;
C- 5 e 30 minutos;
D- 15 e 30 minutos.

4.3. A soluções A e B são, relativamente ao conteúdo vacuolar, :


A- hipertónica e hipotónica, respectivamente;
B- hipotónica e hipertónica, respectivamente;
C- ambas hipotónicas;
D- ambas isotónicas.

4.4. As concentrações dos meios intracelular e extracelular são idênticas dos:


A- 0 aos 5 minutos;
B- 15 aos 20 minutos e dos 30 aos 40 minutos;
C- 0 aos 5 minutos, dos 15 aos 20 minutos e dos 30 aos 40 minutos;
D- 5 aos 15 minutos e dos 20 aos 30 minutos.

4.5. As velocidades de variação (aumento ou diminuição) do volume vacuolar, após a


célula ser colocada nas duas soluções, indicam-nos que:
A- a diferença de concentrações entre as soluções e o conteúdo vacuolar, no momento
de adição destas, era maior em relação à solução A;
B- a diferença de concentrações entre as soluções e o conteúdo vacuolar, no momento
de adição destas, era maior em relação à solução B;
C- a diferença de concentrações entre as soluções e o conteúdo vacuolar, no momento
de adição destas, era idêntica para ambas as soluções;
D- não existiam diferenças de concentração entre as soluções e o conteúdo vacuolar, no
momento de adição destas, dado serem ambas isotónicas.

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Endocitose e exocitose
Para além dos mecanismos de transporte de pequenas moléculas, através da membrana,
as células possuem ainda recursos que permitem o transporte, para o interior ou para o
exterior, de macromoléculas, de partículas com maiores dimensões ou mesmo de
pequenas células. Estes mecanismos de transporte são designados, respectivamente,
por endocitose e exocitose.
Existem dois tipos de endocitose, dependendo do tipo de material que entra na célula. A
endocitose de um fluido designa-se pinocitose e a endocitose de substâncias sólidas
designa-se de fagocitose.

Fig. 24 – Transporte em quantidade.

Exocitose - Forma de transporte activo utilizada pelas células, para deslocar moléculas,
partículas ou outras células, contidas em vesículas, através da membrana citoplasmática
para o exterior da célula.

Endocitose - Tipo de transporte activo que permite a captação de partículas ou


pequenas células para o interior da célula (há dois tipos de processos de endocitose: a
fagocitose, quando partículas sólidas são ingeridas pela célula, e a pinocitose, quando a
ingestão é de pequenas gotas líquidas).

Pinocitose - Mecanismo de absorção de líquidos pelas células.

Fagocitose- A célula emite prolongamentos que envolvem partículas de grandes


dimensões, acabando por englobá-las, formando vesículas fagocíticas.

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Fagocitose - imagens

Fig. 25 – Fagocitose (etapas).


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Fagocitose - imagens

Fig. 26 – Fotografias obtidas através de um microscópio electrónico, mostrando duas formas de


fagocitose de leveduras (laranja) por T. vaginalis (verde).

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Fig. 27 – Fotografias obtidas


através de um microscópio
electrónico, mostrando a
fagocitose de leveduras
(laranja) por T. vaginalis
(verde).

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1- As figuras A, B, C e D representam 4 etapas do processo de fagocitose de uma célula


sobre uma partícula alimentar (Y). Ordena-as.

A B

C D

Fig. 28 – Fagocitose (etapas).

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Ingestão, digestão e absorção

Os alimentos seleccionados pelos seres vivos heterotróficos necessitam de passar por


vários processos até poderem ser utilizados a nível celular.

Estes processos incluem:

• ingestão - introdução dos alimentos no organismo;


• digestão - simplificação dos constituintes dos alimentos para poderem ser
utilizados e integrados no organismo;
• absorção - processo de passagem das substâncias resultantes da digestão para
o meio interno.

Fig. 29 - Observação microscópica das vilosidades intestinais que revestem internamente o


intestino delgado de um rato. Estas estruturas aumentam consideravelmente a superfície interna
do intestino, facilitando a absorção intestinal – passagem dos nutrientes resultantes da digestão
para o meio interno (sangue e linfa).

Após a ingestão (introdução de alimentos no organismo), os alimentos sofrem uma


digestão (processo de transformação das moléculas complexas dos alimentos em
substâncias mais simples, por reacções de hidrólise, catalisadas por enzimas). A
digestão pode ocorrer no interior das células - digestão intracelular (seres unicelulares e
esponjas, por exemplo) ou fora das células - digestão extracelular (animais mais
complexos). A seguir à digestão segue-se a absorção.

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Digestão intracelular
1- A figura esquematiza o processo de digestão intracelular que moléculas complexas
experimentam nas células eucarióticas.

Fig. 30 – Digestão intracelular.

1.1- Estabelece a correspondência entre as letras A a H e as estruturas celulares 1 a 8.

A- Lisossoma ___ B- Vesícula fagocítica ___ C- Complexo de Golgi ___


D- Ribossoma ___ E- Vacúolo digestivo ___ F- Retículo endoplasmático rugoso ___
G- Membrana celular ___ H- Vesícula secretora ___

1.2- Estabelece a correspondência entre as letras A a D e as substâncias w, x, y e z.

A- Produtos da digestão ___ B- Enzimas digestivas ___ C- Resíduos da digestão ___


D- Alimento ___

1.3- Estabelece a correspondência entre as letras A a D e os processos I, II, III e IV.

A- Ingestão ___ B- Digestão ___ C- Absorção ___ D- Secreção ___

1.4- Completa com os termos: digestivos, endocíticas, endocitose, enzimas,


exocitose, lisossomas, resíduos, unicelulares, vacúolos, vesículas.

As células englobam, muitas vezes, por _______________, partículas alimentares


constituídas por moléculas complexas que não transpõem a membrana das
______________ ______________.
A digestão intracelular ocorre no interior de _______________ _______________,
formações resultantes da fusão de _______________ _______________ com
_______________. Graças às _______________ digestivas dos _______________, as
moléculas complexas existentes nos vacúolos são decompostas noutras moléculas mais
simples. Estas moléculas podem então transpor a membrana dos _______________
_______________ para o citoplasma por diferentes processos de transporte. Os
_______________ são expulsos para o meio exterior por _______________. A digestão
intracelular verifica-se em seres _______________ e em certas células de seres
multicelulares.

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Digestão extracelular

A digestão extracelular ocorre, na maior parte das vezes, em cavidades ou em órgãos


especializados existentes no interior do organismo - digestão intracorporal (maioria dos
animais), podendo ocorrer fora do corpo - digestão extracorporal (fungos).

Fig. 31 – Cogumelos (fungos).

Fig. 32 – Os cogumelos têm como fonte alimentar o substrato orgânico sobre o qual vivem, e onde
introduzem as hifas (estruturas filamentosas), que libertam enzimas digestivas. As moléculas mais
simples (glicose e aminoácidos) resultantes da digestão dos alimentos (amido e proteínas) são
depois absorvidas.

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Complexidade dos animais e estrutura dos sistemas


digestivos

A digestão intracorporal pode realizar-se num tubo digestivo incompleto (com uma
abertura – cavidade gastrovascular) nos animais mais simples ou num tubo digestivo
completo (com duas aberturas: boca e ânus) nos animais mais complexos.

Compara os seguintes sistemas digestivos.

Fig. 33 – Sistemas digestivos de alguns animais.

1. Indica o sistema digestivo que te parece mais simples.

2. Indica os animais que possuem tubo digestivo completo.

3. Refere porque motivo um tubo digestivo completo é vantajoso em relação a um


tubo digestivo incompleto.

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1. As células possuem uma

Fig. 34 – Movimentos transmembranares.


membrana a separá-las do
meio que as rodeia,
mantendo a sua integridade
e assegurando uma
superfície de troca de
substâncias, de energia e
de informação entre o meio
intra-celular e extracelular.
Singer e Nicholson (1972)
Propuseram um modelo
para a estrutura da
membrana, designado por
modelo de mosaico
fluído.

O diagrama representa alguns processos que ocorrem ao nível das membranas


biológicas.

1.1. Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações seguintes (A a J) e


os valores lógicos V (verdadeiro) ou F (falso).

___ A- Segundo o modelo de mosaico fluído, a membrana plasmática é constituída por


uma bicamada de fosfolípidos com proteínas extrínsecas e proteínas intrínsecas.
___ B- As substâncias atravessam as membranas biológicas por processos activos, onde
não ocorrem gastos de energia, e processos passivos, que requerem gastos de energia.
___ C- Nos movimentos a favor do gradiente de concentração, a água desloca-se do
meio hipertónico para o meio hipotónico, e o soluto do meio hipotónico para o meio
hipertónico.
___ D- Quando dois meios possuem diferentes concentrações, designa-se por
hipertónico o de maior concentração e por hipotónico o de menor concentração.
___ E- Em alguns casos, as substâncias transpõem a membrana plasmática sem a
intervenção de moléculas transportadoras (transporte mediado), enquanto que noutros
casos são proteínas membranares que transportam as substâncias (transporte não
mediado).
___ F- A osmose é um processo de transporte passivo que consiste no movimento de
moléculas de água entre dois meios separados por uma membrana permeável à água e
menos permeável, ou por vezes impermeável, às substâncias dissolvidas (solutos).
___ G- Quando há um movimento de água do interior para o exterior da célula esta fica
túrgida e quando há um movimento de água do exterior para o interior da célula esta fica
plasmolisada.
___ H- A difusão simples (1) é um processo através do qual as moléculas se
movimentam do meio onde a sua concentração é mais elevada para o meio onde a sua
concentração é mais baixa, até atingirem uma distribuição uniforme.
___ I- A difusão facilitada (2) é um processo de transporte que ocorre a favor do
gradiente de concentração, que conta com a intervenção de proteínas transportadoras da
membrana, e não requer gasto de energia.
___ J- O transporte activo (3) é um processo de transporte que ocorre contra o gradiente
de concentração, com a intervenção de proteínas transportadoras e dispêndio de energia.

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2. Assinala com um X a opção que permite completar correctamente cada uma das
afirmações.

2.1. O transporte, para o interior ou para o exterior da célula, de macromoléculas, de


partículas com maiores dimensões ou mesmo de pequenas células, é efectuado
através de mecanismos de transporte designados, respectivamente, por _____ e
_____.

___ A- pinocitose […] endocitose


___ B- fagocitose […] exocitose
___ C- exocitose […] endocitose
___ D- endocitose […] exocitose

2.2. A digestão dos fungos é _____ e _____:

___ A- intracelular […] intracorporal


___ B- intracelular […] extracorporal
___ C- extracelular […] intracorporal
___ D- extracelular […] extracorporal

2.3. A digestão _____ da hidra e da minhoca efectua-se, respectivamente, num tubo


digestivo _____ (com uma abertura) e num tubo digestivo _____ (com duas
aberturas).

___ A- intracorporal […] incompleto […] completo


___ B- intracorporal […] completo […] incompleto
___ C- extracorporal […] incompleto […] completo
___ D- extracorporal […] completo […] incompleto

2.4. A digestão _____ verificada na amiba e na paramécia, por exemplo, é


característica de seres _____ e animais _____ complexos.

___ A- extracelular […] multicelulares […] mais


___ B- intracelular […] unicelulares […] menos
___ C- extracelular […] unicelulares […] menos
___ D- intracelular […] multicelulares […] mais

2.5. A digestão intracelular ocorre no interior de _____, formações resultantes da


fusão de _____ com _____.

___ A- vesículas endocíticas […] lisossomas […] vacúolos digestivos


___ B- vesículas endocíticas […] vesículas exocíticas […] vesículas fagocíticas
___ C- vacúolos digestivos […] vesículas endocíticas […] lisossomas
___ D- vacúolos digestivos […] vesículas exocíticas […] lisossomas

2.6. Na digestão intracelular, as _____ digestivas dos _____ decompõem as


moléculas complexas noutras moléculas mais simples, que podem então transpor
a membrana dos _____ para o citoplasma por diferentes processos de transporte.

___ A- moléculas […] lisossomas […] vacúolos digestivos


___ B- moléculas […] vacúolos digestivos […] lisossomas
___ C- enzimas […] lisossomas […] vacúolos digestivos
___ D- enzimas […] vacúolos digestivos […] lisossomas

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3. Considera os gráficos A, B, C e D.

Fig. 35

3.1. Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações seguintes (1 a 10) e
uma das letras (A, B, C ou D) do gráfico que com ela se relaciona. Utiliza a letra E para
as afirmações que não encontram correspondência com qualquer dos gráficos.

_____ 01- Variação do volume vacuolar de uma célula vegetal colocada em meio
hipertónico.

_____ 02- Variação do volume vacuolar de uma célula vegetal colocada em meio
hipotónico.

_____ 03- Variação do volume vacuolar de uma célula vegetal colocada inicialmente num
meio hipotónico e em seguida num meio hipertónico.

_____ 04- Variação do volume vacuolar de uma célula vegetal colocada inicialmente num
meio hipertónico e em seguida num meio hipotónico.

_____ 05- Variação do volume vacuolar de uma célula vegetal colocada em meio
isotónico.

_____ 06- Variação da concentração da solução vacuolar de uma célula vegetal colocada
em meio hipertónico.

_____ 07- Variação da concentração da solução vacuolar de uma célula vegetal colocada
em meio hipotónico.

_____ 08- Variação da concentração da solução vacuolar de uma célula vegetal colocada
inicialmente num meio hipotónico e em seguida num meio hipertónico.

_____ 09- Variação da concentração da solução vacuolar de uma célula vegetal colocada
inicialmente num meio hipertónico e em seguida num meio hipotónico.

_____ 10- Variação da concentração da solução vacuolar de uma célula vegetal colocada
em meio isotónico.

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4. Um agricultor estava na dúvida relativamente à diluição do adubo que normalmente


aplicava nas suas plantas. Assim, utilizou 10 litros de água por grama de adubo nas
plantas de um lote (I) e 10 litros de água por miligrama de adubo nas plantas de outro lote
(II). No dia seguinte à aplicação do produto, levou alguns exemplares pétalas das flores
das plantas dos dois lotes a uma estação agrária, onde foram observadas
microscopicamente e tiradas as fotografias A e B.

A B
Fig. 36

Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações seguintes (1 a 6) e uma


das letras (A ou B) da fotografia que com ela se relaciona. Utiliza a letra C para as
afirmações que não encontram correspondência com qualquer das fotografias.

4.1. Células plasmolisadas. ____ 4.2. Células túrgidas. ____

4.3. Dosagem correcta de adubo. ____ 4.4. Dosagem incorrecta de adubo. ____

4.5. Células das plantas do lote I. ____ 4.6. Células das plantas do lote II. ____

5. Assinala com um X a opção que permite completar correctamente cada uma das
afirmações.

5.1. As células da pétala de uma flor vermelha colocadas num meio hipertónico
apresentam uma coloração _____ intensa do conteúdo vacuolar devido à _____
de água.
___ A- mais […] entrada
___ B- mais […] saída
___ C- menos […] entrada
___ D- menos […] saída

5.2. Não ocorrem alterações significativas no volume de uma célula _____, devido à
resistência oferecida pela _____ à pressão que o conteúdo celular exerce sobre
ela.
___ A- plasmolisada […] membrana celular
___ B- plasmolisada […] parede celular
___ C- túrgida […] membrana celular
___ D- túrgida […] parede celular

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Obtenção de matéria pelos seres autotróficos

A vida na Terra depende da energia luminosa do Sol. As plantas, as algas e


determinadas bactérias (seres autotróficos), possuem pigmentos fotossintéticos
(clorofilas e carotenóides), capazes de absorver a energia luminosa solar. Essa energia
luminosa é convertida em energia química, que fica armazenada em compostos
orgânicos (ex: glicose) produzidos a partir de substâncias inorgânicas simples (água e
dióxido de carbono), captadas do meio.
O processo fotossintético pode ser traduzido pela equação:

LUZ
6H2O (água) + 6CO2 (dióxido de carbono) C6H12O6 (glicose) + 6O2 (oxigénio)

A glicose pode ser utilizado como fonte de energia, ou ser polimerizada em glícidos mais
complexos como a celulose (constituinte da parede celular) ou amido (substância de
reserva).
Nas plantas superiores, são as folhas os órgãos fotossintéticos mais importantes, pois é
neles que se encontra a maior quantidade de pigmentos fotossintéticos, contidos em
organelos celulares, os cloroplastos.

CO2 LUZ O2

H2O Glicose
Fig. 37 – Aspecto global da fotossíntese.

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Cloroplastos e pigmentos fotossintéticos

Os cloroplastos são organelos celulares delimitados por uma membrana dupla idêntica
à membrana plasmática. A sua membrana interna emite várias lamelas para o interior
(tilacóides), onde se encontram os pigmentos fotossintéticos. Os tilacóides
encontram-se mergulhados num material designado por estroma.

Fig. 38 – Localização dos cloroplastos.

Pigmentos Cor Ocorrência

a verde-amarelo Algas
Todas as plantas superiores
Clorofilas b verde-azulado Algas verdes
Plantas superiores
c verde Algas castanhas
Diatomáceas
d verde Algumas algas vermelhas

Carotenóides carotenos laranja Todos os seres fotossintéticos


excepto as bactérias
xantofilas amarelo Algas castanhas
Diatomáceas
Ficobilinas ficocianina azul Algas vermenhas
Cianófitas
ficoeritrina vermelho Algas vermenhas
Cianófitas

Fig. 39 – Ocorrência dos pigmentos fotossintéticos (as cores da tabela são aleatórias).

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Observação microscópica de cloroplastos de elódea

Fig. 40 – Elódea (planta aquática de água doce).


Material:

• Microscópio
• Lâmina e lamela
• Vidro de relógio
• Tesoura,
• Pinça
• Agulha de dissecção
• Conta-gotas
• Elódea

Procedimento:

1. Destaca algumas folhas da região terminal de uma elódea.


2. Coloca as folhas num vidro de relógio com água sob uma lâmpada acesa.
3. Corta a ponta de uma folha e monte-a numa gota de água, entre a lâmina e a
lamela.
4. Observa a preparação ao microscópio nas diferentes ampliações.
5. Desenha o que observas com a ampliação de 400X.

o Identifica alguns constituintes, com o auxílio de bibliografia adequada.

Figs. 41 e 42 – Aula prática de Biologia (Cursos Profissionais).

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Quais os pigmentos que existem nos cloroplastos?


Material:
• Folhas • Acetona ou Álcool a 90%
• Tesoura • Areia fina
• Funil • Vareta
• Placa de Pétri • Papel de Filtro
• Gobelé • Almofariz + Pilão

Procedimento:
1. Corta as folhas em pedaços, para dentro do almofariz.
2. Junta um pouco de areia fina e esmaga com o pilão.
3. Adiciona acetona, agita com a vareta e filtra.
4. Verte o filtrado para a placa de Pétri.
5. Introduz no filtrado um papel de filtro cortado ao meio, como mostra a figura, e
aguarda uns minutos.

Figs. 43, 44, 45, 46, 47 e 48 – Aula prática de Biologia (Cursos Profissionais).

o Consulta bibliografia adequada ou a Internet e:


 identifica os pigmentos fotossintéticos observados no papel de filtro;
 refere a principal função dos pigmentos fotossintéticos;
 explica a mudança de coloração das folhas no Outono.

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Fotossíntese e produção de amido

Material:

• Planta com folhas verdes


e brancas (ex:
pelargónio), envasada
• Água iodada (indicador de
amido, corando de azul-
violeta na sua presença)
• Papel de estanho
• Tesoura
• Placa de aquecimento
• Banho-maria
• 4 Gobelés
• 2 placas de Pétri
• Álcool a 90% Fig. 49 – Folhas de pelargónio.

Procedimento:

1. Coloca a planta num ambiente sem luz, durante 48 horas.


2. Tapa uma folha com papel de estanho e coloca a planta à luz durante algumas
horas.
3. Corta uma folha que não tenha sido coberta (A) e a folha tapada (B).
4. Introduz essas folhas em água e ferver, durante cinco minutos.
5. Introduz as folhas fervidas em álcool em ebulição, em banho-maria, até ficarem
descoradas (a descoloração significa que os pigmentos fotossintéticos foram
destruídos).
6. Coloca as folhas em placas de Pétri, com água iodada.
7. Regista o observado.

Explica a diferença de resultados no


que respeita à presença/ausência de
amido.

Explica a não distribuição uniforme


de amido na folha.

Fig. 50 – Folha de pelargónio.

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Relações tróficas (alimentares) nos ecossistemas

O Sol é a fonte primária de energia para a vida dos ecossistemas. As plantas captam a
energia luminosa e transformam-na em energia química, que fica contida nos compostos
orgânicos que elaboram. Pela fotossíntese, em presença da luz, utilizam dióxido de
carbono (CO2), água (H2O) e alguns sais minerais, que são substâncias inorgânicas, e
com elas produzem compostos orgânicos, que passam a fazer parte do seu próprio
organismo. Por essa razão são consideradas seres produtores nos ecossistemas.

As plantas servem de alimento a numerosos seres vivos, que, por sua vez, são comidos
por outros. Os seres que obtêm matéria orgânica alimentando-se de outros, denominam-
se seres consumidores.

Existem ainda nos ecossistemas seres, como bactérias e fungos, seres


decompositores, que transformam a matéria orgânica dos cadáveres, dos excrementos
e dos detritos vegetais e animais em substâncias minerais (inorgânicas), que podem
novamente ser utilizadas pelos produtores.

Estas relações alimentares podem representar-se por sequências


de seres vivos, através dos quais o alimento passa – cadeias
alimentares ou cadeias tróficas. Nelas, cada ser vivo come o que
o precede e é comido pelo seguinte.

Cada cadeia alimentar inicia-se por um produtor (P), fonte de


alimento para um consumidor primário ou de 1ª ordem (C1), que,
por sua vez, serve de alimento a um consumidor secundário ou de
2ª ordem (C2), e este a um consumidor terciário ou de 3ª ordem
(C3), e assim sucessivamente.

Normalmente, não existem cadeias alimentares isoladas nos ecossistemas (são raros os
seres que se alimentam de uma única espécie). Elas estão interligadas (o mesmo ser
pode pertencer simultaneamente a diversas cadeias alimentares) O que existe na
realidade são redes tróficas, ou teias alimentares, em que numerosas cadeias se
entrecruzam.

O conjunto de organismos de um ecossistema que tem o mesmo tipo de alimentação


constitui um nível trófico. Assim, os produtores constituem o primeiro nível trófico, os
consumidores primários constituem o segundo nível trófico, etc. Um consumidor pode
pertencer a várias cadeias alimentares e, por isso, pode ocupar diferentes níveis tróficos.

1.1. Identifica a fonte de energia exterior que dinamiza os ecossistemas.


1.2. Identifica o grupo de seres vivos que capta a energia referida em 1.1.
1.3. Refere a função dos decompositores.
1.4. Define teia alimentar.

1.5. Indica que tipo de consumidor é e a que nível trófico pertence a formiga
representada.

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1.6. Considera alguns dos seres vivos que habitam no chaparral, e as suas
preferências alimentares.

a) - Liga os seres vivos representados através de setas (cada seta inicia-se no ser
que é comido e termina naquele que o come), de modo a construíres uma teia
alimentar.

NOTA: As papoilas representam o conjunto de todos os produtores do chaparral.

Gafanhoto e coelho - folhas.


Borboleta - pólen das flores.
Rato – bagas, frutos e sementes.
Pássaro – bagas, frutos, sementes, insectos
e aranhas.
Aranha – insectos.
Lagarto – insectos e aranhas.
Cobra - ratos, lagartos, pássaros.
Raposa – ratos, lagartos, pássaros, coelhos e
cobras.
Coruja – coelhos, ratos, lagartos e cobras.
Águia - coelhos, ratos, lagartos, cobras e raposas.

b) Indica os seres que pertencem ao segundo nível trófico.

c) Selecciona duas cadeias alimentares a que pertença a aranha.

d) Identifica os diferentes níveis tróficos ocupados pelo pássaro.

e) Selecciona uma cadeia alimentar com 7 níveis tróficos.

f) Identifica o consumidor de ordem mais elevada.

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1. Considera a seguinte teia alimentar, que pode ocorrer no chaparral.

Parasitas

Fig. 51 – Teia alimentar do chaparral.

1.1. Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações seguintes (A a H) e


um dos termos da figura.
A- Seres produtores que não servem de alimento ao javali.
B- Seres que se alimentam de matéria orgânica morta.
C- Decompositores unicelulares.
D- Consumidor de 2ª ordem que beneficia o sobreiro.
E- Consumidor de 3ª ordem.
F- Ser vivo que pertence ao quarto nível trófico.
G- Produtor característico do chaparral.
H- Consumidores de 1ª ordem que prejudicam o sobreiro.

1.2. Refere duas possíveis implicações para este ecossistema, resultantes da extinção de
uma das espécies representadas.

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2. Assinala a opção correcta com um X, em cada uma das seguintes questões (1.1 a
1.6).

2.1. Os decompositores:
___ A- transformam matéria orgânica em matéria inorgânica, que pode ser aproveitada
pelos produtores;
___ B- transformam matéria inorgânica em matéria orgânica, que pode ser aproveitada
pelos produtores;
___ C- transformam matéria orgânica em matéria inorgânica, que pode ser aproveitada
pelos consumidores;
___ D transformam matéria inorgânica em matéria orgânica, que pode ser aproveitada
pelos consumidores.

2.2. Os produtores:
___ A- transformam energia química em energia luminosa, que fica armazenada nos
compostos orgânicos que produzem;
___ B- transformam energia química em energia luminosa, que fica armazenada nos
compostos inorgânicos que produzem ;
___ C- transformam energia luminosa em energia química, que fica armazenada nos
compostos inorgânicos que produzem;
___ D- transformam energia luminosa em energia química, que fica armazenada nos
compostos orgânicos que produzem.

3- Colocou-se num ambiente sem luz uma planta (ex: pelargónio), durante dois dias. Em
seguida, taparam-se algumas folhas com papel de estanho e colocou-se a planta à luz,
durante mais dois dias. Ao fim desse tempo, cortou-se uma folha que não tinha sido
coberta (A) e uma folha tapada (B). Introduziram-se essas folhas em água e ferver
durante cinco minutos e depois em álcool em ebulição, em banho-maria, até ficarem
descoradas (a descoloração significa que os pigmentos fotossintéticos foram destruídos).
Por fim, colocaram-se essas folhas em placas de Pétri com água iodada, que cora o
amido de azul-violeta, tendo-se obtido os resultados representados por C e D.

Fig. 52

A B C D

Estabelece a correspondência entre cada uma das afirmações seguintes e a letra da


figura que com elas mais directamente se relaciona.

a. A privação de luz leva a que as plantas percam os pigmentos fotossintéticos. ___


b. A formação de amido verificou-se na folha exposta à luz. ___
c. A não formação de amido verificou-se na folha tapada. ___
d. A fotossíntese só ocorreu nas zonas que possuíam pigmentos fotossintéticos. ___

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Relações entre autotróficos e heterotróficos

Fig. 53 – O Paramecium bursaria é um Protista ciliado que contém no seu interior algas verdes
Chlorella. As algas (seres autotróficos), que vivem no citoplasma do protista (ser heterotrófico),
fornecem-lhe o alimento que fabricam através da fotossíntese, recebendo em troca movimento e
protecção. Ambas as espécies saem beneficiadas desta associação.

Fig. 54 – Os líquenes são uma associação entre algas (seres autotróficos) e fungos (seres
heterotróficos), com benefício para ambos. As algas fornecem ao fungo o alimento que elaboram
durante a fotossíntese e este, em troca, garante-lhes água e sais minerais que absorve.

o Encontra outros exemplos, através de uma pesquisa na Internet.

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Debate na sala de aula

Fig. 55 - Fogos florestais Fig. 56 - Agricultura intensiva e monocultura.

Fig. 57 - Desflorestação. Fig. 58 - Plantas transgénicas.

Fig. 59 - Introdução de espécies exóticas. Fig. 60 - Combate às pragas.

o Tendo como base a importância dos processos de autotrofia na hierarquia


alimentar dos ecossistemas, efectua uma análise crítica a alguns códigos de conduta
pessoais e/ou colectivos que possam afectar os processos de autotrofia e interferir
com a hierarquia alimentar dos ecossistemas.

NETXPLICA :: [Link] 42
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 Os seres heterotróficos precisam de obter matéria orgânica e não orgânica do


meio exterior; esta obtenção pode envolver processos de ingestão, digestão e
absorção.

 A digestão pode ser extracelular, em cavidades gastrovasculares ou em tubos


digestivos (completos ou incompletos).

 A membrana celular regula as trocas de substâncias entre os meios intra e extra


celulares; esses processos são importantes para a manutenção da integridade
celular.

 A unidade de membrana revela-se ao nível da sua arquitectura e constituição:


bicamada de fosfolípidos, proteínas integradas e não integradas (modelo
simplificado).

 Os processos de osmose, difusão e transporte facilitado ocorrem a favor dos


gradientes de concentração das substâncias, ao contrário do transporte activo,
que exige gasto de energia pela célula.

 A endocitose (pinocitose, fagocitose) e a exocitose são processos que também


permitem a troca de substâncias entre o meio interno e externo.

 O movimento de substâncias através da membrana e o seu processamento no


meio interno envolvem diferentes organitos (vacúolo digestivo, lisossoma, retículo
endoplasmático e complexo de Golgi) e algumas enzimas.

 Os seres autotróficos obtêm matéria orgânica produzindo-a através de um


processo de síntese, recorrendo a diferentes fontes de energia (fotossíntese).

 A fotossíntese é um processo metabólico que necessita de pigmentos de


captação de energia luminosa (pigmentos fotossintéticos); o cloroplasto é um
organito celular onde se localizam esses pigmentos e onde ocorre a fotossíntese.

Fig. 61

NETXPLICA :: [Link] 43
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Propostas de correcção

Página 7.
Modelo de Singer e Nicholson: 1- Proteína periférica ou extrínseca; 2- Fosfolípido; 3-
Glicolípido; 4- Glicoproteína; 5- Proteína periférica ou extrínseca.

Página 8.
1. A- Hipotónico relativamente a B. B- Hipertónico relativamente a A. C e D- Isotónicos.
2. A água desloca-se do meio A para o meio B.
3. O soluto desloca-se do meio B para o meio A.
4. Mapa de conceitos.

Página 9.
1. A- exterior; B- interior; C- Aumenta; D- interior; E- exterior; F- Diminui.

Página 10.
1. Os solutos A e B deslocam-se da região onde a sua concentração é maior para a
região onde a sua concentração é menor (movimento a favor do gradiente de
concentração).

Página 11.
1. As permeases são as moléculas cor-de-rosa.
2. O meio da esquerda é hipertónico relativamente ao da direita, que por sua vez é
hipotónico relativamente ao da esquerda.
3. A velocidade máxima de entrada ou a saída de substâncias numa célula, por difusão
facilitada, é atingida quando todas permeases se encontram ocupadas por moléculas de
soluto.

Página 12.
1. O meio da esquerda é hipotónico relativamente ao da direita, que por sua vez é
hipertónico relativamente ao da esquerda.
2. O movimento de substâncias ocorre contra o gradiente de concentração pois as
moléculas de soluto deslocam-se do meio onde a sua concentração é menor para o meio
onde a sua concentração é menor.
3. Este tipo de transporte considera-se “activo” em virtude de requerer gasto de energia.
4. Transporte mediado, dada a intervenção das permeases (proteínas transportadoras).
5. Após a morte das algas o meio intracelular torna-se isotónico relativamente ao
ambiente aquático onde estas vivem, dado que o transporte activo termina devido à falta
de energia.

Página 14.
A- entra; B- aumentam; C- túrgidas; D- clara; E- menor; F- sai; G- diminuem; H- parede; I-
celular; J- plasmolisadas; K- intensa; L- maior.

Página 15.
1.1. 1- Núcleo; 2- Citoplasma; 3- Membrana plasmática; 4- Parede celular; 5- Vacúolo.
1.2. A- Hipotónico; B- Hipertónico.
1.3. A- Túrgidas; B- Plasmolisadas.
1.4. D.
1.5. C.

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Página 16.
2.1. Plasmolisada.
2.2. Hipertónico.
2.3.1. Gráfico A.
2.3.2. Aumenta, porque saiu água do vacúolo.
3.1. Opção C.

Página 17.
3.1. A- F; B- V; C- V; D- V.
3.2. Opção C.

Página 18.
4.1. Opção A. 4.2. Opção B. 4.3. Opção A. 4.4. Opção C. 4.5. Opção B.

Página 23.
1. A-C-B-D

Página 25.
1.1. A-3; B-5; C-2; D-8; E-4; F-1; G-6; H-7.
1.2. A-y; B-w; C-z; D-x.
1.3. A-II; B-I; C-III; D-IV.
1.4. endocitose; vesículas; endocíticas; vacúolos; digestivos; vesículas; endocíticas;
lisossomas; enzimas; lisossomas; vacúolos; digestivos; resíduos; exocitose; unicelulares;

Página 27.
1. Sistema digestrivo da hidra.
2. Minhoca, galinha e cão.
3. Um tubo digestivo completo permite uma digestão e absorção sequenciais, dado que
os alimentos se deslocam num único sentido.

Páginas 28 a 31
1.1. Falsas: B, C, E e G. As restantes Verdadeiras.
2. 2.1-D; 2.2-D; 2.3-A; 2.4-B; 2.5-C; 2.6-C.
3.1. 01-B; 02-A; 03-D; 04-E; 05-C; 06-A; 07-B; 08-E; 09-D; 10-C.
4. 4.1-A; 4.2-B; 4.3-B; 4.4-A; 4.5-A; 4.6-B.
5. 5.1-B; 5.2-D.

Página 37
1.1. O Sol.
1.2. Os seres produtores (autotróficos).
1.3. Transformar a matéria orgânica dos cadáveres, dos excrementos e dos detritos
vegetais e animais em substâncias minerais (inorgânicas), que podem novamente ser
utilizadas pelos produtores
1.4. Conjunto de cadeias alimentares que se entrecruzam.
1.5. Consumidor primário – 2º nível trófico.

Páginas 39 e 40
1.1. A- Plantas; B- Decompositores | Grifo; C- Bactérias; D- Pássaro insectívoro. E-
Gavião; F- Gavião; G- Sobreiro; H- Parasitas do sobreiro.
2. 2.1- Opção A. 2.2. Opção D.
3. a- B; b- C; c- D; d- C.

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Pág. 13 | Fig. 14 - [Link] :: Fig. 15 - [Link]
Pág. 14 | Fig. 16 - [Link]
Pág. 15 | Fig. 17 - Porto Editora
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Pág. 32 | Fig. 37 - [Link]
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[Link] :: Fig. 58 - [Link] :: Fig. 59 -
[Link] :: Fig. 60 - [Link]
Pág. 43 | Fig. 61 - [Link]
Pág. 47 | Bibliografia - [Link]

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Bibliografia

DA SILVA, A. E OUTROS, Terra, Universo de Vida – Biologia 10/11, Porto Editora, Porto,
2007

DA SILVA, A. E OUTROS, Terra, Universo de Vida – Biologia 10º Ano, Porto Editora,
Porto, 2003

MATIAS, O. E OUTROS, Biologia 10/11, Areal Editores, Porto, 2007

MATIAS, O. E OUTROS, Biologia 10º Ano, Areal Editores, Porto, 2003

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Edição 1, actualizada a
02 de Fevereiro de
2009

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