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Eutanásia Ativa: Definição e Implicações

A eutanásia está em debate desde a Antiguidade. A eutanásia e o suicídio assistido devem ser considerados sob a mesma.

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Eliseu Lutonadio
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Eutanásia Ativa: Definição e Implicações

A eutanásia está em debate desde a Antiguidade. A eutanásia e o suicídio assistido devem ser considerados sob a mesma.

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1. O Que é a Eutanasia?

R: A eutanásia é definida como a conduta pela qual se traz a um paciente em


estado terminal, ou portador de enfermidade incurável que esteja
em sofrimento constante, uma morte rápida e sem dor. É prevista em lei, no
Brasil, como crime de homicídio.

2. Que tipos de Eutanasia existem?

R: Eutanásia ativa – maneira mais radical, trata-se da aplicação de drogas letais ou do

desligamento dos aparelhos que mantém o paciente vivo. Considerado homicídio pela

legislação brasileira, pode resultar ainda na cassação do diploma do médico que auxiliar a

prática.

Eutanásia Passiva – é a interrupção do tratamento com o objetivo de minorar o sofrimento

do doente. Deixa-se de prolongar a vida, considerando que todas as possibilidades

terapêuticas se esgotaram.

3. Quais são os paises que oficializaram a Eutanasia?


R: Aeutanásia ou o suicídio assistido são práticas legais na Holanda, Bélgica, Suíça,
Luxemburgo, Colômbia, Canadá e em cinco estados norte-americanos. O Canadá foi o
último país a legalizar esta prática.
Há apenas três dias o estado australiano de Vitoria aprovou também a legalização da
eutanásia, medida que deverá entrar em vigor em junho de 2019. Eis seis exemplos de
países que ao longo das últimas décadas descriminalizaram a eutanásia ou o suicídio
assistido.
4. Qual é a sua opinião sobre a Eutanasia?
R: ato de proporcionar morte sem sofrimento a um doente atingido por afecção
incurável que produz dores intoleráveis.
Pessoas que estão em estados precários e incuráveis de saúde incluindo muito
sofrimento, porém com saúde mental para tomarem uma decisão, deveriam poder
escolher se vivem ou morrem, para abreviarem sua própria dor?

Se você estivesse preso a uma cama, fisicamente impotente, com dor e


comprovadamente sem esperanças de recuperação, gostaria de ter o poder de acabar
com tudo?

Se você estivesse preso a uma cama ou cadeira de rodas mentalmente incapacitado,


preferiria continuar vivendo? E se o caso ocorrer com um parente muito próximo e
querido, você pensa que deveria ter o poder tomar esta decisão por ele?

5. O que é poligamia?
R: Poligamia é um sistema onde o homem tem mais de uma mulher ao mesmo tempo,
ou até mesmo, sendo menos comum, onde a mulher tem mais de um marido
simultaneamente. Poligamia é um termo de origem grega, que significa muitos
casamentos.

Poligamia é o oposto de monogamia, e consiste no casamento com mais de uma


pessoa, quando o homem possui várias mulheres, é chamado de poliginia, e é o mais
comum acontecer, mas também existe a poligamia onde a mulher é casada com vários
homens, e nesse caso, muito menos comum, e é chamado de poliandria (é mais
frequente em sociedades matrilineares).

A poligamia não é relacionada com ter amantes, que no caso é uma situação de
adultério, quando um indivíduo possui outro relacionamento, mas um dos parceiros
não sabe. No sistema da poligamia, todos os envolvidos sabem do sistema em que
estão, inclusive, é permitida por algumas religiões e até mesmo pela legislação de
alguns países.

6. Quias são os paises que oficializaram a poligamia?


R: Arábia Saudita

Berço do profeta Maomé e coração do mundo islâmico, a Arábia Saudita toma


textualmente a palavra do Alcorão. “Casai com quantas mulheres quiserdes, 2, 3 ou 4;
mas, se temeis não poder tratá-las com eqüidade, então tende uma só”, diz o livro
sagrado. Os números do texto são interpretados somente como exemplo – não há
limite para a quantidade de esposas, desde que o cartão de crédito do marido também
não tenha limite.

Tanzânia

Nesse país da África Oriental, onde a maioria da população vive em zonas rurais, é
obrigatório que os casamentos sejam registrados e, no momento do registro, sejam
declarados monogâmicos ou poligâmicos. Para união mudar de status, deve haver
consentimento do marido e da mulher.

Estados Unidos

A lei no país proíbe a poligamia em todo seu território. Mas ter várias mulheres foi, até
meados do século passado, uma questão de fé para alguns americanos: os mórmons,
seguidores da Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Últimos Dias.

Na religião mórmon, o casamento com várias esposas foi permitido e recomendado –


havia até a promessa de que o polígamo seria um rei no céu. Ante a pressão da
sociedade americana, a poligamia sucumbiu e hoje a comunidade mormon pune, no
seu seio, o homem (ou a mulher) que não for fiel à (ao) parceiro (a).
Mas na cidade de Hildale, no Estado de Utah, existe uma comunidade polígama. Ali,
para driblar a lei, os homens se casam legalmente com a primeira esposa. As outras –
que as vezes são mais de duas – recebem o “sim” apenas em cerimônias religiosas de
uma seita chamada Igreja Fundamentalista.

Iêmen

A poligamia é autorizada em termos parecidos com os sauditas. É permitida desde que


o homem possa tratar bem de todas as suas mulheres, o que restringe a prática aos
homens ricos. Além disso, há algumas regras a ser observadas, na família iemenita.

Uma delas diz que a primeira esposa tem sempre a última palavra. É ela quem autoriza
(ou não) o marido a procurar outras mulheres para viver com eles sob o mesmo teto.

Sudão

Esse país autoriza e até incentiva a poligamia. Em 2001, o então presidente Omar
Hassan al-Bashir pediu aos sudaneses para aumentarem a população com casamentos
múltiplos. Segundo a lógica de al-Bashir, a nação, a maior da África e a mais rica em
recursos naturais, precisa de reforços para se desenvolver. No Sudão, o divórcio é
opção apenas para os homens.

Nepal

Apesar de proibida, a poligamia ainda existe em pequenas comunidades tribais, onde é


comum uma mulher casar com um homem e levar de brinde um irmão dele. A
“justificativa” é econômica: como há poucas terras, os irmãos preferem dividir a
mesma mulher a ter de repartir os escassos bens de família. Nos grupos xerpas, por
exemplo, que vivem no nordeste do país, dois homens podem ter a mesma esposa. Se
a família é composta de três irmãos, o costume manda que o do meio se torne monge.
Se são quatro os filhos homens, eles podem se dividir – e cada dupla casar com uma
mulher.
7. Que tipos de Eutanasia existem?
R:
8. Quais são as étinias que a poligamia?
R:
9. Fala sobre a poligamia em Angola?
R: Poligamia arruína famílias
As questões da poligamia estão ligadas principalmente a factores sociais e culturais,
segundo as quais o homem não deve possuir apenas uma mulher, deve ter várias para
salientar a sua virilidade

10. Dê sua opinião sobre a poligamia?


R: Contexto jurídico
da poligamia em Angola
As questões ligadas à poligamia estão ligadas principalmente a factores sociais e
culturais, segundo as quais o homem não deve possuir apenas uma mulher, deve ter
várias para permitir salientar a sua virilidade.
A poligamia faz parte da cultura de várias sociedades humanas, mas tem geralmente
causas económicas. Como consequência das guerras, em que muitos povos estiveram
envolvidos e em que participavam principalmente os homens, muitas mulheres e seus
filhos ficavam viúvas e órfão, e uma forma de prestar assistência a essas pessoas sem
meios de subsistência, era o casamento.
O jurista David Francisco afirma que, em Angola, a poligamia existe em comunidades
do meio rural, onde está instituída no quadro do Direito Costumeiro. O especialista
define o fenómeno como sendo o tipo de relacionamento que envolve matrimónio
simultâneo com mais de uma pessoa.
Segundo o jurista, o Código de Família angolano, no seu artigo 20, define que o
casamento é a união voluntária entre um homem e uma mulher, o que em seu
entender pressupõe a não existência de poligamia no seio da população angolana, do
ponto de vista legal, e conceitual.
11. Quais são as causas da poligamia?
R:
12. O que é a sexualidade?
R: A sexualidade é uma parte integrante da vida de cada indivíduo que contribui para a
sua identidade ao longo de toda a vida e para o seu equilíbrio físico e psicológico.

A sexualidade é "uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e
intimidade, que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos
tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos,
sentimentos, ações e interações e, por isso, influencia também a nossa saúde física e
mental" (OMS, 1992)
13. Quais são as causas da homosexualidade?
R: Até hoje existem discussões a respeito das causas da homossexualidade. Mas essa
não é uma questão de opção individual, como muitos gostariam que fosse, ela
simplesmente se impõe a cada um de nós.

Existe gente que acha que os homossexuais já nascem assim. Outros, ao contrário,
dizem que a conjunção do ambiente social com a figura dominadora do genitor do
sexo oposto é que são decisivos na expressão da homossexualidade masculina ou
feminina.

Como separar o patrimônio genético herdado involuntariamente de nossos


antepassados da influência do meio foi uma discussão que monopolizou o estudo do
comportamento humano durante pelo menos dois terços do século 20.
Os defensores da origem genética da homossexualidade usam como argumento os
trabalhos que encontraram concentração mais alta de homossexuais em determinadas
famílias e os que mostraram maior prevalência de homossexualidade em irmãos
gêmeos univitelinos criados por famílias diferentes sem nenhum contato pessoal.

Mais tarde, com os avanços dos métodos de neuro-imagem, alguns autores


procuraram diferenças na morfologia do cérebro que explicassem o comportamento
homossexual.

A homossexualidade é uma das nuances da sexualidade humana. O homossexualismo


tem sido um tema constante da sexualidade de todas as sociedades. Debater a origem da
homossexualidade não leva a lugar nenhum. São muitas as teorias que tentam explicar
as suas causas.

As pesquisas científicas continuam, mas até hoje ninguém conseguiu definir o que leva
uma pessoa a ser homossexual. Não sabemos ao certo o que determina a orientação
sexual de uma pessoa.

Utilizando pesquisas, estudiosos do assunto acreditam que cerca de 10% da população


seja formada por homossexuais masculinos e 5% por lésbicas. Este assunto tem
conquistado espaço na mídia e discussões familiares.

Na cidade de São Paulo, em 1996, dois mil participaram da 1 Parada Gay. Este ano,
aproximadamente cinco milhões lotaram a Avenida Paulista. Cresceu o número de
participantes, passando a impressão de que as coisas estão mudando em nosso país, de
que há mais aceitação, mas isso é falso.

Muitos não têm coragem de assumir sua conduta sexual, de sair do armário. O medo do
preconceito os leva ainda a esconder sua orientação sexual.

Por se sentirem culpados, tendem a esconder seus verdadeiros sentimentos e desejos e


levar uma vida quase clandestina. Continuam sofrendo porque o indivíduo só atinge a
liberdade e é feliz quando tem coragem de viver em harmonia com seus sentimentos e
desejos.

E uma das funções da psicologia é trabalhar este preconceito, esta rejeição que a
sociedade demonstra ter pelos homossexuais.

Marilandes R. Braga, psicóloga e terapeuta sexual, membro da


Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana (Presidente Prudente-
SP)

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